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	<title>Cesar Poppi &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Cesar Poppi &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>O data analytics está batendo na sua porta: Abra antes que seja tarde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Poppi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Jun 2019 15:57:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 16]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Computação quântica]]></category>
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					<description><![CDATA[Ainda existe um longo caminho antes das empresas começarem a usar todo o poder estratégico do data analytics. Isso traz uma grande perda de oportunidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fadc5e92e67" data-id="69fadc5e92e67" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O data analytics está batendo na sua porta: Abra antes que seja tarde</h1>

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			<p><strong>Cesar Poppi</strong>, executivo sênior de TI da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.te.com/usa-en/home.html">TE Connectivity</a></span></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Com a popularização de iniciativas de big data, cada vez mais dados, que antes eram acessados de forma privilegiada, estão acessíveis para mais pessoas. A capacidade de agrupar informações de diversas fontes e relacionar todas elas, de forma a fazer sentido para a tomada de decisão com maior precisão e velocidade, é o diferencial das organizações atualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não é somente gravar um amontoado de dados e pensar que já tem um “big data”, mas sim estruturar toda essa informação para que tomador de decisão possa usá-la de maneira amigável e, em muitos casos, preditiva. Essa é, certamente, a grande revolução do mundo dos dados. Com a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/0-ou-1-computacao-quantica/">computação quântica no horizonte</a>, a habilidade de processar enormes quantidades de dados em um período curto de tempo oferece possibilidades que anteriormente eram impossíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">  A maioria das empresas ainda está longe de ter uma estratégia de data analytics. Apesar do reconhecimento do valor da tecnologia entre os grandes profissionais do mercado, ainda existe um longo caminho antes das empresas começarem a usar todo o poder estratégico do data analytics. Há um grande desejo de mais competitividade e eficiência, utilizando a análise de dados, porém esse objetivo não tem sido alimentado no coração das estratégias de negócio das empresas, que estão perdendo grandes oportunidades.</p>
<p style="text-align: justify;">  Atualmente, o “top of mind” nas organizações é a inteligência artificial, porém, já está mais do que na hora de incluir também uma estratégia forte visando extrair todo o potencial do data analytics. Para isso, é extremamente necessário a visão e o comprometimento da gestão máxima das empresas. Segundo informações da Deloitte, essa estratégia faz parte de apenas metade das organizações e ainda de forma embrionária e direcionada apenas como mais um projeto de TI. O valor real desta tecnologia é o trabalho cruzado de áreas e funções que saibam identificar dados importantes e onde se quer chegar com eles.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fadc5e93756" data-id="69fadc5e93756" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1559491581594 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>O que considerar em uma estratégia de data analytics</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Um grande engano cometido, quando se começa a definir as ações em torno de data analytics, é tratar a tecnologia como um projeto com começo, meio e fim, em vez de ela ser encarada com uma longa jornada de interação dentro das organizações, onde sempre novos elementos vão aparecer e poderão servir para complementar o que já foi definido, planejado e implantado. É um trabalho dinâmico, onde as metodologias ágeis se enquadram muito bem e o principal lema é errar rápido e corrigir rápido.</p>
<p style="text-align: justify;">  É muito importante ter em mente os principais desafios que devem ser endereçados com data analytics e construir entregáveis que vão solucionar esses problemas. Em empresas de varejo é muito fácil ver isso na prática. Uma grande rede, com lojas espalhadas por diversas cidades, tem produtos que vendem muito bem em uma determinada região e em outras não. Cruzando dados de clientes que compram em uma determinada região, com o perfil de clientes que não compram em outras áreas, é possível descobrir as causas desse processo e, eventualmente, definir ações para mudar isso de forma rápida.</p>
<p style="text-align: justify;">  As organizações obtêm sucesso com análises apenas quando bons dados e modelos inteligentes são usados de maneira regular e produtiva pelos empresários em suas decisões. Não é possível comemorar vitória com um ótimo modelo ou aplicativo desenvolvido somente quando ele está sendo usado para melhorar o desempenho dos negócios e criar novo valor. Se você quiser colocar o data analytics para trabalhar e construir um ambiente mais analítico, será preciso profissionais qualificados e com dois perfis principais:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Profissionais de análise para minerar e preparar os dados, realizar operações estatísticas, construir modelos e programar o ambiente das aplicações de negócios.</li>
<li style="text-align: justify;">Empresários/gestores analíticos que estão prontos, aptos e ansiosos para utilizar melhor a informação e suas análise no seu trabalho e tomada de decisão, bem como saber trabalhar com os profissionais especializados nos projetos de estruturação e análise dos dados construídos.</li>
</ul>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Data analytics na prática &#8211; Case de sucesso</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma parceria entre as empresas LiveNation o Ticketmaster trouxe um grande exemplo de aplicação de data analytics. A LiveNation possui casas de shows e é um dos principais promotores de eventos ao vivo no mundo. Já a Ticketmaster tem relações B2B com equipes esportivas e produtores de uma variedade de eventos esportivos, shows, artes e teatro. Porém, as duas empresas têm um componente B2C, no qual elas vendem ingressos para os consumidores finais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Neste caso, foi possível perceber que os dados coletados dos consumidores poderiam ajudar essas empresas a fornecer uma visão holística da música ou do fã de esportes para os seus clientes empresariais. Dados transacionais sobre o que os consumidores estão comprando estavam disponível e eles podiam enriquecer isso com informações demográficas e psicográficas. Também podiam adicionar dados da web e redes sociais, isto é, uma tremenda quantidade de dados para amarrar todos os pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Umas das possibilidades de negócio era fornecer para uma equipe esportiva profissional, uma visão bastante rica de sua base de fãs, mostrando quais fãs compram ingressos meses à frente, no último minuto, pagam por assentos premium ou que estão procurando descontos. Esse tipo de informação poderia ajudar as equipes a moldar a sua comunicação com os seus fãs.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para chegar neste nível de riqueza de dados, muito trabalho foi necessário. A informação estava em sistemas distintos e foi preciso um investimento em TI para entender todos esses dados e padronizar. Aqueles seis nomes semelhantes nos bancos de dados combinados eram da mesma pessoa? Isso tudo tinha que ser resolvido.</p>
<p style="text-align: justify;">  Foi preciso ter certeza de que tudo seria soletrado e gravado da mesma maneira. Mas isso não deveria ser apenas mais uma iniciativa de TI: o data analytics foi um exemplo claro da necessidade de ir além do negócio como de costume. Especialistas, que realmente entendiam a leitura dos dados, foram chamados para ajudar. Estatísticos e modeladores também participaram para pensar sobre o que existia nos dados e como eles poderiam ser aproveitados. E é claro que foi mais do que necessário os especialistas de negócio para fornecer os objetivos e resultados esperados, além dos seus “inputs” para melhor uma conexão e aproveitamento dos dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com esses dados estruturados, foi possível gerar “insights” com muitas visões. Por exemplo, um time de futebol poderia pedir conselhos sobre quais artistas eles deveriam trazer para uma performance antes de um evento, com base nos gostos capturados dos clientes que compraram os seus tickets durante a temporada.</p>
<p style="text-align: justify;">  Essas empresas descobriram que é muito útil que os seus estatísticos e modeladores falem diretamente com os clientes para gerar uma compreensão ainda maior dos dados, para uma visão ainda mais clara da expectativa dos usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">  O mundo dos dados está mudando rapidamente. Nos próximos anos existem possibilidades infinitas. Um grande exemplo é como descobrir o que fazer com o aumento do nível de atividade dos celulares. Qual seria a melhor maneira de coletar e melhorar o uso destes dados? Há também as mídias sociais, potencialmente um meio valioso de comunicação com os consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">  Certamente, esta não é uma tarefa fácil e será um grande desafio vincular perfis do Facebook e contas do Twitter com dados básicos de gerenciamento de relacionamento com clientes, como endereços de e-mail. As redes sociais cruzadas com dados internos dos clientes é o pote de ouro que todas as empresas precisam aprender a manusear.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma conclusão certa, até este momento, é que é fundamental tratar os consumidores e os seus dados com muito respeito. Se você vai usar os dados deles, precisa fazer isso corretamente. E se os consumidores descobrirem que os seus dados estão indo para terceiros e que isso não é relevante para eles, facilmente você perderá a confiança de seus clientes e eles serão bem rápidos em apertar o botão do &#8220;cancelar inscrição&#8221;, deixar de seguir ou até mesmo abrir uma reclamação formal nas redes com visibilidade para todos os demais usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">  A informação dos consumidores deve ser utilizada de forma responsável e para fornecer meios de levar o que é mais relevante para o cliente final. Quando chegar neste nível, os clientes mostrarão uma apreciação enorme pela empresa e/ou marca e continuarão a permitir que ações como essa continuem ocorrendo, para o bem de todos.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Vantagens e desafios do outsourcing de TI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Poppi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2019 18:34:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 14]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
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		<category><![CDATA[Outsourcing de TI]]></category>
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		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[O outsourcing de TI é um tema polêmico. Para tomar a melhor decisão, as empresas precisam entender o valor da TI para o seu negócio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fadc5e952e2" data-id="69fadc5e952e2" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Vantagens e desafios do outsourcing de TI</h1>

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			<p><strong>Cesar Poppi</strong>, executivo sênior de TI da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.te.com/usa-en/home.html">TE Connectivity</a></span></p>

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			<p style="text-align: justify;">  O outsourcing de TI é um tema muito polêmico. Não tem como falar sobre algo que afeta diretamente as pessoas sem que alguns concordem e outros discordem completamente. Com 24 anos de experiência no mercado de TI, já passei por muitas transformações e uma delas foi o momento da minha própria terceirização quando ainda era um analista de sistemas. Mais recentemente, já em um cargo de liderança, passei pela experiência contrária: ter que terceirizar o meu time por uma decisão global.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não existe uma receita do que fazer e o que é certo ou errado. O mais importante é a história de cada indivíduo envolvido, a visão de cada gestor de TI e a situação de cada empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Há muitas maneiras de se decidir por terceirizar o time de TI e o que exatamente terceirizar. Uma delas é a redução de custos e talvez a mais comum. Uma grande empresa costuma ter bons benefícios para os seus funcionários e isso tem um custo alto. Incorporá-los em operações que não são “core” é certamente a primeira preocupação de um gestor de negócios ou financeiro. Portanto, simplesmente contratar um parceiro de TI, com custos menores, para cuidar de suas operações de tecnologia pode fazer todo sentido, quando avaliado somente pelo lado do custo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma outra forma de olhar para a terceirização é buscar o “know-how” que não é possível ter internamente e contratar uma empresa especializada neste determinado tema. Por exemplo, para uma grande empresa de logística, onde a TI é uma ferramenta de trabalho (apesar de ter uma alta dependência deste serviço), contratar uma operação pronta para o armazenamento dos sistemas, dados e infraestrutura pode ser certamente uma boa opção, por não precisar investir em todos os equipamentos e melhores práticas para ter uma operação similar dentro da empresa e contar com mão de obra especializada e de alto custo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma outra modalidade interessante de outsourcing é o “as a service”. Neste modelo, uma determinada tecnologia de TI é vendida como uma mensalidade e gerenciada totalmente por uma empresa externa de TI e oferecida por meio de acesso na nuvem. Outro bom exemplo onde a terceirização faz todo sentido e fecha a conta.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com muitas startups no mercado, hoje é possível encontrar empresas com soluções altamente tecnológicas e interessantes que podem agregar algo de bom para os negócios. Essas empresas, certamente, podem entregar muito mais do que ter um departamento de TI pesado, que tenta inovar e construir soluções no mesmo nível. Porém, a pergunta que fica é como integrar essas novas tecnologias e soluções na realidade das empresas que já trabalham com operações complexas e sistemas legados? Ainda mais importante do que isso, como integrar os processos de negócio nas novas tecnologias? Por isso, existem os especialistas em arquitetura de sistemas, analistas de sistemas que conhecem tanto o processo quanto a solução tecnológica, os gestores de projeto para planejar os projetos e, claro, a figura da liderança de TI, que é fundamental para que as decisões certas sejam tomadas e as automações e transformações ocorram como esperado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, nem tudo são flores. Só quem já passou na pele por uma terceirização pode explicar a sensação de perder o seu emprego para uma empresa que promete fazer tudo ainda melhor, com profissionais claramente menos qualificados e experientes, caso contrário não seria mais barato.</p>
<p style="text-align: justify;">  Muitos vendem a terceirização de TI como uma possibilidade de ganho de performance, com técnicas e procedimentos mirabolantes, que prometem entregar resultados ainda melhores que os praticados pelo time interno. Sinceramente? Mágica ainda não faz parte do portfólio das empresas de TI. Certamente, essa equação não fecha.</p>
<p style="text-align: justify;">  O tripé é sempre custo, qualidade e prazo. Se desequilibrar alguma dessas pernas pode ter certeza que não ficará balanceado. Transformar um departamento de TI, que tem qualidades e principalmente domínio das operações e processos de negócio, em algo descartável e, supostamente, de fácil transferência de conhecimento é onde muitas empresas pecam.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em um mundo cada vez mais digital, na era da <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/internet-das-coisas-na-industria/">4ª. Revolução industrial</a>, não é possível fazer tudo com somente a visão e conhecimento técnico. O time de TI precisa ser especializado no negócio para que a estruturação do plano de digitalização seja correto. A execução pode até ser terceirizada, desde que a visão e o plano sejam feitos e gerenciados pelos especialistas de TI e de negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">  Terceirizar por completo é assumir riscos sem na verdade conhecê-los. Quanto mais você deixar as pessoas que conhecem a empresa no time interno de TI e terceirizar processos como help desk, programação, redes e data center, mais efetivo e valioso será o seu time de TI. Não é possível falar em transformação digital sem uma TI forte. Uma consultoria de TI sozinha não será a solução.</p>
<p style="text-align: justify;">  É indiscutível que existem ótimas empresas de TI no mercado. Por outro lado, cada empresa tem a sua realidade e sabe onde o calo aperta. O equilíbrio é sempre a melhor opção nessa equação e o time de TI precisa ser peça valiosa em todas as organizações e não somente avaliado friamente com uma linha de custo no orçamento.</p>
<p style="text-align: justify;">  Diversos estudos mostram que as empresas que não se tornarem digitais tendem a sumir. As empresas, certamente, vão sumir se não entenderem o valor da TI para o negócio.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Engenharia social: Fique atento e proteja a sua empresa desses ataques</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Poppi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2019 17:37:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 12]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fadc5e9679d" data-id="69fadc5e9679d" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Engenharia social: Fique atento e proteja a sua empresa desses ataques</h1>

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			<p><strong>Cesar Poppi</strong>, executivo sênior de TI da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.te.com/usa-en/home.html">TE Connectivity</a></span></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Você abre o seu e-mail na empresa e tem uma mensagem supostamente enviada pelo seu time de TI informando que ocorreu um problema com a sua conta de rede e, para corrigir, você deve acessar um aplicativo que vem anexado ao e-mail e informar o seu usuário e senha para revalidar. Ao acessá-lo o estrago está feito e o suposto time de TI invade o seu computador, a sua conta de rede e os sistemas que você tem acesso.</p>
<p style="text-align: justify;">  Imagine agora que você esteja na sua casa e alguém liga se identificando como o seu provedor de Internet. A pessoa explica que está fazendo uma renovação na rede e precisa reconfigurar o seu decodificador e para isso agenda um horário de visita. No dia e horário marcados você autoriza o acesso na sua residência e é surpreendido por um bandido.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esses casos são comuns e é bem provável que algo parecido já tenha acontecido com você ou com alguém que você conhece. Esse tipo de ataque é chamado de Engenharia social.</p>
<p style="text-align: justify;">  O termo &#8220;Engenharia social&#8221; se refere à prática de manipular pessoas, a fim de obter acesso não autorizado às instalações de uma empresa ou informações confidenciais. Este conceito não se utiliza necessariamente de meios tecnológicos avançados para obter essas vantagens. Este tipo de ataque pode ser aplicado em uma simples conversa. Pessoas habilidosas se aproveitam de falhas humanas, uma vez que a grande maioria não está preparada para esse tipo de ataques.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não adianta as empresas investirem milhares de dólares em tecnologias de segurança, se uma simples ligação telefônica pode burlar toda essa estrutura por meio das pessoas. O elemento mais vulnerável de qualquer sistema de segurança, digital ou física, é sem dúvida o ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">  A ideia deste artigo é conscientizar sobre algumas das técnicas comuns que os engenheiros sociais usam, e o que fazer se você fosse um alvo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fadc5e96b5a" data-id="69fadc5e96b5a" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1549043041383 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;">Técnicas e abordagens</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Os engenheiros sociais usam várias técnicas sociais para conseguir o que querem, incluindo manipulação, sedução, disfarce e truques psicológicos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os engenheiros sociais abordam os seus alvos de várias maneiras (telefone, pessoalmente, e-mail, mensagens de texto, mensagens instantâneas ou qualquer outra tecnologia de comunicação que atenda a seus propósitos).</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fadc5e96f0f" data-id="69fadc5e96f0f" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Técnicas para enganar seus alvos</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Os engenheiros sociais empregam uma variedade de técnicas para enganar os alvos inocentes. Eles podem atacar com uma conversa amigável, usando o humor, a bajulação ou o flerte para distrair os seus alvos de pensar na segurança. Eles também podem tentar se passar por figuras de autoridade e intimidar as vítimas a revelarem informações confidenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se questionado ou desafiado, um engenheiro social pode se tornar irritado ou aflito. Muitas pessoas cedem a essa pressão e param de fazer perguntas, em vez de prolongar em uma situação social desconfortável.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os engenheiros sociais, frequentemente, tentam se aproveitar do instinto natural do ser humano de ajudar, apresentando-se como alguém que precisa de ajuda ou enfatizando a urgência de sua situação. Eles também obtêm acesso às instalações da empresa se fazendo passar por visitantes legítimos, como membros da equipe de manutenção, funcionários temporários, bombeiros ou agentes sanitários.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os engenheiros sociais, geralmente, enviam e-mails enganosos, pedindo que as pessoas revelem informações confidenciais. Muitas vezes, essas mensagens são bastante realistas na aparência. A pista de que há algo de errado está na solicitação para fornecer informações confidenciais.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fadc5e972a1" data-id="69fadc5e972a1" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1549043183386 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Phishing: A técnica mais comum</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Os engenheiros sociais muitas vezes empregam uma tática chamada de &#8220;phishing&#8221;, que envolve o envio de e-mails enganosos pedindo aos usuários que revelem informações pessoais, como IDs de usuário e senhas.</p>
<p style="text-align: justify;">  E-mails de “phishing” aparentam ser autênticos e parecem vir de uma fonte confiável, como o departamento de TI ou o suporte técnico da empresa, um gerente sênior, banco pessoal ou sistema de pagamento on-line ou um site de rede social.</p>
<p style="text-align: justify;">  Alguns e-mails de “phishing” pedem que você siga um link, geralmente para atualizar os detalhes da sua ID de usuário e senha ou informações sobre a conta. Esses e-mails com frequência são enviados a milhares de destinatários na esperança de que alguém caia no golpe. Muitas pessoas seguirão automaticamente uma instrução &#8220;oficial&#8221; sem questionar sua autenticidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Você pode evitar ser enganado por tentativas de “phishing”, lembrando-se destas dicas:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não siga nenhuma instrução que lhe peça para divulgar informações confidenciais, não importa o quão oficial pareça, sem confirmar que a instrução é legítima.</li>
<li>Nunca divulgue informações confidenciais para uma fonte desconhecida e nunca forneça mais informações do que o necessário.</li>
<li>Desconfie de e-mails ou sites que peçam para você confirmar as informações confidenciais que a empresa já tenha ou deveria ter.</li>
<li>Se você tiver qualquer suspeita sobre um e-mail, não tome nenhuma iniciativa como seguir links.</li>
<li>Informe qualquer e-mail suspeito ao recurso apropriado da sua empresa imediatamente (TI, RH ou jurídico).</li>
</ul>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Proteja-se ao telefone</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Engenheiros sociais podem ser muito convincentes ao telefone. Eis algumas orientações que você pode usar para proteger a si mesmo e as informações confidenciais:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Seja cético em relação a pessoas que se apresentam como figuras de autoridade e exigem informações confidenciais, como senhas.</li>
<li>Se você tiver qualquer suspeita sobre alguém ao telefone, faça perguntas sobre a identidade da pessoa. Não forneça informações confidenciais para chamadores que você não pode identificar.</li>
<li>Se você estiver sendo assediado ou estiver se sentindo manipulado, não dê informações. Faça primeiro as verificações apropriadas.</li>
<li>Se o chamador se tornar agressivo, simplesmente desligue. Nenhuma autoridade legítima deve usar este tipo de comportamento. Portanto a agressividade é uma dica de que o chamador é um engenheiro social.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Engenheiros sociais se aproveitam das inclinações humanas naturais, como o desejo de ajudar alguém que esteja necessitando ou a propensão em aceitar instruções de figuras de autoridade. Eles usam uma variedade de técnicas para convencer as pessoas a violar os procedimentos de segurança estabelecidos. Nem sempre é fácil reconhecer ou se defender de uma tentativa de engenharia social, mas sabendo no que prestar atenção e não se permitindo ser manipulado para revelar informações confidenciais, você pode desempenhar um papel essencial em manter as informações das nossas empresas seguras.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se você gostou deste artigo, compartilhe e ajude mais pessoas a se protegerem destes criminosos.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>IoT &#8211; Internet das coisas na indústria 4.0</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Poppi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 19:45:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 10]]></category>
		<category><![CDATA[Câmeras inteligentes]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes locais]]></category>
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					<description><![CDATA[Entramos na fase das redes convergentes e na grande revolução digital por meio da IoT - Internet das coisas na indústria 4.0.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fadc5e98a5d" data-id="69fadc5e98a5d" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<p><strong>Cesar Poppi</strong>, executivo sênior de TI da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.te.com/usa-en/home.html">TE Connectivity</a></span></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Ainda quando eu estava no colégio nas aulas de história e estudando as três revoluções industriais ocorridas até então, jamais imaginava que poderia presenciar bem de perto a próxima revolução. É isso mesmo, a indústria 4.0. Quanto tempo ela vai levar e que resultados teremos, acredito que somente nossos filhos ou netos terão a oportunidade de estudar no colégio como fizemos com as anteriores, porém a pergunta mais relevante no momento é: De que forma podemos fazer parte de tudo isso?</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma primeira resposta é se aproximar cada vez mais da tecnologia. Para as empresas não será possível fazer isso sem departamentos de engenharia e tecnologia da informação fortes e antenados com o que existe de mais moderno. A grande diferença desta revolução, comparado com as anteriores, é que ela está ocorrendo muito mais rápido.</p>
<p style="text-align: justify;">  Pensando na evolução da tecnologia, saímos de um tempo onde nada era conectado porque não existiam as redes de dados. O dado era analógico e muito pouco podia ser medido ou controlado. Isso melhorou muito depois da criação das redes locais (LANs), com os dados sendo transmitidos para bases mais centralizadas. O grande problema nesta época era que poucos dispositivos permitiam a medição e geração de dados para a tomada de decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">  Agora, entramos na fase das redes convergentes e na grande revolução digital por meio da Internet das coisas, onde é possível medir praticamente tudo com o uso de sensores, chips, tags inteligentes, câmeras e plataformas tecnológicas mais avançadas. Com isso, pode-se criar uma camada digital mesmo em um mundo físico. Todos os dispositivos ou máquinas precisam estar conectados de alguma forma nesta rede por meio do IoT.</p>
<p style="text-align: justify;">  Pensando nesta camada digital para a indústria, um dos primeiros passos é digitalizar os ativos para o planejamento e controle dos mesmos. A digitalização de todos os elementos ativos, documentos e cenários permite um prognóstico da planta. Além disso, a interconexão da logística com fornecedores possibilita a gestão em tempo real de insumos para a produção, que é um dos gargalos mais desafiantes na indústria.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não poderia ser diferente, os desafios para se chegar neste patamar são enormes. A partir do momento que os diversos equipamentos espalhados pela fábrica são digitalizados, cada um com uma característica diferente e solução única de digitalização e protocolo de comunicação, cria-se o desafio de conectar essas redes isoladas na rede de dados tradicional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um exemplo simples é a medição do consumo de água em um determinado processo produtivo. Hoje, existem sensores que fazem essas medições e podem ser conectados em dispositivos conversores que incluem esses dados dentro da rede tradicional. É possível medir qualquer coisa por meio de dispositivos similares. Uma vez que o dado foi convertido e já está trafegando na rede, ele pode ser transformado para gerar a visão ou informação que for necessária.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os benefícios esperados com a digitalização dos ativos de uma indústria são enormes. Um modelo interconectado gera uma grande economia. Pode-se reduzir operações ou paradas de máquinas, melhorar o uso dos equipamentos, fazer manutenções preditivas, aumentar a velocidade de tomada de decisão, diminuir os riscos na tomada de decisão, simplificar as operações, ganhar de tempo e, o mais importante, gerar novas oportunidade de negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">  Tudo isso é reflexo da evolução da tecnologia, mas a grande evolução que marcará a indústria 4.0 será quando as indústrias tiverem toda a sua operação virtualizada. Criar um ambiente eletrônico e virtualizado, idêntico e paralelo ao ambiente físico e real. Com isso, será possível simular processos produtivos até chegar no cenário ideal, antes colocá-lo em prática. Dessa forma, as indústrias terão maior exatidão na cotação de novos negócios e poderão diminuir os custos altíssimos para montar uma linha produtiva nova e ajustá-la até ficar equilibrada.</p>
<p style="text-align: justify;">  A manutenção das máquinas também sofrerá uma grande revolução com o uso da tecnologia de realidade aumentada. Com o modelo ideal dentro da operação virtualizada ou &#8220;fábrica virtual&#8221;, no momento da manutenção, com o auxílio, por exemplo, de um óculos inteligente, como o Google Glass, a captura de imagens reais poderá ser feita e comparada, em tempo real, com os modelos predefinidos. Com isso, será possível identificar em pouco tempo as diferenças e tomar as devidas ações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Talvez você, empresário ou gestor, esteja se perguntando sobre os riscos desses dados caírem em mãos erradas, uma vez que no modelo tradicional a única forma de ter acesso a qualquer informação confidencial é por meio do acesso físico às dependências da empresa. Porém, com a digitalização de tudo, isso pode ser trafegado por meio de equipamentos sem fio, Internet e armazenados em nuvem ou servidores internos.</p>
<p style="text-align: justify;">  O modelo atual de segurança de dados já está bastante maduro, mas essa evolução da indústria exigirá cada vez mais evolução dos padrões, sistemas robustos e processos de segurança, principalmente porque dispositivos que nunca se conectaram a nada passarão a se conectar e transmitir dados na rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  A indústria 4.0 já é uma realidade e ela fará parte das nossas vidas por muitos anos. A Internet das coisas definitivamente veio para ficar e fazer essa transformação industrial acontecer de forma brilhante. Não existirá esta nova revolução industrial sem a IoT e, por mais que essa tecnologia seja melhor percebida por todos, quando a cervejeira se conecta à Internet e é possível saber exatamente o momento em que o nível de cerveja está baixo, o verdadeiro valor dela será percebido nas indústrias.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se você também é apaixonado por este tema como eu, fique à vontade para enviar uma mensagem para um bate-papo. Até o próximo artigo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fadc5e98ec5" data-id="69fadc5e98ec5" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Blockchain: Você realmente sabe o que é?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Poppi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Oct 2018 14:07:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 9]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Hash]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Blockchain nada mais é do que uma cadeia de blocos. Uma tecnologia que permite encapsular dados para se efetuar uma transação digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fadc5e99cb9" data-id="69fadc5e99cb9" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Blockchain: Você realmente sabe o que é?</h1>

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			<p><strong>Cesar Poppi</strong>, executivo sênior de TI da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.te.com/usa-en/home.html">TE Connectivity</a></span></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Como o próprio nome diz, blockchain nada mais é do que uma cadeia de blocos. Uma tecnologia que permite encapsular dados para se efetuar uma transação digital de forma segura e descentralizada.</p>
<p style="text-align: justify;">  E como essa tecnologia surgiu? Quem inventou o blockchain e por quê? Essa história ainda é um pouco cheia de mistérios, porém existem relatos que o blockchain foi criado em 1991 por um grupo de pesquisadores com o objetivo inicial de se ter um carimbo digital de tempo (timestamp), algo que pudesse assegurar as transações digitais. De fato o blockchain ganhou vida quando passou a ser usado por Satoshi Nakamoto, em 2009, para criar a famosa moeda virtual chamada Bitcoin. Foi com o blockchain que ele encontrou a oportunidade de criar uma moeda sem a dependência de grandes instituições e com a segurança devida para ser adotada em massa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Perfeito, mas como a tecnologia pode ser usada em massa? O que ela tem de especial das demais tecnologias existentes? Vamos tentar entender com um pouco mais de detalhes.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Segurança</h3>
<p style="text-align: justify;">A principal característica do blockchain é que, quando um dado é gravado dentro de um de seus blocos, torna-se praticamente impossível mudar a informação e a alteração ser levada adiante na cadeia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Cada bloco tem um &#8220;hash&#8221; que é como uma impressão digital única. Se qualquer informação dentro do bloco for alterada, o &#8220;hash&#8221; também será. Portanto, se a impressão digital do bloco mudar, ele não será mais o mesmo. Além do &#8220;hash&#8221; próprio, dentro do bloco também fica armazenado o hash do bloco anterior, permitindo criar a cadeia de blocos (blockchain), ou o sequenciamento da informação que está sendo transacionada ou transmitida.</p>
<p style="text-align: justify;">  Obviamente, que com o poder de processamento computacional existente atualmente, não seria muito complexo para se recalcular todos os &#8220;hashes&#8221; dos blocos subsequentes e reconstruir a cadeia novamente com a informação que se está querendo burlar ou simplesmente alterar. Pensando exatamente nesse risco foi que no blockchain foram consideradas validações imbatíveis de segurança. Assim, um novo bloco só pode ser adicionado na cadeia daquela mesma transação a cada 10 minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se imaginarmos uma cadeia com milhões de blocos adicionados ou alterados, o tempo de validação de todos esses blocos seria infinito e, consequentemente, a alteração (devida ou indevida) jamais seria efetivada. Se uma transação for feita de forma errada, será mais fácil refazê-la do que tentar alterá-la no meio do caminho. Isso sem pensar em uma possível tentativa de fraude que seria facilmente descartada com essa proteção.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Descentralização do processamento</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Um outro ponto importante de segurança para o blockchain foi a descentralização do processamento. Em vez de ter servidores parrudos processando todas as transações, essa tecnologia foi pensada no &#8220;peer to peer&#8221; (P2P) network, ou seja, qualquer um pode disponibilizar o seu computador para ajudar no processamento das transações. Basta fazer parte desta rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando um novo bloco é criado nesta rede, ele é distribuído para todo os participantes. Inicialmente, todos os participantes da rede precisam validar a criação do bloco corretamente, utilizando os robôs e algoritmos do blockchain. Se ele for validado por todos, ele passa a ser armazenado também por todos para que a cadeia leve o dado correto até o seu destino. Com isso, todos os participantes criam um consenso sobre quais blocos são válidos e quais não são. Blocos não validados por todos são rejeitados automaticamente pelos novos e atuais participantes da rede. Este é um conceito chamado de &#8220;proof-of-work&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das evoluções do blockchain é o &#8220;smart contracts&#8221;, usado para as transações financeiras do Bitcoin, porém este é um tema que cobriremos com mais detalhes em artigos futuros.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além das transações financeiras conhecidas pelo Bitcoin, o blockchain está sendo testado em áreas médicas, pagamento de impostos, tabeliães, votações eletrônicas, entre outras aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em um futuro próximo, o blockchain será o que é a Internet hoje para todos. Será impossível não participar de uma cadeia de blocos se você estiver fazendo qualquer transação digital. Ele se tornará um protocolo comum para todos. Fico imaginando empresas criando formas de desenvolver sistemas com esse conceito e eles se tornando à prova de ataques, uma vez que esses sistemas não estariam mais centralizados em um data center, mas sim compartilhados por todos da rede com milhões de pessoas., votações eletrônicas, entre outras aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esse é mais um tema relacionado à <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/transformacao-digital-realidade-ou-sonho/">transformação digital</a> que está cada vez mais acelerada neste século. Você já havia parado para entender melhor o que é esta tecnologia? Convido você a acompanhar os próximos artigos, onde trarei ainda mais detalhes sobre o tema.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Transformação digital: Realidade ou sonho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Poppi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 13:13:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 8]]></category>
		<category><![CDATA[Digitalização]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação TI]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fadc5e9b6fb" data-id="69fadc5e9b6fb" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Transformação digital: Realidade ou sonho?</h1>

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			<p><strong>Cesar Poppi</strong>, executivo sênior de TI da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.te.com/usa-en/home.html">TE Connectivity</a></span></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Não é surpresa que para mais de 85% dos líderes mundiais a digitalização dos seus negócios tem prioridade altíssima. A transformação digital tem direcionado empresas a um nível de interconexão de capacidade, recursos e talentos em uma escala global. A perspectiva tradicional de oferta <em>versus</em> a demanda não será suficiente para se ter sucesso em um mundo digital. Tudo isso pode até parecer obvio, porém a sua empresa está preparada para este novo mundo? Isso já é realidade ou apenas um sonho para a sua empresa? Como chegar neste estágio tão importante da estratégia digital?</p>
<p style="text-align: justify;">  Perceber o valor de se estabelecer uma visão ampla dos seus negócio digitalmente demanda um trabalho árduo para se desenvolver as capacidades certas operacionalmente, tecnologicamente e, principalmente, humanamente. Isso na prática não é simples. Não é somente a TI que precisa fazer parte desta transformação, já que não se trata apenas de tecnologia. Esta jornada não é possível sem uma área de recursos humanos forte, moderna, ágil e realmente especializada em pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A área operacional da empresa que, muitas vezes, está sobrecarregada com os seus problemas diários e rotineiros, sobrando pouco tempo para a inovação e capacitação, precisará dedicar tempo e recursos para se transformar e se preparar para este novo mundo. Não é barato, mas é uma questão de sobrevivência. Em um mundo onde o nível de excelência está cada vez maior, o bom o suficiente não adianta mais. O modelo de negócio como de costume está morto. Forte esta afirmação? Já parou para pensar que cada vez mais a ficção científica está se tornando um fato científico? O desenho dos Jetsons não impressiona mais.</p>
<p style="text-align: justify;">  As tecnologias estão mudando rapidamente as nossas vidas e sociedades, todos os dias, em todos os lugares. Vamos precisar de habilidades diferentes. Ou nos preparamos para impulsionar essas mudanças ou seremos os impulsionados por ela. Qualquer coisa que possa ser digitalizada ou automatizada será e tudo aquilo que não puder deverá ser usado para sustentar toda essa transformação, como os valores humanos, e acreditem, isso é tão ou mais importante que a própria transformação digital.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em meados de 2016, a Microsoft lançou o chatbot para o Twitter chamado Tay, que era um projeto de machine learning criado para o engajamento com humanos. Era um experimento cultural, social e técnico. Conforme ele interagia com os usuários da plataforma, mais ele aprendia e se tornava realista. Infelizmente, nas primeiras 24 horas online o robô se tornou racista e logo teve que ser desligado. É com base neste e muitos outros exemplos que a preparação das empresas para a transformação digital vai muito além da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">  O uso do termo “transformação” é muito acertado porque é, realmente, uma criação cultural do zero. Sabe aqueles treinamentos de ética que todos os anos as grandes e sérias corporações obrigam os seus funcionários a fazer? Apesar da ética ser uma questão elementar, mesmo assim as empresas podem destruir os seus negócios se de fato não enraizarem essa questão “elementar” em sua cultura. A transformação digital passa exatamente por esse mesmo caminho.</p>

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	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Com tudo isso dito, você ainda deve estar se perguntando por onde começar. Existem empresas vendendo frameworks de transformação digital e poderia ser uma opção. Não existe uma verdade absoluta, mas gostaria de compartilhar alguns passos que entendo serem fundamentais para chegar lá:</p>
<ol>
<li style="text-align: justify;">A alta gestão da empresa precisar criar uma visão de transformação digital e compartilha-la com todos os seus funcionários. Revisitar esta visão e aperfeiçoa-la, conforme a empresa vai ganhando maturidade.</li>
<li>A estratégia digital da empresa precisa estar alinhada com a sua estratégia de TI e RH.</li>
<li style="text-align: justify;">Estimular um ambiente de inovação digital com compensações proporcionais aos resultados ganhos.</li>
<li style="text-align: justify;">Ter foco e prioridade de investimentos em inovação digital. Todos sabemos que os investimentos não são baixos e economia não pode ser um fator predominante para uma verdadeira transformação digital.</li>
<li style="text-align: justify;">Sustentar, medir e monitorar os programas de transformação digital. Precisa ter uma governança dessas iniciativas acompanhada de perto pelos altos executivos.</li>
<li style="text-align: justify;">Independente do modelo de negócios da empresa é necessário criar um modelo de negócios digitais. Desenvolver produtos e serviços que estejam primeiramente ligados com tecnologias digitais. Um exemplo clássico disso é a pizzaria que passou a fazer entregas com drones.</li>
<li style="text-align: justify;">Aceitar e entender que todos na empresa precisam estar engajados com inovações tecnológicas. Não desprese o possível talento do estagiário de engenharia que hoje está somente levando os projetos impressos de um departamento para o outro. Ali pode estar grandes ideias ainda não exploradas.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p style="text-align: justify;">  Certamente, este é um dos assuntos mais discutidos no momento e transformação digital não é uma opção: é uma necessidade. O quanto antes a sua empresa entender isso e começar, mais rápido, ela poderá se posicionar em relação aos seus concorrentes. Há quem diga que empresas que não tiverem uma estratégia digital sólida, desaparecerão em poucos anos. Vamos começar?</p>

		</div>
	</div>
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