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	<title>Luiz Castanha &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Luiz Castanha &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Revolução digital versus capital humano na educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Castanha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2019 17:49:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 21]]></category>
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					<description><![CDATA[A revolução digital exigirá novas frentes de conhecimento. Máquinas não operam sozinhas, assim, o capital humano contará muito. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-698350e5935c8" data-id="698350e5935c8" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Revolução digital <em>versus</em> capital humano na educação</h1>

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			<p><strong>Luiz Alexandre Castanha, diretor geral da Telefônica Educação Digital – Brasil </strong></p>

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			<p style="text-align: justify;"><strong>   </strong>Até 2030, o cenário do ensino terá mudado no mundo inteiro. A tecnologia, que já é primordial para a transmissão de conhecimento em países como a China e EUA, com recursos como inteligência artificial e realidade virtual, certamente, abrirá uma nova percepção para olharmos a educação.</p>
<p style="text-align: justify;">  O modelo de ensino nas universidades, que preparam o indivíduo para o mercado de trabalho, será muito diferente. Essa não é uma projeção sem embasamento. Faz parte de um estudo feito pela Stanford, uma das maiores faculdades da Califórnia (EUA), sobre o ensino superior no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das perspectivas mais latentes apontadas no relatório da HolonIQ, empresa de marketing de inteligência sobre educação global, em parceria com a Stanford, está na conceituação do tipo de formação na fase adulta: se hoje nos preocupamos com uma graduação, com o tempo médio de quatro anos, em 2030, teremos a tendência de “aprendizagem de vida inteira” estabelecida.</p>
<p style="text-align: justify;">  O cenário é um desafio e tanto para educadores, mas também para os alunos. Isso porque a revolução digital e as necessidades dos sujeitos, que já formam sociedades globais automatizadas, exigirão novas frentes de conhecimento. Máquinas não operam sozinhas, e para isso, o capital humano formado contará muito.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sabemos ainda que funções “mais sensíveis”, ou seja, que dependem de contato humano, como gestão de pessoas, também serão muito cotadas pelos próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como se preparar para tudo isso? Penso que a geração, que hoje está no ensino fundamental, é nativa digital e desenvolve novas habilidades de relacionamento, terá todas as ferramentas fundamentais para atingir esse processo.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  A pesquisa de Stanford é muito contundente ao constatar quatro diferenças entre o aprendizado para a vida inteira e o formato que se aplica atualmente em seus cursos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff; font-size: 28px; font-family: 'Yanone Kaff Bold';"><em><strong>  1</strong></em></span> &#8211; Em vez de quatro anos sequenciais de conteúdo, em 2030, os estudantes terão contato com o conteúdo por toda a vida – e, nesse sentido, a comunicação digital, que afunila e seleciona material para aprendizagem, é uma poderosa aliada.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff; font-size: 28px; font-family: 'Yanone Kaff Bold';"><em><strong>  2</strong></em></span> &#8211; O tempo do ensino hoje, dividido igualmente, será mais adaptável: o estudante conseguirá calibrar e personalizar seu processo – o que garante mais absorção e identificação com a matéria proposta.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff; font-size: 28px; font-family: 'Yanone Kaff Bold';"><em><strong>  3 </strong></em></span>&#8211; O desenvolvimento de talentos se torna o pilar fundamental da formação. Hoje, as instituições superiores valorizam a noção que o discente tem em uma disciplina como critério para ser aprovado ou não. A capacidade conquistada nesse novo modelo, entretanto, é que definirá a aptidão de cada aluno.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff; font-size: 28px; font-family: 'Yanone Kaff Bold';"><em><strong>  4</strong></em></span> &#8211; Por fim, a troca de um conceito muito interessante: em vez de se declararem detentores do conhecimento, os estudantes se colocarão no mundo com missões que aliam sua disciplina com propósitos coletivos e de transmissão daquilo que aprenderam.</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso significa que, de maneira inegável, estamos prestes a viver profundas transformações e que se relacionam diretamente com um jeito mais sustentável de estabelecermos relações professor-aluno. A figura do tutor fará mais sentido e estudar não se restringirá a uma determinada fase da vida.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Impacto no mercado de trabalho</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Por fim, mudanças no ensino refletem em mudanças no trabalho. Já sabemos que, com a robotização, até pilotos de aviões e anestesistas podem ser ocupações que não existirão mais. Espera-se que, em 2030, 20 milhões de robôs estejam em vagas nas indústrias, segundo estudo elaborado pela consultoria Oxford Economics.</p>
<p style="text-align: justify;">  Pessoas que estão trabalhando agora, especialmente os millennials, que já têm vocação para atuar com propósito, precisam rever seu entendimento sobre isso.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma postura que já podemos adotar de antemão é ir atrás de conteúdo mais humanizado, sabendo afunilar bem o que é oferecido em cursos e experiências digitais. Assim, o salto dessa nova lógica de ensino e aprendizado será menos impactante para os trabalhadores de agora. A tecnologia nos impele a descobrir novas formas de aprender e trabalhar e esta é a hora de acompanharmos essa evolução.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Inteligência artificial e realidade virtual na educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Castanha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2019 18:03:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 18]]></category>
		<category><![CDATA[Algoritmos]]></category>
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					<description><![CDATA[O uso da realidade virtual, aliada à inteligência artificial, tem ganhado espaço entre professores, escolas e universidades. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-698350e59555f" data-id="698350e59555f" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Inteligência artificial e realidade virtual na educação</h1>

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			<p><strong>Luiz Alexandre Castanha, diretor geral da Telefônica Educação Digital – Brasil </strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Um professor de alfabetização sabe que de nada adianta tentar ensinar as crianças a escreverem mostrando apenas o alfabeto na lousa. É preciso, por vezes, segurar a mão do aluno com o lápis e ensiná-lo a formar cada letra. É necessário propor a experiência de escrever. Creio que, na educação as ferramentas mudam, mas a lógica de integrar o aprendiz à vivência de adquirir conhecimento é a mesma. E isso se aplica ao uso da realidade virtual, uma tecnologia que, aliada à inteligência artificial, tem ganhado espaço entre professores, escolas e universidades.</p>
<p style="text-align: justify;">  É fato que vivemos em um período produtivo na criação de recursos digitais. E, no setor, não falamos mais que eles fazem parte do “futuro”. Afinal, estamos cercados de VR &#8211; Virtual Reality e AI &#8211; Artificial Intelligence, mesmo sem sabermos. Carros, robôs assistentes pessoais, sistemas de organização de tarefas de uma empresa, equipamentos que são guiados por voz ou por sensores tecnológicos dentro de casa e até a série da Netflix que escolhemos para assistir têm sido pensados ora com realidade virtual, ora com inteligência artificial.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não impressiona, portanto, que dispositivos de VR e a criação de potentes recursos de aprendizagem com AI tenham entrado nas salas de aula (ou mesmo durante o processo autônomo do aluno ao absorver conteúdo). Hoje, por exemplo, quem se interessa por História, pode explorar, abrindo o aplicativo King Tut no smartphone, a tumba do faraó Tutancâmon, no Egito.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já quem estuda a vida marinha pode se valer de uma experiência de imersão feita pela companhia Hydrous, que “leva o oceano onde quer que a pessoa esteja”, para mostrar os corais de recife e os animais marinhos e, assim, conscientizar a população sobre as mudanças ambientais. “Como podemos nos preocupar com algo que não vemos?”, pergunta a organização em seu site. E esse me parece um argumento perfeito para que a realidade virtual seja cada vez mais usada na Educação: ela rompe barreiras de conhecimento que nunca antes tínhamos rompido.</p>
<p style="text-align: justify;">  Globalmente, há um movimento muito intenso de absorção dessa novidade dentro do segmento do ensino. O mesmo acontece para a inclusão de inteligência artificial. Em 2017, uma análise feita no mercado norte-americano de educação mostrou uma projeção em que, até 2021, o setor cresceria 47,5%.</p>
<p style="text-align: justify;">Como consumidores, estamos mais acostumados a isso. Algoritmos e dados disponíveis em redes indiscutivelmente se tornaram, há algum tempo, as pegadas deixadas por nós para que as informações cheguem de forma conectada e cada vez mais refinadas ao público interessado – assim se dá, como falei, a escolha do que assistirmos no nosso momento de lazer e, ainda, quais amigos são sugeridos para adicionarmos em redes sociais, entre tantos mecanismos.</p>
<p style="text-align: justify;">O que tenho debatido são as reais possibilidades de levarmos a AI com tanta eficiência para o campo educativo. O que nos falta para explorar em nosso cotidiano esse tipo de tecnologia?</p>
<p style="text-align: justify;">É com ela que se eliminam processos repetitivos e gastos com estruturas físicas pouco proveitosas, ganhando espaços em ambientes totalmente virtuais. Robôs inteligentes como tutores – que, cabe dizer, não substituem os professores, mas, podem servir como multiplicadores de conteúdo – tornam o ensino um campo ainda mais enriquecedor, sistematizado e completo tanto para quem ensina quanto para quem aprende. E esses são apenas alguns dos caminhos mostrados para o uso de AI. Cabe a nós promovermos esse ajustamento necessário entre tecnologia e aprendizagem o quanto antes.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>

		</div>
	</div>
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