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	<title>Marcelo Barboza &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Marcelo Barboza &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Conheça a norma nacional de testes em cabeamento óptico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 15:18:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 43]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo apresenta a norma nacional de testes em cabeamento óptico, NBR 16869-2, resultado do trabalho da comissão de estudos CE-003:046.005, pertencente ao Cobei, ligado à ABNT.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d4354ef4" data-id="69840d4354ef4" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Conheça a norma nacional de testes em cabeamento óptico</h1>

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			<p>Marcelo Barboza, da Clarity Treinamentos</p>

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			<p style="text-align: justify;">  As fibras ópticas são cada vez mais utilizadas em redes de dados, tanto em data centers, quanto em redes de acesso dos assinantes de serviços públicos de telecomunicações (como o FTTx). Elas oferecem maior largura de banda, além de serem mais compactas do que os cabos com condutores metálicos e não sofrerem ou causarem interferência eletromagnética.</p>
<p style="text-align: justify;">  Só que há a necessidade de testar esses enlaces ópticos, principalmente após sua instalação, pois durante a implantação seus componentes são submetidos a vários procedimentos que podem comprometer o desempenho, como tração, curvatura e torção dos cabos ópticos; emendas das fibras; confecção de conectores ópticos; conexão de patch cords em cross-connects.</p>
<p style="text-align: justify;">  Durante a implantação, tais procedimentos podem levar à degradação do desempenho do enlace devido a diversos fatores decorrentes. Exemplos: macrocurvaturas; rompimento das fibras; emendas defeituosas; conectores trincados ou sujos, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Normas de testes de fibra óptica</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Portanto, para termos certeza que o material utilizado no projeto e as técnicas utilizadas em sua instalação atendem às melhores especificações de qualidade, com desempenho suficiente para permitir todo o tráfego de dados esperado ao longo da vida útil do enlace óptico, temos que testá-lo utilizando as ferramentas, equipamentos e procedimentos corretos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A questão é que as normas nacionais até então existentes somente especificavam técnicas de ensaio para componentes (somente cabo, somente fibra, somente emenda, ou somente conexões). Como exemplos, podemos citar normas para ensaios de impacto, sensibilidade à curvatura, abrasão e ciclo térmico de cabos ópticos; durabilidade e estabilidade de conectores e adaptadores; e determinação de perda na emenda.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não havia uma norma que estabelecia as bases para o teste de enlaces ópticos inteiros, instalados, já contendo uma coleção de componentes encadeados, como cabos, emendas, conectores e patch cords.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas agora já temos essa norma! Trata-se da NBR 16869-2 – Cabeamento estruturado – Parte 2: Ensaio do cabeamento óptico, publicada no dia 12 de abril deste ano. Ela foi resultado do trabalho da comissão de estudos CE-003:046.005, pertencente ao Cobei &#8211; Comitê Brasileiro de Eletricidade, ligado à ABNT. A norma, em grande parte, segue as orientações das revisões mais recentes das normas internacionais ISO/IEC 14763-3 (Information technology – Implementation and operation of customer premises cabling – Part 3: Testing of optical fibre cabling) e IEC 61280-4-1 (Fibre-optic communication subsystem test procedures – Part 4-1: Installed cabling plant – Multimode attenuation measurement).</p>
<p style="text-align: justify;">  Veja o link <a href="https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=465992" target="_blank" rel="noopener">https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=465992</a> para adquirir a norma ou ver mais detalhes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A NBR 16869-2</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A NBR 16869-2 descreve equipamentos, ferramentas e procedimentos que devem ser utilizados, como mínimo, para a execução de testes em enlaces instalados de fibra óptica monomodo e multimodo. São eles: kits de limpeza de faces de conectores; microscópio para inspeção da face de conectores; LSPM; OTDR; e respectivos acessórios.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69840d4355834" data-id="69840d4355834" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d4355c04" data-id="69840d4355c04" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Esta norma complementa as demais normas nacionais que tratam do projeto de sistemas de cabeamento estruturado em fibra óptica, que são as ABNT NBR 14565, ABNT NBR 16264, ABNT NBR 16521 e ANT NBR 16665.</p>
<p style="text-align: justify;">  Existe ainda a NBR 16869-1, que trata sobre os requisitos para o planejamento de sistemas de cabeamento estruturado. Esta é uma norma recente, publicada em julho de 2020. E a NBR 16415, que trata dos caminhos e espaços para cabeamento estruturado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Inspeção e limpeza</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma descreve ferramentas e procedimentos mínimos a serem adotados para inspecionar e limpar a face de conectores ópticos. Os conectores estão presentes nas terminações dos cabos e dos patch cords ópticos, mas também estão presentes nas portas dos equipamentos de rede e dos próprios equipamentos de teste, além de fazerem parte dos cordões e fibras de lançamento que estarão inclusos nos procedimentos de ensaio.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma frisa a importância de se inspecionar e, se for o caso, limpar as interfaces das fibras ópticas que farão parte dos testes antes que qualquer processo de medição e de referência seja executado. Ela define requisitos mínimos do microscópio a ser usado na inspeção da face dos conectores, bem como a norma internacional de referência sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como parte da certificação de um enlace óptico instalado, a norma define os seguintes tipos de inspeção sobre o cabeamento instalado:</p>
<p>• Continuidade da fibra óptica: para verificar se as fibras são íntegras de uma extremidade a outra do enlace.</p>
<p>• Polaridade da instalação óptica: para verificar se cada fibra conecta as portas correspondentes em ambas as extremidades, sem inversões.</p>
<p>• Comprimento do cabo óptico: pode ser verificado visualmente pelas marcações de capa ou com o auxílio de equipamentos de medição (como um OTDR).</p>
<p>• Inspeção das faces dos conectores: como já comentado neste artigo.</p>
<p>• Dimensão do núcleo da fibra óptica: verificação das dimensões do núcleo em relação à casca da fibra nas terminações ópticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>LSPM</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O LSPM nada mais é do que o popularmente conhecido “power meter”. A sigla significa “Light Source and Power Meter”, a combinação entre a “fonte de luz” (necessária para acoplar luz na fibra a ser testada) e o “power meter” (o medidor de potência óptica, em si). Equipamentos LSPM, como mínimo, permitem medir a atenuação (perda) do enlace óptico completo.</p>
<p style="text-align: justify;">A norma define os procedimentos para medição da atenuação do enlace, os comprimentos de onda de trabalho do LSPM, o nível de precisão do equipamento, além de demais requisitos, como sua calibração e especificações dos cordões de ensaio, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um detalhe a observar, muito importante, por sinal, e coberto pela norma, é o método de referência a ser utilizado ao se configurar o LSPM antes dos testes. A norma define quatro métodos de referência um cordão; dois cordões; três cordões; e cordão do equipamento</p>
<p style="text-align: justify;">  A diferença entre esses quatro métodos é a inclusão ou não da atenuação dos conectores que estão nas extremidades do enlace a ser testado.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>OTDR</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O OTDR &#8211; Optical Time Domain Reflectometer é um equipamento que consegue medir parâmetros como atenuação, perda de retorno, atraso de propagação e comprimento da fibra. Ele pode realizar testes tanto do enlace completo quanto de seus componentes individuais, como trechos de fibra, emendas, conexões e dobras na fibra. Portanto, além de apenas ser utilizado para testes de aceitação do enlace, ele também é bastante útil no diagnóstico em instalações com falhas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma define os procedimentos para os testes de enlace completo e de componente, os comprimentos de onda de trabalho do OTDR, e a forma recomendada de utilização das fibras de lançamento e fibras terminais durante os testes. Essas fibras de lançamento também têm suas características mínimas definidas nessa norma. Uma dessas características, imprescindível, é a que possuam comprimento superior à atenuação da zona morta do OTDR utilizado.</p>

		</div>
	</div>
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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Para a inclusão de todas as conexões na medição realizada pelo OTDR, é necessária a utilização de fibras de lançamento no início e no final do enlace a ser testado. A norma explica a importância da utilização dessas fibras de lançamento, assim como detalha os aspectos a serem levados em consideração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Outros tópicos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Além dos equipamentos e procedimentos já citados, a norma também dá recomendações com relação aos seguintes assuntos: calibração dos instrumentos; documentação dos testes realizados nos enlaces; fibras de lançamento; cálculo do balanço de perda.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma também tece considerações sobre testes unidirecionais e bidirecionais, tratamento e interpretação dos resultados, e fatores de incerteza na medição com LSPM e OTDR.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os quatro métodos de referência de cordões usados com LSPM são explicados em detalhes nos anexos da norma. Há também anexos informativo sobre os detalhes mais técnicos de operação de um OTDR.</p>
<p style="text-align: justify;">  E, por último, mas não menos importante, é um anexo com quatro exemplos de cálculo do balanço de perda de potência óptica. A atenuação do enlace óptico, medida por LSPM ou OTDR, deve ser comparada com o resultado deste cálculo, que servirá de parâmetro para aceitação da instalação. A atenuação medida também deve ser comparada com a perda máxima permitida para a tecnologia de rede que se pretende usar no enlace.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Agora já temos uma norma que define os procedimentos de testes para enlaces instalados em fibra óptica. Cabe agora aos profissionais da área se atualizarem e se apropriarem de seu conteúdo, de forma a entregarem instalações de fibra óptica com mais qualidade e garantia de desempenho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="font-size: 12px;">Artigo originalmente publicado em <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/2021/05/20/publicada-a-norma-nacional-de-testes-em-cabeamento-optico/" target="_blank" rel="noopener">http://www.claritytreinamentos.com.br/2021/05/20/publicada-a-norma-nacional-de-testes-em-cabeamento-optico/</a></span></h4>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d435774d" data-id="69840d435774d" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Confinamento de corredores em data centers</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/confinamento-de-corredores-em-data-centers/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=confinamento-de-corredores-em-data-centers</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 18:19:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 41]]></category>
		<category><![CDATA[Ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Corredor frio]]></category>
		<category><![CDATA[Corredor quente]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Fluxo de ar]]></category>
		<category><![CDATA[Racks]]></category>
		<category><![CDATA[Refrigeração]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas de refrigeração]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=14345</guid>

					<description><![CDATA[Implantar o confinamento é melhor do que não fazê-lo, qualquer que seja a solução adotada. Só não podemos descuidar dos demais pontos de atenção com relação à gestão do fluxo de ar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d4358e25" data-id="69840d4358e25" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h1>Confinamento de corredores em data centers</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Marcelo Barboza, da Clarity Treinamentos</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Já mostrei a importância de uma boa <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/fluxo-do-ar-de-refrigeracao-em-data-centers/">gestão do fluxo de ar na refrigeração dos computadores de um data center</a>. É uma boa ideia ler o artigo antes deste, pois explico os três principais problemas na gestão do fluxo de ar: ar frio desviado, recirculação do ar quente e pressão negativa. Neste artigo, vamos rever esses problemas e apresentar as soluções de confinamento de corredores, que complementam as práticas mostradas no artigo citado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Vamos recordar esses principais problemas com a figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69840d4359234" data-id="69840d4359234" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d4359546" data-id="69840d4359546" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d43598d6" data-id="69840d43598d6" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d4359bc2" data-id="69840d4359bc2" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  É necessário evitarmos esses problemas com medidas, como:</p>
<p style="text-align: justify;">• Fechar as posições de rack não utilizadas com tampas cegas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Não deixar espaços entre os racks da fileira.</p>
<p style="text-align: justify;">• Selar as passagens de dutos e cabos que atravessam o pleno de fornecimento de ar frio (geralmente, o piso elevado).</p>
<p style="text-align: justify;">• Não colocar saídas de ar frio em locais que não sejam os corredores frios.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mesmo com todas essas medidas, ainda há locais por onde o ar frio ou o ar quente consegue escapar de seu corredor e acaba ocorrendo a mistura indesejada do ar quente com o frio: pelo topo e pelo final dos corredores, onde indicado pelas setas amarelas na figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d4359c60" data-id="69840d4359c60" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d4359f24" data-id="69840d4359f24" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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		</figure>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  É aí que entra a solução do “confinamento de corredores”, visando fechar esses dois locais (topo e final de corredores), evitando a mistura do ar quente com o frio. Podemos confinar o corredor quente ou o frio, usando anteparos sobre os racks e portas ao final dos corredores.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Confinamento do corredor frio</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao confinar o corredor frio, evitamos que o ar resfriado fornecido pelo CRAC se desvie por qualquer outro lugar. A única maneira de ele retornar ao CRAC é passando por meio dos computadores instalados nos racks. É claro que precisamos fechar quaisquer outros potenciais “buracos” por onde o ar poderia sair.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d435a5cd" data-id="69840d435a5cd" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d435a890" data-id="69840d435a890" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d435abac" data-id="69840d435abac" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d435aeab" data-id="69840d435aeab" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  As principais características desta solução são:</p>
<p style="text-align: justify;">• Menos volume de ar frio.</p>
<p style="text-align: justify;">• O resto da sala é quente, o que poderia ser um problema para a instalação de equipamentos “stand alone” (fora de rack ou “de piso”), pois poderiam sobreaquecer.</p>
<p style="text-align: justify;">• Maior uniformidade na temperatura do corredor frio.</p>
<p style="text-align: justify;">• É mais fácil de ser aplicada quando os racks são padronizados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Cuidado para não pressurizar demais o corredor frio, senão o ar acaba se “desviando” por dentro dos computadores, ou seja, passa através deles mesmo não havendo muita necessidade.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Confinamento do corredor quente</h3>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Nesta solução, evitamos que o ar quente retorne aos computadores criando um “duto” entre o corredor quente e o retorno do CRAC. Esse retorno pode ser “dutado” ou por meio do plenum formado pelo forro. Na figura abaixo, o suprimento de ar frio não precisaria ser feito por sob o piso elevado, poderia também ser feito pelo ambiente.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d435af5d" data-id="69840d435af5d" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d435b221" data-id="69840d435b221" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d435b5c3" data-id="69840d435b5c3" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d435b8f6" data-id="69840d435b8f6" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">As principais características dessa solução são:</p>
<p style="text-align: justify;">• Maior volume de ar frio (o restante da sala).</p>
<p style="text-align: justify;">• O resto da sala é fria, permitindo a instalação de equipamentos “stand alone” sem problema de superaquecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">• O corredor quente fica muito quente, potencialmente levando a problemas de saúde ocupacional se alguém precisasse ficar muito tempo ali, pois esse corredor pode facilmente passar dos 40°C.</p>
<p style="text-align: justify;">• É mais fácil de ser aplicada quando os racks são padronizados.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Rack chaminé</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Esta é uma outra forma de confinamento do corredor quente, só que sem a criação do corredor quente em si. Cada rack confina seu próprio ar quente, possuindo portas traseiras seladas e uma chaminé que permite o retorno do ar quente ao CRAC por meio de dutos ou do plenum superior.</p>
<p style="text-align: justify;">Suas principais características são:</p>
<p style="text-align: justify;">• Não tem corredor quente, evitando problemas de salubridade para quem precisar ficar atrás dos racks por muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">• O resto da sala é fria.</p>
<p style="text-align: justify;">• Layout mais flexível, não necessitando a criação de corredores paralelos.</p>
<p style="text-align: justify;">• Exige racks apropriados para tal solução, mas não precisam ser todos iguais.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Conclusão</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Existem diversas alternativas para a implementação do confinamento de corredores. Cada uma delas tem suas características, vantagens e desvantagens. De qualquer forma, implantar o confinamento é melhor do que não fazê-lo, qualquer que seja a solução adotada. Só não podemos descuidar dos demais pontos de atenção com relação à gestão do fluxo de ar.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>Fluxo do ar de refrigeração em data centers</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/fluxo-do-ar-de-refrigeracao-em-data-centers/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fluxo-do-ar-de-refrigeracao-em-data-centers</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 May 2021 21:41:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 39]]></category>
		<category><![CDATA[Ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Fluxo de ar]]></category>
		<category><![CDATA[Refrigeração]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas de refrigeração]]></category>
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					<description><![CDATA[O fluxo de ar é parte integrante do sistema de climatização do data center, e há muitos detalhes que devem ser observados para que os objetivos do sistema sejam alcançados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Foto: Panumas Nikhomkhai (Pexels)</p>

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			<h1>Fluxo do ar de refrigeração em data centers</h1>

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			<p>Marcelo Barboza, da Clarity Treinamentos</p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Todo equipamento de TI (como servidores, dispositivos de armazenamento e de comunicação), que tratarei neste artigo simplesmente por “computador”, precisa ser refrigerado, pois durante sua operação ele esquenta. Se não removermos o excesso de calor, o computador pode falhar ou desligar automaticamente, causando prejuízos aos serviços prestados pelo data center.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para a refrigeração dos computadores, os data centers contam com máquinas de ar-condicionado de diferentes tecnologias e capacidades. Não vamos entrar em detalhes, aqui, sobre as máquinas de ar-condicionado (CRAC – Computer Room Air Conditioner). Vamos, sim, explorar alguns problemas que acontecem entre o ar condicionado e os computadores. Pois há um fluxo de ar entre esses dois tipos de máquinas: o ar frio fornecido pelo CRAC e que deve ser captado pelo computador; e o ar aquecido pelo computador, que deve retornar ao CRAC para ser resfriado novamente.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69840d435d578" data-id="69840d435d578" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Idealmente, é um ciclo fechado, como podemos ver na figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Mas o mundo real está longe da perfeição, e há alguns problemas que afetam esse fluxo, afetando, consequentemente, a eficiência do sistema de refrigeração e, por conseguinte, aumentando seu custo, já que levará a um aumento no consumo de energia por parte dos CRACs.</p>
<p style="text-align: justify;">  Podemos dividir esses em três diferentes tipos: ar frio desviado; recirculação do ar quente; e pressão negativa.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Ar frio desviado</h3>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Neste caso, nem todo o ar resfriado pelo CRAC chega até os computadores. Parte dele se desvia de seu destino e acaba se misturando com o ar quente que retorna ao CRAC, como podemos ver na figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d435ecea" data-id="69840d435ecea" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d435efa6" data-id="69840d435efa6" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Quando isso acontece, menos ar resfriado chega aos computadores, além de diminuir a temperatura do ar que retorna ao CRAC. Uma das consequências é o aumento da temperatura dos computadores, já que não chega ar suficiente para resfriá-los. Para compensar isso, precisamos aumentar a potência das ventoinhas do CRAC, aumentando também seu consumo elétrico.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra consequência é a diminuição da temperatura do ar de retorno ao CARC. Como o ar desviado se mistura a esse retorno, sua temperatura acaba ficando inferior àquela do ar que sai dos computadores. Isso diminui a eficiência do CRAC e “engana” o sistema, pois, como o ar chega mais frio, “achamos” que está tudo bem quando, na verdade, poderia até estar ocorrendo algum “hot spot” no data center e nem ficamos sabendo!</p>
<p style="text-align: justify;">  O ar frio é desviado quando o fornecemos em locais onde os computadores não poderão captá-lo. Por exemplo, quando colocamos placas de piso perfuradas em locais que não o “corredor frio”, quando deixamos abertos os furos de passagem de cabos atrás dos racks, ou quando o piso elevado não está bem alinhado. Também pode ocorrer quando o ar frio escapa por cima ou pelas laterais do corredor frio sem ser captado pelos computadores.</p>
<p style="text-align: justify;">  O vídeo abaixo explica com mais detalhes o ar desviado.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Recirculação do ar quente</h3>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Idealmente, todo o ar quente que sai dos computadores deveria retornar ao CRAC. Mas isso nem sempre acontece, e parte dele acaba recirculando pelo próprio computador, entrando novamente por sua captação de ar frio. Consequentemente, a temperatura do ar que entra pelo computador acaba aumentando, o que pode provocar sobreaquecimento, levando a desligamento, diminuição de vida útil e falhas. Isso nos obriga a aumentar a potência de resfriamento do CRAC, aumentando também seu consumo elétrico.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d43605b5" data-id="69840d43605b5" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d4360882" data-id="69840d4360882" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Esse ar quente pode retornar para os próprios computadores por dentro, por cima ou pelas laterais dos racks. Para evitar isso, deve haver uma separação total entre o lado de trás do rack (corredor quente) e o lado da frente (corredor frio). E deve-se atentar para não instalar no rack equipamentos que tenham seu fluxo de ar divergente desse padrão.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma boa ideia é sempre instalar placas cegas nas posições não usadas dos racks, e não deixar aberturas entre eles.</p>
<p style="text-align: justify;">  O vídeo abaixo trata com mais detalhes a recirculação do ar quente.</p>

		</div>
	</div>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><iframe loading="lazy" title="Recirculação de ar quente no data center | Eficiência energética" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/C3C8aYdZ7aI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Pressão negativa</h3>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Abaixo do piso elevado, nas proximidades do CRAC downflow, o ar por ele fornecido ainda está com muita velocidade. E ar em velocidade possui menos pressão que ar parado. E, como sabemos, o ar flui de onde tem mais pressão para onde tem menos. Se colocarmos uma placa de piso perfurada muito perto (a menos de 1,8 m) do CRAC, o ar do ambiente será sugado para baixo do piso, pois ali haverá uma “pressão negativa” (menos pressão abaixo do piso do que acima).</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao ser sugado, o ar ambiente (mais quente) “contaminará” o ar recém resfriado fornecido pelo CRAC, aumentando sua temperatura. Os efeitos serão semelhantes aos do ar quente recirculado: aumento da temperatura do ar fornecido aos computadores. Para compensar, precisamos “esfriar” ainda mais a sala, gastando mais energia.</p>
<p style="text-align: justify;">  O ideal é nunca posicionar as placas de piso perfuradas muito perto dos CRACs. Converse com o projetista do sistema de climatização para ver a distância mínima recomendada.</p>
<p style="text-align: justify;">  O vídeo abaixo mostra um pouco mais sobre a pressão negativa.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d436195e" data-id="69840d436195e" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d4361c35" data-id="69840d4361c35" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Conclusão</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Refrigerar o data center e manter a temperatura dos computadores na faixa ideal é muito mais do que simplesmente ter os CRACs corretamente dimensionados, instalados e operacionais. O fluxo de ar é parte integrante do sistema de climatização do data center, e há muitos detalhes que devem ser observados para que os objetivos do sistema sejam alcançados.</p>
<p style="text-align: justify;"> Numa próxima edição vou tratar sobre o confinamento dos corredores quentes do data center, que é uma solução que visa melhorar ainda mais o fluxo de ar entre os CRACs e os computadores.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Categoria 8 e o Ethernet a 40 Gb/s</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/categoria-8-e-o-ethernet-a-40-gb-s/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=categoria-8-e-o-ethernet-a-40-gb-s</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 01:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 27]]></category>
		<category><![CDATA[40 GbE]]></category>
		<category><![CDATA[40G]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo UTP]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria 6]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria 8]]></category>
		<category><![CDATA[Ethernet]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
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		<category><![CDATA[Par trançado]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Switches]]></category>
		<category><![CDATA[UTP]]></category>
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					<description><![CDATA[A categoria 8 permite aplicações Ethernet de velocidades 25 e 40 Gb/s em enlaces de par trançado nas instalações de data centers. Ela é a única que prevê um canal de no máximo 30 m, diferente das outras categorias, que permitem canais de até 100 m de extensão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d4363d8f" data-id="69840d4363d8f" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Categoria 8 e o Ethernet a 40 Gb/s</h1>

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			<p>Marcelo Barboza, da <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/">Clarity Treinamentos</a></p>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  As categorias de cabeamento de par trançado são bem conhecidas, desde a 5E até a 6A. Menos conhecidas são as categorias 7 e 7A, inexistentes nas normas norte-americanas (ANSI/TIA) e pouco utilizadas no país. Mas, e a categoria 8?</p>
<p style="text-align: justify;">  Pois é, a categoria 8 de componentes de cabeamento de par trançado já foi normatizada há alguns anos, estando presente tanto nas normas internacionais (ISO/IEC) quanto nas norte-americanas (ANSI/TIA). E, a partir de meados de 2019, também na norma brasileira ABNT/NBR 14565 (veja abaixo o vídeo realizado na época da publicação desta revisão da norma).</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69840d43641a3" data-id="69840d43641a3" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p style="text-align: justify;">  E qual a finalidade da categoria 8? Permitir aplicações Ethernet de velocidades 25 e 40 Gb/s em enlaces de par trançado nas instalações de data centers. No entanto, a Cat. 8 é a única que prevê um canal de no máximo 30 metros, diferente das outras categorias, que permitem canais de até 100 metros de extensão.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Cat. 8 ainda prevê um canal de somente duas conexões, uma em cada extremidade, no início e no fim do enlace permanente. O enlace permanente deve ter até 24 metros de cabo com condutores sólidos. O canal de 30 metros é obtido com a conexão de patch cords de até 3 metros em cada extremidade.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Um canal de somente 30 metros seria viável em um data center? Sim, pois a ideia do Cat. 8 é ser uma opção à fibra óptica em conexões de até 40 Gb/s dentro de uma mesma fileira de racks/gabinetes. A maioria das fileiras tem menos que 30 metros. Então, a Cat. 8 acaba sendo uma opção mais econômica (quando se leva em consideração também o custo dos equipamentos ativos) para links “intra-fileira”, desde que a velocidade não passe de 40 Gb/s.</p>

		</div>
	</div>
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	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d4365bea" data-id="69840d4365bea" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>A frequência máxima de transmissão de sinais sobre a Cat.8 é de 2000 MHz (ou 2 GHz), o dobro da categoria anterior, a Cat.7A, que é de 1000 MHz. Veja na tabela baixo todas as frequências suportadas pelas diferentes categorias de componentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="213"><strong>Categoria</strong></td>
<td width="181"><strong>Frequência </strong></p>
<p><strong>Máxima</strong> (<strong>MHz</strong>)</td>
<td width="146"><strong>Blindagem</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="213">5e</td>
<td width="181">100</td>
<td width="146">Opcional</td>
</tr>
<tr>
<td width="213">6</td>
<td width="181">250</td>
<td width="146">Opcional</td>
</tr>
<tr>
<td width="213">6<sup>A</sup></td>
<td width="181">500</td>
<td width="146">Opcional</td>
</tr>
<tr>
<td width="213">7 (ISO)</td>
<td width="181">600</td>
<td width="146">Sim</td>
</tr>
<tr>
<td width="213">7A (ISO)</td>
<td width="181">1000</td>
<td width="146">Sim</td>
</tr>
<tr>
<td width="213">8 (TIA) e 8.1 (ISO)</td>
<td width="181">2000</td>
<td width="146">Sim</td>
</tr>
<tr>
<td width="213">8.2 (ISO)</td>
<td width="181">2000</td>
<td width="146">Sim</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Categorias e respectivas frequências de sinal</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas, existem alguns “detalhes”: A norma ISO/IEC reconhece duas categorias de componentes: 8.1 e 8.2. Já a ANSI/TIA reconhece apenas a categoria 8, equivalente à categoria 8.1 da ISO. E quais são as diferenças? Veja essa tabela abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="116"><strong>Categoria dos componentes</strong></td>
<td width="66"><strong>Categ. TIA</strong></td>
<td width="68"><strong>Classe ISO</strong></td>
<td width="117"><strong>Comprimento máximo</strong> <strong>(m )</strong></td>
<td width="89"><strong>Qtd. máxima de conexões (*)</strong></td>
<td width="96"><strong>Tipo de conector</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="116">5e</td>
<td width="66">5e</td>
<td width="68">D</td>
<td width="117">100</td>
<td width="89">4</td>
<td width="96">RJ45</td>
</tr>
<tr>
<td width="116">6</td>
<td width="66">6</td>
<td width="68">E</td>
<td width="117">100</td>
<td width="89">4</td>
<td width="96">RJ45</td>
</tr>
<tr>
<td width="116">6<sup>A</sup></td>
<td width="66">6<sup>A</sup></td>
<td width="68">EA</td>
<td width="117">100</td>
<td width="89">4</td>
<td width="96">RJ45</td>
</tr>
<tr>
<td width="116">7</td>
<td width="66">–</td>
<td width="68">F</td>
<td width="117">100</td>
<td width="89">4</td>
<td width="96">Tera/GG45</td>
</tr>
<tr>
<td width="116">7<sup>A</sup></td>
<td width="66">–</td>
<td width="68">FA</td>
<td width="117">100</td>
<td width="89">4</td>
<td width="96">Tera/GG45</td>
</tr>
<tr>
<td width="116">8 (TIA) ou 8.1 (ISO)</td>
<td width="66">8</td>
<td width="68">I</td>
<td width="117">30</td>
<td width="89">2</td>
<td width="96">RJ45</td>
</tr>
<tr>
<td width="116">8.2 (ISO)</td>
<td width="66">–</td>
<td width="68">II</td>
<td width="117">30</td>
<td width="89">2</td>
<td width="96">Tera/GG45</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Categorias de componentes e canais</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Na tabela, você vê que as categorias 8 da ANSI/TIA e 8.1 da ISO/IEC utilizam conectores modulares de 8 contatos/8 posições (mais conhecidos como RJ-45), enquanto a categoria 8.2 utiliza os mesmos tipos de conectores que já tinham sido definidos para as categorias 7 e 7A (só que para 2000 MHz), sendo que os principais são o Tera (da Siemon) e o GG45 (da Nexans).</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d4366131" data-id="69840d4366131" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1163" height="452" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/05/fira-3NOVA.png" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="fira 3NOVA" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/05/fira-3NOVA.png 1163w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/05/fira-3NOVA-300x117.png 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/05/fira-3NOVA-768x298.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1163px) 100vw, 1163px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/categoria-8-e-o-ethernet-a-40-gb-s/fira-3nova/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Exemplos de conectores Tera e GG-45</figcaption>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d4366805" data-id="69840d4366805" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Outra diferença está na blindagem. A blindagem utilizada nos cabos Cat.8 e 8.1, geralmente, é do tipo F/UTP ou U/FTP, enquanto a utilizada no 8.2 é do tipo S/FTP ou F/FTP (veja mais sobre os padrões de blindagem no vídeo abaixo).</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d4366b6f" data-id="69840d4366b6f" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<div class="wpb_video_wrapper"><iframe loading="lazy" title="Padrões de blindagem para cabos de par trançado (U/UTP, F/UTP, S/FTP etc.), o que significam?" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/06LEfFo5zzI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
		</div>
	</div>
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		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1161" height="476" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/05/figura-4-NOVA.png" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="figura 4 NOVA" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/05/figura-4-NOVA.png 1161w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/05/figura-4-NOVA-300x123.png 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/05/figura-4-NOVA-768x315.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1161px) 100vw, 1161px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/categoria-8-e-o-ethernet-a-40-gb-s/figura-4-nova/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Exemplos de cabos blindados</figcaption>
		</figure>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Um canal construído com componentes da categoria 8.1 é chamado de Classe I pela ISO, já construído com componentes categoria 8.2 é denominado de Classe II. A norma ANSI/TIA chama o canal com componentes Cat. 8 também de categoria 8.</p>
<p style="text-align: justify;">  O padrão de rede Ethernet para 40 Gb/s em par trançado é o 40GBase-T, enquanto o padrão para 25 Gb/s é o 25GBase-T. Ambos são definidos na norma IEEE 802.3bq-2016 e utilizam todos os quatro pares do cabeamento (o vídeo abaixo traz mais detalhes sobre a nomenclatura utilizada para as interfaces Ethernet).</p>

		</div>
	</div>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><iframe loading="lazy" title="Nomes usados no padrão Ethernet" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/3ZyENbPfZJA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Todos os principais fabricantes de cabeamento já possuem soluções Cat.8, mas a sua utilização ainda é bem restrita.</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entenda o balanço de potência óptica</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/entenda-o-balanco-de-potencia-optica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=entenda-o-balanco-de-potencia-optica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2019 19:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 16]]></category>
		<category><![CDATA[Balanço de perda óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Balanço de potência óptica]]></category>
		<category><![CDATA[BER]]></category>
		<category><![CDATA[Conectores]]></category>
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		<category><![CDATA[dBm]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa de erro de bit]]></category>
		<category><![CDATA[Transceivers]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=6121</guid>

					<description><![CDATA[O balanço de potência óptica é um cálculo realizado para conhecer as quantidades mínima e máxima de potências que serão perdidas durante a transmissão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d436a402" data-id="69840d436a402" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Entenda o balanço de potência óptica</h1>

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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p>Marcelo Barboza, da <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/">Clarity Treinamentos</a></p>

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<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/como-calcular-balanco-de-perda-optica/">Já tratei sobre o balanço de perda óptica e o seu cálculo</a>. Mas existe um conceito muito parecido, e que acaba causando confusão, que é o “balanço de potência óptica”. Neste artigo, vamos falar sobre este tema e como ele se diferencia do balanço de perda óptica.</p>
<p style="text-align: justify;">  Só para recordar, o “balanço de perda óptica” é um cálculo realizado para estimar qual será a atenuação total de um enlace em fibra óptica antes mesmo de ser instalado. Já o “balanço de potência óptica” é um cálculo realizado para conhecer as quantidades mínima e máxima de potências que serão perdidas durante a transmissão.</p>
<p style="text-align: justify;">  O balanço de perda óptica é específico para os tipos de equipamentos de transmissão e recepção (transceivers) que serão utilizados. Portanto, para realizar este cálculo é, absolutamente, necessário saber quais os modelos exatos dos transceivers que serão empregados em uma determinada instalação.</p>
<p style="text-align: justify;">  As características dos equipamentos que precisam ser conhecidas são a potência do transmissor, sensibilidade do receptor e faixa dinâmica do receptor.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esses valores são tipicamente expressos em “dBm”. O dBm é uma unidade de medida que expressa a potência absoluta mediante uma relação logarítmica (em decibéis) com base em 1 mW. Ou seja, 0 dBm equivale a 1 mW. Como exemplo, 30 dBm representa uma potência 30 dB superior a 1 mW, ou seja, 1.000 mW, ou 1 W. Em mais um exemplo, -10 dBm representa uma potência 10 dB inferior a 1 mW, ou seja, 0,1 mW, ou 100 µW.</p>
<p style="text-align: justify;">  O cálculo do balanço de potência óptica é simples: subtraímos a sensibilidade do receptor da potência do transmissor para saber o quanto de potência podemos perder durante a transmissão, sem uma diminuição significativa na sua qualidade (expressa pela “taxa de erro de bit”, ou BER).</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69840d436a834" data-id="69840d436a834" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1559329963350 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Exemplos</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Equipamento com potência de transmissão de 10 dBm e sensibilidade do receptor de 2 dBm.</p>
<p style="text-align: justify;">  Balanço de potência = 10 dBm – 2 dBm = 8 dB.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ou seja, o canal passivo de transmissão (enlace óptico completo) pode apresentar atenuação de até 8 dB, sem degradação de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Equipamento com potência de transmissão de -5 dBm e sensibilidade do receptor de -20 dBm.</p>
<p style="text-align: justify;">  Balanço de potência = -5 dBm – (- 20 dBm) = 15 dB.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ou seja, o canal passivo de transmissão (enlace óptico completo) pode apresentar atenuação de até 15 dB, sem degradação de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, não devemos nos esquecer da faixa dinâmica do receptor. Ela informa os valores mínimos e máximos de potência que devem ser recebidos para que o equipamento interprete os sinais recebidos corretamente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se um receptor possui sensibilidade de -20 dBm e faixa dinâmica de 15 dB, isso significa que ele aceita sinais com potência entre -20 dBm e -5 dBm (ou seja, -20 + 15). Se ele receber um sinal com potência superior a -5 dBm, também haverá degradação na qualidade e poderá ocorrer, até mesmo, a queima do receptor.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por exemplo, se a potência do transmissor for de -2 dBm, além de saber que a atenuação máxima deve ser inferior a 18 dB (-2 – (-20)), também saberemos que a atenuação mínima do canal deverá ser de 3 dB (-2 -(-5)). Se o enlace óptico não possuir atenuação igual ou maior que 3 dB, também haverá degradação da qualidade da transmissão, com aumento do BER.</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso ocorre com frequência em equipamentos de transmissão de longa distância, que possuem alta potência de transmissão e alta sensibilidade do receptor, pois devem contar com enlaces de diversos quilômetros de fibra óptica, com diversas emendas. Nestes casos, quando queremos testar os equipamentos em uma bancada (e vamos conectá-los apenas com um patch cord) corremos o risco de até queimar o receptor, tamanha será a potência recebida. Para isso, é preciso usar atenuadores, dispositivos que introduzem uma perda proposital no enlace para não “inundar” o receptor com uma potência que esteja fora de sua faixa dinâmica.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como vimos, o resultado do balanço de potência nos dá a atenuação máxima que o canal óptico passivo pode apresentar para que o equipamento de rede funcione a contento. E é agora que entra o outro cálculo o do “balanço de perda óptica”. Sabendo do balanço de potência, temos que projetar um enlace que apresente um balanço de perda inferior ao balanço de potência do equipamento.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao utilizar o valor do balanço de perda, não devemos deixar de incluir previsões para manutenções futuras, além de uma margem de segurança.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d436ac26" data-id="69840d436ac26" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Exemplos</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Enlace composto por 20 km de fibra monomodo OS2 terminada em ambas as extremidades dentro de distribuidores ópticos (DIO) por meio da fusão de pigtails, cujos conectores serão acoplados na parte interna dos adaptadores frontais do DIO. Haverá uma fusão no meio da rota e é necessário prever duas fusões para manutenção futura. Equipamento com potência de transmissão de 10 dBm e sensibilidade do receptor de -5 dBm:</p>
<p style="text-align: center;"><em>Perda da fibra óptica: 20 km X 0,4 dB/km = 8,0 dB</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Perda das conexões: 2 X 0,75 dB = 1,5 dB</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Perda das emendas: 3 X 0,3 dB = 0,9 dB</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Previsão de perda das possíveis emendas futuras: 2 X 0,3 dB = 0,6 dB</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Margem de segurança: 1 dB</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Balanço da perda (1310 nm e 1550 nm): 8,0 + 1,5 + 0,9 + 0,6 + 1,0 = 12,0 dB</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Balanço da potência: 10 – (-5) = 15 dB</em></p>
<p style="text-align: justify;">  <strong>Conclusão: projeto correto, pois ainda há uma margem de 3 dB (15 – 12) entre o balanço da potência e as perdas projetadas do enlace óptico.</strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d436afff" data-id="69840d436afff" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1559331085106 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Enlace composto por 30 km de fibra monomodo OS2 terminada em ambas as extremidades dentro de distribuidores ópticos (DIO) através da fusão de pigtails, cujos conectores serão acoplados na parte interna dos adaptadores frontais do DIO. Haverá duas fusões no meio da rota e é preciso prever duas fusões para manutenção futura. Equipamento com potência de transmissão de 5 dBm e sensibilidade do receptor de -10 dBm:</p>
<p style="text-align: center;"><em>Perda da fibra óptica: 30 km X 0,4 dB/km = 12,0 dB</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Perda das conexões: 2 X 0,75 dB = 1,5 dB</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Perda das emendas: 4 X 0,3 dB = 1,2 dB</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Previsão de perda das possíveis emendas futuras: 2 X 0,3 dB = 0,6 dB</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Margem de segurança: 1 dB</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Balanço da perda (1310 nm e 1550 nm): 12,0 + 1,5 + 1,2 + 0,6 + 1,0 = 16,3 dB</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Balanço da potência: 5 – (-10) = 15 dB</em></p>
<p><strong>  Conclusão: projeto incorreto, o enlace óptico projetado pode apresentar perda acima do tolerado pelo equipamento previsto.</strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d436b3b4" data-id="69840d436b3b4" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Equipamentos de rede Ethernet já possuem tabelas que mostram o balanço da perda alocada para o enlace óptico, assim não precisamos realizar este cálculo. Basta consultar as tabelas publicadas no padrão IEEE 802.3. Como exemplo, a tabela abaixo mostra a perda máxima alocada para o canal óptico para os padrões Ethernet sobre fibra óptica entre as velocidades de 10 Mbps e 1 Gbps.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d436b700" data-id="69840d436b700" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>NEXT versus FEXT</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/next-versus-fext/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=next-versus-fext</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 16:58:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 15]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo UTP]]></category>
		<category><![CDATA[Diafonia]]></category>
		<category><![CDATA[Ethernet]]></category>
		<category><![CDATA[FEXT]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Interferência eletromagnética]]></category>
		<category><![CDATA[NEXT]]></category>
		<category><![CDATA[Par trançado]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Switches]]></category>
		<category><![CDATA[UTP]]></category>
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					<description><![CDATA[O NEXT e o FEXT são parâmetros que medem a interferência eletromagnética que o sinal trafegado por um par de fios trançados provoca em outro par do cabo. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d436d293" data-id="69840d436d293" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>NEXT <em>versus</em> FEXT</h1>

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			<p>Marcelo Barboza, da <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/">Clarity Treinamentos</a></p>

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			<p style="text-align: justify;">  O “par trançado” é um dos meios físicos mais utilizados nas instalações de cabeamento estruturado. Popularmente conhecido como “UTP” (embora algumas vezes seja composto por cabos blindados e UTP se refira apenas aos não blindados), ele permite a transmissão de dados a velocidades de 10 Gbps ou mais em enlaces de até 100 metros.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, nem tudo são flores. Se não forem utilizados produtos de boa qualidade ou se o procedimento de instalação não for corretamente seguido, problemas podem ocorrer. É por isso que, após a instalação, são realizados testes de certificação.</p>
<p style="text-align: justify;">  São diversos testes, mas neste artigo abordaremos dois deles: o NEXT e o FEXT. Vocês sabe o que eles são? Quais são as suas semelhanças e diferenças?</p>
<p style="text-align: justify;">  Ambos são parâmetros que medem a diafonia (“crosstalk”, em inglês, abreviado como “XT”), ou seja, a interferência eletromagnética que o sinal trafegado por um par de fios trançados provoca em outro par do cabo. Qual é o problema da diafonia? Por que ela é indesejável?</p>
<p style="text-align: justify;">  Cada par de um cabo interliga um equipamento transmissor (TX, que está em uma extremidade do cabo) a um equipamento receptor (RX, na outra extremidade do cabo), ambos componentes de equipamentos de comunicações, como uma placa de rede ou porta de switch, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Só que em uma transmissão de rede, pelo menos dois dos pares do cabo são utilizados simultaneamente. Em uma transmissão Ethernet a 1 Gbps (ou mais) são utilizados os quatro pares do cabo. Ou seja, dois ou mais TX transmitem, simultaneamente, para os seus respectivos RX.</p>
<p style="text-align: justify;">  Só que cada RX está interessado apenas no sinal enviado pelo TX correspondente, que está do outro lado do par/cabo. Se o sinal transmitido por um TX por meio de um par “vaza” para outro par, ele acaba chegando em outro RX, que não era o destinatário original da mensagem. Pior, o RX recebe pelo menos dois sinais: o desejado (aquele enviado pelo TX correspondente) e o indesejado (enviado por outro TX, que é a diafonia/XT), confundindo ambos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se a intensidade da diafonia for próxima à do sinal desejado, o RX não conseguirá distinguir entre ambos e rejeitará o sinal por completo. Se isso ocorrer com frequência, a velocidade da transmissão cairá e, eventualmente, a conexão será interrompida.</p>
<p style="text-align: justify;">  Agora que já sabemos o que é diafonia e como ela pode afetar a transmissão, vamos perceber que há dois tipos de medições realizadas de diafonia: NEXT e FEXT.</p>
<p style="text-align: justify;">  O NEXT (near-end crosstalk) mede a diafonia que afeta o RX que está localizado na mesma extremidade do cabo (“extremidade próxima” ou “near end”) em relação ao TX que causou essa diafonia. Ou seja, o NEXT mede a interferência que um equipamento transmissor causa no cabo e acaba afetando a habilidade do próprio equipamento de entender sinais provenientes da outra extremidade do cabo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já o FEXT (far-end crosstalk) mede a diafonia que afeta o RX que está localizado na extremidade oposta do cabo (“extremidade distante” ou “far end”) em relação ao TX que causou essa diafonia. Ou seja, o FEXT mede a interferência que um equipamento transmissor causa no cabo e acaba afetando a habilidade do equipamento oposto de entender os seus sinais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em português, o NEXT é chamado de “paradiafonia”, enquanto o FEXT é a “telediafonia”. Ambos medem as consequências do mesmo fenômeno, que é a diafonia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os dois testes devem ser realizados bidirecionalmente, ou seja, enviando-se sinal a partir de ambas as extremidades do cabo. Isso ocorre porque o próprio sinal indesejado (resultado da diafonia) sofre atenuação ao longo do cabo até chegar em algum RX. Por exemplo: um dano ao cabo que aumente a diafonia causará um NEXT muito mais elevado quando este for medido a partir da extremidade do cabo que estiver mais próxima ao dano.</p>
<p style="text-align: justify;">  As medições de NEXT e FEXT são reportadas em combinações de dois pares ou somadas para todos os pares do cabo (“powersum”). A unidade de medida utilizada é o decibel (dB), resultado da comparação na intensidade do sinal transmitido com a do sinal indesejado recebido. O FEXT usualmente é reportado apenas após a computação da perda de inserção, resultando no ACR-F, mas isso já é um assunto para outro artigo.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como calcular o balanço de perda óptica</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/como-calcular-balanco-de-perda-optica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-calcular-balanco-de-perda-optica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2019 17:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 14]]></category>
		<category><![CDATA[Atenuação]]></category>
		<category><![CDATA[Comprimentos de onda]]></category>
		<category><![CDATA[Conectores]]></category>
		<category><![CDATA[DIOs]]></category>
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		<category><![CDATA[ISO/IEC]]></category>
		<category><![CDATA[Perda óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
		<category><![CDATA[Splitters]]></category>
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					<description><![CDATA[O balanço de perda óptica é um cálculo realizado para estimar qual será a atenuação total de um enlace em fibra óptica antes mesmo de ser instalado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d436e55f" data-id="69840d436e55f" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como calcular o balanço de perda óptica</h1>

		</div>
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			<p>Marcelo Barboza, da <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/">Clarity Treinamentos</a></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Nesta edição, vamos abordar a forma de cálculo do balanço de perda óptica. O balanço de perda óptica é um cálculo realizado para estimar qual será a atenuação total de um enlace em fibra óptica antes mesmo de ser instalado. Entre as suas finalidades, podemos ressaltar:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Verificar se o enlace óptico projetado atenderá aos requisitos das aplicações que nele rodarão. Se o cálculo do balanço for superior à margem de perda alocada para o cabeamento da aplicação pretendida (ex.: 10GBASE-SR), o link poderá apresentar perda de dados e até mesmo nem “subir”.</li>
<li>Estabelecer um limite que será utilizado durante os testes de aceitação do enlace. Ao testar o link com um PMLS (<em>power meter + light source</em>), se a atenuação medida for superior ao balanço de perda do projeto, saberemos que algo falhou na execução: o material e/ou a mão de obra envolvidos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Mas, como calcular o balanço de perda óptica? Primeiramente, temos que saber exatamente quais serão os componentes ópticos utilizados no enlace, de preferência com marca e modelo. Os componentes usuais são: fibra óptica; conectores; emendas; splitters; e outros componentes passivos (como taps e atenuadores).</p>
<p style="text-align: justify;">  Em seguida, devemos determinar a perda (atenuação) que cada um desses componentes apresentará ao ser instalado no enlace. Essa informação pode ser obtida nos folhetos de especificações técnicas dos componentes escolhidos. Atenção: a atenuação poderá ser diferente dependendo do comprimento de onda de luz utilizado.</p>
<p style="text-align: justify;">  O cálculo deve ser realizado em todos os comprimentos de onda previstos na instalação. É preciso, no mínimo, testar as fibras multimodo nos comprimentos de onda 850 e 1300 nm, e as monomodo nos comprimentos de onda 1310 e 1550 nm.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se as marcas e modelos dos componentes não forem ainda conhecidos, utilize valores padrão de mercado e/ou especificados pelas normas nacionais/internacionais correspondentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Exemplos de valores padrão de atenuação estabelecidos pela norma ISO/IEC 11801-1:2017 e que possivelmente estarão na próxima revisão da norma nacional ABNT/NBR 14565:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Par de conectores acoplados: 0,75 dB.</li>
<li>Emenda: 0,3 dB.</li>
<li>Fibra MM, OM1 a OM4: 3,5 dB/km (850 nm) e 1,5 dB/km (1300 nm).</li>
<li>Fibra MM, OM5: 3,0 dB/km (850 nm) e 1,5 dB/km (1300 nm.)</li>
<li>Fibra SM, OS1 e OS1a: 1,0 dB/km (1310 nm e 1550 nm).</li>
<li>Fibra SM, OS2: 0,4 dB/km (1310 nm e 1550 nm).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Precisamos saber também o comprimento total do enlace final, em quilômetros. A perda do componente “fibra óptica” será proporcional ao seu comprimento (por isso a perda é dada em “dB/km”).</p>
<p style="text-align: justify;">  Com base nessas informações, somamos todos os valores para o enlace para a obtenção do balanço de perda, em decibéis (dB).</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69840d436e9b8" data-id="69840d436e9b8" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1553537400310 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2 style="text-align: center;"><span style="font-size: 16px; color: #ffffff;"> Exemplos</span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">  1 – Enlace composto por 3.000 m de fibra monomodo OS2 terminada em ambas as extremidades dentro de distribuidores ópticos (DIO) por meio da fusão de <em>pigtails</em>, cujos conectores serão acoplados na parte interna dos adaptadores frontais do DIO; haverá uma fusão no meio da rota.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Perda da fibra óptica: 3 km X 0,4 dB/km = 1,2 dB</span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Perda das conexões: 2 X 0,75 dB = 1,5 dB</span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Perda das emendas: 3 X 0,3 dB = 0,9 dB</span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Balanço da perda (1310 e 1550 nm): 1,2 + 1,5 + 0,9 = 3,6 dB.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">  2 – Enlace composto por 200 m de fibra multimodo OM3 terminada em ambas as extremidades dentro de distribuidores ópticos (DIO) por meio da terminação direta em conectores (processo de cola e polimento). Eles serão acoplados na parte interna dos adaptadores frontais do DIO.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Perda da fibra óptica a 850 nm: 0,2 km X 3,5 dB/km = 0,7 dB</span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Perda da fibra óptica a 1300 nm: 0,2 km X 1,5 dB/km = 0,3 dB</span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Perda das conexões: 2 X 0,75 dB = 1,5 dB</span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Balanço da perda a 850 nm: 0,7 + 1,5 = 2,2 dB</span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Balanço da perda a 1300 nm: 0,3 + 1,5 = 1,8 dB</span></p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d436ede5" data-id="69840d436ede5" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p style="text-align: justify;">  Os valores obtidos, como já mencionado, deverão ser comparados às especificações das aplicações e aos valores medidos durante a certificação do enlace instalado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se o valor medido for superior ao balanço de perda calculado, verifique o material instalado, a rota da fibra, a limpeza das conexões e a qualidade das emendas. Se for o caso, utilize um OTDR para encontrar os locais que apresentam perdas acima do esperado.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Medição do PUE em um data center</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/medicao-do-pue-em-um-data-center/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=medicao-do-pue-em-um-data-center</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2019 20:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 13]]></category>
		<category><![CDATA[ASHRAE]]></category>
		<category><![CDATA[Chaveadores KVM]]></category>
		<category><![CDATA[Chillers]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de energia]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d43702d8" data-id="69840d43702d8" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Medição do PUE em um data center</h1>

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			<p>Marcelo Barboza, da <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/">Clarity Treinamentos</a></p>

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			<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/pue-metrica-de-eficiencia-do-data-center/">Na edição n◦ 10 </a> expliquei o conceito da métrica PUE, cobrindo a sua definição, princípio de cálculo e principais finalidades. Aqui, vou elaborar mais sobre o tema, explorando detalhes da sua medição e cálculo.</p>
<p style="text-align: justify;">  O PUE mostra o overhead de energia gasto em relação aos sistemas de TI, que auxiliam na contínua operação dos sistemas críticos de TI, incluindo, mas não necessariamente se limitando a:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Energia gasta na refrigeração/ventilação dos equipamentos de TI e dos sistemas necessários ao seu funcionamento, incluindo bombas, chillers, ventoinhas, torres de resfriamento, fancoils, evaporadoras e condensadoras.</li>
<li>Perdas elétricas nos equipamentos, cabos e conexões da distribuição elétrica (como UPS, quadros elétricos, transformadores, geradores etc.).</li>
<li>Alimentação elétrica de sistemas auxiliares necessários, como alarmes de incêndio, controle de acesso e automação.</li>
<li>Iluminação das salas que compõem o data center.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Ao computar a energia gasta pelos sistemas de TI, deve-se considerar, para além de servidores, armazenamento e comunicações (switches e roteadores), todo o equipamento de TI suplementar, como monitores, chaveadores KVM, estações de monitoramento etc., desde que necessários à operação dos serviços críticos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Então, um data center com PUE 1,60 significa que 60% de toda a energia por ele consumida é gasta por esses sistemas acima listados como overhead. Obviamente, quanto mais perto de 1,00, mais eficiente esses sistemas serão ao atenderem as necessidades de TI.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, onde medir o consumo de TI e qual a unidade utilizada? A primeira edição do PUE descrevia somente uma relação entre picos de demanda. Ou seja, durante um período de avaliação (por exemplo, um mês) é anotado o pico de demanda total do data center (DEM_TOT) e o pico de demanda dos equipamentos de TI (DEM_TI), ambos medidos em kW. O PUE seria então DEM_TOT/DEM_TI. Exemplo: pico de demanda do data center durante um ano = 500 kW; pico de demanda de TI durante esse ano = 300 kW; e PUE = 500/300 = 1,67.</p>
<p style="text-align: justify;">  Posteriormente, foi lançada a segunda versão do PUE, em três níveis (1, 2 e 3). Esse novo PUE (versão 2) prefere que o cálculo seja feito com dados de consumo, em kWh, e não de demanda, como anteriormente. Então, durante o período de avaliação, é medido o consumo elétrico total do data center (CONS_TOT) e o dos equipamentos de TI (CONS_TI).</p>
<p style="text-align: justify;">  O PUE é agora CONS_TOT/CONS_TI. Exemplo: consumo elétrico total do data center durante um ano = 4.500.000 kWh; consumo elétrico de TI durante esse ano = 2.600.000 kWh; PUE = 4.500.000/2.600.000 = 1,73. Esta maneira é superior à anterior, pois utiliza o consumo total, que já contabiliza todos os picos, vales e sazonalidades ocorridas durante o período.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os três níveis do PUE versão 2 se referem ao local onde deve ser medido o consumo de TI, bem como periodicidade mínima da medição (se usada a demanda pontual):</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>PUE<sub>1</sub> (nível 1) &#8211; Medição na saída do UPS; se medido como demanda (kW), a periodicidade deve ser mensal ou semanal.</li>
<li>PUE<sub>2</sub> (nível 2) &#8211; Medição na saída do PDU; se medido como demanda (kW), a periodicidade deve ser diária ou horária.</li>
<li>PUE<sub>3</sub> (nível 3) &#8211; Medição na tomada elétrica dos equipamentos de TI (nos racks), se medido como demanda (kW), a periodicidade deve ser de 15 minutos ou menos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Atualmente, o PUE também é definido na norma ISO/IEC 30134-2 – Power Usage Effectiveness.</p>
<p style="text-align: justify;">  A medição do consumo total é sempre realizada na entrada do data center. Deve-se deduzir daí toda a energia utilizada para outros sistemas não relacionados ao data center, se existirem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quanto mais perto da carga de TI for a medição, ou seja, quanto maior o nível do PUE, mais precisa será a métrica ao identificar as perdas decorrentes do overhead das instalações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando a medição for realizada por consumo (kWh), é importante manter o cálculo do PUE trimestral de cada estação climática do ano, bem como o anual, de forma a ressaltar (trimestral) e a nivelar (anual) os efeitos da temperatura externa no PUE.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como curiosidade e para ilustração, podemos consultar o PUE dos data centers do Google no link <a href="https://bit.ly/2E52CI7" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://bit.ly/2E52CI7</a>. Também é possível ver o gráfico dos cálculos anuais e trimestrais do PUE.</p>
<p style="text-align: justify;">  O PUE<sub>1</sub> e o PUE<sub>2</sub> até admitem ter as suas medições de consumo realizadas de forma manual, em rondas periódicas. É relativamente fácil obter dados de consumo de TI para o PUE<sub>1</sub>, pois todos os UPS já vêm com recursos para informar os dados de fornecimento de energia. Para o PUE<sub>2</sub> é necessária a instalação de medidores nos quadros principais de distribuição de energia ininterrupta para o data center (PDU).</p>
<p style="text-align: justify;">  O PUE<sub>3</sub>, por sua granularidade (medição em cada rack de TI), deve necessariamente ser medido de forma automática. Isso não é um problema, pois para o PUE<sub>3</sub> é necessária a utilização de “PDU inteligente de rack” em todos os racks, os quais já são naturalmente dotados de capacidade remota de monitoramento, via SNMP ou equivalente. Porém, isso aumenta o custo de instalação, portanto não é uma solução viável para muitos data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se o data center adquirir outros recursos utilizados para alimentação elétrica ou refrigeração, como diesel ou gás (para geração local regular), ou água potável (refrigeração) a energia embutida em tais insumos também deve ser contabilizada na energia total consumida pelo data center. A norma do PUE inclui fatores para a conversão dessa energia embutida em energia a ser contabilizada pelo PUE.</p>
<p style="text-align: justify;">  O PUE, em princípio, não deve ser utilizado para comparar instalações diferentes, a não ser que a metodologia de todos os locais seja compatibilizada. O PUE é bastante útil para servir de base para o próprio data center medir a sua evolução com o tempo e após alterações significativas da instalação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, atenção, o PUE não mede a eficiência elétrica dos equipamentos de TI. O aumento da eficiência de TI (com o uso de técnicas de consolidação e virtualização, por exemplo) reduzirá o consumo elétrico do data center, mas, se não houver um correspondente ajuste no parque eletromecânico, o PUE poderá aumentar, mesmo que o consumo total da instalação tenha diminuído.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por outro lado, aumentar muito a temperatura de fornecimento do ar condicionado, para a faixa “permitida” da ASHRAE, poderá proporcionar uma boa economia no gasto energético da refrigeração. Porém, dependendo da temperatura e nível de carga dos servidores, pode ser que as suas ventoinhas sejam aceleradas ao máximo, para compensar esse aumento. Isso pode levar a um consumo extra que anula os ganhos com a redução da refrigeração, levando a um maior consumo do data center. Nesse caso, paradoxalmente, o PUE pode melhorar, pois o consumo das ventoinhas dos servidores é contabilizado como consumo de TI.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim, o PUE não deve ser o único recurso para acompanhar a eficiência elétrica do data center. Ele deve sempre ser acompanhado por outros indicadores, como o consumo elétrico total e índices de eficiência dos equipamentos de TI, como por exemplo o ITEU e o ITEE, também definidos na norma ISO/IEC 30134.</p>
<p style="text-align: justify;">  Abaixo os links de onde é possível adquirir os documentos aqui citados.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>The Green Grid® – PUE (</em><em><a href="https://bit.ly/2zuIZXd" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://bit.ly/2zuIZXd</a>).</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Norma ISO/IEC 30134-2:2016 (</em><em><a href="https://bit.ly/2E4w012" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://bit.ly/2E4w012</a>).</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>A medição do PUE é apenas um dos itens avaliados para a obtenção do único selo de eficiência energética para data centers, o CEEDA. Mais informações em (<a href="https://bit.ly/1KQBY1r" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://bit.ly/1KQBY1r).</a></em></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69840d4370859" data-id="69840d4370859" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Padrões Ethernet sobre um único par trançado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2019 14:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 12]]></category>
		<category><![CDATA[ANSI]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o avanço da IoT e da Indústria 4.0, os padrões Ethernet têm evoluído e se adaptado para atender a dispositivos cada vez mais diversos e inusitados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d437179e" data-id="69840d437179e" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Padrões Ethernet sobre um único par trançado</h1>

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			<p>Marcelo Barboza, da <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/">Clarity Treinamentos</a></p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Todos os profissionais da área de infraestrutura de TI conhecem os clássicos padrões de rede Ethernet que utilizam dois ou quatro pares de cabos de par trançado, como por exemplo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>10Base-T: Ethernet a 10 Mbps em 2 pares</li>
<li>100Base-TX: Ethernet a 100 Mbps em 2 pares</li>
<li>1000Base-T: Ethernet a 1 Gbps em 4 pares</li>
<li>10GBase-T: Ethernet a 10 Gbps em 4 pares</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Mas com o avanço da IoT &#8211; Internet das coisas e da Indústria 4.0, o protocolo Ethernet tem evoluído e se adaptado para atender a dispositivos cada vez mais diversos e inusitados, como sensores ambientais, de presença e luminosidade, máquinas de todos os tamanhos, luminárias, sistemas de som e de alarme, equipamentos audiovisuais e de telemedicina e relógios.</p>
<p style="text-align: justify;">  Só que nem todos equipamentos precisam das altas velocidades disponibilizadas pelo 10GBase-T ou podem ser limitados aos 100 metros tradicionais. Por outro lado, alguns dispositivos, geralmente, estão bem próximos (como dentro de um automóvel). Então, porque é preciso de um padrão elaborado para 100 metros e suas limitações?</p>
<p style="text-align: justify;">  E ainda há o problema do tamanho dos cabos. Com a utilização maciça do Ethernet em edifícios inteligentes, em veículos e em ambientes industriais, o espaço necessário para os caminhos que transportam cabos de quatro pares passa a ser um empecilho.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com tudo isso em mente, novos padrões Ethernet que utilizam apenas um par trançado estão surgindo. Alguns exemplos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>10Base-T1, padrão IEEE 802.3cg para 10 Mbps (previsto para 2019)</li>
<li>100Base-T1, padrão IEEE 802.3bw para 100 Mbps (aprovado em 2015)</li>
<li>1000Base-T1, padrão IEEE 802.3bp para 1 Gbps (aprovado em 2016)</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Todos trabalham com cabos com apenas um par trançado, com bitolas de condutor entre 18 e 24 AWG e frequências de transmissão entre 1 MHz e 1000 MHz, para distâncias de canal entre 10 e 1000 m.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esses padrões são chamados de single-pair Ethernet (SPE) e estão sendo desenvolvidos pelo IEEE &#8211; Institute of Electrical and Electronics Engineers, com suporte da TIA &#8211; Telecommunications Industry Association, ISO &#8211; International Organization for Standardization, ODVA &#8211; Open DeviceNet Vendors Association e OPEN &#8211; One-Pair Ether-Net, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além dos padrões de dados acima expostos, em 2016 o IEEE também publicou o padrão 802.3bu, para alimentação elétrica sobre cabos de um par, chamado de PoDL &#8211; Power over Data Lines, similar ao que o PoE &#8211; Power over Ethernet representa para os cabos de quatro pares. O PoDL pode trabalhar com tensões entre 5,5 V e 60 V em corrente contínua, fornecendo potências entre 0,5 e 50 W, dependendo da bitola dos fios e do comprimento do canal.</p>
<p style="text-align: justify;">  As comissões de estudo de cabeamento da ISO e da TIA estão trabalhando para publicar novas normas e boletins técnicos para suplementar as normas existentes de forma a acomodar essas novas necessidades, incluindo aspectos como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Especificações para cabos, conectores, patch cords e enlaces de um par em cobre.</li>
<li>Requisitos de desempenho e procedimentos de teste.</li>
<li>Topologia e arquitetura.</li>
<li>Transições de cabos de quatro pares para cabos de um par, incluindo compartilhamento de capa e utilização de equipamento ativo na transição.</li>
<li>Conexão direta dos dispositivos nas áreas de serviço.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Todos esses novos padrões (de cabeamento e de aplicações), voltados a comunicações em canais de um par, facilitarão a adoção do Ethernet como tecnologia padrão para sistemas de comunicação em indústrias, veículos e edifícios inteligentes, em adição a sua já completa hegemonia nas redes corporativas de voz e dados.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69840d4371c4b" data-id="69840d4371c4b" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Polaridade em enlaces de fibra óptica duplex</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/polaridade-em-enlaces-de-fibra-optica-duplex/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=polaridade-em-enlaces-de-fibra-optica-duplex</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jan 2019 21:26:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 11]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
		<category><![CDATA[Crossover]]></category>
		<category><![CDATA[Enlaces]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica duples]]></category>
		<category><![CDATA[Link]]></category>
		<category><![CDATA[Patch cords]]></category>
		<category><![CDATA[Patch panels modulares]]></category>
		<category><![CDATA[Polaridade]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d4372baa" data-id="69840d4372baa" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Polaridade em enlaces de fibra óptica duplex</h1>

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			<p>Marcelo Barboza, da <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/">Clarity Treinamentos</a></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Você sabe como manter a polaridade em enlaces de fibra óptica duplex? Como garantir que, ao montar um canal óptico duplex (enlace mais patch cords de ativação), os equipamentos ativos se comuniquem por um cabeamento que garanta que cada transmissor seja ligado a um receptor, estabelecendo assim um link up?</p>
<p style="text-align: justify;">  A regra geral é sempre fazer um canal óptico crossover, de forma a interligar transmissores com receptores. E para isso existem diversas opções disponíveis e utilizadas pelos instaladores de cabeamento. Vamos explorar as três mais conhecidas:</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69840d4372f76" data-id="69840d4372f76" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1546723974055 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li style="text-align: justify;">Enlace direto mais patch cords diferentes.</li>
<li style="text-align: justify;">Enlace com posicionamento simétrico.</li>
<li style="text-align: justify;">Enlace cruzado com pares invertidos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Cada uma tem vantagens e desvantagens, e nem todos são normatizados. Vamos entender as diferenças entre esses métodos</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Enlace direto mais patch cords diferentes</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Este método, que parece ser um dos mais utilizados pelos instaladores, não é o mais recomendado pelas normas de cabeamento, notadamente a ISO/IEC 14763-2 Implementation and operation of customer premises cabling – Part 2: Planning and installation.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nele, o enlace é instalado de maneira direta, ou seja, as fibras são conectadas aos adaptadores, em ambas as extremidades do cabo, na mesma sequência, em ordem crescente (1, 2, 3, 4…). Para cabos ópticos nacionais, a sequência se iniciaria com as fibras verde, amarela, branca, azul etc., em ambas extremidades da terminação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para cabos importados, a sequência de cores mudaria, de acordo com a origem e norma correspondente, mas sempre de acordo com a ordem estabelecida pela norma em questão.</p>
<p style="text-align: justify;">  O cruzamento do canal acaba sendo realizado por meio de patch cords de ativação, sendo que um deve ser direto e o outro, crossover. Se ambos forem iguais (diretos ou cross), o canal não fica cruzado e os ativos não “sobem”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A principal desvantagem desse método, além de não ser normatizado, é que são necessários dois tipos de patch cords, com diferentes polaridades, o que pode causar problemas durante a operação. A qualquer momento, alguém não treinado no sistema pode querer usar patch cords iguais e o link acaba ficando fora do ar. Além de ser necessário manter dois itens em estoque.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d4373677" data-id="69840d4373677" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d4373967" data-id="69840d4373967" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Enlace com posicionamento simétrico</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Este método é o preferido pela norma IEC 14763-2. Nele, os adaptadores são inseridos no patch panel em uma extremidade do cabo, com orientação oposta aos adaptadores da outra extremidade do cabo. Em uma extremidade do cabo, os adaptadores são instalados de forma que a posição A do adaptador corresponda às posições ímpares do painel (ordem A-B, A-B). Na outra extremidade do cabo, os adaptadores são instalados na orientação oposta, de forma que a posição B do adaptador corresponda às posições ímpares do painel (ordem B-A, B-A).</p>
<p style="text-align: justify;">  Já as fibras são conectadas aos adaptadores, em ambas as extremidades do cabo, na mesma sequência, em ordem crescente (1, 2, 3, 4…), assim como no método visto anteriormente. Mas, diferentemente do método anterior, os patch cords são todos iguais, todos crossover.</p>
<p style="text-align: justify;">  E onde se dará o cruzamento? Como os adaptadores em ambas extremidades ficam invertidos entre si, de um lado o patch cord é conectado também de forma invertida em relação ao outro lado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Este método tem a grande vantagem de requerer apenas um tipo de patch cord, não estando sujeito a enganos na hora da ativação, pois os patch cords geralmente só conseguem ser inseridos de uma maneira, por causa das guias dos conectores. Mas, ele não consegue ser aplicado quando são utilizados patch panels que não permitem a inversão de polaridade dos adaptadores. Neste caso, deve-se usar o método seguinte.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69840d4373a16" data-id="69840d4373a16" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69840d4373d1b" data-id="69840d4373d1b" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Enlace cruzado com pares invertidos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Este método também está presente na norma IEC 14763-2. Nele, os adaptadores são instalados no patch panel em uma extremidade do cabo com a mesma orientação dos adaptadores da outra extremidade do cabo. O cruzamento se dará na sequência das fibras. As fibras ópticas são conectadas nos adaptadores na sequência numérica normal em uma extremidade do cabo e com inversões par a par na outra extremidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para cabos nacionais, ficaria verde-amarela, branca-azul etc. de um lado e amarela-verde, azul-branca etc. do outro lado. Aqui, como no método anterior, todos os patch cords também são iguais.</p>
<p style="text-align: justify;">  A sua vantagem é similar ao método anterior, ou seja, teremos apenas um tipo de patch cord. A desvantagem é que na hora de testar (ou ativar) uma única fibra, ela estará em posição diferente, quando comparamos as duas extremidades, o que vai requerer um trabalho de identificação mais preciso fibra a fibra.</p>

		</div>
	</div>
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