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	<title>Destaque &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Destaque &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>5G &#8211; Como reduzir os riscos antes do lançamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2019 19:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 13]]></category>
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					<description><![CDATA[Ainda não está claro como os provedores de serviços e as operadoras recuperarão os seus investimentos em curto prazo e para além do lançamento do 5G. Entretanto, uma abordagem desenhada para a tecnologia ajudará a reduzir o risco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd1501ec139" data-id="69fd1501ec139" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>5G &#8211; Como reduzir os riscos antes do lançamento</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2 style="text-align: justify;">Enquanto a experiência da “banda larga em todos os lugares” promete muitos benefícios, tanto para os consumidores quanto para as operadoras, o lançamento do 5G representa um grande risco para as empresas do setor de telecomunicações, em especial as de telefonia móvel e de cabo. Este artigo mostra como reduzir as ameaças e colher recompensas como a nova tecnologia.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Shameka Young, vice-presidente da prática de comunicações da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.cognizant.com/pt-br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cognizant</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  A tecnologia 5G está criando expectativas dos profissionais do setor e consumidores, que esperam uma rede ultrarrápida e altamente confiável, capaz de alterar para sempre o mundo das telecomunicações. Tudo indica que os usuários e as empresas vão adotar a experiência &#8220;banda larga em todos os lugares&#8221; do 5G, porém ainda não está claro como os provedores de serviços de comunicação (CSPs) e as operadoras de telefonia móvel recuperarão os seus investimentos em curto prazo e para além do lançamento. Entretanto, uma abordagem desenhada para o 5G ajudará a reduzir o risco.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre os maiores riscos está a incapacidade de responder como e onde o 5G se tornou “essencial” para o mercado corporativo e usuários finais, muitos dos quais não devem ver o avanço tecnológico como nada além de um canal maior de dados. Cabe às operadoras afirmar que o 5G é muito mais do que velocidade, antes que empresas de jogos, OTT &#8211; Over the Top e outros provedores de serviços o façam por elas.</p>
<p style="text-align: justify;">  O 5G sinaliza muitas mudanças para os CSPs, que devem esperar uma ruptura em seus modelos de negócios. Atualmente, a maior parte da receita de um CSP vem de contratos, equipamentos no local, também conhecidos como CPEs, como roteadores e set-top boxes e taxas de instalação. Porém, o advento do 5G sugere que esses provedores precisarão mudar, acrescentando produtos e serviços de valor agregado, feitos sob medida para casos específicos de uso. A maneira mais rápida de chegar a essa adaptação é fazer parceria com outras empresas no ecossistema &#8211; algo que a maioria dos provedores de serviços acha desafiador.</p>
<p style="text-align: justify;">  As oportunidades são enormes, tão grandes quanto os palpites das pessoas neste momento. A IHS Markit divulgou a <a href="https://www.technologyreview.com/s/603770/the-5g-economy-how-5g-will-impact-global-industries-the-economy-and-you/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">exuberante estimativa de US$ 12,3 trilhões</a> de receita para o escopo do 5G em uma ampla gama de setores. Seja qual for o tamanho do mercado, as operadoras que reduzirem os riscos de lançamento da tecnologia aproveitarão a sua parte das heranças antes dos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">À beira da implantação do 5G, aqui estão quatro ações que as operadoras podem tomar hoje para estabelecer uma base para o sucesso amanhã.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fd1501ec713" data-id="69fd1501ec713" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Concentre-se nos casos de uso mais benéficos e visíveis</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Antes da implantação, os operadoras devem pensar em como criar serviços para envolver os casos mais pertinentes de uso. Como fazer isso? Comece olhando para a base de clientes e, em seguida, concentre-se nos setores que mais se beneficiarão com um “tubo” super-rápido e com baixa latência.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com o investimento existente hoje na IIoT &#8211; Internet das coisas industrial e o aumento exponencial do volume de dados, a manufatura e logística são exemplos de setores que se beneficiarão com o 5G. O segmento de saúde é outro exemplo. Se as equipes das operadoras puderem analisar, criar e ativar vários serviços e recursos essenciais para desafios de negócios e casos de uso específicos agora, é possível estar mais bem posicionado quando o 5G entrar em ação.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Para os consumidores, faça estudos em torno da conveniência</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A maioria dos consumidores não está interessada na tecnologia exata que lhes permite acessar dados móveis com rapidez, precisão e confiabilidade. Por conta disso, a história do 5G de ser a maior, a melhor e a mais rápida tecnologia provavelmente não vai chamar a atenção. O provedor precisará amarrar essas características à conveniência.</p>
<p style="text-align: justify;">  Crie uma mensagem que vá além de &#8220;rede pela rede&#8221; e que demonstre a arte do possível. Em seguida, planeje ofertas de serviços que aumentem a conveniência para o consumidor. A “casa conectada”, por exemplo, não atingiu todo o seu potencial em parte porque os CSPs ainda não criaram mensagens atraentes em relação a sua conveniência, como segurança doméstica oferecida como um serviço gerenciado. Então, essa oportunidade está aí para ser aproveitada. Os clientes só querem que os CSPs gerenciem isso.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra possibilidade para atrair consumidores é se oferecer para remover a carga dos ombros dos usuários de negócios, aquela que têm o peso de se manter atualizado com a tecnologia de rede. Crie ofertas completas e fáceis de entender para os seus clientes, com a promessa de cuidar de todo os detalhes.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Encontre novas formas de monetizar os dados dos clientes</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Tanto para empresas quanto para os usuários finais, capturar e dar sentido aos seus dados gerará novas oportunidades. O truque é aprender com os “códigos halos” ou &#8220;pegadas digitais&#8221; dos clientes. São as ações que cercam cada interação e transação digital e é possível aproveitar esses conhecimentos para gerar mais valor para o cliente. A introdução de novas CPEs capazes de fomentar a rede 5G mais rápida criará milhares de dados adicionais, que podem ser adicionados aos trilhões de dados atuais que fornecem valor limitado, como forma de melhorar a experiência do cliente e permitir oportunidades e vendas cruzadas.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Entenda onde e como você deve fazer parcerias</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O 5G já tem um vasto ecossistema de organizações, incluindo operadores de rede, fornecedores de componentes e tecnologias, dispositivos OEMs, provedores de infraestrutura e desenvolvedores de conteúdo e aplicativos, cada um trabalhando para completar a sua parte no quebra-cabeças da tecnologia. Todos farão parte da tarefa para o 5G funcionar. Os CSPs, tradicionalmente, não se destacaram nas parcerias para a prestação de serviços, preferindo, no passado, desenvolver e trazer ao mercado suas próprias habilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">  Agora isso vai mudar. A chegada do 5G é um momento para essas empresas aprenderem mais sobre como fazer parcerias para criar e habilitar serviços. A velocidade e a agilidade obtidas pelo engajamento dos parceiros certos serão um fator crítico de sucesso do 5G. Escolher parceiros que têm a capacidade de escalar rapidamente diminuirá o risco. Certifique-se de aproveitar os parceiros e entender quais recursos poderá usufruir. Não se trata apenas de um componente do produto, mas de por para fora suas as necessidades, adaptar e então seguir em frente.</p>
<p style="text-align: justify;">  O pensamento &#8220;se você construir, eles virão&#8221; não é uma estratégia vencedora do 5G. O engajamento transcende uma rede rápida e eficaz ou a realização de uma pesquisa ocasional do cliente. Engajamento significa criar um diálogo bidirecional, fazer perguntas e depois ouvir o que os clientes precisam e desejam, bem como o que os parceiros têm a oferecer.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Padrões Ethernet sobre um único par trançado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2019 14:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 12]]></category>
		<category><![CDATA[ANSI]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
		<category><![CDATA[Cabos]]></category>
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		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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		<category><![CDATA[Sensores]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o avanço da IoT e da Indústria 4.0, os padrões Ethernet têm evoluído e se adaptado para atender a dispositivos cada vez mais diversos e inusitados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd1501eea37" data-id="69fd1501eea37" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Padrões Ethernet sobre um único par trançado</h1>

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			<p>Marcelo Barboza, da <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/">Clarity Treinamentos</a></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Todos os profissionais da área de infraestrutura de TI conhecem os clássicos padrões de rede Ethernet que utilizam dois ou quatro pares de cabos de par trançado, como por exemplo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>10Base-T: Ethernet a 10 Mbps em 2 pares</li>
<li>100Base-TX: Ethernet a 100 Mbps em 2 pares</li>
<li>1000Base-T: Ethernet a 1 Gbps em 4 pares</li>
<li>10GBase-T: Ethernet a 10 Gbps em 4 pares</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Mas com o avanço da IoT &#8211; Internet das coisas e da Indústria 4.0, o protocolo Ethernet tem evoluído e se adaptado para atender a dispositivos cada vez mais diversos e inusitados, como sensores ambientais, de presença e luminosidade, máquinas de todos os tamanhos, luminárias, sistemas de som e de alarme, equipamentos audiovisuais e de telemedicina e relógios.</p>
<p style="text-align: justify;">  Só que nem todos equipamentos precisam das altas velocidades disponibilizadas pelo 10GBase-T ou podem ser limitados aos 100 metros tradicionais. Por outro lado, alguns dispositivos, geralmente, estão bem próximos (como dentro de um automóvel). Então, porque é preciso de um padrão elaborado para 100 metros e suas limitações?</p>
<p style="text-align: justify;">  E ainda há o problema do tamanho dos cabos. Com a utilização maciça do Ethernet em edifícios inteligentes, em veículos e em ambientes industriais, o espaço necessário para os caminhos que transportam cabos de quatro pares passa a ser um empecilho.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com tudo isso em mente, novos padrões Ethernet que utilizam apenas um par trançado estão surgindo. Alguns exemplos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>10Base-T1, padrão IEEE 802.3cg para 10 Mbps (previsto para 2019)</li>
<li>100Base-T1, padrão IEEE 802.3bw para 100 Mbps (aprovado em 2015)</li>
<li>1000Base-T1, padrão IEEE 802.3bp para 1 Gbps (aprovado em 2016)</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Todos trabalham com cabos com apenas um par trançado, com bitolas de condutor entre 18 e 24 AWG e frequências de transmissão entre 1 MHz e 1000 MHz, para distâncias de canal entre 10 e 1000 m.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esses padrões são chamados de single-pair Ethernet (SPE) e estão sendo desenvolvidos pelo IEEE &#8211; Institute of Electrical and Electronics Engineers, com suporte da TIA &#8211; Telecommunications Industry Association, ISO &#8211; International Organization for Standardization, ODVA &#8211; Open DeviceNet Vendors Association e OPEN &#8211; One-Pair Ether-Net, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além dos padrões de dados acima expostos, em 2016 o IEEE também publicou o padrão 802.3bu, para alimentação elétrica sobre cabos de um par, chamado de PoDL &#8211; Power over Data Lines, similar ao que o PoE &#8211; Power over Ethernet representa para os cabos de quatro pares. O PoDL pode trabalhar com tensões entre 5,5 V e 60 V em corrente contínua, fornecendo potências entre 0,5 e 50 W, dependendo da bitola dos fios e do comprimento do canal.</p>
<p style="text-align: justify;">  As comissões de estudo de cabeamento da ISO e da TIA estão trabalhando para publicar novas normas e boletins técnicos para suplementar as normas existentes de forma a acomodar essas novas necessidades, incluindo aspectos como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Especificações para cabos, conectores, patch cords e enlaces de um par em cobre.</li>
<li>Requisitos de desempenho e procedimentos de teste.</li>
<li>Topologia e arquitetura.</li>
<li>Transições de cabos de quatro pares para cabos de um par, incluindo compartilhamento de capa e utilização de equipamento ativo na transição.</li>
<li>Conexão direta dos dispositivos nas áreas de serviço.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Todos esses novos padrões (de cabeamento e de aplicações), voltados a comunicações em canais de um par, facilitarão a adoção do Ethernet como tecnologia padrão para sistemas de comunicação em indústrias, veículos e edifícios inteligentes, em adição a sua já completa hegemonia nas redes corporativas de voz e dados.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fd1501ef0c3" data-id="69fd1501ef0c3" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Desafios e oportunidades em cibersegurança para 2019</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/desafios-e-oportunidades-em-ciberseguranca-para-2019/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=desafios-e-oportunidades-em-ciberseguranca-para-2019</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Longinus Timochenco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jan 2019 17:58:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 11]]></category>
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		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd1501f00c4" data-id="69fd1501f00c4" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Desafios e oportunidades em cibersegurança para 2019</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Longinus Timochenco,</strong><strong> da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://stefaninirafael.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Stefanini Rafael</a></span></strong></p>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Inteligência artificial, Internet das coisas e computação em nuvem são termos cada vez mais presentes no nosso cotidiano. Se um dia essas tecnologias pareceram muito distantes e inacessíveis, hoje elas já fazem parte da nossa realidade. E a tendência é que continuem com mais intensidade nos próximos anos, revolucionando a forma como vivemos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Diante desse cenário, pensar na segurança dos dados e dispositivos é fundamental. Segundo a Kaspersky Lab, foram detectados mais de 30 mil dispositivos de IoT infectados na América Latina em 2018, sendo 72% deles somente no Brasil. Já o Relatório de Previsões de Cibersegurança para 2019, divulgado pela Forcepoint, confirma a importância de continuar olhando com atenção para essa área ao longo do próximo ano.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na pauta estão temas atuais que ganham relevância, como privacidade, relação de confiança do usuário, vazamento de dados, espionagem, desenvolvimento avançado de malwares, migração para nuvem, biometria comportamental, reconhecimento facial, inteligência artificial, Internet das coisas e automação industrial.</p>
<p style="text-align: justify;">  Novas tecnologias demandam ainda mais segurança. Manter softwares e dispositivos sempre atualizados e fazer backup regularmente são algumas medidas de prevenção que podem ser adotadas.</p>
<p style="text-align: justify;">  O relatório destaca outro assunto muito importante e que deve receber ainda mais força em 2019: a “educação digital“, que certamente elevará a maturidade de segurança no ambiente corporativo.</p>
<p style="text-align: justify;">  As companhias precisam adequar as suas práticas e entender que a responsabilidade sobre a segurança da informação está muito além das equipes de TI. As organizações devem olhar ainda mais para essa área, integrando a segurança da informação na cultura da empresa e reconhecendo o impacto para o negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">  Políticas de segurança bem definidas, processos e controles são necessários. O próximo ano apresenta muitos desafios e oportunidades, e precisamos estar preparados não apenas em relação aos equipamentos, mas também com a conscientização de seus usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">  São lamentáveis os ataques e vazamentos de informações que estão ocorrendo no Brasil e no mundo, sendo que a maioria deles acontece em decorrência de vulnerabilidades básicas. Temos que ter atitudes planejadas e efetivas para acabar com o crime cibernético.</p>
<p style="text-align: justify;">  Cada vez mais os usuários precisam desenvolver os seus negócios com responsabilidade, pois a segurança da informação não é uma questão exclusiva de processos, e sim de cultura e disciplina.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fd1501f0530" data-id="69fd1501f0530" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>IoT &#8211; Internet das coisas na indústria 4.0</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Poppi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 19:45:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 10]]></category>
		<category><![CDATA[Câmeras inteligentes]]></category>
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					<description><![CDATA[Entramos na fase das redes convergentes e na grande revolução digital por meio da IoT - Internet das coisas na indústria 4.0.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd1501f13b2" data-id="69fd1501f13b2" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>IoT &#8211; Internet das coisas na indústria 4.0</h1>

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			<p><strong>Cesar Poppi</strong>, executivo sênior de TI da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.te.com/usa-en/home.html">TE Connectivity</a></span></p>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Ainda quando eu estava no colégio nas aulas de história e estudando as três revoluções industriais ocorridas até então, jamais imaginava que poderia presenciar bem de perto a próxima revolução. É isso mesmo, a indústria 4.0. Quanto tempo ela vai levar e que resultados teremos, acredito que somente nossos filhos ou netos terão a oportunidade de estudar no colégio como fizemos com as anteriores, porém a pergunta mais relevante no momento é: De que forma podemos fazer parte de tudo isso?</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma primeira resposta é se aproximar cada vez mais da tecnologia. Para as empresas não será possível fazer isso sem departamentos de engenharia e tecnologia da informação fortes e antenados com o que existe de mais moderno. A grande diferença desta revolução, comparado com as anteriores, é que ela está ocorrendo muito mais rápido.</p>
<p style="text-align: justify;">  Pensando na evolução da tecnologia, saímos de um tempo onde nada era conectado porque não existiam as redes de dados. O dado era analógico e muito pouco podia ser medido ou controlado. Isso melhorou muito depois da criação das redes locais (LANs), com os dados sendo transmitidos para bases mais centralizadas. O grande problema nesta época era que poucos dispositivos permitiam a medição e geração de dados para a tomada de decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">  Agora, entramos na fase das redes convergentes e na grande revolução digital por meio da Internet das coisas, onde é possível medir praticamente tudo com o uso de sensores, chips, tags inteligentes, câmeras e plataformas tecnológicas mais avançadas. Com isso, pode-se criar uma camada digital mesmo em um mundo físico. Todos os dispositivos ou máquinas precisam estar conectados de alguma forma nesta rede por meio do IoT.</p>
<p style="text-align: justify;">  Pensando nesta camada digital para a indústria, um dos primeiros passos é digitalizar os ativos para o planejamento e controle dos mesmos. A digitalização de todos os elementos ativos, documentos e cenários permite um prognóstico da planta. Além disso, a interconexão da logística com fornecedores possibilita a gestão em tempo real de insumos para a produção, que é um dos gargalos mais desafiantes na indústria.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não poderia ser diferente, os desafios para se chegar neste patamar são enormes. A partir do momento que os diversos equipamentos espalhados pela fábrica são digitalizados, cada um com uma característica diferente e solução única de digitalização e protocolo de comunicação, cria-se o desafio de conectar essas redes isoladas na rede de dados tradicional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um exemplo simples é a medição do consumo de água em um determinado processo produtivo. Hoje, existem sensores que fazem essas medições e podem ser conectados em dispositivos conversores que incluem esses dados dentro da rede tradicional. É possível medir qualquer coisa por meio de dispositivos similares. Uma vez que o dado foi convertido e já está trafegando na rede, ele pode ser transformado para gerar a visão ou informação que for necessária.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os benefícios esperados com a digitalização dos ativos de uma indústria são enormes. Um modelo interconectado gera uma grande economia. Pode-se reduzir operações ou paradas de máquinas, melhorar o uso dos equipamentos, fazer manutenções preditivas, aumentar a velocidade de tomada de decisão, diminuir os riscos na tomada de decisão, simplificar as operações, ganhar de tempo e, o mais importante, gerar novas oportunidade de negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">  Tudo isso é reflexo da evolução da tecnologia, mas a grande evolução que marcará a indústria 4.0 será quando as indústrias tiverem toda a sua operação virtualizada. Criar um ambiente eletrônico e virtualizado, idêntico e paralelo ao ambiente físico e real. Com isso, será possível simular processos produtivos até chegar no cenário ideal, antes colocá-lo em prática. Dessa forma, as indústrias terão maior exatidão na cotação de novos negócios e poderão diminuir os custos altíssimos para montar uma linha produtiva nova e ajustá-la até ficar equilibrada.</p>
<p style="text-align: justify;">  A manutenção das máquinas também sofrerá uma grande revolução com o uso da tecnologia de realidade aumentada. Com o modelo ideal dentro da operação virtualizada ou &#8220;fábrica virtual&#8221;, no momento da manutenção, com o auxílio, por exemplo, de um óculos inteligente, como o Google Glass, a captura de imagens reais poderá ser feita e comparada, em tempo real, com os modelos predefinidos. Com isso, será possível identificar em pouco tempo as diferenças e tomar as devidas ações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Talvez você, empresário ou gestor, esteja se perguntando sobre os riscos desses dados caírem em mãos erradas, uma vez que no modelo tradicional a única forma de ter acesso a qualquer informação confidencial é por meio do acesso físico às dependências da empresa. Porém, com a digitalização de tudo, isso pode ser trafegado por meio de equipamentos sem fio, Internet e armazenados em nuvem ou servidores internos.</p>
<p style="text-align: justify;">  O modelo atual de segurança de dados já está bastante maduro, mas essa evolução da indústria exigirá cada vez mais evolução dos padrões, sistemas robustos e processos de segurança, principalmente porque dispositivos que nunca se conectaram a nada passarão a se conectar e transmitir dados na rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  A indústria 4.0 já é uma realidade e ela fará parte das nossas vidas por muitos anos. A Internet das coisas definitivamente veio para ficar e fazer essa transformação industrial acontecer de forma brilhante. Não existirá esta nova revolução industrial sem a IoT e, por mais que essa tecnologia seja melhor percebida por todos, quando a cervejeira se conecta à Internet e é possível saber exatamente o momento em que o nível de cerveja está baixo, o verdadeiro valor dela será percebido nas indústrias.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se você também é apaixonado por este tema como eu, fique à vontade para enviar uma mensagem para um bate-papo. Até o próximo artigo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fd1501f1837" data-id="69fd1501f1837" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Entenda a norma de cabeamento estruturado ANSI/TIA-568.2-D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 18:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 9]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
		<category><![CDATA[Categoria 8]]></category>
		<category><![CDATA[Conector]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Norma]]></category>
		<category><![CDATA[Norma ANSI/TIA-568.2-D]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[RJ-45]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd1501f28d0" data-id="69fd1501f28d0" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Entenda a norma de cabeamento estruturado ANSI/TIA-568.2-D</h1>

		</div>
	</div>
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			<p>Marcelo Barboza, da <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/">Clarity Treinamentos</a></p>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A principal norma de cabeamento estruturado dos EUA, uma das primeiras do mundo a tratar do tema, é a ANSI/TIA-568. Ela é dividida em 5 partes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Periodicamente, a TIA-568 passa por revisões, assim como a maioria das normas, para se atualizar em relação à tecnologia, produtos e melhores práticas adotadas. Uma letra ao final indica a revisão. A primeira revisão foi indicada com a letra “A”. A revisão seguinte recebeu a letra “B”, e assim por diante. Assim, o nome ANSI/TIA-568-C.2 indica a revisão “C” (3ª revisão) da parte 2 da referida norma.</p>
<p style="text-align: justify;">  Só que a quarta revisão (“D”) mudou a ordem desses dois indicadores, tornando o nome mais coerente com as demais normas. Os indicadores de parte e revisão se inverteram, de forma que a 4ª revisão da 2ª parte passou a se chamar ANSI/TIA-568.2-D.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas o que mudou na ANSI/TIA-568.2-D, em relação à revisão anterior? Em resumo, os principais pontos alterados foram:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A adição da configuração MPTL &#8211; Modular Plug Terminated Link.</li>
<li>Incorporação da Categoria 8 ao corpo da norma.</li>
<li>O reconhecimento de patch cords com bitola de condutor 28 AWG.</li>
<li>Considerações ao suporte ao PoE.</li>
</ul>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fd1501f2d5a" data-id="69fd1501f2d5a" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd1501f3087" data-id="69fd1501f3087" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h3></h3>
<h3><strong>A adição da configuração MPTL &#8211; Modular Plug Terminated Link</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O MPTL é um acréscimo aos outros dois modelos padrão de enlace que já existiam, o canal (CH) e o enlace permanente (PL). Basicamente, o CH é a configuração que agrega todo o cabeamento horizontal, incluindo todos os patch cords. Já a PL é a configuração que engloba apenas a parte “permanente” ou “fixa” do cabeamento, desde a terminação no rack até a terminação na tomada, sem os patch cords.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esta nova configuração atende aos anseios de muitos usuários e instaladores, que se sentiam “incomodados” ao instalar uma tomada de telecomunicações e um patch cord para conectar equipamentos fixos, principalmente próximos ao forro, como pontos de acesso wireless e câmeras de vigilância (CFTV). Nela, o cabo horizontal é terminado diretamente com um plugue RJ45 (macho), em campo, que será diretamente conectado ao dispositivo terminal. Os principais fabricantes de cabeamento já estão disponibilizando tais plugues, com garantia de desempenho, para confecção em campo, incluindo versões com desempenho de Categoria 6A e até mesmo Categoria 8.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma também dará provisionamento para a forma como um enlace MPTL deverá ser testado. O desempenho do plugue terminado em campo deverá ser incluso no teste. Isso é diferente dos requisitos de teste de um canal, que exclui o desempenho dos plugues das extremidades. Outra coisa a ser ressaltada é que a norma continua obrigando a utilização de tomadas e patch cords para a conexão de dispositivos de usuário nas áreas de trabalho, como desktops, notebooks, telefones e impressoras. Tais dispositivos podem mudar de lugar com frequência, por isso o requisito de utilizar patch cords em sua conexão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Incorporação da Categoria 8 ao corpo da norma </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A Categoria 8 de cabeamento de par trançado era parte de um adendo à norma TIA-568-C.2. Agora, fará parte da nova revisão 2-D. Lembramos que essa categoria, testada até 2000 MHz, permite a utilização de Ethernet a 40 Gbps sobre um canal Cat. 8 de até 30 metros, sendo um enlace permanente de 24 metros, mais dois patch cords de até três metros cada. Tal aplicação foi pensada para conexões entre equipamentos localizados na mesma fileira de racks de um data center, e permitirá a configuração MPTL para conexão direta ao servidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O reconhecimento de patch cords com bitola de condutor 28 AWG</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Anteriormente, apenas condutores 22 a 26 AWG eram reconhecidos para utilização em patch cords. Mas em racks de alta densidade, abrigando a terminação de centenas de cabos, isso poderia tornar a organização dos patch cords uma tarefa quase impossível.  Grandes quantidades de patch cords grossos poderiam também causar restrições ao fluxo de ar para a refrigeração de equipamentos ativos, causando seu sobreaquecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas patch cords com bitola reduzida, como 28 AWG, apresentam maior atenuação de sinal e maior resistência à corrente elétrica. Por esse motivo, a norma provê recomendações para restringir o tamanho de canais contendo patch cords 28 AWG. Patch cords 28 AWG deverão utilizar 1,95 como fator de correção. Por exemplo, um canal com 10 metros em patch cords 28 AWG poderá ter um máximo de 92,5 m, sendo 82,5 m para o enlace permanente, em vez dos tradicionais 90 m. Com o tempo, melhores práticas deverão ser desenvolvidas e aplicadas com tais patch cords para minimizar possíveis problemas com sua utilização em canais que utilizem PoE, especialmente acima de 30 W, que surgirão com sua nova versão, o four-pair PoE, ou 4PPoE.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Considerações ao suporte ao PoE</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a chegada do <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/uma-introducao-ao-poe/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">4PPoE</a>, que permite alimentação de quase 100 W pelo switch, garantindo um mínimo de 71 W no dispositivo remoto, começa a aumentar a preocupação com os projetos e instalações de sistemas em par trançado de forma a evitar anomalias na alimentação elétrica, como quedas excessivas de tensão e aumento exagerado da temperatura no feixe de cabos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Referências ao boletim técnico ANSI/TSB-184-A, Guidelines for Supporting Power Delivery Over Balanced Twisted-Pair Cabling, são feitas nessa nova revisão, assim como o requisito para um teste particularmente importante para o PoE, que é o desequilíbrio resistivo dentro dos pares e entre os pares do cabo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>O seu negócio precisa de SD-WAN?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 13:54:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Descubra como a SD-WAN pode ajudar a gerenciar e disponibilizar aplicações de forma segura e com qualidade entre filiais e sites remotos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd150200a1e" data-id="69fd150200a1e" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>O seu negócio precisa de SD-WAN?</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Gerenciar aplicações de forma segura entre filiais e sites remotos por meio da WAN é um desafio para os gestores de TI. Entenda como a SD-WAN pode ajudar na solução desse problema e facilitar a gestão do seu negócio.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Simone Rodrigues, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
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<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Garantir a entrega das aplicações entre filiais e sites remotos por meio da WAN é um grande desafio para as empresas. Os gestores de TI enfrentam dificuldades para gerenciar e disponibilizar de forma segura e com qualidade inúmeras aplicações, muitas de missão crítica e sensíveis à latência. Problemas de congestionamento de links, perdas de pacotes de transmissão e baixa produtividade dos funcionários remotos são frequentes e essas questões tendem a se agravar com o uso crescente de tecnologias como computação em nuvem, virtualização e vídeo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para acompanhar as novas tendências e facilitar a vida de quem opera e acessa as aplicações, as <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/wans-mais-ageis-e-flexiveis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">WANs precisam evoluir</a>. Nesse sentido, a abordagem SD-WAN ganha cada vez mais destaque ao utilizar uma combinação híbrida de qualquer tipo de link com políticas centralizadas e orquestradas de forma dinâmica por meio do caminho mais adequado da rede de longa distância com balanceamento automático da carga de trabalho e gerenciamento do congestionamento da infraestrutura. “As redes corporativas precisarão passar por mudanças para que os CIOs possam habilitar novos projetos. A SD-WAN vai ao encontro dessa realidade ao permitir que os requisitos de infraestrutura de rede sejam compatíveis com os de negócios”, comenta André Loureiro, gerente de pesquisa e consultoria da <a href="http://br.idclatin.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IDC Brasil</a>.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fd150200d03" data-id="69fd150200d03" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd150201001" data-id="69fd150201001" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Para Nuno Silveiro, especialista de redes da <a href="https://www.citrix.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Citrix</a>, fornecedora de soluções de TI e telecomunicações na nuvem, a SD-WAN é uma tecnologia disruptiva, que traz inteligência à rede, permitindo à área de TI gerir o seu tráfego com base na performance real de cada link. “Ganha-se programabilidade, automação, agilidade e qualidade de serviço”, resume o executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Silveiro ainda acrescenta que a SD-WAN tem um apelo ainda maior em ambientes descentralizados e com várias clouds, já que a tecnologia facilita a gestão de diferentes conexões. “A SD-WAN oferece visibilidade de toda a rede e aplicações a partir de um ponto único e sem falhas, com eficiência e maior produtividade. Isso é fundamental para a administração de ambientes multicloud, hoje muito comum nas empresas de todo o mundo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  As soluções SD-WAN da Citrix combinam seleção de caminho, roteamento de borda, segurança, QoS de ponta a ponta e otimização de WAN em tempo real. Traz banco de dados integrado e inspeção profunda de pacotes para identificar aplicativos e direcionar de maneira inteligente o tráfego da filial para a Internet, nuvem ou SaaS – software como serviço. Fornece roteamento de tráfego automático e failover para várias nuvens. “A Citrix oferece plataformas nativas de SD-WAN, onde todo do tráfego é monitorado num ponto único com base na qualidade e throughput dos links de Internet de forma dinâmica. Todos os pacotes são enviados de acordo com a qualidade do link para uma determinada aplicação”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O aumento da adoção da nuvem no ambiente corporativo, com estratégias de multicloud e híbridas, traz à tona a necessidade de criar uma nova abordagem para a WAN, na opinião de Rosano Moraes, vice-presidente Latam da <a href="https://www.riverbed.com/br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Riverbed</a>, empresa especializada no mercado de aceleração de aplicações e otimização de dados. “Hoje, as distâncias entre os usuários e as aplicações não estão apenas atreladas à matriz e à filial. Elas acontecem também na cloud, que tem um poder de agregação muito forte. Com a SD-WAN, a otimização das redes remotas renasce de uma forma totalmente estruturada, diminuindo problemas relacionados à latência e oferecendo mais agilidade e flexibilidade na entrega de serviços”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Riverbed fornece soluções de redes completas, incluindo desde a nuvem até a ponta, em um console de gerenciamento centralizado. “Garantimos desempenho da aplicação, segurança e visibilidade para a melhor experiência do usuário”.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Virtualização</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A virtualização das funções de rede (NFV) é um ponto chave na SD-WAN. AS WANs tradicionais, que contam com uma topologia estática e inflexível, não conseguem atender aos requisitos das novas aplicações. Assim, topologias de redes ágeis e dinâmicas com plataformas orientadas por software e baseadas em padrões abertos são fundamentais para melhorar a entrega dos serviços e a gestão da infraestrutura. “As novas aplicações se comportam como uma teia de microsserviços conectados, disponíveis nos data centers, provedores de serviços ou na nuvem. As WANs convencionais não têm capacidade para atuar com essa característica”, diz André André Andriolli, CTO da <a href="https://www.vmware.com/br.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">VMware </a>Latam, fornecedora de soluções de nuvem e mobilidade corporativa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como o modelo SD-WAN não depende de terceiros, os links MPLS, que têm alto custo, podem ser substituídos por conexões de Internet mais econômicas, como 4G, xDSL, FTTH e links dedicados, com seleções de caminhos inteligentes. “Nossas experiências com clientes comprovam que é possível ter uma economia de, no mínimo, 50%, em comparação com as redes tradicionais”, completa Andriolli.</p>
<p style="text-align: justify;">  No final do ano passado, a VMware adquiriu a VeloCloud, empresa especializada em SD-WAN na nuvem. As soluções da companhia são baseados nos conceitos de virtualização e nuvem. “Nossa tecnologia permite implantar uma filial em minutos. Somos especialistas em separar as aplicações da infraestrutura física. Esse é o nosso negocio há mais de 20 anos”, completa o executivo.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">SD-WAN e a transformação digital</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Na visão de Larisse Góis, gerente de tecnologia da <a href="https://www.la.logicalis.com/contact/brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Logicalis</a>, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação e comunicação, a SD-WAN traz recursos fundamentais para viabilizar a transformação digital. “A rede ganha inteligência para oferecer acesso rápido, seguro e eficaz as novas aplicações como realidade aumentada, big data, IoT – Internet das coisas e vídeo analytics. A tecnologia ainda permite um maior controle da WAN e melhor uso dos recursos disponíveis”, completa Larisse.</p>
<p style="text-align: justify;">  Loureiro, da IDC, concorda com Larisse. “A SD-WAN tem um papel muito importante na transformação digital. Com a cloud pública é possível provisonar um servidor em segundos, mas isso só faz sentido em infraestruturas ágeis e flexíveis”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Antes de tomar qualquer decisão, as equipes de TI precisam entender quais são as vantagens e os desafios que a tecnologia irá trazer ao negócio. “Um dos benefícios da SD-WAN é a sua capacidade de controlar as informações que trafegam na WAN para priorizar as aplicações mais importantes com foco na eficiência da operação. Uma loja de varejo, por exemplo, precisa garantir o acesso a seu banco de dados de mercadorias e a meios de pagamentos para funcionar com qualidade num momento de instabilidade de conexão”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além de suporte a vários tipos de conexão, é fundamental que um projeto de SD-WAN inclua segurança, controle centralizado e provisionamento zero-touch, bem como ferramentas de visibilidade da rede, automação de serviços e otimização da WAN. “A Logicalis desenvolve projetos de acordo com a necessidade de cada cliente, entregando a melhor composição de soluções para cada negócio. Oferecemos consultoria, implantação, manutenção e operação da rede”, completa Larisse.</p>
<p style="text-align: justify;">  Alexandre Nakano, diretor de IoT da <a href="http://www.ingrammicro.com.br/portal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ingram Micro</a> Brasil, distribuidora de soluções de tecnologia, recomenda que a equipe de TI faça um teste na infraestrutura de rede para saber se há necessidade de um upgrade ou mesmo a redução de contrato da plataforma. “Para que a implantação tenha sucesso é importante saber se vale a pena contratar um serviço de TI e, claro, treinar a equipe”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo ele, a SD-WAN simplifica a implementação e suporte a filiais e unidades regionais em qualquer lugar, abrindo caminho para que os provedores de serviços ofereçam mais agilidade, cobertura e retorno ao cliente. “É possível obter redução de custo e mais desempenho em determinadas aplicações. A grande mudança é que o cliente terá uma ideia mais clara de como a sua banda larga está trabalhando e o que exatamente o provedor está oferecendo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas todo esse processo passa por analisar as condições técnicas, identificar as áreas que exigem atualizações e preparar a rede para novos recursos digitais. “O ideal é ter uma visão geral da arquitetura e da estratégia de migração de ponta a ponta, alinhando os requisitos comerciais à estratégia de TI”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Ingram Micro é um distribuidor autorizado das principais soluções de SD-WAN do mercado. Além de produtos e soluções, seus serviços incluem recursos de logística e de mobilidade, suporte profissional técnico, soluções financeiras e auxílio na mudança de todo o mindset do cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.cisco.com/c/pt_br/index.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cisco</a>, fornecedora de soluções de redes e TI, está trabalhando em diversos projetos SD-WAN no Brasil. Segundo Marcelo Moreira, gerente de engenharia da companhia para a América Latina, os setores que mais demandam a tecnologia são o financeiro e varejo. “São mercados muito impactados pela transformação digital e com redes de alta capilaridade. Outros segmentos, como saúde e transporte, também começam a enxergar a SD-WAN como uma oportunidade de melhorar a eficiência de seus processos de negócios”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A companhia tem mais de 14 mil clientes de SD-WAN em todo o mundo. Suas soluções são gerenciadas na nuvem, com provisionamento zero- touch e recursos de segurança integrados, como firewall, IPS e filtro URL.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Moreira, o sucesso de um projeto de SD-WAN depende da decisão do cliente de como ele irá adotar a tecnologia, se a implantação e operação será feita em casa ou terceirizada como um serviço gerenciado de uma operadora ou integrador de serviços. “É preciso definir bem os casos de uso e motivações, como a demanda crescente de banda, migração das aplicações para a nuvem, redução de custos, com o modelo de execução”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="http://www.gdn.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GDN Tecnologia</a>, provedora de serviços na nuvem, possui uma plataforma multitenant própria baseada na tecnologia SDN/SD-WAN, da <a href="http://www.nuagenetworks.net/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nuage Networks</a> (Nokia), oferecendo conectividade SD-WAN as a service. “Nossa perspectiva para este mercado é bastante promissora, já que a tecnologia se aplica a toda empresa que possui uma rede de longa distância, desde pequenas e médias até as grandes corporações, não se restringindo apenas a usuários de MPLS. Estamos desenvolvendo parcerias com grandes operadoras para a oferta da solução”, comenta Mario Pires, executivo da companhia.</p>
<p style="text-align: justify;">  A GDN ainda desenvolve soluções on premisses com a implantação do sistema da Nuage no ambiente do cliente, não só para demandas SD-WAN, mas também para SD-DC e SDN para data centers. “As soluções da Nuage atendem demandas de SDN aplicadas ao data center e à WAN de forma integrada”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O executivo destaca que a SD-WAN, ao estabelecer uma rede overlay com a abstração da rede física (underlay), abre um universo de possibilidades, que não só permite a coexistência integrada de links de características distintas, como traz maior controle do comportamento de tráfego, aplicação a uma infinidade de políticas que organizam as diversas demandas e prioridades e segurança nativa com túneis dinâmicos criptografados, Internet break-out (tráfegos de filiais direcionados à Internet ou outras filiais podem sair diretamente e com segurança), além de maior capacidade total com balanceamento de carga baseado em políticas, microssegmentação e possibilidade de adição de serviços por meio de VNFs &#8211; Virtual Network Functions. “A solução também possui mecanismos de visibilidade e relatórios que ajudam de forma consistente no gerenciamento e controle da rede”.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Operadoras preparam suas redes para a SD-WAN</h3>

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			<p style="text-align: justify;">A <a href="https://www.embratel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Embratel</a> iniciou o seu projeto de SD-WAN em 2016. Hoje, a tecnologia já faz parte de seu portfólio de produtos. Para Alexandre Gomes, diretor de marketing da Embratel, a SD-WAN vai muito além da formação de rede, possibilitando uma evolução para as empresas agregarem valor ao seu negócio. “É uma tecnologia OTT – Over the top, agnóstica a acesso e que permite aos usuários trazerem o seu legado de links para compô-la. Logo, é mais custo-efetiva e de rápida ativação, com escalabilidade para serviços na cloud, como SaaS e IaaS”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o executivo, a Embratel adotou uma solução dedicada para a entrega de serviços SD-WAN, com redes com múltiplos acessos e WANs, balanceamento de aplicação, agregação de tráfego, segurança e Wi-Fi. “Temos rede uma totalmente adequada ao ecossistema digital de aplicações, com operação, manutenção e recuperação ágeis e simples e um portal com interface gráfica para a melhor gestão da solução”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.orange-business.com/br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Orange Business Services</a> também já está preparada para a oferta de serviços SD-WAN. Seu público-alvo são empresas multinacionais e de grande porte, que precisam de uma rede ágil, segura e flexível para atender às demandas do negócio e suportar a transformação digital. Um dos seus clientes é a Siemens, um projeto de transformação de rede que inclui mais de 1500 localidades em todo o mundo. “Acreditamos que até 2020 pelo menos 50% dos dispositivos de borda da WAN serão atualizados com dispositivos SD-WAN”, comenta Felipe Stutz, diretor de soluções para América Latina da Orange Business Services.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na avaliação do diretor, o principal desafio da tecnologia é integrar as plataformas com os sistemas legados. “Apesar de termos uma facilidade muito grande na integração do conceito de zero-touch, é preciso avaliar a integração de maneira criteriosa para evitar impactos no funcionamento da rede existente”, diz, o executivo, acrescentando que é imprescindível que as plataformas de SD-WAN estejam totalmente integradas às soluções de segurança e serviços na nuvem. “Esse é um aspecto que merece muita atenção das equipes de TI e de fornecedores da solução. A Orange tem trazido grande valor aos clientes com uma abordagem consultiva, implementando pilotos e avaliando todos esses pontos de acordo com a necessidade de cada cliente”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Orange oferece a solução SD-WAN nas modalidades Opex ou SaaS – software como serviço, ou seja, os clientes não precisam investir na aquisição dos equipamentos e licenças. Também é possível adquirir os equipamentos, com serviços opcionais. “A SD-WAN abre a possibilidade de integrar novos meios de conectividade na empresa e também de viabilizar a migração de serviços na nuvem de maneira segura. É possível usar redes públicas Internet e privada MPLS de forma simultânea, buscando o melhor uso dos diferentes meios. Os clientes ainda podem decidir manter parte do tráfego crítico ao negócio no MPLS, tendo maior garantia de desempenho e disponibilidade”.</p>
<p>&nbsp;</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>A preparação das redes para a chegada do 5G ao Brasil</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/preparacao-das-redes-para-o-5g-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=preparacao-das-redes-para-o-5g-no-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2018 18:40:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 7]]></category>
		<category><![CDATA[3G]]></category>
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		<category><![CDATA[4G]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes virtuais]]></category>
		<category><![CDATA[SDN]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
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					<description><![CDATA[O 5G vai exigir uma mudança no backstage, com a preparação, reestruturação e modernização da infraestrutura de rede para suportar um enorme volume de dados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd150203660" data-id="69fd150203660" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>A preparação das redes para a chegada do 5G ao Brasil</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">A chegada do 5G promete revolucionar a forma de consumo e interação das pessoas. Para que essa revolução chegue ao consumidor final, uma outra mudança precisa acontecer no backstage, com a preparação, reestruturação e modernização da infraestrutura de rede.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Fernando Capella, gerente nacional Brasil, da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.ciena.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ciena</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  A chegada da quinta geração da Internet móvel promete revolucionar a forma de consumo e interação das pessoas. Para que essa revolução chegue ao consumidor final, uma outra mudança precisa acontecer no <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/micro-ondas-e-onda-milimetrica-transporte-5g/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">backstage</a>, com a preparação, reestruturação e modernização da infraestrutura de rede, a fim de suportar o enorme volume de dados que transitará por todas as partes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Enquanto o 4G LTE na América Latina oferece velocidades médias de 5 a 25 Mbps para download de dados, o 5G pretende alcançar velocidades de até 10 Gbps e suportar até 100 vezes mais dispositivos (ou “coisas”, se pensarmos no IoT – Internet das coisas) conectados. Esse enorme salto em conectividade proporcionará um novo mundo de benefícios aos consumidores, assim como grandes oportunidades de crescimento para as empresas e órgãos governamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">  A chegada do 5G demandará maior densificação de rede e capacidade de banda. <a href="http://spacenews.com/itu-mobile-networks-want-some-c-and-ka-band-spectrum-for-5g2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Estima-se que as redes 5G</a> precisarão de 15 vezes mais espectro do que as tecnologias 2G, 3G e 4G combinadas. Trocando em miúdos, para que o 5G tenha sucesso, os operadores de redes móveis precisarão preparar suas redes para demandas futuras.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a previsão de enorme aumento de tráfego de dados, os pontos de interconexão, onde a rede móvel entrega o trafego para a rede fixa, serão muito mais pressionados. Para solucionar esse gargalo, sem prejuízo para o consumidor final e tornando realidade a conexão de infinitos dispositivos, será necessário aumentar a densificação, com melhor distribuição em pontos chave e maior capilaridade, além de aumentar a virtualização, com o objetivo de garantir mais agilidade na ativação de novas funções de rede.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">SDN e NFV</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As operadoras precisarão garantir que suas redes sejam flexíveis e capazes de ser fatiadas para atender às crescentes e mais variadas necessidades das cidades e populações. O fatiamento da rede cria redes virtuais, permitindo que clientes &#8211; ou aplicações -, com diferentes prioridades e requerimentos de segurança e latência, utilizem a mesma infraestrutura física para entregar o trafego ao destino final.</p>
<p style="text-align: justify;">  O segredo para isso ser feito em larga escala é a virtualização na forma de SDN &#8211; rede definida por software e de NFV &#8211; virtualização de funções de rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  O SDN e o NFV permitem uma alocação mais flexível e automática de recursos ao aproveitarem novas soluções de software, dando às operadoras a oportunidade de aumentar a capacidade de maneira econômica, aproveitando as economias de escala baseadas em nuvem. As redes 5G, por sua vez, precisarão ter escalabilidade, dinamismo e programabilidade de ponta a ponta.</p>
<p style="text-align: justify;">  O 4.5G ainda não alterou as estruturas do backhaul no Brasil. Ainda que seja um passo promissor em direção à evolução das redes móveis, ele é apenas uma ponte entre o presente e o futuro. Enquanto o 4G só funciona em uma banda, o 4.5G pode utilizar duas ou mais bandas simultâneas para transmitir dados usando “carrier aggregation”. Portanto, o backhaul para o 4.5G ainda é formatado da maneira tradicional e não será suficiente para suportar a migração para o 5G definitivo.</p>
<p> </p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Expectativas de implementação</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Para 2019, a expectativa é de que as redes no Brasil comecem a dar os primeiros passos para se adaptarem ao 5G. As operadoras podem começar a integrar as tecnologias de virtualização em seus planos para obter mais eficiência das redes 4G, enquanto otimizam suas capacidades para o que está por vir, além de se beneficiarem do 4.5G para atender a requisitos de latência.</p>
<p style="text-align: justify;">  Contudo, o 5G ainda tem um caminho longo para percorrer. A expectativa é que as primeiras implementações da tecnologia na América Latina ainda levem alguns anos, com projeção de alcançar 7% do total de conexões móveis na região em 2025, de acordo com o relatório <a href="https://www.gsma.com/mobileeconomy/wp-content/uploads/2018/05/The-Mobile-Economy-2018.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GSMA 2018</a>. Uma outra <a href="https://www.vodafone.com.br/internet-das-coisas-iot/iot-barometer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">pesquisa</a> também aponta que 40% dos executivos brasileiros, contra 36% na média mundial, já estão considerando o uso de novas soluções móveis como 5G, impulsionando o investimento em tecnologias relacionadas ao IoT no setor privado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Este, no entanto, é um primeiro vislumbre da evolução do 5G no país. Após as primeiras conexões, poderemos realmente entender a demanda local, que também ajudará a nortear o ritmo de expansão das redes móveis e a adaptação da infraestrutura para atender às reais necessidades.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
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		<title>GPON e xGPON nas redes de acesso banda larga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2018 22:32:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 6]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Algar Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
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					<description><![CDATA[Operadoras e provedores de Internet de todo o país já iniciaram a jornada para atualizar as suas redes de acesso. No radar estão tecnologias GPON e xGPON.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd150204ea0" data-id="69fd150204ea0" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>GPON e xGPON nas redes de acesso banda larga</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Operadoras e provedores de Internet de todo o país já iniciaram a jornada para atualizar as suas redes de acesso. No radar dessa modernização está a tecnologia GPON, uma rede óptica passiva com capacidade Gigabit, e sua evolução natural é a xGPON.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Simone Rodrigues, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  As redes de fibra óptica estão se espalhando por todo o país para atender à crescente demanda por maior largura de banda exigida pelas novas aplicações e a popularização dos dispositivos móveis. Operadoras e provedores de Internet já iniciaram a jornada para atualizar as suas redes de acesso com o objetivo de ganhar competitividade e gerar novas fontes de receitas. No radar dessa modernização estão os investimentos na tecnologia GPON, uma rede óptica passiva com capacidade Gigabit.</p>
<p style="text-align: justify;">  Basicamente, a tecnologia utiliza uma topologia ponto-multiponto com divisores ópticos passivos (splitters), permitindo que uma única fibra óptica seja compartilhada por múltiplos usuários, sem o emprego dos onerosos elementos ativos instalados no ambiente das operadoras de telecomunicações e provedores de serviços (OLT &#8211; Optical Line Terminal) e dos assinantes (ONU &#8211; Optical Network Unit). Essa característica reduz tanto o Capex como o Opex, já que a sua instalação requer menos infraestrutura física, diminuindo consideravelmente o custo de implementação, operação e manutenção.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Maior largura de banda</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A GPON foi padronizada pela ITU-T G.984 e desenvolvida a partir da necessidade das operadoras por maiores larguras de banda para downstream e upstream, além de mais eficiência e variedades de serviços. Ela permite uma taxa de divisão de 1:128, ou seja, cada porta PON suporta até 128 terminais de rede óptica.</p>
<p style="text-align: justify;">  A tecnologia tem capacidade de tráfego assimétrica, com velocidades de 2,5 Gbit/s em downstream e 1,25 Gbit/s em upstream. “Além da alta capacidade de transmissão, parte da rede de distribuição é compartilhada por vários usuários, diminuindo espaço para racks e consumo de energia elétrica, por exemplo”, comenta Diego Zaniol, gerente de segmento da <a href="http://www.intelbras.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Intelbras</a>, empresa nacional de equipamentos e soluções tecnológicas de segurança eletrônica, redes e telecom.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Zaniol, há um grande potencial de negócios para a tecnologia GPON no Brasil. Muitos provedores de Internet ainda utilizam redes baseadas em GEPON – Gigabit Ethernet Passive Optical Network, com velocidade simétrica de 1,25 Gbps e capacidade para até 64 ONUs por OLT. “Muitos já estão migrando ou construindo novas redes usando o GPON. Essa infraestrutura deve atender essas empresas por um bom tempo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O foco da Intelbras em GPON são os provedores de Internet. Para ganhar espaço nesse setor, a companhia desenvolveu uma ONU compatível com protocolos GEPON e GPON. “A grande vantagem é que é possível aproveitar os investimentos realizados nos equipamentos legados. Além disso, a migração pode ser feita em poucas horas e é transparente para o usuário”, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com produção nacional, o equipamento conta com função de roteamento PPPoE &#8211; Point-to-Point Protocol over Ethernet, permitindo ao provedor fazer a autenticação do cliente sem a necessidade de um roteador. É configurado de acordo com o protocolo IPv6 e pode ser instalada em caixas de distribuição junto a switches.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em 2018, a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/intelbras-inicia-producao-de-olt-no-brasil/">empresa lançou uma OLT nacional</a>. De acordo com Zaniol, com esse passo a empresa ganhou ainda mais competitividade. Assim como as ONUs, os produtos têm os benefícios de financiamento pelo BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra novidade é o software de gerenciamento, que permite monitorar os assinantes a partir de um único ponto. O software é gratuito e pode ser instalado em redes legadas. O portfólio da Intelbras também inclui os passivos, como splitters, cabos, conectores e caixas de emenda.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra empresa nacional com foco no mercado de provedores de Internet é a <a href="https://www.cianet.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cianet</a>, com sede em Florianópolis, SC. A companhia tem uma linha completa de soluções para redes GPON, incluindo equipamentos ativos (OLT e ONU) e passivos, cabos drops, caixas de emenda, além de máquina de fusão. Nesse último caso, a empresa conta com a parceria com a japonesa Fujikura.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Hellen Donato, líder de produtos da Cianet, as redes GPON são as mais indicadas para operadoras e provedores de Internet com um alto número de usuários e serviços. “O custo da tecnologia ainda é elevado para os pequenos provedores, em comparação a tecnologia GEPON. Mas ela é uma grande tendência, principalmente, por oferecer maior largura de banda e baixo custo de manutenção”.</p>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">xGPON</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A evolução da GPON é a xGPON, também conhecida como 10-GPON. A tecnologia foi desenvolvida pelo ITU-T e definida pela norma G.987. Tem comprimento de onda de 1270 a 1577 nm e permite uma taxa de divisão de 1:256.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nicolas Driesen, especialista em vendas técnicas da <a href="https://www.huawei.com/br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Huawei</a>, lembra que a tecnologia pode coexistir com as redes GPON atuais com a vantagem de oferecer maior capacidade por ramo de fibra da rede (10 Gbit/s em downstream e 2,5 Gbit/s em upstream). “O investimento da operadora é protegido. É preciso trocar a placa da OLT atual e a ONU do assinante. O maior custo é passar a fibra. Com a infraestrutura de cabo pronta, as operadoras podem expandir e utilizar a rede para vários serviços simultâneos, inclusive backhaul móvel, com o mesmo chassi e sem mexer na planta externa”.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">XGS-PON</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A XGS-PON segue as mesmas características da 10-GPON, porém oferece velocidades simétricas de 10 Gbps para dowstream e upstream.</p>
<p style="text-align: justify;">  Driesen, da Huawei, acredita que muitas operadoras devem optar pela XGS-PON, já que a demanda por capacidade e interfaces de 10 Gbps simétricas começa a se tornar realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  No mercado corporativo, as aplicações baseadas em cloud são um exemplo, já que elas dependem de uma conexão estável para o aproveitamento de todos os seus recursos de forma confiável e eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já o backhaul móvel para redes 4,5G e 5G requer 1 Gbps por site para downlink e uplink, além de baixa latência. Nas residências os conteúdos 4k, 8k e VR/AR devem ganhar espaço. Segundo estudos da Huawei, até 2020, em todo o mundo, cada usuário vai exigir capacidades de 1 Gbps, principalmente por conta de conteúdos em 8 k – no 4k cada usuário, em média, consome 35 Mbps.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Hoje o maior entrave da xGPON é o custo da ONU, que chega a ser três vezes maior do que na GPON. Mas isso deve mudar em breve. A tecnologia vem sendo adotada e discutida por operadoras em todo o mundo, principalmente na Ásia, e há vários testes em andamento, inclusive no Brasil”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Denominada MA5800, a plataforma da Huawei suporta as tecnologias de acesso GPON, xGPON e XGS-PON. Também está preparada para tecnologias futuras como TWDM-PON (40 Gpbs) e 100G PON. “Somos pioneiros em 100G PON”, destaca Driesen, acrescentando que a solução tem uma arquitetura distribuída e função de agregação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Opcionalmente, a companhia oferece o software de gerenciamento N2510, capaz de corrigir os pontos de falha de forma proativa, com localização rápida e precisa exibidas de maneira intuitiva em uma topologia lógica.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fd1502062f8" data-id="69fd1502062f8" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Automação e virtualização</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Na visão de Renato Bueno, gerente de marketing da <a href="https://www.nokia.com/pt_int" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nokia</a> para América Latina, o desafio das operadoras e provedores de Internet vai além das altas taxas de velocidades oferecidas pela fibra óptica e passa pelo reaproveitamento da infraestrutura legada, virtualização e automação, com os conceitos de SDN – redes definidas por software e NFV – virtualização das funções da rede. “Para dar conta de novas aplicações, como o 5G, sem aumentar o custo da operação, é preciso pensar em redes abertas, virtualizadas e com automatização fim a fim.   A Nokia enxerga o mercado de acesso como redes inteligentes. Esse modelo inclui plataformas mais rápidas, capazes de aproveitar a infraestrutura existente e de oferecer uma melhor experiência para o usuário, independente da tecnologia utilizada”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como exemplo de grandes consumidores de serviços baseados em 5G, ele cita as indústrias, com robôs cada vez mais presentes em diversos segmentos, e os carros conectados. “Para atender mercados tão variados e com serviços cada vez mais personalizados, a arquitetura dependerá de alta largura de banda com velocidades simétricas, baixíssima latência e agilidade. Mais uma vez a automação e a virtualização serão fundamentais para implementar funções de rede sob demanda”.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h3>Casos de uso</h3>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.algartelecom.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Algar Telecom</a> começou a implantar GPON em 2012. Hoje, 14% da sua base total de banda larga, com aproximadamente 600 mil portas, é atendida pela tecnologia. A companhia tem uma rede de fibra óptica com 48,5 mil km de extensão, cobrindo mais de 300 cidades em oito estados do país.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Luis Antônio Andrade Lima, diretor de tecnologia da Algar Telecom, até o final de 2018, a empresa terá 300 mil homepass GPON, cobrindo 50% de sua planta de banda larga. “Por enquanto, o GPON atende as nossas necessidades. Mas o xGPOn é o caminho natural para a criação de redes de alta capacidade, com flexibilidade de alocação de recursos de banda e capilaridade para as futuras tecnologias, como o 5G”, diz o executivo, acrescentando que a companhia já iniciou testes com o xGPON e esta discutindo a viabilidade do XGS-PON para começar os trials. “O custo do XGS-PON ainda é inviável. Mas é uma questão de tempo para a tecnologia ganhar escala”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das estratégias da Algar Telecom é avançar no mercado corporativo. Nesse sentido, o xGPON e XGS-PON terão um papel importante para viabilizar os novos serviços. Lima dá como exemplo o SD-WAN, que leva a flexibilidade das redes definidas por software para a WAN. “Já iniciamos a implantação do SD-WAN e temos clientes ativos. O GPON e as suas evoluções vão garantir que esse e outros serviços possam ser entregues com qualidade e confiabilidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com 10 anos de atuação, a <a href="http://www.fibralink.net.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fibralink</a>, provedor de Internet, de Marabá, PA, utiliza tecnologia GPON em toda a sua infraestrutura de última milha. “A GPON deve atender as necessidades dos nossos assinantes por um bom tempo. A nossa infraestrutura já está preparada para xGPON”, comenta Rodrigo Barroso Gonçalves, diretor executivo da Fibralink.</p>
<p style="text-align: justify;">  A rede óptica da empresa tem mais de 1000 km de extensão e cobre as cidades de Marabá e Parauapebas. São quatro anéis Metro Ethernet de 40 Gbps, com 10 chassis e 16 placas GPON.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Fibralink oferece serviços de Internet banda larga para usuários residências e corporativos, com velocidades de 10, 15 e 20 Mbps, além de links dedicados sob consulta.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inovação exige novos perfis de profissionais de telecom e TI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jul 2018 13:50:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 5]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
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					<description><![CDATA[Existe uma grande demanda para profissionais de telecom e TI em áreas como nuvem, mobilidade, data center, virtualização, segurança e IoT. Saiba como se preparar para atender às exigências do mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd150207dab" data-id="69fd150207dab" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Inovação exige novos perfis de profissionais de telecom e TI</h1>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Estudo da IDC aponta que em 2019 haverá uma falta de aproximadamente 450 mil profissionais de redes no Brasil. A maior demanda será para as áreas de vídeo, nuvem, mobilidade, data center, virtualização, analytics, segurança cibernética, IoT e desenvolvimento de software.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Ana Luiza Mahlmeister, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Pela velocidade com que se transformam, os mercados de TI &#8211; tecnologia da informação e telecomunicações têm vagas para profissionais de diversos perfis, exigindo atualização constante. Com um ritmo de inovação acelerado, há carência de especialistas e a estrutura de conteúdo dos cursos de formação ainda não dá conta dessa evolução.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um estudo realizado pela <a href="http://www.idcbrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IDC</a> com provedores de serviços e empresas de diversas verticais no Brasil mostra que em 2019 haverá uma falta de aproximadamente 450 mil profissionais de redes. A maior parte desse gap se refere à falta de capacitação: 62% é para tecnologias emergentes de vídeo, nuvem, mobilidade, data center, virtualização, analytics, segurança cibernética, IoT &#8211; Internet das coisas e desenvolvimento de software.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  As comunicações fazem parte do dia a dia, com conexões de Internet, TV e os celulares em qualquer parte do mundo. O profissional, portanto, tem que entender esse potencial de conectividade e auxiliar na otimização dos negócios, trazendo mais colaboração e consequentemente maior produtividade. “Antes o CIO sabia detalhes técnicos dos produtos, hoje ele tem que entender como a sua rede deve estar preparada para ajudar o negócio da empresa”, afirma Leandro Laporta, gerente de pré-vendas Brasil da <a href="https://www.orange-business.com/br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Orange Business Services</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  IoT e a rede 5G colocaram a conectividade como chave dos serviços, abrindo novas frentes de trabalho e popularizando outras tecnologias, como realidade aumentada e virtual. “É fundamental que o profissional tenha uma visão analítica sobre a utilização de cada aplicação nas diferentes verticais de negócios”, aponta Marcello Miguel, diretor executivo de marketing e negócios da <a href="https://www.embratel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Embratel</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ele ainda acrescenta que os requisitos de um carro conectado para entretenimento, acesso web ou assistência técnica, são muito diferentes dos de um carro autônomo, por exemplo. “Por isso, o profissional de telecom deve entender de integração de sistemas e também ter um perfil consultivo para atender bem os clientes”.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Conhecimento de software</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a virtualização, as redes se transformaram em plataformas de serviços, onde o software é a base da arquitetura. Os aplicativos definem desde as plataformas e a formatação de produtos, até os processos operacionais, as ferramentas de gestão e o atendimento aos clientes. Com a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/transformacao-digital-empresas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">transformação digital</a>, as empresas vão além das funcionalidades técnicas dos serviços, investindo na experiência do cliente que interage por um portal na web ou com um aplicativo móvel. “Um dos efeitos da virtualização e da computação em nuvem é que as redes deixaram de ser entidades separadas do ecossistema de TI e integram a infraestrutura dos sistemas corporativos em data centers, exigindo profissionais de redes que tenham grande conhecimento de software”, destaca Miguel.</p>
<p style="text-align: justify;">  A migração das plataformas para a nuvem e as futuras redes 5G abriram novos serviços como o SDN &#8211; Software Defined Networking e a NFV &#8211; Network Functions Virtualization. Outras tecnologias já estão associadas à nuvem como a IoT, sistemas analíticos (analytics), inteligência artificial, blockchain e segurança. Segundo Miguel, as empresas precisam de especialistas em mobilidade, data center, virtualização, ‘big data’, segurança cibernética, IoT, inteligência artificial e desenvolvimento de software. “Há também posições em que a principal competência requerida é de um generalista com excelente conhecimento das diversas tecnologias”.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Treinamentos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>  </strong>A fornecedora belga de transceptores ópticos <a href="https://www.skylaneoptics.com/en/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Skylane Optics</a> incentiva a reciclagem de seus profissionais com a participação de fóruns, trade shows, cursos a distância ou presenciais. “Toda a informação absorvida por estes colaboradores é repassada internamente para os demais em todas as filiais, pois a tecnologia que se usa na Bélgica ou nos Estados Unidos é a mesma no Brasil”, afirma Rudinei Carapinheiro, business developer da Skylane Optics. Uma das carências da empresa, segundo o executivo, são profissionais técnicos que falam inglês. “Participar de eventos internacionais ao menos duas vezes ao ano é primordial para qualquer profissional que queira permanecer neste setor”, avalia Carapinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Embratel investe em capacitação interna além de contratar treinamentos externos em novas tecnologias. “Temos um relacionamento muito próximo com os fabricantes e consultores para que os profissionais mantenham um diálogo contínuo com as fontes de inovação enquanto estão sendo geradas para troca constante de experiências e aprendizado”, diz Miguel.</p>
<p style="text-align: justify;">  A estratégia da provedora de serviços Orange é realizar treinamento interno com pessoal externo. “Quando estamos em uma empresa há muitos anos criamos vícios comportamentais, por isso é fundamental se reeducar e se reinventar, saindo do lugar comum”, afirma Laporta, da Orange. O treinamento interno feito por especialistas de fora da empresa, ajuda o colaborador a desenvolver novas visões e atitudes. Outras estratégias são incentivar parcerias com os clientes e investir no pessoal interno, mas também buscar profissionais do mercado para que a equipe ganhe com novas experiências.</p>
<p style="text-align: justify;">  A certificação e cursos de atualização são os principais requisitos dos profissionais que vão trabalhar na provedora de serviços <a href="https://www.tcs.com/">TCS</a>. “O essencial é que o colaborador busque sempre se capacitar para acompanhar a jornada das empresas rumo ao modelo de negócios 4.0”, destaca Parameswaran Ramani, head de human resources para a TCS no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por envolver algoritmos, as aplicações de inteligência artificial, machine learning, agile, “big data”, blockchain, requerem mais especialização em software e em gestão de projetos. Para suprir essa carência, a TCS oferece cursos de capacitação e treinamento em parceria com diversas instituições para a formação de mão de obra. Uma das iniciativas mais recentes foi o lançamento do curso de graduação de Design de Mídias Digitais, criado pela TCS em parceria com o <a href="http://www.cps.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Centro Paula Souza</a>, autarquia do Governo do Estado de São Paulo, que administra as Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e a Escolas Técnicas estaduais (Etecs).</p>

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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Novas competências</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a integração e conectividade entre os sistemas, o profissional de telecom não pode ficar restrito ao conhecimento dos protocolos de comunicação e tráfego de rede. Operações e soluções monolíticas já são legado e as empresas têm necessidade de conhecimentos em outros nichos tecnológicos, como a orquestração de múltiplas nuvens. “As áreas de recursos humanos ainda buscam profissionais com perfis e conhecimentos tradicionais, mas isto está prestes a mudar”, opina Michel Dalla Mariga Araujo, gerente da vertical telecom e service providers da <a href="https://f5.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">F5 Networks</a> Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  O 5G, IoT e a virtualização das funções de rede, além de outros movimentos tecnológicos, exigem um profissional capaz de aliar conhecimentos de TI, telecom e nuvem. “Profissionais que sabem codificar estão em alta: a nuvem exige conhecimentos de aplicações, redes, software e segurança”, diz Araujo. Em sua opinião, a oferta de profissionais qualificados, capazes de trabalhar com a nuvem de fato, ainda é bastante limitada no Brasil. “Aliamos treinamentos internos com a aquisição de novos talentos para renovar a cultura da organização nessas áreas”, afirma.</p>

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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Conhecimento sistêmico</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>  </strong>Profissionais com bons conhecimentos sistêmicos e capacidade analítica para resolver problemas de rede e propor soluções de projeto confiáveis e robustas são as principais demandas da <a href="http://www.hughes.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Hughes</a>, fornecedora de banda larga via satélite. Para Rafael Guimarães, presidente da companhia no Brasil, profissionais que unem conhecimentos de TI e telecom e conseguem navegar nestes dois mundos têm vantagens sobre os demais. Certificações de entidades de boa reputação também são considerados diferenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">  A empresa busca profissionais com conhecimentos sistêmicos amplos, porém, com experiências focadas em determinadas áreas de atuação, como a otimização de tráfego de redes e planejamento de capacidade. O novo profissional de telecom deve ser autodidata, ser capaz de aprender rapidamente e ter boa análise crítica.</p>
<p style="text-align: justify;">  “O que temos visto na nova geração é que uma das coisas mais importantes é a troca de experiência entre os profissionais, por isso a rede de contatos precisa ser ativa para encurtar o aprendizado”, afirma Yuri Fiaschi, head das Americas da <a href="https://www.infobip.com/pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Infobip</a>, empresa que oferece plataforma própria de mensagem para o mercado corporativo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os perfis interessantes para a Infobip são profissionais que entendam diversos modelos de negócios e suas necessidades, atraiam novos parceiros e clientes e saibam conectar diversas soluções. Para Fiaschi, há carência de mão de obra que entenda do ambiente de serviços, envolvendo desde a Internet e pagamentos digitais, até plataformas conectadas na nuvem e diretamente nas operadoras, agregando serviços como SMS, email, voz, aplicativos de mensageria abertos e proprietários.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma outra demanda é de pessoas que conheçam a fundo o ambiente de dados patrocinados, tanto do lado técnico como comercial. “Entre as novas competências exigidas está a inovação, agilidade, conscientização da diversidade, comunicação, raciocínio analítico, negociação e conhecimento das diversas indústrias”, diz Fiaschi. Ele alerta que não existem cursos suficientes para formar um profissional completo, e muitos falham na área prática. “Mais importante que o conhecimento técnico é estar extremamente atualizado com a situação do mercado e muito disposto a aprender, sem se acomodar”, ressalta Laporta, da Orange.</p>

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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Computação em nuvem</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A computação em nuvem integra a empresa ao mundo externo, exigindo um profissional que tenha uma visão de fora da companhia. “É preciso saber olhar para dentro e para fora ao mesmo tempo, e a visão externa deve ser ampla, englobando inclusive áreas que ele não administra, mas que fazem parte do escopo da corporação”, diz Laporta, da Orange.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra característica muito requisitada é de pessoas que saibam desenvolver relacionamentos estratégicos e tenham habilidades para a relação interpessoal com as diferentes áreas de negócio. “Fazer um colaborador se tornar técnico e especializado é algo simples por meio de treinamentos e dedicação, mas a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/autoconhecimento-e-competencias-relacionais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">habilidade interpessoal</a> e a inteligência emocional são mais raros e precisam ser trabalhados com muito cuidado e atenção”, alerta Laporta.</p>
<p style="text-align: justify;">  O especialista em software, seja em programação ou configuração de equipamentos, já traz em seu currículo um diferencial para entrar no segmento de telecom, avalia Luiz Altamir Corrêa Junior, <em>especialista em redes de computadores e segurança e professor da </em><a href="https://www.up.edu.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Universidade Positivo (UP)</a><em>, de Curitiba, PR. As</em> empresas buscam profissionais proativos, que se antecipam e solucionam problemas antes que eles ocorram “Outro diferencial é contar com uma pós-graduação e o inglês técnico nesse momento de conexão mundial para atender as expectativas das empresas”, diz Corrêa Junior.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ele destaca também que as certificações técnicas devem ser atualizadas periodicamente. Segundo o especialista, o mercado tem carência de cientistas de dados e profissionais para as áreas de segurança da informação, IoT, inteligência artificial e gestores de projetos.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Profissionais orientados à inovação com formação tecnológica especializada são muito requisitados”, afirma Paula Ferreira, gerente de gestão de talentos da <a href="https://www.angolacables.co.ao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Angola Cables</a> que comercializa capacidade em circuitos internacionais de voz e dados por cabos submarinos e tem um data center em Fortaleza, CE.</p>
<p style="text-align: justify;">  A empresa busca profissionais das áreas de engenharia, especializados em data center, redes e em transmissão. Em um mundo feito de software e dados, a maior dificuldade das empresas é ter previsibilidade no planejamento, por isso os gestores de projetos também estão em alta no mercado de trabalho.</p>

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		<title>Edge computing e os data centers modulares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 May 2018 19:10:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 4]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede]]></category>
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			<h1>Edge computing e os data centers modulares</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues, Editora da Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Os novos serviços e tecnologias, como o IoT – Internet das coisas, aplicações móveis e inteligência artificial, demandam uma rápida resposta e zero latência. Para tanto, o processamento das informações deve ficar o mais próximo possível dos usuários finais/clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Este cenário exige uma mudança da arquitetura de rede para um modelo baseado em <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/edge-computing/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">edge computing</a>, que aproxima a capacidade computacional de uma determinada demanda/serviço. Assim, os recursos ficam distribuídos na borda da rede, próximo aos dispositivos, sistemas e serviços exigidos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com o avanço do edge computing, os data centers modulares e micro data centers ganham destaque. Esse formato de data center dá mais agilidade aos gestores, diminuindo o tempo entre detectar a oportunidade de negócio e contratar a tecnologia para aproveitá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como mostra a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/vez-dos-data-centers-modulares/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">matéria Especial</a>, publicada nesta edição, o data center modular inclui ofertas compactas, como o micro data center ou o data center “in a box” e data center em contêineres.</p>
<p style="text-align: justify;">  A infraestrutura 5G também é beneficiada pelos data centers modulares, já que eles atendem as exigências da tecnologia por mais capilaridade e processamento em tempo real. “O mundo conectado será responsável por manter o nosso ambiente em funcionamento, sem interrupções ou atrasos e isso exigirá, cada vez mais, que as redes de comunicação e dados apresentem disponibilidade instantânea, de alta qualidade e a prova de falhas”, disse Rodrigo Shimizu, diretor do marketing corporativo da <a href="http://www.oi.com.br/">Oi</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esta edição também traz um <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/micro-ondas-e-onda-milimetrica-transporte-5g/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">artigo</a> sobre tecnologias de micro-ondas e ondas milimétricas para o transporte 5G. Hoje, mais de 50% dos sites móveis em todo o mundo são conectados por meio de links de rádio de micro-ondas ou ondas milimétricas, chegando a 90% em algumas redes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Boa leitura!</p>

		</div>
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