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	<title>Edição 03 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Edição 03 &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>SD-WAN é nuvem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mario Pires de Almeida Filho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jun 2018 22:46:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 03]]></category>
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			<h1>SD-WAN é nuvem?</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Mario Pires de Almeida Filho, da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="gdntech.com.br" target="_blank" rel="noopener">GDN Tecnologia </a></span></strong></h4>

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			<p style="text-align: center;"><span style="font-family: qanelas-black; font-size: 13px; color: #ffffff;">OUÇA O ÁUDIO COMPLETO</span></p>
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			<p style="text-align: justify;">  Em meio à avalanche de tecnologias envolvidas nos ambientes de TI e telecom, acreditamos que a média dos profissionais destas áreas está à vontade e entende todas as terminologias. Por exemplo, alguns <em>buzzes</em> do momento são SDN, SD-WAN, NFV e SD-“qualquer coisa”. O que já se fala na mídia e nas ofertas de fabricantes e provedores de serviço sugere que os profissionais de TI dominam completamente os fundamentos dessas tecnologias, como a abstração das redes físicas (underlay) em redes virtualizadas (overlay). Porém, recentemente ouvi de um cliente a seguinte pergunta: “afinal, SD-WAN é nuvem?”</p>
<p style="text-align: justify;">  A resposta a esta questão é não necessariamente, mas a tecnologia pode ser relacionada à nuvem. Em uma implementação clássica, uma empresa pode adotar SD-WAN mesmo sem ter nada relacionado à nuvem, seja privada ou serviços em nuvem pública, com a implementação de um software de gerenciamento e orquestração e CPEs (equipamentos de borda) programáveis em suas filiais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com isso, já é possível obter os diversos benefícios da tecnologia, como a instalação “zero-touch”, que requer o mínimo de intervenção para se ativar uma filial; segurança, com criptografia e serviços de firewall nativo; e, claro, políticas de distribuição de tráfego e uma série de serviços de visibilidade e gerenciamento, trazendo agilidade, segurança e visibilidade de toda a rede. Nesse caso, mesmo serviços em nuvem, como ERPs e armazenamento, podem ter os seus acessos otimizados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, se a empresa utiliza serviços em nuvem de forma intensa, onde mesmo os seus servidores ou parte deles estejam em provedores como AWS e Azure, a implementação de CPEs SD-WAN virtuais possibilita que os serviços se comportem como em seus próprios data centers, trazendo os benefícios de conectividade SD-WAN diretamente aos serviços em nuvem. Neste caso, uma instância de CPE virtual é implementada no site desses provedores e todo o ambiente é trazido para a rede corporativa, de forma segura e com todos os benefícios de controle da conectividade geridos como se fossem mais uma localidade da empresa. O serviço em nuvem fica literalmente associado ao ambiente da própria empresa e as políticas de gestão de conectividade também se aplicam a eles.</p>
<p style="text-align: justify;">  Finalmente, uma companhia pode contratar provedores de serviços em nuvem (CSP – Cloud Services Providers) também para a sua própria rede de longa distância. Esses provedores possuem infraestrutura própria para fornecer, orquestrar e gerenciar serviços de conectividade para redes de longa distância na forma de assinatura de prestação de serviços, disponibilizando também ferramentas de gestão para o autoprovisionamento e análise da saúde da rede, além de serviços de suporte e manutenção.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim, o SD-WAN é totalmente tratado como um serviço em nuvem e, portanto, com as características e a agilidade necessária aos negócios de cada empresa. Essa forma de implementação de SD-WAN favorece as companhias que preferem contratos por Opex, onde o SLA é a forma principal para gerir o serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">  Podemos concluir, portanto, que a tecnologia SD-WAN pode ser implementada desde o modelo Capex (compra de ativos), onde todos os recursos de rede necessários são de propriedade e gestão da empresa, não demandando necessariamente a relação com serviços em nuvem, até a contratação de todo o serviço por meio de provedores em nuvem (CSP), com a gestão via contratos de SLA.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Aprenda a desenvolver o autoconhecimento e competências relacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2018 14:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 03]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
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			<h1>Aprenda a desenvolver o autoconhecimento e competências relacionais</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Edgar Amorim, analista comportamental e coach </strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Desenvolver o autoconhecimento é algo de suma importância, porém dá um bocado de trabalho. O primeiro passo é tomar consciência de que existe essa necessidade – o que pode ser difícil. Depois, é necessário procurar o melhor caminho para desenvolver esse autoconhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando o assunto é competência técnica, fica fácil procurar onde obtê-la. Formações e cursos mais variados estão à disposição. Existem opções nacionais e internacionais para pós-graduação, mestrado e doutorado, nas mais diversas áreas de conhecimento e em instituições públicas e privadas. Porém, quando se trata de desenvolver competências comportamentais e de relacionamento a situação complica bastante.</p>
<p style="text-align: justify;">  Primeiro, porque existe um desconhecimento de como funcionam as técnicas e abordagens disponíveis: como funciona a psicoterapia? E o coaching? E tantos outros? Além disso, sempre há dúvida sobre qual profissional apoiar.</p>
<p style="text-align: justify;">  Vou procurar esclarecer um pouco sobre essas técnicas, para que cada pessoa possa buscar um caminho mais apropriado para desenvolver o autoconhecimento e as competências relacionais. Já citamos em <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/voce-realmente-sabe-quem-e/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">outra edição</a> que o que somos hoje foi construído ao longo de nossa infância.</p>
<p style="text-align: justify;">  Portanto, nossos hábitos, o jeito de se relacionar com as pessoas e até os traumas vieram da infância. Junte-se a isso a cultura brasileira e latina de um modo geral, que é bastante paternalista e dá muita importância à hierarquia. Isso dificulta ainda mais o desenvolvimento pessoal, que hoje exige muita proatividade, além de criatividade. Muitas vezes as pessoas ficam esperando que alguém faça por elas ou uma ordem para fazer. E o pior, em geral, elas não percebem que agem assim.</p>
<p style="text-align: justify;">  É muito difícil trabalhar essas questões sozinho, pois como funcionamos no automático, fica complicado perceber que uma determinada atitude pode estar nos prejudicando. Aí entra a necessidade de um profissional habilitado para ajudar a encontrar um caminho mais compatível com o desempenho que esperamos na nossa vida profissional – e até pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se a questão a ser trabalhada for atitudes que nos travam (medo, ansiedade, paralisia, etc.), provavelmente, a psicoterapia será o caminho indicado. Muitas vezes, esses tipos de comportamento estão ligados a traumas do passado e eles estão enraizados profundamente em nosso inconsciente. O trabalho psicoterapêutico explora o passado em busca de eventuais traumas que possam estar bloqueando o agir de forma adequada para se obter o objetivo almejado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Particularmente, na psicanálise uma das abordagens possíveis de psicoterapia é realizar uma análise da mente com uma cebola, onde é necessário retirar as várias camadas até alcançar o núcleo – que seria o trauma que trava. Com a consciência do motivo do trauma, toda a emoção associada a ele é liberada e o indivíduo passa a atuar sem bloqueios. Portanto, a psicoterapia é uma volta ao passado para resolver uma questão do presente – e isso pode demorar um pouco, já que as pessoas podem ter resistência para voltar ao passado. Por isso, junto com o trabalho de busca do trauma vem um trabalho de fortalecimento psicológico. As bases da psicoterapia surgiram com a psicanálise de Freud.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já no caso de um indivíduo que deseja atingir uma meta, mas tem dificuldade em tomar as atitudes para chegar lá, o coaching pode ser a indicação mais acertada. O coaching é uma metodologia que trabalha a mente do indivíduo para que ele atinja a tal meta. Esse profissional olha para o futuro e ajuda a pessoa a conseguir, por si só, chegar ao destino desejado.</p>
<p style="text-align: justify;">  O coaching pode ser considerado uma técnica para treinar a mente para atingir níveis altos de desempenho. Nos últimos anos, muita gente se formou em coaching. No entanto, como essa profissão não é regulamentada, muitas técnicas utilizadas não tem a ver com o coaching. Por isso, é importante tomar cuidado ao contratar esse tipo de profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Recentemente, uma novela retratou a indicação do coaching com hipnose para tratar um trauma. Isso foi um grande erro, pois o coaching não olha o passado e sim o futuro. Seu trabalho tem prazo determinado, em geral dez sessões para metas pessoais, quinze para coaching de carreira e trinta para coaching executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">  O método de coaching foi desenvolvido por W. Timothy Gallwey, um técnico de tênis, que trabalhava com jogadores com excelência técnica, mas que tinham resultados fracos em competições. Gallwey foi pesquisar o motivo desse efeito e acabou descobrindo a forte influência da mente no desempenho dos jogadores. Foi então que ele desenvolveu uma técnica, que posteriormente foi aplicada no mundo corporativo com excelentes resultados. Gallwey a descreve em seu livro “O jogo interior do tênis”, que é a base do coaching atual.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Agora que vimos algumas opções para o autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, aqui ficam algumas perguntas.</p>
<p>● Você está contente com a sua carreira?</p>
<p>● Em qualquer situação, o que você pode fazer para melhorar o seu desempenho profissional?Onde você pode buscar recursos para melhorar?</p>
<p>● Quanto a sua carreira depende de você? Dê evidências que confirme a sua resposta – ou será que é só um “achômetro”?</p>
<p>● Você está esperando que alguém faça algo que ajude a sua carreira ou tomou as rédeas dela e está seguindo um plano?</p>
<p>● Quando vai começar essa melhoria? Determine o dia, hora e local.</p>
<p style="text-align: justify;">Sucesso!</p>

		</div>
	</div>
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		<title>O padrão Wi-Fi 802.11 ax e as redes corporativas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2018 14:28:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 03]]></category>
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		<category><![CDATA[Wi-Fi]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fc82a382fbe" data-id="69fc82a382fbe" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O padrão Wi-Fi 802.11 ax e as redes corporativas</h1>

		</div>
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			<h4>Simone Rodrigues, Editora da Infra News Telecom</h4>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Com previsão de quadruplicar a taxa de transmissão de dados, o novo padrão Wi-Fi 802.11 ax promete facilitar a conexão de múltiplos dispositivos. Num ambiente corporativo, essa característica é um diferencial importante para dar conta de equipamentos móveis como telefones, tablets e desktops que circulam pelas empresas e usam a rede sem fio como complemento da cabeada.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como mostra a r<a href="https://wp.me/p9fmIX-v9" target="_blank" rel="noopener">eportagem especial desta edição</a> da Revista Infra News Telecom, a nova geração também ganha no alcance, podendo trabalhar nas faixas de frequência 2,4 e 5 GHz, enquanto a anterior (802.11 ac) opera apenas em 5 GHz.</p>
<p style="text-align: justify;">  A compatibilidade com dispositivos anteriores – baseados nos padrões 802.11 a/b/g/ac, é outro ponto de destaque. Já o OFDM 4x mais longo permite velocidades mais altas em uso outdoor, cobrindo distâncias maiores. OFDMA nos dois sentidos (DL/UL – downlink/uplink) dá mais eficiência, servindo simultaneamente múltiplos usuários com necessidades variadas de tráfego.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro recurso importante é o TWT &#8211; Target Wakeup Time, que permite que os dispositivos negociem quando e com que frequência serão despertados, ganhando maior tempo de bateria.</p>
<p style="text-align: justify;">  A versão final da norma deve sair na segunda metade de 2019, mas os fabricantes já anunciaram chips pré-padrão para acelerar a adoção. A previsão é de que as implementações comerciais ganhem força entre 2020 e 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">  Boa Leitura!</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Protocolos de comunicação para ambientes de Internet das coisas</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/protocolos-de-comunicacao-para-ambientes-de-internet-das-coisas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=protocolos-de-comunicacao-para-ambientes-de-internet-das-coisas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2018 13:34:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 03]]></category>
		<category><![CDATA[6LoWPAN]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicação]]></category>
		<category><![CDATA[IEEE 802.15.4]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Protocolos]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Thread]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Zigbee]]></category>
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					<description><![CDATA[O avanço da IoT traz o desafio de desenvolver novas formas de comunicação que se adaptam ao conceito, utilizando baixo consumo de energia e poder computacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fc82a383f82" data-id="69fc82a383f82" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Protocolos de comunicação para ambientes de Internet das coisas</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Este artigo apresenta um estudo com foco nos protocolos utilizados na abordagem IoT – Internet das coisas. A necessidade de criação de novos protocolos surgiu como uma solução para a grande expansão de objetos IoT e<br />
middlewares, que gerou diversos desafios de interoperabilidade e comunicação.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><a href="mailto:gioatf.rotta@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">Giovanni Rotta</a> e <a href="mailto:mario.dantas@ice.ufjf.br" target="_blank" rel="noopener">Mário Dantas</a>, do Dep. de Informática e Estatística (INE), da UFSC &#8211; Universidade Federal de Santa Catarina</p>
<p><a href="mailto:andrea@inf.ufsm.br" target="_blank" rel="noopener">Andrea Charão</a>, Dep. de Linguagens e Sistemas de Computação (DLSC), da UFSM – Universidade Federal de Santa Maria</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Vivenciamos uma transformação na maneira de enxergar a computação. Nos últimos anos, o conceito de computação ubíqua ou pervasiva ganhou um grande impulso com a chegada da Internet das coisas, que estimulada pelo desenvolvimento de dispositivos embarcados cada vez mais potentes e pelas possibilidades trazidas pela comunicação wireless, vem ganhando cada vez mais espaço entre pesquisadores e indústria.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, vamos analisar as diferentes formas de transmissão de dados no universo de IoT, assim como os seus padrões de comunicação e protocolos. Também vamos estabelecer uma comparação entre dois dos mais usados protocolos de comunicação na camada de aplicação.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Internet das coisas</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A Internet das coisas é um paradigma tecnológico, que tem por finalidade conectar aparelhos eletrônicos utilizados no dia a dia por meio da Internet. A ideia básica é a presença pervasiva de uma variedade de objetos, como sensores, atuadores e smartphones, capazes de interagir uns com os outros e cooperar com objetos vizinhos a fim de atingir um objetivo em comum. Ou seja, um mundo onde a Internet estará em todos os lugares e objetos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A IoT tem o potencial de mudar a maneira como vivemos, influenciando tanto o campo doméstico como o ambiente de trabalho. Na vida doméstica, a IoT pode ser aplicada nas casas automatizadas, assisted living, e-health e enhanced learning entre outros diversos usos. Já no mundo corporativo, os benefícios afetarão áreas de automação, manufatura, logística e transporte.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Protocolos IoT</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O modelo utilizado como referência será o TCP/IP, usado para os protocolos na Internet. Pelo fato da Internet das coisas ter sido baseada à princípio na Internet, o TCP/IP consegue descrever com naturalidade as camadas utilizadas na mesma. O modelo é dividido em quatro camadas: rede, Internet, transporte e aplicação.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>Rede</h2>
<p style="text-align: justify;">  A Camada de rede é definida como física, ou seja, corresponde às tecnologias usadas para a troca de pacotes. No caso da IoT, a comunicação na camada de rede se baseia em comunicação sem fio. Diversos padrões foram especificados para esta camada, como a série IEEE 802.11, 802.15.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Internet</h2>
<p style="text-align: justify;">  A tarefa da camada inter-redes é entregar pacotes onde eles são necessários. A ideia dos protocolos desta camada é endereçar, entregar e evitar congestionamentos.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Transporte</h2>
<p style="text-align: justify;">  No modelo TCP/IP, a camada localizada acima da inter-redes é chamada de “camada de transporte”. Sua finalidade é permitir que as entidades partam dos hosts de origem ao de destino, mantendo uma conversação.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Aplicação</h2>
<p style="text-align: justify;">  São protocolos de serviço específico de comunicação de dados em um nível processo a processo. O protocolo de aplicação mais utilizado para prover serviços web é o HTTP, porém ele possui muita complexidade computacional e tem um consumo de energia elevado para os dispositivos IoT.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Estudo sobre os protocolos IoT</h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Padrão IEEE 802.15.4</h2>
<p style="text-align: justify;">  O grupo da IEEE 802.15 especifica uma variedade de WPANs &#8211; Wireless Personal Area Network, entre eles Bluetooth, UWB, BAN, etc. O padrão estudado aqui, o 802.15.4, representa o maior padrão para low data rate WPANs. Seu principal objetivo é prover uma base para que outros protocolos possam ser adicionados nas camadas superiores (transporte, Internet e aplicação). Atua na camada de rede no modelo TCP/IP, enquanto que as camadas físicas e enlace atuam no modelo OSI. Assim, a camada física é responsável pela frequência, consumo de energia e modulação. Já a de enlace define o formato do dado.</p>
<p style="text-align: justify;">  O IEEE 802.15 é adotado por diversos grupos que atuam no desenvolvimento de objetos e protocolos IoT, como Zigbee Alliance e Thread Group. Ele define protocolos e regras de interconexões para comunicação de dados entre dispositivos utilizando baixas taxa de transferência e consumo, além de pouca complexidade, por meio de radiofrequência de curto alcance.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Zigbee</h2>
<p style="text-align: justify;">  O Zigbee é um conjunto de especificações desenvolvido pela Zigbee Alliance para utilização em residências inteligentes (smart home) e IoT, que define as camadas subsequentes às camadas estabelecidas pelo IEEE 802.15.4, oferecendo serviços de segurança, tolerância a erros e conexão de novos dispositivos. O Zigbee abrange as camadas referentes a Internet, transporte e aplicação do modelo TCP/IP.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Thread</h2>
<p style="text-align: justify;">  Outro conjunto de especificação para smart home e IoT é o Thread. Ele define camadas utilizadas em cima do padrão IEEE 802.15.4, porém não fornece a camada de aplicação. Sempre utiliza de padrões de protocolos abertos para garantir integridade dos pacotes, utilizando os protocolos UDP e 6LoWPAN. Fornece serviço de segurança e tolerância a erros.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">6LoWPAN</h2>
<p style="text-align: justify;">  Protocolo de permissão para que pacotes IPv6 sejam transmitidos em redes de baixo consumo de energia. Seu conceito inicial era permitir que os protocolos de Internet se estendessem para todos os tipos de dispositivos. Segue os padrões definidos no RFC 4944 e RFC 6282, que especificam transmissões IPv6 e sua compressão para camadas de rede IEEE 802.15.4. Sua principal tarefa é comprimir o cabeçalho TCP/IP e a mensagem enviada, diminuindo o custo de transmissão. Cabeçalhos TCP/IP possuem 128 bytes, enquanto o IPv6 apenas 40 bytes. Outras tarefas importantes do 6LoWPAN é a fragmentação e o reagrupamento de pacotes, assim como a sua distribuição dentro da rede.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fc82a386c2c" data-id="69fc82a386c2c" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1525355665537 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;">Camada de aplicação</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Aqui vamos analisar dois protocolos emergentes no mundo da Internet das coisas. Ambos apresentam características de baixo consumo, por possuírem mensagens pequenas, gerenciador de mensagens e pequeno overhead. Essas características são ideais para dispositivos embarcados.</p>
<p style="text-align: justify;">  ● MQTT &#8211; Message Queuing Telemetry Transport. Inventado pela IBM para comunicação entre satélites e equipamentos de extração de óleo. Possui confiabilidade e baixo consumo como requisitos de sua implementação, o que o torna grande candidato a ser aplicado nas redes IoT. Utiliza o modelo “publish/subscribe” e necessita de um broker MQTT para gerenciar e rotacionar as mensagens dentro da rede. É descrito como um protocolo de comunicação many-to-many. Uma das grandes vantagens do MQTT ´e a eficiência do modelo ‘pub/sub’, que também escala muito bem. Por utilizar o protocolo TCP, o MQTT já vem munido de segurança na rede. A dependência de um broker e a utilização do TCP podem ser um empecilho, pois ambos necessitam de um certo poder computacional para funcionar, impossibilitando o uso MQTT em dispositivos mais simples. Por necessitar de um broaker, o protocolo é uma boa opção para a comunicação remota/cloud, já que o servidor cloud atua como o broaker entre o dispositivo IoT e outros serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">  ● CoAP &#8211; Constrained Application Protocol. Protocolo que utiliza o modelo ‘cliente/servidor’, disponibilizando interação ‘request/response’ um para um, podendo também suportar multicast. Diferente do MQTT, o CoAP surgiu para suprir a necessidade em protocolos IoT e foi desenvolvido para interoperar com HTTP e com arquiteturas RESTful, por meio de simples proxies, tornando-se compatível com a Internet. Por utilizar o protocolo UDP, o CoAP apresenta menor consumo computacional e de energia. Seu uso permite um menor tempo de resposta quando acionado, pois mantém uma conexão ativa entre nodos. É mais indicado para o envio de comandos para nodos locais, por se tratar de uma arquitetura semelhante a HTTP. Também é mais utilizado em dispositivos com menos recursos computacionais.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fc82a386fb9" data-id="69fc82a386fb9" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Conclusões</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Com o surgimento e desenvolvimento da Internet das coisas, foi criado, também o desafio de desenvolver novas formas de comunicação que se adaptam ao conceito, utilizando baixo consumo de energia e poder computacional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Apesar dos esforços para padronizar e unificar os protocolos de comunicação, com o desenvolvimento de objetos de IoT realizado por diversos fabricantes, utilizando diferentes protocolos nas camadas mais superiores, como de aplicação, a interoperabilidade se mostrou um dos maiores desafios para essa nova realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Concluímos que, por conta da grande diversidade de protocolos, cada qual com suas características e peculiaridades, é necessário a investigação dos diferentes protocolos disponíveis, para assim, ter uma base de conhecimento para a melhor escolha em cada projeto.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Conheça o novo padrão Wi-Fi 802.11 ax</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/conheca-o-novo-padrao-wi-fi-802-11-ax/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=conheca-o-novo-padrao-wi-fi-802-11-ax</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2018 13:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 03]]></category>
		<category><![CDATA[802.11 ax]]></category>
		<category><![CDATA[AirTight]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fc82a388a80" data-id="69fc82a388a80" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Conheça o novo padrão Wi-Fi 802.11 ax</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">O protocolo ax promete tornar a taxa de transmissão de dados quatro vezes mais rápida e facilitar a conexão de múltiplos dispositivos em redes públicas, sem perda de capacidade.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p>Ana Luiza Mahlmeister, colaboradora da Infra News Telecom</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-69fc82a388cbe" data-id="69fc82a388cbe" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  A mudança de padrões acompanha a busca por maior eficiência. Com a transformação digital, as ondas tecnológicas ficaram mais curtas, exigindo agilidade na definição de novos parâmetros de equipamentos pela <a href="https://www.wi-fi.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Wi-Fi Alliance </a>e o<a href="https://www.ieee.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> IEEE.</a></p>
<p style="text-align: justify;">  O lançamento do padrão Wi-Fi 802.11ax vai deixar o atual 802.11ac de lado, com previsão de quadruplicar a taxa de transmissão de dados e ainda facilitar a conexão de múltiplos dispositivos em redes públicas, que geralmente perdem capacidade quanto maior o volume de aparelhos. Alguns fabricantes já anunciaram chips e equipamentos compatíveis com o 802.11ax, mas a adoção inicial começa a partir de 2019 e a implementação efetiva entre 2020 a 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">  O antigo padrão 802.11ac foi publicado em 2013. Bastante adotado entre as fabricantes ao longo dos últimos anos, ampliou as capacidades de antenas múltiplas (MIMO &#8211; M<em>ultiple-Input and Multiple-Output</em>), melhorando a transmissão do sinal de Internet. A tecnologia ainda apresentava pequenos gargalos ao receber muitos dispositivos simultaneamente, como em grandes eventos. Para superar o obstáculo, a nova geração de Wi-Fi ax traz a tecnologia MIMO-OFDM (<em>Orthogonal Frequency-Division Multiplexing)</em> que subdivide os sinais ainda mais e reduz a quantidade de interferência de redes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em teoria, a capacidade máxima do 802.11ax será acima de 10 Gbps, enquanto o atual padrão ac, hoje considerado o mais rápido, chega a 7 Gbps. Em testes realizados em ambientes controlados, a nova tecnologia foi capaz de ampliar em até 300% a velocidade de transferência dos dados, se comparada o padrão Wi-Fi 802.11ac. O avanço resulta de uma melhor utilização do espectro da rede, sem que seja necessário modificar a infraestrutura atual. A nova geração ganha no alcance, podendo trabalhar nas faixas de frequência 2,4 e 5 GHz, enquanto a anterior opera apenas em 5 GHz.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além do melhor desempenho em locais com muitos dispositivos, o padrão 802.11ax terá um melhor alcance através de paredes, obstáculo que costuma provocar algumas interrupções de sinal, e o consumo de energia dos aparelhos será reduzido, explica Fernando Neves, country manager da <a href="http://www.airtight.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">AirTight do Brasil</a> e coordenador do Grupo de Trabalho de Wi-Fi Seguro.</p>
<p style="text-align: justify;">  O protocolo 802.11ax permite a diferenciação de tráfego entre download, que direciona os dados de um ente central para um dispositivo, e o upload, que é o direcionamento do dispositivo para um ente central. “Em ambiente controlado este tipo de organização do tráfego alcançou velocidades de 10 Gbps, e a expectativa é de que o novo padrão, em ambientes normais, ofereça pelo menos quatro vezes as velocidades observadas em laboratório”, afirma Neves.</p>
<p style="text-align: justify;">  O espectro de 5 GHz, por meio de novas técnicas de modulação OFDMA &#8211; Orthogonal Frequency-Division Multiple Access permite o uso mais denso e eficiente das frequências existentes. “Um diferencial da nova tecnologia é a entrega de bandas mais altas de conexão a partir das frequências mais baixas”, explica Gustavo Brasil, gerente de networking da <a href="https://www.dellemc.com/pt-br/index.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Dell EMC</a> na América Latina.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fc82a388d79" data-id="69fc82a388d79" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1525355267960 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-3"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class='ult_hotspot_container ult-adjust-bottom-margin ult-hotspot-tooltip-wrapper ' style=>  <img class='ult_hotspot_image' src=https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Animacao-em-video.gif alt='null'/>     <div class='utl-hotspot-items ult-hotspot-item'><div class='ult-hotspot-item  ' style='top:-webkit-calc(31.47995283018868% - 22.5px);top:-moz-calc(31.47995283018868% - 22.5px);top:calc(31.47995283018868% - 22.5px);left: -webkit-calc(22.714285714285715% - 22.5px);left: -moz-calc(22.714285714285715% - 22.5px);left: calc(22.714285714285715% - 22.5px);' >  <div style='z-index: 39;position: relative;'>   <a data-link_style='tootip' data-mycust-id="hotspot-tooltip-6633"  data-ultimate-target='#hotspot-tooltip-6633 .ult-tooltipster-content'  data-responsive-json-new='{"font-size":"","line-height":""}' data-tooltip-content-style="width:250px;padding-top:25px;"data-tooltip-base-style="background-color:#ffffff;color:#495f82;" data-bubble-arrow="false" data-tooltip-offsety="22.5" class='ult-tooltipstered ult-hotspot-tooltip' href='#' data-status='show'><div class="ult-just-icon-wrapper  "><div class="align-icon" style="text-align:center;">
<div class="aio-icon  "  style="color:rgba(0,0,0,0.01);font-size:45px;display:inline-block;">
	<i class="none"></i>
</div></div></div><span class='hotspot-tooltip-content'>
&lt;p style=&#039;text-align: center;&#039;&gt;&lt;span style=&#039;font-family: qanelas-bold; font-size: 25px; color: #495f82;&#039;&gt;Velocidade&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&#039;text-align: center;&#039;&gt;&lt;span style=&#039;font-family: qanelas-regular; font-size: 20px; color: #495f82;&#039;&gt;Acima de 10 Gbps&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</span>  </a> </div><!-- ICON WRAP --></div><div class='ult-hotspot-item  ' style='top:-webkit-calc(23.036556603773583% - 22.5px);top:-moz-calc(23.036556603773583% - 22.5px);top:calc(23.036556603773583% - 22.5px);left: -webkit-calc(34.854910714285715% - 22.5px);left: -moz-calc(34.854910714285715% - 22.5px);left: calc(34.854910714285715% - 22.5px);' >  <div style='z-index: 39;position: relative;'>   <a data-link_style='tootip' data-mycust-id="hotspot-tooltip-9041"  data-ultimate-target='#hotspot-tooltip-9041 .ult-tooltipster-content'  data-responsive-json-new='{"font-size":"","line-height":""}' data-tooltip-content-style="width:400px;padding-top:25px;"data-tooltip-base-style="background-color:#ffffff;color:#495f82;" data-bubble-arrow="false" data-tooltip-offsety="22.5" class='ult-tooltipstered ult-hotspot-tooltip' href='#' data-status='show'><div class="ult-just-icon-wrapper  "><div class="align-icon" style="text-align:center;">
<div class="aio-icon  "  style="color:rgba(0,0,0,0.01);font-size:45px;display:inline-block;">
	<i class="none"></i>
</div></div></div><span class='hotspot-tooltip-content'>&lt;/p&gt;
&lt;p style=&#039;text-align: center;&#039;&gt;&lt;span style=&#039;font-family: qanelas-bold; font-size: 25px; color: #495f82;&#039;&gt;OFDM 4x mais longo &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&#039;text-align: center;&#039;&gt;&lt;span style=&#039;font-family: qanelas-regular; font-size: 24px; color: #495f82;&#039;&gt;&lt;span style=&#039;font-size: 20px;&#039;&gt;Velocidades mais altas em aplicações outdoor, cobrindo distâncias maiores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</span>  </a> </div><!-- ICON WRAP --></div><div class='ult-hotspot-item  ' style='top:-webkit-calc(19.622641509433965% - 22.5px);top:-moz-calc(19.622641509433965% - 22.5px);top:calc(19.622641509433965% - 22.5px);left: -webkit-calc(47.99776785714286% - 22.5px);left: -moz-calc(47.99776785714286% - 22.5px);left: calc(47.99776785714286% - 22.5px);' >  <div style='z-index: 39;position: relative;'>   <a data-link_style='tootip' data-mycust-id="hotspot-tooltip-9796"  data-ultimate-target='#hotspot-tooltip-9796 .ult-tooltipster-content'  data-responsive-json-new='{"font-size":"","line-height":""}' data-tooltip-content-style="width:450px;padding-top:25px;"data-tooltip-base-style="background-color:#ffffff;color:#495f82;" data-bubble-arrow="false" data-tooltip-offsety="22.5" class='ult-tooltipstered ult-hotspot-tooltip' href='#' data-status='show'><div class="ult-just-icon-wrapper  "><div class="align-icon" style="text-align:center;">
<div class="aio-icon  "  style="color:rgba(0,0,0,0.01);font-size:45px;display:inline-block;">
	<i class="none"></i>
</div></div></div><span class='hotspot-tooltip-content'>&lt;/p&gt;
&lt;p style=&#039;text-align: center;&#039;&gt;&lt;span style=&#039;font-family: qanelas-bold; font-size: 25px; color: #495f82;&#039;&gt;OFDMA no downlink e uplink&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&#039;text-align: center;&#039;&gt;&lt;span style=&#039;font-family: qanelas-regular; font-size: 24px; color: #495f82;&#039;&gt;&lt;span style=&#039;font-size: 20px;&#039;&gt;Mais eficiência, servindo simultaneamente múltiplos usuários com necessidades variadas de tráfego&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</span>  </a> </div><!-- ICON WRAP --></div><div class='ult-hotspot-item  ' style='top:-webkit-calc(23.16627358490566% - 22.5px);top:-moz-calc(23.16627358490566% - 22.5px);top:calc(23.16627358490566% - 22.5px);left: -webkit-calc(61.28348214285714% - 22.5px);left: -moz-calc(61.28348214285714% - 22.5px);left: calc(61.28348214285714% - 22.5px);' >  <div style='z-index: 39;position: relative;'>   <a data-link_style='tootip' data-mycust-id="hotspot-tooltip-3808"  data-ultimate-target='#hotspot-tooltip-3808 .ult-tooltipster-content'  data-responsive-json-new='{"font-size":"","line-height":""}' data-tooltip-content-style="width:450px;padding-top:25px;"data-tooltip-base-style="background-color:#ffffff;color:#495f82;" data-bubble-arrow="false" data-tooltip-offsety="22.5" class='ult-tooltipstered ult-hotspot-tooltip' href='#' data-status='show'><div class="ult-just-icon-wrapper  "><div class="align-icon" style="text-align:center;">
<div class="aio-icon  "  style="color:rgba(0,0,0,0.01);font-size:45px;display:inline-block;">
	<i class="none"></i>
</div></div></div><span class='hotspot-tooltip-content'>&lt;/p&gt;
&lt;p style=&#039;text-align: center;&#039;&gt;&lt;span style=&#039;font-family: qanelas-bold; font-size: 25px; color: #495f82;&#039;&gt;TWT &#8211; Target Wakeup Time&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&#039;text-align: center;&#039;&gt;&lt;span style=&#039;font-family: qanelas-regular; font-size: 24px; color: #495f82;&#039;&gt;&lt;span style=&#039;font-size: 20px;&#039;&gt;Permite que os dispositivos negociem quando e com que frequência serão despertados, ganhando maior tempo de bateria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</span>  </a> </div><!-- ICON WRAP --></div><div class='ult-hotspot-item  ' style='top:-webkit-calc(31.642099056603772% - 22.5px);top:-moz-calc(31.642099056603772% - 22.5px);top:calc(31.642099056603772% - 22.5px);left: -webkit-calc(72.140625% - 22.5px);left: -moz-calc(72.140625% - 22.5px);left: calc(72.140625% - 22.5px);' >  <div style='z-index: 39;position: relative;'>   <a data-link_style='tootip' data-mycust-id="hotspot-tooltip-3818"  data-ultimate-target='#hotspot-tooltip-3818 .ult-tooltipster-content'  data-responsive-json-new='{"font-size":"","line-height":""}' data-tooltip-content-style="width:400px;padding-top:25px;"data-tooltip-base-style="background-color:#ffffff;color:#495f82;" data-bubble-arrow="false" data-tooltip-offsety="22.5" class='ult-tooltipstered ult-hotspot-tooltip' href='#' data-status='show'><div class="ult-just-icon-wrapper  "><div class="align-icon" style="text-align:center;">
<div class="aio-icon  "  style="color:rgba(0,0,0,0.01);font-size:45px;display:inline-block;">
	<i class="none"></i>
</div></div></div><span class='hotspot-tooltip-content'>&lt;/p&gt;
&lt;p style=&#039;text-align: center;&#039;&gt;&lt;span style=&#039;font-family: qanelas-bold; font-size: 25px; color: #495f82;&#039;&gt;Compatibilidade com dispositivos anteriores&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&#039;text-align: center;&#039;&gt;&lt;span style=&#039;font-family: qanelas-regular; font-size: 24px; color: #495f82;&#039;&gt;&lt;span style=&#039;font-size: 20px;&#039;&gt;Assegurada pelo uso das mesmas frequências&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</span>  </a> </div><!-- ICON WRAP --></div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Melhorias em relação aos padrões anteriores</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Há várias diferenças importantes no novo padrão comparado aos anteriores. O OFDM 4x mais longo permite velocidades mais altas em uso outdoor, cobrindo distâncias maiores. OFDMA nos dois sentidos (DL/UL – downlink/uplink) dá mais eficiência, servindo simultaneamente múltiplos usuários com necessidades variadas de tráfego.</p>
<p style="text-align: justify;">  O 8&#215;8 MU-MIMO (DL/UL) dá mais capacidade, permitindo transmitir até 8 streams simultâneos para diferentes usuários, com mais eficiência na alocação de banda. Outro recurso importante é o TWT &#8211; Target Wakeup Time, que permite que os dispositivos negociem quando e com que frequência serão despertados, ganhando maior tempo de bateria, aponta Hamilton Mattias, diretor de marketing de produto da <a href="https://www.qualcomm.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Qualcomm</a> América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para as redes corporativas o maior benefício é melhorar a performance em ambientes de alta densidade, ou seja, com grande quantidade de dispositivos. O novo padrão de Wi-Fi é um diferencial importante para dar conta de equipamentos móveis como telefones, tablets e desktops que circulam pelas empresas e usam a rede sem fio como complemento da cabeada.</p>
<p style="text-align: justify;">  A compatibilidade com dispositivos anteriores – baseados nos padrões 802.11 a/b/g/ac é assegurada pelo uso das mesmas frequências. Ou seja, os clientes baseados nos padrões legados não terão problemas em acessar os novos roteadores. O investimento em novos equipamentos deve cair ao longo do tempo, sendo que o valor médio tende a diminuir cerca de 30% a 35% entre o lançamento dos primeiros dispositivos e o aniversário de 12 meses deste lançamento, prevê Neves, da AirTight.</p>
<p style="text-align: justify;">  A adoção do novo padrão deve ser acompanhada de uma análise criteriosa sobre o custo—benefício, uma vez que os primeiros equipamentos serão mais caros em sua oferta inicial, opina Fábio Simonagio, diretor de engenharia da <a href="http://www.linktelcorp.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Linktel</a>. “A mudança de modulação vai exigir equipamentos com processadores de última geração, encarecendo o custo da infraestrutura”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com maior capacidade de tráfego de dados, os novos dispositivos vão usufruir de mais velocidade. “Essa alteração é transparente para os usuários, na medida em que não gera qualquer mudança na operação ou latência na gestão da rede”, afirma Brasil, da Dell EMC. De acordo com o executivo, o padrão Wi-Fi 802.11ax acompanhará as novas cargas de trabalho móveis e o aumento do consumo de dados trazidas pela transformação digital. “O novo padrão é compatível com as tecnologias legadas e também permite um processo de migração em fases, sem exigir a alteração de toda a rede de uma vez só”, ressalta. Quando conectados, os dispositivos compatíveis com a tecnologia anterior (802.11ac) funcionarão limitados por sua própria capacidade de transmissão de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Dell fez uma parceria com a <a href="https://www.aerohive.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Aerohive</a>, fabricante de pontos de acesso Wi-Fi, e uma das pioneiras na oferta de produtos com a nova tecnologia. “Nosso diferencial é a possibilidade do gerenciamento da rede Wi-Fi via nuvem”, diz Brasil. A implantação da tecnologia Aerohive em um ambiente de rede permite aos gestores fazer a manutenção da infraestrutura de qualquer local, dando mais flexibilidade à operação, explica o executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das empresas que participa da definição do novo padrão 802.11ax é a <a href="http://www.huawei.com/br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Huawei</a> com representantes no comitê do IEEE. O projeto, segundo Nicolas Driesen, diretor de marketing e soluções em rede fixa da Huawei, foca em performance por usuário com otimizações nas redes sem fio WLAN, MAC e PHY. “O padrão 802.11ax é ideal para ambientes abertos e com alto tráfego de dados, enquanto o anterior beneficiava usuários únicos em locais fechados. As métricas agora devem focar na experiência do usuário, média por fluxo de estações sem fio e cobertura por área, em vez de picos de conexão”, afirma o executivo.</p>

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			<h3 style="text-align: justify;">IoT, nuvem e os novos chips 802.11 ax</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A massificação da Internet das coisas (IoT – Internet of Things) também exigirá mais capacidade das redes sem fio. “Essa infraestrutura deve suportar a conexão de uma quantidade cada vez maior de dispositivos, incluindo sensores, elementos de automação e segurança com ampla cobertura”, afirma Sergio Scarpin, gerente de P&amp;D da <a href="https://www.furukawalatam.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Furukawa Electric Latam</a>. A Furukawa tem equipamentos para redes corporativas (pontos de acesso e controladoras) no padrão 802.11ac. Tem ainda Wi-Fi embarcado nas ONTs GPON, para o mercado de provedores de Internet. A versão para uso residencial é nos padrões 802.11n ou 802.11ac.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com o crescimento do uso de dispositivos móveis nas empresas, as pessoas exigem cada vez mais o acesso fácil aos dados na nuvem. “O novo padrão permite uma área maior de cobertura e acesso rápido e seguro a esses dados e aplicações, além de funcionar como complemento de rede de acesso, principalmente para as operadoras de telecomunicações”, completa Driesen, da Huawei. Ele vai beneficiar também ambientes com alta densidade de usuários, como estádios, aeroportos e shopping centers.</p>
<p style="text-align: justify;">  A versão final da norma deve sair apenas na segunda metade de 2019, por isso os fabricantes anunciaram chips pré-padrão (“11ax-ready or 11ax-compatible”) para acelerar a adoção. No início do ano a Intel divulgou que está expandindo seu portfólio com o padrão 802.11ax em chipsets para roteadores domésticos e gateways para cabos e fibras. Segundo a empresa, o padrão 802.11ax traz níveis mais elevados de gerenciamento e eficiência da rede, recurso crítico para um futuro conectado com as redes celulares de quinta geração (5G).</p>
<p style="text-align: justify;">  A Qualcomm lançou o IPQ8074, um chip com 12 streams (4&#215;4 em 2,4 GHz e 8&#215;8 em 5 GHz) que suporta a tecnologia em mesh networking Wi-Fi SON. “Esperamos a publicação do draft 3 em maio e do standard no final de 2019 quando teremos uma linha de produtos mais completa”, aponta Mattias, da Qualcomm.</p>
<p style="text-align: justify;">  A fabricante <a href="https://www.ruckuswireless.com/pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ruckus Networks </a>pretende lançar equipamentos com suporte para IEEE 802.11ax no segundo semestre de 2018. Serão pontos de acesso com rádios e 2,4 e 5 GHz para 802.11a/b/g/n/ac/ax. “Os padrões finais serão publicados pelo IEEE em 2019 e esperamos que a tecnologia esteja bastante difundida até 2020”, afirma Marcelo Molinari, diretor técnico da Ruckus Networks. Ele explica que a solução ax traz menor latência e menos congestionamento da rede, graças ao uso de OFDMA, que é a mesma tecnologia de multiplexação utilizada pela rede LTE.</p>
<p style="text-align: justify;">  O padrão 802.11ax suporta uma quantidade maior de canais e tons de transmissão, utiliza símbolos OFDM com maior duração e menos overhead, além de uma forma de modulação mais avançada (1024-QAM), resultando numa velocidade bruta de transmissão de 9600 Mbps com 8 streams de rádio.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro ponto-chave do novo padrão é um aperfeiçoamento dos recursos de segurança com o protocolo WPA3, uma evolução do WPA2, que integra um novo tipo de criptografia para troca de dados, mesmo em redes sem proteção por senha. Desta forma, as informações trocadas pelos dispositivos ficarão sob a guarda de uma chave única, dificultando a interceptação dos registros, pois será preciso quebrar a codificação.</p>
<p> </p>

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		<title>Saiba como o blockchain pode garantir transações mais seguras e eficientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Longinus Timochenco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 May 2018 19:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 03]]></category>
		<category><![CDATA[Bitcoin]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Hacker]]></category>
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		<category><![CDATA[Satoshi Nakamoto]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da informação]]></category>
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					<description><![CDATA[Com as ameaças de crimes cibernéticos mais sofisticadas, temos o desafio de explorar e fornecer um acesso forte e seguro – strong ID – para o Blockchain.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fc82a38b31d" data-id="69fc82a38b31d" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Saiba como o blockchain pode garantir transações mais seguras e eficientes</h1>

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			<p><strong>Longinus Timochenco,</strong><strong> da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://stefaninirafael.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Stefanini Rafael</a></span></strong></p>

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			<p style="text-align: center;"><span style="font-family: qanelas-black; font-size: 13px; color: #ffffff;">OUÇA O ARTIGO</span></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Com as ameaças de crimes cibernéticos mais sofisticadas, temos o desafio de explorar e fornecer um acesso forte e seguro – strong ID – para o Blockchain. O termo vem sendo adotado como um grande guarda-chuva para descrever um conjunto de tecnologias que envolve a arquitetura distribuída de sistemas computacionais, estruturas de armazenamento de dados, protocolos de comunicação e criptografia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Basicamente, a cadeia de blocos pode ser definida como um grande banco de dados público, remoto e praticamente inviolável, no qual podem ser registrados arquivos digitais de todo tipo, de textos a imagens e softwares. Cada item armazenado é datado e dá origem a uma espécie de assinatura, formada por uma sequência de letras e números.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os dados das transações realizadas, no caso da moeda digital ou de informações das mais variadas origens, são replicados em diversos computadores, formando o peer-to-peer, sistema de envio de dados ponto a ponto, sem uso de um servidor central.</p>
<p style="text-align: justify;">  Este processo torna possível que empresas e pessoas de qualquer parte do mundo realizem pagamentos e outros tipos de troca de forma transparente, ágil, abrangente, segura e extremamente barata.</p>
<p style="text-align: justify;">  O fato de ser uma rede descentralizada torna o bitcoin praticamente impossível de ser hackeado. Diferente do AirBnB e do Uber, o bitcoin não é uma empresa ou entidade. Criador do bitcoin, Satoshi Nakamoto programou o algoritmo que sustenta a moeda para funcionar de uma maneira em que as transações são agrupadas em um bloco, a cada 10 minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ele desenhou um sofisticado e inteligente sistema de recompensas, visando incentivar aqueles que validam as transações que estão sendo incorporadas ao blockchain, no caso dos mineradores. A cada vez que um novo bloco é resolvido, o que significa que o minerador verificou todas as transações do bloco e que elas foram comprovadamente validadas, aquele bloco minerado é adicionado ao livro registro, na sequência de todos os outros blocos que já foram mineradores no passado. Automaticamente, os registros de todos os mineradores são atualizados para refletir aquela última adição na corrente de blocos, sendo que aquele que realizou o último trabalho de verificação é recompensado.</p>
<p style="text-align: justify;">  O código do bitcoin é programado para automaticamente liberar um certo montante de bitcoins para o minerador que trabalhar mais rápido naqueles últimos 10 minutos. É assim que novos bitcoins entram em circulação, sem a necessidade de uma autoridade central controlar o seu suprimento, como acontece com as moedas tradicionais. O montante da recompensa foi programado para cair pela metade a cada 210 mil blocos minerados, ou a cada quatro anos. Este mecanismo foi desenhado com o objetivo de controlar o suprimento e limitar a inflação da moeda.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando o bitcoin foi lançado em 2009, o minerador recebia 50 bitcoins por bloco minerado. Em 2012, o bloco de número 210 mil foi minerado e a recompensa caiu para 25 bitcoins, o que significa que, a cada 10 minutos, 25 novos bitcoins entram em circulação. Espera-se que, em 2040, a recompensa por bloco minerado chegue a zero e que o montante total de bitcoins atinja o seu suprimento máximo, que, de acordo com o código criado por Satoshi Nakamoto, será de 21 milhões de unidades de bitcoin.</p>
<p style="text-align: justify;">  A partir daí, nenhum outro bitcoin poderá ser criado. Assim, a recompensa para os indivíduos responsáveis pela verificação das transações, no caso os mineradores, deverá mudar de um sistema de recompensas por bloco minerado para um esquema baseado em taxas de transação.</p>

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	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Blockchain 2.0</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">  O blockchain 2.0 tem potencial para ser utilizado em outras indústrias, além da área de finanças. No negócio da música, por exemplo, ele pode ser usado na gestão de direitos autorais e na coleta de royalties, a partir de streaming digital e downloads. Pode ser utilizado para registros de ativos e gerenciamento de coisas como imóveis, veículos ou de máquinas com a possibilidade de cobrar (com precisão), levando-se em consideração o uso.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um dos principais diferenciais das aplicações de blockchain é a transparência. Cada usuário tem a capacidade de verificar a integridade de sua cópia na cadeia de blocos e qualquer nó é capaz de determinar a validade de uma transação, sem referência a uma autoridade central.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra vantagem é a criptografia nas transações que são adicionadas ao livro registro. O sistema foi desenhado com base em um conjunto de regras pré-programadas, com o objetivo de torná-lo à prova de violação. Seu grande valor está no fato de que é bastante fácil transformar qualquer tipo de informação (palavras, números, equações, detalhes de transações financeiras) em um <em>hash</em>, mas é praticamente impossível fazer o caminho inverso e transformá-lo nas informações originais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nesse sentido, cada bloco de blockchain é um <em>hash</em> específico. O <em>hash</em> subsequente é atrelado ao <em>hash</em> anterior, e assim, sucessivamente, fazendo que o <em>hash </em>de um bloco sempre esteja atrelado àquele imediatamente anterior. Isso faz com que o blockchain seja à prova de violação ou de qualquer tipo de ataque hacker.</p>
<p style="text-align: justify;">  O que podemos concluir é que o blockchain permitirá a criação de redes mais seguras, nas quais os dispositivos que utilizarem a IoT &#8211; Internet das coisas poderão se interconectar de forma confiável, evitando ameaças como a falsificação de dispositivos. Por ser uma tecnologia nova, comparável à Internet no início dos anos 90, ainda teremos grandes mudanças. O certo é que esta revolução já começou para gerar uma série de oportunidades para os diversos segmentos de negócios.</p>

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		<title>Como integrar equipamentos de 10, 40 e 100 Gb com eficiência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2018 18:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 03]]></category>
		<category><![CDATA[10 GbE]]></category>
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		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fc82a38d0a7" data-id="69fc82a38d0a7" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como integrar equipamentos de 10, 40 e 100 Gb com eficiência</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Com a fibra de 40 Gb se tornando uma opção padrão em data centers, conectar novos equipamentos em ambientes 10 Gb já existentes é um desafio. Adicionando mais complexidade, fica claro que as empresas de todos os tamanhos também precisam estar preparadas para integrar velocidades de 100/120 Gb e superior.</h2>

		</div>
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			<h4><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.tripplite.com/" target="_blank" rel="noopener">Tripp-Lite</a></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A crescente demanda por acesso mais rápido a grandes volumes de dados, aliada aos padrões emergentes de rede de alta velocidade e ao avanço da tecnologia, está provocando um profundo impacto na infraestrutura de rede. Com a fibra de 40 Gb se tornando uma opção padrão em data centers, conectar novos equipamentos em ambientes 10 Gb já existentes é um desafio. Adicionando mais complexidade, fica claro que as empresas de todos os tamanhos também precisam estar preparadas para integrar velocidades de 100/120 Gb e superior.</p>
<p style="text-align: justify;">  A customização dos cabos breakout era uma alternativa, quando não havia outras soluções disponíveis. Porém, esse modelo aumentava os custos, atrasava os projetos e apresentava um cenário de pesadelo para atualizações e reparos. Nesse cenário, os patch panels modulares surgiram como uma alternativa madura e altamente escalável para personalizar os cabos breakout. Atualmente, os patch panels modulares integram, de forma fácil e conveniente, equipamentos com diferentes velocidades para atender às necessidades de conectividade com economia de custos, além de prepararem a rede para o futuro.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fc82a38d387" data-id="69fc82a38d387" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3>Uma demanda ilimitada de largura de banda</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Hoje, a tecnologia é parte de praticamente tudo o que fazemos e produzimos, por isso não é surpresa que o volume de dados digitais continue crescendo exponencialmente. Segundo o estudo <a href="https://www.emc.com/leadership/digital-universe/index.htm#2014" target="_blank" rel="noopener">Annual EMC Digital Universe Study 2014</a>, realizado pela EMC, em parceria com a IDC, o tráfego mundial de dados passará de 4,4 trilhões de Gigabytes em 2013, para 44 trilhões de Gigabytes em 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">  Inúmeros fatores alimentam esse resultado, tanto por parte dos consumidores finais quanto do mercado corporativo. Entre eles estão a computação em nuvem, big data, virtualização de servidores, mídia social, computação móvel, streaming de vídeo e a proliferação de objetos conectados à rede, também conhecida como <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/iot-internet-das-coisas-na-industria/" target="_blank" rel="noopener">IoT &#8211; Internet das coisas</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao mesmo tempo, a demanda dos usuários por acesso mais rápido a todos esses dados também está aumentando, contribuindo ainda mais para o apetite aparentemente insaciável por largura de banda. Não faz muito tempo, as redes Ethernet que suportavam velocidades de 10 Mbit/s eram consideradas incrivelmente rápidas. Atualmente, a maioria dos data centers adotou as redes de fibra de 10 Gigabit como tecnologia padrão e a fibra óptica de 40 Gb está se tornando comum nos centros de dados. Nos data centers da próxima geração, as redes de 100/120 Gb serão uma exigência &#8211; e as de 400 Gb certamente já estão a caminho. Vale ressaltar que as velocidades Gigabit (Gb) são referenciadas de várias maneiras e diferentes fontes. Por exemplo, 40 Gb pode ser chamada de 40 GbE, 40 Gbit/s, 40G, 40GE, 40G-Base, 40 Gbit, 40Gbit/s, 40 Gigabit ou 40 Gigabit Ethernet.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fc82a38d73d" data-id="69fc82a38d73d" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1524682802388 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fc82a38da2b" data-id="69fc82a38da2b" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Foram necessários 15 anos para o 10 Gb substituir o 1 Gb como norma. Porém, cinco anos aprovação do padrão IEEE 802.3ba-2010, a fibra de 40 Gb está ganhando terreno sobre a de 10 Gb. Com essa mudança se acelerando, não é mais uma questão de se, mas sim quando as empresas de todos os tamanhos precisarão integrar velocidades de rede mais altas.</p>
<p style="text-align: justify;">  À medida que é inevitável misturar soluções de 10 e 40 Gb em um data center, é preciso ter certeza de que a infraestrutura legada de 10 Gb pode ser conectada com os novos equipamentos de 40 Gb. Também é preciso considerar a conectividade com os padrões de rede futuros, já que as velocidades inevitavelmente subirão para 100/120 Gb ou mais. Ter várias velocidades coexistindo dentro do mesmo data center não é novidade, mas o cabeamento óptico paralelo usado para velocidades de transmissão de dados de 40 Gb e mais apresenta um novo desafio de conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao analisar mais de perto os dois principais tipos de transmissão de dados digitais (serial e paralela), pode-se lançar alguma luz sobre o motivo de a conectividade ter se tornado mais complexa.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fc82a38e0a6" data-id="69fc82a38e0a6" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Transmissão serial</h2>
<p style="text-align: justify;">  A fibra de 10 Gb usa um tipo de transmissão serial onde os dados são enviados sequencialmente, um bit por vez. Uma fibra de transmissão dedicada e uma de recepção dedicada, conhecidas como um par de fibras duplex, criam o canal de 10 Gb usado para completar o circuito de dados. Normalmente, a conectividade serial é obtida por meio de um conector LC duplex. O conector LC é a interconexão mais comum implantada em data centers, especialmente para aplicações de rede de alta densidade.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;">Transmissão óptica paralela</h2>
<p style="text-align: justify;">  Até recentemente, não era possível atingir velocidades acima de 10 Gb usando um único cabo de fibra duplex. Melhorias na transmissão serial aumentaram o limite para 25 Gb, porém velocidades de 40 Gb e mais exigem uma alternativa chamada de transmissão óptica paralela, que emprega vários pares de fibra duplex para transportar mais dados e obter velocidades mais altas. Por exemplo, a transmissão óptica paralela alcança a velocidade de 40 Gb combinando quatro pares de fibra duplex de 10 Gb para criar um canal de 40 Gb. O mesmo princípio se aplica para velocidades de 100 e 120 Gb e superiores. Um canal de 100 Gb inclui dez pares de fibra duplex de 10 Gb e assim por diante. Aqui são citados os pares de fibra duplex de 10 Gb porque eles representam melhor as aplicações mais comuns dos data centers atuais. Mas os princípios de transmissão óptica paralela também podem ser aplicados aos pares de fibra duplex de 25 Gb para atingir velocidades ainda maiores ou reduzir o número de fibras necessárias. Por exemplo, um canal de 100 Gb exige quatro pares de fibra duplex de 25 Gb, em vez de dez pares de fibra duplex de 10 Gb.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na transmissão óptica paralela, a conectividade é obtida usando conectores MPO, também conhecidos como conectores MTP (um conector MPO de alto desempenho fabricado e registrado pela empresa norte-americana US Conec). Os conectores contam com 12 ou 24 fibras (6 ou 12 pares de fibra duplex) e essa opção é indicada nos data centers porque pode aproveitar os lasers de baixo custo e os cabos multiuso.</p>
<p style="text-align: justify;">  Equipamentos projetados para velocidades de 10 Gb ou menos possuem portas de fibra duplex de dois cabos para transmissão serial, enquanto equipamentos de 40 e 100/120 Gb possuem portas de fibra MPO/MTP de 12 e 24 fibras para transmissão paralela. Devido aos diferentes tipos de cabos envolvidos, conectar os equipamentos de 10 Gb, projetados para transmissão serial, com novos switches de alta velocidade e dispositivos que exigem transmissão óptica paralela é uma tarefa complicada, exigindo novas soluções que não estavam disponíveis antes dos switches de 40 Gb entrarem em cena.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Conectividade</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Dois tipos de soluções foram desenvolvidas para conectar equipamentos de 10 Gb a equipamentos de maior velocidade no mesmo data center: o cabeamento breakout e os patch panels modulares. É importante entender os benefícios e desafios de cada solução para selecionar o que melhor atende às necessidades de conectividade atuais e futuras.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fc82a38eb03" data-id="69fc82a38eb03" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>Cabeamento breakout</h2>
<p style="text-align: justify;">  Um cabo breakout é um cabo multifio, geralmente feito sob medida, dividido em vários cabos duplex. Por exemplo, um cabo breakout de 40 Gb possui quatro cabos duplex 10 Gb individuais, totalizando oito fios. Já o cabo breakout de 100 Gb tem 10 cabos duplex e 20 fios. Um cabo breakout possui conectores LC em uma extremidade e um conector MPO/MTP na outra.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><em><strong>Como eles trabalham</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">  Para entender como uma solução inovadora de cabeamento funciona, suponhamos que se queira integrar servidores de 10 Gb em uma rede de 40 Gb. Para cada porta no switch, será necessário um cabo breakout com um conector MPO/MTP em uma extremidade e quatro conectores LC duplex na outra. O conector MPO/MTP é conectado na porta do switch de 40 Gb e cada conector LC duplex é conectado a uma porta de 10 Gb em cada servidor. Cada switch pode ter 32 ou mais portas MPO/MTP.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><em><strong>Os benefícios</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">  O principal benefício de usar as soluções de cabeamento de breakout é que os equipamentos com velocidade mais lenta podem ser conectados a equipamentos de alta velocidade com sucesso, como os servidores de 10 Gb e o switch de 40 Gb do exemplo acima. Até 128 dispositivos de 10 Gb podem ser conectados a um único switch de 32 portas e 40 Gb.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fc82a38ee8a" data-id="69fc82a38ee8a" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8 vc_col-has-fill"><div class="vc_column-inner vc_custom_1524682926529"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2>Principais desafios</h2>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">● Avaliação de requisitos. A maioria dos cabos breakout é feita sob medida. No entanto, pode ser difícil determinar com precisão o comprimento ideal antecipadamente. A tendência é superestimar o tamanho dos cabos, o que inevitavelmente leva ao excesso de cabos.</p>
<p style="text-align: justify;">● Congestionamento de cabos. Se visualizar um switch de rede de 1U conectado a 32 ou mais cabos breakout, cada um com 4 cabos duplex no lado do servidor, é fácil perceber como a quantidade de cabos quebrados aumenta o congestionamento e a confusão. Essa “síndrome do espaguete” reduz a eficiência e dificulta muito o gerenciamento de cabos.</p>
<p style="text-align: justify;">● Tempo de entrega e custo. Como a maioria dos cabos breakout é feita sob medida, eles são mais caros do que os cabos disponíveis no mercado e exigem prazos mais longos entre o pedido e a entrega. Isso pode atrasar os projetos e aumentar os custos, especialmente ao considerar projetos grandes e de alta densidade com extensivos requisitos de cabeamento.</p>
<p style="text-align: justify;">● Etiquetagem. Ao usar tantos cabos breakout, rotular o material é absolutamente essencial. Porém a variedade de cabos torna difícil rotulá-los de forma clara e precisa, interferindo na sua capacidade de solucionar problemas de forma efetiva e eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">● Reparo. Um problema com um único fio ou conector pode tornar todo um cabo breakout personalizado não funcional. Como eles não estão disponíveis para pronta entrega, isso aumenta a interrupção da rede e o tempo de inatividade. E quando o novo cabo breakout estiver finalmente no lugar, você deve se lembrar de re-etiquetar tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">● Flexibilidade e escalabilidade. Os cabos breakout são difíceis de reconfigurar quando você adiciona ou atualiza equipamentos, exigindo frequentes revisões da infraestrutura de cabeamento. Essa característica não é apenas de alto custo e demorada, mas limita a sua capacidade de planejar adequadamente o crescimento. Isso é especialmente problemático, pois a expansão de portas e de bandas inevitavelmente exigirá a integração de novos padrões de cabeamento de rede.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;">Patch panels modulares</h2>
<p style="text-align: justify;">  Os patch panels modulares são compostos por racks montáveis em suportes projetados para abrigar uma variedade modular e removível de cassetes de fibras. Sustentando vários padrões de cabeamento de rede de fibra, os cassetes são fáceis de misturar, combinar, adicionar e substituir à medida que as suas necessidades de conectividade aumentam e mudam.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><em><strong>Como eles trabalham</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">  Os cassetes de fibras modulares são a chave para esta solução. Disponíveis em múltiplas variações, os cassetes permitem interconectar diferentes velocidades de fibra simplesmente conectando cabos duplex LC padrão de um lado do cassete e um ou mais cabos padrão MPO/MTP padrão no outro lado.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><em><strong>Os desafios</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">  O maior desafio é selecionar uma solução de patch panel modular com os recursos e a capacidade para atender às necessidades atuais da empresa, bem como flexibilidade e escalabilidade para se adaptar e crescer conforme as necessidades futuras. Como a proposta é trabalhar com uma solução que possa fornecer conectividade em um futuro previsível, também faz sentido trabalhar com um fabricante bem estabelecido, no qual haja a certeza de que vai oferecer novos cassetes modulares para suportar novos padrões nos próximos anos.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2>Principais benefícios</h2>

		</div>
	</div>
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			<p>● Integra diversos padrões de cabeamento. Permitem conectar diversos padrões de cabeamento de rede sem problemas, incluindo 10/10, 10/40, 40/40, 10/100/120 e 40/100/120 Gb, bem como futuros padrões.</p>
<p>●  Usa cabo padrão. Como as conexões usam cabos padrão disponíveis no mercado, é possível fazer alterações e reparos sem os atrasos e despesas adicionais associadas ao cabeamento personalizado.</p>
<p>●  Fornece flexibilidade e escalabilidade. À medida que novos padrões de cabeamento são integrados para suportar velocidades de rede mais altas, pode-se simplesmente trocar os cassetes existentes por novos cassetes que suportam os novos padrões. A rede pode crescer e mudar sob demanda, sem o trabalho oneroso e dispendioso de substituir os canais de ponta a ponta.</p>
<p>●  Reduz o congestionamento de cabos. Folga de cabos reduzida significa menos desordem, menos confusão e uma infraestrutura de cabeamento facilmente organizada e melhor identificada. A solução também permite gerenciar os cabos em qualquer direção &#8211; horizontal ou vertical, frontal ou traseira.</p>
<p>● Suporte padrão. Suportam padrões de cabeamento de rede estruturada ANSI/TIA-942 para data centers.</p>
<p>●  Economia de espaço. Ao gerenciar densidades de portas e velocidades variadas em um único patch panel de alta densidade, há economia de espaço no rack, ajudando a reduzir os custos do data center. Um único patch panel pode gerenciar até 168 portas de 10 Gb.</p>
<p>●  Investimentos adequados. Com uma solução modular, pode-se comprar e carregar apenas os cassetes necessários no momento, enquanto reserva espaço para futura expansão.</p>

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	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Soluções de baixa complexidade para aplicações de alta densidade</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Inserir e remover cabos de fibra em aplicações de alta densidade pode ser extremamente desafiador. Como os cabos estão muito próximos, não há espaço para os dedos, assim inserir e remover cabos geralmente requer ferramentas especiais. No entanto, alguns fabricantes oferecem cabos LC e MPO/MTP com conectores de abas que podem serem manipulados sem ferramentas, maximizando a conveniência e a acessibilidade.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">O cobre <em>versus</em> a fibra</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  É verdade que a fibra parece estar vencendo o cobre no concurso de popularidade em novas instalações e atualizações de cabeamento de alta velocidade. Leve, fina e durável, a fibra pode transmitir dados com confiabilidade em velocidades mais altas e maiores distâncias com perda mínima de sinal. No entanto, o cobre continuará a desempenhar um papel importante na infraestrutura de rede, particularmente nas bordas de uma rede estruturada. Com o cabeamento de fibra e cobre provavelmente irão coexistir nos data centers nos próximos anos, especialmente quando os fabricantes desenvolverem novos produtos com maior capacidade e maior flexibilidade. Mas soluções inovadoras serão necessárias para fornecer conectividade. Por exemplo, para equipar algumas soluções de patch panel modular com cassetes que forneçam Categoria 6A e portas SFP. Isso permite misturar e interconectar cabos de cobre e fibra de 1 a 120 Gb em um único painel de alta densidade.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Escolhendo com sabedoria para hoje e amanhã</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao determinar a melhor solução de conectividade para as necessidades do seu data center, deve-se considerar vários fatores. Esses incluem:</p>
<p style="text-align: justify;">● Velocidade e largura de banda. Que tipos de equipamento são necessários para se conectar a que velocidades? Quais são os seus requisitos atuais de densidade de portas?</p>
<p style="text-align: justify;">● Flexibilidade. Com que facilidade pode inserir, remover e rotular/etiquetar cabos?</p>
<p style="text-align: justify;">● Gerenciamento. A solução ajudará a evitar folgas e congestionamentos excessivos nos cabos? Pode-se escolher gerenciar os cabos em qualquer direção &#8211; horizontal ou vertical, frontal ou traseira? Como será a facilidade de instalação quando você precisar integrar novos equipamentos que suportem velocidades de rede mais altas?</p>
<p style="text-align: justify;">● Escalabilidade à prova de futuro. Quais são as necessidades da empresa para daqui cinco e 10 anos? A solução é projetada para crescer junto com a empresa?</p>
<p style="text-align: justify;">●  Custo. Qual solução é mais econômica? Nesse item é preciso de considerar o custo total, incluindo o custo dos cabos e outras substituições necessárias, tempo e custo de mão de obra para instalação e modificação, economia de espaço no rack e custo de inatividade, se os cabos não puderem ser substituídos imediatamente.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Data center à prova de futuro</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Com velocidades de rede cada vez mais altas, é bom garantir que o investimento na atualização e construção de sua infraestrutura de rede seja gasto com sabedoria. Soluções de cabeamento breakout serviram para um propósito importante quando os switches de 40 Gb entraram no mercado pela primeira vez e exigiram soluções imediatas de conectividade. Os cabos breakout sempre foram uma solução improvisada, exigindo uma substituição de ponta a ponta toda vez que se atualizava o equipamento. No entanto, eles eram um recurso necessário à espera de uma solução mais madura para emergir.</p>
<p style="text-align: justify;">  O desenvolvimento de soluções de patch panels modulares tem sido um agente decisivo. Projetados para a máxima densidade de conexão, flexibilidade, escalabilidade e compatibilidade com os padrões de rede de alta velocidade existentes e emergentes, eles atendam às necessidades de conectividade atuais, ao mesmo tempo em que investem no futuro. As soluções de patch panel modular sustentam sua capacidade de planejar, implantar e atualizar a sua rede para atender à crescente demanda por largura de banda adicional e maior velocidade. Ao selecionar a solução de patch modular correta para seu o data center, bem como um fabricante confiável que oferecerá suporte à solução nos próximos anos, é possível confiar que todos os componentes de sua infraestrutura de cabeamento continuarão funcionando juntos sem problemas à medida que a velocidade aumenta de 10 e 40 Gb para 100/120 Gb e além.</p>

		</div>
	</div>
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