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	<title>Edição 15 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Edição 15 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>Como aplicar o big data no mercado financeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 19:12:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 15]]></category>
		<category><![CDATA[Algoritmos]]></category>
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					<description><![CDATA[Big data é um conjunto de tecnologias que permite capturar, armazenar e processar um grande volume de informações com a velocidade requerida na atualidade. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb3abecb85" data-id="697cb3abecb85" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como aplicar o big data no mercado financeiro</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Big data é um conjunto de tecnologias que permite capturar, armazenar e processar um grande volume de informações com a velocidade requerida na atualidade. Os profissionais podem analisar as grandes massas de dados e alcançar novos insights para a área financeira, ajudando definir as melhores estratégias de negócios.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Augusto Guagliano, Head de analytics da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.a10br.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">A10</a></span>, Consultoria em Analytics</h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  A tecnologia e o volume de dados têm influenciado a forma como as empresas realizam as suas operações. De acordo com a IBM, mais de 2 quintilhões de bytes são criados diariamente em formato de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Big data é a tecnologia (ou um conjunto de tecnologias) que permite capturar, armazenar e processar todo este volume de informações com a velocidade requerida na atualidade. Os profissionais podem analisar as grandes massas de dados e alcançar novos insights de negócios para a área financeira e, assim, transmitir à diretoria quais são as melhores estratégias que devem ser adotadas.</p>
<p style="text-align: justify;">  O volume crescente de dados produzidos no mundo e o desenvolvimento de novos algoritmos para explorar o poder computacional disponível são utilizados para aumentar ainda mais a eficiência dos negócios. No cenário financeiro, os profissionais conseguem utilizar essas informações para identificar comportamentos e projetar tendências, buscando maximizar lucros e reduzir custos operacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora prever o futuro seja impossível, a análise de dados e o estudo de parâmetros atuais permitem desenvolver modelos matemáticos que trazem maior precisão na tomada de decisões das empresas e, consequentemente, otimizar e aprimorar a qualidade de seus serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na área financeira, o big data tem mudado a forma com que os gestores estão tratando a oferta e a disponibilidade de serviços. Grandes volumes de dados, adequadamente processados, permitem que todas as decisões sejam baseadas em dados confiáveis (data-driven) e, portanto, trazem mais segurança à empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Abaixo, listo alguns exemplos de como a área financeira pode se beneficiar do big data, como a tecnologia pode ser aplicada e no que ela tem influenciado para aprimorar e melhorar serviços.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Controle e redirecionamento dos custos</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Seja por redes sociais, customer relationship management (gestão de relacionamento com o cliente) ou até mesmo pelo site das empresas, os profissionais da área estão conseguindo estudar o público-alvo para saber exatamente quais são as suas preferências e necessidades.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com isso, as estratégias e os recursos financeiros passaram a ser melhor direcionados. O tempo de reação igualmente cai, já que as tendências são identificadas mais rapidamente e permitem o replanejamento. Todos estes fatores influenciam a valorização da marca, otimização de atendimento ao consumidor e redução de custos.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Produtos e serviços personalizados</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O big data tem permitido que o próprio desenho de produtos e serviços seja revisto. Os dados coletados são analisados para modelar o comportamento dos clientes e assim mapear necessidades e volumes – e, tão importante quanto, o comportamento dos concorrentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso não só melhora as previsões sobre tendências do público, como impede que os gestores invistam recursos em produtos novos, sem potencial. A disponibilidade de serviços e produtos personalizados (formulados para atender as suas necessidades) é algo que tem agradado o público e, consequentemente, aumentado o número de vendas. Os modelos centrados no cliente (customer-centric) e o design thinking possuem papel relevante neste contexto.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Segurança dos sistemas</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>A aplicação do big data na área financeira tem se mostrado uma influência para tornar os softwares das organizações mais fortes e seguros. Por meio da análise das informações, é possível avaliar toda a movimentação da empresa e identificar qualquer comportamento suspeito por meio do cruzamento de dados. Ao mesmo tempo, isso traz novas preocupações, já que é necessário proteger dados sigilosos e privativos de milhões ou até bilhões de pessoas.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Prevenção de fraudes e desvios</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro benefício bastante interessante é a possibilidade de detectar fraudes e possíveis desvios internos. Situações como a gestão incorreta dos estoques, descoberta de inscrições contábeis de veracidade duvidosa e pagamentos em desacordo com critérios contratuais já foram apontadas por meio da análise de dados.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>40 e 100 G no data center</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 19:11:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 15]]></category>
		<category><![CDATA[100 GbE]]></category>
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		<category><![CDATA[Dados]]></category>
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					<description><![CDATA[A  Ethernet de 40 e 100 G é um componente chave nos data centers. Mas a implantação da tecnologia depende de uma série de fatores organizacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb3abef39e" data-id="697cb3abef39e" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>40 e 100 G no data center</h1>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">A Ethernet de 40 e 100 G é um componente chave nos data centers. Mas a implantação da tecnologia depende de uma série de fatores organizacionais, incluindo infraestrutura, orçamento, throughput e prioridades da liderança.</h2>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Josh Taylor, Gerente de produtos da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.cablexpress.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CABLExpress</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Com a consolidação de novos padrões industriais e o aumento de throughput dos data centers, a Ethernet 40/100 G é um componente essencial nos centros de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os motivos pelos quais os data centers priorizam esta tecnologia podem ser explicados pelos seguintes pontos:</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li style="text-align: justify;">  Crescimento no volume de dados. O mundo gira em torno de dados digitais. Hoje já confiamos na transmissão de dados para realizar negócios, nos engajar em atividades sociais e gerenciar a nossas vidas. Não há sinais de desaceleração do crescimento da produção de conteúdo e da demanda por mais dados, além de acesso mais rápido a eles.</li>
<li style="text-align: justify;">  Nuvem. Entre vários outros fatores, o aumento no armazenamento em nuvem impulsionará a necessidade de taxa de transferência de dados.</li>
<li style="text-align: justify;">  Internet das coisas. Outro fator que contribui para o crescimento exponencial da transmissão de informação é a IoT &#8211; Internet das coisas. O crescimento exponencial de informações significa que as velocidades de processamento também precisam aumentar, para não atrapalhar o acesso aos dados. O cabeamento de alto desempenho, que pode transferir dados acima de 40/100G Ethernet, será um acréscimo necessário aos data centers que desejam acompanhar o crescimento no volume de dados digitais.</li>
<li style="text-align: justify;">  Virtualização. A virtualização pode ajudar os data centers a economizar em despesas de capital, melhorar a eficiência operacional e criar infraestruturas mais ágeis. Existem muitos tipos de virtualização (desktop, armazenamento e servidores, por exemplo). Como há menos conexões, é importante que elas funcionem corretamente. Infelizmente, a maioria dos data centers não conta com infraestrutura de cabeamento projetada para oferecer os recursos de alto desempenho exigidos pela virtualização. Isso é particularmente válido para data centers construídos na década de 1980, antes mesmo de existir um cabeamento de alto desempenho.</li>
<li style="text-align: justify;">  Redução da tolerância para o tempo de inatividade. Quando as transmissões de dados são interrompidas devido ao tempo de inatividade da rede, isso se traduz em uma perda real de receita. O efeito do tempo de inatividade na receita é ainda maior quando se considera a experiência do usuário final. Os administradores de rede devem ter um plano de contingência em vigor no caso de falha na rede. No entanto, uma das maneiras mais eficazes de atenuar esse problema é garantir que a rede existente atenda às demandas de aumento de dados, incluindo a atualização para velocidades de 40/100G.</li>
<li style="text-align: justify;">  Gerenciando despesas de capital. Embora a migração para a Ethernet 40/100G crie uma despesa de capital inicial, em longo prazo ela traz economia para os data centers por ser uma infraestrutura à prova de futuro. Os centros de dados não apenas estarão preparados para as crescentes demandas de throughput, mas também para uma infraestrutura de cabeamento de alto desempenho, abrindo caminho para futuras atualizações de hardware. Isso reduzirá a necessidade de arrancar e substituir o cabeamento a cada atualização de projeto.</li>
</ul>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Os fatores que influenciam a preparação para a migração Ethernet de 40/100G</h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vincular distâncias e perdas</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  À medida que as velocidades dos data centers aumentam, os orçamentos de perdas ópticas diminuem. A perda óptica ocorre na distância do cabeamento e nos pontos onde as conexões são feitas. Como a maioria das execuções de cabeamento de data center acontece em distâncias curtas (em comparação com as execuções de campus de longa distância), as perdas inerentes a distância em um data center são pouco significativas. em comparação com aquelas que incorrem nos “mating points”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Da mesma forma, à medida que aumentam as conexões no data center para melhorar a capacidade de gerenciamento, perde-se desempenho. Isso ocorre porque as conexões adicionadas contribuem para o aumento da perda de dB. Portanto, um equilíbrio deve ser mantido entre a capacidade de gerenciamento e o desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">  A escolha do produto de cabeamento correto pode resolver a questão do balanceamento entre o gerenciamento e o desempenho. Os produtos de cabeamento com baixas taxas de perda ótica garantirão que um ambiente de cabeamento estruturado esteja funcionando no máximo. Ao comparar as taxas de perdas de dB de produtos de cabeamento, procure por taxas de perdas “máximas&#8221; em vez de &#8220;típicas&#8221;. Embora as taxas de perdas típicas possam aludir às capacidades de desempenho de um produto, elas não são úteis ao determinar as perdas de orçamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Projeto da infraestrutura de cabeamento</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Devido ao crescimento exponencial experimentado pelos data centers durante as duas últimas décadas, a infraestrutura de cabeamento é frequentemente reduzida a um emaranhado comumente chamado de “cabeamento espaguete”, um tipo que reduz a eficiência, aumenta a perda de dados e provoca mais desafios de gerenciamento de cabos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma TIA-942 foi desenvolvida para abordar vários tópicos de design de infraestrutura de data center, incluindo o problema de cabeamento espaguete. Entre outros aspectos de planejamento e projeto de data center, a TIA-942 se concentra no layout físico da infraestrutura de cabeamento.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma oferece um roteiro para a infraestrutura de cabeamento do data center baseado no conceito de um ambiente de cabeamento estruturado. Criando segmentos lógicos de conectividade, esse tipo de sistema pode crescer e se mover à medida que as necessidades do data center mudam e as demandas de throughput aumentam. Portanto, a implementação de um sistema de cabeamento estruturado de acordo com os padrões TIA-942 é a maneira ideal de se preparar para a migração para velocidades de 40/100G.</p>
<p style="text-align: justify;">  A TIA-942 exige o uso de pontos de interconexão, que geralmente são encontrados nos patch panels, que permitem que os cabos de conexão (ou jumpers) sejam usados na frente dos racks ou gabinetes onde o equipamento está alojado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Existem várias vantagens na implementação de um sistema de cabeamento estruturado. Primeiro, o uso de trunks de fibra óptica reduz significativamente o volume de cabeamento tanto no piso quanto no transporte suspenso. A implementação de um sistema de cabeamento estruturado também reduz o congestionamento do fluxo de ar, o que reduz o uso de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra vantagem é a modularidade, o que significa que as alterações de conexão podem ser feitas sem a necessidade de remover o cabeamento horizontal ou de distribuição, como por exemplo. Um switch baseado em chassi com portas 100Base-FX é conectado a um patch panel usando jumpers de fibra óptica SC. Para atualizar o chassi e instalar novos blades com portas LC, você não precisa mais substituir o canal inteiro, como aconteceria em um sistema ponto a ponto. Em vez disso, o módulo dentro do painel de correção é substituído. Os cabos subterrâneos e suspensos permaneceriam inalterados.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, deve-se notar que este método provoca perda de inserção ao canal porque inclui mais “mating points”. Para compensar a perda de inserção criada por esses pontos adicionais, devem ser usados cabos de fibra óptica de alto desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">  Existem várias opções de conectividade que podem ser consideradas para planejar a infraestrutura de cabeamento na migração para velocidades de 40/100G.</p>
<p style="text-align: justify;">  A primeira opção usa transceivers de longa distância (LX) com cabeamento monomodo (SM). Os dados são transmitidos via serial, onde uma fibra é dedicada para transportar os dados e outra para recebê-los. Essas duas fibras fazem o que é chamado de “canal”. Um canal é definido como fibra, ou grupo de fibras, usada para completar um circuito de dados. Até recentemente, a transmissão serial era usada para velocidades Ethernet de até 10G.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esta configuração, normalmente, não é usada em data centers porque foi criada para longas distâncias. Ela também tem um alto custo, apesar da abundância (e, portanto, do baixo custo) do cabeamento monomodo. Para trabalhar de forma eficaz em longas distâncias, os lasers usados nos transceivers LX são extremamente precisos e caros. Isso aumenta drasticamente o custo total de uma solução de conectividade LX /SM.</p>
<p style="text-align: justify;">  A próxima opção usa transceivers de curta distância (SX) com cabeamento multimodo (MM). Os dados são enviados via transmissão óptica paralela, que agrega múltiplas fibras para transmissão e recepção. Para a transmissão 40G SR4, quatro fibras transmitem em 10G cada, enquanto quatro fibras recebem em 10G cada. Isso significa que um total de oito fibras será utilizado para um canal Ethernet de 40G.</p>
<p style="text-align: justify;">  O mesmo princípio se aplica para 100G SR10, exceto que o número de fibras aumenta. Dez fibras de 10G cada transmitem dados e dez fibras a 10G cada recebem. Um total de vinte fibras compõe um canal Ethernet 100G SR10.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a atualização padrão 802.3bm do IEEE, uma nova opção de conectividade é oferecida para 100G SR4. Esta opção permite velocidades Ethernet de 100G utilizando uma interface MPO de 12 fibras. É o mesmo princípio que 40G SR4, mas cada fibra estaria transmitindo ou recebendo 25G.</p>
<p style="text-align: justify;">  Estas configurações de conectividade de curta distância são ideais para migrar para a Ethernet 40/100G, pois funcionam bem nas pequenas distâncias encontradas em um data center.</p>
<p style="text-align: justify;">  A próxima opção são os transceivers QSFP MM padrão com uma conexão MPO. Esses novos transceivers utilizam um “footprint” LC duplex &#8211; uma tecnologia que oferece uma vantagem significativa aos usuários finais que usam conectores LC em suas infraestruturas existentes.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Tipos de fibra</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Se os cabos multimodo estiverem sendo usados para migrar para a Ethernet 40/100 G, recomenda-se que sejam de fibras OM3 ou OM4, substituindo qualquer cabo de fibra OM1 ou OM2.</p>
<p style="text-align: justify;">  A OM4 tem uma maior capacidade e é mais eficaz em distâncias maiores. Ela é muito recomendada para qualquer nova instalação, pois oferece uma maior vida útil da infraestrutura de cabeamento.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos para os data centers</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Os data centers estão experimentando a mudança mais significativa na infraestrutura de cabeamento desde a introdução da fibra óptica. Não é mais uma questão da migração para Ethernet 40/100G, mas, sim, quando. Instalar uma infraestrutura de cabeamento estruturado de fibra óptica de alto desempenho é essencial para uma migração bem-sucedida.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sabemos que a migração para Ethernet 40/100G é iminente, assim como as decisões que os gerentes de data center precisarão tomar para se preparar para a implementação. Existem vários passos para se preparar para essa mudança drástica:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>  Determine as suas necessidades atuais e futuras, incluindo throughput, as taxas de produção de dados e os objetivos de negócios.</li>
<li>  Use essas informações para definir quando o data center deve migrar para a Ethernet 40/100G.</li>
<li>  Mapeie sua infraestrutura atual do seu data center.</li>
<li>  Use este mapa para criar um plano para a infraestrutura de hardware e cabeamento e atualizações necessárias para a migração.</li>
<li>  Crie um plano para migração, incluindo estratégia de comunicação interna, orçamento, cronograma, além das responsabilidades de cada um dos envolvidos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  O cronograma para migração é diferente para cada data center, dependendo das necessidades de tecnologia, orçamento, tamanho e prioridade organizacional. No entanto, educar-se para Ethernet 40/100G, avaliar a sua infraestrutura de cabeamento atual e iniciar planos de implementação garantirá uma migração tranquila e sem problemas.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Estratégia de negócios e o armazenamento de dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 19:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 15]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Com os dados se tornando cada vez mais a chave para o sucesso das companhias, uma estratégia de armazenamento de dados coerente com a de negócios é de extrema importância. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb3abf1b69" data-id="697cb3abf1b69" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Estratégia de negócios e o armazenamento de dados</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2 style="text-align: justify;">Com os dados se tornando cada vez mais a chave para o sucesso das companhias, uma estratégia de armazenamento de dados coerente com a de negócios é de extrema importância. Pessoas, processos e tecnologia precisam ser integradas para criar empresas eficazes e duradouras.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Marcelo Sales, CTO da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.hitachivantara.com/pt-br/company.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Hitachi Vantara</a></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Na minha rotina em contato com grandes líderes, percebo que a maioria das organizações possui estratégias de negócios e de TI bem definidas, porém separadas. Com os dados se tornando cada vez mais a chave para o sucesso das companhias, uma estratégia de armazenamento de dados coerente com a de negócios passa a ser cada vez mais importante. Pessoas, processos e tecnologia precisam ser integradas para criar empresas eficazes e duradouras.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por muito tempo, as organizações atuaram de forma fragmentada e as soluções, principalmente de TI, eram desenvolvidas ou adquiridas conforme a necessidade. Ao longo do tempo, constatou-se que empresas poderiam estar perdendo dados neste momento, já que haviam incompatibilidades e inconsistências em seus sistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando se olha para a estratégia de negócios, em conjunto com o gerenciamento e armazenamento de informações, é possível criar ações que garantam melhores resultados.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Captura e potencial de dados</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando os objetivos de TI e de negócios estão alinhados, temos mais e melhores informações sobre o que é capturado e armazenado. Caso contrário, dados muitas vezes coletados se tornam desconhecidos dentro do espaço da empresa, por não estarem conectados a nenhuma estratégia.</p>
<p style="text-align: justify;">  O gerenciamento desses ambientes exigem o alinhamento entre os objetivos de negócios e os requisitos de tecnologia. Esse pensamento altera a dinâmica usual e faz com que o gerenciamento de dados passe também atender às metas e necessidades de negócios. Hoje, as empresas ainda atuam setorialmente. Áreas como TI e novos negócios trabalham com objetivos a serem cumpridos separadamente ou não suficientemente alinhados para trazer um olhar de transformação digital integral para a organização.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Preservação de dados</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Proteger dados é tão relevante quanto capturá-los. No entanto, é preciso saber qual informação manter armazenada e segura. Uma vez que o espaço é finito, preservar dados que não se conectam à estratégia pode significar, literalmente, a perda dele.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando as metas de TI para proteção e preservação estão em sinergia com as de negócios, é possível desenhar a jornada da informação e manter, então, o dado pelo tempo necessário. Escolher, dentro de uma lógica de negócios, o que armazenar ou quais aplicações utilizar para cada tipo de informação coletada. Este olhar estratégico e conectado com as demais áreas apresenta muito mais valor ao setor de TI e, principalmente, ao dado que é gerenciado.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Disponibilidade</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Como o próprio nome diz, a disponibilidade está relacionada ao acesso de dados e aos sistemas da empresa &#8211; e como podem ser consultados. Processos que garantam a manutenção ágil e ao mesmo tempo deem visibilidade de riscos são essenciais para a preservação e acesso.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando falamos de uma empresa dirigida por dados, passar por uma indisponibilidade de suas informações pode gerar vários e graves prejuízos, como interrupção de atividades que dependem deles e perda de vendas por não se ter acesso a informações comerciais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Neste contexto, TI e negócios passam a enfrentar desafios com relação a qualidade de dados ao longo do tempo, mas unidas pelo mesmo objetivo a ser alcançado. A sinergia entre áreas deve criar uma abordagem única para o armazenamento e gerenciamento de dados e, juntas, identificar a importância de cada informação.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>A evolução dos data centers</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/a-evolucao-dos-data-centers/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-evolucao-dos-data-centers</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 19:10:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 15]]></category>
		<category><![CDATA[100 GbE]]></category>
		<category><![CDATA[40 GbE]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
		<category><![CDATA[Data centers]]></category>
		<category><![CDATA[Disponibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Throughput]]></category>
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					<description><![CDATA[Para dar vazão ao grande crescimento de tráfego de dados e atender às demandas de capacidade de tecnologias, como nuvem, IoT – Internet das coisas e virtualização, os data centers precisam evoluir. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb3abf3435" data-id="697cb3abf3435" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>A evolução dos data centers</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

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<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">  Para dar vazão ao grande crescimento de tráfego de dados e atender às demandas de capacidade de tecnologias, como nuvem, IoT – Internet das coisas e virtualização, os data centers precisam evoluir.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/40-e-100-g-no-data-center/">Um artigo publicado nesta edição</a> trata do impacto que a transição de velocidade para redes de 40 e 100 G tem na infraestrutura de cabeamento do data center e as decisões que as organizações precisam tomar para acomodar essas mudanças.</p>
<p style="text-align: justify;">  Apesar de não ser um assunto novo e já estarmos discutindo velocidades de 400 G, muitas empresas ainda estão planejando construir as suas arquiteturas de data centers baseadas em 40 e 100 G e têm dúvidas de como fazer esta migração de uma forma eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">  A implementação dessas tecnologias depende de uma série de fatores organizacionais e há inúmeros pontos que devem ser analisados, incluindo atualização de infraestrutura, orçamento/investimento e throughput.</p>
<p style="text-align: justify;">  A qualidade do projeto e a escolha correta do sistema de cabeamento também são fundamentais para garantir a disponibilidade do data center e a sua evolução para novas aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, para que a sua estratégia tenha sucesso, o mais importante é entender quais são as reais necessidades de sua empresa, sempre com uma visão voltada para o futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">  Boa leitura!</p>

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		<title>Proteja já os seus dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Longinus Timochenco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 19:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 15]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da informação]]></category>
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					<description><![CDATA[Cada vez mais precisamos buscar formas concretas de proteger os dados. Este foi o objetivo da LGPD, sancionada em agosto de 2018. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb3ac001a3" data-id="697cb3ac001a3" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Proteja já os seus dados</h1>

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			<p><strong>Longinus Timochenco,</strong><strong> da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://stefaninirafael.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Stefanini Rafael</a></span></strong></p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Hoje, o ambiente digital é muito atraente. É onde navegamos de forma frenética e livre, estando a cada dia mais expostos, deixando rastros a cada clique, desde simples pesquisas e consultas espontâneas em busca de informações até exposição de dados importantes de identificação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Imaginem o quão arriscado, inseguro e perigoso ficam os nossos dados nesta arena digital? Esta preocupação vem ampliando a necessidade de todos nós (pessoas, empresas e instituições de todas as áreas) buscarmos formas concretas de proteger os dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esse foi o objetivo da LGPD &#8211; Lei Geral de Proteção de Dados, sancionada em agosto de 2018. Com data prevista para fazer valer as suas obrigações já em agosto de 2020, a LGPD tem movimentado todo o mercado brasileiro e provocado reflexões sobre a tão relevante segurança da informação e onde, atualmente, encontram-se as constantes vulnerabilidades e riscos à privacidade e à proteção de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Diante deste cenário preocupante, como identificar formas seguras sobre o que é o limite entre os dados enquanto consumidor, colaborador de uma empresa e pessoa física? Como lidar com a questão da privacidade no ambiente corporativo? Quais são os reais direitos do cidadão segundo a nova lei?</p>
<p style="text-align: justify;">  Todos reconhecem que é fundamental a manutenção da garantia da liberdade e o respeito incondicional à privacidade das informações. Portanto, ter conhecimento do que estabelece a LGPD é um dos passos mais importantes para entender, de forma clara e retilínea, os direitos de cada um como consumidor, sendo este o principal ator do mundo digital, onde trafegam milhares de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  E como estabelecer uma relação baseada em confiança, transparência e segurança para a devida proteção de dados entre consumidores e empresas? Este é o desafio da nova lei, que agora determina que o proprietário desses dados, e só ele, pode consentir o acesso e utilização de informações, mas, também, terá o direito, a qualquer momento, de cancelar esses dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Vale ressaltar aqui o que abrange os chamados dados pessoais. São informações das mais variadas que identificam um indivíduo. Os dados mais comuns são: nome, apelido, endereço residencial, endereço de e-mail, endereço de IP, fotos próprias, formulários cadastrais e números de documentos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já os dados sensíveis são aqueles que se referem a crenças religiosas, posicionamentos políticos, características físicas, condições de saúde e vida sexual. Seu uso é mais restritivo e nenhuma organização, pública ou privada, pode utilizá-los para fins discriminatórios.</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora a sua entrada em vigor esteja marcada para meados do próximo ano, a LGPD já está em modus operandi para a sua adequação no ambiente corporativo, onde a atenção se volta na conscientização de empresas, públicas e privadas, para questões de privacidade, como a correta coleta de dados do titular, termo de consentimento, proteção, acesso, tratamento, segurança e prestação de contas ao Governo a qualquer hora.</p>
<p style="text-align: justify;">  A aplicação de métodos para assegurar e manter a cibersegurança passa, por exemplo, pela necessária limitação de acesso ao e-mail corporativo somente para uso profissional, assim como se deve restringir também a permissão a dados sensíveis apenas para quem realmente precisa utilizá-los. Esses procedimentos já vão dar a largada para as melhores práticas de segurança da informação para o negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">  Definir os limites do indivíduo no ambiente digital tem sido um enorme desafio para o universo corporativo. No entanto, é indispensável ter uma política bem definida em que todos os envolvidos (altas lideranças, colaboradores, terceiros, entre outros) estejam alinhados no que compete aos seus direitos, deveres e responsabilidades como representantes da companhia. E, neste caso, a empresa é responsável por monitorar a conduta de seus colaboradores para evitar danos e dar a transparência e lucidez que o assunto tanto merece.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697cb3ac0076a" data-id="697cb3ac0076a" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>0 ou 1? Computação quântica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 18:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 15]]></category>
		<category><![CDATA[Computação quântica]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei de Moore]]></category>
		<category><![CDATA[qubit]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade aumentada]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[Transistores]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
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					<description><![CDATA[A computação quântica também depende de uma evolução no desenvolvimento de sistemas que considerem novas formas de se codificar e escrever softwares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb3ac014ff" data-id="697cb3ac014ff" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>0 ou 1? Computação quântica</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.linkedin.com/authwall?trk=gf&amp;trkInfo=AQHFft3xsAmSOwAAAXPd2XW4c2K11IFcWN0jdnKLuJ-dCCyv_DrBdFO-O4FkorOoSbQqP88MLRXxn74kEhD_huvDUK28_5DhKowWDikErndZeAgO7kdx-LhD-sAzEGQE01i0FG0=&amp;originalReferer=https://www.infranewstelecom.com.br/ipv6-no-brasil-e-no-mundo/&amp;sessionRedirect=https%3A%2F%2Fwww.linkedin.com%2Fin%2Fmariopiresalmeidafilho%2F" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mario Pires de Almeida Filho</a></span>, especialista em redes de telecom</strong></h4>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;"> Quase duas décadas se passaram do ano em que ocorre a história e visão de futuro apresentadas por Stanley Kubrick, há mais de 50 anos em sua magnífica produção “2001 Uma Odisséia no Espaço”. Era de se esperar, pela sua visão, que se em 2001 já estaríamos realizando pontes aéreas pelo espaço, nesta altura já deveríamos ter o teletransporte, como em Star Trek.</p>
<p style="text-align: justify;">  Pois bem, isso não aconteceu. Mas algo que começou antes do lançamento do próprio filme, bem antes mesmo &#8211; no fim do século 19 e na primeira metade do século 20 com os trabalhos de, entre outros, Planck, Einstein, Louis de Broglie, Bohr e Heisenberg (não o “cozinheiro” de Breaking Bad) &#8211; deu base a uma nova visão da física, muito mais próxima da representação real da natureza: a física e a mecânica quânticas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Essencialmente, isso considera não mais a trajetória linear das partículas atômicas e subatômicas, que simplesmente compõem tudo o que há na natureza, como era visto na mecânica clássica, mas, sim, a probabilidade de se encontrar as partículas no espaço e no tempo. E isso muda conforme o observador e ainda se reflete em outros estados e espaços.</p>
<p style="text-align: justify;">  Complicado não? Para mim também é, não sou físico, mas procuro entender cada vez mais a física quântica, não só porque, como afirmou o cientista Richard P. Feyman, é o único caminho para explicar e simular a natureza, que não é clássica, mas também porque traz resposta até mesmo a fenômenos considerados esotéricos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um filme legal para (nós leigos) aprendermos um pouco da física quântica e até mesmo dos aspectos mais, digamos, alternativos e psicanalíticos é o “Quem Somos Nós?” (título original “What the Bleep Do We Know!?”), além claro de podermos encontrar inúmeras publicações e vídeos na Internet sobre o tema.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">A computação quântica</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Pois bem, é com os mesmos princípios desvendados pelas física e mecânica quânticas que a computação quântica se baseia e evoluiu em trabalhos que aceleraram na década de 1960 e ainda mais a partir da década de 1980.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na computação quântica, a menor unidade de informação é qubit (quantum bits), que diferente do bit da computação tradicional, que assume apenas um valor por vez (0 ou 1), pode apresentar dois estados, 0 ou 1, simultaneamente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na verdade uma composição ou superposição de 0 ou 1 com fatores de probabilidade distintos, que dependem da composição do sistema e mantém os dois estados, simultaneamente, até a hora da sua medição ou solução.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com isso, a dimensão da solução fica muito ampliada, pois a cada qubit adicionado ao sistema, a capacidade computacional dobra exponencialmente, diferente do computador tradicional que precisa aumentar a sua quantidade de transistores para ampliar a sua capacidade de processamento, esbarrando nos limites da Lei de Moore.</p>
<p style="text-align: justify;">  O crescimento potencial, portanto, é de dois (pois são dois estados simultâneos) elevado ao número de qubits do sistema. Até recentemente, o número alcançado pelos sistemas de computação quântica existentes era de 2 elevado a 17, atualmente a IBM já possui sistemas capazes de processar 2 elevado a 50 quibits, simultaneamente, ou seja, são 2<sup>50</sup> soluções que podem ser alcançadas em apenas um ciclo computacional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Bom, o fato é que com a superposição e o emaranhamento de estados (interdependência de estados), a computação quântica é capaz de resolver cálculos e simulações de forma extraordinária, podendo até mesmo colocar em risco a segurança dos sistemas criptografados, já que uma das bases de uma quebra de segurança é a decomposição fatorial, coisa que um sistema quântico pode realizar em muito pouco tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na verdade, a computação quântica também depende de uma evolução no desenvolvimento de sistemas que considerem novas formas de se codificar e escrever softwares.</p>
<p style="text-align: justify;">  E aí chegamos ao ponto de hoje, em que podemos vislumbrar esta tecnologia mais próxima do mundo real, contribuindo com pesquisas e desenvolvimentos em diversas áreas como a química, medicina e biomedicina, sistemas financeiros, inteligência artificial e infinitas outras aplicações que são tão dependentes de cálculos complexos de forma rápida.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas o que pega? Por que ainda não é uma realidade comercial, apesar de se aproximar desta condição?</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso se dá pela questão da estabilidade da informação. Algumas formas para se representar um qubit são a polarização de fótons ou orientação de elétrons, por exemplo, por si só partículas complicadas de se dominar. Para que isso ocorra, é necessário um resfriamento próximo de 0 grau Kelvin, o que explica o quão complexo e caro é a disponibilização de um sistema computacional quântico.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas com as evoluções recentes da tecnologia, principalmente nos últimos três anos e, notadamente, por parte da IBM em seu programa <a href="https://www.research.ibm.com/ibm-q/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IBM-Q</a>, nós, seres humanos comuns, já podemos explorar as capacidades da tecnologia, inclusive com sistemas disponibilizados na nuvem, kits de desenvolvimento, programas de aquisição de conhecimento, programas de parceria e muito mais, incluindo sistemas comerciais já em produção.</p>
<p style="text-align: justify;">E é por isso que a computação quântica está ganhando visibilidade e destaque entre os temas emergentes mais quentes da atualidade, com o “grande barato” de ainda estar apenas começando uma verdadeira e profunda revolução, que vai afetar a vida de todos os seres deste planeta e quem sabe de outros.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>MultiCloud: Como escolher a nuvem correta para o seu negócio</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/multicloud-como-escolher-a-nuvem-correta/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=multicloud-como-escolher-a-nuvem-correta</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lenildo Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 18:27:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 15]]></category>
		<category><![CDATA[Capex]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento de aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[IaaS]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Algumas empresas podem se beneficiar usando várias nuvens. O artigo traz uma abordagem multicloud para ajudá-lo a escolher a melhor opção para o seu negócio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb3ac02d70" data-id="697cb3ac02d70" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>MultiCloud: Como escolher a nuvem correta para o seu negócio</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Lenildo Morais &#8211; Mestre em ciência da computação pelo Centro de Informática da UFPE &#8211; Universidade Federal de Pernambuco</strong></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-697cb3ac02f2b" data-id="697cb3ac02f2b" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p style="text-align: justify;">  Nem toda empresa mudou as suas operações de TI para a nuvem, nem devemos esperar que seja o caso. Existem razões legítimas para aderir à abordagem de TI no local e, não menos importante, é o fato que ela garante que a sua infraestrutura de TI e todos os dados estejam sob o seu controle.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, os benefícios de maior funcionalidade, flexibilidade e eficiência de custos e processos não podem ser ignorados. Mas há graus de comprometimento com a nuvem e há mais de um modelo de nuvem a ser considerado.</p>
<p style="text-align: justify;">  A pressão para tomar uma decisão será constante, pois os gestores de TI são continuamente desafiados a encontrar respostas para perguntas muito razoáveis, como:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">  Uma abordagem de TI local é a melhor estrutura de gerenciamento de ativos de TI em longo prazo para nossos os acionistas?</li>
<li style="text-align: justify;">  Será que tal abordagem posiciona favoravelmente a empresa para explorar rapidamente ferramentas emergentes, técnicas e tecnologias que podem ser mais eficazes na condução da inovação?</li>
<li style="text-align: justify;">  Como podemos manter o controle de nossos ativos de TI proprietários/ estratégicos e ainda encontrar maneiras de tornar nossos os investimentos em TI mais produtivos ano após ano?</li>
</ul>

		</div>
	</div>

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			<h3>Por que cloud?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Selecionar nuvem por causa da nuvem não é uma estratégia válida. É preciso identificar o seu objetivo final e avaliar o melhor ajuste para a sua organização. Com a adoção cada vez maior da nuvem, os recursos são mais robustos e podem ser comparáveis às soluções analíticas no local.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">A nuvem pública</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A nuvem pública é um ponto de partida típico para a jornada de muitas empresas. Ela está facilmente disponível até para as empresas menores, de alguns dos fornecedores mais conhecidos. Tomemos o Microsoft Office 365, por exemplo. Os benefícios de custo são claros. Com a implantação tradicional no local do pacote do Microsoft Office, todos os funcionários que usarão o software devem ter uma licença, uma despesa de capital a ser depreciada com o tempo. Mas, se a empresa reduzir a sua conta, ela retém as licenças que já foram pagas. Com a abordagem do Office 365 em nuvem pública, você paga mês a mês apenas pelas licenças necessárias no momento. E para a maioria das empresas isso é registrado como despesa operacional e não como despesa de capital.</p>
<p style="text-align: justify;">  Naturalmente, esta abordagem é boa para o fluxo de caixa. Em vez de fazer uma grande compra e depreciá-la ao longo de três anos, o custo é distribuído. A nuvem pública tem uma desvantagem, é claro, mais notavelmente a maioria dos aplicativos disponíveis não é muito personalizável. Se você tiver requisitos apropriados de segurança ou conformidade, por exemplo, ou o desejo de mais controle ou personalização em seu ambiente, talvez você queira se aproximar da nuvem privada.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">A nuvem privada</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Como uma nuvem privada é dedicada exclusivamente a sua empresa, executada por sua própria equipe ou por terceiros, você tem mais liberdade para personalização e pode moldá-la para atender as suas necessidades. Os upgrades podem se adequar ao seu horário, o que geralmente não é o caso na nuvem pública.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma nuvem privada também é um ambiente muito mais protegido. Em muitos casos, não se tem acesso de nível administrativo ao ambiente &#8211; só é permitido configurar os aplicativos que estão sendo utilizados.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">IaaS via Nuvem</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As empresas que não desejam criar e manter um data center podem recorrer a ofertas de infraestrutura como serviço (IaaS). Construir um data center pode ser uma despesa de capital muito grande, especialmente, um ambiente que possa resistir a condições climáticas severas e tenha várias redundâncias de energia elétrica e capacidade computacional. Depois de construído, o data center precisa estar fisicamente seguro e, é claro, requer monitoramento 24 horas por dia, sete dias por semana.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além de tudo isso, precisa-se descobrir quantos servidores físicos e virtuais são necessários. Também é preciso algum tipo de armazenamento, provavelmente, uma rede de área de armazenamento, para manter os dados e documentos importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">  As ofertas de IaaS eliminam a necessidade de antecipar as suas necessidades e a expansão (ou contração) é facilmente realizada, sem custos incorridos até que a capacidade adicional seja necessária. Esta modalidade também permite vários graus de controle. Uma organização pode querer que o seu provedor de IaaS substitua sua sala de servidores, mas deixe que a própria equipe da organização administre o site de substituição.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outros podem ceder tarefas de administração ao provedor, permitindo que eles reduzam o número de funcionários ou reimplemente os funcionários de TI em áreas onde eles são mais necessários.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Nuvem híbrida</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Algumas empresas podem se beneficiar usando várias abordagens de nuvem. Você pode ter um aplicativo de negócios altamente proprietário que é melhor mantido no local, mas também usa o Office 365 na nuvem pública e mantém o seu sistema de contabilidade na nuvem privada.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os times de gerenciamento de TI ou consultoria de tecnologia podem ajudar a avaliar a tecnologia utilizada, criando um caso de negócios para cada um de seus aplicativos em nuvem e no local, além de determinar onde os sistemas devem residir de maneira ideal. Essas decisões são calculadas, principalmente, na segurança e nos controles, bem como na extensão das habilidades do time de TI da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">   Se o time de TI da empresa for pequeno, talvez não seja possível gerenciar um data center ou o sistema de contabilidade em um ambiente de nuvem privada. No entanto, um consultor de TI pode orientar a implementação desses recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora os ambientes híbridos possam ser complexos, os seus usuários não precisam ficar sobrecarregados com isso, já que toda a complexidade está nos bastidores. Com o login único, um ambiente híbrido pode ser visto como um único servidor mantido e dedicado às suas necessidades em seu site.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Capex <em>versus</em> Opex</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As empresas devem identificar se adquirir hardware novo ou adicional e pagar por suporte e licenciamento em longo prazo é mais benéfico do que pagar uma taxa de assinatura e transformar o consumo de BI em uma despesa operacional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os projetos de Capex custarão mais inicialmente, mas a sua manutenção pode ser menor, enquanto os gastos operacionais na nuvem podem custar menos para serem implementados, mas serem mais caros, dependendo do escopo e da expansão do projeto.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Onde os dados residem atualmente?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Para as empresas que já aproveitam os dados na nuvem, uma solução de BI em nuvem pode ser uma transição natural. Por exemplo, qualquer empresa que aproveite soluções operacionais baseadas em nuvem escolhe expandir o seu uso para incluir análises. Outras empresas podem ter que integrar dados de soluções locais, o que exige outros esforços diferentes de integração de dados.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Quais são os riscos, privacidade e considerações de segurança e como eles afetarão os procedimentos ou parâmetros existentes?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Os regulamentos específicos de risco e segurança da indústria aumentam a pressão sobre as empresas para cumprir os requisitos e exigem uma consideração adicional ao analisar o BI baseado na nuvem. Muitos provedores de nuvem desenvolvem as suas plataformas com a capacidade de suportar os parâmetros de privacidade e segurança necessários. As empresas que seguem este caminho evitam ter que gerenciar esses requisitos internamente.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Quais são os procedimentos/programas de gerenciamento de dados que estão em vigor?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">   Muitas empresas ignoram os conceitos que envolvem a governança de dados quando pensam em uma implementação de BI na nuvem. À medida que as soluções se tornam mais complexas e os sistemas de dados distintos exigem consolidação, a qualidade dos dados e a governança exigem ajuda para garantir a confiabilidade e a validade das informações ao longo do tempo. O cloud BI pode exigir fontes de dados locais e na nuvem e, portanto, requer uma maneira mais robusta de gerenciar os requisitos de integração de dados e a integridade dos dados ao longo do tempo.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Como os dados serão integrados?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Essa é uma extensão da conversa em torno da governança de dados, mas é parte integrante de qualquer solução. Os dados precisam ser originados e armazenados em algum lugar. Identificar esses requisitos e qualquer complexidade que possam existir devem ser definidos antecipadamente. Em muitos casos, existem conectores, mas as soluções também podem ser desenvolvidas com os esforços da nuvem para a nuvem em mente.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Nuvem pública <em>versus</em> nuvem privada</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Os usuários finais, provavelmente, não notarão nenhuma diferença. Os departamentos de TI podem ter uma preferência de como implantar a nuvem &#8211; aproveitando um terceiro ou habilitando o acesso à nuvem, mas com a plataforma e/ou soluções gerenciadas internamente. Isso ficará fora do escopo dos requisitos de negócios e se enquadrará nos parâmetros de detalhes técnicos e preferências necessárias.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ambas as opções fornecem segurança, no entanto, muitas organizações com dados confidenciais (ou seja, serviços financeiros) tendem a preferir opções de nuvem privada.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Quais são os tipos de serviços necessários?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Identificar os requisitos de análise significa identificar os recursos necessários para o sucesso. Dentro de um ambiente de nuvem, isso inclui avaliar o nível de serviços gerenciados e fazer você mesmo. É mais provável que as opções de nuvem tenham opções de serviço e facilitem o lançamento de iniciativas departamentais e voltadas para os negócios.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>Diferenças entre dB e dBm</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaldo Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 17:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 15]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
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					<description><![CDATA[Geralmente, as diferenças entre dB e dBm passam despercebidas pela maioria dos técnicos que realiza implantações e medidas em redes de fibras ópticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb3ac07051" data-id="697cb3ac07051" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Diferenças entre dB e dBm</h1>

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			<p><strong>Ronaldo Couto, Fundador da Primori</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Geralmente, as diferenças entre dB e dBm passam despercebidas pela maioria dos técnicos que realiza implantações e medidas em redes de fibras ópticas.</p>
<p style="text-align: justify;">  E, por mais que pareça algo de pouca relevância, o correto entendimento destes termos pode evitar vários problemas numa rede óptica, principalmente na FTTx.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para a correta compreensão, é importante entender que dB e dBm são formas de realizar medidas numa rede de fibra óptica.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, estamos falando de medidas diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando estamos avaliando a intensidade ou nível de potência óptica num determinado ponto da rede, realizamos medidas com um medidor de potência (power meter), um equipamento que indica o valor medido em dBm. Nestes pontos, o que queremos medir e avaliar é se a potência recebida está dentro do esperado e projetada para o sistema funcionar corretamente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim, medir uma saída de uma OLT, CTO ou PTO, significa realizar uma medida de potência óptica e a unidade correta para expressarmos este valor é a dBm.</p>
<p style="text-align: justify;">  Novamente, sempre que estivermos medindo potência, o resultado deve ser expresso em dBms.</p>
<p style="text-align: justify;">  A partir de agora, por favor, não diga que a potência de uma OLT está com +4 dB. Isto está errado. O correto é que a potência da OLT está com +4 dBm.</p>
<p style="text-align: justify;">  Muito bem, agora que sabemos o que é o dBm, vamos entender sobre o dB.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como sabemos, a potência óptica a partir da saída da OLT vai sendo atenuada ao longo do enlace.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se medirmos a potência da saída da OLT e compararmos com a que chega numa CTO, observamos que a potência na CTO é menor que na OLT. E é menor porque a intensidade de luz vai sendo atenuada pelas perdas existentes na fibra, emendas, conectores e splitters.</p>
<p style="text-align: justify;">  A medida desta diminuição de potência é o que chamamos de perda, expressa em dBs.</p>
<p style="text-align: justify;">  Numa rede óptica, qualquer componente possui uma perda característica, que provocará uma diminuição da potência óptica. E esta perda é medida em dBs.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697cb3ac074c3" data-id="697cb3ac074c3" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1556560552495 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p style="text-align: center;"><strong>Desta forma, considere o seguinte exemplo:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">  Potência medida na saída de uma OLT = +5 dBm</p>
<p style="text-align: center;">Potência medida na CTO = -17 dBm</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Qual foi a perda óptica neste enlace?</p>
<p style="text-align: justify;">  Antes da resposta, percebeu alguns detalhes desta pergunta?</p>
<p style="text-align: justify;">  Potência da OLT foi dada como +5 dBm e não +5 dBs, pois potência é medida em dBm.</p>
<p style="text-align: justify;">  O mesmo para a potência na CTO. O correto é dizer -17 dBm e não -17 dB, pois estamos medindo a potência.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já a pergunta pede qual foi a perda do enlace, ou seja, de quando dBs o sinal foi atenuado?</p>
<p style="text-align: justify;">  A resposta é muito simples:</p>
<p style="text-align: justify;">  Perda do enlace = +5 dBm – (-17 dBm) = 22 dB.</p>
<p style="text-align: justify;">  O sinal da OLT sofreu uma perda de 22 dB entre a OLT e a CTO.</p>
<p style="text-align: justify;">  Percebeu a fórmula?</p>
<p style="text-align: justify;">  Perda do enlace = Potência inicial – Potência final.</p>
<p style="text-align: justify;">  Veja abaixo um resumo para fixar o que falamos.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Controlador, operador e encarregado: Quem é quem na LGPD</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/controlador-operador-encarregado-quem-e-quem-na-lgpd/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=controlador-operador-encarregado-quem-e-quem-na-lgpd</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Kauer]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 17:32:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 15]]></category>
		<category><![CDATA[Controlador]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Dados pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[DPO]]></category>
		<category><![CDATA[Encarregado]]></category>
		<category><![CDATA[GDPR]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de proteção de dados]]></category>
		<category><![CDATA[LGPD]]></category>
		<category><![CDATA[Operador]]></category>
		<category><![CDATA[Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Privacidade de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção de dados]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo mostra o papel de três importantes figuras que foram introduzidas na legislação brasileira pela lei geral de proteção de dados. Descubra quem é que na LGPD. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb3ac093dc" data-id="697cb3ac093dc" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Controlador, operador e encarregado: Quem é quem na LGPD</h1>

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			<p><strong>Gisele Kauer, Advogada em proteção de dados/senior data protection analyst no Banco Safra</strong></p>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Três importantes figuras foram introduzidas na legislação brasileira pela <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2018/Lei/L13709.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LGPD</a>: o Controlador, Operador e Encarregado. A compreensão do papel de cada um, tal como as suas atribuições legais, é essencial para a compreensão da nossa nova legislação – e, sem dúvidas, para que possamos fazer um paralelo com a <a href="https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/ALL/?uri=celex:32016R0679" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GDPR (ou RGPD – “Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados”)</a>, que está em vigor há quase um ano na União Europeia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Hoje, nossa proposta é apresentar cada uma dessas figuras e as suas peculiaridades para acabar de vez com qualquer dúvida. Então, vamos lá:</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697cb3ac097d6" data-id="697cb3ac097d6" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1556558561825 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Controlador</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  É ele que MANDA. Nas palavras da própria lei, o controlador pode ser classificado como “pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, a quem compete as decisões referentes ao tratamento de dados pessoais”. Seria a figura equivalente ao responsável GDPR, ou seja, a empresa que demanda o tratamento, podendo ela mesma realizá-lo ou contratar um operador (que veremos logo a seguir). A lei brasileira, no entanto, traz uma peculiaridade: o controlador pode sim, ser pessoa natural &#8211; na GDPR essa classificação é limitada a pessoa jurídica. De certa forma, é um viés interessante, já que inibe condutas criminosas como colocar “laranjas” desempenhando o papel de controlador; caso a pessoa física desrespeite a lei, haverá sanções também.</p>
<p style="text-align: justify;">  Cabe ao controlador, por óbvio, seguir o disposto na LGPD, devendo realizar o tratamento de acordo com os princípios ou orientar corretamente o operador, para que este realize um tratamento lícito. Um ponto interessante é a responsabilidade do controlador de elaborar o relatório de impacto (nas hipóteses aplicáveis).</p>
<p style="text-align: justify;">  Ele responde pelos danos patrimoniais, morais, individuais ou coletivos, tal como violações à legislação (dever de reparação). Ainda, responde solidariamente pelos danos causados pelo operador, se diretamente envolvido no tratamento que resultar em danos.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Operador</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Está apenas cumprindo ordens e os dispositivos legais, é claro. Caso o controlador deseje que um terceiro realize o tratamento dos dados, será preciso contratar um operador: “pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, que realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador”. Esta figura seria o equivalente ao subcontratante da GDPR (é o processador dos dados pessoais).</p>
<p style="text-align: justify;">  O operador deve seguir as diretrizes trazidas pelo controlador e tratar os dados de acordo com as políticas de privacidade referentes e ao ordenamento jurídico.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ele ainda responde pelos danos patrimoniais, morais, individuais ou coletivos, tal como violações à legislação (dever de reparação) &#8211; assim como o controlador. Responde solidariamente caso descumpra a legislação (equiparando-se ao controlador, caso não houver seguido as instruções deste).</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Encarregado</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Por último, mas não menos importante, temos a figura do encarregado: “pessoa indicada pelo controlador para atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados”. Equipara-se à figura do já conhecido DPO, da GDPR, e tem como responsabilidade legal estabelecer comunicação com os titulares e autoridade nacional, esclarecimentos, providências, orientações internas. Na redação original da lei brasileira, havia a exigência de que o encarregado fosse pessoa física; mas a redação foi alterada com a MP 869/2018.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na LGPD, pelo menos por enquanto, o encarregado deve ser indicado pelo controlador, não havendo previsão expressa de indicação por parte do operador.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ainda que o encarregado seja uma figura que ganhou lugar nos holofotes em ambas legislações, é importante lembrar: em momento algum há previsão sobre esta figura responder legalmente &#8211; entende-se, portanto, que cabe ao controlador a sua fiscalização, que pode ser seu funcionário ou prestador de serviços por meio contratual, pois, a quem interessa se o encarregado está desenvolvendo as suas atividades adequadamente é a própria empresa que o contratou. A responsabilidade, em caso de incidente, é do controlador ou operador (a depender do caso concreto); mas jamais do DPO/encarregado.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Análise SWOT: Descubra no que você é bom</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/analise-swot-descubra-no-que-voce-e-bom/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=analise-swot-descubra-no-que-voce-e-bom</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 17:14:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 15]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[goo]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
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		<category><![CDATA[Networking]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[SWOT]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
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					<description><![CDATA[SWOT é um acrônimo para Sthrenghts, Weaknessess, Opportunities e Treats, que em português significa Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb3ac0bac2" data-id="697cb3ac0bac2" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Análise SWOT: Descubra no que você é bom</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Edgar Amorim, Analista comportamental e coach, da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://www.amorimepimentel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Amorim &amp; Pimentel</a></span></strong></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">  Vez ou outra volto ao tema do planejamento de carreira. Na realidade, planejamento é uma atividade essencial em todas as áreas (pessoal, profissional, empresarial), mas que muita gente acha perda de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">  É claro que alguns exageram nas reflexões e, realmente, acabam consumindo um tempo muito além do adequado. Essas diferenças de abordagem do planejamento em algum nível podem ser explicadas pelos estilos <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/comportamento-sucesso-profissional/">comportamentais das pessoas </a>e cabe a elas tomarem posse do seu estilo comportamental e desenvolver os pontos necessários para trabalhar o planejamento com uma assertividade adequada.</p>
<p style="text-align: justify;">  Novas abordagens têm surgido para que o planejamento seja realizado &#8211; e dentro de um prazo adequado. O Google e outras corporações adotaram o <em>Lean Inception</em>, que permite desenvolver todas as etapas de um planejamento, particularmente de um produto, em cinco dias. É uma abordagem de muito sucesso e que requer o envolvimento de profissionais de várias áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Dito isso, que tal realizar uma análise profissional para ajudar no seu planejamento de carreira? Uma ferramenta muito útil para esta tarefa é o SWOT. Muitos já devem ter ouvido falar desta ferramenta aplicada às empresas, porém ela também pode, e deve, ser utilizada para avaliar a sua vida profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">  SWOT é um acrônimo para <em>Sthrenghts</em>, <em>Weaknessess</em>, <em>Opportunities</em> e <em>Treats</em>, que em português significa Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças &#8211; e muitos abreviam como FOFA.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao aplicar o  SWOT para avaliar a carreira, obtém-se um mapa claro das conquistas alcançadas, o que é preciso melhorar, o que pode dificultar e o que pode ajudar. O SWOT analisa aspectos internos (forças e fraquezas) e externos (ameaças e oportunidades), observando os pontos negativos e positivos. O cruzamento destas informações é muito útil para descobrir por onde começar a melhorar a carreira e também para determinar o que fazer para conquistar uma promoção ou um novo cargo.</p>
<p style="text-align: justify;">  As informações obtidas na análise SWOT devem ser dispostas na forma de uma matriz (como mostra a figura abaixo), permitindo, assim, verificar a relação entre elas e descobrir ações que possam ser feitas com os pontos fortes e as oportunidades para melhorar os pontos fracos e encontrar defesa contra as ameaças.</p>

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	</div>

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			<p style="text-align: justify;">  É preciso reservar um tempo de análise para cada um dos aspectos. Faça algumas perguntas e procure, no mínimo, quatro respostas para cada uma delas. Anote-as no respectivo quadrante:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>  Forças: O que eu faço bem? Que recursos únicos eu possuo e uso bem? Que forças outras pessoas atribuem a mim?</li>
<li>  Fraquezas: Onde preciso melhorar? Onde sou mais fraco que os demais? Quais fraquezas outras pessoas atribuem a mim?</li>
<li>  Ameaças: Quais situações podem me afetar? O que os meus concorrentes fazem melhor que eu? Minhas fraquezas me expõem a que ameaças?</li>
<li>  Oportunidades: Quais oportunidades estão se abrindo? Quais tendências eu posso aproveitar? Como eu posso transformar minhas fortalezas em oportunidades?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Uma vez que tenha montado sua matriz SWOT, passe a analisar as possibilidades de melhorias. Pergunte-se:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">  Como posso aproveitar a oportunidade X, com a(s) força(s) Y (W, Z&#8230;), para minimizar ou eliminar a(s) fraqueza(s) M (N, O&#8230;)?;</li>
<li style="text-align: justify;">  Como posso aproveitar a oportunidade X, com a(s) força(s) Y (W, Z&#8230;), para minimizar ou eliminar a(s) ameaça(s) A (B, C&#8230;)?</li>
</ul>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Faça estas perguntas usando várias combinações entre as respostas anotadas anteriormente. A partir destas  análises, você terá um plano de ação com várias atividades para as quais é preciso colocar datas de execução – e claro, cumpri-las.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com esta análise, você pode descobrir que precisa fazer um curso específico para ajudar a eliminar uma fraqueza – e que antes você não tinha certeza. Pode-se descobrir que é preciso melhorar o seu networking para conquistar aquela oportunidade tão almejada (seja uma venda em um novo cliente ou uma promoção para um novo departamento).</p>
<p style="text-align: justify;">  Agora que você conhece a análise de SWOT é hora de colocá-la em prática. Quando e onde você vai fazer a sua análise e utilizar no planejamento da sua carreira?</p>
<p style="text-align: justify;">  Sucesso!</p>

		</div>
	</div>
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