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	<title>Edição 26 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Edição 26 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>Blockchain e a prevenção de riscos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 20:43:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 26]]></category>
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					<description><![CDATA[O blockchain irá muito além das moedas digitais e será uma ferramenta muito importante para segurança dos dados em diferentes setores do mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd13ad6b478" data-id="69fd13ad6b478" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Blockchain e a prevenção de riscos</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O blockchain irá muito além das moedas digitais e será uma ferramenta muito importante para segurança dos dados em diferentes setores do mercado.</h2>

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			<h4>Gabriela Santana, presidente da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://tecnobank.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tecnobank</a></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Em tempos de transformação digital, muito tem se falado sobre blockchain, mas como essa e outras tecnologias podem, de fato, contribuir para que tenhamos um transacionamento de dados de trânsito de modo cada vez mais seguro?</p>
<p style="text-align: justify;">  Você já deve ter ouvido falar sobre blockchain. De forma simplificada, podemos dizer que se trata de um registro de transações de dados capaz de criar um histórico resgatável e imutável que acompanha as informações de maneira criptografada. Cada transação é validada pelo conjunto dos usuários. Assim, uma vez registrada e validada, a informação não pode mais ser alterada.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em outras palavras, é uma tecnologia disruptiva relacionada à segurança e confiança que está mudando radicalmente a forma como fazemos transações de dados na internet. Sua principal contribuição é atender os objetivos da segurança da informação: confidencialidade, integridade, disponibilidade, autenticidade e auditabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Grandes organizações entenderam a oportunidade por trás do blockchain e já começaram a utilizar a tecnologia. Em um futuro próximo, o blockchain estará muito além das moedas digitais: será uma ferramenta tão importante para segurança dos dados que, segundo relatório da Accenture, fará com que os bancos economizem de US$ 8 a US$ 12 bilhões em gastos com infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quem viveu a expansão da Internet e a sua popularização nos anos 1990, assistiu a uma revolução tomar conta do planeta e transformar para sempre a maneira como os dados são compartilhados. Apenas duas décadas depois, o blockchain promete protagonizar uma nova transformação global, de impacto tão grande quanto o gerado pela rede mundial de computadores.</p>
<p style="text-align: justify;">  No final das contas, o que a Internet fez pelas comunicações, o blockchain está fazendo pela transmissão de dados com valor. Os impactos da ferramenta estão sendo sentidos em uma ampla variedade de setores, entre os quais logística, comunicações, serviços financeiros, indústria automobilística, agricultura, gestão pública, saúde, contabilidade, ajuda humanitária, varejo e cultura.</p>
<p style="text-align: justify;">  O conceito de blockchain é revolucionário e, por isso mesmo, não é fácil entendê-lo rapidamente. A tecnologia tem como premissa trazer a segurança necessária para o transacionamento de dados com possibilidades de escalabilidade, privacidade e performance.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não dá para ignorar: o blockchain já é realidade e, possivelmente, tudo passará a ser utilizado por meio dessa ferramenta, graças a seu potencial de mudar de patamar a economia e a tecnologia da informação.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Saiba como fazer a transição de sua rede para 100G</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 20:42:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 26]]></category>
		<category><![CDATA[100G]]></category>
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					<description><![CDATA[Infraestruturas mais rápidas permitem que se aproveite mais do espaço físico de rack. Afinal, as redes precisam de menos servidores, menos conexões e menos switches. Este artigo apresenta dicas para fazer a transição para o 100G.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd13ad6c850" data-id="69fd13ad6c850" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Saiba como fazer a transição de sua rede para 100G</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Infraestruturas mais rápidas permitem que se aproveite mais do espaço físico de rack. Afinal, as redes precisam de menos servidores, menos conexões e menos switches. Este artigo apresenta dicas de como fazer a transição para o 100G.</h2>

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	</div>
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			<h4><a href="https://cumulusnetworks.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cumulus Networks</a></h4>

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			<p style="text-align: justify;"> Com o aumento maciço da quantidade de dados que precisa ser processada, o 100G será uma necessidade para muitas organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Infraestruturas mais rápidas permitem que se aproveite mais do espaço físico de rack. Afinal, as redes precisam de menos servidores, menos conexões e menos switches. Uma rede mais rápida permite que você coloque mais computação no mesmo espaço. Neste artigo, apresentamos dicas para fazer a transição para o 100G.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Decida onde 25G/100G faz sentido</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma única conexão 100G pode ser dividida em quatro canais ou faixas de 25G cada. É por isso que a rede 100G é às vezes chamada de 25G/100G. Provavelmente, você executará conexões de 100G entre seus switches e 25G em seus servidores. Isso não é diferente da rede 10G/40G, na qual você executará 40G entre switches e 10G em seus servidores. Também é comum ter conexões 40G com blade chassis para fornecer largura de banda suficiente para todos os blades.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas atualizar a sua rede para 100G não significa que todos os servidores precisam suportar 25G imediatamente. Decida onde 25G faz sentido. Se você estiver executando 10G em seus servidores e não tiver gargalos, a atualização desses links para 25G não fornecerá vantagens proporcionais à quantidade de trabalho e ao dinheiro gasto. Pode fazer sentido ficar apenas com 10G para esses servidores, pelo menos até a próxima atualização do servidor.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas se estiver pensando em mudar o servidor de 10G para 40G, a rede 25G é provavelmente a melhor escolha. Uma única porta de 100G pode ser dividida em dois links de 50G, oferecendo a opção de conectar dois servidores a 50G cada. Você conecta o mesmo número de servidores, obtém mais largura de banda e usa menos portas. Os benefícios se apresentam claramente quando se compara essa configuração com a execução de 40G para dois servidores. Você teria que utilizar duas portas do switch em vez de uma, e ainda estaria recebendo menos largura de banda.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se por outro lado estiver executando 10G e precisar de mais largura de banda, mas achando que o 40G é mais do que você precisa, é possível considerar usar conexões adicionais 10G. Se você tiver muitas portas de switch de sobrando, isso pode ser uma opção razoável. No entanto, se não tiver muita sobra, poderá trocar todas as conexões 10G por uma de 25G sem consumir qualquer porta de switch adicional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Da perspectiva de espaço em rack, o 100G/25G é mais eficiente. A mudança não exige mais espaço no rack ou o movimento dos componentes. Basta substituir os seus switches 10/40G por 25G/100G e fazer a troca de um por um.</p>
<p style="text-align: justify;">  O caminho seguinte: use 25G/100G onde você precisa de mais largura de banda e mais flexibilidade no rack. Fique com 10G/40G onde existe capacidade para executar conexões adicionais, sem ter que comprar mais switches.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Certifique-se de que seus switches de 100G sejam compatíveis com os de 10G/40G</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Provavelmente, você não fará uma atualização tipo “empilhadeira” para atingir 100G, substituindo os seus servidores, switches e cabeamento de uma só vez. Talvez a sua rede ainda terá algumas conexões 10G/40G que precisam permanecer no lugar durante a transição. Para suportar as suas conexões 10G/40G, os novos switches leaf precisarão operar com seus módulos QSFP+ e SFP+ existentes. Ao comprar novos switches leaf, procure por modelos que aceitem QSFP28, que é fisicamente capaz de receber módulos QSFP+. Se você tiver módulos SFP+ que deseja usar, verifique se os novos switches também aceitam o SFP28.</p>
<p style="text-align: justify;">  Tenha em mente que um switch que aceite QSFP28 e um conector QSFP+ na mesma porta não garante que os seus módulos QSFP+ funcionem. O mesmo vale para módulos SFP+ e portas SFP28. Leia com atenção as especificações do produto para garantir que os módulos existentes funcionem com o novo equipamento.</p>
<p style="text-align: justify;">  Observe também que as portas QSFP28 e SFP28 não podem suportar módulos SFP com Gigabit, portanto se você ainda estiver usando Gigabit no servidor, verifique se os switches leaf que você comprou têm portas SFP suficientes para acomodar todos os módulos.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Escolha os adaptadores de rede que suportam 25G/100G</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Essa recomendação pode parecer óbvia, mas nem todos os equipamentos são fornecidos com adaptadores de rede de 25G. Na próxima atualização de hardware do servidor, verifique se há adaptadores compatíveis com 25G/100G. Felizmente, isso não significa desistir de 10G/40G, pois adaptadores que podem fazer 10/25/40 / 50/ 100G já estão disponíveis. Assim, você pode ficar em 10G hoje e fazer a transição para 25G quando estiver pronto. Isso lhe dá a flexibilidade de atualizar os seus switches ou servidores primeiro.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Entenda o seu alcance</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As distâncias em que você pode obter 100G não diferem muito de 10G/40G. Porém, há mais detalhes para ter em mente do que apenas a distância. Se precisar de fibra óptica de longo alcance, alguns switches limitam você a portas específicas. Além disso, outros switches limitarão o número de portas 100G que se pode dividir em conexões 4x25G ou 2x50G.</p>
<p style="text-align: justify;">  Essas limitações podem afetar o quanto de densidade você pode de fato alcançar. Como mencionado anteriormente, sempre leia as especificações do produto com atenção, para garantir que você detecte qualquer problema associado ao uso de breakouts e fibra óptica de longo alcance.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para concluir, a transição para 100G traz muitos benefícios tangíveis para a sua rede, incluindo o aumento da velocidade e a otimização do espaço físico do rack. Além disso, baseado na maneira como a indústria se expande rapidamente, atualizar-se está se tornando uma prática necessária &#8211; é melhor ficar à frente da tendência do que ter que alcançar todos os outros. No entanto, é importante fazer essa transição de maneira ponderada e deliberada. Seguir as práticas recomendadas e manter essas considerações em mente garantirão que suas novas atualizações 100G sejam personalizadas para as necessidades e especificações de sua rede.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Cinco dicas para uma estratégia centralizada de informações com o gerenciamento de dados mestres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 20:42:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 26]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo mostra como operações complexas podem desenvolver uma estratégia de gerenciamento de dados centralizada de forma prática e assertiva. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd13ad6e7ef" data-id="69fd13ad6e7ef" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Cinco dicas para uma estratégia centralizada de informações com o gerenciamento de dados mestres</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O artigo mostra como operações complexas podem desenvolver uma estratégia de gerenciamento de dados centralizada de forma prática e assertiva.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Por Ricardo Fornari, country manager da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.stibosystems.com/pt-br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Stibo Systems no Brasil</a></span></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Em tempos marcados por processos hiperconectados e demandas que exigem alta disponibilidade e agilidade das empresas, estabelecer uma estratégia de dados centralizada tem se tornado uma demanda essencial para que uma empresa seja capaz de explorar totalmente seus dados. Mas como, afinal, operações complexas e de grande porte podem desenvolver essas ações de forma prática e assertiva?</p>
<p style="text-align: justify;">  Em primeiro lugar, a organização deve ser capaz de identificar, combinar e gerenciar várias fontes de informações. Outro passo é construir os modelos de análise mais adequados para prever e otimizar os resultados que serão avaliados. Além disso, é preciso que os líderes tenham a vontade de transformar os processos de seus negócios, buscando formas para que a companhia possa ampliar e converter os ativos digitais em fontes para decisões úteis, com insights que realmente ajudem a melhorar os ganhos da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Neste contexto, o apoio das ferramentas de master data management (MDM –Gerenciamento de Dados Mestres, em português) tem se mostrado uma opção prática. Para definir uma estratégia clara de como usar a análise de dados por meio de soluções de MDM, no entanto, os líderes devem entender que certos pré-requisitos e iniciativas são fundamentais. Pensando nisso, separamos cinco dicas para melhorar os resultados das organizações:</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><em><span style="color: #3366ff;"><strong><span style="font-size: 32px;">1</span></strong></span></em> – Verifique o seu cenário de dados</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Todas as organizações são desafiadas pelo crescimento exponencial do volume de dados e pela mudança constante de cenários de negócios. Os CDOs &#8211; Chief Data Officers precisam repensar como podem gerenciar e governar as suas informações com mais eficiência para garantir vantagens competitivas e cumprir com os requisitos regulamentares. Um dos maiores desafios é identificar todas as fontes de dados (ou melhor silos de dados) espalhadas pela organização. Isso pode incluir ERPs, CRMs, planilhas, sistemas legados e muito mais. Os silos de dados surgem naturalmente em empresas de médio e grande portes, porque diferentes unidades organizacionais têm suas próprias prioridades, responsabilidades e objetivos. Também podem surgir a competição entre departamentos, em vez da cooperação em direção a objetivos de negócios comuns. Assim, as equipes geralmente perdem muito tempo extraindo e comparando manualmente os dados retirados de uma variedade de sistemas.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><em><span style="color: #3366ff;"><strong><span style="font-size: 32px;">2 </span></strong></span></em> – Crie uma única casa para os seus dados</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Criar uma versão única e centralizada desses arquivos, usando o gerenciamento de dados mestres, ajudará a resolver vários problemas. Com o MDM, por exemplo, os líderes podem gerenciar, centralizar, organizar, categorizar, localizar, sincronizar e enriquecer dados mestres de acordo com as necessidades de seus negócios, apoiando as iniciativas de vendas, marketing e operação de sua empresa. Os dados mestres podem assumir a forma de informações sobre produtos, clientes, fornecedores, locais e ativos, além de outras referências que direcionam seus negócios. O gerenciamento eficiente de dados mestres em um repositório central fornece uma visão autorizada única das informações e elimina ineficiências dispendiosas causadas por silos de dados. Em outras palavras, os usuários podem ter certeza da qualidade e da integridade dos dados, além de acelerar significativamente o processo de insight. Isso permite que os líderes confiem nos dados e nas informações o suficiente para basear as suas decisões críticas de negócios.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><em><span style="color: #3366ff;"><strong><span style="font-size: 32px;">3 </span></strong></span></em> –  Ajuste a governança de dados</h3>
<p style="text-align: justify;">  Para extrair o valor máximo das informações, também é necessário um forte programa de governança de dados. Esse passo ajuda a desenvolver as informações digitais como um ativo comercial estratégico realmente útil e inteligente. O sucesso de um programa de governança de dados depende de uma infraestrutura robusta que permita a automação, o gerenciamento e a escalabilidade das iniciativas internas. Isso requer a implementação de políticas e processos, controle de versão e aprovações com fluxos de trabalho e regras de negócios integrados para manter a precisão e a responsabilidade das informações. Um fator crucial para ajustar a governança de dados é criar as equipes certas e, no repositório de dados central, usar privilégios de segurança e acesso baseados em funções. Com isso, a organização reduz o risco de pessoas erradas acessarem as informações erradas. Além disso, a empresa protege a qualidade de seus dados, fornecendo direitos de edição e visualização adaptados a diferentes perfis de usuários em seu sistema.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><em><span style="color: #3366ff;"><strong><span style="font-size: 32px;">4 </span></strong></span></em> – Não fique preso ao pensamento tradicional</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O universo dos dados mudou imensamente ao longo dos anos. O crescimento exponencial das informações acelerou as oportunidades de obter insights, combinando dados de novas maneiras. O desafio é descobrir como fazer isso. Com o aumento da qualidade e do volume de dados, as empresas podem obter visualizações mais panorâmicas e granulares de seu ambiente de negócios, usando-as para melhorar a experiência dos clientes, processos operacionais e estratégias de negócios. Por exemplo, supermercados podem analisar os padrões de gastos dos clientes e usar dados extraídos das mídias sociais (como impressões e curtidas) para planejar vendas de determinadas mercadorias ou picos sazonais. Uma boa maneira de começar é simplesmente se perguntar o que você poderia fazer se tivesse as informações corretas.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><em><span style="color: #3366ff;"><strong><span style="font-size: 32px;">5 </span></strong></span></em> – Procure formas para extrair mais valor de seus dados</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Descobrir novas formas criativas de usar bem os dados existentes não é suficiente. Sua organização precisa entender e confiar em modelos de big data. Se a cultura, os recursos e as análises emergentes existentes de uma organização não estiverem alinhados com a forma como ela realmente chega às decisões ou se não fornecer uma maneira clara de atingir as metas de negócios, a análise de dados não funcionará. Os funcionários e gerentes da linha de frente precisam entender como os dados podem ajudá-los. Em outras palavras, as ferramentas de análise precisam ser relevantes e aplicáveis ​​aos seus negócios. Para isso, desenvolva ferramentas simples e intuitivas para a equipe da linha de frente. Os gerentes precisam de métodos transparentes para usar os novos modelos e algoritmos. Se eles não conseguirem ver como as soluções os ajudam a fazer melhor seu trabalho, eles não as usarão.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Vale destacar que, independentemente da facilidade de implementação e implantação, a maioria das organizações precisará atualizar as suas habilidades analíticas e alfabetização. Para tornar a análise parte das operações diárias, os gerentes devem vê-las como essenciais para resolver problemas e identificar oportunidades. Os esforços necessários variarão de acordo com os objetivos e a linha do tempo da empresa. Ajustar culturas e mentalidades normalmente requer treinamento abrangente, modelagem de papéis pelos líderes e incentivos e métricas para estimular a adoção.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os ganhos de uma companhia ao estabelecer uma estratégia de dados centralizada podem ser enormes. Adotar as dicas acima tornará esse processo mais simples e funcional, reduzindo o uso de tempo e recursos. O objetivo deve ser sempre agregar valor e inteligência à gestão, com ênfase nas exigências reais da companhia. Afinal, se os dados são a base dos negócios hoje em dia, quem souber usá-los de maneira ágil estará à frente dos seus concorrentes.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Tecnologia aliada à saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 20:41:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 26]]></category>
		<category><![CDATA[Gestores de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[A tecnologia é uma forte aliada em diferentes setores do mercado diante das ameaças trazidas pela pandemia da Covid-19. A área de saúde é um grande exemplo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>Tecnologia aliada à saúde</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  É fato que a tecnologia tem se mostrado uma forte aliada em diferentes setores do mercado diante das ameaças trazidas pela pandemia da Covid-19. A área de saúde é um grande exemplo. Em 31 de março, o Senado aprovou um projeto de lei que libera o uso da telemedicina durante a pandemia de Coronavírus no Brasil. O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/141263" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PL 696/2020</a> tem como principal objetivo de desafogar hospitais e centros de saúde, por meio de recursos tecnológicos, como as videoconferências.</p>
<p style="text-align: justify;">  O projeto, da deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP), prevê ainda a ampliação do serviço de telemedicina após o fim da crise, com a regulamentação dessa modalidade de atendimento pelo Conselho Federal de Medicina.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para o senador Paulo Albuquerque (PSD-AP), relator da matéria, a aprovação do PL 696/2020 vai contribuir principalmente para os casos que exigem acompanhamento contínuo de médicos, por permitir essa continuidade e evitar a ida do paciente a um pronto-socorro ou uma clínica onde haja risco de contaminação pelo novo Coronavírus. “A telemedicina surge como uma estratégia viável, que pode ampliar o acesso e levar a atenção médica a pessoas e lugares carentes e distantes. Também pode oferecer maior acesso à educação e à pesquisa médica, em especial aos estudantes e aos médicos que se encontram em regiões geograficamente isoladas”, disse Albuquerque.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além de colaborar com este momento de crise, a telemedicina rompe barreiras geográficas, agiliza diagnósticos e reduz os custos do sistema de saúde, tanto no setor privado quando no público.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Realidade virtual na medicina</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/como-realidade-virtual-contribui-para-pratica-da-medicina/">Esta edição da Revista Digital Infra News Telecom traz um artigo, de Lilian Quintal Hoffmann, diretora-executiva de Tecnologia e Operações da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, sobre realidade virtual na medicina</a>. Segundo ela, a tecnologia é uma ferramenta importante para o aprimoramento da prática médica, especialmente em procedimentos cirúrgicos.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A simulação de cirurgias é uma forma eficiente de aperfeiçoar a técnica e de treinar as habilidades do cirurgião em um ambiente que se aproxima do real antes de realizá-los em pacientes. As salas são equipadas com aparelhos que permitem reproduzir uma cirurgia desde a entrada na sala cirúrgica, passando pela intervenção até a finalização do procedimento, incluindo eventuais complicações”, explica Lilian.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Realidade virtual no combate à Covid-19</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O Hospital Universitário George Washington, nos EUA, usou a realidade virtual para demonstrar exatamente como a Covid-19 pode danificar os pulmões dos pacientes infectados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Keith Mortman, chefe de cirurgia torácica do hospital, usou uma tomografia computadorizada de um paciente real com Covid-19 para criar uma renderização em realidade virtual. “Há um contraste muito acentuado e muito visível entre o pulmão infectado pelo vírus e o tecido pulmonar adjacente mais saudável. É possível entender a gravidade dos danos causados no tecido pulmonar”, disse Mortman.</p>
<p style="text-align: justify;">  O vídeo abaixo mostra como a simulação funciona. É possível ver com clareza a diferença entre os tecidos infectados dos saudáveis (amarelos e azuis, respectivamente).</p>

		</div>
	</div>
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			<p><iframe title="Dr. Mortman GWUH - COVID-19 Patient VR Flythrough 2" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/WGZXwZli2hI?start=13&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>

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		<title>Como a realidade virtual contribui para a prática da medicina?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/como-realidade-virtual-contribui-para-pratica-da-medicina/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-realidade-virtual-contribui-para-pratica-da-medicina</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 20:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 26]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas das inovações trazidas pela tecnologia impactam positivamente na área da saúde. É o caso da aplicação de realidade virtual como ferramenta de aprimoramento da prática médica, especialmente em procedimentos cirúrgicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd13ad73087" data-id="69fd13ad73087" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como a realidade virtual contribui para a prática da medicina?</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Muitas das inovações trazidas pela tecnologia impactam positivamente na área da saúde. É o caso da aplicação de realidade virtual como ferramenta de aprimoramento da prática médica, especialmente em procedimentos cirúrgicos.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Lilian Quintal Hoffmann, diretora-executiva de Tecnologia e Operações da<span style="color: #3366ff;"> BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo</span></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">  A tecnologia tem revolucionado a medicina ao contribuir para o desenvolvimento de novas técnicas e para a transformação dos cuidados em saúde. Muitas das inovações trazidas pela tecnologia impactam positivamente no ensino da profissão, por meio de treinamentos sofisticados que simulam a prática. É o caso da aplicação da realidade virtual como ferramenta de aprimoramento da prática médica, especialmente em procedimentos cirúrgicos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A simulação de cirurgias é uma forma eficiente de aperfeiçoar a técnica e de treinar as habilidades do cirurgião em um ambiente que se aproxima do real antes de realizá-los em pacientes. As salas são equipadas com aparelhos que permitem reproduzir uma cirurgia desde a entrada na sala cirúrgica, passando pela intervenção até a finalização do procedimento, incluindo eventuais complicações.</p>
<p style="text-align: justify;"> Com a realidade virtual é possível ver os órgãos de forma tridimensional, respeitando características que seriam identificadas em uma cirurgia real. Os ­<em>joysticks</em> com o <em>force</em> <em>feedback</em>, por exemplo, simulam as texturas, deixando o treinamento ainda mais próximo da realidade. Esses detalhes melhoram significativamente os resultados e garantem mais segurança na intervenção cirúrgica real porque os médicos estarão mais capacitados após uma série de testes. E definitivamente esse é um campo de atuação em que a prática é fundamental para o aprimoramento contínuo.</p>
<p style="text-align: justify;">  A realidade virtual se consolida, portanto, como uma alternativa absolutamente eficiente por permitir que a capacitação seja mais assertiva, com possibilidade de os profissionais reduzirem e corrigirem a ocorrência de falhas e de receberem <em>feedbacks </em>instantâneos, além de oferecer menos riscos a pacientes. Muitos centros já oferecem uma experiência imersiva com recursos tecnológicos que possibilitam percorrer virtualmente o corpo humano para analisar a anatomia, os efeitos das doenças no organismo e a melhor maneira de reverter a situação de enfermidade, com a proposição de tratamento cirúrgico.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nesse contexto, pode-se afirmar que o propósito da utilização da realidade virtual é fazer com que haja mais flexibilidade no ensino médico, com a finalidade de assegurar que os profissionais de saúde estejam mais preparados para as situações do dia a dia e, consequentemente, garantir as melhores práticas no cuidado com os pacientes. Afinal, proporcionar mais segurança e técnicas cirúrgicas mais modernas e aprimoradas são fatores que refletem diretamente na melhor experiência do paciente, que é um dos principais focos de atenção das instituições de ponta atualmente.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>O diferente afeta a sua vida?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/o-diferente-afeta-a-sua-vida/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-diferente-afeta-a-sua-vida</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 20:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 26]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Currículos]]></category>
		<category><![CDATA[Neurolinguística]]></category>
		<category><![CDATA[Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Diferenças pessoais no trabalho podem ser estendidas em todas as situações da vida. Talvez este momento de pandemia pode ser um impulsionador para as pessoas perceberem que, apesar das diferenças, todos somos iguais no que é essencial para a vida. Entender isso significa conhecer profundamente o significado da palavra EMPATIA. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd13ad74290" data-id="69fd13ad74290" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O diferente afeta a sua vida?</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Edgar Amorim, Analista comportamental e coach, da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://www.amorimepimentel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Amorim &amp; Pimentel</a></span></strong></h4>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Neste espaço tenho procurado falar do lado mental da vida profissional. Exemplos de currículos e roteiros para se dar bem em entrevista existem vários pela Internet; então procuro me concentrar na transformação maior que a de si próprio. A única coisa que realmente podemos mudar no mundo somos a nós mesmos. E isso também não é uma mudança simples.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nossa mente tem a particularidade de colocar as atividades em “modo automático” para economizar energia. Dessa forma, nossos hábitos estão enraizados de tal forma que nem percebemos quando fazemos alguma ação. Além das atividades que realizamos, nossa percepção de mundo também funciona no “modo automático”. Isso significa que os valores que adotamos estão sempre influenciando as nossas vidas e nem percebemos (<a href="https://www.infranewstelecom.com.br/voce-realmente-sabe-quem-e/">leia o artigo “Você realmente sabe quem é?”, na primeira edição da Revista Digital Infra News Telecom</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">  Devido a mente funcionar no “automático”, qualquer coisa que seja diferente nos causa estranheza. E isso se estende nas relações, para as pessoas, local de trabalho, sotaques, costumes e tanto mais. Por exemplo, é triste ver uma pessoa de uma região do Brasil ir para outro estado que tenha sotaque muito diferente do que está habituado; e ficar zombando do outro por essa questão. É claro que sempre existe alguma brincadeira entre regiões, mas já presenciei situações muito desagradáveis nesse sentido. Outro exemplo (eu diria relativamente clássico) é o brasileiro ir para outro país e “quase morrer de fome” porque não tem arroz e feijão (isso acontece com muita gente). E ainda tem aquele que é diferente porque que tem o gênero sexual não tradicional, aquele que tem a religião diferente, aquele cuja cultura aceita um casamento de um homem com várias mulheres e tanto mais.<br />
A PNL &#8211; Programação Neurolinguística mostra que a mudança de um hábito precisa de ao menos 21 dias para acontecer. Sendo assim, acostumar com o diferente demanda ao menos 21 dias também. No entanto, para uma mudança ser levada a cabo é preciso que o indivíduo esteja altamente motivado, pois vai consumir muita energia, já que não está no automático. Sempre volto para o exemplo da carteira de habilitação. O processo para obter a carteira de habilitação exige um grande esforço, até emocional, do indivíduo, mas apesar de todas as dificuldades provavelmente todos conseguem atingir esse objetivo. A grande responsável por essa realização é a vontade de ser reconhecido como motorista e poder dirigir por onde quiser sem qualquer tipo de problema legal.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando se fala de vida profissional, muita coisa está em jogo para se obter sucesso além das habilidades técnicas. É preciso se relacionar com pessoas com os mais diferentes tipos de valores, culturas, grupos sociais, dentre outras coisas. Nesse cenário, muitas dificuldades podem surgir. Mesmo considerando um clima de respeito, um determinado hábito pode ser tão diferente do nosso, que o desconforto pode surgir – e dependendo da intensidade pode criar uma relação de trabalho difícil. E quanto mais anos de trabalho o indivíduo tem, mais é provável que irá enfrentar uma situação em que o diferente lhe causará estranheza e isso poderá trazer dificuldades.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esse cenário de diferenças pessoais no trabalho pode ser estendido às diferenças em todas as situações de vida &#8211;  e talvez este momento de pandemia que estamos passando pode ser um impulsionador para as pessoas perceberem que, apesar das diferenças, todos somos iguais no que é essencial para a vida. Entender isso significa conhecer profundamente o significado da palavra EMPATIA. No meu entender, essa é a palavra do século XXI.</p>
<p style="text-align: justify;">  Existe um outro aspecto muito importante do diferente, as empresas podem se beneficiar muito de visões diferentes sobre uma mesma questão. Hoje, mais do que nunca, muitas organizações estão estimulando ambientes inclusivos para que se obtenha os melhores resultados, considerando que se escolherá as melhores soluções dentre várias apresentadas com visões de diferentes ângulos.</p>
<p style="text-align: justify;">  É importante tomar posse que o que pode nos ser estranho num primeiro momento, provavelmente é só diferente &#8211; e se der algum tempo, a situação não lhe causará mais estranheza.</p>
<p style="text-align: justify;">  Faça uma análise e se posicione em relação ao diferente. Assim, você pode encontrar a qualquer momento: como você encara o diferente?; ele pode trazer algum problema ou é só diferente?; qual ação você vai tomar para ficar confortável com a situação?;o que você ganha e o que você perde com essa ação?; e faça a melhor escolha para sua vida profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sucesso!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fd13ad748c5" data-id="69fd13ad748c5" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Etapas de um projeto FTTH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaldo Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2020 20:08:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 26]]></category>
		<category><![CDATA[Caixas de emenda]]></category>
		<category><![CDATA[CTO]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[FTTH]]></category>
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		<category><![CDATA[OLT]]></category>
		<category><![CDATA[Provedor de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Rede óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Splitters]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo apresenta um passo a passo para elaborar um projeto eficiente de uma infraestrutura FTTH.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fd13ad7585d" data-id="69fd13ad7585d" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Etapas de um projeto FTTH</h1>

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			<p><strong>Ronaldo Couto, Fundador da Primori</strong></p>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Muitos ISPs – provedores de Internet têm dúvidas de como elaborar o seu projeto FTTH de forma correta e eficiente. Neste artigo apresento um passo a passo, ilustrado na figura abaixo e que enumera todas as etapas do projeto.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fd13ad75c49" data-id="69fd13ad75c49" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Definição da área de cobertura</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Com bom senso, procure definir a área de cobertura mais ampla possível. Lembre-se que projetar uma área de cobertura maior não significa que todo o projeto deve ser executado num primeiro momento.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Determinar potencial de mercado</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Esta etapa é fundamental para a futura lucratividade da rede. Procure realizar uma pesquisa de mercado para determinar o potencial de cliente que o ISP poderá ter. Identifique quais as necessidades e desejos dos clientes potencias e como estes serão atendidos.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Definir taxa de penetração de projeto</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  De posse dos dados de mercado, defina a taxa de penetração de projeto. Cuidado com taxas de penetração muito baixas, isto significará maior consumo de drop e maior tempo de ativação do cliente.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Definir splitter de atendimento e tamanho da célula de atendimento</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Escolha o splitter de atendimento. De uma forma geral, splitter 1&#215;16 são mais adequados para altas taxas de penetração, enquanto splitter 1&#215;8 são mais adequados para baixas taxas de penetração. Uma vez definido o splitter, defina também o tamanho da célula de atendimento, a abrangência de cada splitter de atendimento.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Lotear a área de cobertura</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Considero uma das etapas mais importantes do projeto. Consiste em lotear toda a área de cobertura em células de atendimento. Cada célula de atendimento terá um CTO para atender sua abrangência.</p>
<h3></h3>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Posicionar as CTOs nas células de atendimento</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma vez loteada toda a área de cobertura, posicione uma CTO em cada célula de atendimento. Procure posicionar a CTO para que o atendimento aos clientes seja feito com o menor consumo de drop possível.</p>
<h3></h3>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Definir a razão de divisão da porta PON e topologia de rede</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Chegou a hora de escolher entre splittar a porta PON por 64 ou 128 clientes. Para definir isso, pense não só nas necessidades atuais de banda, mas também necessidades futuras de novos serviços.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Definir os ramais e os pontos de distribuição</h3>
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<p style="text-align: justify;">  Chegou a hora de agrupar as CTOs em ramais. Procure visualizar como as CTOs ficaram posicionadas no projeto e, então, decida pela melhor opção entre ramais balanceados ou desbalanceados. Em geral, ramais desbalanceados são mais adequados para CTOs posicionadas em sequência lineares; enquanto que ramais balanceados são mais adequados para CTOs posicionadas sem sequências lineares. Independente se o ramal será balanceado ou desbalanceado, identifique e posicione os pontos de distribuição, onde será o início de cada ramal.</p>
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<h3 style="text-align: justify;">Definir os cabos de alimentação</h3>
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<p style="text-align: justify;">  Uma vez definidos os pontos de distribuição na etapa anterior, chegou o momento de pensar na rede de alimentação. Esta rede é a que une todos os pontos de distribuição até nossa central. E necessita fibra para alimentar cada ramal definido anteriormente.</p>
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<h3 style="text-align: justify;">Elaboração de lista de materiais</h3>
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<p style="text-align: justify;">  Com o planejamento do projeto definido, é preciso elaborar as listas de materiais de cada parte da rede: central, rede de alimentação, rede de ramais e atendimento. Procure especificar em detalhes cada um dos componentes da rede para que o processo de cotação com fornecedores seja facilitado. Considere também neste momento criar uma lista com equipamentos e ferramentas que precisará na implementação, operação e manutenção da rede.</p>
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<h3 style="text-align: justify;">Determinação dos custos da rede</h3>
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<p style="text-align: justify;">  Realize cotações com fornecedores de sua confiança para determinar o custo de implementação de seu projeto. Lembre-se que muitos dos materiais devem estar homologados. Certifique que os materiais cotados atendem à especificação solicitada.</p>
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<h3 style="text-align: justify;">Análise de viabilidade</h3>
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<p style="text-align: justify;">  Com todo o custo de projeto definido, chegou a hora de verificar a viabilidade financeira do mesmo. Para esta etapa, além dos investimentos necessários, é preciso estimar o faturamento da rede e os custos operacionais que teremos envolvidos. Com estes dados, a análise financeira visa responder qual será qual será o <em>payback</em> do projeto, qual será a taxa interna de retorno (TIR) do projeto, em quanto tempo o projeto atinge o equilíbrio operacional e qual a necessidade de fluxo de caixa para viabilizar o projeto.</p>
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<h3 style="text-align: justify;">Documentação e planos de emendas</h3>
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<p style="text-align: justify;">  Caso o projeto se mostre viável financeiramente, capriche na documentação do mesmo e nos planos de emendas. Estes documentos serão essenciais para a implantação da rede corretamente; e igualmente importantes durante a operação e manutenção da rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  Pode parecer complexo, mas posso garantir que seguir este passo a passo será certeza de um bom projeto e, principalmente, bons resultados.</p>
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