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	<title>Edição 27 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Edição 27 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>O empoderamento da edge computing na próxima década</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 02:25:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 27]]></category>
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					<description><![CDATA[A tecnologia de edge computing deve ganhar um impulso ainda maior com a chegada do 5G e implementação de projetos de IoT. A expectativa é que se tenha no mundo 20 vezes mais dispositivos inteligentes conectados à edge do que em funções de TI convencionais até 2023.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d452b7" data-id="69fb3c9d452b7" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O empoderamento da edge computing na próxima década</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">A tecnologia de edge computing deve ganhar um impulso ainda maior com a chegada do 5G e implementação de projetos de IoT. A expectativa é que se tenha no mundo 20 vezes mais dispositivos inteligentes conectados à edge do que em funções de TI convencionais até 2023.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Marcelo Barradas, diretor comercial da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.azion.com/pt-br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Azion</a></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Apontada como uma das principais tendências tecnológicas por institutos de pesquisas, como Forrester e Gartner, a tecnologia de edge computing deve ganhar um impulso ainda maior com a chegada do 5G e implementação de projetos de IoT – Internet das coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A expectativa é que se tenha no mundo 20 vezes mais dispositivos inteligentes conectados à edge do que em funções de TI convencionais até 2023. Tudo isso passará pelo empoderamento da edge computing nesta década, quando veículos autônomos, robôs e drones ganharão mais escala, se beneficiando dos recursos e funcionalidades da plataforma para melhorar a experiência do usuário.</p>
<p style="text-align: justify;">  A edge computing consiste em uma complexa arquitetura de rede descentralizada, que disponibiliza múltiplos servidores distribuídos em pontos estratégicos geograficamente, proporcionando agilidade, inteligência, confiabilidade e redução de custos. Dessa forma, as empresas, independente do porte e do setor, conseguem garantir a qualidade do processamento das informações, sem que o serviço seja interrompido, mesmo em momentos de pico, como a Black Friday. Imagine o prejuízo que um e-commerce pode ter se o processo de compra estiver lento? Provavelmente, o consumidor desistirá do produto e o varejista perderá uma grande oportunidade de gerar mais negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">  A velocidade, um dos principais desafios do mundo atual, pode ser otimizada por meio do encurtamento de distância entre os servidores e os dispositivos. Com a plataforma de edge computing é possível diminuir a latência e o tempo de resposta, assegurando conectividade e alta performance. Resultado: as empresas podem melhorar a experiência do cliente, deixá-lo mais satisfeito e promover a fidelização.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma página da web que demore a responder tende a ser abandonada pelo consumidor. Se a página não carrega em até três segundos, 57% a fecham e 80% não tornam a visitá-la. Por isso, a importância de se investir numa tecnologia que traz vantagens não apenas pelo processamento na borda, mas também pelo redirecionamento inteligente da solicitação, levando o dispositivo do cliente a interagir com o servidor que oferece o melhor desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a inteligência inserida na edge, que pode ser o próprio dispositivo, os dados são processados nas camadas iniciais, de modo que o servidor principal só receba dados relevantes, aliviando o tráfego e o consumo de banda larga. Segundo o Gartner, 75% dos dados corporativos serão criados e processados fora do data center e da nuvem centralizada até 2025.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra vantagem da plataforma de edge computing é a redução de custos. Como o gerenciamento da rede fica a cargo do provedor, a empresa contratante não precisa pagar por recursos computacionais, que passam a ser otimizados em função do aumento da produtividade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Devido aos seus recursos, a edge computing tende a dominar vários setores do mercado, englobando quaisquer empresas que utilizam a tecnologia em suas operações de negócios. Em constante evolução, a estimativa da Forrester é que os serviços de nuvem aliados à edge cresçam 50%, principalmente entre os provedores de computação em nuvem, empresas de telecomunicações e data centers, atentos à experiência do usuário.</p>
<p style="text-align: justify;">  A mudança gradual para edge computing vai virtualizar o mundo em níveis sem precedentes, combinando o poder de processamento local com o de computação quase infinito que se tem na nuvem. Com a chegada do 5G, a edge computing – mais empoderada &#8211; terá um papel fundamental na implementação da hiperautomação, que prevê a automação de tarefas mais complexas que requerem controle humano. Certamente será um passo importante para a criação de espaços mais inteligentes, conectados e seguros.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Orçamento de potência &#8211; O que é e como calcular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaldo Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 02:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 27]]></category>
		<category><![CDATA[Conectores]]></category>
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					<description><![CDATA[Na elaboração de um projeto de rede FTTx é imprescindível conhecer qual é o orçamento de potência dos equipamentos que serão utilizados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d46e24" data-id="69fb3c9d46e24" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Orçamento de potência &#8211; O que é e como calcular</h1>

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			<p><strong>Ronaldo Couto, Fundador da Primori</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Na elaboração de um projeto de rede FTTx é imprescindível conhecermos qual o orçamento de potência dos equipamentos que pensamos em utilizar.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como sabemos, o sinal óptico transmitido por OLT é atenuado ao longo do enlace devido a perdas causadas por emendas, conectores ópticos, splitters e até mesmo pela fibra óptica.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um bom projeto considera uma topologia onde a somatória destas perdas não ultrapasse o máximo permitido pelo conjunto OLT e ONU.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para calcular a perda total do enlace elaboramos um diagrama unifilar da rede. Este diagrama tem por objetivo mostrar de forma clara todas as perdas que o sinal da OLT sofrerá até chegar a uma ONU. E, obviamente, vale o mesmo para o sinal da ONU que segue para a OLT.</p>
<p style="text-align: justify;">  Abaixo um exemplo de um diagrama unifilar.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d4741b" data-id="69fb3c9d4741b" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p style="text-align: justify;">  Como base num diagrama unifilar determinaremos a perda projetada na rede FTTx. No entanto, precisamos verificar qual é a máxima perda que o conjunto OLT e ONU pode suportar. Ou seja, com quantos dBs podemos projetar a rede?</p>
<p style="text-align: justify;">  A resposta como sempre é depende! Depende da potência de transmissão e sensibilidade dos transceptores ópticos (GBICs) utilizados na OLT e ONU.</p>
<p style="text-align: justify;">  O orçamento de potência de downstream é dado pela diferença entre a potência de transmissão da OLT e sensibilidade da ONU. Já o de upstream é realizado pela diferença entre a potência de transmissão da ONU e sensibilidade da OLT.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um exemplo, considerando GBICs típicos usados numa OLT e ONU classe B+:</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="width: 91.9217%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 49.0991%;" width="212">Dados da OLT</td>
<td style="width: 114.384%;" width="212">Dados da ONU</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 49.0991%;" width="212">P<sub>tx</sub> OLT = 1,5 dBm (mínima)</td>
<td style="width: 114.384%;" width="212">Sens OLT: -28 dBm</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 49.0991%;" width="212">P<sub>tx</sub> ONU = 0,5 dBm (mínima)</td>
<td style="width: 114.384%;" width="212">Sens ONU: -27 dBm</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="width: 92.2884%; height: 140px;">
<tbody>
<tr style="height: 32px;">
<td style="width: 49.0991%; height: 32px;" width="212">Orçamento de Potência Downstrean</td>
<td style="width: 123.484%; height: 32px;" width="212">Orçamento de Potência Upstrean</td>
</tr>
<tr style="height: 36px;">
<td style="width: 49.0991%; height: 36px;" width="212">OP<sub>ds</sub> = P<sub>tx</sub> OLT – Sens ONU</td>
<td style="width: 123.484%; height: 36px;" width="212">OP<sub>us</sub> = P<sub>tx</sub> ONU – Sens OLT</td>
</tr>
<tr style="height: 36px;">
<td style="width: 49.0991%; height: 36px;" width="212">OP<sub>ds</sub> = 1,5 – (-27)</td>
<td style="width: 123.484%; height: 36px;" width="212">OP<sub>us</sub> = 0,5 – (-28)</td>
</tr>
<tr style="height: 36px;">
<td style="width: 49.0991%; height: 36px;" width="212">OP<sub>ds</sub> = 28,5 dB</td>
<td style="width: 123.484%; height: 36px;" width="212">OP<sub>us</sub> = 28,5 dB</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim, para GBICs classe B+ típico podemos projetar a rede até a perda máxima de 28,5 dB.</p>
<p style="text-align: justify;">  Agora é com você, cheque as especificações de seu equipamento e faça os cálculos acima.</p>
<p style="text-align: justify;">  Bom projeto!</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O avanço das fibras ópticas BLI nas redes FTTH</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/o-avanco-das-fibras-opticas-bli-nas-redes-ftth/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-avanco-das-fibras-opticas-bli-nas-redes-ftth</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marco Antônio Scocco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 02:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 27]]></category>
		<category><![CDATA[BLI]]></category>
		<category><![CDATA[Cabos]]></category>
		<category><![CDATA[Cabos drop]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica monomodo]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica multimodo]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Macrocurvatura]]></category>
		<category><![CDATA[Provedor de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
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					<description><![CDATA[As fibras ópticas BLI foram desenvolvidas para manter o nível de perdas baixo, mesmo quando a fibra for submetida a condições críticas de macrocurvaturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d49445" data-id="69fb3c9d49445" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O avanço das fibras ópticas BLI nas redes FTTH</h1>

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			<p>Marco Antônio Scocco , gerente técnico e de engenharia de aplicação da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://www.sterliteconduspar.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sterlite Conduspar</a></span></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Assistimos, nos últimos anos, um impressionante avanço das redes FTTH – fiber-to-the-home puxado pela demanda exponencial de banda, que ocorre no cenário internacional e nacional. Neste cenário, as tecnologias de redes ópticas passivas PON &#8211; Passive Optical Networks, principalmente no padrão GPON, são amplamente utilizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim como a maior parte das redes ópticas, as redes FTTH requerem a utilização de fibras ópticas monomodo SM &#8211; Single Mode e o padrão recomendado é o G.652.D, definido pelo ITU-T International Telecommunications Union. Estas fibras são também conhecida como baixo pico d’agua ou LWP &#8211; Low Water Peak.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entretanto, as fibras monomodo BLI &#8211; Bend Loss Insensitive ou de baixa sensibilidade a curvaturas, que atendem as recomendações do ITU-T G.657, começam a ganhar espaço nas redes FTTH e avançar das usuais aplicações nos cabos drop e redes internas, para outros segmentos, como os de distribuição e alimentação.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d49850" data-id="69fb3c9d49850" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1588642211482 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>O comportamento das fibras SM G.652 frente a curvaturas</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As fibras monomodo chegaram e adentraram nas edificações e começaram a ser submetidas a condições adversas do ponto de vista mecânico. Nestas instalações, os cabos drop e internos passam, normalmente, por espaços muito apertados, dutos congestionados, curvaturas com diâmetros muito pequenos, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entretanto, as fibras monomodo SM G.652.D, quando submetidas a curvaturas de diâmetros muito pequenos (macrocurvaturas) da ordem de algumas dezenas de milímetros, sofrem um aumento da sua atenuação óptica de transmissão. Quanto menor for o raio da macrocurvatura e maior o número de voltas da fibra sobre ela, maior será a perda óptica da fibra monomodo. Estas perdas também aumentam em função do aumento do comprimento de onda.</p>
<p style="text-align: justify;">  Neste contexto, a utilização das fibras SM G.652.D nos cabos drop e no cabeamento interno começou a gerar uma preocupação, pois o aumento das perdas ópticas por macrocurvaturas começaram a comprometer o orçamento de potência do enlace e/ou diminuir o alcance da rede. Para minimizar este problema, foram desenvolvidas as fibras de baixa sensibilidade a curvaturas, conhecidas como BLI, com o objetivo de manter o nível de perdas baixo, mesmo quando a fibra for submetida a condições críticas de macrocurvaturas.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><strong>As fibras ópticas BLI</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As fibras ópticas monomodo BLI foram desenvolvidas para atuar sobre a estrutura geométrica do núcleo e seu perfil de IR &#8211; Índice de Refração, de modo a criar um tipo de “barreira” para maximizar o confinamento da luz no núcleo e minimizar as perdas ópticas quando a fibra é submetida às macrocurvaturas de pequenos diâmetros.</p>
<p style="text-align: justify;">  O ITU-T definiu duas categorias de fibras do padrão G.657: as Categorias A e B. Foram, então, definidas duas subcategorias para cada uma delas: A1, A2; e B2 e B3. Cada subcategoria apresenta limites específicos para a sensibilidade a curvatura, conforme indicado na tabela abaixo para as fibras G.657 A1 e A2. Um dos requisitos fundamentais para as fibras A1 e A2 é a total compatibilidade com as fibras SM G.652.D. A subcategoria B não necessariamente precisa ter essa compatibilidade.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d49fcc" data-id="69fb3c9d49fcc" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		</figure>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Na figura abaixo, pode-se comparar graficamente os raios de curvatura especificados para os tipos de fibra SM e BLI.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d4ac97" data-id="69fb3c9d4ac97" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  As fibras BLI G.657.A2 apresentam, tipicamente, um diâmetro do campo modal (DCM), que é o diâmetro onde se propaga a maior potência óptica no núcleo, menor que o das fibras SM G.652.D (tipicamente 8,6 µm versus 9,1 µm @1310nm e 9,6 µm versus 10,2 µm @1550nm). Esta diferença de DCM entre as fibras G.652 e G.657 representa um descasamento, quando na realização de uma emenda entre elas, e pode causar um aumento das perdas, quer seja ela por fusão ou conectorização.</p>
<p style="text-align: justify;">  A existência de um halo em torno do núcleo nas fibras BLI, devido à “barreira” no perfil de índice de refração (ver figura abaixo), também gera um pequeno problema na emenda por fusão. Máquinas de fusão mais antigas não reconhecem a fibra BLI, exigindo o alinhamento pela casca para se concluir a fusão. Outra opção é utilizar máquinas de fusão mais modernas que possuem um software apropriado de reconhecimento deste tipo de fibra BLI.</p>

		</div>
	</div>
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		</figure>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Recentemente, foi anunciado por um fabricante mundial de fibras ópticas uma nova fibra G.657.A2, a qual apresenta total compatibilidade com as fibras G.652.D. Esta fibra possui um DCM igual ao das fibras G.652.D (9,1 µm @1310nm), porém com o mesmo desempenho frente as macrocurvaturas do padrão G.657.A2. Esta compatibilidade vem mitigar os problemas de perdas nas emendas com as fibras SM já instaladas, permitindo uma migração transparente do uso da BLI para outros setores da rede.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>O avanço das fibras BLI para outros setores das redes FTTH</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Estudos recentes têm demonstrado que as perdas por macrocurvaturas representam uma das principais causas do aumento das perdas de um enlace óptico ao longo do tempo. Estas macrocurvaturas podem ocorrer no instante zero nos diversos segmentos da rede, como nos bastidores ópticos, nas caixas de emendas, caixas de terminação óptica, no interior das edificações, etc., mas também com o tempo, com a ocorrência de macrocurvaturas indesejadas nas restaurações devido a incidentes e rupturas dos cabos ópticos, manutenções e remanejamentos dos cabos, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">  Estas macrocurvaturas poderão gradativamente ir aumentando as perdas ópticas do enlace, causando interrupções indesejadas e limitando o seu alcance e a longevidade da rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  As perdas por macrocurvaturas aumentam com o aumento do comprimento de onda, conforme apresentado no gráfico da figura abaixo. Neste gráfico, é possível notar o excelente comportamento das fibras G.657.A2 em comparação com a fibra G.652.D.</p>

		</div>
	</div>
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		</figure>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Esta característica é particularmente mais crítica para as novas tecnologias xPON, que passam a operar em maiores comprimentos de onda. Por exemplo, o NG-PON2 opera no downstream a 1596-1602 nm em comparação com o GPON que opera a 1490 nm.</p>
<p style="text-align: justify;">  Devido a estes fatos, algumas operadoras de alguns países já passaram a definir e utilizar as fibras G.657.A2 em outros segmentos da rede FTTH. Em alguns casos, o uso da fibra G.657.A2 vai desde a OLT na central até a ONU nas instalações do cliente.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d4cf59" data-id="69fb3c9d4cf59" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3><strong>As vantagens e benefícios do uso das fibras BLI</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>A utilização das fibras BLI G.657.A2 traz muitas vantagens às operadoras e provedores de Internet, tais como:</p>
<p>• Redução dos diâmetros dos cabos ópticos, principalmente os de elevada quantidade de fibras. Com isto, reduz-se o impacto nas instalações de redes aéreas, subterrâneas e internas.</p>
<p>• Redução das perdas por macrocurvaturas em bastidores ópticos, caixas de emendas, caixas de terminação óptica, cabos drop, cabos internos, etc., permitindo também a redução das dimensões destes acessórios de conectividade com consequente compactação da rede.</p>
<p>• A fibra óptica G.657.A2 nos cabos internos e cordões ópticos permite menores curvaturas e maior flexibilidade, garantindo um melhor gerenciamento e roteamentos em ambientes congestionados, como por exemplo nas aplicações com elevada densidade que ocorre em data centers.</p>
<p>• Redução do investimento devido à redução de custo pelo menor tempo de instalação, e do custo de manutenção pela redução do tempo de reparo e estabilidade das perdas.</p>
<p>• Aumento da longevidade da rede frente as novas tecnologias de sistemas PON, que operam em comprimentos de onda mais elevados, onde a sensibilidade das fibras a macrocurvaturas é maior; e pela maior estabilidade das perdas em função de ocorrência de macrocurvaturas indesejadas e não esperadas ao longo do tempo.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Categoria 8 e o Ethernet a 40 Gb/s</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 01:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 27]]></category>
		<category><![CDATA[40 GbE]]></category>
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		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
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					<description><![CDATA[A categoria 8 permite aplicações Ethernet de velocidades 25 e 40 Gb/s em enlaces de par trançado nas instalações de data centers. Ela é a única que prevê um canal de no máximo 30 m, diferente das outras categorias, que permitem canais de até 100 m de extensão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d4ed0f" data-id="69fb3c9d4ed0f" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Categoria 8 e o Ethernet a 40 Gb/s</h1>

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			<p>Marcelo Barboza, da <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/">Clarity Treinamentos</a></p>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">  As categorias de cabeamento de par trançado são bem conhecidas, desde a 5E até a 6A. Menos conhecidas são as categorias 7 e 7A, inexistentes nas normas norte-americanas (ANSI/TIA) e pouco utilizadas no país. Mas, e a categoria 8?</p>
<p style="text-align: justify;">  Pois é, a categoria 8 de componentes de cabeamento de par trançado já foi normatizada há alguns anos, estando presente tanto nas normas internacionais (ISO/IEC) quanto nas norte-americanas (ANSI/TIA). E, a partir de meados de 2019, também na norma brasileira ABNT/NBR 14565 (veja abaixo o vídeo realizado na época da publicação desta revisão da norma).</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d4f130" data-id="69fb3c9d4f130" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  E qual a finalidade da categoria 8? Permitir aplicações Ethernet de velocidades 25 e 40 Gb/s em enlaces de par trançado nas instalações de data centers. No entanto, a Cat. 8 é a única que prevê um canal de no máximo 30 metros, diferente das outras categorias, que permitem canais de até 100 metros de extensão.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Cat. 8 ainda prevê um canal de somente duas conexões, uma em cada extremidade, no início e no fim do enlace permanente. O enlace permanente deve ter até 24 metros de cabo com condutores sólidos. O canal de 30 metros é obtido com a conexão de patch cords de até 3 metros em cada extremidade.</p>

		</div>
	</div>
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		</figure>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Um canal de somente 30 metros seria viável em um data center? Sim, pois a ideia do Cat. 8 é ser uma opção à fibra óptica em conexões de até 40 Gb/s dentro de uma mesma fileira de racks/gabinetes. A maioria das fileiras tem menos que 30 metros. Então, a Cat. 8 acaba sendo uma opção mais econômica (quando se leva em consideração também o custo dos equipamentos ativos) para links “intra-fileira”, desde que a velocidade não passe de 40 Gb/s.</p>

		</div>
	</div>
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		</figure>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p>A frequência máxima de transmissão de sinais sobre a Cat.8 é de 2000 MHz (ou 2 GHz), o dobro da categoria anterior, a Cat.7A, que é de 1000 MHz. Veja na tabela baixo todas as frequências suportadas pelas diferentes categorias de componentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="213"><strong>Categoria</strong></td>
<td width="181"><strong>Frequência </strong></p>
<p><strong>Máxima</strong> (<strong>MHz</strong>)</td>
<td width="146"><strong>Blindagem</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="213">5e</td>
<td width="181">100</td>
<td width="146">Opcional</td>
</tr>
<tr>
<td width="213">6</td>
<td width="181">250</td>
<td width="146">Opcional</td>
</tr>
<tr>
<td width="213">6<sup>A</sup></td>
<td width="181">500</td>
<td width="146">Opcional</td>
</tr>
<tr>
<td width="213">7 (ISO)</td>
<td width="181">600</td>
<td width="146">Sim</td>
</tr>
<tr>
<td width="213">7A (ISO)</td>
<td width="181">1000</td>
<td width="146">Sim</td>
</tr>
<tr>
<td width="213">8 (TIA) e 8.1 (ISO)</td>
<td width="181">2000</td>
<td width="146">Sim</td>
</tr>
<tr>
<td width="213">8.2 (ISO)</td>
<td width="181">2000</td>
<td width="146">Sim</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Categorias e respectivas frequências de sinal</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas, existem alguns “detalhes”: A norma ISO/IEC reconhece duas categorias de componentes: 8.1 e 8.2. Já a ANSI/TIA reconhece apenas a categoria 8, equivalente à categoria 8.1 da ISO. E quais são as diferenças? Veja essa tabela abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="116"><strong>Categoria dos componentes</strong></td>
<td width="66"><strong>Categ. TIA</strong></td>
<td width="68"><strong>Classe ISO</strong></td>
<td width="117"><strong>Comprimento máximo</strong> <strong>(m )</strong></td>
<td width="89"><strong>Qtd. máxima de conexões (*)</strong></td>
<td width="96"><strong>Tipo de conector</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="116">5e</td>
<td width="66">5e</td>
<td width="68">D</td>
<td width="117">100</td>
<td width="89">4</td>
<td width="96">RJ45</td>
</tr>
<tr>
<td width="116">6</td>
<td width="66">6</td>
<td width="68">E</td>
<td width="117">100</td>
<td width="89">4</td>
<td width="96">RJ45</td>
</tr>
<tr>
<td width="116">6<sup>A</sup></td>
<td width="66">6<sup>A</sup></td>
<td width="68">EA</td>
<td width="117">100</td>
<td width="89">4</td>
<td width="96">RJ45</td>
</tr>
<tr>
<td width="116">7</td>
<td width="66">–</td>
<td width="68">F</td>
<td width="117">100</td>
<td width="89">4</td>
<td width="96">Tera/GG45</td>
</tr>
<tr>
<td width="116">7<sup>A</sup></td>
<td width="66">–</td>
<td width="68">FA</td>
<td width="117">100</td>
<td width="89">4</td>
<td width="96">Tera/GG45</td>
</tr>
<tr>
<td width="116">8 (TIA) ou 8.1 (ISO)</td>
<td width="66">8</td>
<td width="68">I</td>
<td width="117">30</td>
<td width="89">2</td>
<td width="96">RJ45</td>
</tr>
<tr>
<td width="116">8.2 (ISO)</td>
<td width="66">–</td>
<td width="68">II</td>
<td width="117">30</td>
<td width="89">2</td>
<td width="96">Tera/GG45</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Categorias de componentes e canais</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Na tabela, você vê que as categorias 8 da ANSI/TIA e 8.1 da ISO/IEC utilizam conectores modulares de 8 contatos/8 posições (mais conhecidos como RJ-45), enquanto a categoria 8.2 utiliza os mesmos tipos de conectores que já tinham sido definidos para as categorias 7 e 7A (só que para 2000 MHz), sendo que os principais são o Tera (da Siemon) e o GG45 (da Nexans).</p>

		</div>
	</div>
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		</figure>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Outra diferença está na blindagem. A blindagem utilizada nos cabos Cat.8 e 8.1, geralmente, é do tipo F/UTP ou U/FTP, enquanto a utilizada no 8.2 é do tipo S/FTP ou F/FTP (veja mais sobre os padrões de blindagem no vídeo abaixo).</p>

		</div>
	</div>
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			<div class="wpb_video_wrapper"><iframe loading="lazy" title="Padrões de blindagem para cabos de par trançado (U/UTP, F/UTP, S/FTP etc.), o que significam?" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/06LEfFo5zzI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			<p style="text-align: justify;">  Um canal construído com componentes da categoria 8.1 é chamado de Classe I pela ISO, já construído com componentes categoria 8.2 é denominado de Classe II. A norma ANSI/TIA chama o canal com componentes Cat. 8 também de categoria 8.</p>
<p style="text-align: justify;">  O padrão de rede Ethernet para 40 Gb/s em par trançado é o 40GBase-T, enquanto o padrão para 25 Gb/s é o 25GBase-T. Ambos são definidos na norma IEEE 802.3bq-2016 e utilizam todos os quatro pares do cabeamento (o vídeo abaixo traz mais detalhes sobre a nomenclatura utilizada para as interfaces Ethernet).</p>

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	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Todos os principais fabricantes de cabeamento já possuem soluções Cat.8, mas a sua utilização ainda é bem restrita.</p>

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		<title>Qual é o seu mindset?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2020 21:53:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 27]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mindset]]></category>
		<category><![CDATA[Neurolinguística]]></category>
		<category><![CDATA[Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[As nossas conquistas são altamente influenciadas pelo mindset e é possível alterá-lo para termos um melhor desempenho profissional e pessoal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d55138" data-id="69fb3c9d55138" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Qual é o seu mindset?</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Edgar Amorim, Analista comportamental e coach, da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://www.amorimepimentel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Amorim &amp; Pimentel</a></span></strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Você já ouviu falar de “mindset”? Este termo pode ser traduzido como “mentalidade”. Basicamente, ele significa a mentalidade que temos para encarar a vida e, que influenciada por nossas crenças e valores, nos leva a agir de determinada maneira e de forma inconsciente e automática.</p>
<p style="text-align: justify;">  Este conceito parece simples. O que não é simples de compreender é que o nosso dia a dia e as nossas conquistas são altamente influenciadas pelo mindset – e mais ainda, é possível alterá-lo para termos um melhor desempenho profissional e pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">  É muito comum as pessoas acreditarem que são o que são e que nada pode ser alterado – o que é absolutamente inverídico. A ciência mostra, que além da beleza e poder, nossa mente é “ajustável”, daí o termo “neuroplasticidade”: a mente é moldável e capaz de ser “alterada” para adquirir novos hábitos, habilidades, competências e tanto mais. O que somos hoje é um conjunto de características “programadas” na mente. Esse conjunto de características compõem o mindset.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quem talhou este termo foi a psicóloga norte-americana Carol S. Dweck, que apresentou o conceito no livro “Mindset: a nova psicologia do sucesso”, um grande best seller. O livro foi escrito a partir de pesquisa feita na Universidade de Columbia em conjunto com Claudia M. Mueller. Na pesquisa foi feito um experimento com crianças do quinto ano (equivalente ao nosso ensino fundamental). As crianças responderam um teste e não lhes foi dito o resultado individual. Independentemente do resultado, para metade delas foi dito que foram muito bem, provavelmente porque eram muito inteligentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para a outra metade foi dito que foram bem, provavelmente porque se esforçaram muito. Em seguida um novo teste foi aplicado. Desta vez, independentemente do resultado, foi dito ao grupo que tinham ido mal. Na sequência foi aplicado um questionário para investigar o estado de espírito das crianças após terem recebido a notícia de que foram mal no teste. O resultado do questionário indicou que as crianças que foram valorizadas pela inteligência se mostraram menos interessadas e se divertiram menos que as crianças valorizadas pelo esforço, indicando que elas estavam desmotivadas após o fracasso.</p>
<p style="text-align: justify;">  O questionário mostrou ainda que as crianças acreditavam que a causa de terem ido mal eram as mesmas de quando se saíram bem no teste, ou seja, falta de inteligência e falta de esforço. Para finalizar o experimento, um terceiro teste foi aplicado e, de forma, surpreendente, as crianças que tinham sido valorizadas pelo esforço se saíram melhor que nos dois primeiros testes; enquanto as que foram valorizadas pela inteligência se saíram pior.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em resumo, as crianças valorizadas pelo desempenho passaram a acreditar que a causa de seu mau desempenho tinha sido a “falta de esforço”. Dessa forma, no último teste se esforçaram mais, persistindo na resolução dos problemas e com isso se divertiram mais e obtiveram um melhor desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">  A partir desse experimento, Carol S. Dweck desenvolveu uma teoria onde apresenta dois tipos de mindset, ou mentalidade: a fixa e a de crescimento. Voltando ao experimento, as crianças que receberam feedback de inteligência tinham uma mindset fixo, uma vez que não é possível controla se a pessoa nasce ou não inteligente. Quando confrontadas com o fracasso se desmotivaram e sentiram sem o poder de mudar isso. Já as crianças que receberam feedback de bons resultados por esforço tinham uma mindset de crescimento, pois acreditavam que quanto mais esforço fizessem, mais conseguiriam resultados melhores. Elas acreditaram que a sua capacidade era mutável.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nosso mindset foi fortemente influenciado pelo meio em que crescemos e também onde trabalhamos e vivemos. E muito disso tudo fica no automático e no nosso inconsciente. Tomar posse disso é o primeiro passo para uma mudança. Nossas crenças influenciam muito esse nosso modelo mental. Muitas pessoas não acreditam que podem fazer uma mudança e, por isso, não se arriscam com novas atitudes e comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já ouvi frases do tipo “trabalho como inspetor escolar, mas minha formação é administração e adoraria atuar com administração, mas não quero deixar a segurança de ser funcionário público, então tudo bem ficar como está”. Digamos que esse é um exemplo extremo, mas ele reflete o quanto o modelo mental pode bloquear uma pessoa, a ponto de ela aceitar uma situação desconfortável, pois pensa que não conseguiria adquirir as habilidades pessoais necessárias e nem assumir um risco para uma nova conquista. Esse é um mindset fixo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Qual é O seu mindset? Fixo ou de crescimento? Autoconhecimento é o primeiro passo para uma mudança. Para conhecer mais sobre esse tema, sugiro a leitura do livro “Mindset: A nova psicologia do sucesso”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sucesso!</p>

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		<title>Tecnologias de rede para IoT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2020 21:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 27]]></category>
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					<description><![CDATA[As tecnologias de rede para IoT são diversas e é necessário conhecer e estudar também o ambiente como um todo, tendo uma visão ampla e até prever possíveis alterações nesse ambiente advindas de fatores externos no futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d5648f" data-id="69fb3c9d5648f" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Tecnologias de rede para IoT</h1>

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			<p><strong>Marcelo Vieira dos Santos, CEO da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://greenbug.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Green Bug</a></span></strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Neste período de quarentena, que tal saber como está a “saúde” das máquinas (desculpem-me o trocadilho)? Hoje é possível, por exemplo, ver nível de um reservatório de água; monitorar a qualidade do ar nos corredores dos hospitais ou nos ambientes dos serviços essenciais; mensurar temperaturas de pessoas e ser avisado, automaticamente, se um idoso sofreu uma queda ou deixou o gás do fogão aberto; verificar se há risco eminente de incêndio em um armazém; e outras infinitas aplicações envolvendo atuadores, monitoramento e sensoriamento. Tudo isso de forma remota, sem sair do seu local ou expor alguém da sua equipe.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Internet, por si só, tem nos ajudado muito para ampliar a oportunidade do conhecimento. Vídeos gratuitos, fóruns, grupos de discussão, EAD, entre outros, possibilitam o acesso à informação. Não importa o nosso grau de estudo ou o papel que desempenhamos: estudantes, professores, makers, entusiastas, curiosos ou usuários. Esse acesso ao conhecimento trouxe uma infinidade de ideias para criações de dispositivos eletrônicos que suprissem necessidades como as citadas acima e esse é o ambiente de IoT &#8211; Internet das coisas: Seja bem-vindo (a).</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d568d0" data-id="69fb3c9d568d0" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1588625538681 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;">Arquitetura IoT</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Podemos classificar a arquitetura IoT em três camadas. A primeira é a do dispositivo sensor/atuador. Já na segunda há a interconexão desses dispositivos, onde os dados são concentrados ou até pré-processados para serem transmitidos à terceira camada, denominada camada da aplicação, por onde o usuário acessa as informações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os dispositivos que são instalados lá na ponta, podem ser de diversos tipos, de simples sensores de estado, por exemplo, “aberto/fechado” até dispositivos que possibilitam implementar algoritmos de inteligência artificial, machine learning e visão computacional em aplicações que não podem sofrer com a latência da transmissão de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  O dimensionamento correto dessa infraestrutura de comunicação pode ser determinante para o sucesso dessa solução. As tecnologias de rede para IoT são diversas e é necessário conhecer e estudar também o ambiente como um todo, tendo uma visão ampla e até prever possíveis alterações nesse ambiente advindas de fatores externos no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">  Precisamos entender primeiramente o volume de dados que será transmitido.</p>
<p style="text-align: justify;">  Alta taxa de transmissão? Então, não se aplicam tecnologias do tipo LPWAN &#8211; Low Power WAN, como, por exemplo, exemplo Sigfox e LoRaWAN, que se caracterizam nesse ponto por poucas transmissões diárias. Talvez, a NB-IoT &#8211; Narrow Band – IoT seja viável; ou seja necessário transmitir tantos dados que é melhor partir para uma rede celular do tipo 3G e 4G.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro fator fundamental é o tamanho de cada dado transmitido. Os pacotes de dados são pequenos? LPWAN talvez seja adequada, pois nesse quesito se caracteriza por ocupar pouco tempo de uso da faixa espectral e traz benefícios como maior quantidade de dispositivos na mesma área transmitindo dados ao concentrador, assim como maior duração da bateria de cada dispositivo pelo fato de ficar menos tempo com o rádio ligado (inclusive, o tempo de transmissão é limitado por regulamentação da Anatel).</p>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;"><strong>E o ambiente externo? Quais são as características de topografia?</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Conhecer a região onde serão instalados os dispositivos também é muito importante, pois em telecomunicações há algumas características que podem deteriorar a qualidade da transmissão. Por exemplo, podemos ter dificuldade de transmissão se há um lago entre um dispositivo e o concentrador. Até a altura de onde o dispositivo será instalado pode sofrer com atuação das zonas de Fresnel, que nos obriga a pensar em torres para a instalação dos concentradores. Há ainda situações inusitadas como, por exemplo, esquecer que árvores crescem e, dependendo da frequência de transmissão usada para o enlace entre o dispositivo e o concentrador, poderá haver interrupções na transmissão.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>E as interferências eletromagnéticas?</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Um site survey com analisador de espectro, por exemplo, pode nos salvar de muitos apuros e de prejuízos ao identificar links de rádio na região e as frequências de outras fontes de RF que determinarão, por exemplo, que a única opção de conexão dos dispositivos ao concentrador naquele local é a transmissão satelital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Distância entre os dispositivos e o concentrador</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Esta é outra variável importante. Em distâncias curta é possível usar soluções Bluetooth, BLE e até Wi-Fi. Em distâncias médias, talvez contar com redes de celular seja uma excelente opção, se houver cobertura. Já para longas distâncias, LPWAN passa a ser muito interessante, pois é possível transmissões com distâncias de dezenas e até centenas de quilômetros entre dispositivo e concentrador.</p>
<p style="text-align: justify;">  Comunicações via satélite têm se mostrado muito fáceis de serem implementadas pela ampla cobertura e por diminuírem as necessidades de licenças ambientais para a construção e instalação de torres, sejam para LPWAN, NB-IoT ou GPRS.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Custos dos dispositivos</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Todos esses pontos precisam estar atrelados aos custos dos dispositivos, licenças de chave, instalação de infraestrutura, manutenção da rede e certificações e recertificações (que podem ser anuais). Esses custos ainda devem estar compatíveis com o budget do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já na última camada, a atenção dedicada a conhecer o que acontece em campo, facilitará e ajudará muito a manter a aplicação do usuário sempre disponível e funcional para que todo esse ecossistema de Internet das coisas seja mais que um simples sensoriamento remoto.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim como já dizia J.F.Kenedy: “Quanto mais aumenta o nosso conhecimento, mais evidente fica a nossa ignorância”; ou ainda Sócrates quando disse: “Quanto mais sei que sei, menos sei que sei”, a democratização da Internet e o acesso ao conhecimento nos aprimora como indivíduos e acredito, também, que esse fascinante universo da Internet das coisas traz a oportunidade de conhecermos os mais diversos tipos de dados remotos e a possibilidade de transformá-los em informação útil para chegarmos a um mundo melhor.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Inovação para enfrentar a crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2020 20:28:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 27]]></category>
		<category><![CDATA[Gestores de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste momento de crise, é preciso pensar em novos caminhos e possibilidades; e é aí que a tecnologia tem um papel fundamental para gerar novas oportunidades de negócios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>Inovação para enfrentar a crise</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Neste momento de crise, as empresas estão buscando diferentes alternativas para continuar as suas operações. As dificuldades e os desafios são enormes. A indústria brasileira está operando com pouco mais da metade de sua capacidade instalada. O NUCI – Nível de Utilização da Capacidade Instalada, indicador do setor industrial calculado pelo Ibre/FGV &#8211; Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Cargas, atingiu 57,5%. Este resultado indica o menor nível de produção dos últimos 20 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os segmentos mais afetados, em abril deste ano, foram os de vestuário, veículos automotores e couros e calçados. A diminuição da demanda e a necessidade de fechamento de fábricas fez com que esses segmentos operassem com menos de 25% da sua capacidade total.</p>
<p style="text-align: justify;">  A situação é grave e exige cautela, mas também coragem para inovar. “Não adianta chorar sobre o leite derramado”, como diz o ditado popular. É preciso pensar em novos caminhos e possibilidades; e é aí que a tecnologia tem um papel essencial, não só para manter os funcionários trabalhando em home office, durante o período de isolamento social para diminuir a propagação da Covid-19, como também para gerar outras oportunidades de negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">  A tão falada transformação digital é um exemplo claro. De uma hora para outra, tornou-se praticamente impossível gerir qualquer negócio sem a ajuda das plataformas digitais. No entanto, essas soluções demandam uma infraestrutura de rede ágil e flexível.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esta edição da Infra News Telecom está recheada de exemplos que podem ajudá-lo a reinventar e transformar o seu negócio. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-empoderamento-da-edge-computing-na-proxima-decada/">Um deles é o edge computing. Segundo Marcelo Barradas, diretor comercial da Azion, a tecnologia garante a qualidade do processamento das informações, sem que o serviço seja interrompido, mesmo em momentos de pico.</a> “A plataforma de edge computing diminui a latência e o tempo de resposta, assegurando conectividade e alta performance. Resultado: as empresas podem melhorar a experiência do cliente, deixá-lo mais satisfeito e promover a fidelização”, diz o executivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>IoT – Internet das coisas</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O edge computing também será peça-chave para as implantações de IoT &#8211; Internet das coisas. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/tecnologias-de-rede-para-iot/">Um artigo publicado nesta edição traz detalhes sobre as tecnologias e arquiteturas de rede que podem ser usadas em projetos de IoT</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  O estudo IoT Snapshot, realizado pela Logicalis, indica que 35% das empresas brasileiras pesquisadas contam com alguma iniciativa de IoT. Na América Latina 24% das companhias entrevistadas já utilizam a tecnologia. Entre os principais benefícios da IoT citados pelas empresas respondentes estão a redução de custos, agilidade e eficiência operacional. A pesquisa foi feita em parceria com a consultoria Stratica e entrevistou, entre outubro e novembro de 2019, 256 executivos do Brasil, Colômbia, México, Argentina e Chile.</p>
<p style="text-align: justify;">  Boa Leitura!</p>

		</div>
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			</item>
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		<title>Criando uma área de big data na sua empresa &#8211; Parte 3:  Experimentos e testes</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/criando-uma-area-de-big-data-na-sua-empresa-parte-3-experimentos-e-testes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=criando-uma-area-de-big-data-na-sua-empresa-parte-3-experimentos-e-testes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thoran Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2020 20:24:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 27]]></category>
		<category><![CDATA[Análise de dados]]></category>
		<category><![CDATA[BI]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Data lake]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Se você já montou uma equipe para trabalhar com análise de dados e já organizou os dados estruturados e não estruturados em um data lake, chegou a hora de partir para a experimentação. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d5a611" data-id="69fb3c9d5a611" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Criando uma área de big data na sua empresa &#8211; Parte 3: Experimentos e testes</h1>

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			<p><strong>Thoran Rodrigues, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.bigdatacorp.com.br/index" target="_blank" rel="noopener noreferrer">BigData Corp</a></span></strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Se em sua empresa você <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/criando-uma-area-de-big-data-na-sua-empresa-parte-1-montando-o-time/">já montou uma equipe para trabalhar com análise de dados</a> e já organizou <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/criando-uma-area-de-big-data-na-sua-empresa-parte-2-juntando-os-dados/">os dados estruturados e não estruturados em um data lake</a>, chegou a hora de partir para a última fase, a da experimentação. Uma das etapas fundamentais do trabalho com dados, a experimentação é determinante para o sucesso, ou o fracasso, do que está sendo analisado, seja a criação de um novo produto, a indicação de uma tendência de mercado, o lançamento de um serviço ou a validação de uma campanha.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim como qualquer experimento científico, o trabalho com dados deve envolver não apenas a formulação de hipóteses com base nas informações disponíveis em modelos estatísticos, ou obtidas por machine learning, mas também a validação desses modelos na vida real. Por isso, para trabalhar com dados de forma orientada, as empresas precisam estar prontas para testar e validar as correlações e as previsões reveladas pelos dados coletados.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fb3c9d5aa2e" data-id="69fb3c9d5aa2e" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpb_animate_when_almost_visible wpb_fadeInLeftBig fadeInLeftBig"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Comprovando uma hipótese</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A primeira coisa a se ter em mente é que todo método científico é baseado em uma hipótese. Portanto, quando falamos em ciência de dados, deve-se definir uma hipótese, que será testada na teoria, ou em um experimento, e será validada ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em tecnologia, assim como no marketing digital, é bastante usual o conceito do teste AB, que trabalha elementos aleatórios com duas variantes, ou seja, a apresentação de modelos diferentes para dois grupos e a comparação do resultado. Vamos tomar como exemplo uma campanha de apresentação de um novo modelo de veículo que mostrou, em um primeiro momento, que carros exibidos em uma imagem com fundo amarelo venderiam mais do que outros, com fundos com outra cor. A primeira conclusão a ser tirada dessa informação poderia ser que o melhor a fazer seria padronizar todas as fotos adotando o fundo amarelo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Essa tomada de decisão, no entanto, poderia estar equivocada. Porque é preciso analisar todo o contexto e entender se outras condições contribuíram para impactar o comportamento dos consumidores. Será que houve influência do dia da semana em que o anúncio foi apresentado? Junto com as fotografias, a campanha oferecia algum cupom de desconto? Ou seja, todas as variáveis precisam ser testadas separadamente, jamais colocando mais de uma hipótese em uma mesma experimentação.</p>

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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Quando o teste dá errado, o que fazer?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Perguntar-se ‘o que posso fazer diferente, para dar certo’ é uma postura relevante no processo. É importante saber também que o fato de ter dado errado na primeira vez não significa que não vai dar certo no futuro. Um exemplo clássico é o da tradução por computador. Há 15 anos, essa funcionalidade era um sonho; há 10, funcionava de modo bastante precário; hoje, está tão aprimorada que é amplamente usada até em tarefas profissionais. Conceitualmente, não mudou nada. Apenas foram desenvolvidas novas técnicas de coleta e processamento de informações que possibilitaram refinar o resultado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Lembre-se ainda de que um processo científico é orientado mais pelo fracasso do que pelo sucesso. É comum que uma hipótese funcione no modelo controlado, mas não obtenha bom resultado quando utilizada por um público externo. Nesse caso, o melhor a fazer é voltar ao início do processo e tentar identificar as falhas. Faltou alguma informação? Deixou-se de considerar alguma variável? A conclusão foi fraca?</p>
<p style="text-align: justify;">  Muitos profissionais da área de ciência de dados têm dificuldade em aceitar que hipóteses dão errado com certa frequência. As empresas precisam entender que ciência não é adivinhação de dados e que a história da ciência nos mostra que nenhuma verdade é absoluta.</p>
<p style="text-align: justify;">  Saber apresentar os resultados para quem vai colocar o projeto em produção é outra etapa importante. Comece por detalhar os métodos utilizados ou os raciocínios que levaram àquela conclusão. Tenha em mente que comprovar significa confirmar, evidenciar, demonstrar algo. E a comprovação científica é o ato de (com)provar através de experimentos diretos ou indiretos a veracidade de alguma hipótese. Boa sorte!</p>

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