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	<title>Edição 41 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Edição 41 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>Comunicação não violenta para melhorar os relacionamentos profissionais e pessoais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 21:02:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 41]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Basicamente, a abordagem CNV – comunicação não violenta busca o desenvolvimento de habilidades de comunicação verbal e não verbal para fortalecer as conexões humanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cbd207eef0" data-id="697cbd207eef0" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Comunicação não violenta para melhorar os relacionamentos profissionais e pessoais</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Edgar Amorim, facilitador DiSC e coach executivo, da Amorizar Pessoas</strong></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A comunicação entre as pessoas é uma atividade nada simples. O processo básico de comunicação pode ser representado da seguinte forma:</p>
<p style="text-align: justify;">Emissor &#8212;&#8212;&#8212;- mensagem &#8212;&#8212;&#8212; ruído/filtro &#8212;&#8212;&#8211; Receptor</p>
<p style="text-align: justify;">  Para que uma boa comunicação ocorra, é importante estar ciente que uma coisa é o que nós, os emissores, queremos comunicar e outra é o que o outro, o receptor, entende. No caminho de uma comunicação existe o ruído e filtros pessoais. O tom de voz ou uma palavra podem ter um significado para o emissor e outro significado para o receptor. Uma boa prática na comunicação é pedir que o receptor diga o que entendeu da nossa mensagem, assim poderemos conferir se o que queríamos dizer foi entendido corretamente.</p>
<p style="text-align: justify;"> Porém, mesmo com todos os cuidados para ter certeza que fomos entendidos, existem situações em que discussões calorosas podem surgir – e muitas vezes com decisões importantes a serem tomadas. O que fazer nesses casos? Uma das possibilidades é utilizar a CNV – Comunicação Não Violenta, que pode ser adotada como prática nas conversas e discussões em qualquer situação e por qualquer pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">  A abordagem CNV foi desenvolvida pelo psicólogo norte-americano Marshal Rosenberg (1934-2015) a partir de várias situações vivenciadas por ele. Ela é descrita no livro “Comunicação não violenta, técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais”. Basicamente, a CNV busca o desenvolvimento de habilidades de comunicação verbal (escrita ou falada) e não verbal (gestos, expressões faciais ou corporais, imagens ou códigos) com o objetivo de criar <strong>compaixão</strong> e <strong>empatia</strong> para fortalecer as conexões humanas. Em outras palavras, a ideia da CNV é mudar o foco da nossa atenção e nos perguntar:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; O que realmente aconteceu? (<strong>Observação</strong>)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Quais sentimentos surgem? (<strong>Sentimentos</strong>)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; O que preciso nesse momento? (<strong>Necessidades</strong>)</p>
<p style="text-align: justify;">  E, com essa compreensão, fazer um <strong>Pedido</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em síntese, a CNV é composta de quatro passos: observação; sentimento; necessidade; e pedido.</p>
<p style="text-align: justify;">  A ideia é observarmos e ouvirmos o que a outra pessoa está falando e, ao mesmo tempo, percebermos quais sentimentos essa fala e comportamento nos causam e quais são as necessidades que despertam essas emoções. E, finalmente, devemos fazer nosso pedido, mencionando os sentimentos que a fala do outro nos causou e as necessidades que levaram ao nosso pedido.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para ilustrar, segue um breve exemplo de comunicação para a seguinte situação: duas pessoas começaram a morar juntas, uma delas tem o costume de deixar a toalha molhada sobre a cama e a outra se irrita com a situação. A pessoa que se irrita pode utilizar a CNV para informar à outra essa questão. Ela poderia dizer o seguinte: observei que você deixa a toalha molhada sobre a cama <em>(observação)</em>, isso me irrita <em>(sentimento)</em>, pois é muito importante para mim manter a higiene e arrumação da casa <em>(necessidade)</em>, por isso peço que pendure a toalha molhada no suporte do banheiro ou no varal <em>(pedido)</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">  Este artigo é uma demonstração muito básica da CNV. O objetivo aqui é apresentar o conceito a muitas pessoas. É claro que isso implica desenvolver habilidades de escuta ativa, observação e percepção das próprias emoções. A CNV é plenamente possível – só requer um pouco de esforço e prática, que serão recompensados por uma melhor comunicação e conexão com as pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Agora é com você; comece a praticar.</p>

		</div>
	</div>
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		<item>
		<title>Inteligência artificial e machine learning no setor de telecom</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/inteligencia-artificial-e-machine-learning-no-setor-de-telecom/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=inteligencia-artificial-e-machine-learning-no-setor-de-telecom</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 20:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 41]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Edge computing]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[As empresas de telecom já usam a inteligência artificial para melhorar a confiabilidade da rede, prever falhas e coletar dados das torres.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>Inteligência artificial e machine learning no setor de telecom</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">  As plataformas baseadas em IA – inteligência artificial e machine learning estão cada vez mais presentes no setor de telecomunicações. O uso de chatbots e assistentes virtuais, por exemplo, já é bastante comum neste mercado para atender, principalmente, solicitações de clientes sobre suporte, manutenção e solução de problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A crescente demanda por banda larga e as novas necessidades dos consumidores, impostas pela pandemia da Covid-19, mostraram a importância de infraestruturas mais flexíveis e inteligentes. Nesse cenário, a IA se expandiu para outras áreas e passou a ser usada inclusive para melhorar a confiabilidade da rede, prever falhas e coletar dados das torres.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/quais-sao-os-beneficios-da-ia-e-machine-learning-no-setor-de-telecomunicacoes/">Para a professora e cientista de dados, Alessandra Montini, “nas empresas de telecom o aprendizado de máquina e a inteligência artificial são indispensáveis, já que essas companhias recebem inúmeras demandas de clientes que podem ser facilmente resolvidas a partir da automação”</a>. Ela também destaca outros benefícios dessas soluções como a detecção de anomalias e a otimização da rede, além de auxiliar na tomada de decisões complexas. “Vale destacar que a inteligência artificial permite ainda autoaprendizagem, autocorreção e também tomada de decisão autônoma.”</p>
<p style="text-align: justify;">  Recentemente, a Algar Telecom, empresa de telecomunicações e TI do Grupo Algar, lançou uma assistente virtual para automatizar soluções e fazer comunicações internas de modo proativo para as demandas relacionadas ao seu centro de operações de rede (COR).</p>
<p style="text-align: justify;">  Batizado de Cora, sigla para central de operações de redes automatizada, o bot permitirá aos analistas da área atuar de maneira mais analítica e preventiva, ao mesmo tempo em que as outras áreas da companhia, em especial os técnicos de campo, terão mais autonomia e agilidade na resolução de falhas operacionais. Na prática, a novidade se traduz em uma maior eficiência e melhor experiência do cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo a empresa, por ser uma solução dotada de inteligência artificial, a assistente virtual aprenderá constantemente e expandirá suas habilidades com o passar do tempo. Neste primeiro momento, ela já realiza consultas de chamados de rede no sistema e notificações de ocorrências graves. Mas a Cora já está em processo de aprendizagem para executar inúmeras outras funcionalidades, como consultar circuitos envolvidos em falhas massivas, permitir que os técnicos de campo encerrem chamados sem necessidade de entrar em contato com o COR ou verificar a potência óptica, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A Cora chega totalmente alinhada ao movimento de evolução digital da companhia, ajudando a conduzir o nosso negócio ao futuro. Ela é parte de uma grande jornada, com uma série de iniciativas para agregar inteligência à entrega de serviços, expansão de redes e sistemas. Com isso, temos ampliado a previsibilidade, a assertividade e agilidade nos processos internos, o que se reflete diretamente na qualidade do serviço e do atendimento para o cliente final”, comenta Wendel de Melo Vicente, diretor de tecnologia da Algar Telecom.</p>
<p style="text-align: justify;">  Desde 2019, a companhia vem trabalhando na evolução digital do seu centro de operações. O projeto inclui a digitalização dos processos, na automação de atividades e na implantação de soluções mais inteligentes para permitir uma atuação preventiva e analítica, dando maior autonomia para áreas de clientes e aumentando a disponibilidade dos serviços. Com 67 anos de atuação, a Algar Telecom conta com uma rede de mais de 77 mil km de fibra óptica que serve, atualmente, mais de 350 cidades, em 16 estados do Brasil e no Distrito Federal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Data centers</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/edge-data-centers-como-a-infraestrutura-de-telecomunicacoes-vai-acomodar-esse-fenomeno-na-america-latina/">Outro tema desta edição é a tecnologia de edge data centers</a>. Flávio Marques, engenheiro de aplicação da Furukawa Electric LatAm, explica este conceito e destaca a sua importância para a infraestrutura 5G, além do papel dos ISPs – provedores de serviços de Internet para aumentar a granularidade e abrangência dos data centers edge.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já Marcelo Barboza, da Clarity Treinamentos, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/confinamento-de-corredores-em-data-centers/">aborda o confinamento de corredores em data centers</a>, indicando medidas práticas para evitar problemas no fluxo de ar nesses ambientes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Boa Leitura!</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Os 3 pilares para o sucesso de uma estratégia de cloud</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/os-3-pilares-para-o-sucesso-de-uma-estrategia-de-cloud/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=os-3-pilares-para-o-sucesso-de-uma-estrategia-de-cloud</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 19:04:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 41]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Várias questões devem ser levadas em consideração ao desenvolver e renovar uma estratégia de cloud, o gerenciamento dos dados é uma delas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cbd208214d" data-id="697cbd208214d" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Os 3 pilares para o sucesso de uma estratégia de cloud</h1>

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			<p><strong>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A nuvem já provou seu papel fundamental no sucesso das empresas modernas e se tornou um diferencial competitivo para o crescimento. A mais recente pesquisa do Gartner aponta que <a href="https://www.gartner.com/en/newsroom/press-releases/2021-06-28-gartner-says-worldwide-iaas-public-cloud-services-market-grew-40-7-percent-in-2020" target="_blank" rel="noopener">o mercado global de infraestrutura na nuvem movimentou 64,3 bilhões de dólares em 2020, um crescimento de 40,7%</a> em relação ao ano anterior, impulsionado principalmente pela pandemia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando implementada corretamente, a nuvem entrega agilidade nos negócios, com capacidade flexível e escalabilidade, mas o rótulo &#8220;nuvem&#8221; acabou ganhando diversos significados, tornando o próprio termo nebuloso. As nuvens agora vêm em tantas formas e variedades de provedores e serviços, que podem transformar a implementação em uma tarefa confusa e até assustadora.</p>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">  A maioria das empresas já tem uma estratégia que geralmente vai desde simplesmente executar ferramentas de produtividade na nuvem até ter um único provedor de nuvem pública, combinando nuvem pública e on-premises e consumindo serviços de vários provedores. Esses ambientes são interoperáveis? Como a empresa deve planejar o dimensionamento e a incorporação de diferentes cargas de trabalho? Elas conseguem os recursos necessários para atender aos objetivos dos negócios?</p>
<p style="text-align: justify;">  Essas são questões que devem ser levadas em consideração ao desenvolver e renovar uma estratégia de cloud, e o gerenciamento dos dados merece atenção especial. Levando em conta a importância dos dados em um mercado cada vez mais competitivo impulsionado por esses ativos, é fundamental que eles estejam acessíveis, protegidos e possam se movimentar. O cenário atual exige que os dados sejam gerenciados de forma fácil, consistente e econômica, tanto na nuvem quanto on-premises.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Mobilidade: dados presos não são muito úteis para os negócios</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As empresas que adotam aplicativos modernos dependem cada vez mais das nuvens que hospedam seus dados e cargas de trabalho. Usar vários provedores pode gerar problemas na realocação dos dados de um ambiente para outro. A adoção da nuvem precisa facilitar a mobilidade para que os dados subjacentes possam se movimentar com o aplicativo, seja através das nuvens, da nuvem à co-location, ou da nuvem para on-premises.</p>
<p style="text-align: justify;">  Felizmente, a mobilidade não é um mito e, para não acabar com dados isolados, o ideal é optar por fornecedores que possuem várias integrações e parcerias. É preciso buscar serviços que se integram perfeitamente com os grandes provedores de nuvem pública, como Microsoft Azure, AWS e Google Cloud.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além disso, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/guia-rapido-para-desbravar-o-universo-do-kubernetes/">a adoção do Kubernetes permite</a> maior flexibilidade dos dados por ser centrada no aplicativo, para que a empresa possa mover todo o aplicativo ou carga de trabalho quantas vezes forem necessárias. Certificar que o ambiente foi construído para essa portabilidade é uma estratégia moderna que prepara as empresas para as mudanças do futuro, e por isso é tão importante buscar uma plataforma com um plano de dados totalmente integrado ao Kubernetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Híbrido = Consistência + Economia</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As empresas também querem uma experiência consistente e simples, e acreditam que, por isso, devem optar por um único provedor de nuvem. Na verdade, um provedor pode oferecer centenas de serviços diferentes, mas isso não significa que todos eles são adequados para todas as empresas. Seguir por esse caminho pode ceifar a flexibilidade e restringir os dados, em vez de capacitar os negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nem sempre a nuvem pública é a melhor opção, e isso significa que o ideal é <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cloud-best-a-estrategia-de-negocios-em-primeiro-lugar/">apostar em uma estratégia “cloud-best”</a>, na qual os negócios vêm em primeiro lugar. Ou seja, é preciso escolher em quais casos a nuvem faz mais sentido, e quando não fizer, manter o controle dos aplicativos por meio de uma configuração híbrida. Além disso, essa estratégia ajuda a manter a eficiência de custo. Os modelos de consumo flexíveis devem ser considerados, pois permitem que as organizações paguem pelo uso, em vez de se envolver na prática complicada de prever os requisitos de capacidade em 18 meses. Isso posicionará as organizações para atender às demandas de negócios em constante mudança, evitando o excesso de capacidade ou compromissos desnecessários de gastos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Dessa forma, mesmo com uma parte de sua infraestrutura on-premises, as empresas não precisam se preocupar em perder a tão amada flexibilidade da nuvem. Cada vez mais as características da nuvem, como capacidade elástica e modelos baseados no consumo como um serviço, estão disponíveis tanto no ambiente híbrido quanto on-premises,</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">O combustível de crescimento em um mundo imprevisível</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para aproveitar o máximo da nuvem, é preciso utilizá-la de forma proativa, em vez de reativa. Isso significa ter uma estratégia totalmente desenvolvida, com a garantia de estar antecipadamente equipado para o multi-cloud, e não se bloqueando de quaisquer atualizações de infraestrutura que possam surgir depois que uma arquitetura de nuvem for estabelecida. Com a flexibilidade incorporada à arquitetura, com chances de escolha e com a portabilidade, as empresas estarão preparadas para o crescimento e prontas para lidar com as transformações que estamos vivendo e com as que estão por vir.</p>
<p style="text-align: justify;">  Onde quer que sejam usados ou armazenados, os dados corporativos têm um valor imenso. Com a estratégia de nuvem certa e com a portabilidade como ponto central, é possível extrair até a última gota de valor dos dados e usá-los para obter vantagem competitiva.</p>

		</div>
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		<title>Quais são os benefícios da IA e machine learning no setor de telecomunicações?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/quais-sao-os-beneficios-da-ia-e-machine-learning-no-setor-de-telecomunicacoes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=quais-sao-os-beneficios-da-ia-e-machine-learning-no-setor-de-telecomunicacoes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Montini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 18:47:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 41]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Machine learning]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os benefícios da IA e machine learning nas empresas de telecomunicações estão a detecção de anomalias e a otimização de utilização da rede.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cbd20840e9" data-id="697cbd20840e9" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Quais são os benefícios da IA e machine learning no setor de telecomunicações?</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A inteligência artificial e o machine learning estão sendo usados em diversos setores, o que tem proporcionado vários benefícios. Nas empresas de telecomunicações essas duas tecnologias são indispensáveis, já que são companhias que recebem inúmeras demandas de clientes que podem ser facilmente resolvidas a partir da automação.</p>
<p style="text-align: justify;">  O investimento dedicado a este setor aumentou no último ano. De acordo com um levantamento realizado pelo SindiTelebrasil, o crescimento foi de 4,3% no segundo trimestre de 2020 quando comparado ao primeiro trimestre do ano, passando de R$ 6,9 bilhões para R$ 7,2 bilhões.</p>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Os números mostram que cada vez mais tem aumentado a procura por serviços de telefonia fixa, móvel e link de dados. Logo, é importante que as empresas contem com tecnologias que possam gerenciar essa grande demanda.</p>
<p style="text-align: justify;">  A IA e o ML são duas soluções que estão influenciando consideravelmente o mundo ao nosso redor e facilitando a vida de todos. Já no mundo dos negócios, elas são duas funcionalidades mágicas que conseguem tornar qualquer produto ou serviço totalmente atraente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se você parar e pensar, tudo está sendo impulsionado por essas tecnologias. Desde atendimento ao cliente, reconhecimento de voz, automação de processos até carros autônomos.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com um estudo da TMR &#8211; Transparency Market Research, estima-se que o mercado global de inteligência artificial registrará um impressionante CAGR (taxa composta anual de crescimento) de 29% até 2030.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os números sugerem que haverá uma grande revolução no ecossistema de telecomunicações com o uso de inteligência artificial e machine learning ainda nesta década. Afinal, o setor é o braço da conectividade e há diversas oportunidades para implantar novos serviços a partir de ferramentas de última geração.</p>
<p style="text-align: justify;">  A IDC prevê que 31,5% das organizações de telecomunicações estão concentrando-se principalmente na utilização da infraestrutura atual e 63,5% estão comprometendo investimentos em sistemas de IA.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Os benefícios são inúmeros</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Acredita-se que o investimento em novas tecnologias, como IA e machine learning, nas empresas de telecomunicações poderá trazer inúmeros benefícios, como a detecção de anomalias, otimização de utilização de rede, além de auxiliar na tomada de decisões complexas. Vale destacar que a inteligência artificial permite ainda autoaprendizagem, autocorreção e também tomada de decisão autônoma.</p>
<p style="text-align: justify;">  Olhando para esse cenário, é possível observar que o potencial dessas tecnologias no setor é profundo, já que envolve também um melhor atendimento ao cliente e confiabilidade de rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sem dúvida, investir em tecnologias como essas, em um setor que tem presença gigantesca no mercado global, será a chave para entender o comportamento dos clientes, suas necessidades e desejos. E melhor: tudo baseado em dados!</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Edge data centers: Como a infraestrutura de telecomunicações vai acomodar esse fenômeno na América Latina</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/edge-data-centers-como-a-infraestrutura-de-telecomunicacoes-vai-acomodar-esse-fenomeno-na-america-latina/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=edge-data-centers-como-a-infraestrutura-de-telecomunicacoes-vai-acomodar-esse-fenomeno-na-america-latina</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 18:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 41]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Data centers]]></category>
		<category><![CDATA[Edge]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
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					<description><![CDATA[Os edge data centers diminuem a latência e melhoram a performance de serviços críticos e em tempo real, além de simplificarem muito as estruturas de computação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cbd2085ea0" data-id="697cbd2085ea0" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Edge data centers: Como a infraestrutura de telecomunicações vai acomodar esse fenômeno na América Latina</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Os edge data centers diminuem a latência e melhoram a performance de serviços críticos e em tempo real, além de simplificarem muito as estruturas de computação.</h2>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697cbd2085fae" data-id="697cbd2085fae" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Flávio R. Marques, engenharia de aplicação da Furukawa Electric LatAm</h4>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Desde sua concepção, os edge data centers vêm crescendo muito, uma vez que resolvem problemas inerentes à computação em nuvem e simplificam vários processos. Esse formato diminui a latência e melhora a performance de serviços críticos e em tempo real e aproxima o conteúdo dos consumidores, melhorando a experiência e reduzindo custos de transporte, além de simplificar muito as estruturas de computação. Como parte integrante da nuvem, esses data centers também auxiliam na orquestração que mantém esse ecossistema funcionando adequadamente.</p>
<p style="text-align: justify;">  As características de redução de latência e alta densidade são as mesmas requeridas pela quinta geração de mobilidade, o 5G. Por essa razão, é comum que essas duas tecnologias sejam citadas conjuntamente. Os edge data centers são cruciais para as necessidades do 5G e irão contribuir para a sua disponibilização e adoção mais rápida por todos. Áreas muito populosas e com alta demanda de mobilidade exigem grande quantidade de antenas, fibras e data centers. Fica claro que temos um enorme desafio de espaço para a acomodação das instalações que darão suporte à dupla 5G+edge.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697cbd208614e" data-id="697cbd208614e" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cbd2086447" data-id="697cbd2086447" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">  O conceito de edge data center surgiu ainda durante a transição das estações telefônicas (conhecidos como central offices) para data centers no conceito CORD &#8211; Central Office Re-architected as Data Center, no qual também se soma a característica de desagregação e rede definida por software (SDN &#8211; Software Defined Network). A mudança das estações telefônicas para data centers foi um evento natural, uma vez que os serviços &#8211; inclusive de voz &#8211; foram todos convertidos para IP. Mas só isso não garante que esses serviços sejam otimizados no que diz respeito à redução de latência e disponibilidade. As estações telefônicas foram concebidas para atender grandes regiões e um número considerável de assinantes, com poucas limitações de distância para os telefones.</p>
<p style="text-align: justify;">  O número de estações telefônicas convertidas para data centers é pequeno, se comparado às necessidades da computação edge, principalmente em regiões da América Latina em que havia somente uma operadora de telecomunicações e poucos serviços de TV a cabo, pois os headends também podem executar esse papel. Essa lacuna em número de estruturas técnicas para alcançar a densidade necessária está sendo preenchida de maneiras diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  A primeira a ser citada é a própria iniciativa das grandes operadoras que, atentas a essa demanda e utilizando sua capacidade de investimento, estão ampliando o número de data centers em suas áreas de abrangência. A infraestrutura existente facilita essa ampliação para unidades menores, mais compactas e modulares, que se conectam aos centros regionais de mais alta capacidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  A contribuição das operadoras para a computação edge vai além do aumento da quantidade de data centers e, em consequência, da disponibilização de conteúdo próximo aos usuários. As operadoras também estão aproximando seu backbone de alta velocidade até clientes corporativos e ISPs &#8211; Internet Service Providers, que atendem seus assinantes empresariais ou residenciais. Essa característica não só reduz a latência, ao diminuir o número de “saltos” na rede, como também aumenta a velocidade disponível nas bordas, contribuindo de maneira direta na performance das aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra maneira de preencher a lacuna de estruturas técnicas são as redes extremamente flexíveis que estão sendo construídas pelas operadoras neutras &#8211; que incluem desde torres e “sites” para montagem de redes 5G até uma densa malha de fibras ópticas em pontos chave para atendimento de novos clientes e serviços. Esses locais em que estão sendo montados os sites para redes móveis, ou equipamentos para redes de transporte e acesso, também estão sendo considerados para acomodação de facilidades para instalação de data centers edge.</p>
<p style="text-align: justify;">  O fornecimento de um local para acomodação de racks, com disponibilidade de energia e ar-condicionado além da conectividade, faz das operadoras neutras alternativas rápidas para ativação de data centers edge. Racks modulares em salas de equipamentos, que podem ser adicionados ou retirados de acordo com a demanda, ou contêineres completos montados em sites móveis são opções usadas comumente nesses casos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A terceira maneira de aumentar a granularidade e abrangência dos data centers edge é por intermédio dos provedores de serviços de Internet. No Brasil, por exemplo, os ISPs ultrapassaram as grandes operadoras em número de assinantes e hoje chegam a muitas regiões antes negligenciadas, seja pelo tamanho ou pelo potencial econômico.</p>
<p style="text-align: justify;">  ISPs possuem perfis muito diferentes e podem ser classificados de diversas maneiras &#8211; pela quantidade de assinantes, abrangência de atendimento, perfil de clientes atendidos ou, ainda, pela capacidade financeira. A grande quantidade e o alcance dos ISPs colocam esses provedores de serviços em uma posição privilegiada e uma opção natural para a acomodação de Edge Data Centers &#8211; ao mesmo tempo em que trazem um desafio, pois a heterogeneidade não permite uma abordagem igual para todos os que pretendem entrar nesse negócio. Considerando essa realidade, é importante levar em conta algumas diretrizes para que os ISPs, independentemente de seu perfil, contribuam de maneira definitiva com a borda da nuvem, onde o Edge está localizado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das perspectivas de infraestrutura considera que a nuvem é composta por data centers de vários tipos e tamanhos interligados, fazendo uma espécie de virtualização global. A primeira diretriz é a homogeneidade de performance desejada para todos os componentes da nuvem. É importante que esses requisitos técnicos não sofram degradação durante sua jornada desde o “centro” da nuvem, formada por grandes data centers cloud ou hyperscale, até as bordas, onde estão os Edge Data Centers e as instalações de acesso.</p>
<p style="text-align: justify;">  O esforço deve ser feito no sentido de manter até a borda a alta velocidade, alta disponibilidade e a latência reduzida. A rede óptica de transporte montada para a interligação deve ser capaz de atender diferentes serviços, operações e também flexível para permitir rápidas mudanças e acomodação de soluções distintas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A opticalização contribui muito para a redução da latência e o aumento de velocidade nas conexões intra e interdata centers, mas apenas o uso de fibras ópticas não garante essas características. Quando aliada a sistemas e planejamento adequados, a fibra óptica é um componente muito forte do sistema integrado e sincronizado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra diretriz importante é que o planejamento e construção de qualquer data center, independente de tamanho, devem observar padrões e requisitos normatizados e um desenho adequado para as tarefas que irá hospedar.</p>
<p style="text-align: justify;">  As mesmas características de infraestrutura podem ser observadas nos data centers hyperscale, edge ou ainda dentro de um ISP. Isso permite que não ocorra uma “desaceleração” de performance dentro dessas estruturas, mantendo as três características mencionadas (velocidade, disponibilidade e latência) em alto nível até os clientes, bem como o caminho inverso até o centro.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das tarefas do data center edge é manter o conteúdo mais próximo do usuário nas redes de acesso. Essa arquitetura oferece diversas vantagens, como a redução do consumo de banda de backbone para trazer a massa de dados do gerador de conteúdo até a distribuição no acesso pelo ISP, além de diminuir o tempo de acesso ao conteúdo pelo consumidor, uma vez que está hospedado no próprio provedor de acesso. Isso já acontece há algum tempo nos ISPs, desde que começaram a fazer parte das CDN &#8211; Content Delivery Networks.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os grandes geradores de conteúdo, como redes sociais e serviços de streaming, podem ser responsáveis por mais de 50% do tráfego nos ISPs e disponibilizam equipamentos com alta capacidade de armazenamento e inteligência para gerenciar o conteúdo mais requisitado naquela região. Um exemplo da importância dos CDNs é a iniciativa OpenCDN do nic.br, que tem como objetivo dividir a carga de conteúdo instalando CDNs próximos a pontos de troca de tráfego em todo o Brasil. Essa pulverização do armazenamento é chave para nossa realidade hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">  Fica clara a importância de uma infraestrutura capaz de suprir as necessidades de conectividade, energia e disponibilidade elásticas o suficiente para permitir o aumento ou redução sob demanda. De um pequeno grupo de gabinetes até uma sala repleta deles, essas providências garantem o funcionamento dos serviços em nuvem em toda sua extensão &#8211; da palma da mão do usuário até grandes equipamentos com softwares de inteligência artificial em algum lugar do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">  É essencial que os ISPs considerem suas instalações como de missão crítica, pois delas depende o sucesso da arquitetura edge. Desde a instalação de menor porte, é preciso levar em conta o tripé essencial de comunicação (produto, projeto, serviço), bem como a disponibilidade e confiabilidade de todos os elementos envolvidos, como cabeamento, energia elétrica e gerenciamento térmico. A consideração e o atendimento dessas demandas dão ao ISP vantagem competitiva importante na corrida por um lugar na nuvem.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Confinamento de corredores em data centers</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/confinamento-de-corredores-em-data-centers/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=confinamento-de-corredores-em-data-centers</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 18:19:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 41]]></category>
		<category><![CDATA[Ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Corredor frio]]></category>
		<category><![CDATA[Corredor quente]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
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		<category><![CDATA[Racks]]></category>
		<category><![CDATA[Refrigeração]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas de refrigeração]]></category>
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					<description><![CDATA[Implantar o confinamento é melhor do que não fazê-lo, qualquer que seja a solução adotada. Só não podemos descuidar dos demais pontos de atenção com relação à gestão do fluxo de ar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cbd2087db2" data-id="697cbd2087db2" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Confinamento de corredores em data centers</h1>

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			<p>Marcelo Barboza, da Clarity Treinamentos</p>

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			<p style="text-align: justify;">  Já mostrei a importância de uma boa <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/fluxo-do-ar-de-refrigeracao-em-data-centers/">gestão do fluxo de ar na refrigeração dos computadores de um data center</a>. É uma boa ideia ler o artigo antes deste, pois explico os três principais problemas na gestão do fluxo de ar: ar frio desviado, recirculação do ar quente e pressão negativa. Neste artigo, vamos rever esses problemas e apresentar as soluções de confinamento de corredores, que complementam as práticas mostradas no artigo citado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Vamos recordar esses principais problemas com a figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697cbd208817e" data-id="697cbd208817e" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cbd208847a" data-id="697cbd208847a" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<p style="text-align: justify;">  É necessário evitarmos esses problemas com medidas, como:</p>
<p style="text-align: justify;">• Fechar as posições de rack não utilizadas com tampas cegas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Não deixar espaços entre os racks da fileira.</p>
<p style="text-align: justify;">• Selar as passagens de dutos e cabos que atravessam o pleno de fornecimento de ar frio (geralmente, o piso elevado).</p>
<p style="text-align: justify;">• Não colocar saídas de ar frio em locais que não sejam os corredores frios.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mesmo com todas essas medidas, ainda há locais por onde o ar frio ou o ar quente consegue escapar de seu corredor e acaba ocorrendo a mistura indesejada do ar quente com o frio: pelo topo e pelo final dos corredores, onde indicado pelas setas amarelas na figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  É aí que entra a solução do “confinamento de corredores”, visando fechar esses dois locais (topo e final de corredores), evitando a mistura do ar quente com o frio. Podemos confinar o corredor quente ou o frio, usando anteparos sobre os racks e portas ao final dos corredores.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Confinamento do corredor frio</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao confinar o corredor frio, evitamos que o ar resfriado fornecido pelo CRAC se desvie por qualquer outro lugar. A única maneira de ele retornar ao CRAC é passando por meio dos computadores instalados nos racks. É claro que precisamos fechar quaisquer outros potenciais “buracos” por onde o ar poderia sair.</p>

		</div>
	</div>
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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  As principais características desta solução são:</p>
<p style="text-align: justify;">• Menos volume de ar frio.</p>
<p style="text-align: justify;">• O resto da sala é quente, o que poderia ser um problema para a instalação de equipamentos “stand alone” (fora de rack ou “de piso”), pois poderiam sobreaquecer.</p>
<p style="text-align: justify;">• Maior uniformidade na temperatura do corredor frio.</p>
<p style="text-align: justify;">• É mais fácil de ser aplicada quando os racks são padronizados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Cuidado para não pressurizar demais o corredor frio, senão o ar acaba se “desviando” por dentro dos computadores, ou seja, passa através deles mesmo não havendo muita necessidade.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Confinamento do corredor quente</h3>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Nesta solução, evitamos que o ar quente retorne aos computadores criando um “duto” entre o corredor quente e o retorno do CRAC. Esse retorno pode ser “dutado” ou por meio do plenum formado pelo forro. Na figura abaixo, o suprimento de ar frio não precisaria ser feito por sob o piso elevado, poderia também ser feito pelo ambiente.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697cbd2089fc3" data-id="697cbd2089fc3" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cbd208a2ac" data-id="697cbd208a2ac" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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		</figure>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">As principais características dessa solução são:</p>
<p style="text-align: justify;">• Maior volume de ar frio (o restante da sala).</p>
<p style="text-align: justify;">• O resto da sala é fria, permitindo a instalação de equipamentos “stand alone” sem problema de superaquecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">• O corredor quente fica muito quente, potencialmente levando a problemas de saúde ocupacional se alguém precisasse ficar muito tempo ali, pois esse corredor pode facilmente passar dos 40°C.</p>
<p style="text-align: justify;">• É mais fácil de ser aplicada quando os racks são padronizados.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Rack chaminé</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Esta é uma outra forma de confinamento do corredor quente, só que sem a criação do corredor quente em si. Cada rack confina seu próprio ar quente, possuindo portas traseiras seladas e uma chaminé que permite o retorno do ar quente ao CRAC por meio de dutos ou do plenum superior.</p>
<p style="text-align: justify;">Suas principais características são:</p>
<p style="text-align: justify;">• Não tem corredor quente, evitando problemas de salubridade para quem precisar ficar atrás dos racks por muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">• O resto da sala é fria.</p>
<p style="text-align: justify;">• Layout mais flexível, não necessitando a criação de corredores paralelos.</p>
<p style="text-align: justify;">• Exige racks apropriados para tal solução, mas não precisam ser todos iguais.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Conclusão</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Existem diversas alternativas para a implementação do confinamento de corredores. Cada uma delas tem suas características, vantagens e desvantagens. De qualquer forma, implantar o confinamento é melhor do que não fazê-lo, qualquer que seja a solução adotada. Só não podemos descuidar dos demais pontos de atenção com relação à gestão do fluxo de ar.</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>O viés invisível dos algoritmos</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/o-vies-invisivel-dos-algoritmos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-vies-invisivel-dos-algoritmos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thoran Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 17:51:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 41]]></category>
		<category><![CDATA[Algoritmos]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[É fundamental reconhecer quando sistemas tomam decisões automáticas com vieses que geram resultados de forma incorreta, ou injusta, ou racista, ou sexista ou classista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cbd208bced" data-id="697cbd208bced" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>O viés invisível dos algoritmos</h1>

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	</div>
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			<p><strong>Thoran Rodrigues, BigDataCorp</strong></p>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A tomada de decisão com base em dados tem se beneficiado enormemente da automação, dos algoritmos e da IA &#8211; inteligência artificial. Os processos se tornam mais assertivos, mais justos, mais produtivos quando trabalhamos com indicadores fornecidos por números exatos, em vez de nos apoiarmos em hipóteses subjetivas.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, os sistemas computacionais não surgem do nada, por um truque de mágica. São pensados e construídos por seres humanos, que carregam em suas mentes as suas histórias de vida, as suas crenças, e que estão a serviço de organizações que têm determinados interesses e objetivos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim, os dados utilizados para elaborar algoritmos e desenvolver modelos de inteligência artificial, por sua própria natureza, carregam um viés. E, como as máquinas aprendem aquilo que lhes é ensinado, elas acabam por refletir os padrões de pensamento daqueles que as programam, reproduzindo seus vieses. É fundamental, portanto, reconhecer quando sistemas tomam decisões automáticas com vieses que geram resultados de forma incorreta, ou injusta, ou racista, ou sexista ou classista.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se pensarmos em um sistema de reconhecimento facial, por exemplo, é preciso considerar que, em geral, os desenvolvedores de software para aprendizado de máquina são homens, brancos. Esse padrão tornou-se a referência visual. Para minimizar os impactos dos vieses, pesquisadores da Universidade de Princeton desenvolveram uma ferramenta chamada Revealing Visual Biases (Revise, ou, revelando vieses visuais), que analisa datasets de imagens para identificar potenciais vieses.</p>
<p style="text-align: justify;">  Disponível em formato open-source, o Revise tem como foco três tipos de vieses: objeto, gênero e geografia. Junto com as imagens, a ferramenta considera anotações e medidas como a contagem de objetos, a presença conjunta de pessoas e objetos, e a origem geográfica das imagens, revelando os padrões que destoem das distribuições medianas esperadas em datasets não enviesados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nos EUA, um debate atual questiona o poder dos algoritmos sobre as leis que defendem o direito à habitação justa. Acontece que os proprietários de imóveis se utilizam cada vez mais dos serviços automatizados de triagem para eliminar locatários indesejados. Em Connecticut, um juiz levou a julgamento um processo por discriminação racial contra a empresa de triagem CoreLogic – em vez de acionar o locador. A decisão foi uma vitória para os defensores da habitação justa, para os quais os serviços de triagem de inquilinos são propensos a erros, resultam em discriminação racial e, em grande parte, não respondem ao questionamento feito.</p>
<p style="text-align: justify;">  O caso envolveu Carmen Arroyo, que indagou à administradora de seu apartamento se seu filho, Mikhail, poderia morar com ela após ter sofrido um acidente grave, ficando incapaz de cuidar de si mesmo. Ela teve o pedido negado porque uma verificação de antecedentes descobriu uma acusação de furto no passado de Mikhail.</p>
<p style="text-align: justify;">  Arroyo e seus advogados argumentaram que o algoritmo de triagem usado, o CrimSafe, isola desproporcionalmente candidatos negros e latinos ao se basear em registros criminais, e não dá aos candidatos a chance de explicar seus atenuantes por meio de avaliações individualizadas. De acordo com eles, a CrimSafe relatou um registro de “desqualificação” sem fornecer detalhes, o que teria permitido ao gerente da propriedade liberdade na decisão. O relatório de triagem simplesmente informou que foi encontrada uma “ação judicial criminal”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ficou provado que o sistema de triagem enviesado, no caso, racista, foi o responsável por permitir um ato enviesado, de injustiça.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697cbd208c165" data-id="697cbd208c165" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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