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	<title>Edição 50 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Edição 50 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>O Oscar 2022 e a inteligência emocional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 22:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 50]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[A prática da inteligência emocional não é bloquear as emoções e sim equilibrar pensamentos, emoções e ações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba50d4f0e8" data-id="697ba50d4f0e8" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O Oscar 2022 e a inteligência emocional</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Edgar Amorim, facilitador DiSC e coach executivo, da Amorizar Pessoas</strong></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Talvez o título mais adequado deste artigo devesse ser “O Oscar 2022 e a falta de inteligência emocional”, afinal o evento nos mostrou o resultado da falta dela.</p>
<p style="text-align: justify;">  O ator Will Smith caminhou até o apresentador Chris Rock e lhe deu um tapa no rosto. O que a inteligência emocional nos diz sobre isso? A raiva do Will foi o problema? Não, o problema foi sua ação. A raiva nos diz algo importante: existe uma situação que temos que enfrentar. Usar a raiva como ele usou demonstra a necessidade de mais inteligência emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">  A prática da inteligência emocional não é bloquear as emoções e sim equilibrar pensamentos, emoções e ações. Quando uma pessoa fica irritada a ponto de explodir, existe uma resposta neuro-hormonal que inunda o cérebro e o corpo. A reação varia rapidamente entre brigar, sumir e congelar. O que fazer com essas emoções passageiras?</p>
<p style="text-align: justify;">  Praticar inteligência emocional requer conscientização, intencionalidade e integridade. A pessoa não precisa deixar suas emoções tirá-la do sério, ela pode escolher uma resposta mais alinhada com seus valores.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando as emoções passam por nós, podemos reagir impulsivamente ou escolher uma forma mais adequada de responder. Viktor Frankl, um neuropsiquiatra austríaco, explicou: “Entre o estímulo e a resposta existe um espaço. Nesse espaço está nosso poder de escolher nossa resposta. Em nossa reposta se encontra o nosso crescimento e nossa liberdade”. Ao darmos uma pausa (seis segundos), permitimos que a inundação neuro-hormonal diminua. Diminuir o ritmo por um momento nos permite considerar nossas opções e pesar as consequências antes de agir.</p>
<p style="text-align: justify;">  A inteligência emocional nos lembra que nossas escolhas trazem consequências no meio em que nos relacionamos. Quando utilizamos o pensamento sobre as consequências, consideramos o resultado de todas as nossas opções antes de tomar uma decisão. Qual será o impacto para nós mesmos e para os outros?</p>
<p style="text-align: justify;">  Emoções não são nem boas e nem ruins, são informações – mensagens de você para você. É importante “SENTIR” nossas emoções, deixá-las fluir, no entanto, é preciso ter consciência de escolher a opção mais adequada de agir para que não haja consequências negativas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Vamos praticar inteligência emocional em pequenas coisas do dia a dia para que quando nos depararmos com fortes desafios emocionais seja possível reagir e sentir orgulho de nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sucesso!</p>

		</div>
	</div>
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		<title>A conectividade para as redes do futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 22:10:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 50]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Backbone]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
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		<category><![CDATA[Operadora]]></category>
		<category><![CDATA[Provedores de Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[O alicerce do futuro são os backbones de grandes operadoras e também de pequenos provedores de Internet, que conectados levam novas oportunidades de negócios para todo o Brasil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba50d50bbd" data-id="697ba50d50bbd" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>A conectividade para as redes do futuro</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O alicerce do futuro são os backbones de grandes operadoras e também de pequenos provedores de Internet, que conectados levam novas oportunidades de negócios para todo o Brasil.</h2>

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			<h4>Hermano Albuquerque, diretor geral LATAM para o Grupo Halo/Skylane</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Pense em uma tendência de tecnologia para os próximos anos. Provavelmente, passou pela sua cabeça as redes 5G, edge computing, IoT – Internet das coisas, nuvem, data analytics, inteligência artificial ou metaverso, tudo isso converge para uma única necessidade: redes mais robustas para transportar a grande quantidade de dados que essas tecnologias geram.</p>
<p style="text-align: justify;">  O alicerce do futuro são os backbones de grandes operadoras e também de pequenos provedores de Internet, que conectados levam novas oportunidades de negócios para todo o Brasil. Uma infraestrutura que tem avançado e se modernizado, pois se em 2017 apenas 78% dos provedores de Internet usavam a fibra óptica, hoje já são 91%, segundo dados da pesquisa TIC Provedores realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba50d511fa" data-id="697ba50d511fa" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">  A adoção da fibra óptica como tecnologia padrão de conectividade é um sinal de que estamos investindo na direção certa. Ela é hoje a melhor opção de conectividade existente e a que consegue alcançar as mais altas taxas de velocidade na transmissão de dados. O último recorde registrado foi em 2021 pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação (NICT) do Japão, que conseguiu transmitir 319 Tbps por 3 mil km com uma fibra óptica de 4 núcleos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Então, se o futuro exige uma conectividade avançada com velocidades cada vez mais altas e com baixa latência é por meio da fibra óptica que iremos chegar lá. Inclusive para sustentar as redes móveis que estão em plena evolução no Brasil e no mundo. Afinal, a base da infraestrutura 5G exige um backbone de fibra óptica bem estruturado conectado às inúmeras estações de rádio base que irão transmitir as frequências da quinta geração de telefonia celular.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas apesar dos avanços que tivemos na infraestrutura das redes, há ainda muito a evoluir para alcançar um padrão mínimo que abrace todas essas novidades que estão surgindo no mercado. Essa demanda somada à boa perspectiva de crescimento tanto para o mercado de TI, quanto ao de telecom, levam o setor a uma corrida para melhoria de infraestrutura de rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  O setor de telecomunicações por sinal, anda na contramão da crise econômica. No Brasil a expectativa de crescimento em 2022 é de 8,2% para o setor de TIC &#8211; Tecnologia da Informação e Comunicação, sendo 10,6% para o segmento de TI e 4% para telecom, segundo o estudo “IDC Predictions Brazil”, realizado pela IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  O único desafio para o aprimoramento das redes está relacionado aos elevados investimentos.  Porém, mesmo neste cenário, estamos avançando em todo o território nacional, principalmente considerando os R$ 48 bilhões que as empresas vencedoras do edital do 5G devem investir aliados à necessidade de modernização das infraestruturas existentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Dados e mais dados </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Não é só o 5G que exige aumento de capacidade. De fato, podemos ver um crescimento constante de tráfego na rede em geral, tanto que o PTT &#8211;  Ponto de Tráfego Internet do IX.br (Brasil Internet Exchange) alcançou mais uma marca histórica de troca de tráfego de dados, chegando a 20 Tbit/s em dezembro de 2021, um número 43% maior do que o registrado no mesmo mês de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esse marco é um indicador importante para os provedores e operadoras e deixa mais evidente a necessidade de ampliar o investimento nas redes. Afinal, se a pandemia do coronavírus nos ensinou alguma coisa, foi que a nossa sobrevivência econômica e social está ligada à capacidade de trabalhar e se divertir a distância.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esse é o momento em que novas tecnologias estão se firmando e anunciando realidades interconectadas, como é o caso do metaverso, conceito que tem avançado no mercado e une o espaço digital com tecnologias de realidade virtual e realidade aumentada, exigindo largura de banda para trafegar uma grande quantidade de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sem falar nas inúmeras soluções tecnológicas que estão surgindo em setores importantes para a sociedade como a educação, a segurança e a saúde. Como exemplo, a educação passa a investir cada vez mais em plataformas e metodologias de ensino interativas que envolvem o universo digital.</p>
<p style="text-align: justify;">  A segurança também está evoluindo com investimentos em recursos de inteligência artificial e videomonitoramento para um trabalho mais assertivo. E a saúde passa a descentralizar o trabalho médico e necessita de redes ininterruptas e com alta capacidade para transmitir dados e imagens essenciais para o diagnóstico dos pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso tudo converge para a realidade digital que tanto queremos, incluindo os serviços na palma da mão, anywhere office e cidades digitais. O caminho para essa realidade é feito por fibras ópticas com sistemas de alta qualidade.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Containers: Entenda por que até 2025 essa tecnologia estará em 85% das empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 21:51:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 50]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Contêiner]]></category>
		<category><![CDATA[Contêineres]]></category>
		<category><![CDATA[Kubernetes]]></category>
		<category><![CDATA[Microsserviços]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[As aplicações de contêineres, ou “containers”, implementadas e gerenciadas por meio de uma plataforma de orquestração como o Kubernetes, desempenharão um papel fundamental na evolução da TI ao longo da próxima década.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba50d52ec6" data-id="697ba50d52ec6" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Containers: Entenda por que até 2025 essa tecnologia estará em 85% das empresas</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A TI está em meio a uma mudança profunda porque quase tudo que envolve a maneira como as empresas entregam e criam aplicações se tornou novidade. Essa transformação digital pode ser caracterizada por três elementos principais. Em primeiro lugar, vem a digitalização de processos dentro das empresas e para fora, aos clientes e parceiros. Segundo, é fortemente influenciada pelo uso dos recursos da nuvem ou de modelos operacionais semelhantes. Em terceiro lugar, a maneira como o desenvolvimento de aplicações ocorre também está mudando para um modelo de integração e implementação contínuas, que permitem mudanças frequentes nos processos interativos.</p>
<p style="text-align: justify;">  No ápice desses três elementos está a conteinerização, que reúne a capacidade de construir aplicações em um modelo de desenvolvimento contínuo, independente, altamente escalável e portátil, ao mesmo tempo em que granular em relação aos componentes de serviços que são capazes de encapsular.</p>
<p style="text-align: justify;">  As aplicações de contêineres, ou “containers” implementadas e gerenciadas por meio de uma plataforma de orquestração como o Kubernetes, desempenharão um papel fundamental na evolução da TI ao longo da próxima década. De acordo com o Gartner, 85% das empresas executarão “containers” na produção até 2025, acima da marca de 35% registrada em 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os contêineres podem ser executados em uma densidade muito maior do que as tradicionais cargas de trabalho virtuais, o que significa que menos servidores são necessários. Isso tem o efeito indireto de reduzir os custos de licenciamento e, principalmente, os requisitos de energia. Por esses motivos, a conteinerização começa a sustentar iniciativas de redução de custos e business cases mais amplos, permitindo que as empresas visem 25% a 40% das aplicações como ponto comum de partida.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas e o armazenamento, proteção de dados, backups, snapshots, replicação, alta disponibilidade e recuperação de desastres? São vitais para a infraestrutura de aplicações de uma empresa, mas podem ser um desafio em operações em “containers”. Antes de buscar maneiras de resolver isso, é preciso entender por que os “containers” são tão importantes e como eles funcionam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Implementação ágil</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Digamos que o negócio principal de uma empresa esteja centrado em lançamentos frequentes de produtos com picos rápidos de demanda e requisitos de análise de acompanhamento. Pode ser uma operação de sistemas de ingressos, por exemplo, com picos repentinos e maciços nas vendas. As aplicações construídas tradicionalmente em uma arquitetura de três camadas (cliente-servidor-base de dados) seriam lentas para implementar, não escalariam bem e não suportariam altos níveis de demanda. Os “containers” surgiram justamente para lidar com essa situação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso ocorre porque eles encapsulam os inúmeros componentes de uma aplicação, o que significa que muitos desses microsserviços são reutilizáveis conforme novas aplicações são desenvolvidas, e podem se multiplicar rapidamente para atender às necessidades de dimensionamento. Além disso mantêm toda a conectividade da API e podem ser portados para vários ambientes operacionais. Assim, por exemplo, esse aumento repentino na demanda de ingressos pode ser acomodado pela reprodução rápida de instâncias de serviços em container interconectadas e se espalhar rapidamente em vários data centers, inclusive na nuvem pública.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em simples explicação, os fundamentos técnicos dos “containers” se resumem em uma forma de virtualização. Ao contrário dos servidores virtuais, são executados diretamente no sistema operacional do host e sem um hypervisor intermediário (monitor da máquina virtual). Isso significa que se tornam uma VM muito mais granular e leve que geralmente fornece componentes discretos de toda a aplicação, conectados por código, ou seja, APIs.</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora não haja hypervisor e sobrecarga consequente, os “containers” se beneficiam de uma camada de orquestração, fornecida por ferramentas como o Kubernetes, que organiza um ou mais “containers” em execução em pods, cada um com seu código, tempo de execução, dependências, chamadas de recursos. A inteligência para executar pods fica acima deles em um ou mais clusters do Kubernetes.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O desafio de armazenamento e backup do Kubernetes</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Um dos maiores desafios a serem superados com o Kubernetes é o armazenamento e a proteção de dados. As raízes do problema remontam à origem dos “containers”, que originalmente deveriam ser executados em um laptop de desenvolvedores como uma instância efêmera e para os quais o armazenamento persistia apenas enquanto o container fosse executado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Conforme os “containers” se tornaram uma abordagem corporativa convencional para o desenvolvimento de aplicações, isso simplesmente não funcionaria. A maioria das aplicações corporativas são stateful, que criam, interagem e armazenam dados. Portanto, quem quer implementar “containers” com armazenamento de classe empresarial e proteção de dados precisa analisar um conjunto de soluções emergentes no mercado.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O que buscar ao adotar a tecnologia de “container”?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Um ponto importante é que qualquer solução de armazenamento Kubernetes deve ser nativa de container. Isso significa que os próprios requisitos de armazenamento de uma aplicação são implementados como microsserviços em “containers” nos quais os requisitos de provisionamento, conectividade e desempenho são escritos como código, com todo o dinamismo e agilidade que isso implica. Isso contrasta com outros métodos – como CSI ou Container Storage Interface – que dependem de drivers codificados para armazenamento alocado em “containers”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Enquanto isso, uma plataforma de armazenamento Kubernetes nativa de “container” definida por software deve fornecer acesso ao armazenamento de blocos, files e objetos, além de usar o armazenamento em nuvem. Com isso, deve emular as principais características e benefícios da conteinerização e do Kubernetes. Isso significa que os dados devem ser tão portáteis quanto a aplicação em container, precisam ser dimensionados de forma autônoma e gerenciados por meio de um plano de controle comum.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando se trata de proteção de dados, esse produto deve fornecer os principais métodos de proteção, incluindo backups e snapshots, replicação síncrona e assíncrona e funcionalidade de migração. Novamente, isso deve permitir a nuvem como origem ou destino nessas operações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para lidar com a escalabilidade dos ambientes Kubernetes, a solução deve ser capaz de gerenciar clusters, nós e “containers” que são executados em centenas, milhares e centenas de milhares, respectivamente, com capacidade de armazenamento gerenciável em dezenas de petabytes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por fim, deve ser inteligente, com gerenciamento automatizado baseado em regras que, por exemplo, cria, replica e exclui “containers”, conforme determinado por gatilhos de monitoramento predefinidos, além de provisionar e redimensionar o armazenamento conforme necessário. E então, depois de encontrar e implementar uma solução que atenda a todas essas caixas, fica claro por que 85% das empresas confiarão nessa tecnologia até 2025.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Como o big data tem mudado o mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Montini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 21:29:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 50]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Criptomoedas]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Metaverso]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Seja para automação de campanhas de marketing, gestão financeira, área comercial ou até para o planejamento de recursos humanos, o big data fornece a matéria-prima necessária para os profissionais de empresas de diferentes setores. 

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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba50d53dc7" data-id="697ba50d53dc7" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como o big data tem mudado o mundo</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Foi na virada dos anos 2000 que o termo big data começou a surgir. Referia-se, claro, ao perceptível aumento da quantidade de informações trafegadas naquele início da Internet comercial. Mas nem mesmo os profissionais mais utópicos (e distópicos) poderiam imaginar o que se tornaria o mundo duas décadas depois. Hoje, a capacidade de analisar e processar dados digitais ditam as normas do trabalho, lazer e da própria vida em geral. O big data se tornou, assim, a expressão de seu próprio tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">  A análise de informações sempre foi um recurso essencial ao longo da história da humanidade. A própria trajetória das sociedades só foi possível a partir de análises de informações de diversos fenômenos que levavam a novas descobertas. Foi assim em todos os setores e a as revoluções industriais a partir do século 17 são apenas os exemplos cabais disso. Mas como manter essa evolução se o volume de informações também cresce rápido demais?</p>
<p style="text-align: justify;">  É aqui que entra o conceito de big data. Na teoria, são técnicas capazes de processar essas grandes quantidades em prol de novos resultados e insights. Assim, conseguem processar em tempo recorde diferentes tipos de informações, estruturadas ou não, de diversas fontes. Na prática, significa que toda interação social mediada por alguma ferramenta tecnológica pode ter a capacidade de se transformar em dados – e consequentemente eles podem servir de indicadores para diferentes situações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não é de se espantar, portanto, que os dados realmente sejam o novo petróleo na sociedade global. Se o combustível fóssil foi a mola propulsora da economia ao longo dos séculos 19 e 20, agora é a vez do digital. Em um cenário onde metaverso, criptomoedas, tokens e cidades inteligentes integram a pauta de discussões, saber trabalhar com as informações proporcionadas pelos canais torna-se requisito obrigatório para empresas, governos e sociedade civil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Big data reflete busca por conhecimento</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  As grandes mudanças da nossa história foram decorrentes da capacidade inventiva do ser humano. Entretanto, grandes invenções não surgem do nada, mas são resultados da capacidade de observar um problema, desenvolver técnicas a partir do conhecimento que possui, aprender com tentativas e aplicar em seu dia a dia. Em suma: de saber interpretar as informações que possui e estão a seu alcance.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim, a cada nova ideia, ferramenta ou técnica que surgia novos conhecimentos eram incorporados pelas pessoas, que inovavam mais e mais. Foi assim que saímos da locomotiva a vapor para o transporte aéreo em um período de dois séculos. A questão é que para cada benefício que estas transformações oferecem, novas informações surgem – e o volume não para de crescer desde então.</p>
<p style="text-align: justify;">  Passa a ser impossível para um ser humano conseguir processar todos os dados disponíveis para seguir inventando e moldando a sociedade em sua volta. Estima-se que a quantidade de informações que um imperador romano lidava para tomar decisões em toda a sua vida é a mesma quantidade que encaramos diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ou seja, o big data era uma necessidade estratégica e até certo ponto paradoxal: conforme o mundo avançou em conhecimento, precisou desenvolver técnicas para não correr o risco de se engasgar diante da infinidade de informações disponíveis. Somente com elas seria possível manter o cenário de transformação digital que se acelerou ao longo do século 20.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Big data está, literalmente, em tudo</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A possibilidade de processar um volume gigantesco de dados e, a partir daí, realizar cruzamentos entre as diferentes informações, projetar tendências e demandas e extrair insights sobre os mais variados assuntos realmente é tentador. Quantas decisões não tomávamos no calor do momento para nos arrepender depois, quando tínhamos mais conhecimento sobre o assunto? Pois é! O big data nos deu essa possibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Dessa forma, há um ganho de eficiência gigantesco uma vez que há mais informações para embasar qualquer escolha que devemos fazer – desde a mais simples, como os cliques dados em uma página, até as complexas estratégias de negócio. Com as ferramentas certas, é possível rapidamente ter os melhores insights em mãos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Evidentemente, o ambiente corporativo foi o primeiro a se beneficiar desse conceito. Hoje, é inimaginável encontrar qualquer empresa que não tenha alguma solução para processar grandes volumes de dados. Seja para automação de campanhas de marketing, gestão financeira, área comercial ou até para o planejamento de recursos humanos, o big data fornece a matéria-prima necessária para os profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas outros setores também souberam aproveitar. A digitalização do poder público que observamos no Brasil nos últimos anos só é possível com essas ferramentas. Hospitais e consultórios também passaram a utilizar os dados de seus pacientes para humanizar – e melhorar – o atendimento. Ah, e claro, tem as redes sociais, que servem como grande fonte de informações e de experiência personalizada, fornecendo os conteúdos que mais nos interessam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Caminho sem volta para todos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Apesar de presente em nossas vidas, a adoção do big data não é tão fácil e simples assim. A diferença de acesso à Internet e até mesmo as questões de desigualdade presentes no Brasil são impeditivos para a adoção em massa em diferentes setores e segmentos. Enquanto grandes corporações têm mais facilidade em suas jornadas de transformação digital, pequenos negócios ainda sofrem para compreender a importância da análise de dados em suas rotinas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mesmo assim, é um caminho sem volta para todos. Ou nos acostumamos com os grandes volumes de dados em nossas vidas, ou simplesmente não conseguiremos viver plenamente. Sim, viver. Porque no fim o que a análise de dados permite é justamente a possibilidade de decidirmos e pensarmos aquilo que é mais importante para nós mesmos.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697ba50d54298" data-id="697ba50d54298" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Como a transformação digital está impulsionando a inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 21:18:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 50]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Hackathon]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[As estratégias digitais apoiam a inclusão e a diversidade de pensamento, permitindo que grupos maiores e mais variados de pessoas se envolvam. Isso, por sua vez, gera mais ideias e constrói relações mais fortes. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba50d54f87" data-id="697ba50d54f87" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como a transformação digital está impulsionando a inovação</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">As estratégias digitais apoiam a inclusão e a diversidade de pensamento, permitindo que grupos maiores e mais variados de pessoas se envolvam. Isso, por sua vez, gera mais ideias e constrói relações mais fortes.</h2>

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			<h4>Andrew McCloskey, CTO da Aveva</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  As empresas estão adotando a transformação digital mais rápido do que nunca e seus principais impulsionadores são a Covid-19 e as crescentes preocupações ambientais. O primeiro acelerou a adoção da transformação à medida em que as organizações buscavam maneiras de dar continuidade às operações durante a pandemia. Já a questão ambiental está ajudando as empresas a avançarem em direção a metas de sustentabilidade, como a que visa alcançar emissões zero de carbono.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma pesquisa da Aveva revela que 85% das empresas planejam aumentar seus investimentos em transformação digital em 2022. Isso as ajudará a melhorar a sustentabilidade operacional, a agilidade e a resiliência, desbloqueando os benefícios de desempenho da automação, IA &#8211; inteligência artificial e análise de big data na era do desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, as tecnologias digitais podem ajudar de outra forma, e não menos importante, ao transformarem a forma como inovamos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Digitalização apoia inovação</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As estratégias digitais apoiam a inclusão e a diversidade de pensamento, permitindo que grupos maiores e mais variados de pessoas se envolvam. Isso, por sua vez, gera mais ideias e constrói relações mais fortes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Considere o conceito de enxame, que se origina do mundo do desenvolvimento ágil. É quando um membro de uma equipe com um problema levanta a mão para pedir ajuda da mente coletiva da colmeia. Todos param o que estão fazendo e convergem para o problema até que uma solução seja resolvida.</p>
<p style="text-align: justify;">  As ferramentas de colaboração permitem que um enxame se transforme em digital, com alguém &#8220;virtualmente&#8221; levantando a mão para indicar a necessidade de ajuda. Isso pode melhorar a produtividade ao eliminar gargalos mais rapidamente, aproveitando ao máximo o conhecimento e a experiência de seus funcionários, não importa onde eles estejam baseados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra ótima maneira de explorar a ideia de colmeia são os <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/descubra-porque-um-hackathon-pode-melhorar-a-sua-vida-profissional/">hackathons</a>, competições bem conhecidas por incentivarem o pensamento inovador. Os hackathons são frequentemente vistos como eventos físicos especificamente para equipes técnicas, mas eles podem ser muito mais do que isso. Hoje, as ferramentas digitais permitem canalizar essa energia em espaços online e, consequentemente, expandir esses eventos para incluir funcionários em todos os países em que uma empresa opera. Tal expansão aumenta o número e a variedade de ideias produzidas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Hackathons são muito divertidos, e proporcionam espaço para os funcionários experimentarem algo novo, ou mergulharem em seus projetos passionais. É uma chance de escapar de seu trabalho regular, aplicando seus talentos de uma maneira diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além dos benefícios óbvios para os negócios e para os clientes, os hackathons também são ótimas plataformas para reconhecimento de pessoal. Como forma de celebrar a capacidade dos funcionários, esses eventos são claramente um “ganha-ganha” para todos os envolvidos à medida que os vencedores podem ir para casa com prêmios, enquanto a empresa recebe novas ideias que têm potencial de chegar ao mercado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Adote processos de inovação de ciclo curto</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As organizações podem impulsionar a inovação ao adotar ciclos curtos acelerados digitalmente. No passado, as empresas se reuniam com um cliente para discutir ideias e para concluir o projeto semanas ou meses depois, antes de apresentá-lo ao cliente. Esse processo impedia a inovação, pois não havia espaço para o feedback de ideias.</p>
<p style="text-align: justify;">  No ambiente de negócios atual, as empresas mais bem-sucedidas são aquelas que constantemente inovam e promovem um ciclo contínuo de feedback. É importante entregar algo aos clientes o mais rápido possível para iniciar o processo de resposta, modificação e ajustes. As ferramentas digitais são ótimas para manter os canais de comunicação abertos e apoiar a inovação contínua.</p>
<p style="text-align: justify;">  A transformação digital pode permitir desde um passo a passo em sites virtuais até demonstrações baseadas em nuvem que encurtam ciclos de desenvolvimento e feedback ao acelerarem a troca de ideias. Isso permite que os projetos não só sejam concluídos mais rapidamente, mas potencialmente evoluam e avancem, graças ao fluxo contínuo de ideias entre todos os envolvidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Ideias simples levam a grandes recompensas </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Momentos “Eureka”, muitas vezes, podem ser provocados por conversas simples ou encontros por acaso com colegas. No entanto, as oportunidades para que esses encontros ocorram diminuíram graças à pandemia e à mudança para o trabalho remoto, e, mais recentemente, ao modelo híbrido.</p>
<p style="text-align: justify;">  Eles podem não ser os mais fáceis de emular online, mas momentos virtuais de &#8220;cafezinho&#8221; estão longe de ser impossíveis e muitas empresas estão encorajando os funcionários a iniciar conversas virtuais. São uma maneira simples, mas eficaz, de introduzir outra oportunidade de inovação de volta às organizações à medida que o trabalho remoto e híbrido cresceu.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por meio de uma chamada de vídeo não programada, os funcionários podem continuar a ter essas conversas informais. E são conversas como essas que podem levar a próxima grande ideia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Impulsione a inovação por meio da digitalização</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O crescimento da inovação digital pode ter se originado com a pandemia, mas os benefícios que ela trouxe às empresas significam que ela chegou para ficar.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim como a pandemia provou que o trabalho remoto é possível em larga escala, ela também nos mostrou como a digitalização pode pagar um rico dividendo em termos de inovação.</p>
<p style="text-align: justify;">  A digitalização apoia a inclusão e a diversidade, que, por sua vez, potencializa a inovação. Nesta era do trabalhador conectado, a integração de novas tecnologias digitais parece definida para destravar muitas novas oportunidades de colaborar e inovar. E esperamos ansiosos para conhecer as grandes ideias que sua equipe vai produzir!</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>As principais arquiteturas de telecomunicações: Enterprise Domain – Parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gustavo.bunger]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 20:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 50]]></category>
		<category><![CDATA[Enterprise domain]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo dá uma visão geral de diversos domínios, capacidades e funções que a indústria de telecom requer no seu dia a dia organizacional. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba50d563ce" data-id="697ba50d563ce" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>As principais arquiteturas de telecomunicações: Enterprise Domain – Parte 2</h1>

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			<p><strong>Gustavo Bunger, fundador da AC Talks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/as-principais-arquiteturas-de-telecomunicacoes-enterprise-domain-parte-1/">Dando prosseguimento ao artigo anterior</a>, continuamos a mostrar as capacidades relacionadas à gestão empresarial, que tratam das capacidades e funções que mantém as próprias organizações funcionando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gestão da conformidade e regulamentação</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A criação e o fechamento de uma empresa, bem como todo o ciclo entre estes dois marcos é absolutamente regido por legislações. As atividades contábeis e o atendimento às leis das esferas internacionais, federais, estaduais e municipais são tantas que se destacam com uma capacidade básica das organizações. É justamente para conseguir representar todo esse conjunto de atendimento às normas, que existe a capacidade de conformidade e regulamentação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre o final da década de 90 e o início dos anos 2000, tivemos um incidente financeiro nefasto nos EUA que gerou um impacto global: o escândalo da Enron, uma empresa originalmente dedicada o mercado de energia e que se expandiu em outras indústrias, como telecomunicações de banda larga. O escândalo emergiu quando os balanços chamaram a atenção das comissões financeiras por conta dos expressivos lucros, muito acima da média de outras grandes corporações da época. Após investigações, descobriu-se que um esquema monumental de falsificação de balanços, manobras documentais, contábeis e em 2002 surgiu a Lei Sarbanes-Oxley, um marco legal que transformou o mercado mundial para empresas com ações nas bolsas de valores. Você pode obter mais informações sobre esse escândalo no link <a href="https://www.investopedia.com/updates/enron-scandal-summary/" target="_blank" rel="noopener">https://www.investopedia.com/updates/enron-scandal-summary/</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  O surgimento dessa lei marca o início da era moderna de “compliance” ou conformidade em português. Com a necessidade das empresas em se adequar à nova legislação, surgiram departamentos inteiros da chamada <strong>governança corporativa</strong> para garantir o atendimento a cada recomendação e artigos da lei, e por meio de auditorias internas e externas, esses departamentos certificavam (e continuam a certificar até hoje) que as organizações estavam com seus processos e finanças totalmente saudáveis e dentro da legalidade.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697ba50d5681f" data-id="697ba50d5681f" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Serviços administrativos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Os serviços administrativos cobrem diversos aspectos que não são tão específicos para se encaixarem nas demais capacidades, mas não menos importantes no que se refere à operação da organização.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma não exaustiva, algumas capacidades importantes são:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Jurídico</strong>: Normalmente encontrado como um departamento em empresas, reunindo advogados e especialistas de diversos tipos de assuntos legais (direito administrativo, tributário, civil, etc.) para defender os interesses da organização perante o poder judiciário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Relações institucionais</strong>: Muito mais do que uma área de publicidade para promoções de produtos, cuida da imagem da empresa perante a sociedade, atuando fortemente hoje em dia na curadoria das mídias sociais, resposta à incidentes, relação da empresa com governos, entidades e outras organizações e propaganda da marca.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Gestão de projetos:</strong> Ao engendrar produtos, as organizações precisam planejar e controlar seu desenvolvimento, implantação e ciclo de vida. As empresas podem criar programas (conjuntos de projetos) que concatenados habilitam novos produtos, serviços e mantém a empresa à frente dentre seus concorrentes.</p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gestão de recursos humanos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Organizações são criadas, geridas e evoluídas por pessoas. Gerir esse capital humano, estabelecer o que a organização recebe e devolve a elas é a razão fundamental da existência desta capacidade. Muito além das primordiais análises do tipo “tempos e movimentos”, as áreas de RH hoje atuam com uma visão de desenvolvimento abrangente dos colaboradores, criando planos de carreira, benefícios, retendo talentos e permitindo que essas pessoas possam trabalhar em equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">  Algumas funções importantes desta capacidade:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Gestão do cadastro de colaboradores</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Reconhecimento</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Gestão de benefícios</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Diversidade corporativa</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Treinamentos corporativos</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Relações trabalhistas</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Folha de pagamento</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Planejamento de carreira</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Comunicação interna</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Gestão de terceiros</p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gestão da cadeia de suprimentos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Vimos que dentro do domínio de gestão empresarial, passamos por capacidades que lidam diretamente com pessoas e processos, mas e os recursos que ambos utilizam? Como as empresas de telefonia por exemplo adquirem cabos e equipamentos e os transportam às localidades remotas? Como lidam com a devolução de equipamentos quando os clientes desejam cancelar suas assinaturas? Como adquirem suprimentos no mercado garantindo um preço de aquisição que mantenha o preço de um produto ou serviço atrativo para seus clientes?</p>
<p style="text-align: justify;">  Esses temas relacionados a recursos e insumos são tratados na capacidade de gestão da cadeia de suprimentos. Dentre suas funções intrínsecas, a logística se destaca como o conjunto de processos e métodos que permite entregar recursos (materiais) específicos em determinados locais, no tempo necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine um serviço de instalação de fibra óptica para um cliente em sua casa; para esse serviço ocorrer, são necessários diversos insumos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Ferramentas</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Cabos ópticos</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>ONTs (CPE)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Equipamentos de teste</p>
<p style="text-align: justify;">  Sem algum desses insumos, a força de trabalho (prestadoras de serviço de rede) não conseguirá efetuar os lançamentos de cabos, prender conectores, instalar os terminais na casa do cliente e testá-los por exemplo. Há que se ter um conjunto de processos que garanta que a companhia telefônica possa ter esses materiais em estoque ou conforme a demanda por serviços de instalação seja atendida. É pela logística que essa cadeia de suprimentos (daí o nome da capacidade) é garantida.</p>
<p style="text-align: justify;">  A gestão de transporte é outra capacidade importantíssima para planejar e controlar como os materiais são expedidos de e para armazéns de outras organizações. Muitas vezes é necessária a contratação de empresas transportadoras especializadas em materiais sofisticados e sensíveis como os empregados nas redes de telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  O planejamento dos estoques, consumo e aquisições de materiais faz parte da gestão de aquisições, normalmente materializada nas empresas por meio de uma área responsável por prospectar fornecedores, cotar preços e prazos negociando as melhores margens temporais e financeiras.</p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Gestão do conhecimento </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Conhecimento é o resultado de um processamento de informações complexo e com subjetividades. O histórico institucional, as experiências na execução de processos, os saberes, as práticas, as invenções e colaborações que surgem ao longo da operação de uma organização formam um conhecimento que precisa ser não só retido, como melhorado e reutilizado, e dão a empresa sua identidade, “seu jeito” de se relacionar com seus colaboradores, parceiros e clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não é possível gerir o conhecimento, mas sim fomentá-lo e registrá-lo. O termo gestão junto ao termo conhecimento limita bastante o significado de ambos, mas foi preciso empregá-los para modelar no TAM como uma capacidade importante.</p>
<p style="text-align: justify;">  São três as capacidades principais dentro de gestão do conhecimento:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Gestão de conteúdos: As informações que a organização disponibiliza em suas Intranets ou portais externos formam conhecimento que será absorvido por diferentes audiências. Faz-se necessária, portanto, a curadoria desses conteúdos, garantindo o envio da mensagem correta aos destinatários deles.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Gestão da colaboração: O conhecimento institucional é formado pela interação entre os colaboradores de uma empresa durante a execução de seus vários processos. Existem na atualidade inclusive, dezenas de ferramentas que mantém repositórios de documentos, atas de reunião, gravações de vídeoconferências entre outros artefatos que retém dados, informações e conhecimento corporativo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>• </strong></em>Gestão da propriedade intelectual: Todo o conhecimento gerado pela organização cria uma identidade e uma marca que permite reconhecer como a empresa se porta internamente e perante o mercado. Em vários casos, a inovação propicia a criação de novos produtos e serviços, que são então patenteados e explorados comercialmente. A curadoria da marca e seu uso, bem como a gestão de patentes são funções oriundas da propriedade intelectual, ou seja, no campo das ideias e representações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com este artigo fechamos a série sobre arquitetura e telecomunicações, dando uma visão geral de diversos domínios, capacidades e funções que essa indústria requer nos seu dia a dia organizacional. Acompanhe os próximos artigos e até lá!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você realmente conhece o conceito de zero trust?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/voce-realmente-conhece-o-conceito-de-zero-trust/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=voce-realmente-conhece-o-conceito-de-zero-trust</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cesar Candido]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 19:30:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 50]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da informação]]></category>
		<category><![CDATA[Zero trust]]></category>
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					<description><![CDATA[O modelo de segurança de confiança zero cresceu muito por conta do movimento de transformação digital e da pandemia do Coronavírus, que obrigou os funcionários a trabalharem fora dos escritórios.
 
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba50d583e9" data-id="697ba50d583e9" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h1>Você realmente conhece o conceito de zero trust?</h1>

		</div>
	</div>
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			<h4>Cesar Candido, diretor de vendas da Trend Micro</h4>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  O zero trust é um assunto que ganhou força e popularidade nos últimos anos. Esse modelo de segurança de confiança zero, também conhecimento como segurança sem perímetro, cresceu muito por conta do movimento de transformação digital e da pandemia do Coronavírus, que obrigou os funcionários a trabalharem em casa, ou seja, fora dos escritórios e da nossa tradicional “zona de confiança”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O ZT &#8211; zero trust não é um conceito novo. A primeira publicação sobre o tema surgiu em 2010, por John Kindervag, quando na época era analista e pesquisador da Forrester. Mas afinal, o que é zero trust? Posso comprar essa ferramenta? Quem vende?</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Na verdade, ZT é uma metodologia para criação de uma arquitetura de segurança cibernética, onde devem ser definidos alguns princípios primordiais, como por exemplo, confiança estabelecida entre pessoas, afinal não existe relação de confiança entre máquinas por padrão. A abordagem implica na validação contínua da interação digital.</p>
<p style="text-align: justify;">  Dessa forma, por definição, toda transação, instituto e identidade são não confiáveis até que o negócio me diga o que deve ser. Quando a relação de confiança é estabelecida, precisa ser monitorada continuamente. Isso define alguns pilares de verificação de identidades, monitoramento do comportamento e aplicação de múltiplos fatores de autenticação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Também é necessário restringir o acesso à rede, utilizando segmentação, Proxy e SASE. Além de proibir a execução de aplicações por padrão e usar apenas whitelisting. Visibilidade e monitoramento contínuo, verificação e monitoramento de anomalias, além de UEBA &#8211; User and Entity Behavior Analytics são outras estratégias recomendadas.</p>
<p style="text-align: justify;">  É importante reforçar que o zero trust não é um padrão, nem mesmo uma certificação. Tão pouco é um produto milagroso. A implementação de microssegmentação, por exemplo, pode reforçar a estratégia, mas não resolve o problema como um todo. Essa “lavagem cerebral” em torno de um conceito tem gerado confusão e falsas expectativas.</p>
<p style="text-align: justify;">  O grande impacto, com grandes resultados, só ocorre quando temos uma arquitetura ZT implementada de forma progressiva e bem fundamentada nos pilares, com monitoramento constante. Em média, esse modelo de segurança é implementado ao logo de alguns anos e incorporando diversas disciplinas e projetos em torno dos pilares fundamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">  A plataforma de XDR &#8211; Extended Detection Response também é uma aliada à estratégia de ZT. Além de proporcionar proteção avançada aos endpoints (entity), ela colabora muito na coleta e correlação de telemetria e eventos por todo o ambiente, apoiando muito na visibilidade e monitoração contínua. Por meio das telemetrias do XDR, é possível identificar relações de segurança confiáveis que foram comprometidas, e rapidamente responder a um incidente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Pensando nisso, precisamos encarar o zero trust como uma jornada, iniciando com o IAM &#8211; controle de identidade e acesso, PAM &#8211; gerenciamento de acesso privilegiado e cuidado com as senhas (MFA) e monitoramento contínuo. Depois, focando a conectividade, com microssegmentação, isolamento de tecnologias e aplicações vulneráveis, segmentação e monitoramento de rede e ZTNA &#8211; Zero Trust Network Access. E lembre-se: a melhor postura é desconfiar, presumir violação e verificar sempre!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Infraestrutura de TI: Sua organização está preparada para o presente híbrido?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 19:23:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 50]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Para se adequar a nova era do trabalho distribuído, as companhias precisarão reavaliar suas infraestruturas de TI, garantindo a continuidade do negócio e a segurança das ações, das operações e dos dados a qualquer hora e de qualquer lugar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697ba50d59e2b" data-id="697ba50d59e2b" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Infraestrutura de TI: Sua organização está preparada para o presente híbrido?</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Para se adequar a nova era do trabalho distribuído, as companhias precisarão reavaliar suas infraestruturas de TI, garantindo a continuidade do negócio e a segurança das ações, das operações e dos dados a qualquer hora e de qualquer lugar.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Jane Greco, diretora da MPE Soluções</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  O presente é híbrido. No meu entender, empresas que não se abrirem para essa realidade tendem a perder muito em competitividade, não só com relação a novidades em produtos ou serviços, mas também quando o assunto é atrair e reter os melhores profissionais. Digo isso por uma percepção pessoal que foi confirmada por um dos dados da <a href="https://www.roberthalf.com.br/central-do-conhecimento/carreira-e-mercado/beneficios-pos-pandemia" target="_blank" rel="noopener">pesquisa</a> realizada pela empresa de recrutamento e seleção Robert Half. No estudo, 31,4% dos homens e 44,1% das mulheres que participaram da entrevista afirmaram que pensam em buscar uma nova oportunidade caso a organização na qual atuam não ofereça um modelo de trabalho 100% ou parcialmente remoto.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para se adequar a essa nova era do trabalho distribuído, as companhias precisarão reavaliar suas infraestruturas de TI, garantindo a continuidade do negócio e a segurança das ações, das operações e dos dados a qualquer hora e de qualquer lugar. Para aquelas que já tinham ações alinhadas à transformação digital, o caminho está sendo um pouco mais tranquilo. Mas as que estavam resistentes a essa virada de chave certamente estão enfrentando desafios consideráveis.</p>
<p style="text-align: justify;">  Seja qual for o caso da sua organização, a verdade é uma só: o uso de tecnologia nunca foi tão vital para agregar as melhores soluções a negócios de todos os portes e segmentos. De acordo com previsões do Gartner, os gastos mundiais com TI em 2022 serão de cerca de US$ 4,5 trilhões, incluindo sistemas de data center, software empresarial, dispositivos, serviços de TI e serviços de comunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  É nesse importante momento de romper as fronteiras entre o presencial e o digital que os líderes de TI, segurança da informação e de negócio precisam estar preparados para responder três perguntas:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Onde a empresa está e deseja chegar?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  É com base nas estratégias de negócio, nas necessidades do mercado e nos movimentos da concorrência que a organização deve avaliar a situação de sua infraestrutura de TI, mapeando os ajustes necessários para acelerar a transformação. Nessa avaliação, é fundamental elencar quais são os caminhos para alcançar os objetivos desejados, os responsáveis por cada ação e os riscos de não implementar as atualizações necessárias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Qual é o seu apetite do negócio para inovação?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma organização interessada em se posicionar no mais alto nível de competitividade precisa estar disposta a inovar constantemente. Isso quer dizer apostar na hiperautomação, em cloud computing e em data centers, aproveitando ao máximo as soluções de inteligência artificial, análise de dados, borda e segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Qual é a condição de trabalho dos colaboradores?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Principalmente nesse ambiente de perda de perímetro, é preciso garantir que os colaboradores mantenham a produtividade, com segurança e conectividade, além de acesso eficiente a dados, insights e colegas, parceiros, clientes e fornecedores. Ferramentas de colaboração também se tornaram primordiais, bem como políticas de acesso baseadas em funções para usuários (criptografia e autenticação), dispositivos e aplicativos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Hoje, investimentos em tecnologia demandam boa parte do orçamento de uma organização. Por isso, é fundamental que as ações sejam planejadas e acompanhadas de perto e continuamente por parceiros especializados, sejam eles internos ou externos. Assim, fica mais fácil acompanhar os constantes movimentos da transformação digital, que &#8211; quando bem aproveitados &#8211; alçam as organizações a um patamar cada vez mais elevado.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Segurança com confiança zero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 19:02:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 50]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Contêineres]]></category>
		<category><![CDATA[Enterprise domain]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
		<category><![CDATA[Zero trust]]></category>
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					<description><![CDATA[Basicamente, o zero trust indica que nenhum usuário, mesmo estando dentro da rede, deve ser considerado seguro: é preciso sempre “desconfiar” e “examinar”. 
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Segurança com confiança zero</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Não é nenhuma novidade que os hackers estão cada vez mais ousados e usam estratégias supersofisticadas capazes de destruir um negócio. Uma infraestrutura de rede segura e atualizada pode lhe dar uma certa tranquilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas isso exige um bom conhecimento e investimentos em plataformas de múltiplas camadas que possam atrapalhar o trabalho dos cibercriminosos, entre outras ações, claro.  O modelo de segurança de confiança zero, ou ZT &#8211; zero trust, pode ser parte desse processo. Basicamente, essa abordagem indica que nenhum usuário, mesmo estando dentro da rede, deve ser considerado seguro: é preciso sempre “desconfiar” e “examinar”.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/voce-realmente-conhece-o-conceito-de-zero-trust/">Um artigo publicado nesta edição explica o que é esse conceito</a>. Segundo o autor, o zero trust não é uma solução milagrosa e o seu grande impacto “só ocorre quando a arquitetura ZT é implementada de forma progressiva e bem fundamentada nos pilares, com monitoramento constante”. Ele ainda lembra que, “em média, esse modelo de segurança é colocado em prática ao longo de alguns anos, incorporando diversas disciplinas e projetos”.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.researchandmarkets.com/reports/5390552/global-zero-trust-security-market-size-share-and" target="_blank" rel="noopener">De acordo com um relatório da empresa de pesquisas Research and Markets</a>, no ano passado o mercado mundial de segurança zero trust movimentou US$ 22,06 bilhões. A expectativa é de que esse volume alcance a marca de US$ 59,43 bilhões em 2028, registrando uma CAGR – taxa de crescimento anual composta de 15,2% de 2021 a 2028.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.intc.com/news-events/press-releases/detail/1538/intel-study-secure-systems-start-with-hardware" target="_blank" rel="noopener">Já um estudo global divulgado pela Intel</a> mostra que as empresas buscam integrar soluções de segurança de hardware as suas estratégias zero trust. Espera-se que as companhias gastem US$ 172 bilhões em 2022 para ampliar os seus compromissos de segurança cibernética e melhorar as medidas de proteção. Apenas 36% dos entrevistados disseram que os atuais protocolos de segurança usam soluções de segurança assistida por hardware – desse percentual 32% implementaram infraestrutura zero trust e 75% têm interesse nesse modelo. O estudo foi conduzido pelo Ponemon Institute, de forma independente, com 1406 participantes nos EUA, Europa, Oriente Médio, África e América Latina que influenciam a tomada de decisão na área de TI de suas organizações em relação aos investimentos de segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outros assuntos desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/como-o-big-data-tem-mudado-o-mundo/">big data</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/containers-entenda-por-que-ate-2025-essa-tecnologia-estara-em-85-das-empresas/">contêineres</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-oscar-2022-e-a-inteligencia-emocional/">carreira</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/a-conectividade-para-as-redes-do-futuro/">redes ópticas</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/as-principais-arquiteturas-de-telecomunicacoes-enterprise-domain-parte-2/">enterprise domain</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/infraestrutura-de-ti-sua-organizacao-esta-preparada-para-o-presente-hibrido/">estratégias de TI para o trabalho híbrido</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/como-a-transformacao-digital-esta-impulsionando-a-inovacao/">transformação digital</a>.</p>

		</div>
	</div>
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