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	<title>Edição 52 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Edição 52 &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Você sabe qual é o perigo da dark web?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Candido]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 21:27:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 52]]></category>
		<category><![CDATA[Ameaças]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques cibernéticos]]></category>
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					<description><![CDATA[Basicamente, a dark web é uma porção de sites da deep web que só é acessível por meio de browsers e uma conexão especial que garante o anonimato. 
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb32cdf017" data-id="697cb32cdf017" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Você sabe qual é o perigo da dark web?</h1>

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			<h4>Cesar Candido, diretor geral da Trend Micro no Brasil</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Um assunto muito comum que surge em rodas de amigos e familiares quando nós, profissionais de segurança da informação, chegamos é: “Você acessa a deep web? Essa tal dark web é perigosa mesmo? O que você já viu lá?”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nessa hora, é importante começar com uma explicação rápida, esclarecendo que a deep web é formada, basicamente, por todos os conteúdos da web que não são indexados por um buscador tradicional (ex: Google, Bing etc.). Vendo por esse ângulo, não é algo tão estranho se um amigo desenvolvedor criar um blog e, em vez de publicá-lo abertamente, te encaminhar um link de acesso da deep web.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já a dark web é, basicamente, uma porção de sites da deep web que só é acessível por meio de browsers e uma conexão especial que garante o anonimato.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Então por que isso é tão perigoso?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O acesso à dark web e ao seu conteúdo não é necessariamente ilegal, porém, como toda evolução tecnológica criada pelo ser humano, ela pode ser utilizada tanto para fazer o bem quanto o mal. A dark web promete total anonimato para quem cria conteúdo, acessa e interage, e isso abre possibilidades para a prática de atos ilegais, que vão desde o compartilhamento de livros e softwares piratas até a venda de armas, drogas e oferta de serviços criminosos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A fama da dark web é vasta e boa parte dela vem de tentativas de golpes e extorsões, serviços como espionagem, criação de documentos falsos e contratação de matadores de aluguel. Navegar nesse mar desconhecido exige coragem e preparo porque o risco de ser alvo de um ataque é constante, uma vez que ela não conta com os mesmos contratos sociais que os provedores dos sites seguem para proteger os usuários no restante da web.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em um contexto de cibersegurança é muito importante que os fornecedores de soluções de proteção estejam atentos aos movimentos que ocorrem por lá. Entre as atividades ilícitas que devem ser investigadas estão:</p>
<p style="text-align: justify;">• Vazamento e venda de dados pessoais (nomes, CPF, e-mail, senha, números de cartão de crédito etc.). Esse tipo de informação pode indicar que uma empresa foi alvo de algum tipo de ataque ou extorsão;</p>
<p style="text-align: justify;">• Troca e venda de artefatos maliciosos e novas técnicas de exploração de vulnerabilidades. Essas ferramentas podem, em algum momento, ter sido criadas para abusar de softwares legítimos com o objetivo de driblar as proteções estabelecidas pelos programas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Comunicação de quadrilhas que criam campanhas de ataques avançados e ransomware. Existem centenas de grupos e atores maliciosos cibernéticos que usualmente utilizam a dark web para trocar informações.</p>
<p style="text-align: justify;">  O crime digital é um problema global que causa prejuízos na ordem de bilhões para a sociedade. Compreender como esses criminosos atuam, as motivações e os modelos de negócio ajudam a reforçar o sistema de defesa para a criação de proteções cada vez mais eficientes e eficazes.</p>
<p style="text-align: justify;">  As empresas de cibersegurança devem assumir o papel de investigação e denúncia para antecipar os movimentos dos grupos criminosos.  É importante ter um setor de pesquisa de ameaças que atua em parceria com os órgãos federais nacionais (Polícia Federal, MPF etc.) e internacionais (FBI, Interpol, Europol etc.), compartilhando informações confidenciais e extremamente relevantes para o combate ao crime cibernético.</p>
<p style="text-align: justify;">  Monitorar e estudar o território criminoso ajuda não apenas a desenvolver melhores ferramentas para o controle das ameaças e proteção das vítimas em potencial, mas também faz com que fiquemos mais próximos de um mundo seguro.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>O que são transmissores de detecção coerente?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 21:18:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 52]]></category>
		<category><![CDATA[Bits]]></category>
		<category><![CDATA[Chips]]></category>
		<category><![CDATA[Comprimentos de onda]]></category>
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		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
		<category><![CDATA[Transceptores]]></category>
		<category><![CDATA[Transistores]]></category>
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					<description><![CDATA[A tecnologia de “detecção coerente” foi desenvolvida para ampliar ainda mais a velocidade de transmissão nas redes de fibra óptica. Ela permite que a capacidade de banda em cada feixe de luz seja multiplicada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb32ce044c" data-id="697cb32ce044c" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O que são transmissores de detecção coerente?</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">A tecnologia de “detecção coerente” foi desenvolvida para ampliar ainda mais a velocidade de transmissão nas redes de fibra óptica. Ela permite que a capacidade de banda em cada feixe de luz seja multiplicada.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Hermano Albuquerque, diretor geral LATAM para o Grupo Halo/Skylane</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Como sabemos, o mundo moderno das telecomunicações digitais utiliza números binários na transmissão dos dados. Isso significa simplesmente que esses dados são codificados como uma grande sequência de O’s ou 1’s que, combinados, representam as informações que queremos transmitir. Por exemplo, podemos dizer que a sequência 1001 representa a letra “A”, enquanto a sequência 0111 representa a letra “R”. Esse tipo de codificação vem sendo utilizado há décadas por todos os sistemas de transmissão digital. Essa unidade de informação no mundo digital, 0 ou 1 é o que chamamos de “bit”.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb32ce0a55" data-id="697cb32ce0a55" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">  É fácil imaginar que a eficiência no mundo das telecomunicações está diretamente relacionada com a capacidade de transmitir milhões ou bilhões de bits no menor tempo possível. Por isso, sempre avaliamos a eficiência e qualidade das redes por sua capacidade de transmissão em Gpbs ou bilhões de bits por segundo (Giga = bilhões).</p>
<p style="text-align: justify;">  Nos sistemas de transmissão por fibra óptica não poderia ser diferente. Como a transmissão é feita por um sinal de luz (sinal óptico), precisamos de uma forma para representar os bits. Obviamente, a forma mais simples de representar um bit 0 ou 1 é utilizar pulsos de luz transmitidos por um laser, dispositivo muito comum nos transceptores ópticos. Por exemplo, a ausência de luz (laser desligado) pode representar um bit 0 e a presença de luz representar um bit 1. No mundo da fibra óptica, essa forma de detectar um bit 0 ou 1, pela simples ausência ou presença do pulso de luz, é chamada de “detecção direta”. A imagem abaixo exemplifica como funciona esse método de transmissão.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  A “detecção direta” se tornou muito popular e, por esse motivo, muitos transceptores ópticos do mercado utilizam esse método de transmissão e recepção. Porém, quanto maior a velocidade de transmissão que queremos obter, mais rapidamente precisamos transmitir pulsos de luz que se acendem e se apagam bilhões de vezes a cada segundo, um feito certamente impressionante mesmo para a eletrônica mais avançada.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a detecção direta, a capacidade de transmissão depende da distância que se quer atingir, sendo possível transmitir 25 Gbps a até 15 km, 10 Gbps a 100 Km e 56 Gbps a 1 Km.</p>
<p style="text-align: justify;">  Vamos lembrar que na vida real, a luz é uma onda de energia “eletromagnética”. Esse termo significa apenas que a luz é, na verdade, formada por duas ondas de energia, sendo uma elétrica e outra magnética (por isso, o termo “eletromagnético”). A ilustração abaixo representa o que ocorre, na prática, na detecção direta.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Ao longo do tempo, novas tecnologias foram desenvolvidas com o objetivo de ampliar a capacidade de transmissão nas redes de fibra óptica, como por exemplo o DWDM, que permite que múltiplos sinais de luz sejam transmitidos em uma única fibra, cada sinal em um diferente comprimento de onda. Assim, foi possível ampliar o número de “canais” transmitidos em uma mesma fibra, embora, nesse caso, cada canal manteve sua capacidade de transmissão original.</p>
<p style="text-align: justify;">  No DWDM, somamos a taxa de transmissão de todos os canais para determinar a capacidade total de transmissão na fibra utilizada. Então, ao se implementar 10 canais DWDM em uma rede de fibra óptica, na prática estamos multiplicando por 10 a capacidade de transmissão de tal rede. O DWDM tem sido um dos principais métodos na ampliação de banda principalmente nas redes de longa distância e tem se tornado um aliado importantíssimo na rápida ampliação da infraestrutura em todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Porém, para ampliar ainda mais a velocidade de transmissão nas redes de fibra óptica, foi desenvolvida a tecnologia de “detecção coerente”, que permite que a capacidade de banda em cada feixe de luz seja multiplicada. Ou seja, além de ser possível transmitir vários feixes de luz (diferentes comprimentos de onda) em uma única fibra com o uso do DWDM, agora também é possível aumentar a capacidade de transmissão em cada canal ou em cada comprimento de onda.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para fazermos isso é necessário utilizar outro método de transmitir as informações, modificando as características da onda de luz e determinando como devemos detectar os dados no lado do receptor. Como já mencionamos, o sinal de luz é uma onda de energia, portanto, podemos utilizar três atributos dessa onda: amplitude, fase e polarização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Amplitude</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A amplitude nada mais é do que a “altura” da onda. Esse nível é medido desde a base da onda (ponto zero) até o pico máximo. Podemos utilizar diferentes alturas para representar diferentes bits. Por exemplo, uma onda de baixa amplitude pode representar dois bits “00”, uma onda de média amplitude pode representar dois bits “01” e uma onda de grande amplitue pode representar dois bits “11”. Assim, conseguimos transmitir mais bits apenas mudando a amplitude (altura) da onda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Fase</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  De uma forma simples, a fase da onda representa o ponto em que a onda se encontra no momento exato em que a recebemos ou quando a medimos no receptor. Se no momento que medimos o sinal de luz, a onda está no nível mais baixo, dizemos que a fase é 0<sup>o</sup> (zero grau). Se no momento que medimos o sinal, a onda está no nível mais alto (pico), dizemos que a fase é 90º (noventa graus).</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Se, no lado do receptor, recebemos a onda de luz em pontos (fases) diferentes, podemos também definir que cada um desses diferentes pontos representa diferentes conjuntos de bits. Assim, também aumentamos a nossa capacidade de transmitir as informações. Uma onda na “Fase 0<sup>o</sup>” pode representar um determinado conjunto de bits e a onda na “Fase 90<sup>o</sup>” pode representar outro conjunto de bits.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Polarização</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Se você observar, a luz é composta de duas ondas, sendo uma onda elétrica e a outra magnética (por isso o termo “eletromagnética”, conforme mencionamos). Essas duas ondas são mostradas na ilustração acima como as duas ondas em roxo e verde. A polarização determina como essas duas ondas estão posicionadas ou qual das duas ondas está na horizontal ou na vertical. Ao reposicionar a inclinação de cada onda, elétrica ou magnética, estamos modificando a “polarização” da onda de luz. Assim, podemos dizer que uma onda polarizada na horizontal representa bits “01” enquanto uma onda polarizada na vertical representa bits “11”, apenas como exemplo. Existem 4 tipos de polarizações diferentes, o que aumenta o número de bits que podemos transmitir.</p>
<p style="text-align: justify;">  No fim, a combinação desses três atributos da onda de luz (amplitude, fase e polarização) fornece uma ferramenta poderosa para multiplicar nossa capacidade de transmitir mais informações em menor tempo. Essa técnica é o que chamamos de “detecção coerente” e a ilustração abaixo apresenta um comparativo resumido entre a detecção direta e a detecção coerente. Observe que na detecção coerente é possível transmitir um número muito maior de bits para o mesmo período de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">  A tecnologia de detecção coerente somente foi possível em função do enorme progresso na ciência dos materiais e principalmente no desenvolvimento de novos chips para processamento digital de sinais, os chamados DSPs &#8211; Digital Signal Processors. Tal tecnologia já atingiu plenamente o mercado de transceptores ópticos trazendo um imenso benefício para os operadores e proporcionando um imenso ganho de escala nos negócios. Com o uso da detecção coerente, atualmente, é possível atingir taxas de 400 Gbps a até 100 Km ou mais em uma única fibra e já estamos antecipando a chegada, em breve, de soluções que podem alcançar até 800 Gbps.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, a detecção coerente exige maior capacidade de processamento dos chips e, consequentemente, aumenta a energia consumida pelo sistema. Portanto, ainda mais nesse caso, a escolha por transceptores ópticos de altíssima qualidade se faz extremamente importante. Transceptores de baixa qualidade podem facilmente superaquecer e provocar degradação na qualidade da transmissão. Infelizmente, em muitos casos, tais características não são percebidas em um teste simples de 10 minutos. A degradação da transmissão com produtos de baixa qualidade pode ocorrer ao longo do tempo, à medida em que o aquecimento gradual dos componentes eletrônicos afeta o desempenho do sistema. Por isso, para preservar seu investimento, procure produtos comprovados, com certificação internacional, referências comprovadas e garantia de qualidade e suporte.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Web 3.0: O que muda com a nova web dos dados?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 20:52:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 52]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
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		<category><![CDATA[NFT]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Web 3.0]]></category>
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					<description><![CDATA[A Web 3.0 está mudando a dinâmica de poder da Web 2.0 ao qual estamos acostumados e colocando os dados de volta nas mãos dos seus proprietários.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb32ce412d" data-id="697cb32ce412d" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Web 3.0: O que muda com a nova web dos dados?</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A chegada do metaverso, NFT, IA, blockchain e outras tecnologias estão transformando a Internet como a conhecemos, e os líderes precisam estar prontos para lidar com essa nova onda tecnológica que segue nos trazendo uma jornada tecnológica incrível.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Web 2.0 foi impulsionada por smartphones, Internet móvel, e-commerce, “gig economy” (ou economia compartilhada) e o crescimento das redes sociais. Foi disruptiva na forma como criou modelos de negócios, tipos de dados, e um perfil de cliente sempre ligado e conectado. A nova Web 3.0 é igualmente disruptiva, mas grande parte dessa transformação está acontecendo nos bastidores, com o trabalho brilhante de desenvolvedores, plataformas descentralizadas e projetos comunitários de propriedade dos usuários. A dinâmica de poder da Web 2.0 ao qual estamos acostumados agora está mudando e colocando os dados de volta nas mãos dos seus proprietários.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb32ce45eb" data-id="697cb32ce45eb" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">  Para ilustrar essa evolução, acho interessante compartilhar uma citação de <a href="https://www.linkedin.com/in/llewellyndaniels/" target="_blank" rel="noopener">Lew Daniels</a>, especialista em TI. Ele diz que &#8220;a Web 1.0 é uma única pessoa que edita um documento, a Web 2.0 é um grupo de pessoas que edita um documento, e a Web 3.0 é um grupo de pessoas que cria bits de dados fora dos documentos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">  E mesmo que algumas tecnologias da Web 3.0 ainda sejam desconhecidas, e com suas barreiras e complexidades, as inovações são inerentemente centradas no ser humano. São destinadas a dar aos indivíduos mais transparência, acessibilidade, autonomia e controle sobre seus dados e suas vidas digitais. Isto significa que as empresas que adotam estas tecnologias, sejam modelos existentes ou totalmente novos, entregarão esse mesmo valor aos seus clientes.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">O stack tecnológico da Web 3.0</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As tecnologias Web 3.0 estão redesenhando do zero os caminhos da web, incluindo muitas infraestruturas de aplicação e processos com décadas de existência. A ênfase está na velocidade, facilidade, transparência e responsabilidade. A partir de agora, isto inclui:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2></h2>
<h2 style="text-align: justify;">Blockchain</h2>
<p style="text-align: justify;">  Descentralização é o nome do jogo, com redes P2P fornecendo cópias distribuídas de registros, em vez de um proprietário central. Em muitos casos o blockchain pode remover barreiras, pontos únicos de falha, de fraude e de frustração, mas a tecnologia blockchain por si só não garante a imutabilidade ou descentralização. O resto da pilha em cima dela pode fortalecer ou anular suas propriedades principais, como o armazenamento habilitado para blockchain versus o armazenamento centralizado de dados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Aplicações descentralizadas</h2>
<p style="text-align: justify;">  Aqui está o blockchain em ação, e onde os efeitos de ondulação dos benefícios mencionados acima começam a transformar indústrias, os processos e transações. Os grandes impulsionadores a partir de agora incluem aplicações financeiras descentralizadas (DeFi), livros contábeis distribuídos, contratos inteligentes e cadeias de suprimento para rastrear o câmbio de ativos, moedas, remessas e muito mais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Projetos de blockchain open source estão impulsionando a rápida adoção nesse caso, com protocolos de nível empresarial com recursos incorporados, como oracles e APIs, para dar vida às implementações no mundo real.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Criptomoedas</h2>
<p style="text-align: justify;">  Crypto é a moeda da Web 3.0, alavancando os benefícios do blockchain para transformar a forma como transferimos fundos, fazemos compras, investimos, economizamos e muito mais em mercados descentralizados e plataformas de negociação, como a Voyager. Na verdade, não há criptomoeda sem o blockchain. Ela serve como um livro fiscal para cada transação. Como qualquer ativo, a criptografia está sujeita a roubo e perda, mas as primeiras histórias de sucesso demonstram seu potencial.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como o resto da Web 3.0, a criptomoeda é movida por dados, o que explica por que é mais provável que seja armazenada em um thumb drive do que em um cofre. Quando aproveitada pelas características que compartilha com a imutabilidade do blockchain, acessibilidade, transparência e imediatismo, ela pode ser um antídoto para questões antigas como taxas, intermediários, atrasos, fraudes e muito mais.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tokens e NFTs</h2>
<p style="text-align: justify;">  Os criptoativos (ou crypto tokens) são basicamente pedaços de metadados com valor monetário, criados em blockchain. E, embora um token seja uma forma de criptomoeda, há mais do que apenas valor monetário.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um NFT é também um símbolo, muitas vezes envolto em um bem digital, como arte ou música. Mas as imagens são apenas a superfície. Os NFTs são frequentemente usados como participações acionárias para levantar fundos para projetos. Por exemplo, um projeto &#8220;cunhará&#8221; sua própria ficha como moeda nativa, que pode então ser alavancada, apostada ou negociada em mercados descentralizados, não muito diferente das ações tradicionais. Outro exemplo mais palpável é um tênis de edição limitada como os novos CryptoKicks NFTs da Nike.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os tokens podem ser como bilhetes VIP da vida real, permitindo que os usuários ganhem prêmios, direitos de governança para votar e tomar decisões em um projeto, ou tenham acesso &#8220;atrás do paywall&#8221;, por exemplo a um evento ou em um bate-papo no Discord. Embora o valor possa ser volátil, os primeiros projetos são exemplos impressionantes de quanto investimento, patrimônio e riqueza podem ser influenciados pela Web 3.0.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Dados e metadados não estruturados e imutáveis</h2>
<p style="text-align: justify;">  Como relata o já citado Lew Daniels, &#8220;A Web 3.0 foi descrita como a &#8216;data web'&#8221;, e os dados da Web 3.0 também não serão estruturados. Serão em grande parte dados não estruturados como NFTs, dados de IoT, interações sociais, vídeo, e muito mais. E, se forem criados em blockchain, que é imutável por natureza, esses dados nunca serão apagados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Metadados é onde a Web 3.0 realmente se distingue. É dinâmica, interoperável e matizada. Daniels explica que “a Web 3.0 é sobre dados que são conectados e capazes de serem remontados sob demanda. Esta remontagem de dados, a reorganização de peças, é um elemento central crucial da Web 3.0&#8243;.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se metadados e dados não estruturados são a força vital das aplicações modernas, as empresas precisam estar prontas para armazená-los, consolidá-los e descomplicá-los para aproveitar seu potencial. Para aplicações baseadas em blockchains, isso significa repensar como elas são armazenadas &#8211; porque provavelmente não estarão propriamente em blockchain.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Inteligência artificial</h2>
<p style="text-align: justify;">  Pense em toda a trajetória da IA e aonde ela chegou até agora. Não é mais futurista, é uma prático e uma espinha dorsal dos negócios digitais &#8211; principalmente no caminho da automação, aumentando as capacidades humanas e criando mecanismos de busca mais inteligentes. Também requer uma grande quantidade de dados, exigindo um volume altamente expressivo para modernizar a infraestrutura apenas para executar com ROI.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se a Web 3.0 for construída sobre dados conectados, a IA será a chave para conduzir essas conexões. O processamento de linguagem natural, que traduz texto humano semântico em dados estruturados, irá melhorar na Web 3.0 a interatividade das aplicações pioneiras da Web 2.0. O machine learning permitirá que os computadores produzam resultados mais rápidos e relevantes como os criados pelo supercomputador da Universidade de Nanjing.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Olá, metaverso!</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O metaverso abre um espaço inteiramente novo para mostrar a arte digital como os NFTs. Em seu local do metaverso, será comum exibir NFTs que você possui da mesma forma que você compartilharia a arte na vida real. Mas, as experiências de realidade aumentada (XR) também serão um grande negócio para os marqueteiros. O metaverso e seu potencial de monetização ecoam próximo à indústria de bilhões de dólares dos jogos online modernos. Basta olhar para as &#8220;skins&#8221; dos videogames e os bilhões de receitas geradas com a compra de novas roupas e ferramentas para personagens virtuais. Empresas como Nike e Coca-Cola estão fazendo o mesmo com os NFTs à medida que o metaverso se expande.</p>
<h3></h3>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Prepare-se para abraçar a Web 3.0</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A Web 3.0 evoluirá em aplicações de dados e de consumo de dados. O blockchain e a inteligência artificial exigirão novas habilidades e investimentos em TI, da mesma forma que tokens e marketplaces exigem a adoção de carteiras e moedas. Tudo isso exigirá atenção cuidadosa com a criptografia e o gerenciamento de chaves. Tentar adotar tecnologias Web 3.0 em infraestruturas legadas, além de complexo, coloca todo o propósito da inovação em risco. Por isso, os líderes precisam estar preparados para receber e aproveitar todo o potencial da Web 3.0 com o apoio das infraestruturas modernas capazes de suportá-la.</p>

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		<title>“Analytics as a service” virou questão de sobrevivência para as empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Montini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 20:33:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 52]]></category>
		<category><![CDATA[Análise de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Data analytics]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[SAS]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais do que analisar, é preciso saber quais são as informações mais adequadas para o propósito do negócio e, principalmente, como fazer isso de forma rápida, ágil e eficiente. Dessa forma, a migração para a nuvem é praticamente um caminho natural.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb32ce5f82" data-id="697cb32ce5f82" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>“Analytics as a service” virou questão de sobrevivência para as empresas</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Não é novidade para ninguém que os dados ocupam posição de destaque no ambiente corporativo atualmente. Sem eles, muitos processos se perdem pelo caminho, os profissionais terão dificuldades para executar suas tarefas e, mais importante, os gestores não conseguirão tomar as melhores decisões que impactam no dia a dia do negócio. Como se vê, esse ativo se constitui na principal matéria-prima nos mais variados setores e segmentos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entretanto, essa área também é afetada pela aceleração digital que ela mesma proporciona – o que obriga as empresas a se moldarem diante das tendências e conceitos que ganham espaço no dia a dia. No caso da análise de dados, uma velha conhecida dos especialistas em TI começa a modificar esse serviço: a computação em nuvem. Isso mesmo, toda a rotina de análise de dados também está sendo virtualizada, obrigando as organizações a se adaptarem a esta nova realidade o quanto antes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em 2019, uma pesquisa da SAS Brasil com executivos C-Level na América Latina mostrou que praticamente quatro em cada dez empresas no país (39,47%) previam uma migração do analytics para a nuvem nos próximos seis ou 12 meses, enquanto um quarto delas (27,19%) já possuíam esse recurso em funcionamento. Bom, como em 2020 começou a pandemia de Covid-19, o que praticamente obrigou os executivos a tirarem os projetos de digitalização da gaveta, esse índice certamente deve ser maior agora, em 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">  A proposta de um analytics as a service não é nova. Desde a consolidação da computação em nuvem no ambiente da tecnologia, há pelo menos dez anos, diferentes funcionalidades começaram a migrar para esse novo modelo. Entre eles, claro, estava a análise de dados no ambiente corporativo. Diferentes projetos surgiram desde então, mas eles eram percebidos como um movimento pontual por parte das companhias que precisavam dessa tarefa com a agilidade e flexibilidade que o cloud pode oferecer.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas o que faz esse conceito crescer de tal forma que se tornou em item de sobrevivência para as organizações e profissionais? Há três fatores que explicam esse avanço nos últimos dois anos. O primeiro deles, evidentemente, é o efeito da pandemia no ambiente de trabalho. O home office teve que ser adotado às pressas para reduzir a aglomeração dos colaboradores. A experiência foi tão bem-sucedida que muitas corporações mantiveram ou adotaram o modelo híbrido. A questão é que se os colaboradores estão em suas casas, eles precisam acessar a análise de dados de alguma forma. Assim, essas informações tiveram que ficar disponíveis via nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  O segundo tópico é justamente a evolução da tecnologia. Se antes a migração do analytics para o cloud computing esbarrava em limitações técnicas, sobretudo na sincronização dos dados, hoje esse cenário está mudando. Novas soluções surgem continuamente no mercado, permitindo que as empresas possam “virtualizar” suas análises de dados sem comprometer a qualidade dos insights gerados em seus relatórios. A experiência nos últimos dois anos graças à Covid-19 possibilitou esse avanço significativo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por fim, é preciso reconhecer que a própria área demandava novas ideias e soluções. Afinal, o volume de dados disponível para todas as empresas não para de aumentar. Hoje, mais do que analisar, é preciso saber quais são as informações mais adequadas para o propósito do negócio e, principalmente, como fazer isso de forma rápida, ágil e eficiente. Dessa forma, a migração para a nuvem é praticamente um caminho natural a ser feito, permitindo ganho de escala e de produtividade para todos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Eficiência, agilidade e rapidez. É justamente essa trinca de qualidades intrínsecas às soluções em nuvem que o analytics mais precisa atualmente. Já citamos a importância dos dados na estratégia de qualquer negócio. Logo, não é mais um diferencial, mas algo inerente à própria estrutura corporativa. Sendo assim, se todos adotam o mesmo recurso, aquele que for mais rápido e melhor consegue se destacar, não é mesmo? Por isso, é importante ter esses dados disponíveis quando, onde e como os profissionais quiserem para não impactar na tomada de decisão e na rotina produtiva.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em um mundo que se discute sobre a digitalização das moedas e as possibilidades de imersão no Metaverso, compreender que serviços essenciais para as empresas possam migrar para a computação em nuvem não chega a ser tão surpreendente assim. O que nos pegou desprevenidos, talvez, foi a velocidade com que essas mudanças aconteceram. Velhos hábitos foram suplantados rapidamente sem que os profissionais e gestores pudessem fazer uma transição adequada. Bom, o futuro chegou e ele está, cada vez mais, na palma da nossa mão e acessível a qualquer hora e de qualquer lugar.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>IIoT – Internet das coisas industrial: Arquitetura, segurança e aplicações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 20:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 52]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[IIoT]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas na Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A IoT abre caminho para a criação de infraestruturas conectadas de forma abrangente para oferecer suporte a serviços inovadores e promete maior flexibilidade e eficiência. Tais vantagens são atrativas não apenas para aplicações de consumo, mas também para o domínio industrial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb32ce715b" data-id="697cb32ce715b" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>IIoT – Internet das coisas industrial: Arquitetura, segurança e aplicações</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">A IoT abre caminho para a criação de infraestruturas conectadas de forma abrangente para oferecer suporte a serviços inovadores e promete maior flexibilidade e eficiência. Tais vantagens são atrativas não apenas para aplicações de consumo, mas também para o domínio industrial.</h2>

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			<h4>José Carlos da Silva e Joseval Melo Santana, Universidade Federal de Sergipe</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A IoT &#8211; Internet das coisas é um domínio emergente que promete conexão onipresente com a Internet, transformando objetos comuns em dispositivos conectados.</p>
<p style="text-align: justify;">  O paradigma IoT está mudando a maneira como as pessoas interagem com as coisas. Isso abre o caminho para a criação de infraestruturas conectadas de forma abrangente para oferecer suporte a serviços inovadores e promete maior flexibilidade e eficiência. Tais vantagens são atrativas não apenas para aplicações de consumo, mas também para o domínio industrial, dando origem a IIoT &#8211; Internet das coisas industrial. Em particular, nos concentramos apenas na arquitetura, segurança e aplicações da IIoT no domínio industrial.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  A iniciativa de embarcar inteligência nos objetos do dia a dia, como, por exemplo, relógios, óculos, geladeiras, sapatos, ferramentas, entre outros, e posteriormente, integrá-los à Internet inaugura uma nova fase da rede mundial de computadores (WWW, do inglês World Wide Web): a realização da ideia de IoT &#8211; Internet das coisas (IoT, do inglês Internet of things).</p>
<p style="text-align: justify;">  A expressão “Internet of things” foi usada pela primeira vez por Kevin Ashton, co-fundador e diretor executivo do Centro de Auto &#8211; ID do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, do inglês Massachusetts Institute of Technology). Na visão de Kevin Ashton, coisas estavam relacionadas com a maneira como interagimos com o mundo físico.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Internet das coisas é definida como uma infraestrutura de rede global e dinâmica com capacidade de autoconfiguração baseada em padrões e protocolos de comunicação interoperáveis. Nesse contexto, coisas físicas possuem identidades e atributos e são capazes de usar interfaces inteligentes e serem integradas como uma rede de informação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nos dias atuais, o termo coisas pode ser definido como um conjunto de componentes, por exemplo, sensores, e qualquer outro elemento capaz de se comunicar com outros componentes, acessíveis em qualquer lugar e a qualquer momento. Neste contexto surge a Internet das coisas Industrial.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Internet das coisas industrial (do inglês, Industrial Internet of Things &#8211; IIoT) é um subconjunto da IoT. A IIoT é composta de sensores, atuadores, controladores e outros dispositivos interconectados em rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  Essa conectividade é, geralmente, realizada por meio de um enlace sem fio, permitindo a coleta e análise de dados, possibilitando assim, a otimização dos processos de fabricação e a automação industrial. A IIoT é suportada pelas seguintes tecnologias:</p>
<p style="text-align: justify;">• Sistemas cibernéticos (CPS): a plataforma de tecnologia básica para IoT e IIoT e, portanto, o principal facilitador para conectar máquinas físicas que antes eram desconectadas. O CPS integra a dinâmica do processo físico com as do software e da comunicação, fornecendo abstrações e técnicas de modelagem, projeto e análise.</p>
<p style="text-align: justify;">• Computação em nuvem: Com a computação em nuvem, os serviços e recursos de TI podem ser carregados e recuperados da Internet, em oposição à conexão direta a um servidor. Os arquivos podem ser mantidos em sistemas de armazenamento baseados em nuvem, em vez de em dispositivos de armazenamento local.</p>
<p style="text-align: justify;">• Edge computing: Um paradigma de computação distribuída que aproxima o armazenamento de dados do computador do local onde é necessário. Em contraste com a computação em nuvem, a computação de borda refere-se ao processamento de dados descentralizado na borda da rede. A Internet industrial requer mais uma arquitetura de borda (mais nuvem do que uma baseada em nuvem puramente centralizada) para transformar produtividade, produtos e serviços no mundo industrial.</p>
<p style="text-align: justify;">• Análise de big data: A análise de big data é o processo de examinar grandes e variados conjuntos de dados, ou big data.</p>
<p style="text-align: justify;">• Inteligência artificial e aprendizado de máquina: A IA &#8211; inteligência artificial  é um campo da ciência da computação em que são criadas máquinas inteligentes que funcionam e reagem como humanos. O aprendizado de máquina é uma parte essencial da IA permitindo que o software preveja resultados com mais precisão sem ser explicitamente programado. Também é possível combinar inteligência artificial com computação de ponta para fornecer soluções de inteligência de ponta industrial.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além das tecnologias descritas, estão integradas nesse domínio: tecnologias móveis, máquina a máquina (M2M), impressão 3D, robótica avançada, tecnologia RFID e computação cognitiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Arquitetura IIoT</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Para a interconexão de milhares de objetos à Internet, deve-se ter uma arquitetura flexível. Na literatura, há uma variedade de propostas de arquiteturas sofisticadas, que se baseiam nas necessidades da academia e indústria.</p>
<p style="text-align: justify;">  O modelo básico de arquitetura apresenta três camadas: camada de percepção, camada de rede e a camada de aplicação. A primeira, denominada camada de percepção, é representada pelos objetos físicos, como, por exemplo, sensores, atuadores, controladores, roteadores IIoT, estações de monitoramento, etiquetas, leitores RFID etc. Dentre as funções executadas por essa camada, destacam-se: a identificação de objetos, a coleta e o processamento das informações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na segunda camada, designada camada de rede, as abstrações das tecnologias de comunicação, serviços de gerenciamento, roteamento e identificação devem ser realizadas. Por último, encontra-se a camada de aplicação, que é responsável por prover serviços para os clientes. Por exemplo, uma aplicação solicita medições de temperatura e umidade para clientes que requisitam essas informações, conforme ilustra a figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Segurança</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  No tocante a segurança, existem vários requisitos que merecem destaques em uma infraestrutura IIoT. Dentre eles estão:</p>
<p style="text-align: justify;">• Os dispositivos precisam ser invioláveis contra possíveis ataques físicos.</p>
<p style="text-align: justify;">• As informações armazenas devem ser protegidas (criptografadas) para manter sua confidencialidade.</p>
<p style="text-align: justify;">• A comunicação entre os dispositivos deve ter um canal seguro para manter a integridade e a confidencialidade.</p>
<p style="text-align: justify;">• A infraestrutura de comunicação deve oferecer mecanismos de autorização e identificação, para que apenas pessoas autorizadas possam ter acesso aos recursos IIoT.</p>
<p style="text-align: justify;">• O sistema deve ser tolerante a falhas (redundância), mesmo danos físicos possam ocorrer em local da rede. Isso proporciona robustez a rede IIoT.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, a criptografia de chave simétrica pode fornecer uma solução para dispositivos IIoT. No entanto, tanto o armazenamento das chaves quanto o seu gerenciamento são desafios, considerando-se a baixa capacidade de memória desses dispositivos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Aplicações Industriais</strong></h3>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"> Industria automotiva</h2>
<p style="text-align: justify;">  O uso da IIoT na fabricação de automóveis implica a digitalização dos elementos de produção. Software, máquinas e humanos estão interconectados, permitindo assim, que fornecedores e fabricantes respondam rapidamente às mudanças nos padrões.</p>
<p style="text-align: justify;">  A IIoT permite uma produção eficiente e econômica, movendo dados dos clientes para os sistemas da empresa e, em seguida, para seções individuais do processo de produção. Com a IIoT, novas ferramentas e funcionalidades podem ser incluídas no processo de fabricação. Por exemplo, as impressoras 3D simplificam os moldes de moldar as ferramentas de prensagem, imprimindo a forma do granulo do aço. Essas ferramentas permitem novas possibilidades de projeto (com alta precisão). A personalização de veículos também é possibilitada pela IIoT devido à modularidade e conectividade dessa tecnologia. Enquanto no passado eles trabalhavam separadamente, a IIoT agora permite que humanos e robôs cooperem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os robôs assumem atividades pesadas e repetitivas, fazendo com que os ciclos de fabricação sejam mais rápidos e o veículo chegue ao mercado mais rapidamente. As fábricas podem identificar rapidamente possíveis problemas de manutenção antes que eles causem tempo de inatividade e muitas delas migraram para uma planta de produção 24 horas por dia, devido à maior segurança e eficiência.</p>
<p style="text-align: justify;">  A maioria das empresas fabricantes de automóveis tem fábricas em diferentes países, onde são construídos diferentes componentes de um mesmo veículo. A IIoT possibilita conectar essas plantas de produção umas às outras, criando a possibilidade de movimentação dentro das instalações.</p>
<p style="text-align: justify;">  O big data pode ser monitorada visualmente ou armazenados na nuvem, o que permite que as empresas respondam mais rapidamente às flutuações na produção e na demanda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<h2 style="text-align: justify;">Industria de petróleo e gás</h2>
<p style="text-align: justify;">  Com as tecnologias IIoT, a indústria de petróleo e gás tem a capacidade de conectar máquinas, dispositivos, sensores e pessoas por meio da interconectividade, o que pode ajudar as empresas a lidar melhor com as flutuações de demanda e preços, abordar a segurança cibernética e minimizar o impacto ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;"> Em toda a cadeia de suprimentos, a IIoT pode melhorar o processo de manutenção, a segurança geral e a conectividade. Os drones podem ser usados ​​para detectar possíveis vazamentos de petróleo e gás em um estágio inicial e em locais de difícil acesso (por exemplo, offshore), assim como milhares de quilômetros de tubos podem ser monitorados em tempo real.</p>
<p style="text-align: justify;">  O aumento da conectividade (integração de dados e comunicação) pode ajudar as empresas a ajustar os níveis de produção com base em dados em tempo real de estoque, armazenamento, ritmo de distribuição e demanda prevista.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os benefícios também se aplicam a processos específicos da indústria de petróleo e gás. O processo de exploração de petróleo e gás pode ser feito de forma mais precisa com modelos 4D construídos por imagens sísmicas. Esses modelos mapeiam as flutuações nas reservas de petróleo e nos níveis de gás, procuram apontar a quantidade exata de recursos necessários e preveem a vida útil dos poços.</p>
<p style="text-align: justify;">  A aplicação de sensores inteligentes e perfuradores automatizados oferece às empresas a oportunidade de monitorar e produzir com mais eficiência. Além disso, o processo de armazenamento também pode ser aprimorado com a implementação da IIoT, coletando e analisando dados em tempo real para monitorar os níveis de estoque e o controle de temperatura.</p>
<p style="text-align: justify;">  A IIoT pode aprimorar o processo de transporte de petróleo e gás implementando sensores inteligentes e detectores térmicos para fornecer dados da localização geográfica em tempo real e monitorar os produtos por motivos de segurança. Esses sensores inteligentes podem monitorar os processos da refinaria e aumentar a segurança. A demanda por produtos pode ser prevista com mais precisão e ser automaticamente comunicada às refinarias e plantas de produção para ajustar os níveis de produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Conclusão</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Como descrito, várias tecnologias são parte integrante do domínio IIoT e o que se propõe como uma revolução para o mercado consumidor pode ser mais um passo da comunicação industrial em constante evolução (indústria 4.0). Neste artigo, fornecemos uma visão geral da IIoT, sua arquitetura, requisitos básicos de segurança e aplicações na indústria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12px;">Sobre os autores</span></strong></p>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12px;"><strong> </strong></span></h6>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12px;"><strong>José Carlos da Silva </strong>é Bacharel em análise de sistemas, pós-graduado em redes de computadores, mestre em engenharia mecânica com ênfase em Automação e Robótica e Doutorado em Mecatrônica pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente é professor efetivo do Departamento de Sistemas de Informação da Universidade Federal de Sergipe. Atua na área de ciência da computação, com ênfase em redes de computadores e comunicação de dados. Experiência em processos de fabricação e robótica industrial. Possui as certificações HCIA-5G Networks, HCIA-Artificial Intelligence e HCIA-Routing and Switching (Huawei Certified Information Communication Technology Associate) (Huawei Certified ICT Associate).</span></h6>
<h6 style="text-align: justify;"></h6>
<p>&nbsp;</p>
<h6 style="text-align: justify;"></h6>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12px;"><strong>Joseval de Melo Santana</strong> é doutor em desenvolvimento regional e urbano e mestre na área de informática pela Universidade Salvador UNIFACS. Atualmente, é professor associado da Universidade Federal de Sergipe &#8211; UFS. Tem experiência na área de tecnologias em saúde e sistemas de informação. Em seu currículo Lattes os termos mais frequentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS), Qualidade do Atendimento dos Centros de Saúde, Gestão dos Serviços Públicos, Iridologia Computacional, Localização de Informação e Espectrometria de Documentos Eletrônicos (detecção de plágio).</span></h6>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gestão de pessoas no encontro da Abrint 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 18:47:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 52]]></category>
		<category><![CDATA[Abrint]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Provedores]]></category>
		<category><![CDATA[Soft skills]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste artigo, Edgar Amorim traz um resumo dos temas que foram tratados em painéis e palestras sobre carreira e gestão de pessoas na Abrint 2022, que aconteceu em mais último, em São Paulo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb32ce995f" data-id="697cb32ce995f" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Gestão de pessoas no encontro da Abrint 2022</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Edgar Amorim, facilitador DiSC e coach executivo, da Amorizar Pessoas</strong></span></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-697cb32ce9b1a" data-id="697cb32ce9b1a" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p style="text-align: justify;">  No final de maio último aconteceu, em São Paulo, o 13<u><sup>o</sup></u> Encontro Nacional Abrint, o maior evento de ISPs &#8211; provedores de serviços Internet da América Latina, segundo seus organizadores. A Abrint &#8211; Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações é uma associação civil, de fins não econômicos, que tem como objetivos a representatividade de seus associados junto a sociedade, governo e órgãos reguladores nos assuntos pertinentes ao setor.</p>
<p style="text-align: justify;">  Acompanho essa área desde 2009, quando era diretor técnico na WDC Networks. Naquela época, os ISPs eram empresas bem pequenas, com poucas pessoas trabalhando nelas – e em geral técnicos da área. Apesar de pequenas, elas tinham (e ainda têm) um grande diferencial em relação às grandes empresas de telecomunicações: a proximidade com o cliente. Provavelmente, esse tem sido um dos principais motivos para o grande sucesso dos ISPs.</p>
<p style="text-align: justify;">  O sucesso de empresas costuma vir acompanhado de um grande crescimento – o que traz algumas questões sérias de gestão. É preciso otimizar a operação e para isso é necessário criar processos. É fundamental ainda um controle financeiro mais rígido e encontrar fontes de financiamento para manter o crescimento. Um outro ponto sério é a gestão dos colaboradores, as pessoas que vão tocar a empresa. Quanto mais pessoas, mais fica complicado contratar, cuidar de folha de pagamento, ter um plano de carreira e outras ações que motivem as pessoas a permanecerem na empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Muito provavelmente, pensando nisso os organizadores da Abrint 2022 trouxeram a palestra “Transformar: Estratégia de um novo tempo”, do Leandro Karnal, e um painel de discussão com o tema “Gestão de pessoas e liderança: Acolher e transformar”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A palestra do Karnal foi voltada para a transformação pessoal e tratou do cenário atual, como chegamos até ele e qual postura devemos assumir para obtermos conquistas positivas. Ele procurou mostrar que o que somos depende muito de nós. Algumas de suas frases foram: “a função do governo é não apoiar ninguém”, “dinheiro não é prova de felicidade, mas a falta dele é prova de infelicidade”, “adiar o prazer médio para conquistar um prazer maior é ser adulto”, “perfectível”, “vontade, resiliência, adaptação”, “inovar”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ele instigou à reflexão e ao mesmo tempo à ação: “onde você vai querer estar no próximo encontro da Abrint? Com quem? Com qual resultado? Você reclamou ou aprendeu algo novo?”. Ele mencionou que na década de 50 do século passado disseram que “no futuro metade da população não dormirá porque passa fome e a outra não dormirá porque tem medo dos que passam fome” e conclamou: “Por afeto ou por vingança, melhore”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já o painel “Gestão de pessoas e liderança: Acolher e transformar” foi voltado para a empresa, discutindo temas que tratam da gestão do colaborador. Participaram profissionais das áreas de gestão de pessoas: Evalda Silva (RH da Fibrasil); Luana Horchuliki (Gente &amp; Gestão da Gupy); Tiago Prado (com sucesso do cliente da Vidalink); Rogério Couto (PRO-ISP); e Sidnei Batistella da Abrint como moderador.</p>
<p style="text-align: justify;">  Dentre os temas discutidos, destaco o questionamento feito sobre retenção do colaborador – como manter o colaborador satisfeito para que ele não saia. Segundo a Luana, é muito importante que a marca institucional (a “cara”) que a empresa mostra ao mercado esteja a alinhada à sua cultura, ou seja, é essencial que a forma como colaborador vê a empresa antes de entrar continue a mesma quando ele estiver trabalhando nela.</p>
<p style="text-align: justify;">  Luana ainda falou sobre “talent experience”, que são as práticas para que o colaborador tenha uma boa experiência de trabalho e queira continuar na empresa – para isso é necessário agir para atrair, encantar e desenvolver.</p>
<p style="text-align: justify;">  Rogério Couto explanou sobre formas de engajar o colaborador. Ele também falou da importância dos resultados serem os melhores possíveis para todos, empresa e colaborador. Thiago Prado abordou um pouco sobre <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/voce-realmente-sabe-quem-e/">soft skills </a>(habilidades socioemocionais), sugerindo que o ideal é fazer um diagnóstico para avaliar as competências existentes e quais são as necessárias e, posteriormente, realizar um planejamento de desenvolvimento, acompanhado por indicadores, e, por fim, com a prática do reconhecimento. Thiago também falou sobre feedback, ele fez menção ao que um chefe dele dizia: “feedback é um presente” – são informações preciosas sobre o que fazer para melhorar. Citou ainda, que “demissão nunca pode ser uma surpresa, se for, o gestor falhou nos feedbacks”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Evalda tratou sobre a atenção que deve ser dada a nova forma de trabalho virtual e também sobre diversidade no local de trabalho, dizendo que o respeito vem em primeiro lugar para todas as pessoas que se contrata.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esse foi um pouco dos conteúdos apresentados na Abrint 2022 no que diz respeito a carreira e gestão de pessoas. Você já conhecia esses temas? Eles estão em seu planejamento de carreira? Responda à pergunta do Karnal: como e onde você estará daqui a um ano?</p>
<p style="text-align: justify;">  Sucesso!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Foto: Freepik &#8211; Rawpixel</strong></h6>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697cb32ce9e2c" data-id="697cb32ce9e2c" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>IoT nas redes industriais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 14:53:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 52]]></category>
		<category><![CDATA[IIoT]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Redes industriais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Web 3.0]]></category>
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					<description><![CDATA[As tecnologias de IoT – Internet das coisas trazem mais flexibilidade e eficiência para a indústria, além de redução de custos, com uma operação mais simples, mais rápida e de maior desempenho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>IoT nas redes industriais</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Numa unidade industrial a confiabilidade e a disponibilidade são elementos mandatórios. Afinal, qualquer interrupção na transmissão de dados pode gerar prejuízos financeiros e de imagem. Empresas de todo o mundo também buscam nas tecnologias de indústria 4.0 e IoT – Internet das coisas mais flexibilidade e eficiência para a operação, além de redução de custos.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.marketsandmarkets.com/Market-Reports/industrial-internet-of-things-market-129733727.html?gclid=Cj0KCQjwwJuVBhCAARIsAOPwGAQ4xmUN7puntdfTIAZPhetY9yjiZOhVNH7AuCQzFfOyK_3K-KB8FhsaAkVJEALw_wcB" target="_blank" rel="noopener">De acordo com um estudo da consultoria Markets and Markets</a>, o mercado global de IIoT – Internet das coisas industrial deve crescer de US$ 76,7 bilhões em 2021 para US$ 106,1 bilhões em 2026, com uma CAGR – taxa de crescimento anual composta de 6,7%, durante o período de previsão.</p>
<p style="text-align: justify;">  No Brasil, a IIoT – Internet das coisas industrial ainda é incipiente e apresenta desafios, porém muitas empresas já deram largada para essa nova era tecnológica, buscando otimizar, principalmente, os seus processos de negócios, com uma operação mais simples, mais rápida e de maior desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/mais-de-50-das-empresas-brasileiras-utilizam-iot/">O estudo “IoT Snapshot 2022”, elaborado pela Logicalis</a>, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação e comunicação, mostra que, entre 2018 e 2021, o número de companhias com PoCs – prova de conceito, projetos piloto ou iniciativas em produção de IoT cresceu 15% na América Hispânica e 25% no Brasil, com 57% das organizações brasileiras já em processo de implementação. Os setores brasileiros com planos mais concretos de investimento são o agronegócio (50%) e manufatura (49%).</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Mauricio Finotti, do comitê de manufatura da Abinc – Associação Brasileira de Internet das Coisas, a capacitação dos gestores para entender como a IoT e outras tecnologias de transformação digital podem ajudar no controle das operações das indústrias e a utilização de ferramentas digitais (videoconferência, realidade aumentada, etc.) para acessar ao chão de fábrica e conhecer os problemas reais são alguns entraves para a adoção da IIoT no Brasil. “Apesar disso, por conta da pandemia, houve uma maior integração entre o setor de TI e o chão de fábrica com o intuito de facilitar a implementação de ferramentas digitais e aproximar as áreas produtivas e de suporte. Foram feitos investimentos, principalmente, em serviços de monitoramento de funcionamento e produtividade de equipamentos e de produtos em campo. Isso permitiu o acompanhamento da produtividade das fábricas e a otimização de equipe de assistência técnica.”</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/iiot-internet-das-coisas-industrial-arquitetura-seguranca-e-aplicacoes/">Um artigo publicado nesta edição trata sobre a arquitetura, segurança e aplicações de IIoT</a>. De acordo com os autores, a Internet das coisas “abre caminho para a criação de infraestruturas conectadas de forma abrangente para oferecer suporte a serviços inovadores e promete maior flexibilidade e eficiência&#8221;. O artigo traz exemplos de aplicações nas indústrias automotiva e de petróleo e gás.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outros temas abordados são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/web-3-0-o-que-muda-com-a-nova-web-dos-dados/">web 3.0</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-que-sao-transmissores-de-deteccao-coerente/">transmissores de detecção coerente</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/voce-sabe-qual-e-o-perigo-da-dark-web/">dark web</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/analytics-as-a-service-virou-questao-de-sobrevivencia-para-as-empresas/">analytics as a service</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/gestao-de-pessoas-no-encontro-da-abrint-2022/">carreira</a>.</p>
<p>  Boa leitura!</p>

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