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	<title>Edição 53 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Edição 53 &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Como as plataformas no-code podem acelerar a transformação digital no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 18:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 53]]></category>
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					<description><![CDATA[As plataformas no-code certamente permitirão reduzir significativamente o limiar de entrada na indústria digital. Agora, qualquer especialista digital pode fazer o que apenas um programador poderia fazer antes, com um curso semanal sobre ferramentas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697bb032e33cf" data-id="697bb032e33cf" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como as plataformas no-code podem acelerar a transformação digital no Brasil</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2 style="text-align: justify;">As plataformas no-code têm ganhado popularidade, uma vez que as empresas estão tendo que lidar cada vez mais com rápidas mudanças do mercado, além de um fornecimento limitado de desenvolvedores de software. Ao mesmo tempo, pensando na ascensão de plataformas no-code no Brasil, ainda existem muito poucos players locais se comparado à demanda exigida no país.</h2>

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			<h4>Alexey Beliy, CEO da Albato</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Atualmente, o Brasil é um dos mercados que mais cresce em termos de digitalização de negócios, e a pandemia se tornou o ponto central para acelerar essa transformação. Em muitos países, essa tendência tornou-se sustentável, já o Brasil está em seus estágios iniciais e deve crescer nos próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A presença de produtos locais é essencial para o Brasil e, portanto, é mais desafiador para produtos globais entrarem neste mercado. Dentre esses produtos, as plataformas no-code têm ganhado popularidade, uma vez que as empresas estão tendo que lidar cada vez mais com rápidas mudanças do mercado, além de um fornecimento limitado de desenvolvedores de software. Ao mesmo tempo, pensando na ascensão de plataformas no-code no Brasil, ainda existem muito poucos players locais se comparado à demanda exigida no país.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo dados da Abes &#8211; Associação Brasileira das Empresas de Software, atualmente, o Brasil é o 10º maior mercado do mundo no setor. Quando comparado a outros países da América Latina é o líder e responde por 40% do total.</p>
<p style="text-align: justify;">  As plataformas no-code certamente permitirão reduzir significativamente o limiar de entrada na indústria digital. Agora, qualquer especialista digital pode fazer o que apenas um programador poderia fazer antes, com um curso semanal sobre ferramentas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Essa movimentação no mercado certamente terá um efeito positivo em toda a indústria, pois haverá mais especialistas com competência para resolver problemas complexos utilizando menos tempo e dinheiro. Importante lembrar que o no-code é um termo amplo, que cobre várias áreas de desenvolvimento: sites, desenvolvimento de aplicativos, automação de aplicativos, aplicativos da web etc.</p>
<p style="text-align: justify;">  Olhando para o futuro, é possível prever que em cinco anos, um terço do mercado digital mudará para o no-code, tendo a maioria dos processos de desenvolvimento repetitivos indo cada vez mais para esse caminho. O Brasil está agora no início desse desenvolvimento, e há muito potencial nessa direção: em poucos anos essa tendência se tornará uma das principais do mercado digital.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ainda assim, a escassez de mão de obra no país é uma realidade. Pesquisa realizada pela Softex, organização social voltada ao fomento da área de tecnologia da informação, aponta que o setor enfrenta um grande déficit de profissionais qualificados, com uma escassez que deve alcançar mais de 408 mil postos de trabalho este ano, isso quando observamos somente o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Diante deste cenário, o perfil dos profissionais também deve mudar com a chegada destas novas tecnologias, sendo que há uma clara distinção entre eles. Enquanto os programadores atuam com desenvolvimentos customizados complexos e soluções técnicas que requerem certas especificidades, como carga, armazenamento de dados, customização, também é necessária uma especialização e conhecimento profundo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já o Low-code é um ponto médio entre o desenvolvimento e o no-code, onde é possível usar elementos de template prontos e código de programa para customização. Nesse caso, é necessário um nível inicial de experiência em programação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por fim, o no-code é uma interface totalmente pronta e funciona com elementos de programação repetitivos. Além disso, não requer uma compreensão e exame do código, mas ainda há uma necessidade de compreensão dos princípios de operação on-line/internet e processos de negócios, ou seja, é um conhecimento exclusivamente de nicho.</p>
<p style="text-align: justify;">  O no-code não é mais uma hipótese, mas sim uma nova realidade. Quem se especializar em plataformas sem código agora terá uma vantagem amanhã. Este é um novo mundo que ajudará o mercado a dar passos cada vez mais largos.</p>

		</div>
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		<title>Os desafios da proteção de dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 18:33:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 53]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei de proteção de dados]]></category>
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		<category><![CDATA[Proteção de dados]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos principais desafios da LGPD é conciliar o processo de adequação e conformidade com as janelas de oportunidades para inovação e desenvolvimento e os direitos e liberdades fundamentais do cidadão. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697bb032e4613" data-id="697bb032e4613" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Os desafios da proteção de dados</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2 style="text-align: justify;">A LGPD &#8211; Lei Geral de Proteção de Dados constitui um manual de regras que orienta as empresas a se adequarem ao tratamento lícito de dados dos titulares. Um dos principais desafios é conciliar o processo de adequação e conformidade com as janelas de oportunidades para inovação e desenvolvimento e os direitos e liberdades fundamentais do cidadão.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Bruno Bioni, diretor fundador do Data Privacy Brasil</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A LGPD &#8211; Lei Geral de Proteção de Dados constitui um manual de regras que orienta as empresas a se adequarem ao tratamento lícito de dados dos titulares. Um dos principais desafios é conciliar o processo de adequação e conformidade com as janelas de oportunidades para inovação e desenvolvimento e os direitos e liberdades fundamentais do cidadão.  Hoje, é difícil imaginar ao menos um momento do dia onde não estamos trocando dados e sendo julgados com base nesses bits de informação. Definitivamente, é um novo componente do nosso contrato social.</p>
<p style="text-align: justify;">  A LGPD tem uma enorme relevância na inserção do país na ordem econômica mundial, com a importância que damos aos dados pessoais no cenário global, tanto para transações comerciais, quanto para a materialização de direitos fundamentais. As empresas devem enxergar a adequação à LGPD como uma janela de oportunidade para inserir-se no mercado internacional, não como um receio de punição ou sanção de qualquer tipo.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  No final de 2016, o MCTI &#8211; Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação e o BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social firmaram um convênio para mapear as oportunidades da agenda de IoT – Internet das coisas. Em 2017 e 2019 foram realizadas consultas públicas sobre o tema. Ou seja, o governo está atuando de forma coordenada e procurando engajar politicamente a sociedade brasileira nessa pauta. Porém, cabe destacar que a proteção de dados pessoais é uma questão estratégica e indissociável de um plano nacional de IoT. Isso porque leis de proteção de dados pessoais garantem que sejam fornecidos os conceitos-chave para o desenvolvimento da agenda de IoT no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além de conferirem uma maior segurança jurídica tanto ao cidadão, quanto ao setor estatal e privado a respeito de como tais dados deveriam ser coletados, processados e compartilhados. Ainda, deve-se pensar em políticas públicas que premiam comportamentos desejáveis. Se no passado e hoje há linhas de crédito e, até mesmo, procedimento licitatório de tecnologias e serviços sustentáveis, por que não fazer o mesmo com soluções privacy-friendly?</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei n.o 13.709/2018 ou LGPD), passamos a contar com um marco normativo indispensável a nossa integração à economia digital. Já contávamos, por certo, com normas protetivas de grande alcance. Na Constituição Federal já se asseguravam os direitos à intimidade, à vida privada e ao sigilo de dados, e previam o habeas data. No Código de Defesa do Consumidor (Lei n.o 8.078/1990) foram enunciados importantes direitos relativos a cadastros de consumidores, como os de acesso, comunicação, correção e limitação temporal, que prefiguram alguns dos princípios caros às legislações de proteção de dados pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na Lei do Cadastro Positivo (Lei n.o 12.414/2011), na Lei de Acesso à Informação (Lei n.o 12.527/2011) e no Marco Civil da Internet (Lei n.o 12.965/2014), já se identificavam importantes contribuições à proteção de dados pessoais. Mas a LGPD é a primeira lei no Brasil a tratar de modo sistemático e coerente a proteção de dados pessoais, definindo regras e procedimentos estruturantes dessa nascente área do direito, o que terá grande impacto na vida das pessoas, das empresas e dos entes dos setores público e privado, de modo geral.</p>
<p style="text-align: justify;">  Tal foi a importância da promulgação da LGPD, que o Supremo Tribunal Federal, enquanto ainda perdurava a longa vacatio legis, reverteu, em decisão histórica, seu entendimento a respeito da matéria, reconhecendo, nas sessões de 6 e 7 de maio de 2020, o direito fundamental autônomo à proteção de dados pessoais, ao suspender a Medida Provisória n.o 954/2020, que obrigava as operadoras de telefonia a repassarem ao IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística dados identificadores de seus consumidores de telefonia fixa e móvel. O julgamento partiu da constatação de que, no mundo atual, com o incessante desenvolvimento da tecnologia informática, não há dados neutros.</p>
<p style="text-align: justify;">  A relatora, ministra Rosa Weber, assentou que qualquer dado que permita identificar um indivíduo pode ser usado para a construção de perfis informacionais, de grande valor para o Estado e para as empresas privadas, que potencialmente ameaçam seu direito à autodeterminação informativa. Além disso, foi ressaltado no voto condutor que os vícios da medida provisória, nomeadamente a inobservância do princípio da finalidade, a ausência de medidas de segurança adequadas e o excesso na coleta de dados, eram agravados pela fragilidade do quadro normativo-institucional.  Em decorrência da demora na criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, que só veio a ser criada no fim daquele ano, a despeito de sua importância central para a implantação bem-sucedida do novo regime jurídico.</p>
<p style="text-align: justify;">  É nesse contexto de formação de uma nova dogmática, atenta aos profundos impactos socioeconômicos das agudas transformações do mundo contemporâneo, que reúne artigos publicados ao longo dos anos, abordando temas fundamentais, como o consentimento, o legítimo interesse, o regime jurídico de proteção de dados pessoais públicos ou manifestamente públicos, entre outros. Já em minha dissertação de mestrado &#8211; “Autodeterminação informacional: Paradigmas inconclusos entre os direitos da personalidade, regulação dos bancos de dados eletrônicos e a arquitetura da internet” &#8211; objetivei entrelaçar ao conceito nuclear de consentimento temas de grande importância, como a crescente complexidade do fluxo de dados, a expansão de assimetrias na economia digital e a noção de privacidade contextual, desenvolvida pela professora Helen Nissenbaum.</p>
<p style="text-align: justify;">  A proposta do livro &#8220;Proteção de dados: contexto, narrativas e elementos fundantes&#8221; foi revisitar as minhas principais reflexões ao longo de quase uma década de engajamento acadêmico e profissional no campo da proteção de dados pessoais. Diante disso, selecionei os meus principais artigos científicos, de opinião e partes de pareceres em conjunto com autores e autoras prestigiado(a)s da área. O objetivo foi  contextualizar a proteção de dados pessoais no país, bem como apresentar aos leitores as repercussões e o processo de criação, aprovação, da entrada em vigor e dos desafios para a efetivação da Lei Geral de Proteção de Dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  O livro reúne dez anos de reflexões acadêmicas sobre proteção de dados, privacidade e direito digital, e conta com diversas perspectivas diferentes em conjunto com autores e autoras que são referência na área. A ideia é reconstruir temas relevantes no campo de proteção de dados pessoais, como origens históricas e sua aplicação prática a partir de diferentes cenários, até a explicação de conceitos um nucleares do campo, tais como: legítimo interesse, anonimização e cidades inteligentes. Logo, o livro inova ao perpassar justamente o contexto de criação do campo da proteção de dados, as narrativas que giram em torno da área e os fundamentos dos debates que a cercam no cenário atual &#8211; o que corresponde às três partes do livro.</p>

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	</div>
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		<title>Migração de data center: Quais as lições aprendidas na pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 18:31:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 53]]></category>
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		<category><![CDATA[Data center]]></category>
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		<category><![CDATA[Moving]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante a pandemia de Covid-19, quando houve uma redução de equipes e aumento nos protocolos e restrições, o moving de data center se tornou um desafio ainda maior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697bb032e648a" data-id="697bb032e648a" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Migração de data center: Quais as lições aprendidas na pandemia</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Durante a pandemia de Covid-19, quando houve uma redução de equipes e aumento nos protocolos e restrições, o moving de data center se tornou um desafio ainda maior.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Julio Prieto, coordenador de projetos de implantação da Odata</h4>

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<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">  O moving de ativos, como é mais conhecida a migração de data center, não é somente uma mudança de endereço, exige todo um planejamento com estratégias de segurança que garantem a integridade dos equipamentos e das informações do data center. Quando uma empresa, que sempre teve os seus ativos muito próximos, decide migrar para um outro local, ela passa a confiar a sua infraestrutura a uma outra companhia, todo esse processo exige um planejamento assertivo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697bb032e69ee" data-id="697bb032e69ee" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Apesar disso, manter uma infraestrutura dentro da própria empresa de forma íntegra e redundante custa muito caro.  No fim, migrar faz todo o sentido, principalmente durante a pandemia, onde a demanda por esse tipo de infraestrutura aumentou. A previsão é que essa procura continue aumentando. Segundo a <a href="https://store.frost.com/global-data-centre-investment-and-technology-trends-forecast-to-2022.html" target="_blank" rel="noopener">Frost &amp; Sullivan</a>, espera-se que em 2022 a receita em data center cresça em até 16%.</p>
<p style="text-align: justify;">  O processo de transferência de equipamentos de TI – servidores, roteadores, switches, blades, storage – que já estão em operação no site da empresa, para algum outro lugar já demandava tempo, planejamento e uma execução calculada. Durante a pandemia de Covid-19, quando houve uma redução de equipes e aumento nos protocolos e restrições, o moving de data center se tornou um desafio ainda maior.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, passado o período mais conturbado da pandemia, qual lição podemos tirar para facilitar o processo de moving de ativos? Foi uma fase difícil sim, mas também de muito aprendizado. Houve uma adaptação intensa para os dois lados, pois tivemos que ilustrar por chamadas de vídeo, por exemplo, o que antes era feito de forma presencial, ou seja, todo o planejamento foi feito a distância.</p>
<p style="text-align: justify;"> Eu diria que o sucesso do moving é 90% planejamento e 10% execução. Portanto, se você fizer um planejamento assertivo e que cubra a maioria das variáveis, a chance de sucesso nos dias previstos para a migração é muito grande. Do contrário, se o moving do data center for feito às cegas, sem muito planejamento, a tendência é que se tenha gargalos no processo. Assim, toda essa conversa antes da migração é de extrema importância. Aprendemos durante a pandemia que os processos bem definidos não necessitam da presença física para que as demandas possam ocorrer de forma correta. Esta foi uma das lições que ficou e que tornou o trabalho mais prático.</p>
<p style="text-align: justify;">  A adoção de vídeos ilustrativos e intuitivos, novas ferramentas de acesso remoto, a necessidade de conhecer mais a fundo a estrutura do cliente sem estar presencialmente no local da migração fez com que as chamadas de vídeo e quantidade de banda de Internet fosse intensificada, atividades que mesmo com a volta de visitas ao data center continuam no dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">  A entrada e saída de equipamentos de forma on-line, o envio de carta de transporte ou nota fiscal pelo portal da empresa, são ações simples, mas, que facilitaram a vida de quem está no dia a dia do moving de ativos. Além disso, o tour virtual pelo data center, que de forma rápida e prática define os locais por onde os clientes irão passar e assim já terem uma visão do local antes da visita física, foi uma ação que continua até hoje. Porém, é importante frisar que o cliente é quem decide. A opção de atendimento presencial dentro do data center deve continuar, mas, quando não for possível por qualquer motivo é importante contar com a tecnologia e com o atendimento a distância.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a tecnologia PON de última geração transforma ativamente as redes</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/como-a-tecnologia-pon-de-ultima-geracao-transforma-ativamente-as-redes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-a-tecnologia-pon-de-ultima-geracao-transforma-ativamente-as-redes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 18:28:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 53]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[ONTs]]></category>
		<category><![CDATA[PON]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
		<category><![CDATA[Switches]]></category>
		<category><![CDATA[Transceptores]]></category>
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					<description><![CDATA[As redes PON de última geração são ideais para fornecer o acesso à fibra e às taxas de dados necessárias ao fronthaul e backhaul do 5G, tornando a tecnologia um recurso preparado para o futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697bb032e8092" data-id="697bb032e8092" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como a tecnologia PON de última geração transforma ativamente as redes</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">As redes PON de última geração são ideais para fornecer o acesso à fibra e às taxas de dados necessárias ao fronthaul e backhaul do 5G, tornando a tecnologia um recurso preparado para o futuro.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Hermano Albuquerque, diretor geral LATAM para o Grupo Halo/Skylane</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A explosão do crescimento da banda larga residencial impulsionada por aplicações críticas de telemedicina, ensino a distância e teletrabalho é um marco em direção à convergência de serviços em redes ópticas passivas (PONs). Estas aplicações têm maior demanda por banda larga do que os serviços residenciais tradicionais, assemelhando-se a serviços empresariais ou de backhaul sem fio.</p>
<p style="text-align: justify;">  O aproveitamento das redes de fibra passiva existentes para negócios empresariais, backhaul sem fio e serviços residenciais tem sido prejudicado por limitações de largura de banda e capacidades nativas de qualidade de serviço. As atualizações das redes PON de última geração têm um histórico oneroso para cada assinante, independentemente do nível de receita.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697bb032e85ed" data-id="697bb032e85ed" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<a href="https://info.duraline.com/pt-br/microtecnologia" target="_blank"  class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey rollover"   ><img decoding="async" width="1000" height="1350" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/05/OKduraline-anuncio_pag_1000x1350_2.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="OKduraline - anuncio_pag_1000x1350_2" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/05/OKduraline-anuncio_pag_1000x1350_2.jpg 1000w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/05/OKduraline-anuncio_pag_1000x1350_2-222x300.jpg 222w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/05/OKduraline-anuncio_pag_1000x1350_2-759x1024.jpg 759w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/05/OKduraline-anuncio_pag_1000x1350_2-768x1037.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/o-novo-modelo-de-negocio-do-backhaul/okduraline-anuncio_pag_1000x1350_2/" /></a><figcaption class="vc_figure-caption">PUBLICIDADE</figcaption>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  As tecnologias PON de última geração oferecem aos provedores de serviços um caminho para redes convergentes, com múltiplos serviços coexistindo na mesma infraestrutura de rede de fibra óptica. Os operadores podem aumentar as capacidades da rede enquanto protegem a receita para um processo de atualização eficiente, seguro e eficaz. Oferecendo diversas abordagens de atualização, incluindo componentes incrementais e sistemas em escala real, o portfólio de soluções PON de última geração permite transformações de rede adaptáveis e estáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Aprendendo com o passado</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Os primeiros usuários da tecnologia de banda larga PON (BPON) sentiram a grande dificuldade na atualização de tecnologia, ambas ocupavam os comprimentos de onda 1490 /1310nm, significando que não podiam coexistir na mesma fibra. Já a migração de BPON para GPON &#8211; Rede Óptica Passiva Gigabit oferecia largura de banda e melhorias técnicas, mas exigia atualizações substanciais da rede no terminal de linha óptica (OLT) e no terminal de rede óptica do equipamento do cliente (CPE ONT), resultando em custos adicionais com atualizações e envio de funcionários a campo. O desafio na atualização de BPON para GPON gerou eficiência e regulou a receita. As arquiteturas centralizadas do splitter óptico e a introdução de transceptores OLT trouxeram flexibilidade à rede para retardar o custo de adicionar splitters e eletrônicos OLT à rede até que haja receita.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os serviços GPON e BPON foram apropriadamente denominados serviços FTTH (fiber-to-the-home) porque eram adequados para padrões tradicionais de largura de banda residencial assimétrica (2,5 Gbps downstream/1,25 Gbps upstream). Os serviços de backhaul empresarial e sem fio exigem largura de banda dedicada e alto nível de qualidade, fazendo com que os provedores de serviços segregassem os serviços PON OLTs residenciais e empresariais, aumentando os custos em toda a rede PON.</p>
<p style="text-align: justify;">  As redes PON também são uma infraestrutura atraente para implementações da rede 5G, que prometem taxas de dados até 10 vezes superiores às dos serviços LTE atuais e dependerão de pequenas estações radiobase alimentadas por fibra óptica situadas mais próximas dos assinantes. Assim como a próxima geração PON, o 5G coexistirá com os serviços sem fio LTE e os serviços de banda larga existentes. Com o enorme aumento de dados previsto com a implementação do 5G e a antecipação do consumidor para acompanhar a inovação, as capacidades de transmissão de rede devem aumentar com urgência para atender a demanda. As redes PON de última geração são ideais para fornecer o acesso à fibra e às taxas de dados necessárias ao fronthaul e backhaul do 5G, tornando a tecnologia um recurso preparado para o futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">A sopa de letrinhas da rede PON de última geração</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"> Este ponto crítico no lado residencial e o desejo de aproveitar a infraestrutura PON existente para serviços empresariais e de backhaul sem fio está rapidamente impulsionando atualizações de 10 Gbps. As tecnologias PON de 10 Gbps são uma mistura de variantes simétricas e assimétricas que devem ser entendidas para evitar erros dispendiosos de implantação; uma única letra pode fazer uma grande diferença nos níveis de serviço disponíveis. A tabela abaixo oferece um resumo rápido das tecnologias PON atuais e de última geração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-18157" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1-300x39.jpg" alt="" width="1054" height="137" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1-300x39.jpg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1.jpg 567w" sizes="auto, (max-width: 1054px) 100vw, 1054px" /></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  As tecnologias PON de 10 Gbps de última geração foram projetadas para coexistir especificamente na infraestrutura PON existente com tecnologias GPON e PON Ethernet (EPON) legadas, operando e coexistindo em comprimentos de onda separados no plano de comprimento de onda de última geração (Figura abaixo).</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Coexistência passiva</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A coexistência oferece aos provedores de serviços a flexibilidade para oferecer serviços diferenciados na PON sem atualizações maciças. Esta flexibilidade se torna importante para alavancar os ativos de fibra existentes em serviços residenciais, empresariais e de backhaul sem fio. Os componentes de multiplexação por divisão de comprimento de onda passiva (WDM), chamados elementos de coexistência, são uma tecnologia chave para tecer estes serviços de forma econômica. Instalado próximo ao OLT, o elemento de coexistência óptico passivo multiplexa e demultiplexa o comprimento de onda de cada serviço em uma única fibra.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além de serem relativamente de baixo custo, os elementos de coexistência oferecem aos provedores de serviços benefícios substanciais:</p>
<p style="text-align: justify;">• As infraestruturas passivas existentes, incluindo os divisores, são reutilizadas. Isto assegura que as atualizações de última geração protejam os fornecedores de limitações orçamentárias e favoreça o cliente com baixo investimento.</p>
<p style="text-align: justify;">• Novos serviços tecnológicos podem ser adicionados de forma Independente. Se um provedor de serviços assim o desejar, a coexistência oferece a oportunidade de implementar equipamentos de múltiplos fornecedores para coexistir com serviços legados. Isto aumenta a flexibilidade das redes, permitindo a construção de infraestruturas personalizáveis para um desempenho ideal.</p>
<p style="text-align: justify;">• Os provedores de serviços encontraram muitas maneiras de oferecer serviços residenciais e empresariais lado a lado por meio das redes PON. A implementação de ONTs e divisores dedicados para residências ou empresas, ou mesmo passando por fibras dedicadas, consome fibras alimentadoras valiosas. A coexistência de uma única fibra alimentadora permite uma melhor utilização deste valioso ativo fibroso, prolongando a vida útil da tecnologia e protegendo a receita.</p>
<p style="text-align: justify;">  As considerações para a coexistência passiva incluem o caso de conexões existentes de maior comprimento que podem precisar ser reestruturadas para contabilizar a perda adicional de conexões introduzidas por elementos.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Soluções de transceptores Combo PON</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Combo PON é um termo relativamente novo para as redes PON. Os transceptores combo PON combinam a óptica discreta para múltiplas tecnologias PON e multiplexam os serviços em uma única interface de fibra. Esses transceptores consistem em XGS-PON e GPON, 10G e 1G EPON, e até XGS-PON, XG-PON e GPON originados do mesmo transceptor.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de muitos dos mesmos benefícios do cenário de coexistência, o combo PON oferece reduções de custos, incluindo uma redução da área ocupada no centro de fios e a eficiência da utilização de um único cartão do lado do cliente para múltiplos serviços.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p style="text-align: justify;">  A eficiência do combo PON pode vir ao preço da flexibilidade. A dissipação de energia da óptica dupla limita a capacidade de potência óptica, impactando a capacidade de se adaptar a aplicações de longo alcance. A prestação de serviços empresariais e residenciais através da mesma porta do switch pode não suportar níveis de serviço diferenciados, conforme pretendido. A plataforma PON deve ter capacidades específicas para suportar estas redes ópticas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os serviços PON de última geração oferecem aos provedores de serviços as ferramentas para alavancar o investimento substancial em redes PON. A coexistência de múltiplos serviços em uma única infraestrutura de fibra oferece flexibilidade e a capacidade de alinhar as atualizações aos recursos. Os provedores podem efetivamente atualizar suas redes quando estiverem prontos e imediatamente atender ao fluxo de dados e ao aumento das expectativas dos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">  A utilização de componentes intermediários, tais como transceptores OLT para assegurar um período prolongado de atualização &#8211; equilibrando custos e desempenho -, é fundamental para atingir e entregar os resultados desejados com a introdução do PON de última geração. A estabilidade das capacidades das redes é de suma importância nas atualizações PON de última geração para manter com sucesso os níveis de desempenho previstos. A atualização de forma econômica é vital para que os provedores de serviços permaneçam atualizados e competitivos no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Chegou a hora da sua empresa usar o blockchain?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/chegou-a-hora-da-sua-empresa-usar-o-blockchain/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=chegou-a-hora-da-sua-empresa-usar-o-blockchain</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2022 20:37:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 53]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Criptomoedas]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Um benefício importante para as empresas está na capacidade do blockchain de melhorar certos processos desgastados pelo tempo. Uma das implementações mais comuns da tecnologia é um “contrato inteligente”, ou seja, um contrato digital seguro, inviolável e juridicamente vinculativo, com condições associadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697bb032ec998" data-id="697bb032ec998" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Chegou a hora da sua empresa usar o blockchain?</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;"> Os contratos inteligentes baseados em blockchain e livros contábeis imutáveis estão se tornando viáveis em diversos cenários de negócios, para muito além das transações em criptomoedas. E quando uma tecnologia emergente se enraíza em aplicações corporativas, é quando sabemos que ela veio para ficar.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.idc.com/getdoc.jsp?containerId=prUS47617821" target="_blank" rel="noopener">IDC estima</a> que os gastos com blockchain excederão US$ 19 bilhões até 2024, prova de que bancos, órgãos governamentais, hospitais e empresas estão enxergando o potencial desta tecnologia. Provedores terceirizados de blockchain estão fortalecendo ainda mais o setor, oferecendo soluções de nível empresarial privadas e seguras que fomentam o que a <a href="https://www.marketsandmarkets.com/Market-Reports/blockchain-technology-market-90100890.html" target="_blank" rel="noopener">MarketsandMarkets prevê</a> que será um mercado de US$ 67,4 bilhões até 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>O que são blockchains?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Blockchains são registros digitais permanentes e não editáveis ​​de informações ou “livros”. Eles são projetados para se comunicarem ponto a ponto, sem intermediários, e são copiados em computadores descentralizados em vez de um local centralizado, como um único servidor.</p>
<p style="text-align: justify;">  Digamos que você receba um e-mail com 100 pessoas no tópico. Você pode excluir o e-mail da sua caixa de entrada, mas ele ainda existirá em 99 outras caixas de entrada. Você não pode alterar o conteúdo do e-mail &#8211; está lá para todos verem. Esse tipo de “distribuição” o torna imutável.</p>
<p style="text-align: justify;">  É uma analogia imperfeita, mas ilustra como a descentralização cria responsabilidade e transparência. Como várias entidades possuem cada transação em vez de uma única entidade, não há um único ponto de falha. É impossível que uma única pessoa com más intenções realize alguma mudança.</p>
<p style="text-align: justify;">  Depois, há o imediatismo de uma transação, seja ela qual for – uma compra, uma troca, a transferência de uma escritura ou uma transferência da cadeia de suprimentos. Sem um intermediário, você pode remover taxas, atrasos, tempos de processamento e supervisão de terceiros. Essa pode ser uma ferramenta poderosa em termos de eficiência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>O valor para as empresas</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Um benefício importante para as empresas está na capacidade do blockchain de melhorar certos processos desgastados pelo tempo. Até este ponto, a Harvard Business Review argumenta que o blockchain não é uma tecnologia disruptiva, é um fundamento. Onde houver ineficiências, falta de transparência ou suscetibilidade a fraudes ou atrasos, o blockchain irá melhorá-los, não substituí-los. Provavelmente, levará a novas oportunidades de criação de valor e modelos de negócios, e certamente será uma vantagem competitiva para as empresas que optarem por adotá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das implementações mais comuns da tecnologia blockchain é um “contrato inteligente”, ou seja, um contrato digital seguro, inviolável e juridicamente vinculativo, com condições associadas. Tudo isso combinado com a velocidade e a transparência do blockchain geram oportunidades para otimizar e acelerar uma infinidade de transações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso porque os contratos inteligentes podem ajudar com: transparência e rastreabilidade; criptografia para transações à prova de adulteração e fraude; redução de desacordos e riscos de contraparte (principalmente  em acordos complexos com várias entidades, cada uma com seus próprios processos); redução de custos e despesas gerais operacionais, automatizando certas transações e etapas de autorização e verificação; resiliência e confiabilidade, removendo pontos centrais de falha; e simplificação e eficiência, ao eliminar a necessidade de etapas como depósito e liquidação e intermediários, câmaras de compensação ou parceiros de processamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Protocolos enterprise blockchain de código aberto</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As empresas têm acesso a protocolos maduros e de código aberto e serviços totalmente gerenciados nos quais os desenvolvedores podem criar suas próprias aplicações privadas ou com permissão limitada, livros contábeis e contratos inteligentes. Alguns projetos de nível empresarial incluem tecnologias e protocolos importantes como: Enterprise Ethereum, Hyperledger, Openchain, Quorum, Corda Enterprise, Polkadot e Avalanche. Esses protocolos subjacentes são a base, mas existem outros componentes para uma pilha de blockchain, como redes de base de dados, redes ponto a ponto e camada de armazenamento – afinal, como os dados geralmente não são armazenados “on-chain”, é necessária uma solução na qual os metadados associados são armazenados e conectados por meio das redes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>E como fica para armazenar tudo isso?</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Blockchain pode ser público ou privado, dependendo de como for usado, mas o que nunca pode ser é editado ou excluído. Essa permanência é o fundamento da tecnologia blockchain e terá implicações muito interessantes no gerenciamento de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Cada vez que uma transação ocorre, esses “dados transacionais” são registrados. Pode ser um registro de compra, a passagem de uma remessa ao longo de uma cadeia de suprimentos ou uma conversão de moeda. Cada evento é registrado em todos os nós. Isso é chamado de dados “on-chain”. Quaisquer outros dados relacionados à transação, como detalhes sobre a remessa, imagens do item comprado, data, hora, local etc., não são armazenados diretamente na cadeia. Isso é conhecido como dados “fora da cadeia”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Então, como as aplicações que precisam aproveitar os dados fora da cadeia também podem aproveitar o blockchain? As redes descentralizadas são a resposta aqui. Essas redes permitem que as aplicações blockchain encaminhem dados fora da cadeia para serem processados ​​e, em seguida, de volta na cadeia, onde podem ser acessados ​​por contratos inteligentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nesse caso, o armazenamento de objetos com alto desempenho se torna fundamental para o gerenciamento de dados em um sistema distribuído. Seja on premise, fora da cadeia ou na nuvem, todos os dados acabam “em uma caixa”. Com o armazenamento de objetos, os dados são armazenados em unidades discretas, cada uma com uma chave e metadados exclusivos que descrevem os detalhes do objeto. É sincronizado com o design blockchain e permite que os dados sejam encontrados, não importa onde estejam armazenados em um sistema distribuído.</p>
<p style="text-align: justify;">  Conforme as empresas adotam o blockchain, a necessidade da base certa vai se tornando mais importante do que nunca. Blockchains e gargalos não se misturam, e é justamente por isso que as empresas que buscam inovação buscam também o armazenamento de dados com alto desempenho, elástico e escalonável o suficiente para atender a essas demandas.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Você já entendeu o Metaverso? É melhor se apressar!</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/voce-ja-entendeu-o-metaverso/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=voce-ja-entendeu-o-metaverso</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Montini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2022 20:25:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 53]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Metaverso]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
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					<description><![CDATA[Em linhas gerais, podemos entender o Metaverso como um ambiente totalmente digital em que as pessoas podem realizar as ações que normalmente fazem no mundo real, como jogar, trabalhar, estudar e se socializar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697bb032ed990" data-id="697bb032ed990" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Você já entendeu o Metaverso? É melhor se apressar!</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Em 28 de outubro de 2021, Mark Zuckerberg anunciou a mudança do Grupo Facebook para Meta, uma redução de Metaverso. Desde então, o que antes era exclusivo de pesquisas acadêmicas e histórias de ficção científica ganhou o noticiário, invadiu as redes sociais e se tornou na expressão da moda. Todos falam, debatem e imaginam o Metaverso.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não é exagero dizer que apenas aqueles que são totalmente alheios à Internet ou que foram abduzidos por alienígenas não ouviram falar sobre o assunto nos últimos meses. O problema é que isso não significa que as pessoas estão prontas para entenderem essa proposta. Pelo contrário, apesar de tanto tempo em destaque, são poucos os usuários que têm uma visão clara sobre o assunto. Por isso, é melhor se apressar. Quanto mais cedo nos informarmos sobre o Metaverso, mais rápido podemos usufruir de suas vantagens e possibilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um levantamento realizado pela startup OnTheGo, especializada em pesquisas digitais, mostrou a confusão que ainda temos sobre esse conceito. No total, 56% dos brasileiros afirmaram que estão familiarizados com o termo Metaverso, seja por ter acompanhado nos meios de comunicação ou em suas próprias redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entretanto, na hora de explicar o que seria, de fato, Metaverso, pouco mais da metade dessas pessoas não conseguiram responder corretamente. Ou seja, há interesse de mais e informação de menos. É um movimento até natural se levarmos em conta que o tema explodiu há menos de um ano. Diante da evolução tecnológica, é preciso se acostumar rapidamente às tendências se quiser aproveitá-las realmente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Dessa forma, é necessário fazer uma explicação sobre o Metaverso. Em linhas gerais, podemos entender como um ambiente totalmente digital em que as pessoas podem realizar as ações que normalmente fazem no mundo real, como jogar, trabalhar, estudar e se socializar. Porém, a teoria é bem mais fácil do que a prática. Tanto que essa proposta não existe ainda, pelo menos não em sua plenitude. O que se vê atualmente são projetos pontuais espalhados pelo mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mesmo assim, o interesse crescente de pessoas e, principalmente, empresas se justifica pelas possibilidades que serão abertas a partir do Metaverso. Especialistas são unânimes em apontar que é o próximo passo da Internet, da mesma forma que foi a passagem da Web 1.0 para a 2.0. Vai ser um novo momento, com novas características, condições e recursos. Em suma: vai ser uma revolução dentro da revolução tecnológica que presenciamos nas últimas duas décadas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além disso, pela primeira vez criou-se um ecossistema propício que permite levar aspectos importantes de nossas vidas para dentro do ambiente digital. Lembram do “Second Life”, o jogo que simulava aspectos da vida real? Pois bem, ele atraiu grande atenção das pessoas por volta de 2007, mas não conseguiu concretizar essa promessa de ambiente virtual imersivo. Faltava, por exemplo, conectividade para garantir escala, recursos para fazer transações dentro do jogo e meios de promover essa imersão.</p>
<p style="text-align: justify;">  Agora, porém, não falta mais. A conectividade, por exemplo, tem o suporte da Internet 5G, já em uso em alguns países e que deve chegar nas capitais estaduais do Brasil em setembro de 2022 – a promessa é ser 100 vezes mais rápido do que o 4G. Os meios para imersão também existem com a tecnologia de realidade virtual. Por fim, as transações podem ocorrer com a tecnologia blockchain por meio de criptoativos, combinando agilidade com segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">  Portanto, o que se vê é o surgimento de uma nova forma de socialização, em que as pessoas interagem por meio de seus avatares. As dificuldades que a pandemia de Covid-19 evidenciou, como a adequação ao trabalho remoto, telemedicina e ensino a distância, seriam facilmente resolvidas com a proposta do Metaverso.</p>
<p style="text-align: justify;">  Afinal, a escola, a empresa e o consultório poderiam criar seus próprios espaços de imersão, garantindo a interação necessária mesmo com cada um no conforto de sua residência. Do ponto de vista comercial, algumas marcas já começam a se destacar, permitindo que os usuários possam adquirir produtos e serviços tanto para suas representações virtuais quanto para eles mesmos. Já imaginou escolher um tênis que veste você e seu avatar? Esse é o nível de experiência que se espera nos próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nem bem nos acostumamos com a transformação digital acelerada dos últimos dois anos e já temos que nos preparar para mais mudanças com a chegada do Metaverso. Por isso mesmo, não há mais espaço para dúvida e hesitação. Diante de tantos avanços, é essencial estar atento às inovações que surgem e, principalmente, identificar como elas podem nos ajudar em nossas vidas. Assim, se você ainda ignora o Metaverso e suas possibilidades, é melhor correr para não ficar para trás quando essa realidade chegar.</p>

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		<title>Você quer progredir na carreira?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2022 20:16:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 53]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento de carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[Para isso é preciso desenvolver novas competências. A tão desejada evolução profissional só é possível com esforço pessoal - e não há outro jeito, "não tem almoço grátis".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697bb032eea07" data-id="697bb032eea07" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Você quer progredir na carreira?</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Edgar Amorim, facilitador DiSC e coach executivo, da Amorizar Pessoas</strong></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  &#8220;Não tem almoço grátis&#8221; é a tradução da expressão &#8220;no free lunch&#8221;, muito usada nos EUA. O que se quer dizer é que tudo tem um custo e se desejamos algo teremos que &#8220;pagar&#8221; por isso &#8211; e esse pagamento nem sempre é em &#8220;dinheiro&#8221;. Quando o objeto de nosso desejo é algo externo a nós, muitas vezes é possível usar o dinheiro. Por exemplo, se queremos um jardim florido temos a opção de pagar um jardineiro para plantar flores e cuidar do jardim. No entanto, se desejamos adquirir um novo hábito ou almejamos uma evolução na carreira, o pagamento será com esforço pessoal &#8211; e não há outro jeito, &#8220;não tem almoço grátis&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nossa mente funciona no modo automático. Em geral, nem percebemos a maior parte das coisas que fazemos ao longo de um dia. Quantas vezes você piscou os olhos? Quantas vezes ligou ou desligou alguma lâmpada? Quantas vezes trocou de marcha no carro? &#8211; se for manual. Quantas vezes você disse &#8220;obrigado&#8221;? Quantas vezes levou comida à boca na hora do almoço? Essa é uma forma da mente economizar energia &#8211; colocando atividades que se repetem no &#8220;modo automático&#8221;. Então, se desejamos criar um novo hábito ou adquirir uma nova competência, é necessário um esforço. Esse esforço pode ser maior ou menor de acordo com a vivência e experiência da pessoa, mas ele existirá, pois será necessário &#8220;praticar&#8221; a nova competência até ela se tornar automática. Isso acontece, pois é necessário criar novas conexões neuronais (as sinapses), que vão tornar a nova competência duradoura e colocá-la no &#8220;modo automático&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">  Muitas vezes desejamos obter uma nova habilidade, mas não estamos dispostos a usar energia para isso. Infelizmente, nossa mente não funciona assim. O tamanho da dificuldade dependerá do quanto estamos longe da nova competência ou hábito almejados e da vivência e experiência prévia com o tema. O tempo também é outro ponto importante para perceber qual é o tamanho da dificuldade. Se desejamos uma nova habilidade para o próximo mês, a dificuldade será muito maior do que se fosse para o próximo ano.</p>
<p style="text-align: justify;">  E como enfrentar e suportar a dificuldade para uma nova competência ou hábito? As palavras para isso são propósito e motivação. Compreenda bem qual é o seu propósito, seu objetivo. Avalie se ele é possível de ser alcançado, se é realista. Depois pense o que você vai ganhar com essa nova competência, daqui a um ano, cinco anos ou 10 anos. Isso pode trazer a motivação necessária para suportar a dificuldade. Motivação é a palavra. Muitas pessoas enfrentam nervosismo, raiva, decepção, angústia e outras emoções para tirar carteira de habilitação, pois a grande motivação é poder dirigir um automóvel e ir para onde quiser. O grande objetivo das pessoas, nesse exemplo, é de poder ir para onde quiser e a qualquer momento com um automóvel e até mesmo obter um novo “status quo” &#8211; o de ter uma carteira de habilitação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Você quer progredir em sua carreira? Vai precisar desenvolver novas competências e isso é feito com dificuldade, maior ou menor dependendo do caso. Pense no propósito desse desejo, encontre a motivação. Planeje se for o caso, separe um grande objetivo em etapas menores. Lembre-se de determinar um tempo adequado para atingir o objetivo, pois querer acelerar o processo pode aumentar ainda mais a dificuldade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Qual competência ou hábito você quer obter? Quando vai planejar? Quando vai fazer o plano de ação? Quando vai iniciar esse plano?</p>
<p style="text-align: justify;">  E lembre-se &#8220;não tem almoço grátis&#8221;!</p>
<p style="text-align: justify;">  Sucesso!</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Uma jornada para o futuro dos negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2022 20:10:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 53]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Metaverso]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Projetos de blockchain e de metaverso começam a atrair investimentos de empresas. As tecnologias prometem revolucionar os negócios em diversos setores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Projetos de blockchain e de metaverso começam a atrair investimentos das empresas. Recentemente, grandes bancos iniciaram testes no metaverso, como o JPMorgan, com a abertura de um lounge na plataforma de realidade virtual Decentraland, e o HSBC, que anunciou a compra de um terreno virtual no jogo on-line The Sandbox. Empresas como Renner, Disney e Nike também já estão se aproximando da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/voce-ja-entendeu-o-metaverso/">Para a Prof.ª e Dra. Alessandra Montini um dos entraves do metaverso era a falta de conectividade para garantir escala e recursos para realizar transações dentro de jogos e meios de promover a imersão virtual</a>. “Agora, porém, não falta mais. A conectividade já tem o suporte da Internet 5G, com a promessa de ser 100 vezes mais rápida do que o 4G. Os meios para imersão também existem com a tecnologia de realidade virtual. Por fim, as transações podem ocorrer com a tecnologia blockchain por meio de criptoativos, combinando agilidade com segurança”, diz Alessandra num artigo desta edição.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, segundo ela, ainda há um longo caminho a ser percorrido, já que, apesar do destaque sobre o tema, são poucos os usuários que têm uma visão clara sobre o metaverso. “Por isso, é melhor se apressar. Quanto mais cedo nos informarmos sobre o metaverso, mais rápido podemos usufruir de suas vantagens e possibilidades”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A AES Brasil já iniciou essa transformação nos seus negócios. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/aes-brasil-finaliza-balcao-organizado-em-blockchain-para-compra-e-venda-de-energia/">A empresa concluiu o “Projeto AES Brasil de Energy Intelligence”</a>, com o objetivo desenvolver o primeiro balcão organizado em blockchain no país para compra e venda de energia em um ambiente digital, com a existência de uma contraparte central, que garante a custódia e a liquidação de contratos bilaterais de energia para compradores e vendedores.</p>
<p style="text-align: justify;">  O projeto começou em 2019 e contou com a parceria da Fohat Corporation, companhia curitibana de inteligência energética.  De acordo com a AES, a nova solução impacta o mercado brasileiro, trazendo uma plataforma de trading 100% online e acessível, que agrupa todas as operações do blackoffice do usuário. Além disso, oferece integração com outras soluções externas, possibilitando um balcão organizado na comercialização de energia e, também, dos certificados de energia renovável (IRECs) em blockchain.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Todas as iniciativas foram testadas e comprovadas com os clientes, por isso, acreditamos que a implementação dessa solução no setor possa trazer maior transparência, confiança e rastreabilidade para as transações bilaterais no mercado de energia, reformulando a maneira como o segmento funciona”, disse Julia Rodrigues, gerente de P&amp;D e inovação da AES Brasil, ressaltando que além da rapidez e segurança na gestão de ativos e risco, a plataforma oferece integração do fluxo do eletro em arranjos de “Virtual Power Plant” e a mesa de comercialização.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Marfrig, uma das maiores empresas de carne bovina do mundo, também <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/marfrig-usa-blockchain-para-garantir-cadeia-produtiva-livre-de-desmatamento/">adotou o blockchain para se conectar com todos os seus fornecedores diretos e indiretos com mais segurança e transparência</a>. Em julho de 2020, a empresa lançou a plataforma “Conecta”, com o objetivo garantir que 100% da cadeia de sua produção seja sustentável e livre de desmatamento até 2030, aliando produção, conservação e rentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/chegou-a-hora-da-sua-empresa-usar-o-blockchain/">Num artigo publicado nesta edição</a>, Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil, trata da adoção da tecnologia de blockchain nas empresas. Ele diz que um benefício importante da tecnologia é a sua capacidade de melhorar certos processos desgastados pelo tempo. “Onde houver ineficiências, falta de transparência ou suscetibilidade a fraudes ou atrasos, o blockchain irá melhorá-los, não substituí-los. Provavelmente, levará a novas oportunidades de criação de valor e modelos de negócios, e certamente será uma vantagem competitiva para as empresas que optarem por adotá-lo.”</p>
<p style="text-align: justify;">  Outros assuntos desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/migracao-de-data-center-quais-as-licoes-aprendidas-na-pandemia/">moving data center</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/os-desafios-da-protecao-de-dados/">LGPD</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/como-as-plataformas-no-code-podem-acelerar-a-transformacao-digital-no-brasil/">no-code</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-que-sao-transmissores-de-deteccao-coerente-2/">PON de próxima geração</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/voce-quer-progredir-na-carreira/">carreira</a>.</p>

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