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	<title>Edição 60 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Edição 60 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>Como definir o futuro da nuvem de telecom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 15:05:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 60]]></category>
		<category><![CDATA[CNF]]></category>
		<category><![CDATA[Contêineres]]></category>
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					<description><![CDATA[A nuvem de Telecom percorreu um longo caminho ao longo dos anos e vamos analisar até onde ela chegou e o que será necessário para que continue um sucesso no futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c9a815f121" data-id="697c9a815f121" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como definir o futuro da nuvem de telecom</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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			<p style="text-align: justify;">Os provedores de telecomunicações estão na vanguarda do design e da inovação de redes há décadas. Nos últimos anos, a mudança se acelerou com a virtualização das funções de redes e com as mudanças dessas funções nativas da nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre preocupações operacionais e com a saúde dos negócios, um tema que foi para o topo das agendas dos líderes do setor é o cuidado com o meio ambiente. Afinal, a <a href="https://www.bcg.com/press/24june2021-telco-sector-game-changer-sustainability-shrinking-carbon-footprints" target="_blank" rel="noopener">indústria de Telecom é responsável por 1,6% da emissão global de CO21</a>, um número que está crescendo rapidamente diante do aumento de dados. Os provedores estão de fato se movimentando para minimizar esse impacto, apostando fortemente no apoio da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">A nuvem de Telecom percorreu um longo caminho ao longo dos anos e vamos analisar até onde ela chegou e o que será necessário para que continue um sucesso no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A origem</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Nos primórdios da Internet, por volta do final dos anos 1990, quando um você ligava para um provedor de internet via modem e ouvia os famosos sons característicos dessa discagem, o RAC era o aparelho do outro lado que atendia a ligação. Isso nada mais era do que um monte de modems em uma caixa, colocados em um rack de data center e conectados à rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse período de origem da nuvem de telecom, os dispositivos de hardware desenvolvidos para fins específicos ofereciam todas as funções. Uma caixa atendia chamadas, outra caixa fornecia serviços VPN, outra fornecia autenticação do usuário e assim por diante. As caixas estavam por toda parte, cada uma exigindo experiência em dispositivos e ciclos separados de atualização e de plataformas de gerenciamento. Era confuso e ineficiente, embora, ao mesmo tempo, fosse confiável e resiliente.  Dispositivos personalizados são coisas do passado, mesmo que ainda existam em muitas redes.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Mas, afinal, quando chegou o presente?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto a nuvem de telecom do passado tem uma linha do tempo um tanto confusa, a do presente tem uma data de nascimento: 22 de outubro de 2012. Nesse dia nasceu o conceito de NFV &#8211; Virtualização das Funções de Redes e isso foi um passo revolucionário para o setor.</p>
<p style="text-align: justify;">A NFV permitiu que as diversas funções dos equipamentos personalizados migrassem de hardware específico para as máquinas virtuais. Isso trouxe economia, simplificação e portabilidade a níveis marcantes. A maioria dos provedores mudou para NFV, pelo menos até certo ponto. Até porque, como sabemos, leva muito tempo para fazer a transição completa de algumas das maiores redes do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Então vem um ponto importante: o gerenciamento em escala pode ser complexo com máquinas virtuais. O desempenho também pode ser um desafio, dependendo do hardware usado. Da mesma forma, as atualizações e migrações de hardware podem causar interrupções e todas essas características de arquitetura são inaceitáveis para as operadoras de redes modernas.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O futuro será o que fizermos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A nuvem do futuro das telecomunicações já está entre nós, pelo menos em parte &#8211; na forma de <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cnf-a-nova-revolucao-da-tecnologia-em-telecom/">CNF &#8211; Funções de Redes Nativas da Nuvem</a>. A verdadeira nuvem do futuro será totalmente baseada em <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-valor-do-kubernetes-para-o-gerenciamento-de-dados/">contêineres e Kubernetes</a> em vez de VMs, e essa será a única maneira de fornecer serviços com tecnologia 5G de maneira eficiente e eficaz em escala, principalmente na borda. Os contêineres fornecem a automação e a resiliência necessárias, com suporte para DevSecOps, monitoramento global e geração de relatórios.</p>
<p style="text-align: justify;">À medida que o 5G ganhar mais espaço em serviços de borda, a quantidade de dados aumentará exponencialmente, exigindo mais capacidade de armazenamento. Outro aspecto crítico para as telecomunicações é o consumo de energia e o espaço em rack. Os data centers não são infinitos em tamanho e não têm poder ilimitado.</p>
<p style="text-align: justify;">E, apesar de estarmos falando de futuro, com a velocidade das mudanças no cenário tecnológico, sabemos que esse futuro pode chegar muito antes do que o previsto. É justamente por isso que é fundamental que as operadoras estejam preparadas com ferramentas capazes de fornecer armazenamento denso e baixo consumo de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostaria de usar como exemplo um grande provedor de telecomunicações, que recentemente modernizou algumas matrizes de armazenamento legadas. Essa empresa aumentou sua capacidade efetiva de armazenamento em 188%, o que era necessário para suportar novas aplicações. No entanto, mesmo quando estavam quase dobrando a capacidade de armazenamento, reduziram o espaço físico em 93%, economizando 322 unidades de rack. Além disso, o provedor reduziu o KWH em 90% e os BTUs em 89%, proporcionando uma economia absurda de energia. Isso é uma vitória para todos, inclusive para o meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">A chave para a nuvem de telecom é simplificar drasticamente a implementação de aplicações em contêineres, cuidando de diversas operações críticas de armazenamento. Operações essenciais de dados do setor, como backup, recuperação de desastres, migrações de nuvem, segurança e gerenciamento de capacidade, são fornecidas por serviços de dados nativos do Kubernetes. É fundamental ser capaz de operar em várias nuvens públicas e com qualquer infraestrutura de armazenamento físico, com todo o suporte necessário de forma integrada para obter benefícios que transformam os negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso libera os operadores para trabalhar com infraestrutura existente e/ou parceiros de nuvem e permite que alterem facilmente os ativos e parceiros do data center ao longo do tempo, com a flexibilidade necessária para entrar em novos mercados para serviços de Telecom que se expandirão à medida que a conectividade 5G estiver mais amplamente disponível.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos desafios aqui será evitar soluções de propriedade limitada, que prendem os usuários e limitam a flexibilidade e a escolha. Embora a nuvem do futuro seja uma grande promessa, existe uma maneira mais simples de trilhar agora o caminho até lá? É claro que existe. Como diz o saudoso Dr. Brown em De Volta para o Futuro: “Seu futuro é o que você fizer dele. Portanto, faça-o bem”.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Cinco tendências de cibersegurança para 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Montini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 14:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 60]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Criptografia]]></category>
		<category><![CDATA[Hackers]]></category>
		<category><![CDATA[Ransomware]]></category>
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					<description><![CDATA[Algumas tendências serão fundamentais para a proteção dos usuários da Internet este ano, sejam eles empresas ou pessoas. Afinal, ninguém quer ter seus dados, fotos ou até mesmo conversas expostas, não é? ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c9a8160595" data-id="697c9a8160595" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Cinco tendências de cibersegurança para 2023</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">A preocupação com a segurança no ambiente online nunca foi tanta. Com a transformação digital e a migração de diversos serviços e informações pessoais para o online, a demanda por mais proteção vem crescendo nos últimos anos. Isso porque os ciberataques estão cada vez mais frequentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dados da Fortinet, empresa de soluções em segurança cibernética, o Brasil teve 31,5 bilhões de tentativas de ataques a corporações somente no primeiro semestre de 2022. Para este ano, a expectativa da Kaspersky, organização de cibersegurança e privacidade digital, é que aconteçam ameaças avançadas persistentes (ATPs) como à tecnologias de satélite, servidores de correio, hacking de drones e vazamento de informações.</p>
<p style="text-align: justify;">Por conta disso, algumas tendências serão fundamentais para a proteção dos usuários da internet este ano, sejam eles enquanto empresas ou pessoas. Afinal, ninguém quer ter seus dados, fotos ou até mesmo conversas expostas, não é? Selecionei aqui cinco delas que serão importantes neste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Inteligência artificial e machine learning</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esses recursos serão imprescindíveis para que os sistemas de segurança possam atuar de forma mais rápida e inteligente diante de um ciberataque. Essas tecnologias ajudam a prever e detectar possíveis ameaças antes que aconteçam. Dessa forma, é mais fácil de impedir ou retomar o controle da situação.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Ataques de ransomware em cloud</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este tipo de invasão tem potencial para continuar a crescer nos próximos anos, por isso merece atenção. Segundo informações da Cybersecurity Ventures, ele vai custar US$ 265 bilhões às organizações anualmente até 2031. Atualmente há mais de 130 variedades de ransomware circulando e agora ele também chegou à nuvem. Por meio de e-mails de phishing, o ransomware se apresenta como um pop-up inofensivo e acaba por invadir a rede, pega carona na sincronização de arquivos e acaba na nuvem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Criptografia de informações</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de não ser novidade, seu impacto será importante em 2023. Isso porque a criptografia pode ajudar a proteger informações confidenciais, impedir o roubo ou o acesso de pessoas não autorizadas. Caso alguém consiga ter acesso aos dados, não terá como lê-los ou interpretá-los, dando mais privacidade e segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Arquitetura de rede zero trust</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa filosofia de nunca confiar e sempre verificar pode ajudar a manter as empresas mais protegidas de ataques cibernéticos. Gerenciar identidades e acessos a fim de proteger terminais de rede realizando micro segmentação e aplicar proteção contra ameaças são algumas das práticas do zero trust. A intenção é rastrear os acessos, reduzir a perda de dados e evitar violações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Acesso multifator</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Este método de login exige que os usuários utilizem vários fatores de autenticação para acessar plataformas, sistemas ou serviços. Isso dificulta a invasão, ajuda a prevenir o roubo de informações confidenciais e ainda monitora as tentativas de hackear as contas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Você é o protagonista da sua carreira?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 17:49:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 60]]></category>
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					<description><![CDATA[O protagonismo é uma característica muito desejável numa pessoa que tem objetivos claros da carreira e vida pessoal. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c9a816171d" data-id="697c9a816171d" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Você é o protagonista da sua carreira?</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Edgar Amorim, facilitador DiSC e coach executivo, da Amorizar Pessoas</strong></span></h4>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">Segundo o dicionário, “protagonismo” significa “papel de liderança que alguém ou algo exerce frente a um acontecimento, uma organização, um tempo, uma narrativa, etc.”. A partir dessa definição, podemos entender que protagonista é aquele que toma à frente das situações, é o primeiro a agir, é o que faz acontecer. Essa é uma característica muito desejável numa pessoa que tem objetivos claros em sua carreira e vida pessoal. O planejamento de carreira e de objetivos é muito importante e deve ser complementado com o protagonismo se para obter os resultados desejados.</p>
<p style="text-align: justify;">Agir é a palavra-chave de quem quer ser protagonista da própria carreira. Isso nos remete ao livro “Mindset – A nova psicologia do sucesso”, da Carol S. Dweck, que mostra que a postura de uma pessoa perante os desafios da vida influencia diretamente seus resultados. O livro mostra que existem dois tipos de mentalidade (<em>mindset</em>): a fixa e a de crescimento. Na mentalidade fixa a pessoa acredita que não tem capacidade para alcançar certas metas e por isso ela acredita que não importa o quanto aja, que não atingirá sua meta. Já na mentalidade de crescimento, a pessoa acredita que pode alcançar uma meta se agir, se esforçar-se. Isso é ser protagonista da própria vida, da própria carreira. É difícil? Sim, é difícil, mas poucas coisas na vida são fáceis.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes, quando estou refletindo sobre alguma situação, eu procuro observar a inteligência da mãe natureza. Imagine grupos de pessoas vivendo em locais longe das grandes cidades, ou até mesmo a muitos séculos atrás. Para sobreviverem essas pessoas tinham que buscar comida, plantar e esperar a colheita e até caçar. Tudo isso exige muito esforço e não fazer isso implicava em morrer de fome. Hoje, quando deixamos de fazer algo pela nossa carreira, podemos não morrer de fome, mas ficaremos muito aquém dos resultados que poderíamos obter – e, claro, não vamos ter colheita de frutos (novos cursos, viagens, momentos de lazer agradáveis, shows etc.).</p>
<p style="text-align: justify;">A dificuldade de ser protagonista da própria carreira pode ser suportada por uma clareza de objetivos e um planejamento adequado, estruturado em etapas pequenas (fazer um pouco por vez para conquistar um grande objetivo). É importante ter em mente onde você quer estar daqui a um ano, daqui a cinco anos ou mais. Pensar nos resultados que serão obtidos ajuda a enfrentar as dificuldades do agora. Como exemplo, cito uma pessoa que tem carteira de motorista passou por muitas dificuldades, no entanto, o desejo de ter autonomia para dirigir um carro foi forte o suficiente para suportá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a cultura vigente é muito “paternalista” e “assistencialista”. Assim, temos a impressão de que é normal o Governo cuidar de coisas que são nossas. O décimo terceiro salário, o FGTS, o vale refeição e tantas outras coisas. Isso faz com que não criemos o hábito de fazer nossas reservas, de cuidar do nosso dinheiro e fazer a gestão do que é nosso. Essa cultura faz com que tenhamos a impressão de que basta fazer um curso técnico ou faculdade e esperar por um emprego – alguém vai conseguir um para nós. A realidade já pode ter sido assim, mas cada vez mais o universo profissional tem mudado e de forma drástica.</p>
<p style="text-align: justify;">Tomar consciência desse ambiente, dessa conjuntura, é o primeiro passo para encontrar a motivação necessária para uma mudança de postura. Seja protagonista da sua carreira e da sua vida. Defina metas, faça um planejamento com várias etapas pequenas, lembre sempre do seu objetivo e parta para a ação.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual é o seu objetivo de carreira para daqui a um ano? E em cinco anos?</p>
<p style="text-align: justify;">Que dia, hora e local você vai fazer seu planejamento de carreira? Você vai agir sozinho ou quem irá ajudá-lo? Quando começa a pôr em prática?</p>
<p style="text-align: justify;">Sucesso!</p>

		</div>
	</div>
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		<item>
		<title>Ensaios de segurança elétrica para homologação de produtos para telecom</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/ensaios-de-seguranca-eletrica-para-homologacao-de-produtos-para-telecom/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ensaios-de-seguranca-eletrica-para-homologacao-de-produtos-para-telecom</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 17:45:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 60]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Equipamentos de telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Interferência eletromagnética]]></category>
		<category><![CDATA[RF]]></category>
		<category><![CDATA[Semianecoica]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
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					<description><![CDATA[Para serem comercializados, os produtos de telecom devem ser ensaiados e aprovados pelos requisitos definidos pela Anatel. Este artigo apresenta uma breve introdução sobre os ensaios definidos no Anexo ao Ato 17087 da Anatel, publicado em 19 de dezembro de 2022.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c9a81628f9" data-id="697c9a81628f9" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Ensaios de segurança elétrica para homologação de produtos para telecom</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Para serem comercializados, os produtos de telecom devem ser ensaiados e aprovados pelos requisitos definidos pela Anatel. Este artigo tem a finalidade de apresentar uma breve introdução sobre os ensaios definidos no Anexo ao Ato 17087 da Anatel, publicado em 19 de dezembro de 2022.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Eduardo Berruezo, pesquisador do IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo </strong></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Antes da comercialização de produtos para telecomunicação no mercado nacional, os fabricantes devem obter a homologação desses produtos pela Anatel. Para que os OCDs &#8211; Organismos de Certificação Designados emitam os certificados de conformidade, os produtos a serem homologados devem, primeiramente, ser ensaiados por laboratórios designados pela Anatel, e os resultados obtidos nesses ensaios devem demonstrar, entre outros requisitos exigidos, que os produtos garantem a confiabilidade e a segurança, inclusive, para proteger os usuários de possíveis danos, lesões ou perdas.</p>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito aos ensaios de segurança elétrica para a avaliação da conformidade de produtos para telecomunicação, a Anatel publicou o Ato 17087, de 19 de dezembro de 2022 e, consequentemente, estabeleceu, em até um ano após esta data, a revogação do Ato 950, de 8 de fevereiro de 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">Com relação aos ensaios a serem realizados, foi publicado em conjunto o Anexo ao Ato 17087 de 19 de dezembro de 2022 &#8211; Requisitos Técnicos de Segurança Elétrica para Avaliação da Conformidade de Produtos para Telecomunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Este Anexo ao Ato possui as informações necessárias para realização dos ensaios e é organizado em: Item 1. Objetivo; Item 2. Referências normativas; Item 3. Definições; e Item 4. Abrangência.</p>
<p style="text-align: justify;">Do item 5 ao item 10 são descritos os ensaios a serem realizados. Em seguida, são contemplados os requisitos para marcações e instruções (item 11) e, no item 12, são apresentados os esquemas de montagem para os ensaios.</p>
<p style="text-align: justify;">A seguir, é apresentada uma breve descrição de cada ensaio descrito no Anexo (itens 5 ao 10) e das marcações e instruções (item 11).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Item 5. Proteção contra ruído acústico</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O ESSE &#8211; Equipamento sob Ensaio, em operação normal ou submetido a ruídos transitórios, não pode produzir pressão acústica excessiva (ruído acústico elevado). Neste ensaio, é utilizado um ouvido artificial conectado a um medidor de nível sonoro. O valor máximo permitido neste ensaio é 125 dBA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Item 6. Proteção contra risco de incêndio</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O ESE, quando alimentado com 230 V entre um terminal de telecomunicações conectado à porta externa de telecomunicações e o terminal de aterramento, não deve apresentar risco de incêndio. Esse ensaio simula a rede elétrica energizando o ESE pela porta de telecomunicações fechando o circuito pelo terra. Diversas resistências simulam a corrente elétrica, na faixa entre 0,23 A e 23 A.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Item 7. Proteção contra choque elétrico em condições normais</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O ESE, quando alimentado com tensão nominal, não pode provocar choque elétrico. Na prática, a corrente de fuga é medida em duas situações: corrente de toque e corrente para o terra. A corrente de toque, que simula o contato com o corpo do usuário, é limitada a 0,25 mA, e a corrente para o terra é limitada a 3,5 mA. No caso de falta de terra, a corrente até 3,5 mA é aceitável. Neste ensaio, um analisador de segurança é utilizado (figura 1).</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c9a8162fb5" data-id="697c9a8162fb5" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="630" height="473" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Analisador-de-seguranca.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Analisador de segurança" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Analisador-de-seguranca.jpeg 630w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Analisador-de-seguranca-300x225.jpeg 300w" sizes="(max-width: 630px) 100vw, 630px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/ensaios-de-seguranca-eletrica-para-homologacao-de-produtos-para-telecom/analisador-de-seguranca/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 1. Medição típica de corrente de fuga da parte tocada, por meio de um analisador de segurança. Fonte: Acervo do Laboratório de Usos Finais e Gestão de Energia do IPT.</figcaption>
		</figure>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Item 8. Proteção contra choque elétrico em condição de sobretensão na porta externa de telecomunicações</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Esse ensaio simula sobretensões que possam chegar no ESE pela porta externa de comunicações. As sobretensões (tipicamente 1500 V ou 1000 V) são aplicadas entre os terminais da porta externa de telecomunicações e os terminais selecionados. Por exemplo: no caso do terminal ser o fone, o qual o usuário coloca a mão para atender, será aplicada uma sobretensão de 1500 V durante um minuto. Neste caso, não poderá fluir corrente maior do que 10 mA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Item 9. Proteção contra choque elétrico em condição de sobretensão na porta de energia elétrica</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Esse ensaio simula sobretensões que possam chegar no ESE pela porta de energia elétrica. A sobretensão (1500 V) é aplicada entre os terminais da porta de energia elétrica e os terminais selecionados. Por exemplo: no caso do terminal formado pelas partes não aterradas do ESE, e que podem ser tocadas pelo usuário (por exemplo, teclado de um telefone).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Item 10. Proteção contra aquecimento excessivo</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Esse ensaio verifica se o ESE possui pontos de temperatura elevada que possam provocar danos. Há distinção entre superfícies metálicas e não metálicas. Por exemplo, nas partes tocadas frequentemente, se forem de superfície metálica, a temperatura máxima não pode ultrapassar 55 ºC para uma temperatura ambiente de 25 ºC. Neste ensaio é usado um registrador de temperatura para as medições.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Item 11. Marcações e instruções</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Esse item trata dos requisitos para marcações e instruções de uso, necessárias para segurança do ESE na instalação, operação e manutenção. Demais informações relevantes relacionadas com a segurança do ESE devem ser fornecidas no manual em Português do Brasil e as marcações devem ser legíveis. Um detalhe importante é que há citação da norma NBR 5410 de instalação elétrica, visando a proteção contra choques elétricos.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c9a8163b51" data-id="697c9a8163b51" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><em><strong>Eduardo Berruezo</strong> é engenheiro e supervisor dos ensaios de segurança da área de Eletromédicos, Segurança e Grau de Proteção do Laboratório de Usos Finais e Gestão de Energia do IPT. Possui mais de 32 anos de experiência e realiza ensaios e consultoria para equipamentos elétricos. <a href="mailto:%20eduardob@ipt.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>eduardob@ipt.br</strong></a></em></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uma estratégia unificada de gerenciamento de dados</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/uma-estrategia-unificada-de-gerenciamento-de-dados/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=uma-estrategia-unificada-de-gerenciamento-de-dados</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 17:29:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 60]]></category>
		<category><![CDATA[Análise de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem híbrida]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O gerenciamento das informações é um grande desafio para as equipes de TI. Com operações cada vez mais complexas e processos hiperconectados, não basta apenas coletar os dados. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>Uma estratégia unificada de gerenciamento de dados</h1>

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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
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	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">O avanço das novas tecnologias e ferramentas digitais traz grandes desafios para as equipes de TI. Um deles é o gerenciamento das informações. Com operações cada vez mais complexas e processos hiperconectados, não basta apenas coletar os dados. É preciso ter uma estratégia integrada, centralizada e voltada para a melhor experiência do cliente. E, acredite, isso não é uma tarefa nada fácil.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, uma estrutura orientada a dados pode fazer toda diferença. É aí que entre em cena o conceito de data fabric ou malha de dados, capaz de oferecer uma visão única e de ponta a ponta das informações. Mas apesar dessa necessidade, muitas empresas ainda não exploram os seus dados como deveriam. Arrisco a dizer que maioria sequer conta com uma política eficiente de análise de informações.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se ter uma ideia do potencial do data fabric, analistas do Gartner preveem que até 2024 as implementações de plataformas de malha de dados quadruplicarão a eficiência da utilização das informações, reduzindo pela metade a tarefa de gerenciamento dos dados feita por humanos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/data-fabric-uma-visao-unificada-de-toda-arquitetura-de-dados-quanto-vale-esse-diferencial/">Um artigo publicado nesta edição</a> trata da importância de uma arquitetura de dados unificada. Segundo o autor “quanto mais ágil for o acesso aos dados, mais oportunidades de gerar insights para inovar. E quanto mais inovador for o negócio, mais competitivo será. O data fabric incorpora a governança automatizada na plataforma de dados e, como é habilitada por metadados ativos, garante a aplicação automática de políticas para todos os acessos a informações, de maneira ágil e segura.”</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.researchandmarkets.com/reports/5309970/data-fabric-market-by-component-solutions-and?utm_source=CI&amp;utm_medium=PressRelease&amp;utm_code=wtxrnd&amp;utm_campaign=1812604+-+Global+Data+Fabric+Market+Report+to+2027%3a+Players+Include+IBM%2c+SAP%2c+Oracle%2c+Informatica+and+Talend&amp;utm_exec=jamu273prd-fabric?w=5" target="_blank" rel="noopener">De acordo com um estudo da ResearchAndMarkets</a>, o mercado global de data fabric passará de US$ 1,6 bilhão em 2022 para US$ 6,2 bilhões em 2027 com uma GAGR – taxa composta de crescimento anual de 30,9% no período.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros assuntos desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/como-vencer-o-desafio-do-balanceamento-de-carga-em-ambientes-de-nuvem-hibridas/">balanceamento de carga em ambientes de nuvem hibridas</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/e-preciso-reduzir-a-complexidade-na-borda-da-rede-com-tecnologia-optica-xr/">redes ópticas XR</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/anywhere-office-desafios-do-trabalho-remoto-a-ciberseguranca-das-empresas/">trabalho remoto</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/como-definir-o-futuro-da-nuvem-de-telecom/">nuvem de telecom</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/voce-e-o-protagonista-da-sua-carreira/">carreira</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/ensaios-de-seguranca-eletrica-para-homologacao-de-produtos-para-telecom/">segurança elétrica para homologação de produtos para telecom</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cinco-tendencias-de-ciberseguranca-para-2023/">tendências segurança</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anywhere Office: Desafios do trabalho remoto à cibersegurança das empresas</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/anywhere-office-desafios-do-trabalho-remoto-a-ciberseguranca-das-empresas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=anywhere-office-desafios-do-trabalho-remoto-a-ciberseguranca-das-empresas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 17:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 60]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho remoto]]></category>
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					<description><![CDATA[O trabalho remoto traz à tona grandes desafios. Do ponto de vista estrutural, por exemplo, as companhias precisam ter acesso às tecnologias necessárias para sustentar o dia a dia das operações, maximizando a disponibilidade dos recursos e dados chave para manter a produtividade dos times.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c9a8166194" data-id="697c9a8166194" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Anywhere Office: Desafios do trabalho remoto à cibersegurança das empresas</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Em um mundo cada vez mais digital e conectado, estamos rapidamente aderindo à cultura do “anywhere office”. Não por acaso, segundo pesquisas da consultoria Workana, quase 85% dos líderes que adotaram o home office em suas equipes pretendem manter o trabalho remoto, por vantagens como agilidade e redução de custos, entre outras.</h2>

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			<p><strong>Lucas Pereira, head de produtos da Blockbit </strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Quando a pandemia começou, em 2020, o tema central das discussões sobre o que seria do mundo pós-pandemia era imaginar como seria o “novo normal”. Hoje, mais de dois anos depois, poucos pontos já parecem tão cristalinos quanto a ideia de que poderemos trabalhar de qualquer lugar. Em um mundo cada vez mais digital e conectado, estamos rapidamente aderindo à cultura do “anywhere office”. Não por acaso, segundo pesquisas da consultoria Workana, quase 85% dos líderes que adotaram o home office em suas equipes pretendem manter o trabalho remoto, por vantagens como agilidade e redução de custos, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo em que permite trazer uma série de potenciais oportunidades às organizações, o trabalho remoto (ou híbrido) também traz à tona grandes desafios. Do ponto de vista estrutural, por exemplo, as companhias precisam ser capazes de garantir o acesso às tecnologias necessárias para sustentar o dia a dia das operações, maximizando a disponibilidade dos recursos e dados chave para manter – ou aumentar – a produtividade dos times. Outra questão que precisa ser encarada, neste contexto, é a necessidade de otimizar a proteção dos acessos e informações dos colaboradores, mantendo a salvo todos os registros e estratégias fundamentais para os negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de uma dupla missão: de um lado, simplificar o acesso das pessoas às plataformas e sistemas que cercam o trabalho em si; de outro, criar mecanismos para dificultar ao máximo qualquer tipo de acesso indevido, reforçando o alcance e o poder das iniciativas de cibersegurança da empresa como um todo – mesmo as fronteiras físicas tendo sido completamente derrubadas após este período de aceleração real da transformação digital nas companhias.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um desafio primordial para as empresas destes novos tempos. Afinal de contas, certamente não daremos marcha à ré após este período. Ao contrário, estudos do MIT &#8211; Instituto de Tecnologia de Massachusetts, indicam que o movimento que empurrou milhões para trabalhar em casa, ao redor do mundo, não cessará após o fim da pandemia. Em um levantamento com mais de 1.400 profissionais de todo o planeta, o MIT registrou que 100% dos entrevistados acreditam que as organizações devem adotar um modelo híbrido, mistura espaços de trabalho corporativos e home office.</p>
<p style="text-align: justify;">Números do Gartner também vão na mesma linha. Segundo pesquisas da consultoria, 48% dos profissionais continuarão trabalhando remotamente pelo menos parte do tempo após a pandemia de Covid-19, sendo que um em cada cinco pessoas trabalhará remotamente o tempo todo. Do ponto de vista organizacional, 75% das companhias ouvidas planejam manter ou aumentar as ações de trabalho remoto no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"> É importante ressaltar, porém, que o trabalho híbrido não mais significará o “Home Office” em si. A expectativa é que, à medida que a realidade permita maiores deslocamentos, a força de trabalho se torne mais móvel e descentralizada, fluindo por diferentes espaços. Isso significa que as redes usadas para tráfego de informações sigilosas podem não ser as de sempre &#8211; e que as proteções padrão não sejam mais suficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outras palavras, isso significa dizer que versões tradicionais de ferramentas como firewall e, especialmente, VPN &#8211; Virtual Private Network, precisam também evoluir e acompanhar a mobilidade e fluidez que o trabalho fora dos escritórios exige. É necessário adotar uma camada de segurança digital capaz de garantir o acesso aos sistemas fundamentais, mesmo quando o colaborador está em uma rede pública ou em uma região fora do alcance pré-estabelecido ou conhecido pelos sistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Como fazer esse movimento de proteção? A maior dica é contar, evidentemente, com as ferramentas mais modernas e preparadas para este cenário. Outro item fundamental é investir em conhecimento real sobre as necessidades e características de uso dos times, entendendo os diferentes pontos das operações. Por exemplo: ainda que muitas das ameaças sejam globais, os tipos de gatilhos e iscas de phishing podem variar muito localmente. Conhecer os perfis dos usuários brasileiros, nesse sentido, seria uma oportunidade para antecipar potenciais desvios e indicadores de um ataque. Essa capacidade é um diferencial que não pode ser desprezado, ainda mais atualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">O “anywhere office” só fará sentido, de verdade, quando as companhias e pessoas puderem ter confiança de movimentarem suas informações com segurança. Evidentemente, os cuidados devem ser tomados em todos os lugares e situações. Com o cibercrime evoluindo em sofisticação, avançando de várias maneiras, é imprescindível que as iniciativas que oferecem maior mobilidade às equipes também sejam reforçadas com soluções de cibersegurança de nova geração, com os recursos que permitam utilizar a tecnologia, ao mesmo tempo que as ameaças e riscos são mitigadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não resta dúvida de que muito tem sido feito para acompanhar essa digitalização, acelerada nos últimos dois anos. A boa notícia é que há, sim, inovações preparadas para garantir as conexões de maneira mais segura e inteligente – e de qualquer lugar. Afinal de contas, é isso que precisa estar na menta das lideranças: mais importante que o espaço utilizado, é a certeza de o que aquilo que é importante está sendo e bem protegido.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Como vencer o desafio do balanceamento de carga em ambientes de nuvem híbridas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 17:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 60]]></category>
		<category><![CDATA[Balanceamento de carga]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
		<category><![CDATA[Multicloud]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem híbrida]]></category>
		<category><![CDATA[OSI]]></category>
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					<description><![CDATA[A gestão de um ambiente multicloud exige um balanceamento de carga eficaz entre as nuvens distintas, além da padronização e proteção do tráfego entre elas.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c9a8166f87" data-id="697c9a8166f87" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como vencer o desafio do balanceamento de carga em ambientes de nuvem híbridas</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">O gerenciamento do ambiente cloud se tornou complexo. Uma empresa em média executa suas aplicações em pelo menos duas nuvens administrando cerca de 10 ou mais sistemas entre elas. A gestão de um ambiente multicloud exige um balanceamento de carga eficaz entre as nuvens distintas, além da padronização e proteção do tráfego entre elas.</h2>

		</div>
	</div>
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			<p><strong>Marcelo Trivelatto, diretor de vendas da A10 Networks </strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">A realidade atual do “tudo remoto” para ser viabilizada, exigiu um aumento exponencial do tráfego de dados entre usuários finais e empresas, gerando o desafio de como entregar aplicações com segurança e eficiência na velocidade exigida por eles. Para atender essa demanda a infraestrutura foi ampliada para incluir aplicações em nuvens públicas, privadas e híbridas, exigindo a necessidade de melhor gerenciamento do tráfego feito pelos balanceadores de carga (ADC – Application Delivery Controller). Esta tecnologia evoluiu para uma função de negócios que agrega valor como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">O gerenciamento do ambiente cloud também se tornou complexo. Uma empresa em média executa suas aplicações em pelo menos duas nuvens administrando cerca de 10 ou mais sistemas entre elas. A gestão de um ambiente multicloud exige um balanceamento de carga eficaz entre as nuvens distintas, além da padronização e proteção do tráfego entre elas.</p>
<p style="text-align: justify;">Como resposta, entram em ação os balanceadores de carga avançados de camada 4 a camada 7, do modelo OSI, que otimizam a alta disponibilidade, a experiência do usuário e a escalabilidade da entrega das aplicações corporativas.</p>
<p style="text-align: justify;">A camada 7 do modelo OSI ou camada de aplicação, suporta a comunicação dos processos entre as aplicações e os usuários. Como a camada mais alta do modelo OSI é a mais próxima do usuário final, ela fornece funções específicas, de identificação, comunicação e qualificação, determinando a disponibilidade de recursos, garantindo a privacidade, sincronismo e autenticação do usuário, além de conectar a aplicação aos níveis inferiores do modelo OSI.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das principais características da camada 7, é gerência dos serviços de tráfego de rede das aplicações corporativas, com base em protocolos de nível 7, como HTTP e SMTP, incluindo transferências de arquivos, e-mail, navegação na web, chamadas e respostas de API. Importante para as organizações modernas, o balanceamento de carga da camada 7 fornece a inteligência para lidar com protocolos que pegam carona ou solicitações multiplex em uma única conexão para otimizar o tráfego e reduzir a sobrecarga nas nuvens e seus respectivos data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">Interagindo diretamente no código fonte dos sistemas e aplicações, a camada 7 possui total visibilidade dos dados da rede, permitindo uma abordagem inteligente ao balanceamento de carga de nível 7. Um balanceador de carga de camada 7 termina o tráfego de rede, executa a descriptografia TLS/SSL conforme necessário, inspeciona mensagens, toma decisões de roteamento com base em seu conteúdo, inicia uma nova conexão TCP com o servidor upstream apropriado e grava a solicitação no servidor.</p>
<p style="text-align: justify;">A utilização do balanceamento de carga da camada 7 usa visibilidade do tráfego para efetuar o reconhecimento de aplicativos, permitindo a tomada de decisões inteligentes, otimizações e aprimoramento de desempenho, para garantir alta disponibilidade e continuidade de negócios de todos os sistemas corporativos, além da redundância e contingência entre as nuvens.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, o balanceamento de carga da camada 7 pode considerar o conteúdo real de cada mensagem para garantir a melhor experiência dos usuários e dispositivos, ao mesmo tempo em que atende aos requisitos de conformidade e localização dos dados solicitados. Por exemplo, um balanceador de carga de camada 7 pode usar o idioma indicado no cabeçalho de um navegador para redirecionar os visitantes para a versão de conteúdo apropriada ou identificar o pool de servidores de back-end com maior capacidade de processar um determinado tipo deste conteúdo a ser entregue.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, torna-se indispensável a utilização de balanceadores de camada 7 para a operação de ambientes em nuvens híbridas, uma vez que esta solução efetua a publicação de todos os sistemas de forma global entre as nuvens, executando o balanceamento completo de uma aplicação ou sistema, considerando desde a camada 4 a camada 7, proporcionando melhor eficiência, desempenho e resiliência do tráfego, além de criar a comunicação entre as nuvens.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>É preciso reduzir a complexidade na borda da rede com tecnologia óptica XR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 16:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 60]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Backhaul]]></category>
		<category><![CDATA[Banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
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					<description><![CDATA[Os provedores de serviços devem conter os gastos de Capex e Opex e manter a rede o mais simples possível. Esses desafios só podem ser superados por uma grande mudança tecnológica – estendendo a tecnologia coerente até a borda e simplificando a arquitetura geral da infraestrutura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c9a8168694" data-id="697c9a8168694" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>É preciso reduzir a complexidade na borda da rede com tecnologia óptica XR</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2 style="text-align: justify;">Os provedores de serviços devem conter os gastos de Capex e Opex e manter a rede o mais simples possível. Esses desafios só podem ser superados por uma grande mudança tecnológica – estendendo a tecnologia coerente até a borda e simplificando a arquitetura geral da infraestrutura.</h2>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697c9a81687a1" data-id="697c9a81687a1" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h4>Andrés Madero, CTO da Infinera para América Latina e Caribe</h4>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">A criação de conteúdo está gerando uma demanda implacável por largura de banda. De fato, mais de 1 bilhão de gigabytes de novos dados são criados todos os dias, o equivalente a 333 milhões de filmes HD adicionados e mais de 400 mil horas de streaming de vídeo diariamente. Todos esses dados são transmitidos por meio das redes.</p>
<p style="text-align: justify;">As redes 5G também são projetadas para colocar mais pressão na infraestrutura, com uma expectativa de 10 a 100 vezes mais largura de banda por usuário, latência significativamente menor e uma ordem de magnitude de mais dispositivos por quilômetro quadrado. Há também o aumento dos locais de computação na borda e arquiteturas MEC &#8211; Multi-access Edge Computing, que estão acelerando e multiplicando a implementação de data centers em áreas metropolitanas. Isto porque ao processar os dados e serviços o mais próximo possível dos usuários finais, a computação na borda permite que as empresas reduzam a latência, melhorem o desempenho e reduzam os custos de transporte.</p>

		</div>
	</div>
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			<a href="https://cidadaonarede.nic.br" target="_blank"  class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey rollover"   ><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1350" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Anuncio_infranews_cidadao-na-rede-1000x1350-1.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Anuncio_infranews_cidadao-na-rede-1000x1350" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Anuncio_infranews_cidadao-na-rede-1000x1350-1.jpg 1000w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Anuncio_infranews_cidadao-na-rede-1000x1350-1-222x300.jpg 222w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Anuncio_infranews_cidadao-na-rede-1000x1350-1-759x1024.jpg 759w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Anuncio_infranews_cidadao-na-rede-1000x1350-1-768x1037.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/e-preciso-reduzir-a-complexidade-na-borda-da-rede-com-tecnologia-optica-xr/anuncio_infranews_cidadao-na-rede-1000x1350-2/" /></a><figcaption class="vc_figure-caption">PUBLICIDADE</figcaption>
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<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Além disso, empresas de todo o mundo estão migrando seus aplicativos para a nuvem e aproveitando de seus provedores de serviços para reduzir custos, aumentar a produtividade e aprimorar o acesso às tecnologias e aos aplicativos de última geração. Todo esse crescimento está colocando uma pressão considerável sobre as operadoras e as forçando a lidar com níveis de capacidade que dobram a cada dois anos, ao mesmo tempo em que também reduzem custos operacionais e a complexidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Diferentes desafios na borda</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O metro residencial da banda larga 5G xHaul é o segmento de crescimento mais rápido do mercado, enquanto o núcleo da rede/longa distância está crescendo a uma taxa muito mais modesta e criando uma discrepância na economia de escala. As tecnologias de acesso/borda são baseadas em custo muito baixo e alto volume, com capacidade normalmente limitada a 10 Gbps, suas contrapartes de núcleo de rede, porém, são projetadas para alto desempenho, refletido pelo aumento constante da capacidade por comprimento de onda (atualmente 800 Gbps).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas arquiteturas de rede de acesso e agregação são baseadas na conectividade ponto a ponto e à medida que mais dispositivos conectados são adicionados à rede e cada um exige mais capacidade a complexidade dispara. Isso gera inúmeras visitas aos locais de instalação do equipamento e necessidade constante de reestruturação. Simultaneamente, os provedores de serviços devem conter os gastos de Capex e Opex e manter a rede o mais simples possível. Esses desafios só podem ser superados por uma grande mudança tecnológica – estendendo a tecnologia coerente até a borda e simplificando a arquitetura geral da rede.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Resolvendo a incompatibilidade de agregação</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Desde a implementação das redes ópticas, os padrões reais de tráfego na rede e a tecnologia usada para transportar esse tráfego foram desalinhados. Os padrões de tráfego, particularmente em redes metropolitanas, são predominantemente “hub and spoke”, com inúmeros pontos terminais consumindo tráfego que é agregado por alguns pontos centrais. Em contraste, as soluções de conectividade óptica tradicionalmente usam tecnologia ponto a ponto, na qual cada extremidade da conexão deve operar na mesma velocidade. O resultado é uma arquitetura de transporte extremamente ineficiente que requer grande número de transceptores ópticos emparelhados dois a dois, bem como inúmeros dispositivos de agregação intermediários, como roteadores, switches ou muxponders DWDM, para “acelerar” os fluxos de tráfego.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução óptica XR é o próximo grande ponto de inflexão nas tecnologias de transceptores ópticos. Ela usa o processamento de sinal digital para subdividir a transmissão e a recepção de um determinado espectro de comprimento de onda em canais de frequência menor chamados subportadoras digitais. Estes podem ser gerenciados de forma independente e atribuídos a diferentes destinos, permitindo a primeira conectividade direta de transceptor óptico ponto a multiponto escalável do setor de baixa a alta velocidade (figura 1).</p>

		</div>
	</div>
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		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697c9a8169d2a" data-id="697c9a8169d2a" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Um único módulo de hub óptico 400G XR gera subportadoras digitais de 16 x 25 Gbps. Várias subportadoras digitais podem ser combinadas e atribuídas a um destino específico para fornecer a largura de banda necessária. Isto porque a óptica XR suporta configurações ponto a ponto e ponto a multiponto e pode ser implementada em uma ampla gama de equipamentos de rede, incluindo roteadores, switches Ethernet, servidores e muitos outros dispositivos de rede.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Capacidade e inteligência sem complexidade</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A abordagem arquitetônica da óptica XR tem grandes implicações em redes ópticas de acesso, de agregação e redes ópticas metropolitanas, entre outros:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Redução significativa do TCO. A óptica XR possibilita que um ou vários transceptores de baixa velocidade se conectem diretamente a um transceptor de alta velocidade em uma configuração ponto a multiponto, reduzindo o número de transceptores ópticos na rede em aproximadamente 50% e removendo inúmeras plataformas de agregação de tráfego de Camada 1/2 para uma redução significativa no custo total de propriedade (figura 2). Uma análise técnico-econômica realizada na rede da BT, que consistia em 226 redes em ferradura conectando 880 nós intermediários e era representativa de uma ampla gama de redes metropolitanas através de uma geografia nacional, revelou uma economia de TCO de 76% em cinco anos em comparação com uma arquitetura tradicional baseada em ROADMs e transponders ponto a ponto.</li>
</ul>

		</div>
	</div>
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		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697c9a816a784" data-id="697c9a816a784" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li style="text-align: justify;">Arquitetura simplificada. Como muitas tecnologias de rede de acesso, a óptica XR é baseada em uma arquitetura de difusão (broadcast). Aproveitando a tecnologia de subportadora digital Nyquist, um único transceptor de 400 Gbps pode gerar subportadoras de 16&#215;25 Gbps de baixa velocidade que podem ser direcionadas para diferentes destinos. Com isso a tecnologia coerente chega até às redes óticas passivas (PON), suportando redes de fibra única e fibra dupla, bem como fluxos de tráfego simétricos e assimétricos. A óptica XR permite um aumento de ordem de magnitude na capacidade com a capacidade de suportar terabits de capacidade na infraestrutura de fibra única existente com suporte DWDM programável. Isso faz com que a flexibilidade seja aumentada com taxas de transmissão programáveis e/ou potência de canal por subportadora para estender o alcance onde for necessário. Também pode ser implementada perfeitamente na infraestrutura de fibra existente, aproveitando os blocos de construção, como divisores, filtros e amplificadores, viabilizando uma integração suave de tecnologia coerente em redes de detecção direta. Isso leva a um ROI maximizado e a um tempo de comercialização mais rápido para serviços de negócios de próxima geração.</li>
<li style="text-align: justify;">Aumento em ordem de magnitude da capacidade. A tecnologia de acesso atual limita a capacidade de 10G a 40G. Estender a tecnologia coerente do núcleo até a borda / acesso eleva o nível de capacidade para 400G e além. Isso permite uma tecnologia de transporte óptico altamente escalável em toda a rede, ao mesmo tempo em que atende às demandas de capacidade atuais e futuras para uma rede preparada para o futuro.</li>
<li style="text-align: justify;">Alocação de capacidade definida por software. O aumento dos dispositivos conectados e da largura de banda que eles consomem agrava a tensão nas redes, aumentando as intervenções manuais e a necessidade de visitas técnicas aos locais. A óptica XR permite uma alocação dinâmica e rápida da capacidade, atribuindo mais subportadoras digitais, sem planejamento complexo e deslocamento dos demorados de técnicos aos locais. A capacidade pode ser alocada permanentemente ou por um determinado período, e esse processo pode ser realizado de forma manual ou automatizada.</li>
<li style="text-align: justify;">Produtibilidade em alto volume. No mercado de acesso/borda metropolitano orientado por volume, o equipamento de rede deve ser econômico. Embora a tecnologia coerente seja tecnologicamente sofisticada, estendê-la até a borda requer um projeto meticuloso, com pegada compacta, baixo consumo de energia, custo-benefício e capacidade de produtibilidade em alto volume. Isso pode ser alcançado por meio de um alto nível de integração monolítica e projeto inteligente dos principais blocos de construção, como o processador de sinal digital (DSP) e o subconjunto de transmissão/recepção de sinal óptico (TROSA). Os DSPs compactos, potentes e de baixo consumo de energia oferecem esquemas avançados de modulação, suportam subportadoras digitais ponto a ponto e ponto a multiponto, fornecem recursos de transponder virtual e melhoram o gerenciamento. A integração vertical monolítica pode oferecer um TROSA altamente integrado com alto desempenho óptico, maior confiabilidade e capacidade de produtibilidade em alto volume.</li>
<li style="text-align: justify;">Soluções baseadas em padrões. Para que uma tecnologia seja difundida no mercado, ela deve ser baseada em padrões. O &#8220;<a href="https://www.openxrforum.org/" target="_blank" rel="noopener">Open XR Forum</a>” promove a colaboração entre os seus membros – 25 e contando, desde operadores de rede, fabricantes de equipamentos de rede e fornecedores de componentes/subsistemas – para acelerar a adoção de plugáveis inteligentes e coerentes e para conduzir a padronização das interfaces de rede a fim de garantir a interoperabilidade de vários fornecedores e um ecossistema de soluções aberto e de múltiplas fontes.</li>
<li style="text-align: justify;">Gerenciamento flexível.Os plugáveis coerentes de hoje são gerenciados usando um modelo de informação padronizado baseado em registros, que o dispositivo host e o módulo plugável devem suportar para alcançar a interoperabilidade. Essa abordagem tem desvantagens quando se trata de recursos de rede mais avançados e, além disso, vincula o gerenciamento aos ciclos de implantação do dispositivo host. À medida que os plugáveis coerentes absorvem mais funcionalidades e expandem sua gama de possíveis dispositivos host para além dos dispositivos IP, seu gerenciamento se torna complexo. O “Open XR Forum” emitiu especificações que introduzem um paradigma de gerenciamento duplo que permite o gerenciamento desagregado de rede de plugáveis coerentes inteligentes do Open XR. Essa arquitetura preserva o atual caminho de gerenciamento baseado em registros para aplicativos e recursos suportados nas MSAs existentes e futuras, enquanto introduz um paradigma de &#8220;gerenciamento duplo&#8221; de IP/Ethernet. Isto acelera a implantação de recursos inovadores e a rápida introdução de aplicativos avançados com funcionalidade de transporte virtualizada, sem o atraso do codesenvolvimento e implantação em cada dispositivo de hospedagem na rede. Embora concebido como um método para introduzir rapidamente aplicações ópticas coerentes ponto-multiponto, ele também apresenta recursos avançados de transporte e gerenciamento remoto para aplicativos ponto a ponto. Recursos inteligentes no nível do sistema, como telemetria de streaming, alocação dinâmica de capacidade e interoperabilidade intergeracional, também são os principais recursos ópticos XR.</li>
<li style="text-align: justify;">Arquitetura de rede multigeracional. As tecnologias de rede precisam ser dimensionadas para velocidades mais altas de forma contínua e rápida, com o mínimo de interrupção das operações diárias. A capacidade da óptica XR para transceptores de baixa velocidade comunicarem direta e simultaneamente com um transceptor de hub de alta velocidade simplifica a expansão da capacidade da rede, ao desacoplar as atualizações de nós em toda a rede, permitindo que certos vãos/links ou nós sejam atualizados para uma maior capacidade enquanto o restante da rede permanece inalterado. Isso alinha o Capex com as demandas reais de capacidade.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Resumindo, a demanda de capacidade está cada vez maior e a necessidade de maior flexibilidade impulsionada por aplicativos em nuvem são as forças motrizes por trás da extensão da tecnologia óptica coerente até a borda da rede. Isto não deve vir com a complexidade como um compromisso. A óptica XR fornece uma arquitetura transformadora para estender a tecnologia óptica coerente e seus benefícios do núcleo até a borda, permitindo que as operadoras de rede resolvam os desafios atuais de forma eficiente e econômica, ao mesmo tempo em que garante uma arquitetura simples e à prova de futuro.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697c9a816ab83" data-id="697c9a816ab83" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Data Fabric, uma visão unificada de toda arquitetura de dados. Quanto vale esse diferencial?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/data-fabric-uma-visao-unificada-de-toda-arquitetura-de-dados-quanto-vale-esse-diferencial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=data-fabric-uma-visao-unificada-de-toda-arquitetura-de-dados-quanto-vale-esse-diferencial</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 16:41:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 60]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Data fabric]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Multicloud]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
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					<description><![CDATA[O Data Fabric é uma central única de informações de dados, que simplifica e agiliza seu uso em ações e estratégicas de negócios. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c9a816bbcf" data-id="697c9a816bbcf" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Data Fabric, uma visão unificada de toda arquitetura de dados. Quanto vale esse diferencial?</h1>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">O Data Fabric, literalmente traduzido como malha de dados, é uma central única de informações de dados, que simplifica e agiliza seu uso em ações e estratégicas de negócios. Ou mesmo como um facilitador para plataforma de insights, que proporciona uma experiência totalmente gerenciada em nuvem híbrida para explorar, preparar, gerenciar, governar e fornecer dados em escala para diversas áreas de negócio.</h2>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697c9a816bcde" data-id="697c9a816bcde" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>André Muraki, gerente sênior de data analytics da Logicalis</strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-697c9a816be11" data-id="697c9a816be11" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Que os dados valem ouro, não é nenhuma novidade. Mas a forma como são visualizados e tratados para se transformarem em insights, inovação, produtos e serviços diferenciados, é que indicará o caminho mais curto ou mais longo para atingir, e até surpreender, os objetivos do negócio.</p>
<p>Não é uma tarefa simples, mas a tecnologia pode simplificá-la e ajudar a organizar, gerenciar e otimizar processos de obtenção e tratamento de dados em meio ao turbilhão do universo corporativo.</p>
<p>Isso porque, em geral, à medida que as empresas buscam explorar seus dados para impulsionar a transformação digital, acabam se deparando com uma dispersão de dados em diferentes repositórios, como silos departamentais e nuvem. Resultado? Desperdício de informações valiosas.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697c9a816c169" data-id="697c9a816c169" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">Nenhum valor significativo pode ser obtido sem integração e orquestração. É uma bola de neve que se agiganta nas empresas diante de conexões e fornecimento de dados de fontes híbridas, multicloud e de vários parceiros. Ter uma visão única dos dados, com informações das políticas agregadas ao negócio, é essencial nesse cenário. E esse diferencial tem nome: Data Fabric.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu resumiria o Data Fabric, literalmente traduzido como malha de dados, como uma central única de informações de dados, que simplifica e agiliza seu uso em ações e estratégicas de negócios. Ou mesmo como um facilitador para plataforma de insights, que proporciona uma experiência totalmente gerenciada em nuvem híbrida para explorar, preparar, gerenciar, governar e fornecer dados em escala para diversas áreas de negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">São inúmeros os benefícios que a centralização proporciona. Entre eles, gestão facilitada e eficiente, não depende de programas, arquiteturas e metadados (dicionário de dados), também reduz a complexidade, facilita o gerenciamento de ambientes cloud e multicloud, além de otimizar processos por meio de IA &#8211; inteligência artificial.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Gartner, o Data Fabric consegue orquestrar fontes de dados díspares, de maneira inteligente e segura, acelerando e tirando maior proveito de plataformas de dados como data lakes, data warehouses, NoSQL, translíticos e outros para fornecer uma visão unificada, confiável e abrangente de dados de clientes e negócios em toda a empresa para dar suporte a insights e aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, os usuários contam com um único ponto de acesso para localizar, entender, moldar e utilizar dados em toda a organização. Todos podem acessar a plataforma dentro da organização, o que significa um ganho importante na cultura de dados corporativa: a democratização do consumo de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">A automação permite o acesso rápido aos dados que estão distribuídos por variados silos de informações, em diversas áreas de negócios. O próprio sistema se encarrega de buscar onde estão armazenados e quem autoriza o acesso. Essa funcionalidade simplifica sobremaneira o processo e habilita o consumo de autoatendimento de dados confiáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Ponte para inovação e competitividade</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais ágil for o acesso aos dados, mais oportunidades de gerar insights para inovar. E quanto mais inovador for o negócio, mais competitivo será. O Data Fabric incorpora a governança automatizada na plataforma de dados e, como é habilitada por metadados ativos, garante a aplicação automática de políticas para todos os acessos a informações, de maneira ágil e segura.</p>
<p style="text-align: justify;">Implementar o conceito de Data Fabric requer muita experiência, avaliação e foco. Por essa razão, muitas empresas aceleram esse processo por meio de parceiros que atuam em variados mercados, implementando a abordagem desta plataforma de maneira customizada.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Gartner, até 2024, as organizações que utilizam metadados ativos para enriquecer e fornecer uma malha de dados dinâmica reduzirão o tempo de entrega de dados integrados em 50% e melhorarão a produtividade das equipes de dados em 20%. Diferenciais valiosos em mercados competitivos.</p>
<p style="text-align: justify;">E aí, quanto vale esse diferencial?</p>

		</div>
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