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	<title>Edição 61 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Edição 61 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>O 5G e a democratização tecnológica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 18:03:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 61]]></category>
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					<description><![CDATA[O 5G vai acelerar demandas por aplicações inovadoras e mais sustentáveis em diferentes setores, como indústria, agronegócio, entretenimento, entre outras, exigindo que as empresas ofereçam serviços mais avançados e tecnológicos rodando em uma infraestrutura descentralizada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb16009ce5" data-id="697cb16009ce5" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O 5G e a democratização tecnológica</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O 5G vai acelerar demandas por aplicações inovadoras e mais sustentáveis em diferentes setores, como indústria, agronegócio, entretenimento, entre outras, exigindo que as empresas ofereçam serviços mais avançados e tecnológicos rodando em uma infraestrutura descentralizada, que favorece a transmissão de dados em alta velocidade.</h2>

		</div>
	</div>
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			<p><strong>Marcelo Rezende, COO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">O 5G já é uma realidade nas capitais brasileiras e vai avançar mais rápido do que o planejado. As cidades com mais de 500 mil habitantes receberam o aval da Anatel para iniciarem a implementação da tecnologia a partir de janeiro deste ano, seguindo o que foi determinado no edital de leilão do 5G. A novidade é que a autarquia federal anunciou em fevereiro último que antecipará a liberação da quinta geração de redes móveis em mais de mil municípios em todo o Brasil com 200 mil habitantes ou mais, dentro dos “clusters” das capitais e das maiores cidades já habilitadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em menos de uma década, aplicações que incluem streaming de vídeo de alta qualidade, realidade virtual e aumentada (RV e RA), IoT &#8211; Internet das coisas e IA &#8211; inteligência artificial serão comuns, graças à implantação de uma conectividade com maior largura de banda e menor latência. O 5G é a porta de entrada para experiências mais imersivas, como o metaverso, onde, segundo o Gartner, 25% da população mundial vai passar pelo menos uma hora por dia até 2025, e outras vivências digitais realísticas, interativas e sensoriais, transformando a experiência do usuário. Basta olhar para o sucesso do ChatGPT, por exemplo, que mal foi lançado e já mostra o potencial da democratização da IA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Descentralização dos dados</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A computação distribuída em data centers menores e mais próximos dos dispositivos é uma arquitetura de dados descentralizada, projetada para reduzir a latência e melhorar o desempenho das aplicações 5G, ampliando a capacidade de processamento e armazenamento de informações em tempo real.</p>
<p style="text-align: justify;">Os datacenters de borda 5G geralmente estão localizados em locais geográficos estratégicos, como torres de telefonia celular, edifícios de escritórios e fábricas, e podem ser implantados em uma arquitetura de malha para garantir a redundância e a alta disponibilidade. Eles são capazes de processar e armazenar grandes quantidades de dados em tempo real, o que permite que as aplicações 5G sejam executadas com maior eficiência e rapidez.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a democratização do 5G em todo o mundo, a expectativa é que os data centers de borda se tornem uma parte fundamental do ecossistema de rede 5G, oferecendo suporte a uma ampla gama de aplicações baseadas em tecnologias como big data, cloud computing, inteligência artificial e machine learning, estruturadas no modelo de edge computing.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Desenvolvimento de negócios</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No campo das oportunidades, o 5G vai acelerar demandas por aplicações inovadoras e mais sustentáveis em diferentes setores, como indústria, agronegócio, entretenimento, entre outras, exigindo que as empresas ofereçam serviços mais avançados e tecnológicos rodando em uma infraestrutura descentralizada, que favorece a transmissão de dados em alta velocidade. Nesse cenário, um dos segmentos que tendem a avançar na esteira do 5G é a Internet das Coisas, com automação de infinitos objetos que vão de sensores e câmeras a dispositivos de suporte à vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a rede 5G entregando conectividade de alta velocidade e baixa latência, e o IoT fornecendo uma rede de dispositivos interconectados, as possibilidades são infinitas. Juntos, o 5G e a IoT podem abrir um mundo de probabilidades para aplicações avançadas, que incluem de soluções de automação residencial ao transporte autônomo e às cidades inteligentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Cidades inteligentes e automação dos serviços públicos</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Entendemos como cidades inteligentes aquelas que reúnem conectividade e automação para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos de forma mais eficiente e sustentável. Com apoio de ferramentas analíticas e inteligência artificial, dados e informações coletados a partir de usuários e dispositivos conectados permitem que os gestores municipais tomem decisões mais eficientes. Nas smart cities, os cidadãos são mais bem informados sobre o que está acontecendo no município e participam ativamente da vida pública. No Brasil, há em torno de 30 cidades inteligentes, de acordo com ranking geral do Connected Smart Cities e a tendência é crescente com a expansão do 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas cidades inteligentes, dispositivos IoT compõem uma rede de comunicação que passa pela conectividade 5G, transmitindo em tempo real dados que são aplicados na otimização dos serviços essenciais, entregando inteligência ao transporte, à gestão energética, com energia produzida a partir de fontes limpas como geração solar e eólica, gerenciamento de resíduos, segurança pública, educação (onde recursos de aprendizagem online ajudam a tornar a educação mais acessível ) e saúde (tecnologias como wearables e dispositivos de monitoramento remoto, por exemplo, que otimizam a qualidade do atendimento e suporte à vida).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Modernização da infraestrutura</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Atender toda essa demanda por velocidade e estabilidade de internet será um desafio constante, que depende de modernização da infraestrutura atual e ampliação da cobertura de rede, multiplicando as torres (estações rádio base) e implantando novos e numerosos data centers descentralizados, também conhecidos por Edge Datacenters</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje a fibra óptica é tecnologia preferencial para as redes 5G porque oferece a capacidade de transferir dados a velocidades extremamente altas com maior largura de banda do que as conexões de cobre tradicionais, permitindo que mais dispositivos sejam conectados à rede 5G simultaneamente, sem perder a qualidade do sinal. Além disso, a fibra óptica é menos suscetível a interferências eletromagnéticas do que os cabos de metal, proporcionando um sinal mais estável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Cibersegurança</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Não podemos esquecer que o 5G é uma tecnologia crítica e, portanto, a segurança da rede é um aspecto crucial. A segurança deve ser incorporada em todos os aspectos da infraestrutura para proteger a privacidade dos usuários e prevenir ataques cibernéticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mitigar esses riscos, as empresas que desenvolvem e implantam redes 5G devem adotar medidas robustas de segurança cibernética desde a infraestrutura da rede até os dispositivos que se conectam a ela. Isso inclui a implementação de protocolos de autenticação, criptografia de dados, firewall e sistemas de detecção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Investimentos</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Outro desafio para a plenitude do 5G, especialmente no Brasil, é o custo dos equipamentos, o que dificulta, e muito, a viabilização de projetos de infraestrutura. Nesse sentido, os modelos de negócio “as a service” (que comercializa soluções como serviço e não como produto) tendem a ajudar provedores e operadores de 5G a otimizarem investimentos e focalizarem esforços na oferta de produtos inovadores e competitivos.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Quatro dicas para obter as melhores vantagens na calibração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 17:47:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 61]]></category>
		<category><![CDATA[Calibração]]></category>
		<category><![CDATA[Interferência eletromagnética]]></category>
		<category><![CDATA[Medição]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas empresas não compreendem sobre a importância de manter seus instrumentos de medição calibrados regularmente. Esta atividade ainda é considerada por muitos como um gasto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb1600b3ac" data-id="697cb1600b3ac" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Quatro dicas para obter as melhores vantagens na calibração</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Muitas empresas não compreendem sobre a importância de manter seus instrumentos de medição calibrados regularmente. Esta atividade ainda é considerada por muitos como um gasto, e que deve ser realizada apenas para atender às normas de acreditação ou certificação. Neste artigo, quatro dicas serão abordadas para que se possa explorar os principais ganhos ao manter as medidas calibradas.</h2>

		</div>
	</div>
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			<p><strong>Fabrício Gonçalves Torres, pesquisador do IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo</strong></p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">Um grande desafio para as empresas é garantir que suas atividades fins estejam sendo executadas com máxima eficiência. No mundo em que vivemos, em que os recursos são escassos (materiais ou não), não há vantagem a médio e longo prazo para qualquer parte da sociedade, uma empresa atuar fora da fronteira de possibilidade de produção (FPP), ou seja, em uma zona de ineficiência.</p>
<p style="text-align: justify;">O meio de se garantir que os processos estejam sendo executados adequadamente passa, inevitavelmente, por medidas com exatidão suficiente para a melhor tomada de decisão e controle das etapas do processo. Sendo assim, não é exagero declarar que as medições afetam direta ou indiretamente qualquer atividade disponibilizada para uma sociedade, seja ela por meio de produtos ou serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, observa-se que ainda é necessário expandir o conhecimento, dentro das empresas, sobre a importância dos instrumentos de medição e dos cuidados necessários para se obter boas medidas e, inclusive, sobre a real importância da calibração, que deve ser considerada com maior seriedade, muito além do que um serviço burocrático exigido por regulamentações ou para se obter uma acreditação ou certificação.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda hoje, não é raro identificar resultados presentes em um certificado de calibração sendo negligenciados e engavetados para serem usados, apenas, no ato de uma auditoria técnica.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mudar este cenário, quatro dicas práticas sobre o processo de calibração são apresentadas a seguir. Elas são provenientes das dúvidas mais corriqueiras de colaboradores das empresas de diversos segmentos de mercado, que buscaram o Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT, ao longo de muitas décadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 &#8211; Foque nas medidas, e não no instrumento de medição</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma corporação deve ter clareza sobre os seus produtos ou serviços disponibilizados para o mercado. O processo deve ser compreendido com a profundidade necessária para identificar quais etapas influenciam significativamente na qualidade do produto ou serviço ofertado. A partir dessa compreensão, é que se busca responder quais medidas devem ser realizadas nessas etapas do processo e, consequentemente, quais medidas devem ou não ser calibradas. Perceba que são as medidas que são calibradas, e não os instrumentos de medição, embora seja comum dizer que “tal instrumento” esteja calibrado.</p>
<p style="text-align: justify;">O entendimento adequado das etapas do processo faz com que o foco esteja nas medidas e no grau de exatidão necessário para essas medidas, e não no instrumento de medição.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa etapa do processo, em que uma tal medida seja crucial, um alto erro desta medida pode acarretar sérias consequências para a empresa: recall, processos judiciais, prejuízo de imagem, perdas financeiras, entre outras. E, portanto, a calibração possui um papel fundamental na identificação destes erros.</p>
<p style="text-align: justify;">O inverso também é verdadeiro, ou seja, nem tudo precisa ser calibrado, e nem todas as funções presentes em um instrumento de medição precisam ser calibradas, principalmente, quando o instrumento é multifunção, e executa medidas de diversas grandezas que, às vezes, não é importante para o processo produtivo da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 &#8211; Não confie cegamente nos datasheets de fabricantes, muito menos no discurso “é novo, não precisa calibrar”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Após definir cautelosamente as medidas necessárias para garantir a qualidade do processo produtivo de sua empresa, o próximo passo é definir qual instrumento de medição deve ser adquirido e, para auxiliar nessa decisão, os fabricantes, usualmente, disponibilizam os datasheets desses instrumentos, ou seja, um resumo com todas as informações mais importantes, tais como: características técnicas, exatidão, desempenho técnico etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, os fabricantes de instrumentos de medição apresentam em seus datasheets informações suficientes sobre o produto, mas isso não é regra e, em muitos casos, há uma série de omissões sobre como algumas especificações técnicas são atingidas. Às vezes, os fabricantes se baseiam em testes realizados em partes do produto, ou em informações teóricas, que não refletem igualmente quando o instrumento é considerado uma caixa preta.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto relevante a ser considerado é que, mesmo que o instrumento de medição seja novo para o usuário, não há garantias de como este instrumento foi testado pela fábrica, como ele ficou acondicionado até a venda, e como foi realizado o transporte até a chegada do instrumento nas mãos do usuário. Há muitos riscos envolvidos que devem ser considerados antes de se colocar um instrumento de medição novo em utilização.</p>
<p style="text-align: justify;">A calibração adequada antes do uso é a melhor estratégia para mitigar os riscos levantados, independentemente se o instrumento é novo ou não.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 &#8211; Analise os resultados de calibração para a melhor tomada de decisão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Após a calibração, é gerado um relatório, usualmente, chamado de Certificado de Calibração. Neste Certificado, consta, principalmente, os resultados da calibração, que devem ser analisados pelo responsável pelo instrumento de medição, e não pelo Laboratório de Calibração, pois, é o responsável que, em tese, tem o conhecimento detalhado do uso e do impacto das medidas no processo produtivo de sua empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, a análise pode não ser tão simples, principalmente, para usuários que não têm familiaridade com termos metrológicos, estatística e instrumentação. Por conta disso, é comum encontrar no mercado diversos cursos sobre Análise dos Certificados de Calibração, que podem contribuir na qualificação de pessoal para esta tarefa. Muitos Laboratórios de Calibração podem também auxiliar o cliente nesta análise.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma resumida, a análise dos resultados de calibração consiste em responder a seguinte pergunta: As medidas deste instrumento de medição estão adequadas para a finalidade do seu uso?</p>
<p style="text-align: justify;">Para responder a esta pergunta, os itens a seguir devem ser considerados:</p>
<p>• Qual o critério de aceitação, ou regra de decisão, para avaliar se a medida calibrada está adequada (norma técnica, especificação do fabricante etc.)?</p>
<p>• A composição do erro com a incerteza de medição está de acordo com o critério de aceitação (figura 1)?</p>
<p>• Se não estiver de acordo, qual a melhor decisão a ser tomada (corrigir o erro, efetuar ajuste ou reparo no instrumento de medição, segregar o instrumento, aumentar o critério de aceitação)?</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb1600ba8f" data-id="697cb1600ba8f" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="563" height="444" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Figura_1.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Figura_1" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Figura_1.jpeg 563w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Figura_1-300x237.jpeg 300w" sizes="(max-width: 563px) 100vw, 563px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/quatro-dicas-para-obter-as-melhores-vantagens-na-calibracao/figura_1/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 1. Análise de faixa calibrada, a partir da regra de decisão estipulada. Os resultados de calibração são considerados satisfatórios se estiverem entre as linhas pontilhadas vermelhas. Fonte: ProCal IPT (procal.ipt.br)</figcaption>
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	</div>
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			<p style="text-align: justify;"><strong>4 &#8211; Analise o histórico de calibrações para refinar a tomada de decisão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Inevitavelmente, as características de um instrumento de medição se alteram com o tempo, e suas medidas deixam de ser exatas da mesma forma que haviam sido na sua primeira calibração. Além do desgaste natural, a influência das condições ambientais em que o instrumento é acondicionado, forma e nível de uso, transporte, e muitas outras variáveis, podem fazer com que as medidas realizadas alterem com o tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por meio de calibrações periódicas, é possível estudar o comportamento do instrumento de medição ao longo do tempo (figura 2), e, a partir dessa análise, pode-se efetuar melhores correções baseadas na curva de deriva, estimar a vida útil do instrumento e/ou adequar a periodicidade de calibração de acordo com a análise.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas ferramentas metrológicas, tal como o <a href="https://procal.ipt.br" target="_blank" rel="noopener">ProCal</a>, desenvolvido por pesquisadores do IPT, auxiliam os usuários de instrumentos de medição na análise dos resultados de calibração, incluindo o histórico de calibrações ao longo do tempo. Esta ferramenta é disponibilizada gratuitamente a todos os clientes que enviam seus instrumentos de medição para calibração de suas medidas no Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><em><strong>Fabrício Gonçalves Torres</strong> é físico, mestre em Processos Industriais e responsável pela área de Alta Frequência e Telecomunicações do Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT. Possui mais de 17 anos de experiência em metrologia e realiza auditorias, consultorias e treinamentos na área de qualidade, metrologia e instrumentação. <a href="mailto:fabrigt@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">fabrigt@ipt.br; </a><a href="https://www.linkedin.com/in/fabr%C3%ADcio-t-5512a877" target="_blank" rel="noopener">https://www.linkedin.com/in/fabr%C3%ADcio-t-5512a877</a>.</em></p>

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		<title>Blockchain na telecom dependerá do armazenamento</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/blockchain-na-telecom-dependera-do-armazenamento/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=blockchain-na-telecom-dependera-do-armazenamento</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 17:29:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 61]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[O blockchain cria imensas quantidades de dados imutáveis, e a forma como esses dados são armazenados é o que pode determinar o sucesso ou fracasso das aplicações baseadas na tecnologia. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb1600da5f" data-id="697cb1600da5f" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Blockchain na telecom dependerá do armazenamento</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">As tecnologias emergentes levantam uma questão importante para as empresas que estão à beira de mudanças: o que essa inovação significará para a infraestrutura de TI que possuímos hoje? Temos a base para sustentá-la? Em telecomunicações o blockchain provavelmente será um desses cenários, já que se estima que o <a href="https://www.factmr.com/report/blockchain-in-telecom-market" target="_blank" rel="noopener">mercado global de blockchain no setor arrecade US$ 80 bilhões até 2033, com crescimento de 74,8% de 2023 a 2033</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, as empresas que utilizam blockchain certamente enfrentarão novos desafios em um cenário já complexo: o gerenciamento de dados. Isso porque essa tecnologia cria imensas quantidades de dados imutáveis, e a forma como esses dados são armazenados é o que pode determinar o sucesso ou fracasso das aplicações baseados em blockchain.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Noções básicas: Dados dentro e fora da cadeia</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Blockchains são registros digitais permanentes e não editáveis de informações, ou “livros-razão imutáveis”. Esses livros contábeis são distribuídos em uma coleção de nós descentralizados alimentados por computadores em todo o mundo, em vez de um local centralizado, como o servidor de um banco. E como os registros existem em múltiplos lugares, eles não pertencem a apenas uma entidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em teoria, ninguém pode excluir ou alterar registros depois que eles estiverem na cadeia. E quando os dados não podem ser excluídos, eles se acumulam.</p>
<p style="text-align: justify;">Blockchains, por design, não são criados para armazenar grandes quantidades de dados. Isso significa que quando uma transação é registrada em um blockchain, digamos, um registro de compra, esse evento é registrado nos nós. Isso é chamado de dados “na cadeia” (on-chain). Quaisquer outros dados relacionados a essa transação, como uma imagem de compra ou uma transação, são armazenados em outro lugar. Isso é chamado de dados “fora da cadeia” (off-chain).</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Como os dados podem fluir por meio de blockchain?</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine que um blockchain esteja registrando uma remessa. Quando passa pela alfândega, é registrado com os metadados relacionados ao seu conteúdo, data, destino etc. Então, no contêiner durante o trânsito, os sensores IoT registram a temperatura e a umidade, fornecendo comprovação permanente no caso de haver um problema de qualidade no recebimento. O lado bom disso é que parte alguma “possui” os dados, então nenhum registro pode ser falsificado ou contestado. Os atrasos são imediatamente rastreáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados associados à remessa são registrados na rede, mas armazenados em um banco de dados fora da rede. Mas, como os dois estão conectados?</p>
<p style="text-align: justify;">Blockchains por si só fazem grandes contratos inteligentes. Alguns podem até realizar alguns cálculos simples, mas geralmente carecem de eficiência e recursos avançados. Não podem acessar dados fora da cadeia por conta própria, por exemplo. Sem uma maneira de “conectá-los” a dados e aplicações do mundo real, é difícil aproveitar os benefícios do blockchain. Conectar blockchain a um único servidor, API ou banco de dados torna o processo questionável porque você está reintroduzindo a centralização.</p>
<p style="text-align: justify;">Se blockchains são, por design, descentralizados, anônimos e seguros, a forma como os dados são armazenados e recuperados fora da cadeia torna-se um problema único, para o qual alguns protocolos são projetados especificamente para resolver.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Soluções de armazenamento de dados blockchain</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Existem algumas soluções alternativas para o enigma do armazenamento de dados blockchain. A primeira é a rede em nuvem. Às vezes, um hash criptografado pode direcionar os usuários para o armazenamento fora da cadeia, onde os dados são registrados. A conexão entre os dois acontece por meio de uma rede em nuvem. Esta é uma tecnologia descentralizada de terceiros que conecta o livro caixa do blockchain ao mundo real e ao armazenamento de dados. Estes fornecem o tecido conjuntivo, enquanto permanecem descentralizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não é qualquer tipo de armazenamento que permite isso, principalmente à medida que as aplicações de blockchain aumentam. Para manter a promessa de velocidade e eficiência do blockchain, o armazenamento deve ser rápido, incrivelmente escalonável e capaz de consolidar diversos tipos de dados. Os pipelines de dados podem enfrentar o desafio de permitir que blockchains consultem dados relacionais. Os pipelines vinculam e agregam dados entre fontes de dados em um ambiente descentralizado, fornecendo a paralelização necessária para tornar os dados rápidos e ágeis.</p>
<h2></h2>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><br />
Blockchain pode substituir o banco de dados?</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Sim e não. Ambos lidam com o armazenamento de dados, mas o fazem de maneira diferente. E onde o blockchain se destaca em imutabilidade, carece em eficiência. Muitos blockchains não podem existir sem redes e protocolos que os conectam ao armazenamento de banco de dados. Você pode pensar em um blockchain como um banco de dados de última geração, pois armazena dados, mas com algumas diferenças importantes:</p>
<p style="text-align: justify;">Blockchains são distribuídos, não centralizados. Normalmente, um banco de dados existe em um único local, com um único administrador controlando o que é gravado nele. Um blockchain existe em muitos nós, cada um pertencente a um usuário diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">Blockchains são imutáveis. Depois que algo é armazenado no blockchain, ele não pode ser excluído ou alterado. É um sistema de registro que só pode ser adicionado, não editado ou excluído. Bancos de dados transacionais tradicionais são projetados para serem atualizados. Imediatamente, isso torna os blockchains ideais para alguns casos, mas não para todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Blockchains possuem muitos administradores, não apenas um. Isso elimina a necessidade de confiar em qualquer administrador ou pessoa no blockchain. O próprio blockchain é a prova de eficácia e defesa contra fraude ou desconfiança.</p>
<p style="text-align: justify;">Blockchains não são eficientes para armazenar arquivos grandes. O armazenamento de dados “na cadeia” pode ser muito caro. Esta não é uma rota muito escalonável ou eficiente para mais do que dados principais do livro-razão e hashes relacionados. Os custos podem aumentar por terabyte na cadeia por transação, com taxas cada vez que alguém ler esses dados. A maioria dos SLAs não pode esperar minutos por megabyte, tornando o blockchain quase dependente de algum tipo de armazenamento fora da cadeia.</p>
<p style="text-align: justify;">Blockchain é uma boa opção quando é preciso um sistema de registro envolto em total segurança, validade e rastreabilidade. Mas para armazenamento de arquivos maiores e mais metadados associados, os bancos de dados ainda serão críticos.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>O primeiro passo para o sucesso é o storage</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O blockchain ainda está amadurecendo – boa notícia para as empresas, mas desafiador quando se pensa em storage. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/dados-nao-estruturados-voce-sabe-lidar-com-esse-tesouro-em-ascensao/">Dados não estruturados</a> fora da cadeia vão se acumular exponencialmente, e melhores plataformas de armazenamento de dados devem ser incorporadas a essas novas estratégias. Também será essencial se adequar às práticas modificadas de gerenciamento de dados, permissões de acesso, modelos de dados e de storage, para que não canibalizem o armazenamento de aplicações existentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que as aplicações blockchain atendam aos SLAs, o armazenamento de dados fora da cadeia precisa ser poderoso, elástico e escalonável. Nesse caso, o <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/uffo-conheca-as-cinco-tendencias-que-impulsionam-a-adocao-do-armazenamento-mais-moderno-e-rapido-2/">armazenamento rápido unificado de arquivos e objetos (UFFO)</a> tem um papel importante para o gerenciamento de dados em um sistema distribuído. As melhores apostas das empresas ao entrarem neste novo território é aproveitar e conectar-se a tecnologias existentes e comprovadas. Afinal, para que o blockchain seja disruptivo no mundo real, é preciso primeiro resolver as complexidades com o armazenamento dos dados.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Blockchain no setor de telecom</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/blockchain-no-setor-de-telecom/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=blockchain-no-setor-de-telecom</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 17:16:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 61]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque DDoS]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Ransomware]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
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					<description><![CDATA[A principal fonte de receita de muitas companhias de telecom mudou de chamadas para dados, exigindo um novo modelo de negócios. Com cada empresa se tornando uma organização de dados, há grandes perspectivas para o uso do blockchain.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>Blockchain no setor de telecom</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">O blockchain pode ser um forte aliado para as empresas de telecom resolverem deficiências de segurança, validade e rastreabilidade de suas redes e sistemas de registros.  O amadurecimento do mercado mostra uma tendência natural para a adoção do blockchain. Além disso, a principal fonte de receita de muitas companhias de telecom mudou de chamadas para dados, exigindo um novo modelo de negócios. Com cada empresa se tornando uma organização de dados, há grandes perspectivas para o uso da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Fact.MR, empresa de pesquisa e consultoria, <a href="https://www.factmr.com/report/blockchain-in-telecom-market" target="_blank" rel="noopener">o mercado global de blockchain no segmento de telecomunicações deve alcançar a marca de US$ 80 bilhões até 2033</a>, com uma CAGR – taxa de crescimento anual composta de 74,8% de 2023 a 2033.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é preciso estar atento aos desafios. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/blockchain-na-telecom-dependera-do-armazenamento/">Num artigo publicado nesta edição</a>, Paulo Godoy, country manager da Pure Storage, alerta para algumas questões que precisam ser consideradas para o seu uso bem-sucedido, como o gerenciamento de dados. Ele explica que “a tecnologia cria imensas quantidades de dados imutáveis, e a forma como esses dados são armazenados é o que pode determinar o sucesso ou fracasso das aplicações baseados em blockchain”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, a tecnologia depende de sistemas de armazenamento de dados rápidos, escalonáveis e capazes de consolidar diversos tipos de dados. “Esta é uma tecnologia descentralizada de terceiros que conecta o livro caixa do blockchain ao mundo real e ao armazenamento de dados. Estes fornecem o tecido conjuntivo, enquanto permanecem descentralizados. Mas não é qualquer tipo de armazenamento que permite isso, principalmente à medida que as aplicações de blockchain aumentam.”</p>
<p style="text-align: justify;">Outros temas desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/metaverso-o-valor-do-proposito-no-posicionamento-de-empresas-e-marcas/">metaverso</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cloud-x-on-premise-sera-que-e-preciso-partir-para-um-unico-caminho/">cloud x on-premise</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cinco-coisas-que-ainda-nao-contaram-sobre-o-chat-gpt/">Chat GPT</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/quatro-dicas-para-obter-as-melhores-vantagens-na-calibracao/">calibração de instrumentos de medição</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-5g-e-a-democratizacao-tecnologica/">5G</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/clt-ou-pj-qual-e-a-melhor-opcao/">carreira</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CLT ou PJ: Qual é a melhor opção?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/clt-ou-pj-qual-e-a-melhor-opcao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=clt-ou-pj-qual-e-a-melhor-opcao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 17:11:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 61]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[A ideia deste artigo é tratar sobre as duas formas de contrato de trabalho e, principalmente, alertar para consequências que serão observadas muitos anos à frente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb16010335" data-id="697cb16010335" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>CLT ou PJ: Qual é a melhor opção?</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Edgar Amorim, facilitador DiSC e coach executivo, da Amorizar Pessoas</strong></span></h4>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">Cada país tem a sua cultura e legislação trabalhista, que são influenciadas por muitos fatores – e alguns até com interesses antagônicos. Em muitos países, o horário “comercial” de trabalho vigente é das 8h às 17h, o recebimento do salário é semanal e não existe uma legislação engessada e centralizada. Aqui no Brasil temos a CLT – Consolidação das Leis do trabalho, que procura trazer benefícios para o trabalhador e impedir abusos de empregadores. No entanto, em algumas situações ela traz dificuldade para o empregador oferecer algum benefício extra. Esse é um tema muito complexo, que envolve sociologia, economia, interesses aparentemente antagônicos e tanto mais e não é sobre isso que vou escrever. A ideia deste artigo é tratar sobre as duas formas de contrato de trabalho e principalmente alertar para consequências que serão observadas muitos anos à frente, na época de aposentadoria.</p>
<p style="text-align: justify;">A contratação CLT prevê uma série de benefícios que são percebidos de imediato e outros muitas vezes não. Por isso, ao optar por trabalhar com contrato de empresa (Pessoa Jurídica) própria, a contratação PJ, é importante estar atento a investimentos no presente, que terão seus benefícios num futuro distante &#8211; no momento da aposentadoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Vez ou outra eu converso sobre esse tema com amigos para apontar uma questão importante: o valor da contribuição ao INSS &#8211; Instituto Nacional do Seguro Social para aposentadoria. Numa dessas conversas eu fiquei sabendo que muitas pessoas que trabalham como PJ não fazem nem o pagamento para o INSS, o que é absolutamente trágico!!!</p>
<p style="text-align: justify;">Contratos CLT ou PJ podem funcionar bem, porém a CLT, além de registrar o salário combinado, traz inúmeros benefícios de curto e longo prazos automaticamente – e é nesse ponto que o contrato de trabalho PJ pode ser muito perigoso. Em geral, negocia-se apenas o salário, o pagamento mensal, no entanto, como CLT há o direito a FGTS, 13º, abono de férias (1/3 salário), PIS/PASEP e pagamento de INSS adequado ao salário recebido – essencial para contar com um valor de aposentadoria adequado. Existem ainda alguns benefícios opcionais, ou restritos às faixas de salários mais baixos, com vale-transporte, vale-alimentação, vale refeição, participação nos lucros, seguro de vida, bônus-extras, seguro saúde e talvez mais algum.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando há uma proposta de trabalho como PJ existem algumas coisas sem controle, por exemplo, o valor do salário. Porém, espera-se que seja equivalente ao valor de quem recebe como CLT.</p>
<p style="text-align: justify;">E qual é essa “equivalência”? Para determinar o que você deveria receber como PJ, siga as instruções abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;">• Verifique quanto um profissional receberia como CLT trabalhando na mesma vaga e em empresa do mesmo porte.</p>
<p style="text-align: justify;">• Some o que é pago de INSS, parte empregado e parte empregador.</p>
<p style="text-align: justify;">• Verifique o valor do FGTS.</p>
<p style="text-align: justify;">• Some todos esses valores (salário+INSS+FGTS) e multiplique por 12 (meses);</p>
<p style="text-align: justify;">• Some ao valor obtido na multiplicação um salário (13º) e mais 1/3 de salário (abono de férias).</p>
<p style="text-align: justify;">• Divida o valor por 12 e esse será o valor do pagamento mensal em contratos PJ.</p>
<p style="text-align: justify;">• Some a esse valor eventuais benefícios opcionais, como vale-refeição, seguro-saúde, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">• Uma vez determinado o valor de pagamento mensal em contratos PJ, deve-se negociar o período de parada para férias, mantendo-se o pagamento mensal integral, e outros possíveis benefícios.</p>
<p style="text-align: justify;">ALERTAS IMPORTANTES para quem trabalho como PJ:</p>
<p style="text-align: justify;">• JAMAIS DEIXE DE PAGAR UMA PREVIDÊNCIA, sua aposentadoria. Você tem que agir hoje para que tenha um valor adequado de aposentadoria. Muitas pessoas deixam de pagar o INSS e não fazem qualquer outro investimento, talvez acreditando que sempre terão trabalho, e, pior, que sempre terão a mesma energia e disposição mesmo em idade avançada. É imprescindível preparar hoje a sua aposentadoria. Se você não pagar o INSS, você não poderá se aposentar por tempo de trabalho e talvez nem por idade, dependendo do caso &#8211; e se não tiver outro tipo de previdência, irá sofrer muito nos anos finais de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">• CONTRIBUA COM O INSS COM O VALOR ADEQUADO AO SEU SALÁRIO. Caso você contribua com o valor mínimo, ao se aposentar irá receber um salário-mínimo por mês. Tenho visto pessoas que pagavam o valor mínimo e não percebiam, ou não acreditavam, que iriam receber apenas um salário-mínimo. Hoje, elas estão com sérias dificuldades, pois têm que continuar trabalhando, porém o cenário econômico mudou muito. Com o etarismo, essas pessoas estão com dificuldades de encontrar emprego/atividade com o mesmo rendimento que tinham anteriormente.  Se você tem um salário acima pague o INSS no valor adequado. Ou se for fazer outro tipo de previdência, use o valor adequado para não sofrer nos anos finais de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Um bom planejamento financeiro é essencial para poder fazer a reserva mensal adequada para sua previdência.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um alerta importante. Você já havia pensado nisso? Se sim, ótimo. Se não, que dia você vai fazer seu planejamento?</p>
<p style="text-align: justify;">Sucesso na sua jornada!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697cb16010950" data-id="697cb16010950" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Cinco coisas que (ainda) não contaram sobre o Chat GPT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Montini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 17:04:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 61]]></category>
		<category><![CDATA[Chat GPT]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Machine learning]]></category>
		<category><![CDATA[Metaverso]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Os benefícios – e os riscos – do Chat GPT ainda são incertos para as pessoas e empresas. Ou seja, é necessário ter calma e atenção para não cair em armadilhas e tampouco dedicar mais tempo e dinheiro do que o necessário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb160115cc" data-id="697cb160115cc" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Cinco coisas que (ainda) não contaram sobre o Chat GPT</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">A não ser que você estivesse em outro planeta neste início de 2023, certamente já leu ou ouviu falar sobre o Chat GPT, a plataforma criada pela OpenAI baseada em redes neurais e machine learning. A ferramenta rapidamente chamou a atenção pela capacidade de combinar informações e entregar diversos conteúdos com alto nível de detalhes e compreensão, como se fosse uma conversa realmente entre homem e máquina. Como era de se esperar, rendeu acalorados debates entre apocalípticos e integrados, como diria Umberto Eco.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb16011c3d" data-id="697cb16011c3d" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">Mas estamos falando de algo que foi criado em novembro de 2022 e, portanto, nem completou seis meses de vida. Os benefícios – e os riscos – ainda são incertos para as pessoas e empresas. Ou seja, é necessário ter calma e atenção para não cair em armadilhas e tampouco dedicar mais tempo e dinheiro do que o necessário. Para saber mais, confira uma lista com cinco coisas que (ainda) não te contaram sobre o Chat GPT:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 – Não vai roubar seu emprego, mas vai mudá-lo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das principais preocupações neste início de operação do Chat GPT é com o impacto no mercado de trabalho. Afinal, a plataforma consegue entregar conteúdos, traduções, questões com riqueza de detalhes em pouquíssimo tempo. Bem diferente do tempo que um ser humano levaria para produzir algo semelhante. Não foram poucos os que preconizaram o “fim” de profissões ligadas ao marketing digital, como redatores, analistas de SEO, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão é que bastaram algumas semanas de popularidade da ferramenta para ficar claro que não vai roubar o emprego de ninguém. Há problemas na forma como esses conteúdos são “criados” pela inteligência artificial e nada supera a criatividade humana. O que vai acontecer é uma mudança no escopo dessas profissões. Habilidades como criatividade e capacidade analítica estarão ainda mais em alta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 – O chatbot não cria nada, só reproduz o que já existe</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abelardo Barbosa, o popular Chacrinha, dizia que “na televisão nada se cria, tudo se copia”. O mesmo vale para a plataforma Chat GPT. Ainda que seja espantoso ver a capacidade de produzir conteúdos em pouco tempo, o fato é que a solução não cria nada, no sentido de fazer algo novo. Tudo o que ela entrega já está disponível em algum lugar da web.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso porque a plataforma de Inteligência Artificial utiliza redes neurais e machine learning para acessar essa imensa base de dados e, em cima dos “pedidos” feitos, cruzar as informações para entregar o conteúdo esperado. Isso é útil de várias maneiras, realmente, mas quando a empresa quiser algo original e novo, precisa recorrer à figura humana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 – Plataforma sempre vai apresentar limitações </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por conta disso, não importa quão bom seja o processamento de dados da inteligência artificial e sua capacidade de cruzar os mais diversos dados disponíveis, sempre vai apresentar limitações e eventuais problemas na confecção dos conteúdos. Afinal, sempre há informações novas disponibilizadas digitalmente e, precisamos reconhecer, nem tudo é verdadeiro e legítimo na internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos de fake news e desinformação, há sempre o risco de artigos com discurso de ódio, mentiras e ofensas serem considerados verdadeiros pela plataforma por conta de falhas em algoritmos. Ou ainda a dificuldade de indexar conteúdo sempre novo que é postado diariamente ao redor do mundo. O Chat GPT mesmo em seu início só conseguia trabalhar com dados de até 2021 – ou seja, ignoraria a morte de Pelé e da Rainha Elizabeth 2º, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 – Vai ser uma das melhores estratégias de customer success </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, há problemas que precisam ser resolvidos e o Chat GPT não deve ser encarado como esse ser todo-poderoso. Entretanto, isso não significa que não pode ser útil para as empresas. Pelo contrário, com inteligência e planejamento, é possível tirar vários benefícios, como automação de processos e otimização de operações.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, é na área de Customer Success que vejo o Chat GPT assumindo papel de destaque nas estratégias comerciais. Com o apoio da inteligência artificial, é possível impulsionar ainda mais o relacionamento entre a marca e cliente. A empresa pode otimizar o atendimento com respostas às dúvidas mais frequentes, criar conteúdos personalizados para cada perfil e conseguir atender as demandas dos usuários onde, como e quando eles quiserem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5 – Vai ser indispensável para qualquer negócio, grande ou pequeno </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Saiba, portanto, que o Chat GPT já se revela como uma ferramenta essencial para empresas de diferentes portes e segmentos. O número de usuários cadastrados não deixa mentir: foram mais de 100 milhões em apenas dois meses, tornando-se a aplicação com maior crescimento da história no mundo da tecnologia. O TikTok, por exemplo, levou nove meses para atingir essa marca. O Instagram, dois anos!</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de todos os problemas listados aqui, as vantagens compensam – e muito. A transformação digital acelerada nos últimos três anos trouxe novos desafios para as empresas, exigindo rápida adaptação para não sucumbir no mercado. É preciso ficar atento às novidades e, mais do que isso, identificar rapidamente o que elas podem oferecer para o negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso do Chat GPT, mesmo em pouco tempo, já é evidente que trata-se de uma tendência que veio para ficar. Assim, mais do que ficar debatendo seus efeitos, o melhor caminho é rapidamente encontrar a melhor forma de trabalhá-lo no dia a dia corporativo. Até porque o futuro não espera ninguém.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cloud x on-premise: Será que é preciso partir para um único caminho?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/cloud-x-on-premise-sera-que-e-preciso-partir-para-um-unico-caminho/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cloud-x-on-premise-sera-que-e-preciso-partir-para-um-unico-caminho</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 16:53:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 61]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnoloiga]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora a nuvem esteja ganhando popularidade rapidamente nos últimos anos, a migração total das aplicações nem sempre é a escolha ideal para todos os negócios. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb160134a4" data-id="697cb160134a4" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Cloud x on-premise: Será que é preciso partir para um único caminho?</h1>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Embora a nuvem esteja ganhando popularidade rapidamente nos últimos anos, a migração total das aplicações nem sempre é a escolha ideal para todos os negócios. Em alguns cenários, um servidor local é obrigatório e, em outros, a melhor abordagem é a híbrida, onde partes dos dados são armazenadas localmente, enquanto outras são acessadas por meio de um serviço de nuvem de terceiros.</h2>

		</div>
	</div>
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			<p><strong>Ricardo Perdigão, diretor da Tecnocomp</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A transformação digital e a evolução da tecnologia levaram a diversas mudanças no gerenciamento de armazenamento de dados, e as empresas estão buscando formas de otimizar as operações com base nessas informações, aumentando a eficiência, aprimorando a mobilidade, flexibilidade e agilidade. Muitas empresas estão, por sua vez, analisando e comparando diferentes modelos de infraestruturas de TI, incluindo cloud x on-premise, e quais são seus principais benefícios para cada tipo de processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda solução de software precisa “morar” em algum lugar – estar hospedada em algum tipo de servidor, seja na nuvem ou nas instalações da empresa. Embora a nuvem esteja ganhando popularidade rapidamente nos últimos anos, a migração total das aplicações nem sempre é a escolha ideal para todos os negócios. Em alguns cenários, um servidor local é obrigatório e, em outros, a melhor abordagem é a híbrida, onde partes dos dados são armazenadas localmente, enquanto outras são acessadas por meio de um serviço de nuvem de terceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual é a melhor opção? Será que a resposta está no meio termo?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Por que o modelo híbrido faz sentido?</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Gartner, até 2025, 85% das estratégias de infraestrutura integrarão opções de entrega on-premise, colocation, cloud e edge computing, em comparação com 20% em 2020. O gerenciamento de dados em nuvem híbrida desempenhará um papel fundamental na identificação, unificação, aproveitamento e análise de dados que serão armazenados em locais on-premise e externos.</p>
<p style="text-align: justify;">O modelo híbrido faz sentido até porque a maioria das empresas já conta com investimentos em hardware on-premise e, muitas vezes, vale a pena aproveitar esse data center da maneira mais eficiente possível. O que se decide hoje (nuvem pública e privada) pode nem sempre ser a melhor solução para novas demandas que surgem amanhã. Ao adotar uma abordagem de nuvem híbrida, na qual a infraestrutura on-premise atua como a nuvem pública, as empresas podem desfrutar de maior flexibilidade e o melhor dos dois mundos, ao mesmo tempo em que aproveitam melhor as funcionalidades e reduzem custos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Normas podem determinar modelo a seguir</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Um bom exemplo da importância de avaliar com cuidado o modelo de nuvem é a necessidade de atender a normas como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), em vigor no Brasil, e a GDPR (General Data Protection Regulation), na Europa, que regulam o uso de tratamento de dados pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse cenário, a nuvem híbrida faz mais sentido: as empresas podem optar por reter dados confidenciais on-premise com total segurança, controle e autoridade, enquanto transferem outros dados e cargas de trabalho essenciais aos negócios para a nuvem pública.</p>
<p style="text-align: justify;">Como as normas de tratamento de dados pessoais estão forçando as organizações a aumentar seus padrões de segurança de informações, mesmo a nuvem híbrida deve fornecer funcionalidades de catalogação, auditoria e rastreamento, além de proteger o acesso a dados com recursos como controles de acesso baseados em função.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Qual o melhor caminho?</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, o melhor caminho é aquele que combina os elementos dos dois modelos: cloud e on-premise. Não há uma regra que obrigue que todo o seu conjunto de dados ou infraestrutura precise ser hospedado exclusivamente na nuvem ou on-premise. Você pode usar os dois ao mesmo tempo – por exemplo, você pode manter dados confidenciais e privados em infraestrutura on-premise, mas implantar a maioria de seus outros sistemas e aplicativos na nuvem para torná-los facilmente acessíveis para clientes ou colaboradores.</p>
<p style="text-align: justify;">A infraestrutura de nuvem híbrida pode permitir que você mude algumas das cargas de trabalho e faça uso da escalabilidade e facilidade de acesso da nuvem, mas com melhor segurança e maior grau de controle sobre seus sistemas do que no caso de uma infraestrutura somente em nuvem. Você também pode equilibrar seus custos de curto e longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma boa estratégia, você poderá aproveitar ao máximo os benefícios de todos os modelos. único caminho?</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Metaverso: O valor do propósito no posicionamento de empresas e marcas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 16:41:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 61]]></category>
		<category><![CDATA[3D]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Metaverso]]></category>
		<category><![CDATA[On-line]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresas e marcas tradicionais estão na corrida para fazer parte do Metaverso e não querem ficar para trás, mas, muitas estão realizando ações sem pensar no posicionamento estratégico para esses novos tipos de interação do futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697cb1601422c" data-id="697cb1601422c" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Metaverso: O valor do propósito no posicionamento de empresas e marcas</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Empresas e marcas tradicionais estão na corrida para fazer parte do Metaverso e não querem ficar para trás, mas, muitas estão realizando ações sem pensar no posicionamento estratégico para esses novos tipos de interação do futuro.</h2>

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			<h4>Taynaah Reis, da Moeda Semente</h4>

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			<p style="text-align: justify;">Empresas e marcas tradicionais estão na corrida para fazer parte do Metaverso e não querem ficar para trás, mas, muitas estão realizando ações sem pensar no posicionamento estratégico para esses novos tipos de interação do futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Visitei o Decentraland com o meu avatar e tive a oportunidade de conhecer o escritório do Banco Onix, do JPMorgan, tão comentado essa semana. O Decentraland é uma das plataformas populares de metaverso, criada em blockchain e que foi desenvolvida em 2015 pelos argentinos Ari Meilich e Esteban Ordano, e vem conquistando cada vez mais usuários e batendo recordes de preço e valorização. Funciona basicamente como uma cidade virtual 3D, com terrenos, ruas, escritórios, comércios e pessoas. Neste mundo virtual os usuários se tornam avatares que podem ser customizados de diferentes formas.</p>
<p style="text-align: justify;">É um bom começo e é interessante ver a referência de empresas tradicionais entrando nesse universo de possibilidades, mas, é importante estudar e, para se adequar, é preciso criar uma estratégia a longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos jogos 3D é imprescindível considerar as experiências mais imersivas. Com o preço dos óculos de realidade virtual ficando cada vez mais acessível, e seu valor próximo a um celular de última geração (US$ 300), a adoção tem sido crescente. Há seis anos, o preço era de aproximadamente US$ 1400, e contemplava um hardware acompanhado de um computador, com uma configuração exigida específica, muitos fios e sensores. A qualidade de imagem não era tão boa e apenas três amigos da minha rede tinham algo semelhante. Hoje já conto com mais de 300 amigos conectados e a cada dia que passa me impressiono com a quantidade de pessoas aderindo aos diversos aplicativos que utilizo.</p>
<p style="text-align: justify;">A qualidade de imagem está tão avançada que o cérebro sente dificuldade em distinguir a experiência real da virtual. Experiências imersivas impactam indivíduos de uma maneira diferente. É uma conexão emocional profunda. O cérebro jovem está mais preparado e habituado do que o cérebro de um adulto aos estímulos intensos. A maioria dos adultos que conheço relata sentir náusea ou tontura nos primeiros minutos com os óculos de realidade virtual. É um mundo novo de interações.</p>
<p style="text-align: justify;">Para este novo mundo será preciso repensar as marcas. Histórias bem contadas e propagandas vão atrair mais atenção quando estiverem associadas a iniciativas leves e divertidas, ligadas à arte, música, cultura e em conformidade com regras ambientais, responsabilidade social, propósito, inclusão, diversidade, igualdade de gênero (ou práticas ESG) e questões que as gerações mais jovens se preocupam para tomarem suas decisões de compra e investimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ilustrar um setor econômico que será tremendamente impactado no futuro, a indústria da moda, por exemplo, segue responsável por 20% da poluição da água do mundo. Uma loja com responsabilidade social e uma proposta sustentável para a interação imersiva dos consumidores em toda a cadeia produtiva, com rastreabilidade comprovada &#8211; hoje possível com a tecnologia blockchain, vai sair na frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Virtualmente será possível comprovar o impacto real da marca. A transparência escancarada da sustentabilidade do produto ou serviço ofertado e seu impacto farão a diferença na decisão de compra ou investimento num e-commerce virtual. No posicionamento de empresas e marcas na nova economia digital, a preocupação socioambiental será um caminho sem volta e, definitivamente, valorizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Animada para ver mais empresas “entrando” no Metaverso com o pé direito e transformando o propósito de suas marcas!</p>

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