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	<title>Edição 62 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Edição 62 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>Open gateway APIs e a próxima revolução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 20:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 62]]></category>
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					<description><![CDATA[O Open Gateway API promoverá uma revolução no mercado de telecomunicações igual ou maior que o próprio advento do GSM. As operadoras deverão se preparar para um mercado ainda mais competitivo, e com produtos inéditos associados a outras indústrias. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697caf558ea82" data-id="697caf558ea82" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Open gateway APIs e a próxima revolução</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O Open Gateway API promoverá uma revolução no mercado de telecomunicações igual ou maior que o próprio advento do GSM. As operadoras deverão se preparar para um mercado ainda mais competitivo, e com produtos inéditos associados a outras indústrias.</h2>

		</div>
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			<p><strong>Gustavo Bunger, fundador da Arquimática Consultoria e do ACTalks, iniciativa de divulgação de arquitetura no Brasil</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Em fevereiro de 1987, 13 operadoras de telefonia assinaram um MoU – Memorandum of Understanding (Memorando de Entendimento) em Copenhagen para criação conjunta e padronizada de um novo sistema de telefonia na Europa, muitos anos antes da criação da chamada Zona do Euro.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1995, esse movimento originou a GSMA &#8211; Global System for Mobile Communications Association, organização padronizou a tecnologia GSM que hoje responde por 80% do mercado global frente ao CDMA. 28 anos depois da sua criação, o GSMA lançou oficialmente a iniciativa Open Gateway API no evento Mobile World Congress promovido pela Telefónica, em fevereiro deste ano (2023).</p>
<p style="text-align: justify;">APIs são interfaces programáveis entre aplicações, o que permite integrar sistemas diferentes de forma inteligente. O tema não é novo, e em 2013, o próprio <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/a-arquitetura-corporativa-e-os-frameworks-de-telecomunicacoes-uma-parceria-de-sucesso/" target="_blank" rel="noopener">TM Forum</a> publicou e passou a manter um conjunto de mais de 60 APIs abertas (<a href="https://inform.tmforum.org/features-and-opinion/a-brief-history-of-the-tm-forum-open-apis/">Open APIs</a>) que pode ser utilizado pelas operadoras participantes do consórcio. Entretanto, o que é novo aqui, é a magnitude, e abrangência e quebra de paradigma que esta iniciativa de Open Gateway traz.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine-se jogando no celular, e de repente começar a ter problemas de travamento bem na hora de derrotar o chefão. No nosso modelo tecnológico atual de GSM, estamos restritos à qualidade de conexão da operadora que contratamos, que por sua vez está vinculada ao chip físico (SIMCARD) que está sendo usado no seu celular. Sim, você poderia ter outro chip no cedular e, dependendo da qualidade do sinal, optar por outra operadora, mas até aí, precisou realizar algumas configurações, e fatalmente perdeu a luta final no game.</p>
<p style="text-align: justify;">O consórcio Open Gateway API começa com 21 operadoras mundiais signatárias, que se comprometem em padronizar APIs que possam não só integrar seus serviços, mas abstrair as próprias operadoras. E isso só se torna possível agora, pelo advento da virtualização que os equipamentos de telecomunicação passaram nos últimos dez anos. VPNs &#8211; Virtual Private Networks, SDN &#8211; Software Defined Networks, Virtual CPEs &#8211; Customer Premisses Equipament, NFV &#8211; Network Virtualized Functions e tantos outros “Virtual Everything” que surgiram. Isso permite desacoplar o software do hardware dos equipamentos usados pelas operadoras, descentralizar o acesso e dar poder de escolha ao cliente final, criando um modelo de mercado ainda mais competitivo do que o que vivemos hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essa, podemos agora imaginar um cenário onde você está jogando no celular, mas o chip dele é único, virtual (eSIM) e pode ser usado por qualquer operadora capaz de interagir com esse chip virtual que você queira. Agora imagine que durante o jogo, ao perceber que tem problemas de travamento, você pode pausar e escolher num menu do próprio game qual operadora tem o melhor sinal na região onde você está, e ainda com o preço mais competitivo. Você seleciona a oferta, o novo perfil do chip é habilitado e você segue para a vitória final, com velocidade, gastando pouco e sem ter de fazer tantas configurações.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa começa com oito APIs padronizadas para funções como qualidade de rede sob demanda, roteamento, status de dispositivos, troca de SIM, verificação de números, validação de terminais ópticos (OTP) e cobrança. A governança das APIs fica à cargo do <a href="https://camaraproject.org/" target="_blank" rel="noopener">CAMARA</a>, um projeto mantido pela Linux Foundation, organização que mantém o próprio sistema operacional Linux, a blockchain Hyperledger e a CNCF &#8211; Cloud Native Computing Foundation.</p>
<p style="text-align: justify;">No próprio site do projeto, você pode conferir a listagem dos cases atualmente desenvolvidos com as APIs publicadas: <a href="https://camaraproject.org/resources" target="_blank" rel="noopener">https://camaraproject.org/resources</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto inédito e que merece destaque na iniciativa é a participação de três gigantes tecnológicas: Amazon, Google e Amazon, provendo componentes de infraestrutura e aplicações específicas para telecom.</p>
<p style="text-align: justify;">O Open Gateway API promoverá uma revolução no mercado de telecomunicações igual ou maior que o próprio advento do GSM. As operadoras além da Europa deverão se preparar para um mercado ainda mais competitivo, e com produtos inéditos associados a outras indústrias. O cliente também precisará lidar com um modelo que agora o empodera, o que significa que precisará realizar e lidar com escolhas entre os melhores serviços disponíveis. E que venha o novo!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As diferentes medidas de tempo &#038; frequência e suas aplicações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 19:43:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 62]]></category>
		<category><![CDATA[Frequências]]></category>
		<category><![CDATA[Interferência eletromagnética]]></category>
		<category><![CDATA[Medição]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[A medida de tempo & frequência é fundamental para garantir a qualidade e a eficiência de transmissões de dados em sistemas de telecomunicações. Ela é usada para garantir a sincronização adequada entre os dispositivos de transmissão e recepção.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697caf5590258" data-id="697caf5590258" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>As diferentes medidas de tempo &amp; frequência e suas aplicações</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">A medida de tempo &amp; frequência é fundamental para garantir a qualidade e a eficiência de transmissões de dados em sistemas de telecomunicações. Ela é usada para garantir a sincronização adequada entre os dispositivos de transmissão e recepção, permitindo a transmissão e recepção de dados de forma confiável e eficaz. A medida de intervalo de tempo, período e frequência são as principais grandezas utilizadas nesta área. Embora tempo e frequência estejam intrinsecamente ligados, é importante salientar que há algumas diferenças no que diz respeito a estas grandezas, influenciando na aplicação e no método de medição. Este artigo apresenta as aplicações de cada grandeza e os equipamentos mais utilizados para realizar suas medidas.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Fabrício Gonçalves Torres e Diogo Cesar Borges Silva, pesquisadores do IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo </strong></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">As medidas de tempo &amp; frequência são utilizadas para garantir que a transmissão de dados entre os elementos de uma rede ocorra de forma correta. Em sistemas de transmissão de alta velocidade, onde um atraso mínimo na transmissão pode levar a erros e perda de informações, essa caracterização é especialmente importante.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora tempo &amp; frequência sejam grandezas intrinsecamente relacionadas, é importante salientar algumas diferenças no que diz respeito a estas grandezas que influenciam diretamente a aplicação e o método de medição de cada uma.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma abrangente, podemos dividir as medidas de tempo &amp; frequência em “Medidas de intervalo de tempo”, “Medidas de período”, “Medidas de frequência” e “Medidas de escala de tempo”, descritas a seguir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Intervalo de tempo</h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Intervalo de tempo é o tempo decorrido entre dois eventos definidos, não necessariamente periódicos.</h2>
<p style="text-align: justify;">Este tipo de medição é necessário em casos diversos e bem rotineiros, tal como o tempo de cozimento de um bolo no forno, por exemplo. Em sistemas de telecomunicações, a medida de intervalo de tempo ocorre em diversas ocasiões também, como na medida de largura de pulso de um bit, presente em um sinal digital, com a intenção de avaliar se a transmissão digital está dentro dos padrões de referência, ou para a transmissão de informação via PWM &#8211; Pulse Width Modulation.</p>
<p style="text-align: justify;">A medida de intervalo de tempo pode ser realizada a partir de diversos tipos de equipamentos. O cronômetro, por exemplo, é um equipamento bastante usado, porém, indicado apenas para medidas acima de 1 segundo. O tempo de reação humana para iniciar e parar a contagem, além das limitações mecânicas construtivas do equipamento, tornam a medida inexata para intervalos de tempo pequenos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a mesma função, um equipamento com melhor capacidade de medição é o contador universal. Com este equipamento, é possível efetuar medidas de, praticamente, qualquer tipo de intervalo de tempo, principalmente, por meio do uso de dois canais que, usualmente, os contadores mais modernos possuem. Inclusive, por terem maior exatidão, os contadores universais são bastante usados na calibração de cronômetro (figura 1).</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697caf5590aca" data-id="697caf5590aca" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Período</h2>
<p style="text-align: justify;">Período é um tipo especial de medida de intervalo de tempo. Ele indica o tempo transcorrido entre dois eventos definidos em um sinal periódico, onde estes eventos ocorrem sempre em intervalos de tempo regulares, por exemplo, o tempo entre os dois pontos de máxima amplitude em um sinal senoidal.</p>
<p style="text-align: justify;">O osciloscópio (figura 2) é um equipamento bastante utilizado para medidas de período. Ele apresenta o sinal no domínio do tempo, tornando o processo de medição mais rápido a partir da retícula na tela ou pelos cursores, embora, osciloscópios mais modernos apresentem medidas automáticas possibilitando, inclusive, a conversão para outras unidades de medidas.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697caf5591865" data-id="697caf5591865" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;">Frequência</h2>
<p style="text-align: justify;">Frequência é medida da quantidade de eventos periódicos ocorrida em uma dada unidade de tempo, usualmente, em Hertz (Hz). Por exemplo, dizer que as redes de alimentação possuem frequência de 60 Hz, significa dizer que a senóide do sinal elétrico se repete 60 vezes a cada 1 segundo.</p>
<p style="text-align: justify;">A medida de frequência é necessária em diversas aplicações. Em sistemas de comunicação sem fio, a medida de frequência é crucial para garantir que os sinais sejam transmitidos sem que haja interferência, já que o espectro eletromagnético é escasso.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é a partir da frequência, que se obtém a taxa de transmissão em sistemas digitais, usualmente, dada em bits por segundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora frequência e período estejam intimamente ligados, podendo causar a impressão de que ambas as medidas possuem a mesma importância, dependendo da aplicação, elas podem oferecer ganhos diferentes no diagnóstico de um sinal, já que informações diferentes podem ser obtidas no domínio do tempo ou no domínio da frequência.</p>
<p style="text-align: justify;">Medidas de jitter, por exemplo, que é a medida de variações aleatórias no intervalo de tempo entre chegadas de pacotes de dados digitais, são usualmente obtidas por meio de osciloscópios no domínio do tempo. Por outro lado, analisadores de espectro (figura 3) são ideais para medidas de distorção harmônica, facilmente obtidas no domínio da frequência.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697caf559245b" data-id="697caf559245b" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img decoding="async" width="1020" height="681" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Analisador-de-espectro.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Analisador de espectro" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Analisador-de-espectro.jpeg 1020w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Analisador-de-espectro-300x200.jpeg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Analisador-de-espectro-768x513.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/as-diferentes-medidas-de-tempo-frequencia-e-suas-aplicacoes/analisador-de-espectro/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 3 - Uso do analisador de espectro para medida de sinal no domínio da frequência. Fonte: Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT.</figcaption>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697caf559284b" data-id="697caf559284b" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Escala de tempo</h2>
<p style="text-align: justify;">A escala de tempo é também um tipo de medida de intervalo de tempo, porém, é baseada em fenômenos astronômicos, tal como no movimento da Terra em torno de seu eixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Tempo universal, por exemplo, é uma escala de tempo que é definido como o tempo médio solar no meridiano de Greenwich, e é frequentemente expresso em horas, minutos e segundos. O tempo universal é calculado com base na rotação da Terra em torno de seu eixo e é ajustado periodicamente para levar em conta as irregularidades na velocidade de rotação da Terra. Existem várias versões do tempo universal, incluindo o UT0, UT1 e UT2, que diferem na forma como são calculados.</p>
<p style="text-align: justify;">O tempo universal é uma referência importante para a astronomia e outras áreas da ciência que dependem de medidas precisas de tempo. No entanto, ele é menos usado em aplicações cotidianas do que outras escalas de tempo, como o UTC &#8211; Tempo Universal Coordenado, que é usada como referência para coordenar os relógios do mundo todo.</p>
<p style="text-align: justify;">O UTC é obtido a partir do tempo medido pelos relógios atômicos, e é ajustado periodicamente para manter uma diferença constante em relação ao UT &#8211; Tempo Universal. Para manter essa diferença constante, são adicionados segundos bissextos ao UTC periodicamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o UTC é propagado pela Internet por meio de uma rede de servidores de tempo distribuídos globalmente, conhecida como NTP &#8211; Network Time Protocol. Os servidores NTP sincronizam seus relógios com fontes precisas de tempo, como os relógios atômicos mantidos pelo Escritório Internacional de Pesos e Medidas (em francês: BIPM &#8211; Bureau international des poids et mesures) e, em seguida, fornecem o tempo preciso para outros dispositivos em toda a rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dispositivos clientes, como computadores e smartphones, podem sincronizar seus relógios com os servidores NTP, permitindo que eles mantenham a hora correta. Essa sincronização precisa do tempo é essencial para muitos sistemas e aplicativos do mundo globalizado de hoje em dia, incluindo sistemas de comunicação, transações financeiras, operações de infraestrutura crítica e muito mais.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697caf5592cd5" data-id="697caf5592cd5" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697caf559300f" data-id="697caf559300f" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><em><strong>Fabrício Gonçalves Torres</strong> é físico, mestre em Processos Industriais e responsável pela área de Alta Frequência e Telecomunicações do Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT. Possui mais de 17 anos de experiência em metrologia e realiza auditorias, consultorias e treinamentos na área de qualidade, metrologia e instrumentação.<br />
<a href="mailto:fabrigt@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">fabrigt@ipt.br</a><br />
<a href="https://www.linkedin.com/in/fabr%C3%ADcio-t-5512a877" target="_blank" rel="noopener">https://www.linkedin.com/in/fabr%C3%ADcio-t-5512a877</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diogo Cesar Borges Silva</strong> é pesquisador no Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT. Possui mais de 15 anos de experiência em metrologia e realiza auditorias, consultorias e treinamentos na área de metrologia e instrumentação.<br />
<a href="mailto:diogoc@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">diogoc@ipt.br</a></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cinco dicas para reduzir custos com análise de big data</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/cinco-dicas-para-reduzir-custos-com-analise-de-big-data/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cinco-dicas-para-reduzir-custos-com-analise-de-big-data</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 19:23:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 62]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Veja neste artigo cinco dicas para usar o volume e a velocidade desse tipo de análise para impulsionar a eficiência operacional e reduzir custos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697caf5594263" data-id="697caf5594263" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Cinco dicas para reduzir custos com análise de big data</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">As empresas dependem cada vez mais de seus dados, principalmente quando se trata de tomar decisões para gerar mais receita ou reduzir custos. A análise de big data se tornou um apoio fundamental nesse cenário, ajudando a prever tendências emergentes, reduzir custos operacionais e investir no que é realmente importante para os negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um estudo global com 500 decisores de TI, 86% dos entrevistados observaram planos para aumentar o uso de dados com a meta de melhorar ou otimizar os custos operacionais em 2023. A análise de big data pode oferecer informações valiosas nesse sentido, então veja abaixo cinco dicas para usar o volume e a velocidade desse tipo de análise para impulsionar a eficiência operacional e reduzir custos.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697caf55944aa" data-id="697caf55944aa" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697caf5594862" data-id="697caf5594862" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Evitar o impacto financeiro das interrupções na supply chain</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">As cadeias de suprimentos geram enormes quantidades de dados, incluindo dados históricos de vendas internas, registros de desempenho do fornecedor, dados do consumidor no ponto de venda e de custo de importação. Por meio da digitalização, as empresas podem coletar e analisar esses dados para identificar padrões de problemas, gargalos e outras oportunidades para reduzir custos.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com <a href="https://www.ibm.com/downloads/cas/MVOQEOAB" target="_blank" rel="noopener">dados compilados pela IBM</a>, 84% dos diretores de supply chain (CSCOs) relatam que a falta de visibilidade é o maior desafio. A digitalização pode melhorar os sistemas tradicionais com localização em tempo real e dados de negócios de toda a cadeia. Isso cria uma fonte única e central de informações para visibilidade de ponta a ponta, melhorando a eficiência e evitando interrupções.</p>
<p style="text-align: justify;">A agilidade também é vital no gerenciamento da supply chain. Com uma cadeia digitalizada, as empresas podem obter informações valiosas de relatórios de status em tempo real, resultando em tomadas de decisão mais rápidas, maior capacidade de identificar lacunas na área de serviço e oportunidades para aumentar o desempenho e otimizar as conexões com clientes e fornecedores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Mais produtividade e eficiência com dados em tempo real</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A disponibilidade de dados em tempo real tem um papel vital na melhoria da produtividade e eficiência operacional dentro de uma empresa. As soluções de software de análise podem ser usadas para produzir relatórios que eliminam o ruído gerado pela coleta de big data. Gerentes, funcionários e representantes de atendimento ao cliente podem usar esses relatórios facilmente digeríveis para identificar as informações exatas que precisam.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados também podem aumentar a produtividade nas equipes, melhorar os métodos de contratação para ajudar os gerentes a recrutar e manter os talentos e fornecer informações sobre métodos eficazes de gerenciamento e treinamento que melhoram a satisfação e o desempenho dos funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">À medida que mais dados se tornam disponíveis, os algoritmos de IA e de machine learning podem fornecer insights mais valiosos que otimizam a eficiência operacional e ajudam as empresas a oferecer melhores serviços a seus clientes, o que contribui para reduzir as despesas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Aprimorar a análise de log</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Eventos de log, registros de trilha de auditoria e até logs simples podem fornecer informações úteis sobre a atividade que está ocorrendo nos sistemas. Esses dados podem ser usados para entender o comportamento do usuário, melhorar problemas de desempenho de aplicações ou infraestrutura, mitigar riscos de forma proativa e garantir o compliance, auditorias e regulamentações de segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise de log também pode ajudar no gerenciamento de recursos. A previsão é desafiadora, mas quando você entende o uso de recursos utilizados atualmente e os requisitos futuros, pode evitar desperdícios ou gastos excessivos. Além disso, as empresas podem detectar onde os sistemas precisam de capacidade extra para melhorar o desempenho e identificar ativos subutilizados que podem ser reestruturados e otimizados para melhorar a produtividade, eficiência e desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">Para DevOps e equipes de TI, os insights dos dados de log podem reagir a problemas de forma mais rápida, reduzindo o tempo necessário para detectar e resolver problemas de produção. A análise de log também pode fornecer informações sobre os problemas antes que eles ocorram, permitindo que as equipes sejam proativas, identificando problemas e suas causas principais antes que causem tempo de inatividade ou outros desafios de desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Economia e estratégia no marketing</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O big data tem ajudado as empresas a entregar campanhas de marketing eficazes em uma era digital-first, passando do marketing de massa para estratégias direcionadas e personalizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas agora podem capturar dados de cada ponto de contato com o cliente, para compreender melhor o comportamento e a intenção de cada um. A partir desta avaliação, as empresas podem criar planos estratégicos de marketing direcionados a um determinado grupo de clientes – por exemplo, oferecendo recomendações personalizadas com base em compras anteriores ou atividades em redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso do marketing de desempenho, os custos de publicidade são cobrados quando um usuário online direcionado realiza uma determinada ação, como clicar em um anúncio pago. Usando dados de clientes que realizaram ações semelhantes, a análise de big data pode identificar as variáveis com maior probabilidade de influenciar o clique de um cliente. Isso resulta em menos desperdício, tornando a publicidade mais relevante e com menos custos. Inclusive, um <a href="https://www.businesswire.com/news/home/20190905005109/en/New-Study-Finds-Marketers-Waste-21-Cents-of-Every-Media-Dollar-From-Poor-Data-Quality">estudo da Forrester</a> revelou que 37% dos profissionais de marketing desperdiçam orçamento devido a dados de baixa qualidade. Dados mais completos permitem a distribuição dos investimentos em marketing de forma mais estratégica, criando e executando campanhas mais direcionadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, com big data, as empresas também podem identificar as atividades que mantêm os clientes satisfeitos para garantir melhor atendimento. Dados de pesquisas, avaliações e outros mecanismos de feedback de clientes online e offline podem ajudar as empresas a criar estratégias de pós-venda que melhoram a retenção de clientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Detecção otimizada de fraudes </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A fraude pode ser cara para uma empresa em qualquer setor. O big data pode ajudar as empresas a descobrir tendências que apontam para atividades suspeitas para reduzir fraudes e frustrar esforços criminosos. Um sistema SIEM de análise em tempo real de alertas e os dados de log de segurança também podem ajudar a prevenir atividades maliciosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, os varejistas podem criar perfis e definir limites para o comportamento padrão do cliente em relação à compra de um produto específico durante um período. Com essa linha de base estabelecida, é possível identificar comportamentos que indicam fraude de devolução. Os varejistas podem sinalizar esses clientes em uma lista ou tomar outras medidas para ajudar a evitar fraudes de devolução.</p>
<p style="text-align: justify;">Os casos de uso acima são apenas alguns exemplos de tudo o que pode ser realizado a partir do big data para aumentar a eficiência operacional e investir de forma mais assertiva. A aposta no big data e na infraestrutura moderna capaz de aperfeiçoar a análise dos dados e agilizar a tomada de decisões é uma tendência crescente que ajuda cada vez mais empresas de diversos setores a potencializar os resultados dos negócios.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Wi-Fi 6 e a aceleração da transformação digital</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/wi-fi-6-e-a-aceleracao-da-transformacao-digital/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=wi-fi-6-e-a-aceleracao-da-transformacao-digital</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 19:16:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 62]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Anatel]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestutura]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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					<description><![CDATA[O protocolo de rede sem fio Wi-Fi 6 é a nova geração de transmissão de Internet, que vem ganhando espaço na escolha do consumidor de banda larga porque traz avanços significativos se comparada à antecessora Wi-Fi 5. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697caf5596606" data-id="697caf5596606" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Wi-Fi 6 e a aceleração da transformação digital</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">O protocolo de rede sem fio Wi-Fi 6 é a nova geração de transmissão de Internet, que vem ganhando espaço na escolha do consumidor de banda larga porque traz avanços significativos se comparada à antecessora Wi-Fi 5. Entre as inovações, o OFDMA ou subdivisões em canais.</h2>

		</div>
	</div>
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			<p><strong>Marcelo Rezende, COO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A consolidação do 5G e a necessidade de garantir a melhor experiência ao usuário para o uso de tecnologias conectadas, que se utilizam de grandes volumes de dados, deve acelerar a migração definitiva para o Wi-Fi 6. O Wi-Fi 6 é capaz de atingir velocidades de até 9,6 Gbps, o que é três vezes mais rápido que o Wi-Fi 5 (802.11ac). Desta forma, a tecnologia possibilita transmitir vídeos em 4K, jogar online e realizar outras atividades intensas de largura de banda sem atrasos ou interrupções.</p>
<p style="text-align: justify;">O protocolo de rede sem fio Wi-Fi 6 (também conhecido como 802.11ax) é a nova geração de transmissão de Internet, que vem ganhando espaço na escolha do consumidor de banda larga porque traz avanços significativos se comparada à antecessora Wi-Fi 5. Entre as inovações, o OFDMA &#8211; Orthogonal Frequency Division Multiple Access ou subdivisões em canais, possibilita que o roteador se comunique com vários dispositivos simultaneamente, dividindo a largura de banda em canais menores e independentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia ajuda a reduzir a interferência em ambientes lotados, sejam casas, apartamentos, lojas ou escritórios, diminuindo a latência e provendo mais velocidade e estabilidade às conexões, inclusive para redes de grande tráfego. Desta forma, uma quantidade muito maior de devices (dispositivos como smartphones, laptops, tablets, TVs inteligentes e dispositivos domésticos inteligentes) podem trabalhar simultaneamente em um mesmo ponto de acesso sem perdas na qualidade do sinal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Conectividade mais sustentável</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Wi-Fi 6 é projetado para ser mais eficiente em termos de largura de banda e utiliza a tecnologia MU-MIMO &#8211; Múltiplas Entradas e Múltiplas Saídas para enviar e receber dados simultaneamente, o que melhora o alcance e a cobertura da rede. Isso é especialmente útil em ambientes maiores, onde o sinal Wi-Fi costuma ser enfraquecido por paredes e outros obstáculos, e em áreas com muita interferência de sinal.</p>
<p style="text-align: justify;">Traduzindo em benefícios ao consumidor final, o Wi-Fi 6 entrega o que está no topo da lista de desejos dos usuários de internet, que é poder andar livremente por sua casa/empresa sem interrupção ou queda de velocidade no sinal de Wi-Fi. Em um mercado altamente competitivo, com clientes cada vez mais exigentes e impacientes, podemos afirmar que este não é um diferencial qualquer, e pode destacar um ISP regional frente aos concorrentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em adição, o Wi-Fi 6 inclui tecnologias avançadas, como o TWT &#8211; Target Wake Time, que reduz o consumo de energia dos dispositivos conectados à rede sem fio, aumentando a vida útil da bateria dos equipamentos, levando economia financeira aos usuários e contribuindo com a preservação do meio ambiente (menos descarte de resíduos eletrônicos e menor emissão de CO2). Podemos esperar que empresas empenhadas com as métricas de ESG &#8211; Environment, Social and Governance optem pelo Wi-Fi 6 como alternativa de sustentabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Adaptar e evoluir</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Percebo que o ano de 2023 está sendo um divisor de águas referente à adoção desta tecnologia no Brasil. Embora tenha chegado ao País em 2021, bem em meio à pandemia, somente agora, com o aumento da procura mundial e a regularização da disponibilidade de componentes, associados a modelos de negócio “as a service” (tecnologia como serviço), o custo para aquisição dos equipamentos necessários para adaptação dos ISPs ao novo modelo de conectividade sem fio se tornou mais viável, acelerando a implementação do Wi-Fi 6.</p>
<p style="text-align: justify;">O Wi-Fi 6 é fundamental para se vivenciar experiências cada vez mais imersivas, realísticas e disruptivas, e os fabricantes já vêm investindo na atualização de seus produtos para esse salto em conectividade. Desde o ano passado, praticamente todos os modelos de smartphones no topo de linha comercializados no Brasil vêm prontos para o 802.11ax e há disponíveis no mercado adaptadores USB para notebooks ou desktops mais antigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na dinâmica da transformação digital, o Wi-Fi 6 já ganhou um upgrade considerável na frequência de operação com o Wi-Fi 6E (802.11ax-2) – o Wi-Fi 6 opera nas frequências de 2,4 e 5 GHz, enquanto o Wi-Fi 6E opera em 2,4; 5 e 6 GHz, oferecendo mais espaço no espectro de frequência para transmitir dados e melhoria significativa no desempenho da rede sem fio. Além disso, o Wi-Fi 6E inclui a tecnologia UWB &#8211; Ultra Wide Band, que possibilita a comunicação de alta velocidade entre dispositivos próximos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse cenário, à medida que as demandas por velocidade e largura de banda continuam a aumentar, o Wi-Fi 5 tende a se tornar insuficiente para atender às necessidades dos usuários, e a migração para o Wi-Fi 6 ou 6E – e, no futuro, para o Wi-Fi 7 que já está em desenvolvimento &#8211; será inevitável para operadoras e provedores de Internet focados na oferta de serviços personalizados para diferentes tipos de clientes. Afinal, qual a vantagem em oferecer internet banda larga rápida com um roteador que não consegue entregar a velocidade contratada aos dispositivos?</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Quantas vidas sua carreira vai esperar?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/quantas-vidas-sua-carreira-vai-esperar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=quantas-vidas-sua-carreira-vai-esperar</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 19:07:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 62]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[A construção de uma carreira tem uma receita básica, que passa pela escolha da carreira e por um planejamento mínimo, que inclui um PDI -Plano de Desenvolvimento Individual e busca por oportunidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697caf55975d0" data-id="697caf55975d0" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Quantas vidas sua carreira vai esperar?</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Edgar Amorim, facilitador DiSC e coach executivo, da Amorizar Pessoas</strong></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">O título deste artigo é meio estranho, afinal temos só uma vida para desenvolver nossa carreira &#8211; e esse é o ponto. Quando somos jovens temos a impressão de que temos o tempo todo do mundo para tomar decisões sobre todas as coisas na vida, inclusive sobre carreira. Porém, quando se tem mais idade, muitas pessoas percebem que poderiam ter feito muito mais coisas, que poderiam ter tomado decisões importantes antes, que têm menos tempo pela frente para melhorar suas carreiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas agem como se tivessem várias vidas para atingir metas em suas carreiras – e suas vidas – e ficam consumindo tempo com análises, sofrendo com insegurança, aguardando por um momento mais adequado. Ficam perdidas com tantas opções num mundo em constante e acelerada mudança, com novas carreiras surgindo e outras desaparecendo – e ainda com a inteligência artificial ameaçando acabar com vagas em várias profissões.</p>
<p style="text-align: justify;">A construção de uma carreira tem uma receita básica, que passa pela escolha da carreira e por um planejamento mínimo, que inclui um PDI &#8211; Plano de Desenvolvimento Individual e busca por oportunidades.</p>
<p style="text-align: justify;">A escolha da carreira ou ramificações pode ser um dilema, mas para isso existem testes vocacionais e profissionais especializados para identificar as habilidades naturais da pessoa. Outra opção para uma tomada de decisão em relação a carreira é conversar com profissionais que atuem na área almejada e para isso é importante ter a habilidade de comunicação interpessoal desenvolvida. Muitas pessoas são tímidas e, se esse for o seu caso, é preciso trabalhar o desenvolvimento de relacionamentos interpessoais, pois será necessário conversar com pessoas que muito provavelmente você não conhece, para poder entender como funciona e o que é exigido de um profissional numa determinada carreira. Lembre-se, o tempo passa rápido e quanto mais se demora para agir, mais longe vai ficar a chegada ao seu objetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro aspecto importante é o PDI, que deverá conter os passos a serem seguidos para desenvolver as competências e habilidades necessárias para a carreira desejada. Esse desenvolvimento vai exigir um esforço, portanto, é muito importante que a meta de carreira seja muito motivadora, pois é a motivação que vai fazer a pessoa agir – e é com ação que a meta será atingida. Uma sugestão para construir um PDI é utilizar o método 5W2H, sobre o qual escrevi esse artigo <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/conheca-a-ferramenta-5w2h-usada-para-a-criacao-de-planos-de-acao/">https://www.infranewstelecom.com.br/conheca-a-ferramenta-5w2h-usada-para-a-criacao-de-planos-de-acao/</a> . E atente que quanto mais rápido você colocar em prática seu PDI, mais cedo você atingirá sua meta de carreira, portanto, mãos à obra. Lembre que errar faz parte do processo – e inclusive quanto erramos é quando mais aprendemos, portanto, não tenha medo de errar, pois se está errando é porque está indo em frente. Quem não erra é quem não faz.</p>
<p style="text-align: justify;">E, por fim, busque oportunidades. Os seus relacionamentos – o networking – é de extrema importância nesse momento, inclusive “praticar networking” deve ser uma das habilidades a ser desenvolvida e que deve constar do seu PDI. Vale lembrar a história do Walt Disney, que recebeu “100 nãos” antes de um “sim”. Isso impulsionou a carreira dele e o resto da história você conhece. Hoje, praticar o networking está mais fácil, uma vez que temos as redes sociais, particularmente o Linkedin, inúmeras associações, grupos de estudo e tanta outras formas de agrupamento de interesses e de profissionais. O importante é não esperar ser apresentado para aquela pessoa que pode te trazer oportunidades, apresente-se. Num resumo, bem resumido, lembro que praticar networking não é fazer pedidos e sim conversar sobre temas específicos e variados, é ter interesse pelo outro, pelas experiências que ele viveu e tem vivido e até por experiências futuras, além de você falar de suas experiências e desejos &#8211; de repente você pode ajudar o outro e é nessas situações que você será lembrado quando oportunidades surgirem.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se, você só tem uma vida para começar a agir – aja agora, não espere atingir uma idade em que lamentará por não ter agido antes.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual meta de carreira você tem muita vontade de atingir? Monte seu PDI, trabalhe seu networking. Quando vai fazer isso?</p>
<p style="text-align: justify;">Sucesso!</p>

		</div>
	</div>
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		<title>A inteligência artificial ameaça o meu trabalho? Não, mas vai exigir constante evolução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 18:57:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 62]]></category>
		<category><![CDATA[Chat GPT]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Metaverso]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O que a inteligência artificial faz é otimizar processos mecânicos dentro das profissões. Em suma: realiza as tarefas enfadonhas que não gostamos de fazer e que acabam tomando tempo considerável em nossas rotinas produtivas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697caf5598752" data-id="697caf5598752" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>A inteligência artificial ameaça o meu trabalho? Não, mas vai exigir constante evolução</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">Desde seu lançamento em novembro de 2022, o Chat GPT rapidamente chamou a atenção de empresas e profissionais diante das possibilidades que ele oferece e, claro, pretende oferecer no futuro. Como tudo em tecnologia, a ferramenta acarretou debates acalorados entre aqueles que a enxergam como a tendência que vai “revolucionar” o mundo e os que pensam que vai “destruir” a humanidade. Enquanto isso, segue arrebanhando mais e mais usuários – entrou para a história como a aplicação com crescimento mais rápido da história.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto as organizações buscam entender o que essa plataforma pode entregar de vantagens em seus processos e negócios, diversos estudos são conduzidos para avaliar o impacto no mercado de trabalho. Isso porque o Chat GPT se destacou justamente por escrever códigos inteiros, elaborar textos diversos e propor soluções para problemas reais no atendimento ao cliente em questão de segundos e com um grau elevado de detalhes. De fato, há exemplos que se torna difícil distinguir o que foi produzido pelo homem e o que surgiu de uma máquina.</p>
<p style="text-align: justify;">O receio aumenta quando se observa o movimento inicial de grandes corporações, que aproveitam estes recursos para cortarem o investimento em pessoal, reduzindo o número de profissionais envolvidos em suas rotinas. Uma pesquisa da empresa ResumeBuilder.com, por exemplo, já mostra que praticamente metade (48%) das corporações que utiliza o Chat GPT já substituiu o trabalho humano em diversas tarefas. A tendência é este percentual aumentar, uma vez que 93% destas companhias pretendem expandir ainda mais seu uso nos próximos meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Diante desse cenário, fica o questionamento: Será que a inteligência artificial é uma ameaça aos nossos empregos?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A resposta a esta pergunta, contudo, não é simples. Ainda que um estudo da consultoria McKinsey estima que até 100 milhões de postos de trabalho devem desaparecer até 2030 por conta da aceleração digital, um estudo encomendado pela Dell Technologies, ainda em 2019, já projetava que 85% dos trabalhos que existirão em 2030 ainda não existiam na época da pesquisa. Ou seja, enquanto diversas funções podem desaparecer, outras certamente seriam criadas para atender novas demandas e desafios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Postos de trabalho também acompanham a evolução da humanidade</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O que as duas pesquisas mostram é que o trabalho não está imune à evolução da humanidade. Ele se adapta às demandas do seu próprio tempo, utilizando as ferramentas e os conhecimentos disponíveis para garantir o progresso da sociedade e a distribuição de renda entre homens e mulheres. Como ensinou Antoine Lavoisier, “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde a primeira Revolução Industrial as profissões acompanham esse movimento. Basta olhar rapidamente nas carreiras em alta no século 19. Telefonista (uma pessoa que completava a ligação para outra), linotipista (responsável por garantir a impressão de livros e jornais) e telegrafista (que manuseava o telégrafo, para transmitir mensagens de longa distância) são apenas alguns exemplos que simplesmente deixaram de existir com a evolução tecnológica.</p>
<p style="text-align: justify;">Em contrapartida, se uma pessoa do século 19 reaparecesse atualmente, ela se espantaria com programadores e desenvolvedores de computador, cientistas de dados e diversas áreas da engenharia que lidam com circuitos cada vez menores. É praticamente um efeito-cascata: o avanço do conhecimento leva a novas ferramentas, que criam novas necessidades e, consequentemente, exigem diferentes afazeres para serem atendidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O avanço do Chat GPT em diversas tarefas humanas comuns à nossa época, como a criação de códigos de programação e de conteúdo na web, apenas reforça que estamos no meio de uma mudança de paradigma – da mesma forma que o mundo atravessou no início do século 20 com o surgimento de computadores e aviões. Sim, algumas atividades irão desaparecer, mas isso não significa que os postos de trabalho serão sumariamente fechados. Na verdade, eles se transformação em novas carreiras que podem ser reaproveitadas pela pessoa.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>IA não substitui o trabalho humano; só exige evolução</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia de robôs humanoides realizando as mesmas tarefas de homens e mulheres é uma excelente matéria-prima para ficção científica, mas está muito longe de ser algo real. Hoje, o que a inteligência artificial faz (e promete melhorar) é otimizar processos mecânicos dentro das profissões. Em suma: realiza as tarefas enfadonhas que não gostamos de fazer e que acabam tomando tempo considerável em nossas rotinas produtivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, um programador de computador certamente não ganhará mais dinheiro desenvolvendo códigos simples, mas pode assumir um papel mais importante ao propor soluções para situações mais complexas que a plataforma Chat GPT não consegue resolver. Um produtor de conteúdo, por sua vez, não precisa quebrar a cabeça para contar caracteres de um texto para web, mas pensar em formas de potencializar aquele material com novos e formatos.</p>
<p style="text-align: justify;">A inteligência artificial, portanto, abre novas possibilidades aos profissionais que são diretamente impactados pela tecnologia. Em vez de lamentarmos o fim de trabalhos, ela dá a chance de nos aprofundarmos em suas características, descobrindo novas atividades que podem ser feitas. Quem evolui e amplia seus conhecimentos vai se transformar com sua profissão em vez de ser extinto por ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Até porque o próprio funcionamento da inteligência artificial deixa claro a importância da figura humana dentro dos processos. O Chat GPT, por exemplo, apenas repete informações que já estão disponíveis na web, além de demonstrar pouca capacidade na hora de interpretar informações – como diversos erros que aparecem frequentemente nas redes sociais. A criatividade, imaginação e originalidade são atributos exclusivamente humanos – e nenhum robô jamais irá superar isso.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E: Conexões mais rápidas e compatibilidade com os mais diversos dispositivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 18:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 62]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[As tecnologias trazem benefícios significativos para usuários residenciais e corporativos e se mostram uma excelente oportunidade para melhorar o serviço prestado pelas operadoras de telecom e provedores de serviços de Internet. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<a href="https://infranewstelecom.us18.list-manage.com/subscribe?u=50396fb2787a106f5b34efb7f&amp;id=4350290807" target="_blank"  class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey rollover"   ><img loading="lazy" decoding="async" width="1165" height="400" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Anuncio-1165-x-400-2.png" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Anuncio 1165 x 400 (2)" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Anuncio-1165-x-400-2.png 1165w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Anuncio-1165-x-400-2-300x103.png 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Anuncio-1165-x-400-2-768x264.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1165px) 100vw, 1165px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/impacto-computacao-de-borda-no-data-center/anuncio-1165-x-400-2/" /></a>
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</div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697caf559a33f" data-id="697caf559a33f" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E: Conexões mais rápidas e compatibilidade com os mais diversos dispositivos</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Esta edição da Revista Digital Infra News Telecom traz uma<a href="https://www.infranewstelecom.com.br/wi-fi-6-e-wi-fi-6e-abrem-caminho-para-aplicacoes-mais-aprimoradas/"> matéria especial sobre as tecnologias Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E</a>. Patrocinado pela <a href="https://wdcnet.com.br/produto/roteador-wi-fi-ax-2/" target="_blank" rel="noopener">WDC Networks</a>, empresa de tecnologia que atua nos setores de telecomunicações, energia solar, data center e corporativo, listada na B3, e produzido pela equipe de redação da Infra News Telecom, o conteúdo mostra que as tecnologias começam a mudar o mercado de telecom, com conexões mais rápidas e melhor compatibilidade com os mais diversos dispositivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os novos padrões IEEE 80211ax trazem benefícios significativos para usuários residenciais e corporativos e se mostram uma excelente oportunidade para melhorar o serviço prestado pelas operadoras de telecom e ISPs – provedores de serviços de Internet. As tecnologias Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E permitem atender a mais usuários, com uma banda significativamente maior e redução do consumo energético, além de oferecerem maior confiabilidade da conexão, cobertura e qualidade de sinal.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Matheus Costa, analista de pesquisa e consultoria de infraestrutura de TIC da IDC Brasil, os equipamentos Wi-Fi 6 já correspondem a mais de 60% das<strong> </strong>vendas do mercado empresarial de WLAN. E isso é só o começo. Com o aumento do número de dispositivos conectados e a chegada do 5G, o Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E vão ganhar cada vez mais espaço. “O Wi-Fi 6 entrega o que está no topo da lista de desejos dos usuários de internet, que é poder andar livremente por sua casa/empresa sem interrupção ou queda de velocidade no sinal de Wi-Fi. Em um mercado altamente competitivo, com clientes cada vez mais exigentes e impacientes, podemos afirmar que este não é um diferencial qualquer, e pode destacar um ISP regional frente aos concorrentes”, diz Marcelo Rezende, diretor de operações da WDC Networks, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/wi-fi-6-e-a-aceleracao-da-transformacao-digital/">em um outro artigo publicado nesta edição</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, ainda há alguns desafios para a consolidação dos padrões, em especial o Wi-Fi 6E. Francisco Soares, vice-presidente de relações governamentais da Qualcomm, alerta que é preciso aprovar a regulamentação do AFC &#8211; Automated Frequency Coordination, que está em avaliação pela agência reguladora e permitirá escalar a tecnologia para uso outdoor, garantindo que não haja inferências com os sistemas fixos operando na mesma banda.</p>
<p style="text-align: justify;">Edelberto Franco Silva, do departamento de Ciências da Computação da Universidade Federal de Juiz de Fora, de Minas Gerais, ainda aponta o custo inicial dos equipamentos e questões como compatibilidade, investimento em hardware, configuração e gerenciamento de rede mais complexos e interferência. “Uma vez que existem pontos de acesso que suportam a tecnologia, é necessário que hardware de dispositivos móveis, como smartphones, também a suportem e há a necessidade de configuração do equipamento para fornecer todas as características do padrão, o que pode necessitar de especialistas, ou então limitar o ganho na adoção do equipamento com a nova tecnologia.”</p>
<p style="text-align: justify;">Outros temas desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cinco-dicas-para-reduzir-custos-com-analise-de-big-data/">big data</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/a-inteligencia-artificial-ameaca-o-meu-trabalho-nao-mas-vai-exigir-constante-evolucao/">inteligência artificial</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/quantas-vidas-sua-carreira-vai-esperar/">carreira</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/open-gateway-apis-e-a-proxima-revolucao/">open gateway APIs</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/as-diferentes-medidas-de-tempo-frequencia-e-suas-aplicacoes/">medidas de tempo &amp; frequência e suas aplicações</a>.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E abrem caminho para aplicações mais aprimoradas</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/wi-fi-6-e-wi-fi-6e-abrem-caminho-para-aplicacoes-mais-aprimoradas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=wi-fi-6-e-wi-fi-6e-abrem-caminho-para-aplicacoes-mais-aprimoradas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 18:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 62]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Anatel]]></category>
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					<description><![CDATA[As tecnologias trazem benefícios significativos para usuários residenciais e corporativos e se mostram uma excelente oportunidade para melhorar o serviço prestado pelas operadoras de telecom e ISPs – provedores de serviços de Internet. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697caf559b511" data-id="697caf559b511" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E abrem caminho para aplicações mais aprimoradas</h1>

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			<h4>Ariane Guerreiro, colaboradora Infra News Telecom</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h5>Conteúdo patrocinado por <span style="color: #00ccff;"><a style="color: #00ccff;" href="https://wdcnet.com.br/produto/roteador-wi-fi-ax-2/" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #3366ff;">WDC Networks</span></a><span style="color: #000000;">,</span></span> empresa de tecnologia que atua nos setores de telecomunicações, energia solar, data center e corporativo, listada na B3</h5>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><em>Do entretenimento à IoT &#8211; Internet das coisas, mais e mais aplicações vêm sendo possíveis com o desenvolvimento do Wi-Fi 6, graças, especialmente, à conexão mais rápida e melhor compatibilidade com os mais diversos dispositivos. Análise de dados, IA &#8211; inteligência artificial, telemedicina e processos industriais são exemplos de áreas bastante beneficiadas pelas altas taxas de transferência, que permitem atender a mais usuários, com banda significativamente maior e reduzido custo energético, além da maior confiabilidade de conexão e cobertura, gerando mudanças significativas no mercado. </em></h2>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Estabilidade, produtividade, conectividade e baixa latência não são mais desejos, mas exigências de consumidores residenciais, pequenas e médias empresas e grandes corporações. A chegada do 5G representa uma Internet de melhor qualidade e o ingrediente necessário para o desenvolvimento de novas tecnologias, como o Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E, que vêm ganhando força nos últimos tempos. “Hoje, os equipamentos Wi-Fi 6 já correspondem a mais de 60% das<strong> </strong>vendas do mercado empresarial de WLAN”, afirma o analista de pesquisa e consultoria de infraestrutura de TIC da IDC Brasil, Matheus Costa.</p>
<p style="text-align: justify;">Do entretenimento à IoT &#8211; Internet das coisas, mais e mais aplicações vêm sendo possíveis com o desenvolvimento do Wi-Fi 6, graças, especialmente, à conexão mais rápida e melhor compatibilidade com os mais diversos dispositivos. Análise de dados, IA &#8211; inteligência artificial, telemedicina e processos industriais são exemplos de áreas bastante beneficiadas pelas altas taxas de transferência, que permitem atender a mais usuários, com banda significativamente maior e reduzido custo energético, além da maior confiabilidade de conexão e cobertura, gerando mudanças significativas no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">O alcance é extenso. A Embratel anunciou o uso de tecnologia Wi-Fi 6 para o desenvolvimento de seus projetos em diversos segmentos, como indústria e varejo, e já vislumbra utilização nas áreas de saúde e financeira, entre outros. É esta tecnologia que vem proporcionando a consolidação da indústria 4.0, bem como a conexão de qualidade em ambientes comerciais de alta densidade e integração com serviços essenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Celulares, máquinas e equipamentos, dispositivos de segurança, sistemas de iluminação, sensores industriais, transações financeiras, transporte, educação, a demanda é crescente e a oferta de banda tem de acompanhar esse crescimento. “Aplicações existentes e outras novas devem se beneficiar das características do Wi-Fi 6/6E, desde a IoT para sensoriamento em uma rede densa, até ambientes de realidade virtual e aumentada, (VR/AR) que exigem qualidade de mídia em 4K/8K. Isso porque são aplicações que requerem largura de banda mais alta mesmo em ambientes densos quando há latência mais baixa”, explica o professor Dr. Edelberto Franco Silva, do departamento de Ciências da Computação da Universidade Federal de Juiz de Fora, de Minas Gerais.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Desafios</strong></span></h3>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Obstáculos existem, no entanto. “No Brasil, embora as bandas de espectro já tenham sido disponibilizadas pela Anatel, ainda é difícil fazer as empresas enxergarem o valor que o Wi-Fi 6 e o Wi-Fi 6E podem trazer aos seus negócios”, acredita Costa, da IDC Brasil. “Houve avanços regulatórios para a liberação da faixa de 6 GHz, em 2020, o que demonstra o desenvolvimento tecnológico para a implementação indoor<em>.</em> O desafio agora é aprovar a regulamentação do AFC &#8211; Automated Frequency Coordination, que está em avaliação pela agência reguladora e permitirá escalar a tecnologia para uso outdoor, garantindo que não haja inferências com os sistemas fixos operando na mesma banda”, complementa o vice-presidente de relações governamentais da Qualcomm, Francisco Soares.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Silva ainda aponta o custo inicial dos equipamentos e questões como compatibilidade, interferência, investimento em hardware e configuração e gerenciamento de rede mais complexos entre os desafios para a consolidação dos novos padrões. “Uma vez que existem pontos de acesso que suportam a tecnologia, é necessário que hardware de dispositivos móveis, como smartphones, também a suportem e há a necessidade de configuração do equipamento para fornecer todas as características do padrão, o que pode necessitar de especialistas, ou então limitar o ganho na adoção do equipamento com a nova tecnologia”, observa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">O mercado, por outro lado, mostra sua urgência: estudo da Consultoria Maravedis aponta que a tecnologia atingiu 500 milhões de dispositivos em dois anos e as empresas seguem investindo. Alexandre Gomes, diretor de marketing da Embratel, enfatiza a capacidade do Wi-Fi 6 de identificar e priorizar diversas aplicações e as conexões mais seguras, que o torna ideal para os segmentos que trabalham com informações sigilosas e sensíveis em tempo real, além de proporcionar maior eficiência de cargas de bateria.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Um exemplo é o Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 de 2022, que contou com soluções digitais da Embratel agregando os benefícios do 5G e do Wi-Fi 6 em áreas estratégicas do Autódromo de Interlagos, na capital paulista. O local foi conectado a um data center, proporcionando tráfego ágil e estável de grande volume de dados, além do suporte para a transmissão de vídeo para a TV por meio de soluções digitais. Vários locais, como a sala de imprensa e de fotos, receberam acesso à Internet via rede sem fio.</span></p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Wi-Fi 6E: Testes para aplicações outdoor</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O avanço é rápido – e precisa ser. As demandas crescem exponencialmente à medida que o acesso à Internet é facilitado e consistente. O Wi-Fi 6E, padrão que expande o espectro do ainda recente Wi-Fi 6, já começa a ser testado no Brasil pela Qualcomm, em colaboração com Anatel e as empresas Cambium Networks e Telium. O trial, único na América Latina, acontece no bairro do Campo Belo, em São Paulo, e é focado no uso da rede outdoor, sem considerar solução ou serviço. Novas possibilidades ainda não foram definidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Evolução da conexão wireless, o Wi-Fi 6E opera em um espectro adicional da frequência da banda de 6 GHz (5925-7125MHz), além das bandas de 2,4 GHz e 5 GHz já existentes nas redes convencionais, o que permite benefícios como taxas de transferência de dados mais altas e menor interferência. “Como essa frequência pode ser considerada ainda mais limpa, ela ajuda na disputa pelo acesso ao meio sem fio, reduzindo colisões e outros desafios do ambiente Wi-Fi”, destaca Silva, da Universidade Federal de Juiz de Fora.</p>
<p style="text-align: justify;">O Wi-Fi 6E é considerado um complemento à revolução de conectividade trazida pelo 5G, com o qual é compatível em termos de taxas de transmissão e latência. “Assim, os usuários têm uma melhor experiência durante as conexões, inclusive outdoor, ou seja, do lado de fora dos ambientes de residências e prédios comerciais e na indústria”, afirma Soares, da Qualcomm.</p>
<p style="text-align: justify;">A frequência de 6 GHz oferece capacidade dez vezes superior ao Wi-Fi tradicional e velocidades multi-gigabit com infraestrutura sem fio fixa. O Wi-Fi 6E tem a vantagem de não ter os custos associados ao licenciamento do espectro relacionado ao 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">O Wi-Fi 6E traz uma extensão de canais, podendo chegar a 14 canais adicionais de 80 MHz ou 7 canais adicionais de 160 MHz em espectro dedicado para transferência de dados, enquanto os dispositivos Wi-Fi 6 compartilham o mesmo espectro congestionado e apenas dois canais de 160 MHz, com outros dispositivos Wi-Fi 4, 5 e 6 herdados.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa extensão proporciona melhorias significativas de KPI, com desempenho elevado em ambientes com número considerável de usuários e alta taxa de transferência de dados. O resultado é uma conexão mais rápida, constante e estável. A escolha entre ambos, no entanto, dependerá das necessidades específicas do usuário e do ambiente em que a rede será usada. “Se você precisa de alta largura de banda e baixa latência para jogos ou streaming de vídeo em alta resolução, o Wi-Fi 6E é a escolha ideal. Se você precisa de uma rede confiável e eficiente para uso residencial ou pequeno escritório, o Wi-Fi 6 pode ser a melhor escolha”, exemplifica o professor da Universidade Federal de Juiz de Fora.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora as diferenças ou melhorias entre o padrão Wi-Fi 6/6E e os anteriores sejam diversas, destaca-se a cobertura mais ampla e eficiente, graças ao uso de várias antenas e técnicas avançadas de beamforming, que direcionam o sinal Wi-Fi para dispositivos específicos. Desta forma, reduz-se a interferência e aumenta o alcance do sinal, podendo-se alcançar velocidades de transferência de dados de até 9,6 Gbps no Wi-Fi 6E.</p>
<p style="text-align: justify;">Técnicas avançadas, como o TWT &#8211; Target Wake Time, deverão proporcionar maior eficiência energética, e funcionalidades, como o MU-MIMO (multiusuário, múltiplas entradas, múltiplas saídas), permitem atender a vários dispositivos simultaneamente em redes densas e um espectro mais amplo no Wi-Fi 6E, suportando mais dispositivos sem perda de desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o Wi-Fi 6E está liberado para uso somente indoor, uma vez que existem outros serviços outdoor na mesma faixa de frequências. A Anatel, entretanto, estuda os requisitos para uso outdoor, para convivência, sem interferências, dos diferentes serviços. “Avaliamos que há grandes expectativas para o uso comercial, pois o novo protocolo permitirá um grande aumento nas taxas de transmissão, permitindo a evolução das atuais e o uso de novas aplicações”, explica o assessor da superintendência de outorgas e recursos à prestação do órgão, Sidney Azeredo Nince.</p>
<p style="text-align: justify;">A perspectiva é que as primeiras aplicações ocorram na indústria e no agronegócio, com redes privadas e soluções de IoT, sensores e controladores, ampliando as áreas de utilização após o amadurecimento da tecnologia. Espera-se, também, que as empresas de telecom e, principalmente, os fornecedores de equipamentos de rede ofereçam seus equipamentos a um custo razoável e que ambientes, como estádios, shoppings e grandes centros urbanos, adotem o padrão o mais breve possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso, os equipamentos precisam ser certificados. O mercado nacional já conta com 21 modelos de celulares e 45 de outros equipamentos certificados, segundo a Anatel, e novos deverão passar pelo mesmo processo. “Após os equipamentos serem regularizados, teremos um tempo de adaptação e amadurecimento do mercado, até que haja o entendimento sobre as soluções e capacidades que podem ser alcançadas com os novos equipamentos”, observa Costa, da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o momento, cerca de 780 dispositivos habilitados a operar com o padrão Wi-Fi 6E foram certificados pela Wi-Fi Alliance no mundo, entre smartphones, roteadores, televisões e outros, para acesso a uma rede Wi-Fi 6E na faixa de 6 GHz. “A expectativa é de que em 2024 o varejo mundial seja abastecido com 1 bilhão de dispositivos Wi-Fi 6E”, prevê Soares. Há também pontos de acesso certificados. Na avaliação de Silva, o número de dispositivos deve aumentar em 2023 e ainda mais em 2024, com redução de custos e maior a popularização da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Os testes são importantes para a definição de padrões que permitirão alcançar as mesmas qualidades, latência e eficiência obtidas na conexão indoor no uso outdoor, independentemente do ambiente. “Assim como outras soluções de Wi-Fi, o 6E também pode ser utilizado indoor, porém, seria como usar apenas uma pequena parcela de toda a capacidade oferecida”, ressalta Costa, lembrando que, integrada ao 5G, a tecnologia tende oferecer uma experiência de conexão muito mais refinada.</p>
<p style="text-align: justify;">A opinião é dividida por Nince, da Anatel. “Da mesma forma como Wi-Fi convive com redes celulares, 5G e Wi-Fi 6 coexistirão, pois são tecnologias complementares que possibilitarão um avanço na utilização de aplicações sofisticadas, como realidade aumentada e realidade virtual”, observa. Embora diferentes, ambas as tecnologias visam melhorar a conectividade sem fio, complementando-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Silva destaca que as duas tecnologias permitem melhor experiência de conectividade. “Por exemplo, é possível que o 5G possa ser usado para oferecer conectividade de longa distância em áreas externas, enquanto o Wi-Fi 6E fique com as conexões de alta velocidade em ambientes internos. O escoamento do tráfego entre redes móveis 5G e redes Wi-Fi 6E é algo que se espera para reduzir a sobrecarga da rede móvel”, afirma o professor.</p>
<p style="text-align: justify;">As aplicações outdoor permitem a cobertura de áreas maiores com consequente aumento no número de terminais cobertos, com expressiva melhora na experiência dos usuários, graças à conectividade multi-Gigabit gerada por 5G, Wi-Fi 6E e tecnologias complementares. “É uma revolução de conectividade. Um aeroporto que implementá-la, por exemplo, poderá oferecer serviços nas áreas internas e nos arredores e aplicativos que demandem mais dados, como de inteligência artificial, poderão ser usados com muito mais rapidez e eficiência”, comenta Soares.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, o Wi-Fi 6E abre caminho para a próxima geração de sistemas não licenciados. Com a homologação de um padrão e a adoção pela Wi-Fi Alliance, novas pesquisas continuam em andamento e novas versões do Wi-Fi deverão chegar ao mercado em breve, como o Wi-Fi 7 – cujos chips já foram lançados pela Qualcomm em setembro de 2022 –, com canais de 320 MHz, na mesma banda. A tecnologia proporcionará uma experiência ainda mais promissora para o usuário, com a expectativa de maior capacidade de cobertura e velocidades, com foco, principalmente, em mmWave (frequências de ondas milimétricas).</p>
<p style="text-align: justify;">O Wi-Fi 7 corresponde à implementação do padrão IEEE 802.11be, com taxa de transferência de até 46 Gbps, em contraste com os 9.6 Gbps do Wi-Fi 6, e latência ainda 100x menor que o Wi-Fi 6. As bandas a serem utilizadas serão as de 2,4; 5 e 6GHz e a perspectiva é que o padrão seja liberado em 2024.</p>

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