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	<title>Edição 66 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Edição 66 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>Veículos autônomos: Impactos para a sociedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 17:50:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 66]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[IPT]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos autônomos]]></category>
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					<description><![CDATA[Os veículos autônomos representam o futuro da mobilidade, com tecnologias avançadas de hardware e software que permitem sua condução sem intervenção humana. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b7cf49952a" data-id="697b7cf49952a" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Veículos autônomos: Impactos para a sociedade</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Os veículos autônomos representam o futuro da mobilidade, com tecnologias avançadas de hardware e software que permitem sua condução sem intervenção humana. O ADAS é um precursor dessa tecnologia, mostrando uma evolução gradual até a autonomia completa. A SAE definiu seis níveis de automação, sendo o nível 0 de menor autonomia, com apenas alguns avisos ao condutor, e o nível 5 totalmente autônomo. Os veículos de passeio atuais, como os da Tesla, são considerados apenas nível 2. Tecnologias avançadas são fundamentais para o desenvolvimento, como IA e 5G. Os impactos sociais dos veículos autônomos incluem maior segurança viária, menos congestionamentos, menor tempo de deslocamento, benefícios ambientais e mais eficiência no compartilhamento de veículos. Porém, mudanças legislativas são necessárias para definir responsabilidades em acidentes, entre outras questões legais, e, principalmente, no Brasil, o investimento em PD&amp;I.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong>Douglas Bellomo Cavalcante; Matheus Jacon Pereira; Leandro Avanço; e Fabrício Gonçalves Torres, pesquisadores do IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo </strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-697b7cf4999e2" data-id="697b7cf4999e2" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Os veículos autônomos são o futuro da mobilidade e estão no radar da Indústria e da Academia. São veículos que dispõe de tecnologias de hardware e software que permitem sua condução autônoma, de maneira a, idealmente, não precisar de intervenção humana. O ADAS &#8211; Advanced Driver-Assistance System compõe um conjunto de tecnologias que são suas precursoras, demonstrando que há uma evolução gradativa até que os veículos totalmente autônomos sejam realidade. Dessa forma, a SAE &#8211; Sociedade de Engenheiros Automotivos estabeleceu seis níveis de automação para direção, sendo que o nível 0 (zero) dispõe apenas de avisos para auxílio à condução e o nível 5 (cinco) não depende de intervenção humana, conforme apresentado na tabela abaixo.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697b7cf499a68" data-id="697b7cf499a68" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Tab. I &#8211; Níveis de autonomia veicular – Classificação SAE</p>
<table style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<tbody>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="53"><em><strong>Nível</strong></em></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="184"><em><strong>Descrição</strong></em></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="142"><em><strong>Funções do Motorista</strong></em></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="188"><em><strong>Exemplos</strong></em></td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="53">0</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="184">Nenhuma autonomia, segurança ativa</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="142">Controle total do motorista</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="188">ABS, avisos e alertas</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="53">1</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="184">Autonomia limitada, segurança ativa e algumas funções autônomas</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="142">Nível de controle altíssimo pelo motorista</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="188">Centralização na faixa ou controle de velocidade adaptativo</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="53">2</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="184">Autonomia limitada, segurança ativa mais conveniência</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="142">Maior parte do controle pelo motorista. Sistema assume em certas condições</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="188">Centralização nas faixas, controle de velocidade adaptativo, estacionamento autônomo, funções simultâneas</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="53">3</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="184">Autonomia condicional</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="142">Motorista pode desabilitar a automação e habilitá-la em condições específicas</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="188">Autonomia acionada em determinadas condições: tráfego intenso, autoestrada, dentre outros</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="53">4</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="184">Alto nível de autonomia</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="142">Motorista não é necessário em determinadas condições</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="188">Autonomia condicional em locais autorizados</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="53">5</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="184">Autonomia total</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="142">Motorista não é necessário</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000;" width="188">Total automação, sem necessidade de motorista</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Norma SAE J3016</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697b7cf49a1a5" data-id="697b7cf49a1a5" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Alguns veículos atuais, como os da Tesla, ainda que pareçam autônomos são considerados nível 2 na classificação SAE. Quanto à arquitetura, os veículos autônomos podem ser analisados sob duas ópticas: do ponto de vista técnico, duas camadas (hardware e software) são responsáveis pela realização da automação, sendo que na primeira camada estão o sensoriamento, a atuação, a comunicação e o processamento, e na segunda camada, o sistema operacional de tempo real e os algoritmos, em geral, de IA &#8211; inteligência artificial; e do ponto de vista funcional, a camada de percepção é responsável por perceber o ambiente ao redor do veículo, a de planejamento e decisão por definir o melhor caminho (local ou global) e a camada de  controle, por estabelecer as diretrizes dos atuadores (acelerador, freio, marcha e direção).</p>
<p style="text-align: justify;">Os sensores (camada de percepção) são dispositivos fundamentais dos veículos autônomos, trabalhando de maneira conjunta para compensar as limitações físicas inerentes em cada um. A camada de planejamento é responsável por definir a rota global do veículo, bem como as ações locais para desvio de obstáculos e ajuste de velocidade. A camada de controle utiliza de técnicas como PID &#8211; Proportional–Integral–Derivative Controller e lógica fuzzy para definir os valores de atuação para os atuadores.  A figura abaixo apresenta a arquitetura em camadas dos veículos autônomos.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b7cf49a95e" data-id="697b7cf49a95e" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="973" height="449" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Figura-1.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Figura 1" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Figura-1.jpeg 973w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Figura-1-300x138.jpeg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Figura-1-768x354.jpeg 768w" sizes="(max-width: 973px) 100vw, 973px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/veiculos-autonomos-impactos-para-a-sociedade/figura-1-15/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 1 - Arquitetura em camadas dos veículos autônomos sob o ponto de vista funcional. Fonte: traduzido de Velasco-Hernandez et al. (2020)</figcaption>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697b7cf49adc4" data-id="697b7cf49adc4" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Outros conceitos também estão sendo estudados, como uso de IA de ponta a ponta, além de serem desenvolvidos hardwares dedicados para veículos autônomos. A tecnologia 5G será fundamental para essa evolução tecnológica por meio da comunicação V2X, devido à sua baixa latência, alta confiabilidade e alta mobilidade. Nessa linha, alguns casos já estão sendo estudados e aplicados em Londres, Tailândia e Península Ibérica, incluindo estudos de coordenação de tráfego e atualização de mapas em alta definição.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda essa revolução tecnológica dependerá de alterações na legislação, principalmente voltadas à definição de responsabilidades em casos de acidentes, sendo que a França está bastante adiantada no tema e o Brasil bastante atrasado. Quanto aos impactos para a sociedade, os veículos autônomos trarão aumento da segurança viária, redução de congestionamentos, redução do tempo de deslocamento, redução de impactos ambientais, melhoria de qualidade de vida dos ocupantes e tornarão o compartilhamento de veículos mais eficiente e confortável.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora no Brasil, os projetos de PD&amp;I<em> &#8211; </em>pesquisa, desenvolvimento e inovação em veículos autônomos ainda sejam incipientes, há exemplos de aplicações reais que estão focadas em ambientes fechados controlados, tanto na agricultura quanto na indústria, e já existe veículos de níveis SAE 2 e SAE 4 operando. Há exemplos também de institutos de pesquisa que buscam desenvolver a tecnologia alinhada às necessidades do país, tal como ocorre na Unidade de Tecnologias Digitais do IPT, que busca realizar projetos e desenvolvimento de software em plataformas variadas, inclusive dispositivos móveis, com o foco em qualidade, desempenho, segurança, interoperabilidade, facilidade de manutenção, usabilidade e no atendimento às necessidades do usuário. Seus produtos possuem integração com recursos de IoT &#8211; Internet das coisas, big data e inteligência artificial. A área também realiza pesquisas, desenvolvimento e testes de soluções inteligentes no domínio dos transportes e logística, que integrem veículos, infraestrutura, usuários, pedestres, centros de gestão, meios de comunicação e sensores.</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento e a disseminação no Brasil de tecnologias que tornem os veículos cada vez mais inteligentes devem estar no escopo de parcerias público-privadas e de medidas estratégicas que possam alavancar novas tecnologias aplicadas aos veículos autônomos e conectados, tornando o transporte cada vez mais inteligente.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><em><strong>Douglas Bellomo Cavalcante é mestre em Automação e Controle de Processos pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Especialista em Automação Industrial pela Faculdade SENAI de Tecnologia, graduado em Engenharia Mecatrônica pela Faculdades Integradas de São Paulo &#8211; FISP e em Tecnologia em Mecânica de Precisão pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo &#8211; FATEC-SP. Possui 15 anos de experiência na área de tecnologia, com focos em diagnóstico de problemas, desenvolvimento de software, análise de sistemas, IoT e Indústria 4.0. Atualmente é responsável pela Seção de Engenharia de Software e Transportes Inteligentes do IPT.</strong></em><br />
<em><strong><a href="mailto:Douglas%20Bellomo Cavalcante é mestre em Automação e Controle de Processos pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Especialista em Automação Industrial pela Faculdade SENAI de Tecnologia, graduado em Engenharia Mecatrônica pela Faculdades Integradas de São Paulo - FISP e em Tecnologia em Mecânica de Precisão pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo - FATEC-SP. Possui 15 anos de experiência na área de tecnologia, com focos em diagnóstico de problemas, desenvolvimento de software, análise de sistemas, IoT e Indústria 4.0. Atualmente é responsável pela Seção de Engenharia de Software e Transportes Inteligentes do IPT. dcavalcante@ipt.br Matheus Jacon Pereira é mestre em Engenharia da Computação - Redes de Computadores pelo IPT e graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP. Possui publicações acadêmicas nas áreas de RFID, Internet das Coisas, Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS), Rede de Computadores e automação. Atuou como professor em cursos de Engenharia de Computação, Engenharia Elétrica e Sistemas de Informação e atualmente é professor no curso de pós-graduação (MTA) em Cibersegurança ministrando disciplinas de Engenharia Reversa e Análise de Malware. Atuou na área de PD em companhias do setor de telecomunicações e é Pesquisador do IPT, trabalhando com pesquisa e desenvolvimento nas áreas de RFID, ITS, Internet das Coisas, Redes de Computadores, Governança e Segurança da Informação. Além de liderar projetos de desenvolvimento para Sistemas operacionais Linux e Android, incluindo requisitos de cibersegurança. mjacon@ipt.br Leandro Avanço é mestre em Engenharia da Computação - Redes de Computadores pelo IPT e possui graduação em Engenharia Elétrica - Telecomunicações pela FEI. Possui publicações nas áreas de Cibersegurança, RFID e Internet das Coisas. Atuou com suporte e implantação nas áreas de redes de dados, redes de voz, configuração e administração de servidores em geral, segurança da informação e proteção de perímetro. Atuou como professor em cursos de Engenharia de Computação e Sistemas de Informação e atualmente é professor no curso de pós-graduação em Cibersegurança no IPT, onde, também é Gerente Técnico de P&amp;D da seção de Internet das Coisas e Sistemas Embarcados, trabalhando com pesquisa e desenvolvimento nas áreas de RFID, ITS, Internet das Coisas, Internet, IPv6, 5G e Cibersegurança. lavanco@ipt.br Fabrício Gonçalves Torres é físico, mestre em Processos Industriais e responsável pela área de Alta Frequência e Telecomunicações do Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT. Possui mais de 17 anos de experiência em metrologia e realiza auditorias, consultorias e treinamentos na área de qualidade, metrologia e instrumentação. fabrigt@ipt.br www.linkedin.com/in/fabriciogt" target="_blank" rel="noopener">dcavalcante@ipt.br</a> </strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Matheus Jacon Pereira é mestre em Engenharia da Computação &#8211; Redes de Computadores pelo IPT e graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP. Possui publicações acadêmicas nas áreas de RFID, Internet das Coisas, Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS), Rede de Computadores e automação. Atuou como professor em cursos de Engenharia de Computação, Engenharia Elétrica e Sistemas de Informação e atualmente é professor no curso de pós-graduação (MTA) em Cibersegurança ministrando disciplinas de Engenharia Reversa e Análise de Malware. Atuou na área de PD em companhias do setor de telecomunicações e é Pesquisador do IPT, trabalhando com pesquisa e desenvolvimento nas áreas de RFID, ITS, Internet das Coisas, Redes de Computadores, Governança e Segurança da Informação. Além de liderar projetos de desenvolvimento para Sistemas operacionais Linux e Android, incluindo requisitos de cibersegurança.</strong></em><br />
<a href="mailto:mjacon@ipt.br" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>mjacon@ipt.br</strong></em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Leandro Avanço é mestre em Engenharia da Computação &#8211; Redes de Computadores pelo IPT e possui graduação em Engenharia Elétrica &#8211; Telecomunicações pela FEI. Possui publicações nas áreas de Cibersegurança, RFID e Internet das Coisas. Atuou com suporte e implantação nas áreas de redes de dados, redes de voz, configuração e administração de servidores em geral, segurança da informação e proteção de perímetro. Atuou como professor em cursos de Engenharia de Computação e Sistemas de Informação e atualmente é professor no curso de pós-graduação em Cibersegurança no IPT, onde, também é Gerente Técnico de P&amp;D da seção de Internet das Coisas e Sistemas Embarcados, trabalhando com pesquisa e desenvolvimento nas áreas de RFID, ITS, Internet das Coisas, Internet, IPv6, 5G e Cibersegurança.</strong></em><br />
<a href="mailto:mjacon@ipt.br" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>lavanco@ipt.br</strong></em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Fabrício Gonçalves Torres é físico, mestre em Processos Industriais e responsável pela área de Alta Frequência e Telecomunicações do Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT. Possui mais de 17 anos de experiência em metrologia e realiza auditorias, consultorias e treinamentos na área de qualidade, metrologia e instrumentação.</strong></em><br />
<em><strong>fabrigt@ipt.br</strong></em><br />
<a href="http://www.linkedin.com/in/fabriciogt" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>www.linkedin.com/in/fabriciogt</strong></em></a></p>

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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;"><em><strong>Referências<br />
VELASCO-HERNANDEZ, G. et al. Autonomous Driving Architectures, Perception and Data Fusion: A Review. In: 2020 IEEE 16th International Conference on Intelligent Computer Communication and Processing (ICCP). Cluj-Napoca, Romania: IEEE, 2020. p. 315–321. ISBN 978-1-72819-080-8. Disponível em: &lt;<a href="https://ieeexplore.ieee.org/document/9266268/" target="_blank" rel="noopener">https://ieeexplore.ieee.org/document/9266268/</a>&gt;.</strong></em></span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Celebre suas conquistas</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/celebre-suas-conquistas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=celebre-suas-conquistas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 17:36:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 66]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[Comemorar as conquistas é uma injeção de confiança na autoestima e uma ferramenta valiosa para a construção de carreiras bem-sucedidas e realizações pessoais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b7cf49ccdc" data-id="697b7cf49ccdc" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Celebre suas conquistas</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Edgar Amorim, facilitador DiSC e coach executivo, da Amorizar Pessoas</strong></span></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">No início deste mês aconteceu a cerimônia de colação de grau do meu filho. Naquele momento lembrei de uma frase de um professor do meu MBA, doutor em economia e filosofia. Ele dizia: &#8220;para cada turma que finaliza um curso deveria haver uma comemoração em cada esquina&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Independentemente de qualquer situação, o esforço para a conquista do saber, e o próprio saber, têm imenso valor. Porém, nem sempre são valorizados e muitas vezes são desprezados.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez porque o saber não garanta recursos para sobrevivência ou talvez porque muitas pessoas não têm a disposição para realizar o esforço necessário para adquirir o saber.</p>
<p style="text-align: justify;">A vida é feita de ciclos e a conclusão de um curso, principalmente superior, representa a coroação de anos de esforço. Comemorar vai muito além de uma festa; é um marco de conquista pessoal e um momento de preparação para o próximo ciclo da vida. É uma injeção de confiança na autoestima de quem conclui o curso. A confiança adquirida nesses momentos é uma ferramenta valiosa para a construção de carreiras bem-sucedidas e realizações pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">A sociedade deveria se orgulhar muito dos estudantes que concluem seus cursos e apoiar aqueles que têm dificuldades para terminar. O saber dá muito trabalho e por isso celebrar é essencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Se hoje a humanidade tem inúmeras facilidades tecnológicas em várias áreas, devemos agradecer ao esforço de muita gente que estudou, pesquisou e desenvolveu soluções que possibilitam uma vida melhor e mais longa.</p>
<p style="text-align: justify;">Celebre sua faculdade, celebre sua certificação, celebre sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">Ah, e para quem ficou curioso, meu filho se formou em Engenharia de Telecomunicações na Unicamp – Universidade de Campinas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sucesso!</p>

		</div>
	</div>
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		<title>PoP inteligente otimiza serviços e abre novas oportunidades de negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 17:31:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 66]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Redes neutras]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste artigo, o autor explora como a implantação de data centers nos pontos de presença torna os provedores de Internet mais competitivos, e como essa abordagem pode ser implementada de forma inteligente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b7cf49dd13" data-id="697b7cf49dd13" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>PoP inteligente otimiza serviços e abre novas oportunidades de negócios</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Neste artigo, o autor explora como a implantação de data centers nos pontos de presença torna os provedores de Internet mais competitivos, e como essa abordagem pode ser implementada de forma inteligente, alinhada com as necessidades do mercado e em conformidade com normas internacionais.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Marcelo Rezende, COO da WDC Networks</strong></p>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">É fato que a conectividade se tornou essencial na vida cotidiana e a garantia de acesso confiável à Internet não é mais diferencial para quem provê o serviço, mas entrega mandatória para sobrevivência do provedor num mercado que passa a exigir excelência na qualidade do sinal e serviços de valor agregado, que entreguem a melhor experiência ao usuário. Neste artigo, explorarei como a implantação de data centers nos pontos de presença (PoPs) torna provedores de Internet mais competitivos, e como essa abordagem pode ser implementada de forma inteligente, alinhada com as necessidades do mercado e em conformidade com normas internacionais.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b7cf49e31e" data-id="697b7cf49e31e" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Contar com uma infraestrutura que inclui armazenamento e processamento de dados em seus pontos de presença faz com que o ISP deixe de ser um simples hub de conectividade para se tornar um provedor de serviços com inteligência de negócios. Além de otimizar a operação, um centro de dados profissional integrado ao PoP ajuda a diversificar o portfólio de ofertas, aumentando o ticket médio e fidelizando clientes (tratamos dessa tendência em <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/como-aumentar-o-ticket-do-cliente-e-se-manter-competitivo-com-novos-negocios-na-sua-rede/">artigo</a> anterior).</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que executar apenas o transporte dos dados, PoPs inteligentes melhoram exponencialmente a qualidade do serviço entregue ao usuário final, colocando o conteúdo mais próximo dos dispositivos, com mais estabilidade e melhor desempenho &#8211; condição sine qua non para aplicações que demandam grandes volumes de dados, como jogos em 3D, streaming, e aplicativos inteligentes, por exemplo. Essa experiência aprimorada faz toda diferença na escolha do usuário pela contratação de um provedor.</p>
<p style="text-align: justify;">Do outro lado do balcão, os provedores de Internet acumulam vastas quantidades de informações, desde cadastro de clientes aos registros de tráfego de rede, configurações de roteadores, etc. Nos servidores do datacenter esses dados não só são armazenados de maneira segura e acessível, como processados para simplificar e automatizar tarefas que vão do CRM ao roteamento de tráfego e otimização da rede.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Eficiência energética e sustentabilidade</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Além de agregar resiliência ao ponto de presença, a capacidade de armazenar e processar dados permite ao ISP integrar-se a outros provedores ou a CDNs &#8211; redes de distribuição de conteúdo. Ao receber o conteúdo localmente, as latências diminuem, as solicitações de usuários são mais rapidamente respondidas e o consumo de banda é minimizado, resultando em mais eficiência energética.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que eficiência energética reflete diretamente no faturamento. Quando o desperdício de energia é menor, menos calor é gerado e a necessidades de resfriamento &#8211; outro vilão no consumo de energia – diminui. Mas, mais do que reduzir custos operacionais, ISPs que alcançam eficiência energética se aproximam das métricas de ESG &#8211; Environmemnt Social and Governance, minimizando impactos ambientais e a emissão de carbono.</p>
<p style="text-align: justify;">Em última análise, os data centers são a espinha dorsal dos provedores de internet atualizados com o mercado e a evolução dos pontos de presença para Smart PoPs impulsiona a qualidade dos serviços ao usuário final, a eficiência energética e a competitividade do setor. À medida que o uso da Internet cresce e evolui para IoT, OT, inteligência artificial e machine learning, os provedores precisam de flexibilidade para atender à demanda. Nesse sentido, os datacenters são escaláveis, permitindo acrescentar novos servidores e infraestrutura de rede para suportar mais usuários, tráfego e serviços sem a interrupção do sinal.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale acrescentar que a Edge Computing (computação de borda) vem acompanhada pela tendência dos edge data centers. Isso significa que, em vez de depender exclusivamente de datacenters centralizados, o poder computacional e a capacidade de processamento são distribuídas para a borda mais próxima dos pontos de origem/dispositivos, encurtando o caminho dos dados.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma arquitetura de dados bem planejada ainda abre espaço para a diversificação das receitas, possibilitando a oferta de serviços de valor agregado (SVA), como colocation – que envolve a locação de espaço físico em um datacenter, permitindo que empresas hospedem seus próprios servidores em um ambiente seguro e controlado &#8211; e espaço em cloud, onde clientes implementam e dimensionam seus aplicativos sem a necessidade de investimentos em infraestrutura física própria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Apoio consultivo e normas internacionais</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Não podemos deixar de mencionar que datacenters são instalações complexas que abrigam servidores, roteadores, switches e equipamentos de armazenamento funcionando em sincronia para gerenciar e entregar uma variedade de serviços digitais. Existem normas internacionais adotadas no Brasil que classificam os datacenters em quatro níveis de resiliência. A ABNT &#8211; Associação Brasileira de Normas Técnicas, tem um comitê ativo, CE21, que está escrevendo a norma Brasileira de Datacenters. A primeira parte da norma Brasileira de data centers, que é a ABNT IEC 22237-1, já está publicada no catálogo da ABNT. Até o final de 2023, devem estar publicadas as partes ABNT IEC 22237-3 e ABNT IEC 22237-4 e até o final de 2024, as partes 2, 5 e 6.</p>
<p style="text-align: justify;">O data center ideal para provedores de internet precisa ser compatível com o Tier III (padrão definida pelo Uptime Institute Professional Services, adotado desde meados da década de 1990 e aceita em mais de 40 países). Importante contar um projetista experiente e alinhado com as normas e melhores práticas mundiais para a construção de um datacenter aderente ao plano de negócios com a melhor relação custo-eficiência.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conectividade: O caminho para o desenvolvimento do país</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/conectividade-o-caminho-para-o-desenvolvimento-do-pais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=conectividade-o-caminho-para-o-desenvolvimento-do-pais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 17:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 66]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Business intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[IIoT]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
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					<description><![CDATA[Além dos cidadãos, diversos setores da indústria brasileira são impactados com a melhor qualidade da infraestrutura de rede de telecomunicações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>Conectividade: O caminho para o desenvolvimento do país</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">O novo PAC – Programa de Aceleração de Crescimento, anunciado este mês pelo Governo Federal, tem planos ambiciosos para ampliar a inclusão digital e a conectividade do país. Para tanto, a previsão é investir quase R$ 28 bilhões em serviços e infraestrutura de telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">A implantação do 5G e a expansão do 4G estão no topo da lista dos investimentos (18,5 bilhões). Deste volume, R$ 10,9 bilhões devem ser aplicados entre 2023 e 2026 – o restante deverá ser executado após 2026. As infovias regionais, estaduais e nacionais também serão beneficiadas. O novo PAC reserva R$ 1,9 bilhão para a construção ou ampliação dessas linhas digitais.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa também prevê ampliar a conectividade nas escolas e unidades de saúde, além de modernizar os serviços postais e aumentar e melhorar a oferta de programação de TV digital pelo país.</p>
<p style="text-align: justify;">O PAC é um programa de investimentos coordenado pelo governo federal, em parceria com o setor privado, estados, municípios e movimentos sociais. No total, serão aplicados R$ 1,7 trilhão (R$ 1,4 trilhão até 2026 e R$ 320,5 bilhões após 2026) para acelerar o crescimento econômico e a inclusão social, gerando emprego e renda, e reduzindo desigualdades sociais e regionais. Os investimentos previstos com recursos do OGU &#8211; Orçamento Geral da União somam R$ 371 bilhões; o das empresas estatais, R$ 343 bilhões; financiamentos, R$ 362 bilhões; e setor privado, R$ 612 bilhões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Novas aplicações </strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">É fato que a qualidade da infraestrutura de rede é fundamental para abrir caminho a novas aplicações e contribuir com o desenvolvimento econômico e social do país. Diversos setores da indústria brasileira são impactados pelo avanço da conectividade e da inclusão digital. Um exemplo é o mercado automotivo, com os carros conectados, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/veiculos-autonomos-impactos-para-a-sociedade/">tema de um artigo desta edição</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O agronegócio também depende de infraestruturas de telecom robustas para aumentar a produtividade e eficiência operacional. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/brasil-e-terreno-fertil-para-as-agtechs/">Como mostra um artigo publicado nesta edição</a>, inovações, como soluções de softwares de gestão e monitoramento, aplicabilidade de ferramentas de automação, IA &#8211; inteligência artificial e big data, ofertadas pelas agtechs, permitem aos produtores rurais administrar o campo com maior precisão e agilidade, garantindo maior rendimento nas lavouras e contribuindo para a oferta de alimentos em quantidade suficiente para atender à demanda crescente.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros temas desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/saiba-como-garantir-a-integridade-dos-dados/">integridade dos dados</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/celebre-suas-conquistas/">carreira</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/pop-inteligente-otimiza-servicos-e-abre-novas-oportunidades-de-negocios/">data center</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-poder-do-finops-maximizando-eficiencia-e-minimizando-custos-na-gestao-de-tecnologia/">FinOps</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cinco-perguntas-que-todo-lider-deve-fazer-sobre-o-armazenamento-como-servico/">armazenamento como serviço</a>.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Cinco perguntas que todo líder deve fazer sobre o armazenamento como serviço</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/cinco-perguntas-que-todo-lider-deve-fazer-sobre-o-armazenamento-como-servico/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cinco-perguntas-que-todo-lider-deve-fazer-sobre-o-armazenamento-como-servico</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 17:13:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 66]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[SLA]]></category>
		<category><![CDATA[STaaS]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[O armazenamento como serviço entrega mais agilidade e resiliência e reduz a carga de gerenciamento de armazenamento para que as equipes de TI possam dedicar mais tempo aos projetos inovadores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b7cf4a1308" data-id="697b7cf4a1308" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Cinco perguntas que todo líder deve fazer sobre o armazenamento como serviço</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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			<p style="text-align: justify;">A modernização dos negócios digitais transformou também os requisitos das empresas de diversos setores em relação à infraestrutura necessária para acompanhar essa jornada. O armazenamento de dados tradicional geralmente apresenta ciclos de vida de produtos com duração de 3 a 5 anos, com a necessidade de extração e substituição baseada em capacidade, e hoje simplesmente não são mais capazes de atender as necessidades atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal questão é valorizar a escolha das tecnologias de forma muito mais alinhada aos objetivos de negócios e, por isso, é fundamental buscar uma solução de storage que mantenha os custos gerenciáveis e que esteja em sintonia com as estratégias de TI, finanças e negócios da empresa. Para muitos, a resposta para essa questão tem nome: o armazenamento como serviço (STaaS).</p>
<p style="text-align: justify;">O armazenamento como serviço entrega mais agilidade e resiliência e reduz a carga de gerenciamento de armazenamento para que as equipes de TI possam dedicar mais tempo aos projetos inovadores que agregam valor e aumentam a receita. Dada a importância crítica do armazenamento de dados, aqui estão cinco perguntas que todo decisor deve fazer ao buscar o STaaS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Capacidade é o mais importante?</h2>
<p style="text-align: justify;">Se um fornecedor fala apenas sobre porcentagens de capacidade quando se trata de STaaS, isso pode ser um sinal de alerta. Os dados, não a capacidade, são a unidade de medida ideal nas ofertas STaaS. No passado, se você visse quais iniciativas estavam surgindo no futuro próximo – e considerasse que poderia haver grandes eventos inesperados adiante – você naturalmente aumentaria a capacidade para acomodar necessidades futuras. Mas a previsão é cada vez menos confiável, por isso é mais inteligente hoje considerar os volumes de dados, não necessariamente as capacidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Volumes de dados são um termo mais importante no STaaS porque você só paga pelo consumo real de armazenamento. Sua capacidade pode aumentar ou diminuir à medida que as cargas de trabalho mudam e as necessidades evoluem. Como a capacidade de armazenamento que você usa é igual à quantidade de dados colocados na plataforma STaaS, você pode manter orçamentos e custos mais alinhados com o desempenho da aplicação.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais os benefícios em relação à proteção e recuperação de dados?</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma boa solução STaaS deve ser direta sobre a mitigação de riscos e vulnerabilidades, fornecendo uma maneira transparente e previsível de prever custos e gerenciar orçamentos. Procure uma solução STaaS que ofereça continuidade de negócios, recuperação de desastres e recursos de resiliência cibernética, incluindo mitigação de ransomware. Recursos como eliminação segura de dados, descomissionamento de ativos e forte autenticação de acesso são importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, pergunte sobre as certificações do setor, se aplicável, como as diretrizes HIPAA para uma empresa de saúde ou FINRA para uma organização financeira. Se o fornecedor não puder falar sobre o nível de conformidade da solução com as regulamentações do seu setor, pode não ser a escolha certa.</p>
<p style="text-align: justify;">As melhores soluções STaaS são aquelas em que todo o hardware e software foram desenvolvidos, implementados e operados com base na segurança. Eles também normalmente incluem recursos como detecção de anomalias para identificar eventos raros que podem sinalizar uma violação, avaliações de vulnerabilidade claras e proativas, recursos de recuperação, como alertas e snapshots imutáveis, sistemas limpos de armazenamento limpos e assistência técnica no local para voltar a funcionar rapidamente após um ciberataque.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são os tipos de SLAs ou garantias de serviço?</h2>
<p style="text-align: justify;">Um contrato de nível de serviço (SLA) é um acordo importante entre sua empresa e um provedor de soluções que define o que você pode esperar desse provedor e dessa solução. Deve incluir detalhes ou garantias de que o provedor manterá certos níveis de serviço, como custo, desempenho, velocidade de acesso, eficiência energética, o volume de dados que você pode armazenar e proteção contra ransomware. Também deve especificar o que o provedor fará se alguma dessas garantias não for mantida.</p>
<p style="text-align: justify;">Pergunte ao fornecedor o que acontece se os SLAs não forem cumpridos, se ele oferece SLAs ou garantias de serviço com créditos de serviço e correção? O bom fornecedor de armazenamento como serviço gerenciará e atualizará a solução implementada sem interromper os serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">Dica extra: cuidado se o fornecedor insistir que nunca passa por um tempo de inatividade inesperado. Interrupções acontecem e o tempo de inatividade pode ser planejado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Flexibilidade e gerenciamento de custos, sem surpresas – é possível?</h2>
<p style="text-align: justify;">À medida que mais empresas migram para um ecossistema de TI híbrido ou multicloud, é importante encontrar uma solução STaaS que permita a liberdade e a flexibilidade para implementar o armazenamento onde você desejar. Uma boa solução deve oferecer uma experiência consistente e de alta qualidade, independentemente de seus dados serem armazenados on-premise, em uma instalação de colocation, em nuvem pública, nuvem privada ou ambiente híbrido. Além disso, o suporte à uma migração impecável de dados entre todos esses locais também deve ser garantida.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto fundamental é a garantia de uma assinatura de armazenamento unificado para ambientes híbridos ou de várias nuvens, sem cobranças adicionais. Uma fatura para todos os seus dados armazenados simplifica muito o gerenciamento de custos e permite que você preveja o quanto precisa investir em armazenamento, sem surpresas. Mesmo se você não estiver usando um modelo de TI híbrido, uma solução STaaS que permita isso ainda é uma escolha inteligente para que você possa crescer e evoluir suas necessidades de negócios e armazenamento da maneira que desejar, sem ser penalizado ou ter que fazer concessões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">A solução STaaS usa tecnologias avançadas, como IA e machine learning (ML)?</h2>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário das abordagens tradicionais de armazenamento, o STaaS não é limitado por tecnologias e paradigmas desatualizados. É capaz de incorporar tecnologias como IA e ML para aumentar ainda mais a agilidade e a eficiência do armazenamento. Embora não seja necessariamente um problema escolher uma solução que não use IA e ML, é importante ter em mente que essas tecnologias trazem inúmeros benefícios.</p>
<p style="text-align: justify;">As melhores soluções STaaS usam IA e ML para otimizar automaticamente o posicionamento da carga de trabalho, o que ajuda a evitar pontos de acesso ou mais/menos provisionamento. Com IA e ML, é possível obter insights preditivos e recomendações proativas sobre utilização, custos, consumo de energia, desempenho, segurança de dados e muito mais, além de ajudar suas equipes de operações a melhorarem o gerenciamento dos dados gerados por sua empresa. A tecnologia permite alto grau de automação de tarefas que costumavam consumir muito tempo e esforço das equipes. Automatizar essas tarefas também ajuda a reduzir o potencial de erro humano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Conclusão</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Em todo processo de escolha é fundamental fazer as perguntas certas. As soluções de armazenamento como serviço podem variar bastante nos recursos e capacidades que oferecem, mas tenha em mente que é fundamental escolher uma solução capaz de apoiar não apenas suas metas e iniciativas atuais, mas também as futuras, à medida que você continua inovando, transformando e crescendo.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>O poder do FinOps: Maximizando eficiência e minimizando custos na gestão de tecnologia</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/o-poder-do-finops-maximizando-eficiencia-e-minimizando-custos-na-gestao-de-tecnologia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-poder-do-finops-maximizando-eficiencia-e-minimizando-custos-na-gestao-de-tecnologia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 16:59:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 66]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
		<category><![CDATA[DevOps]]></category>
		<category><![CDATA[Finops]]></category>
		<category><![CDATA[Framework]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[De forma prática, o FinOps é uma abordagem que combina pessoas, processos e ferramentas para otimizar os custos operacionais de TI, sobretudo com o serviço de cloud. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b7cf4a2150" data-id="697b7cf4a2150" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O poder do FinOps: Maximizando eficiência e minimizando custos na gestão de tecnologia</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Valdinei Ribeiro, head of cloud &amp; DevOps da Iteris</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">A gestão de tecnologia evoluiu rapidamente nos últimos anos, e com essa evolução veio a necessidade de abordagens mais inteligentes para gerenciar os custos associados. É aqui que o FinOps, ou Gestão Financeira de Operações de TI, entra em cena. O FinOps não é apenas uma prática; é uma mentalidade que visa otimizar a eficiência operacional enquanto mantém um controle rigoroso dos gastos.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma prática, o FinOps é uma abordagem que combina pessoas, processos e ferramentas para otimizar os custos operacionais de TI, sobretudo com o serviço de cloud. Em um cenário empresarial cada vez mais complexo, onde as operações de TI podem representar uma parcela significativa dos custos totais, a disciplina surge como uma estratégia vital para garantir que os recursos sejam usados de forma inteligente.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas para que isso aconteça efetivamente, é mais do que essencial a colaboração entre algumas equipes-chave, que vão desde o time de engenharia e operações, passando pelo time de finanças e compras, chegando inclusive até o C-level das empresas. Cada uma dessas áreas deve exercer alguns papeis específicos e estratégicos dentro do processo de implementação do framework. Quando diferentes áreas são envolvidas em todo o processo, a transparência e a visibilidade dos custos de TI se tornam naturais, o que proporciona uma base sólida para a tomada de decisões informadas.</p>
<p style="text-align: justify;">E, quando reforçamos que a base desse modelo de gestão financeira deve ser a colaboração, é porque implementá-lo não é apenas uma tarefa técnica; é uma oportunidade estratégica para aprimorar a eficiência e a eficácia dos negócios. Através da abordagem, as empresas podem alcançar reduções substanciais nos custos operacionais, liberando orçamentos para investimentos estratégicos. Para se ter uma ideia, de acordo com dados divulgados pelo Gartner, o bom gerenciamento de custos financeiros com o FinOps pode gerar uma economia de até 70% com os custos de cloud.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Os negócios estão nas nuvens</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Pesquisa Global de Nuvem, da Frost &amp; Sullivan, que entrevistou mais de 100 tomadores de decisão de nuvem no Brasil, as empresas brasileiras gastam, em média, 10,22% da receita com investimentos em TI.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessas empresas, cerca de 91% utilizam cloud para pelo menos algumas de suas aplicações de negócios e 80% utilizam a nuvem híbrida (nuvem mais data center local). A mesma pesquisa mostra que o volume de dados hospedados está crescendo mais de 40% ao ano. Com as empresas migrando suas informações para a nuvem, FinOps se torna uma disciplina essencial para manter as contas em dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é importante reforçar que o FinOps vai além da simples economia de custos. Ele promove uma cultura de responsabilidade, onde todas as equipes compreendem o impacto financeiro de suas ações. Isso leva a decisões mais conscientes, alinhadas aos objetivos financeiros da organização. O resultado é uma abordagem mais holística para a gestão de tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que o FinOps não é apenas uma tendência passageira, mas sim uma abordagem essencial para a gestão financeira de operações de TI no mundo de hoje. Ao combinar colaboração, transparência, automação e responsabilidade, as empresas podem alcançar eficiência operacional enquanto otimizam os gastos. E esses benefícios se estendem além dos números, criando uma cultura organizacional mais consciente e direcionada a resultados. Como líder no setor de tecnologia, a implementação dessa disciplina pode ser a chave para o sucesso sustentável de sua empresa.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b7cf4a2874" data-id="697b7cf4a2874" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div><div class="ult-spacer spacer-697b7cf4a28ae" data-id="697b7cf4a28ae" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><em><strong>Com graduação em Sistemas de Informação e MBA em Gestão de Projetos, Valdinei Ribeiro atua no mercado de TI e desenvolvimento de software há mais de 13 anos. Na Iteris, atualmente, o executivo ocupa o cargo de Head of Cloud &amp; DevOps. </strong></em></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiba como garantir a integridade dos dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 16:52:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 66]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo apresenta algumas medidas que os usuários podem adotar para garantir uma maior segurança dos seus dados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b7cf4a3421" data-id="697b7cf4a3421" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Saiba como garantir a integridade dos dados</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O artigo apresenta algumas medidas que os usuários podem adotar para garantir uma maior segurança dos seus dados.</h2>

		</div>
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			<p><strong>Fernando Ortega, CISO da Paschoalotto</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">No cenário atual, em que a maioria dos dados pessoais e sensíveis está armazenada on-line, garantir a integridade deles é crucial para proteger essas informações e evitar dores de cabeças no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o levantamento feito pela SurfShark, empresa especializada em privacidade, o Brasil ocupou o 12º lugar entre os países que mais contabilizaram episódios de vazamento de dados no primeiro trimestre de 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa também revelou que 286 mil brasileiros tiveram seus dados expostos por meio da internet. Entre as informações vazadas estão e-mails, senhas, números de telefones, documentos pessoais como CPF e RG, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar que isso aconteça, aqui estão algumas medidas que os usuários podem adotar e, assim, garantir uma maior segurança dos seus dados:</p>
<p><strong>• Mantenha senhas fortes: </strong>use senhas únicas e complexas para cada conta, combinando letras maiúsculas, minúsculas, números e caracteres especiais.</p>
<p><strong>• Autenticação de dois fatores (2FA)</strong>:  ative a autenticação de dois fatores sempre que possível para adicionar uma camada extra de segurança ao fazer login.</p>
<p><strong>• Atualizações regulares: </strong>mantenha seu sistema operacional, aplicativos e antivírus atualizados para garantir que vulnerabilidades conhecidas sejam corrigidas.</p>
<p><strong>• Evite links suspeitos: </strong>não clique em links desconhecidos ou suspeitos em e-mails, mensagens ou redes sociais, pois podem ser golpes de phishing.</p>
<p><strong>• Criptografia: </strong>use conexões seguras (HTTPS) ao navegar na internet e considere o uso de serviços que ofereçam criptografia de ponta a ponta para suas comunicações.</p>
<p><strong>• Backup de dados: </strong>faça backups regulares de seus dados importantes em dispositivos externos ou serviços confiáveis de armazenamento em nuvem.</p>
<p><strong>• Redes Wi-Fi seguras: </strong>evite redes Wi-Fi públicas não seguras e, quando possível, use uma rede privada virtual (VPN) para proteger sua conexão.</p>
<p><strong>• Permissões de aplicativos: </strong>revise e limite as permissões de aplicativos para evitar que eles acessem dados desnecessários.</p>
<p><strong>• Monitoramento de conta: </strong>verifique regularmente suas contas bancárias, de mídia social e outras para detectar atividades suspeitas.</p>
<p><strong>• Segurança física: </strong>proteja seus dispositivos físicos com senhas ou biometria e evite deixá-los desbloqueados ou desacompanhados.</p>
<p><strong>• Educação em segurança: </strong>mantenha-se informado sobre as últimas ameaças de segurança e práticas recomendadas para se proteger on-line.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao adotar essas práticas, os usuários podem melhorar significativamente a integridade e a segurança de seus dados pessoais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Mas o que fazer caso os dados sejam vazados?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Se você suspeitar ou confirmar que seus dados foram vazados, é importante tomar medidas imediatas para minimizar o impacto e proteger suas informações pessoais. Confira o passo a passo do que fazer:</p>
<p style="text-align: justify;">1 &#8211; Verifique se o vazamento é genuíno, procurando por notícias ou declarações oficiais da organização envolvida. Em seguida, altere imediatamente as senhas de todas as contas afetadas.</p>
<p style="text-align: justify;">2 &#8211;  Também é importante notificar as autoridades, bancos, empresas de cartão de crédito e outras instituições financeiras, especialmente se o vazamento envolver informações financeiras ou pessoais sensíveis. Além disso, fique atento a atividades suspeitas em suas contas bancárias e monitore seu relatório de crédito regularmente. É prudente notificar as agências de crédito para adicionar um alerta de fraude ao seu perfil, o que pode ajudar a prevenir a abertura de contas fraudulentas em seu nome.</p>
<p style="text-align: justify;">3 &#8211; Por fim, revise suas contas de e-mail, redes sociais e outros serviços on-line para verificar se houve atividades não autorizadas e entre em contato com o provedor do serviço para relatar o incidente e buscar orientação se o vazamento envolver uma conta específica.</p>
<p style="text-align: justify;">É crucial agir rapidamente após um vazamento de dados para minimizar os riscos e proteger sua identidade e informações pessoais.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Brasil é terreno fértil para as agtechs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Montini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 16:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 66]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agtechs]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[As agtechs, startups especializadas em buscar soluções inovadoras para o agronegócio, são responsáveis por apresentar inovações para os produtores rurais, como aplicabilidade de ferramentas de automação, IA - inteligência artificial e big data.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b7cf4a4258" data-id="697b7cf4a4258" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Brasil é terreno fértil para as agtechs</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">A agricultura é um dos principais pilares da economia brasileira, com um amplo território e diversidade de climas e solos que proporcionam condições favoráveis para a produção de uma grande variedade de culturas. Para se ter ideia, segundo o relatório World Food and Agriculture de 2021, da ONU &#8211; Organização das Nações Unidas para a FAO &#8211; Alimentação e a Agricultura, o Brasil é o terceiro maior produtor de alimentos do planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dessa posição, o setor também enfrenta desafios significativos, como a busca por maior produtividade, sustentabilidade, eficiência e a necessidade de alimentar uma população mundial em constante crescimento. Nesse ponto, a transformação digital tem chegado no campo para melhorar esse processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Inclusive, as agtechs, startups especializadas em buscar soluções inovadoras para o setor, desempenham um papel crucial na transformação do meio agrícola no Brasil. Elas são responsáveis por apresentar inovações para os produtores rurais, como soluções de softwares de gestão e monitoramento, aplicabilidade de ferramentas de automação, IA &#8211; inteligência artificial e big data.</p>
<p style="text-align: justify;">Graças a elas é possível administrar o campo com maior precisão e agilidade, garantindo maior rendimento nas lavouras e contribuindo para a oferta de alimentos em quantidade suficiente para atender à demanda crescente.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que essas startups têm um impacto significativo na modernização e na competitividade da agricultura brasileira, ao mesmo tempo em que promovem a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O cenário atual das agtechs</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de um movimento ainda tímido, o Brasil tem terreno fértil para que as agtechs cresçam e frutifiquem. De acordo com o Radar Agtechs Brasil 2021/2022, produzido pela Embrapa, SP Venture e Homo Ludens Research and Consulting, o país já conta com 1703 startups atuantes do agronegócio. O número é 7,5% maior do que registrado no relatório anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo ainda aponta que 14,2% das agtechs atuam antes da fazenda, ou seja, está muito mais ligada ao crédito, fertilizantes, análise laboratorial, nutrição, saúde animal, sementes, mudas genômicas vegetal, etc., enquanto 41,4% estão dentro da fazendo auxiliando na gestão da propriedade rural, com drones, máquinas e equipamentos, sensoriamento remoto, mídias sociais, internet das coisas, detecção de pragas, solo, clima e irrigação, meteorologia, irrigação e gestão d água, bem como no controle biológico, controle de resíduos  agrícola, conectividade e telecomunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Já 44,4% fazem o trabalho depois da fazenda, como segurança e rastreabilidade dos alimentos, biodiversidade e sustentabilidade, armazenamento, infraestrutura e logística, mercearia online, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">A parceria entre o setor agrícola tradicional e as startups de tecnologia tem se mostrado como peça fundamental para o avanço contínuo da agricultura por aqui, permitindo que o país aproveite todo o seu potencial para se destacar no mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Por aqui, a terra é boa!</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Observamos que há muito espaço e possibilidades para o trabalho das agtechs em nosso país, já que estamos diante de um setor em expansão e que necessita de ferramentas tecnológicas para que os produtores rurais brasileiros se mantenham competitivos no mercado global. Sem dúvida, esse tipo de negócio tem chamado a atenção dos fundos de investimento e do próprio governo, impulsionando o crescimento e desenvolvimento dessas startups no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, já vemos um aumento do ecossistema de inovação e empreendedorismo em várias cidades e regiões do país. Isso inclui a criação de incubadoras, aceleradoras e espaços de coworking voltados para startups, inclusive as agtechs.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, apesar dos avanços, ainda há muito espaço para crescimento no setor de agtechs no Brasil. O esperado para os próximos anos é que o país continue a investir e incentivar a inovação tecnológica no campo para enfrentar os desafios e melhorar a competitividade do agronegócio brasileiro no cenário internacional.</p>

		</div>
	</div>
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