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	<title>Edição 8 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Edição 8 &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Quais são as competências que todo bom profissional deve ter?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2018 17:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 8]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a41006b6ca" data-id="697a41006b6ca" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Quais são as competências que todo bom profissional deve ter?</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Edgar Amorim, Analista comportamental e coach</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Um problema só é resolvido quando é diagnosticado corretamente e muitas vezes queremos solucioná-lo analisando apenas os sintomas. Por exemplo, se os negócios de uma determinada marca de sabonete, campeão de vendas por muitos anos, começam a cair, qual ação deve ser tomada? Trocar a embalagem? Oferecer novos aromas? Diminuir o tamanho? Lançar uma nova marca? Há muitos motivos e a primeira atitude a ser tomada é buscar a causa real da ocorrência. Enquanto não se determinar claramente a causa raiz do problema, fica muito difícil tomar uma ação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso vale para qualquer questão que nos deparamos. É preciso tomar posse, consciência e, então, realizar as medidas necessárias para resolver o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a nossa carreira profissional acontece a mesma coisa. Quando falamos de competências técnicas (<a href="https://www.infranewstelecom.com.br/comportamento-sucesso-profissional/" target="_blank" rel="noopener">hard skills</a>) é muito claro onde buscar o desenvolvimento, mas quando o tema é a competência relacional (<a href="https://www.infranewstelecom.com.br/comportamento-sucesso-profissional/" target="_blank" rel="noopener">soft skills</a>) a situação complica um pouco. Muitas são as opções e preços, além disso tem muita gente aventureira se dizendo “especialista” nisso ou naquilo, mas na realidade falta preparo adequado e sobra “cara de pau”. Existem casos de empresas que contrataram um coaching e poucos meses depois dispensaram o serviço, pois o cunho é muito mais cunho motivador do que, propriamente, o desenvolvimento de competências.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para ajudar um pouco nesse cenário complicado, uma empresa norte-americana, após uma série de pesquisas, identificou quais são as competências relacionais e comportamentais necessárias para vários cargos.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697a41006bdc0" data-id="697a41006bdc0" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1538674491809 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p style="text-align: justify;">  De um modo geral, as seguintes competências foram identificadas para um profissional com excelência em suas atividades:</p>
<p style="text-align: justify;">  • Julgamento decisivo &#8211; Tomar boas decisões de maneira oportuna e confiante. Pessoas que demonstram esta competência tomam decisões sensatas com convicção e de maneira oportuna. Após terem considerado as alternativas e possíveis consequências, elas podem decidir uma direção a seguir, assumindo a responsabilidade pelas suas decisões.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Adaptável a mudanças &#8211; Adaptação a situações mutáveis, reestruturação de tarefas e prioridades durante os processos de mudança nos negócios e na organização. Pessoas capazes de se adaptar a mudanças são flexíveis. Estão abertas a novidades, não se baseando, demasiadamente, em velhos métodos e processos.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Planejamento e organização &#8211; Organizar e planejar, de maneira eficaz, o trabalho, de acordo com as necessidades organizacionais, definindo metas e previsão das necessidades e prioridades. Pessoas que são competentes em planejar e organizar administram o seu tempo e o dos outros. Lidam de forma eficiente com exigências múltiplas e prazos conflitantes. Identificam metas, desenvolvem planos, calculam espaços de tempo e monitoram o progresso.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Obtenção de resultados &#8211; Manter um nível elevado de comprometimento para, pessoalmente, alcançar realizações. Pessoas que são competentes em obter resultados assumem a responsabilidade pessoal de alcançá-los e trabalham eficazmente com pouca direção. São confiáveis e responsáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Flexibilidade &#8211; Tratar problemas, pressões e estresses relacionados ao trabalho de maneira profissional e positiva. Pessoas flexíveis mantém uma atitude positiva mesmo diante das frustrações, pressões ou mudanças. Elas se recuperam rapidamente quando enfrentam obstáculos ou conflitos.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Trabalho em equipe e colaboração &#8211; Trabalhar e colaborar com outros em favor de um objetivo comum. Essas pessoas constroem e mantém relacionamentos de trabalho cooperativo com os outros. Completam suas próprias tarefas para os projetos do grupo de uma maneira responsável e oportuna, contribuindo diretamente para alcançar o objetivo do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Comunicação interpessoal &#8211; Comunicação clara e eficaz com profissionais dentro e fora da organização. Pessoas que são competentes na comunicação interpessoal ouvem de forma eficaz e desenvolvem empatia com outros. Elas são hábeis em articular claramente os seus pensamentos e ideias, apresentam as informações de um modo direto e lógico, assegurando-se de que serão compreendidas. Compartilham informações com outros que irão aperfeiçoar o progresso geral do trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Excelência funcional &#8211; Ter capacidade, conhecimentos e habilidades necessários para ser eficaz dentro do conteúdo funcional específica de uma função. Pessoas que demonstram excelência funcional são competentes nas áreas funcionais importantes e necessárias ao cargo. Elas têm formação, treinamento e/ou experiência necessária para realizar bem suas funções.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Integridade &#8211; Manter um alto padrão de justiça e ética nas palavras e ações do dia a dia. Pessoas que demonstram esta competência são conscientes e confiáveis. Comportam-se com ética e honestidade ao lidar com a gerência, pares, clientes e profissionais que se reportam diretamente a elas. São justas em suas expectativas com relação aos outros e dão tratamento igual para todos.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Existe um teste que avalia o nível da cada competência do indivíduo. Ele não pode estar baixo ou alto demais em alguns casos. Depois de obter o resultado é possível trabalhar para desenvolver adequadamente as competências fora da intensidade adequada.</p>
<p style="text-align: justify;">  Porém, ao conhecer essas competências, já é possível entender quais delas podem ser aprimoradas para melhorar o nosso dia a dia profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Leia cada um dos itens acima e faça uma análise sincera buscando a resposta para as perguntas: quais são as competências que possuo e estou usando de forma adequada?; e quais são as competências que preciso desenvolver?</p>
<p style="text-align: justify;">  Para as competências a desenvolver, reflita o que você deve fazer, elabore um plano de ação de curto e médio prazos e se comprometa com a realização da tarefa.</p>
<p style="text-align: justify;">  O desenvolvimento de novas competências relacionais e comportamentais requer mudanças de hábitos e isso não é fácil (mas não é impossível).</p>
<p style="text-align: justify;">  Arregace as mangas e mãos à obra.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sucesso!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>SD-WAN 2.0</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mario Pires de Almeida Filho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 22:03:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 8]]></category>
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			<h1>SD-WAN 2.0</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Mario Pires de Almeida Filho, da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="gdntech.com.br" target="_blank" rel="noopener">GDN Tecnologia </a></span></strong></h4>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">  O recente <a href="https://goo.gl/2Rc3R6" target="_blank" rel="noopener">anúncio</a> do parceiro tecnológico de nossa empresa sobre a mais nova versão de sua solução SD-WAN me inspirou a comentar um pouco mais sobre o tema SD-WAN 2.0.</p>
<p style="text-align: justify;">  O mercado já incorporou o entendimento do conjunto de benefícios oferecidos pela <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-seu-negocio-precisa-de-sd-wan/" target="_blank" rel="noopener">SD-WAN</a>, em especial no que se refere ao seu modelo de governança, segurança, programabilidade, controle e automação da conectividade, entre filiais e seus data centers e entre suas filiais diretamente, de forma agnóstica aos recursos de transporte disponíveis. Porém, o que chamamos agora de SD-WAN 1.0 tem se limitado ao escopo da comunicação entre as localidades remotas.</p>
<p style="text-align: justify;">  À medida que as empresas têm estendido as suas aplicações para além de seus data centers privados para nuvens públicas e provedores SaaS para ampliar os seus serviços de valor agregado, incluindo voz, segurança avançada, IoT – Internet das coisas, acesso Wi-Fi e uma diversidade de aplicações SaaS, é necessário que a solução de conectividade apresente o mesmo alcance a essas estruturas de forma unificada &#8211; que chamamos de “single pane of glass”, ou numa tradução livre, com visibilidade unificada por toda a rede, incluindo seus data centers, filiais e serviços em nuvem pública.</p>
<p style="text-align: justify;">  A SD-WAN 2.0 deve contemplar todos os seus serviços, já a partir de suas aplicações em seus data centers e serviços em nuvem, com políticas de uso e segurança microssegmentada a cada aplicação e a cada usuário da rede, de forma vertical (aplicações para usuários) e horizontal (de aplicações para aplicações), fornecendo uma arquitetura de serviços para orquestrar serviços de TI corporativos em data centers, serviços de nuvem pública, nuvens de provedores SaaS e sites de filiais corporativas em uma nova dinâmica em rede, com recursos flexíveis em várias nuvens, segurança end-to-end robusta e integrada e uma arquitetura versátil para serviços de valor agregado em um ecossistema multi-cloud.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esses recursos proporcionam uma redução imediata nos custos e despesas operacionais, agilidade superior, consistência operacional em um ambiente com várias nuvens e a capacidade de oferecer um conjunto diversificado de aplicativos e serviços que podem ser consumidos na filial e/ou na nuvem. A solução deve também oferecer recursos analíticos e relatórios que permitam o entendimento completo da rede e de todo o ambiente computacional, independente de sua localização ou formato de nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Importante lembrar também que uma arquitetura SD-WAN 2.0 deve contemplar a integração com serviços virtualizados de terceiros em uma plataforma aberta X86, que permita a inclusão de VNFs &#8211; Virtual Network Functions que agreguem valor à solução na localidade remota e também por service-chainning no data center ou nuvem, eliminando a complexidade de instalar e gerenciar remotamente equipamentos dedicados e específicos para o cliente ou dispositivos de função única.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em longo prazo, a SD-WAN 2.0 permitirá que as empresas preparem as suas redes para o futuro, abordando não apenas os desafios atuais de TI, mas também se adaptando rapidamente às suas necessidades futuras.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Interconexão de data centers na era da nuvem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 19:33:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 8]]></category>
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			<h1>Interconexão de data centers na era da nuvem</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Cada vez mais os data centers e a tecnologia da informação estão migrando para a nuvem. Com isso, os provedores de serviços precisam disponibilizar novas soluções de interconexão de data centers baseadas em cloud para aproveitar todas as vantagens desse ecossistema.</h2>

		</div>
	</div>
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			<p><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.nokia.com/pt_int" target="_blank" rel="noopener">Nokia</a></span></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Muitos provedores de serviços de comunicação (CSPs) oferecem uma variedade de soluções gerenciadas e não gerenciadas de interconexão de data centers (DCI) para permitir que empresas, indústrias e clientes interconectem os seus data centers. Os provedores também interconectam os seus próprios data centers para suportar a prestação de serviços de entrega e de funções de back office. Mas, atualmente, os data centers e a tecnologia da informação têm a necessidade de migrar para a nuvem. Com isso, os CSPs precisam disponibilizar novos serviços de interconexão de data centers na nuvem para aproveitar todas as vantagens desse ecossistema.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os provedores estão estrategicamente posicionados no centro do ecossistema de nuvem para oferecer interconexão de data centers para era da nuvem a todos os usuários e gerar receita e lucratividade adicionais. Porém, para ter sucesso e aproveitar ao máximo a oportunidade da nuvem, os CSPs precisam reconhecer que os serviços de interconexão na nuvem devem ser mais escaláveis, ágeis e flexíveis do que os atuais serviços interconexão de data centers.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a41006f06b" data-id="697a41006f06b" data-height="55" data-height-mobile="55" data-height-tab="55" data-height-tab-portrait="55" data-height-mobile-landscape="55" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>A oportunidade de interconexão de data centers na nuvem</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Os serviços de interconexão de data centers são amplamente utilizados para vincular e realizar o tráfego entre os data centers das empresas, indústria e clientes do setor público. Com o aumento contínuo de data centers em todos os segmentos de mercado e a adoção da nuvem, a interconexão de data centers é a aplicação com crescimento mais rápido para o transporte óptico e está projetada para ter uma taxa duas vezes maior que a do mercado global de redes ópticas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Atualmente, muitos CSPs já fornecem uma ampla oferta de serviços ópticos de DCI, incluindo dark fiber, comprimentos de onda gerenciados e Carrier Ethernet. Abordagens baseadas em IP para DCI também estão se tornando cada vez mais importantes para interconectar data centers. O IP interconexão de data centers emerge como um aplicativo de roteador para os CSPs que precisam conectar data centers na nuvem, por meio das WANs IP/MPLS existentes. Vários analistas do setor estimam que os roteadores com IP DCI ocuparão uma alta porcentagem dos mercados globais de interconexão de data centers e de roteadores nos próximos anos devido à nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os serviços gerenciados de interconexão de data centers representam um negócio de alta receita e alta margem de lucro para os provedores e permitem que eles fidelizem os seus clientes que necessitam de recursos de continuidade e recuperação de desastres, devido à natureza crítica dos negócios, que a interconexão de data centers oferece. Isso criou um nível de “rigidez” que torna difícil para as empresas moverem os seus serviços de interconexão de data centers de um provedor para outro. Os serviços de interconexão de data centers também têm preços muito competitivos, e os CSPs, frequentemente, estão dispostos a reduzir os preços ou oferecer incentivos adicionais, para reter clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, à medida que os clientes transferem data centers e TI para a nuvem, os provedores de serviços precisam de novas abordagens para a DCI, a fim de permitir que os clientes aproveitem ao máximo a agilidade, a flexibilidade e os benefícios de baixo custo oferecidos pela nuvem. As redes IP e de fibra óptica se espalham por todo o mundo e os provedores têm centrais e pontos de presença em milhares de locais para maximizar os seu uso e o alcance<strong>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Muitos CSPs estão aprimorando os data centers existentes, que oferecem entrega de serviços e funções de back office, para fornecer os seus próprios serviços de nuvem. Alguns também pretendem ampliar os seus data centers e reaproveitar as centrais para suportar arquiteturas baseadas em SDN – redes definidas por software e NFV &#8211; virtualização de funções de rede, com servidores baseados em arquiteturas que aumentam a agilidade e a flexibilidade e baixam os custos ao fornecer serviços em nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como resultado, os provedores estão estrategicamente posicionados para se beneficiarem do ecossistema de nuvem e oferecer um novo tipo de interconexão de data centers de nuvem a todos os usuários para se conectarem aos seus data centers distribuídos em clouds privadas, virtuais, públicas e híbridas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A interconexão de nuvem provê largura de banda escalável e econômica com alto desempenho, confiabilidade e baixa latência. Ela também traz segurança, QoS e gerenciamento de ponta a ponta para executar aplicativos aos negócios críticos na nuvem &#8211; características que a Internet não pode fornecer. Também tem capacidade de aumentar e diminuir a largura de banda, conforme a necessidade, com recursos multi-site e multitecnologia para ajudar a compartilhar dados, distribuir aplicativos e equilibrar as cargas de trabalho. Mais importante, ela inclui o provisionamento dinâmico e ágil com suporte para orquestração de recursos de rede de maneira rápida e fácil, particularmente por múltiplos tipos de nuvem e domínios administrativos no ecossistema.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a41006f120" data-id="697a41006f120" data-height="55" data-height-mobile="55" data-height-tab="55" data-height-tab-portrait="55" data-height-mobile-landscape="55" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>O ecossistema da nuvem</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O ecossistema de nuvem compreende nuvens privadas, virtuais privadas, públicas e híbridas que oferecem benefícios exclusivos, como agilidade, flexibilidade, maior controle e custos mais baixos. Os diferentes tipos de nuvem e os vários participantes no ecossistema da nuvem são mostrados na figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a41006f19a" data-id="697a41006f19a" data-height="55" data-height-mobile="55" data-height-tab="55" data-height-tab-portrait="55" data-height-mobile-landscape="55" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1165" height="476" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Fig-1.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Fig 1" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Fig-1.jpg 1165w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Fig-1-300x123.jpg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Fig-1-768x314.jpg 768w" sizes="(max-width: 1165px) 100vw, 1165px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/interconexao-de-data-centers-na-era-da-nuvem/fig-1/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Ecossistema da nuvem</figcaption>
		</figure>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a41006fbf8" data-id="697a41006fbf8" data-height="55" data-height-mobile="55" data-height-tab="55" data-height-tab-portrait="55" data-height-mobile-landscape="55" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A nuvem é um modelo de entrega de serviços, não um produto, e as definições dos diferentes tipos de nuvem podem ser confusas. Algumas definições geralmente entendidas são:</p>
<p style="text-align: justify;">  • Nuvem privada &#8211; Os data centers e a rede de interconexão de data centers que os interconectam são totalmente dedicados e controlados por uma única organização, seja uma empresa ou um grupo com um interesse comum.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Nuvem virtual privada &#8211; Os data centers das empresas e organismos são virtualizados, o que permite que eles incluam recursos de TI remotos em centros de dados pertencentes a outras organizações, como um CSP ou um provedor de carrier neutra (CNP).</p>
<p style="text-align: justify;">  • Nuvem pública &#8211; Um provedor de conteúdo de nuvem da Internet (ICP) oferece serviços em nuvem para as organizações, com pagamento conforme o uso.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Nuvem híbrida &#8211; Esse modelo combina nuvens públicas, privadas e virtuais, com a orquestração de recursos operando no limite entre as nuvens pública/privada.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os vários participantes do ecossistema da nuvem têm o seu próprio papel específico a desempenhar:</p>
<p style="text-align: justify;">  • Os CSPs estão focados principalmente no fornecimento de serviços DCI gerenciado e de interconexão de nuvem e estão usando os seus ativos de data center e recursos da central para oferecer serviços de nuvem privada virtual. Eles também estão compartilhando instalações da CNP com outros CSPs para fornecer pontos de interconexão da nuvem principal.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Os CNPs estão construindo e expandindo os seus data centers e instalações de compartilhamento, particularmente em áreas metropolitanas e cidades menores. Eles também estão implementando DCI metropolitanos privados para conectividade “intra” e “inter” data center.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Os ICPs têm centros de dados de grande escala e estão construindo um DCI Terabit privado para interconectar os seus data centers em áreas metropolitanas e em escalas regional, nacional e internacional. Os ICPs também consideram os benefícios do colocation nas instalações do CNP para expandir a capacidade local e alcançar mais clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Empresas, indústrias e clientes estão construindo nuvens privadas, virtuais privadas e híbridas. Ao usar o DCI privado para construir nuvens privadas com controle e segurança, eles também estão expandindo no CSP e CNP as instalações de compartilhamento e implementando nuvens virtuais privadas e híbridas para maior agilidade e flexibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os diferentes tipos de nuvem e os vários participantes no ecossistema de nuvem estão resumidos na figura baixo.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a41006fcd1" data-id="697a41006fcd1" data-height="55" data-height-mobile="55" data-height-tab="55" data-height-tab-portrait="55" data-height-mobile-landscape="55" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img decoding="async" width="1165" height="601" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Fig-2.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Fig 2" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Fig-2.jpg 1165w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Fig-2-300x155.jpg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Fig-2-768x396.jpg 768w" sizes="(max-width: 1165px) 100vw, 1165px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/interconexao-de-data-centers-na-era-da-nuvem/fig-2-2/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Funções dos participantes do ecossistema da nuvem</figcaption>
		</figure>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a410070511" data-id="697a410070511" data-height="55" data-height-mobile="55" data-height-tab="55" data-height-tab-portrait="55" data-height-mobile-landscape="55" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>O papel da interconexão na nuvem e dos CSPs no ecossistema da nuvem</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A interconexão de nuvem apresenta uma oportunidade ideal para que os CSPs aumentem as receitas e a lucratividade. Por exemplo, eles podem oferecer serviços de interconexão em nuvem altamente escaláveis ​​e de alto desempenho para conectar data centers, colocation e pontos de troca de tráfego, como mostra a figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a4100705a3" data-id="697a4100705a3" data-height="55" data-height-mobile="55" data-height-tab="55" data-height-tab-portrait="55" data-height-mobile-landscape="55" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		</figure>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a410070e3f" data-id="697a410070e3f" data-height="55" data-height-mobile="55" data-height-tab="55" data-height-tab-portrait="55" data-height-mobile-landscape="55" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A interconexão na nuvem ajuda os provedores para:</p>
<p style="text-align: justify;">  • Oferecer diretamente serviços DCI gerenciados para conectar vários data centers em nuvens privada, virtual privada, pública e híbrida.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Implantar gateways para estender a virtualização dos data centers de clientes sobre serviços IP/MPLS e conectar sites remotos e usuários finais a aplicativos na nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Conectar data centers distribuídos e COs para otimizar conjuntos de recursos e aumentar a eficiência dos serviços de nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Expandir o footprint para alcançar mais clientes ao compartilhar as instalações do CNP para criar pontos de troca de tráfego e de interconexão de nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, os provedores devem garantir que os seus serviços de interconexão na nuvem sejam mais escaláveis, ágeis e flexíveis do que os serviços DCI tradicionais, para aproveitarem ao máximo a oportunidade apresentada pela natureza dinâmica dos serviços e do ecossistema.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para aproveitar totalmente a oportunidade da nuvem, os provedores precisam criar redes de interconexão de nuvem privada com grande escalabilidade, confiabilidade e baixa latência. O motivo é que a nuvem cria a necessidade de largura de banda entre os data centers. Por exemplo, uma única solicitação de banco de dados pode gerar pesquisas adicionais e várias chamadas de procedimento remoto relacionadas, além de um aumento significativo na comunicação máquina-a-máquina, tanto dentro do data center quanto entre eles, especialmente quando os aplicativos são distribuídos na nuvem. Embora a Internet tenha uma grande escala e forneça conectividade para qualquer um, ela não oferece a largura de banda, segurança, desempenho e QoS econômicos, necessários para que empresas, indústria e clientes executem aplicativos de negócio críticos na nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além disso, à medida que os clientes adotam SDN e virtualizam os seus data centers, eles precisam de largura de banda altamente escalável entre os recursos de TI, sejam eles em nuvens privadas, virtuais privadas, públicas ou híbridas. Os CSPs podem ampliar os seus serviços de fibra dark, comprimento de onda, Ethernet e IP/MPLS para oferecer interconexão de nuvem gerenciada com alto faturamento e alta margem de lucro, além de serviços DCI a todos os participantes do ecossistema de nuvem, dependendo das necessidades específicas de cada um deles.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao fornecer interconexão em nuvem de várias camadas, os CSPs podem implantar o serviço mais apropriado para permitir que os clientes compartilhem dados, distribuam aplicativos e equilibrem as suas cargas de trabalho em diferentes tipos de cloud, entre múltiplos locais e diferentes provedores de nuvem, garantindo, ao mesmo tempo, alto desempenho, confiabilidade e QoS para aplicativos de negócio críticos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os benefícios comerciais da implementação da interconexão em nuvem para os provedores incluem:</p>
<p style="text-align: justify;">  • Oferecer serviços de de interconexão de data centers gerenciados e de conexão direta seguros, escaláveis ​​e flexíveis para nuvens privadas, públicas, híbridas e virtuais privadas.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Entregar serviços altamente escaláveis ​​e de alto desempenho de interconexão de data centrers aos CNPs, para quem necessita conectar data centers e colocation por meio das áreas periféricas e região metropolitana.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Fornecer serviços de interconexão de data centers de longa distância altamente escaláveis ​​e de alto desempenho que os ICPs precisam para conectar os seus data centers regionais, nacionais e internacionais e expandir a sua área de cobertura, com maior performance e menor latência para serviços de nuvem pública e híbrida.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a410070f10" data-id="697a410070f10" data-height="55" data-height-mobile="55" data-height-tab="55" data-height-tab-portrait="55" data-height-mobile-landscape="55" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Conexão via nuvem para data centers de clientes, sites remotos e usuários finais</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A virtualização de servidores e o armazenamento no data center consomem muitos recursos de TI e a SDN permitiu que as redes dos data centers fossem configuradas tão rapidamente quanto os recursos de TI. A SDN virtualiza a rede e automatiza a entrega de serviços, permitindo uma infraestrutura mais robusta e escalável para múltiplos usuários. O servidor, o armazenamento e a virtualização de rede abriram caminho para o compartilhamento dinâmico de recursos e a migração de serviços para nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  A vantagem dos serviços em nuvem é a capacidade de habilitar rápida e economicamente aplicativos que podem ser consumidos por clientes e usuários finais em qualquer lugar. Mas, para fazer valer a pena, a rede virtualizada no data center deve operar perfeitamente e se estender pela infraestrutura que conecta todos eles. O data center também deve integrar e se conectar à WAN, que por sua vez conecta data centers a sites remotos e usuários finais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Usando a interconexão na nuvem com a funcionalidade de gateway do data center, os provedores podem habilitar, sem interrupções, a conectividade IP entre os data centers SDN e os serviços de WAN IP/MPLS já existentes para fornecer serviços de nuvem aprimorados. O gateway oferece suporte virtual extensível para a LAN (VxLAN), uma tecnologia de sobreposição de virtualização de rede (NVO &#8211; Network Virtualization Overlay) usada para virtualizar redes de data centers. O VxLAN encapsula Ethernet em IP e pode usar IP como uma rede underlay.</p>
<p style="text-align: justify;">  O NVO e o VXLAN podem ser combinados com a Ethernet VPN (EVPN), uma tecnologia emergente que fornece um plano de controle de sobreposição baseado em protocolos de roteamento bem estabelecidos e experiência operacional usada em redes IP/MPLS. Quando combinada com a VXLAN, a EVPN permite que a virtualização do data center seja estendida por meio da nuvem, com benefícios para os mecanismos existentes de roteamento, resiliência e balanceamento de carga.</p>
<p style="text-align: justify;">Os benefícios de usar a interconexão na nuvem com o gateway do data center incluem:</p>
<p style="text-align: justify;">  • Serviços flexíveis de nuvem privada virtual para habilitar múltiplos clientes corporativos, industriais e setor público para que complementem suas nuvens privadas.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Estender as sub-redes da WAN para permitir que os recursos do data center virtualizado sejam consumidos e reaproveitados pelos clientes sob demanda.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Aplicativos de múltiplos usuários e distribuição de cargas de trabalho entre servidores de diferentes data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Permitir que os clientes movam os seus aplicativos entre data centers, sem nenhum efeito perceptível aos usuários finais.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Oferecer serviços inovadores, como combinar serviços e negócios na nuvem VPN ou colaborar com os operadores de data centers de terceiros, como CNPs e ICPs.</p>
<p style="text-align: justify;">  Observe que, embora o gateway do data center estenda a sua virtualização pela nuvem e se integra aos serviços VPN IP/MPLS existentes, esses serviços não acompanham a natureza dinâmica da nuvem. A WAN também deve se tornar mais ágil, flexível e dinâmica para corresponder aos recursos da nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  À medida que os serviços em nuvem se tornam amplamente implantados e mais importantes para as operações de TI dos clientes, novas abordagens dinâmicas para WANs, como SDN e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-seu-negocio-precisa-de-sd-wan/" target="_blank" rel="noopener">SD-WAN</a>, permitirão que os provedores de serviços automatizem e orquestrem recursos de rede para entregar funcionalidades de provisionamento dinâmicos, largura de banda flexível e cobrança baseada em uso para a interconexão em nuvem e serviços de WAN.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Serviços em nuvem mais eficientes e econômicos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Muitos CSPs usam os seus próprios data centers para oferecer serviços aos clientes. As grandes empresas também operam data centers separados para apoiar os seus sistemas de back office e serviços de entrega de conteúdo e vídeo. Além disso, elas estão reaproveitando os seus COs para melhorar o footprint e oferecer serviços de nuvem aos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">  A interconexão da nuvem se tornará mais importante à medida que os CSPs usarem o NFV para implementar funções e recursos de rede de software de alto nível. Eles são executados em servidores de uso geral, que podem ser hospedados em data centers de back office do CSP e em COs reaproveitados, em vez de precisarem usar dispositivos ou aplicativos especializados na rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  Muitos CSPs estão interessados em reaproveitar COs como parte da CORD &#8211; Central Office Re-architected as a Datacenter, uma iniciativa que visa trazer economia para o data center e agilidade de nuvem para as operadoras. Da mesma maneira que os aplicativos, servidores e armazenamento são virtualizados no data center, os servidores e as funções nos data centers do CSP e os COs redirecionados podem ser virtualizados na nuvem. Isso exigirá, não apenas alto desempenho, baixa latência e largura de banda segura entre os data centers virtualizados e o CO, mas também uma largura de banda mais ágil, flexível e dinâmica.</p>
<p style="text-align: justify;">  As redes em nuvem precisarão ser gerenciadas por meio de uma camada abstrata. usando SDN. Em vez de serem gerenciadas como dispositivos de rede física amplamente distribuídos, como são hoje, as funções de rede virtualizadas na nuvem serão gerenciadas como agrupamentos lógicos de recursos de rede. Com a NFV e a SDN, os provedores poderão automatizar o processo de provisionamento de ponta a ponta, entrega, gerenciamento e faturamento de clientes para o uso de serviços em nuvem, incluindo a interconexão.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os CSPs podem usar a interconexão de nuvem internamente para os seus ativos de data center e os COs reaproveitados para criar plataformas de serviços de nuvem mais eficientes. Eles podem oferecer serviços de nuvem privada virtual e, ao mesmo tempo, aumentar a agilidade e a resiliência dos negócios, aproveitando esses recursos do data center e os ativos de TI do central por meio de toda a sua infraestrutura e rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além disso, é possível automatizar e melhorar a eficiência da entrega de serviços em nuvem com o SDN e NFV. Também podem melhorar a mobilidade da máquina virtual, facilitando a movimentação contínua de grupos de máquinas virtuais entre os data centers e equilibrando as cargas de trabalho do serviço de nuvem entre as instalações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os benefícios comerciais do NFV e SDN para oferecer serviços em nuvem incluem:</p>
<p style="text-align: justify;">  • Eficiência operacional e redução de custos com a implantação de múltiplos clientes ou departamentos na mesma máquina para maximizar a utilização de recursos do data center.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Otimização dos recursos de computação e armazenamento em todos os data centers, estendendo a virtualização para além de um único ponto e equilibrando as cargas de trabalho entre as instalações.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Fácil configuração, movimentação e dimensionamento dos recursos em toda a infraestrutura do data center e do CO.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Ampliação dos negócios e com mobilidade de carga de trabalho transparente para permitir que os clientes acessem serviços mesmo durante grandes falhas.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Pontos de troca de nuvem</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Compartilhando instalações da CNP, os provedores podem expandir ainda mais seu o footprint de serviço de interconexão na nuvem para alcançar mais clientes. É possível acessar e aumentar as opções em mais pontos de peering, , interconectar-se entre si para fornecer pontos de troca nas nuvens principais e, assim, participar melhor do ecossistema de nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Pontos de peering são pontos de troca mútua, governados por acordos de peering entre ICPs, CNPs e CSPs para a troca tráfego. Por exemplo, uma empresa em uma rede CSP pode querer se conectar a um serviço de nuvem pública, como o Amazon Web Services (AWS) ou o Microsoft Azure. As duas empresas estabeleceram muitos contratos de peering, possibilitando rotear de forma eficiente o tráfego de clientes de e para os seus data centers. Em alguns casos, esse tráfego é do usuário para o data center, mas em muitos é o tráfego do data center para outro data center.</p>
<p style="text-align: justify;">  Muitos provedores têm vários acordos de interconexão privada bilaterais entre si para o tráfego IP e peering. Trânsito de IP envolve o tráfego do usuário final que se origina em uma parte da rede que atravessa parte de outra rede para chegar ao seu destino. Já o peering de IP é simplesmente a troca e divulgação das informações de roteamento de cada parte. Embora as duas partes possam cobrar uma à outra pelo tráfego de IP, dependendo da quantidade de tráfego do usuário final, o IP peering, normalmente, não incorre em nenhuma cobrança, já que cada parte troca quantidades muito pequenas de informações de roteamento.</p>
<p style="text-align: justify;">  Geralmente, a interconexão privada na camada IP usa conexões particulares cruzadas nas instalações do CNP. Os CSPs também têm acordos de peering públicos, onde várias partes se conectam por pontos de troca de Internet que operam com infraestrutura compartilhada de switching, como a Ethernet, para permitir conexões “um para muitos”. O peering público é, geralmente, menos dispendioso do que estabelecer um grande número de arranjos bilaterais de peering e interconexão. Uma vez conectado, há relativamente pouco custo para se interconectar com outros CSPs na mesma conexão de Internet.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com o aumento do tráfego e da largura de banda exigidas pela nuvem, e com novos players no ecossistema de nuvem, os atuais acordos de peering privados e públicos precisam se tornar mais abertos, ágeis e flexíveis para atender ao ambiente sob demanda da nuvem. A virtualização também está criando mais pedidos por opções de largura de banda sob demanda e de rede como serviço, que combinam elementos de redes física e virtual de maneira ágil e flexível, ao mesmo tempo em que oferecem desempenho, segurança e QoS.</p>
<p style="text-align: justify;">  A interconexão em nuvem pode facilitar a criação desses pontos de intercâmbio privados e multicamadas para CSPs, ICPs e CNPs. Os benefícios incluem:</p>
<p style="text-align: justify;">  • Criar arranjos de peering multilaterais mais abertos, dando aos participantes mais opções para interconectar e trocar dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Permitir que empresas, integradores de sistemas, indústrias e organizações do setor público compartilhem e criem comunidades de interesse.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Expandir as parcerias na nuvem, estender conexões para serviços de nuvem pública e habilitar ambientes de nuvem híbrida.</p>
<p style="text-align: justify;">  À medida em que o modelo de interconexão de nuvem se torna mais difundido, ele será mais automatizado para fornecer interconexão ágil, flexível e segura em nuvens. Isso requer a orquestração de recursos de rede entre as áreas administrativas para simplificar as operações, bem como a otimização das funções da rede para aumentar a eficiência, impulsionando a adoção mais ampla de tecnologias como a SDN e a NFV.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Causas de downtime em data centers</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 18:14:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 8]]></category>
		<category><![CDATA[Cibercrime]]></category>
		<category><![CDATA[Data centers]]></category>
		<category><![CDATA[Downtime]]></category>
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					<description><![CDATA[Downtime em data centers é o tempo em que os serviços providos pelo data center ficam interrompidos. O foco do artigo são as paradas não planejadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a41007313b" data-id="697a41007313b" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Causas de downtime em data centers</h1>

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			<p>Marcelo Barboza, da <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/">Clarity Treinamentos</a></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Antes de mais nada, vamos definir downtime: é o tempo em que os serviços providos pelo data center ficam interrompidos. Podemos interromper os seus serviços, basicamente, por paradas planejadas ou não planejadas. Paradas planejadas são usualmente realizadas durantes serviços de atualização ou manutenção de equipamentos, componentes, hardware ou software. Aqui vamos nos ater às paradas não planejadas, que são as mais temidas e as que causam mais impacto e, portanto, ocasionam mais prejuízos à empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Qual será a principal causa de downtime em data centers, então? Segundo estudo publicado, em 2016, pelo Ponemon Institute, “Cost of Data Center Outages”, a principal causa raiz de downtime tem sido a falha do sistema UPS. Ou seja, falha no sistema que deveria justamente manter o fornecimento elétrico aos serviços de TI de maneira contínua, ininterrupta e com qualidade. Cerca de 25% de todas as paradas são causadas por esse motivo, de acordo com esse estudo, que contou com a participação de 63 data centers norte-americanos.</p>
<p style="text-align: justify;">  E qual é o segundo lugar? Pasmem, a segunda colocação ficou com o crime cibernético, com 22%. Um aumento de 11 vezes desde o primeiro estudo, de 2010, quando ele representava apenas 2% das causas de downtime em data centers. Foi o motivo que apresentou o maior crescimento dentre as sete principais causas identificadas no estudo (UPS, cibercrime, erro humano, climatização, clima, gerador, equipamento de TI). Empatado com o cibercrime, temos o erro humano, também com 22%.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em último lugar, temos as falhas em equipamentos de TI, com apenas 4% das causas de downtime em data centers. Mas aí que vem a surpresa: embora os equipamentos de TI representem apenas 4% dos erros, eles são responsáveis pelos maiores prejuízos quando falham. Em média, os defeitos nos equipamentos de TI provocam prejuízos na ordem de US$ 995 mil, seguido de perto pelo cibercrime (US$ 981 mil) – nos sistemas UPS esse valor chega a US$ 709 mil. O erro humano causa perdas médias na ordem de US$ 489 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Qual será o custo por minuto de um data center parado de forma não planejada? O número varia bastante, desde US$ 926 até US$ 17,2 mil por minuto. O custo médio de downtime aumentou 38% entre 2010 e 2016, enquanto o custo máximo reportado cresceu 81% no mesmo período.</p>
<p style="text-align: justify;">  Finalmente, os três segmentos de mercado que apresentam os maiores custos por decorrência de downtime são os serviços financeiros, comunicações e saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como podemos diminuir todo esse downtime em data centers? Existem diversas técnicas, que passam pela implantação de níveis de redundância, escolha de componentes de melhor qualidade, melhor localização do data center, treinamento do pessoal de operação, cumprimento de rigoroso plano de manutenção preventiva e preditiva, criação de uma documentação abrangente e precisa da instalação e dos processos.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>O seu negócio precisa de SD-WAN?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 13:54:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[Descubra como a SD-WAN pode ajudar a gerenciar e disponibilizar aplicações de forma segura e com qualidade entre filiais e sites remotos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a410074410" data-id="697a410074410" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O seu negócio precisa de SD-WAN?</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Gerenciar aplicações de forma segura entre filiais e sites remotos por meio da WAN é um desafio para os gestores de TI. Entenda como a SD-WAN pode ajudar na solução desse problema e facilitar a gestão do seu negócio.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Simone Rodrigues, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Garantir a entrega das aplicações entre filiais e sites remotos por meio da WAN é um grande desafio para as empresas. Os gestores de TI enfrentam dificuldades para gerenciar e disponibilizar de forma segura e com qualidade inúmeras aplicações, muitas de missão crítica e sensíveis à latência. Problemas de congestionamento de links, perdas de pacotes de transmissão e baixa produtividade dos funcionários remotos são frequentes e essas questões tendem a se agravar com o uso crescente de tecnologias como computação em nuvem, virtualização e vídeo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para acompanhar as novas tendências e facilitar a vida de quem opera e acessa as aplicações, as <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/wans-mais-ageis-e-flexiveis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">WANs precisam evoluir</a>. Nesse sentido, a abordagem SD-WAN ganha cada vez mais destaque ao utilizar uma combinação híbrida de qualquer tipo de link com políticas centralizadas e orquestradas de forma dinâmica por meio do caminho mais adequado da rede de longa distância com balanceamento automático da carga de trabalho e gerenciamento do congestionamento da infraestrutura. “As redes corporativas precisarão passar por mudanças para que os CIOs possam habilitar novos projetos. A SD-WAN vai ao encontro dessa realidade ao permitir que os requisitos de infraestrutura de rede sejam compatíveis com os de negócios”, comenta André Loureiro, gerente de pesquisa e consultoria da <a href="http://br.idclatin.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IDC Brasil</a>.</p>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Para Nuno Silveiro, especialista de redes da <a href="https://www.citrix.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Citrix</a>, fornecedora de soluções de TI e telecomunicações na nuvem, a SD-WAN é uma tecnologia disruptiva, que traz inteligência à rede, permitindo à área de TI gerir o seu tráfego com base na performance real de cada link. “Ganha-se programabilidade, automação, agilidade e qualidade de serviço”, resume o executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Silveiro ainda acrescenta que a SD-WAN tem um apelo ainda maior em ambientes descentralizados e com várias clouds, já que a tecnologia facilita a gestão de diferentes conexões. “A SD-WAN oferece visibilidade de toda a rede e aplicações a partir de um ponto único e sem falhas, com eficiência e maior produtividade. Isso é fundamental para a administração de ambientes multicloud, hoje muito comum nas empresas de todo o mundo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  As soluções SD-WAN da Citrix combinam seleção de caminho, roteamento de borda, segurança, QoS de ponta a ponta e otimização de WAN em tempo real. Traz banco de dados integrado e inspeção profunda de pacotes para identificar aplicativos e direcionar de maneira inteligente o tráfego da filial para a Internet, nuvem ou SaaS – software como serviço. Fornece roteamento de tráfego automático e failover para várias nuvens. “A Citrix oferece plataformas nativas de SD-WAN, onde todo do tráfego é monitorado num ponto único com base na qualidade e throughput dos links de Internet de forma dinâmica. Todos os pacotes são enviados de acordo com a qualidade do link para uma determinada aplicação”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O aumento da adoção da nuvem no ambiente corporativo, com estratégias de multicloud e híbridas, traz à tona a necessidade de criar uma nova abordagem para a WAN, na opinião de Rosano Moraes, vice-presidente Latam da <a href="https://www.riverbed.com/br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Riverbed</a>, empresa especializada no mercado de aceleração de aplicações e otimização de dados. “Hoje, as distâncias entre os usuários e as aplicações não estão apenas atreladas à matriz e à filial. Elas acontecem também na cloud, que tem um poder de agregação muito forte. Com a SD-WAN, a otimização das redes remotas renasce de uma forma totalmente estruturada, diminuindo problemas relacionados à latência e oferecendo mais agilidade e flexibilidade na entrega de serviços”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Riverbed fornece soluções de redes completas, incluindo desde a nuvem até a ponta, em um console de gerenciamento centralizado. “Garantimos desempenho da aplicação, segurança e visibilidade para a melhor experiência do usuário”.</p>

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	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a410075012" data-id="697a410075012" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;">Virtualização</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A virtualização das funções de rede (NFV) é um ponto chave na SD-WAN. AS WANs tradicionais, que contam com uma topologia estática e inflexível, não conseguem atender aos requisitos das novas aplicações. Assim, topologias de redes ágeis e dinâmicas com plataformas orientadas por software e baseadas em padrões abertos são fundamentais para melhorar a entrega dos serviços e a gestão da infraestrutura. “As novas aplicações se comportam como uma teia de microsserviços conectados, disponíveis nos data centers, provedores de serviços ou na nuvem. As WANs convencionais não têm capacidade para atuar com essa característica”, diz André André Andriolli, CTO da <a href="https://www.vmware.com/br.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">VMware </a>Latam, fornecedora de soluções de nuvem e mobilidade corporativa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como o modelo SD-WAN não depende de terceiros, os links MPLS, que têm alto custo, podem ser substituídos por conexões de Internet mais econômicas, como 4G, xDSL, FTTH e links dedicados, com seleções de caminhos inteligentes. “Nossas experiências com clientes comprovam que é possível ter uma economia de, no mínimo, 50%, em comparação com as redes tradicionais”, completa Andriolli.</p>
<p style="text-align: justify;">  No final do ano passado, a VMware adquiriu a VeloCloud, empresa especializada em SD-WAN na nuvem. As soluções da companhia são baseados nos conceitos de virtualização e nuvem. “Nossa tecnologia permite implantar uma filial em minutos. Somos especialistas em separar as aplicações da infraestrutura física. Esse é o nosso negocio há mais de 20 anos”, completa o executivo.</p>

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			<h3 style="text-align: justify;">SD-WAN e a transformação digital</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Na visão de Larisse Góis, gerente de tecnologia da <a href="https://www.la.logicalis.com/contact/brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Logicalis</a>, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação e comunicação, a SD-WAN traz recursos fundamentais para viabilizar a transformação digital. “A rede ganha inteligência para oferecer acesso rápido, seguro e eficaz as novas aplicações como realidade aumentada, big data, IoT – Internet das coisas e vídeo analytics. A tecnologia ainda permite um maior controle da WAN e melhor uso dos recursos disponíveis”, completa Larisse.</p>
<p style="text-align: justify;">  Loureiro, da IDC, concorda com Larisse. “A SD-WAN tem um papel muito importante na transformação digital. Com a cloud pública é possível provisonar um servidor em segundos, mas isso só faz sentido em infraestruturas ágeis e flexíveis”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Antes de tomar qualquer decisão, as equipes de TI precisam entender quais são as vantagens e os desafios que a tecnologia irá trazer ao negócio. “Um dos benefícios da SD-WAN é a sua capacidade de controlar as informações que trafegam na WAN para priorizar as aplicações mais importantes com foco na eficiência da operação. Uma loja de varejo, por exemplo, precisa garantir o acesso a seu banco de dados de mercadorias e a meios de pagamentos para funcionar com qualidade num momento de instabilidade de conexão”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além de suporte a vários tipos de conexão, é fundamental que um projeto de SD-WAN inclua segurança, controle centralizado e provisionamento zero-touch, bem como ferramentas de visibilidade da rede, automação de serviços e otimização da WAN. “A Logicalis desenvolve projetos de acordo com a necessidade de cada cliente, entregando a melhor composição de soluções para cada negócio. Oferecemos consultoria, implantação, manutenção e operação da rede”, completa Larisse.</p>
<p style="text-align: justify;">  Alexandre Nakano, diretor de IoT da <a href="http://www.ingrammicro.com.br/portal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ingram Micro</a> Brasil, distribuidora de soluções de tecnologia, recomenda que a equipe de TI faça um teste na infraestrutura de rede para saber se há necessidade de um upgrade ou mesmo a redução de contrato da plataforma. “Para que a implantação tenha sucesso é importante saber se vale a pena contratar um serviço de TI e, claro, treinar a equipe”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo ele, a SD-WAN simplifica a implementação e suporte a filiais e unidades regionais em qualquer lugar, abrindo caminho para que os provedores de serviços ofereçam mais agilidade, cobertura e retorno ao cliente. “É possível obter redução de custo e mais desempenho em determinadas aplicações. A grande mudança é que o cliente terá uma ideia mais clara de como a sua banda larga está trabalhando e o que exatamente o provedor está oferecendo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas todo esse processo passa por analisar as condições técnicas, identificar as áreas que exigem atualizações e preparar a rede para novos recursos digitais. “O ideal é ter uma visão geral da arquitetura e da estratégia de migração de ponta a ponta, alinhando os requisitos comerciais à estratégia de TI”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Ingram Micro é um distribuidor autorizado das principais soluções de SD-WAN do mercado. Além de produtos e soluções, seus serviços incluem recursos de logística e de mobilidade, suporte profissional técnico, soluções financeiras e auxílio na mudança de todo o mindset do cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.cisco.com/c/pt_br/index.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cisco</a>, fornecedora de soluções de redes e TI, está trabalhando em diversos projetos SD-WAN no Brasil. Segundo Marcelo Moreira, gerente de engenharia da companhia para a América Latina, os setores que mais demandam a tecnologia são o financeiro e varejo. “São mercados muito impactados pela transformação digital e com redes de alta capilaridade. Outros segmentos, como saúde e transporte, também começam a enxergar a SD-WAN como uma oportunidade de melhorar a eficiência de seus processos de negócios”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A companhia tem mais de 14 mil clientes de SD-WAN em todo o mundo. Suas soluções são gerenciadas na nuvem, com provisionamento zero- touch e recursos de segurança integrados, como firewall, IPS e filtro URL.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Moreira, o sucesso de um projeto de SD-WAN depende da decisão do cliente de como ele irá adotar a tecnologia, se a implantação e operação será feita em casa ou terceirizada como um serviço gerenciado de uma operadora ou integrador de serviços. “É preciso definir bem os casos de uso e motivações, como a demanda crescente de banda, migração das aplicações para a nuvem, redução de custos, com o modelo de execução”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="http://www.gdn.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GDN Tecnologia</a>, provedora de serviços na nuvem, possui uma plataforma multitenant própria baseada na tecnologia SDN/SD-WAN, da <a href="http://www.nuagenetworks.net/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nuage Networks</a> (Nokia), oferecendo conectividade SD-WAN as a service. “Nossa perspectiva para este mercado é bastante promissora, já que a tecnologia se aplica a toda empresa que possui uma rede de longa distância, desde pequenas e médias até as grandes corporações, não se restringindo apenas a usuários de MPLS. Estamos desenvolvendo parcerias com grandes operadoras para a oferta da solução”, comenta Mario Pires, executivo da companhia.</p>
<p style="text-align: justify;">  A GDN ainda desenvolve soluções on premisses com a implantação do sistema da Nuage no ambiente do cliente, não só para demandas SD-WAN, mas também para SD-DC e SDN para data centers. “As soluções da Nuage atendem demandas de SDN aplicadas ao data center e à WAN de forma integrada”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O executivo destaca que a SD-WAN, ao estabelecer uma rede overlay com a abstração da rede física (underlay), abre um universo de possibilidades, que não só permite a coexistência integrada de links de características distintas, como traz maior controle do comportamento de tráfego, aplicação a uma infinidade de políticas que organizam as diversas demandas e prioridades e segurança nativa com túneis dinâmicos criptografados, Internet break-out (tráfegos de filiais direcionados à Internet ou outras filiais podem sair diretamente e com segurança), além de maior capacidade total com balanceamento de carga baseado em políticas, microssegmentação e possibilidade de adição de serviços por meio de VNFs &#8211; Virtual Network Functions. “A solução também possui mecanismos de visibilidade e relatórios que ajudam de forma consistente no gerenciamento e controle da rede”.</p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h3>Operadoras preparam suas redes para a SD-WAN</h3>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">A <a href="https://www.embratel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Embratel</a> iniciou o seu projeto de SD-WAN em 2016. Hoje, a tecnologia já faz parte de seu portfólio de produtos. Para Alexandre Gomes, diretor de marketing da Embratel, a SD-WAN vai muito além da formação de rede, possibilitando uma evolução para as empresas agregarem valor ao seu negócio. “É uma tecnologia OTT – Over the top, agnóstica a acesso e que permite aos usuários trazerem o seu legado de links para compô-la. Logo, é mais custo-efetiva e de rápida ativação, com escalabilidade para serviços na cloud, como SaaS e IaaS”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o executivo, a Embratel adotou uma solução dedicada para a entrega de serviços SD-WAN, com redes com múltiplos acessos e WANs, balanceamento de aplicação, agregação de tráfego, segurança e Wi-Fi. “Temos rede uma totalmente adequada ao ecossistema digital de aplicações, com operação, manutenção e recuperação ágeis e simples e um portal com interface gráfica para a melhor gestão da solução”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.orange-business.com/br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Orange Business Services</a> também já está preparada para a oferta de serviços SD-WAN. Seu público-alvo são empresas multinacionais e de grande porte, que precisam de uma rede ágil, segura e flexível para atender às demandas do negócio e suportar a transformação digital. Um dos seus clientes é a Siemens, um projeto de transformação de rede que inclui mais de 1500 localidades em todo o mundo. “Acreditamos que até 2020 pelo menos 50% dos dispositivos de borda da WAN serão atualizados com dispositivos SD-WAN”, comenta Felipe Stutz, diretor de soluções para América Latina da Orange Business Services.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na avaliação do diretor, o principal desafio da tecnologia é integrar as plataformas com os sistemas legados. “Apesar de termos uma facilidade muito grande na integração do conceito de zero-touch, é preciso avaliar a integração de maneira criteriosa para evitar impactos no funcionamento da rede existente”, diz, o executivo, acrescentando que é imprescindível que as plataformas de SD-WAN estejam totalmente integradas às soluções de segurança e serviços na nuvem. “Esse é um aspecto que merece muita atenção das equipes de TI e de fornecedores da solução. A Orange tem trazido grande valor aos clientes com uma abordagem consultiva, implementando pilotos e avaliando todos esses pontos de acordo com a necessidade de cada cliente”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Orange oferece a solução SD-WAN nas modalidades Opex ou SaaS – software como serviço, ou seja, os clientes não precisam investir na aquisição dos equipamentos e licenças. Também é possível adquirir os equipamentos, com serviços opcionais. “A SD-WAN abre a possibilidade de integrar novos meios de conectividade na empresa e também de viabilizar a migração de serviços na nuvem de maneira segura. É possível usar redes públicas Internet e privada MPLS de forma simultânea, buscando o melhor uso dos diferentes meios. Os clientes ainda podem decidir manter parte do tráfego crítico ao negócio no MPLS, tendo maior garantia de desempenho e disponibilidade”.</p>
<p>&nbsp;</p>

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			</item>
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		<title>WANs mais ágeis e flexíveis</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/wans-mais-ageis-e-flexiveis/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=wans-mais-ageis-e-flexiveis</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 13:36:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 8]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a410076eff" data-id="697a410076eff" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>WANs mais ágeis e flexíveis</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br" target="_blank" rel="noopener"> Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
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<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">  A tecnologia <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-seu-negocio-precisa-de-sd-wan/" target="_blank" rel="noopener">SD-WAN</a> promete revolucionar as redes de longas distâncias ao trazer mais flexibilidade e agilidade para quem acessa e opera aplicações em sites remotos e filiais. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/interconexao-de-data-centers-na-era-da-nuvem/" target="_blank" rel="noopener">Novas abordagens para WANs</a> permitirão que operadoras, prestadores de serviços e usuários corporativos automatizem e orquestrem recursos de rede para entregar funções de provisionamento dinâmicos, largura de banda flexível e cobrança baseada em uso para múltiplos recursos e aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo um <a href="https://www.idc.com/getdoc.jsp?containerId=prUS44203118" target="_blank" rel="noopener">estudo da consultoria IDC</a>, apenas o mercado mundial de infraestrutura SD-WAN deve alcançar a marca de US$ 4,5 bilhões, em 2022, com uma CAGR &#8211; taxa de crescimento anual composta de 40,4% de 2017 a 2022. O relatório inclui as receitas de 2016 e 2017 por fornecedor para a infraestrutura SD-WAN. No ano passado, as receitas do segmento aumentaram 83,3%, atingindo US$ 833 milhões. O mercado também se tornou cada vez mais competitivo, com os fornecedores de redes tradicionais buscando estratégias de fusões e aquisições para complementar as suas ofertas existentes ou ganhar posições de mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">  O Brasil deve seguir essa onda. De acordo com André Loureiro, gerente de pesquisa e consultoria da IDC Brasil, os projetos de SD-WAN já são uma realidade nas empresas do país. “Há muitas provas de conceito em execução no mercado para testar a tecnologia e esses projetos já mostram que ela tem realmente os benefícios prometidos”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Operadoras e prestadores de serviços já estão com as suas infraestruturas preparadas para a oferta de soluções SD-WAN. Na avaliação de Felipe Stutz, diretor de soluções para América Latina da Orange Business Services, entre os principais desafio da tecnologia está a integração das plataformas com os sistemas legados. “É imprescindível que a arquitetura de rede esteja totalmente integradas às soluções de segurança e serviços na nuvem. Esse é um aspecto que merece muita atenção das equipes de TI e de fornecedores de soluções”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já Alexandre Gomes, diretor de marketing da Embratel, recomenda que as empresas utilizem tecnologias adequadas à transformação digital. “Para isso, deve-se pensar em infraestruturas simples e ágeis para a operação, manutenção e recuperação. São fundamentais recursos de múltiplos acessos, balanceamento de aplicação e agregação de tráfego, segurança e mobilidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Transformação digital: Realidade ou sonho?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/transformacao-digital-realidade-ou-sonho/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=transformacao-digital-realidade-ou-sonho</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cesar Poppi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 13:13:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 8]]></category>
		<category><![CDATA[Digitalização]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação TI]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a410077f36" data-id="697a410077f36" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Transformação digital: Realidade ou sonho?</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong>Cesar Poppi</strong>, executivo sênior de TI da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.te.com/usa-en/home.html">TE Connectivity</a></span></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Não é surpresa que para mais de 85% dos líderes mundiais a digitalização dos seus negócios tem prioridade altíssima. A transformação digital tem direcionado empresas a um nível de interconexão de capacidade, recursos e talentos em uma escala global. A perspectiva tradicional de oferta <em>versus</em> a demanda não será suficiente para se ter sucesso em um mundo digital. Tudo isso pode até parecer obvio, porém a sua empresa está preparada para este novo mundo? Isso já é realidade ou apenas um sonho para a sua empresa? Como chegar neste estágio tão importante da estratégia digital?</p>
<p style="text-align: justify;">  Perceber o valor de se estabelecer uma visão ampla dos seus negócio digitalmente demanda um trabalho árduo para se desenvolver as capacidades certas operacionalmente, tecnologicamente e, principalmente, humanamente. Isso na prática não é simples. Não é somente a TI que precisa fazer parte desta transformação, já que não se trata apenas de tecnologia. Esta jornada não é possível sem uma área de recursos humanos forte, moderna, ágil e realmente especializada em pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A área operacional da empresa que, muitas vezes, está sobrecarregada com os seus problemas diários e rotineiros, sobrando pouco tempo para a inovação e capacitação, precisará dedicar tempo e recursos para se transformar e se preparar para este novo mundo. Não é barato, mas é uma questão de sobrevivência. Em um mundo onde o nível de excelência está cada vez maior, o bom o suficiente não adianta mais. O modelo de negócio como de costume está morto. Forte esta afirmação? Já parou para pensar que cada vez mais a ficção científica está se tornando um fato científico? O desenho dos Jetsons não impressiona mais.</p>
<p style="text-align: justify;">  As tecnologias estão mudando rapidamente as nossas vidas e sociedades, todos os dias, em todos os lugares. Vamos precisar de habilidades diferentes. Ou nos preparamos para impulsionar essas mudanças ou seremos os impulsionados por ela. Qualquer coisa que possa ser digitalizada ou automatizada será e tudo aquilo que não puder deverá ser usado para sustentar toda essa transformação, como os valores humanos, e acreditem, isso é tão ou mais importante que a própria transformação digital.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em meados de 2016, a Microsoft lançou o chatbot para o Twitter chamado Tay, que era um projeto de machine learning criado para o engajamento com humanos. Era um experimento cultural, social e técnico. Conforme ele interagia com os usuários da plataforma, mais ele aprendia e se tornava realista. Infelizmente, nas primeiras 24 horas online o robô se tornou racista e logo teve que ser desligado. É com base neste e muitos outros exemplos que a preparação das empresas para a transformação digital vai muito além da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">  O uso do termo “transformação” é muito acertado porque é, realmente, uma criação cultural do zero. Sabe aqueles treinamentos de ética que todos os anos as grandes e sérias corporações obrigam os seus funcionários a fazer? Apesar da ética ser uma questão elementar, mesmo assim as empresas podem destruir os seus negócios se de fato não enraizarem essa questão “elementar” em sua cultura. A transformação digital passa exatamente por esse mesmo caminho.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697a4100782f9" data-id="697a4100782f9" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1538399478996 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p style="text-align: justify;">  Com tudo isso dito, você ainda deve estar se perguntando por onde começar. Existem empresas vendendo frameworks de transformação digital e poderia ser uma opção. Não existe uma verdade absoluta, mas gostaria de compartilhar alguns passos que entendo serem fundamentais para chegar lá:</p>
<ol>
<li style="text-align: justify;">A alta gestão da empresa precisar criar uma visão de transformação digital e compartilha-la com todos os seus funcionários. Revisitar esta visão e aperfeiçoa-la, conforme a empresa vai ganhando maturidade.</li>
<li>A estratégia digital da empresa precisa estar alinhada com a sua estratégia de TI e RH.</li>
<li style="text-align: justify;">Estimular um ambiente de inovação digital com compensações proporcionais aos resultados ganhos.</li>
<li style="text-align: justify;">Ter foco e prioridade de investimentos em inovação digital. Todos sabemos que os investimentos não são baixos e economia não pode ser um fator predominante para uma verdadeira transformação digital.</li>
<li style="text-align: justify;">Sustentar, medir e monitorar os programas de transformação digital. Precisa ter uma governança dessas iniciativas acompanhada de perto pelos altos executivos.</li>
<li style="text-align: justify;">Independente do modelo de negócios da empresa é necessário criar um modelo de negócios digitais. Desenvolver produtos e serviços que estejam primeiramente ligados com tecnologias digitais. Um exemplo clássico disso é a pizzaria que passou a fazer entregas com drones.</li>
<li style="text-align: justify;">Aceitar e entender que todos na empresa precisam estar engajados com inovações tecnológicas. Não desprese o possível talento do estagiário de engenharia que hoje está somente levando os projetos impressos de um departamento para o outro. Ali pode estar grandes ideias ainda não exploradas.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p style="text-align: justify;">  Certamente, este é um dos assuntos mais discutidos no momento e transformação digital não é uma opção: é uma necessidade. O quanto antes a sua empresa entender isso e começar, mais rápido, ela poderá se posicionar em relação aos seus concorrentes. Há quem diga que empresas que não tiverem uma estratégia digital sólida, desaparecerão em poucos anos. Vamos começar?</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>O impacto do radar na proteção de indústrias</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/impacto-radar-protecao-de-industrias/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=impacto-radar-protecao-de-industrias</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 12:57:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 8]]></category>
		<category><![CDATA[Câmeras]]></category>
		<category><![CDATA[câmeras IP]]></category>
		<category><![CDATA[Câmeras térmicas]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra]]></category>
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			<h1>O impacto do radar na proteção de indústrias</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Paulo Santos, gerente de soluções da<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="https://www.axis.com/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Axis Communications</a></span></strong></h4>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Uma tecnologia inventada há mais de 80 anos está, em 2018, sendo reimaginada para o mundo digital. Poucos poderiam supor que o radar, usado desde 1930 com as suas pesadas antenas sobre rodas para detectar invasores marítimos e aéreos e até rastrear navios e aeronaves, teria, no século 21, meros 20 centímetros de altura e funcionaria com um único cabo de rede. A novidade é inusitada, mas aponta para uma tendência conhecida: a integração em redes IP.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma vez integrado via cabo de rede, a natureza do radar também está mudando. Antes restrito a uso militar e a ambientes críticos, como o setor de petróleo e gás, ele deverá ser visto cada vez mais em aplicações civis, como instalações industriais e armazéns. Em vez de navios e aviões, o objetivo agora é detectar invasões de veículos, pessoas e drones em toda a área entre o perímetro e os prédios protegidos.</p>
<p style="text-align: justify;">  É mais uma prova de que os conceitos conhecidos pela indústria 2.0, como os típicos sensores de intrusão analógicos precisam ser revistos. Até mesmo aqueles associados à indústria 3.0, altamente recomendado para alguns casos, podem ser menos sugeridos para outros.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os típicos sensores de intrusão tradicional, como cabos microfônicos e fibras, sofrem de uma grande limitação: a impossibilidade de verificar, via imagem, os falsos alarmes. Esses dispositivos não diferenciam sequer a massa dos objetos, deslocando toda uma equipe de segurança para proteger o prédio contra, em alguns casos, um gato.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em alguns casos, a proteção entre o muro e as instalações industrias usando sistemas mais conhecidos do mundo IP pode, também, ter algumas limitações. Câmeras térmicas, por exemplo, têm um custo relativamente alto e um ângulo de visão estreito, sendo mais indicadas para o perímetro. Analíticos de vídeo, por sua vez, têm configuração mais complexa e podem ter limitações à noite. E os populares infravermelhos (IR) têm um custo baixo, instalação simples e funcionam à noite, mas seu alcance é curto.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não adianta fechar os olhos: a proteção de toda a área entre o muro e o prédio precisa ser revista. O radar é mais econômico e tem maior área de cobertura que uma câmera térmica, é mais fácil de configurar e útil à noite do que um analítico de vídeo e ainda alcança uma distância maior que dispositivos com IR.</p>
<p style="text-align: justify;">  Todo integrador de sistemas, sobretudo aqueles que insistem em trabalhar no mundo analógico, deve manter ligado o seu próprio radar para as novidades no ambiente digital que, como nesse caso, podem mudar a forma como se faz segurança hoje nas indústrias.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>O futuro das mulheres na segurança cibernética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Longinus Timochenco]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Sep 2018 16:23:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 8]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Codificação]]></category>
		<category><![CDATA[Compliance]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da informação]]></category>
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			<h1>O futuro das mulheres na segurança cibernética</h1>

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			<p><strong>Longinus Timochenco,</strong><strong> da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://stefaninirafael.com/" target="_blank" rel="noopener">Stefanini Rafael</a></span></strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  O futuro das mulheres na segurança cibernética é agora e uma realidade. A cibersegurança já está no cotidiano de pessoas e empresas há algum tempo, cada vez mais forte e carente de profissionais qualificados para combate a indústria do crime digital de forma preditiva. Nesta edição, trago o tema “Mulheres no mundo cibersegurança” pra refletirmos.</p>
<p style="text-align: justify;">  As mulheres vêm abraçando com muita qualidade e eficiência essa oportunidade. O estudo da Kaspersky Lab aponta que as mulheres representam apenas 11% do total da força de trabalho na área de cibersegurança. É fato que os homens predominam neste segmento. O levantamento evidencia que esse quadro tende a se manter, sem alteração para os próximos anos, ou seja, 78% das jovens mulheres jamais cogitaram a possibilidade de se aventurar por uma carreira nessa área.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Habilidades</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O estudo mostra também que, em geral, as mulheres não têm conhecimento das habilidades que os empregadores procuram e, ainda, não têm a convicção se contam com os atributos que são exigidos para exercer essa atividade. Ao serem questionadas sobre os motivos de não tomarem a decisão de investir na carreira de segurança cibernética, as mulheres se mostraram mais inclinadas do que os homens ao afirmar que não possuem experiência em codificação (57% <em>vs.</em> 43%), não têm interesse em computação (52% <em>vs.</em> 39 %), não têm conhecimento de cibersegurança (45% <em>vs.</em> 38%) e que não são suficientemente ‘afiadas’ em matemática e exatas (38% vs. 25%).</p>
<p style="text-align: justify;">  Importante ressaltar que as indústrias de cibersegurança já identificaram que as mulheres podem agregar valor significativo para este setor, considerando suas habilidades naturais tais como precisão nos detalhes e mente analítica que avalia rapidamente os problemas mais complexos, provendo soluções práticas.</p>
<p style="text-align: justify;">  O mercado reconhece que as mulheres são capazes de gerenciar múltiplas tarefas, enquanto lideram grupos para atingir resultados positivos e sucessos surpreendentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Alguns fabricantes, como Kaspersky, Symantec, IBM e One Identity, estão na vanguarda dessa realidade e investindo fortemente neste perfil, incluindo-as nas academias, laboratórios, engenharia e em campo de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entretanto, a representação das mulheres neste aspecto de segurança dominado pelos homens é alarmantemente baixa ainda mais se considerarmos todas as áreas: compliance, auditoria e governança. Certamente, o mercado possui mentes brilhantes independente do gênero, uma vez que o trabalho conjunto pode prover a perfeição. O maior desafio para as mulheres é ter a real percepção da capacidade para se tornarem codificadoras, programadoras e pesquisadoras de segurança on-line.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nosso objetivo dever ser de encorajar, capacitar e promover o ingresso de mais mulheres tanto no mundo da cibersegurança, como em mercados de segurança da informação, compliance e outros.</p>
<p style="text-align: justify;">  É preciso vencer os preconceitos e, dessa forma, elevar a nossa maturidade profissional. Supervalorizamos o novo, o digital, o cumprimento de metas, mas falhamos na essência, no básico. O caminho é unir forças e conhecimento para a construção de algo maior e poderoso para atingirmos um objetivo comum e salutar para todos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>

		</div>
	</div>
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