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	<title>Especial &#8211; 5G-Provedores 2022 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Especial &#8211; 5G-Provedores 2022 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>OpenRAN promete mais competitividade e deve ganhar espaço com o 5G</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 23:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[A OpenRAN deverá ganhar corpo com o 5G. A possibilidade de integração de diferentes tecnologias fará com que sejam incentivados o desenvolvimento de inovações e a comercialização de produtos e soluções.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3522ada36" data-id="697a3522ada36" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1><strong>OpenRAN promete mais competitividade e deve ganhar espaço com o 5G</strong></h1>

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			<h2>A OpenRAN deverá ganhar corpo com o 5G. A possibilidade de integração de diferentes tecnologias fará com que sejam incentivados o desenvolvimento de inovações e a comercialização de produtos e soluções, que sejam fáceis de integrar na rede da operadora e aplicáveis em diferentes áreas e segmentos, com oportunidade a novas empresas e profissionais desenvolvedores.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Ariane Guerreiro, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Liberdade de uso e integração de tecnologias de diferentes fornecedores. É o que pressupõe a OpenRAN, redes abertas, cujos componentes utilizam protocolos de comunicação conhecidos por todos e que permitem integrar hardware e software de vários fabricantes, ampliando as possibilidades de inovação e a oferta de soluções diferenciadas em termos de funcionalidades e de custos.</p>
<p style="text-align: justify;">Tradicionalmente, as RANs (redes de acesso via rádio) seguem um modelo fechado, com equipamentos, componentes e controladores fornecidos por uma ou por poucas empresas. Tais equipamentos desempenham um conjunto de funções, de maneira a não permitir a associação de produtos desenvolvidos por outros fornecedores.</p>
<p style="text-align: justify;">Junto às antenas fixadas nas torres de telefonia celular, estão os chamados elementos eletrônicos ativos, isto é, elementos de rádio, denominados Rus &#8211; Radio Units, e equipamentos de controle dos rádios, chamados BBUs &#8211; Base Band Unit, que são os controladores das unidades de rádio e conectam todo o conjunto com a Internet. É nessa arquitetura que as OpenRANs se diferenciam, permitindo uma estrutura mais flexível, com redução de custos e melhoria de processos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o gerente executivo de pesquisa desenvolvimento &amp; inovação do Inatel &#8211; Instituto Nacional de Telecomunicações, Henry Douglas Rodrigues, o conceito &#8220;aberto&#8221; vem para quebrar esse paradigma, a partir de dois caminhos: definindo interfaces abertas e padronizadas, de modo a permitir a operação conjunta de equipamentos de diferentes fornecedores; e abrindo o código fonte de hardware ou software de algumas partes, facilitando o surgimento de novos desenvolvedores.</p>
<p style="text-align: justify;">Rodrigues destaca que tais redes também são desagregadas, o que contribui para a maior competitividade e menores custos. “A desagregação acontece de forma horizontal, com a quebra de um grande bloco de funções em blocos menores, possibilitando que os fornecedores foquem e se especializem em uma porção menor da pilha de protocolos”, explica. “A desagregação vertical, por outro lado, separa o hardware e o software, assim hardwares padronizados podem ser utilizados por diferentes fornecedores de software”, completa.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">O diretor de tecnologia da Nokia para Brasil e América Latina, Wilson Cardoso, explica que a rede aberta prevê, além da definição de protocolos de comunicação para a integração de tecnologias, a adição de um novo elemento denominado RIC- Radio Inteligent Controller, capaz de criar aplicações que customizam as estações de radiobase, para que o tráfego de vídeo seja priorizado em relação à Internet, por exemplo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Trata-se de um processo complexo e novo, que exigirá recursos e uma nova forma de trabalhar as tecnologias e o próprio conceito de redes&gt; O grande desafio será a integração dos componentes. RAN, em geral, demanda significativos investimentos tanto de Capex, que recebem cerca de 70% dos recursos, e como em Opex. “Com a padronização (abertura) dessas interfaces promovida pela ORAN Alliance, as operadoras passam a ter opção de escolha das soluções mais adequadas à operação”, afirma o gerente da área de soluções de comunicação sem fio do CPQD, Gustavo Correa Lima.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Oportunidades e desafios</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Criada com o 4G, a OpenRAN deverá ganhar corpo com o 5G. A possibilidade de integração de diferentes tecnologias fará com que sejam incentivados o desenvolvimento de inovações e a comercialização de produtos e soluções, que sejam fáceis de integrar na rede da operadora e aplicáveis em diferentes áreas e segmentos, com oportunidade a novas empresas e profissionais desenvolvedores.</p>
<p style="text-align: justify;">Um modelo importante para as operadoras de telefonia, a OpenRAN permitirá a flexibilização da arquitetura de rede, além de gerar competição. “As definições estão em desenvolvimento, assim como o mercado, que ainda é pequeno, mas deverá crescer. Grande parte dos investimentos das operadoras se destina a RAN e nossas expectativas são positivas para os próximos anos”, afirma o diretor de 5G e mobile da NEC para América Latina, Leandro Galante.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que essa movimentação esteja apenas no início e que seja quase imperceptível pelo consumidor, para as empresas representa muitas oportunidades de melhorias e negócios. Segundo Lima, do CPQD, essa arquitetura já tem trazido inovações, como o RIC &#8211; RAN Intelligent Controller, que em conjunto com aplicações de rede (xApps e rApps), tem proporcionado significativos ganhos de desempenho para as redes 5G. “Com maior competição, as soluções se tornam mais acessíveis a operadoras de pequeno porte e às redes privativas, permitindo a customização da rede para casos de uso que não envolvam toda a gama de serviços e requisitos previstos para uma rede pública de grande porte”, destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">É na oferta de serviços (SBA) nos quais se baseiam as redes 5G que a OpenRAN se ajusta melhor, no entendimento do diretor de arquitetura, tecnologia e inovação da TIM Brasil, Átila Xavier. Ele explica que tais serviços são oferecidos para as diferentes funções de rede, já preparadas para funcionamento em nuvem, como é o caso das unidades centralizadas (CU). “O OpenRAN tem um forte amparo na “softwarização” das redes e no emprego dos paradigmas de cloud computing, demandando novos skills das equipes de implantação e operação nas operadoras”, completa Lima, que considera significativa a demanda prevista para essa nova arquitetura, podendo representar bilhões de reais com a tecnologia 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Bastante madura para 4G, a OpenRAN é funcional para 5G, mas está em processo de maturação. Com alto potencial de crescimento, dada a grande demanda oriunda da necessidade de expansão de cobertura e capacidade no país, em redes públicas e privadas, o modelo ainda precisa de evolução quando voltada a algumas aplicações, evolução esta que tem sido rápida na avaliação de Galante, da NEC.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Lima, a tecnologia está madura o suficiente para implantações iniciais e está em constante aperfeiçoamento, semelhante à padronização do próprio 5G no 3GPP. “As definições iniciais permitiram o início das implantações e, a cada novo incremento das especificações, há uma melhoria da interoperabilidade e acréscimo de funcionalidades”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">O amadurecimento da tecnologia é só um dos desafios para sua consolidação no 5G. É necessário, ainda, na opinião de Xavier, da TIM, selecionar a forma de trabalho mais adequada à operadora. “Para aproveitar a flexibilidade na distribuição dos diferentes componentes, é necessária uma infraestrutura de comunicação de alta velocidade entre os mesmos (fibra), não disponível em todos os municípios, exigindo um planejamento cuidadoso das localidades onde será implantada, além da integração e coordenação dos envolvidos”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">A própria interação de empresas e soluções é um desafio que as operadoras têm de enfrentar, além de lidar com múltiplos fornecedores na construção da mesma rede. “O Inatel tem uma iniciativa em conjunto com o TIP &#8211; Telecom Infra Project para fazer a integração e implantação de redes OpenRAN 4G e 5G, pré-validando uma dada combinação de fornecedores, para facilitar o trabalho das operadoras”, afirma o gerente do Inatel.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele defende que a grande oportunidade para a entrada massiva do OpenRAN no Brasil está no surgimento de novas operadoras regionais em todo o país, pois são redes a serem implantadas do zero e um caminho para a expansão das redes de grandes operadoras.</p>
<p style="text-align: justify;">A OpenRAN tem sido utilizada em novas redes 5G, em países como Japão e EUA, com o objetivo de reduzir custos e oferecer novos serviços, mas não é um processo simples. “As maiores dificuldades estão na estabilidade dos protocolos para possibilitar que as interfaces dos equipamentos, hoje proprietárias, sejam convertidas em interfaces abertas. Muitos destes protocolos ainda estão em fase de especificação”, afirma Cardoso, da Nokia.</p>
<p style="text-align: justify;">A OpenRAN vai ajudar os potenciais fornecedores de tecnologia, em redes aplicáveis a operadoras de diferentes portes. O principal desafio, na visão do diretor da NEC, é fazer com que os diferentes sistemas funcionem, alinhando, combinando e validando essas tecnologias, um processo que não é simples. “É desafio e também oportunidades”, alerta. “Aumentamos muito o quadro de pessoas, contamos com laboratórios no Reino Unido e na Índia para testes de interatividade, para ver se funcionam conforme proposto”, completa o executivo.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Exemplos concretos</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Já em aplicação no mundo, a OpenRAN tem sido objeto de testes e investimentos em diversos países, como Japão, pela Rakuten, EUA, com a Dish, e Reino Unido, com Vodafone. No Brasil, a Vivo desenvolve um projeto com a tecnologia na região nordeste.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Em outra iniciativa, CPQD e Nokia atuam juntas em um projeto de OpenRAN, para o desenvolvimento de aplicações RIC. A primeira fase foi concluída, com a instalação dos equipamentos no CPQD, testados em laboratório, e o treinamento das equipes para o desenvolvimento de xApps na plataforma SEP da Nokia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A fase seguinte prevê a definição de procedimentos de licenciamento de uso do espectro junto à Anatel, para que os testes de campo sejam iniciados. “Em um primeiro momento, será possível realizar testes com xApps já disponíveis e se discute o desenvolvimento de novos xApps em parceria com operadoras, visando à maior cobertura das células 4G e 5G, por exemplo”, conta Lima, do CPQD.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">O CPQD também trabalha em conjunto com a RNP &#8211; Rede Nacional de Ensino e Pesquisa na primeira fase do “Programa OpenRAN @Brasil”, que tem apoio do MCTI &#8211; Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.  O projeto contempla pesquisa e desenvolvimento de sistemas de software de controle inteligente de redes de acesso (RIC), suas aplicações e a orquestração de uma rede móvel 5G OpenRAN, incluindo outros domínios além do sem fio, como o transporte óptico no backhaul, midhaul e fronthaul.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Lima conta que será implantado um testbed OpenRAN 5G, com pontos de presença no CPQD, e plataformas de demonstração e experimentação em Campinas, SP, e no PoP-RNP, no Rio de Janeiro . Será observado o quanto uma rede 5G suportará aplicações avançadas que exigem baixa latência, elevada confiabilidade e altas taxas de dados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Serão três fases: a primeira será focada no controle e orquestração dos recursos ópticos, IP, de rádio e de nuvem necessários ao funcionamento fim a fim de uma rede 5G. Estão previstos 36 meses de vigência &#8211; até novembro de 2023 -, com recursos de R$ 32,4 milhões. As segunda e terceira fases estão em modelagem e captação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Outro projeto em andamento é o “Open Field”, em Santa Rita do Sapucaí, MG, que une a TIM Brasil, Inatel, TIP, Claro, Vivo, Brisanet, com o objetivo de validar a interoperabilidade de soluções OpenRAN, promovendo a colaboração, o desenvolvimento e a adoção de soluções abertas, desagregadas, seguras, escaláveis e sustentáveis para operadoras e parceiros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Participam diversos fornecedores de hardware e software de tecnologias abertas e desagregadas, como OpenRAN, Open Optical Packet Transport e Open Core Network, para redes 4G e 5G OpenRAN e cobertura de toda a área do campus do Inatel. Testes de integração, validação e desempenho são realizados para comprovar a maturidade tecnológica das soluções.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Além disso, foi publicado recentemente no Diário Oficial da União um novo projeto com parceria entre Inatel, Eldorado e CPQD, sob gestão da RNP e fomento do MCTI para o desenvolvimento de uma radio unit 5G OpenRAN para a transferência de tecnologia para a indústria nacional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A TIM também participa do “Open 5G @Campinas”, em parceria com CPQD, Embrapa, RNP, Unicamp &#8211; Universidade Estadual de Campinas e PUC &#8211; Pontifícia Universidade Católica, de Campinas, com o objetivo de conectar diferentes organizações, entre fornecedores de dispositivos, equipamentos e software, startups, instituições de pesquisa e inovação e empresas de diversos segmentos, para testar o 5G em diferentes áreas.  Há ainda uma parceria entre TIM e Qualcomm para a construção de redes 5G com soluções de OpenRAN.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Embora o principal foco da OpenRAN sejam as operadoras, há experiências positivas em locais, cujas demandas serão importantes com o 5G, como hospitais. Essa flexibilidade contribui, de certa forma, para o caráter democratizante do 5G. “A OpenRAN visa trazer fornecedores e provedores com vistas à inovação, reduzindo a dependência das grandes corporações e abrindo oportunidades para empresas locais”, afirma Galante, da NEC. É uma tendência que a NEC vem acompanhado, tendo em vista que essa arquitetura de rede estimula o mercado regional, a inovação e o empreendedorismo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A NEC, em conjunto com a Telefónica, vem desenvolvendo um projeto de OpenRAN, em países, como Reino Unido, Alemanha e Espanha, em diferentes fases. No Brasil, o projeto está em ajustes e o primeiro site deverá iniciar suas operações nos próximos meses, em uma cidade do Estado de São Paulo, que terá 70% do site baseado nesse tipo de rede, na qual a NEC será responsável pelo 5G. O objetivo do projeto é validar se todas as soluções se integram em um tráfego real. Outras fases estão em discussão.</span></p>

		</div>
	</div>
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		<title>5G promete tornar a indústria mais eficiente e competitiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 23:06:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Backbone]]></category>
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		<category><![CDATA[Provedor de Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[A tecnologia é o que faltava para a consolidação da chamada indústria 4.0 que vem trazendo, não apenas desafios, mas ganhos significativos para os processos produtivos e para o país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697a3522b0398" data-id="697a3522b0398" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1><strong>5G promete tornar a indústria mais eficiente e competitiva</strong></h1>

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			<h2>A tecnologia é o que faltava para a consolidação da chamada indústria 4.0, já em curso, que vem trazendo, não apenas desafios, mas ganhos significativos para os processos produtivos e para o país, aumentando a competitividade de produção brasileira diante dos mercados internacionais.</h2>

		</div>
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			<h4>Ariane Guerreiro, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">A chegada do 5G promete mudanças e desenvolvimento em diversas áreas e a indústria como um todo será beneficiada pela tecnologia que veio para gerar inovação. É o que faltava para a consolidação da chamada Indústria 4.0, já em curso, que vem trazendo, não apenas desafios, mas ganhos significativos para os processos produtivos e para o país, aumentando a competitividade de produção brasileira diante dos mercados internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Mudanças profundas deverão ocorrer a partir de várias tecnologias que poderão ser combinadas entre si para o aprimoramento de aplicações já existentes ou o desenvolvimento de novos conceitos ou modelos de negócios. Entre elas, o diretor-presidente da Embrapii &#8211; Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial, José Luis Gordon, cita aplicações baseadas em plataformas IoT – Internet das coisas, na Indústria 4.0, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/isps-sao-essenciais-para-o-desenvolvimento-da-conectividade-no-campo/">no agronegócio</a>, saúde e nas cidades inteligentes; outras baseadas em tecnologias imersivas atingindo, inclusive, o consumidor final e os smartphones, que deverão passar por uma revolução em sua arquitetura, e a expansão do conceito de manutenções preventivas.</p>
<p style="text-align: justify;">O 5G deverá impactar de diversas formas setores públicos, educação, cultura e cidades Inteligentes, bem como formas de produção e os modelos de negócio de diversos segmentos da indústria. “De acordo com o estudo da CNI “Tecnologia 5G – Impactos econômicos e barreiras à difusão no Brasil”, de 2021, a adoção do 5G em 80% do território nacional poderá somar R$ 81,3 bilhões ao PIB &#8211; Produto Interno Bruto nacional até 2030”, destaca Gordon.</p>
<p style="text-align: justify;">Estabelecer conectividade, inteligência e interconexão, envolvendo pessoas, coisas e informação é o grande legado do 5G, muito mais rápido, com maior capacidade de transmissão de dados, baixíssima latência e possibilidade de conexão de muito mais dispositivos na mesma unidade de área, se comparado ao 4G.</p>
<p style="text-align: justify;">A velocidade de download do 5G que pode alcançar a marca de 10.000 Mbps (no 4G a média é 150 Mbps) e a maior concentração de dispositivos (enquanto as antenas 4G comportam cerca de 10 mil dispositivos por quilômetro, a tecnologia 5G suporta mais de 1 milhão de dispositivos por quilômetro), além do consumo de energia cerca de 90% inferior às redes 4G LTE, tornam a nova geração de conectividade uma fonte quase infinita de possibilidades, enfatiza Gordon.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses aspectos favorecerão a aplicação, em larga de escala, de tecnologias potenciais e de difícil implementação, como realidade aumentada e realidade estendida, inteligência artificial, IoT, cloud computing, big data (analytics), manufatura aditiva e machine learning e edge computing, permitindo usos em automação robótica, realidade mista, vídeo avançado, monitoramento e rastreamento, entre outras. Tudo isso vai proporcionar maior eficiência técnica e financeira, redução de falhas e desenvolvimento de produtos cada vez mais personalizados, em escala.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode-se dizer que o 5G fará para as empresas o que o 3G e o 4G fizeram para as pessoas. Isto é, levaram mobilidade à palma da mão, com acesso à voz, aplicativos e vídeos de forma muito simples. É um processo disruptivo na opinião do vice-presidente de operações da Squadra Digital, Romulo Cioffi. “É uma disrupção no âmbito de arquitetura, com rede e espectro compartilhados e latência quase instantânea, imperceptível para a nossa observação. Isso abre inúmeras aplicações em telemedicina, por exemplo, com possibilidade de um corpo clínico remoto fazendo atendimento à distância, cirurgias e diagnóstico quase que em tempo real ou instantâneo”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Se as indústrias, e o mundo, estão passando por grandes transformações desde a criação da Internet, o que se pode esperar com o 5G é uma revolução no modo de produção. É válida, como perspectiva, a comparação de Fernando Moulin, partner da Sponsorb, professor e especialista em negócios, transformação digital e experiência do cliente, quanto ao que está por vir. “O 5G terá um papel para o futuro como a energia elétrica teve no início da segunda revolução industrial, no fim do século XIX e início do século XX: um grande habilitador para a aplicação com maior potencial de resultados e escala de diversas novas tecnologias, com ganhos reais”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">O gerente de soluções wireless da Huawei, Bruno Ribeiro, explica que o 5G, de forma geral, é dividido em três grandes grupos: atendimento ao B2C (consumidores finais), ao B2B (empresas) e B2H (banda larga residencial). Enquanto no B2C estão as aplicações como o consumo de vídeos de altíssimas resoluções sem congestionamentos de rede, metaverso, realidade aumentada e virtual, no B2B as principais aplicações estão relacionadas à indústria 4.0, com soluções inovadoras. No B2H, a tecnologia poderá levar o sinal de Internet de alta velocidade a localidades nas quais a passagem de fibras ópticas ou cabos é difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o diretor executivo de marketing e negócios da Embratel, Marcello Miguel, o 5G é uma tecnologia muito mais integradora. “A era 3G estabeleceu uma plataforma de conexão global de ‘pessoa a pessoa’, a 4G se expandiu para o fluxo de dados de ‘pessoa à informação’ e o 5G promete viabilizar uma plataforma onipresente de ‘informação a informação’, retirando as limitações de conexão entre ‘pessoas para pessoas’, ’pessoas para coisas’ e ‘coisas para coisas’, quebrando as chamadas ilhas de dados”, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja em processos produtivos, desenvolvimento de produtos ou gestão, os benefícios deverão ocorrer em diversas áreas dentro das indústrias e permitir, ainda, o surgimento de novos modelos de negócios.  A chegada da tecnologia pode ser observada de forma mais ampla, isto é, pelas possibilidades proporcionadas pela qualidade da conexão gerada. “O fornecimento da infraestrutura 5G permitirá a proliferação de novas ideias e plataformas que podem se tornar realidade por meio de seus recursos, principalmente baixa latência e alta velocidade de upload e download”, acredita Ribeiro, da Huawei.</p>

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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Inúmeras possibilidades</span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Todas as capitais brasileiras já recebem o sinal 5G, com a percepção de melhor recepção dos sinais em smartphones, fruto dos investimentos em andamento em antenas de 5G standalone.  Segundo Anatel, foram ativadas 5.275 antenas, o dobro do previsto no edital para a primeira fase, que tinha como quantidade mínima 2.528 estações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A notícia demonstra a boa perspectiva com a tecnologia, mas o melhor, tudo indica, ainda está por vir. “O 5G veio para revolucionar, fazer um boom maior do que o 4G ou 3G. A nova onda de tecnologia vai mudar a nossa vida para sempre, colocando bilhões de dispositivos, agora dentro da rede, o AIOT”, acredita Cioffi, da Squadra Digital</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As aplicações associadas ao 5G podem ser segmentadas em dois tipos na visão de Miguel, da Embratel: aquelas que independem dos segmentos, ou seja, podem ser usadas para qualquer setor, como vídeo avançado, automação em tempo real, monitoramento e rastreamento, operação remota, vigilância inteligente e realidade mista; e aquelas voltadas a segmentos específicos, a exemplo de manufatura, com fábricas inteligentes, digital twins, automação; robótica e profissional conectado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">São áreas em constante evolução e muitos desenvolvimentos já podem ser observados, como veículos de transporte conectados e em machine learning e big data, que permitem decisões a partir de dados gerados em tempo real pelos equipamentos usados para controle de processos produtivos, baseados em robôs inteligentes, painéis de gestão autônoma, estratégias de controle de produção, etc.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Ainda que a Internet das coisas já funcione com 3G e 4G, o controle de plantas industriais totalmente automatizados, por painéis remotos e em tempo real, deverá ser potencializado com o 5G. As perspectivas para IoT e IA são otimistas, uma vez que a comunicação entre pessoas e máquinas incluem banda larga móvel aprimorada (eMBB), baixa latência e alta disponibilidade (uRLLC), o que leva a avanços significativos da inteligência artificial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A multiconectividade entre diferentes dispositivos abre um mundo de aplicações a serem desenvolvidas, podendo impactar o processo produtivo das empresas. “Por exemplo, nosso warehouse, em Sorocaba, SP, é otimizado com a rede 5G. A rede é uma facilitadora para que processos sejam automatizados, como o uso de robôs AGVs (veículos guiados automatizados) para transporte dos produtos no armazém. O 5G irá acelerar o desenvolvimento da indústria 4.0”, afirma Ribeiro, da Huawei.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Essa aceleração ocorrerá com a combinação de tecnologias, favorecendo o uso cada vez maior de operações robóticas, videotransmissões para experiências mais imersivas, como vídeos em 360º ou realidade virtual.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Sem a barreira da alta latência das redes 4G LTE, prevê-se a evolução de diversas aplicações inovadoras baseadas em IoT e AI, especialmente com a implementação de redes 5G edge e aplicações na borda (edge computing), que deve acontecer nos próximos anos, reduzindo a dependência da nuvem, com os dados e aplicações residentes próximo ao ambiente ou mesmo nos dispositivos IoT.</span></p>

		</div>
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			<h2 style="text-align: justify;">Desafios em diferentes áreas</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O 5G está aí, mas os desafios para sua total implementação são proporcionalmente grandiosos e exigirão das empresas muita informação, preparo, expertise e referências sobre esse universo, que tende a evoluir rapidamente e gerar impactos, riscos e oportunidades, que precisam ser entendidos.</p>
<p style="text-align: justify;">As dimensões continentais brasileiras são um grande desafio para a chegada e a consolidação do 5G, mas também um amplo leque de oportunidades, especialmente porque cerca de 29% da população brasileira não têm acesso à Internet, em geral pertencentes às classes D e E e da área rural e, agora, poderão contar com esses serviços mais facilmente. “Uma vasta extensão territorial não possui cobertura de redes 4G. Cerca de 10% dos brasileiros (20 milhões) usam o 3G, aproximadamente 220 municípios ainda não contam com redes 4G e 15,8 milhões de brasileiros não têm acesso à banda larga fixa ou móvel”, afirma Gordon, diretor-presidente da Embrapii.</p>
<p style="text-align: justify;">As dificuldades são maiores porque a evolução do 5G abrange espectro, infraestrutura, dispositivos, sistemas e segurança, essencial para a integridade das aplicações fim a fim. “Como um habilitador de infraestrutura digital das empresas, vemos que não bastará orquestrar somente o ecossistema da Embratel. Teremos de atuar de forma colaborativa, junto ao cliente e seus parceiros, para integrar as melhores tecnologias, o que demandará ampliarmos nossas capacidades, conhecimento, portfólio, parceiras e alianças, algo que já estamos fazendo”, destaca o diretor da Embratel.</p>
<p style="text-align: justify;">A opinião é dividida por Cioffi, que acredita no surgimento de modelos de negócios completamente novos, mais colaborativos. “Será preciso criar esse novo mindset e papéis bem definidos na cadeia de valor. Entre os desafios, está o de criar a infraestrutura e os novos players que vão prover soluções para as aplicações que surgirão. Há muito a ser feito. Estamos numa onda nascente, que será revolucionária e vai mudar nossa vida para sempre”, prevê o vice-presidente de operações da Squadra Digital.</p>
<p style="text-align: justify;">Na opinião de Fernando Moulin, antes de mais nada, é preciso definir leis e marcos regulatórios municipais para instalação da infraestrutura necessária para o funcionamento do 5G – como antenas, processo que pode ser demorado e demandar alguns anos até que a concretização massiva do 5G ocorra. Para isso, será necessário, também, um período de otimização das estações radiobase, a partir de dados gerados por um número significativo de usuários da rede 5G. “Quem se estruturar primeiro poderá obter benefícios competitivos muito interessantes perante a concorrência”, alerta Moulin.</p>
<p style="text-align: justify;">E não é só de tecnologia que se tratam os desafios. O fator humano terá um peso importante na evolução das indústrias a partir do 5G. “Um dos maiores fatores críticos para o sucesso do 5G está relacionado à falta de mão de obra qualificada para a implantação da infraestrutura e para o desenvolvimento das aplicações, um problema mundial. Hoje, temos uma carência enorme de profissionais capacitados em tecnologia da informação e comunicação”, observa Gordon, da Embrapii, reforçado pelo estudo mundial realizado, neste ano, pela consultoria ManpowerGroup com 40 mil empregadores de todos os setores, cujos resultados colocam o Brasil como o nono país com mais falta de mão de obra qualificada.</p>

		</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Segurança de ponta a ponta</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A segurança cibernética é um ponto cada vez mais crítico à medida que o mundo se torna mais conectado, exigindo pesados investimentos em tecnologia e capacitação. De acordo com estudo global da IDC, os gastos nesta área deverão atingir US$ 1 bilhão em 2022, um crescimento médio de 10% anuais desde 2020. As soluções de segurança deverão superar US$ 860 milhões, com a proteção na nuvem como protagonista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Na opinião de Miguel, da Embratel, esta deverá ser uma das preocupações da indústria na era 5G e a criptografia fim a fim será ser uma tendência, por meio de chaves criptográficas armazenadas em SIMcards, principalmente em conjunto com MEC &#8211; Mobile Edge Computing e em um ambiente de VPN. “As redes 5G standalone possibilitam a contratação de bandas de tráfego e dados privados (redes privadas), com níveis de serviço específicos para reduzir sua exposição a riscos”, completa Fernando Moulin.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Segurança e a proteção de privacidade são prioridade entre empresas de tecnologia e soluções, como a Huawei. “Os produtos seguros contam com a participação significativa da Huawei no projeto 3GPP &#8220;Especificação de Garantia de Segurança 5G&#8221;. A empresa apoia o projeto NESAS e continuamente aplica certificações de segurança de terceiros”, explica Ribeiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Em outra vertente, muitas indústrias poderão aumentar o nível de proteção e segurança em suas plantas, nos sistemas de produção e controle e de seus colaboradores. Nas indústrias químicas e petroquímicas, por exemplo, e de outros setores com processos de alta risco, o 5G pode proporcionar mais segurança com simuladores virtuais fidedignos aos processos reais, por meio de ‘gêmeos digitais’, com menores custos; na mineração, o uso de carros autônomos operados a distância pode evitar fatalidades e ampliar enormemente a eficiência operacional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Ao contrário dos padrões anteriores, o tráfego de dados na infraestrutura 5G é protegido por criptografia de última geração, o que exige que todos os dispositivos conectados à rede sejam totalmente autenticados, assim como os usuários precisam ser autenticados dentro de seus dispositivos, garantindo o uso correto da conectividade e dos serviços em nuvem, o que amplia bastante a segurança da rede e do tráfego de dados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">“No futuro, espera-se que o 5G suporte algoritmos robustos de criptografia de 256 bit. De acordo com estudos do GSMA, os padrões 5G foram definidos de modo a implementar controles de segurança para as ameaças mais comuns hoje existentes. Também será necessária a adoção de uma política rígida de segurança da informação e das comunicações, inclusive para fornecedores”, diz Gordon, da Embrapii.</span></p>

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			<h2 style="text-align: justify;">Pesquisas concretas</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">São crescentes os investimentos do setor industrial em tecnologia e soluções que otimizem seus processos. A Indústria 4.0 é uma realidade e tente a se intensificar rapidamente com a chegada do 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Com esse foco, a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/gerdau-e-embratel-assinam-acordo-para-implementar-5g-em-fabrica-de-mg/">Embratel e Gerdau se uniram na implantação de uma rede privativa dedicada 5G e LTE 4G</a> para proporcionar melhorias em automatização, produtividade, flexibilidade, visibilidade, rastreabilidade, uso de dados e segurança nos processos, incluindo planejamento, produção e logística, conceitos da <a href="https://proximonivel.embratel.com.br/industria-4-0-automacao-inteligente-amplia-competitividade-das-fabricas/">indústria 4.0</a> que serão aplicados pela Gerdau em sua planta industrial de Ouro Branco, MG.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo projeto, a Embratel tem a responsabilidade de criar uma infraestrutura digital habilitadora, que inclui a instalação de diversas torres para maior conectividade e mais possibilidades de automação, com cobertura em mais de 8,3 milhões m².</p>
<p style="text-align: justify;">Miguel, diretor executivo de marketing e negócios da Embratel, explica que a ultrabaixa latência fornecerá mais resiliência, disponibilidade e segurança para o local, pois aplicações críticas não terão infraestrutura compartilhada com a rede pública. “Suportada pela rede e backbone de TI instalados, a Gerdau poderá ampliar seus investimentos em dispositivos e maquinários múltiplos mais evoluídos, como veículos autônomos e telecontrolados, além da tecnologia de gêmeos digitais, Internet das coisas e inteligência artificial.”</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um dos projetos que estão e ainda deverão ocorrer com o advento do 5G, envolvendo as esferas pública e privada. Como uma organização que disponibiliza recursos não reembolsáveis para projetos de PD&amp;I de empresas nacionais, conectando-as a centros de pesquisa credenciados, como Universidades, Institutos Senai de Inovação, Institutos Federais, Unidades de pesquisa do MCTI &#8211; Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, entre outros, em todo o país, a Embrapii já atua em várias iniciativas focadas na Indústria 4.0 e em inovações para infraestrutura de conectividade das redes 4G e 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o momento, 908 projetos de 640 empresas de tecnologias digitais receberam investimentos totais de R$ 1,17 bilhão. Destaca-se, ainda, o “Basic Funding Alliance,” focado em inovação aberta e no desenvolvimento de projetos disruptivos, por meio de alianças entre empresas, startups e unidades Embrapii no desenvolvimento de ‘tecnologias de fronteiras’, que possibilita o financiamento de até 90% do projeto. Um dos mais recentes trabalhos prepara as empresas para a entrada do 5G no Brasil e prevê uma plataforma para testes de conceito de soluções de conectividade em 5G e computação de borda para soluções aplicadas na Indústria 4.0.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, a Embrapii e o BNDES &#8211; Banco Nacional do Desenvolvimento Social firmaram uma parceria focada no desenvolvimento de inovações de tecnologias da informação e comunicação, envolvendo R$ 50 milhões destinados a projetos de inovação da indústria nacional de todos os portes e setores, e um dos focos será dirigido a &#8220;Sistemas e Componentes para Conectividade” e direcionado para o desenvolvimento de tecnologias para serviço de telefonia móvel 5G, envolvendo inovações em hardware, sistemas e componentes para o desenvolvimento de tecnologias de quinta geração, OpenRAN e semicondutores.</p>
<p style="text-align: justify;">Para startups, micro e pequenas empresas, a Embrapii mantém uma parceria com o Sebrae, que auxilia os empresários a complementarem suas contrapartidas nos projetos, beneficiando startups deeptechs com apoio técnico e financeiro. A organização conta, também, com uma rede de inovação em tecnologias digitais para pesquisas em parceria com a indústria, em temas ligados à infraestrutura de conectividade de suas aplicações. Há ainda inovações em curso abrangendo redes de dados de baixa latência.</p>

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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Perspectivas positivas e desafiadoras</span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A edição 2022 do estudo “IDC Predictions Brazil”, da IDC, indica que, até 2025, o 5G deverá movimentar cerca de US$ 25,5 bilhões no país. O futuro que se vislumbra na indústria, porém, será resultado de um processo que apenas começou e as expectativas devem considerar esse tempo de amadurecimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Gordon conta que o modelo de negócios oferecidos pelas operadoras em outros países tem se mostrado um grande desafio à medida que os usuários têm se frustrado com o que vêm recebendo, muito focado em dados, com a oferta de pacote de alguns serviços de mídia digital.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Segundo ele, muitas aplicações críticas e que dependem de baixa latência, como carros autônomos e cirurgias remotas, somente serão tecnicamente viáveis com a implantação das redes 5G edge em larga escala, o que ainda deverá demorar para se tornar realidade no Brasil. Essas redes favorecerão as aplicações baseadas em computação em borda (edge computing), com o processamento e armazenamento no local ou próximo à aplicação, sem depender da nuvem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Ainda há muito a ser feito até que o 5G se consolide. A grande extensão territorial e as diferenças econômicas do Brasil exigirão fortes investimentos em infraestrutura. “Vivemos, mundialmente, um período de transição nos modelos de negócios das operadoras de celular. A grande maioria ainda não oferece serviços apoiados nos diferenciais técnicos que as redes 5G permitem” observa o diretor da Embrapii.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Para ele, novos players deverão surgir no Brasil, para atuarem em nichos de mercado com redes privativas, complementando a atuação das operadoras de celular e provocando mudanças significativas em alguns segmentos de mercado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Para fomentar os desenvolvimentos nessas áreas, serão investidos R$ 480 milhões em oito centros de competências da Embrapii, voltados à tecnologia e infraestruturas de conectividade 5G e 6G e OpenRAN, entre outros temas. As demais áreas temáticas desses centros (tecnologias quânticas, segurança cibernética, tecnologias imersivas aplicadas a mundos virtuais e plataformas de hardware inteligentes e conectadas) deverão impactar muito a indústria brasileira e outros setores da economia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A ideia é trabalhar em prol da superação de carências e obstáculos ao desenvolvimento industrial, por meio de um ambiente de inovação aberta que enfatize a participação de startups e com a criação um ambiente de associação tecnológica, no modelo membership, em que as empresas pagam uma mensalidade para participar das atividades e receber benefícios dos centros.  Outro objetivo é atuar na formação de recursos humanos, com investimentos que garantam a retenção e o repatriamento de “cérebros” para o Brasil, bem como a geração de conhecimento interno, para fazer do país uma referência no desenvolvimento de tecnologias.</span></p>

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			</item>
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		<title>Atualização das leis municipais e instalação de novas antenas são alguns dos desafios do 5G</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/atualizacao-das-leis-municipais-e-instalacao-de-novas-antenas-sao-alguns-dos-desafios-do-5g/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=atualizacao-das-leis-municipais-e-instalacao-de-novas-antenas-sao-alguns-dos-desafios-do-5g</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 22:49:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Antenas]]></category>
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					<description><![CDATA[Estima-se que, para se alcançar a conectividade com a qualidade esperada, sejam necessárias cerca de até dez vezes mais equipamentos do que os instalados atualmente, o que demandará altos investimentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h1><strong>Atualização das leis municipais e instalação de novas antenas são alguns dos desafios do 5G</strong></h1>

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			<h2>Estima-se que, para se alcançar a conectividade com a qualidade esperada, sejam necessárias cerca de até dez vezes mais equipamentos do que os instalados atualmente, o que demandará altos investimentos, destinados às próprias antenas e à estrutura de apoio.</h2>

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			<h4>Ariane Guerreiro, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">Lançada recentemente no Brasil, a tecnologia 5G traz em si grandes expectativas. Melhor conexão, mais rapidez de navegação, baixíssima latência, características que garantirão inúmeras aplicações e avanços nos mais diversos setores. Fazer com que esses benefícios cheguem aos brasileiros depende de um grande número de antenas que levarão o sinal de Internet a todos os cantos.</p>
<p style="text-align: justify;">Estima-se que, para se alcançar a conectividade com a qualidade esperada, sejam necessárias cerca de até dez vezes mais equipamentos do que os instalados atualmente, o que demandará altos investimentos, destinados às próprias antenas e à estrutura de apoio. De acordo com a Anatel, inicialmente, as estações do 5G estão sendo instaladas nas torres que, hoje, suportam os equipamentos do 4G, no entanto, a construção de novas estruturas depende de alguns fatores.</p>
<p style="text-align: justify;">A instalação de antenas enfrenta, no entanto, alguns desafios e o principal deles está na área legal. O conselheiro da Anatel e presidente do GAISPI -Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz, Moisés Queiroz Moreira, destaca a necessidade de adequação da legislação municipal para desburocratizar o processo de licenciamento dessas novas torres. “A Anatel vem acompanhando esse processo e muitas cidades já avançaram nesse tema. As cidades que demorarem mais para se adequar correm o risco de ficar para trás”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, mais de 160 municípios, abrangendo mais de 30% da população brasileira, em sua maioria dos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, seguidos por Espírito Santo, Santa Catarina e Paraná, possuem leis de antenas atualizadas e alinhadas com a Legislação Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">A operação da tecnologia 5G está disponível em todas as capitais brasileiras e até 31 de julho de 2025 deverá chegar a municípios com mais de 500 mil habitantes, seguindo-se até 31 de julho de 2026, em cidades com mais de 200 mil habitantes; até 31 de julho de 2027, localidades com mais de 100 mil habitantes, e a partir de 2028 até 2029, em municípios de pequeno porte.</p>
<p style="text-align: justify;">O calendário pode ser antecipado, mas a atualização legal – com base na Lei 13.116/15 e no Decreto 10.480/20 &#8211; é o primeiro passo para a adoção da tecnologia e, para isso, os munícipios podem fazer uso de um modelo de projeto de lei elaborado pela Anatel para a redação do texto de adequação da lei.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de uma legislação municipal atualizada que facilite o licenciamento de novas instalações é um dos principais desafios observados pelo diretor de tecnologia da Nokia para Brasil e América Latina, Wilson Cardoso. “Apesar de, inicialmente, as operadoras de telecom utilizarem a infraestrutura já existente, especialmente as torres, as novas frequências, tais como 2,3, 3,5 e 26 GHz, demandam novas antenas. Avanços têm sido feitos, mas ainda estamos longe das legislações consideradas mais aderentes às necessidades dos cidadãos”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Abrintel &#8211; Associação Brasileira de Infraestrutura de Telecomunicações e porta-voz do Movimento Antene-se, Luciano Stutz, divide a mesma opinião e afirma que, para a viabilidade do 5G, são necessárias cinco vezes mais antenas que no 4G para cobrir a mesma área geográfica, que poderão ser instaladas mais rapidamente e sem burocracia se os municípios estiverem alinhados à legislação federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto simplificaria a implementação de projetos com o 5G. “A legislação federal diz, por exemplo, que antenas de até 30 litros de volume, denominadas pelo Decreto 10.480/2020 como ‘pequeno porte’, podem ser instaladas sem o licenciamento prévio municipal, bastando a comunicação posterior ao município em até 60 dias. Para as antenas de médio e grande portes, a lei indica que as licenças devem ser emitidas em até 60 dias após o pedido consubstanciado junto à autoridade municipal competente”, explica Stutz.</p>
<p style="text-align: justify;">Atender a tais prazos, no entanto, é possível com regulamentação e, apesar das dificuldades, gradualmente esse processo vem ocorrendo. A Abrintel vem trabalhando com o Movimento Antene-se para incentivar a adequação legal e levar informações referentes ao que envolve a chegada do 5G. “A segunda maior dificuldade tem sido proteger os projetos de emendas que desvirtuam o propósito da lei de incentivar a conectividade ou que causam desalinhamento da lei municipal da lei federal vigente”, avalia Stutz.</p>
<p style="text-align: justify;">Não só a legislação tem sido um desafio, mas também demonstrar a importância da lei e da tecnologia para promover, por meio da maior conectividade, melhores serviços à população, e as condições para as cidades inteligentes, com segurança jurídica, o que poderia incentivar o ajuste mais rápido nas legislações. O vice-presidente de redes da Ericsson para o Cone Sul da América Latina, Marcos Scheffer, afirma, no entanto, que a não adequação legal por parte das prefeituras não impede o lançamento do 5G, que pode ser instalado nas torres já existentes, embora o avanço mais amplo e mais rápido seja dificultado.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Trabalho conjunto </strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Uma força importante no andamento do processo de adequação legal é o Movimento Antene-se, criado em 2021, por seis entidades setoriais: Abrintel &#8211; Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações; ABO2O &#8211;  Associação Brasileira On-line to Off-line; Brasscom &#8211; Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais; CNI &#8211; Confederação Nacional da Indústria; Feninfra &#8211; Federação Nacional de Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática; e Telcomp &#8211; Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">O movimento visa incentivar a atualização das leis de antenas e mostrar os benefícios socais, consequentemente, gerados. “A inadequação das legislações municipais à Lei Federal tem gerado entraves para o avanço da infraestrutura de telecomunicações no país. Esse impacto dificulta o avanço tecnológico, como a chegada das redes 5G nas cidades, e a promoção de desenvolvimento social decorrente da conectividade”, avalia a diretora de relações industriais e governamentais para LATAM South na Ericsson, Jacqueline Lopes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Os representantes do Antene-se têm se reunido com autoridades municipais em um trabalho de esclarecimento sobre o processo de modernização legal mais rápido e menos burocrático, por meio de um modelo de projeto de lei municipal elaborado pela Anatel, pelos MCOM &#8211; Ministérios das Comunicações e da Economia, com a ajuda das detentoras de infraestrutura e das operadoras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Diversas iniciativas no âmbito dos setores público e privado têm sido adotadas para apoiar a implantação de antenas 5G no Brasil. Jacqueline destaca, no setor privado, o “Fique Antenado!”, iniciativa do Telebrasil que contribui para a atualização das legislações nas cidades que receberão o 5G no curto e médio prazos, e do próprio Movimento Antene-se, que sistematiza dados, dialoga com o poder público e organiza um ranking de capitais sobre legislações de antenas. O MCOM também realiza debates públicos sobre o tema.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Jaqueline ainda ressalta o apoio do Ministério das Comunicações na aprovação do Projeto de Lei 1.885/2022, que autoriza a instalação da infraestrutura de telecomunicações em áreas urbanas quando o órgão competente não cumprir o prazo para o licenciamento (silêncio positivo) e a responsabilidade do órgão na edição do Decreto que regulamentou a Lei das Antenas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Da mesma forma, a Anatel, como órgão regulador, tem defendido nacional e regionalmente a atualização da legislação. A agência lançou uma carta aberta às prefeituras sobre o papel da cidade e publicou uma página na Internet com dados sobre os benefícios do 5G, as coberturas existentes e o modelo de lei municipal e legislações correlatas. Fica a cargo da Anatel, ainda, a fiscalização da implantação das redes, limpeza da banda de 3.5GHz, obrigações de cobertura, etc.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Segundo o diretor de relações covernamentais da Huawei, Carlos Lauria, hoje, o Brasil tem cerca de 110 mil antenas atendendo a todas as gerações (3G, 4G, 5G). Ele salienta a atuação do Governo Federal na facilitação da implantação da infraestrutura de telecomunicações como um todo, a exemplo da Lei Federal das Antenas definida há dois anos e do leilão não-arrecadatório, pelo qual cerca de 90% do valor a ser desembolsado pelas operadoras serão usados em obrigações de cobertura, um caso que vem servindo de exemplo global.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Seguem-se, agora, as discussões em torno do tema cidades inteligentes, que independem da chegada dos 5G. “Uma cidade pode ser considerada smart quando os investimentos em aplicações e serviços de tecnologia têm como objetivo o crescimento econômico sustentável e a melhoria da qualidade de vida por meio da maior eficiência operacional dos municípios, além de compartilhar informações com a comunidade, fortalecer a qualidade de serviço público governamental e gerar bem-estar ao cidadão”, explica Stutz, do Movimento Antene-se.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Mais e menores</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A evolução tecnológica tende a favorecer o desenvolvimento de produtos menores e mais eficientes e com as antenas e equipamentos de rede 5G não é diferente quando comparadas às de gerações anteriores. Lembrando que o tamanho é importante uma vez que esses equipamentos poderão ser instalados nas torres existentes, nas fachadas de prédios, em postes de iluminação ou em ambientes internos, como aeroportos e shoppings, de forma a mitigar os impactos visuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por utilizarem a infraestrutura já instalada nas cidades, as tecnologias relacionadas ao 5G deverão agregar antenas de pequeno porte, principalmente em ondas milimétricas (radiofrequência de 26 GHz). Essas instalações (street level) deverão dispensar, em locais mais urbanizados, a necessidade de instalação de novas torres e postes, com recortes de cobertura mais precisos e menor impacto urbanístico e visual. Os equipamentos mais modernos apresentam maior eficiência energética e, graças ao 5G, conectam muito mais dispositivos simultaneamente que as antenas do 4G.</p>
<p style="text-align: justify;">A legislação federal define que antenas de pequeno porte, para 4G e 5G, devem ter 30 litros de volume com um limite de 300 litros total. “Na prática, essas definições, referentes a dispositivos instalados nas cidades sem necessidade de licenciamento prévio, indicam elementos irradiantes (antenas) do tamanho de duas ou três caixas de sapatos e com um conjunto com um mastro ou postelete de no máximo três metros de altura ou que possa acrescer a um imóvel o máximo de 10% da sua altura”, acrescenta Stutz.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto maior a frequência de transmissão, menor a antena. O diretor de vendas wireless para América Latina e Caribe da CommScope, Rogerio Torquato Ferro, explica que serão necessárias antenas de 0,5 a 2,5m, que integram outras tecnologias, tendo em vista que ainda estão em operação equipamentos de gerações anteriores, que demandam a consolidação dos sistemas irradiantes para melhor manutenção, padronização e viabilização de muitos sites/torres existentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A Nokia tem apresentado algumas inovações neste segmento, a exemplo da antena de 5G integrada a luminárias do sistema de iluminação pública, que, segundo a empresa, apresenta diversas vantagens, como eliminação do impacto visual das antenas, maior capacidade com a proximidade dos usuários, base para a criação de serviços importantes às smart cities, como coordenação de semáforos inteligentes, entre outros serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">Testes com o produto vêm ocorrendo em mais de dez municípios no Brasil, coordenados pela ABDI &#8211; Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, junto com Nokia, Qualcomm e Juganu. “As antenas podem ser agora distribuídas em qualquer mobiliário urbano, principalmente quando fazemos o uso da frequência de 26 GHz”, explica Cardoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Os vários modelos de antenas atendem a diferentes necessidades do projeto de engenharia, o local de instalação e da legislação pertinente. As antenas 5G da Huawei, por exemplo, são menores e possuem um menor custo de instalação e manutenção, de acordo com Lauria, fator que se alia a grande infraestrutura 4G da empresa que pode, em parte, ter seu software atualizado para a utilização do 5G, agilizando o processo. “A tecnologia massive MIMO e seu sistema de gerenciamento dinâmico também proporcionam melhores alcance e desempenho e consumo reduzido de energia”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a faixa de frequência de 3500 MHz utilizada para o 5G, as regras do leilão da Anatel incluem a obrigatoriedade de no mínimo uma estação de radiobase para cada 100 mil habitantes nas capitais e Distrito Federal, mas as operadoras estão indo muito além destes volumes mínimos.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a obrigação de cobertura com o 5G nesta frequência esteja estipulada a partir de 2025, a liberação da frequência deverá acontecer em 2023 em cidades acima de 500 mil habitantes e acima de 200 mil habitantes. “Nossa expectativa é que o serviço 5G comece antes das datas de obrigação de prestação de serviço. Estimamos que serão necessárias por volta de 15 mil a 16 mil torres por operadora para que sejam atendidas todas as obrigações de cobertura que fizeram parte do leilão, ainda que seja possível o compartilhamento de equipamentos”, comenta Scheffer, da Ericsson.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os chamados torres ou topos de prédio, a Ericsson apresenta rádios M-MIMO de apenas 12 quilos. Para uso em mobiliário urbano, como fachadas de farmácias ou bancas de jornais, postes de iluminação pública ou relógios, são ainda mais compactas, e para uso indoor, os equipamentos se assemelham a sensores de alarmes de incêndio.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua avaliação do executivo, com essa liberação, o investimento das operadoras deve migrar mais rapidamente do 4G para o 5G. Paralelamente, os aportes deverão ser elevados, também, em novas aplicações favorecidas pelo 5G, tanto de grandes, como de pequenas empresas e startups que terão acesso às informações de rede apresentadas pelas operadoras para esse processo.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Evolução promissora</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Atender à demanda do 5G e da conectividade inerente e necessária à consolidação digital do país exigirá e proporcionará o desenvolvimento de muitas tecnologias e soluções.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Fortes investimentos deverão ocorrer em infraestrutura da rede de acesso (torres e antenas), e de transporte por fibra óptica, responsável por escoar o tráfego de dados gerado e pelas conexões fixas de alta velocidade que darão suporte às redes do 5G. “O 5G pode oferecer uma boa relação custo-benefício para oferta de serviço fixo sem fio por prestadoras de pequeno porte para prover conexão em áreas não atendidas pelas grandes”, lembra Moreira, conselheiro da Anatel e presidente do GAISPI.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Para ele, a tecnologia 5G se baseia em três pilares: eMBB, que representa um aumento da velocidade de conexão até 20 vezes maior, o que propiciará inovações em aplicações como jogos e vídeos em alta definição; URLLC, referente à redução na latência da comunicação entre as pontas, para aplicações como automação industrial, cirurgias a distância, carros autônomos e metaverso; e mMTC, que trata da capacidade da rede de conectar um número massivo de dispositivos em aplicações baseadas em IoT &#8211; Internet das coisas, como cidades e fazendas inteligentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Diante disso, inúmeras novidades deverão chegar ao mercado à medida que o 5G se consolide. Muitas das inovações utilizadas no 4G serão intensificadas, a exemplo das tecnologias de massive MIMO e beamforming. Para Ferro, da CommScope, a ideia é basicamente concentrar os sinais irradiados pelas antenas, melhorando a cobertura afetada por altas frequências e as taxas de transmissão de dados, com impactos significativos no investimento em equipamento (Capex) e na operação (Opex).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Scheffer, da Ericsson, também destaca os rádios massive MIMO, com até 64 transmissores e receptores frente aos, no máximo, oito na tecnologia anterior. “Tais equipamentos trazem uma capacidade de transmissão de dados muito maior, que ajudará a dar mais vazão às crescentes necessidades dos clientes, e são mais indicados para áreas com grande densidade de usuários, verticalização e altos edifícios”, afirma. Como desvantagem, eles consomem mais energia, não sendo adequados a zonas mais suburbanas ou rurais, melhor atendidas por soluções tradicionais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A Ericsson tem uma nova linha de produção específica para estes modelos de rádios 5G em sua fábrica em São José dos Campos, SP, com capacidade de produção de 130 mil unidades ao ano, para atender à demanda local e exportar o excedente.</span></p>

		</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Os desafios não são poucos</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Estender a cobertura 5G pelo país deverá levar alguns anos e dependerá da superação de outros desafios, além da legislação. Um deles é a densificação da rede, que exigirá entre 500 mil e 1 milhão de sites para uma cobertura adequada do 5G e para a entrega de um serviço com a qualidade esperada e prometida ao consumidor, número cinco vezes mais do que a quantidade atual.</p>
<p style="text-align: justify;">“Serão necessários novos investimentos em equipamentos, sistemas irradiantes, obras civis para adequações e, principalmente, licenças para a construção/instalação. Outro ponto importantíssimo é o aumento significativo do consumo energético gerado por essa nova tecnologia”, alerta Ferro, da CommScope.</p>
<p style="text-align: justify;">O diretor da CommScope considera que os investimentos serão altíssimos e, para que haja o retorno esperado, será necessário um plano de implementação bem elaborado, com diferentes tipos de sites para coberturas e níveis de serviços distintos a cada tipo de ocupação urbana ou rural. “Se as operadoras decidirem instalar todos os sites 5G com as mesmas configurações e capacidade, seguramente não haverá um modelo de negócios viável. Baseados nas implementações de 5G de outros países que já se encontram em fases mais adiantadas, esse equilíbrio somente será alcançado por meio de uma implementação híbrida: distintas frequências/alturas/capacidades e ordens de MIMO”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Os investimentos em novas torres para o 5G não precisam ser imediatos nas grandes cidades, pois os equipamentos poderão dividir espaços com as redes 4G, mesmo que a frequência do 5G seja mais alta. Áreas mais abertas com menor densidade da geração anterior e coberturas indoor deverão necessitar de mais sites, até mesmo com instalações dedicadas. “A tecnologia da Huawei permite que parte das antenas 4G seja utilizada também no 5G, o que ajuda as operadoras no desenvolvimento da nova tecnologia no país”, comenta Lauria, da Huawei.</p>
<p style="text-align: justify;">A divisão do espaço nas torres, por outro lado, exigirá produtos cada vez menores, como os rádios massime MIMO de maior capacidade por unidade e menor dimensão. Nesse processo, as operadoras aproveitam para atualizar as tecnologias já existentes (2G, 3G e 4G), substituindo equipamentos antigos, por outros mais modernos, com menor consumo de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Stutz cita relatório da Brasscom, de 2021, que aponta que o ciclo do 5G pode trazer mais de R$ 1 trilhão para o Brasil em investimentos e benefícios econômicos. Cerca de R$ 600 bilhões são esperados para a promoção da conectividade, ou seja, investimentos em infraestrutura de suporte, construção de redes, equipamentos de acesso, circuitos de fibra óptica e até smartphones.</p>
<p style="text-align: justify;">“Para atender a esses compromissos da Anatel, as legislações e os procedimentos administrativos municipais também precisam ser adequados à dinâmica do mercado como um todo, não só pelo 5G, como também para o 4G, tendo em vista que as redes de fibras ópticas usadas na interligação das antenas e nos entroncamentos também têm de obedecer a essas regras”, observa Lauria, da Huawei.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, para a entrada do 5G na frequência do 3,5 GHz, é necessária a desocupação e mitigação de interferências em estações do serviço fixo por satélite (antenas parabólicas profissionais), bem como a migração da recepção da TV parabólica da banda C para a banda KU, o que trará significativas melhorias para os usuários. Essas ações são desenvolvidas pela EAF &#8211; Entidade Administradora de Faixa Siga Antenado e coordenadas pelo GAISPI.</p>
<p style="text-align: justify;">A limpeza da banda de 3.5GHz, obedecendo ao cronograma estipulado no leilão do 5G, ainda que seja considerada mais um desafio, é condição para que as operadoras sejam liberadas para instalação das redes, de acordo com as regras municipais. Esse processo, segundo Lauria, da Huawei, vem correndo bem, embora muitos municípios ainda precisem se preparar legal e administrativamente para suportar o ritmo da implantação.</p>
<p style="text-align: justify;"> “Temos visto um foco grande de algumas operadoras em garantir pelo menos o 4G em lugares que contavam somente com o 3G ou 2G, em linha com algumas das regras da Anatel que terão de ser atendidas nos próximos anos”, completa Scheffer, da Ericsson. Um dos compromissos assumidos pelas operadoras na concessão da faixa de 2300 MHz, por exemplo, é a cobertura mínima de 4G para municípios abaixo de 30 mil habitantes até o final de 2023, o que permitirá que uma maior parcela da população tenha um melhor sinal de comunicação.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>ISPs são essenciais para o desenvolvimento da conectividade no campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 22:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[MVNO]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
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					<description><![CDATA[As distâncias dos grandes centros exigem altos investimentos para a instalação de estruturas necessárias para levar cabeamento e conexão ao interior do país, onde predomina a atividade agropecuária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3522b55bd" data-id="697a3522b55bd" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1><strong>ISPs são essenciais para o desenvolvimento da conectividade no campo</strong></h1>

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			<h2>As distâncias dos grandes centros, que exigem altos investimentos para a instalação de estruturas necessárias para levar cabeamento e conexão ao interior do país, onde predomina a atividade agropecuária, contribuem para a indicação das pequenas e médias operadoras nessas regiões.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Ariane Guerreiro, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">Entre os mais importantes setores econômicos brasileiros, o agronegócio tem participação fundamental no PIB &#8211; Produto Interno Bruto nacional. A produtividade do setor foi especialmente incrementada com a chegada da tecnologia no campo, mas o que se observa é um potencial ainda maior com o crescimento do 5G de ponta a ponta no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das principais expectativas com o 5G é levar o sinal de Internet aos locais mais remotos, indispensável para as mais variadas aplicações de IoT &#8211; Internet das coisas, que beneficiarão os grandes produtores e também médias e pequenas propriedades que, em geral, têm mais dificuldade de acesso à conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerado uma das bases da economia brasileira, o agronegócio é responsável por alimentar cerca de 800 milhões de pessoas no mundo segundo estudo realizado pela Sire &#8211; Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Embrapa. O Cepea &#8211; Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Esalq/USP, em parceria com a CNA &#8211; Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, estima que o agronegócio represente, em 2022, 25,5% no PIB brasileiro. Aumentar a competitividade deste setor, em todas as esferas do negócio, não é só primordial para o país, como uma oportunidade para o setor de telecom.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior rapidez e maior capacidade de transmissão de dados, baixíssima latência e possibilidade de conexão de inúmeros dispositivos na mesma unidade de área são características fundamentais para superar os desafios provocados pela grande extensão territorial do país.</p>
<p style="text-align: justify;">A baixa densidade populacional nas áreas rurais é uma das razões que explicam o pouco interesse das grandes operadoras na oferta de serviços à população e às empresas desses meios. As distâncias dos grandes centros, que exigem altos investimentos para a instalação de estruturas necessárias para levar cabeamento e conexão ao interior do país (onde predomina a atividade agropecuária) contribuem para a indicação das pequenas e médias operadoras nessas regiões.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, os provedores são considerados essenciais para o desenvolvimento da IoT no campo. De acordo com a Embrapa &#8211; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, 48% dos produtores rurais declaram que a falta de acesso à Internet é uma das principais dificuldades para acessar e usar as tecnologias digitais. “Esse quadro é justificado pela baixa penetração das redes celulares públicas nas áreas rurais”, destaca o gerente de marketing de produtos da Trópico, Armando Barbieri.</p>
<p style="text-align: justify;">Atender às necessidades específicas desse setor e dos diferentes perfis de ruralistas será um papel importante dos provedores de Internet com atuação regional, integrados e com grande experiência nas características das localidades nas quais atuam.</p>
<p style="text-align: justify;">O pesquisador da Embrapa Instrumentação, de São Carlos, SP, Ricardo Yassushi Inamasu, vai além. Para ele, o provedor é fundamental por informar às operadoras de telecomunicações sobre as oportunidades que esse setor da economia brasileira oferece para um crescimento em conjunto, não apenas no ponto de vista econômico, mas também social e ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">O VP sales EuroAmerica, da BaiCells Technologies, Ricardo Pence, tem visão semelhante e considera que é do ISP o conhecimento que garante a cobertura e o suporte para as aplicações de missão crítica necessárias ao campo. “Muitos possuem a frequência na banda 38 (2570 a 2620 MHz), concedida no leilão de dezembro 2015, que é “ouro nas mãos” para garantir a cobertura para redes privativas em municípios, mesmo solicitando o uso da frequência em caráter secundário nas cidades”, explica.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Desafios em diferentes frentes</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Atender às necessidades do agronegócio exige projetos complexos. Levar Internet ao campo não se limita a disponibilizar sinal de celular à sede das propriedades rurais. A IoT nesse setor abrange um amplo leque de aplicações, proporcionadas por redes sem fio capazes de cobrir toda a área produtiva para a conexão de sensores, atuadores, drones, tratores e máquinas agrícolas, veículos de apoio e comunicação entre pessoas por meio de voz, de imagem ou aplicativos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Os desafios são diversos. O CEO do Grupo Datora, Tomas Fuchs, destaca a pouca informação e atenção em torno do assunto. “Falta sensibilização efetiva de agentes públicos e privados das cadeias produtivas do Agro para a importância da conectividade para o aumento de produção/produtividade, redução de custos de produção e de desigualdades regionais, além do aumento da proteção e preservação ambiental”, afirma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Juntam-se a estes aspectos, as questões regulatórias, que inicialmente referem-se à cobertura de áreas urbanas e ao longo de rodovias federais, e os processos de sensoriamento e os sensores propriamente ditos também representam entraves para a expansão dos serviços em zonas de agropecuária.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As dificuldades passam, ainda, pela pouca infraestrutura de conectividade nas áreas mais remotas e pelos investimentos necessários para atender às demandas de comunicação do setor rural, que poderão exigir parcerias estratégicas, sejam elas públicas-privadas ou privadas-privadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Os custos são sempre um ponto sensível, ainda que sejam diluíveis ao longo do tempo. Segundo Barberi, da Trópico, redes em bandas não licenciadas, como o Wi-Fi, contam com equipamentos mais baratos devido à popularização da tecnologia, mas por trabalharem em frequências altas e com potência limitada, os raios de cobertura são pequenos, exigindo um número muito grande de torres e mastros. “Equipamentos usados em redes celulares são caros e ainda precisam de muitas torres com sistemas de energia e segurança perimetral, o que representa investimento de risco, sem contar as questões relativas ao licenciamento do espectro”, explica o executivo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As diferentes tecnologias disponíveis têm relação direta na expansão da cobertura, em menor ou maior tempo, com mais ou menos recursos.  E as necessidades são grandes. De acordo com o “Censo Agropecuário 2017”, do IBGE, cerca de 72% dos estabelecimentos agropecuários no Brasil estão ‘off-line’ e apenas 23% do espaço agrícola brasileiro possui algum nível de cobertura por Internet, segundo estudo “Cenários e Perspectivas da Conectividade para o Agro” desenvolvido pela Esalq/USP &#8211; Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, encomendado pelo MAPA &#8211; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Para Fuchs, do Grupo Datora, neste setor nenhuma tecnologia de conectividade pode ser desprezada e a melhor será aquela disponível à determinada propriedade rural. A fibra óptica, no entanto, se apresenta como a melhor alternativa em termos de qualidade e tem seus custos de instalação em gradual redução, atendendo ao mercado de telecomunicações fixa e às redes 4G LTE sobre frequências privativas, responsáveis por conectar locais com baixa densidade de pontos e soluções móveis. “A fibra é o esqueleto necessário para conectar o ISP com o mundo e as empresas com os ISP”, acrescenta Pence, da BaiCells.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A abrangência da fibra óptica, porém, limita-se à sede da propriedade. Cobrir as áreas produtivas e de campo para aplicações de IoT exige redes sem fio. As <a style="color: #ffffff;" href="https://www.infranewstelecom.com.br/mvno-um-mercado-em-expansao/">MVNOs &#8211; redes virtuais móveis</a> também são apontadas como uma alternativa para ampliar a cobertura de conexão de áreas rurais com segurança, independência e personalização às necessidades de cada estabelecimento agropecuário. “Com uma rede móvel privada, é possível implementar soluções de IoT, que precisam de conectividade para monitoramento em tempo real, contribuindo com a dinâmica do trabalho, gerando produtividade em alta escala e, consequentemente, crescimento nos negócios, no meio rural ou urbano”, afirma Fuchs, do Grupo Datora.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Outro exemplo são as redes dedicadas à IoT usando tecnologia LoRaWAN, que possuem custo razoável em relação à área coberta. “Porém, os dispositivos se comunicam apenas por mensagens curtas e, portanto, são inviáveis para aplicações que necessitem transferências de imagens, arquivos e vídeo, não atendendo à comunicação humana. Resumindo, atender simultaneamente grandes coberturas com grande capacidade é um desafio enorme”, diz Barbieri, da Trópico</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Informação e tecnologia</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Conectar o campo é um mercado potencial para os provedores de Internet e a cadeia de telecom. Segundo Pence, BaiCells, estatísticas demostram que, no Brasil, 10% dos domicílios são CNPJ e o ISP com menos de 10% de usuários CNPJ está perdendo mercado. “Os ISPs possuem a infraestrutura de backbone e backhaul necessária para o desenvolvimento das redes privativas. Só é necessário entender as excelentes soluções de IoT existentes no mercado e oferecer conexão a elas”, defende. “O grande desafio é construir um departamento de B2B dentro do ISP orientado ao atendimento de negócios”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">No que se refere à tecnologia, o Brasil acompanha as tendências e as novidades apresentadas no mercado mundial. Empresas atuantes no mercado nacional contam com soluções que favorecem o estabelecimento de conexão em diferentes áreas e, consequentemente, permitindo aplicações de IoT no agronegócio. A Embrapa faz a sua parte contribuindo com a construção de uma base de conhecimento tecnológico e científico pertinente à inovação e que possibilita o funcionamento de ferramentas de IoT, calcadas em propósito e solução.</p>
<p style="text-align: justify;">Pence observa que as empresas estão se “tecnificando” e há o entendimento de que o desenvolvimento da IoT possui um ROI &#8211; retorno sobre o investimento em curto período, primeiramente para reduzir custos operativos e, em seguida, para aumentar a produtividade.</p>
<p style="text-align: justify;">A Trópico, por exemplo, desenvolve produtos voltados a prover conectividade, como estações radiobase e terminais.  O gerente da empresa explica que a conexão entre os dois polos ocorre por meio de ondas de rádio na faixa de VHF, na frequência de 250 MHz, pouco utilizada e muito mais baixa que a usada pelas operadoras móveis, o que proporciona um raio de cobertura das torres muito maior do que um terminal atendido pela operadora móvel. Assim, uma torre com rádio base cobre uma área nove vezes maior, o correspondente à cobertura de nove torres, e custos bastante reduzidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Já as soluções IoT da Arqia direcionadas ao agronegócio partem de parcerias estratégicas com fomento de redes privadas 4G/LTE no campo. As demandas são captadas, analisadas e são propostas soluções personalizadas em conjunto com os ISPs locais para viabilizar e fortalecer os negócios em áreas rurais.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Serviços específicos</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">São muitas as oportunidades de conexão no campo, tanto para o produtor como para o provedor. A infraestrutura inclui soluções de conectividade e plataformas de IoT capazes de coletar e enviar dados para as aplicações voltadas à eficiência do agronegócio, a exemplo de planejamento do plantio, gerenciamento de irrigação, de market place para eliminar intermediários na cadeia de distribuição, previsão de microclima, capacitação técnica, relógio de ponto eletrônico, entre tantas outras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Na opinião de Pence, BaiCells, um dos méritos dos ISPs é desenvolver soluções “chave na mão” para o agronegócio, oferecendo conectividade a pontos fixos de banda larga (câmeras, big data, Internet, telefonia, etc.), pontos de banda estreita (IoT de qualquer tipo) e mobilidade para a conexão dos veículos. “A base do agro 4.0 é a conectividade e os ISPs são os parceiros adequados para levar essa conectividade a qualquer lugar, com uma conexão via fibra, sem fio e até satélite”, afirma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">No caso das MVNO, Fuchs, do Grupo Datora, destaca que além da conectividade M2M (máquina para máquina) e acesso à Internet de qualidade, a conexão permite monitorar atividades em tempo real, minuto a minuto, condições meteorológicas e do solo, entre outras possibilidades. “Os dados coletados permitem que o empresário acompanhe a produtividade e tome decisão mais assertivas, com diminuição de custos e melhor desempenho financeiro da operação, do plantio à venda da safra.”</span></p>

		</div>
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			<h2 style="text-align: justify;">O futuro já chegou</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">São claros os ganhos proporcionados pela expansão a fornecedores de equipamentos e componentes, provedores e usuários, especialmente com a consolidação do 5G no país. E a expectativa é muito grande, tanto quanto as oportunidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Fuchs destaca o estudo “Cenários e Perspectivas da Conectividade para o Agro”, desenvolvido pela Esalq/USP para o MAPA, que aponta que a capacidade de transmissão de 4.400 torres existentes no país permitiria ampliar a cobertura de 23% para 48% das áreas rurais, com aumento de 4,5% do VBP &#8211; Valor Bruto de Produção. A instalação de 15.182 novas torres supriria 90% da demanda de conectividade no campo e provocariam um acréscimo de 9,6% no VBP. Acelerar a digitalização do campo seria um passo importante para a manutenção do Brasil como um dos principais produtores de alimentos no mundo, cuja necessidade tende a aumentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Experiências positivas já existem. A Trópico desenvolveu a infraestrutura tecnológica de uma rede LTE privada 4G, na faixa de 250 MHz, destinada à cobertura de áreas rurais para aplicações de IoT. A tecnologia foi desenvolvida no âmbito de um programa PAISS Agrícola do BNDES com vistas à introdução de novas tecnologias e ao aumento da produtividade do setor sucroenergético.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a Trópico, que hoje atende 1,5 milhão de hectares no agronegócio com conectividade banda larga de grande cobertura, conectividade para IoT em ferrovias, redes de distribuição de energia, portos e mineração, a perspectiva é de crescimento dos negócios que demandam redes privadas, principalmente entre pequenos produtores. “Temos possibilidades de negócio promissoras quando os provedores estabelecem parcerias com cooperativas e associações do agro para oferta de conectividade para os cooperados ou associados. Temos produção nacional e há possibilidade de financiamento via BNDES”, destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">A Datora/Arqia também tem projetos em andamento. Em março último, a empresa implementou provas de conceito (PoC) de redes privadas móveis em algumas fazendas, usando licenças de 5 MHz + 5 MHz na faixa de 700 MHz, frequência que permite uma cobertura ampla com poucas estações radiobase, o que uma grande operadora, por exemplo, não teria condições de atender.</p>
<p style="text-align: justify;">A Datora/Arqia ainda participa do “Projeto Campo Conectado”, no qual atuam o BNDES, a PUC-Rio &#8211; Pontifícia Universidade Católica, entre outros parceiros, para integrar dispositivos, sensores, atuadores, redes de comunicação, coleta e análise de dados para gerar informações úteis à tomada de decisão. O projeto inclui a instalação de uma torre com antenas na Fazenda Macuco, localizada no distrito de Santiago do Norte, MT, que favorecerá o acesso da comunidade local à Internet, cujos testes de SIMCard’s estão previstos para o último trimestre de 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">A Baicells atua em projetos de redes 4G LTE e 5G, em operadoras, ISP e mercados verticais, levando conexão a diferentes regiões do país, inclusive com soluções para o setor agropecuário dentro das frequências disponibilizadas pela Anatel para redes privativas. “A disponibilidade de frequências é recente, porém veremos uma ‘explosão’ desse mercado antes do final do 2022. ISPs e operadoras estão colocando todas as suas fichas para atender a esses mercados com soluções extremamente criativas que, até agora, só precisavam de uma frequência dedicada e soluções com relação custo/benefício que ajude a ‘fechar a conta’ de qualquer projeto em pequenas, médias e grandes propriedades”, finaliza Pence.</p>

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		<title>Proposta de reformulação no uso e fiscalização da ocupação de postes prevê benefícios a ISPs e consumidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 22:17:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[Essencial, o tema gera conflitos e representa um grande desafio envolvendo ISPs, operadoras de telecomunicações e concessionárias de energia elétrica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697a3522b7af6" data-id="697a3522b7af6" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1><strong>Proposta de reformulação no uso e fiscalização da ocupação de postes prevê benefícios a ISPs e consumidores </strong></h1>

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			<h2>Essencial, o tema gera conflitos e representa um grande desafio envolvendo ISPs, operadoras de telecomunicações e concessionárias de energia elétrica.</h2>

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			<h4>Ariane Guerreiro, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">Uma das principais condições para a concretização do 5G em todo o país e que vem exigindo esforços conjuntos de órgãos e empresas envolvidas é o compartilhamento dos espaços em postes, necessário para a distribuição de cabeamento de redes de fibra óptica. Essencial, o tema gera conflitos e representa um grande desafio envolvendo ISPs – provedores de serviços de acesso à Internet, operadoras de telecomunicações e concessionárias de energia elétrica.</p>
<p style="text-align: justify;">A Anatel e a Aneel &#8211; Agência Nacional de Energia Elétrica atuam juntas na regulamentação e na solução de problemas ocorridos entre suas representadas para o compartilhamento siga regras específicas da Aneel e normas técnicas das distribuidoras de energia elétrica. Determinações visando à regularização da ocupação de postes foram objeto de decisões da Comissão de Resolução de Conflitos das Agências Reguladoras, órgão colegiado que soluciona os conflitos existentes entre os agentes desses setores.</p>
<p style="text-align: justify;">As regras relativas aos preços cobrados pelo compartilhamento de postes são definidas pela Resolução Conjunta nº 1/99, que permite a livre negociação dentro dos princípios da isonomia e da competição e assegura a remuneração dos custos prevista no contrato de compartilhamento. Em caso de conflitos e esgotada a via negocial entre as partes, a questão é analisada pela Comissão de Resolução de Conflitos, para que se fixe o valor devido, podendo adotar como referência o total estabelecido na Resolução Conjunta nº 4/2014.</p>
<p style="text-align: justify;">Com vida útil média entre 20 anos e 25 anos, os postes contam com um espaço de 50 cm destinado ao ancoramento de seis pontos e sete cabos de 65 mm de diâmetro agrupados. Tais estruturas são fundamentais para a ampliação do acesso aos sinais de comunicação, o aumento das velocidades de conexão em banda larga e para a maior competição no setor, beneficiando consumidor e sociedade como um todo.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Para o presidente executivo da Telcomp, Luiz Henrique Barbosa, uma das preocupações com essa questão é o caráter negativo dos postes. “São esteticamente feios, mas acabar com eles não é a solução. O aterramento de cabos é uma opção cara e inviável para grande parte das regiões das grandes cidades ou de municípios menores, onde os postes são necessários para levar comunicação e conectividade”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">O compartilhamento de infraestrutura também reduz custos de expansão e universalização dos serviços e acelera sua implantação, importância que aumenta fora dos grandes centros urbanos, para instalação de rede de fibra óptica, como lembra o gerente de monitoramento das relações entre prestadoras, da Superintendência de Competição da Anatel, Fábio Casotti.</p>
<p style="text-align: justify;">Ordenamento, custos, controle e manutenção estão entre os aspectos que geram conflitos entre empresas e entidades dos setores envolvidos. O uso desordenado dos postes reflete o crescimento sem planejamento das cidades, especialmente em áreas ocupadas sem a estrutura necessária, nas quais o aterramento dos cabos se torna mais caro e o uso de poste é essencial. “As telecomunicações são essenciais para as pessoas e para o país e o 5G é mais um movimento que vai usar mais estrutura, mais antenas e mais fibra”, afirma Barbosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Alia-se a este fator a própria evolução do setor, que vem ganhando novos prestadores de serviços desde a privatização do mercado de telecomunicações, ocorrida nos final dos anos 1990, gerando ainda mais demanda pelo compartilhamento de espaços.</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação do gerente de relacionamento institucional da Abrint &#8211; Associação Brasileira de Provedores de Internet e Provedores, Rhian Duarte, os esforços da Anatel em favor da competitividade e as novas empresas, muitas delas de pequeno e médio portes de atuação regional, também têm provocado fortes mudanças na ocupação da infraestrutura, que antes era limitado a poucas empresas. Todos esses fatores se interligam e são fundamentais para a expansão dos serviços de telecomunicação de qualidade para todos os brasileiros.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Reformulação normativa </strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A organização da utilização dos postes enfrenta alguns desafios, a começar pela demanda crescente, considerando não apenas a chegada do 5G, como também o adensamento populacional, que vai exigindo mais dessas estruturas. As dificuldades passam, ainda, por investimentos e fiscalização e um modelo de regras que definam melhor cada papel.  </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Observa-se uma situação de litígio no que se refere ao controle da instalação e uso dos postes. Duarte, da Abrint, tem uma visão mais crítica sobre a questão e considera que as distribuidoras de energia não contam com a expertise necessária para gerenciar esses espaços, uma vez que faltam equipes para análise dos projetos em tempos razoáveis ou bancos de dados atualizados com georreferenciamento dos postes e seus ocupantes, e profissionais preparados para uma fiscalização efetiva. “Criaram-se, então, barreiras de entrada, cobrando valores extorsivos pelo uso da infraestrutura e grande parte desses recursos vai para modicidade tarifária da energia elétrica, reduzindo ainda mais o interesse das distribuidoras de energia elétrica pelo o tema”, afirma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Segundo Barbosa, da Telcomp, dos 46 milhões de postes existentes, 10 milhões estão superocupados, cuja organização exigirá investimentos de cerca de R$ 20 bilhões, valor já pago ao setor elétrico, que seria destinado a uma agenda de 10 anos a 15 anos e administrado por uma entidade a ser criada especificamente para a gestão dessa questão. “Atualmente, as companhias de eletricidade não fiscalizam e enxugamos gelo com o vandalismo e a clandestinidade”, ressalta. O presidente da Telcomp sugere a revisão da norma referente, junto à ABNT &#8211; Associação Brasileira de Normas Técnicas, que foi feita com base em cabos de cobre e não de fibra óptica, mais leves.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Faz-se necessária uma reformulação dos modelos atuais de controle e gestão dos espaços em postes. Está em discussão a proposta de criação de uma entidade responsável pela gestão e fiscalização do compartilhamento desses espaços.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Casotti, da Anatel, explica que a revisão da regulamentação conjunta entre Anatel e Aneel para o compartilhamento de postes está em curso pelo Processo nº <a style="color: #ffffff;" href="https://sei.anatel.gov.br/sei/controlador.php?acao=protocolo_visualizar&amp;id_protocolo=3045603&amp;id_procedimento_atual=9250685&amp;infra_sistema=100000100&amp;infra_unidade_atual=110000961&amp;infra_hash=a26962e47901d09e67016421b7f2a09f4b26caff2d450dcf8f91208a809b7959">53500.014686/2018-89</a>​ e visa o aprimoramento do quadro normativo, que tem como objetivo endereçar problemas históricos de condições de acesso e de regularização da ocupação dessa infraestrutura, além de adequar a coordenação e as responsabilidades e oferecer condições justas de acesso, com eficiência, racionalidade e segurança para os envolvidos no processo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As principais sugestões se referem à admissão de exploradores de infraestrutura especializados; solução orientada a mercado, com flexibilidade nos modelos de negócio; definição de um plano de regularização da ocupação; regulação definitiva no preço pela Aneel; ofertas de referência aprovada pelos reguladores e controle de preço do ponto de fixação, entre outras. “As proposições visam à maior previsibilidade, estabilidade, transparência, especialidade na condução do negócio, prevenção de abusos e incentivo à conduta racional da Exploradora”, afirma Casotti.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A solução proposta pela Abrint e outras associações engloba diversos pontos, começando pelo gerenciamento da faixa de ocupação das telecomunicações por meio de uma entidade sem fins lucrativos, a princípio chamada de “Gestora Nacional de Infraestrutura”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A entidade seria responsável pelo recebimento dos valores pagos pela ocupação de telecomunicações, de acordo com o valor de referência existente, e pelo repasse às elétricas do custo incremental gerado, equivalente a centavos por poste.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Segundo Duarte, da Abrint, a “Gestora Nacional de Infraestrutura” seria subordinada a um GCGI  &#8211; Grupo de Coordenação da Gestão de Infraestrutura, presidido pela Anatel e composto da Aneel, Ministério das Comunicações, Ministério das Minas e Energia e associações representativas de ambos os setores, e responsável pela definição de preços, procedimentos, prazos de regularização e aprovação de projetos de ocupação, com responsabilidade legal sobre a faixa de compartilhamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A proposta do novo texto normativo está em análise, após contribuições recebidas em consulta pública (nº 073/2021) entre 2 de dezembro de 2021 e 18 de abril de 2022, e, em linhas gerais, busca-se aperfeiçoar as regras aplicáveis ao compartilhamento de infraestrutura com foco na correção das irregularidades já presentes nos postes e a manutenção de uma ocupação regular dessas infraestruturas. Pela proposta, a definição do preço do ponto de fixação ocorrerá por meio de Ato da Aneel, devendo constar do regulamento em elaboração.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A questão é prioritária, mas também enfrenta desafios. “O principal é a convivência harmoniosa entre os setores de energia elétrica e de telecomunicações, visando à solução dos problemas históricos de acesso e regularização da ocupação com condições de acesso baseadas em eficiência, racionalidade e segurança”, afirma Casotti, da Anatel, que acredita ser necessário um alinhamento institucional com a Aneel, com um consenso entre os interesses dos envolvidos e uma interlocução com a sociedade civil e controle externo. </span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Fiscalização reduz riscos</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Postes superlotados de cabos de todas as espessuras são imagens comuns nas ruas brasileiras e demonstram falta de controle pelas autoridades competentes. A escassa fiscalização não afeta só as empresas, como provoca riscos à segurança das pessoas, com a possibilidade de incêndios e acidentes causados por cabos rompidos ou rebaixados e falha no fornecimento dos serviços. É a instalação adequada dos cabos que garante resiliência e segurança. Os roubos de cabos de cobre, muitas vezes confundidos com os de fibra, são mais um agravante dessa questão.</p>
<p style="text-align: justify;">A fiscalização é um dos pontos principais da proposta que está em andamento. A sugestão é que fique a cargo da “Gestora Nacional” a contratação de empresas com a função de “zeladoras técnicas” de áreas geográficas, que farão fiscalizações, levantamento e manutenção de informações sobre as ocupações, e serão geradoras de mão de obra em projetos de regularização conjunta.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta ainda prevê o uso de tecnologia de ponta e inteligência artificial para monitorar a ocupação dos postes, a exemplo da solução desenvolvida pela Telcomp voltada à fiscalização das estruturas. Trata-se de um software capaz de registrar cada poste, o espaço ocupado e as empresas que o utiliza, com georreferência e foto do poste ligada a um banco de dados. O software permite a fiscalização por meio de um carro com câmeras acopladas sobre o veículo, com inteligência artificial capaz de apontar qualquer mudança. Em aprimoramento, o sistema está prestes a ser implementado.</p>
<p style="text-align: justify;">A correta ancoragem da rede de fibra óptica, bem como a sua gestão, é pré-requisito para melhor qualidade no serviço ao consumidor. “A rede regularizada tem forte impacto nas análises de valor de mercado das empresas, impactando suas perspectivas de crescimento e até mesmo de acesso ao crédito”, observa Duarte, da Abrint.</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa é que as incoerências financeiras também sejam sanadas a partir do novo texto. Duarte explica que grandes empresas pagam valores inferiores aos pagos pelas de menor porte, gerando limitações econômicas para a competição no mercado, o que aumenta o preço ao consumidor. A ocupação irregular, sem o pagamento de encargos, também gera distorções e impacto na margem de negócio das empresas, enquanto o elevado custo da ocupação dos postes dificulta a expansão das redes de fibra óptica para zonas rurais e atendimento a comunidades isoladas.</p>
<p style="text-align: justify;">O diálogo tem sido fundamental para a solução do problema e para o desenho da proposta formulada pela Abrint e demais entidades setoriais, que ainda têm como mérito a não exigência de novos investimentos para o ordenamento de postes. “Com a “Gestora”, os recursos já existentes poderão ser utilizados integralmente para o ordenamento das redes. Um ambiente mais favorável para a regularização de todos os ocupantes atrairia mais recursos para o sistema de ordenamento”, reforça o gerente da Abrint.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto prevê um valor teto equivalente, inicialmente, ao valor de referência atualizado, com vigência imediata, equalizando os preços nos diferentes estados. Os ocupantes que tiverem valores inferiores ao teto por questões contratuais continuariam pagando o mesmo valor por um período a ser definido. Estima-se que, uma vez os espaços organizados e fiscalizados, com valores reduzidos, não haveria mais espaço para clandestinidade e utilização dos espaços sem projeto prévio. “Todos os ocupantes dos postes passarão a ser mais um fiscal da ocupação”, finaliza Duarte.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Novas tecnologias deverão marcar a construção de redes nos próximos anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 21:50:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
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					<description><![CDATA[O custo é sempre uma questão presente e equilibrar esse fator com demanda, capacidade, velocidade e desempenho é um dos principais desafios de provedores, operadoras e indústria de equipamentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h6><span style="font-size: 12px;">Foto: Freepik</span></h6>

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			<h1><strong>Novas tecnologias deverão marcar a construção de redes nos próximos anos </strong></h1>

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			<h2>O custo é sempre uma questão presente e equilibrar esse fator com demanda, capacidade, velocidade e desempenho é um dos principais desafios de provedores, operadoras e indústria de equipamentos e continuará sendo um fator crítico, considerando que o tráfego vem crescendo nos últimos anos e tende a seguir em elevação.</h2>

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			<h4>Ariane Guerreiro, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">A demanda por Internet tem crescido significativamente, resultado da maior digitalização do país, dos novos serviços e aplicações surgidos nos últimos anos, como streaming, jogos on-line, comércio eletrônico, transmissões por vídeo, entre outros, fortalecida, especialmente, durante a pandemia de Covid-19, que exigiu maior adesão aos canais digitais.</p>
<p style="text-align: justify;">A Vero é um exemplo que demonstra essa realidade. Presente em mais de 200 municípios de Minas Gerais e dos Estados da região sul do país e com uma rede de cobertura de cerca de 2,6 milhões de homes passed (HP &#8211; domicílios cobertos pela rede de FTTH), a empresa registrou uma expansão geográfica de 79,5% no segundo trimestre de 2022, em comparação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o CTO diretor de engenharia e tecnologia da Vero, Rodrigo Rescia, a capilaridade da empresa conta com amplo mercado endereçável, com o potencial de 4,7 milhões de AHP &#8211; Addressable Homes Passed (quantidade total de domicílios das cidades em que a companhia está presente), incluindo residências e empresas. No último trimestre, a rede da companhia somou 29,2 mil km, combinando 20,4 mil km de fibra óptica e 8,8 mil km de backbone, com projeções de expansão acelerada.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">A tendência é que siga em crescimento a exigência por mais banda, velocidade e disponibilidade, o que reserva às operadoras de todos os portes o desafio de atender aos diferentes perfis de consumo e ao maior número de consumidores, com o menor custo.</p>
<p style="text-align: justify;">O custo é sempre uma questão presente e equilibrar esse fator com demanda, capacidade, velocidade e desempenho é um dos principais desafios de provedores, operadoras e indústria de equipamentos e continuará sendo um fator crítico, considerando que o tráfego vem crescendo nos últimos anos e tende a seguir em elevação.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o presidente da Ciena no Brasil, Fernando Capella, os desafios passam, ainda, pela automação e pela possibilidade de implementar mecanismos de gestão de rede para acomodar comportamentos imprevisíveis ou esporádicos, como acesso à rede durante de um grande show, por exemplo. “São desafios e oportunidades. Quem conseguir avançar nessa direção e explorar de forma adequada as oportunidades que continuarão a surgir sairá na frente”, acredita.</p>
<p style="text-align: justify;">Como tendências, Capella, observa dois pontos: um ligado à rede de acesso e agregação, com convergência da camada óptica sobre as redes IP, e outro relacionado às redes de transmissão mais regionais, de longa distância, com viés à desagregação das redes fotônicas, com mais automação, maiores capacidade e velocidade e melhor performance óptica.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Rescia, da Vero, altas capacidades e redes resilientes e protegidas são os principais desafios para as operadoras, atualmente, principalmente no interior do país. E para mitigar esses entraves, a Vero construiu seu backbone, seguindo padrões referências da indústria, que representa 60% do backbone nacional da empresa. “Com isso, é possível prestar um serviço de qualidade com altas velocidades e baixa latência”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ponto de dificuldade, na sua avaliação, é a alta concentração de provedores de conteúdo no eixo São Paulo &#8211; Rio de Janeiro, dificultando a oferta de um serviço de qualidade em outros pontos do Brasil, ainda que tenha se elevado a capilaridade dos data centers de conteúdo em Fortaleza, CE, e Porto Alegre, RS.</p>
<p style="text-align: justify;">A Vero atinge São Paulo e Rio de Janeiro com seu backbone por quatro diferentes caminhos para manter a qualidade de tráfego a seus clientes. A empresa possui contrato com oito provedores de trânsito IP posicionais como Tier 1 (classificação de fornecedores) para o tráfego local e internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Um laboratório próprio, instalado em Pará de Minas, MG, é preparado para rápidas homologações, que favorecem a adoção de novas soluções e a parceria com fornecedores contribui para a maior rentabilidade e para acompanhar a evolução tecnológica. Dada a alta densidade de canais e a capacidade de tráfego, os investimentos em redes de longa distância backbones (DWDM) devem continuar no foco da Vero, considerando a possibilidade de tráfego na ordem de centenas de Gbps por centenas de quilômetros.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, para Rescia, os desafios passam pela agregação de serviços de alto tráfego dentro da rede, gerando eficiência na demanda de tráfego de longas distâncias (CDN – Content Delivery Network). “Contamos com um parque de mais de 70 CDNs dos principais parceiros de conteúdos e conexões com PNIs &#8211; interconexões privadas e PTT &#8211; pontos de troca de tráfego para conexão direta com os principais provedores de conteúdo nacionais e internacionais”, ressalta.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Novas arquiteturas: Questão de tempo</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A consolidação do 5G deverá estimular o desenvolvimento de novas tecnologias e arquiteturas de redes, bem como ampliação da capacidade em si e o sincronismo da infraestrutura em uso, que exigirão ajustes nas redes com foco em aplicações mais avançadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Na avaliação do diretor comercial Brasil da Furukawa Electric LatAm, Celso Motizuqui, nos últimos anos, o grande desafio dos ISPs era construir redes para a captação de novos assinantes, com a estrutura (Capex) disponível. Porém, as mudanças que estão ocorrendo, em função da consolidação, aquisição por fundos, redes neutras e a maior agressividade das operadoras em cidades menores, o tempo de implantação das redes e o time-to-market contra a concorrência se tornaram um diferencial competitivo importante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Com o 5G e as possibilidades abertas com a tecnologia, esta preocupação tende a crescer, assim como a busca por soluções que permitam levar Internet de mais qualidade, para mais pontos, em menor tempo e com menos custo. “Há uma tendência de investir em redes que possam ser construídas no menor prazo possível, prover os tradicionais acessos residenciais e estar preparadas para novos serviços como 5G, serviços corporativos, XGS-PON, etc., tudo utilizando a mesma rede”, explica Motizuqui.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Novas tecnologias são desenvolvidas constantemente, movimento que deve se intensificar com a expansão do 5G, abrindo espaço para a construção de novas arquiteturas de redes ópticas. Alia-se a este aspecto diversas fusões e aquisições que vêm ocorrendo, especialmente por fundos de investimentos que buscam, em geral, por pequenos e médios provedores, e transformando o mercado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Para atender a tais requisitos, os provedores têm à frente opções de redes de menor custo e uso mais rápido. “Com o advento do 5G, redes neutras e virtualização de redes estão vindo com força, com o conceito de compartilhamento de estrutura, redução de custos, além de ter as informações mais seguras e confiáveis na ponta, no tempo que se espera”, afirma o gerente técnico da Fibracem, Sebastião Rezende.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Ele explica que essas redes vêm se sobressaindo em relação às FTTX, bastante utilizadas por pequenos e médios provedores focados na oferta de Internet, e já são realidade nas grandes operadoras, que buscam oferecer outros serviços incorporados. “Os grandes players já proveem redes neutras, em todo o Brasil”, destaca.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As redes neutras, fixas ou móveis, caracterizam-se pelo compartilhamento por diversos operadores de telecomunicações, que podem alugar parte da capacidade dessas infraestruturas, sejam cabos metálicos ou fibras ópticas, por exemplo, sem a necessidade de instalação de redes próprias. É possível, desta forma, atender a uma cidade inteira, com a contratação da última milha, ou uma região, por meio de um modelo que beneficia operadora, provedor e consumidor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Outra solução é a virtualização de redes, isto é, a alocação de sistemas em ambiente virtual, em nuvem, ou baseado em software, o que permite dimensionar a rede de acordo com a necessidade, independentemente de hardware. Este modelo oferece mais flexibilidade e agilidade, menos recursos de gerenciamento, maior desenvolvimento de inovações, e atende às mudanças tecnológicas e dos consumidores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As tendências passam ainda pela adoção de redes pré-conectorizadas por parte dos provedores que, entre outros benefícios, permitem implantação de rede e conexão de assinantes 50% mais rápida, podendo atender a múltiplos serviços. “Esse atendimento é feito por meio de redes pré-conectorizadas multifibra, para redes novas, ou da utilização da fibra já existente dividindo os serviços, por meio de comprimentos de onda distintos a cada um dos serviços”, explica Motizuqui, da Furukawa. “Um comprimento de onda atende a FTTH; outro comprimento, a uma conexão ponto a ponto, tudo isso utilizando um equipamento DWDM (agregador) que combina e separa os sinais para as diferentes aplicações”, completa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As chamadas redes Precon são uma evolução das redes fusionadas e das conectorizadas – que usam conectores para fusão de fibras – e possibilitam uso sob demanda, menos ociosidade da rede, menor necessidade de mão de obra especializada e menor probabilidade de erros técnicos ou humanos, uma vez que são pré-configuradas de fábrica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A facilidade e velocidade de implantação, de manutenção e instalação, bem como de crescimento orgânico também caracterizam essas redes passivas FTTx. Rezende, da Fibracem, observa esse movimento em favor das redes pré-conectorizadas, dada a maior facilidade de dispor de uma porta – o último ponto antes de chegar ao consumidor – por operadoras de todos os portes, em consequência da chegada do 5G.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">É possível citar, ainda, a forte utilização da tecnologia de CPEs Wi-Fi 6, com 35% a mais de alcance, suporte à maior densidade de dispositivos conectados e conectividade mais rápida em relação a tecnologia anterior.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Fibra: Funcionalidade fundamental</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que o número de usuários tenha aumentado, contribuindo para regular a relação entre receita e despesas, as operadoras não estão isentas de investimento na melhoria de infraestrutura e serviços e esses aportes são pesados, especialmente na ampliação de banda para novas aplicações. As indústrias têm o desafio de levar ao mercado tecnologias que ofereçam mais eficiência de custo, fechando a equação que envolve o escoamento de tráfego e a rentabilidade do próprio serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">As tecnologias que se apresentam são opções bastante vantajosas para atender às novas demandas por banda e desempenho que também tendem a aumentar, a exemplo dos serviços de streaming, jogos on-line, lives, entre outros, que exigem conexões estáveis e seguras.</p>
<p style="text-align: justify;">A Vero está atenta às necessidades dos serviços de streaming, de provedores de conteúdos tradicionais e de OTTs e vem investindo em tecnologias de transporte de tráfego em DWDM, que garante altas taxas de transporte e qualidade de latência. A rede está preparada para receber a tecnologia XGS-PON, para altas velocidades, e foram homologadas as últimas tecnologias de CPEs a serem instaladas na casa dos clientes utilizando Wi-Fi 6.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o escoamento de conteúdo de streaming em tempo real<em>, </em>como games ou transmissão ao vivo, a Vero firmou <em>parcerias de </em>PNIs &#8211; Private Network Interconnect, que conectam a rede diretamente com o dono do conteúdo, permitindo a entrega de melhores serviços. Para conteúdos armazenados em plataformas, como filmes, séries e shows, o provedor utiliza as CDNs espalhados em 40 data centers, de forma a aproximar o conteúdo do cliente, com mais velocidade e qualidade de imagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se que não há limites para a demanda de banda: quanto mais for disponibilizada, mais será utilizada, exigindo mais velocidade, regularidade e estabilidade. “O que oferece tudo isso é rede de fibra óptica, que deve se manter por muitos anos”, afirma Rezende, da Fibracem. “Falamos muito sobre o aumento da velocidade do 5G sobre o 4G, e nenhuma tecnologia se compara com o que a fibra oferece. Quando se pensa em redes de acesso, backbone e 5G, o meio de acesso para essas torres é fibra, um meio que vai perdurar”, reitera Capella, da Ciena.</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação de Capella, é difícil prever qual aplicação vai demandar aumento significativo de banda, a exemplo de metaverso, que está dando os primeiros passos e exige capacidade significativa da rede, ou vídeo 4k que começa sua evolução para 8k. Aplicações de streaming, entre outros serviços que consomem muita banda e exigem bastante do meio físico pelo qual a informação será transportada, têm na rede óptica a melhor solução, pois não apresenta limitação de banda a médio e longo prazos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os equipamentos devem evoluir de acordo com essas novas necessidades. “No caso da rede física, é importante que ela tenha flexibilidade e agilidade para atender às demandas de forma muito rápida. Nesse requisito, as redes pré-conectorizadas com splitters desbalanceados garantem uma flexibilidade que nenhuma outra permite, pois possuem capacidade de expansão simples, mudança de serviços, etc.”, explica Motizuqui, da Furukawa.</p>
<p style="text-align: justify;">O 5G, ao mesmo tempo em que abre espaço para novos serviços e aplicações, faz com que aumente a exigência por um sistema confiável e por tecnologias de monitoramento das condições das redes. “A Furukawa lançou uma solução para monitoramento das redes passivas baseada em tecnologia IoT &#8211; Internet das coisas, que avisa sobre acidentes na rede ou sobre a degradação progressiva decorrente de algum fator externo, como má instalação ou acidente parcial, vandalismo, etc.”, destaca o diretor da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">As redes de fibra óptica têm muito a oferecer, mesmo as já existentes, bastando mudar os equipamentos das extremidades, que é onde se encontram as limitações atualmente. Dessa forma, é possível agregar valor e elevar a receita proporcionada pela rede. “Quando quero comunicar A com B, a velocidade depende do equipamento e não da fibra, que é muito boa se instalada de acordo com as melhores práticas”, explica Rezende, da Fibracem, que também vê na falta de mão de obra qualificada uma dificuldade para o setor.</p>
<p style="text-align: justify;">A escassez de fibra óptica, observada nos últimos anos, devido à demanda mundial, à pouca oferta causada pela pandemia na China e à dificuldade de obtenção de alguns insumos agravada pela guerra já não é tão significante. No Brasil, esse cenário é menos impactado graças à produção local das fibras e cabos, mas o desafio está nos equipamentos, que deverá perdurar até 2023 ou 2024, quando poderá haver um equilíbrio entre demanda e produção de chipsets segundo Motizuqui, da Furukawa.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Evolução tecnológica ainda tem alto custo</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Embora o mercado se movimente e novas tecnologias estão em constante desenvolvimento, as soluções presentes ainda estão em consonância com as necessidades atuais. As redes GPON são um exemplo.  Com capacidade de 2,5 Gbps de download e 1,25 Gbps de upload e até 128 assinantes por porta OLT, esse tipo de rede é bastante utilizada por pequenos e médios provedores e uma solução para os clientes dessas operadoras, que representam 30% do mercado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Ainda que a tecnologia esteja adequada às atuais necessidades, novas redes já chegaram ao mercado, ainda com pouca adesão, devido tanto à quantidade de usuário, como pelo custo: XGPON apresenta downstream de 10 Gbps e upstream de 2,5 Gbps e XGSPON atinge 10 Gpbs para downstream e para upstream, ambas com capacidade para 256 clientes por PON, o que permite oferecer mais ao mesmo número de clientes ou um mesmo pacote a um número maior de assinantes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">No entanto, são soluções de alto custo para os pequenos e médios provedores. O XGPON tem sido usado em data centers e outras aplicações que precisam de processamento de altíssima velocidade, enquanto o XGSPON, visto como evolução da infraestrutura existente, enfrenta o elevado custo dos terminais. Se confirmada a tendência de adoção crescente dessa tecnologia, os custos envolvidos deverão ser equacionados com o tempo, a adesão e a demanda.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">O diretor da Furukawa destaca as redes multisserviços desenvolvidas pela empresa, que oferecem a flexibilidade de duas tecnologias na mesma rede passiva, com uma quantidade reduzida de fibra, facilitando a adoção dos XGSPON quando o mercado demandar. “O investimento na rede é feito somente uma vez. Fica a critério do ISP adotar o XGSPON quando quiser, sem nenhuma modificação na infraestrutura”, ressalta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Motizuqui afirma que em alguns anos, novas necessidades aparecerão, como o metaverso, IoT residencial, etc., exigindo um aumento de banda, e é recomendável uma migração gradativa e, se possível, utilizando a mesma rede passiva com as duas tecnologias sobrepostas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">O desenvolvimento tecnológico ocorre de forma muito rápida, bem como a difusão das novidades no mercado globalizado. No entanto, é a demanda o fator decisivo da consolidação de cada uma delas e o Brasil é considerado um mercado consumidor de grande potencial de absorção das tecnologias que estão em evolução.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">O diretor da Vero reconhece o peso dos custos de equipamentos, em especial as tecnologias mais recentes, e das variações cambiais na implantação das redes, porém considera que o crescimento em escala favorece as condições de negociação e “payback”, bem como contar com ampla gama de fornecedores homologados, o facilita a busca por preços mais competitivos e maiores margens. Além disso, segundo ele, novas tecnologias bem implantadas, mesmo com alto custo inicial, reduzem o custo operacional e aumentam a satisfação do cliente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As novas aplicações e o 5G exigirão mais investimentos voltados à expansão das redes ópticas, bem como a proximidade de processamento e estruturas de data centers mais próximos ao usuário, o que demanda mais banda e tráfego e, consequentemente, ajuste das redes para comportar esse incremento de capacidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Rescia ainda lembra uma questão crítica no aumento do mercado de redes: a disponibilidade e os custos elevados de compartilhamento dos postes. “Construímos um relacionamento com as concessionárias de energia que nos permite agilidade nos processos, e muitas vezes somos percursores em parceira com as mesmas”, afirma.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Muito ainda está por vir</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa é que a demanda por redes ópticas se mantenha crescente para atender aos novos serviços que deverão chegar com o 5G e à parcela de consumidores residenciais que ainda não é atendida por sinal de Internet, estimada em 25% dos domicílios brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">A Vero já vem acompanhando essa evolução e espera mais para o próximo ano, com plano de crescimento das redes ópticas, tanto com a ampliação da cobertura atual, a partir da construção de novas cidades e outras áreas dentro daquelas nas quais está presente, e com a utilização de redes neutras que permitem mais velocidade no lançamento e com a possibilidade de novos M&amp;As (fusões e aquisições).</p>
<p style="text-align: justify;">Os projetos da Vero incluem ampliações do backbone nacional, para aumentar a capacidade existente ou para explorar novas localidades, permitindo a expansão da capilaridade para ingresso em novas cidades, ampliações de áreas e alívios de redes existentes e/ou para a conexão com novos data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">O planejamento da rede pode ser um fator determinante para acompanhar a evolução do mercado e dispor aos clientes o melhor para cada aplicação. É preciso visão de futuro. “Não é necessário implantar a rede de imediato utilizando as novas tecnologias, mas é preciso planejar a possibilidade de expansão e construção quando houver a demanda”, alerta Motizuqui, da Furukawa.</p>
<p style="text-align: justify;">A grande força para aquecer este mercado deverá partir, principalmente, das grandes operadoras de 5G, com a utilização de cabos de alta capacidade com até 288 fibras. “Não há motivo para essas empresas usarem cabos de 6 ou 12 fibras, muito utilizados por pequenos e médios provedores. Até a chegada do 5G, víamos no máximo de 144 fibras. A tendência para os menores é o uso de cabos de até 48 fibras”, explica Rezende, da Fibracem.</p>
<p style="text-align: justify;">Capella, da Ciena, alerta, no entanto, que tem ocorrido queda no crescimento do mercado brasileiro de banda larga, que, em algum momento, deverá se estabilizar com grande concentração, pois o crescimento depende da situação econômica no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse movimento indica que os provedores terão de buscar mecanismos de diferenciação para aumentar a base de clientes, oriundos de outras operadoras, por meio de novas tecnologias, onde o XGSPON se insere, realidade já observada no mercado norte-americano e que deverá chegar ao Brasil. Tudo isso impõe desafios aos provedores. Muitos, na visão de Motizuqui, da Furukawa, estão adiando ou reduzindo investimentos, com o risco de perderem espaço para a concorrência, por meio de expansão de rede própria ou por rede neutra, que vem se expandindo exponencialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os fabricantes de equipamentos acompanham o aumento da demanda e das necessidades que surgem. “A indústria aporta uma quantidade significativa no desenvolvimento de tecnologias, com os ciclos de investimentos se encurtando. Obviamente, há um propósito, em geral, relacionado à adequação de custos para os operadores e provedores”, afirma Capella.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Ciena destaca, ainda, a importância da automação diante das demandas e dos novos comportamentos de usuários, muitas vezes inesperados ou aleatórios. A rede, no entanto, precisa estar preparada para escoar o tráfego de onde ele surja e se reorganizar para automaticamente para esse escoamento sem grandes intervenções humanas ou mesmo investimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa automação já está integrada aos equipamentos fabricados pela empresa, permitindo o acesso à informação, seu processamento, análise e ação. “Continuamos investindo na próxima geração do WaveLogig 5, com mais capacidade e performance óptica, habilidade de percorrer maiores distâncias sem a necessidade de regenerar o sinal. Quanto melhor a performance nos sistemas, menor necessidade de infraestrutura, menos equipamentos e menos manutenção e custo”, finaliza Capella.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Uma nova realidade da conectividade no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 21:25:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Provedor de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes neutras]]></category>
		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
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					<description><![CDATA[O 5G promete revolucionar diversos setores, desde o consumidor final a grandes indústrias. Operadoras de telecom, ISPs e fornecedores de serviços e equipamentos já começaram a jornada para essa transformação. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3522bdc77" data-id="697a3522bdc77" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1><strong>Uma nova realidade da conectividade no país</strong></h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
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<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;"> A chegada do 5G começa a mudar a realidade da conectividade no país. A tecnologia promete revolucionar diversos setores, desde o consumidor final a grandes indústrias. Ainda há um longo caminho pela frente, é claro. Mas, operadoras de telecom, ISPs – provedores de serviços de Internet e fornecedores de serviços e equipamentos já começaram a jornada para essa transformação.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/5g-promete-tornar-a-industria-mais-eficiente-e-competitiva/">Na indústria, por exemplo, especialistas acreditam que o 5G vai consolidar a chamada Indústria 4.0 no Brasil, que já tem gerado ganhos significativos nos processos produtivos e de competitividade</a>. Segundo o diretor-presidente da Embrapii &#8211; Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial, José Luis Gordon, a combinação de várias tecnologias provocará um grande impacto nas aplicações já existentes ou no desenvolvimento de novos conceitos e modelos de negócios. O 5G deve revolucionar a arquitetura das redes, bem como a expansão do conceito de manutenções preventivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Fernando Moulin, partner da Sponsorb, professor e especialista em negócios, transformação digital e experiência do cliente, “o 5G terá um papel para o futuro como a energia elétrica teve no início da segunda revolução industrial, no fim do século XIX e início do século XX: um grande habilitador para a aplicação com maior potencial de resultados e escala de diversas novas tecnologias, com ganhos reais.”</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/atualizacao-das-leis-municipais-e-instalacao-de-novas-antenas-sao-alguns-dos-desafios-do-5g/">Porém, para que tudo isso aconteça é preciso pensar na infraestrutura que está por trás da tecnologia. A instalação de antenas, por exemplo, ainda enfrenta alguns desafios legais</a>. Na opinião do diretor de tecnologia da Nokia para Brasil e América Latina, Wilson Cardoso, um dos principais entraves é a falta de uma legislação municipal atualizada que facilite o licenciamento de novas instalações. “Apesar de, inicialmente, as operadoras de telecom utilizarem a infraestrutura já existente, especialmente as torres, as novas frequências, tais como 2,3, 3,5 e 26 GHz, demandam novas antenas. Avanços têm sido feitos, mas ainda estamos longe das legislações consideradas mais aderentes às necessidades dos cidadãos”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Luciano Stutz, presidente da Abrintel &#8211; Associação Brasileira de Infraestrutura de Telecomunicações e porta-voz do Movimento Antene-se, tem a mesma opinião e afirma que, para a viabilidade do 5G, “são necessárias cinco vezes mais antenas que no 4G para cobrir a mesma área geográfica, que poderão ser instaladas mais rapidamente e sem burocracia se os municípios estiverem alinhados à legislação federal.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Provedores de serviços de Internet</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui, também trazemos um conteúdo dedicado aos ISPs. Entre eles, está um tema muito discutido pelo mercado e que tem gerado preocupação, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/proposta-de-reformulacao-no-uso-e-fiscalizacao-da-ocupacao-de-postes-preve-beneficios-a-isps-e-consumidores/">o compartilhamento de postes</a>. Segundo especialistas, a organização do uso dos postes enfrenta alguns desafios, a começar pela demanda crescente, considerando não apenas a chegada do 5G, como também o adensamento populacional. As dificuldades passam, ainda, por investimentos e fiscalização e um modelo de regras que definam melhor cada papel.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros temas abordados nesta edição são novas tecnologias de <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/novas-tecnologias-deverao-marcar-a-construcao-de-redes-nos-proximos-anos/">redes ópticas</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/isps-sao-essenciais-para-o-desenvolvimento-da-conectividade-no-campo/">ISPs e o agronegócio</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/openran-promete-mais-competitividade-e-deve-ganhar-espaco-com-o-5g/">OpenRAN</a>. Esperamos ajudar, você leitor, a decidir quais são as melhores tecnologias, soluções e serviços para o seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Como uma infraestrutura eficiente pode se reverter em custo-benefício aos provedores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 21:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Ancoragem]]></category>
		<category><![CDATA[Cabos ópticos]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Latência]]></category>
		<category><![CDATA[Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
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					<description><![CDATA[Para fazer a intermediação da infra do ISP até a casa do cliente, prédios e empresas, os cabos devem ser ancorados e presos nos postes de forma adequada e com materiais resistentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-size: 12px;"><strong>Foto: Freepik</strong></span></p>

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			<h1>Como uma infraestrutura eficiente pode se reverter em custo-benefício aos provedores</h1>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Danielle Barros, CEO da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.pematel.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Pematel</a></span></h4>

		</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong><span style="font-size: 16px;">Conteúdo oferecido por <a href="https://www.pematel.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #3366ff;">Pematel</span></a>, fornecedora de soluções de fibra óptica</span></strong></p>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><em>No Brasil, o modelo mais comum de cabeamento para fibra óptica é o aéreo, com ligação entre os postes de energia elétrica. Assim, para fazer a intermediação da infra do ISP até a casa do cliente, prédios e empresas, os cabos devem ser ancorados e presos nos postes de forma adequada e com materiais resistentes.</em></h2>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Confiabilidade, qualidade e agilidade são características chaves para o bom funcionamento da infraestrutura de um provedor de Internet. No Brasil, o modelo mais comum de cabeamento para fibra óptica é o aéreo, com ligação entre os postes de energia elétrica. Assim, para fazer a intermediação da infra do ISP até a casa do cliente, prédios e empresas, os cabos devem ser ancorados e presos nos postes de forma adequada e com materiais resistentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, afinal, como cabos de fibra óptica são alocados nos postes elétricos para a transmissão do sinal de Internet? De modo geral, todos os postes recebem:</p>

		</div>
	</div>
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<div class="ult-spacer spacer-697a3522bf898" data-id="697a3522bf898" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
</div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpb_animate_when_almost_visible wpb_fadeInLeftBig fadeInLeftBig vc_custom_1606503044976 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Abraçadeira BAP. Seu principal objetivo é sustentar, fixar e ancorar os cabos de fibra óptica no topo dos postes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Kit ancoragem. Trata-se de um conjunto de materiais que são utilizados no início e no final do cabo de fibra, garantindo o posicionamento correto do cabo, sem forçar ou deixar muito solto após o cabeamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Cabo backbone. É a partir desse cabo que saem as ramificações para outros cabos da rede. Por ser um cabo bastante resistente e encorpado, impede dobras mesmo em curvas ou esquinas. Para essa finalidade, é preciso cortar o cabo e colocar em uma CEO &#8211; caixa de emenda óptica, para fazer as ramificações primárias a partir do splitter balanceado ou desbalanceado. Após o cabeamento, há a instalação das CTO’s e as reservas técnicas de cabos até a casa do cliente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Para evitar desperdícios financeiros com cabos e equipamentos, é essencial ter um bom projeto de rede, considerando que a escolha de um bom fornecedor é tão importante quanto a aquisição dos equipamentos. É fundamental buscar fornecedores com experiência no mercado, com materiais homologados e de qualidade.</span></p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a3522bfce4" data-id="697a3522bfce4" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Abaixo algumas dicas para fazer esse planejamento:</p>
<p style="text-align: justify;">1 &#8211; Elabore o projeto de sua rede, estabelecendo a área que deseja atender e determinando as quantidades de equipamentos a serem adquiridos, para não haver sobra de materiais e prejuízo com estoque sem futura utilização.</p>
<p>2 &#8211; Escolha um bom fornecedor que ofereça materiais de qualidade, com nota fiscal.</p>
<p>3 &#8211; Tenha um bom controle de estoque e equipamentos, para que não ocorra a interrupção de serviço por falta de materiais necessários para manutenção, seja na rua ou na casa do cliente.</p>
<p>4 &#8211; Proporcione um atendimento de alto nível, não apenas na área técnica, mas também na gestão, com o objetivo de buscar inovações que melhorem a experiência do cliente.</p>
<p>5 &#8211; Proponha soluções que contribuam para o aumento de receita e rentabilidade que estejam associados a melhoria da comunicação e da experiência dos usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">Um produto de baixo custo pode trazer prejuízos para empresa. Um produto de qualidade inferior, pode acarretar menor durabilidade, ocasionando muitos defeitos, manutenções e trocas de equipamentos. Assim, ainda que no início o preço acessível pareça vantajoso, acabará saindo muito mais caro.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a3522c0075" data-id="697a3522c0075" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpb_animate_when_almost_visible wpb_fadeInLeftBig fadeInLeftBig vc_custom_1637891893082 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Essa carência de qualidade não impacta somente financeiramente a empresa, como o serviço prestado pelo provedor pode sofrer muitas reclamações por interrupção de conexão, e, considerando que a internet é uma ferramenta imprescindível na vida das pessoas, a empresa que recebe muitas reclamações/cancelamentos pode se tornar menos competitiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Lembre-se que as tecnologias estão em constante evolução. Esteja preparado para adequar-se a elas e às demandas decorrentes desse avanço. Evidentemente, o capital é sempre um grande desafio, mas a economia em equipamentos para telecomunicações pode representar maiores custos no futuro. A base do serviço oferecido que engloba o projeto, a infraestrutura e os equipamentos precisa ser sólida e de qualidade para sustentar o negócio.</span></p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a3522c03d0" data-id="697a3522c03d0" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Como identificar produtos de qualidade</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Verifique se o produto possui a homologação pela Anatel.</p>
<p style="text-align: justify;">Verifique com o revendedor/fabricante quais as garantias que o produto possui.</p>
<p style="text-align: justify;">Busque uma comparação de produtos premium existentes no mercado, avaliando os prós e contras de produtos de menor custo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nunca deixe de verificar em redes sociais e sites de reclamações o que dizem sobre a marca e sua confiabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Salientando também que um material de baixa qualidade pode acarretar prejuízos ambientais, provocando danos elétricos, bem como curtos-circuitos.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sobre a Pematel</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.pematel.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Atuante no mercado de telefonia e Internet há mais de 25 anos, com compromisso e dedicação aos seus clientes</a>. É especializada na comercialização de produtos de alta qualidade para infraestrutura da rede de fibra óptica e com materiais a pronta entrega.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu foco é promover a garantia da qualidade em todas as etapas, disponibilizando um know-how de produtos que abrangem desde ferragens a equipamentos para fibra óptica. O objetivo é que o provedor obtenha a solução completa para suas instalações, além de um atendimento personalizado e um pós-venda dedicado a solucionar eventuais dúvidas e problemas.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a3522c0767" data-id="697a3522c0767" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Controle de redes de telecomunicações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 20:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Latência]]></category>
		<category><![CDATA[Operadora]]></category>
		<category><![CDATA[Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
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					<description><![CDATA[Os novos serviços necessitam de uma infraestrutura flexível, com ampla cobertura, podendo ser compartilhada por diferentes serviços, além de uma conectividade transparente, com intensa utilização dos recursos. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3522c186e" data-id="697a3522c186e" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Controle de redes de telecomunicações</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://netconamericas.com/" target="_blank" rel="noopener">Netcon Americas</a></span></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-697a3522c1a10" data-id="697a3522c1a10" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><span style="font-size: 16px;"><strong>Conteúdo oferecido por <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://netconamericas.com/" target="_blank" rel="noopener">Netcon Americas</a></span>, empresa especializada em consultoria e soluções integradas para redes de tecnologia da informação e comunicação</strong></span></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><em>As redes atuais empregam uma enorme diversidade de tecnologias, arquiteturas de rede, fabricantes e operadoras, com características próprias de configuração, monitoramento e comercialização. Por isso, é necessário que os novos serviços possuam uma infraestrutura flexível, com ampla cobertura, podendo ser compartilhada por diferentes serviços, além de uma conectividade transparente, com intensa utilização dos recursos.<br />
</em></h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">A transformação digital não implica somente em mudanças no setor de TI. Em razão da acelerada globalização e um mercado intensamente competitivo, empresas que constroem, operam e exploram as redes – desde a infraestrutura até os serviços de conectividade – também precisam se adequar rapidamente à nova realidade digital, contando com maior agilidade na implementação de modernos serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde a camada física até as camadas lógicas, as redes atuais empregam uma enorme diversidade de tecnologias, arquiteturas de rede, fabricantes e operadoras, com características próprias de configuração, monitoramento e comercialização.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, é necessário que os novos serviços possuam uma infraestrutura flexível, com ampla cobertura, podendo ser compartilhada por diferentes serviços, além de uma conectividade transparente, com intensa utilização dos recursos.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a3522c1c2b" data-id="697a3522c1c2b" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpb_animate_when_almost_visible wpb_zoomInUp zoomInUp"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<a href="https://netconamericas.com/" target="_blank"  class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey rollover"   ><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1350" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/11/Anuìncio_INFRANEWS_1000x1350-1.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Anuìncio_INFRANEWS_1000x1350 (1)" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/11/Anuìncio_INFRANEWS_1000x1350-1.jpg 1000w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/11/Anuìncio_INFRANEWS_1000x1350-1-222x300.jpg 222w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/11/Anuìncio_INFRANEWS_1000x1350-1-759x1024.jpg 759w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/11/Anuìncio_INFRANEWS_1000x1350-1-768x1037.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/controle-de-redes-de-telecomunicacoes/anuincio_infranews_1000x1350-1/" /></a><figcaption class="vc_figure-caption">PUBLICIDADE</figcaption>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Entretanto, para funcionamento pleno, o suporte às diversas modalidades de conexão em ascensão é imprescindível. Hoje, um gerenciamento das redes fragmentado não é suficiente, é preciso integrar os recursos e serviços em uma visão detalhada que permita gerenciar as conexões de maneira transparente, segura e imediata, independentemente de quais sejam as tecnologias, fabricantes e operadoras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Atenta às necessidades do mercado, a <a style="color: #ffffff;" href="https://netconamericas.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Netcon Americas</strong></a> fornece o sistema de inventário de redes e conexões <strong>ConnectMaster</strong><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong>, que permite controlar o <strong>inventário</strong> físico e lógico das redes e conta com aplicativos para o planejamento e projeto, controle de implementação e suporte ao ciclo completo das redes. Além disso, a empresa criou uma divisão de desenvolvimento de software e integrações, onde analistas e programadores criam soluções para conectar aplicativos e sistemas ao repositório unificado de informações das redes no ConnectMaster<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />.</span></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Confira as oportunidades na integralização das redes</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com grandes avanços na integração e flexibilização dessas redes diversas, estão surgindo novas possibilidades de negócio para todos os envolvidos com telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">Os provedores de infraestrutura e de conectividade podem oferecer seus recursos de rede em um “balcão de negócios aberto” onde seus clientes – empresas de serviços de telecomunicações, de nuvem, de virtualização, de comunicações fixas e móveis, entre outros – e arquitetos de soluções podem consultar sobre a disponibilidade de serviços para o acesso, suporte a redes de rádio &#8211; para equipamentos de 5G e IoT, por exemplo &#8211; e recursos de interconexão específicos para todos os tipos de sinais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para uma operadora de redes de acesso e de interconexão, abrir suas redes ao mercado e oferecer seus recursos de forma transparente, acessível e compartilhada permite recuperar seus investimentos imobilizados, aumentar suas receitas e tornar-se vital no novo ecossistema de telecomunicações. É fundamental que reconheçam a atual configuração das redes e a facilidade em contratar, configurar e ativar os serviços rápido e corretamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong>O panorama é muito positivo para as operadoras de recurso, como:</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>redes de fibras ópticas de acesso (ponto a multiponto com GPON, por exemplo) ou cabos de alto número de fibras em ambientes urbanos;</li>
<li>infraestrutura para a cessão compartilhada de espaços condicionados com energia e refrigeração para <em>colocation</em> de equipamentos de terceiros;</li>
<li>torres e <em>rooftops</em> ou postes e pontos para instalação de antenas;</li>
<li>redes abertas compartilhadas de rádio no acesso (<em>Open RAN</em>, redes Wi-Fi6 e similares) em recintos fechados e abertos; e</li>
<li>redes de fibras ópticas, apagadas ou iluminadas, para oferecer serviços de comprimento de onda (serviços de <em>lambda</em>) ou de capacidade (<em>Carrier Ethernet</em>, IP, MPLS, SDN, OTN, SDH e outros).</li>
</ol>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Desafios para as operadoras de redes</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A maior dificuldade para os proprietários de redes que querem posicionar-se no mercado aberto é facilitar o acesso à visibilidade da configuração e da disponibilidade de suas redes.</p>
<p style="text-align: justify;">Anteriormente, era difícil contar com uma visão clara e correta das redes de acesso, devido à dinâmica do mercado e serviços que alteravam constantemente a configuração das redes. Nem sempre a imagem da rede vista pelos operadores era fiel à situação real em campo, o que causava atrasos e custos adicionais na ativação dos serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o aumento da complexidade das redes, as empresas operadoras precisaram buscar soluções que refletissem a situação real das redes, com uma visão clara e atual dos recursos disponíveis em cada fibra, cabo, duto, etc., e das conexões em cada distribuidor de interfaces, em cada caixa de emenda, cada caixa de derivação e cada cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi preciso também integrar a visão da conectividade nas camadas lógicas para os diversos tipos de tecnologias.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a rede e os serviços de conectividade passam a ser oferecidos a operadoras externas, é ainda mais necessário contar com essa visão integrada. As operadoras-clientes precisam ter acesso à visão dos recursos disponíveis, à reserva desses recursos e a uma configuração e contratação simples.</p>
<p style="text-align: justify;">O êxito da oferta de serviços de rede a provedores de serviços de telecomunicações depende de uma visão correta, atualizada e unificada dos recursos das redes neutras e sua integração nos processos operacionais e de negócios de seus clientes.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697a3522c2d9a" data-id="697a3522c2d9a" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpb_animate_when_almost_visible wpb_fadeInLeftBig fadeInLeftBig vc_custom_1637891893082 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2><span style="color: #ffffff;">Soluções</span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A solução proposta para os novos desafios inclui três elementos:</span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #ffffff;">um sistema de inventário capaz de cadastrar todos os elementos das redes, incluindo o estado de ocupação, o plano de conectividade e a disponibilidade de portas, fibras, e conexões e que permita incluir a própria rede física – normalmente opaca – entre os elementos gerenciáveis da rede;</span></li>
<li><span style="color: #ffffff;">a integração no inventário das conexões lógicas das mais diversas tecnologias (<em>lambdas</em>/DWDM, SDH, OTN, <em>Carrier Ethernet</em>, IP, VPN/IP/MPLS e SDN, por exemplo); e</span></li>
<li><span style="color: #ffffff;">interfaces de software para integrar esse inventário nos processos e sistemas de gerência das operadoras clientes.</span></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Dessa maneira, o inventário físico e lógico passa a ser a plataforma de convergência de todas as informações sobre a rede.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Com esse sistema, basta uma simples consulta para conhecer, configurar e reservar os recursos compartilhados. Alguns exemplos de uso são:</span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #ffffff;">um provedor de acesso em banda larga sem rede em determinada localidade pode utilizar as redes GPON das operadoras locais para conectar-se a clientes;</span></li>
<li><span style="color: #ffffff;">uma operadora de redes de 5G pode utilizar as redes ópticas de operadoras locais para conectar as suas antenas em localidades onde não possuem fibras próprias;</span></li>
<li><span style="color: #ffffff;">operadoras de infraestrutura de torres, postes inteligentes e <em>rooftops</em> podem utilizar redes metropolitanas de fibras ópticas para completar sua oferta às operadoras de redes 4G e 5G;</span></li>
<li><span style="color: #ffffff;">operadoras de telecomunicações podem incluir em suas ofertas o transporte de dados até seus <em>data centers</em> utilizando redes neutras; e</span></li>
<li><span style="color: #ffffff;">operadoras de serviços de conectividade a clientes corporativos podem incluir serviços contendo segmentos de operadoras de redes neutras.</span></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A vantagem para os possuidores de redes é poder integrar seus recursos às ofertas das operadoras que não disponham de redes nas respectivas áreas.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;">Conclusão</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A Netcon Americas oferece, além dos aplicativos já citados para planejamento e engenharia das redes e suporte à operação das redes, as ferramentas Netcon Platform<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> e Netcon Webtools<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> que permitem executar funções tais como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Estudos de viabilidade de atendimento e vendas.</li>
<li>Reserva de recursos de redes.</li>
<li>Estatísticas de vendas.</li>
<li>Integração com sistemas de provisionamento.</li>
<li><em>Dashboards</em>.</li>
<li>Busca rápida de conectividade.</li>
<li>Operações administrativas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Além dessas funções, também se oferecem aplicativos para:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Supervisão do tempo de resposta.</li>
<li>Integração com ferramentas de colaboração.</li>
<li>Monitoração do desempenho.</li>
<li><em>Dashboard</em> com diversos tipos de estatísticas comerciais.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Para a consolidação das ofertas de recursos de redes neutras, nossa equipe também desenvolveu plataformas de comercialização dos recursos das operadoras ao mercado por meio de interfaces de software para consulta, reserva e configuração.</p>
<p style="text-align: justify;">Para maiores detalhes, acesse o nosso site <a href="http://www.netconamericas.com" target="_blank" rel="noopener">netconamericas.com</a> ou entre em contato diretamente com nossos especialistas por meio do e-mail c<a href="mailto:omercial.br@netconamericas.com" target="_blank" rel="noopener">omercial.br@netconamericas.com</a>.</p>

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