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	<title>Especial &#8211; Provedores de Internet &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Especial &#8211; Provedores de Internet &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Serviços de valor adicionado ganham destaque nos ISPs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 14:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Provedores de Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora a infraestrutura de fibra óptica seja uma protagonista, os chamados SVAs – Serviços de Valor Adicionado entram em cena, num mercado que sofre grandes transformações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h1>Serviços de valor adicionado ganham destaque nos ISPs</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Embora a infraestrutura de fibra óptica seja uma protagonista, os chamados SVAs – Serviços de Valor Adicionado entram em cena, num mercado que sofre grandes transformações.</span></h2>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Para se manterem competitivos, os provedores de serviços de Internet precisam ir além da oferta de pacotes tradicionais de banda larga e adicionar valor à estratégia de negócios. “As empresas preparadas para o rápido atendimento nos casos de manutenção e, principalmente, para a ampliação dos serviços estarão à frente da concorrência”, diz Dario Prado, diretor de novos negócios e parcerias da DConsult Telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora a infraestrutura de fibra óptica seja uma protagonista, os chamados SVAs – Serviços de Valor Adicionado entram em cena, num mercado que sofre grandes transformações, devido principalmente à crise causada pela pandemia da Covid-19. “Ainda há muitos locais do país sem acesso à Internet e os ISPs estão numa corrida para alcançar essas regiões mais carentes. Os investimentos em redes ópticas e equipamentos vão continuar. Porém, é preciso ficar atento às mudanças de comportamento do consumidor e agregar valor aos serviços com soluções remotas e Wi-Fi, por exemplo”, acrescenta Prado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Muitas empresas já estão adaptadas à nova realidade. É o caso da Altarede, presente em oito estados brasileiros (São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Pará, Mato Grosso, Roraima e Amazonas) e com rotas para os principais pontos de troca de tráfego de Internet do mundo, como Miami e Nova York, EUA; Amsterdã, Holanda; Frankfurt, Alemanha; e Londres, Inglaterra.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além dos serviços tradicionais de Internet e conectividade, a companhia tem no seu portfólio soluções de armazenamento de dados, co-location, VoIP – voz sobre IP, proteção anti-DDoS e Wi-Fi. “Investimos constantemente em segurança de rede, novos produtos e modernização de equipamentos para atender demandas acima de 100 Gbps”, diz Alexandre Kronig, head of sales da Altarede, acrescentando que este ano também foram feitos aportes na expansão da rede para atender às novas rotas e na adequação das normas de segurança sanitária para oferecer segurança aos colaboradores, devido à pandemia da Covid-19.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com mais de 40 mil clientes em todo o país, a companhia tem uma rede de fibra óptica com mais de 10 mil quilômetros de extensão, mesclando tecnologias GPON, FTTH, DWDM e Metro Ethernet. Hoje, o mercado corporativo abocanha 70% do seu faturamento; o restante fica por conta dos clientes residenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Kronig, a empresa espera crescer 40% este ano. Para tanto, algumas novidades já estão no roadmap. Uma delas é o lançamento de serviços sem fio utilizando o padrão Wi-Fi 6. “Já trabalhamos com Wi-Fi 5 e mesh”, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra empresa que também está atenta a mudanças é a Eyes NWhere (ENW), com sede em Manaus, AM. Em parceria com a Binario Cloud, a companhia passou a disponibilizar serviços em nuvem a clientes corporativos, incluindo a comunicação, venda e entrega dos produtos. “Este ainda é um mercado pouco explorado pelos ISPs”, diz Amilton de Lucca, presidente da Eyes NWhere.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com ele, os serviços de cloud são uma forte tendência e ganharam ainda mais importância no cenário atual. “Os usuários sofreram com a falta de recursos computacionais. Com a solução de nuvem eles podem acessar os seus serviços e arquivos de qualquer dispositivo conectado, sem precisar ligar uma máquina específica para realizar o trabalho desejado”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com foco no mercado corporativo e órgãos públicos, a empresa presta serviços de comunicações de dados, Internet e data center. Conta com uma rede de fibra óptica própria de 2 mil quilômetro de extensão, principalmente FTTH/GPON, que cobre toda a cidade de Manaus.</p>
<p style="text-align: justify;">  A ENW também desenvolve sistemas e tecnologias para integração e suporte à vigilância e monitoramento remoto em todo país. “Esses serviços podem ser oferecidos em conjunto com as soluções de conectividade. Isso nos dá um grande diferencial em condomínios, por exemplo”, destaca Lucca.</p>

		</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Aumento de ticket médio</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Com uma rede óptica de cerca de 300 quilômetros de extensão e 4 mil clientes em três cidades do interior de Minas Gerais (Oliveira, São Francisco de Paula e Cabo da Mata), o Grupo Vertentes está empenhando em aumentar o ticket médio de seus assinantes, com a oferta de novos serviços.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  De acordo com o diretor de tecnologia e inovação da empresa, Denilson Rocha, de abril a setembro deste ano o provedor ampliou o valor de compra dos seus clientes em 20%. “Este ano a expectativa é que nossa carteira de clientes cresça 10%. Nosso foco é o bom atendimento e serviços inovadores”. A empresa também tem uma rede legada wireless, que atende, principalmente, às zonas rurais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Para ele, os provedores que focam apenas em conectividade tendem a perder competitividade e ter uma parcela de lucro cada vez mais achatada. “Uma malha de fibra óptica pode gerar muitas oportunidades, mas é preciso pensar diferente para desenvolver e validar novos planos de negócios. No Grupo Vertentes, a conectividade é apenas um meio para entregar muito mais soluções aos usuários de rede”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Rocha conta que recentemente o empresa investiu em um servidor de streaming próprio para criar soluções de transporte de imagens e oferecer serviços e produtos de segurança eletrônica patrimonial. O portfólio inclui monitoramento de alarmes e cercas eletrificadas, CFTV, etc., com operação 24 x 7. Outros pacotes fornecidos pelo provedor são, por exemplo, backup corporativo, projetos de cabeamento estruturado e soluções empresariais de TI, além de Internet banda larga.</span></p>

		</div>
	</div>
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		<title>Como a tecnologia pode preparar as cidades para um futuro com mais inteligência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 14:22:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Provedores de Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[Os provedores de serviço de Internet têm um papel importante no desenvolvimento das cidades digitais. Suas infraestruturas de redes serão cruciais para melhorar a gestão dos municípios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b14951a13" data-id="6986b14951a13" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como a tecnologia pode preparar as cidades para um futuro com mais inteligência</h1>

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			<h4>Rodrigo da Silva Lucion, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.furukawalatam.com/pt-br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Furukawa Electric</a></span></h4>

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<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h5>Conteúdo oferecido por <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.klint.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Klint</a></span>, fornecedora de produtos e soluções de infraestrutura de redes para ambientes industriais, prediais e data centers</h5>

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			<h2><em>Os provedores de serviço de Internet têm um papel importante no desenvolvimento das cidades digitais. Suas infraestruturas de redes espalhadas por várias cidades do país serão cruciais para </em><em>melhorar a gestão dos municípios e ampliar a prestação de serviços à população.</em></h2>

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			<p style="text-align: justify;">  A pandemia da Covid-19 e o novo cotidiano imposto pela necessidade de isolamento social tornaram ainda mais evidente a importância da transformação digital em diversos segmentos. No caso das cidades, que já vinham investindo em digitalização com foco, principalmente, em serviços de governo eletrônico, a migração para as tecnologias digitais precisou ser acelerada para atender às demandas trazidas pela nova realidade &#8211; como, por exemplo, a o ensino remoto com transmissão de conteúdos on-line.</p>
<p style="text-align: justify;">  Essa aceleração nas cidades, que deverá continuar na pós-pandemia, só é possível graças aos investimentos feitos em tecnologia e, em particular, em redes de comunicação banda larga. Com a intensificação do uso de redes de fibra óptica baseadas em tecnologia PON – redes ópticas passivas, a barreira da velocidade de conexão está sendo superada, ampliando os horizontes de aplicações e serviços disponíveis nas cidades.</p>
<p style="text-align: justify;">  O grande desafio é aproveitar ao máximo essa infraestrutura já existente. O<strong>s</strong> ISPs &#8211; provedores de serviço de Internet têm um papel importante nesta discussão. Suas infraestruturas de redes espalhadas por várias cidades do país serão cruciais para melhorar a gestão dos municípios e ampliar a prestação de serviços à população. A combinação de esforços entre as prefeituras e os ISPs para aproveitar a conectividade e as tecnologias existentes permitirá a inclusão digital dos cidadãos.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>IoT – Internet das coisas</strong></span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Com a IoT os mais variados dispositivos do nosso cotidiano podem ser conectados à Internet e executar tarefas de modo mais automatizado e inteligente, com informações em tempo real.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Do ponto de vista de uma cidade digital, isso permite aproveitar toda a rede que conecta órgãos públicos, escolas, unidades de saúde e de segurança para viabilizar a comunicação com outras áreas de interesse, além de um controle integrado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Um bom exemplo de área que pode se beneficiar com essa integração é a mobilidade urbana. Caótica em alguns grandes centros urbanos, a mobilidade pode ganhar um controle mais eficiente por meio de tecnologias que promovam a automação de sistemas semafóricos, o monitoramento do tráfego de veículos e o atendimento emergencial em casos de acidentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Na saúde, um paciente pode ser submetido a cirurgias de emergência de forma remota, quando não houver condições ou tempo hábil para deslocamento &#8211; o que aumenta suas chances de sobrevivência. Na área de segurança, um sistema proativo é capaz de acionar a polícia em casos de atividades suspeitas, por exemplo. Esses são apenas alguns ganhos propiciados pela evolução de uma cidade digital para inteligente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A riqueza de informações geradas pela Internet das coisas é tão grande que, atualmente, boa parte dos dados acaba sendo subutilizado &#8211; algo semelhante ao que aconteceu quando a banda disponível aumentou de forma expressiva e não foi aproveitada adequadamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Esse excesso de informações, aliado à falta de um agente capaz de tratá-las de modo coeso, é um dos motivos pelos quais a maior parte das cidades digitais ainda não se tornou inteligente. A inteligência dessas cidades teria um custo financeiro e exigiria recursos especializados que o excesso de informações mal aproveitadas não compensaria. Imagine o que fazer, por exemplo, com todas as informações geradas por um sistema de trânsito, como horários de maior fluxo, tipos de transporte mais comuns, rotas mais utilizadas, placas dos carros, avarias ou cargas irregulares, lugares com maior índice de acidentes, comportamentos perigosos e tantos outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Agora, imagine isso em uma cidade que é composta por inúmeros outros sistemas e, ainda, ações preditivas com premissas estatísticas a partir desses dados. Seria praticamente inviável, em termos operacionais, ter pessoas analisando todos esses casos, criando soluções e acionando os responsáveis em tempo real.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Esse patamar, certamente, virá com o big data e a IA &#8211; inteligência artificial aplicados de forma analítica às cidades inteligentes. Isso as tornaria ainda mais inteligentes e, de certo modo, autônomas. Com esses recursos de tecnologia, os dados gerados pelos dispositivos IoT podem ser armazenados, classificados e ficar disponíveis para consulta por todos os sistemas. Nesse modelo, uma aplicação de monitoramento por câmeras de segurança, por exemplo, pode evoluir para um sistema de prevenção, com análise de comportamentos capaz de indicar a intenção de violação da lei. Mais do que isso, o sistema permitiria determinar, ao longo do tempo, os locais, horários e circunstâncias mais propícios à ocorrência de crimes, mapeando o posicionamento das forças policiais de forma eficiente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  No caso da saúde, seria possível criar campanhas proativas, utilizando estatísticas do sistema, ou direcionar recursos especiais para áreas específicas, com base em históricos de eventos ou no aumento de endemias (como casos de dengue), de forma muito mais rápida e precisa. Além disso, o sistema poderia permitir que o planejamento de um tratamento médico fosse feito com base em informações de hereditariedade do paciente &#8211; por meio de consultas e diagnósticos de seus pais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  As possibilidades são muitas e a tecnologia hoje permite caminhar nessa direção. Atualmente, já existem iniciativas envolvendo o uso de big data e desenvolvimentos em IA para que essas informações possam ser retroalimentadas visando a aprendizagem dos sistemas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A verdade é que as cidades já passaram do estágio de totalmente manuais, sem conectividade e com carência de informação. Hoje, elas estão semiautomatizadas, com conectividade e a caminho do excesso de informação. No futuro próximo, além de conectadas, as cidades poderão estar automatizadas e com as informações sendo aproveitadas em benefício de uma melhor gestão e da oferta de serviços eficientes e adequados às demandas de seus cidadãos.</span></p>

		</div>
	</div>
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		<title>Wi-Fi 6/6E – Afinal, qual é a importância da frequência de 6 GHz?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 14:21:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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		<category><![CDATA[Wi-Fi 6]]></category>
		<category><![CDATA[Wi-Fi 6E]]></category>
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					<description><![CDATA[O Wi-Fi 6E abre a possibilidade de utilizar os canais de 160 MHz, que, somados ao 4K QAM, oferecem velocidades extremas de até 10.8 Gbps.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b149539a3" data-id="6986b149539a3" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Wi-Fi 6/6E – Afinal, qual é a importância da frequência de 6 GHz?</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Guilherme Franco, CTO da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="www.l8group.net" target="_blank" rel="noopener noreferrer">L8 Group</a></span></h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h5>Conteúdo oferecido por <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://www.l8group.net" target="_blank" rel="noopener noreferrer">L8 Group</a></span>, fornecedora de produtos e serviços de tecnologia</h5>

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			<h2><em>O Wi-Fi 6E abre a possibilidade de utilizar os canais de 160 MHz, que, somados ao 4K QAM (modulação de amplitude em quadratura de 4096), possibilitam velocidades extremas de até 10.8 Gbps. </em></h2>

		</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  O padrão mais recente para conexões sem fio é o Wi-Fi 6 e possui o codinome oficial “IEEE 802.11ax” (ou o menos conhecido: High-Efficiency Wireless &#8211; HEW). O processo de certificação em si ainda não foi oficialmente lançado pela IEEE (previsto ainda para 2020) — os produtos que vemos no mercado fazendo menção ao Wi-Fi 6 usam o draft de 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">  O novo padrão “6” é muito superior ao Wi-Fi 5 (ou 802.11ac, que foi lançado em 2013). Dentre os vários recursos presentes na nova versão, um dos principais é o OFDMA &#8211; Orthogonal Frequency-Division Multiple Access que permite a criação de subcanais, possibilitando que vários dispositivos consigam transmitir ao mesmo tempo (até 37 usuários/dispositivos por canal). Assim, até 2 mil dispositivos podem ser conectados por AP – ponto de acesso! Além disso, há o WPA3, com segurança superior ao WPA2 (até mesmo em redes abertas, que não usam senha).</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Mas o recurso que todos estão aguardando é o uso da frequência de 6 GHz, ou seja, o Wi-Fi 6E (E de Enhanced = aprimorado). Alguns fabricantes do segmento residencial já possuem produtos com Wi-Fi 6E, como o novo Asus GT-AXE11000 (que usa chipset Broadcom). A Qualcomm também lançou a nova linha de chipsets Immersive Home série 300 (residencial) e a Networking Pro série 600, 800, 1200 e 1600 (para o segmento corporativo). A fabricante Ruckus incluirá o recurso nos modelos 800. Mas afinal, qual é a importância do 6E/6 GHz?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Primeiramente, por ser uma frequência nova/limpa, não há conflito/interferência com outros dispositivos, o que garante uma comunicação muito mais eficiente, limpa e com menor latência. Isso porque no mundo wireless sempre que há uma transmissão, os demais dispositivos precisam esperar até o meio estar livre para transmitirem naquele mesmo canal (ou subcanal em OFDMA), caso contrário, há conflito, o que resulta em perda de pacotes e latência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  O 6E também abre a possibilidade de utilizar os canais de 160 MHz, que, somados ao 4K QAM (modulação de amplitude em quadratura de 4096, do inglês Quadrature Amplitude Modulation), possibilitam velocidades extremas de até 10.8 Gbps. Há ainda o recurso de spatial streams (até 16 streams), mas é algo mais voltado ao MIMO, que é pouco usado na prática (pois depende de um “alinhamento dos planetas”, com uma quantidade específica de devices, reflexo, ambiente, simultaneidade de transmissão etc.).</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>E agora, compro um equipamento Wi-Fi 6 ou espero um Wi-Fi 6E?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Se você precisa montar uma rede nova ou fazer um upgrade, investir num equipamento que seja Wi-Fi 5 perde um pouco o sentido, pois o Wi-Fi 6 é muito superior e garante um “future-proof” do ambiente para os anos seguintes (mesmo sem o 6E).</p>
<p style="text-align: justify;">  Já o Wi-Fi 6E garantirá ainda mais longevidade, porém, os preços ainda são muito mais altos. Como qualquer nova tecnologia, é recomendado aguardar um pouco até que o 6E tenha preços mais competitivos. Se você adora estar na vanguarda, abra o bolso, vá de 6E agora e seja feliz! Porém, se puder esperar um pouco, terá um melhor custo-benefício nos próximos meses. O que não faz muito sentido é comprar apenas o Wi-Fi 6 agora (sem o E) e depois querer trocar tudo pelo 6E, pois gastará duas vezes. Uma vantagem é que ambos podem conviver juntos (6 e 6E) e é possível seguir com 6 e aplicar 6E apenas nos locais mais estratégicos no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">  O 6 é similar a comprar aquele carro com motor v6 que vai lhe atender e tem melhor custo-benefício: é mais econômico e tem estradas para andar (já há notebooks, TVs, videogames e smartphones com Wi-Fi 6), mas aí falta aquela potência do v8. Muitos vão preferir o v8 (e pagar por isso), mas não terão estrada para andar com ele (vai levar mais um tempo os notebooks e smartphones com 6E chegarem).</p>
<p style="text-align: justify;">  E aí? Você vai comprar o v6 e ficar com ele por anos ou comprar logo o v8? Ou você vai comprar o v6, depois vender e comprar um v8? A L8 Group tem todos os modelos disponíveis a pronta entrega.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>ISPs têm papel fundamental na expansão da banda larga no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 14:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Abranet]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Provedor de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
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					<description><![CDATA[Os provedores de serviços de Internet são responsáveis por 35% dos acessos de banda larga fixa em serviço no Brasil, com 12 milhões de conexões ativas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h6><span style="font-size: 12px;">Foto &#8211; Creativeart &#8211; Freepik.com</span></h6>

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			<h1>ISPs têm papel fundamental na expansão da banda larga no país</h1>

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			<h2>Segundo a Anatel, em agosto último, os provedores de serviços de Internet foram responsáveis por 35% dos acessos de banda larga fixa em serviço no Brasil, com 12 milhões de conexões ativas.</h2>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  O Brasil tem 134 milhões de usuários conectados à Internet, o que representa 74% da população com 10 anos ou mais. Apesar do aumento significativo nos últimos anos na proporção da população brasileira que usa a rede, cerca 47 milhões de pessoas seguem desconectadas. Os dados são da pesquisa TIC Domicílios 2019, realizada pelo Cetic.br &#8211; Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação do NIC.br &#8211; Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, vinculado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  O levantamento, feito antes da pandemia (entre outubro de 2019 e março de 2020), dá uma ideia do potencial de um mercado em que ganham importância os ISPs &#8211; provedores de serviços de Internet. Essas empresas têm tido um papel crucial no enfrentamento da crise da Covid-19. Segundo a Anatel, em agosto último, elas foram responsáveis por 35% dos acessos de banda larga fixa em serviço no Brasil, com 12 milhões de conexões ativas. São mais de 15 mil PPPs &#8211; Prestadoras de Pequeno Portes espalhadas pelo país.</p>
<p style="text-align: justify;">  Durante o Seminário Conecta Brasil 2020, realizado pela agência, Sidnei Batistella, representante da Abrint – Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações, apresentou comparativos entre os cenários anteriores e durante a crise, com forte atuação das PPPs. Segundo Batistella, os pequenos provedores cresceram 25% durante a crise – esse percentual foi de 12% nas grandes operadoras. O evento, on-line, aconteceu em setembro último e debateu as telecomunicações na pandemia.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Eduardo Neger, presidente da Abranet &#8211; Associação Brasileira de Internet, destaca que em cidades menores os ISPs chegam a ter um market share de 65% no mercado de banda larga e, em âmbito nacional, esse percentual é de pouco mais de 30%. “Em 2019, as PPPs foram responsáveis por 90% da expansão da rede de banda larga no país. A expectativa é de que em 2021 este segmento mantenha o índice de crescimento histórico”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A diretora executiva da Abrint, Alessandra Lugato, é mais uma a afirmar que as PPPs estão em franca expansão, especialmente quando se analisa os acessos com mais de 35 Mbps. “De março a agosto, os provedores de Internet cresceram 35% no número de acessos com mais de 35 Mbps, chegando a quase 1,5 milhão. Nas grandes operadoras esse percentual foi de 15% no mesmo período”, completa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  <a style="color: #ffffff;" href="https://www.infranewstelecom.com.br/mudanca-de-paradigma-das-redes-opticas/">Os ISPs também vêm acelerando as implantações das redes de fibra óptica pelo país</a>. Dados da Anatel mostram que essas empresas estão presentes com infraestrutura óptica em 2633 municípios – sendo que 875 deles são atendidos por fibra apenas por esses provedores, o que representa 15,7% das cidades do país. O Brasil fechou 2019 com 4012 municípios com backhaul de fibra óptica, atingindo 72% do total. “Quando consideramos apenas os acessos em fibra óptica, os provedores têm uma participação de mercado de 67%”, diz Alessandra.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Oportunidades e desafios</strong></span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  A adoção de novos hábitos durante a pandemia e a chegada de tecnologias, como 5G e Wi-Fi 6, deverão gerar oportunidades, mas também trazer grandes desafios. “Os ISPs devem melhorar ainda mais a qualidade da rede e ampliar a oferta de serviços adicionais. Para clientes corporativos estão em alta serviços gerenciados, cloud computing, segurança, redes definidas por software, comunicações unificadas e Wi-Fi, por exemplo. Já na oferta residencial o destaque fica por conta de soluções de IPTV”, diz João Moura, presidente executivo da Telcomp &#8211; Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Segundo ele, o crescimento do tráfego das redes este ano tem alcançado cerca de 30% e este aumento exige investimentos para fortalecer a capacidade da infraestrutura. “Os ISPs estão bem aparelhados para executar os investimentos e atender à demanda em todo o país, que aumenta nas regiões menos dinâmicas e em áreas das grandes cidades que não são bem atendidas pelas operadoras tradicionais”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Para Neger, da Abranet, essas empresas terão inúmeras oportunidades, principalmente aquelas que já atuam com tecnologia de fibra óptica e que se estruturarem para o novo. “No próximo ano veremos uma consolidação da fibra óptica como tecnologia de acesso fixo. Além disso, as aplicações de IoT – Internet das coisas devem ganhar força, em conjunto com os serviços de valor adicionados e do PIX como meio de pagamentos dos serviços”.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Ocupação dos postes e obstáculos de acesso a crédito</em></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Um dos grandes gargalos do setor é a ocupação dos postes. O assunto tem gerado muita polêmica nos últimos anos. As reclamações vão desde a ausência de fiscalização e os altos preços para o direito de uso da infraestrutura até a falta de uma norma unificada para as distribuidoras de energia elétrica do país. Moura também critica os processos lentos de aprovação e as medidas desordenadas de cortes de redes clandestinas. “Sem falar na cobrança de direito de passagem em rodovias e de TPU em várias cidades, objeto de inúmeras ações judiciais, sempre bem-sucedidas, mas que não fazem os entes públicos desistirem de cobranças ilegais”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Para Alessandra, da Abrint, o ideal seria que a Anatel e a Aneel &#8211; Agência Nacional de Energia Elétrica criassem uma nova resolução sobre o assunto com avanços em relação à resolução n. 4 de 2014, como a manutenção do preço e referência, com uma fiscalização maior para que possa ser praticado pelas distribuidoras de energia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Vale dizer que a Aneel, no dia 24 de novembro último, decidiu recriar a <a style="color: #000000;" href="https://www.aneel.gov.br/sala-de-imprensa-exibicao-2/-/asset_publisher/zXQREz8EVlZ6/content/comissao-conjunta-de-resolucao-de-conflitos-e-recriada/656877?inheritRedirect=false&amp;redirect=https://www.aneel.gov.br/sala-de-imprensa-exibicao-2%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_zXQREz8EVlZ6%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_pos%3D1%26p_p_col_count%3D3" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Comissão Conjunta de Resolução de Conflitos das Agências Reguladoras dos Setores de Energia Elétrica, Telecomunicações e Petróleo</a> e convalidar os atos praticados após 28 de junho de 2019. A Comissão, que havia sido instituída pela Resolução Conjunta nº 2, de 2011, foi extinta em face do Decreto nº 9.759, de 2011. Com a publicação da Lei das Agências Reguladoras (Lei nº 13.848, de 25 de junho de 2019), integrantes da Aneel, Anatel e ANP – Agência Nacional do Petróleo propuseram a recriação da Comissão por meio de uma Resolução Conjunta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Composta por dois representantes de cada agência (ANEEL, Anatel, ANP), a Comissão tem o objetivo de resolver conflitos inerentes ao compartilhamento de instalações entre agentes do setor elétrico, prestadores de serviços de telecomunicações e agentes de transporte dutoviário de petróleo. As divergências abrangem preço do compartilhamento, regularização da faixa de ocupação dos postes, inadimplemento de cláusulas contratuais, negativa de celebração de contrato e regularização do número de pontos contratados entre distribuidoras de energia elétrica e prestadoras do serviço de telecomunicações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Outro entrave para os ISPs é a falta de acesso a crédito, que poderia ser resolvida com a criação de um fundo garantidor, na opinião de Alessandra. “Os Bancos exigem a chamada garantia real e não aceitam a rede de fibra como garantia, o que limita os investimentos apenas ao capital próprio das empresas”. Somam-se a isso, a elevada carga tributária e a insegurança jurídica em função de divergências na classificação e tributação de serviços de valor adicionado.</span></p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Fusões e aquisições</em></strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Uma forte tendência do setor é a ocorrência de fusões e aquisições, natural em mercados pulverizados e promissores, que despertam o interesse de fundos de investimentos e de grupos maiores e que estão em ritmo acelerado. “O requisito é ter operações consolidadas e boa governança”, diz Neger, da Abranet.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  É uma forma de gerar valor ao setor, acelerar o crescimento, melhorar o aperfeiçoamento técnico e, até mesmo, na avaliação de Moura, de formar uma classe de operadoras forte e bem estruturada, alternativas aos grandes grupos e que poderão vir ao mercado por meio de IPO’s, beneficiando toda a cadeia.</span></p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>5G: Novas oportunidades para os provedores de Internet</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/5g-novas-oportunidades-para-os-provedores-de-internet/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=5g-novas-oportunidades-para-os-provedores-de-internet</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 14:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Backbone]]></category>
		<category><![CDATA[Backhaul]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud pública]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ISPs aguardam com expectativa a realização do leilão do 5G e se preparam para o salto de qualidade dos serviços que a tecnologia irá proporcionar. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b149583c9" data-id="6986b149583c9" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>5G: Novas oportunidades para os provedores de Internet</h1>

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			<h2>Não são só as grandes operadoras que estão ansiosas para a chegada do 5G no Brasil. Os ISPs – provedores de serviços de Internet também aguardam com expectativa a realização do leilão, previsto para o primeiro semestre de 2021, e se preparam para o salto de qualidade dos serviços que a tecnologia irá proporcionar.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  De acordo com um estudo realizado pela IDC, especialista em pesquisa e consultoria da área de TI, para o Movimento Brasil Digital, o uso do 5G no país deve gerar cerca de US$ 22,5 bilhões em negócios entre empresas (B2B) até 2024. O estudo mostra que novas tecnologias, como IoT – Internet das coisas, serviços de cloud pública, big data e segurança, ganharão ainda mais destaque, especialmente a partir de 2022. Entre 2020 e 2024, está prevista uma CAGR – taxa de crescimento anual composta de 179%.</p>
<p style="text-align: justify;">  O documento ainda indica que o novo sistema de conectividade impactará no rearranjo do ecossistema de tecnologia. Se antes a função central era exercida pela operadora, porque ela era a provedora de todos os elos da cadeia, agora o papel de conexão será feito por quem implanta a tecnologia, tendo o <em>use case</em> no centro das atenções, em seus mais variados setores, como utilities, manufatura, educação e agronegócio. “Para que as implementações prosperem é importante que não apenas as grandes operadoras, mas todos os demais elos de uma cadeia estejam dispostos a estabelecer esse grupo de aliança”, diz Luciano Sabóia, gerente de telecomunicações da IDC Brasil, responsável pelo estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">  As possibilidades abertas com o 5G, de fato, são inúmeras e deverão estimular todo o setor. Os ISPs também estão nesta corrida. A rapidez e qualidade de transmissão de dados favorecerão a expansão do acesso para áreas remotas ou pouco atendidas, a aceleração de setores que precisam de conectividade contínua e o desenvolvimento de novos serviços, em especial por dispositivos móveis.</p>

		</div>
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			<a href="http://www.lbrx.com.br/" target="_blank"  class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey rollover"   ><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1350" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/11/LBRX-Anuncio-1000-x-1350-px.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="LBRX - Anuncio - 1000 x 1350 px" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/11/LBRX-Anuncio-1000-x-1350-px.jpg 1000w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/11/LBRX-Anuncio-1000-x-1350-px-222x300.jpg 222w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/11/LBRX-Anuncio-1000-x-1350-px-759x1024.jpg 759w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/11/LBRX-Anuncio-1000-x-1350-px-768x1037.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/5g-novas-oportunidades-para-os-provedores-de-internet/lbrx-anuncio-1000-x-1350-px/" /></a><figcaption class="vc_figure-caption">PUBLICIDADE</figcaption>
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			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  De olho nesse futuro próximo, algumas empresas já se adiantam. <a style="color: #ffffff;" href="https://www.infranewstelecom.com.br/americanet-inicia-testes-de-5g-no-interior-de-sp/">A Americanet, em parceria com a Nokia, iniciou testes com a tecnologia 5G, em Pindamonhangaba, SP, utilizando as faixas de 3,5 e 26 GHz</a>. Os planos da empresa são de levar o que há de mais moderno a municípios com menos de 100 mil habitantes, inclusive com a participação de ISPs locais, e oferecer serviços a mais de 500 cidades paulistas e de outras regiões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Acredita-se que as grandes operadoras deverão se concentrar nas capitais e regiões metropolitanas, enquanto as PPPs &#8211; Prestadoras de Pequeno Porte irão incrementar seus serviços nas demais regiões. Para isso, no entanto, terão de participar do leilão de concessão, o que ainda não foi definido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  De acordo com o secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Vitor Menezes, o ambiente regulatório, destinação de faixa, políticas públicas e compromisso de cobertura para a operação já estão prontos e o edital está em preparação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Pela proposta em estudo, há um bloco de 80 MHz orientado para as PPPs, na faixa de 3,5 MHz, disponível em sete regiões de prestações. Os provedores ficariam dispensados de contribuir para mitigação de interferências na TV aberta recebidas por antena parabólica (TVROs) e do ressarcimento às operadoras de satélite que deverão desocupar a banda C estendida, de faixas de 3.625 a 3.700 MHz.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Oportunidades e desafios        </strong></span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Dario Prado, diretor de novos negócios e parcerias da DConsult Telecomunicações, acredita que o 5G complementará a área de cobertura por parte das operadoras e provedores e permitirá um volume maior de conexões. “A tecnologia trará oportunidades para os ISPs em diferentes setores, como agronegócio, indústrias e na zona rural”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Em um país de tantos contrastes populacionais e mercadológicos, atender a todos pode não depender do 5G, mas sim das PPPs. “O que de fato vai democratizar a Internet é a convivência entre as diversas tecnologias – como fibra óptica e até mesmo o 4G -, que deverá aumentar a competitividade entre elas, com maior disponibilidade de acessos e menor custo”, avalia Lairto dos Santos, diretor de negócios da MHNet Telecom.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  <a style="color: #000000;" href="https://www.infranewstelecom.com.br/unifique-e-mhnet-telecom-criam-mvno-na-regiao-sul-do-pais/">Fundada há 18 anos, a empresa conta com uma rede de fibra óptica com mais de 25 mil quilômetros de extensão</a> e está presente nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, atuando em 82 cidades no varejo e mais de 300 municípios no atacado, conectando mais de 100 ISPs.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Na opinião do presidente-executivo da Telcomp &#8211; Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas, João Moura, o 5G permitirá que os ISPs ofertem não apenas serviços aos consumidores, como conectividade para os sites das grandes operadoras, opinião dividida com Santos que estima que, com o 5G, a demanda por acessos por fibra óptica para conexão das antenas seja de cinco a dez vezes superior à atual.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Além disso, os provedores poderão fornecer infraestrutura para os POPs – pontos de presença, antenas, torres para instalação das antenas e Internet para conexão, uma vez que a atuação com 5G deverá estimular outros investimentos, como em redes fixas e data centers.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Aproveitar todas as potencialidades da tecnologia dependerá, no entanto, da superação de alguns desafios, que vão desde questões regulatórias, definição de espectro e utilização de infraestrutura de dutos e postes até o direito de passagem, aspectos tributários e fatores geopolíticos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  O primeiro é o próprio leilão. “Esperamos que o desenho dos blocos regionais, o preço e as obrigações de cobertura possibilitem a participação dos provedores. E que ainda a regulamentação do mercado secundário, redes neutras, MVNOs e uso secundário criem novas oportunidade para as operadoras competitivas participarem de fato da era 5G, mesmo sem adquirirem diretamente o espectro”, afirma Moura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Espera-se, ainda, que o edital restrinja a participação de empresas que visem adquirir licenças para revenda futura, o que oneraria o investimento na infraestrutura necessária. É possível, inclusive, que muitos provedores de menor porte não tenham recursos para os investimentos para novas operações, intensificando as fusões e aquisições e a ação de investidores externos nessas empresas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Para Santos, da MHNet, saem na frente os provedores com boa governança corporativa, histórico de formação de parcerias com outros players do segmento e agilidade nas tomadas de decisão e execução. “Naturalmente, a capacidade de investimentos das PPPs estará muito associada às condições macroeconômicas do país e da disponibilidade de credito. Mas, acredito que, hoje, temos empresas muito bem estruturadas”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Acelerar a implantação das antenas de telecomunicações é outro tema fundamental para o sucesso do 5G. O Presidente Jair Bolsonaro assinou no dia 1 de setembro último o decreto que regulamenta a <a style="color: #000000;" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/L13116.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei das Antenas (Lei nº 13.116/2015</a>). Aguardado há mais de cinco anos pelo setor, o decreto traz uma série de regras que facilitam a instalação de antenas. “Sem agilidade na liberação de licenças para implantação de novas antenas, não teremos o 5G de fato. É fundamental a uniformização e padronização da legislação para implantação de novas antenas”, diz Santos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Ele enxerga a possibilidade de substituição do acesso banda larga fixa com fibra óptica, por meio da tecnologia FWA &#8211; Fixed Wireless Access ou do próprio 5G móvel, o que leva a empresa a focar em melhoria e fidelização de clientes. Na sua opinião, o 5G será voltado à evolução das conexões, principalmente para as aplicações que demandam conectividade permanente e com baixíssima latência, como carros autônomos e as possibilidades de expansão da telemedicina móvel. “A convivência entre as diversas tecnologias vai garantir cada dia novas oportunidades de conexão, gerando a democratização do acesso pela maior disponibilidade e consequente redução de custos”.</span></p>

		</div>
	</div>
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		<title>Wi-Fi 6: Como o novo padrão pode gerar mais receitas para os ISPs</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/wi-fi-6-como-o-novo-padrao-pode-gerar-mais-receitas-para-os-isps/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=wi-fi-6-como-o-novo-padrao-pode-gerar-mais-receitas-para-os-isps</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 14:19:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[802.11 ac]]></category>
		<category><![CDATA[802.11 ax]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
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		<category><![CDATA[Wi-Fi]]></category>
		<category><![CDATA[Wi-Fi 6]]></category>
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					<description><![CDATA[Em menos de cinco anos, os usuários terão cerca de 50 dispositivos conectados à rede domiciliar. E essa realidade poderá ser plenamente atendida pelo Wi-Fi 6. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b1495a627" data-id="6986b1495a627" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Wi-Fi 6: Como o novo padrão pode gerar mais receitas para os ISPs</h1>

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			<h2>Em menos de cinco anos, os usuários terão cerca de 50 dispositivos conectados à rede domiciliar. E essa realidade poderá ser plenamente atendida pelo Wi-Fi 6. Neste cenário, a tecnologia se mostra uma excelente oportunidade para melhorar o serviço prestado pelos provedores de Internet.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A mais recente geração de rede de acesso sem fio, o Wi-Fi 6 (IEEE 802.11ax), promete melhorias significativas em comparação ao padrão anterior (IEEE 802.11ac), ao apresentar uma taxa de transmissão de dados para cada usuário único 37% mais veloz do que o Wi-Fi 5 e capacidade de transferência quatro vezes maior em ambientes densos, como aeroportos, shoppings, eventos e campos de futebol. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/conheca-o-novo-padrao-wi-fi-802-11-ax/">Além de maior desempenho em locais com muitos dispositivos</a>, a tecnologia tem melhor alcance através de paredes e o consumo de energia é reduzido, o que deve se traduzir em um aumento na vida útil das baterias dos aparelhos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o Prof. e Dr. Edelberto Franco Silva, da Universidade Federal de Juiz de Fora, de Minas Gerais, com o crescimento da IoT &#8211; Internet das coisas, estima-se que, em menos de cinco anos, os usuários tenham por volta de 50 dispositivos conectados à rede domiciliar, dentre assistentes pessoais, smartphones, smartTVs e outros equipamentos inteligentes. E essa realidade poderá ser plenamente atendida pelo Wi-Fi 6 e com melhor conectividade. “Neste cenário, a tecnologia se mostra uma excelente oportunidade para melhorar o serviço prestado pelos provedores de Internet em geral”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">  Tecnicamente, como explica o professor, o Wi-Fi 6 usa modulação 1024-QAM e configuração de canal MU-MIMO (MIMO para múltiplos usuários), além de OFDMA, considerado um grande avanço em relação à geração anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">  Apesar de manter a largura de banda do canal de 20/40 MHz, nas frequências de 2.4 GHz e 80+80 MHz, e 160 MHz, em 5 GHz, o que não é tão diferente da geração 5, o Wi-Fi 6 otimiza o uso do espectro e utiliza um espaçamento da subportadora de aproximadamente 78 kHz, bem inferior aos 312.5 kHz do IEEE 802.11ac, o que auxilia no crescimento da taxa de dados. “Todos os aspectos incorporados na nova geração melhoram a concorrência do canal e a qualidade do sinal, mesmo com vários usuários simultâneos”, diz Silva.</p>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  De acordo com ele, o Wi-Fi 6 terá capacidade de atender a mais usuários, com banda muito superior e redução do consumo energético dos dispositivos finais, com velocidades entre 1.2 Gbps por fluxo a 4.8 Gbps por quad-fluxos simultâneos (existem resultados teóricos de até 9.6 Gbps com mais fluxos simultâneos). <a style="color: #ffffff;" href="https://www.infranewstelecom.com.br/wi-fi-6-6e-afinal-qual-e-a-importancia-da-frequencia-de-6-ghz/">Há ainda um esforço para que o Wi-Fi 6 também suporte a faixa de 6 GHz, o que está sendo chamado de Wi-Fi 6E</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Jonas Trunk, diretor presidente da Linktel, operadora que oferece serviços de conexão sem fio a diversas regiões do país, ainda acrescenta que o padrão provê maior estabilidade na banda dos centenas de usuários que deverão se conectar por AP &#8211; ponto de acesso. “Um projeto com Wi-Fi 6 utiliza menos pontos de acesso, mas o sistema garante mais de 1 G por device, especialmente os mais modernos. As frequências atuais de Wi-Fi serão as que mais se solidificarão, dado ao custo e às plantas de celulares no Brasil”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  O Wi-Fi 6 pode ter um impacto muito positivo na percepção dos consumidores sobre a qualidade dos serviços prestados pelos provedores, uma vez que é comum os atuais equipamentos não acompanharem a velocidade de transmissão de dados, mesmo com banda larga superior a 100 Mbps. Mas o padrão Wi-Fi 5 ainda atende às necessidades atuais de muitas empresas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A MHNet Telecom, por exemplo, fornece soluções de gestão de acesso Wi-Fi, aderentes à LGPD &#8211; Lei Geral de Proteção de Dados, e comercializa roteadores com Wi-Fi 5. Está nos planos da empresa disponibilizar serviços de Wi-Fi com cobertura outdoor e locais de grande circulação, para ampliar e complementar os serviços de banda larga fixa e móvel 4G já fornecidos.</span></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Para o diretor de novos negócios da MHNet, Lairto dos Santos, o Wi-Fi 6 será importante na oferta de serviços com velocidades de até 1 Gbps, prevista pela MHNet. Hoje, a empresa oferece planos de até 300 Mbps. “Estamos estudando várias alternativas de utilização do padrão para complementar a cobertura de banda larga, fixa ou móvel”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a tendência de aumento do número de dispositivos conectados e diante da relevância que a mobilidade vem tomando, a consolidação da tecnologia é questão de tempo. Um ponto ainda em discussão é a utilização do WI-Fi 6 para complementar o escoamento do tráfego off-load.</p>
<p style="text-align: justify;">  Existem estudos que indicam que essa proposta é tecnicamente viável, mas pode não ser tão vantajosa no aspecto comercial, segundo Silva. “Acredito que o que mais vai determinar o uso do Wi-Fi nesse propósito são as parcerias entre as empresas de telecom maiores e as PPPs”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na avaliação de Trunk, da Linktel, o escoamento do tráfego off-load será mais beneficiado pelo Wi-Fi 6E, dada a capacidade de banda disponível, de 2,5 e 5 Giga inicialmente, o que, num primeiro momento, deverá ocorrer em ambientes fechados e de forma mais rápida do que a introdução do 5G, tendo em vista o custo mais baixo.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entendimento de Santos, a participação do Wi-Fi no escoamento do tráfego off-load irá aumentar, o que será fundamental para o sucesso do 5G, evitando a saturação da rede no suporte a um elevado número de usuários simultâneos.</p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">   Os benefícios da nova geração de Wi-Fi são evidentes, mas não garantem sua adoção imediata, não só por ainda precisar de tempo para a homologação de dispositivos e para a viabilização da infraestrutura, como pelos custos que ainda são altos, mas que devem cair com a popularização e massificação do uso e o ganho em escala.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Trunk chama a atenção para o fato de que um ponto de acesso Wi-Fi 6 simples custa cerca de 35% a mais do que um ponto de acesso carrier carrier. Em geral, os preços estão diretamente ligados aos benefícios alcançados, o que demonstra ser necessário identificar os usos mais indicados e beneficiados pela tecnologia. “O preço de um AP Wi-Fi 6 com diversas vantagens tecnológicas é o dobro de um carrier carrier”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  É certo que o Wi-Fi 6 é uma das tecnologias mais promissoras para atender à crescente demanda, mas não é a única. “As empresas que almejarem posição de destaque no futuro terão que fazer uso das mais diversas tecnologias de acesso, combinando fibra óptica em conexões de Gigabit, 5G e Wi-Fi 6, uma vez que se complementam e ampliam a experiência do usuário com vídeos de qualidade 4 k ou 8 k, games, cada vez mais realistas, e Internet das coisas com zero latência”, avalia Santos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Trunk vê com bons olhos a chegada do padrão para competir com a oferta de banda por usuário e para roaming/off-load também com 5G. Para ele, o fato de o Wi-Fi 6E ainda depender de regulamentação da Anatel pode atrasar sua implementação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  O Wi-Fi 6 chega com o início da operação do 5G, cujo leilão deverá ocorrer em 2021, e ainda que tais tecnologias pareçam concorrentes, ambas primam pela qualidade de transmissão e serão importantes para o aumento da capacidade de rede e a expansão do atendimento; a primeira em ambientes indoor, como casas, estádios, aeroportos, e a segunda em aplicações outdoor, como automóveis e drones.</span></p>

		</div>
	</div>
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		<title>Mudança de paradigma das redes ópticas</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/mudanca-de-paradigma-das-redes-opticas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mudanca-de-paradigma-das-redes-opticas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 14:14:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Backbone]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[FTTH]]></category>
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		<category><![CDATA[Microcabos]]></category>
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		<category><![CDATA[Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
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					<description><![CDATA[As redes ópticas passam por importantes mudanças de paradigmas. Temas como redes de acesso FTTx com arquiteturas abertas e desagregadas, redes definidas por software e virtualização estão cada vez mais presentes no debate nacional e internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b1495cd5a" data-id="6986b1495cd5a" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Mudança de paradigma das redes ópticas</h1>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Marco Antônio Scocco, gerente técnico e de engenharia de aplicação da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://bit.ly/STLInfranews" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sterlite Conduspar</a></span></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h5>Conteúdo oferecido por <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://bit.ly/STLInfranews" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sterlite Conduspar</a></span>, fabricante multinacional de cabos ópticos, com unidade industrial no Brasil</h5>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><em>As redes ópticas passam por importantes mudanças. Temas como redes de acesso FTTx com arquiteturas abertas e desagregadas, redes definidas por software, virtualização, redes neutras, convergência de tecnologias, etc. estão cada vez mais presentes no debate internacional.</em></h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Estamos passando por um extraordinário momento de transformação digital em todo o mundo, com números de consumo e tráfego de dados sem precedentes. Podemos observar que há importantes mudanças de paradgimas, incluindo os das redes ópticas, que são fundamentais e necessárias para fazer frente a esse cenário de transformação digital presente e futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">  Temas como redes de acesso FTTx com arquiteturas abertas e desagregadas, redes definidas por software (SDN), virtualização, redes neutras, convergência de tecnologias, etc. estão cada vez mais presentes no debate internacional. Essas mudanças buscam atender às demandas das operadoras que visam, entre outros pontos [1,2]:</p>
<p>• Reduzir o custo e aumentar a velocidade de implantação das suas redes ópticas.</p>
<p>• Definir redes mais flexíveis e escaláveis.</p>
<p>• Oferecer novos serviços e obter novas oportunidades de monetização.</p>
<p>• Habilitar inovações mais rápidas nos diversos ecossistemas.</p>
<p>• Quebrar as travas dos hardwares e softwares proprietários.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Muitas empresas no Brasil vêm acompanhado essas mudanças, mas ainda estamos em um estágio de preocupação com temas mais básicos. No cenário dos ISPs &#8211; provedores de serviço de Internet a situação é ainda mais complexa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Existem atualmente mais de 10 mil ISPs ativos no Brasil que estão buscando conquistar seu espaço e competindo com as grandes operadoras do setor. Esse grupo já representa mais de 33% do tráfego de Internet e tem sido responsável por quase 50% da implantação das redes ópticas nos últimos anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  O processo de consolidação desses ISPs já vem ocorrendo há alguns anos e tem promovido o surgindo de empresas de maior porte que já são classificadas como operadoras competitivas. Já é possível notar que essas empresas começam a ter um maior grau de atenção e preocupação com suas redes ópticas, assim como as operadoras tradicionais [3].</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Os números dos ISPs são impressionantes e acredito inéditos no mundo. Essas empresas buscam implantar rapidamente suas redes ópticas para conquistar e expandir sua base de clientes, oferecer melhores serviços e poder ter retorno mais rápido do seu investimento. Mas, pode-se afirmar que mudanças de paradigmas são necessárias em suas estratégias para as redes ópticas.</span></p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Maior disponibilidade de fibras ópticas</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Muitos ISPs se baseiam no paradigma de utilização de cabos com a quantidade mínima necessária de fibras ópticas, tanto no acesso FTTx como nos backbones intermunicipais. Os cabos mais utilizados atualmente são os aéreos de até 12 fibras.</p>
<p style="text-align: justify;">  São decisões baseadas na visão de curto prazo e redução do investimento (Capex), sem um plano diretor da rede com visão da evolução de médio e longo prazos. É comum ocorrer a necessidade de instalação de novos cabos em curto espaço de tempo, para atender demandas não previstas. Isso significa redundância de investimento e provável aumento do custo operacional (Opex).</p>
<p style="text-align: justify;">  Um exemplo interessante que normalmente não é avaliado diz respeito ao preço unitário da fibra óptica em função da sua quantidade no cabo. Pode-se constatar que este preço cai exponencialmente em função da maior quantidade de fibras no cabo. Essa visão poderia definir mudanças de estratégia e impactar em uma significativa “redução” do Capex, resultando em uma rede mais robusta e preparada para fazer frente às demandas que certamente chegarão.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A implantação de data centers massivos, a chegada do 5G suportado por FTTx, etc., têm sido os motores do desenvolvimento de cabos de elevada quantidade de fibras ópticas. Cabos acima de 288 fibras, quantidade máxima atualmente no Brasil, são disponíveis e utilizados internacionalmente. Cabos com quantidades de 432, 864, 1.728, 3.456 e até 6.912 fibras são exemplos de uma realidade internacional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  No Brasil foi criado um Grupo de Trabalho com a participação de diversos atores, como operadoras, ISPs, fabricantes de cabos e acessórios, entidades governamentais, etc., com o objetivo de definir os requisitos Anatel para estes cabos de elevada capacidade. Estes cabos se baseiam em uma tecnologia denominada de ribbon, ou fita de fibras ópticas. Esta tecnologia não é nova, mas no Brasil nunca foi utilizada.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>O tipo de fibra óptica</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  A escolha do tipo de fibra para cada aplicação é também chave para o sucesso da rede. O paradigma vigente é o das fibras monomodo SM para a maioria das aplicações, no padrão G.652.D. E está correto, pois essas fibras ainda representam mais de 90% do consumo mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">  As fibras <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-avanco-das-fibras-opticas-bli-nas-redes-ftth/">BLI &#8211; Bend Loss Insensitive</a> ou de baixa sensibilidade a curvaturas, no padrão G.657 A1 e A2, têm sido aplicadas no acesso com cabos drop e redes internas. Entretanto, o seu uso nas redes FTTx e metropolitanas já acontece em alguns países, devido aos seus benefícios para o melhor desempenho e a longevidade da rede [4].</p>
<p style="text-align: justify;">  Vale comentar que existe uma iniciativa pioneira no Brasil de implantação de uma interessante rede de acesso FTTH 100% preconectorizada com conetores MPO (12 fibras por conector) e utilizando fibras BLI G.657.A2 em toda a rede. Um novo paradigma está se criando e deve ser analisado!</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Implantação na rede aérea <em>versus</em> subterrânea</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  O tipo mais usual de instalação dos cabos óptico é na rede aérea de distribuição de energia elétrica. O principal motivador é a velocidade de implantação e o baixo custo do investimento. São utilizados tipicamente os cabos autossustentados para vãos de até 80, 120 e 200 m.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  O custo da instalação na rede aérea é muito inferior ao de uma instalação subterrânea em dutos ou diretamente enterrada. Apesar dos cabos em duto custarem menos que os cabos aéreos, a somatória final (cabo+duto+serviços) de instalação fica mais elevada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Uma alternativa é a instalação diretamente enterrada, na qual o cabo óptico é enterrado a uma profundidade no solo tipicamente de 0,5 a 1,5 m. Esta instalação pode ser feita em duas etapas, isto é, a abertura da vala e depois a colocação do cabo; ou em uma única etapa onde o cabo vai sendo depositado no fundo da vala na medida que esta vai sendo aberta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Do ponto de vista da confiabilidade, as redes subterrâneas são muito mais seguras, com um índice muito inferior de acidentes e interrupções do enlace. Além de menos seguras, as redes aéreas ainda possuem o Opex elevado devido ao aluguel dos postes. Backbones interurbanos podem se beneficiar muito da solução diretamente enterrada, com claros benefícios de redução de Opex.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Compartilhamento da Infraestrutura</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Na redes urbanas, onde se localizam as redes de acesso FTTx, o dilema é enorme, principalmente nas cidades mais populosas. De um lado os postes estão congestionados e muitas vezes sem espaço para novas ancoragens. De outro não existem dutos ou estão também congestionados e a abertura de valas é caríssima e às vezes não permitida pelas prefeituras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Os microcabos ópticos soprados em microdutos, que são instalados em microvalas, são uma excelente alternativa nestes cenários. São inclusive considerados uma solução para o compartilhamento da infraestrutura e a reordenação das redes urbanas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">  Uma outra alternativa é a implantação de microdutos agrupados e autossustentados na rede aérea. Cada operadora utiliza um microduto para soprar seus microcabos ópticos, compartilhando o Capex e o Opex. Com certeza um modelo que vai exigir abertura a mudanças.</span></p>

		</div>
	</div>
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	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Qualidade da instalação e dos profissionais </strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Tenho debatido e discutido reiteradamente este tema da qualidade da instalação. Costumo dizer que não adianta adquirir produtos de primeira linha e instalá-los com técnicas e procedimento de segunda. Como exemplo, seria como comprar um equipamento de 110 V e ligá-lo no 220V.</p>
<p style="text-align: justify;">  A questão é que com os cabos ópticos muitas vezes o problema não se manifesta no momento da instalação. A falha criada por uso de procedimentos e/ou acessórios inapropriados, fica latente e, como uma bomba relógio, pode explodir a qualquer momento. Aumentos de atenuação, rupturas de fibras ou até a ruptura do cabo óptico são efeitos retardados dessas práticas. [5]</p>
<p style="text-align: justify;">  Com os novos paradigmas que estão se apresentando, é fundamental garantir uma elevada confiabilidade à rede. Para tanto, é preciso que a instalação de todos os seus componentes siga as melhores práticas de engenharia de redes e procedimentos definidos pelos fabricantes. Isto requer conhecimento, experiência e profissionais muito bem treinados e comprometidos com o negócio.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3><span style="color: #ffffff;"><strong>Mudança de paradigma</strong></span></h3>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Mudar paradigmas é uma das coisas mais difíceis, tanto no âmbito pessoal como profissional e empresarial, pois exige abertura e disposição a ver e fazer de modo diferente do <em>status quo</em>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Muitas vezes somos “obrigados” a mudar por questões de sobrevivência ou por entender a importância do novo e os benefícios que iremos colher. Os novos paradigmas das redes ópticas estão apenas despontando e vão ser imperativos para o crescimento e longevidade dos negócios nestes novos tempos de revolução digital.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h6></h6>
<h6><span style="font-size: 12px;"><strong>REFERÊNCIAS </strong></span></h6>
<h6></h6>
<ol>
<li>
<h6><span style="font-size: 12px;">“The Path to Open and Disaggregated FTTx”. Sterling Perrin. White Paper, Sterlite and Heavy Reading – Sep’20.</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="font-size: 12px;">“5G and FTTH Network Convergence – Impact on Physical Layer”. Sam Leeman – Sterlite, Jul’20.</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="font-size: 12px;">“ISPs Brasileiros aceleram em direção a Rede 5G e ao Edge Computing”. Rafael Garrido, Pontoisp – <a href="https://www.pontoisp.com.br/isps-brasileiros-aceleram-em-direcao-a-rede-5g-e-ao-edge-computing/">Nov’20.</a></span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="font-size: 12px;">“O avanço das fibras ópticas BLI nas redes FTTH”. Marco A. Scocco. Sterlite Conduspar – Artigo publicado na Infra News Telecom. Mai’20.</span></h6>
</li>
<li>
<h6><span style="font-size: 12px;">“O futuro da conectividade depende das redes que vamos construir agora”. Rodrigo Conceição Santos, InfraDigital (Especial do FTTH Meeting). Set’20.</span></h6>
</li>
</ol>
<h6></h6>
<h6></h6>
<h6></h6>
<h6></h6>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aumento no número de botnets no Brasil acende o sinal amarelo para ISPs</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/aumento-no-numero-de-botnets-no-brasil-acende-o-sinal-amarelo-para-isps/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=aumento-no-numero-de-botnets-no-brasil-acende-o-sinal-amarelo-para-isps</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michel Dalla Mariga Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 20:23:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Controlador]]></category>
		<category><![CDATA[DPO]]></category>
		<category><![CDATA[Encarregado]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[LGPD]]></category>
		<category><![CDATA[Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Sanções LGPD]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da informação]]></category>
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					<description><![CDATA[Este ano foram registrados ataques massivos a agencias estatais de saúde, serviços de delivery e outras empresas. Como se não bastassem esses episódios, o Brasil caminha a passos largos para se tornar uma “potência” em botnets. Perdemos apenas para a China e EUA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b149622f5" data-id="6986b149622f5" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Aumento no número de botnets no Brasil acende o sinal amarelo para ISPs</h1>

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			<h4>Michel Dalla Mariga Araujo, country manager Brasil, da NSFOCUS</h4>

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	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Em meio à pandemia, os hackers não descansam. Pelo contrário, tornam-se mais ativos e agregam uma nova camada de problemas a um cenário que já é bastante complicado, afinal o trabalho remoto e o isolamento social são armas conhecidas no enfrentamento da pandemia da Covid-19.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao longo de 2020 foram registrados ataques massivos a agencias estatais de saúde, serviços de delivery e outras empresas fundamentais a uma sociedade que necessita restringir a movimentação social.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre as novas ameaças registradas ao longo destes ataques, podemos citar algumas mais críticas:</p>
<p style="text-align: justify;">• Vulnerabilidades Ripple20 0-day foram descobertas e, desde então, afetam milhões de dispositivos de redes em vários mercados em todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">• Uma vulnerabilidade 0-day de alto risco foi descoberta em dezenas de dispositivos da Netgear, um dos roteadores mais populares do mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">• Um grupo de honeypots da ICS &#8211; Industrial Control System atraiu quatro ataques 0 days nos últimos meses, e ainda não se tem ideia do impacto destes ataques.</p>
<p style="text-align: justify;">• Uma vulnerabilidade crítica de RCE &#8211; Remote Code Execution afetou milhões de dispositivos baseados em open WrT.</p>
<p style="text-align: justify;">• Hackers foram flagrados explorando vulnerabilidade 0-day em dispositivos DrayTrek para lançar ataques em redes corporativas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Pela primeira vez hackers conseguiram tomar o controle de um smart building e lançar ataques a partir de dispositivos de inteligência e automação residencial e empresarial.</p>
<p style="text-align: justify;">• Milhões de dispositivos LoRaWan foram atacados e acessados com sucesso por hackers, e servidores, gateways e nodes LoRaWan são comprovadamente vulneráveis.</p>
<p style="text-align: justify;">• Até agora, hackers divulgaram 500 mil credenciais telnet de milhares de dispositivos.</p>
<p style="text-align: justify;">• Pesquisadores descobriram a existência da LiquorBot, uma botnet com funções de crypto mining.</p>
<p style="text-align: justify;">• O Google foi atingido por um ataque massivo de mais de 2 Tbps. Imagine por um momento este canhão direcionado a sua organização.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como se não bastassem os episódios acima, o Brasil caminha a passos largos para se tornar uma “potência” em botnets. Perdemos apenas para a China e EUA, como mostra o gráfico abaixo.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986b14962552" data-id="6986b14962552" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpb_animate_when_almost_visible wpb_fadeInLeftBig fadeInLeftBig"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b14962838" data-id="6986b14962838" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div>
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</div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpb_animate_when_almost_visible wpb_fadeInLeftBig fadeInLeftBig vc_custom_1606504369317 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Somente este fato já deveria acender a luz amarela para os responsáveis por segurança e disponibilidade dos serviços de TI. Mas ainda temos mais. O fator HUMANO:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">• O Brasil carece de uma educação cibernética, de esclarecimento maior da população em geral. Questões simples, como gerenciamento de senhas, navegação segura, etc., ainda são um desafio em nosso país. As agências governamentais deveriam assumir este papel, por meio de campanhas de conscientização e trabalho junto aos ISPs. Mas não é ainda o que ocorre.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">• Legislação. Apesar da LGPD já estar em vigor, a lei não contempla casos de ataques de negação de serviços. Além disso, as punições ainda são consideradas muito brandas. A polícia faz o seu trabalho. Vide o desmonte recente das operações dos criminosos <a style="color: #ffffff;" href="http://www.abrint.com.br/sala-de-imprensa/abrint-colaborou-com-investigacao-que-desarticulou-quadrilha-que-praticava-ataques-ddos-em-provedores" target="_blank" rel="noopener noreferrer">TOPIARY e GUERREIRO</a>. Por anos a fio estes dois meliantes extorquiram e tiraram o sono de vários administradores de redes. Qual será a punição? Voltarão a transgredir? O mercado sabe que vários outros praticam os mesmos crimes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">• Tratados internacionais. Outra área onde o Brasil patina. O acordo de Budapeste, de 2001, prevê que crimes cibernéticos cometidos em países signatários possam ser investigados nos países de origem. Isto é, se um hacker baseado na Rússia promoveu um ataque a uma organização do país, o estado brasileiro passaria a contar com a colaboração das autoridades russas para investigar e punir o crime. Aqui ao menos uma boa notícia: <a style="color: #ffffff;" href="https://www.gov.br/secretariageral/pt-br/noticias/2020/agosto/governo-federal-encaminha-adesao-ao-tratado-de-budapeste" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O governo atual já manifestou a vontade de aderir ao acordo de Budapeste</a>. Isso pode ser uma ajuda.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Mas enquanto não resolvemos as questões humanas, como devemos proceder para garantir nossos ambientes e clientes sempre no ar e não sermos vítimas de ataques DDoS? A resposta é simples: PREVENÇÃO.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Não deixe para tratar a questão quando os ataques estiverem ocorrendo. Custos e alternativas serão mais altos e limitados, respectivamente. O ideal é contar com soluções de nuvens anti DDoS capazes de mitigar ataques bastante altos, sem limites dos tamanhos de ataques e com POPs de mitigação no Brasil. Isso é essencial. Dessa forma, a latência de retorno de tráfego limpo será muito menor, e o impacto nas aplicações será mínimo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Outro ponto importante é que o provedor do serviço de mitigação em nuvem tem de oferecer também o sistema de detecção e envio do ataque de forma automática para a nuvem de mitigação. Isso vai viabilizar a operação e evitar custos e dores de cabeça ao pessoal do SOC – centro de operações de segurança. Finalmente, as opções de retorno de tráfego limpo não devem se limitar a túneis GRE. A partir de POPs de mitigação no Brasil, o provedor de soluções em nuvem anti DDoS deve ser capaz de oferecer opções de conexões diretas ao POP: VLAN bilateral, cross-connect.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Outro ponto importante é contar com soluções especializadas de mitigação de ataques DDoS, caso a escolha seja por uma solução de mitigação in-loco (on-premises). Firewalls não são a melhor solução; balanceadores também não.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A solução on-premise, caso seja a escolha, deve necessariamente ser STATELESS. Não deve possuir tabelas de sessões, do contrário ataques de exaustão de sessões podem facilmente derrubar estes dispositivos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Procure sempre a solução especializada. Não confie no pato. O seu negócio é importante demais para ficar fora do ar.</span></p>

		</div>
	</div>
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		<title>Estratégias operacionais para um novo ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogério Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 19:55:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Os provedores regionais estão registrando um novo capítulo em sua história de superação e resiliência. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b149645ef" data-id="6986b149645ef" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Estratégias operacionais para um novo ano</h1>

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			<h4>Rogério Couto, fundador da PROISP, empresa focada na qualificação e profissionalização de ISPs</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Quem acha que 2020 tem sido um ano bem desafiador por conta da pandemia do Covid-19 tem razão. Tem sido uma longa jornada, que ainda não está certa de terminar. Seguramente, aprendemos a conviver com o que não era comum.</p>
<p style="text-align: justify;">  Chego a acreditar que tem gente que foi influenciada por várias opiniões carregadas de pânico, incertezas e desconfianças. Hoje, não tenho dúvida que algumas decisões foram precipitadas. Em outras, nem tivemos tempo para pensar, simplesmente fomos obrigados a agir.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em relação ao que não deu tempo de pensar, os provedores regionais estão registrando um novo capítulo em sua história de superação e resiliência. Encaramos desafios sanitários e restrições para garantir o mínimo de conectividade para que as pessoas se adaptassem ao novo cenário de restrição e mobilidade. E por que um novo capítulo? Quem já tem alguns anos de história sabe o que foi ter de se reinventar pelo menos em três cenários: os portais que ofereciam acesso discado gratuito; a chegada da privatização; e as constantes mudanças da tecnologia, sendo que, destas, a mais desafiadora e dispendiosa foi a fibra óptica.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando achamos que estávamos prontos para decolar em 2020 em busca de um resultado estruturado e planejado, veio o lockdown! Pronto, foi uma sequência de mensagens, ligações e conferências entre clientes, amigos e fornecedores perguntando o que fazer. Lembro-me de que a resposta mais óbvia que poderia dar era: “Não sei&#8230; Não faço a menor ideia&#8230;”. Porém, a mensagem que eu sugeria era: “Cuidem das pessoas, dos clientes e sejam solidários em momento tão intenso”. Foi assim, com solidariedade e medo, que os provedores regionais levaram conectividade, humanizaram ações e construíram resultados inacreditáveis.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Agora, chega aí 2021!</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Nas reuniões de planejamento, a análise de risco intensifica nosso comportamento para prever e programar. Não temos uma resposta exata de como o efeito de 2020 pode nos atingir, mas algumas reflexões sobre os vários cenários que se apontam nos mercados permite traçar alguns pontos que podem ser fundamentais para o desafiador ano que se aproxima:</p>
<p style="text-align: justify;">• Eficácia operacional (QUÊ) &#8211; Consiste em fazer as coisas certas. Ela gira em torno de garantir que todo o trabalho essencial realizado pela empresa e seus colaboradores crie valor para o cliente final.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong>Eficiência operacional (COMO) &#8211; Significa garantir que o trabalho flua sem erros, evitando atrasos e aumento de custo em função de retrabalho. Ela envolve a capacidade de a empresa e seus colaboradores entregarem aos clientes os serviços da maneira mais eficiente possível, ao mesmo tempo que garante a alta percepção de valor.</p>
<p>• Excelência operacional (PORQUE) &#8211; É a proposta de valor de uma organização para seus clientes. Em si, é uma estratégia. Uma estratégia de excelência operacional visa que a experiência do cliente se mostre ideal para mercados que valorizam a proposta — o que geralmente é o caso de mercados que são estressados pela competição do preço e pela prestação de serviços iguais. Enfim, ser excelente é um reconhecimento do cliente e uma estratégia da empresa.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Avaliação da eficiência operacional</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  A partir das análises operacionais, é preciso fazer a avaliação para promover a melhoria contínua. Nesse processo, cabem alguns pontos:</p>
<p>• Identifique os problemas. Os problemas podem aparecer como contratempos temporários, esforços desperdiçados e / ou interrupções na rotina do provedor. O primeiro passo é estar ciente da existência de um problema e vê-lo como uma oportunidade de melhoria.</p>
<p>• Descreva a situação. Para entender completamente um problema, você precisa ir à fonte e encontrar todos os fatores que contribuem para a situação. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/conheca-a-ferramenta-5w2h-usada-para-a-criacao-de-planos-de-acao/">O método do 5W1H pode ajudar</a>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>What: Definido como “O que será feito?”</li>
<li>Why: Definido como “Por que será feito?”</li>
<li>Where: Definido como “Onde será feito?”</li>
<li>When: Definido como “Quando será feito?”</li>
<li>Who: Definido como “Por quem será feito?”</li>
<li>How: Definido como “Como será feito?”</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p>• Execute correções temporárias. Não procure a solução perfeita. Se existe uma razão emergencial e necessária, é preciso agir com velocidade antes que se instaure uma crise operacional. Portanto, seja ágil e faça dessas decisões uma medida preventiva.</p>
<p>• Encontre a causa raiz. Analisar as causas fundamentais de um problema é como separar o joio do trigo. Eles crescem juntos, mas só o cuidado de detalhe é capaz de separá-los com o objetivo do acerto.</p>
<p>• Proponha soluções. Tenha certeza de que a solução esperada é aquela que não precisa ser alterada muitas vezes. Examine totalmente as diferentes opções, levando em consideração como as outras pessoas serão afetadas. Chegue a um consenso sobre a melhor solução.</p>
<p>• Faça um plano de ação. Coloque em prática o desenvolvimento de um plano de ação para definitivamente encontrar uma solução. Reserve recursos, pessoas e estabeleça um cronograma (prazo). Acompanhe o progresso e aplique as correções necessárias se perceber que o plano não está adequado.</p>
<p>• Gerencie os resultados. Colete dados para avaliar seus resultados. Meça indicadores de desempenho, comparando o atual com a situação inicial. Avalie as lacunas entre os resultados reais e previstos. Mantenha os membros da equipe informados e ajuste seu plano conforme se mostrar necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">  Essas orientações de gestão e estratégia podem ajudar, mas atenção! O ano de 2020 foi um ano em que nossas “falhas e muletas” foram toleradas porque houve um rompimento muito abrupto na vida das pessoas físicas e jurídicas. Para 2021, por mais que sejam verdadeiras, as desculpas terão uma tolerância bem menor, ok?</p>
<p style="text-align: justify;">  Forte abraço, cuidem-se e um 2021 com muita saúde e luz.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Regulamentação &#8211; O impacto da pandemia nos serviços de telecom</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/regulamentacao-o-impacto-da-pandemia-nos-servicos-de-telecom/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=regulamentacao-o-impacto-da-pandemia-nos-servicos-de-telecom</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Schmitt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 19:36:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Antena]]></category>
		<category><![CDATA[Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a pandemia da Covid-19, os serviços de telecomunicações passaram a integrar o rol de serviços essenciais. Além disso, este ano algumas ações no âmbito regulatório trouxeram impactos positivos. Agora, o que esperar para 2021?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986b14966621" data-id="6986b14966621" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h1>Regulamentação &#8211; O impacto da pandemia nos serviços de telecom</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Patrícia Schmitt, advogada tributarista e sócia do escritório S.C.H Advocacia</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Em uma breve retrospectiva, o ano de 2020 era esperado por muitas promessas e expectativas, contudo, logo nos primeiros meses fomos surpreendidos com um vírus invisível, denominado de Coronavírus (Covid-19), mudando drasticamente não só a rotina costumeira do nosso dia a dia, mas sim a forma de pilotar o ambiente corporativo e os negócios que ali nos deparávamos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em virtude da pandemia do Coronavírus (Covid-19) que levou o País a decretar o estado de calamidade pública por meio do Decreto Federal nº 10.282/2020, publicado no D.O.U em 20 de Março de 2020, e ao isolamento social da coletividade, os serviços de telecomunicações passaram a integrar o rol dos serviços imprescindíveis em prol da coletividade, ou seja, essencial, já que antes à luz do ordenamento jurídico esses serviços carregavam um caráter implícito e não explicito como definitivamente passou a ter, sendo considerado uma vitória para os players dado aos meios de acesso e ao regular funcionamento das atividades que se tornaram indispensáveis durante a pandemia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Dado ao cenário que ainda se perdura, os provedores de acesso à Internet e as operadoras foram mais que bravos e valentes, pois as possibilidades do efetivo trabalho e educação a distância (home office) reforçaram a dependência de conexões à telefonia e ao provimento de acesso à Internet, o que gerou oportunidades e expansão dos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esses agentes na sua grande maioria passaram a exercer suas atividades funcionais com uma equipe operacional de trabalho reduzida e em escala ininterrupta, além de enfrentarem o grande desafio de se adaptarem às novas condições e manter a banda contratada de maneira ágil e eficaz frente a sobrecarga do tráfego que atingiu o auge do seu limite, conforme notas veiculadas pelo órgão regulador Anatel e outros meios de comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Alguns temas, como o entendimento proferido pela Anatel <a href="https://sei.anatel.gov.br/sei/modulos/pesquisa/md_pesq_documento_consulta_externa.php?eEP-wqk1skrd8hSlk5Z3rN4EVg9uLJqrLYJw_9INcO4el8mnE4dWSHQ9PPA6lmJWsBhyVbqmAyDCmkpN1US3PA5jaKDlCSAW_2incw0PuoQ-dLIJIrDkR5dfuaNkUmcR" target="_blank" rel="noopener noreferrer">no Processo nº 53500.022476/2019­45</a> envolvendo Claro e Fox sobre plataformas de TV paga via Internet, trouxeram um impacto muito positivo ao mercado, pois reforçaram a segregação dos serviços de telecomunicações <em>versus</em> SVAs &#8211; Serviços de Valor Adicionado, ressaltando entre linhas o que já estabelecia a Norma nº 4/1995 expedida pelo Ministério das Comunicações, norma muito utilizada pelos provedores para reduzir a carga tributária incidente do ICMS sobre o provimento de acesso à Internet.</p>
<p style="text-align: justify;">  O <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-10.480-de-1-de-setembro-de-2020-275411259" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Decreto nº 10.480/2020</a>, de iniciativa do Governo Federal que tem por objetivo estimular o desenvolvimento da infraestrutura das redes de telecomunicações, alterando alguns dispositivos da Lei nº 13.116/2015 conhecida popularmente como a Lei das Antenas, foi um diploma que igualmente ganhou destaque, pois reforçou o uso gratuito pela ocupação das faixas de domínio em rodovias federais, estaduais e municipais, já que em muitas Entidades Federativas há cobrança onerosa pelo uso e ocupação das faixas de domínio em decorrência das instalações das redes de infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">  A instituição do Pronampe &#8211; Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte pela Lei nº 13.999/2020, teve o seu diferencial, pois o Governo se predispôs a fazer um aporte de R$ 15,9 bilhões ao FGO &#8211; Fundo Garantidor de Operações de maneira a fomentar os pequenos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">  A prorrogação da desoneração da folha de salários até o fim de 2021 para 17 setores econômicos optantes do regime de tributação do lucro real ou presumido, incluindo empresas de software, sistemas e aplicativo, trouxe um alívio no fluxo de caixa financeiro das empresas, pois a desoneração possibilita as empresas substituírem a contribuição previdenciária de 20% sobre salários por uma alíquota entre 1% e 4,5% da receita bruta, que no fim do dia resulta em uma diferença expressiva.</p>
<p style="text-align: justify;">  A desoneração dos tributos setoriais (Fistel, Condecine e CFRP) de dispositivos móveis de IoT &#8211; Internet das coisas, recentemente aprovada pelo Senado via PL nº 6.549/2020, e a destinação dos recursos advindos da Contribuição FUST ao provimento de acesso à Internet banda larga em escolas públicas e expansão das redes em localidades não atendidas aprovada pelo Senado Federal, via PL nº 172/2020, são importantes veículos, pois beneficiam não só os players de grande porte, mas provedores de acesso à Internet e empresas de TI pelo fato de englobarem a cadeia produtiva do setor de telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em resumo, essas alterações e inovações introduzidas tornam-se atrativas, pois propiciam ganhos de produtividade impactando o crescimento do PIB &#8211; Produto Interno Bruto, além de gerar oportunidade de expansão aos players.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir das perspectivas para 2021, faz-se necessário partir do racional de que apesar dos obstáculos insurgidos e temas que ainda seguem sendo objeto de discussão no Congresso Nacional a fim de viabilizar o acesso à infraestrutura das redes de telecomunicações e os entraves envolvendo a chegada do 5G, e até mesmo uma reforma tributária em vista que tem por escopo aumentar a carga tributária das teles, o crescimento exponencial dos provedores de acesso à Internet ainda segue muito promissor não só para o próximo ano, mas para os anos subsequentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Conforme dados divulgados em Julho de 2020 pela Anatel, os provedores de acesso à Internet já são responsáveis por proverem às melhores conexões, registrando um aumento de demanda em até 144%, o que representa mais de 3,5 milhões de novos acessos à banda larga.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como o diferencial dos ISPs está engajado na qualidade, customização dos serviços e relacionamento mais próximo com o cliente, indo ao inverso das grandes operadoras, sem dúvida esses elementos tornam-se uma bala de canhão para o crescimento em escala e fortificar raízes nas regiões de atendimento de sua abrangência.</p>
<p style="text-align: justify;">  Investir em tecnologia de ponta, prover a incorporação de serviços agregados à conectividade que vão além do trivial como a oferta de canais lineares via internet, soluções de IoT – Internet das coisas, marketplace de serviços em nuvem e soluções no mercado corporativo como segurança da informação e dados, hospedagem de loja de aplicativos, serviços de data center e dentre outros, sem dúvida é a carta na manga para conquistar e fidelizar mais clientes para 2021 e atrair novos investidores.</p>
<p style="text-align: justify;">  Independentemente do porte organizacional da companhia e do futuro que nos espera e seguindo as lições de Carl Jung, “não somos o que nos acontece, mas sim o que queremos nos tornar”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Transformar oceanos vermelhos em oceanos azuis, faz parte da vida de qualquer empreendedor.</p>

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