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	<title>Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Infra News Telecom</title>
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		<title>Como o 5G está redefinindo a experiência dentro dos carros e o que as montadoras precisam fazer para acompanhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 16:06:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O 5G transforma o carro em um dispositivo conectado, capaz de trocar dados em tempo real, receber atualizações remotas e operar serviços digitais, exigindo das montadoras um ritmo de inovação semelhante ao das empresas de software.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a4d26d1c116f" data-id="6a4d26d1c116f" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Como o 5G está redefinindo a experiência dentro dos carros e o que as montadoras precisam fazer para acompanhar</h1>

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			<p>Em 2008, BMW e Audi lançaram os primeiros carros com chip de internet. As funções eram básicas, limitadas à previsão do tempo e à troca de mensagens, e a conexão se restringia ao 3G. O carro ainda era essencialmente um dispositivo mecânico com um rádio mais sofisticado. Dezoito anos depois, o veículo se tornou um endpoint de rede. Ele gera dados de localização, condução e biometria, recebe atualizações de software pelo ar, se comunica com outros veículos e com a infraestrutura viária, transmite informações críticas para seguradoras e concessionárias em tempo real, e opera serviços digitais que continuam funcionando mesmo em regiões sem cobertura terrestre, via satélite. O 5G é a infraestrutura que torna viável tudo isso em escala. E o setor automotivo, que passou décadas com ciclos de inovação medidos em anos, agora precisa operar com a velocidade de atualização de uma empresa de software.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Do 3G ao e-SIM: a linha do tempo da conectividade veicular</strong></h2>
<p>A evolução da conectividade nos veículos seguiu, com algum atraso, a mesma trajetória das redes móveis. O salto decisivo veio por volta de 2014, com a chegada dos primeiros e-SIMs de fábrica. Pela primeira vez, o carro passou a se conectar diretamente à internet, em rede 4G, sem depender do smartphone do motorista. O e-SIM eliminou a necessidade de um cartão físico, permitiu que a montadora gerenciasse a conectividade remotamente e abriu caminho para serviços embarcados que não precisam da intermediação de dispositivos externos.</p>
<p>Com o 5G, essa arquitetura deu um salto qualitativo. A baixíssima latência da rede, que pode chegar a menos de 1 milissegundo em condições ideais, é o que viabiliza aplicações críticas de segurança, como a comunicação V2X, sigla em inglês para vehicle-to-everything. Com o V2X, o carro não enxerga apenas o que está na frente dele por meio de câmeras e sensores. Ele se comunica com semáforos, com outros veículos e com a infraestrutura viária ao redor, processando e reagindo a informações que chegam antes mesmo que qualquer câmera pudesse capturá-las. Toyota foi uma das pioneiras a implementar V2X comercialmente no Japão, com o sistema ITS Connect, que permite comunicação entre veículos e semáforos inteligentes. Huawei avançou na conectividade 5G para veículos autônomos e comunicação em tempo real, enquanto Audi, Volkswagen e BMW vêm testando e expandindo implementações de V2X em suas frotas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>OTA: quando o carro vira produto inacabado por design</strong></h2>
<p>A atualização de software over-the-air, o OTA, talvez seja a mudança mais disruptiva que o 5G trouxe para a indústria automotiva. A Tesla foi pioneira ao popularizar o conceito: um carro que recebe atualizações enquanto o motorista dorme, adicionando funcionalidades, corrigindo falhas e ajustando parâmetros de performance sem que o dono precise se deslocar até uma concessionária. O que antes parecia exclusividade de fabricantes de veículos elétricos de luxo chegou rapidamente ao mercado de massa.</p>
<p>Modelos populares como o <a href="https://www.chavesnamao.com.br/carros/brasil/hyundai-hb20/" target="_blank" rel="noopener">Hyundai HB20</a> já contam com espelhamento wireless para Apple CarPlay e Android Auto e conectividade integrada com aplicativos do fabricante, que permitem ao motorista monitorar o veículo, receber alertas e acessar serviços remotamente. É um passo concreto de um segmento de entrada nessa direção. O próximo passo, que marcas como Renault já implementaram no Kardian com o sistema My Renault e atualizações OTA, é o veículo que se atualiza sozinho, recebendo melhorias de software que mudam a experiência do usuário meses ou anos após a compra.</p>
<p>A Stellantis atingiu 500 mil veículos conectados produzidos na América do Sul, em 2026, marcando cinco anos desde a introdução da tecnologia na região. A empresa agora leva a conectividade embarcada à Fiat Strada, o veículo mais vendido da América do Sul, consolidando um movimento que já havia incluído Peugeot 208 e 2008 e os modelos da Leapmotor lançados na região. Gisele Tonello, vice-presidente de Gestão de Negócios de Software da Stellantis para a América do Sul, resume a estratégia: a integração de software, dados e serviços passou a ser parte essencial do produto, não um acessório.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O carro como gerador de dados e os riscos associados</strong></h2>
<p>Um veículo conectado ao 5G em operação normal gera dados de localização, forma de condução, imagens de câmeras, biometria do motorista, histórico de rotas e informações sobre o estado mecânico do veículo. Esses dados têm valor comercial evidente: a consultoria McKinsey estima que até 2030 o setor automotivo pode movimentar 1,5 trilhão de dólares com conectividade, incluindo venda de dados anonimizados para empresas de energia que queiram planejar onde instalar pontos de recarga. Toyota já integra dados com o Banco Toyota e a seguradora Mitsui. No Brasil, a montadora escolheu a TIM como operadora parceira para a infraestrutura de conectividade de seus veículos.</p>
<p>Leonardo Belotti, diretor de vendas IoT e 5G da TIM, é direto sobre o papel das operadoras nesse ecossistema: a integração profunda e estratégica entre montadoras e operadoras é fundamental para tornar os veículos autônomos uma realidade funcional e segura. A afirmação coloca as telecos no centro de uma cadeia de valor que vai muito além da venda de planos de dados.</p>
<p>O volume e a sensibilidade dos dados gerados criam, no entanto, uma superfície de ataque que a indústria automotiva ainda não aprendeu completamente a proteger. Atualmente, por meio de sensores e conexão à internet, os veículos podem gerar dados sobre os locais trafegados, a forma de condução e até imagens e biometria dos motoristas. Esses dados precisam ser armazenados e compartilhados conforme a LGPD, e muitas montadoras já seguem a norma ISO/SAE 21434, que determina formas de avaliar riscos à cibersegurança dos veículos ao longo de todo o ciclo de vida do produto. No plano regulatório, o Ato 77/2021 da Anatel estabelece requisitos de segurança cibernética para equipamentos de telecomunicações, e o Projeto de Lei 298/2024, em tramitação na Câmara, trata especificamente da cibersegurança de veículos e proíbe a cobrança ao consumidor por atualizações de sistema operacional eletrônico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>5G via satélite: conectividade onde a rede terrestre não chega</strong></h2>
<p>A fronteira mais recente da conectividade automotiva é o 5G via satélite. A Stellantis apresentou no MOVE 2026, evento global de tecnologia para mobilidade realizado em Londres em junho, um Jeep Compass equipado com tecnologia de comunicação 5G via satélite. A solução complementa as redes móveis terrestres para manter serviços conectados em regiões remotas, áreas rurais ou locais com infraestrutura limitada de telecomunicações, mantendo funções críticas de segurança, monitoramento remoto e serviços digitais operando independente da cobertura convencional.</p>
<p>Para um veículo como o Jeep Compass, cuja identidade está associada ao uso em ambientes fora de estrada e regiões afastadas dos grandes centros, a aplicação faz sentido estratégico imediato. Mas o impacto potencial vai além do off-road: em um país com a extensão territorial do Brasil, onde grandes corredores rodoviários atravessam regiões com cobertura 4G e 5G ainda fragmentada, o 5G via satélite pode ser o elemento que torna a conectividade veicular verdadeiramente ubíqua.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O que as montadoras precisam fazer para acompanhar</strong></h2>
<p>A transição para o veículo conectado exige das montadoras uma mudança estrutural que vai muito além de instalar um e-SIM de fábrica. Ela demanda uma reorganização do modelo de negócio, da cadeia de fornecimento, do perfil de talentos contratados e da relação com o cliente no pós-venda.</p>
<p>O primeiro desafio é organizacional. Uma montadora tradicional opera com ciclos de desenvolvimento de produto medidos em anos. O software que roda dentro de um carro conectado precisa ser atualizado em semanas ou meses. Conciliar esses dois ritmos exige a criação de estruturas internas que funcionem como empresas de tecnologia dentro de empresas industriais, com times dedicados a desenvolvimento ágil, integração contínua e gestão de vulnerabilidades em tempo real.</p>
<p>O segundo desafio é a cadeia de parceiros. A conectividade veicular não é uma função que a montadora entrega sozinha. Ela depende de operadoras de telecom para a infraestrutura de rede, de fornecedores de chipsets e módulos de comunicação, de empresas de cibersegurança para a proteção dos dados gerados e de plataformas de cloud para o processamento e armazenamento dessas informações. Montar e gerenciar esse ecossistema com a mesma eficiência com que se gerencia uma linha de produção é um desafio que a maioria das montadoras ainda está aprendendo a enfrentar.</p>
<p>O terceiro desafio é regulatório. A LGPD, o Ato 77/2021 da Anatel e a eventual aprovação do PL 298/2024 criam um ambiente regulatório em formação que exige monitoramento constante e capacidade de adaptação rápida. Montadoras que tratam a conformidade como uma checklist a ser cumprida no momento do lançamento do produto vão se deparar com retrabalho constante à medida que a regulação evolui.</p>
<p>O veículo conectado deixou de ser o futuro do setor automotivo para se tornar o presente do mercado de massa. O 5G é a infraestrutura que torna esse presente operável em escala. As montadoras que entenderem isso como uma transformação de negócio, e não apenas como uma atualização de especificação técnica, estão construindo a vantagem competitiva que vai definir quem lidera o setor na próxima década.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Locus aposta em Discovery com IA para reduzir riscos em projetos digitais</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/locus-aposta-em-discovery-com-ia-para-reduzir-riscos-em-projetos-digitais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=locus-aposta-em-discovery-com-ia-para-reduzir-riscos-em-projetos-digitais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 18:47:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
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					<description><![CDATA[Com metodologia proprietária, Locus Custom Software ajuda a prevenir causas raiz que podem levar mais de 50% dos projetos de IA ao fracasso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a4d26d1c2b38" data-id="6a4d26d1c2b38" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Locus aposta em Discovery com IA para reduzir riscos em projetos digitais</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p>A corrida das empresas para incorporar inteligência artificial aos negócios esbarra em um problema recorrente: transformar experimentação em resultado concreto. Mesmo com o avanço dos investimentos, boa parte dos projetos ainda enfrenta dificuldades para escalar ou gerar retorno efetivo. Segundo o Gartner, mais de 50% dos projetos de IA generativa não conseguem atingir seus objetivos.</p>
<p>É nesse cenário que a Locus Custom Software aposta em uma metodologia própria de “Discovery”. A abordagem, intensiva em inteligência artificial, estrutura os projetos desde a origem com um diagnóstico técnico e estratégico, que alinha os objetivos de negócio, mapeia riscos e valida soluções antes mesmo da primeira linha de código.</p>
<p>A proposta da empresa é atuar na origem dos projetos, estruturando decisões técnicas e estratégicas antes da primeira linha de código. A abordagem combina análise de negócio, modelagem com IA, validação de hipóteses e prototipação para alinhar objetivos, identificar gargalos e evitar retrabalho.</p>
<p>“Muitos projetos falham não pela execução, mas por não entenderem o problema real. O Discovery corrige isso: traz clareza, alinha as equipes e ancora o projeto em critérios objetivos”, afirma Bruno Rodrigues.</p>
<p>De acordo com a empresa, o processo começa com um diagnóstico aprofundado do desafio apresentado pelo cliente, seguido do mapeamento do contexto operacional, metas de negócio e stakeholders envolvidos.</p>
<p>A partir daí, a equipe utiliza ferramentas de IA para acelerar análises, estudar benchmarks, identificar tendências e apoiar sessões colaborativas de cocriação. As hipóteses consideradas mais promissoras são transformadas em protótipos, permitindo validar fluxos, experiências e funcionalidades antes da etapa técnica.</p>
<p>O resultado, segundo a Locus, é um roadmap orientado a valor de negócio, com critérios técnicos e estratégicos definidos previamente. A metodologia também busca atacar problemas recorrentes em projetos de IA, como governança de dados, escopos mal definidos, expectativas desalinhadas e decisões sem base analítica.</p>
<p>Para a companhia, ignorar a fase de Discovery pode comprometer toda a efetividade de um projeto digital, gerando investimentos em funcionalidades que não resolvem dores reais do negócio, baixa adesão dos usuários e mudanças de rota durante a execução.</p>
<p>“É como construir uma casa sem projeto. Pode até sair do papel, mas dificilmente atende às necessidades reais. O Discovery com IA funciona como esse projeto executivo, garantindo que cada etapa do produto digital esteja conectada a um propósito claro”, finaliza Rodrigues.</p>
<p><span style="font-size: 12px;">Com assessoria de imprensa</span></p>

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		<title>Locus Custom Software lança solução antifraude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 13:42:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em meio ao avanço das fraudes digitais no Brasil, nova solução da companhia antecipa chargebacks com APIs inteligentes, reduz perdas operacionais e melhora a eficiência de empresas digitais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a4d26d1c3d75" data-id="6a4d26d1c3d75" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Locus Custom Software lança solução antifraude</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p data-start="529" data-end="1023">O Brasil registrou 3,46 milhões de tentativas de fraude nos três primeiros meses de 2025, um crescimento de 22,9% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian. O volume equivale a uma ocorrência a cada 2,2 segundos, com destaque para os segmentos de bancos, cartões e varejo digital. O avanço dos golpes tem pressionado empresas a reforçarem seus mecanismos de proteção, especialmente em ambientes de transações on-line.</p>
<p data-start="1025" data-end="1395">Nesse contexto, cresce o uso de plataformas antifraude baseadas em inteligência de dados, capazes de atuar preventivamente ao longo da jornada do usuário. Um exemplo é a solução Locus Chargeback Safe, da Locus Custom Software, desenvolvida para antecipar e bloquear tentativas de estorno fraudulento antes da conclusão das transações, reduzindo perdas financeiras e impactos operacionais.</p>
<p data-start="1397" data-end="1899">A plataforma atua em múltiplos pontos críticos da jornada digital, como cadastro, autenticação e checkout, por meio de APIs integradas que analisam comportamentos suspeitos em tempo real. Entre os mecanismos utilizados estão o cruzamento de dados com blocklists, bases de credenciais vazadas e informações da deep web, permitindo identificar e-mails descartáveis, contas comprometidas e cartões expostos. As ações de bloqueio são automáticas e ocorrem sem interferir na experiência do cliente legítimo.</p>
<p data-start="1901" data-end="2228">Além da prevenção direta às fraudes, a solução busca reduzir a dependência de análises manuais, que geram gargalos, atrasos e elevação de custos. Ao automatizar decisões em grande escala, as equipes antifraude podem ser realocadas para funções estratégicas, como análise de padrões emergentes e melhoria contínua dos processos.</p>
<p data-start="2230" data-end="2606">Outro diferencial é a visibilidade operacional. Um painel de monitoramento em tempo real permite acompanhar indicadores como redução percentual de fraudes, perdas evitadas, taxa de chargeback, volume de bloqueios e retorno sobre o investimento (ROI). Essa transparência fortalece práticas de governança, auditoria e compliance, cada vez mais exigidas em setores regulados.</p>
<p data-start="2608" data-end="2923">Com o avanço de golpes impulsionados por inteligência artificial, deepfakes e uso massivo de dados vazados, especialistas apontam que a proteção antifraude precisa deixar de ser reativa e assumir um papel preditivo e estratégico, capaz de proteger a receita, a reputação e a continuidade das operações digitais.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Bevap e Vivo ampliam cobertura 4G para 30 mil hectares de áreas agrícolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 14:54:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto expande conectividade em regiões rurais e industriais e prepara operação para uso intensivo de aplicações digitais no campo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a4d26d1c4d12" data-id="6a4d26d1c4d12" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Bevap e Vivo ampliam cobertura 4G para 30 mil hectares de áreas agrícolas</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p>A Bevap, empresa do setor de bioenergia com operações em João Pinheiro, MG, ampliou sua parceria com a Vivo para levar conectividade móvel às áreas de plantio e unidades industriais. A expansão utiliza a solução “Agro Cobertura”e prevê quatro sites operando em 700 e 1800 MHz, alcançando até 30,4 mil hectares com cobertura 4G. As etapas técnica e operacional estão em andamento, e a previsão é que a conectividade esteja disponível no início de 2026.</p>
<p>A parceria teve início em 2023, com a ativação do primeiro site na unidade industrial da Bevap. Agora, o projeto avança para as áreas agrícolas, permitindo ampliar o uso de aplicações digitais de agricultura de precisão, integração de smartphones e computadores de bordo, monitoramento e automação de máquinas e sensores, telemetria de frotas e sistemas de irrigação. Segundo a empresa, esses recursos contribuem para melhorar a gestão hídrica, o acompanhamento das operações e a comunicação entre equipes em campo.</p>
<p>“Hoje temos 100% das áreas irrigadas por pivôs inteligentes, e esse projeto com a Vivo será fundamental para termos controle total sobre esses equipamentos. A conectividade no campo permitirá que a equipe de TI consolide todos os dados, que, com o apoio da IA, serão transformados em informações estratégicas para a tomada de decisão”, afirma Sandro Bizi, gerente de tecnologia da Bevap.</p>
<p>Além das áreas produtivas da empresa, a cobertura também deve alcançar regiões vizinhas nos municípios de João Pinheiro, Paracatu, Lagoa Grande, Brasilândia de Minas, Dom Bosco e Natalândia. Mais de 170 mil habitantes poderão ser beneficiados, incluindo escolas e unidades de saúde que ganham novas possibilidades de acesso a serviços digitais.</p>
<p>A infraestrutura contará ainda com as tecnologias LTE-M, voltada a aplicações móveis como telemetria de tratores, colhedoras e caminhões, e NB-IoT, utilizada para dispositivos estáticos que exigem baixo consumo de energia, como sensores de solo, temperatura, umidade e estações meteorológicas. O projeto inclui suporte técnico e consultoria especializada em cobertura rural oferecida pela Vivo.</p>
<p>Para Karina Baccaro, diretora de marketing e operações B2B da Vivo, o avanço da conectividade habilita o uso de aplicações que dependem de dados em tempo real e contribuem para a eficiência operacional em toda a cadeia produtiva.</p>

		</div>
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		<title>Vertiv e Caterpillar firmam acordo para soluções integradas em data centers</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 14:49:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parceria combina geração de energia no local e blocos modulares pré-projetados para reduzir prazos de implantação e otimizar operações de data centers.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a4d26d1c5d37" data-id="6a4d26d1c5d37" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Vertiv e Caterpillar firmam acordo para soluções integradas em data centers</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p>A Vertiv e a Caterpillar anunciaram a assinatura de um acordo estratégico para desenvolver soluções integradas de energia e refrigeração voltadas a data centers, com foco em otimização energética e redução de prazos de implantação. A iniciativa reúne o portfólio de distribuição elétrica e refrigeração da Vertiv com sistemas de geração de energia da Caterpillar e da Solar Turbines, subsidiária da empresa que atua em CCHP (Resfriamento, Calor e Energia Combinados).</p>
<p>A proposta é oferecer arquiteturas pré-projetadas que unifiquem energia, refrigeração e distribuição, criando uma abordagem coordenada para acelerar o design, a instalação e a entrada em operação de novos data centers. As empresas afirmam que a colaboração atende à demanda crescente por soluções no local capazes de sustentar cargas de trabalho associadas à inteligência artificial.</p>
<p>Pelo acordo, a Caterpillar e a Solar Turbines fornecerão sistemas de geração, incluindo turbinas a gás natural e motores de combustão, para entrega de energia elétrica e térmica em modelos escaláveis de CCHP. A Vertiv integrará esse ecossistema com seus blocos modulares pré-projetados de energia e refrigeração, voltados à padronização de ciclos de design e implantação.</p>
<p>Entre os benefícios destacados pelas empresas está a redução do tempo de energização, possível graças ao uso de arquiteturas modulares que evitam projetos tradicionais complexos. Outro ponto é a melhoria do PUE (Eficiência no Uso de Energia), resultado da integração entre geração, refrigeração, distribuição e gerenciamento dinâmico de carga. As soluções também contarão com suporte global durante todo o ciclo de vida, a partir das redes de serviço da Vertiv e da Caterpillar.</p>
<p>Para Gio Albertazzi, CEO da Vertiv, a colaboração se alinha ao conceito BYOP&amp;C (Bring Your Own Power &amp; Cooling) e ao modelo grid-to-chip da empresa. Ele afirma que as soluções possibilitarão coordenação entre as fases de design, construção e implantação, com desempenho previsível. Já Jason Kaiser, presidente do grupo Caterpillar Power &amp; Energy, destaca que o crescimento das cargas de trabalho de IA intensifica a necessidade de infraestrutura elétrica e térmica no local, e que o acordo busca atender essa demanda com sistemas integrados.</p>
<p>O Memorando de Entendimento (MOU) firmado entre as empresas formaliza essa cooperação e estabelece a base para ampliar a oferta de soluções energéticas para data centers. A iniciativa mira organizações que precisam superar limitações energéticas e implantar operações de IA em escala.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>ABNT e ABINC lançam normas técnicas para IoT e gêmeos digitais no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 14:43:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[IoT]]></category>
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		<category><![CDATA[NB-IoT]]></category>
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					<description><![CDATA[Normas nacionais de IoT e Gêmeos Digitais alinham o Brasil a padrões internacionais e impulsionam interoperabilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a4d26d1c6d59" data-id="6a4d26d1c6d59" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">ABNT e ABINC lançam normas técnicas para IoT e gêmeos digitais no Brasil</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p>A IoT &#8211; Internet das coisas entrou em uma nova etapa da agenda regulatória brasileira. A ABINC &#8211; Associação Brasileira de Internet das Coisas e a ABNT &#8211; Associação Brasileira de Normas Técnicas concluíram e aprovaram as duas primeiras normas técnicas nacionais voltadas à IoT e gêmeos digitais, já publicadas como ABNT NBR ISO/IEC 20924:2025 e ABNT NBR ISO/IEC 30173:2025. Para 2026, está prevista ainda a publicação de uma norma específica sobre cibersegurança de dispositivos IoT, ampliando o escopo regulatório do setor.</p>
<p data-start="1055" data-end="1445">Segundo Paulo Spaccaquerche, presidente da ABINC, as normas representam um marco para o país ao estabelecer parâmetros técnicos alinhados às referências internacionais, mas adaptados às particularidades do mercado brasileiro. Ele afirma que o avanço contribui para preparar o ecossistema de IoT para novos usos em setores como indústria, cidades inteligentes, logística e serviços públicos.</p>
<p data-start="1447" data-end="1892">O desenvolvimento das normas ocorre no CB-021 &#8211; Comitê Brasileiro de Tecnologias da Informação e Transformação Digital, liderado por Fernando Gebara Filho, e abrange temas como gêmeos digitais, cibersegurança para IoT e espaços de dados. Outras normas já estão em andamento nessas frentes. Para Rogério Moreira, diretor de tecnologia da ABINC, o momento marca a entrada do Brasil em uma trilha global mais estruturada de regulamentação para IoT.</p>
<p data-start="1894" data-end="2304">O setor de IoT vive crescimento acelerado no país, impulsionado pelo avanço de tecnologias de conectividade — como 5G, LPWAN, LoRa e NB-IoT —, pela queda no custo de sensores e pelo amadurecimento de modelos de negócio voltados à indústria, utilities, logística e agronegócio. Esse avanço reforça a necessidade de padrões técnicos claros para garantir interoperabilidade e integração entre diferentes sistemas.</p>
<p data-start="2306" data-end="2743">Spacca destaca que o processo de construção das normas foi conduzido a partir das demandas do mercado brasileiro, considerando características técnicas, geográficas e econômicas do país, sem perder a aderência às normas internacionais. Para ele, essa combinação permitirá que empresas brasileiras certifiquem seus produtos com padrões reconhecidos globalmente, ampliando a competitividade e reduzindo dependência de modelos estrangeiros.</p>
<p data-start="2745" data-end="2920">A ABINC também atuará como canal de apoio técnico para empresas interessadas em adequação e compliance. As normas estão disponíveis para aquisição diretamente no site da ABNT.</p>
<p><strong> </strong></p>

		</div>
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		<title>Até 2030, atividades de TI dependerão integralmente de IA, indica Gartner</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 21:34:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Gartner aponta que automação, agentes de IA e trabalho assistido por IA serão centrais no futuro da TI — e poucas empresas estão preparadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a4d26d1c7dee" data-id="6a4d26d1c7dee" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Até 2030, atividades de TI dependerão integralmente de IA, indica Gartner</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p>A inteligência artificial deixará de ser uma ferramenta complementar e passará a compor integralmente o fluxo de trabalho das equipes de TI até 2030. A projeção é do Gartner, que ouviu mais de 700 CIOs globalmente e identifica uma mudança estrutural no modelo operacional das áreas de tecnologia. O cenário previsto combina operações conduzidas por humanos, ampliadas pela IA e coordenadas estrategicamente pelos CIOs.</p>
<p>Segundo o levantamento, daqui a cinco anos nenhuma atividade de TI será executada por humanos sem apoio de IA. A expectativa é que 75% das tarefas sejam realizadas por profissionais assistidos por IA e 25% sejam completamente automatizadas, transformando a estrutura das equipes e o perfil das funções técnicas.</p>
<p>Apesar das projeções, o Gartner alerta: poucas organizações estão realmente preparadas para capturar esse valor. “Embora nem toda Inteligência Artificial esteja pronta para entregar valor, os humanos estão ainda menos preparados para capturá-lo”, afirma Rob O’Donohue, vice-presidente analista da consultoria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Força de trabalho em transição</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o Gartner, o impacto da IA no mercado de trabalho será neutro até 2026. Mas, a partir de 2028, a tecnologia deve criar mais empregos do que eliminar. A diferença estará na natureza das funções.</p>
<p>A recomendação para os CIOs é começar pela restrição de novas contratações para cargos baseados em tarefas repetitivas e de baixa complexidade. Em vez disso, as empresas devem reposicionar talentos para áreas capazes de gerar receita e liderar projetos orientados por IA.</p>
<p>O desafio, porém, não é apenas técnico: é humano. A consultoria destaca que habilidades tradicionalmente valorizadas — como sumarização, recuperação de informações e tradução — tendem a perder relevância conforme os modelos generativos assumem essas funções. Em contrapartida, ganham força habilidades que ampliam o potencial da IA: comunicação, tomada de decisão, motivação, senso crítico e coordenação entre humanos e máquinas.</p>
<p>Outro ponto destacado é o risco de “atrofia de competências”. Se os profissionais dependerem excessivamente da IA para executar tarefas essenciais, podem perder capacidades críticas. O Gartner orienta que empresas realizem testes periódicos para garantir que as equipes mantenham domínio sobre funções estratégicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Prontidão para IA: custos, tecnologia e fornecedores</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa também aponta que a maturidade técnica das organizações ainda é baixa. Na região EMEA, 73% dos CIOs dizem não obter retorno financeiro com projetos de IA — muitos enfrentam custos ocultos e gastos adicionais com treinamento e mudança cultural.</p>
<p>Em relação à tecnologia, algumas capacidades — como pesquisa, geração e resumo — já são consideradas maduras. Outras, como agentes de IA e modelos altamente precisos, ainda exigem evolução.</p>
<p>Para orientar as organizações, o Gartner criou um sistema de posicionamento que avalia o grau de prontidão de tecnologia e pessoas para cada iniciativa de IA. A ideia é ajudar líderes a identificar onde estão e qual trajetória devem seguir para atingir valor real. “A verdadeira transformação acontece quando a IA fortalece as competências essenciais da organização e resolve problemas até então impossíveis”, finaliza Gabriela Vogel, vice-presidente analista do Gartner.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Orçamentos de cybersecurity em 2026: perspectivas para o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 21:33:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques cibernéticos]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresas revisam orçamentos de cybersecurity para 2026 diante da escalada de ataques impulsionados por IA. 
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a4d26d1c8f6d" data-id="6a4d26d1c8f6d" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Orçamentos de cybersecurity em 2026: perspectivas para o Brasil</h1>

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			<p><span style="font-size: 16px;"><strong>OPINIÃO </strong></span></p>
<p><em>Thiago N. Felippe, CEO da Aiqon</em></p>

		</div>
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			<p>Em muitos setores da economia, os orçamentos de cybersecurity em 2025 foram conservadores, mais voltados a manter as defesas já implementadas nas empresas do que a inovar de fato. Relatório da IANS Research com CFOs norte-americanos de várias verticais revelou que, em média, os budgets de cybersecurity aumentaram somente 4% em relação a 2024. Isso representa 50% da média de crescimento de 8% nesses investimentos nos últimos cinco anos. O foco foi otimizar ao máximo os recursos que as empresas já possuíam em casa.</p>
<p data-start="801" data-end="1374">No Brasil e na América Latina, em especial, o quadro é ainda mais complexo. Há um subinvestimento em cybersecurity que fragiliza governos e empresas, tornando a região um alvo preferencial dos criminosos. De acordo com um relatório da Organização dos Estados Americanos (OEA), os países latino-americanos investem menos de 1% do seu PIB em segurança cibernética, muito menos do que os países desenvolvidos. Essa falta de investimento deixa setores críticos, como bancos, provedores de serviços de saúde e agências governamentais, vulneráveis a ataques cibernéticos.</p>
<p data-start="1376" data-end="2471">Um estudo da IBM sobre a América Latina indica que, em média, o custo de uma violação — em downtime, negócios que não foram concluídos, prejuízo da marca e, em alguns casos, empresas que não conseguem se recuperar depois do ataque — pode chegar a US$ 3,22 milhões. Ainda assim, o custo estimado dos ataques cibernéticos na região pode ser subestimado pela possível subnotificação de incidentes e pelo fato de apenas alguns países — caso do Brasil e do Chile — já contarem com uma estrutura regulatória mais bem desenvolvida. Isso mascara uma vulnerabilidade latente que, se não for endereçada, resultará em custos financeiros e operacionais significativamente mais altos no médio prazo. A força da nossa economia digital, no entanto, segue enfatizando a importância estratégica da cybersecurity. Os negócios precisam da segurança digital para se sustentarem e entregarem a melhor UX a clientes e usuários. Isso é o que indica o relatório produzido pela consultoria IMARC Group: o mercado latino-americano de cybersecurity deve atingir, até 2033, US$ 40,9 bilhões.</p>
<p data-start="2473" data-end="2647">Há fatores que explicam por que, tanto globalmente quanto no Brasil, o board das empresas está reavaliando a postura de poucos investimentos em cyber adotada em 2025.</p>
<p data-start="2649" data-end="3596">A Inteligência Artificial se espalhou pelas empresas, muitas vezes no modelo de Shadow AI, em que usuários inserem dados críticos sobre clientes e produtos em plataformas como o ChatGPT. Se, de um lado, as empresas viveram esse descontrole, do lado dos atacantes digitais a IA foi usada com habilidade para gerar grande crescimento de seus negócios espúrios. Segundo estudo da Forrester, por exemplo, os invasores agora podem desenvolver 10.000 e-mails de phishing personalizados por minuto usando ferramentas de IA generativa. Isso é uma porta aberta para o ransomware. Os CIOs e CISOs tiveram de lutar, também, contra o aumento das fraudes com deepfakes baseadas em IA: os incidentes cresceram 3.000% em 2025. Mesmo assim, a implementação de novas tecnologias de autenticação de usuários foi várias vezes adiada para o futuro. Essa realidade aumentou ainda mais a vulnerabilidade da organização a vazamentos de dados e violações.</p>
<p data-start="3598" data-end="4273">Assoladas por esses vetores de ataque sofisticados, as empresas estão trazendo a segurança cibernética de volta à vanguarda das discussões do board. Isso pode facilitar a aprovação, em 2026, de orçamentos para tecnologias inovadoras, plenamente capazes de acompanhar a velocidade e a escala das ameaças impulsionadas por IA. Segundo a MarketsandMarkets, em 2026 os gastos globais com segurança cibernética devem atingir aproximadamente US$ 240 bilhões, representando um aumento de 12,5% em relação à base de referência de US$ 213 bilhões em 2025. O Gartner espera que, até o final de 2026, os investimentos globais em cybersecurity atinjam a marca de US$ 200 bilhões.</p>
<h2 data-start="4275" data-end="4317">Software tem prioridade nos orçamentos</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p data-start="4319" data-end="4858">De acordo com o Information Services Group (ISG), as organizações em todo o mundo devem alocar 40% de seus orçamentos de segurança cibernética para software em 2026. Isso supera os gastos com hardware e terceirização combinados e excede os custos relacionados ao pessoal em 11%. Mais da metade dos tomadores de decisão globais em tecnologia de segurança prevê um crescimento significativo do orçamento no próximo ano. Especificamente, 15% planejam um aumento de mais de 10%, enquanto 40% esperam um crescimento orçamentário entre 5% e 10%.</p>
<p data-start="4860" data-end="4984">Neste momento de planejar o budget de cybersecurity para 2026, vale a pena levar em conta alguns conceitos críticos.</p>
<p data-start="4986" data-end="5290">Um orçamento de cybersecurity bem estruturado reflete uma compreensão clara de onde a organização deseja chegar daqui a um ano. Seja o foco a expansão do mercado, a obtenção de contratos maiores ou o reforço da posição atual, a segurança cibernética é essencial para tornar esses objetivos possíveis.</p>
<ul>
<li data-start="5292" data-end="5562">Expandir os negócios: é fundamental incluir no budget estratégias e soluções de proteção de novos ativos digitais e a garantia da conformidade dessa nova infraestrutura. Isso pode incluir atuar em outros pontos geográficos, em ambientes regulatórios desconhecidos.</li>
<li data-start="5564" data-end="5940">Aumentar a confiança do cliente na marca: exige a demonstração, de novo e de novo, de que a organização adota práticas de segurança robustas que protejam informações confidenciais. Esse ponto tem de ser reforçado por políticas de comunicação que disseminem, em toda a empresa — não somente no setor de TI — a importância de se observar as boas práticas em cybersecurity.</li>
<li data-start="5942" data-end="6338">Reforçar a resiliência operacional: o board empenhado em atingir esse objetivo deve investir em soluções de detecção e resposta a ameaças presentes de forma distribuída em todos os ambientes digitais da empresa. É essencial contar com uma estratégia preditiva sobre as ameaças e planos de contingência que antecipem as ações corretivas necessárias para preservar a resiliência dos negócios.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;" data-start="6340" data-end="7039">A construção de um orçamento de cybersecurity parte de perguntas básicas como “Quais são os maiores riscos para minha empresa?”, “Qual é o pior cenário possível?” e “Quais áreas precisam de atenção urgente e quais podem esperar?”. Essas respostas devem ajudar o CISO a definir suas prioridades, analisando o custo-benefício de cada investimento. Para ser bem-sucedido em suas trocas com o board, o CISO precisa traduzir cada possível investimento em resultados de negócios. Acima de tudo, um orçamento de cybersecurity consiste em fazer escolhas bem embasadas. Isso ajuda o CISO a se posicionar não como líder de um centro de custo, mas como motor do crescimento sustentável em 2026.</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>BWS IoT fecha parceria com Sateliot para ampliar cobertura via satélite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 21:33:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Gartner]]></category>
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					<description><![CDATA[Parceria leva rastreamento NB-IoT via satélite a regiões sem cobertura móvel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a4d26d1ca290" data-id="6a4d26d1ca290" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">BWS IoT fecha parceria com Sateliot para ampliar cobertura via satélite</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p>A demanda por rastreamento, monitoramento e comunicação em áreas remotas vem crescendo à medida que setores como agronegócio, logística e infraestrutura avançam em digitalização. Nesse cenário, a BWS IoT anunciou uma parceria estratégica com a Sateliot, operadora espanhola pioneira em redes de satélite 5G NTN NB-IoT em órbita baixa (LEO) compatíveis com o padrão 3GPP Release 17. O objetivo é levar ao mercado brasileiro uma nova geração de dispositivos e serviços capazes de alternar automaticamente entre redes terrestres e satelitais.</p>
<p data-start="1014" data-end="1606">A iniciativa representa um avanço relevante para ampliar a cobertura em regiões onde o sinal móvel tradicional não chega. A BWS IoT integrará sua tecnologia de rastreamento à constelação LEO global da Sateliot, permitindo o envio de dados mesmo em áreas sem cobertura das operadoras convencionais. Segundo o presidente da BWS IoT, Oswaldo Conti-Bosso, essa ponte tecnológica atende a uma lacuna crítica de infraestrutura: “Entre 80% e 82% do território brasileiro ainda não possui cobertura celular efetiva. Nossa missão é eliminar essas lacunas e permitir que a IoT chegue a qualquer lugar.”</p>
<p data-start="1608" data-end="1900">A parceria também fortalece o programa “Conecta Brasil LEO NTN”, iniciativa da Sateliot que busca acelerar a adoção de conectividade IoT de próxima geração entre provedores locais. Por meio dele, integradores e empresas de IoT têm acesso direto à rede global de satélites NB-IoT da companhia.</p>
<p data-start="1902" data-end="2445">Para o agronegócio, o transporte de cargas e a gestão de ativos, a oferta de dispositivos híbridos representa a possibilidade de monitoramento contínuo, independentemente da localização. A Sateliot destaca que sua tecnologia permite o uso do mesmo SIM card e hardware já empregados em redes terrestres, reduzindo custos e simplificando a operação. “O Brasil é um dos mercados mais estratégicos devido à sua grande extensão territorial e à necessidade urgente de cobrir áreas isoladas”, afirma Gianluca Redolfi, diretor de criação da operadora.</p>
<p data-start="2447" data-end="2946">O projeto será implementado em fases, começando pelos setores com maior demanda por comunicação em campo. A proposta da BWS IoT é entregar ao mercado um modelo de conectividade mais acessível, eliminando as barreiras financeiras típicas de sistemas satelitais convencionais. “Vamos oferecer rastreamento terrestre e via satélite a um custo muito mais competitivo que o modelo tradicional. Isso muda completamente o jogo para quem depende de visibilidade em regiões remotas”, complementa Conti-Bosso.</p>
<p data-start="2948" data-end="3279">Além de ampliar a cobertura, a iniciativa abre caminho para aplicações críticas em monitoramento ambiental, segurança de cargas, infraestrutura, utilities e gestão de ativos. A previsão é que os primeiros dispositivos híbridos sejam lançados em 2026, após testes de interoperabilidade entre as plataformas da BWS IoT e da Sateliot.</p>
<p data-start="3281" data-end="3604">Para o ecossistema nacional de IoT, a parceria indica um movimento de fortalecimento em direção a soluções mais resilientes, acessíveis e adequadas à realidade geográfica brasileira. “Estamos construindo a base para que o Brasil desempenhe um papel de liderança nessa revolução da conectividade global”, finaliza Conti-Bosso.</p>

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		<title>Locus Custom Software une IA e protagonismo humano para impactar negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 16:03:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesmo com a evolução acelerada da inteligência artificial (IA), o sucesso de projetos digitais depende de pessoas qualificadas, escuta ativa e visão estratégica — fatores que vão além da automação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a4d26d1cb350" data-id="6a4d26d1cb350" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Locus Custom Software une IA e protagonismo humano para impactar negócios</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Hoje, nenhuma transformação avança sem IA &#8211; inteligência artificial no centro das decisões. Mas, para a Locus Custom Software — empresa brasileira referência em desenvolvimento de software e soluções baseadas em IA — o diferencial real não está apenas nos algoritmos. A companhia defende que é o protagonismo humano, aliado à tecnologia de ponta, que converte inovação em resultados concretos.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="861" data-end="1174">Segundo especialistas da empresa, a otimização baseada em dados deve ser acompanhada de uma abordagem complementar. A IA acelera entregas, amplia análises e testa hipóteses com precisão. Porém, é a condução por profissionais multidisciplinares que interpreta cenários, orienta escolhas e evita decisões no escuro.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="1176" data-end="1384">“A IA não substitui a escuta ativa, a empatia ou a visão de negócio. O que gera valor é a combinação entre dados, estratégia e sensibilidade humana. Esse é o nosso foco”, afirma Bruno Rodrigues, CEO da Locus.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="1386" data-end="1757">A empresa atua em engenharia de dados, machine learning, UX/UI e desenvolvimento de software customizado. A IA é usada em todas as etapas — do mapeamento de regras de negócio à análise de riscos e personalização da jornada do usuário. Mas o conceito central permanece: eficiência só faz sentido se houver clareza de escopo, propósito e envolvimento genuíno com o cliente.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="1759" data-end="2252">O posicionamento está alinhado às tendências de mercado. O Gartner projeta que mais de 40% dos projetos de IA Agêntica serão cancelados até o final de 2027 por custos crescentes, incertezas de valor ou controles de risco deficientes. Muitos ainda estão em fase experimental. A consultoria também alerta para a “lavagem de agentes”, quando soluções são rotuladas como agentes inteligentes mesmo sem autonomia real — estimando que apenas cerca de 130 empresas no mundo têm capacidades genuínas.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="2254" data-end="2572">Apesar disso, o avanço é inevitável: pelo menos 15% das decisões cotidianas no trabalho serão tomadas por IA Agêntica até 2028, ante 0% em 2024. E 33% das aplicações corporativas incluirão esse recurso até 2028. “O desafio não é acessar tecnologia, mas saber onde e como aplicá-la com inteligência”, reforça Rodrigues.</p>
<p style="text-align: justify;" data-start="2574" data-end="2931">Segundo ele, na Locus, cada projeto nasce de perguntas essenciais: qual impacto será gerado, quais riscos estão envolvidos e como validar antes de desenvolver. Para isso, squads são formados com especialistas em dados, UX, software, produto e infraestrutura. A IA atua como acelerador, simulador de cenários e suporte à tomada de decisão — sempre com o humano no centro. O modelo já é aplicado em projetos para empresas de varejo, meios de pagamento, indústria e serviços.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Colaboração com Assessoria de imprensa </em></p>

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