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	<title>100 GbE &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>100 GbE &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Osasco adota tecnologia da Nvidia em projeto de cidade inteligente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2022 19:45:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A cidade possui dois data centers com múltiplos servidores e sistemas de armazenamento, todos interconectados por meio de canais 100 GbE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b0ea9aa1d6" data-id="697b0ea9aa1d6" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Osasco adota tecnologia da Nvidia em projeto de cidade inteligente</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A Nvidia foi a empresa escolhida para ajudar no projeto de tornar o município de Osasco, SP, uma cidade inteligente. A prefeitura adquiriu soluções de rede 100 GbE da divisão enterprise da companhia de baixa latência para comunicação entre seus data centers. Essa implantação assegurou a alta disponibilidade e desempenho para todos os sistemas legados da prefeitura. “A jornada rumo à inovação de Osasco iniciou há mais de cinco anos. O nosso projeto, que visa identificar os passos necessários para tornar o munícipio uma cidade inteligente, sustentável e mais humana, conta com uma trajetória marcada por investimentos pesados em tecnologia da informação”, diz Prefeito de Osasco, Rogério Lins.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, a cidade conta com dois data centers interligados por canais 100 GbE, que operam em redundância e alta disponibilidade com a tecnologia da Nvidia “MLAG”, que é usada para estender a largura de banda de um único link para vários links e fornecer redundância em caso de falha de link. “A solução gera maior acesso entre os data centers e os usuários, garantindo conexão e velocidade, mesmo em caso de uma falha em um canal”, acrescenta o secretário executivo de inovação e tecnologia do município de Osasco, Alex Soares de Oliveira.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada data center possui múltiplos servidores e sistemas de armazenamento, todos interconectados por meio de canais 100 GbE com as tecnologias “NVIDIA Spectrum” e “NVIDIA Mellanox ConnectX-5”. A prefeitura conta com interfaces de rede inteligentes da companhia para realizar o “off-load” de protocolos, ou seja, compartilhar o poder tecnológico em diferentes funções e tarefas, auxiliando na comunicação entre storage e servidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Também são utilizadas nos dada centers 40 workstations virtuais “RTX (vWS)” de alto desempenho na nuvem &#8211; com processamento gráfico virtualizado na plataforma “NVIDIA vGPU” que permite que os pesquisadores e desenvolvedores da cidade possam ter o máximo do desempenho de diversas unidades de hardware em diferentes dispositivos, como um notebook popular. As tecnologias permitiram implementar novos sistemas setoriais, em áreas como saúde, educação, segurança e gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">A divisão enterprise da Nvidia apresentou um amplo leque de soluções de tecnologias abertas e compatíveis entre si, atendendo as especificações tecnológicas previstas no edital de licitação. Os investimentos municipais foram feitos de forma estruturada e divididos em núcleos estratégicos, tendo utilizado recursos BNDES PMAT e próprios.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o secretário de tecnologia, inovação e desenvolvimento econômico de Osasco, Luciano Camandoni, a experiência com a Nvidia começou em 2018. “Hoje podemos dizer que a tecnologia oferecida foi a mais eficiente e mais flexível para decidirmos quando e como crescer com nossos recursos de processamento, armazenamento e memória, de acordo com as nossas necessidades. Quando nos deparamos com o desafio de eliminarmos todos os gargalos de comunicação em nossa rede local e metropolitana, atendendo de forma simultânea as novas demandas, precisamos de um parceiro de confiança como esta companhia. Além das questões técnicas, fundamentais para a decisão, a tecnologia se demonstrou mais vantajosa economicamente para a municipalidade.”</p>
<p style="text-align: justify;">O município está estudando a viabilidade para as próximas etapas de um ecossistema tecnológico estruturado, e conta com a solução “NVIDIA Metropolis”, framework de aplicação que mantém e melhora a infraestrutura das cidades, vagas de estacionamentos, prédios e serviços públicos.</p>
<p style="text-align: justify;">“A cidade inteligente será o futuro para governos que se preocupam com o bem-estar dos munícipes e o com o desenvolvimento, não só tecnológico, como econômico. Seguimos esta parceria com a prefeitura de Osasco prontos para torná-la exemplo de sucesso não só no Brasil, como no mundo”, finaliza Marcio Aguiar, diretor da divisão enterprise da Nvidia para América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
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		<title>40 e 100 G no data center</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/40-e-100-g-no-data-center/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=40-e-100-g-no-data-center</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 19:11:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 15]]></category>
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					<description><![CDATA[A  Ethernet de 40 e 100 G é um componente chave nos data centers. Mas a implantação da tecnologia depende de uma série de fatores organizacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b0ea9ac5bd" data-id="697b0ea9ac5bd" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>40 e 100 G no data center</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">A Ethernet de 40 e 100 G é um componente chave nos data centers. Mas a implantação da tecnologia depende de uma série de fatores organizacionais, incluindo infraestrutura, orçamento, throughput e prioridades da liderança.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Josh Taylor, Gerente de produtos da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.cablexpress.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CABLExpress</a></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Com a consolidação de novos padrões industriais e o aumento de throughput dos data centers, a Ethernet 40/100 G é um componente essencial nos centros de dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os motivos pelos quais os data centers priorizam esta tecnologia podem ser explicados pelos seguintes pontos:</p>

		</div>
	</div>
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			<ul>
<li style="text-align: justify;">  Crescimento no volume de dados. O mundo gira em torno de dados digitais. Hoje já confiamos na transmissão de dados para realizar negócios, nos engajar em atividades sociais e gerenciar a nossas vidas. Não há sinais de desaceleração do crescimento da produção de conteúdo e da demanda por mais dados, além de acesso mais rápido a eles.</li>
<li style="text-align: justify;">  Nuvem. Entre vários outros fatores, o aumento no armazenamento em nuvem impulsionará a necessidade de taxa de transferência de dados.</li>
<li style="text-align: justify;">  Internet das coisas. Outro fator que contribui para o crescimento exponencial da transmissão de informação é a IoT &#8211; Internet das coisas. O crescimento exponencial de informações significa que as velocidades de processamento também precisam aumentar, para não atrapalhar o acesso aos dados. O cabeamento de alto desempenho, que pode transferir dados acima de 40/100G Ethernet, será um acréscimo necessário aos data centers que desejam acompanhar o crescimento no volume de dados digitais.</li>
<li style="text-align: justify;">  Virtualização. A virtualização pode ajudar os data centers a economizar em despesas de capital, melhorar a eficiência operacional e criar infraestruturas mais ágeis. Existem muitos tipos de virtualização (desktop, armazenamento e servidores, por exemplo). Como há menos conexões, é importante que elas funcionem corretamente. Infelizmente, a maioria dos data centers não conta com infraestrutura de cabeamento projetada para oferecer os recursos de alto desempenho exigidos pela virtualização. Isso é particularmente válido para data centers construídos na década de 1980, antes mesmo de existir um cabeamento de alto desempenho.</li>
<li style="text-align: justify;">  Redução da tolerância para o tempo de inatividade. Quando as transmissões de dados são interrompidas devido ao tempo de inatividade da rede, isso se traduz em uma perda real de receita. O efeito do tempo de inatividade na receita é ainda maior quando se considera a experiência do usuário final. Os administradores de rede devem ter um plano de contingência em vigor no caso de falha na rede. No entanto, uma das maneiras mais eficazes de atenuar esse problema é garantir que a rede existente atenda às demandas de aumento de dados, incluindo a atualização para velocidades de 40/100G.</li>
<li style="text-align: justify;">  Gerenciando despesas de capital. Embora a migração para a Ethernet 40/100G crie uma despesa de capital inicial, em longo prazo ela traz economia para os data centers por ser uma infraestrutura à prova de futuro. Os centros de dados não apenas estarão preparados para as crescentes demandas de throughput, mas também para uma infraestrutura de cabeamento de alto desempenho, abrindo caminho para futuras atualizações de hardware. Isso reduzirá a necessidade de arrancar e substituir o cabeamento a cada atualização de projeto.</li>
</ul>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Os fatores que influenciam a preparação para a migração Ethernet de 40/100G</h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vincular distâncias e perdas</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  À medida que as velocidades dos data centers aumentam, os orçamentos de perdas ópticas diminuem. A perda óptica ocorre na distância do cabeamento e nos pontos onde as conexões são feitas. Como a maioria das execuções de cabeamento de data center acontece em distâncias curtas (em comparação com as execuções de campus de longa distância), as perdas inerentes a distância em um data center são pouco significativas. em comparação com aquelas que incorrem nos “mating points”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Da mesma forma, à medida que aumentam as conexões no data center para melhorar a capacidade de gerenciamento, perde-se desempenho. Isso ocorre porque as conexões adicionadas contribuem para o aumento da perda de dB. Portanto, um equilíbrio deve ser mantido entre a capacidade de gerenciamento e o desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">  A escolha do produto de cabeamento correto pode resolver a questão do balanceamento entre o gerenciamento e o desempenho. Os produtos de cabeamento com baixas taxas de perda ótica garantirão que um ambiente de cabeamento estruturado esteja funcionando no máximo. Ao comparar as taxas de perdas de dB de produtos de cabeamento, procure por taxas de perdas “máximas&#8221; em vez de &#8220;típicas&#8221;. Embora as taxas de perdas típicas possam aludir às capacidades de desempenho de um produto, elas não são úteis ao determinar as perdas de orçamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Projeto da infraestrutura de cabeamento</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Devido ao crescimento exponencial experimentado pelos data centers durante as duas últimas décadas, a infraestrutura de cabeamento é frequentemente reduzida a um emaranhado comumente chamado de “cabeamento espaguete”, um tipo que reduz a eficiência, aumenta a perda de dados e provoca mais desafios de gerenciamento de cabos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma TIA-942 foi desenvolvida para abordar vários tópicos de design de infraestrutura de data center, incluindo o problema de cabeamento espaguete. Entre outros aspectos de planejamento e projeto de data center, a TIA-942 se concentra no layout físico da infraestrutura de cabeamento.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma oferece um roteiro para a infraestrutura de cabeamento do data center baseado no conceito de um ambiente de cabeamento estruturado. Criando segmentos lógicos de conectividade, esse tipo de sistema pode crescer e se mover à medida que as necessidades do data center mudam e as demandas de throughput aumentam. Portanto, a implementação de um sistema de cabeamento estruturado de acordo com os padrões TIA-942 é a maneira ideal de se preparar para a migração para velocidades de 40/100G.</p>
<p style="text-align: justify;">  A TIA-942 exige o uso de pontos de interconexão, que geralmente são encontrados nos patch panels, que permitem que os cabos de conexão (ou jumpers) sejam usados na frente dos racks ou gabinetes onde o equipamento está alojado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Existem várias vantagens na implementação de um sistema de cabeamento estruturado. Primeiro, o uso de trunks de fibra óptica reduz significativamente o volume de cabeamento tanto no piso quanto no transporte suspenso. A implementação de um sistema de cabeamento estruturado também reduz o congestionamento do fluxo de ar, o que reduz o uso de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra vantagem é a modularidade, o que significa que as alterações de conexão podem ser feitas sem a necessidade de remover o cabeamento horizontal ou de distribuição, como por exemplo. Um switch baseado em chassi com portas 100Base-FX é conectado a um patch panel usando jumpers de fibra óptica SC. Para atualizar o chassi e instalar novos blades com portas LC, você não precisa mais substituir o canal inteiro, como aconteceria em um sistema ponto a ponto. Em vez disso, o módulo dentro do painel de correção é substituído. Os cabos subterrâneos e suspensos permaneceriam inalterados.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, deve-se notar que este método provoca perda de inserção ao canal porque inclui mais “mating points”. Para compensar a perda de inserção criada por esses pontos adicionais, devem ser usados cabos de fibra óptica de alto desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">  Existem várias opções de conectividade que podem ser consideradas para planejar a infraestrutura de cabeamento na migração para velocidades de 40/100G.</p>
<p style="text-align: justify;">  A primeira opção usa transceivers de longa distância (LX) com cabeamento monomodo (SM). Os dados são transmitidos via serial, onde uma fibra é dedicada para transportar os dados e outra para recebê-los. Essas duas fibras fazem o que é chamado de “canal”. Um canal é definido como fibra, ou grupo de fibras, usada para completar um circuito de dados. Até recentemente, a transmissão serial era usada para velocidades Ethernet de até 10G.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esta configuração, normalmente, não é usada em data centers porque foi criada para longas distâncias. Ela também tem um alto custo, apesar da abundância (e, portanto, do baixo custo) do cabeamento monomodo. Para trabalhar de forma eficaz em longas distâncias, os lasers usados nos transceivers LX são extremamente precisos e caros. Isso aumenta drasticamente o custo total de uma solução de conectividade LX /SM.</p>
<p style="text-align: justify;">  A próxima opção usa transceivers de curta distância (SX) com cabeamento multimodo (MM). Os dados são enviados via transmissão óptica paralela, que agrega múltiplas fibras para transmissão e recepção. Para a transmissão 40G SR4, quatro fibras transmitem em 10G cada, enquanto quatro fibras recebem em 10G cada. Isso significa que um total de oito fibras será utilizado para um canal Ethernet de 40G.</p>
<p style="text-align: justify;">  O mesmo princípio se aplica para 100G SR10, exceto que o número de fibras aumenta. Dez fibras de 10G cada transmitem dados e dez fibras a 10G cada recebem. Um total de vinte fibras compõe um canal Ethernet 100G SR10.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a atualização padrão 802.3bm do IEEE, uma nova opção de conectividade é oferecida para 100G SR4. Esta opção permite velocidades Ethernet de 100G utilizando uma interface MPO de 12 fibras. É o mesmo princípio que 40G SR4, mas cada fibra estaria transmitindo ou recebendo 25G.</p>
<p style="text-align: justify;">  Estas configurações de conectividade de curta distância são ideais para migrar para a Ethernet 40/100G, pois funcionam bem nas pequenas distâncias encontradas em um data center.</p>
<p style="text-align: justify;">  A próxima opção são os transceivers QSFP MM padrão com uma conexão MPO. Esses novos transceivers utilizam um “footprint” LC duplex &#8211; uma tecnologia que oferece uma vantagem significativa aos usuários finais que usam conectores LC em suas infraestruturas existentes.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Tipos de fibra</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Se os cabos multimodo estiverem sendo usados para migrar para a Ethernet 40/100 G, recomenda-se que sejam de fibras OM3 ou OM4, substituindo qualquer cabo de fibra OM1 ou OM2.</p>
<p style="text-align: justify;">  A OM4 tem uma maior capacidade e é mais eficaz em distâncias maiores. Ela é muito recomendada para qualquer nova instalação, pois oferece uma maior vida útil da infraestrutura de cabeamento.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Próximos passos para os data centers</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Os data centers estão experimentando a mudança mais significativa na infraestrutura de cabeamento desde a introdução da fibra óptica. Não é mais uma questão da migração para Ethernet 40/100G, mas, sim, quando. Instalar uma infraestrutura de cabeamento estruturado de fibra óptica de alto desempenho é essencial para uma migração bem-sucedida.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sabemos que a migração para Ethernet 40/100G é iminente, assim como as decisões que os gerentes de data center precisarão tomar para se preparar para a implementação. Existem vários passos para se preparar para essa mudança drástica:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>  Determine as suas necessidades atuais e futuras, incluindo throughput, as taxas de produção de dados e os objetivos de negócios.</li>
<li>  Use essas informações para definir quando o data center deve migrar para a Ethernet 40/100G.</li>
<li>  Mapeie sua infraestrutura atual do seu data center.</li>
<li>  Use este mapa para criar um plano para a infraestrutura de hardware e cabeamento e atualizações necessárias para a migração.</li>
<li>  Crie um plano para migração, incluindo estratégia de comunicação interna, orçamento, cronograma, além das responsabilidades de cada um dos envolvidos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  O cronograma para migração é diferente para cada data center, dependendo das necessidades de tecnologia, orçamento, tamanho e prioridade organizacional. No entanto, educar-se para Ethernet 40/100G, avaliar a sua infraestrutura de cabeamento atual e iniciar planos de implementação garantirá uma migração tranquila e sem problemas.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A evolução dos data centers</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/a-evolucao-dos-data-centers/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-evolucao-dos-data-centers</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 19:10:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 15]]></category>
		<category><![CDATA[100 GbE]]></category>
		<category><![CDATA[40 GbE]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
		<category><![CDATA[Data centers]]></category>
		<category><![CDATA[Disponibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Throughput]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
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					<description><![CDATA[Para dar vazão ao grande crescimento de tráfego de dados e atender às demandas de capacidade de tecnologias, como nuvem, IoT – Internet das coisas e virtualização, os data centers precisam evoluir. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b0ea9aef11" data-id="697b0ea9aef11" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>A evolução dos data centers</h1>

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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Para dar vazão ao grande crescimento de tráfego de dados e atender às demandas de capacidade de tecnologias, como nuvem, IoT – Internet das coisas e virtualização, os data centers precisam evoluir.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/40-e-100-g-no-data-center/">Um artigo publicado nesta edição</a> trata do impacto que a transição de velocidade para redes de 40 e 100 G tem na infraestrutura de cabeamento do data center e as decisões que as organizações precisam tomar para acomodar essas mudanças.</p>
<p style="text-align: justify;">  Apesar de não ser um assunto novo e já estarmos discutindo velocidades de 400 G, muitas empresas ainda estão planejando construir as suas arquiteturas de data centers baseadas em 40 e 100 G e têm dúvidas de como fazer esta migração de uma forma eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">  A implementação dessas tecnologias depende de uma série de fatores organizacionais e há inúmeros pontos que devem ser analisados, incluindo atualização de infraestrutura, orçamento/investimento e throughput.</p>
<p style="text-align: justify;">  A qualidade do projeto e a escolha correta do sistema de cabeamento também são fundamentais para garantir a disponibilidade do data center e a sua evolução para novas aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, para que a sua estratégia tenha sucesso, o mais importante é entender quais são as reais necessidades de sua empresa, sempre com uma visão voltada para o futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">  Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como integrar equipamentos de 10, 40 e 100 Gb com eficiência</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/como-integrar-equipamentos-10-40-e-100-gb/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-integrar-equipamentos-10-40-e-100-gb</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2018 18:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 03]]></category>
		<category><![CDATA[10 GbE]]></category>
		<category><![CDATA[100 GbE]]></category>
		<category><![CDATA[40 GbE]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
		<category><![CDATA[Cabos breakout]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Patch panels modulares]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b0ea9b00c8" data-id="697b0ea9b00c8" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como integrar equipamentos de 10, 40 e 100 Gb com eficiência</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Com a fibra de 40 Gb se tornando uma opção padrão em data centers, conectar novos equipamentos em ambientes 10 Gb já existentes é um desafio. Adicionando mais complexidade, fica claro que as empresas de todos os tamanhos também precisam estar preparadas para integrar velocidades de 100/120 Gb e superior.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.tripplite.com/" target="_blank" rel="noopener">Tripp-Lite</a></span></h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A crescente demanda por acesso mais rápido a grandes volumes de dados, aliada aos padrões emergentes de rede de alta velocidade e ao avanço da tecnologia, está provocando um profundo impacto na infraestrutura de rede. Com a fibra de 40 Gb se tornando uma opção padrão em data centers, conectar novos equipamentos em ambientes 10 Gb já existentes é um desafio. Adicionando mais complexidade, fica claro que as empresas de todos os tamanhos também precisam estar preparadas para integrar velocidades de 100/120 Gb e superior.</p>
<p style="text-align: justify;">  A customização dos cabos breakout era uma alternativa, quando não havia outras soluções disponíveis. Porém, esse modelo aumentava os custos, atrasava os projetos e apresentava um cenário de pesadelo para atualizações e reparos. Nesse cenário, os patch panels modulares surgiram como uma alternativa madura e altamente escalável para personalizar os cabos breakout. Atualmente, os patch panels modulares integram, de forma fácil e conveniente, equipamentos com diferentes velocidades para atender às necessidades de conectividade com economia de custos, além de prepararem a rede para o futuro.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Uma demanda ilimitada de largura de banda</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Hoje, a tecnologia é parte de praticamente tudo o que fazemos e produzimos, por isso não é surpresa que o volume de dados digitais continue crescendo exponencialmente. Segundo o estudo <a href="https://www.emc.com/leadership/digital-universe/index.htm#2014" target="_blank" rel="noopener">Annual EMC Digital Universe Study 2014</a>, realizado pela EMC, em parceria com a IDC, o tráfego mundial de dados passará de 4,4 trilhões de Gigabytes em 2013, para 44 trilhões de Gigabytes em 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">  Inúmeros fatores alimentam esse resultado, tanto por parte dos consumidores finais quanto do mercado corporativo. Entre eles estão a computação em nuvem, big data, virtualização de servidores, mídia social, computação móvel, streaming de vídeo e a proliferação de objetos conectados à rede, também conhecida como <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/iot-internet-das-coisas-na-industria/" target="_blank" rel="noopener">IoT &#8211; Internet das coisas</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao mesmo tempo, a demanda dos usuários por acesso mais rápido a todos esses dados também está aumentando, contribuindo ainda mais para o apetite aparentemente insaciável por largura de banda. Não faz muito tempo, as redes Ethernet que suportavam velocidades de 10 Mbit/s eram consideradas incrivelmente rápidas. Atualmente, a maioria dos data centers adotou as redes de fibra de 10 Gigabit como tecnologia padrão e a fibra óptica de 40 Gb está se tornando comum nos centros de dados. Nos data centers da próxima geração, as redes de 100/120 Gb serão uma exigência &#8211; e as de 400 Gb certamente já estão a caminho. Vale ressaltar que as velocidades Gigabit (Gb) são referenciadas de várias maneiras e diferentes fontes. Por exemplo, 40 Gb pode ser chamada de 40 GbE, 40 Gbit/s, 40G, 40GE, 40G-Base, 40 Gbit, 40Gbit/s, 40 Gigabit ou 40 Gigabit Ethernet.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Foram necessários 15 anos para o 10 Gb substituir o 1 Gb como norma. Porém, cinco anos aprovação do padrão IEEE 802.3ba-2010, a fibra de 40 Gb está ganhando terreno sobre a de 10 Gb. Com essa mudança se acelerando, não é mais uma questão de se, mas sim quando as empresas de todos os tamanhos precisarão integrar velocidades de rede mais altas.</p>
<p style="text-align: justify;">  À medida que é inevitável misturar soluções de 10 e 40 Gb em um data center, é preciso ter certeza de que a infraestrutura legada de 10 Gb pode ser conectada com os novos equipamentos de 40 Gb. Também é preciso considerar a conectividade com os padrões de rede futuros, já que as velocidades inevitavelmente subirão para 100/120 Gb ou mais. Ter várias velocidades coexistindo dentro do mesmo data center não é novidade, mas o cabeamento óptico paralelo usado para velocidades de transmissão de dados de 40 Gb e mais apresenta um novo desafio de conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao analisar mais de perto os dois principais tipos de transmissão de dados digitais (serial e paralela), pode-se lançar alguma luz sobre o motivo de a conectividade ter se tornado mais complexa.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Transmissão serial</h2>
<p style="text-align: justify;">  A fibra de 10 Gb usa um tipo de transmissão serial onde os dados são enviados sequencialmente, um bit por vez. Uma fibra de transmissão dedicada e uma de recepção dedicada, conhecidas como um par de fibras duplex, criam o canal de 10 Gb usado para completar o circuito de dados. Normalmente, a conectividade serial é obtida por meio de um conector LC duplex. O conector LC é a interconexão mais comum implantada em data centers, especialmente para aplicações de rede de alta densidade.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;">Transmissão óptica paralela</h2>
<p style="text-align: justify;">  Até recentemente, não era possível atingir velocidades acima de 10 Gb usando um único cabo de fibra duplex. Melhorias na transmissão serial aumentaram o limite para 25 Gb, porém velocidades de 40 Gb e mais exigem uma alternativa chamada de transmissão óptica paralela, que emprega vários pares de fibra duplex para transportar mais dados e obter velocidades mais altas. Por exemplo, a transmissão óptica paralela alcança a velocidade de 40 Gb combinando quatro pares de fibra duplex de 10 Gb para criar um canal de 40 Gb. O mesmo princípio se aplica para velocidades de 100 e 120 Gb e superiores. Um canal de 100 Gb inclui dez pares de fibra duplex de 10 Gb e assim por diante. Aqui são citados os pares de fibra duplex de 10 Gb porque eles representam melhor as aplicações mais comuns dos data centers atuais. Mas os princípios de transmissão óptica paralela também podem ser aplicados aos pares de fibra duplex de 25 Gb para atingir velocidades ainda maiores ou reduzir o número de fibras necessárias. Por exemplo, um canal de 100 Gb exige quatro pares de fibra duplex de 25 Gb, em vez de dez pares de fibra duplex de 10 Gb.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na transmissão óptica paralela, a conectividade é obtida usando conectores MPO, também conhecidos como conectores MTP (um conector MPO de alto desempenho fabricado e registrado pela empresa norte-americana US Conec). Os conectores contam com 12 ou 24 fibras (6 ou 12 pares de fibra duplex) e essa opção é indicada nos data centers porque pode aproveitar os lasers de baixo custo e os cabos multiuso.</p>
<p style="text-align: justify;">  Equipamentos projetados para velocidades de 10 Gb ou menos possuem portas de fibra duplex de dois cabos para transmissão serial, enquanto equipamentos de 40 e 100/120 Gb possuem portas de fibra MPO/MTP de 12 e 24 fibras para transmissão paralela. Devido aos diferentes tipos de cabos envolvidos, conectar os equipamentos de 10 Gb, projetados para transmissão serial, com novos switches de alta velocidade e dispositivos que exigem transmissão óptica paralela é uma tarefa complicada, exigindo novas soluções que não estavam disponíveis antes dos switches de 40 Gb entrarem em cena.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697b0ea9b16a2" data-id="697b0ea9b16a2" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Conectividade</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Dois tipos de soluções foram desenvolvidas para conectar equipamentos de 10 Gb a equipamentos de maior velocidade no mesmo data center: o cabeamento breakout e os patch panels modulares. É importante entender os benefícios e desafios de cada solução para selecionar o que melhor atende às necessidades de conectividade atuais e futuras.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697b0ea9b19e1" data-id="697b0ea9b19e1" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>Cabeamento breakout</h2>
<p style="text-align: justify;">  Um cabo breakout é um cabo multifio, geralmente feito sob medida, dividido em vários cabos duplex. Por exemplo, um cabo breakout de 40 Gb possui quatro cabos duplex 10 Gb individuais, totalizando oito fios. Já o cabo breakout de 100 Gb tem 10 cabos duplex e 20 fios. Um cabo breakout possui conectores LC em uma extremidade e um conector MPO/MTP na outra.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><em><strong>Como eles trabalham</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">  Para entender como uma solução inovadora de cabeamento funciona, suponhamos que se queira integrar servidores de 10 Gb em uma rede de 40 Gb. Para cada porta no switch, será necessário um cabo breakout com um conector MPO/MTP em uma extremidade e quatro conectores LC duplex na outra. O conector MPO/MTP é conectado na porta do switch de 40 Gb e cada conector LC duplex é conectado a uma porta de 10 Gb em cada servidor. Cada switch pode ter 32 ou mais portas MPO/MTP.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><em><strong>Os benefícios</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">  O principal benefício de usar as soluções de cabeamento de breakout é que os equipamentos com velocidade mais lenta podem ser conectados a equipamentos de alta velocidade com sucesso, como os servidores de 10 Gb e o switch de 40 Gb do exemplo acima. Até 128 dispositivos de 10 Gb podem ser conectados a um único switch de 32 portas e 40 Gb.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697b0ea9b1d52" data-id="697b0ea9b1d52" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8 vc_col-has-fill"><div class="vc_column-inner vc_custom_1524682926529"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2>Principais desafios</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">● Avaliação de requisitos. A maioria dos cabos breakout é feita sob medida. No entanto, pode ser difícil determinar com precisão o comprimento ideal antecipadamente. A tendência é superestimar o tamanho dos cabos, o que inevitavelmente leva ao excesso de cabos.</p>
<p style="text-align: justify;">● Congestionamento de cabos. Se visualizar um switch de rede de 1U conectado a 32 ou mais cabos breakout, cada um com 4 cabos duplex no lado do servidor, é fácil perceber como a quantidade de cabos quebrados aumenta o congestionamento e a confusão. Essa “síndrome do espaguete” reduz a eficiência e dificulta muito o gerenciamento de cabos.</p>
<p style="text-align: justify;">● Tempo de entrega e custo. Como a maioria dos cabos breakout é feita sob medida, eles são mais caros do que os cabos disponíveis no mercado e exigem prazos mais longos entre o pedido e a entrega. Isso pode atrasar os projetos e aumentar os custos, especialmente ao considerar projetos grandes e de alta densidade com extensivos requisitos de cabeamento.</p>
<p style="text-align: justify;">● Etiquetagem. Ao usar tantos cabos breakout, rotular o material é absolutamente essencial. Porém a variedade de cabos torna difícil rotulá-los de forma clara e precisa, interferindo na sua capacidade de solucionar problemas de forma efetiva e eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">● Reparo. Um problema com um único fio ou conector pode tornar todo um cabo breakout personalizado não funcional. Como eles não estão disponíveis para pronta entrega, isso aumenta a interrupção da rede e o tempo de inatividade. E quando o novo cabo breakout estiver finalmente no lugar, você deve se lembrar de re-etiquetar tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">● Flexibilidade e escalabilidade. Os cabos breakout são difíceis de reconfigurar quando você adiciona ou atualiza equipamentos, exigindo frequentes revisões da infraestrutura de cabeamento. Essa característica não é apenas de alto custo e demorada, mas limita a sua capacidade de planejar adequadamente o crescimento. Isso é especialmente problemático, pois a expansão de portas e de bandas inevitavelmente exigirá a integração de novos padrões de cabeamento de rede.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697b0ea9b21fc" data-id="697b0ea9b21fc" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b0ea9b2503" data-id="697b0ea9b2503" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Patch panels modulares</h2>
<p style="text-align: justify;">  Os patch panels modulares são compostos por racks montáveis em suportes projetados para abrigar uma variedade modular e removível de cassetes de fibras. Sustentando vários padrões de cabeamento de rede de fibra, os cassetes são fáceis de misturar, combinar, adicionar e substituir à medida que as suas necessidades de conectividade aumentam e mudam.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><em><strong>Como eles trabalham</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">  Os cassetes de fibras modulares são a chave para esta solução. Disponíveis em múltiplas variações, os cassetes permitem interconectar diferentes velocidades de fibra simplesmente conectando cabos duplex LC padrão de um lado do cassete e um ou mais cabos padrão MPO/MTP padrão no outro lado.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><em><strong>Os desafios</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">  O maior desafio é selecionar uma solução de patch panel modular com os recursos e a capacidade para atender às necessidades atuais da empresa, bem como flexibilidade e escalabilidade para se adaptar e crescer conforme as necessidades futuras. Como a proposta é trabalhar com uma solução que possa fornecer conectividade em um futuro previsível, também faz sentido trabalhar com um fabricante bem estabelecido, no qual haja a certeza de que vai oferecer novos cassetes modulares para suportar novos padrões nos próximos anos.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697b0ea9b25b7" data-id="697b0ea9b25b7" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8 vc_col-has-fill"><div class="vc_column-inner vc_custom_1524684975545"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2>Principais benefícios</h2>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_10 vc_sep_border_width_5 vc_sep_pos_align_left vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>● Integra diversos padrões de cabeamento. Permitem conectar diversos padrões de cabeamento de rede sem problemas, incluindo 10/10, 10/40, 40/40, 10/100/120 e 40/100/120 Gb, bem como futuros padrões.</p>
<p>●  Usa cabo padrão. Como as conexões usam cabos padrão disponíveis no mercado, é possível fazer alterações e reparos sem os atrasos e despesas adicionais associadas ao cabeamento personalizado.</p>
<p>●  Fornece flexibilidade e escalabilidade. À medida que novos padrões de cabeamento são integrados para suportar velocidades de rede mais altas, pode-se simplesmente trocar os cassetes existentes por novos cassetes que suportam os novos padrões. A rede pode crescer e mudar sob demanda, sem o trabalho oneroso e dispendioso de substituir os canais de ponta a ponta.</p>
<p>●  Reduz o congestionamento de cabos. Folga de cabos reduzida significa menos desordem, menos confusão e uma infraestrutura de cabeamento facilmente organizada e melhor identificada. A solução também permite gerenciar os cabos em qualquer direção &#8211; horizontal ou vertical, frontal ou traseira.</p>
<p>● Suporte padrão. Suportam padrões de cabeamento de rede estruturada ANSI/TIA-942 para data centers.</p>
<p>●  Economia de espaço. Ao gerenciar densidades de portas e velocidades variadas em um único patch panel de alta densidade, há economia de espaço no rack, ajudando a reduzir os custos do data center. Um único patch panel pode gerenciar até 168 portas de 10 Gb.</p>
<p>●  Investimentos adequados. Com uma solução modular, pode-se comprar e carregar apenas os cassetes necessários no momento, enquanto reserva espaço para futura expansão.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Soluções de baixa complexidade para aplicações de alta densidade</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Inserir e remover cabos de fibra em aplicações de alta densidade pode ser extremamente desafiador. Como os cabos estão muito próximos, não há espaço para os dedos, assim inserir e remover cabos geralmente requer ferramentas especiais. No entanto, alguns fabricantes oferecem cabos LC e MPO/MTP com conectores de abas que podem serem manipulados sem ferramentas, maximizando a conveniência e a acessibilidade.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697b0ea9b2da6" data-id="697b0ea9b2da6" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">O cobre <em>versus</em> a fibra</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  É verdade que a fibra parece estar vencendo o cobre no concurso de popularidade em novas instalações e atualizações de cabeamento de alta velocidade. Leve, fina e durável, a fibra pode transmitir dados com confiabilidade em velocidades mais altas e maiores distâncias com perda mínima de sinal. No entanto, o cobre continuará a desempenhar um papel importante na infraestrutura de rede, particularmente nas bordas de uma rede estruturada. Com o cabeamento de fibra e cobre provavelmente irão coexistir nos data centers nos próximos anos, especialmente quando os fabricantes desenvolverem novos produtos com maior capacidade e maior flexibilidade. Mas soluções inovadoras serão necessárias para fornecer conectividade. Por exemplo, para equipar algumas soluções de patch panel modular com cassetes que forneçam Categoria 6A e portas SFP. Isso permite misturar e interconectar cabos de cobre e fibra de 1 a 120 Gb em um único painel de alta densidade.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697b0ea9b30ed" data-id="697b0ea9b30ed" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1524685965146 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Escolhendo com sabedoria para hoje e amanhã</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao determinar a melhor solução de conectividade para as necessidades do seu data center, deve-se considerar vários fatores. Esses incluem:</p>
<p style="text-align: justify;">● Velocidade e largura de banda. Que tipos de equipamento são necessários para se conectar a que velocidades? Quais são os seus requisitos atuais de densidade de portas?</p>
<p style="text-align: justify;">● Flexibilidade. Com que facilidade pode inserir, remover e rotular/etiquetar cabos?</p>
<p style="text-align: justify;">● Gerenciamento. A solução ajudará a evitar folgas e congestionamentos excessivos nos cabos? Pode-se escolher gerenciar os cabos em qualquer direção &#8211; horizontal ou vertical, frontal ou traseira? Como será a facilidade de instalação quando você precisar integrar novos equipamentos que suportem velocidades de rede mais altas?</p>
<p style="text-align: justify;">● Escalabilidade à prova de futuro. Quais são as necessidades da empresa para daqui cinco e 10 anos? A solução é projetada para crescer junto com a empresa?</p>
<p style="text-align: justify;">●  Custo. Qual solução é mais econômica? Nesse item é preciso de considerar o custo total, incluindo o custo dos cabos e outras substituições necessárias, tempo e custo de mão de obra para instalação e modificação, economia de espaço no rack e custo de inatividade, se os cabos não puderem ser substituídos imediatamente.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-697b0ea9b346f" data-id="697b0ea9b346f" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b0ea9b3748" data-id="697b0ea9b3748" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Data center à prova de futuro</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Com velocidades de rede cada vez mais altas, é bom garantir que o investimento na atualização e construção de sua infraestrutura de rede seja gasto com sabedoria. Soluções de cabeamento breakout serviram para um propósito importante quando os switches de 40 Gb entraram no mercado pela primeira vez e exigiram soluções imediatas de conectividade. Os cabos breakout sempre foram uma solução improvisada, exigindo uma substituição de ponta a ponta toda vez que se atualizava o equipamento. No entanto, eles eram um recurso necessário à espera de uma solução mais madura para emergir.</p>
<p style="text-align: justify;">  O desenvolvimento de soluções de patch panels modulares tem sido um agente decisivo. Projetados para a máxima densidade de conexão, flexibilidade, escalabilidade e compatibilidade com os padrões de rede de alta velocidade existentes e emergentes, eles atendam às necessidades de conectividade atuais, ao mesmo tempo em que investem no futuro. As soluções de patch panel modular sustentam sua capacidade de planejar, implantar e atualizar a sua rede para atender à crescente demanda por largura de banda adicional e maior velocidade. Ao selecionar a solução de patch modular correta para seu o data center, bem como um fabricante confiável que oferecerá suporte à solução nos próximos anos, é possível confiar que todos os componentes de sua infraestrutura de cabeamento continuarão funcionando juntos sem problemas à medida que a velocidade aumenta de 10 e 40 Gb para 100/120 Gb e além.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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