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	<title>Agronegócio &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Agronegócio &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>Brasil é terreno fértil para as agtechs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Montini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 16:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 66]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agtechs]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[As agtechs, startups especializadas em buscar soluções inovadoras para o agronegócio, são responsáveis por apresentar inovações para os produtores rurais, como aplicabilidade de ferramentas de automação, IA - inteligência artificial e big data.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986afe6f0110" data-id="6986afe6f0110" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Brasil é terreno fértil para as agtechs</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">A agricultura é um dos principais pilares da economia brasileira, com um amplo território e diversidade de climas e solos que proporcionam condições favoráveis para a produção de uma grande variedade de culturas. Para se ter ideia, segundo o relatório World Food and Agriculture de 2021, da ONU &#8211; Organização das Nações Unidas para a FAO &#8211; Alimentação e a Agricultura, o Brasil é o terceiro maior produtor de alimentos do planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dessa posição, o setor também enfrenta desafios significativos, como a busca por maior produtividade, sustentabilidade, eficiência e a necessidade de alimentar uma população mundial em constante crescimento. Nesse ponto, a transformação digital tem chegado no campo para melhorar esse processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Inclusive, as agtechs, startups especializadas em buscar soluções inovadoras para o setor, desempenham um papel crucial na transformação do meio agrícola no Brasil. Elas são responsáveis por apresentar inovações para os produtores rurais, como soluções de softwares de gestão e monitoramento, aplicabilidade de ferramentas de automação, IA &#8211; inteligência artificial e big data.</p>
<p style="text-align: justify;">Graças a elas é possível administrar o campo com maior precisão e agilidade, garantindo maior rendimento nas lavouras e contribuindo para a oferta de alimentos em quantidade suficiente para atender à demanda crescente.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que essas startups têm um impacto significativo na modernização e na competitividade da agricultura brasileira, ao mesmo tempo em que promovem a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O cenário atual das agtechs</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de um movimento ainda tímido, o Brasil tem terreno fértil para que as agtechs cresçam e frutifiquem. De acordo com o Radar Agtechs Brasil 2021/2022, produzido pela Embrapa, SP Venture e Homo Ludens Research and Consulting, o país já conta com 1703 startups atuantes do agronegócio. O número é 7,5% maior do que registrado no relatório anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo ainda aponta que 14,2% das agtechs atuam antes da fazenda, ou seja, está muito mais ligada ao crédito, fertilizantes, análise laboratorial, nutrição, saúde animal, sementes, mudas genômicas vegetal, etc., enquanto 41,4% estão dentro da fazendo auxiliando na gestão da propriedade rural, com drones, máquinas e equipamentos, sensoriamento remoto, mídias sociais, internet das coisas, detecção de pragas, solo, clima e irrigação, meteorologia, irrigação e gestão d água, bem como no controle biológico, controle de resíduos  agrícola, conectividade e telecomunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Já 44,4% fazem o trabalho depois da fazenda, como segurança e rastreabilidade dos alimentos, biodiversidade e sustentabilidade, armazenamento, infraestrutura e logística, mercearia online, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">A parceria entre o setor agrícola tradicional e as startups de tecnologia tem se mostrado como peça fundamental para o avanço contínuo da agricultura por aqui, permitindo que o país aproveite todo o seu potencial para se destacar no mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Por aqui, a terra é boa!</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Observamos que há muito espaço e possibilidades para o trabalho das agtechs em nosso país, já que estamos diante de um setor em expansão e que necessita de ferramentas tecnológicas para que os produtores rurais brasileiros se mantenham competitivos no mercado global. Sem dúvida, esse tipo de negócio tem chamado a atenção dos fundos de investimento e do próprio governo, impulsionando o crescimento e desenvolvimento dessas startups no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, já vemos um aumento do ecossistema de inovação e empreendedorismo em várias cidades e regiões do país. Isso inclui a criação de incubadoras, aceleradoras e espaços de coworking voltados para startups, inclusive as agtechs.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, apesar dos avanços, ainda há muito espaço para crescimento no setor de agtechs no Brasil. O esperado para os próximos anos é que o país continue a investir e incentivar a inovação tecnológica no campo para enfrentar os desafios e melhorar a competitividade do agronegócio brasileiro no cenário internacional.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Inteligência artificial no agro: Saiba como usá-la na rastreabilidade de proteína animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Montini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 18:16:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 65]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A inteligência artificial desempenha um papel significativo na rastreabilidade da proteína animal, ajudando a coletar, analisar e interpretar grandes volumes de dados ao longo da cadeia produtiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986afe6f1880" data-id="6986afe6f1880" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Inteligência artificial no agro: Saiba como usá-la na rastreabilidade de proteína animal</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">A população mundial deve chegar a 8,5 bilhões de pessoas em 2030, segundo a ONU &#8211; Organização das Nações Unidas. É evidente que com o planeta cada vez mais populoso, haverá uma necessidade maior na produção de alimentos. A estimativa é que o consumo de carne de origem animal aumentará 11% até 2027 em todo o mundo, um dado importante para o Brasil que é o maior exportador e produtor de carne bovina, de acordo com dados do USDA &#8211; Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa maneira, os produtores rurais e toda cadeia agro terão que investir em suas operações para ampliar sua produtividade a atender um mercado cada vez mais exigente. Inclusive, a pecuária brasileira tem ainda uma preocupação com relação à procedência da proteína animal.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, a rastreabilidade passa a ser uma necessidade para legislações e medidas obrigatórias de países que importam do Brasil, informando um consumidor final cada vez mais atento. Atualmente, quem compra uma carne quer e precisa saber se aquele alimento saiu de um produtor que respeita a lei ambiental e normas fitossanitárias, ou até mesmo se o produto passou por processos agroindustriais regulamentados.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse ponto, a inteligência artificial pode ser uma tecnologia extremamente útil, já que desempenha um papel significativo na rastreabilidade da proteína animal, ajudando a coletar, analisar e interpretar grandes volumes de dados ao longo da cadeia produtiva. É possível desenvolver sistemas de identificação automatizada como reconhecimento facial ou identificação por radiofrequência (RFID) para acompanhar individualmente os animais ao longo de sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Saber o comportamento dos animais, sinais vitais, padrões de alimentação e de atividade para identificar possíveis problemas de saúde ou bem-estar é outra possibilidade com a ajuda da tecnologia.  Além disso, ela monitora se os animais fizeram uso de medicamentos e as práticas de manejo e transporte, permitindo que essas informações sejam rastreadas e verificadas ao longo da cadeia de suprimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa verificação é imprescindível para detectar potenciais riscos à saúde pública, como a presença de antibióticos ou outras substâncias indesejáveis nos produtos de origem animal, bem como identificar a espécie, avaliar a qualidade da carne e detectar qualquer tipo de adulteração ou contaminação.</p>
<p style="text-align: justify;">Certamente, essas informações serão cada vez mais cobradas, já que estamos diante de consumidores exigentes e preocupados com o que consomem. Portanto, se torna o papel do produtor se preocupar com todas as etapas da cadeia produtiva, assegurar que seus produtos passam por práticas adequadas, assim como também ficar de olho em seus fornecedores e parceiros para ter certeza que compartilham das mesmas práticas.</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia no agro é uma realidade que está mais frequente. As inovações trazidas por diversas ferramentas e até mesmo pela IA estão transformando a forma como a agricultura é realizada, melhorando a eficiência, aumentando a produtividade, reduzindo os impactos ambientais e promovendo a sustentabilidade. Os benefícios são significativos para a indústria alimentar e para os consumidores.</p>

		</div>
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		<title>ISPs são essenciais para o desenvolvimento da conectividade no campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 22:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
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					<description><![CDATA[As distâncias dos grandes centros exigem altos investimentos para a instalação de estruturas necessárias para levar cabeamento e conexão ao interior do país, onde predomina a atividade agropecuária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986afe6f2a6f" data-id="6986afe6f2a6f" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1><strong>ISPs são essenciais para o desenvolvimento da conectividade no campo</strong></h1>

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			<h2>As distâncias dos grandes centros, que exigem altos investimentos para a instalação de estruturas necessárias para levar cabeamento e conexão ao interior do país, onde predomina a atividade agropecuária, contribuem para a indicação das pequenas e médias operadoras nessas regiões.</h2>

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	</div>
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			<h4>Ariane Guerreiro, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">Entre os mais importantes setores econômicos brasileiros, o agronegócio tem participação fundamental no PIB &#8211; Produto Interno Bruto nacional. A produtividade do setor foi especialmente incrementada com a chegada da tecnologia no campo, mas o que se observa é um potencial ainda maior com o crescimento do 5G de ponta a ponta no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das principais expectativas com o 5G é levar o sinal de Internet aos locais mais remotos, indispensável para as mais variadas aplicações de IoT &#8211; Internet das coisas, que beneficiarão os grandes produtores e também médias e pequenas propriedades que, em geral, têm mais dificuldade de acesso à conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerado uma das bases da economia brasileira, o agronegócio é responsável por alimentar cerca de 800 milhões de pessoas no mundo segundo estudo realizado pela Sire &#8211; Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Embrapa. O Cepea &#8211; Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Esalq/USP, em parceria com a CNA &#8211; Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, estima que o agronegócio represente, em 2022, 25,5% no PIB brasileiro. Aumentar a competitividade deste setor, em todas as esferas do negócio, não é só primordial para o país, como uma oportunidade para o setor de telecom.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior rapidez e maior capacidade de transmissão de dados, baixíssima latência e possibilidade de conexão de inúmeros dispositivos na mesma unidade de área são características fundamentais para superar os desafios provocados pela grande extensão territorial do país.</p>
<p style="text-align: justify;">A baixa densidade populacional nas áreas rurais é uma das razões que explicam o pouco interesse das grandes operadoras na oferta de serviços à população e às empresas desses meios. As distâncias dos grandes centros, que exigem altos investimentos para a instalação de estruturas necessárias para levar cabeamento e conexão ao interior do país (onde predomina a atividade agropecuária) contribuem para a indicação das pequenas e médias operadoras nessas regiões.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, os provedores são considerados essenciais para o desenvolvimento da IoT no campo. De acordo com a Embrapa &#8211; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, 48% dos produtores rurais declaram que a falta de acesso à Internet é uma das principais dificuldades para acessar e usar as tecnologias digitais. “Esse quadro é justificado pela baixa penetração das redes celulares públicas nas áreas rurais”, destaca o gerente de marketing de produtos da Trópico, Armando Barbieri.</p>
<p style="text-align: justify;">Atender às necessidades específicas desse setor e dos diferentes perfis de ruralistas será um papel importante dos provedores de Internet com atuação regional, integrados e com grande experiência nas características das localidades nas quais atuam.</p>
<p style="text-align: justify;">O pesquisador da Embrapa Instrumentação, de São Carlos, SP, Ricardo Yassushi Inamasu, vai além. Para ele, o provedor é fundamental por informar às operadoras de telecomunicações sobre as oportunidades que esse setor da economia brasileira oferece para um crescimento em conjunto, não apenas no ponto de vista econômico, mas também social e ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">O VP sales EuroAmerica, da BaiCells Technologies, Ricardo Pence, tem visão semelhante e considera que é do ISP o conhecimento que garante a cobertura e o suporte para as aplicações de missão crítica necessárias ao campo. “Muitos possuem a frequência na banda 38 (2570 a 2620 MHz), concedida no leilão de dezembro 2015, que é “ouro nas mãos” para garantir a cobertura para redes privativas em municípios, mesmo solicitando o uso da frequência em caráter secundário nas cidades”, explica.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Desafios em diferentes frentes</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Atender às necessidades do agronegócio exige projetos complexos. Levar Internet ao campo não se limita a disponibilizar sinal de celular à sede das propriedades rurais. A IoT nesse setor abrange um amplo leque de aplicações, proporcionadas por redes sem fio capazes de cobrir toda a área produtiva para a conexão de sensores, atuadores, drones, tratores e máquinas agrícolas, veículos de apoio e comunicação entre pessoas por meio de voz, de imagem ou aplicativos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Os desafios são diversos. O CEO do Grupo Datora, Tomas Fuchs, destaca a pouca informação e atenção em torno do assunto. “Falta sensibilização efetiva de agentes públicos e privados das cadeias produtivas do Agro para a importância da conectividade para o aumento de produção/produtividade, redução de custos de produção e de desigualdades regionais, além do aumento da proteção e preservação ambiental”, afirma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Juntam-se a estes aspectos, as questões regulatórias, que inicialmente referem-se à cobertura de áreas urbanas e ao longo de rodovias federais, e os processos de sensoriamento e os sensores propriamente ditos também representam entraves para a expansão dos serviços em zonas de agropecuária.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As dificuldades passam, ainda, pela pouca infraestrutura de conectividade nas áreas mais remotas e pelos investimentos necessários para atender às demandas de comunicação do setor rural, que poderão exigir parcerias estratégicas, sejam elas públicas-privadas ou privadas-privadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Os custos são sempre um ponto sensível, ainda que sejam diluíveis ao longo do tempo. Segundo Barberi, da Trópico, redes em bandas não licenciadas, como o Wi-Fi, contam com equipamentos mais baratos devido à popularização da tecnologia, mas por trabalharem em frequências altas e com potência limitada, os raios de cobertura são pequenos, exigindo um número muito grande de torres e mastros. “Equipamentos usados em redes celulares são caros e ainda precisam de muitas torres com sistemas de energia e segurança perimetral, o que representa investimento de risco, sem contar as questões relativas ao licenciamento do espectro”, explica o executivo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As diferentes tecnologias disponíveis têm relação direta na expansão da cobertura, em menor ou maior tempo, com mais ou menos recursos.  E as necessidades são grandes. De acordo com o “Censo Agropecuário 2017”, do IBGE, cerca de 72% dos estabelecimentos agropecuários no Brasil estão ‘off-line’ e apenas 23% do espaço agrícola brasileiro possui algum nível de cobertura por Internet, segundo estudo “Cenários e Perspectivas da Conectividade para o Agro” desenvolvido pela Esalq/USP &#8211; Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, encomendado pelo MAPA &#8211; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Para Fuchs, do Grupo Datora, neste setor nenhuma tecnologia de conectividade pode ser desprezada e a melhor será aquela disponível à determinada propriedade rural. A fibra óptica, no entanto, se apresenta como a melhor alternativa em termos de qualidade e tem seus custos de instalação em gradual redução, atendendo ao mercado de telecomunicações fixa e às redes 4G LTE sobre frequências privativas, responsáveis por conectar locais com baixa densidade de pontos e soluções móveis. “A fibra é o esqueleto necessário para conectar o ISP com o mundo e as empresas com os ISP”, acrescenta Pence, da BaiCells.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A abrangência da fibra óptica, porém, limita-se à sede da propriedade. Cobrir as áreas produtivas e de campo para aplicações de IoT exige redes sem fio. As <a style="color: #ffffff;" href="https://www.infranewstelecom.com.br/mvno-um-mercado-em-expansao/">MVNOs &#8211; redes virtuais móveis</a> também são apontadas como uma alternativa para ampliar a cobertura de conexão de áreas rurais com segurança, independência e personalização às necessidades de cada estabelecimento agropecuário. “Com uma rede móvel privada, é possível implementar soluções de IoT, que precisam de conectividade para monitoramento em tempo real, contribuindo com a dinâmica do trabalho, gerando produtividade em alta escala e, consequentemente, crescimento nos negócios, no meio rural ou urbano”, afirma Fuchs, do Grupo Datora.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Outro exemplo são as redes dedicadas à IoT usando tecnologia LoRaWAN, que possuem custo razoável em relação à área coberta. “Porém, os dispositivos se comunicam apenas por mensagens curtas e, portanto, são inviáveis para aplicações que necessitem transferências de imagens, arquivos e vídeo, não atendendo à comunicação humana. Resumindo, atender simultaneamente grandes coberturas com grande capacidade é um desafio enorme”, diz Barbieri, da Trópico</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Informação e tecnologia</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Conectar o campo é um mercado potencial para os provedores de Internet e a cadeia de telecom. Segundo Pence, BaiCells, estatísticas demostram que, no Brasil, 10% dos domicílios são CNPJ e o ISP com menos de 10% de usuários CNPJ está perdendo mercado. “Os ISPs possuem a infraestrutura de backbone e backhaul necessária para o desenvolvimento das redes privativas. Só é necessário entender as excelentes soluções de IoT existentes no mercado e oferecer conexão a elas”, defende. “O grande desafio é construir um departamento de B2B dentro do ISP orientado ao atendimento de negócios”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">No que se refere à tecnologia, o Brasil acompanha as tendências e as novidades apresentadas no mercado mundial. Empresas atuantes no mercado nacional contam com soluções que favorecem o estabelecimento de conexão em diferentes áreas e, consequentemente, permitindo aplicações de IoT no agronegócio. A Embrapa faz a sua parte contribuindo com a construção de uma base de conhecimento tecnológico e científico pertinente à inovação e que possibilita o funcionamento de ferramentas de IoT, calcadas em propósito e solução.</p>
<p style="text-align: justify;">Pence observa que as empresas estão se “tecnificando” e há o entendimento de que o desenvolvimento da IoT possui um ROI &#8211; retorno sobre o investimento em curto período, primeiramente para reduzir custos operativos e, em seguida, para aumentar a produtividade.</p>
<p style="text-align: justify;">A Trópico, por exemplo, desenvolve produtos voltados a prover conectividade, como estações radiobase e terminais.  O gerente da empresa explica que a conexão entre os dois polos ocorre por meio de ondas de rádio na faixa de VHF, na frequência de 250 MHz, pouco utilizada e muito mais baixa que a usada pelas operadoras móveis, o que proporciona um raio de cobertura das torres muito maior do que um terminal atendido pela operadora móvel. Assim, uma torre com rádio base cobre uma área nove vezes maior, o correspondente à cobertura de nove torres, e custos bastante reduzidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Já as soluções IoT da Arqia direcionadas ao agronegócio partem de parcerias estratégicas com fomento de redes privadas 4G/LTE no campo. As demandas são captadas, analisadas e são propostas soluções personalizadas em conjunto com os ISPs locais para viabilizar e fortalecer os negócios em áreas rurais.</p>

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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Serviços específicos</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">São muitas as oportunidades de conexão no campo, tanto para o produtor como para o provedor. A infraestrutura inclui soluções de conectividade e plataformas de IoT capazes de coletar e enviar dados para as aplicações voltadas à eficiência do agronegócio, a exemplo de planejamento do plantio, gerenciamento de irrigação, de market place para eliminar intermediários na cadeia de distribuição, previsão de microclima, capacitação técnica, relógio de ponto eletrônico, entre tantas outras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Na opinião de Pence, BaiCells, um dos méritos dos ISPs é desenvolver soluções “chave na mão” para o agronegócio, oferecendo conectividade a pontos fixos de banda larga (câmeras, big data, Internet, telefonia, etc.), pontos de banda estreita (IoT de qualquer tipo) e mobilidade para a conexão dos veículos. “A base do agro 4.0 é a conectividade e os ISPs são os parceiros adequados para levar essa conectividade a qualquer lugar, com uma conexão via fibra, sem fio e até satélite”, afirma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">No caso das MVNO, Fuchs, do Grupo Datora, destaca que além da conectividade M2M (máquina para máquina) e acesso à Internet de qualidade, a conexão permite monitorar atividades em tempo real, minuto a minuto, condições meteorológicas e do solo, entre outras possibilidades. “Os dados coletados permitem que o empresário acompanhe a produtividade e tome decisão mais assertivas, com diminuição de custos e melhor desempenho financeiro da operação, do plantio à venda da safra.”</span></p>

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			<h2 style="text-align: justify;">O futuro já chegou</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">São claros os ganhos proporcionados pela expansão a fornecedores de equipamentos e componentes, provedores e usuários, especialmente com a consolidação do 5G no país. E a expectativa é muito grande, tanto quanto as oportunidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Fuchs destaca o estudo “Cenários e Perspectivas da Conectividade para o Agro”, desenvolvido pela Esalq/USP para o MAPA, que aponta que a capacidade de transmissão de 4.400 torres existentes no país permitiria ampliar a cobertura de 23% para 48% das áreas rurais, com aumento de 4,5% do VBP &#8211; Valor Bruto de Produção. A instalação de 15.182 novas torres supriria 90% da demanda de conectividade no campo e provocariam um acréscimo de 9,6% no VBP. Acelerar a digitalização do campo seria um passo importante para a manutenção do Brasil como um dos principais produtores de alimentos no mundo, cuja necessidade tende a aumentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Experiências positivas já existem. A Trópico desenvolveu a infraestrutura tecnológica de uma rede LTE privada 4G, na faixa de 250 MHz, destinada à cobertura de áreas rurais para aplicações de IoT. A tecnologia foi desenvolvida no âmbito de um programa PAISS Agrícola do BNDES com vistas à introdução de novas tecnologias e ao aumento da produtividade do setor sucroenergético.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a Trópico, que hoje atende 1,5 milhão de hectares no agronegócio com conectividade banda larga de grande cobertura, conectividade para IoT em ferrovias, redes de distribuição de energia, portos e mineração, a perspectiva é de crescimento dos negócios que demandam redes privadas, principalmente entre pequenos produtores. “Temos possibilidades de negócio promissoras quando os provedores estabelecem parcerias com cooperativas e associações do agro para oferta de conectividade para os cooperados ou associados. Temos produção nacional e há possibilidade de financiamento via BNDES”, destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">A Datora/Arqia também tem projetos em andamento. Em março último, a empresa implementou provas de conceito (PoC) de redes privadas móveis em algumas fazendas, usando licenças de 5 MHz + 5 MHz na faixa de 700 MHz, frequência que permite uma cobertura ampla com poucas estações radiobase, o que uma grande operadora, por exemplo, não teria condições de atender.</p>
<p style="text-align: justify;">A Datora/Arqia ainda participa do “Projeto Campo Conectado”, no qual atuam o BNDES, a PUC-Rio &#8211; Pontifícia Universidade Católica, entre outros parceiros, para integrar dispositivos, sensores, atuadores, redes de comunicação, coleta e análise de dados para gerar informações úteis à tomada de decisão. O projeto inclui a instalação de uma torre com antenas na Fazenda Macuco, localizada no distrito de Santiago do Norte, MT, que favorecerá o acesso da comunidade local à Internet, cujos testes de SIMCard’s estão previstos para o último trimestre de 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">A Baicells atua em projetos de redes 4G LTE e 5G, em operadoras, ISP e mercados verticais, levando conexão a diferentes regiões do país, inclusive com soluções para o setor agropecuário dentro das frequências disponibilizadas pela Anatel para redes privativas. “A disponibilidade de frequências é recente, porém veremos uma ‘explosão’ desse mercado antes do final do 2022. ISPs e operadoras estão colocando todas as suas fichas para atender a esses mercados com soluções extremamente criativas que, até agora, só precisavam de uma frequência dedicada e soluções com relação custo/benefício que ajude a ‘fechar a conta’ de qualquer projeto em pequenas, médias e grandes propriedades”, finaliza Pence.</p>

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		<title>TIM anuncia parceria com Usina Santa Vitória de MG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 18:30:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A operadora reforça atuação no agronegócio em Minas Gerais, oferecendo conectividade 4G para mais de 37 mil hectares no Triângulo Mineiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986afe700cbf" data-id="6986afe700cbf" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Dentro de um projeto de expansão de conectividade para o agronegócio brasileiro, a TIM anuncia seu primeiro projeto “4G TIM no Campo” para o estado de Minas Gerais, com parceria da Usina Santa Vitória Açúcar e Álcool. Situada no Pontal do Triângulo Mineiro, entre a cidade de Santa Vitória e o distrito de Perdilândia, a empresa é referência no setor sucroalcooleiro no país, com capacidade de produção de até 240 milhões de litros de etanol hidratado por safra.</p>
<p style="text-align: justify;">  A parceria com a TIM prevê levar a cobertura 4G para 160 propriedades do complexo e às comunidades vizinhas, atendendo mais de 37 mil hectares de produção de cana de açúcar, beneficiando a comunidade local de aproximadamente 20 mil habitantes e cerca de 1.500 colaboradores diretos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Após ser adquirida pelo Grupo Geribá Investimentos em setembro de 2020, a Usina Santa Vitória executou um ambicioso projeto de investimentos, ampliou sua capacidade de armazenamento de etanol hidratado em 80 milhões de litros, executou projetos de melhorias industriais e implementou um conjunto de pacotes tecnológicos que envolveu novos sistemas de controle e gestão, computadores de bordo, mobilidade e conectividade. Sua transformação tecnológica teve como ponto de partida a necessidade de digitalizar e integrar os dados do campo com a usina em tempo real, resultando na melhora da qualidade de gestão, e transformação da usina em um grande e moderno complexo sucroenergético.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Acreditamos na importância do avanço tecnológico no campo e em sua capacidade de incorporar conectividade onde é necessário. Conseguimos eliminar apontamentos manuais, acompanhar 100% de nossa frota operacional de CTT online, aumentar a eficiência operacional e agilidade no processo de tomada de decisão. A conectividade foi essencial para melhorar consideravelmente a gestão da operação, reduzindo o tempo de identificação de falhas operacionais e execução dos ajustes necessários de forma rápida e assertiva. Queremos, cada vez mais, nos tornar o complexo alcoolquímico mais moderno do Brasil, e a parceria com a TIM tem sido fundamental para atingir essa meta”, diz o diretor da SVAA, Vinicius Zabisky.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Paulo Humberto Cerchi Gouvea, diretor de soluções corporativas da TIM Brasil, expandir a conectividade no agronegócio é essencial para ampliar não só os benefícios à empresa como também às comunidades do entorno: “Temos um projeto que prioriza a modernização do agronegócio brasileiro e a inclusão digital da população rural. A solução 4G TIM no Campo existe há mais de 4 anos e, desde então, conectamos mais de sete milhões de hectares com 4G e mais de quinze milhões de hectares com a tecnologia Narrow Band IoT (NB-IoT)”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Presente em mais de 4.500 cidades com tecnologia 4G em 700 MHz, a TIM tem o compromisso público de levar esse serviço a todos os 5.570 municípios brasileiros até 2023. Os projetos relacionados à conectividade no campo contam também com a tecnologia NB-IoT, funcionalidade que permite ampliar a cobertura tradicional em até 40%, com baixo consumo de bateria, fundamental para aplicações de IoT &#8211; Internet das coisas. A operadora cobre mais de 4.100 cidades com NB-IoT.</p>

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		<title>Adecoagro vai instalar estações meteorológicas com NB-IoT da TIM</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/adecoagro-vai-instalar-estacoes-meteorologicas-com-nb-iot-da-tim/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=adecoagro-vai-instalar-estacoes-meteorologicas-com-nb-iot-da-tim</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 19:00:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cerca de 90% das propriedades estão conectadas com o 4G da operadora e a cobertura já atinge um milhão de hectares, beneficiando aproximadamente 200 mil pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986afe701f5f" data-id="6986afe701f5f" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Adecoagro vai instalar estações meteorológicas com NB-IoT da TIM</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  A Adecoagro, uma das principais produtoras de alimentos e energia renovável do mundo, em parceria com a TIM no projeto que leva o 4G para o campo, vai investir em estações meteorológicas conectadas via rede NB-IoT.</p>
<p style="text-align: justify;">  A companhia já emprega aplicações e soluções em Internet das coisas e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/tim-e-adecoagro-levam-conectividade-4g-para-o-campo/">hoje muitas áreas que englobam as unidades produtivas e fazendas no Mato Grosso do Sul estão conectadas com o 4G da TIM</a>. Cerca de um milhão de hectares conta com cobertura, que se estende a aproximadamente 200 mil pessoas em diversas cidades do entorno, como Ivinhema, Angélica, Nova Andradina, Deodápolis, Glória de Dourados, Novo Horizonte do Sul, e os Distritos de Amandina, Ipezal, Jateí e Naviraí.</p>
<p style="text-align: justify;">  O processo de transformação digital está ajudando a atingir as metas de cobertura estipuladas há cerca de três anos, elevando o uso da tecnologia para patamares que antes eram inviáveis e ampliando a eficiência de produção e uso de insumos.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Antes do projeto, as informações sobre as atividades no campo eram repassadas para o COA &#8211; Centro de Operações Agrícolas por pen drives, o que exigia uma ampla movimentação de pessoas e veículos nas frentes de trabalho. Agora, com o 4G TIM, essas informações chegam praticamente em tempo real logo após o processamento das linhas de colheita, promovendo agilidade, economia e conexão entre os nossos equipamentos”, ressalta Jorge Gomes, Diretor Agrícola Regional da Adecoagro no Mato Grosso do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">  O projeto utiliza a rede 4G em 700 MHz da operadora. “A conectividade entre as equipes de monitoramento e de colheita era o elo que faltava para termos mais assertividade e rapidez na transmissão de dados”, reforça Wellington Rosa, Supervisor de Tecnologia Agrícola do COA da Adecoagro.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim como os demais clientes da solução 4G TIM no campo, a operação da Adecoagro conta com a ativação da tecnologia NB-IoT &#8211; Narrow Band IoT, que amplia em mais de 40% o alcance da cobertura da rede, além de consumir menos bateria, sendo fundamental para aplicações de Internet das coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">  “O projeto com a Adecoagro começou em 2019 e, desde então, supera todos os objetivos esperados, inclusive para nós da TIM. A companhia foi uma das primeiras clientes do 4G TIM no Campo e hoje é referência em conectividade para outras indústrias, apoiando a inclusão digital das comunidades vizinhas”, finaliza Alexandre Dal Forno, diretor de desenvolvimento de mercado IoT &amp; 5G da TIM Brasil.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>TIM amplia atuação no agronegócio</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/tim-amplia-atuacao-no-agronegocio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tim-amplia-atuacao-no-agronegocio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2022 18:53:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[A operadora anunciou parceria com a SJC Bioenergia. Projeto leva conectividade 4G à área de produção no campo e à comunidade de municípios do Sudoeste de Goiás.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986afe70306d" data-id="6986afe70306d" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">TIM amplia atuação no agronegócio</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  No final de 2021, a SJC Bioenergia fechou contrato com a TIM como fornecedora de conectividade para suas unidades no Sudoeste de Goiás. Uma das maiores produtoras no setor sucroenergético no estado, produzindo etanol, açúcar, energia e proteína para nutrição animal, entre outros, a SJC firmou uma parceria com a TIM para ampliar o sinal 4G na área de suas unidades produtoras de Quirinópolis e de Cachoeira Dourada.</p>
<p style="text-align: justify;"> Entre os objetivos da SJC com a parceria é integrar a conectividade da TIM a suas máquinas agrícolas, equipamentos no campo e ferramentas de comunicação entre equipes, agilizando a tomada de decisão, aumentando a eficiência e o tempo de resposta entre o campo e os escritórios. Para isso, houve a implementação de seis torres de transmissão, no final de 2021 e início deste ano. Com a ação, a comunidade que mora e trabalha nas regiões com operações da SJC passou a ter conectividade 4G.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Alexandre Dal Forno, diretor de desenvolvimento de mercado IoT &amp; 5G da TIM Brasil, a chegada da SJC ao portfólio de clientes da operadora mostra a importância da conectividade para a expansão do agronegócio brasileiro. “Acreditamos que a digitalização do campo e a consequente inclusão digital da população rural é essencial para levar o agronegócio a outro patamar. A solução 4G TIM no Campo existe há mais de quatro anos e, desde então, conectamos mais de sete milhões de hectares com 4G e mais de quinze milhões de hectares com a tecnologia Narrow Band IoT (NB-IoT).”</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Alex Fabiano, gerente de TI da SJC Bioenergia, o objetivo da empresa é aliar sua necessidade de avançar com conectividade à oportunidade de ampliar ações de responsabilidade social. Ele explica que, além de apresentar resultados operacionais e habilitar o processo de inovação e digitalização do campo, já que o setor de agronegócios é altamente tecnológico, a SJC tem compromisso com o desenvolvimento local. “Acreditamos que, ao oferecer cobertura 4G, contribuímos para promover a inclusão digital para nossos mais de 4 mil funcionários diretos e para as dezenas de milhares de moradores da região”, completa o executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Presente em mais de 4.400 cidades com tecnologia 4G, a TIM tem o compromisso público de levar 4G a todos os 5.570 municípios brasileiros até 2023. Os projetos relacionados à conectividade no campo contam também com a tecnologia Narrow Band IoT, funcionalidade que permite ampliar a cobertura tradicional em até 40%, com baixo consumo de bateria, fundamental para aplicações de IoT &#8211; Internet das coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Fundada em 2011, a SJC Bioenergia produz açúcar VHP, etanol (anidro e hidratado), eletricidade, fibras, proteína e óleo vegetal. Com atuação no mercado nacional e internacional, a empresa está localizada no estado de Goiás, com duas unidades agroindustriais: a São Francisco (USF), em Quirinópolis, e Rio Dourado (URD), em Cachoeira Dourada. Atualmente, a SJC tem capacidade produtiva de mais de 9 milhões de toneladas equivalentes de cana-de-açúcar por safra e emprega mais de 4 mil pessoas nas áreas agrícola, industrial e administrativa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
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		<title>NEC e Furukawa testam solução fim a fim de LTE privado no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 18:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[O trial tem o objetivo de prover uma solução completa para as áreas rural e de utilities, composta pelo core da NEC, baseado em nuvem, e a rede de acesso por rádio da Furukawa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986afe7040cf" data-id="6986afe7040cf" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">NEC e Furukawa testam solução fim a fim de LTE privado no Brasil</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A NEC e a Furukawa finalizaram o teste de interoperabilidade do core da NEC 4G e a rede de acesso de rádio (RAN) da Furukawa. O trial foi realizado por meio da conexão entre os laboratórios da Furukawa, no interior paulista, o da NEC, em São Paulo, e o core NEC hospedado na nuvem da AWS. Com o sucesso do projeto, as empresas disponibilizam ao mercado uma solução fim a fim pré-embarcada, flexível e escalável.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para cobertura de grandes áreas, a solução atende casos de uso de comunicação entre dispositivos (machine to machine) para empresas do setor agrícola, saneamento, energia, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Angelo Guerra, presidente e CEO da NEC no Brasil, a parceria destaca a complementariedade da atuação das duas empresas nesse segmento. “Conseguimos identificar as potencialidades das duas companhias e a maneira de juntar nossas forças para oferecermos um produto que tem tudo para atrair dois nichos importantes de mercado: rural e utilities. Com a transformação digital em todos os âmbitos da sociedade, entendemos que a infraestrutura de rede e a conectividade serão pontos-chave no futuro próximo”, acrescenta Guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com Foad Shaikhzadeh, presidente da Furukawa Electric LatAm e VP corporativo sênior do Grupo Furukawa Electric, um dos grandes diferenciais da solução é o fato de poder ser adaptada à realidade do cliente. “Trata-se de um produto que nasce com o conceito de atender às empresas que precisam de soluções sob medida, de acordo com as necessidades de cada cliente”, finaliza o executivo.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>Trópico apresenta solução 4G para o agronegócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2022 19:14:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Software]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa oferece a opção de contratação de uma rede privada 4G em 250 MHz, no modelo de serviços.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986afe7050c8" data-id="6986afe7050c8" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1 style="text-align: justify;">Trópico apresenta solução 4G para o agronegócio</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  A Trópico anunciou um novo modelo de negócios para atender às demandas por conectividade do agronegócio brasileiro, com o lançamento de uma solução integrada de conectividade e aplicações como serviços (SICAaaS).</p>
<p style="text-align: justify;">  A empresa oferece a opção de contratação de uma rede privada 4G em 250 MHz, no modelo de serviços.  Assim, o produtor rural não precisa investir na aquisição da rede de telecomunicações, ou possuir equipe qualificada para sua operação e manutenção, para implantar aplicações baseadas em agricultura de decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo a companhia, a solução provê ampla cobertura, resultando em um menor número de antenas por área de interesse (hectares cobertos), com reduções de custos de infraestrutura dos serviços. Também permite a implantação do conceito de fazenda digital, viabilizando serviços de monitoramento de máquinas e do desempenho dos processos agrícolas.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com Paulo Cabestré, presidente da Trópico, o modelo de negócio tem como objetivo atender às demandas de pequenos, médios e grandes produtores, principalmente de áreas rurais mais remotas do Brasil. A contratação da solução pode ser feita por intermédio da rede de concessionários da John Deere, fabricante de equipamentos agrícolas. A empresa também será responsável pelo suporte técnico da solução para o agronegócio, de forma integrada com a Trópico, dentro do conceito de ponto único de contato.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Esse modelo vai colaborar diretamente para o rápido desenvolvimento do campo, oferecendo aos produtores ainda mais facilidade de acesso aos sistemas de telemetria da John Deere, além diminuir a lacuna que existe no país em relação à conectividade”, ressalta Dan Leibfried, diretor de Inovação da John Deere para América Latina.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>TIM e Nokia lançam  projeto piloto 5G standalone voltado para o agronegócio</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/tim-e-nokia-lancam-projeto-piloto-5g-standalone-voltado-para-o-agronegocio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tim-e-nokia-lancam-projeto-piloto-5g-standalone-voltado-para-o-agronegocio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2021 21:29:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[5G]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa com AMPA /IMAmt - Associação Matogrossense de Produtores de Algodão e apoio do ConectarAGRO demonstra aplicações de conectividade móvel no agronegócio e que favorecem a inclusão digital no campo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986afe70606d" data-id="6986afe70606d" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">TIM e Nokia lançam projeto piloto 5G standalone voltado para o agronegócio</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  A TIM,<span class="Apple-converted-space">  </span>em parceria com a Nokia e a AMPA /IMAmt &#8211; Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão, lançou o primeiro piloto 5G standalone<span class="Apple-converted-space">  </span>do país voltado para o agronegócio. O projeto foi mostrado durante um evento no Centro de Treinamento e Difusão Tecnológica da AMPA/IMAmt, em Rondonópolis, MT. A iniciativa tem o apoio do ConectarAgro, associação que promove tecnologias abertas nas áreas rurais do país.</p>
<p style="text-align: justify;">  A proposta foi demonstrar o uso de 5G puro para o aumento da produtividade e inovação no agronegócio, que já possui mais de 25% de participação no PIB – Produto Interno Bruto do país. O projeto também visa contribuir com a inclusão digital no campo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre as funcionalidades apresentadas estão transmissões em tempo real de vídeos feitos em 4K e produzidos com drones. Segundo a operadora, as imagens captadas e acompanhadas remotamente podem ajudar na inspeção do plantio. A TIM também destaca que 5G standalone será essencial também para habilitar soluções aplicadas à colheita e ao manejo agrícolas, relacionadas tanto à gestão de equipamentos, quanto à comunicação entre colaboradores.</p>
<p style="text-align: justify;">  Desde o seu lançamento em 2019, o ConectarAgro, formado pelas empresas AGCO, Climate FieldView, CNH Industrial, Jacto, Nokia, Solinftec, TIM e Trimble, já promoveu conectividade via banda larga 4G de 700 MHz para mais de 6 milhões de hectares de áreas rurais em todo o Brasil, sendo que mais da metade das propriedades tem até 100 ha. Até o momento, mais de 25 mil quilômetros de estradas e rodovias foram cobertos e acima de 600 mil pessoas em áreas rurais beneficiadas.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>NLT e Constanta  fecham acordo para produção em IoT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2021 20:07:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Constanta passa a oferecer a seus clientes soluções de conectividade LoRa da NLT embarcada em dispositivos IoT – Internet das coisas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986afe707099" data-id="6986afe707099" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>NLT e Constanta fecham acordo para produção em IoT</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A Constanta, fabricante de componentes eletrônicos, firmou um acordo com a operadora móvel virtual NLT Telecom para disponibilizar a seus clientes soluções de conectividade LoRa embarcada em dispositivos IoT – Internet das coisas. Os produtos poderão ser usados em diferentes aplicações, incluindo medidores inteligentes de consumo e sensores de condições de solo, em áreas como cidades inteligentes, indústria, saúde e agronegócio.</p>
<p style="text-align: justify;">  A unidade industrial da Constanta, localizada em Atibaia, interior de São Paulo, tem uma infraestrutura fabril distribuída numa área de 5 mil metros quadrados, com expansão prevista de mais de 10 mil metros quadrados, com capacidade para atender demandas do Brasil e da América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">  As duas empresas têm planos de estreitar a parceria por meio da presença física de suas equipes de engenharia em um centro de inovação compartilhado, criando soluções para estimular ainda mais o mercado brasileiro de IoT.</p>
<p style="text-align: justify;">  Recentemente, a Constanta ganhou destaque por ser um dos principais parceiros na manufatura dos ventiladores pulmonares (respiradores), entregando 7 mil unidades. A companhia fabrica e integra produtos de IoT, telemetria e automação para os mais diversos mercados como saúde e hospitais, telecom, bancos e instituições financeiras, indústria 4.0, agronegócio, automóveis, logística, varejo e energias renováveis.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já a NLT conta com uma ampla rede LoRa da American Tower e infraestrutura de rede GSM  da Vivo em todo o território nacional. Suas soluções atendem diversas aplicações (IoT e M2M &#8211; comunicação entre máquinas) em segmentos como saúde, indústria 4.0, rastreamento de veículos e ativos, logística, agronegócio, monitoramento e segurança, meios de pagamento e cidades inteligentes.</p>

		</div>
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