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	<title>Aplicação &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Aplicação &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Inteligência de dados para melhorar a competitividade das empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Dec 2018 15:12:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pesquisa da Pure Storage mostra que empresas da AL estão explorando novas tecnologias de inteligência de dados para ganhar competitividade nos negócios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18a55ed3c10" data-id="6a18a55ed3c10" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Inteligência de dados para melhorar a competitividade das empresas</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A Pure Storage, plataforma de armazenamento flash, divulgou os resultados de sua pesquisa conduzida pelo MIT Technology Review. Denominado Evolution Report Latam, o relatório traz informações sobre as iniciativas atuais e futuras de inteligência de dados para o crescimento dos negócios das empresas. Participaram da pesquisa cerca de 2,3 mil líderes globais de negócios e de TI, incluindo executivos da América Latina (Brasil, Argentina, México e Colômbia).</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com o levantamento, 93% dos líderes de organizações na América Latina têm uma abordagem centrada no cliente para a aplicação de dados, considerando-a fundamental para fornecer melhores resultados. Quando questionados sobre o papel dos dados na melhora das decisões de negócios, 89% dos entrevistados concordaram que eles são fundamentais. Outro benefício da coleta de dados é o crescimento dos negócios, mencionado por 89% dos profissionais da região.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Dos entrevistados, diretamente ligados a geração de dados, 92% dedicam mais tempo para gerar soluções criativas de acordo com os desafios de negócios futuros. Pensando nisso, vemos que a adoção da IA para inteligência de dados parece ser a próxima geração de tecnologia mais alinhada com os cronogramas de negócios”, comenta o gerente geral de venda da Pure Storage no Brasil, Paulo de Godoy.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com o relatório, as três principais barreiras das organizações da América Latina para a adoção de IA em iniciativas de inteligência de dados são: custo da tecnologia; envolvimento dos stakeholders; e infraestrutura de dados. Metade dos líderes empresariais da região acreditam que o custo ou o orçamento é o maior desafio ao considerar tecnologias para um gerenciamento de dados aprimorado.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Brasil</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  No Brasil, participaram da pesquisa 149 tomadores de decisão. Segundo o relatório, as três principais barreiras das empresas brasileiras para a adoção da IA são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Custo e o orçamento, opinião de 38% dos entrevistados , sendo 12% menor do que a média na América Latina.</li>
<li>Participação e o engajamento dos stakeholders, apontadas por 37% dos executivos.</li>
<li>Dificuldades de recursos e talentos, citados por 34% dos respondentes</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Dos líderes consultados no Brasil, 94% concordam que IA daria a eles mais tempo para pensar criativamente sobre os desafios dos negócios. Em termos de benefícios adicionais, 92% também admitem que poderiam desenvolver novas ofertas para os seus clientes, e 89% acreditam que poderiam vender de forma mais eficaz aos seus clientes.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tendências da IA</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A maioria dos entrevistados da pesquisa (80%) acredita que as organizações menores estão sob pressão para acompanhar o ritmo das mudanças e que os dados fornecem o suporte necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">  “As empresas de pequeno porte não são as únicas que se beneficiam com a capacidade da IA de melhorar a eficiência. As organizações que executam tarefas repetitivas também terão muitas melhorias no processo comercial. Segundo o relatório, 84% dos entrevistados acreditam que IA será ainda mais útil para as empresas que dependem da replicação de tarefas ou dos processos de rotina”, sinaliza Godoy.</p>
<p style="text-align: justify;">  As organizações na América Latina adotaram a ideia da inteligência de dados para obter vantagem competitiva e 80% delas já estão explorando ativamente novas tecnologias (como a IA) para os negócios. Quando questionadas sobre a IA, o panorama é positivo: entre as que atualmente não adotam soluções de IA, 66% considerariam como um investimento futuro.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>VMWare lança soluções para ambientes multi-cloud</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 13:49:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As novidades para multi-cloud permitem que os times de CloudOps, DevOps, segurança e compliance gerenciem os custos e análises entre as nuvens.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18a55ed5770" data-id="6a18a55ed5770" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>VMWare lança soluções para ambientes multi-cloud</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A adoção de multi-cloud, contratação de múltiplos provedores de nuvem, é cada vez mais comuns nas empresas. Segundo a Forrester, 89% das companhias em todo o mundo usam ao menos duas nuvens e 74% delas já têm três ou mais clouds públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Pensando em ajudar as companhias a reduzirem custos e a complexidade de operar esses ambientes, a <a href="https://www.vmware.com/br.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">VMware</a>, especializada em software corporativos, apresentou novidades em seus serviços de cloud, permitindo que os times de CloudOps, DevOps, segurança e compliance gerenciem os custos e análises entre as nuvens.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Nossas plataformas ajudam os clientes a aproveitarem as nuvens nativas para responder a novas oportunidades e ameaças, além de entregarem qualquer aplicativo, em qualquer dispositivo. É possível visualizar, gerenciar, proteger e operar com mais eficiência as cargas de trabalho na nuvem. Estamos dividindo os silos de nuvem e ajudando às empresas a atenderem as necessidades de seus aplicativos com os melhores recursos possíveis”, diz Raghu Raghuram, COO de produtos e serviços em nuvem da VMware.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Automação de nuvem </strong></h2>
<p style="text-align: justify;">  Os novos serviços de automação na nuvem da companhia suportam a escolha de clouds sem interromper as operações das equipes de desenvolvimento. Além disso, fornecem e gerenciam aplicações e infraestrutura, intermediam serviços com grades de proteção flexíveis e automatizam e solucionam problemas no pipelines de liberação de código em múltiplas nuvens.</p>
<p style="text-align: justify;">  O portfólio é composto pelo VMware Cloud Assembly (orquestra e acelera a entrega de infraestrutura e aplicações, de acordo com os princípios do DevOps); VMware Service Broker (agrega conteúdo nativo de várias nuvens e plataformas em um único catálogo com políticas baseadas em função); e VMware Code Stream (acelera a entrega de software e a solução de problemas com pipelines e análises de liberação).</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Reduzindo o risco em ambientes multi-cloud </strong></h2>
<p style="text-align: justify;">  Um outro serviço é o VMware Secure State, projetado para atender às necessidades e desafios mais urgentes das equipes de segurança na nuvem, oferecendo uma oferta de SaaS – software como serviço, que automatiza a configuração da segurança e o monitoramento de conformidade em ambientes com múltiplas nuvens.</p>
<p style="text-align: justify;">   Já o Wavefront by VMware é uma plataforma de análise e monitoramento nativa na nuvem que oferece aos DevOps uma visão instantânea do desempenho dos aplicativos web distribuídos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A solução ganhou atualizações como escalabilidade massiva de contêineres (pode ingerir, analisar e visualizar dados de métricas de um ambiente que executa 100 mil contêineres); integração com PKS &#8211; Expanded Pivotal Container Service (garante que a visão de Kubernetes e dos aplicativos em contêiner sejam aplicadas desde o início, impondo o dimensionamento correto do contêiner), instrumentação e análise sem servidor (aprimora o suporte sem servidor com novos painéis pré-desenvolvidos e SDKs sem servidor), novos controles de segurança (para o gerenciamento de aplicações nativas na nuvem com facilidade, seja por usuário ou grupos de usuários, e o gerenciamento de painéis de acesso em tempo real) e novas visualizações e aprimoramentos do AWS UX (fornece visibilidade em tempo real das aplicações nativas na nuvem usando topologias de nuvem pública, conteinerizada e microsserviços).</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Gestão de riscos na segurança da informação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Longinus Timochenco]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 May 2018 16:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 4]]></category>
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					<description><![CDATA[A gestão da segurança da informação é um fator primordial não só para preservar os dados, mas também porque envolve preservação e qualidade das informações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18a55ed6f1c" data-id="6a18a55ed6f1c" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Gestão de riscos na segurança da informação</h1>

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			<p><strong>Longinus Timochenco,</strong><strong> da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://stefaninirafael.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Stefanini Rafael</a></span></strong></p>

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			<p style="text-align: center;"><span style="font-family: qanelas-black; font-size: 13px; color: #ffffff;">OUÇA O ÁUDIO COMPLETO</span></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A gestão da segurança da informação é um fator primordial não só para preservar os dados, mas também porque envolve responsabilidade, gestão, qualidade e preservação das informações no ambiente organizacional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma evolução da tríade clássica da segurança (integridade, confidencialidade e disponibilidade) foi revista e conta, hoje, com seis elementos: confidencialidade, posse, integridade, autenticidade, disponibilidade e utilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um ponto crucial da estratégia empresarial é a gestão de risco da segurança da informação. Esse tema não é apenas uma questão da área de TI, mas uma corporativa e que deve fazer parte da agenda do executivo. O conceito de gestão de risco é o processo de identificação de vulnerabilidade e ameaças envolvendo informações estratégicas para o negócio de uma empresa, bem como as medidas tomadas para mitigar o risco &#8211; pesquisas mostram que o fator humano é o maior componente de risco para as organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Existe um ambiente repleto de inter-relações que se permeiam em constante estado de mutação. Neste contexto, destacamos que informação e conhecimento representam patrimônios cada vez mais valiosos e necessários para que as pessoas e organizações compreendam e respondam às mudanças constantes de perfis de riscos. Com o crescente aumento das tecnologias e sua rápida disseminação, os crimes também aumentaram, surgindo a necessidade de manter as informações pessoais e empresariais livres de riscos e perigos que possam danificá-las, para que tenhamos uma informação confiável.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6a18a55ed7977" data-id="6a18a55ed7977" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1527703773501 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">DoT &#8211; DDoS of Things</span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Com um maior volume de dispositivos conectados, os riscos cibernéticos aumentam. É o que chamamos de DoT &#8211; DDoS of Things, onde atores mal-intencionados usam dispositivos IoT para criar botnets que alimentam ataques DDoS volumétricos. O DoT está atingindo massa crítica &#8211; ataques recentes incentivaram centenas de milhares de dispositivos IoT para atacar tudo, desde grandes fornecedores de serviços e empresas até serviços de jogos, mídia e empresas de entretenimento. Alguns especialistas estimam que teremos 24 bilhões de dispositivos IoT conectados até 2020, desde câmeras e telefones até frigoríficos, carros, campainhas e relógios. E muitos desses dispositivos são fabricados por empresas em que a segurança cibernética não é sua competência principal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Mas por que a ação dos atacantes (hackers) ainda continua de maneira efetiva, apesar de o mercado contar com soluções robustas e inovadoras? Seguem os principais motivos:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  ● As empresas focam em seu negócio e entregam produtos com o mínimo de segurança embarcada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  ● Na maioria das vezes, a segurança da informação não é estratégica para o negócio, deixando a corporação totalmente descoberta e vulnerável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  ●  Políticas pouco eficientes ou inexistentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  ●  Baixo conhecimento sobre o tema.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  ●  Parque tecnológico desatualizado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  ●  Parque tecnológico pouco explorado para utilização de seus recursos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  ●  Baixa integração dos recursos para uma melhor governança.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  ●  Tomada de decisão com base em conhecimento pontual e técnico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  ●  Falta de atuação preditiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  ●  Falta de capacitação e de treinamento periódico para os colaboradores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">  Um ataque DDoS consiste na tentativa de esgotar e estressar os recursos de uma rede, aplicação ou serviço, evitando que usuário consiga acessar ambientes on-line. Nos últimos anos, os ataques DDoS ficaram novamente em evidência e mais complexos, uma vez que os cibercriminosos passaram a utilizar táticas mais sutis e capazes de atingir infraestruturas com sistemas de segurança (firewall e IPS). Infelizmente, pecamos no básico por não fazer o dever de casa como deveríamos – e os hackers sabem disso.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Os ataques DDoS são divididos em três categorias:</p>
<p style="text-align: justify;">  ● Os volumétricos buscam consumir a banda de rede do ambiente da vítima ou ocupar o tráfego de dados entre o ambiente da vítima e o resto da Internet. São ataques que consistem basicamente em um &#8220;congestionamento&#8221; de rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  ● Os TCPs buscam atingir instâncias de sustentação presentes na infraestrutura, como balanceadores de carga, firewalls e até mesmo os servidores da aplicação. Até mesmo dispositivos de alto desempenho, capazes de sustentar milhões de conexões, podem ser derrubados por esses ataques.</p>
<p style="text-align: justify;">  ● Por fim, os ataques de camada de aplicação (Application Layer) miram aspectos da aplicação ou serviço na camada mais avançada do ambiente &#8211; a chamada Layer-7. São os ataques mais perigosos, pois é possível gerar baixa taxa de acesso com apenas uma máquina, o que dificulta a detecção e combate à ameaça.</p>
<p style="text-align: justify;">  Atualmente, os ataques mais sofisticados combinam elementos das três categorias, atacando infraestruturas com ofensivas coordenadas. Esses ciberataques se tornaram populares por sua alta eficiência e dificuldade para serem combatidos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Apesar de seus efeitos serem apenas de negação de acesso, os ataques DDoS escondem outras ações. Uma delas é a tática de distração contra os times de segurança e rede de TI. Estes ataques podem esconder tentativas de invasão e ameaças mais graves, como a infiltração de programas maliciosos (malware) nas redes, em busca de dados mais importantes de um ambiente ou aplicação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nesse sentido, o DDoS representa uma ameaça significativa para a sustentação de um negócio. Sites públicos podem perder audiência e receita (no caso de e-commerce) com cada minuto em que fica inacessível devido a um ataque dessa natureza. À medida que mais empresas ficam dependentes da Internet e de infraestruturas conectadas para suas aplicações e serviços, a disponibilidade se tornou tão importante quanto a eletricidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esta ameaça se estende a diversos setores da economia e não apenas para quem atua na web. Empresas que sustentam seus ambientes de colaboração na nuvem, por exemplo, também podem ser atingidas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para evitar consequências graves, existem diversas opções de segurança contra investidas de negação de serviço. Uma solução capaz de mitigar os dados de um ataque DDoS é o CDN &#8211; Content Delivery Network, que utiliza uma maior largura de banda para absorver o excesso de acessos e evitar que um ambiente seja derrubado por um ataque. Entretanto, o uso de uma largura elevada de banda tem seus custos.</p>
<p style="text-align: justify;">  É fundamental que as empresas estejam atentas às inovações, tendências de mercado e aos bons conceitos de segurança da informação. Porém, o foco maior deve ser nas pessoas. Quanto mais treinadas, melhores e mais rápidas serão as respostas, inclusive para atuar de maneira preditiva. A inovação começa por cada um de nós. Inserir a segurança da informação no dia a dia é viver no mundo digital com credibilidade.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Protocolos de comunicação para ambientes de Internet das coisas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2018 13:34:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 03]]></category>
		<category><![CDATA[6LoWPAN]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicação]]></category>
		<category><![CDATA[IEEE 802.15.4]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Protocolos]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Thread]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Zigbee]]></category>
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					<description><![CDATA[O avanço da IoT traz o desafio de desenvolver novas formas de comunicação que se adaptam ao conceito, utilizando baixo consumo de energia e poder computacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18a55ed93dc" data-id="6a18a55ed93dc" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Protocolos de comunicação para ambientes de Internet das coisas</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2 style="text-align: justify;">Este artigo apresenta um estudo com foco nos protocolos utilizados na abordagem IoT – Internet das coisas. A necessidade de criação de novos protocolos surgiu como uma solução para a grande expansão de objetos IoT e<br />
middlewares, que gerou diversos desafios de interoperabilidade e comunicação.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><a href="mailto:gioatf.rotta@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">Giovanni Rotta</a> e <a href="mailto:mario.dantas@ice.ufjf.br" target="_blank" rel="noopener">Mário Dantas</a>, do Dep. de Informática e Estatística (INE), da UFSC &#8211; Universidade Federal de Santa Catarina</p>
<p><a href="mailto:andrea@inf.ufsm.br" target="_blank" rel="noopener">Andrea Charão</a>, Dep. de Linguagens e Sistemas de Computação (DLSC), da UFSM – Universidade Federal de Santa Maria</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-6a18a55ed965d" data-id="6a18a55ed965d" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Vivenciamos uma transformação na maneira de enxergar a computação. Nos últimos anos, o conceito de computação ubíqua ou pervasiva ganhou um grande impulso com a chegada da Internet das coisas, que estimulada pelo desenvolvimento de dispositivos embarcados cada vez mais potentes e pelas possibilidades trazidas pela comunicação wireless, vem ganhando cada vez mais espaço entre pesquisadores e indústria.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, vamos analisar as diferentes formas de transmissão de dados no universo de IoT, assim como os seus padrões de comunicação e protocolos. Também vamos estabelecer uma comparação entre dois dos mais usados protocolos de comunicação na camada de aplicação.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18a55ed96ed" data-id="6a18a55ed96ed" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Internet das coisas</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A Internet das coisas é um paradigma tecnológico, que tem por finalidade conectar aparelhos eletrônicos utilizados no dia a dia por meio da Internet. A ideia básica é a presença pervasiva de uma variedade de objetos, como sensores, atuadores e smartphones, capazes de interagir uns com os outros e cooperar com objetos vizinhos a fim de atingir um objetivo em comum. Ou seja, um mundo onde a Internet estará em todos os lugares e objetos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A IoT tem o potencial de mudar a maneira como vivemos, influenciando tanto o campo doméstico como o ambiente de trabalho. Na vida doméstica, a IoT pode ser aplicada nas casas automatizadas, assisted living, e-health e enhanced learning entre outros diversos usos. Já no mundo corporativo, os benefícios afetarão áreas de automação, manufatura, logística e transporte.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Protocolos IoT</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O modelo utilizado como referência será o TCP/IP, usado para os protocolos na Internet. Pelo fato da Internet das coisas ter sido baseada à princípio na Internet, o TCP/IP consegue descrever com naturalidade as camadas utilizadas na mesma. O modelo é dividido em quatro camadas: rede, Internet, transporte e aplicação.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2>Rede</h2>
<p style="text-align: justify;">  A Camada de rede é definida como física, ou seja, corresponde às tecnologias usadas para a troca de pacotes. No caso da IoT, a comunicação na camada de rede se baseia em comunicação sem fio. Diversos padrões foram especificados para esta camada, como a série IEEE 802.11, 802.15.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18a55eda8c3" data-id="6a18a55eda8c3" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Internet</h2>
<p style="text-align: justify;">  A tarefa da camada inter-redes é entregar pacotes onde eles são necessários. A ideia dos protocolos desta camada é endereçar, entregar e evitar congestionamentos.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18a55edac42" data-id="6a18a55edac42" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Transporte</h2>
<p style="text-align: justify;">  No modelo TCP/IP, a camada localizada acima da inter-redes é chamada de “camada de transporte”. Sua finalidade é permitir que as entidades partam dos hosts de origem ao de destino, mantendo uma conversação.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18a55edafca" data-id="6a18a55edafca" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2 style="text-align: justify;">Aplicação</h2>
<p style="text-align: justify;">  São protocolos de serviço específico de comunicação de dados em um nível processo a processo. O protocolo de aplicação mais utilizado para prover serviços web é o HTTP, porém ele possui muita complexidade computacional e tem um consumo de energia elevado para os dispositivos IoT.</p>

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			<h3 style="text-align: justify;">Estudo sobre os protocolos IoT</h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Padrão IEEE 802.15.4</h2>
<p style="text-align: justify;">  O grupo da IEEE 802.15 especifica uma variedade de WPANs &#8211; Wireless Personal Area Network, entre eles Bluetooth, UWB, BAN, etc. O padrão estudado aqui, o 802.15.4, representa o maior padrão para low data rate WPANs. Seu principal objetivo é prover uma base para que outros protocolos possam ser adicionados nas camadas superiores (transporte, Internet e aplicação). Atua na camada de rede no modelo TCP/IP, enquanto que as camadas físicas e enlace atuam no modelo OSI. Assim, a camada física é responsável pela frequência, consumo de energia e modulação. Já a de enlace define o formato do dado.</p>
<p style="text-align: justify;">  O IEEE 802.15 é adotado por diversos grupos que atuam no desenvolvimento de objetos e protocolos IoT, como Zigbee Alliance e Thread Group. Ele define protocolos e regras de interconexões para comunicação de dados entre dispositivos utilizando baixas taxa de transferência e consumo, além de pouca complexidade, por meio de radiofrequência de curto alcance.</p>

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			<h2 style="text-align: justify;">Zigbee</h2>
<p style="text-align: justify;">  O Zigbee é um conjunto de especificações desenvolvido pela Zigbee Alliance para utilização em residências inteligentes (smart home) e IoT, que define as camadas subsequentes às camadas estabelecidas pelo IEEE 802.15.4, oferecendo serviços de segurança, tolerância a erros e conexão de novos dispositivos. O Zigbee abrange as camadas referentes a Internet, transporte e aplicação do modelo TCP/IP.</p>

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			<h2 style="text-align: justify;">Thread</h2>
<p style="text-align: justify;">  Outro conjunto de especificação para smart home e IoT é o Thread. Ele define camadas utilizadas em cima do padrão IEEE 802.15.4, porém não fornece a camada de aplicação. Sempre utiliza de padrões de protocolos abertos para garantir integridade dos pacotes, utilizando os protocolos UDP e 6LoWPAN. Fornece serviço de segurança e tolerância a erros.</p>

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	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;">6LoWPAN</h2>
<p style="text-align: justify;">  Protocolo de permissão para que pacotes IPv6 sejam transmitidos em redes de baixo consumo de energia. Seu conceito inicial era permitir que os protocolos de Internet se estendessem para todos os tipos de dispositivos. Segue os padrões definidos no RFC 4944 e RFC 6282, que especificam transmissões IPv6 e sua compressão para camadas de rede IEEE 802.15.4. Sua principal tarefa é comprimir o cabeçalho TCP/IP e a mensagem enviada, diminuindo o custo de transmissão. Cabeçalhos TCP/IP possuem 128 bytes, enquanto o IPv6 apenas 40 bytes. Outras tarefas importantes do 6LoWPAN é a fragmentação e o reagrupamento de pacotes, assim como a sua distribuição dentro da rede.</p>

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			<h3 style="text-align: justify;">Camada de aplicação</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Aqui vamos analisar dois protocolos emergentes no mundo da Internet das coisas. Ambos apresentam características de baixo consumo, por possuírem mensagens pequenas, gerenciador de mensagens e pequeno overhead. Essas características são ideais para dispositivos embarcados.</p>
<p style="text-align: justify;">  ● MQTT &#8211; Message Queuing Telemetry Transport. Inventado pela IBM para comunicação entre satélites e equipamentos de extração de óleo. Possui confiabilidade e baixo consumo como requisitos de sua implementação, o que o torna grande candidato a ser aplicado nas redes IoT. Utiliza o modelo “publish/subscribe” e necessita de um broker MQTT para gerenciar e rotacionar as mensagens dentro da rede. É descrito como um protocolo de comunicação many-to-many. Uma das grandes vantagens do MQTT ´e a eficiência do modelo ‘pub/sub’, que também escala muito bem. Por utilizar o protocolo TCP, o MQTT já vem munido de segurança na rede. A dependência de um broker e a utilização do TCP podem ser um empecilho, pois ambos necessitam de um certo poder computacional para funcionar, impossibilitando o uso MQTT em dispositivos mais simples. Por necessitar de um broaker, o protocolo é uma boa opção para a comunicação remota/cloud, já que o servidor cloud atua como o broaker entre o dispositivo IoT e outros serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">  ● CoAP &#8211; Constrained Application Protocol. Protocolo que utiliza o modelo ‘cliente/servidor’, disponibilizando interação ‘request/response’ um para um, podendo também suportar multicast. Diferente do MQTT, o CoAP surgiu para suprir a necessidade em protocolos IoT e foi desenvolvido para interoperar com HTTP e com arquiteturas RESTful, por meio de simples proxies, tornando-se compatível com a Internet. Por utilizar o protocolo UDP, o CoAP apresenta menor consumo computacional e de energia. Seu uso permite um menor tempo de resposta quando acionado, pois mantém uma conexão ativa entre nodos. É mais indicado para o envio de comandos para nodos locais, por se tratar de uma arquitetura semelhante a HTTP. Também é mais utilizado em dispositivos com menos recursos computacionais.</p>

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			<h3 style="text-align: justify;">Conclusões</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Com o surgimento e desenvolvimento da Internet das coisas, foi criado, também o desafio de desenvolver novas formas de comunicação que se adaptam ao conceito, utilizando baixo consumo de energia e poder computacional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Apesar dos esforços para padronizar e unificar os protocolos de comunicação, com o desenvolvimento de objetos de IoT realizado por diversos fabricantes, utilizando diferentes protocolos nas camadas mais superiores, como de aplicação, a interoperabilidade se mostrou um dos maiores desafios para essa nova realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Concluímos que, por conta da grande diversidade de protocolos, cada qual com suas características e peculiaridades, é necessário a investigação dos diferentes protocolos disponíveis, para assim, ter uma base de conhecimento para a melhor escolha em cada projeto.</p>

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