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	<title>Autoconhecimento &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Autoconhecimento &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Carreira, Freud e autoconhecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2022 18:59:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[edição 51]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[O sucesso profissional não está atrelado apenas às habilidades de hard skills. É preciso também desenvolver competências soft skills, muitas vezes desprezadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6993408caef52" data-id="6993408caef52" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Carreira, Freud e autoconhecimento</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Edgar Amorim, facilitador DiSC e coach executivo, da Amorizar Pessoas</strong></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A mente humana é cheia de segredos, e desvendá-los é uma tarefa quase impossível. Primeiro, porque as pessoas acreditam que têm plena consciência do significado de seus atos e não creem que possam existir motivações e emoções que elas não conheçam – o que é um grande engano. Segundo, porque hábitos e comportamentos funcionam no modo “automático” e as pessoas têm imensa dificuldade modificá-los, mesmo que seja para um ganho pessoal ou profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando se fala de sucesso na carreira, o primeiro passo é desenvolver as competências técnicas (os <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/voce-realmente-sabe-quem-e/">hard skills</a>) para executar as tarefas da área de atuação do indivíduo. Paralelamente a isso, é preciso desenvolver as competências socioemocionais (os <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/comportamento-sucesso-profissional/">soft skills</a>) e, no entanto, essa sempre foi uma área desprezada – exatamente pelas pessoas acreditarem que se conhecem plenamente e que não há nada de novo a aprender ou desenvolver. Para mudar esse cenário, e abrir a porta do desenvolvimento dessas competências socioemocionais, é preciso começar pelo desenvolvimento do AUTOCONHECIMENTO e um bom caminho para isso é conhecer os níveis da consciência e o modelo estrutural da personalidade, descritos na psicanálise de Freud.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao longo de seus estudos e pesquisas Freud descreveu que nossa mente tem um nível chamado de <u>consciência</u>, que engloba as percepções conscientes de fatos e acontecimentos num determinado momento, e outro nível chamado de <u>inconsciente</u>, que engloba fenômenos e conteúdos do qual a pessoa não tem consciência, mas que influencia seus atos e comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para ilustrar, podemos citar que no nível consciente aprendemos a calcular que um mais um é igual a dois ou que para imprimir um documento é preciso ligar a impressora antes – temos plena consciência dessas duas situações. Para o nível inconsciente, podemos citar uma situação em que ouvimos uma música e ficamos tristes ou alegres e não conseguimos perceber o motivo dessas emoções, que estão registradas no inconsciente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Existe muita coisa no nível inconsciente que direciona ou bloqueia nossas ações e que não conseguimos compreender e, muitas vezes, nem percebemos. O trabalho psicanalítico foca em fazer o indivíduo tomar posse, tomar consciência desses conteúdos, que uma vez conhecidos podem ser trabalhados – para reforço ou eliminação.</p>
<p style="text-align: justify;">  O outro conceito importante de Freud diz respeito à estrutura da personalidade. Ele desenvolveu um modelo composto por três estruturas: o id (lê-se “idi”), o ego e o superego.</p>
<p style="text-align: justify;">  O id é a essência do indivíduo, é a fonte de energia psíquica, que é a libido, segundo a psicanálise. Ele é formado pelas pulsões (impulsos de ação), impulsos orgânicos e desejos inconscientes. O id busca o prazer e desconhece juízo, lógica, valores, ética ou moral e é exigente, impulsivo, cego, irracional, antissocial e voltado ao prazer. O id é totalmente inconsciente.</p>
<p style="text-align: justify;">  O ego se desenvolve a partir do id, com a intenção de permitir que seus impulsos sejam eficientes. Ele leva em conta o mundo externo e promove um comportamento adequado de forma racional. O ego procura satisfazer a busca de prazer do id de forma harmonizada.</p>
<p style="text-align: justify;">  O superego é a parte da mente que representa os valores da sociedade. O superego tem três objetivos: reprimir, por meio de punição ou sentimento de culpa, qualquer impulso contrário às regras; forçar o ego a se comportar de acordo com a moral; e levar o indivíduo à perfeição em gestos, pensamentos e palavras.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em resumo, nossa mente está sob constante influência dessas três estruturas e perceber que desconhecemos muito do que se passa em nossa mente é um primeiro grande passo para começarmos a tomar consciência do significado real de nossas ações, nossos comportamentos e hábitos – o que é um ótimo começo para o autoconhecimento e desenvolvimento pessoal e profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma boa prática para começar a tomar consciência de si mesmo é se perguntar: por que ajo dessa forma? Pergunte-se, reflita. Muitas descobertas surgirão.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sucesso!</p>

		</div>
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		<title>Descubra porque um hackathon pode melhorar a sua vida profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2019 15:52:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 21]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
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					<description><![CDATA[Já ouviu falar de “hackathon”? É uma maratona para criar soluções para desafios propostos e, muitas vezes, envolve o desenvolvimento de Apps.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6993408cb093b" data-id="6993408cb093b" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Descubra porque um hackathon pode melhorar a sua vida profissional</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Edgar Amorim, Analista comportamental e coach, da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://www.amorimepimentel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Amorim &amp; Pimentel</a></span></strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Já ouviu falar de “hackathon” (“hack”, programar de forma excepcional, e “marathon”, maratona)? É uma maratona para criar soluções para desafios propostos e, muitas vezes, envolve o desenvolvimento de Apps. Em outubro último, tive a oportunidade de participar, em Brasília, DF, do “NASA International Space Apps Challenge”, um “hackathon” promovido pela NASA onde foram apresentados mais de trinta desafios.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na dinâmica do evento as equipes escolhem os seus desafios e buscam por soluções, que deverão ser apresentadas no meio e no final do evento. Nesse trabalho elas contam com a ajuda de mentores, que são profissionais com experiência em várias áreas &#8211; que vão de telecomunicações e veterinária até negócios, marketing e como fazer um “picth” (apresentação das ideias em um ou três minutos). A edição deste ano do NASA International Space Apps Challenge contou com quase 100 equipes com uma média de sete participantes em cada uma. Também foram convidados alunos de escolas públicas para participarem das equipes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um evento desse tipo exige vários conhecimentos e competências. Já mencionamos em outros artigos sobre a grande mudança que está acontecendo no mercado de trabalho. Muitas profissões estão sumindo e outras tantas surgindo. As relações de trabalho estão passando por fortes mudanças. Tudo influenciado pelo desenvolvimento tecnológico.</p>
<p style="text-align: justify;">  Talvez, em poucos anos, o trabalho tradicional exista somente para poucas áreas profissionais. O mundo atual convoca as pessoas a adquirirem novas competências. Participar de um “hackathon” é uma grande oportunidade para perceber quantas competências possuímos e quantas nos faltam para esse novo mundo profissional. Provavelmente, num futuro breve, muitas pessoas terão que lidar com “vender” o seu conhecimento e serviços. Desenvolver um “pitch” é uma excelente oportunidade de verificar como está a sua competência e “vender” a sua experiência.</p>
<p style="text-align: justify;">  Num hackathon as equipes têm que encontrar caminhos, discutir ideias, dar um nome para a solução criada e preparar o discurso de posicionamento para o mercado, entre tantas outras atividades. E termina com a venda da solução criada, o “pitch”, para uma bancada de jurados.</p>
<p style="text-align: justify;">  No final, alguns recebem prêmios e outros ganham de outra forma: descobrem novos caminhos e competências. E o mais interessante é que alguns acabam criando produtos que podem se tornar um excelente negócio – algo que não podiam nem imaginar antes de participar deste tipo de evento.</p>
<p style="text-align: justify;">  Leia um pouco sobre os vários “hackathons” que tem sido organizados por muitas instituições. Recentemente aconteceu um em Santa Rita do Sapucaí, MG, e terra do Inatel. E, claro, participe de um para se desafiar e ver as competências que você pode precisar em breve.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sucesso!</p>

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		<title>Como usar a inteligência emocional na sua carreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2018 15:49:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 7]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconsiência]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Sucesso profissional]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6993408cb1e8e" data-id="6993408cb1e8e" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como usar a inteligência emocional na sua carreira</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Edgar Amorim, Analista comportamental e coach</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Afinal, o que é e o que tem a ver inteligência emocional com as nossas carreiras?</p>
<p style="text-align: justify;">  Começando pela segunda questão, tem tudo a ver! Já mencionamos a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/comportamento-sucesso-profissional/" target="_blank" rel="noopener">importância das relações numa carreira de sucesso</a> e para o sucesso empresarial. A máxima de Peter Drucker é mais válida do que nunca: contrata-se por competência técnica e demite-se por comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">  Num mundo em transformação, com características V.U.C.A. &#8211; Volatily, Uncertainty, Complexity, Ambiguity (volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade), termo criado pelos militares norte-americanos para definir a situação do mundo atual, é de extrema importância estar apto a participar e criar relações positivas que contribuam para um bom desempenho. Desenvolver uma carreira de sucesso nesse ambiente envolve um autoconhecimento e um grande domínio para criar tais relações positivas e produtivas.</p>
<p style="text-align: justify;">  As emoções são a base de nossas relações com o mundo e com as pessoas. São elas que nos impulsionam para as ações que tomamos a todo instante. Entender como essas emoções influenciam as nossas ações é fundamental para a produtividade e um bom desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nosso cérebro é uma máquina maravilhosa e estudos demonstram que ele pode ser moldado para assumir novos comportamentos e até mesmo novas funções, o que é conhecido como neuroplasticidade e neogênese.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um bom começo para melhoria de nossas relações pessoais e profissionais é compreender o que é inteligência emocional e trabalhar para elevar o nosso QE (Quociente Emocional) – complementar ao QI (Quociente de Inteligência). Diferente do que muitos pensam, ter inteligência emocional alta não significa ser bonzinho, eliminando toda reação comportamental “raivosa”. A inteligência emocional se estrutura em três pilares: autoconsciência, autorregulação e propósito.</p>
<p style="text-align: justify;">  A autoconsciência é a capacidade do indivíduo perceber as emoções antes de elas causarem uma ação, para que se possa escolher uma reação adequada ao momento. Ela inclui uma melhoria no aprendizado emocional, o que significa compreender e nomear as emoções. Sentimos muitas emoções, mas elas não são nomeamos e isso gera uma dificuldade em lidar com algo que não temos claramente definido. Entender claramente o que significa cada emoção é o primeiro passo para ter uma QE adequada e que nos permita navegar entre as várias relações do dia a dia com sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um bom começo para nomear nossas emoções é conhecer a Roda das Emoções, de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Plutchik" target="_blank" rel="noopener">Plutchik</a> (psicólogo norte- americano), que descreve as oito emoções primárias, comuns a todos os seres humanos:  raiva, medo, tristeza, nojo, surpresa, curiosidade, aceitação e alegria. A partir dessas emoções se derivam outras, que são influenciadas pela cultura de um determinado povo.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Ainda na autoconsciência, é importante o indivíduo reconhecer padrões de comportamento. Por exemplo, nervosismo ao se aproximar a data de uma apresentação pública, que pode congelar a pessoa e prejudicar os resultados. Tomando-se consciência desses padrões é possível escolher uma reação adequada que a substitua.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra característica para ter um QE adequado é a autorregulação. Aqui o indivíduo deve ter as seguintes capacidades:</p>
<p style="text-align: justify;">  ● Refletir consequências, para fazer a escolha de ações mais apropriadas à situação que gerou uma determinada emoção.</p>
<p style="text-align: justify;">  ● Navegar emoções, ou seja, perceber as emoções e aceita-las para acessar a sabedoria e energia que elas oferecem.</p>
<p style="text-align: justify;">  ● Motivação interna para ganhar energia a partir de valores pessoais e compromissos – em vez de se deixar levar por fatores externos, que não temos controle.</p>
<p style="text-align: justify;">  ● Otimismo para considerar a perspectiva de escolha e a oportunidade, que liberam o nosso cérebro para trazer criatividade e ação que impulsiona. O negativismo bloqueia certas áreas do cérebro importantes para um comportamento adequado para um bom desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como terceiro pilar temos o propósito, que inclui o aumento da empatia, para reconhecer e responder adequadamente às emoções dos outros, e buscar uma meta nobre – uma meta de vida ou a razão de nossa existência, que nos permite conectar nossas escolhas diárias com um profundo sentido de propósito.</p>
<p style="text-align: justify;">  Todas essas informações são comprovadas por estudos do funcionamento do cérebro, que demonstram que determinadas áreas importantes para o sucesso de um indivíduo são bloqueadas para quem tem baixo QE, enquanto que essas mesmas áreas são ativadas para quem possui um alto QE.</p>
<p style="text-align: justify;">  Atualmente, é possível medir o nível de inteligência emocional de um indivíduo e a partir dos resultados obtidos traçar planos de desenvolvimento pessoal de cada uma das oito características para se obter uma melhoria na vida pessoal e profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como anda a sua inteligência emocional? Sucesso!</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Aprenda a desenvolver o autoconhecimento e competências relacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edgar Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2018 14:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 03]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Competências relacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6993408cb426d" data-id="6993408cb426d" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Aprenda a desenvolver o autoconhecimento e competências relacionais</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Edgar Amorim, analista comportamental e coach </strong></h4>

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			<p style="text-align: center;"><span style="font-family: qanelas-black; font-size: 13px; color: #ffffff;">OUÇA O ARTIGO</span></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Desenvolver o autoconhecimento é algo de suma importância, porém dá um bocado de trabalho. O primeiro passo é tomar consciência de que existe essa necessidade – o que pode ser difícil. Depois, é necessário procurar o melhor caminho para desenvolver esse autoconhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando o assunto é competência técnica, fica fácil procurar onde obtê-la. Formações e cursos mais variados estão à disposição. Existem opções nacionais e internacionais para pós-graduação, mestrado e doutorado, nas mais diversas áreas de conhecimento e em instituições públicas e privadas. Porém, quando se trata de desenvolver competências comportamentais e de relacionamento a situação complica bastante.</p>
<p style="text-align: justify;">  Primeiro, porque existe um desconhecimento de como funcionam as técnicas e abordagens disponíveis: como funciona a psicoterapia? E o coaching? E tantos outros? Além disso, sempre há dúvida sobre qual profissional apoiar.</p>
<p style="text-align: justify;">  Vou procurar esclarecer um pouco sobre essas técnicas, para que cada pessoa possa buscar um caminho mais apropriado para desenvolver o autoconhecimento e as competências relacionais. Já citamos em <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/voce-realmente-sabe-quem-e/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">outra edição</a> que o que somos hoje foi construído ao longo de nossa infância.</p>
<p style="text-align: justify;">  Portanto, nossos hábitos, o jeito de se relacionar com as pessoas e até os traumas vieram da infância. Junte-se a isso a cultura brasileira e latina de um modo geral, que é bastante paternalista e dá muita importância à hierarquia. Isso dificulta ainda mais o desenvolvimento pessoal, que hoje exige muita proatividade, além de criatividade. Muitas vezes as pessoas ficam esperando que alguém faça por elas ou uma ordem para fazer. E o pior, em geral, elas não percebem que agem assim.</p>
<p style="text-align: justify;">  É muito difícil trabalhar essas questões sozinho, pois como funcionamos no automático, fica complicado perceber que uma determinada atitude pode estar nos prejudicando. Aí entra a necessidade de um profissional habilitado para ajudar a encontrar um caminho mais compatível com o desempenho que esperamos na nossa vida profissional – e até pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se a questão a ser trabalhada for atitudes que nos travam (medo, ansiedade, paralisia, etc.), provavelmente, a psicoterapia será o caminho indicado. Muitas vezes, esses tipos de comportamento estão ligados a traumas do passado e eles estão enraizados profundamente em nosso inconsciente. O trabalho psicoterapêutico explora o passado em busca de eventuais traumas que possam estar bloqueando o agir de forma adequada para se obter o objetivo almejado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Particularmente, na psicanálise uma das abordagens possíveis de psicoterapia é realizar uma análise da mente com uma cebola, onde é necessário retirar as várias camadas até alcançar o núcleo – que seria o trauma que trava. Com a consciência do motivo do trauma, toda a emoção associada a ele é liberada e o indivíduo passa a atuar sem bloqueios. Portanto, a psicoterapia é uma volta ao passado para resolver uma questão do presente – e isso pode demorar um pouco, já que as pessoas podem ter resistência para voltar ao passado. Por isso, junto com o trabalho de busca do trauma vem um trabalho de fortalecimento psicológico. As bases da psicoterapia surgiram com a psicanálise de Freud.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já no caso de um indivíduo que deseja atingir uma meta, mas tem dificuldade em tomar as atitudes para chegar lá, o coaching pode ser a indicação mais acertada. O coaching é uma metodologia que trabalha a mente do indivíduo para que ele atinja a tal meta. Esse profissional olha para o futuro e ajuda a pessoa a conseguir, por si só, chegar ao destino desejado.</p>
<p style="text-align: justify;">  O coaching pode ser considerado uma técnica para treinar a mente para atingir níveis altos de desempenho. Nos últimos anos, muita gente se formou em coaching. No entanto, como essa profissão não é regulamentada, muitas técnicas utilizadas não tem a ver com o coaching. Por isso, é importante tomar cuidado ao contratar esse tipo de profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Recentemente, uma novela retratou a indicação do coaching com hipnose para tratar um trauma. Isso foi um grande erro, pois o coaching não olha o passado e sim o futuro. Seu trabalho tem prazo determinado, em geral dez sessões para metas pessoais, quinze para coaching de carreira e trinta para coaching executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">  O método de coaching foi desenvolvido por W. Timothy Gallwey, um técnico de tênis, que trabalhava com jogadores com excelência técnica, mas que tinham resultados fracos em competições. Gallwey foi pesquisar o motivo desse efeito e acabou descobrindo a forte influência da mente no desempenho dos jogadores. Foi então que ele desenvolveu uma técnica, que posteriormente foi aplicada no mundo corporativo com excelentes resultados. Gallwey a descreve em seu livro “O jogo interior do tênis”, que é a base do coaching atual.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Agora que vimos algumas opções para o autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, aqui ficam algumas perguntas.</p>
<p>● Você está contente com a sua carreira?</p>
<p>● Em qualquer situação, o que você pode fazer para melhorar o seu desempenho profissional?Onde você pode buscar recursos para melhorar?</p>
<p>● Quanto a sua carreira depende de você? Dê evidências que confirme a sua resposta – ou será que é só um “achômetro”?</p>
<p>● Você está esperando que alguém faça algo que ajude a sua carreira ou tomou as rédeas dela e está seguindo um plano?</p>
<p>● Quando vai começar essa melhoria? Determine o dia, hora e local.</p>
<p style="text-align: justify;">Sucesso!</p>

		</div>
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