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	<title>Capex &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Capex &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Economizando energia e espaço com sistema DWDM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 17:28:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 63]]></category>
		<category><![CDATA[Capex]]></category>
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					<description><![CDATA[As vantagens da tecnologia DWDM já são conhecidas pelo mercado. O desafio, no momento, é otimizar o investimento. Hoje, muito se fala sobre custo do bit, que seria um indicador de custo-benefício associado a CAPEX, mas é preciso também levar em consideração o OPEX. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fc58d1e6601" data-id="69fc58d1e6601" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Economizando energia e espaço com sistema DWDM</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">As vantagens da tecnologia DWDM já são conhecidas pelo mercado. O desafio, no momento, é otimizar o investimento. Hoje, muito se fala sobre custo do bit, que seria um indicador de custo-benefício associado às despesas em bens de capital (CAPEX), mas é preciso também levar em consideração os custos operacionais (OPEX).</h2>

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			<p><strong>Thyago Monteiro, CTO da Connectoway </strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A utilização da tecnologia de DWDM &#8211; Dense Wavelenght Division Multiplexing não é novidade no mundo das operadoras e nos ISPs &#8211; provedores de serviços de Internet ela está crescendo a cada ano como uma excelente alternativa para a ampliação de seus backbones. A tecnologia proporciona a propagação simultânea de diversas informações em diferentes comprimentos de onda de luz sobre um par fibra óptica e cada comprimento de onda transporta seu próprio sinal, que chamamos de canal. O sistema permite multiplexar os canais dentro da fibra, otimizando a capacidade de transmissão de dados a longas distâncias, além de redução considerável de latência.</p>
<p style="text-align: justify;">As vantagens do sistema já são conhecidas pelo mercado. O desafio, no momento, é otimizar o investimento. Hoje, muito se fala sobre custo do bit, que seria um indicador de custo-benefício associado às despesas em bens de capital (CAPEX), mas é preciso também levar em consideração os custos operacionais (OPEX). Alguns fatores relacionados à construção do produto estão ligados a elevados custos operacionais e devem ser considerados como impacto de médio a longo prazo no OPEX das redes, como, por exemplo, baixa confiabilidade de hardware e alto consumo por estação.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, já existem equipamentos no mercado que respondem aos desafios apresentados e que, por meio da integração de camada óptica e elétrica, tornam possível a implementação de um sistema DWDM completo de até 120 canais. São equipamentos que contam com o conceito de placas com funções integradas, com destaque para uma das placas de camada óptica com funcionalidade 5 em 1: capaz de amplificação, supervisão, multiplexação, demultiplexação e detecção de falhas remota. Eles ainda impressionam pelo fato de terem um comissionamento super-rápido e intuitivo para os técnicos de configuração &#8211; é possível configurar um enlace óptico em menos de 10 minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os custos de aquisição dos equipamentos e implantação da tecnologia DWDM vêm reduzindo a cada ano, e se tornando mais acessíveis. É algo que está ao alcance das operadoras competitivas e provedores regionais. Para que possam atender à demanda crescente dos clientes por banda larga, novos serviços agregados são necessários, além de um novo modelo de troca de capacidade com outros players, que hoje é baseado em quantidade de canais de transmissão e não apenas em pares de fibra como foi bastante comum no passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Distâncias maiores também podem ser percorridas com equipamentos mais avançados e menores. A versão mais atual do mercado de DWDM permite ultrapassar distâncias acima de 100 km, o que traz versatilidade e um grande diferencial competitivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro benefício claro é a fácil integração com outras tecnologias legadas. Um exemplo é a tecnologia de transmissão SDH &#8211; Synchronous Digital Hierarchy, ainda utilizada principalmente pelas empresas do setor elétrico, que possuem grandes redes OPGW &#8211; Optical Ground Wire, por meio de suas linhas de transmissão por todo o Brasil. Tudo isso permite sua utilização em conjunto com diversas tecnologias para aumentar a capacidade da rede sem a necessidade de investimento em cabeamento óptico.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<item>
		<title>Saiba como diminuir os custos operacionais do data center</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 20:54:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 48]]></category>
		<category><![CDATA[Capex]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[Energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[Pequenos detalhes de otimização acabam gerando um grande impacto nos custos de um data center. A recomendação é fazer uma análise periódica dos equipamentos, ficar sempre atento à eficiência energética ao comprar equipamentos e, por fim, planejar bem a modernização da sua infraestrutura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fc58d1e7978" data-id="69fc58d1e7978" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Saiba como diminuir os custos operacionais do data center</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Pequenos detalhes de otimização acabam gerando um grande impacto nos custos de um data center. A recomendação é fazer uma análise periódica dos equipamentos, ficar sempre atento à eficiência energética ao comprar equipamentos e, por fim, planejar bem a modernização da sua infraestrutura.</h2>

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			<h4>Hermano Albuquerque, diretor geral LATAM para o Grupo Halo/Skylane</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Uma necessidade em comum entre os gestores de infraestrutura pelo mundo é a de diminuir os custos operacionais do data center, centro tecnológico de grandes operações e negócios. Por ser um dos alicerces das empresas, demanda uma quantidade significativa de recursos para se manter funcionando e pode provocar uma perda financeira incalculável se houver interrupção em sua operação.</p>
<p style="text-align: justify;">  A estimativa global dos gastos com sistemas de data center é de U$ 207 bilhões em 2022, um aumento de 5,8% em relação ao ano anterior, segundo estudos do Gartner. Apesar dos custos variarem de acordo com as regiões nas quais se encontram, a necessidade de redução de custos é universal e tem sido uma estratégia dos mais diversos setores.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um dado interessante, levantado pela Mordor Intelligence, é a conta de energia dessas infraestruturas, estimada em US$ 16 bilhões em 2020, com uma previsão de atingir os U$ 20 bilhões até 2026. Essa fatura tem levado a uma tendência por investimentos em equipamentos que gerem eficiência e economia, dois quesitos que precisam estar juntos quando se trata de infraestrutura tecnológica, visto que cortar gastos sem manter a eficiência acabará prejudicando o negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">  A seguir vamos pontuar quatro dicas importantes a fim de diminuir o consumo e manter o desempenho do data center:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><em><strong><span style="font-size: 20px;">1 &#8211;</span></strong></em></span> Eficiência energética</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao adquirir um equipamento, muitos analisam apenas o preço, mas é importante considerar a eficiência energética. A energia consumida varia de acordo com a qualidade de fabricação. Alguns fornecedores podem usar peças mais baratas ou cortar custos em seus processos para que os equipamentos funcionem normalmente, mas não são confiáveis ​​no longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Olhando para o mercado de transceptores óticos, por exemplo, o consumo de energia pode diferir apenas em alguns décimos de watt por unidade, mas essa diferença se acumula diariamente para uma diferença exponencial nos custos operacionais diários.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os data centers atuais visam operar com métricas de eficiência entre 40% e 70% da carga crítica. Isso significa que para cada 1 watt de carga crítica de TI usada, uma carga de suporte adicional de 0,4 W a 0,7 W é usada para resfriar e manter o data center. Dada a economia do data center, reduzir a carga de TI em 1 watt significa reduzir a carga total de energia em 1,4 a 1,7 watts – resultando em economias significativas ao longo do tempo. Por meio de um transceptor óptico de menor consumo de energia, os gerentes de data center podem minimizar os custos operacionais e seu impacto no Opex e no Capex.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><em><strong><span style="font-size: 20px;">2 &#8211; </span></strong></em></span>Modernização dos equipamentos</p>
<p style="text-align: justify;">  Equipamentos antigos, em geral, consomem mais energia do que os atuais. A evolução tecnológica dos dispositivos engloba um consumo mais adequado para um processamento maior e mais eficaz, por isso a modernização do parque tecnológico é fundamental para melhorar a capacidade de processamento e a eficiência das operações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Apesar dos investimentos envolvidos na modernização do parque tecnológico, o benefício pode ser vantajoso, tanto em relação a custos operacionais diários como também em relação a aumento da capacidade, melhoria operacional e a segurança das operações no geral. Equipamentos novos tem menos riscos de falhas do que antigos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><em><strong><span style="font-size: 20px;">3 &#8211; </span></strong></em></span>Economia de espaço</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das principais considerações que os arquitetos de TI têm ao construir um data center é a utilização do espaço. Alguns equipamentos com formatos menores podem economizar mais espaço do que outros com a mesma taxa de operação. A otimização do espaço afeta diretamente no sistema de refrigeração e gasto de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Voltando ao mercado de transceptores óticos, um módulo ótico de 40G QSFP+ típico tem cerca de 78 mm de comprimento e 18 mm de largura, muito mais curto do que um módulo ótico CFP com aproximadamente 144 mm de comprimento e 82 mm de largura. Como resultado, os transceptores de fibra óptica com formatos menores podem fornecer soluções otimizadas com economia de espaço para um data center de alta densidade. Essa mesma premissa vale para switches, servidores, nobreaks e demais equipamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><em><strong><span style="font-size: 20px;">4 &#8211; </span></strong></em></span>Energia renovável</p>
<p style="text-align: justify;">  Além do valor agregado que as pautas sustentáveis oferecem para as empresas, adotar opções de energia renováveis faz total diferença nos custos de um data center. Até porque, estima-se que o valor da conta de energia dessas infraestruturas fica em torno de 10% do faturamento. Portanto, apesar do alto investimento em equipamentos renováveis, como os painéis de energia solar ou gerador de energia eólica, essa é uma opção que trará um grande custo-benefício com retorno de investimento previsto em até seis anos.</p>
<p style="text-align: justify;">  É importante notar que os mínimos detalhes de otimização acabam gerando um grande impacto nos custos de um data center. Portanto, a recomendação é fazer uma análise periódica dos equipamentos, ficar sempre atento à eficiência energética ao comprar equipamentos e por fim, planejar bem a modernização da sua infraestrutura.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>R&#038;M, Nokia e WDC Networks se unem para fornecer soluções POL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2019 23:05:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
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					<description><![CDATA[Juntas, as empresas irão disponibilizar para o mercado brasileiro uma linha completa de soluções POL - redes ópticas passivas para LANs.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fc58d1e8ac4" data-id="69fc58d1e8ac4" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>R&amp;M, Nokia e WDC Networks se unem para fornecer soluções POL</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A R&amp;M, Nokia e WDC Networks se uniram para oferecer soluções de redes ópticas passivas para LANs (POL) no mercado brasileiro. “Com essa parceria fornecemos uma linha completa, incluindo ativos e passivos, para uma infraestrutura POL, por meio de um único canal de distribuição”, acrescenta Rene Amaral, gestor de contas da R&amp;M.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Javier Rodríguez Falcón, market head da unidade de negócios de redes fixas da Nokia na América Latina, o uso da fibra óptica nas LANs deve manter um ritmo de crescimento acelerado. “A tecnologia já é vista por empresas de diversos setores como uma excelente opção porque ela reduz consideravelmente os custos de implementação, operação e manutenção da rede”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma outra questão levantada por Fernando Hussni, head of sales da unidade enterprise da Nokia Brasil, é que a POL praticamente elimina os pontos de falha da rede e aumenta a sua disponibilidade, utilizando menos espaço e consumo de energia. “É possível diminuir em até 30% os custos de implementação da rede. Além disso, a tecnologia suporta distâncias de até 20 km, sem o uso de ativos como switches. Numa infraestrutura de cabeamento de cobre tradicional é preciso respeitar a distância de até 100 metros”, diz o executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Baseada em GPON e utilizando apenas elementos passivos ao longo da rede, a solução oferece uma arquitetura de gerenciamento simples e ágil por meio de um único painel centralizado de software, permitindo gerir os ativos e realizar alterações e correções, por exemplo. Os equipamentos ativos da Nokia oferecem ainda recursos de segurança nativos com abordagem em camadas, permitindo ao administrador da rede controlar uma série de políticas de gerenciamento e segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">  A OLT da companhia conta ainda com um recurso chamado encaminhamento seguro. Com essa função ativada para uma VLAN, o serviço se torna ciente de uma sessão IP e investiga as mensagens de oferta do DHCP para as ONTs, onde armazena em cache as informações do endereço IP do DHCP alocadas. Basicamente, esse sistema, que pode ser ativado em qualquer VLAN, impede que um usuário se conecte à porta ONT e tente executar um ataque de salto ou falsificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Comercialização</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A WDC Networks é distribuidora exclusiva da solução no Brasil, que também será oferecida com a opção de IaaS – Infraestrutura como serviço, com contratos com duração, em média, de 36 meses. A empresa terá estoque para pronta entrega e equipe especializada em aplicações POL. “Trabalhamos como um facilitador financeiro para o integrador. Temos uma experiência de sete anos nesse modelo de comercialização&#8221;, finaliza Ernesto Sita Neto, diretor de produtos de telecom da WDC Networks.</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado mundial de rede como serviço deve ultrapassar a marca US$ 50 bilhões até 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2019 15:31:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Capex]]></category>
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		<category><![CDATA[NaaS]]></category>
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		<category><![CDATA[SDN]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[WAN]]></category>
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					<description><![CDATA[É o que mostra uma pesquisa da Global Market Insights. Atualmente, o mercado de rede como serviço é avaliado em US$ 5 bilhões. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fc58d1e9c2e" data-id="69fc58d1e9c2e" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Mercado mundial de rede como serviço deve ultrapassar a marca US$ 50 bilhões até 2025</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  De acordo com um relatório da <a href="https://www.gminsights.com/industry-analysis/network-as-a-service-naas-market" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Global Market Insights</a>, o mercado mundial de rede como serviço (NaaS), avaliado hoje em US$ 5 bilhões, deverá superar a marca de US$ 50 bilhões até 2025. Este crescimento é atribuído, principalmente, à alta demanda por tecnologias de virtualização de rede nas empresas para minimizar o Capex e os custos de Opex.</p>
<p style="text-align: justify;">  O aumento no número de aplicativos móveis e endpoints pressiona a infraestrutura de rede tradicional. Para atender às necessidades de mobilidade e garantir um longo tempo de atividade de rede, as empresas estão migrando para o NaaS habilitado para SDN.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro destaque é a adoção do modelo “pay-per-use” (pague pelo uso) por empresas de pequeno, médio e grande portes, que usam este recurso de rede sob demanda para melhorar o provisionamento da infraestrutura e o throughput de suas aplicações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">WANs</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Para minimizar os custos com gerenciamento de WAN, as companhias devem aderir a ofertas NaaS. Espera-se que a WAN, como um segmento de serviços, seja responsável por cerca 30% deste mercado, uma vez que as empresas são grandes dependentes da infraestrutura WAN para conectar os seus usuários remotos e dispositivos. Este modelo permite usar ou fornecer infraestrutura de rede baseada em assinatura, eliminando a necessidade da reestruturação da rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o estudo, a vertical de BFSI &#8211; bancária, financeira e serviços de seguro será responsável por 15% de maket share do mercado de NaaS. Isso porque as instituições financeiras estão investindo cada vez mais em tecnologias de nuvem e rede para melhorar a experiência de seus clientes e gerenciar os seus sites remotos. Este segmento está usando o NaaS e cloud/NFV – virtualização das funções de rede para gerenciar os seus serviços digitais multicanais, lidar com uma grande quantidade de dados e fornecer serviços ininterruptos.</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MultiCloud: Como escolher a nuvem correta para o seu negócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lenildo Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 18:27:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 15]]></category>
		<category><![CDATA[Capex]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento de aplicações]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Algumas empresas podem se beneficiar usando várias nuvens. O artigo traz uma abordagem multicloud para ajudá-lo a escolher a melhor opção para o seu negócio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fc58d1eb408" data-id="69fc58d1eb408" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>MultiCloud: Como escolher a nuvem correta para o seu negócio</h1>

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	</div>
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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Lenildo Morais &#8211; Mestre em ciência da computação pelo Centro de Informática da UFPE &#8211; Universidade Federal de Pernambuco</strong></h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Nem toda empresa mudou as suas operações de TI para a nuvem, nem devemos esperar que seja o caso. Existem razões legítimas para aderir à abordagem de TI no local e, não menos importante, é o fato que ela garante que a sua infraestrutura de TI e todos os dados estejam sob o seu controle.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, os benefícios de maior funcionalidade, flexibilidade e eficiência de custos e processos não podem ser ignorados. Mas há graus de comprometimento com a nuvem e há mais de um modelo de nuvem a ser considerado.</p>
<p style="text-align: justify;">  A pressão para tomar uma decisão será constante, pois os gestores de TI são continuamente desafiados a encontrar respostas para perguntas muito razoáveis, como:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">  Uma abordagem de TI local é a melhor estrutura de gerenciamento de ativos de TI em longo prazo para nossos os acionistas?</li>
<li style="text-align: justify;">  Será que tal abordagem posiciona favoravelmente a empresa para explorar rapidamente ferramentas emergentes, técnicas e tecnologias que podem ser mais eficazes na condução da inovação?</li>
<li style="text-align: justify;">  Como podemos manter o controle de nossos ativos de TI proprietários/ estratégicos e ainda encontrar maneiras de tornar nossos os investimentos em TI mais produtivos ano após ano?</li>
</ul>

		</div>
	</div>

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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Por que cloud?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Selecionar nuvem por causa da nuvem não é uma estratégia válida. É preciso identificar o seu objetivo final e avaliar o melhor ajuste para a sua organização. Com a adoção cada vez maior da nuvem, os recursos são mais robustos e podem ser comparáveis às soluções analíticas no local.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">A nuvem pública</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A nuvem pública é um ponto de partida típico para a jornada de muitas empresas. Ela está facilmente disponível até para as empresas menores, de alguns dos fornecedores mais conhecidos. Tomemos o Microsoft Office 365, por exemplo. Os benefícios de custo são claros. Com a implantação tradicional no local do pacote do Microsoft Office, todos os funcionários que usarão o software devem ter uma licença, uma despesa de capital a ser depreciada com o tempo. Mas, se a empresa reduzir a sua conta, ela retém as licenças que já foram pagas. Com a abordagem do Office 365 em nuvem pública, você paga mês a mês apenas pelas licenças necessárias no momento. E para a maioria das empresas isso é registrado como despesa operacional e não como despesa de capital.</p>
<p style="text-align: justify;">  Naturalmente, esta abordagem é boa para o fluxo de caixa. Em vez de fazer uma grande compra e depreciá-la ao longo de três anos, o custo é distribuído. A nuvem pública tem uma desvantagem, é claro, mais notavelmente a maioria dos aplicativos disponíveis não é muito personalizável. Se você tiver requisitos apropriados de segurança ou conformidade, por exemplo, ou o desejo de mais controle ou personalização em seu ambiente, talvez você queira se aproximar da nuvem privada.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">A nuvem privada</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Como uma nuvem privada é dedicada exclusivamente a sua empresa, executada por sua própria equipe ou por terceiros, você tem mais liberdade para personalização e pode moldá-la para atender as suas necessidades. Os upgrades podem se adequar ao seu horário, o que geralmente não é o caso na nuvem pública.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma nuvem privada também é um ambiente muito mais protegido. Em muitos casos, não se tem acesso de nível administrativo ao ambiente &#8211; só é permitido configurar os aplicativos que estão sendo utilizados.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">IaaS via Nuvem</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As empresas que não desejam criar e manter um data center podem recorrer a ofertas de infraestrutura como serviço (IaaS). Construir um data center pode ser uma despesa de capital muito grande, especialmente, um ambiente que possa resistir a condições climáticas severas e tenha várias redundâncias de energia elétrica e capacidade computacional. Depois de construído, o data center precisa estar fisicamente seguro e, é claro, requer monitoramento 24 horas por dia, sete dias por semana.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além de tudo isso, precisa-se descobrir quantos servidores físicos e virtuais são necessários. Também é preciso algum tipo de armazenamento, provavelmente, uma rede de área de armazenamento, para manter os dados e documentos importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">  As ofertas de IaaS eliminam a necessidade de antecipar as suas necessidades e a expansão (ou contração) é facilmente realizada, sem custos incorridos até que a capacidade adicional seja necessária. Esta modalidade também permite vários graus de controle. Uma organização pode querer que o seu provedor de IaaS substitua sua sala de servidores, mas deixe que a própria equipe da organização administre o site de substituição.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outros podem ceder tarefas de administração ao provedor, permitindo que eles reduzam o número de funcionários ou reimplemente os funcionários de TI em áreas onde eles são mais necessários.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Nuvem híbrida</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Algumas empresas podem se beneficiar usando várias abordagens de nuvem. Você pode ter um aplicativo de negócios altamente proprietário que é melhor mantido no local, mas também usa o Office 365 na nuvem pública e mantém o seu sistema de contabilidade na nuvem privada.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os times de gerenciamento de TI ou consultoria de tecnologia podem ajudar a avaliar a tecnologia utilizada, criando um caso de negócios para cada um de seus aplicativos em nuvem e no local, além de determinar onde os sistemas devem residir de maneira ideal. Essas decisões são calculadas, principalmente, na segurança e nos controles, bem como na extensão das habilidades do time de TI da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">   Se o time de TI da empresa for pequeno, talvez não seja possível gerenciar um data center ou o sistema de contabilidade em um ambiente de nuvem privada. No entanto, um consultor de TI pode orientar a implementação desses recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora os ambientes híbridos possam ser complexos, os seus usuários não precisam ficar sobrecarregados com isso, já que toda a complexidade está nos bastidores. Com o login único, um ambiente híbrido pode ser visto como um único servidor mantido e dedicado às suas necessidades em seu site.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Capex <em>versus</em> Opex</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As empresas devem identificar se adquirir hardware novo ou adicional e pagar por suporte e licenciamento em longo prazo é mais benéfico do que pagar uma taxa de assinatura e transformar o consumo de BI em uma despesa operacional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os projetos de Capex custarão mais inicialmente, mas a sua manutenção pode ser menor, enquanto os gastos operacionais na nuvem podem custar menos para serem implementados, mas serem mais caros, dependendo do escopo e da expansão do projeto.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Onde os dados residem atualmente?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Para as empresas que já aproveitam os dados na nuvem, uma solução de BI em nuvem pode ser uma transição natural. Por exemplo, qualquer empresa que aproveite soluções operacionais baseadas em nuvem escolhe expandir o seu uso para incluir análises. Outras empresas podem ter que integrar dados de soluções locais, o que exige outros esforços diferentes de integração de dados.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Quais são os riscos, privacidade e considerações de segurança e como eles afetarão os procedimentos ou parâmetros existentes?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Os regulamentos específicos de risco e segurança da indústria aumentam a pressão sobre as empresas para cumprir os requisitos e exigem uma consideração adicional ao analisar o BI baseado na nuvem. Muitos provedores de nuvem desenvolvem as suas plataformas com a capacidade de suportar os parâmetros de privacidade e segurança necessários. As empresas que seguem este caminho evitam ter que gerenciar esses requisitos internamente.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Quais são os procedimentos/programas de gerenciamento de dados que estão em vigor?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">   Muitas empresas ignoram os conceitos que envolvem a governança de dados quando pensam em uma implementação de BI na nuvem. À medida que as soluções se tornam mais complexas e os sistemas de dados distintos exigem consolidação, a qualidade dos dados e a governança exigem ajuda para garantir a confiabilidade e a validade das informações ao longo do tempo. O cloud BI pode exigir fontes de dados locais e na nuvem e, portanto, requer uma maneira mais robusta de gerenciar os requisitos de integração de dados e a integridade dos dados ao longo do tempo.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Como os dados serão integrados?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Essa é uma extensão da conversa em torno da governança de dados, mas é parte integrante de qualquer solução. Os dados precisam ser originados e armazenados em algum lugar. Identificar esses requisitos e qualquer complexidade que possam existir devem ser definidos antecipadamente. Em muitos casos, existem conectores, mas as soluções também podem ser desenvolvidas com os esforços da nuvem para a nuvem em mente.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Nuvem pública <em>versus</em> nuvem privada</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Os usuários finais, provavelmente, não notarão nenhuma diferença. Os departamentos de TI podem ter uma preferência de como implantar a nuvem &#8211; aproveitando um terceiro ou habilitando o acesso à nuvem, mas com a plataforma e/ou soluções gerenciadas internamente. Isso ficará fora do escopo dos requisitos de negócios e se enquadrará nos parâmetros de detalhes técnicos e preferências necessárias.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ambas as opções fornecem segurança, no entanto, muitas organizações com dados confidenciais (ou seja, serviços financeiros) tendem a preferir opções de nuvem privada.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Quais são os tipos de serviços necessários?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Identificar os requisitos de análise significa identificar os recursos necessários para o sucesso. Dentro de um ambiente de nuvem, isso inclui avaliar o nível de serviços gerenciados e fazer você mesmo. É mais provável que as opções de nuvem tenham opções de serviço e facilitem o lançamento de iniciativas departamentais e voltadas para os negócios.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Instalações de data centers hiperescala cresceram 11%, em 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2019 14:59:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Segundo a Synergy Research, no ano passado o número de instalações de data centers hiperescala alcançou 430 em todo o mundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fc58d1ef51d" data-id="69fc58d1ef51d" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Instalações de data centers hiperescala cresceram 11%, em 2018</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Segundo a Synergy Research Group, empresa de estratégia e inteligência de mercado para TI e nuvem emergentes, no final de 2018 o número de instalações de data centers hiperescala alcançou 430 em todo o mundo, um aumento de 11% em relação a 2017. A maior parte das novas construções do ano passado ocorreu nas regiões Ásia-Pacífico e EMEA – Europa, Oriente Médio e África. Mas, os EUA ainda respondem por 40% dos principais sites de data center hiperescala.</p>
<p style="text-align: justify;">  A China, Japão, Reino Unido, Austrália e Alemanha representam 30% do volume. Em 2018, novos centros de dados foram abertos em 17 países, com os EUA e Hong Kong tendo o maior número de adições.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Synergy Research pesquisou as 20 das principais empresas de nuvem e serviços de Internet, incluindo as maiores operadoras em SaaS, IaaS, PaaS, pesquisa, redes sociais, comércio eletrônico e jogos. A Amazon e o Google abriram a maioria dos data centers no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em média, cada uma das 20 empresas pesquisadas tinha 22 sites de data centers. Porém, a Amazon, Microsoft, Google e IBM contam com aproximadamente 50 data centers com pelo menos três unidades em cada uma das regiões da América do Norte, APAC, EMEA e América Latina. O Alibaba e a Oracle também têm uma ampla presença nesse segmento. Outras empresas pesquisadas têm os seus centros de dados principalmente nos EUA (Apple, Facebook, Twitter, eBay, Yahoo) ou na China (Baidu, Tencent).</p>
<p style="text-align: justify;">  &#8220;O crescimento em hiperescala continua, com as receitas dos provedores de serviços crescendo em média 24% ao ano. O aumento do Capex ultrapassa 40% e muito desse percentual vai para a construção e equipamento dos data centers&#8221;, comenta John Dinsdale, analista chefe e diretor de pesquisa da Synergy Research Group. “Além dos 430 data centers de hiperescala atuais, mais 132 estão em vários estágios de planejamento ou construção”.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Furukawa apresenta novidades para redes FTTx</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 18:11:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A companhia desenvolveu no Brasil uma solução de pré-conectorização em cascata para redes FTTx, baseada no modelo “pay as you grow”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fc58d1f082b" data-id="69fc58d1f082b" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Furukawa apresenta novidades para redes FTTx</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A Furukawa, fabricante de infraestrutura de redes e comunicação, desenvolveu no Brasil uma solução de pré-conectorização em cascata para redes externas de fibra óptica (FTTx) baseada no modelo “pay as you grow”, ou pague conforme à demanda.</p>
<p style="text-align: justify;">  A operadora mexicana Izzi Telecom, que pertence ao grupo Televisa, será a primeira a utilizar o conceito na América Latina. O contrato com Furukawa, de US$ 50 milhões em produtos, tem duração de dois anos e prevê a substituição gradual da rede HFC da operadora na cidade de Monterrey. “Também vamos oferecer treinamento das equipes e colaborar nos levantamentos de campo”, completa o presidente da Furukawa Latam, Foad Shaikhzadeh.</p>
<p style="text-align: justify;"> São 8 mil km de cabos ópticos, 1,6 milhão home passed e 800 mil home connect. A produção inicial será apoiada pelas fábricas de Furukawa na região e exigirá investimentos adicionais de US$ 4 milhões. Também estão envolvidos no projeto a Nokia, Huawei e ZTE. A Izzi Telecom tem uma rede coaxial (HFC) com mais de 70 mil km de extensão, além de mais de 30 mil km de cabos ópticos, e está presente em aproximadamente 60 cidades em 29 estados mexicanos.</p>
<p style="text-align: justify;">  No Brasil, a Furukawa já iniciou testes na Vivo nas cidades de Brasília, DF, e Uberlândia, MG. “Os trials estão sendo realizados numa rede que será construída do zero. O conceito de “pay as you grow” traz muita flexibilidade para as operadoras e provedores de Internet, que podem administrar melhor o Capex, já que a instalação de acessórios e cabos ópticos é feita conforme o crescimento de assinantes de cada região&#8221;, diz Shaikhzadeh.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Investimentos</h2>
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<p style="text-align: justify;">  De olho na expansão das redes FTTx, tanto das grandes operadoras (Claro, TIM, Vivo e Oi) como dos provedores regionais de Internet, a Furukawa vai investir R$ 58 milhões no Brasil em 2019 – este ano o aporte foi de R$ 48 milhões. “Ainda há muito a ser feito no país em infraestrutura de banda larga. O 5G vai exigir investimentos das operadoras em redes ópticas”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para o presidente mundial do grupo Furukawa, Keiichi Kobayashi, o 5G puxará ainda mais a demanda por fibra óptica em todo o mundo. “As operadoras precisarão preparar os seus backhauls para a chegada do 5G. São as redes de fibra que tornarão a tecnologia viável para entregar altas velocidades de conexões e novos serviços”. Ele ainda acrescenta que no Japão a fibra óptica alcança 95% das residências. Já nos EUA essa porcentagem é de 20%, onde muitas operadoras iniciaram um processo de substituição de redes HFC por FTTx, e no Brasil é de apenas 5%.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na visão de Kobayashi, os novos serviços e tecnologias exigem cada vez mais fibras de alto valor agregado, com cabos de tamanhos reduzidos e de alta qualidade. “Hoje 50% da fibra no mundo é utilizada pela China. Daqui a três anos pode haver um desabastecimento de fibra óptica. A Furukawa está se preparando para isso e para oferecer soluções diferenciadas, usando preformas de alta qualidade e desenvolvendo novas tecnologias de cabos. Temos equipes em todo o mundo que identificam essas necessidades. Dependendo da demanda, pretendemos duplicar a nossa capacidade de fabricação de fibra já em 2020, com investimentos superiores a US$ 150 milhões”.</p>
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<h2 style="text-align: justify;">Data center</h2>
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<p style="text-align: justify;">  Uma das apostas do grupo Furukawa é o mercado de data center de hiperescala, que requer uma arquitetura flexível e sistemas de hardware e software capazes de suportar altas larguras de banda.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre as novidades da companhia nesta área estão os cabos com tecnologia rollable ribbon. Basicamente, são cabos ultracompactos (5 mm) e com capacidade de acomodar 5436 fibras. “Nossos centros de pesquisa e desenvolvimento estão trabalhando em novas soluções de fibras, cabos e ferrolhos para atender altíssimas velocidades de conexões”, completa Kobayashi.</p>
<p style="text-align: justify;">  A companhia também está atenta ao modelo de edge computing, que descentraliza o armazenamento e a capacidade de processamento de dados, aproximando-os da borda. “A Furukawa no Brasil está bem forte nisso. Temos uma série de acessórios para pequenos data centers e sites distribuídos”, diz , Shaikhzadeh.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um exemplo é o patchview, um sistema de gerenciamento de infraestrutura desenvolvido nos laboratórios da companhia em Curitiba, PR, e Campinas, SP. A solução disponibiliza uma série de recursos e envolve tecnologias como RFID e sistemas de identificação. “Com o aumento da capacidade de processamento, a velocidade de ação tem que ser mais rápida. Nesse sentido, monitorar a rede é o grande segredo”, finaliza Shaikhzadeh.</p>

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