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	<title>Celular &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Celular &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Mais de 400 municípios brasileiros têm leis de antenas atualizadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 19:12:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Segundo o Movimento Antene-se, 44% da população brasileira vive nessas cidades que já têm normas adequadas para as modernas infraestruturas de telecom. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0995fae8903" data-id="6a0995fae8903" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Mais de 400 municípios brasileiros têm leis de antenas atualizadas</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">O Movimento Antene-se anunciou que o Brasil alcançou a marca de 407 cidades com leis de antenas atualizada. Somados, esses municípios correspondem a 44% da população total do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Luciano Stutz, porta-voz do Antene-se e presidente da Abrintel &#8211; Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações, reforça a importância da atualização das normas sobre infraestrutura de suporte para as telecomunicações. “Contar com uma legislação adequada é importante para que as cidades estejam preparadas para o 5G. Mesmo se o sinal da nova frequência ainda não tiver sido liberado para o município, a lei deve ser atualizada, pois o procedimento de aprovação da nova regulamentação costuma levar algum tempo, e é importante estar com tudo pronto. A lei de antenas atualizada é sinônimo de conectividade, pois viabiliza a instalação de novas infraestruturas para fomentar as novas tecnologias, como o 5G”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as cidades com leis aprovadas, estão 25 capitais – apenas Palmas e Recife são as capitais sem normas atualizadas de antenas. Do total de municípios, além das capitais, 207 cidades têm até 50 mil habitantes; 57 têm entre 50 e 100 mil habitantes; outras 100 possuem população entre de 100 e 500 mil habitantes; e 18, mais de 500 mil habitantes.</p>
<p style="text-align: justify;">O estado de São Paulo é o que registra maior número de cidades com leis aprovadas (145). Em segundo lugar, vem Santa Catarina, com 65; e, em terceiro, o Rio de Janeiro, com 43. Nas demais posições, seguem: Minas Gerais (41), Espírito Santo (23), Paraná (17), Goiás (12) e Rio Grande do Sul (11). Ceará, Mato Grosso e Pará têm, cada um, seis municípios com leis atualizadas. Bahia, Paraíba e Rio Grande do Norte têm quatro; Maranhão, Mato Grosso do Sul e Pernambuco, três; Acre, duas; e Alagoas, Amazonas, Amapá, Piauí, Rondônia, Roraima, Sergipe, Tocantins e Distrito Federal, uma. Proporcionalmente, São Paulo é a unidade da federação que mais aprovou ou atualizou leis desde o último levantamento, realizado em abril último: são 71 leis a mais desde esse período, ou seja, em quatro meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Criado em 2021, o Movimento Antene-se busca contribuir para a modernização das leis de antenas nas cidades brasileiras, ajudando a promover o aumento da cobertura e, consequentemente, a inclusão digital. As normas antigas geralmente impõem entraves à instalação de novas infraestruturas de suporte para telecomunicações, prejudicando a abrangência da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o seu lançamento, o Movimento contatou diretamente 676 cidades, além de marcar presença em eventos municipalistas de todo o país, para reforçar a importância da promoção da conectividade por meio da atualização de leis de antenas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Antene-se defende que a atualização das leis de antenas nos municípios deve seguir o texto da lei federal e o PL padrão da Anatel, com o objetivo de favorecer a chegada da conectividade 5G e a melhoria da cobertura. “A utilização do Projeto de Lei padrão da Anatel garante maior estabilidade, pois considera os conceitos e as definições já discutidos com a Agência e com o Ministério das Comunicações”, finaliza Stutz.</p>

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		<title>Fazenda na Bahia usa rede privada para conectar tratores, máquinas e sensores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 17:25:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tecnologia permite controle de equipamentos, monitoramento de umidade e salinidade de solo, vento, luminosidade, temperatura, clima, localização de animais e outros dispositivos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0995faea080" data-id="6a0995faea080" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Fazenda na Bahia usa rede privada para conectar tratores, máquinas e sensores</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A CMI &#8211; China Mobile International, empresa de telecomunicações, e a NLT Telecom, operadora brasileira especializada em IoT, estão implantando, em parceria com provedores de Internet, redes privativas dedicadas a grandes ambientes, como plantas industriais e agronegócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das primeiras iniciativas, em parceria com o ISP CNX Telecomunicações, é em uma fazenda no sul da Bahia. A rede privada instalada no local conta com cobertura de redes celular e LoRa, dedicada a IoT &#8211; Internet das coisas, em uma estrutura de cross-connectivity. Enquanto a rede celular cobre uma área de aproximadamente 30 mil hectares, sendo usada para conectar dispositivos móveis de alto consumo em tratores e máquinas, a rede LoRa cobre uma área ainda maior, conectando sensores com baixo consumo de energia, facilitando sua implantação massiva em campo. Neste primeiro momento, a aplicação em IoT planejada será no controle de máquinas e no monitoramento de umidade e salinidade de solo, vento, luminosidade, temperatura, clima, localização de animais e outros dispositivos de telemetria.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo as empresas, a iniciativa abre caminho para ISPs de todo o Brasil ampliarem sua oferta de serviços, inclusive em áreas rurais ou de difícil cobertura pelas redes tradicionais, com melhores condições de atender às necessidades atuais do mercado IoT e consequente incremento de receita. A parceria da NLT com a China Mobile International cuida de todos os detalhes, como projetos e planejamento de implantação, processos regulatórios, equipamentos, softwares e a completa operação das redes, liberando os ISPs para focarem no suporte local aos seus clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">“Responsáveis por mais de 50% da conectividade no país, os ISPs são agentes fundamentais na transformação digital que está em curso, ampliando o acesso em áreas remotas, sempre abertos a inovação, com grande capacidade para prestar suporte técnico e habilidade de relacionamento com seus clientes locais. Agora, eles têm uma boa chance de se tornarem ainda mais competitivos, com os produtos iConnect da CMI”, diz Jim Wang, country head Brazil da China Mobile International.</p>
<p style="text-align: justify;">“Este é o momento ideal para ISPs de todo o Brasil ampliarem sua atuação em IoT, atendendo a necessidades crescentes do mercado, e adicionarem novas linhas de receita em seus negócios. O objetivo desta parceria da NLT com a China Mobile International é contribuir para que provedores de Internet continuem com seu papel fundamental de promover o desenvolvimento tecnológico no campo, em áreas industriais e cidades de qualquer tamanho”, acrescenta André Martins, CEO da NLT.</p>
<p style="text-align: justify;"> O trabalho conjunto das duas empresas inclui desde estruturas de dimensões reduzidas e equipamentos móveis, como pequenas torres de até 10 metros de altura e alcance de cerca de 3 km, carretas autônomas (com alimentação própria e backhaul móvel), até grandes torres fixas, com mais de 50 metros de altura e alcance de mais de 50 km em campo aberto, com edge data centers. As soluções operam nas diversas faixas de frequência liberadas pela Anatel e atendem a todos os requisitos de regulação.</p>

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		<title>Open gateway APIs e a próxima revolução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 20:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 62]]></category>
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					<description><![CDATA[O Open Gateway API promoverá uma revolução no mercado de telecomunicações igual ou maior que o próprio advento do GSM. As operadoras deverão se preparar para um mercado ainda mais competitivo, e com produtos inéditos associados a outras indústrias. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0995faeb3eb" data-id="6a0995faeb3eb" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Open gateway APIs e a próxima revolução</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2 style="text-align: justify;">O Open Gateway API promoverá uma revolução no mercado de telecomunicações igual ou maior que o próprio advento do GSM. As operadoras deverão se preparar para um mercado ainda mais competitivo, e com produtos inéditos associados a outras indústrias.</h2>

		</div>
	</div>
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			<p><strong>Gustavo Bunger, fundador da Arquimática Consultoria e do ACTalks, iniciativa de divulgação de arquitetura no Brasil</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Em fevereiro de 1987, 13 operadoras de telefonia assinaram um MoU – Memorandum of Understanding (Memorando de Entendimento) em Copenhagen para criação conjunta e padronizada de um novo sistema de telefonia na Europa, muitos anos antes da criação da chamada Zona do Euro.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1995, esse movimento originou a GSMA &#8211; Global System for Mobile Communications Association, organização padronizou a tecnologia GSM que hoje responde por 80% do mercado global frente ao CDMA. 28 anos depois da sua criação, o GSMA lançou oficialmente a iniciativa Open Gateway API no evento Mobile World Congress promovido pela Telefónica, em fevereiro deste ano (2023).</p>
<p style="text-align: justify;">APIs são interfaces programáveis entre aplicações, o que permite integrar sistemas diferentes de forma inteligente. O tema não é novo, e em 2013, o próprio <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/a-arquitetura-corporativa-e-os-frameworks-de-telecomunicacoes-uma-parceria-de-sucesso/" target="_blank" rel="noopener">TM Forum</a> publicou e passou a manter um conjunto de mais de 60 APIs abertas (<a href="https://inform.tmforum.org/features-and-opinion/a-brief-history-of-the-tm-forum-open-apis/">Open APIs</a>) que pode ser utilizado pelas operadoras participantes do consórcio. Entretanto, o que é novo aqui, é a magnitude, e abrangência e quebra de paradigma que esta iniciativa de Open Gateway traz.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine-se jogando no celular, e de repente começar a ter problemas de travamento bem na hora de derrotar o chefão. No nosso modelo tecnológico atual de GSM, estamos restritos à qualidade de conexão da operadora que contratamos, que por sua vez está vinculada ao chip físico (SIMCARD) que está sendo usado no seu celular. Sim, você poderia ter outro chip no cedular e, dependendo da qualidade do sinal, optar por outra operadora, mas até aí, precisou realizar algumas configurações, e fatalmente perdeu a luta final no game.</p>
<p style="text-align: justify;">O consórcio Open Gateway API começa com 21 operadoras mundiais signatárias, que se comprometem em padronizar APIs que possam não só integrar seus serviços, mas abstrair as próprias operadoras. E isso só se torna possível agora, pelo advento da virtualização que os equipamentos de telecomunicação passaram nos últimos dez anos. VPNs &#8211; Virtual Private Networks, SDN &#8211; Software Defined Networks, Virtual CPEs &#8211; Customer Premisses Equipament, NFV &#8211; Network Virtualized Functions e tantos outros “Virtual Everything” que surgiram. Isso permite desacoplar o software do hardware dos equipamentos usados pelas operadoras, descentralizar o acesso e dar poder de escolha ao cliente final, criando um modelo de mercado ainda mais competitivo do que o que vivemos hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essa, podemos agora imaginar um cenário onde você está jogando no celular, mas o chip dele é único, virtual (eSIM) e pode ser usado por qualquer operadora capaz de interagir com esse chip virtual que você queira. Agora imagine que durante o jogo, ao perceber que tem problemas de travamento, você pode pausar e escolher num menu do próprio game qual operadora tem o melhor sinal na região onde você está, e ainda com o preço mais competitivo. Você seleciona a oferta, o novo perfil do chip é habilitado e você segue para a vitória final, com velocidade, gastando pouco e sem ter de fazer tantas configurações.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa começa com oito APIs padronizadas para funções como qualidade de rede sob demanda, roteamento, status de dispositivos, troca de SIM, verificação de números, validação de terminais ópticos (OTP) e cobrança. A governança das APIs fica à cargo do <a href="https://camaraproject.org/" target="_blank" rel="noopener">CAMARA</a>, um projeto mantido pela Linux Foundation, organização que mantém o próprio sistema operacional Linux, a blockchain Hyperledger e a CNCF &#8211; Cloud Native Computing Foundation.</p>
<p style="text-align: justify;">No próprio site do projeto, você pode conferir a listagem dos cases atualmente desenvolvidos com as APIs publicadas: <a href="https://camaraproject.org/resources" target="_blank" rel="noopener">https://camaraproject.org/resources</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto inédito e que merece destaque na iniciativa é a participação de três gigantes tecnológicas: Amazon, Google e Amazon, provendo componentes de infraestrutura e aplicações específicas para telecom.</p>
<p style="text-align: justify;">O Open Gateway API promoverá uma revolução no mercado de telecomunicações igual ou maior que o próprio advento do GSM. As operadoras além da Europa deverão se preparar para um mercado ainda mais competitivo, e com produtos inéditos associados a outras indústrias. O cliente também precisará lidar com um modelo que agora o empodera, o que significa que precisará realizar e lidar com escolhas entre os melhores serviços disponíveis. E que venha o novo!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Operadoras vão perder US$ 1,3 bilhão com chamadas flash nos próximos cinco anos</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/operadoras-vao-perder-us-13-bilhao-com-chamadas-flash-nos-proximos-cinco-anos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=operadoras-vao-perder-us-13-bilhao-com-chamadas-flash-nos-proximos-cinco-anos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 18:56:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
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					<description><![CDATA[É o que mostra um estudo mundial da Juniper Research. O relatório prevê que mais de 90% do tráfego de chamadas flash não serão detectados pelas operadoras de rede em 2023.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0995faec286" data-id="6a0995faec286" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Operadoras vão perder US$ 1,3 bilhão com chamadas flash nos próximos cinco anos</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">De acordo com um novo estudo da da Juniper Research, as operadoras perderão US$ 1,3 bilhão em chamadas flash não detectadas entre 2023 e 2027. Chamadas em flash utilizam redes de voz para autenticar um usuário ou transação por meio de um número de telefone de origem de uma chamada perdida. Os últimos dígitos desse número de telefone são usados ​​automaticamente para autenticação, em vez de um usuário inserir um código manualmente que foi entregue via SMS.</p>
<p style="text-align: justify;">A incapacidade de detectar o tráfego de chamadas em flash levará à diminuição da receita de negócios de SMS para as operadoras, já que as empresas usam chamadas em flash em canais de SMS altamente lucrativos monetizados pelas operadoras. Por sua vez, a pesquisa sugere as operadoras a adotar soluções de firewall de voz capazes de distinguir o tráfego de chamadas flash das chamadas de voz P2P existentes, a fim de reduzir as perdas de receita de mensagens comerciais SMS.</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório ainda prevê que mais de 90% do tráfego de chamadas flash não serão detectados pelas operadoras de rede em 2023. No entanto, espera-se que esse número caia para 45% até 2026; impulsionado pela crescente implementação de serviços de detecção oferecidos por provedores de firewall terceirizados.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo recomenda que as operadoras priorizem estratégias que monetizam o tráfego, pois o bloqueio de chamadas de voz P2P identificadas incorretamente como tráfego de chamadas flash levará à frustração dos assinantes e, mais importante, à redução do valor dos canais de voz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Flash calling:  Um novo fluxo de receita em potencial</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">À medida que os firewalls de voz são cada vez mais adotados, o relatório prevê que as perdas das operadoras para chamadas flash não detectadas começarão a sofrer declínios ano a ano a partir de 2026, à medida que mais tráfego for identificado e, portanto, monetizado pelas operadoras. De acordo com o estudo, a receita das operadoras com chamadas rápidas chegará a US$ 450 milhões globalmente até 2027; superando as perdas das operadoras para o tráfego de chamadas flash não identificadas pela primeira vez.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>OpenRAN promete mais competitividade e deve ganhar espaço com o 5G</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 23:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[OpenRAN]]></category>
		<category><![CDATA[RANs]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Redes abertas]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
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					<description><![CDATA[A OpenRAN deverá ganhar corpo com o 5G. A possibilidade de integração de diferentes tecnologias fará com que sejam incentivados o desenvolvimento de inovações e a comercialização de produtos e soluções.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0995faed633" data-id="6a0995faed633" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1><strong>OpenRAN promete mais competitividade e deve ganhar espaço com o 5G</strong></h1>

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			<h2>A OpenRAN deverá ganhar corpo com o 5G. A possibilidade de integração de diferentes tecnologias fará com que sejam incentivados o desenvolvimento de inovações e a comercialização de produtos e soluções, que sejam fáceis de integrar na rede da operadora e aplicáveis em diferentes áreas e segmentos, com oportunidade a novas empresas e profissionais desenvolvedores.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Ariane Guerreiro, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Liberdade de uso e integração de tecnologias de diferentes fornecedores. É o que pressupõe a OpenRAN, redes abertas, cujos componentes utilizam protocolos de comunicação conhecidos por todos e que permitem integrar hardware e software de vários fabricantes, ampliando as possibilidades de inovação e a oferta de soluções diferenciadas em termos de funcionalidades e de custos.</p>
<p style="text-align: justify;">Tradicionalmente, as RANs (redes de acesso via rádio) seguem um modelo fechado, com equipamentos, componentes e controladores fornecidos por uma ou por poucas empresas. Tais equipamentos desempenham um conjunto de funções, de maneira a não permitir a associação de produtos desenvolvidos por outros fornecedores.</p>
<p style="text-align: justify;">Junto às antenas fixadas nas torres de telefonia celular, estão os chamados elementos eletrônicos ativos, isto é, elementos de rádio, denominados Rus &#8211; Radio Units, e equipamentos de controle dos rádios, chamados BBUs &#8211; Base Band Unit, que são os controladores das unidades de rádio e conectam todo o conjunto com a Internet. É nessa arquitetura que as OpenRANs se diferenciam, permitindo uma estrutura mais flexível, com redução de custos e melhoria de processos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o gerente executivo de pesquisa desenvolvimento &amp; inovação do Inatel &#8211; Instituto Nacional de Telecomunicações, Henry Douglas Rodrigues, o conceito &#8220;aberto&#8221; vem para quebrar esse paradigma, a partir de dois caminhos: definindo interfaces abertas e padronizadas, de modo a permitir a operação conjunta de equipamentos de diferentes fornecedores; e abrindo o código fonte de hardware ou software de algumas partes, facilitando o surgimento de novos desenvolvedores.</p>
<p style="text-align: justify;">Rodrigues destaca que tais redes também são desagregadas, o que contribui para a maior competitividade e menores custos. “A desagregação acontece de forma horizontal, com a quebra de um grande bloco de funções em blocos menores, possibilitando que os fornecedores foquem e se especializem em uma porção menor da pilha de protocolos”, explica. “A desagregação vertical, por outro lado, separa o hardware e o software, assim hardwares padronizados podem ser utilizados por diferentes fornecedores de software”, completa.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">O diretor de tecnologia da Nokia para Brasil e América Latina, Wilson Cardoso, explica que a rede aberta prevê, além da definição de protocolos de comunicação para a integração de tecnologias, a adição de um novo elemento denominado RIC- Radio Inteligent Controller, capaz de criar aplicações que customizam as estações de radiobase, para que o tráfego de vídeo seja priorizado em relação à Internet, por exemplo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Trata-se de um processo complexo e novo, que exigirá recursos e uma nova forma de trabalhar as tecnologias e o próprio conceito de redes&gt; O grande desafio será a integração dos componentes. RAN, em geral, demanda significativos investimentos tanto de Capex, que recebem cerca de 70% dos recursos, e como em Opex. “Com a padronização (abertura) dessas interfaces promovida pela ORAN Alliance, as operadoras passam a ter opção de escolha das soluções mais adequadas à operação”, afirma o gerente da área de soluções de comunicação sem fio do CPQD, Gustavo Correa Lima.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Oportunidades e desafios</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Criada com o 4G, a OpenRAN deverá ganhar corpo com o 5G. A possibilidade de integração de diferentes tecnologias fará com que sejam incentivados o desenvolvimento de inovações e a comercialização de produtos e soluções, que sejam fáceis de integrar na rede da operadora e aplicáveis em diferentes áreas e segmentos, com oportunidade a novas empresas e profissionais desenvolvedores.</p>
<p style="text-align: justify;">Um modelo importante para as operadoras de telefonia, a OpenRAN permitirá a flexibilização da arquitetura de rede, além de gerar competição. “As definições estão em desenvolvimento, assim como o mercado, que ainda é pequeno, mas deverá crescer. Grande parte dos investimentos das operadoras se destina a RAN e nossas expectativas são positivas para os próximos anos”, afirma o diretor de 5G e mobile da NEC para América Latina, Leandro Galante.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que essa movimentação esteja apenas no início e que seja quase imperceptível pelo consumidor, para as empresas representa muitas oportunidades de melhorias e negócios. Segundo Lima, do CPQD, essa arquitetura já tem trazido inovações, como o RIC &#8211; RAN Intelligent Controller, que em conjunto com aplicações de rede (xApps e rApps), tem proporcionado significativos ganhos de desempenho para as redes 5G. “Com maior competição, as soluções se tornam mais acessíveis a operadoras de pequeno porte e às redes privativas, permitindo a customização da rede para casos de uso que não envolvam toda a gama de serviços e requisitos previstos para uma rede pública de grande porte”, destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">É na oferta de serviços (SBA) nos quais se baseiam as redes 5G que a OpenRAN se ajusta melhor, no entendimento do diretor de arquitetura, tecnologia e inovação da TIM Brasil, Átila Xavier. Ele explica que tais serviços são oferecidos para as diferentes funções de rede, já preparadas para funcionamento em nuvem, como é o caso das unidades centralizadas (CU). “O OpenRAN tem um forte amparo na “softwarização” das redes e no emprego dos paradigmas de cloud computing, demandando novos skills das equipes de implantação e operação nas operadoras”, completa Lima, que considera significativa a demanda prevista para essa nova arquitetura, podendo representar bilhões de reais com a tecnologia 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Bastante madura para 4G, a OpenRAN é funcional para 5G, mas está em processo de maturação. Com alto potencial de crescimento, dada a grande demanda oriunda da necessidade de expansão de cobertura e capacidade no país, em redes públicas e privadas, o modelo ainda precisa de evolução quando voltada a algumas aplicações, evolução esta que tem sido rápida na avaliação de Galante, da NEC.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Lima, a tecnologia está madura o suficiente para implantações iniciais e está em constante aperfeiçoamento, semelhante à padronização do próprio 5G no 3GPP. “As definições iniciais permitiram o início das implantações e, a cada novo incremento das especificações, há uma melhoria da interoperabilidade e acréscimo de funcionalidades”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">O amadurecimento da tecnologia é só um dos desafios para sua consolidação no 5G. É necessário, ainda, na opinião de Xavier, da TIM, selecionar a forma de trabalho mais adequada à operadora. “Para aproveitar a flexibilidade na distribuição dos diferentes componentes, é necessária uma infraestrutura de comunicação de alta velocidade entre os mesmos (fibra), não disponível em todos os municípios, exigindo um planejamento cuidadoso das localidades onde será implantada, além da integração e coordenação dos envolvidos”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">A própria interação de empresas e soluções é um desafio que as operadoras têm de enfrentar, além de lidar com múltiplos fornecedores na construção da mesma rede. “O Inatel tem uma iniciativa em conjunto com o TIP &#8211; Telecom Infra Project para fazer a integração e implantação de redes OpenRAN 4G e 5G, pré-validando uma dada combinação de fornecedores, para facilitar o trabalho das operadoras”, afirma o gerente do Inatel.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele defende que a grande oportunidade para a entrada massiva do OpenRAN no Brasil está no surgimento de novas operadoras regionais em todo o país, pois são redes a serem implantadas do zero e um caminho para a expansão das redes de grandes operadoras.</p>
<p style="text-align: justify;">A OpenRAN tem sido utilizada em novas redes 5G, em países como Japão e EUA, com o objetivo de reduzir custos e oferecer novos serviços, mas não é um processo simples. “As maiores dificuldades estão na estabilidade dos protocolos para possibilitar que as interfaces dos equipamentos, hoje proprietárias, sejam convertidas em interfaces abertas. Muitos destes protocolos ainda estão em fase de especificação”, afirma Cardoso, da Nokia.</p>
<p style="text-align: justify;">A OpenRAN vai ajudar os potenciais fornecedores de tecnologia, em redes aplicáveis a operadoras de diferentes portes. O principal desafio, na visão do diretor da NEC, é fazer com que os diferentes sistemas funcionem, alinhando, combinando e validando essas tecnologias, um processo que não é simples. “É desafio e também oportunidades”, alerta. “Aumentamos muito o quadro de pessoas, contamos com laboratórios no Reino Unido e na Índia para testes de interatividade, para ver se funcionam conforme proposto”, completa o executivo.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Exemplos concretos</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Já em aplicação no mundo, a OpenRAN tem sido objeto de testes e investimentos em diversos países, como Japão, pela Rakuten, EUA, com a Dish, e Reino Unido, com Vodafone. No Brasil, a Vivo desenvolve um projeto com a tecnologia na região nordeste.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Em outra iniciativa, CPQD e Nokia atuam juntas em um projeto de OpenRAN, para o desenvolvimento de aplicações RIC. A primeira fase foi concluída, com a instalação dos equipamentos no CPQD, testados em laboratório, e o treinamento das equipes para o desenvolvimento de xApps na plataforma SEP da Nokia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A fase seguinte prevê a definição de procedimentos de licenciamento de uso do espectro junto à Anatel, para que os testes de campo sejam iniciados. “Em um primeiro momento, será possível realizar testes com xApps já disponíveis e se discute o desenvolvimento de novos xApps em parceria com operadoras, visando à maior cobertura das células 4G e 5G, por exemplo”, conta Lima, do CPQD.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">O CPQD também trabalha em conjunto com a RNP &#8211; Rede Nacional de Ensino e Pesquisa na primeira fase do “Programa OpenRAN @Brasil”, que tem apoio do MCTI &#8211; Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.  O projeto contempla pesquisa e desenvolvimento de sistemas de software de controle inteligente de redes de acesso (RIC), suas aplicações e a orquestração de uma rede móvel 5G OpenRAN, incluindo outros domínios além do sem fio, como o transporte óptico no backhaul, midhaul e fronthaul.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Lima conta que será implantado um testbed OpenRAN 5G, com pontos de presença no CPQD, e plataformas de demonstração e experimentação em Campinas, SP, e no PoP-RNP, no Rio de Janeiro . Será observado o quanto uma rede 5G suportará aplicações avançadas que exigem baixa latência, elevada confiabilidade e altas taxas de dados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Serão três fases: a primeira será focada no controle e orquestração dos recursos ópticos, IP, de rádio e de nuvem necessários ao funcionamento fim a fim de uma rede 5G. Estão previstos 36 meses de vigência &#8211; até novembro de 2023 -, com recursos de R$ 32,4 milhões. As segunda e terceira fases estão em modelagem e captação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Outro projeto em andamento é o “Open Field”, em Santa Rita do Sapucaí, MG, que une a TIM Brasil, Inatel, TIP, Claro, Vivo, Brisanet, com o objetivo de validar a interoperabilidade de soluções OpenRAN, promovendo a colaboração, o desenvolvimento e a adoção de soluções abertas, desagregadas, seguras, escaláveis e sustentáveis para operadoras e parceiros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Participam diversos fornecedores de hardware e software de tecnologias abertas e desagregadas, como OpenRAN, Open Optical Packet Transport e Open Core Network, para redes 4G e 5G OpenRAN e cobertura de toda a área do campus do Inatel. Testes de integração, validação e desempenho são realizados para comprovar a maturidade tecnológica das soluções.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Além disso, foi publicado recentemente no Diário Oficial da União um novo projeto com parceria entre Inatel, Eldorado e CPQD, sob gestão da RNP e fomento do MCTI para o desenvolvimento de uma radio unit 5G OpenRAN para a transferência de tecnologia para a indústria nacional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A TIM também participa do “Open 5G @Campinas”, em parceria com CPQD, Embrapa, RNP, Unicamp &#8211; Universidade Estadual de Campinas e PUC &#8211; Pontifícia Universidade Católica, de Campinas, com o objetivo de conectar diferentes organizações, entre fornecedores de dispositivos, equipamentos e software, startups, instituições de pesquisa e inovação e empresas de diversos segmentos, para testar o 5G em diferentes áreas.  Há ainda uma parceria entre TIM e Qualcomm para a construção de redes 5G com soluções de OpenRAN.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Embora o principal foco da OpenRAN sejam as operadoras, há experiências positivas em locais, cujas demandas serão importantes com o 5G, como hospitais. Essa flexibilidade contribui, de certa forma, para o caráter democratizante do 5G. “A OpenRAN visa trazer fornecedores e provedores com vistas à inovação, reduzindo a dependência das grandes corporações e abrindo oportunidades para empresas locais”, afirma Galante, da NEC. É uma tendência que a NEC vem acompanhado, tendo em vista que essa arquitetura de rede estimula o mercado regional, a inovação e o empreendedorismo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A NEC, em conjunto com a Telefónica, vem desenvolvendo um projeto de OpenRAN, em países, como Reino Unido, Alemanha e Espanha, em diferentes fases. No Brasil, o projeto está em ajustes e o primeiro site deverá iniciar suas operações nos próximos meses, em uma cidade do Estado de São Paulo, que terá 70% do site baseado nesse tipo de rede, na qual a NEC será responsável pelo 5G. O objetivo do projeto é validar se todas as soluções se integram em um tráfego real. Outras fases estão em discussão.</span></p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0995faee612" data-id="6a0995faee612" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><!-- Row Backgrounds --><div class="upb_color" data-bg-override="0" data-bg-color="" data-fadeout="" data-fadeout-percentage="30" data-parallax-content="" data-parallax-content-sense="30" data-row-effect-mobile-disable="true" data-img-parallax-mobile-disable="true" data-rtl="false"  data-custom-vc-row=""  data-vc="8.6.1"  data-is_old_vc=""  data-theme-support=""   data-overlay="false" data-overlay-color="" data-overlay-pattern="" data-overlay-pattern-opacity="" data-overlay-pattern-size=""    ></div>
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		<title>ISPs são essenciais para o desenvolvimento da conectividade no campo</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/isps-sao-essenciais-para-o-desenvolvimento-da-conectividade-no-campo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=isps-sao-essenciais-para-o-desenvolvimento-da-conectividade-no-campo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 22:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
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					<description><![CDATA[As distâncias dos grandes centros exigem altos investimentos para a instalação de estruturas necessárias para levar cabeamento e conexão ao interior do país, onde predomina a atividade agropecuária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0995faef718" data-id="6a0995faef718" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1><strong>ISPs são essenciais para o desenvolvimento da conectividade no campo</strong></h1>

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			<h2>As distâncias dos grandes centros, que exigem altos investimentos para a instalação de estruturas necessárias para levar cabeamento e conexão ao interior do país, onde predomina a atividade agropecuária, contribuem para a indicação das pequenas e médias operadoras nessas regiões.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Ariane Guerreiro, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">Entre os mais importantes setores econômicos brasileiros, o agronegócio tem participação fundamental no PIB &#8211; Produto Interno Bruto nacional. A produtividade do setor foi especialmente incrementada com a chegada da tecnologia no campo, mas o que se observa é um potencial ainda maior com o crescimento do 5G de ponta a ponta no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das principais expectativas com o 5G é levar o sinal de Internet aos locais mais remotos, indispensável para as mais variadas aplicações de IoT &#8211; Internet das coisas, que beneficiarão os grandes produtores e também médias e pequenas propriedades que, em geral, têm mais dificuldade de acesso à conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerado uma das bases da economia brasileira, o agronegócio é responsável por alimentar cerca de 800 milhões de pessoas no mundo segundo estudo realizado pela Sire &#8211; Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Embrapa. O Cepea &#8211; Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Esalq/USP, em parceria com a CNA &#8211; Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, estima que o agronegócio represente, em 2022, 25,5% no PIB brasileiro. Aumentar a competitividade deste setor, em todas as esferas do negócio, não é só primordial para o país, como uma oportunidade para o setor de telecom.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior rapidez e maior capacidade de transmissão de dados, baixíssima latência e possibilidade de conexão de inúmeros dispositivos na mesma unidade de área são características fundamentais para superar os desafios provocados pela grande extensão territorial do país.</p>
<p style="text-align: justify;">A baixa densidade populacional nas áreas rurais é uma das razões que explicam o pouco interesse das grandes operadoras na oferta de serviços à população e às empresas desses meios. As distâncias dos grandes centros, que exigem altos investimentos para a instalação de estruturas necessárias para levar cabeamento e conexão ao interior do país (onde predomina a atividade agropecuária) contribuem para a indicação das pequenas e médias operadoras nessas regiões.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, os provedores são considerados essenciais para o desenvolvimento da IoT no campo. De acordo com a Embrapa &#8211; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, 48% dos produtores rurais declaram que a falta de acesso à Internet é uma das principais dificuldades para acessar e usar as tecnologias digitais. “Esse quadro é justificado pela baixa penetração das redes celulares públicas nas áreas rurais”, destaca o gerente de marketing de produtos da Trópico, Armando Barbieri.</p>
<p style="text-align: justify;">Atender às necessidades específicas desse setor e dos diferentes perfis de ruralistas será um papel importante dos provedores de Internet com atuação regional, integrados e com grande experiência nas características das localidades nas quais atuam.</p>
<p style="text-align: justify;">O pesquisador da Embrapa Instrumentação, de São Carlos, SP, Ricardo Yassushi Inamasu, vai além. Para ele, o provedor é fundamental por informar às operadoras de telecomunicações sobre as oportunidades que esse setor da economia brasileira oferece para um crescimento em conjunto, não apenas no ponto de vista econômico, mas também social e ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">O VP sales EuroAmerica, da BaiCells Technologies, Ricardo Pence, tem visão semelhante e considera que é do ISP o conhecimento que garante a cobertura e o suporte para as aplicações de missão crítica necessárias ao campo. “Muitos possuem a frequência na banda 38 (2570 a 2620 MHz), concedida no leilão de dezembro 2015, que é “ouro nas mãos” para garantir a cobertura para redes privativas em municípios, mesmo solicitando o uso da frequência em caráter secundário nas cidades”, explica.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Desafios em diferentes frentes</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Atender às necessidades do agronegócio exige projetos complexos. Levar Internet ao campo não se limita a disponibilizar sinal de celular à sede das propriedades rurais. A IoT nesse setor abrange um amplo leque de aplicações, proporcionadas por redes sem fio capazes de cobrir toda a área produtiva para a conexão de sensores, atuadores, drones, tratores e máquinas agrícolas, veículos de apoio e comunicação entre pessoas por meio de voz, de imagem ou aplicativos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Os desafios são diversos. O CEO do Grupo Datora, Tomas Fuchs, destaca a pouca informação e atenção em torno do assunto. “Falta sensibilização efetiva de agentes públicos e privados das cadeias produtivas do Agro para a importância da conectividade para o aumento de produção/produtividade, redução de custos de produção e de desigualdades regionais, além do aumento da proteção e preservação ambiental”, afirma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Juntam-se a estes aspectos, as questões regulatórias, que inicialmente referem-se à cobertura de áreas urbanas e ao longo de rodovias federais, e os processos de sensoriamento e os sensores propriamente ditos também representam entraves para a expansão dos serviços em zonas de agropecuária.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As dificuldades passam, ainda, pela pouca infraestrutura de conectividade nas áreas mais remotas e pelos investimentos necessários para atender às demandas de comunicação do setor rural, que poderão exigir parcerias estratégicas, sejam elas públicas-privadas ou privadas-privadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Os custos são sempre um ponto sensível, ainda que sejam diluíveis ao longo do tempo. Segundo Barberi, da Trópico, redes em bandas não licenciadas, como o Wi-Fi, contam com equipamentos mais baratos devido à popularização da tecnologia, mas por trabalharem em frequências altas e com potência limitada, os raios de cobertura são pequenos, exigindo um número muito grande de torres e mastros. “Equipamentos usados em redes celulares são caros e ainda precisam de muitas torres com sistemas de energia e segurança perimetral, o que representa investimento de risco, sem contar as questões relativas ao licenciamento do espectro”, explica o executivo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As diferentes tecnologias disponíveis têm relação direta na expansão da cobertura, em menor ou maior tempo, com mais ou menos recursos.  E as necessidades são grandes. De acordo com o “Censo Agropecuário 2017”, do IBGE, cerca de 72% dos estabelecimentos agropecuários no Brasil estão ‘off-line’ e apenas 23% do espaço agrícola brasileiro possui algum nível de cobertura por Internet, segundo estudo “Cenários e Perspectivas da Conectividade para o Agro” desenvolvido pela Esalq/USP &#8211; Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, encomendado pelo MAPA &#8211; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Para Fuchs, do Grupo Datora, neste setor nenhuma tecnologia de conectividade pode ser desprezada e a melhor será aquela disponível à determinada propriedade rural. A fibra óptica, no entanto, se apresenta como a melhor alternativa em termos de qualidade e tem seus custos de instalação em gradual redução, atendendo ao mercado de telecomunicações fixa e às redes 4G LTE sobre frequências privativas, responsáveis por conectar locais com baixa densidade de pontos e soluções móveis. “A fibra é o esqueleto necessário para conectar o ISP com o mundo e as empresas com os ISP”, acrescenta Pence, da BaiCells.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A abrangência da fibra óptica, porém, limita-se à sede da propriedade. Cobrir as áreas produtivas e de campo para aplicações de IoT exige redes sem fio. As <a style="color: #ffffff;" href="https://www.infranewstelecom.com.br/mvno-um-mercado-em-expansao/">MVNOs &#8211; redes virtuais móveis</a> também são apontadas como uma alternativa para ampliar a cobertura de conexão de áreas rurais com segurança, independência e personalização às necessidades de cada estabelecimento agropecuário. “Com uma rede móvel privada, é possível implementar soluções de IoT, que precisam de conectividade para monitoramento em tempo real, contribuindo com a dinâmica do trabalho, gerando produtividade em alta escala e, consequentemente, crescimento nos negócios, no meio rural ou urbano”, afirma Fuchs, do Grupo Datora.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Outro exemplo são as redes dedicadas à IoT usando tecnologia LoRaWAN, que possuem custo razoável em relação à área coberta. “Porém, os dispositivos se comunicam apenas por mensagens curtas e, portanto, são inviáveis para aplicações que necessitem transferências de imagens, arquivos e vídeo, não atendendo à comunicação humana. Resumindo, atender simultaneamente grandes coberturas com grande capacidade é um desafio enorme”, diz Barbieri, da Trópico</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><strong>Informação e tecnologia</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Conectar o campo é um mercado potencial para os provedores de Internet e a cadeia de telecom. Segundo Pence, BaiCells, estatísticas demostram que, no Brasil, 10% dos domicílios são CNPJ e o ISP com menos de 10% de usuários CNPJ está perdendo mercado. “Os ISPs possuem a infraestrutura de backbone e backhaul necessária para o desenvolvimento das redes privativas. Só é necessário entender as excelentes soluções de IoT existentes no mercado e oferecer conexão a elas”, defende. “O grande desafio é construir um departamento de B2B dentro do ISP orientado ao atendimento de negócios”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">No que se refere à tecnologia, o Brasil acompanha as tendências e as novidades apresentadas no mercado mundial. Empresas atuantes no mercado nacional contam com soluções que favorecem o estabelecimento de conexão em diferentes áreas e, consequentemente, permitindo aplicações de IoT no agronegócio. A Embrapa faz a sua parte contribuindo com a construção de uma base de conhecimento tecnológico e científico pertinente à inovação e que possibilita o funcionamento de ferramentas de IoT, calcadas em propósito e solução.</p>
<p style="text-align: justify;">Pence observa que as empresas estão se “tecnificando” e há o entendimento de que o desenvolvimento da IoT possui um ROI &#8211; retorno sobre o investimento em curto período, primeiramente para reduzir custos operativos e, em seguida, para aumentar a produtividade.</p>
<p style="text-align: justify;">A Trópico, por exemplo, desenvolve produtos voltados a prover conectividade, como estações radiobase e terminais.  O gerente da empresa explica que a conexão entre os dois polos ocorre por meio de ondas de rádio na faixa de VHF, na frequência de 250 MHz, pouco utilizada e muito mais baixa que a usada pelas operadoras móveis, o que proporciona um raio de cobertura das torres muito maior do que um terminal atendido pela operadora móvel. Assim, uma torre com rádio base cobre uma área nove vezes maior, o correspondente à cobertura de nove torres, e custos bastante reduzidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Já as soluções IoT da Arqia direcionadas ao agronegócio partem de parcerias estratégicas com fomento de redes privadas 4G/LTE no campo. As demandas são captadas, analisadas e são propostas soluções personalizadas em conjunto com os ISPs locais para viabilizar e fortalecer os negócios em áreas rurais.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Serviços específicos</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">São muitas as oportunidades de conexão no campo, tanto para o produtor como para o provedor. A infraestrutura inclui soluções de conectividade e plataformas de IoT capazes de coletar e enviar dados para as aplicações voltadas à eficiência do agronegócio, a exemplo de planejamento do plantio, gerenciamento de irrigação, de market place para eliminar intermediários na cadeia de distribuição, previsão de microclima, capacitação técnica, relógio de ponto eletrônico, entre tantas outras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Na opinião de Pence, BaiCells, um dos méritos dos ISPs é desenvolver soluções “chave na mão” para o agronegócio, oferecendo conectividade a pontos fixos de banda larga (câmeras, big data, Internet, telefonia, etc.), pontos de banda estreita (IoT de qualquer tipo) e mobilidade para a conexão dos veículos. “A base do agro 4.0 é a conectividade e os ISPs são os parceiros adequados para levar essa conectividade a qualquer lugar, com uma conexão via fibra, sem fio e até satélite”, afirma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">No caso das MVNO, Fuchs, do Grupo Datora, destaca que além da conectividade M2M (máquina para máquina) e acesso à Internet de qualidade, a conexão permite monitorar atividades em tempo real, minuto a minuto, condições meteorológicas e do solo, entre outras possibilidades. “Os dados coletados permitem que o empresário acompanhe a produtividade e tome decisão mais assertivas, com diminuição de custos e melhor desempenho financeiro da operação, do plantio à venda da safra.”</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;">O futuro já chegou</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">São claros os ganhos proporcionados pela expansão a fornecedores de equipamentos e componentes, provedores e usuários, especialmente com a consolidação do 5G no país. E a expectativa é muito grande, tanto quanto as oportunidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Fuchs destaca o estudo “Cenários e Perspectivas da Conectividade para o Agro”, desenvolvido pela Esalq/USP para o MAPA, que aponta que a capacidade de transmissão de 4.400 torres existentes no país permitiria ampliar a cobertura de 23% para 48% das áreas rurais, com aumento de 4,5% do VBP &#8211; Valor Bruto de Produção. A instalação de 15.182 novas torres supriria 90% da demanda de conectividade no campo e provocariam um acréscimo de 9,6% no VBP. Acelerar a digitalização do campo seria um passo importante para a manutenção do Brasil como um dos principais produtores de alimentos no mundo, cuja necessidade tende a aumentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Experiências positivas já existem. A Trópico desenvolveu a infraestrutura tecnológica de uma rede LTE privada 4G, na faixa de 250 MHz, destinada à cobertura de áreas rurais para aplicações de IoT. A tecnologia foi desenvolvida no âmbito de um programa PAISS Agrícola do BNDES com vistas à introdução de novas tecnologias e ao aumento da produtividade do setor sucroenergético.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a Trópico, que hoje atende 1,5 milhão de hectares no agronegócio com conectividade banda larga de grande cobertura, conectividade para IoT em ferrovias, redes de distribuição de energia, portos e mineração, a perspectiva é de crescimento dos negócios que demandam redes privadas, principalmente entre pequenos produtores. “Temos possibilidades de negócio promissoras quando os provedores estabelecem parcerias com cooperativas e associações do agro para oferta de conectividade para os cooperados ou associados. Temos produção nacional e há possibilidade de financiamento via BNDES”, destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">A Datora/Arqia também tem projetos em andamento. Em março último, a empresa implementou provas de conceito (PoC) de redes privadas móveis em algumas fazendas, usando licenças de 5 MHz + 5 MHz na faixa de 700 MHz, frequência que permite uma cobertura ampla com poucas estações radiobase, o que uma grande operadora, por exemplo, não teria condições de atender.</p>
<p style="text-align: justify;">A Datora/Arqia ainda participa do “Projeto Campo Conectado”, no qual atuam o BNDES, a PUC-Rio &#8211; Pontifícia Universidade Católica, entre outros parceiros, para integrar dispositivos, sensores, atuadores, redes de comunicação, coleta e análise de dados para gerar informações úteis à tomada de decisão. O projeto inclui a instalação de uma torre com antenas na Fazenda Macuco, localizada no distrito de Santiago do Norte, MT, que favorecerá o acesso da comunidade local à Internet, cujos testes de SIMCard’s estão previstos para o último trimestre de 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">A Baicells atua em projetos de redes 4G LTE e 5G, em operadoras, ISP e mercados verticais, levando conexão a diferentes regiões do país, inclusive com soluções para o setor agropecuário dentro das frequências disponibilizadas pela Anatel para redes privativas. “A disponibilidade de frequências é recente, porém veremos uma ‘explosão’ desse mercado antes do final do 2022. ISPs e operadoras estão colocando todas as suas fichas para atender a esses mercados com soluções extremamente criativas que, até agora, só precisavam de uma frequência dedicada e soluções com relação custo/benefício que ajude a ‘fechar a conta’ de qualquer projeto em pequenas, médias e grandes propriedades”, finaliza Pence.</p>

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		<title>Brasileiros querem rede móvel estável durante a Copa do Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 19:43:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa da Amdocs, realizada com 600 espectadores do Brasil e do México, mostra que 50% das pessoas com menos de 35 anos devem acompanhar os jogos via streaming ou celular.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0995faf1ad1" data-id="6a0995faf1ad1" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Brasileiros querem rede móvel estável durante a Copa do Mundo</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A pesquisa “Fifa World Cup 2022”, realizada pela Amdocs no Brasil e no México, mostra que 50% das pessoas com menos de 35 anos devem acompanhar a Copa do Mundo do Catar, que começa no dia 20 de novembro, por meio do streaming ou no celular. A TV ainda mantém a liderança nos dois países – 75% dos entrevistados planejam assistir aos jogos ao vivo pela televisão.</p>
<p style="text-align: justify;">O levantamento, que entrevistou 600 espectadores dos dois países, indica ainda que as redes sociais serão o canal dominante durante o evento para 30% dos brasileiros e 40% dos mexicanos. “Os consumidores esperam que seus provedores de serviços de telecom forneçam uma conexão estável, rápida e sem latência”, comenta Gil Rosen, Chief Marketing Officer da Amdocs.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo mostra que a experiência do usuário é o principal fator na hora de escolher o serviço de streaming, para 48% dos brasileiros. Já para 52% dos entrevistados do país o custo é mais relevante (no México esses percentuais são de 58% e 42%, respectivamente). “Os provedores de serviços precisam pensar em novas estratégias comerciais, com ofertas capazes de enriquecer a experiência dos consumidores”.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro dado relevante é que 48% dos brasileiros acreditam que a rede móvel não tem estabilidade suficiente para transmitir os jogos em tempo real, e 42% dos entrevistados estão dispostos a pagar um extra de até US$ 10 para ter um pacote de dados ilimitado via 5G (5% deles pagariam um extra de até US$ 55 pelo serviço).</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Reclamações sobre serviços de telecom caem 18% em agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2022 16:41:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Foram feitas 147.881 queixas no período, 32.370 a menos que as registradas em agosto de 2021.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0995faf2c20" data-id="6a0995faf2c20" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Reclamações sobre serviços de telecom caem 18% em agosto</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">O número de reclamações de usuários de serviços de telecomunicações segue em queda e caiu 18% em agosto deste ano, na comparação com o mesmo mês de 2021, segundo dados da Anatel. No mês de agosto de 2022 foram feitas 147.881 queixas de usuários de serviços de telecom, 32.370 a menos que as registradas em agosto do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">“As reclamações estão em queda de forma consistente há um ano e meio. Conseguimos manter as reduções mesmo diante do aumento do número de acessos e da ampliação da nossa base de clientes, com cada vez mais pessoas usando os serviços de telecomunicações”, diz o presidente executivo da Conexis Brasil Digital, Marcos Ferrari.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados mostram queda em todos os serviços, com destaque para a redução de 21,3% nas reclamações relacionadas a serviços de TV por assinatura, que passaram de 12.202 em agosto de 2021 para 9.601 em agosto de 2022. As reclamações dos usuários de telefonia móvel caíram 15,6% e dos usuários de telefonia móvel, 13,2%.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre os assuntos, a maior queda ocorreu nas reclamações relacionadas à cobrança: 25%. Em seguida vieram as queixas sobre cancelamento de serviços, com redução de 24%.</p>
<p style="text-align: justify;">A simplificação do processo de cobrança faz parte das medidas de autorregulação do setor. O normativo de cobrança trata da simplificação e transparência das ofertas feitas pelas empresas, o que reduz dúvidas sobre o que é cobrado. O setor também implantou a automação de processos relacionados ao faturamento, como, por exemplo, a emissão de segunda via e envio de comprovante de pagamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra medida de autorregulação foi a criação da “Não Me Perturbe” (<a href="https://conlink.conexis.org.br/cl/POSoY/KPw/042b/JVUqVoD16UX/BOnZ/EVzPcu5pqXv/1/" target="_blank" rel="noopener">www.naomeperturbe.com.br</a>), que permite bloquear chamadas de telemarketing de telecomunicações e de oferta de crédito consignado.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>5G chega a todas as capitais brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2022 16:36:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Belém, Macapá, Manaus, Porto Velho e Rio Branco já estão recebendo o sinal da nova tecnologia. As cinco cidades completam a lista das capitais com 5G ativado.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0995faf3cf1" data-id="6a0995faf3cf1" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">5G chega a todas as capitais brasileiras</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">A tecnologia 5G chegou às cidades de Belém, PA, Macapá, AP, Manaus, AM, Porto Velho, RO, e Rio Branco, AC, cobrindo todas as capitais brasileiras antes mesmo do prazo dado pela Anatel, que previa a instalação até o final de novembro deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Antecipando as obrigações, as empresas têm instalado um número maior de antenas que o previsto no edital. Segundo informações da Anatel, até o momento, as empresas ativaram 5.275 antenas de 5G standalone. Duas vezes mais que o previsto no edital para essa primeira fase. A quantidade mínima prevista era de 2.528 estações. Ainda segundo informações divulgadas pela agência, até 2025 Claro, TIM e Vivo devem instalar pelo menos 6.370 antenas de 5G nas capitais.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente executivo da Conexis, Marcos Ferrari, destaca que a instalação de mais antenas que o exigido em edital mostra o compromisso das empresas com a expansão do 5G. Ferrari lembra que as instalações têm ocorrido mesmo com a dificuldade enfrentada em algumas capitais para a instalação de antenas e outros equipamentos necessários para a implantação do 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">“O 5G vai exigir de cinco a dez vezes mais antenas que o 4G e as cidades precisam ser com as legislações atualizadas para acelerar o processo de licenciamento. As empresas estão prontas para acelerar as obrigações de cobertura do 5G desde que haja condições técnicas e demanda”, diz Ferrari.</p>

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		<title>MVNO Rico Telecom inicia atividade em Santarém e planeja atuar em todo o país até o final de 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 18:23:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Operadora móvel virtual  da Bholding visa consumidores da rede de franquia Casa do Celular para crescer e conquistar o país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0995fb00b35" data-id="6a0995fb00b35" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">MVNO Rico Telecom inicia atividade em Santarém e planeja atuar em todo o país até o final de 2023</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A Rico Telecom, operadora de telefonia MVNO da BHolding, iniciou suas atividades no estado do Pará, na cidade de Santarém. Com um investimento inicial de R＄ 1 milhão, o novo negócio gerou 300 postos diretos de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">A Rico Telecom também vai expandir seus serviços para os demais estados da região Norte e Nordeste e novos investimentos serão feitos até que a operação atinja todo o país.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse primeiro momento, o principal canal de vendas da Rico Telecom serão as lojas físicas da Casa do Celular. A rede de franquias já conta com 170 lojas, espalhadas por 24 estados. As lojas comercializarão o chip e um plano de voz e dados, ideal para os clientes da marca.</p>
<p style="text-align: justify;">A Rico Telecom aposta na qualidade do atendimento oferecido aos clientes pela Casa do Celular e a expectativa da empresa é bastante promissora. “Nossa meta é conquistar uma base de 100 mil clientes nos próximos 24 meses”, afirma Hugo Casasanta Garcia, CEO da BHolding.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo ele, o cliente da Casa do Celular almeja sair da loja de telefone novo e de preferência já funcionando. “A partir de agora, isso será possível. Os vendedores da Casa do Celular auxiliam os clientes em tudo o que eles precisam para utilizarem o celular como desejam, seja para o entretenimento, trabalho ou acesso à Internet. A instalação do chip complementará esse set up inicial do aparelho que estava faltando”, finaliza Garcia.</p>

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