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	<title>Cianet &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Cianet &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>GPON e xGPON nas redes de acesso banda larga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2018 22:32:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Operadoras e provedores de Internet de todo o país já iniciaram a jornada para atualizar as suas redes de acesso. No radar estão tecnologias GPON e xGPON.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18e34cac88f" data-id="6a18e34cac88f" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>GPON e xGPON nas redes de acesso banda larga</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Operadoras e provedores de Internet de todo o país já iniciaram a jornada para atualizar as suas redes de acesso. No radar dessa modernização está a tecnologia GPON, uma rede óptica passiva com capacidade Gigabit, e sua evolução natural é a xGPON.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Simone Rodrigues, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  As redes de fibra óptica estão se espalhando por todo o país para atender à crescente demanda por maior largura de banda exigida pelas novas aplicações e a popularização dos dispositivos móveis. Operadoras e provedores de Internet já iniciaram a jornada para atualizar as suas redes de acesso com o objetivo de ganhar competitividade e gerar novas fontes de receitas. No radar dessa modernização estão os investimentos na tecnologia GPON, uma rede óptica passiva com capacidade Gigabit.</p>
<p style="text-align: justify;">  Basicamente, a tecnologia utiliza uma topologia ponto-multiponto com divisores ópticos passivos (splitters), permitindo que uma única fibra óptica seja compartilhada por múltiplos usuários, sem o emprego dos onerosos elementos ativos instalados no ambiente das operadoras de telecomunicações e provedores de serviços (OLT &#8211; Optical Line Terminal) e dos assinantes (ONU &#8211; Optical Network Unit). Essa característica reduz tanto o Capex como o Opex, já que a sua instalação requer menos infraestrutura física, diminuindo consideravelmente o custo de implementação, operação e manutenção.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Maior largura de banda</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A GPON foi padronizada pela ITU-T G.984 e desenvolvida a partir da necessidade das operadoras por maiores larguras de banda para downstream e upstream, além de mais eficiência e variedades de serviços. Ela permite uma taxa de divisão de 1:128, ou seja, cada porta PON suporta até 128 terminais de rede óptica.</p>
<p style="text-align: justify;">  A tecnologia tem capacidade de tráfego assimétrica, com velocidades de 2,5 Gbit/s em downstream e 1,25 Gbit/s em upstream. “Além da alta capacidade de transmissão, parte da rede de distribuição é compartilhada por vários usuários, diminuindo espaço para racks e consumo de energia elétrica, por exemplo”, comenta Diego Zaniol, gerente de segmento da <a href="http://www.intelbras.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Intelbras</a>, empresa nacional de equipamentos e soluções tecnológicas de segurança eletrônica, redes e telecom.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Zaniol, há um grande potencial de negócios para a tecnologia GPON no Brasil. Muitos provedores de Internet ainda utilizam redes baseadas em GEPON – Gigabit Ethernet Passive Optical Network, com velocidade simétrica de 1,25 Gbps e capacidade para até 64 ONUs por OLT. “Muitos já estão migrando ou construindo novas redes usando o GPON. Essa infraestrutura deve atender essas empresas por um bom tempo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O foco da Intelbras em GPON são os provedores de Internet. Para ganhar espaço nesse setor, a companhia desenvolveu uma ONU compatível com protocolos GEPON e GPON. “A grande vantagem é que é possível aproveitar os investimentos realizados nos equipamentos legados. Além disso, a migração pode ser feita em poucas horas e é transparente para o usuário”, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com produção nacional, o equipamento conta com função de roteamento PPPoE &#8211; Point-to-Point Protocol over Ethernet, permitindo ao provedor fazer a autenticação do cliente sem a necessidade de um roteador. É configurado de acordo com o protocolo IPv6 e pode ser instalada em caixas de distribuição junto a switches.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em 2018, a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/intelbras-inicia-producao-de-olt-no-brasil/">empresa lançou uma OLT nacional</a>. De acordo com Zaniol, com esse passo a empresa ganhou ainda mais competitividade. Assim como as ONUs, os produtos têm os benefícios de financiamento pelo BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra novidade é o software de gerenciamento, que permite monitorar os assinantes a partir de um único ponto. O software é gratuito e pode ser instalado em redes legadas. O portfólio da Intelbras também inclui os passivos, como splitters, cabos, conectores e caixas de emenda.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra empresa nacional com foco no mercado de provedores de Internet é a <a href="https://www.cianet.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cianet</a>, com sede em Florianópolis, SC. A companhia tem uma linha completa de soluções para redes GPON, incluindo equipamentos ativos (OLT e ONU) e passivos, cabos drops, caixas de emenda, além de máquina de fusão. Nesse último caso, a empresa conta com a parceria com a japonesa Fujikura.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Hellen Donato, líder de produtos da Cianet, as redes GPON são as mais indicadas para operadoras e provedores de Internet com um alto número de usuários e serviços. “O custo da tecnologia ainda é elevado para os pequenos provedores, em comparação a tecnologia GEPON. Mas ela é uma grande tendência, principalmente, por oferecer maior largura de banda e baixo custo de manutenção”.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18e34cad7db" data-id="6a18e34cad7db" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h3 style="text-align: justify;">xGPON</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A evolução da GPON é a xGPON, também conhecida como 10-GPON. A tecnologia foi desenvolvida pelo ITU-T e definida pela norma G.987. Tem comprimento de onda de 1270 a 1577 nm e permite uma taxa de divisão de 1:256.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nicolas Driesen, especialista em vendas técnicas da <a href="https://www.huawei.com/br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Huawei</a>, lembra que a tecnologia pode coexistir com as redes GPON atuais com a vantagem de oferecer maior capacidade por ramo de fibra da rede (10 Gbit/s em downstream e 2,5 Gbit/s em upstream). “O investimento da operadora é protegido. É preciso trocar a placa da OLT atual e a ONU do assinante. O maior custo é passar a fibra. Com a infraestrutura de cabo pronta, as operadoras podem expandir e utilizar a rede para vários serviços simultâneos, inclusive backhaul móvel, com o mesmo chassi e sem mexer na planta externa”.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">XGS-PON</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A XGS-PON segue as mesmas características da 10-GPON, porém oferece velocidades simétricas de 10 Gbps para dowstream e upstream.</p>
<p style="text-align: justify;">  Driesen, da Huawei, acredita que muitas operadoras devem optar pela XGS-PON, já que a demanda por capacidade e interfaces de 10 Gbps simétricas começa a se tornar realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  No mercado corporativo, as aplicações baseadas em cloud são um exemplo, já que elas dependem de uma conexão estável para o aproveitamento de todos os seus recursos de forma confiável e eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já o backhaul móvel para redes 4,5G e 5G requer 1 Gbps por site para downlink e uplink, além de baixa latência. Nas residências os conteúdos 4k, 8k e VR/AR devem ganhar espaço. Segundo estudos da Huawei, até 2020, em todo o mundo, cada usuário vai exigir capacidades de 1 Gbps, principalmente por conta de conteúdos em 8 k – no 4k cada usuário, em média, consome 35 Mbps.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Hoje o maior entrave da xGPON é o custo da ONU, que chega a ser três vezes maior do que na GPON. Mas isso deve mudar em breve. A tecnologia vem sendo adotada e discutida por operadoras em todo o mundo, principalmente na Ásia, e há vários testes em andamento, inclusive no Brasil”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Denominada MA5800, a plataforma da Huawei suporta as tecnologias de acesso GPON, xGPON e XGS-PON. Também está preparada para tecnologias futuras como TWDM-PON (40 Gpbs) e 100G PON. “Somos pioneiros em 100G PON”, destaca Driesen, acrescentando que a solução tem uma arquitetura distribuída e função de agregação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Opcionalmente, a companhia oferece o software de gerenciamento N2510, capaz de corrigir os pontos de falha de forma proativa, com localização rápida e precisa exibidas de maneira intuitiva em uma topologia lógica.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Automação e virtualização</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Na visão de Renato Bueno, gerente de marketing da <a href="https://www.nokia.com/pt_int" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nokia</a> para América Latina, o desafio das operadoras e provedores de Internet vai além das altas taxas de velocidades oferecidas pela fibra óptica e passa pelo reaproveitamento da infraestrutura legada, virtualização e automação, com os conceitos de SDN – redes definidas por software e NFV – virtualização das funções da rede. “Para dar conta de novas aplicações, como o 5G, sem aumentar o custo da operação, é preciso pensar em redes abertas, virtualizadas e com automatização fim a fim.   A Nokia enxerga o mercado de acesso como redes inteligentes. Esse modelo inclui plataformas mais rápidas, capazes de aproveitar a infraestrutura existente e de oferecer uma melhor experiência para o usuário, independente da tecnologia utilizada”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como exemplo de grandes consumidores de serviços baseados em 5G, ele cita as indústrias, com robôs cada vez mais presentes em diversos segmentos, e os carros conectados. “Para atender mercados tão variados e com serviços cada vez mais personalizados, a arquitetura dependerá de alta largura de banda com velocidades simétricas, baixíssima latência e agilidade. Mais uma vez a automação e a virtualização serão fundamentais para implementar funções de rede sob demanda”.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h3>Casos de uso</h3>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.algartelecom.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Algar Telecom</a> começou a implantar GPON em 2012. Hoje, 14% da sua base total de banda larga, com aproximadamente 600 mil portas, é atendida pela tecnologia. A companhia tem uma rede de fibra óptica com 48,5 mil km de extensão, cobrindo mais de 300 cidades em oito estados do país.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Luis Antônio Andrade Lima, diretor de tecnologia da Algar Telecom, até o final de 2018, a empresa terá 300 mil homepass GPON, cobrindo 50% de sua planta de banda larga. “Por enquanto, o GPON atende as nossas necessidades. Mas o xGPOn é o caminho natural para a criação de redes de alta capacidade, com flexibilidade de alocação de recursos de banda e capilaridade para as futuras tecnologias, como o 5G”, diz o executivo, acrescentando que a companhia já iniciou testes com o xGPON e esta discutindo a viabilidade do XGS-PON para começar os trials. “O custo do XGS-PON ainda é inviável. Mas é uma questão de tempo para a tecnologia ganhar escala”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das estratégias da Algar Telecom é avançar no mercado corporativo. Nesse sentido, o xGPON e XGS-PON terão um papel importante para viabilizar os novos serviços. Lima dá como exemplo o SD-WAN, que leva a flexibilidade das redes definidas por software para a WAN. “Já iniciamos a implantação do SD-WAN e temos clientes ativos. O GPON e as suas evoluções vão garantir que esse e outros serviços possam ser entregues com qualidade e confiabilidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com 10 anos de atuação, a <a href="http://www.fibralink.net.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fibralink</a>, provedor de Internet, de Marabá, PA, utiliza tecnologia GPON em toda a sua infraestrutura de última milha. “A GPON deve atender as necessidades dos nossos assinantes por um bom tempo. A nossa infraestrutura já está preparada para xGPON”, comenta Rodrigo Barroso Gonçalves, diretor executivo da Fibralink.</p>
<p style="text-align: justify;">  A rede óptica da empresa tem mais de 1000 km de extensão e cobre as cidades de Marabá e Parauapebas. São quatro anéis Metro Ethernet de 40 Gbps, com 10 chassis e 16 placas GPON.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Fibralink oferece serviços de Internet banda larga para usuários residências e corporativos, com velocidades de 10, 15 e 20 Mbps, além de links dedicados sob consulta.</p>

		</div>
	</div>
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