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	<title>Conector óptico &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Conector óptico &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Fabricante de máquinas de fusão, Fiberfox quer conquistar o mercado brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 21:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
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					<description><![CDATA[Fabricante coreana de máquinas de fusão, clivadores, conectores e acessórios de telecomunicações, a companhia tem no seu DNA a inovação, com produtos de alta qualidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69810cd9d7813" data-id="69810cd9d7813" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Fabricante de máquinas de fusão, Fiberfox quer conquistar o mercado brasileiro</h1>

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			<h4>Conteúdo oferecido por <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.provitel.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Fiberfox</a>,</span> fabricante coreana de máquinas de fusão, clivadores, conectores ópticos e acessórios de telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Fabricante coreana de máquinas de fusão, clivadores, conectores e acessórios de telecomunicações, a <a href="http://www.fiberfox.co.kr/" target="_blank" rel="noopener"><u>Fiberfox</u></a> está empenhada em ganhar espaço no mercado brasileiro. “Produzimos máquinas com alinhamento tanto pelo núcleo (digital e analógico) quanto pela casca. Temos vários modelos, dos mais básicos aos mais sofisticados, inclusive para aplicações de alta densidade”, diz Sergio Park, responsável pelas vendas da FiberFox na América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">  Fundada em 2013, a companhia tem no seu DNA a inovação, com pesquisa e desenvolvimento de soluções. Park conta que a Fiberfox nasceu no distrito de Yuseong-gu, na cidade de Daejeon, onde fica o Daedeok Science Town, um polo de ciência e tecnologia criado em 1973 com diversas universidades e centros de pesquisas privados. Sua experiência começou com o desenvolvimento de placas de circuito impresso para detecção e microdetecção de imagem. A partir daí, a empresa passou a fabricar as máquinas de fusão, com tecnologia própria e usando seu know-how em engenharia de ponta de detecção e microdetecção.</p>
<p style="text-align: justify;">  Hoje, a fábrica tem capacidade de produzir 5,5 mil máquinas de fusão e 3 mil clivadores por ano. “Os equipamentos são robustos, ágeis e têm altíssima precisão. Em cada categoria, nossas máquinas são as menores e mais compactas do mercado”, garante Park, acrescentando que daí vem o nome da companhia, “escolhido em alusão à raposa, que é um animal de pequeno porte, ágil e inteligente”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Presente nos EUA, Europa, Índia e América Latina, a companhia já comercializou mais de 14 mil máquinas de fusão para mais de 300 clientes, incluindo operadoras, provedores de Internet, instaladores e empreiteiras. Na América Latina, a empresa conta com distribuidores no Brasil, México, Colômbia, Chile, Peru, Bolívia. Entre seus clientes estão a Claro, Telefónica (Movistar) e Entel.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para atender o mercado brasileiro, a Fiberfox elegeu a <a href="https://www.provitel.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><u>Provitel</u></a> como seu distribuidor exclusivo, que há mais de 30 anos fornece materiais e ferramentas para instalações elétricas e de telecomunicações. A empresa mantém estoque local para pronta entrega e oferece assistência técnica dos produtos em todo o país, com profissionais qualificados e treinados pela fabricante sul-coreana.</p>
<p style="text-align: justify;">  O carro-chefe por aqui é a máquina de fusão Mini 5C.  O equipamento conta com alinhamento pelo núcleo com zoom digital e a exclusiva tecnologia  DCID &#8211; Digital Core Image Detecting, com detecção digital da imagem do núcleo, garantindo emendas de alta performance, rápidas e com perdas típicas menor ou igual a 0,02 dB em fibras monomodo. Tem baterias com capacidade para 200 ciclos cada, tempo de fusão de 7 segundos no modo automático, contração de tubetes em 18 segundos e tela sensível ao toque tipo capacitiva de 4,3 polegadas, além de eletrodos para 3500 arcos ou mais.</p>
<p style="text-align: justify;">  É resistente a quedas de até 76 centímetros de altura e resistente à poeira e à água na classe IP52 . Como diferenciais, a máquina traz interface gráfica intuitiva em português e é fornecida com duas baterias, permitindo realizar em campo mais de 400 emendas. É portátil e pesa 1,5 kg com bateria.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já para concorrer com equipamentos de menor custo e para aplicações em última milha, a companhia oferece a Mini 3S. A máquina tem alinhamento por V-Groove ativo, pesa 1,3 kg (com bateria) e realiza emendas em 6 segundos e contração dos tubetes em 18 segundos. Também tem bateria com capacidade de 200 ciclos e alto rendimento e precisão, com perdas típicas menor ou igual a 0,03 dB em fibras monomodo.  “É um modelo mais básico, porém com um ótimo custo-benefício e altíssima qualidade”, acrescenta Park.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo ele, ainda no primeiro semestre deste ano a empresa deve lançar no Brasil a Mini  6S+, um modelo mais sofisticado com tecnologia de alinhamento pelo núcleo com sistema de análise e rastreamento automático do núcleo óptico (AOCAT &#8211; Automatic Optical Core Analysis &amp; Tracking System), para emendas de cabos de maior capacidade e criticidade como os de backbones.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como todos os modelos de máquinas de fusão da Fiberfox, a Mini 6S+ é leve (1,5 kg) e compacta (123 x 124 x 138 mm).   Assim como a mini 5C, ela é fornecida com duas baterias e realiza 400 emendas em campo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Todas as máquinas são compatíveis com conectores ópticos fusionados tipo SOC-Splice-on-connectors e fornecidas, de fábrica, com clivadores de alta precisão, maleta de transporte, manual do usuário, adaptador e cabos de alimentação, cabo USB, bateria e carregador veicular. Os modelos Mini 3S e Mini 5C têm garantia de dois anos. Já para a Mini 6S+ a garantia é de três anos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Park também ressalta a facilidade de uso dos produtos. “Numa rede aérea, por exemplo, a fusão pode ser feita no poste, já que é possível acomodar as máquinas em uma bolsa ou pendurá-las no corpo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Provitel está trabalhando com as principais operadoras brasileiras e todos os modelos já estão homologados pela OI e pela TIM, e em processo de homologação na Vivo, Algar e Claro.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além das grandes operadoras, a empresa tem como foco os provedores de Internet, empreiteiras e instaladores. “Queremos fortalecer a marca no Brasil e estamos empenhados em mostrar para o mercado a qualidade do nossos produtos”, completa Park.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Provitel também vai comercializar individualmente os clivadores de alta precisão Mini 50G+ e 50GB+, com corpos fabricados em metal, oferecendo mais estabilidade na clivagem e robustez.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Fusão em cabos de múltiplas fibras (ribbon)</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro destaque da Fiberfox é a máquina de fusão Mini 12R+. O produto é indicado para aplicações de alta densidade, como data centers, que usam cabos ribbon (de múltiplas fibras).</p>
<p style="text-align: justify;">  Com processo de alinhamento pela casca, a Mini 12R+ opera com cabos ópticos de até 12 fibras e realiza emendas em até 15 segundos e contração do tubete em 20 segundos. Suporta conectores MPO e MTP tipos SOC e conta com tecnologia de alta resolução para reconhecimento da fibra, o que reduz a chance de desalinhamento e seção de clivagem mal feita mesmo antes da emenda ser realizada. “Este modelo ainda tem a mais baixa perda típica da indústria (0,05 dB)”, garante Park.</p>
<p style="text-align: justify;">   A máquina já foi homologada no Brasil pela Rosenberger Domex, fabricante global de conectores de fibra óptica, RF, componentes e acessórios. Para testar o equipamento, a companhia usou cabos ópticos de 12 fibras com conectores MTP em ambos os lados para obter os valores de referência de perda de inserção e perda de retorno.  De acordo com Park, o resultado foi bastante satisfatório e a Mini 12 R foi aprovada com sucesso e sem restrições. A Provitel comercializa a máquina sob encomenda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Provitel – Tel. (11) 2239-1484</strong></p>
<p><strong>Site: <u><a href="https://bit.ly/Mini5C" target="_blank" rel="noopener">www.provitel.com.br </a></u>e <a href="http://www.fiberfox.co.kr/" target="_blank" rel="noopener"><u>www.fiberfox.co.kr</u></a></strong></p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto de engenharia de rotas: Outside plant para FTTx</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Celso Gonsales Saes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2019 18:52:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 18]]></category>
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					<description><![CDATA[A primeira tarefa para um projeto de engenharia de rotas é a coleta de todas as informações referentes ao local onde será construída a infraestrutura. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69810cd9d95b8" data-id="69810cd9d95b8" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Projeto de engenharia de rotas: Outside plant para FTTx</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong> Celso Gonsales Saes, diretor da Sirius Tecnologia</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Para conceituar, engenharia é a aplicação do conhecimento científico, econômico, social e prático com o intuito de inventar, desenhar, construir, manter e melhorar estruturas, máquinas, aparelhos, sistemas, materiais e processos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já matemática é a ciência do raciocínio lógico e abstrato, que estuda quantidades, medidas, espaços, estruturas, variações e estatísticas. Um trabalho matemático busca procurar por padrões, formular conjecturas e, por meio de deduções rigorosas a partir de axiomas e definições, estabelecer novos resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Conceituados os termos, torna-se claro que para qualquer planejamento ou execução é preciso um raciocínio matemático. Quando tratamos de “engenharia de rotas” o processo mental não é diferente. Ele envolve a absorção de todas as variantes concretas que incidem sobre o objeto de estudo proposto e as abstrações e hipóteses que permeiam o nosso pensamento.</p>
<p style="text-align: justify;">  Projetar a engenharia de uma infraestrutura de rotas é uma atividade cujo resultado é fruto das variantes envolvidas, portanto, único. Embora estejam presentes elementos predefinidos e de parâmetros próprios, a dinâmica da engenharia está na composição dessas variantes.</p>
<p style="text-align: justify;">  A primeira tarefa para projetar uma rota física é a coleta de todas as informações referentes ao local onde será construída a infraestrutura. Independentemente da rota ser subterrânea, aérea, submarina ou híbrida, os parâmetros de estudo são os mesmos com pequenas variações e peculiaridades.</p>
<p style="text-align: justify;">  Apenas para elucidar a proposição das ideias apresentadas, vamos nos referir a um tipo de infraestrutura de rotas subterrânea. Quais são as informações e parâmetros de estudo envolvidos e que devem ser considerados?</p>
<p style="text-align: justify;">  A área é pública ou privada? Existem infraestruturas coabitando algum dos espaços? Se a área for pública, que tipos de restrições estão implícitas? Existirá compartilhamento de rotas? Quem tem as concessões e qual o custo para o compartilhamento?</p>
<p style="text-align: justify;">  Estas são apenas algumas das variantes naturais. Mas as análises não ficam restritas apenas às questões técnicas. Ampliando a visão, observamos variantes mais abrangentes: Qual é a situação geopolítica do local da infraestrutura? Existem conflitos sociais ou sindicais? Quais são as exigências de segurança no trabalho? Existem fatores legais ou religiosos referentes a horários de trabalho? Qual é o índice pluviométrico da região? Como são os acessos públicos ao local do canteiro de obras? E muito mais&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">  Ai vem a pergunta: O que essas variantes aleatórias têm a ver com engenharia de rotas?</p>
<p style="text-align: justify;">  Todo projeto tem, no mínimo, os componentes de planejamento de recursos, cronograma de compras, cronograma de execução, lista de materiais, planilha de custos, memorial descritivo e método construtivo. Todas essas variantes, além de outras, têm um impacto direto em cada uma das partes do projeto. Quer um exemplo?</p>
<p style="text-align: justify;">  <em>“Supondo que as métricas do projeto apontem um cronograma de execução para a tarefa ‘abertura de vala em jardim’ para um trecho de 300 m, executado em três dias”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">  Você não observou os períodos de chuva na região ou o índice pluviométrico. Então, seguindo o cronograma, a empreiteira foi mobilizada alocando os profissionais, máquinas, materiais, logística, etc.. Ao iniciar os trabalhos, chove torrencialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para onde vai o cronograma? Qual é a demanda de trabalho para reorganizar a tarefa? Para onde vão os custos?</p>
<p style="text-align: justify;">  Veja um exemplo do ponto de vista técnico:</p>
<p style="text-align: justify;">  <em>“Supondo que, na situação anterior, sejam 20 m de vala em travessia pública por meio do método destrutivo. Toda documentação legal, alvarás dos órgãos públicos e logística para execução estão corretos. Vamos executar”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">  Porém, o projetista não averiguou o tipo de tráfego da via pública para mensurar a carga de peso sobre o piso em relação ao coeficiente de compactação do solo e, com isso, ele definiu um envelopamento dos dutos inadequado para proteger a tubulação e os cabos lançados. Na via há tráfego de caminhões pesados.</p>
<p style="text-align: justify;">  E agora? Para-se tudo e as equipes são desmobilizadas e todas as métricas recalculadas. É preciso alterar as tarefas do cronograma, novos trâmites de compra de materiais, aprovações, renegociações. Somam-se ainda as perdas e prejuízos, sansões contratuais, desgaste de imagem, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para onde vai o cronograma? Para onde vão os custos? Sem falar das questões humanas envolvidas, como moral das equipes de trabalho, relações comercias entre as partes, credibilidade profissional e nível de satisfação.</p>

		</div>
	</div>

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			<h3 style="text-align: justify;">Direcionando o foco da engenharia de rotas para o FTTx</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Não por acaso, as peculiaridades das fibras ópticas trazem ao cenário da engenharia de rotas para FTTx outra gama de variantes que deve ser incluída no processo mental de criação que permeia o raciocínio do projetista. Embora a engenharia de rotas, de uma forma geral, tenha os seus padrões, normas e métricas, ela está submetida e vinculada aos padrões, normas e métricas de “para o que” a infraestrutura visa dar acesso, no caso “cabos e outros elementos ópticos”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O estudo técnico é aplicado agora com foco nas características e métricas dos elementos da rota. Sabemos, por exemplo, que a fibra óptica é imune a interferências eletromagnéticas, porém a sua “kriptonita” é a umidade. O fato das moléculas da água causarem efeitos ópticos não lineares como o espalhamento, por exemplo, comprometem consideravelmente as atenuações do enlace, gerando perdas que inviabilizam a utilização do segmento e exigindo manutenção.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim, deveríamos projetar uma infraestrutura de dutos de policloreto de vinila, considerando o seu baixo custo para cabos ópticos?</p>
<p style="text-align: justify;">  O dutos de PVC e de CPVC são materiais desenvolvidos preferencialmente para conduzirem líquidos internamente, com tolerância às variações de temperatura ente 43℃ e 82℃ de pico entre os tipos. Sua composição é de 57% de cloro (sal marinho) e outros 43% de hidrocarbonetos do petróleo (eteno ou etileno). Quando este tipo de duto for enterrado, é saudável para o aproveitamento de sua vida útil que ele permaneça com água em seu interior. Se estiver seco por muito tempo, as variações de temperatura do solo e alguns outros fatores podem causar alguma corrosão e rachaduras, em especial no PVC, propiciando a entrada de umidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  A pequena diferença de temperatura do cabo em contato com essa umidade penetrante pode condensar e gerar gotas de água no duto. Escorrendo para uma emenda ou conector, nascem os problemas. Use PEAD.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sabemos que as rotas físicas são compostas de valas em jardim, calçadas e travessias. Além das valas onde são assentados os dutos, há outros elementos de engenharia civil utilizados nestas infraestruturas que são as caixas de passagem, de emenda, de conexão, galerias, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">  Posso adquirir caixas comuns de medidas padrão no mercado? Posso construir as caixas de alvenaria? Como são os drenos e furos? Existem ferragens apropriadas? Quantos cabos irão atravessar a caixa? Que sobras serão armazenadas na caixa para cada cabo? Até que ponto, podemos aumentar a distância entre as caixas para economizar recursos?</p>
<p style="text-align: justify;">  A característica principal das fibras ópticas quanto ao seu manuseio é o índice de seu “raio de curvatura”. Excetuando as tecnologias atuais, que proporcionam raios de curvatura mínimos para determinadas aplicações, os cabos utilizados em rotas externas, outside plant, (normalmente fibras multimodo ou monomodo) possuem a indicação do mínimo raio de curvatura e quando não, assume-se por segurança que esse raio seja pelo menos de 15 x o diâmetro do cabo. Esse tipo de informação incide diretamente nas dimensões das caixas de passagem e emenda óptica voltadas para o FTTx.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  A partir apenas destes detalhes apontados, as caixas de passagem devem:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff; font-size: 28px; font-family: 'Yanone Kaff Bold';"><em><strong>1</strong></em></span> &#8211; Obedecer às métricas de largura, comprimento e altura que permitam a fixação de degraus e suportes, em seu interior para o enrolamento das sobras, sem ultrapassar o raio de curvatura dos cabos de fibras ópticas, evitando os “micro/macro bends”, com altura suficiente para o acesso de pessoas e para acomodação de degraus e suportes distantes do base da caixa e do dreno.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff; font-size: 28px; font-family: 'Yanone Kaff Bold';"><em><strong>2</strong></em></span>&#8211; Ser feitas de concreto armado para que não sofram assoreamento interno por ruptura de paredes de alvenaria. O berço da caixa de passagem/emenda deve obedecer às profundidades e às cotas de camadas de matérias que compõe o escoamento natural (areia, brita, etc.) para não acumular água de chuva em seu interior. As entradas e saídas de dutos precisam ainda estar mais altos na caixa.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff; font-size: 28px; font-family: 'Yanone Kaff Bold';"><em><strong>3</strong></em></span> &#8211; Em caso de caixas de emenda óptica, a largura deve ser superior as das caixas de passagem, por conta da instalação de FOSC &#8211; Fiber Optic Splice Closure e outros dispositivos de conexão de fibra nas laterais FT &#8211; Fiber Terminal), sem impedir o acesso de pessoas. A distância entre as caixas é calculada conforme a somatória dos feixes de cabos que serão lançados entre os vãos, respeitando as tensões de puxamento dos cabos, de acordo com o peso por metro quadrado. A tração e o puxamento dos cabos devem ser, preferencialmente, executados por máquinas e engates próprios &#8211; cerca de 90% das curvaturas em cabos de fibras ópticas ocorrem por conta de manuseio inadequado no momento de seu lançamento.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Conclusão</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Chamo a atenção dos CEOs, gerentes, projetistas e instaladores para o aprimoramento de seus conhecimentos específicos do universo FTTx para obterem resultados melhores e mais racionais em seus projetos e desafios.</p>
<p style="text-align: justify;">  Todas as tecnologias que sinalizam o futuro das telecomunicações apontam para as redes ópticas passivas. Cidades inteligentes, 5G, indústria 4.0, IoT, holografia e muito mais.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>R&#038;M apresenta estudo sobre conector óptico paralelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2018 22:22:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Conectividade óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Conector MPO]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo conector óptico trará benefícios à instalação, operação e manutenção de infraestruturas de fibras ópticas passivas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69810cd9dbd4b" data-id="69810cd9dbd4b" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>R&amp;M apresenta estudo sobre conector óptico paralelo</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A suíça R&amp;M, fornecedora de sistemas de cabeamento para infraestrutura de rede, apresentou um estudo sobre o desenvolvimento de um conector óptico paralelo com tecnologia de feixe expandido. Denominado <a href="https://www.rdm.com/sites/QXB" target="_blank" rel="noopener noreferrer">QXB</a>, o conector óptico conta com lentes de sílica fundida responsáveis ​​pela transmissão de luz entre as fibras ópticas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A R&amp;M pesquisa a tecnologia de feixe expandido em conjunto com a Data Speed ​​Control GmbH, provedor global de serviços de data center, da Alemanha. &#8220;A tecnologia de feixe expandido traz benefícios à instalação, operação e manutenção de infraestruturas de fibras ópticas passivas&#8221;, explica o Thomas Wellinger, gerente de mercado de data centers da R&amp;M e líder do estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">  As lentes feitas de sílica fundida de alta pureza e com revestimento antirreflexo eliminam a necessidade de contato físico entre as extremidades das fibras ópticas. Elas formam uma matriz na face final do conector e uma lente é atribuída para cada fibra. O feixe pode ser aumentado em 16 vezes e até sete vezes com fibras ópticas multimodo e monomodo, respectivamente. &#8220;Com o desenvolvimento das lentes de sílica fundidas, estamos realmente ampliando os limites físicos da conectividade óptica&#8221;, completa Wellinger.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nas conexões ópticas convencionais, as molas pressionam com força as extremidades das fibras. Esta é a única maneira de trocar os sinais de luz com perda mínima de atenuação. As superfícies de contato devem estar livres de poeira e alinhadas ao micrômetro exato. Com o QXB essas exigências ficam no passado. A limpeza das superfícies de contato é desnecessária, pois os sinais de luz são transmitidos sem nenhum contato físico.</p>
<p style="text-align: justify;">  O conector óptico QXB é inserido no adaptador sem qualquer força, independentemente do número de fibras. Isso alivia o manuseio e tira a pressão da caixa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Inspeções visuais e a busca demorada por erros de transmissão também ficam para trás. Com o conector óptico instalado e testado, os valores medidos de uma conexão permanecem estáveis, mesmo se ele estiver desconectado ou for conectado novamente várias vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">  O QXB é similar a um conector MPO. Pode ser projetado com 12, 24 e 32 fibras paralelas. Os conectores MPO precisam ser completamente removidos, se uma fibra individual tiver que ser limpa ou testada. Todos os links estão offline. O desempenho dos links MPO pode ser afetado negativamente pela conexão e desconexão. &#8220;Você simplesmente não tem esse problema com o QXB, já que as redes funcionam de maneira muito mais confiável”, completa Wellinger.</p>
<p style="text-align: justify;">  A R&amp;M ainda destaca benefícios de despesas operacionais. &#8220;O QXB facilitará consideravelmente o trabalho da infraestrutura e dos gerentes de SAN em data centers hiperescala e grandes centros de dados corporativos&#8221;, conclui Wellinger.</p>

		</div>
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