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	<title>Contêiner &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Contêiner &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Containers: Entenda por que até 2025 essa tecnologia estará em 85% das empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 21:51:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 50]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
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					<description><![CDATA[As aplicações de contêineres, ou “containers”, implementadas e gerenciadas por meio de uma plataforma de orquestração como o Kubernetes, desempenharão um papel fundamental na evolução da TI ao longo da próxima década.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fccc795f4b6" data-id="69fccc795f4b6" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Containers: Entenda por que até 2025 essa tecnologia estará em 85% das empresas</h1>

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			<h4>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A TI está em meio a uma mudança profunda porque quase tudo que envolve a maneira como as empresas entregam e criam aplicações se tornou novidade. Essa transformação digital pode ser caracterizada por três elementos principais. Em primeiro lugar, vem a digitalização de processos dentro das empresas e para fora, aos clientes e parceiros. Segundo, é fortemente influenciada pelo uso dos recursos da nuvem ou de modelos operacionais semelhantes. Em terceiro lugar, a maneira como o desenvolvimento de aplicações ocorre também está mudando para um modelo de integração e implementação contínuas, que permitem mudanças frequentes nos processos interativos.</p>
<p style="text-align: justify;">  No ápice desses três elementos está a conteinerização, que reúne a capacidade de construir aplicações em um modelo de desenvolvimento contínuo, independente, altamente escalável e portátil, ao mesmo tempo em que granular em relação aos componentes de serviços que são capazes de encapsular.</p>
<p style="text-align: justify;">  As aplicações de contêineres, ou “containers” implementadas e gerenciadas por meio de uma plataforma de orquestração como o Kubernetes, desempenharão um papel fundamental na evolução da TI ao longo da próxima década. De acordo com o Gartner, 85% das empresas executarão “containers” na produção até 2025, acima da marca de 35% registrada em 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os contêineres podem ser executados em uma densidade muito maior do que as tradicionais cargas de trabalho virtuais, o que significa que menos servidores são necessários. Isso tem o efeito indireto de reduzir os custos de licenciamento e, principalmente, os requisitos de energia. Por esses motivos, a conteinerização começa a sustentar iniciativas de redução de custos e business cases mais amplos, permitindo que as empresas visem 25% a 40% das aplicações como ponto comum de partida.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas e o armazenamento, proteção de dados, backups, snapshots, replicação, alta disponibilidade e recuperação de desastres? São vitais para a infraestrutura de aplicações de uma empresa, mas podem ser um desafio em operações em “containers”. Antes de buscar maneiras de resolver isso, é preciso entender por que os “containers” são tão importantes e como eles funcionam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Implementação ágil</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Digamos que o negócio principal de uma empresa esteja centrado em lançamentos frequentes de produtos com picos rápidos de demanda e requisitos de análise de acompanhamento. Pode ser uma operação de sistemas de ingressos, por exemplo, com picos repentinos e maciços nas vendas. As aplicações construídas tradicionalmente em uma arquitetura de três camadas (cliente-servidor-base de dados) seriam lentas para implementar, não escalariam bem e não suportariam altos níveis de demanda. Os “containers” surgiram justamente para lidar com essa situação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso ocorre porque eles encapsulam os inúmeros componentes de uma aplicação, o que significa que muitos desses microsserviços são reutilizáveis conforme novas aplicações são desenvolvidas, e podem se multiplicar rapidamente para atender às necessidades de dimensionamento. Além disso mantêm toda a conectividade da API e podem ser portados para vários ambientes operacionais. Assim, por exemplo, esse aumento repentino na demanda de ingressos pode ser acomodado pela reprodução rápida de instâncias de serviços em container interconectadas e se espalhar rapidamente em vários data centers, inclusive na nuvem pública.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em simples explicação, os fundamentos técnicos dos “containers” se resumem em uma forma de virtualização. Ao contrário dos servidores virtuais, são executados diretamente no sistema operacional do host e sem um hypervisor intermediário (monitor da máquina virtual). Isso significa que se tornam uma VM muito mais granular e leve que geralmente fornece componentes discretos de toda a aplicação, conectados por código, ou seja, APIs.</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora não haja hypervisor e sobrecarga consequente, os “containers” se beneficiam de uma camada de orquestração, fornecida por ferramentas como o Kubernetes, que organiza um ou mais “containers” em execução em pods, cada um com seu código, tempo de execução, dependências, chamadas de recursos. A inteligência para executar pods fica acima deles em um ou mais clusters do Kubernetes.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O desafio de armazenamento e backup do Kubernetes</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Um dos maiores desafios a serem superados com o Kubernetes é o armazenamento e a proteção de dados. As raízes do problema remontam à origem dos “containers”, que originalmente deveriam ser executados em um laptop de desenvolvedores como uma instância efêmera e para os quais o armazenamento persistia apenas enquanto o container fosse executado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Conforme os “containers” se tornaram uma abordagem corporativa convencional para o desenvolvimento de aplicações, isso simplesmente não funcionaria. A maioria das aplicações corporativas são stateful, que criam, interagem e armazenam dados. Portanto, quem quer implementar “containers” com armazenamento de classe empresarial e proteção de dados precisa analisar um conjunto de soluções emergentes no mercado.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O que buscar ao adotar a tecnologia de “container”?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Um ponto importante é que qualquer solução de armazenamento Kubernetes deve ser nativa de container. Isso significa que os próprios requisitos de armazenamento de uma aplicação são implementados como microsserviços em “containers” nos quais os requisitos de provisionamento, conectividade e desempenho são escritos como código, com todo o dinamismo e agilidade que isso implica. Isso contrasta com outros métodos – como CSI ou Container Storage Interface – que dependem de drivers codificados para armazenamento alocado em “containers”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Enquanto isso, uma plataforma de armazenamento Kubernetes nativa de “container” definida por software deve fornecer acesso ao armazenamento de blocos, files e objetos, além de usar o armazenamento em nuvem. Com isso, deve emular as principais características e benefícios da conteinerização e do Kubernetes. Isso significa que os dados devem ser tão portáteis quanto a aplicação em container, precisam ser dimensionados de forma autônoma e gerenciados por meio de um plano de controle comum.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando se trata de proteção de dados, esse produto deve fornecer os principais métodos de proteção, incluindo backups e snapshots, replicação síncrona e assíncrona e funcionalidade de migração. Novamente, isso deve permitir a nuvem como origem ou destino nessas operações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para lidar com a escalabilidade dos ambientes Kubernetes, a solução deve ser capaz de gerenciar clusters, nós e “containers” que são executados em centenas, milhares e centenas de milhares, respectivamente, com capacidade de armazenamento gerenciável em dezenas de petabytes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por fim, deve ser inteligente, com gerenciamento automatizado baseado em regras que, por exemplo, cria, replica e exclui “containers”, conforme determinado por gatilhos de monitoramento predefinidos, além de provisionar e redimensionar o armazenamento conforme necessário. E então, depois de encontrar e implementar uma solução que atenda a todas essas caixas, fica claro por que 85% das empresas confiarão nessa tecnologia até 2025.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Orquestração de contêineres em nuvem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 22:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 44]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Contêiner]]></category>
		<category><![CDATA[Máquinas virtuais]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestração]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
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					<description><![CDATA[A orquestração de contêineres traz muitos benefícios associados a alguns desafios interessantes para os times de operação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fccc7960b1d" data-id="69fccc7960b1d" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Orquestração de contêineres em nuvem</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">A popularidade das plataformas de conteinerização de aplicações segue crescendo ano após ano e vem se tornando um padrão para a entrega de aplicações distribuídas. A orquestração de contêineres traz muitos benefícios associados a alguns desafios interessantes para os times de operação.</h2>

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			<h4>Guilherme Belinelo, CTO da dataRain Consulting</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A popularidade das plataformas de conteinerização de aplicações segue crescendo ano após ano e vem se tornando um padrão para a entrega de aplicações distribuídas. A orquestração de contêineres, ou “containers” se você preferir a grafia em inglês como um neologismo, assim como usaremos neste breve artigo, tem trazido muitos benefícios associados a alguns desafios interessantes para os times de operação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, para compreender o motivo desta popularização, vamos antes entender que, por ter um sistema operacional como base, compartilhado entre os diferentes containers, a plataforma de conteinerização consegue fazer melhor uso do hardware ao evitar o overhead do SO. Isso difere do caso tradicional de máquinas virtuais para as quais é necessário subir o sistema operacional inteiro sobre um hypervisor para só então poder rodar suas aplicações em cima.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro aspecto bastante interessante é que o container já promove, nativamente, o conceito de microsserviço, no qual cada container executa uma tarefa especializada, reduzindo significativamente seu “footprint” e melhorando as características de alta disponibilidade e segurança do cluster como um todo.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Porém, nem tudo traz consigo apenas os “prós” e precisamos levar em conta também alguns “contras” da abordagem de arquiteturas baseadas em containers. Um bastante importante é o “container sprawl” (espalhamento de containers) – sim, do mesmo jeito que acontecia com as VMs (máquinas virtuais) –, que, dado à facilidade com que é criado, permite que as áreas usuárias lancem diversos deles, levando quase sempre a um aumento muito rápido do número de containers a ser gerenciado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso traz dificuldade de como trabalhar com os containers em escalas corporativas. Nesse momento, as ferramentas de orquestração aparecem para resgatar os SysAdmins e colocam (alguma) ordem na bagunça, podendo ser separadas em basicamente em dois grupos:</p>
<p>• Ferramental de orquestração não gerenciado (ou “self hosted”).</p>
<p>• Ferramental de orquestração gerenciado.</p>
<p style="text-align: justify;">  No caso das soluções não gerenciadas, você fica responsável por cuidar de todos os aspectos relacionados a subir e manter o cluster, com atividades de administração, atualizações de software, implementação de alta disponibilidade e escalabilidade, suporte técnico avançado (N2 e N3), gerenciamento da segurança e aderência a requisitos de conformidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por outro lado, se não é necessário acesso pleno ao control plane — máquinas “master&#8221; que gerenciam as cargas de trabalho em nós, “workers” — e você pode optar pelas soluções de orquestração mais comuns de mercado, por exemplo o Kubernetes, as soluções gerenciadas em cloud são geralmente o melhor o caminho a ser seguido.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com o provisionamento da infraestrutura em poucos minutos, guiados por “wizards” automáticos, você pode se preocupar mais com a arquitetura dos seus containers, microsserviços e comunicação entre eles, do que com a infraestrutura que fica por baixo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por esta razão, o rápido desenvolvimento e adoção do Kubernetes resultaram em muitas implementações diferentes do aplicativo. A CNCF &#8211; Cloud Native Computing Foundation lista atualmente mais de 90 ofertas certificadas do Kubernetes. Para garantir alguma consistência entre as plataformas, a CNCF se concentra em três princípios fundamentais”</p>
<p>• Consistência: a capacidade de interagir de forma consistente com qualquer instalação do Kubernetes.</p>
<p>• Atualizações oportunas: os fornecedores devem manter as versões atualizadas, pelo menos anualmente.</p>
<p>• Confirmabilidade: Qualquer usuário final pode verificar a conformidade usando o Sonobuoy.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esses são os requisitos básicos para a CNCF quando se trata de Kubernetes, mas os provedores de nuvem têm ecossistemas tão ricos que provavelmente haverá discrepâncias mais significativas. Continuamos a examinar os muitos recursos e limitações atuais dos serviços Kubernetes gerenciados dos três maiores provedores de nuvem:</p>
<p>• Serviço EKS &#8211; Elastic Kubernetes da Amazon.</p>
<p>• Serviço AKS &#8211; Azure Kubernetes da Microsoft.</p>
<p>• GKE &#8211; Kubernetes Engine do Google.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os serviços de container da Amazon e do Azure são relativamente semelhantes. O ECR &#8211; Elastic Container Registry, da Amazon, é um serviço pago em camadas, que fornece um SLA com suporte financeiro e um serviço gratuito de digitalização de imagens e recursos como tags de imagem imutáveis. O ACR &#8211; Azure Container Registry, do Azure, também é um serviço pago em camadas, que fornece um SLA com suporte financeiro e serviço de digitalização de imagens pago, com o scanner Qualys e recursos como assinatura de imagem, marcas imutáveis ​​e bloqueio de imagens e repositórios.</p>
<p style="text-align: justify;">  O ECR atualizou recentemente a capacidade de seu registro. Com a mudança de ECRs para suportar regiões e contas cruzadas, os usuários não precisam configurar e gerenciar a redundância entre zonas como faziam anteriormente. O preço do Azure é uma taxa de uso diário e com base na quantidade de armazenamento necessária, mas não cobra pela largura de banda da rede. A Microsoft também oferece redundância geográfica como parte de seu plano premium.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por fim, o Google concluiu sua mudança de seu registro de contêiner existente, o Google Container Registry, para um produto Artifact Registry completo. A empresa optou por se concentrar em mais formatos de imagem suportados, digitalização de imagem integrada e autorização binária para uma oferta mais segura.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Guia rápido para desbravar o universo do Kubernetes</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/guia-rapido-para-desbravar-o-universo-do-kubernetes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=guia-rapido-para-desbravar-o-universo-do-kubernetes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo de Godoy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2021 16:58:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 40]]></category>
		<category><![CDATA[Contêiner]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Kubernetes]]></category>
		<category><![CDATA[On-premise]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de dar os primeiros passos para o universo do Kubernetes, é preciso conhecer todos os elementos relacionados e entender como eles se complementam para resultar em uma orquestração perfeita.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-size: 12px;"><strong>Foto crédito: bangoland</strong></span></p>

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			<h1>Guia rápido para desbravar o universo do Kubernetes</h1>

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			<p><strong>Paulo de Godoy, country manager da Pure Storage no Brasil</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Cerca de US$ 1,5 bilhão é o montante que o mercado de softwares de infraestrutura de contêiner deve movimentar em 2022, segundo a IDC. O cenário não poderia ser diferente. Os contêineres e o Kubernetes estão por trás de todo o processo inovador relacionado à arquitetura e execução das aplicações modernas para aumentar a eficiência da TI. Muitas empresas simplesmente não sabem como iniciar essa jornada, então antes de dar os primeiros passos, é preciso conhecer todos os elementos relacionados e entender como eles se complementam para resultar em uma orquestração perfeita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Quem é quem na fila da conteinerização</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As aplicações nativas da nuvem são projetadas para operar de forma semelhante à cloud, seja na nuvem pública ou on-premise, e a implementação e manutenção delas podem ser realizadas com mais rapidez e movidas entre diferentes ambientes com facilidade. Elas são geralmente compostas por microsserviços e são empacotadas em contêineres.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os microsserviços são as funções individuais dentro de uma aplicação e formam a base de uma nova abordagem para essa arquitetura. Eles permitem que as equipes de TI criem e executem as aplicações de forma muito mais simplificada e rápida, provando que essa é uma tendência para empresas de todos os portes, desde as pequenas até as mais complexas, principalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">  O contêiner é uma unidade de software padrão que isola um processo, ou seja, “empacota” o código e todas as suas dependências para que uma aplicação seja executada de forma rápida e confiável, de um ambiente para outro, seja na máquina local, on-premise ou na nuvem. Ele facilita a implementação das aplicações baseadas na nuvem trazendo eficiência para a execução das aplicações fragmentadas com alto nível de escalabilidade e fluidez e sobrecarga mínima. Além disso, contém todas as informações necessárias para executá-las em pacotes gerenciáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quem gerencia esses pacotes, claro, são os Kubernetes. Ele cria uma orquestração automatizada capaz de literalmente gerenciar a “saúde” dos contêineres, conciliando todos esses fragmentos de aplicações para montar uma nova aplicação composta ou eliminar e substituir, tudo conforme a necessidade.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-69fccc796385a" data-id="69fccc796385a" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fccc7963c72" data-id="69fccc7963c72" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h3 style="text-align: justify;">A importância da centralização dos dados</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Os dados estão nos holofotes dos negócios modernos e os maiores players digitais do mercado estão utilizando uma nova pilha nativa da nuvem para transformar esses dados em insights e valor. A nova pilha inclui um novo conjunto de aplicações, que vão desde as que analisam dados de streaming em tempo real e indexam grandes quantidades de dados para pesquisa, até as que treinam algoritmos de machine learning em conjuntos de dados cada vez maiores. E, sem dúvidas, toda essa revolução da nuvem está sendo impulsionada por uma combinação de contêineres e Kubernetes.</p>
<p style="text-align: justify;">Os contêineres trazem eficiência para a execução de aplicações fragmentadas em altos graus de escalabilidade e fluidez com sobrecarga mínima, enquanto o Kubernetes cria uma orquestração automatizada capaz de literalmente gerenciar a saúde dos contêineres, conciliando todos esses fragmentos de aplicações para montar uma nova aplicação composta, eliminando e substituindo, tudo conforme a necessidade.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Microsserviços e contêineres:  O match perfeito</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Você se lembra quando foi a última vez que recebeu uma notificação de manutenção de um serviço de streaming avisando que o acesso estará indisponível? Não, porque isso não acontece. Nunca é um bom momento para atualizar esses serviços porque sempre tem milhões de pessoas assistindo ou ouvindo alguma coisa. O conceito dos microsserviços é baseado em quebrar uma aplicação em partes menores que se comunicam por meio de APIs, para que cada parte possa ser atualizada de forma independente. Ou seja, se um streaming precisa atualizar uma funcionalidade de redefinição de senha, por exemplo, não é necessário interromper o acesso e tanto desenvolvedores quanto usuários são muito gratos por isso.</p>
<p style="text-align: justify;">  Agora que ficou claro que os microsserviços vieram para ficar e dar suporte às aplicações do futuro, é preciso refletir em que tipo de ambiente devem ser executados – e são os contêineres. Eles apresentam um ambiente leve e consistente para microsserviços, que podem acompanhar a aplicação desde a área de trabalho do desenvolvedor até o teste e a implementação final. Além disso, os contêineres podem ser executados em máquinas físicas ou virtuais e são iniciados em segundos ou até milissegundos, ainda mais rápido do que as máquinas virtuais.</p>
<p style="text-align: justify;">  É fundamental buscar uma solução que forneça os serviços de dados nativos do Kubernetes que são essenciais para as aplicações nativas da nuvem e também para as aplicações tradicionais, já que elas não vão desaparecer tão cedo. Isso significa fornecer serviços de armazenamento em bloco, file e objeto, em múltiplas classes de desempenho, provisionados sob demanda conforme o Kubernetes exige, além do acesso instantâneo aos dados, proteção contra todos os tipos de falhas, capacidade de mover dados entre nuvens e até mesmo de e para a borda. Isso tudo independentemente do destino da aplicação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em meio ao turbilhão de novas tecnologias, muitos líderes buscam a receita para o sucesso das empresas modernas. Não existe uma receita, mas o Kubernetes definitivamente se tornou o molho especial “não tão secreto” para impulsionar essas transformações.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cloud edge computing: Além do data center</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lenildo Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Jun 2019 15:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 16]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[Computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Contêiner]]></category>
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		<category><![CDATA[WAN]]></category>
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					<description><![CDATA[O cloud edge computing oferece recursos de computação em nuvem, bem como um ambiente de serviços de TI na borda de uma rede.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fccc79650a5" data-id="69fccc79650a5" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Cloud edge computing: Além do data center</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Lenildo Morais &#8211; Mestre em ciência da computação pelo Centro de Informática da UFPE &#8211; Universidade Federal de Pernambuco</strong></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Por mais de uma década, a computação em nuvem centralizada foi considerada uma plataforma padrão de entrega de TI. Embora a computação em nuvem seja onipresente, os requisitos emergentes e as cargas de trabalho estão começando a expor as suas limitações. Com a sua forte visão centrada no data center, onde os recursos de computação e armazenamento são relativamente abundantes e centralizados, pouco ou nenhum pensamento foi dado à otimização do hipervisor de suporte e da pegada da plataforma de gerenciamento.</p>
<p style="text-align: justify;">  Poucos desenvolvedores de nuvem consideraram seriamente os requisitos necessários para suportar nós com recursos restritos acessíveis apenas em conexões de rede não confiáveis ​​ou com largura de banda limitada; ou pensavam nas necessidades de aplicativos que exigem alta largura de banda, baixa latência e capacidade de computação em vários sites.</p>
<p style="text-align: justify;">  Novos aplicativos, serviços e cargas de trabalho exigem cada vez mais um tipo diferente de arquitetura, construído para suportar diretamente uma infraestrutura distribuída. Novos requisitos de disponibilidade e capacidade de nuvem em sites remotos são necessários para as exigências atuais (análise de dados de varejo, serviços de rede) e as inovações de amanhã (cidades inteligentes). A maturidade, robustez, flexibilidade e simplicidade da nuvem agora precisam ser estendidas em vários sites e redes para lidar com as demandas em evolução.</p>
<p style="text-align: justify;">  Recentemente, as empresas começaram a aplicar a administração simplificada e a flexibilidade das arquiteturas de computação em nuvem a infraestruturas distribuídas que abrangem vários sites e redes. As organizações têm uma necessidade emergente de usar os recursos de nuvem nas WAN e em implantações cada vez menores na borda da rede. Embora essa abordagem esteja em seus primórdios, está ficando claro que muitos casos e cenários de uso emergentes se beneficiariam de arquiteturas distribuídas.</p>

		</div>
	</div>

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	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>O que é a computação cloud edge?</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Existem muitas definições sobrepostas e às vezes conflitantes de computação de borda. Mas, para os nossos propósitos, a visão mais madura da computação de ponta é que ela oferece aos desenvolvedores de aplicativos e provedores de serviços recursos de computação em nuvem, bem como um ambiente de serviços de TI na borda de uma rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  O objetivo é fornecer computação, armazenamento e largura de banda muito mais próximos das entradas de dados e/ou usuários finais. Um ambiente de computação de borda é caracterizado por latência potencialmente alta entre todos os sites e largura de banda baixa e não confiável &#8211; juntamente com recursos de entrega de serviços distintos e funcionalidades de aplicativos que não podem ser atendidas com um pool de recursos centralizados em data centers distantes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ao mover algumas ou todas as funções de processamento para mais perto do usuário final ou ponto de coleta de dados, a computação em nuvem pode atenuar os efeitos de sites amplamente distribuídos, minimizando o efeito da latência nos aplicativos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A computação de borda surgiu pela virtualização de serviços de rede em WANs, afastando-se do data center. Os casos de uso iniciais foram motivados pelo desejo de promover uma plataforma flexível e ferramentas simples.</p>
<p style="text-align: justify;">  À medida que surgem novos recursos de computação de borda, vemos um paradigma em mutação para a computação &#8211; que não é mais necessariamente limitado pela necessidade de construir centros de dados centralizados. Em vez disso, para determinados aplicativos, a computação em nuvem leva as lições da virtualização e da cloud e cria a capacidade de ter potencialmente milhares de nós distribuídos massivamente que podem ser aplicados a diversos casos de uso, como IoT industrial ou até mesmo redes de monitoramento distantes para rastrear o uso de recursos hídricos em tempo real em milhares ou milhões de locais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Muitas capacidades proprietárias e de código aberto de computação de borda já existem sem depender da nuvem distribuída &#8211; alguns fornecedores se referem a isso como “borda do dispositivo”. Componentes dessa abordagem incluem elementos como gateways IoT ou dispositivos NFV. Porém, cada vez mais, os aplicativos precisam da versatilidade da nuvem no limite, embora as ferramentas e arquiteturas necessárias para a construção de infraestruturas de borda distribuída ainda estejam engatinhando. Nossa visão é que o mercado continuará a exigir melhores recursos para a computação em nuvem. Os recursos de computação de borda incluem, mas não estão limitados a:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Um paradigma operacional consistente em diversas infraestruturas.</li>
<li>A capacidade de executar em um ambiente massivamente distribuído (pense em milhares de locais globais).</li>
<li>A necessidade de fornecer serviços de rede para clientes localizados em locais remotos distribuídos globalmente.</li>
<li>Requisitos de integração de aplicativos, orquestração e entrega de serviços.</li>
<li>Limitações de hardware e restrições de custo.</li>
<li>Conexões de rede limitadas ou intermitentes.</li>
<li>Métodos para endereçar aplicativos com requisitos rígidos de baixa latência (realidade aumentada/realidade virtual, voz e assim por diante).</li>
<li>Geofencing e requisitos para manter dados confidenciais locais.</li>
</ul>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Uma exploração mais profunda das considerações sobre a cloud edge</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A &#8220;borda&#8221; da computação de borda se refere à periferia de um domínio administrativo, o mais próximo possível de fontes de dados ou usuários finais. Este conceito se aplica a redes de telecomunicações, a grandes empresas com pontos de presença distribuídos, como o retalho, ou a outras aplicações, em particular no contexto da IoT.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das características da computação de borda é que o aplicativo é fortemente associado à localização da borda. Para as telecomunicações, &#8220;a borda&#8221; se referiria a um ponto próximo ao usuário final, mas controlado pelo provedor, potencialmente tendo alguns elementos de cargas de trabalho em execução nos dispositivos do usuário final. Para grandes empresas, “o limite” é o ponto em que o aplicativo, serviço ou carga de trabalho é usado (por exemplo, uma loja de varejo ou uma fábrica). Para os propósitos desta definição, a borda não é um dispositivo final com capacidade extremamente limitada para suportar até mesmo uma arquitetura de nuvem mínima, como um dispositivo IoT ou de sensor. Esta é uma consideração importante, porque muitas discussões sobre computação de borda não fazem essa distinção.</p>
<p style="text-align: justify;">   A computação de borda é semelhante à computação de data center onde:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Inclui recursos de computação, armazenamento e rede.</li>
<li>Seus recursos podem ser compartilhados por muitos usuários e muitos aplicativos.</li>
<li>Beneficia da virtualização e abstração do pool de recursos.</li>
<li>Beneficia da capacidade de alavancar hardware de commodity.</li>
<li>Utiliza APIs para suportar a interoperabilidade.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">   A computação de borda difere da computação em grandes data centers onde:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Os sites de borda são o mais próximo possível dos usuários finais. Eles melhoram a experiência em alta latência e conexões não confiáveis.</li>
<li>Pode exigir hardware especializado, como plataformas GPU / FPGA para funcionalidades de realidade aumentada/realidade virtual.</li>
<li>O edge pode ser dimensionado para um grande número de sites, distribuídos em locais distintos.</li>
<li>A localização de um site de borda e a identidade dos links de acesso que ele encerra são significativas. Um aplicativo que precisa ser executado perto de seus usuários precisa estar na parte certa da borda. É comum que o local do aplicativo seja importante na computação de borda.</li>
<li>Todo o pool de sites pode ser considerado dinâmico. Devido a sua separação física, os sites de borda serão, em alguns casos, conectados entre si e o núcleo com conexões WAN. Os sites de borda ingressarão e sairão do pool de infraestrutura ao longo do tempo.</li>
<li>Os sites de borda são remotos e potencialmente não-tripulados e, portanto, devem ser administrados remotamente. As ferramentas precisam suportar o acesso intermitente da rede ao site.</li>
<li>O edge suporta grandes diferenças no tamanho e na escala do site, desde a escala do data center até um único dispositivo.</li>
<li>Sites de borda podem ter recursos limitado. A adição de capacidade a um site existente é restrita devido a requisitos de espaço ou energia.</li>
<li>Multi-tenancy em escala maciça é necessária para alguns dos casos de uso.</li>
<li>O isolamento da computação de borda das nuvens do data center pode ser necessário para garantir que os comprometimentos no domínio “nuvem externa” não afetem os serviços.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  O conceito de computação de borda deve cobrir o site de borda (por exemplo, a infraestrutura de computação, rede e armazenamento), mas também os aplicativos (cargas de trabalho) executados nele. Vale notar que qualquer aplicativo em um ambiente de computação de borda pode potencializar qualquer um ou todos os recursos fornecidos por uma nuvem &#8211; computação, armazenamento em bloco, armazenamento de objetos, rede virtual, bare metal ou contêineres.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Características</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O que define a computação de borda de nuvem é a necessidade de a entrega de serviços estar mais próxima dos usuários ou das fontes de dados de terminal. Os ambientes de computação de borda funcionarão em conjunto com a capacidade principal, mas terão como objetivo oferecer uma experiência de usuário final aprimorada, sem impor demandas irracionais à conectividade com o núcleo. As melhorias são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Redução da latência &#8211; A latência para o usuário final pode ser menor do que se o computador estiver longe &#8211; tornando, por exemplo, desktops remotos mais responsivos ou realidade aumentada e jogos bem-sucedidos.</li>
<li>Atenuação dos limites de largura de banda &#8211; A capacidade de mover cargas de trabalho para mais perto dos usuários finais ou pontos de coleta de dados reduz o efeito da largura de banda limitada em um site. Isso é especialmente útil se o serviço no nó de borda reduzir a transmissão de grandes quantidades de dados para o núcleo para processamento, como costuma ser o caso das cargas de trabalho de IoT e NFV. A redução de dados e o processamento local podem ser traduzidos em aplicativos mais responsivos e reduzem o custo do transporte de Terabytes de dados por longas distâncias.</li>
<li>Mas há trade-offs &#8211; Para fornecer computação de ponta, é necessário aumentar muito o número de implantações. Isso institui um desafio significativo para implantações de ponta amplamente difundidas. Se gerenciar uma única nuvem leva uma equipe de dez, como uma organização pode lidar com centenas ou mesmo milhares de pequenas nuvens? Alguns requisitos incluem:</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  1) A padronização e a consistência da infraestrutura. Cada local tem que ser semelhante; uma quantidade conhecida.</p>
<p style="text-align: justify;">  2) A capacidade de gerenciamento automatizada. A implantação, substituição e qualquer falha recuperável ​​devem ser simples e diretas.</p>
<p style="text-align: justify;">  3) Planos simples e econômicos, em caso de falha no hardware.</p>
<p style="text-align: justify;">  4) Projetos locais tolerantes a falhas podem ser importantes, particularmente em ambientes remotos ou inacessíveis &#8211; a infraestrutura de toque zero é desejável. Essa é uma pergunta que equilibra o custo de comprar e executar hardware redundante contra o custo de interrupções e reparos de emergência.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Casos de uso</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Existem muitas maneiras de caracterizar casos de uso e este artigo é muito curto para fornecer uma lista exaustiva. Mas aqui estão alguns exemplos para ajudar a esclarecer o pensamento e destacar oportunidades de colaboração.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Coleta de dados e análise</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">  IoT, onde os dados são frequentemente coletados de uma grande rede de microssites, é um exemplo de um aplicativo que se beneficia do modelo de computação de borda. Enviar massas de dados em conexões de rede geralmente limitadas a um mecanismo de análise localizado em um data center centralizado é contraproducente; pode não ser responsivo o suficiente, contribuir para latência excessiva e desperdiçar largura de banda preciosa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como os dispositivos edge também podem produzir Terabytes de dados, a análise mais próxima da fonte dos dados na borda pode ser mais econômica, analisando os dados próximos à fonte e enviando apenas pequenos lotes de informações condensadas de volta aos sistemas centralizados. Há uma compensação aqui &#8211; equilibrar o custo de transportar dados para o núcleo contra a perda de algumas informações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Segurança</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">  Infelizmente, à medida que os dispositivos de borda se proliferam &#8211; incluindo telefones celulares e sensores IoT &#8211; novos vetores de ataque estão surgindo, aproveitando a proliferação de endpoints. A computação de borda oferece a capacidade de mover os elementos de segurança para mais perto da origem de ataque, permite aplicativos de segurança de desempenho mais alto e aumenta o número de camadas que ajudam a defender o núcleo contra violações e riscos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Requisitos de conformidade</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">  Conformidade abrange uma ampla gama de requisitos, passando por soberania de dados e aplicação de direitos autorais. Restringir o acesso a dados com base em limites geográficos e políticos, limitar fluxos de dados, dependendo das limitações de direitos autorais, e armazenar dados em locais com regulamentações específicas é possível e executável com infraestrutura de computação de ponta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>NFV &#8211; Virtualização da função de rede</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">  A NFV é a essência do aplicativo de computação de borda, pois fornece funcionalidade de infraestrutura. As operadoras de telecomunicações buscam transformar os seus modelos de entrega de serviços executando funções de rede virtual, como parte ou em camadas de uma infraestrutura de computação de ponta. Para maximizar a eficiência e minimizar o custo/complexidade, a execução de NFV na infraestrutura de computação de ponta faz sentido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Tempo real</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">  Aplicativos em tempo real, carros conectados, telemedicina, Internet tátil indústria 4.0 e cidades inteligentes são incapazes de tolerar mais que alguns milissegundos de latência e podem ser extremamente sensíveis a jitter ou variação de latência. Como exemplo, os carros conectados precisarão de baixa latência e alta largura de banda e dependerão de computação e cache de conteúdo perto do usuário, tornando a capacidade de borda uma necessidade. Em muitos cenários, particularmente quando a automação de circuito fechado, ela é usada para manter a alta disponibilidade. Os tempos de resposta em dezenas de milissegundos são necessários e não podem ser atendidos sem a infraestrutura de computação de borda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Imersivo</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">  A computação de borda expande os recursos de largura de banda, desbloqueando o potencial de novos aplicativos imersivos. Alguns deles incluem imagens em 360° para verticais como cuidados de saúde. Colocar em cache e otimizar o conteúdo na borda já está se tornando uma necessidade, já que protocolos como o TCP não respondem bem a mudanças repentinas no tráfego da rede de rádio. A infraestrutura de computação de ponta, vinculada ao acesso em tempo real a informações de rádio/rede, pode reduzir os atrasos em vídeo em até 20% durante as horas de pico e também variar a taxa de transmissão de vídeo com base nas condições de rádio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Eficiência de rede</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">  Muitos aplicativos não são sensíveis à latência e não exigem grandes volumes de computação ou capacidade de armazenamento, para, teoricamente, rodar em uma nuvem centralizada, mas os requisitos de largura de banda e/ou computação ainda podem tornar a computação de borda mais eficiente. Algumas dessas cargas de trabalho são comuns, incluindo vigilância por vídeo e gateways de IoT, enquanto outras, como reconhecimento facial e reconhecimento de matrículas de veículos, são recursos emergentes. Com muitos deles, a infraestrutura de computação de borda não apenas reduz os requisitos de largura de banda, mas também fornece uma plataforma para funções que permitem o valor do aplicativo &#8211; por exemplo, detecção de movimento de vigilância por vídeo e reconhecimento de ameaças.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em muitos desses aplicativos, 90% dos dados são rotineiros e irrelevantes, portanto, enviá-los para uma nuvem centralizada é proibitivamente caro e desperdiça a largura de banda da rede, que costuma ser escassa. Faz mais sentido classificar os dados na borda para anomalias e alterações e apenas relatar os dados acionáveis.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Desafios</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora existam muitos exemplos de implementações de borda já em andamento em todo o mundo, a adoção generalizada exigirá novas formas de pensar para resolver desafios e limitações emergentes e já existentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Estabelecemos que a plataforma de computação de borda deve ser, por design, muito mais tolerante a falhas e robusta do que uma nuvem tradicional centrada em data center, tanto em termos de hardware quanto de serviços de plataforma que suportam o ciclo de vida da aplicação. Não podemos presumir que tais casos de uso de borda terão as instalações de manutenção e suporte que a infraestrutura de data center padrão faz. O provisionamento de toque zero, a automação e a orquestração autônoma em todas as plataformas de infraestrutura são requisitos cruciais nesses cenários. Mas há outros desafios que precisam ser levados em consideração.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por um lado, os sistemas de gerenciamento de recursos de borda devem fornecer um conjunto de mecanismos de alto nível, cuja montagem resulta em um sistema capaz de operar e usar uma infraestrutura de IaaS distribuída geograficamente baseada em interconexões de WAN. Em outras palavras, o desafio é revisar (e estender quando necessário) os principais serviços da IaaS para lidar com as especificidades de borda mencionadas anteriormente &#8211; desconexões de rede/largura de banda, capacidades limitadas em termos de computação e armazenamento, implantações não tripuladas e assim por diante. Algumas necessidades previsíveis incluem:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Um gerenciador de máquina virtual/contêiner/ bare-metal encarregado de gerenciar o ciclo de vida da máquina/contêiner (configuração, programação, implementação, suspensão/retomada e encerramento).</li>
<li style="text-align: justify;">Um gerenciador de imagem responsável por arquivos de modelo (também com imagens de máquina virtual/contêiner).</li>
<li style="text-align: justify;">Um gerente de rede encarregado para fornecer conectividade à infraestrutura: redes virtuais e acesso externo para usuários.</li>
<li style="text-align: justify;">Um gerenciador de armazenamento, fornecendo serviços de armazenamento para aplicativos de borda.</li>
<li style="text-align: justify;">Ferramentas administrativas, fornecendo interfaces de usuário para operar e usar a infraestrutura dispersa.</li>
</ul>

		</div>
	</div>
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		<title>VMWare lança soluções para ambientes multi-cloud</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 13:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[As novidades para multi-cloud permitem que os times de CloudOps, DevOps, segurança e compliance gerenciem os custos e análises entre as nuvens.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69fccc79692bc" data-id="69fccc79692bc" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>VMWare lança soluções para ambientes multi-cloud</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A adoção de multi-cloud, contratação de múltiplos provedores de nuvem, é cada vez mais comuns nas empresas. Segundo a Forrester, 89% das companhias em todo o mundo usam ao menos duas nuvens e 74% delas já têm três ou mais clouds públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Pensando em ajudar as companhias a reduzirem custos e a complexidade de operar esses ambientes, a <a href="https://www.vmware.com/br.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">VMware</a>, especializada em software corporativos, apresentou novidades em seus serviços de cloud, permitindo que os times de CloudOps, DevOps, segurança e compliance gerenciem os custos e análises entre as nuvens.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Nossas plataformas ajudam os clientes a aproveitarem as nuvens nativas para responder a novas oportunidades e ameaças, além de entregarem qualquer aplicativo, em qualquer dispositivo. É possível visualizar, gerenciar, proteger e operar com mais eficiência as cargas de trabalho na nuvem. Estamos dividindo os silos de nuvem e ajudando às empresas a atenderem as necessidades de seus aplicativos com os melhores recursos possíveis”, diz Raghu Raghuram, COO de produtos e serviços em nuvem da VMware.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Automação de nuvem </strong></h2>
<p style="text-align: justify;">  Os novos serviços de automação na nuvem da companhia suportam a escolha de clouds sem interromper as operações das equipes de desenvolvimento. Além disso, fornecem e gerenciam aplicações e infraestrutura, intermediam serviços com grades de proteção flexíveis e automatizam e solucionam problemas no pipelines de liberação de código em múltiplas nuvens.</p>
<p style="text-align: justify;">  O portfólio é composto pelo VMware Cloud Assembly (orquestra e acelera a entrega de infraestrutura e aplicações, de acordo com os princípios do DevOps); VMware Service Broker (agrega conteúdo nativo de várias nuvens e plataformas em um único catálogo com políticas baseadas em função); e VMware Code Stream (acelera a entrega de software e a solução de problemas com pipelines e análises de liberação).</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Reduzindo o risco em ambientes multi-cloud </strong></h2>
<p style="text-align: justify;">  Um outro serviço é o VMware Secure State, projetado para atender às necessidades e desafios mais urgentes das equipes de segurança na nuvem, oferecendo uma oferta de SaaS – software como serviço, que automatiza a configuração da segurança e o monitoramento de conformidade em ambientes com múltiplas nuvens.</p>
<p style="text-align: justify;">   Já o Wavefront by VMware é uma plataforma de análise e monitoramento nativa na nuvem que oferece aos DevOps uma visão instantânea do desempenho dos aplicativos web distribuídos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A solução ganhou atualizações como escalabilidade massiva de contêineres (pode ingerir, analisar e visualizar dados de métricas de um ambiente que executa 100 mil contêineres); integração com PKS &#8211; Expanded Pivotal Container Service (garante que a visão de Kubernetes e dos aplicativos em contêiner sejam aplicadas desde o início, impondo o dimensionamento correto do contêiner), instrumentação e análise sem servidor (aprimora o suporte sem servidor com novos painéis pré-desenvolvidos e SDKs sem servidor), novos controles de segurança (para o gerenciamento de aplicações nativas na nuvem com facilidade, seja por usuário ou grupos de usuários, e o gerenciamento de painéis de acesso em tempo real) e novas visualizações e aprimoramentos do AWS UX (fornece visibilidade em tempo real das aplicações nativas na nuvem usando topologias de nuvem pública, conteinerizada e microsserviços).</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>Orquestração e automação</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/oquestracao-e-automacao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=oquestracao-e-automacao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Pires de Almeida Filho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2018 19:08:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 6]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
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			<h1>Orquestração e automação</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Mario Pires de Almeida Filho, da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="gdntech.com.br" target="_blank" rel="noopener">GDN Tecnologia </a></span></strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A questão do gerenciamento de recursos de rede sempre foi um ponto de eterna discussão. Isso porque as ferramentas tradicionais vem evoluindo desde os anos 90 para funções voltadas muito mais ao gerenciamento de configuração, monitoramento e alertas do que a operação de serviços automatizados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Elas se concentram em tecnologia específica e possuem os seus próprios conjuntos de recursos e ferramentas proprietárias ou abertas para modelar a configuração de infraestrutura e demais recursos como aplicações e dispositivos. O mercado oferece uma infinidade de opções, incluindo gratuitas, que performam de maneira bastante eficiente essas demandas.</p>
<p style="text-align: justify;">  O modelo operacional de entrega e consumo de recursos de TI promovido pela virtualização e a computação em nuvem trouxe uma nova abordagem ao que conhecemos como gerenciamento de rede, ou, mais precisamente, o gerenciamento de recursos de infraestrutura de TI. Isso porque, com a virtualização, inclusive de infraestrutura com o SDN- redes definidas por software, multiplicou-se a quantidade de funções e complexidade, demandando a necessidade de se ter plataformas de orquestração e automação capazes de abranger essa nova infinidade de elementos de infraestrutura, aplicações e informações, como coletas analíticas, métricas, políticas e ações direcionadas para a obtenção dos serviços de TI de forma mais amigável, controlada e automática.</p>
<p style="text-align: justify;">  As ferramentas de orquestração possuem visibilidade de todo e qualquer tipo de recurso disponível, e isso é totalmente aderente ao cenário de virtualização e sistemas em nuvem, uma vez que esses sistemas apresentam a abstração e a multiplicidade de interfaces. Mas mesmo para os sistemas legados e que não sejam baseados em nuvem, os orquestradores possibilitam a formação de serviços em ambientes heterogêneos. Todos os ambientes, dos mais simples aos mais complexos, apresentam ganhos com a utilização de ferramentas de orquestração.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entendemos, então, que a orquestração é um modelo operacional, o processo de projetar, fornecer e operar serviços de TI de ponta a ponta de forma automatizada, conectando elementos e processos para que tudo funcione usando uma linguagem abstrata que descreve o serviço orquestrado.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, a camada de abstração é a chave da eficiência dos orquestradores, assim como a abstração é a chave para a eficiência de um sistema SDN idealizar os recursos de rede em múltiplas camadas de overlays.</p>
<p style="text-align: justify;">   Existem muitas ferramentas de automação e orquestração e, em geral, elas se aplicam a usos mais setorizados, como, por exemplo, os recursos de armazenamento, computação e rede, como OpenStack e CloudStack, ferramentas de orquestração e automação do ambiente de redes e SDN, como OpenDayLight, Nuage e Contrail, e orquestração e automação de aplicações e &#8220;containers&#8221;, como Ansible, Puppet, Chef, Docker e Kubernetes. Algumas são mais voltadas ao ambiente de desenvolvimento, outras a operações ou ao time de infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para uma melhor utilização das ferramentas de automação e orquestração é importante que a sua empresa realize um estudo adequado, incluindo todas as áreas envolvidas, como a de desenvolvimento e de operações, para que em conjunto definam um ambiente eficiente e produtivo, baseado nas culturas DevOps e agile.</p>
<p style="text-align: justify;">  Tudo deve ser aplicado de forma integrada e eficiente, principalmente, porque nesse cenário é preciso mudar e operar de maneira diferente, começando com o modelo como projetamos e operamos os serviços, as habilidades necessárias, as metodologias utilizadas e, claro, as ferramentas de automação e orquestração empregadas.</p>

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