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	<title>Covid-19 &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Covid-19 &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Brasil e o jogo dos sete erros que impede seu crescimento tecnológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Montini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 19:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 64]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado brasileiro de tecnologia é semelhante àquele famoso jogo dos sete erros, em que a imagem reproduzida aqui é parecida com a praticada lá fora, mas com pequenas falhas que minam o pleno desenvolvimento. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b2bc2d5d98" data-id="697b2bc2d5d98" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Brasil e o jogo dos sete erros que impede seu crescimento tecnológico</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">Depois de muito debate e uma certa hesitação, o Brasil iniciou em 2022 a implementação da conexão 5G, com maior velocidade e menor latência. Contudo, tal novidade acontece em conta-gotas: a expectativa é que cidades com mais de 30 mil habitantes só tenham acesso a essa tecnologia em 2029. A questão é que em 2030 a China promete disponibilizar comercialmente a conexão 6G para o mundo. Ou seja, menos de um ano depois de finalmente consolidar o 5G em grande parte de seu território, o Brasil já estará defasado em relação ao que há de melhor em tendências tecnológicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta é apenas mais uma entre tantas situações que exemplificam nosso atraso tecnológico. Não preciso ser um especialista na área para saber que o Brasil ainda está muito atrás quando o assunto é evolução da tecnologia. Qualquer pessoa com condições de viajar ao exterior em países mais desenvolvidos irá encontrar novidades que levarão tempo para chegar até nós – e, normalmente, em condições pouco atraentes ou acessíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Pouco a pouco estamos melhorando nossa condição. Previsão do IDC para o mercado TIC no país mostra um crescimento de 5%, chegando a US$ 80 bilhões. Nos últimos anos, mesmo em um cenário de recessão global provocada pela pandemia de Covid-19, houve um aumento substancial no setor, que colocou o Brasil como 11º mercado no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, fica aquele sentimento de que poderíamos estar em melhor situação – ainda mais se olharmos para exemplos bem-sucedidos, como Índia e Coreia do Sul. Os dois países conviviam com a miséria e pobreza na metade do século 20, mas viraram o jogo a partir do investimento maciço em inovação e tecnologia. Em 1980, segundo dados do Banco Mundial, eles possuíam um PIB inferior ao registrado pelo Brasil. Quarenta anos depois, somos nós que estamos atrás deles.</p>
<p style="text-align: justify;">O que impede o Brasil de chegar a este patamar é uma série de erros que se repetem ao longo dos anos, atrapalhando o país atingir seu verdadeiro potencial. O mercado brasileiro de tecnologia é semelhante àquele famoso jogo dos sete erros, em que a imagem reproduzida aqui é parecida com a praticada lá fora, mas com pequenas falhas que minam o pleno desenvolvimento. É dever de empresas, profissionais e poder público identificá-las e corrigi-las. Confira quais são os principais problemas que atrapalham o nosso crescimento tecnológico:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>1 – Pouco investimento no setor</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, o mercado de TIC está em alta no Brasil, mas o percentual ainda é aquém do que é investido em outros países. Relatório do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em 2022, o país investiu em 2019 o equivalente a 1,2% do PIB na área. Parece muito, mas países mais desenvolvidos chegam a destinar quase 5%, como Israel (4,93%) e Coreia do Sul (4,64%). Não há segredo aqui: quanto maior investimento, mais fácil pensar e produzir inovação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>2 – Políticas públicas inconsistentes</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">É inegável o papel do poder público no incentivo ao crescimento tecnológico. No Brasil, contudo, faltam políticas públicas capazes de sustentar o avanço desse setor. Nota técnica do IPEA em 2021 mostrava um declínio perigoso no orçamento federal destinado à Ciência &amp; Tecnologia: de R$ 19 bilhões em 2009 para R$ 17,2 bilhões em 2020. Aliado a isso há a instabilidade de programas que são extintos ou suspensos em pouco tempo de funcionamento, como o Ciência sem Fronteiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>3 – Crises constantes na esfera política</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A ausência de políticas públicas firmes leva a um terceiro problema comum às empresas e aos profissionais aqui no Brasil: as constantes crises políticas. Nos últimos 35 anos o país viu dois presidentes sofrerem impeachment, escândalos de corrupção que abalaram o Poder Legislativo e Executivo, além de trocas de comando em ministérios e secretarias. Evidente que tamanha instabilidade atrapalha a elaboração de projetos a longo prazo para o setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>4 – Pesquisa &amp; Desenvolvimento</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O investimento em P&amp;D é uma etapa fundamental para o crescimento tecnológico. Porém, aqui no Brasil um relatório do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação indica recuo de 8,2% no investimento da área em 2020. Já o percentual médio que as empresas destinam de suas receitas à pesquisa e desenvolvimento está em torno de 2%, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI) – um índice que costuma dobrar em países desenvolvidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>5 – Mão de obra escassa</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Não bastasse isso, falta mão de obra qualificada no Brasil para atender a demanda do setor de tecnologia e inovação. Projeção da Brasscom &#8211; Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação mostra um déficit anual de 106 mil profissionais, que pode chegar a 530 mil até 2026. Ou seja, todos os anos, há 106 mil postos de trabalho não preenchidos de forma adequada por falta de profissionais especializados nas principais demandas do setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>6 – Pouca cultura de inovação nas empresas</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Falar em inovação é bonito, mas aplicá-la na prática não é fácil. As empresas brasileiras demonstram pouca maturidade em relação a este tema. Consultoria ACE Cortex indica que nove em cada dez profissionais estão familiarizados com o tema, mas quase metade (46,2%) acredita que é preciso avançar no assunto em suas empresas. Sem um ambiente que propicie a busca por novas ideias, fica mais difícil desenvolver soluções realmente novas.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><br />
7 – Reticência à digitalização </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A pandemia de Covid-19 acelerou a transformação digital das empresas brasileiras meio que a contragosto. Um estudo do Instituto FSB Pesquisa para a consultoria F5 Business Growth indica que, apesar de sete em cada dez líderes empresariais compreenderem a relevância da digitalização em 2022, apenas 37% se consideravam aptos a aplicá-la em suas companhias. Ou seja, ainda há certa resistência à adoção de soluções tecnológicas no dia a dia dos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa notícia é que, assim como o jogo passatempo, é possível identificar e reconhecer esses problemas para que, no futuro, eles não se repitam. Não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível. Nos últimos anos conseguimos reverter o cenário de atraso tecnológico que possuíamos em relação às nações mais desenvolvidas. Com boa vontade entre todas as partes e, claro, muito trabalho, é viável tratar a tecnologia como ela é atualmente: uma condição indispensável para a vida humana.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Anywhere Office: Desafios do trabalho remoto à cibersegurança das empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 17:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 60]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho remoto]]></category>
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					<description><![CDATA[O trabalho remoto traz à tona grandes desafios. Do ponto de vista estrutural, por exemplo, as companhias precisam ter acesso às tecnologias necessárias para sustentar o dia a dia das operações, maximizando a disponibilidade dos recursos e dados chave para manter a produtividade dos times.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b2bc2d781a" data-id="697b2bc2d781a" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Anywhere Office: Desafios do trabalho remoto à cibersegurança das empresas</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Em um mundo cada vez mais digital e conectado, estamos rapidamente aderindo à cultura do “anywhere office”. Não por acaso, segundo pesquisas da consultoria Workana, quase 85% dos líderes que adotaram o home office em suas equipes pretendem manter o trabalho remoto, por vantagens como agilidade e redução de custos, entre outras.</h2>

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			<p><strong>Lucas Pereira, head de produtos da Blockbit </strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Quando a pandemia começou, em 2020, o tema central das discussões sobre o que seria do mundo pós-pandemia era imaginar como seria o “novo normal”. Hoje, mais de dois anos depois, poucos pontos já parecem tão cristalinos quanto a ideia de que poderemos trabalhar de qualquer lugar. Em um mundo cada vez mais digital e conectado, estamos rapidamente aderindo à cultura do “anywhere office”. Não por acaso, segundo pesquisas da consultoria Workana, quase 85% dos líderes que adotaram o home office em suas equipes pretendem manter o trabalho remoto, por vantagens como agilidade e redução de custos, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo em que permite trazer uma série de potenciais oportunidades às organizações, o trabalho remoto (ou híbrido) também traz à tona grandes desafios. Do ponto de vista estrutural, por exemplo, as companhias precisam ser capazes de garantir o acesso às tecnologias necessárias para sustentar o dia a dia das operações, maximizando a disponibilidade dos recursos e dados chave para manter – ou aumentar – a produtividade dos times. Outra questão que precisa ser encarada, neste contexto, é a necessidade de otimizar a proteção dos acessos e informações dos colaboradores, mantendo a salvo todos os registros e estratégias fundamentais para os negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de uma dupla missão: de um lado, simplificar o acesso das pessoas às plataformas e sistemas que cercam o trabalho em si; de outro, criar mecanismos para dificultar ao máximo qualquer tipo de acesso indevido, reforçando o alcance e o poder das iniciativas de cibersegurança da empresa como um todo – mesmo as fronteiras físicas tendo sido completamente derrubadas após este período de aceleração real da transformação digital nas companhias.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um desafio primordial para as empresas destes novos tempos. Afinal de contas, certamente não daremos marcha à ré após este período. Ao contrário, estudos do MIT &#8211; Instituto de Tecnologia de Massachusetts, indicam que o movimento que empurrou milhões para trabalhar em casa, ao redor do mundo, não cessará após o fim da pandemia. Em um levantamento com mais de 1.400 profissionais de todo o planeta, o MIT registrou que 100% dos entrevistados acreditam que as organizações devem adotar um modelo híbrido, mistura espaços de trabalho corporativos e home office.</p>
<p style="text-align: justify;">Números do Gartner também vão na mesma linha. Segundo pesquisas da consultoria, 48% dos profissionais continuarão trabalhando remotamente pelo menos parte do tempo após a pandemia de Covid-19, sendo que um em cada cinco pessoas trabalhará remotamente o tempo todo. Do ponto de vista organizacional, 75% das companhias ouvidas planejam manter ou aumentar as ações de trabalho remoto no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"> É importante ressaltar, porém, que o trabalho híbrido não mais significará o “Home Office” em si. A expectativa é que, à medida que a realidade permita maiores deslocamentos, a força de trabalho se torne mais móvel e descentralizada, fluindo por diferentes espaços. Isso significa que as redes usadas para tráfego de informações sigilosas podem não ser as de sempre &#8211; e que as proteções padrão não sejam mais suficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outras palavras, isso significa dizer que versões tradicionais de ferramentas como firewall e, especialmente, VPN &#8211; Virtual Private Network, precisam também evoluir e acompanhar a mobilidade e fluidez que o trabalho fora dos escritórios exige. É necessário adotar uma camada de segurança digital capaz de garantir o acesso aos sistemas fundamentais, mesmo quando o colaborador está em uma rede pública ou em uma região fora do alcance pré-estabelecido ou conhecido pelos sistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Como fazer esse movimento de proteção? A maior dica é contar, evidentemente, com as ferramentas mais modernas e preparadas para este cenário. Outro item fundamental é investir em conhecimento real sobre as necessidades e características de uso dos times, entendendo os diferentes pontos das operações. Por exemplo: ainda que muitas das ameaças sejam globais, os tipos de gatilhos e iscas de phishing podem variar muito localmente. Conhecer os perfis dos usuários brasileiros, nesse sentido, seria uma oportunidade para antecipar potenciais desvios e indicadores de um ataque. Essa capacidade é um diferencial que não pode ser desprezado, ainda mais atualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">O “anywhere office” só fará sentido, de verdade, quando as companhias e pessoas puderem ter confiança de movimentarem suas informações com segurança. Evidentemente, os cuidados devem ser tomados em todos os lugares e situações. Com o cibercrime evoluindo em sofisticação, avançando de várias maneiras, é imprescindível que as iniciativas que oferecem maior mobilidade às equipes também sejam reforçadas com soluções de cibersegurança de nova geração, com os recursos que permitam utilizar a tecnologia, ao mesmo tempo que as ameaças e riscos são mitigadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não resta dúvida de que muito tem sido feito para acompanhar essa digitalização, acelerada nos últimos dois anos. A boa notícia é que há, sim, inovações preparadas para garantir as conexões de maneira mais segura e inteligente – e de qualquer lugar. Afinal de contas, é isso que precisa estar na menta das lideranças: mais importante que o espaço utilizado, é a certeza de o que aquilo que é importante está sendo e bem protegido.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Migração de data center: Quais as lições aprendidas na pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 18:31:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 53]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Moving]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante a pandemia de Covid-19, quando houve uma redução de equipes e aumento nos protocolos e restrições, o moving de data center se tornou um desafio ainda maior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b2bc2d869c" data-id="697b2bc2d869c" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Migração de data center: Quais as lições aprendidas na pandemia</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Durante a pandemia de Covid-19, quando houve uma redução de equipes e aumento nos protocolos e restrições, o moving de data center se tornou um desafio ainda maior.</h2>

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			<h4>Julio Prieto, coordenador de projetos de implantação da Odata</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  O moving de ativos, como é mais conhecida a migração de data center, não é somente uma mudança de endereço, exige todo um planejamento com estratégias de segurança que garantem a integridade dos equipamentos e das informações do data center. Quando uma empresa, que sempre teve os seus ativos muito próximos, decide migrar para um outro local, ela passa a confiar a sua infraestrutura a uma outra companhia, todo esse processo exige um planejamento assertivo.</p>

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			<p style="text-align: justify;">  Apesar disso, manter uma infraestrutura dentro da própria empresa de forma íntegra e redundante custa muito caro.  No fim, migrar faz todo o sentido, principalmente durante a pandemia, onde a demanda por esse tipo de infraestrutura aumentou. A previsão é que essa procura continue aumentando. Segundo a <a href="https://store.frost.com/global-data-centre-investment-and-technology-trends-forecast-to-2022.html" target="_blank" rel="noopener">Frost &amp; Sullivan</a>, espera-se que em 2022 a receita em data center cresça em até 16%.</p>
<p style="text-align: justify;">  O processo de transferência de equipamentos de TI – servidores, roteadores, switches, blades, storage – que já estão em operação no site da empresa, para algum outro lugar já demandava tempo, planejamento e uma execução calculada. Durante a pandemia de Covid-19, quando houve uma redução de equipes e aumento nos protocolos e restrições, o moving de data center se tornou um desafio ainda maior.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, passado o período mais conturbado da pandemia, qual lição podemos tirar para facilitar o processo de moving de ativos? Foi uma fase difícil sim, mas também de muito aprendizado. Houve uma adaptação intensa para os dois lados, pois tivemos que ilustrar por chamadas de vídeo, por exemplo, o que antes era feito de forma presencial, ou seja, todo o planejamento foi feito a distância.</p>
<p style="text-align: justify;"> Eu diria que o sucesso do moving é 90% planejamento e 10% execução. Portanto, se você fizer um planejamento assertivo e que cubra a maioria das variáveis, a chance de sucesso nos dias previstos para a migração é muito grande. Do contrário, se o moving do data center for feito às cegas, sem muito planejamento, a tendência é que se tenha gargalos no processo. Assim, toda essa conversa antes da migração é de extrema importância. Aprendemos durante a pandemia que os processos bem definidos não necessitam da presença física para que as demandas possam ocorrer de forma correta. Esta foi uma das lições que ficou e que tornou o trabalho mais prático.</p>
<p style="text-align: justify;">  A adoção de vídeos ilustrativos e intuitivos, novas ferramentas de acesso remoto, a necessidade de conhecer mais a fundo a estrutura do cliente sem estar presencialmente no local da migração fez com que as chamadas de vídeo e quantidade de banda de Internet fosse intensificada, atividades que mesmo com a volta de visitas ao data center continuam no dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">  A entrada e saída de equipamentos de forma on-line, o envio de carta de transporte ou nota fiscal pelo portal da empresa, são ações simples, mas, que facilitaram a vida de quem está no dia a dia do moving de ativos. Além disso, o tour virtual pelo data center, que de forma rápida e prática define os locais por onde os clientes irão passar e assim já terem uma visão do local antes da visita física, foi uma ação que continua até hoje. Porém, é importante frisar que o cliente é quem decide. A opção de atendimento presencial dentro do data center deve continuar, mas, quando não for possível por qualquer motivo é importante contar com a tecnologia e com o atendimento a distância.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Microsoft e MEC firmam acordo para oferecer Office 365 e Teams gratuitamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 18:33:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Iniciativa visa atender servidores, professores e estudantes de escolas públicas municipais, estaduais, institutos e universidades federais de todo o País. Estimativa é atingir mais de 38 milhões de pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b2bc2da5c5" data-id="697b2bc2da5c5" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Microsoft e MEC firmam acordo para oferecer Office 365 e Teams gratuitamente</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A Microsoft e o MEC &#8211; Ministério da Educação firmaram um acordo de cooperação para oferecer o “Office 365 Educacional” (versão A1), que inclui o Teams, para todas as secretarias municipais, estaduais, institutos e universidades federais. O objetivo é garantir que todos os alunos e professores do setor público do país, estimados em mais de 38 milhões de brasileiros, tenham acesso à plataforma gratuitamente, oferecendo diversos recursos para o processo de ensino-aprendizagem mediado por tecnologia, incluindo a possibilidade de ensino híbrido, reflexo do novo cenário educacional após a pandemia de Covid-19.</p>
<p style="text-align: justify;">  O “Office 365 Educacional A1” é gratuito e funciona na nuvem, possibilitando um ambiente de aprendizagem on-line, colaborativo e que pode ser realizado em qualquer lugar e em diferentes dispositivos. Ele auxiliará na transformação digital das mais de 130 mil escolas públicas espalhadas pelo território brasileiro, servindo de apoio para as instituições adequarem a ferramenta à realidade do estudante, além de aprimorar e fortalecer a prática pedagógica inclusiva.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Com este acordo vamos beneficiar instituições de ensino e estudantes de todo o país com acesso a plataformas e softwares como Word, Excel, PowerPoint, OneNote e Outlook, que já se tornaram exigências no mercado de trabalho. Somadas ao Microsoft Teams, que é utilizado por milhões de estudantes e professores no Brasil e em diversas outras regiões do mundo, será possível criar um ambiente colaborativo para o desenvolvimento de aulas no formato remoto ou híbrido e estimular o trabalho em grupo entre os estudantes”, afirma Alessandra Karine, vice-presidente de vendas do setor público, saúde e educação da Microsoft Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  A parceria também impulsionará a implementação das ações do Piec &#8211; Programa de Inovação Educação Conectada, do MEC, que tem o objetivo de apoiar a universalização do acesso à Internet de alta velocidade, por via terrestre e satelital, e fomentar o uso de tecnologia digital na Educação Básica.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Uso da Internet avança em áreas rurais durante a pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 19:23:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
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					<description><![CDATA[É o que mostra a pesquisa “TIC Domicílios” do CGI.br. Conexões via fibra óptica e computadores ainda seguem menos presentes nessas localidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b2bc2db659" data-id="697b2bc2db659" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Uso da Internet avança em áreas rurais durante a pandemia</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A proporção de usuários de Internet nas áreas rurais cresceu no Brasil em comparação ao período que antecede a pandemia, passando de 53% dos indivíduos de 10 anos ou mais em 2019 para 73% em 2021. O dado faz parte da pesquisa TIC Domicílios 2021, do CGI.br &#8211; Comitê Gestor da Internet no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Conduzido pelo Cetic.br &#8211; Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação do NIC.br &#8211; Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, o levantamento apresenta os indicadores mais recentes sobre o acesso e o uso das tecnologias de informação e comunicação no país. A pesquisa estima que, em 2021, 81% da população de 10 anos ou mais usou a Internet nos últimos três meses &#8211; o que corresponde a 148 milhões de indivíduos. Também foi registrado um aumento significativo na proporção de usuários da rede nas regiões Norte (83%), Sul (83%) e Nordeste (78%) em relação a 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A 17ª edição da pesquisa confirma a relevância do acesso à Internet no contexto proporcionado pela emergência da Covid-19, em especial com o avanço das atividades de trabalho e estudo remotos. Em comparação ao período que antecede a crise sanitária, houve uma ampliação da presença da Internet nos domicílios e de seu uso por indivíduos, sobretudo, nas áreas rurais”, destaca Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br|NIC.br.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Acesso nos domicílios</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Em comparação aos dados coletados em 2019, a presença de conexão de Internet nos domicílios aumentou em todos os estados analisados, notadamente, nas classes DE (61%, aumento de 11 pontos percentuais). Do ponto de vista da conectividade, a disparidade entre os domicílios das classes A e DE vem diminuindo nos últimos anos, sendo que a diferença entre esses estados passou de 85 pontos percentuais em 2015 para 39 pontos em 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os domicílios das áreas rurais também estão mais conectados à Internet. Entre 2019 (período pré-pandemia) e 2021, houve um acréscimo de 20 pontos percentuais na proporção de residências com acesso à rede nessas regiões, passando de 51% para 71%.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre os domicílios conectados, a presença de cabo ou fibra óptica como o principal tipo de conexão à rede ocorre em 61% dos domicílios. A penetração de conexão via cabo ou fibra óptica é menor nas regiões Norte (53%) e Nordeste (54%). Na região Norte também é maior o percentual de domicílios que tem as redes móveis como principal tipo de conexão (33%).</p>
<p style="text-align: justify;">  A presença de computadores nos domicílios, entretanto, manteve-se em 39%, patamar semelhante ao observado em 2019. Enquanto houve um cenário de estabilidade nos domicílios das classes mais altas, onde o computador já é mais presente (99% nos domicílios da classe A e 83% nos da classe B), nas classes DE, a proporção de domicílios com computador diminuiu de 14% em 2019 para 10% em 2021. Nas áreas rurais, a presença de computador nos domicílios é mais reduzida (20%) em comparação aos domicílios em localidades urbanas (42%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Dispositivos para o uso da rede</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Em 2021, os aparelhos de televisão superaram os computadores, se consolidando como o segundo dispositivo mais utilizado para acessar à rede &#8211; passando de 37% dos usuários, em 2019, para 50%, em 2021. Esse aumento foi observado em quase todos os estratos analisados, principalmente entre aqueles de 35 a 44 anos (59%), usuários da região Norte (45%) e entre as mulheres (51%). Ao todo, 74 milhões de indivíduos acessaram a Internet usando a televisão, um acréscimo de 25 milhões de usuários no período.</p>
<p style="text-align: justify;">  A pesquisa também revelou a prevalência do uso exclusivo do telefone celular para acessar a rede (64% dos usuários de Internet). Principal dispositivo de acesso à Internet desde 2015, houve um aumento de 6 pontos percentuais no uso exclusivo do telefone celular entre 2019 e 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">  O indicador é maior entre os que vivem nas áreas rurais (83%), no Nordeste (75%), entre pretos (65%) e pardos (69%), de 60 anos ou mais (80%) e aqueles que pertencem às classes DE (89%). Entre os usuários da classe C, o acesso à Internet exclusivamente pelo celular passou de 61% em 2019 para 67% em 2021, atingindo um contingente de 51 milhões de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A despeito da demanda por conectividade criada pela pandemia, não houve uma grande incorporação de computadores nos domicílios brasileiros. O seu uso ocorre principalmente entre as pessoas das classes mais altas e mais escolarizadas. Estas, aliás, tendem a usar a Internet a partir de múltiplos dispositivos e se conectam tanto pela rede móvel quanto por Wi-Fi, o que facilita a realização de um gama maior de atividades na rede. Este fator tem um impacto importante no desenvolvimento de habilidades digitais”, aponta Barbosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Comércio eletrônico</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Em 2021, 46% dos usuários de Internet fizeram compras na Internet contra 39%, em 2019. Em números absolutos, significa dizer que 68 milhões de pessoas realizaram essa atividade em 2021, quase 16 milhões a mais que antes do início da pandemia. Os usuários de Internet que vivem nas regiões rurais também passaram a realizar compras online em maiores proporções (de 19%, em 2019, para 27%, em 2021).</p>
<p style="text-align: justify;">  As maiores diferenças no período foram observadas entre usuários de 35 a 44 anos (56%, aumento de 12 pontos percentuais) e pertencentes à classe C (49%, 13 pontos percentuais), embora essa atividade siga sendo realizada em maiores proporções por usuários da classe A (90%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Serviços públicos</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A proporção de usuários de Internet com 16 anos ou mais que utilizaram serviços de governo eletrônico passou de 68%, em 2019, para 70%, em 2021. Cerca de 93 milhões de brasileiros afirmaram realizar algum tipo de serviço de governo eletrônico no período, um acréscimo de 12 milhões de indivíduos entre 2019 e 2021. Os aumentos mais significativos ocorreram na região Sul do país (de 69%, em 2019, para 80%, em 2021), entre pessoas com renda familiar de três a cinco salários-mínimos (de 79% para 88%) e aquelas na força de trabalho (de 74% para 79%).</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre os tipos de serviço público analisadas pela pesquisa, os relacionados à saúde foram os mais buscados ou realizados em 2021, sobretudo entre usuários da classe B (44%), com Ensino Superior (44%) e os na faixa etária de 45 a 59 anos (34%) &#8211; em 2019, foram 25%, 28% e 20%, respectivamente. “Como um reflexo da pandemia, predominou o acesso a serviços eletrônicos relacionados à saúde pública, como agendamento de consultas, busca de informações sobre a vacinação entre outras formas de interação com os sistemas de saúde”, comenta o gerente do Cetic.br|NIC.br.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Atividades culturais</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre as atividades realizadas pela Internet, ouvir podcasts foi a que mais cresceu em relação ao período pré-pandemia. De acordo com a 17ª edição da TIC Domicílios, 28% dos usuários de Internet disseram ter ouvido um podcast em 2021 (em 2019, eram 13%). Em 2021, 41 milhões de pessoas realizaram essa atividade, cerca de 24 milhões a mais que em 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim como verificado em 2019, as atividades de assistir a vídeos, programas, filmes ou séries pela Internet (61%) e ouvir músicas (61%) estiveram entre as atividades culturais online mais citadas pelo conjunto da população brasileira. Quanto ao pagamento por serviços que dão acesso a conteúdos culturais, os maiores aumentos, em relação a 2019, ocorreram no pagamento para ver filmes (acréscimo de 7 milhões de indivíduos) e séries (acréscimo de 9 milhões), incremento que ocorreu com maior intensidade entre indivíduos da classe C.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A pesquisa revela mudanças importantes em termos de conectividade, especialmente em áreas rurais, e também o crescimento da televisão enquanto dispositivo de acesso à Internet. A TIC Domicílios cumpre um papel fundamental de auxiliar o poder público e a sociedade na proposição de políticas que visem a melhorar o acesso à Internet, expondo desafios e indicando oportunidades para avanços”, completa José Gontijo, coordenador do CGI.br.</p>
<p style="text-align: justify;">  Realizada anualmente desde 2005, a “TIC Domicílios” tem o objetivo de medir a posse, o uso, o acesso e os hábitos da população brasileira em relação às tecnologias da informação e comunicação. Os dados desta última edição foram coletados entre outubro de 2021 e março de 2022, e incluiu 23.950 domicílios e 21.011 indivíduos de 10 anos ou mais.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>Como a transformação digital está impulsionando a inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 21:18:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 50]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Hackathon]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[As estratégias digitais apoiam a inclusão e a diversidade de pensamento, permitindo que grupos maiores e mais variados de pessoas se envolvam. Isso, por sua vez, gera mais ideias e constrói relações mais fortes. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b2bc2dc989" data-id="697b2bc2dc989" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como a transformação digital está impulsionando a inovação</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">As estratégias digitais apoiam a inclusão e a diversidade de pensamento, permitindo que grupos maiores e mais variados de pessoas se envolvam. Isso, por sua vez, gera mais ideias e constrói relações mais fortes.</h2>

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			<h4>Andrew McCloskey, CTO da Aveva</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  As empresas estão adotando a transformação digital mais rápido do que nunca e seus principais impulsionadores são a Covid-19 e as crescentes preocupações ambientais. O primeiro acelerou a adoção da transformação à medida em que as organizações buscavam maneiras de dar continuidade às operações durante a pandemia. Já a questão ambiental está ajudando as empresas a avançarem em direção a metas de sustentabilidade, como a que visa alcançar emissões zero de carbono.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma pesquisa da Aveva revela que 85% das empresas planejam aumentar seus investimentos em transformação digital em 2022. Isso as ajudará a melhorar a sustentabilidade operacional, a agilidade e a resiliência, desbloqueando os benefícios de desempenho da automação, IA &#8211; inteligência artificial e análise de big data na era do desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, as tecnologias digitais podem ajudar de outra forma, e não menos importante, ao transformarem a forma como inovamos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Digitalização apoia inovação</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As estratégias digitais apoiam a inclusão e a diversidade de pensamento, permitindo que grupos maiores e mais variados de pessoas se envolvam. Isso, por sua vez, gera mais ideias e constrói relações mais fortes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Considere o conceito de enxame, que se origina do mundo do desenvolvimento ágil. É quando um membro de uma equipe com um problema levanta a mão para pedir ajuda da mente coletiva da colmeia. Todos param o que estão fazendo e convergem para o problema até que uma solução seja resolvida.</p>
<p style="text-align: justify;">  As ferramentas de colaboração permitem que um enxame se transforme em digital, com alguém &#8220;virtualmente&#8221; levantando a mão para indicar a necessidade de ajuda. Isso pode melhorar a produtividade ao eliminar gargalos mais rapidamente, aproveitando ao máximo o conhecimento e a experiência de seus funcionários, não importa onde eles estejam baseados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra ótima maneira de explorar a ideia de colmeia são os <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/descubra-porque-um-hackathon-pode-melhorar-a-sua-vida-profissional/">hackathons</a>, competições bem conhecidas por incentivarem o pensamento inovador. Os hackathons são frequentemente vistos como eventos físicos especificamente para equipes técnicas, mas eles podem ser muito mais do que isso. Hoje, as ferramentas digitais permitem canalizar essa energia em espaços online e, consequentemente, expandir esses eventos para incluir funcionários em todos os países em que uma empresa opera. Tal expansão aumenta o número e a variedade de ideias produzidas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Hackathons são muito divertidos, e proporcionam espaço para os funcionários experimentarem algo novo, ou mergulharem em seus projetos passionais. É uma chance de escapar de seu trabalho regular, aplicando seus talentos de uma maneira diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além dos benefícios óbvios para os negócios e para os clientes, os hackathons também são ótimas plataformas para reconhecimento de pessoal. Como forma de celebrar a capacidade dos funcionários, esses eventos são claramente um “ganha-ganha” para todos os envolvidos à medida que os vencedores podem ir para casa com prêmios, enquanto a empresa recebe novas ideias que têm potencial de chegar ao mercado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Adote processos de inovação de ciclo curto</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As organizações podem impulsionar a inovação ao adotar ciclos curtos acelerados digitalmente. No passado, as empresas se reuniam com um cliente para discutir ideias e para concluir o projeto semanas ou meses depois, antes de apresentá-lo ao cliente. Esse processo impedia a inovação, pois não havia espaço para o feedback de ideias.</p>
<p style="text-align: justify;">  No ambiente de negócios atual, as empresas mais bem-sucedidas são aquelas que constantemente inovam e promovem um ciclo contínuo de feedback. É importante entregar algo aos clientes o mais rápido possível para iniciar o processo de resposta, modificação e ajustes. As ferramentas digitais são ótimas para manter os canais de comunicação abertos e apoiar a inovação contínua.</p>
<p style="text-align: justify;">  A transformação digital pode permitir desde um passo a passo em sites virtuais até demonstrações baseadas em nuvem que encurtam ciclos de desenvolvimento e feedback ao acelerarem a troca de ideias. Isso permite que os projetos não só sejam concluídos mais rapidamente, mas potencialmente evoluam e avancem, graças ao fluxo contínuo de ideias entre todos os envolvidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Ideias simples levam a grandes recompensas </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Momentos “Eureka”, muitas vezes, podem ser provocados por conversas simples ou encontros por acaso com colegas. No entanto, as oportunidades para que esses encontros ocorram diminuíram graças à pandemia e à mudança para o trabalho remoto, e, mais recentemente, ao modelo híbrido.</p>
<p style="text-align: justify;">  Eles podem não ser os mais fáceis de emular online, mas momentos virtuais de &#8220;cafezinho&#8221; estão longe de ser impossíveis e muitas empresas estão encorajando os funcionários a iniciar conversas virtuais. São uma maneira simples, mas eficaz, de introduzir outra oportunidade de inovação de volta às organizações à medida que o trabalho remoto e híbrido cresceu.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por meio de uma chamada de vídeo não programada, os funcionários podem continuar a ter essas conversas informais. E são conversas como essas que podem levar a próxima grande ideia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Impulsione a inovação por meio da digitalização</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O crescimento da inovação digital pode ter se originado com a pandemia, mas os benefícios que ela trouxe às empresas significam que ela chegou para ficar.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim como a pandemia provou que o trabalho remoto é possível em larga escala, ela também nos mostrou como a digitalização pode pagar um rico dividendo em termos de inovação.</p>
<p style="text-align: justify;">  A digitalização apoia a inclusão e a diversidade, que, por sua vez, potencializa a inovação. Nesta era do trabalhador conectado, a integração de novas tecnologias digitais parece definida para destravar muitas novas oportunidades de colaborar e inovar. E esperamos ansiosos para conhecer as grandes ideias que sua equipe vai produzir!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Setor de segurança eletrônica faturou R$ 9,2 bilhões em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 19:11:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Automação]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança eletrônica]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dados, divulgados pela Abese, indicam um aumento de 14% no último ano e a expectativa para 2022 é de crescer 18%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b2bc2dd891" data-id="697b2bc2dd891" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Setor de segurança eletrônica faturou R$ 9,2 bilhões em 2021</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  O setor de segurança eletrônica faturou R$ 9,24 bilhões em 2021. O “Panorama do Mercado”, apresentado pela Abese &#8211; Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança, mostra que o mercado manteve o ritmo e cresceu 14%, superando os resultados do ano anterior (13%).</p>
<p style="text-align: justify;">  Os números refletem o aumento da adesão de soluções inteligentes durante a pandemia, como a implantação de body cams (câmeras corporais), os equipamentos touchless e câmeras com reconhecimento facial e uso de máscaras, os drones, o rastreamento de frotas e veículos, bem como a retomada de projetos que estavam paralisados ou que surgiram nos últimos 12 meses.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o levantamento, o setor composto por mais de 33 mil empresas que juntas são responsáveis pela promoção de mais de 350 mil empregos diretos e mais de 2 milhões e meio de empregos indiretos, mas apesar disso, a presidente da Abese, Selma Migliori, lamenta que sobram vagas pela falta de mão de obra qualificada.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A adesão do consumidor pelas tecnologias de segurança eletrônica é notável, estamos caminhando para um ecossistema de cidades inteligentes e o crescimento do setor mostra isso. Contudo, ainda existem desafios a serem superados, como a falta de mão de obra. A oferta de vagas é tamanha que nós estamos ampliando nosso programa de qualificação profissional através da Academia Abese”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">12 milhões de imóveis monitorados e mais de 4 mil condomínios com portaria remota</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Pela primeira vez, o balanço anual do setor de segurança eletrônica trouxe os dados quantitativos sobre o número de empresas de monitoramento 24h próprio. De acordo com o levantamento, esta categoria é composta por 13 mil empresas responsáveis por monitorar mais de 12 milhões de imóveis em todo Brasil, o que representa cerca de 17% das habitações possíveis de receberem a tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro mercado em expansão é o de portarias remotas. Apesar de recente, o panorama aponta que mais de 4 mil condomínios já utilizam o serviço oferecido por mais de 600 empresas de portaria remota ativas em todo Brasil. “O cenário das portarias remotas ainda está concentrado nas regiões Sul e Sudeste. Apesar de relativamente nova, a tecnologia foi incorporada ao portfólio de empresas veteranas e convive com outros tipos de serviço, fora as franquias e empresas especializadas que surgiram, o que justifica o resultado”, detalha Selma.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Rastreamento em ascensão</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  No Brasil, cerca de um carro é roubado ou furtado por minuto – é o que diz o último anuário brasileiro de segurança pública. O rastreamento é considerado como um dos segmentos mais promissores da segurança eletrônica e pode ser decisivo na recuperação dos automóveis roubados ou furtados antes que sumam em desmanches ilegais.</p>
<p style="text-align: justify;">  A tecnologia também permite o acompanhamento da trajetória do veículo para análise de estatísticas relacionadas ao seu uso, como manutenção preventiva e corretiva, eventos de sinistro, não conformidades e padrão de uso.</p>
<p style="text-align: justify;">  O panorama da Abese mostrou que o mercado de rastreamento atualmente atende mais de 2,5 milhões de veículos no país, o que representa menos de 5% da frota brasileira, indicando potencial para crescimento futuro. O setor é composto por mais de 2 mil empresas de rastreamento no Brasil que juntas geram mais de 29 mil empregos diretos.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Expectativas para 2022</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"> Para 2022, a Abese prevê que o crescimento do setor supere 18%, com todos os segmentos em curva de ascensão. “No início da pandemia, as empresas de serviços de monitoramento 24 horas e rastreamento sofreram um impacto muito grande, mas o resultado dos últimos dois anos é que se reinventaram e se mantiveram na média estável. Com a imunização e o retorno seguro ao presencial, estamos otimistas que o setor conquistará maior abrangência e volume de projetos, o que deve elevar o crescimento”, aponta a presidente da Abese.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além disso, entre os fatores que podem impactar positivamente o setor, estão: a aprovação do “Estatuto da Segurança Privada” em trâmite no Senado Federal, que representará relevante marco legal para a reorganização formal das empresas de segurança privada, incluindo a vertical segurança eletrônica; outra grande expectativa é a ampliação de ofertas de tecnologia disponíveis no mercado que vão surgir e evoluir com a chegada do 5G ao país.</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Transformação digital em telecom: Um longo e inevitável caminho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2022 01:10:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 48]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Digitalização]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Metaverso]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade aumentada]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Em breve, a digitalização estará vinculada ao uso das redes 5G e 6G em todo seu potencial, à computação quântica e a soluções de realidade estendida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b2bc2dea74" data-id="697b2bc2dea74" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Transformação digital em telecom: Um longo e inevitável caminho</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Muito em breve, a digitalização estará vinculada ao uso das redes 5G e 6G em todo seu potencial, à computação quântica, à busca de soluções de realidade estendida para além da realidade virtual e da realidade aumentada, ou da cocriação e manutenção de metaversos poderosos.</h2>

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			<h4>Fernando Moulin, business partner da Sponsorb, professor e especialista em negócios, transformação digital e experiência do cliente</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Telecomunicações é um setor de negócios verdadeiramente fascinante. Passados já quase 25 anos desde a revolucionária – para a época – Lei Geral de Telecomunicações e as inúmeras transformações e impactos que ela trouxe para toda a economia nacional e para a vida das pessoas em geral, ainda sentimos a mesma “excitação” de outrora ao pensar em todas as promessas e potencialidades que o 5G, recentemente licitado, poderá brevemente trazer para nosso dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Fato é que poucas indústrias incorporam em si mesmas tantos elementos de tecnologia quanto o setor de telecomunicações. Inclusive, por muito tempo grande parte da sociedade não conseguia entender com total clareza os benefícios concretos trazidos pela indústria, que teimava em focar excessivamente os aspectos técnicos por detrás de sua constituição e nas infinitas combinações de siglas que os definem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Após o advento da crise sanitária decorrente da pandemia da Covid-19, mesmo as personalidades mais resistentes se renderam à necessidade e aos benefícios oriundos da conectividade. Existem mais linhas de celular ativas do que habitantes no Brasil; a quantidade e qualidade dos serviços de banda larga providos pelas ISPs – provedores de serviços de Internet em inúmeras praças do interior do país e cidades de médio porte estão cada vez maiores, facilitando sobremaneira a digitalização, refletida em indicadores quantitativos como a penetração de vendas do e-commerce no total da economia do varejo nacional, bem como na profusão infinita de grupos de WhatsApp e de influenciadores digitais no YouTube, Instagram ou TikTok.</p>
<p style="text-align: justify;">  As operadoras, em sua maioria, seguem investindo robustamente quase 20% de seu faturamento anual na construção e melhoria das redes e de seus serviços, ano após ano. É uma demanda que parece não ter fim e seguir eternamente crescente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Tive a oportunidade de trabalhar no setor em seu início, ainda nos anos 2000, bem como de passar por fabricantes constituintes de sua cadeia de valor mais ampla ao longo da carreira e de ocupar, por alguns anos, posição de liderança em uma das principais e maiores operadoras do planeta. Nesta última passagem, fui agraciado com a missão de ajudar a constituir, organizar e liderar um dos maiores programas de transformação digital do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Poderia ser uma frase dita hoje, mas há quase 10 anos (quando comecei esta jornada), já se dizia que as operadoras precisariam realizar uma ampla transformação digital, para não se tornarem inviáveis financeiramente e irrelevantes perante consumidores B2B e B2C cada vez mais exigentes. E ainda que o cenário fosse radicalmente distante do atual em termos de competências e capacidades digitais das empresas do setor, fato é que a transformação digital segue sendo uma dor latente e uma necessidade primordial das telcos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Antes, a digitalização consistia em oferecer soluções digitais para os usuários, como aplicativos para autosserviços, portais funcionais e com bom design, canais de e-commerce e atendimento digital; hoje, consiste no uso aprimorado de técnicas de big data e inteligência artificial para desenvolvimento de novos produtos e serviços e para um profundo entendimento das dores dos clientes, no lançamento de novas soluções digitais para os clientes em parceria com startups e empresas de outros segmentos, na otimização inteligente das redes a partir de algoritmos, ou mesmo na contínua automação do back-end e dos softwares para prestação dos serviços core e non-core.</p>
<p style="text-align: justify;">  Muito em breve, a digitalização estará vinculada ao uso das redes 5G e 6G em todo seu potencial, à computação quântica, à busca de soluções de realidade estendida para além da realidade virtual e da realidade aumentada, ou da cocriação e manutenção de metaversos poderosos e que farão do filme Matrix apenas uma versão embrionária desta realidade cada vez mais integrada entre os universos “real” e “virtual”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas um fator continua sendo essencial e preponderante para o êxito neste processo de transformação contínuo: a forte demanda por talento capaz de entender soluções digitais, desenvolvê-las e atuar aplicando a tecnologia em negócio, sempre com um profundo viés humano e um olhar individualizado em prol das necessidades mais íntimas de cada cliente, seja ele uma empresa, seja um consumidor final.</p>
<p style="text-align: justify;">  A tecnologia em si nada mais é do que uma habilitadora. Portanto, há que se investir cada vez mais no talento humano que seja capaz de utilizá-la com propriedade, foco no business, mas principalmente no usuário. Para isto, um dos grandes desafios históricos das operadoras é sua simplificação em termos de governança e sistemas, eliminando camadas de ineficiência decisórias e processuais que não agreguem valor ao acionista ou ao cliente final.</p>
<p style="text-align: justify;">  A metodologia agile e soluções como o design thinking têm importante papel neste contexto, ajudando na criação de equipes multifuncionais cada vez mais autônomas e empoderadas. Ainda que todas as operadoras hoje já adotem esta prática (e tenho orgulho de ter ajudado neste pioneirismo, com a concepção do Vivo Digital Labs), ainda vejo enorme espaço para evolução e aprimoramento no processo de adoção do ágil em escala, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro caminho é a alocação de um orçamento específico para que os times de inovação, voltados para o desenvolvimento de novos produtos e serviços ou mesmo buscando soluções mais disruptivas e de impacto potencial menos intuitivo, possam ter relativa autonomia no desenvolvimento de seus projetos e iniciativas sem ampla interferência do status quo. Ainda que eu acredite que uma empresa inovadora em essência não devesse, em teoria, ter um núcleo específico de inovação, o fato é que, em ambientes de culturas conservadoras e avessas à transformação, este núcleo inicial em geral é fundamental para que haja um rompimento da inércia e a entrega de soluções iniciais mais disruptivas e com foco puro em transformação digital para os usuários finais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Várias empresas do setor têm encontrado seus próprios caminhos e ritmos na busca de acelerar seus programas de transformação digital. Particularmente, ainda acho que veremos muitas novidades nesta fronteira ao longo dos próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sabendo da enorme ambição dos executivos do setor e que as operadoras estão bastante distantes de serem a referência de experiência e digitalização que seus clientes esperam, antevejo desafios bastante interessantes para todos que abraçarem a jornada de transformação digital em telecomunicações. O mundo precisa desse setor cada vez mais forte e digital – e eu não tenho nenhuma dúvida de que há uma belíssima oportunidade de carreira para quem quiser fazer a diferença real na vida de milhões de pessoas, que certamente serão beneficiadas pelo processo massivo e inexorável de transformação digital.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>A era dos robôs: O que vem por aí?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Montini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 22:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 48]]></category>
		<category><![CDATA[Chatbots]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Robôs]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Veremos as empresas apostarem cada vez mais em tecnologias de realidade virtual e realidade aumentada. Ambas já eram tendências, mas ganharam ainda mais protagonismo no período de isolamento. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b2bc2dfab0" data-id="697b2bc2dfab0" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>A era dos robôs: O que vem por aí?</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A pandemia foi um divisor de águas para o setor da tecnologia e se tornou uma necessidade inerente em todas as esferas da sociedade. Atualmente, é imprescindível que pessoas, empresas e todos os setores do mundo dos negócios coloquem a tecnologia e a inovação no centro de tudo. Não viveremos mais sem ela.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo uma recente pesquisa da IDC, o investimento em transformação digital seguirá crescendo a uma taxa anual de 15,5% até 2023. Com isso, ainda em 2022, 70% das empresas terão acelerado o uso de tecnologias digitais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Vale destacar que quando a crise sanitária começou, o foco era apenas migrar nosso mundo físico para o ambiente online. Fizemos isso sem nenhum planejamento. Fomos dormir e acordamos em outra dimensão. Agora, em 2022, a tecnologia será usada para manter tudo o que conquistamos nesse período só que de uma maneira bem melhor e organizada.</p>
<p style="text-align: justify;">  Veremos as empresas apostarem cada vez mais em tecnologias de realidade virtual e realidade aumentada. Ambas já eram tendências, mas ganharam ainda mais protagonismo no período de isolamento. Muitas empresas do varejo vão apostar nessas ferramentas para tornar as compras online mais experienciais e eficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além disso, você já deve ter percebido que tem usado com maior frequência a busca por voz, certo? Pois é, e isso continuará e se intensificará ainda mais nos próximos anos. As compras por voz devem atingir US$ 40 bilhões em 2022 e, em 2024, haverá 8,4 bilhões desses aparelhos no mundo todo, segundo estimativas.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, a menina dos olhos será a inteligência artificial, de acordo com a pesquisa “O Impacto da Tecnologia em 2022 e Além: um estudo Global do IEEE”, do IEEE &#8211; Instituto dos Engenheiros Elétricos e Eletrônicos, que ouviu a opinião de 350 diretores de tecnologia, de informação e de TI do Brasil, EUA, Reino Unido, China e Índia.</p>
<p style="text-align: justify;">  No levantamento, a IA e aprendizado de máquina foram apontados como os principais destaques tecnológicos por um em cada cinco especialistas (21%). E, 95% concordam que a inteligência artificial conduzirá a maior parte da inovação em quase todos os setores da indústria nos próximos cinco anos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os três setores mais impactados pela inteligência artificial, em 2021, foram o setor de serviços financeiros (54%), seguido por entretenimento (48%) e manufatura (44%). Para 64% deles, o crescimento tecnológico será incontrolável e 48% acreditam que, nos próximos 10 anos, metade ou mais do que é feito por humanos será aprimorado por robôs.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nada de filmes de ficção científica. O que a pesquisa mostra é que a nossa realidade será mais robotizada do que nunca. Viveremos e trabalharemos com as máquinas e elas serão essenciais em nosso cotidiano, seja no trabalho remoto ou presencial, em casa, durante as viagens, passeio ou até mesmo durante uma experiência de compra.</p>
<p style="text-align: justify;">  Chegamos ao futuro! Se você ainda não acreditava que a era dos robôs chegaria, saiba que eles já estão por toda parte no nosso dia a dia. Eles serão responsáveis por uma nova onde de inovação e definirão o rumo do mundo que conhecemos. Ficou curioso? Eu também fiquei, mas estou pronta para lidar com tudo isso.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Embrapii investe mais de R$ 93 milhões em projetos de inteligência artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 19:03:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[São 268 projetos de PD&I para viabilizar tecnologias inovadoras em diferentes segmentos da indústria nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b2bc2e0ade" data-id="697b2bc2e0ade" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Embrapii investe mais de R$ 93 milhões em projetos de inteligência artificial</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A Embrapii &#8211; Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial já movimentou mais de R$ 93 milhões em projetos relacionados à IA &#8211; inteligência artificial nos últimos sete anos, segundo levantamento da instituição. Ao todo, foram 268 projetos de 234 empresas que receberam suporte técnico e financeiro para viabilizar tecnologias com IA e atender às demandas industriais do país.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na área de saúde, por exemplo, pesquisadores que atuam nas unidades Embrapii, centros de pesquisa que integram a rede de inovação da instituição, usaram inteligência artificial para criar um software capaz de mapear o risco de contágio da Covid-19 no ambiente de trabalho e outros locais de grande circulação.</p>
<p style="text-align: justify;">  O projeto é uma parceria entre a empresa de soluções em TIC &#8211; Tecnologia da Informação Colins e a Unidade Embrapii de Software e Automação CEEI/UFCG, e conta com o apoio do Sebrae &#8211; Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. O software será instalado em um sistema que integra câmeras termais e convencionais, em locais estratégicos e de grande circulação, como copa, salas de reunião, hall de elevadores e outros espaços de convivência. Todos os dias, ao ingressar no edifício, funcionários e visitantes terão imagens de calor e de identificação registradas e armazenadas em nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra tecnologia apoiada instituição é o desenvolvimento de uma ferramenta que utiliza inteligência artificial para antever complicações nos leitos hospitalares e indicar caminhos mais seguros no cuidado com o paciente. A tecnologia está sendo implantada na Santa Casa de Belo Horizonte, MG.</p>
<p style="text-align: justify;">  Desenvolvida pela startup deeptech Kunumi e a Unidade Embrapii – DCC/UFMG, a tecnologia coleta dados clínicos de hemogramas e exames de urina, por exemplo, e os cruza com sinais vitais, como pressão arterial, temperatura, batimentos cardíacos e saturação de oxigênio. As informações são analisadas com o apoio da IA e amparam o diagnóstico, permitindo sugerir intervenções para melhoria do estado de saúde do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso ocorre porque a solução tecnológica traz o conhecimento exato de como o corpo humano tende a se comportar de acordo com quadro clínico apresentado, os protocolos médicos indicados para cada situação e, principalmente, os fatores que levam a óbito e os que indicam maior chance para sobreviver.</p>

		</div>
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