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	<title>Download &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Download &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Brasil ocupa 5ª posição em ranking global de visitas a sites piratas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2022 19:06:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Foram realizados 4,5 bilhões de streams e downloads não licenciados entre janeiro e setembro de 2021 no país, segundo relatório da Akamai.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6980252ee2a34" data-id="6980252ee2a34" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Brasil ocupa 5ª posição em ranking global de visitas a sites piratas</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Um novo relatório da Akamai, empresa global de cibersegurança e entrega de experiências digitais, mostra a persistência da pirataria online no Brasil, que é o 5º colocado no ranking global de acessos a sites de pirataria.</p>
<p style="text-align: justify;">  A pesquisa, feita em colaboração com a Muso, fornece dados sobre a atividade de pirataria de streaming e download nos cinco maiores setores impactados (cinema, televisão, música, editorial e softwares), e ilustra como a pirataria online continua sendo financeiramente prejudicial a essas indústrias.</p>
<p style="text-align: justify;">  A demanda por pirataria, medida por visitas a websites que oferecem acesso a filmes e programas de televisão, diretamente por meio de um navegador ou aplicação móvel, bem como downloads por meio de torrent, atingiu no Brasil 4,5 bilhões de streams e downloads não licenciados entre janeiro e setembro de 2021. De acordo com a pesquisa, globalmente, 61,5% dos consumidores que visitaram websites de pirataria os acessaram diretamente, enquanto 28,6% pesquisaram ativamente por eles.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em um momento em que as empresas estão se concentrando em proteger sua receita, a escala da pirataria online apresenta um dos problemas mais difíceis e complexos para as empresas solucionarem. A pirataria representa um problema de segurança nas organizações e também torna mais difícil a proteção contra violações de propriedade intelectual crítica.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A luta contra a pirataria é constante e não existe uma receita de bolo para lidar com ela. Os criminosos vão adaptando seus métodos para acessar os conteúdos protegidos à medida que os desenvolvedores buscam novos recursos contra a pirataria”, diz Helder Ferrão, gerente de marketing de Indústrias da Akamai na América Latina. “O impacto da pirataria vai muito além de filmes e outros conteúdos roubados. Por conta da perda monetária, os que mais sofrem com a pirataria são aqueles que trabalham para criar os vídeos, filmes, livros e softwares que todos nós consumimos e desfrutamos”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ainda segundo o estudo, nos últimos nove meses a pirataria teve um aumento global de 16%. Os principais setores pirateados foram de televisão (64 bilhões de visitas totais), editoração (30 bilhões de visitas totais), cinema (14,5 bilhões de visitas totais), música (10,8 bilhões de visitas totais) e software, que inclui videogames e softwares modernos para PC (8,9 bilhões de visitas totais).</p>

		</div>
	</div>
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		<title>MVNO Fluke anuncia expansão para mais seis estados no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2021 19:57:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Startup de telefonia móvel vai distribuir chips em Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6980252ee4535" data-id="6980252ee4535" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">MVNO Fluke anuncia expansão para mais seis estados no país</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A Fluke, MVNO – operadora móvel virtual, expandiu suas operações para mais seis estados do país: Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A empresa, com cobertura de sinal em todo o território nacional, está presente no Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/operadora-movel-fluke-conclui-oferta-via-crowdfunding-e-levanta-r-5-milhoes/">A empresa levantou R$ 5 milhões em oferta pública via crowdfunding</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  A meta, com a entrada nas novas localidades, é dobrar o faturamento em apenas dois meses e chegar ao final de 2021 com 50 mil clientes. Segundo Marcos Antonio Oliveira Jr., CEO da Fluke, 20% deste montante deverá vir de clientes dos novos estados. “Segundo as estatísticas, mais de 90 milhões de brasileiros trocam de operadora anualmente e queremos aproveitar esta demanda com um serviço de qualidade, a um custo bem menor que as concorrentes, de maneira rápida, prática e disponível para as pessoas&#8221;, diz o CEO.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das apostas da Fluke para conquistar o público é ser uma operadora digital sem &#8220;amarras contratuais&#8221;, ou seja, o usuário tem a liberdade de pedir ou reduzir dados, adquirir pacotes mensais sem necessidade de assumir planos de fidelidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com um modelo de negócio sem lojas físicas, ausência de call center e nenhuma burocracia, a operadora móvel digital quer assegurar ao cliente a oportunidade de conseguir trocar entre os pacotes fechados, que possuem validade de 30 dias, sem pagar multa. “Todo o processo é feito pelo aplicativo, de forma 100% digital e com um atendimento simples e humanizado”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando um cliente pede a portabilidade, por exemplo, tem seu pedido atendido em até 5 dias úteis &#8220;com o cancelamento da linha antiga automaticamente quando a portabilidade é realizada com sucesso&#8221;, garante o CEO.</p>
<p style="text-align: justify;">  A operadora também conta com tecnologia 4G, com velocidade de download ilimitada nos planos personalizados. Seus chips são gratuitos e os clientes podem escolher pacotes com preços que variam de R$ 39,99 a R$ 129,99, com 5 a 30 GB.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>Opensignal analisa a experiência global da rede 4G</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 11:30:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estudo realizado pela companhia, em 87 países, incluindo o Brasil, coletou e analisou mais de 139 bilhões de medições em 43.614.234 dispositivos 4G.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6980252ee572c" data-id="6980252ee572c" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Opensignal analisa a experiência global da rede 4G</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Com objetivo de analisar a experiência de rede móvel 4G global, a Opensignal, empresa de análise móvel, realizou o estudo “O estado da experiência de rede móvel &#8211; Benchmarking mobile na véspera da revolução 5G”, em 87 países. O levantamento mostrou que o Brasil possui uma boa experiência de download (13 Mbps), mas sua taxa de upload fica abaixo de outros países latino-americanos &#8211; 4,5 Mbps contra 4,8 e 5,8 Mbps da Argentina e Chile, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para este relatório, a Opensignal coletou e analisou mais de 139 bilhões de medições feitas em 43.614.234 dispositivos, usando o Opensignal App durante quatro meses (1º de janeiro a 31 de março de 2019). As métricas foram a análise de disponibilidade 4G, experiência de vídeo, experiência de velocidade de download e de upload, além de latência &#8211; ou seja, de experiência desde o momento da captura do vídeo até o momento que o streaming é transmitido no dispositivo conectado via 4G.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Disponibilidade 4G</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Esta métrica mostra a proporção de tempo que o usuário que possui um dispositivo 4G tem essa conexão disponível. A Coreia do Sul é o principal país quando o assunto é disponibilidade da rede 4G, com 97.5% de disponibilidade. Japão e Noruega também figuram na lista como destaque, com 96.3% e 95.5%, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já a maioria dos países da América Latina obteve uma faixa de 70% a 80% para a disponibilidade de 4G, com apenas Peru e Panamá com pontuações acima de 80%. O Equador teve uma pontuação abaixo dos 60%. O Brasil também está na lista, mas com uma disponibilidade muito menor, de 72%.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Experiência de vídeo</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Esta métrica quantifica a qualidade de vídeo experimentada pelos usuários. As notas vão de 0 a 100. Nenhum mercado conquistou uma classificação excelente de experiência de vídeo. No entanto, a Europa foi a região com melhores classificações.</p>
<p style="text-align: justify;">  A maioria dos países da América Latina obteve a classificação Fair Video Experience (40-55), com apenas Bolívia, Argentina, México e Paraguai obtendo melhores qualificações. O Brasil também ficou nessa categoria, com a nota de 52.1.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Experiência de velocidade de download</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A Coreia do Sul foi o único país a alcançar mais de 50 Mbps de velocidade de download. A maioria dos países pontua no intervalo de 10 a 20 Mbps. No entanto, esta métrica teve pontuações bem variadas, sendo o menor número o do Iraque, 1.6 Mbps.</p>
<p style="text-align: justify;">  A região da América Latina segue o mesmo padrão dos demais países, com uma média entre 10 a 15 Mbps de experiência de download. O México conquistou a liderança, com uma velocidade média de 14,9 Mbps, seguido pelo Brasil, em 13,0 Mbps.</p>
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<h2 style="text-align: justify;">Experiência de velocidade de upload</h2>
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<p style="text-align: justify;">  A maior variação entre a velocidade de upload acontece entre os países que estão no top 10. O país líder, a Dinamarca (15.3 Mbps), e décimo colocado, o Canadá (10.2 Mbps), tiveram mais de 5 Mbps de diferença entre si.</p>
<p style="text-align: justify;">  O Brasil obteve 4.5 Mbps de velocidade de upload. Já a Argentina e Chile ficaram com 4.8 e 5.8 Mbps, respectivamente.</p>
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<h2 style="text-align: justify;">Experiência de latência</h2>
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<p style="text-align: justify;">  Esta métrica verifica a experiência desde o momento da captura do vídeo até o que o streaming é transmitido no dispositivo conectado via 4G.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nenhum país do mundo analisado consegue chegar a experiência de latência de 30 ms (uma média excelente). Em apenas 13 dos 87 países, a pontuação média da experiência de latência é inferior a 40 milissegundos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Há apenas um país latino-americano na primeira metade da tabela de classificação de latência: o Chile, que marcou 52,2 ms. Quase todos os outros mercados da região tiveram pontuações pelo menos o dobro do país de menor latência, que é Singapura, que marcou 30,7ms. O Brasil possui uma experiência de 71,5 ms. A Argentina ficou com 58.9 ms.</p>
<p style="text-align: justify;">  No estudo, a Opensignal concluiu que, apesar da análise do 4G trazer resultados pouco satisfatórios para alguns países, o 5G não irá apenas fornecer velocidades mais rápidas. A nova tecnologia trará uma cobertura de capacidade construída com novas bandas de espectro de alta frequência, que ajudarão a melhorar o congestionamento que impacta a experiência da rede móvel 4G.</p>
<p style="text-align: justify;">  O trabalho analisou dados de mais de 3 bilhões de medições individuais todos os dias a partir de dezenas de milhões de smartphones. As medições da Opensignal são coletadas sob condições normais de utilização, incluindo no interior de edifícios e áreas exteriores, nas cidades e interior.</p>

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