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	<title>Drones &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Drones &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Guerra na era tecnológica: Será que o colapso da humanidade se aproxima?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alessandra Montini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2022 20:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 49]]></category>
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					<description><![CDATA[Na era da tecnologia, ataques vindos de hackers poderão trazer estragos tão grandes a um nível comparável com a segunda guerra mundial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6993fabc0c0f3" data-id="6993fabc0c0f3" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Guerra na era tecnológica: Será que o colapso da humanidade se aproxima?</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Prof.ª e Dra. Alessandra Montini</strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Soldados por toda a parte, tanques de guerra, mísseis e explosão. Provavelmente, tudo isso te levou a pensar que este seria um texto relatando uma guerra, certo?  Afinal, estamos vulneráveis com os ataques anunciados pela Rússia na Ucrânia e com a possibilidade desse confronte convocar uma possível terceira guerra mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, se essa infame possibilidade vier acontecer, tenho uma previsão nada boa: não teremos só embates por territórios. Na era da tecnologia, ataques vindos de hackers poderão trazer estragos tão grandes a um nível comparável com a segunda guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">  Pode parecer estranho essa afirmação, mas temos nossa vida no ambiente online e as invasões cibernéticas, principalmente essas que sequestram dados importantes e sensíveis, podem comprometer o desenvolvimento de qualquer nação. Já estamos observando isso acontecer na Ucrânia, desde antes mesmo da guerra anunciada. De acordo com as autoridades ucranianas, a Rússia invadiu vários sistemas para mexer com o psicológico das pessoas e desestabilizar toda a população. Este é um jeito tecnológico de tortura.</p>
<p style="text-align: justify;">  E não é só isso. Já sabemos que a tecnologia possibilita que drones entrem em prédios e sejam acionados para exterminar pessoas e a inteligência artificial pode ser facilmente usada para disparar mísseis, além de outras armas sem precisar de auxílio humano.</p>
<p style="text-align: justify;">  Este não é um cenário futurista e veremos isso acontecer, infelizmente, com mais frequência. No final do ano passado, por exemplo, a Rússia realizou um teste com míssil no espaço, destruindo um de seus próprios satélites. E a China conduziu testes com seus avançados mísseis hipersônicos, capazes de viajar a uma velocidade muitas vezes superior à do som.</p>
<p style="text-align: justify;">  Essas tecnologias já empregadas por esses países nos faz pensar que entramos em um novo capítulo da história, do qual a tecnologia é quem ditará toda a estratégia dentro de um campo de batalha.</p>
<p style="text-align: justify;">  É aí que pergunto: nesse sentido, estamos no controle da tecnologia ou é a tecnologia que passa a nos controlar? Quais os estragos que ela, liderando uma guerra, pode gerar?</p>
<p style="text-align: justify;"> A resposta não é fácil, mas diria que o futuro é incerto e estamos todos na mira. Ainda assim, ouso dizer que essa mesma tecnologia usada para guerrilhar é também a única possibilidade para sairmos dela.</p>
<p style="text-align: justify;">  Recentemente, o ministro de transformação digital ucraniano, Mykhailo Fedorov, fez uma chamada para a construção de um “exército” que possa atuar no front cibernético para deter os ataques e apoiar a defesa digital do país. Já são mais de 34 mil inscritos no grupo criado para a iniciativa no Telegram.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mesmo assim, ainda não sabemos quanto tempo durará esse confronto e se, de fato, se tornará uma terceira guerra mundial. Entretanto, sabemos que caso isso aconteça, a capacidade de destruição da humanidade está muito maior e a um clique de distância.</p>
<p style="text-align: justify;">  Posso afirmar que uma guerra na era tecnológica pode colapsar a humanidade!</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Setor de segurança eletrônica faturou R$ 9,2 bilhões em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 19:11:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dados, divulgados pela Abese, indicam um aumento de 14% no último ano e a expectativa para 2022 é de crescer 18%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6993fabc0d820" data-id="6993fabc0d820" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Setor de segurança eletrônica faturou R$ 9,2 bilhões em 2021</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  O setor de segurança eletrônica faturou R$ 9,24 bilhões em 2021. O “Panorama do Mercado”, apresentado pela Abese &#8211; Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança, mostra que o mercado manteve o ritmo e cresceu 14%, superando os resultados do ano anterior (13%).</p>
<p style="text-align: justify;">  Os números refletem o aumento da adesão de soluções inteligentes durante a pandemia, como a implantação de body cams (câmeras corporais), os equipamentos touchless e câmeras com reconhecimento facial e uso de máscaras, os drones, o rastreamento de frotas e veículos, bem como a retomada de projetos que estavam paralisados ou que surgiram nos últimos 12 meses.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o levantamento, o setor composto por mais de 33 mil empresas que juntas são responsáveis pela promoção de mais de 350 mil empregos diretos e mais de 2 milhões e meio de empregos indiretos, mas apesar disso, a presidente da Abese, Selma Migliori, lamenta que sobram vagas pela falta de mão de obra qualificada.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A adesão do consumidor pelas tecnologias de segurança eletrônica é notável, estamos caminhando para um ecossistema de cidades inteligentes e o crescimento do setor mostra isso. Contudo, ainda existem desafios a serem superados, como a falta de mão de obra. A oferta de vagas é tamanha que nós estamos ampliando nosso programa de qualificação profissional através da Academia Abese”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">12 milhões de imóveis monitorados e mais de 4 mil condomínios com portaria remota</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Pela primeira vez, o balanço anual do setor de segurança eletrônica trouxe os dados quantitativos sobre o número de empresas de monitoramento 24h próprio. De acordo com o levantamento, esta categoria é composta por 13 mil empresas responsáveis por monitorar mais de 12 milhões de imóveis em todo Brasil, o que representa cerca de 17% das habitações possíveis de receberem a tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro mercado em expansão é o de portarias remotas. Apesar de recente, o panorama aponta que mais de 4 mil condomínios já utilizam o serviço oferecido por mais de 600 empresas de portaria remota ativas em todo Brasil. “O cenário das portarias remotas ainda está concentrado nas regiões Sul e Sudeste. Apesar de relativamente nova, a tecnologia foi incorporada ao portfólio de empresas veteranas e convive com outros tipos de serviço, fora as franquias e empresas especializadas que surgiram, o que justifica o resultado”, detalha Selma.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Rastreamento em ascensão</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  No Brasil, cerca de um carro é roubado ou furtado por minuto – é o que diz o último anuário brasileiro de segurança pública. O rastreamento é considerado como um dos segmentos mais promissores da segurança eletrônica e pode ser decisivo na recuperação dos automóveis roubados ou furtados antes que sumam em desmanches ilegais.</p>
<p style="text-align: justify;">  A tecnologia também permite o acompanhamento da trajetória do veículo para análise de estatísticas relacionadas ao seu uso, como manutenção preventiva e corretiva, eventos de sinistro, não conformidades e padrão de uso.</p>
<p style="text-align: justify;">  O panorama da Abese mostrou que o mercado de rastreamento atualmente atende mais de 2,5 milhões de veículos no país, o que representa menos de 5% da frota brasileira, indicando potencial para crescimento futuro. O setor é composto por mais de 2 mil empresas de rastreamento no Brasil que juntas geram mais de 29 mil empregos diretos.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Expectativas para 2022</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"> Para 2022, a Abese prevê que o crescimento do setor supere 18%, com todos os segmentos em curva de ascensão. “No início da pandemia, as empresas de serviços de monitoramento 24 horas e rastreamento sofreram um impacto muito grande, mas o resultado dos últimos dois anos é que se reinventaram e se mantiveram na média estável. Com a imunização e o retorno seguro ao presencial, estamos otimistas que o setor conquistará maior abrangência e volume de projetos, o que deve elevar o crescimento”, aponta a presidente da Abese.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além disso, entre os fatores que podem impactar positivamente o setor, estão: a aprovação do “Estatuto da Segurança Privada” em trâmite no Senado Federal, que representará relevante marco legal para a reorganização formal das empresas de segurança privada, incluindo a vertical segurança eletrônica; outra grande expectativa é a ampliação de ofertas de tecnologia disponíveis no mercado que vão surgir e evoluir com a chegada do 5G ao país.</p>

		</div>
	</div>
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