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	<title>Energia elétrica &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Energia elétrica &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Eficiência energética é desafio para as empresas serem competitivas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 20:28:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 80]]></category>
		<category><![CDATA[Chatbots]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo discute dois pontos fundamentais em relação à eficiência energética em um data center: atualização do parque tecnológico e adoção de energia solar. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h1>Eficiência energética é desafio para as empresas serem competitivas</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Este artigo discute dois pontos fundamentais em relação à eficiência energética em um data center: atualização do parque tecnológico e adoção de energia solar.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Cada empresa, país, governo sempre se preocupa em como ser mais eficiente e competitivo. Recentemente uma pesquisa feita pela IT DATA, patrocinada por um grande banco brasileiro, apontou que o uso da Inteligência Artificial deve ser um dos fatores mais decisivos para o aumento da competitividade entre as grandes empresas. E reparem, não é mais o básico da IA (Chatbots de atendimento, geração de imagens etc.) agora o desafio é usar a IA para apontar melhoria de processos, aumentar eficiência operacional, desenhar novos produtos. Da mesma forma, a demanda mundial por mais IA acelera a demanda por armazenamento de dados, processamento na borda, seja em “edge data centers” ou mesmo em infraestrutura “on-premises”, dentro das empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Perfeito! Mais IA, mais dados e mais armazenamento. Vamos pegar o estudo do Lincoln Laboratory do MIT &#8211; Massachussets Institute of Technology que prevê que os <a href="https://www.ll.mit.edu/news/ai-models-are-devouring-energy-tools-reduce-consumption-are-here-if-data-centers-will-adopt#:~:text=Escalating%20this%20energy%20demand%20are,world%27s%20electricity%20supply%20by%202030." target="_blank" rel="noopener">data centers irão consumir 21% do total de energia elétrica do mundo</a> em 2030. Sim, energia elétrica virou item crítico. Por isso, o MIT está focando em desenvolver técnicas de treinamento de IA e melhorias em hardware que ajudem na economia de energia em data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">A busca por eficiência energética não é só uma questão de sustentabilidade ambiental, mas financeira. Neste artigo, vou tratar de dois pontos fundamentais em relação à eficiência energética em um data center: atualização do parque tecnológico e adoção de energia solar. Sim, porque “Energia Limpa” abrange desde os parques eólicos em pontos isolados do país até nossa eletricidade de todo dia, vinda das hidrelétricas – 84% da energia consumida no Brasil é de matriz renovável, segundo a Aneel &#8211; Agência Nacional de Energia Elétrica, porém isso tem um custo que torna muito atrativo aos grandes consumidores a possibilidade de ter sua própria usina de energia com a implantação de um sistema fotovoltaico.</p>
<p style="text-align: justify;">Responsável por 16,7% dos custos de construção e 32% de custos de operação em um data center Tier 3, segundo <a href="https://datacenters.abdi.com.br/" target="_blank" rel="noopener">mapeamento da ABDI &#8211; Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial</a>, a eficiência energética é um item que ocupa muito a mente de um provedor de internet ou gestor de TI. A capacidade de atendimento das concessionárias de energia elétrica é um dos itens primordiais no projeto de instalação de um data center. A eletricidade deve fluir ininterruptamente por causa do processamento dos dados e da série de equipamentos necessários à operação, como refrigeração, roteadores, controles, câmeras, sensores contra incêndio etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter equipamentos atualizados no data center segue a lógica geral que encontramos em outros dispositivos eletroeletrônicos: não se trata apenas de algo moderno na tecnologia-fim, mas no uso de insumos construtivos e de operação. Isso significa menos consumo de energia não só pela nova versão em si, mas o menor tamanho diante do melhor design pode ser traduzido em menos espaço físico para resfriamento (e monitoramento de segurança, contra incêndio, entre outros).</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de embarcar em projetos para instalação de uma usina fotovoltaica, vale a pena ponderar sobre quanto custaria atualizar o equipamento legado de seu data center. O mercado conta com soluções inovadoras com maior economia de energia e que podem reduzir espaços para resfriamento de forma considerável.  Fora diferentes modalidades de negociação para a aquisição da tecnologia, como locação como serviço (As a Service), e fontes de financiamento, como a <a href="https://agenciadenoticias.bndes.gov.br/detalhe/noticia/BNDES-lanca-linha-de-R$-2-bilhoes-para-data-centers-no-Brasil/" target="_blank" rel="noopener">linha de R$ 2 bilhões</a> que o BNDES &#8211; Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social lançou com recursos do Fust &#8211; Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações, exclusivamente para data centers com o objetivo de promover a transformação digital das empresas brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Energia solar por diferentes ângulos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O ano de 2024 trouxe ao consumidor brasileiro o início do Mercado Livre de Energia e tornou possível a compra direta de energia elétrica de geradores ou comercializadores de energia, a maior parte dela produzida em modalidade renovável (solar ou eólica). O provedor ou gestor de TI pode, com isso, libertar-se do abastecimento exclusivo com a concessionária de energia elétrica e negociar diretamente com um fornecedor independente o contrato de fornecimento a partir de uma matriz bem mais barata e que não está sujeita a flutuações de bandeira tarifária ou de mudanças climáticas que impactam na geração de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra modalidade de aquisição possível são os serviços de Energia na modalidade As a Service ou energia solar por assinatura, no qual data centers de menor porte podem contratar empresas que montam o sistema fotovoltaico in loco e gerenciam a produção/abastecimento de energia mediante pagamento mensal. Destaco o limite de tamanho para este modelo porque a maioria das empresas que prestam este tipo de serviço atendem consumidores residenciais ou lidam com sistemas de menor capacidade de geração, diante do grande e contínuo consumo que um data center requer.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, quando se fala em energia solar, o primeiro pensamento ainda é a “declaração de independência” com um sistema fotovoltaico próprio, seja ele no teto da empresa/data center ou na instalação de uma miniusina. Enquanto a geração excedente do período diurno pode ser usada para abater o consumo que o data center precisa da concessionária elétrica à noite, também é possível construir sistemas mais independentes utilizando baterias de lítio que são menores, mais silenciosas e menos poluentes do que um gerador comum a diesel. Inversores e demais equipamentos de controle inteligentes podem balancear o fluxo de energia entre usina solar/concessionária de energia de forma totalmente automática, diminuindo a necessidade de funcionários dedicados a esse tipo de acompanhamento.</p>
<p style="text-align: justify;">O grande obstáculo no caminho da adesão do consumidor brasileiro (B2C e B2B) é a oferta de crédito para realizar o investimento necessário à instalação do sistema fotovoltaico (placas, inversores e itens adicionais como bateria, a depender do projeto), pois o público já está convencido que esta é uma boa troca a médio e longo prazos, sem flutuação de tarifa e ainda a possibilidade de lucrar com geração excedente. Assim como com a modernização do parque tecnológico do data center, também existem diferentes modalidades de negócios que podem facilitar a contratação, além de linhas de crédito específicas ou com condições especiais em agentes bancários para financiar a adesão à energia limpa.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante não esquecer que diante deste cenário desafiador, o provedor e o gestor de TI podem se organizar para migrar para a energia solar, investindo em economia à longo prazo com uma fonte de energia limpa e independente.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>Formato modular une escalabilidade e eficiência em data center</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 19:50:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 79]]></category>
		<category><![CDATA[CFTV]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de acesso]]></category>
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					<description><![CDATA[Os data centers modulares oferecem uma série de vantagens, incluindo menos tempo para instalação, mais velocidade para o início da operação, escalabilidade e controle unificado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986af696d2ac" data-id="6986af696d2ac" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Formato modular une escalabilidade e eficiência em data center</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Os data centers modulares oferecem uma série de vantagens, incluindo menos tempo para instalação, mais velocidade para o início da operação, escalabilidade e controle unificado.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Recentemente, li no site da Abranet  &#8211; Associação Brasileira de Internet a notícia de que <a href="https://www.abranet.org.br/Noticias/IA-puxa-aportes-em-datacenters-para-R%24-280-bilhoes-5069.html?UserActiveTemplate=site" target="_blank" rel="noopener">&#8220;IA puxa aportes em data centers para R$ 280 bilhões&#8221;</a> e me chamou atenção para o fato de quanto estamos sendo avisados sobre os investimentos em infraestrutura de TI que devem ser realizados hoje para dar suporte à demanda de amanhã. O texto em questão é de 12 de agosto de 2024 e informa que o Dell&#8217;Oro Group revisou para cima o crescimento do mercado de infraestrutura física de data center entre os anos de 2023 e 2028, em um ajuste 13% que representa mais de US$ 50 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um cenário otimista e muito diferente daquele que a cadeia produtiva da Internet banda larga enfrentou em 2020, quando a pandemia empurrou o mundo inteiro para o home school/office e do dia para noite nos vimos correndo contra o tempo para todo o ecossistema de telecom entregar uma internet de qualidade, com menor latência, melhores equipamentos, segurança e velocidade. Desta vez, o ISP &#8211; provedor de serviço de Internet está sendo avisado que precisará investir em data center mais modernos e eficientes, entre outros itens em sua infraestrutura, para atender um mercado que já demanda por soluções e só tende a crescer.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">O formato de data center modular pode ser uma boa alternativa para atender esse aquecimento de mercado, considerando que esse tipo de solução oferece uma série de vantagens que devem ser consideradas nos projetos de infraestrutura de TI, como menos tempo para instalação, mais velocidade para o início da operação, escalabilidade e controle unificado. Ao contrário do data center tradicional, que é construído in loco a partir de um projeto personalizado para atender às necessidades específicas da empresa, o data center modular é composto por unidades autônomas, pré-configuradas na fábrica (conforme as necessidades do projeto, claro) e depois montadas no local. Há menos necessidade de trabalho manual envolvido na instalação de cada sistema que compõe a solução: rede, refrigeração, energia, segurança etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Um módulo é constituído por todos os componentes essenciais (servidores, racks, sistemas de energia, refrigeração e conectividade de rede) e pode atuar sozinho, como um pequeno data center, ou compor unidades maiores de processamento, incluindo aí computação de borda para atender demandas com inteligência artificial, IoT &#8211; Internet das coisas e smart cities. A evolução das aplicações conectadas vai exigir agilidade no processamento de grandes volumes de informações. Vale ressaltar que nos sistemas de segurança eletrônica, por exemplo, um segundo economizado na transmissão de uma imagem pode impedir um incidente. Nesse cenário, uma forma de otimizar o trânsito de dados é optar pelo edge computing, que permite encurtar o caminho na transmissão de dados até o dispositivo, mantendo a informação na borda de forma descentralizada, e os data centers modulares entram para desempenhar um papel fundamental nesse ecossistema de conectividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Demandas diversificadas</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A consultoria IDG &#8211; International Data Group estima que os ambientes edge devem absorver mais de US$ 4 bilhões até 2025 no Brasil, entre hardware, software e serviços. Apesar do avanço das tecnologias na borda ser puxado por verticais como óleo e gás, manufatura e mineração, também cresce a demanda de empresas que precisam armazenar dados de biometria, diante das medidas de adequação à LGPD &#8211; Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, e de serviços em saúde. De acordo com <a href="https://www.abranet.org.br/Noticias/Empresas-que-mantem-dados-de-biometria-sobem-de-24%25-para-30%25-5108.html" target="_blank" rel="noopener">levantamento</a> do CGI.br &#8211; Comitê Gestor da Internet no Brasil, o total de empresas com este tipo de arquivos foi de 24% para 30% apenas nos dois primeiros anos de vigor das sanções legais da LGPD (2021-2023).</p>
<p style="text-align: justify;">A operação de bancos de dados é cada vez mais necessária e tende a ser demandada por empreendimentos que não possuem a tecnologia da informação como sua atividade-fim, deixando espaço para terceirização dessas equipes ou contratar serviços sob demanda (as a service). Nesse ponto, assim como no início da expansão da internet banda larga no Brasil, o provedor regional pode ganhar espaço no mercado por estar próximo ao cliente final. Da mesma forma como construiu verdadeiras estradas de fibra óptica e conectou o país, o ISP pode oferecer a empreendimentos de pequeno e médio porte o serviço de <em>colocation</em> e backup de banco de dados com a estrutura e praticidade próprias de um data center modular.</p>
<p style="text-align: justify;">Há sistemas de módulos no mercado que tornam possível reduzir o tempo de implantação de um data center de dois anos para apenas seis meses, com implantação a custos mais baixos e expansão escalável de forma mais simples, econômica e com maior eficiência de serviço. São equipamentos com gestão integrada e automatizada com base em IA, que verifica refrigeração, uso de energia, dados e recursos de operação e manutenção (O&amp;M) em tempo real de uma sala de controle que pode estar a quilômetros de distância.</p>
<p style="text-align: justify;">São custos com hardware e software que, em um data center tradicional, representam quase 62% do CAPEX no investimento, de acordo com estudo <a href="https://www.telesintese.com.br/wp-content/uploads/2023/06/2023_ABDI_Estudo_Completo_DataCenters.pdf" target="_blank" rel="noopener">“Estratégia para a implementação de política pública para atração de Data Centers”,</a> produzido em Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) no final de 2023. Dados são essenciais porque mostram o espaço para redirecionamento de forças que o provedor pode ganhar ao aderir a modelos modulares, que permitem rápida implantação e expansão.</p>
<p style="text-align: justify;">E a demanda também está sendo reconhecida por aqueles que detém o poder de investimento. O BNDES &#8211; Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social  anunciou, em 11 de agosto, uma <a href="https://www.gov.br/mcom/pt-br/noticias/2024/setembro/nova-linha-de-credito-para-data-centers-contara-com-recursos-do-fust-e-bndes">linha de crédito específica para investimento em data centers</a> utilizando recursos do Fust &#8211; Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações. Serão R$ 2 bilhões com o intuito de &#8220;aumenta a soberania da gestão de dados&#8221; no país, empregando jovens e profissionais especializados, tendo em vista que até 2030, a estimativa é que o volume de dados alcance 600 trilhões de gigabytes no mundo, exigindo cada vez mais infraestrutura com essa finalidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Planejamento e integração</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Todos gostamos de um produto ou serviço sob medida, pagamos até mais caro por isso. A questão data center tradicional x data center modular segue esta mesma premissa. Enquanto as facilidades de escalabilidade e rapidez de instalação do formato modular já foram apresentadas, a ideia de um projeto desenhado e planejado de acordo com a especificidade do provedor, mesmo que os custos e o tempo de implementação sejam maiores, acaba transmitindo maior segurança a alguns ISPs. Também há uma dúvida sobre ser possível integrar módulos a sistemas legados, ou o receio da dependência tecnológica a uma marca específica para expansão do data center.</p>
<p style="text-align: justify;">A estas preocupações – corretas e sempre na mente do empreendedor – minha recomendação para tomada de decisão é a mesma: é preciso pesquisar e avaliar os riscos, comparar cenários e aplicações de cada tecnologia escolhida, estudar o mercado (clientes, fornecedores, competidores), e certificar-se quais são seus objetivos e os caminhos a curto, médio e longo prazo para atingi-los. A tecnologia evolui para nos dar mais possibilidades e melhores soluções. Desde que entramos na área de telecomunicações, há mais de 20 anos, nos deparamos com esses mesmos questionamentos, mas uma coisa, porém, nunca mudou: aqueles que estão atentos aos movimentos de mercado e abertos às inovações conseguem surfar “na onda das tendências” por mais tempo e aproveitar as oportunidades que o mercado oferece.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Segurança para data center: Três pilares e uma abordagem multidisciplinar</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/seguranca-para-data-center-tres-pilares-e-uma-abordagem-multidisciplinar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=seguranca-para-data-center-tres-pilares-e-uma-abordagem-multidisciplinar</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 21:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 77]]></category>
		<category><![CDATA[CFTV]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de acesso]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Firewalls]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Machine learning]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo discute os aspectos digitais, físicos e humanos para a segurança de data centers e como a soma dessas partes produz uma estratégia poderosa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986af696fff8" data-id="6986af696fff8" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Segurança para data center: Três pilares e uma abordagem multidisciplinar</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O artigo discute os aspectos digitais, físicos e humanos para a segurança de data centers e como a soma dessas partes produz uma estratégia poderosa.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Em artigo anterior, relacionado aos esforços necessários para <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/reconstruir-a-rede-de-fibra-optica-no-rio-grande-do-sul-demandara-muita-uniao-e-esforco-coletivo/">reconstrução do Rio Grande do Sul</a>, mencionei dois casos de mudanças de data center – migração física e de dados para nuvem – realizados para mitigação dos danos causados pelas cheias, que impressionaram pelo porte da tarefa. Isso me levou a refletir sobre as diferentes abordagens necessárias para a segurança de estruturas de TI, pois não raro uma ação ganha mais prioridade ou peso de investimentos, em detrimento de outras iniciativas também essenciais na proteção de dados sensíveis, como a implementação de barreiras de acesso físico ao painel de controle do data center, por exemplo.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Neste artigo, discutirei os aspectos digitais, físicos e humanos da segurança para data centers e como a soma dessas partes produz uma estratégia poderosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo registros do portal <a href="https://www.datacentermap.com/about/" target="_blank" rel="noopener">Data Center Map</a>, o Brasil possui 135 data centers que oferecem serviços de <em>colocation</em>, cloud e conectividade. Ante a pulverização do trabalho remoto e popularização do uso de nuvem, é praticamente impossível atuar na segurança digital dos data centers sem utilizar inteligência artificial e machine learning para processar, analisar e aplicar com velocidade as defesas necessárias a ciberataques diante da profusão de terminais de acesso e da quantidade crescente de dados dos usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas ferramentas se incorporaram aos firewalls e softwares para detecção de ataques que fazem parte da vertente básica da segurança digital, junto com criptografia de dados, que pode ser configurada por hierarquia de acesso. Vale ressaltar que é preciso estar em dia com as atualizações do parque tecnológico para fazer frente às novas estratégias e vulnerabilidades exploradas pelos cibercriminosos, ou a segurança digital pode estar comprometida em sua própria base.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Segurança física</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O monitoramento do espaço de um data center é muito mais que o uso de CFTV &#8211; Circuito Fechado de TV nos pontos estratégicos, e aqui também a inteligência artificial pode ser aplicada, com o uso de câmeras capazes de fazer reconhecimento facial e leitura de placas de veículos. A IA está presente ainda no sistema de ar condicionado, para monitoramento da temperatura, mitigação de calor e gestão energética, especialmente em data centers que precisam alternar o abastecimento entre energia elétrica e solar.</p>
<p style="text-align: justify;">O controle de acesso é outro ponto vital e precisa ser mais que uma “porta”. É importante fazer uso de crachás, senhas ou leitura facial para entrada, restringindo as autorizações à medida em que aumenta a criticidade das áreas, com diferentes permissões entre a torre de refrigeração e o painel do servidor, por exemplo. Este é o cerne do ZTNA &#8211; Zero Trust Network Access, ou acesso de confiança zero à rede, modelo de privilégio mínimo que tem o maior crescimento em segurança de rede – 31% em 2023 e que pode chegar a <a href="https://www.datacenterknowledge.com/cybersecurity/gartner-zero-trust-will-replace-your-vpn-by-2025#close-modal" target="_blank" rel="noopener">70% em 2025, segundo o Gartner</a> – por seu sucesso no gerenciamento remoto de datacenters, com aplicações tanto no acesso físico quanto na proteção de dados sensíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Completando a gestão do espaço físico estão as estratégias de combate a incêndios e proteção a vazamentos, chuvas ou inundações, alinhadas com mapas de áreas de risco, planos de atuação em diferentes cenários, além de uma equipe devidamente treinada e capacitada para intervenções. E por falar em “equipe”, isto nos leva ao próximo item no tripé da segurança de data centers: o fator humano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Política de segurança</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Lidar com pessoas é o desafio de todo gestor, especialmente quando se trata de mudar comportamentos. Por isso, antes de implementar uma rotina consistente de treinamentos em segurança, incluindo como responder a ameaças cibernéticas, e atualizações técnicas para usar ao máximo os novos sistemas ou ferramentas incorporados ao manejo do data center, o provedor deve ter bem definida a política de segurança do seu negócio. Isso inclui regras claras, protocolos alinhados, compartimentalização (separar por compartimentos) e acesso a dados sensíveis, estabelecendo inclusive o uso de senhas fortes. Com essas medidas, é possível identificar aquele colaborador que desobedece às boas práticas de segurança e o compliance, representando potencial risco ao negócio, para lidar com ele de forma preventiva, e não após uma crise.</p>
<p style="text-align: justify;">A política de segurança é essencial ainda para ajudar no planejamento sobre o futuro do empreendimento, dando suporte à expansão do negócio sem diminuir a qualidade do serviço ofertado aos clientes já existentes. Isso também se aplica ao “negócio data center” como um todo no Brasil, enquanto políticas públicas necessárias para auxiliar na competitividade e melhoria do cenário de tecnologia no país. Para este fim, a ABDI &#8211; Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial e o MDIC &#8211; Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços conduziram o estudo <a href="https://datacenters.abdi.com.br/" target="_blank" rel="noopener">“Estratégia para a implementação de política pública para atração de Data Centers”</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Este levantamento foi publicado no final de 2023 e traz uma ampla pesquisa envolvendo desde as oportunidades na cadeia produtiva dos datacenters ao impacto dos encargos tributários no ambiente de negócios, extrapolando assim as oportunidades de melhoria que cabem aos gestores públicos e privados no segmento.</p>
<p style="text-align: justify;">Dois dados chamaram particularmente minha atenção neste estudo: o consumo de energia para operação do datacenter é seu maior gasto mensal e pode chegar a 32% do OPEX, e os custos com hardware e software representam quase 62% do CAPEX no investimento para um data center. Esses dados são essenciais porque mostram o espaço para redirecionamento de forças que o provedor pode ganhar ao aderir a modelos As a Service, como a própria Cibersegurança As a Service, por exemplo, e focar melhor no desempenho e competitividade do seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, concluímos que não há bala de prata em termos de segurança de dados de um data center, por isso, desconfie sempre de quem quer vender “fórmulas mágicas”. É a conjugação de medidas sérias nos três âmbitos – digital, físico e humano – que confere a solução correta em segurança, dando mais confiança a quem trabalha e paz a quem usa o data center, seja para colocation, cloud ou conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como uma infraestrutura eficiente pode se reverter em custo-benefício aos provedores</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/como-uma-infraestrutura-eficiente-pode-se-reverter-em-custo-beneficio-aos-provedores/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-uma-infraestrutura-eficiente-pode-se-reverter-em-custo-beneficio-aos-provedores</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 21:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Ancoragem]]></category>
		<category><![CDATA[Cabos ópticos]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
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		<category><![CDATA[Latência]]></category>
		<category><![CDATA[Provedores de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
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					<description><![CDATA[Para fazer a intermediação da infra do ISP até a casa do cliente, prédios e empresas, os cabos devem ser ancorados e presos nos postes de forma adequada e com materiais resistentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><span style="font-size: 12px;"><strong>Foto: Freepik</strong></span></p>

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			<h1>Como uma infraestrutura eficiente pode se reverter em custo-benefício aos provedores</h1>

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			<h4>Danielle Barros, CEO da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.pematel.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Pematel</a></span></h4>

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			<p><strong><span style="font-size: 16px;">Conteúdo oferecido por <a href="https://www.pematel.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #3366ff;">Pematel</span></a>, fornecedora de soluções de fibra óptica</span></strong></p>

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			<h2><em>No Brasil, o modelo mais comum de cabeamento para fibra óptica é o aéreo, com ligação entre os postes de energia elétrica. Assim, para fazer a intermediação da infra do ISP até a casa do cliente, prédios e empresas, os cabos devem ser ancorados e presos nos postes de forma adequada e com materiais resistentes.</em></h2>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Confiabilidade, qualidade e agilidade são características chaves para o bom funcionamento da infraestrutura de um provedor de Internet. No Brasil, o modelo mais comum de cabeamento para fibra óptica é o aéreo, com ligação entre os postes de energia elétrica. Assim, para fazer a intermediação da infra do ISP até a casa do cliente, prédios e empresas, os cabos devem ser ancorados e presos nos postes de forma adequada e com materiais resistentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, afinal, como cabos de fibra óptica são alocados nos postes elétricos para a transmissão do sinal de Internet? De modo geral, todos os postes recebem:</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986af6972489" data-id="6986af6972489" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid wpb_animate_when_almost_visible wpb_zoomInUp zoomInUp"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Abraçadeira BAP. Seu principal objetivo é sustentar, fixar e ancorar os cabos de fibra óptica no topo dos postes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Kit ancoragem. Trata-se de um conjunto de materiais que são utilizados no início e no final do cabo de fibra, garantindo o posicionamento correto do cabo, sem forçar ou deixar muito solto após o cabeamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Cabo backbone. É a partir desse cabo que saem as ramificações para outros cabos da rede. Por ser um cabo bastante resistente e encorpado, impede dobras mesmo em curvas ou esquinas. Para essa finalidade, é preciso cortar o cabo e colocar em uma CEO &#8211; caixa de emenda óptica, para fazer as ramificações primárias a partir do splitter balanceado ou desbalanceado. Após o cabeamento, há a instalação das CTO’s e as reservas técnicas de cabos até a casa do cliente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Para evitar desperdícios financeiros com cabos e equipamentos, é essencial ter um bom projeto de rede, considerando que a escolha de um bom fornecedor é tão importante quanto a aquisição dos equipamentos. É fundamental buscar fornecedores com experiência no mercado, com materiais homologados e de qualidade.</span></p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986af69734c4" data-id="6986af69734c4" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Abaixo algumas dicas para fazer esse planejamento:</p>
<p style="text-align: justify;">1 &#8211; Elabore o projeto de sua rede, estabelecendo a área que deseja atender e determinando as quantidades de equipamentos a serem adquiridos, para não haver sobra de materiais e prejuízo com estoque sem futura utilização.</p>
<p>2 &#8211; Escolha um bom fornecedor que ofereça materiais de qualidade, com nota fiscal.</p>
<p>3 &#8211; Tenha um bom controle de estoque e equipamentos, para que não ocorra a interrupção de serviço por falta de materiais necessários para manutenção, seja na rua ou na casa do cliente.</p>
<p>4 &#8211; Proporcione um atendimento de alto nível, não apenas na área técnica, mas também na gestão, com o objetivo de buscar inovações que melhorem a experiência do cliente.</p>
<p>5 &#8211; Proponha soluções que contribuam para o aumento de receita e rentabilidade que estejam associados a melhoria da comunicação e da experiência dos usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">Um produto de baixo custo pode trazer prejuízos para empresa. Um produto de qualidade inferior, pode acarretar menor durabilidade, ocasionando muitos defeitos, manutenções e trocas de equipamentos. Assim, ainda que no início o preço acessível pareça vantajoso, acabará saindo muito mais caro.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Essa carência de qualidade não impacta somente financeiramente a empresa, como o serviço prestado pelo provedor pode sofrer muitas reclamações por interrupção de conexão, e, considerando que a internet é uma ferramenta imprescindível na vida das pessoas, a empresa que recebe muitas reclamações/cancelamentos pode se tornar menos competitiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Lembre-se que as tecnologias estão em constante evolução. Esteja preparado para adequar-se a elas e às demandas decorrentes desse avanço. Evidentemente, o capital é sempre um grande desafio, mas a economia em equipamentos para telecomunicações pode representar maiores custos no futuro. A base do serviço oferecido que engloba o projeto, a infraestrutura e os equipamentos precisa ser sólida e de qualidade para sustentar o negócio.</span></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Como identificar produtos de qualidade</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Verifique se o produto possui a homologação pela Anatel.</p>
<p style="text-align: justify;">Verifique com o revendedor/fabricante quais as garantias que o produto possui.</p>
<p style="text-align: justify;">Busque uma comparação de produtos premium existentes no mercado, avaliando os prós e contras de produtos de menor custo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nunca deixe de verificar em redes sociais e sites de reclamações o que dizem sobre a marca e sua confiabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Salientando também que um material de baixa qualidade pode acarretar prejuízos ambientais, provocando danos elétricos, bem como curtos-circuitos.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sobre a Pematel</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.pematel.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Atuante no mercado de telefonia e Internet há mais de 25 anos, com compromisso e dedicação aos seus clientes</a>. É especializada na comercialização de produtos de alta qualidade para infraestrutura da rede de fibra óptica e com materiais a pronta entrega.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu foco é promover a garantia da qualidade em todas as etapas, disponibilizando um know-how de produtos que abrangem desde ferragens a equipamentos para fibra óptica. O objetivo é que o provedor obtenha a solução completa para suas instalações, além de um atendimento personalizado e um pós-venda dedicado a solucionar eventuais dúvidas e problemas.</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Investimentos das utilities brasileiras em IoT devem crescer mais de 10% nos próximos cinco anos</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/investimentos-das-utilities-brasileiras-em-iot-devem-crescer-mais-de-10-nos-proximos-cinco-anos-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=investimentos-das-utilities-brasileiras-em-iot-devem-crescer-mais-de-10-nos-proximos-cinco-anos-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 19:15:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
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		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Medição inteligente]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Utilities]]></category>
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					<description><![CDATA[É o que aponta o relatório “Panorama de IoT em Utilities”, da Abinc. As principais oportunidades de negócio são o monitoramento e controle de equipamentos e a medição inteligente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986af69751d7" data-id="6986af69751d7" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Investimentos das utilities brasileiras em IoT devem crescer mais de 10% nos próximos cinco anos</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Com o objetivo de entender como as utilities estão trabalhando as questões de IoT – Internet das coisas e os seus principais desafios, o comitê de trabalho de utilities da Abinc &#8211; Associação Brasileira de Internet das Coisas desenvolveu a pesquisa “Panorama de IoT em Utilities”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A pesquisa identificou os casos de uso mais frequentes das aplicações de IoT no setor, assim como a fase de cada empresa. Segundo María Benintende, líder do comitê, cerca de 70% das companhias respondentes estão em etapa de avaliação, projeto piloto ou de implementação de iniciativas IoT. “Os resultados permitem inferir que as principais oportunidades de negócio são o monitoramento e controle de equipamentos e a medição inteligente”, específica.</p>
<p style="text-align: justify;">  Há muitos desafios para desenvolver e implementar projetos de IoT, como destaca o relatório. As dificuldades de integração de sistemas que envolvem o gerenciamento de soluções de vários fornecedores e os altos custos de equipamentos são as dificuldades mais frequentes listadas pelos entrevistados. No que diz respeito aos obstáculos decorrentes do marco regulatório, 62% das companhias respondentes apontam problemas para o reconhecimento dos investimentos da empresa. Por outro lado, 76% das empresas têm um plano de transformação digital, mas não de uma forma estruturada envolvendo toda a organização.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os resultados indicam também que cerca de 65% das companhias participantes têm como prioridade a melhora na qualidade de serviço, 59% o combate às perdas e furtos e 57% apontam a redução de custos operacionais. Porém, ainda há uma ausência de planejamento e estratégia para implantação do IoT de forma estruturada.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com Maria Tereza, CEO da Vellano Smart Energy, cada vez mais as empresas são pressionadas a entregar qualidade de serviço demandada pelos clientes. “Identificamos que a prioridade no momento da implementação de tecnologias IoT é melhorar a qualidade de serviço, o combate a perdas e furtos e reduzir custos operacionais”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro exemplo disso, é que mais da metade das utilities consultadas ainda não têm sistemas de treinamento e contratação adequados ao tamanho do desafio da implementação de IoT. Cerca de 62% dos entrevistados indicam como principal indicador o nível de perdas técnicas que as empresas utilizam para avaliar o business case. “Para uma implementação bem-sucedida da IoT é necessário se adequar a forma de capacitar os colaboradores próprios e contratados&#8221;, acrescenta Maria Tereza.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em maio de 2021, a Sabesp implantou em São Paulo uma grande quantidade de hidrômetros inteligentes utilizando tecnologia IoT, introduzindo a telemedição do consumo de água para o transporte de dados sem fio por longas distâncias, permitindo que os dispositivos permaneçam em operação por pelo menos cinco anos sem trocar ou recarregar a bateria.</p>
<p style="text-align: justify;">  Apesar dos benefícios da IoT, os investimentos das utilities no setor ainda são tímidos. Mais do 70% dos entrevistados indicando aportes anuais menores que R$ 15 milhões nos últimos 3 anos. No entanto, as perspectivas são animadoras. A grande maioria dos respondentes acredita que os investimentos em IoT nos próximos 5 anos crescerão acima do 10%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Segurança da informação</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A pesquisa também aborda a importância da cibersegurança na implementação de tecnologias IoT. Segundo o relatório, a maioria das empresas tem consciência dos riscos e de tal necessidade: dos 67% dos entrevistados indicaram os requisitos de segurança como um fator importante na maior parte ou em todas as iniciativas de IoT.</p>
<p style="text-align: justify;">  O “Panorama de IoT em Utilities” é o primeiro relatório da Abinc que tem como objetivo entender a situação do uso de IoT em empresas brasileiras de saneamento, distribuidoras de energia elétrica e gás encanado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para tanto, foi desenhada uma enquete on-line com perguntas fechadas de múltipla escolha e relacionadas com casos de uso de IoT, tecnologias, alinhamento organizacional, alavancas, desafios, estratégias de fornecimento, investimento, opções de financiamento e aspectos regulatórios.</p>
<p style="text-align: justify;">  A pesquisa foi conduzida durante os meses de outubro a dezembro de 2021 e contou com a participação de 55 profissionais de empresas brasileiras de saneamento, distribuidoras de energia elétrica, e distribuidoras de gás encanado de diversas áreas funcionais, incluindo operações, TI, engenharia, automação, inovação, P&amp;D, estratégia e novos negócios.</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5G: Lei de antenas precisa ser alterada em mais de 600 cidades do estado de SP, diz InvestSP</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/5g-lei-de-antenas-precisa-ser-alterada-em-mais-de-600-cidades-do-estado-de-sp-diz-investsp/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=5g-lei-de-antenas-precisa-ser-alterada-em-mais-de-600-cidades-do-estado-de-sp-diz-investsp</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2022 12:08:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei de antenas]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[As cidades paulistas terão o apoio da Secretaria de Desenvolvimento de Econômico do Estado de SP e da InvestSP - Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, dentro do programa Conecta SP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986af69764f2" data-id="6986af69764f2" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">5G: Lei de antenas precisa ser alterada em mais de 600 cidades do estado de SP, diz InvestSP</h1>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Mais de 600 municípios paulistas precisarão alterar suas leis que tratam da instalação de antenas de telecomunicações para receber a tecnologia 5G. Isso porque as regras em vigor dificultam a chegada da tecnologia, que depende da instalação de um número de antenas até 10 vezes maior que o atual. Os equipamentos, na maioria dos casos, serão menores que os existentes atualmente, porém há a necessidade de novas regras para o uso do solo, por exemplo, já que estas antenas ocuparão os mais variados espaços, como semáforos, fachadas de imóveis e postes de energia elétrica.</p>
<p style="text-align: justify;">  As cidades paulistas contarão com apoio da Secretaria de Desenvolvimento de Econômico do Estado de SP e da InvestSP &#8211; Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, dentro do programa Conecta SP, que prevê uma série de ações para acelerar a chegada da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Boa parte das leis municipais de antenas é do começo dos anos 2000, quando a Internet rápida começou a se expandir no país. Como a tecnologia mudou bastante de lá pra cá, inclusive com o 5G, vários artigos dessas legislações não fazem mais sentido. Por isso, temos trabalhado para levar informação, apoiar os municípios e criar condições para atrair investimentos na nova tecnologia”, diz Caio Cristófalo, analista da InvestSP.</p>
<p style="text-align: justify;">  A agência conversou com entidades de classe, operadoras de telecomunicações e a Anatel para entender as principais travas legais para a instalação de antenas. Com base nisso e na realidade do estado, ela propôs um texto-base com uma sugestão de lei que está adequado ao contexto do 5G e pode servir como parâmetro para que os municípios desenvolvam seus próprios modelos, ou até ser adotado integralmente ou parcialmente por eles. Além de prestar assessoria a prefeituras e câmaras municipais, a InvestSP tem realizado e participado de uma série de eventos para debater e levar informações sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Além da melhora na qualidade do serviço e do aumento da velocidade para o usuário, o 5G trará inovação, emprego e desenvolvimento econômico para São Paulo. O nosso trabalho é aproximar os setores público e privado para que possam ser feitos os investimentos necessários em infraestrutura e a tecnologia comece a funcionar em todo o estado o quanto antes”, afirma o presidente da InvestSP, Antonio Imbassahy.</p>
<p style="text-align: justify;">  A implantação da infraestrutura inicial para o 5G deve injetar R$ 4 bilhões nos municípios paulistas, indica projeção do setor. No médio prazo, a tecnologia pode movimentar mais de R$ 260 bilhões em negócios em todo o estado e revolucionar áreas como robótica, computação em nuvem, big data, inteligência artificial, IoT &#8211; Internet das coisas e realidade virtual.</p>
<p style="text-align: justify;">  Dados do setor também apontam que, apesar do longo caminho a ser percorrido, São Paulo está adiantado na comparação com o restante do país: mais de 4% das cidades paulistas contam com leis atualizadas, contra menos de 2% na média nacional. Um dos destaques é o chamado Circuito das Águas.</p>
<p style="text-align: justify;"> Com apoio da InvestSP, oito cidades da região atualizaram suas leis em conjunto e estão prontas para receber os investimentos na infraestrutura do 5G: Águas de Lindoia, Amparo, Holambra, Jaguariúna, Lindoia, Monte Alegre de Sul, Serra Negra e Socorro.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>TIM amplia rede 4G no Amazonas</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/tim-amplia-rede-4g-no-amazonas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tim-amplia-rede-4g-no-amazonas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 19:03:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[4G]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
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					<description><![CDATA[Operadora levará cobertura de quarta geração para todos os municípios amazonenses ainda este ano. Também está prevista a abertura de sete revendas no estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986af6977624" data-id="6986af6977624" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">TIM amplia rede 4G no Amazonas</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A TIM anunciou que vai ampliar a cobertura 4G para todos os municípios do Amazonas até o final de 2022. Presente em 44 municípios e 13 localidades do Amazonas, a operadora espera contemplar mais 13 novas cidades com sua rede 4G.</p>
<p style="text-align: justify;">  A companhia ainda prevê para este ano a abertura de mais 18 revendas na região Norte, sendo sete no Amazonas. A iniciativa ajuda também a movimentar as economias locais. “A expectativa para 2022 é o fortalecimento da companhia como a maior rede 4G do País e como a pioneira na inovação com o 5G”, afirma Sérgio Paul, gerente de engenharia de redes da TIM Norte.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para tanto, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/tim-prioriza-energia-renovavel-para-levar-4g-em-areas-sem-cobertura/">a operadora aposta no Sky Coverage</a>, solução baseada em conceitos de sustentabilidade desenvolvida pela TIM que pode ser instalada nos recantos mais remotos, até onde não há eletricidade, valendo-se da energia solar.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com quase 4 milhões de habitantes, o Amazonas é um estado estratégico para a operadora, por isso a empresa investiu em infraestrutura de rede no ano passado e contemplou 18 municípios com a rede de quarta geração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">SkyCoverage</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O SkyCoverage é uma iniciativa da TIM para levar a conectividade da telefonia celular a<a href="https://www.infranewstelecom.com.br/tim-e-energisa-levam-4g-ao-interior-do-acre-com-antena-alimentada-por-energia-solar/"> localidades remotas</a>, promovendo alcançar as metas de ESG, ou seja, de chegar a 100% de cobertura 4G nos municípios brasileiros até 2023 e a inclusão digital da sociedade, de forma sustentável e com menor impacto ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">  No final do ano passado, a operadora ativou a rede 4G em Ariaú, no município de Barreirinha, no Amazonas. No local, onde o acesso se dá somente por via fluvial, foi instalada uma torre, levando os serviços de telefonia aos mais de 500 habitantes. A instalação dos equipamentos contou com a participação de colaboradores da TIM, moradores da região, além do apoio de autoridades locais.</p>
<p style="text-align: justify;">  A solução Sky Coverage pode ser instalada em pontos completamente isolados, até onde a energia elétrica não está disponível, através da solução off-grid. O projeto está alinhado a sua meta ambiental de reduzir as emissões indiretas de CO2 em 70% até 2025 e utilização de fontes renováveis.</p>
<p style="text-align: justify;">  &#8220;Por meio do Sky conseguimos expandir o alcance da nossa rede 4G e garantir a inclusão em localidades e distritos que não contavam com nenhuma tecnologia ou que não possuíam a rede de quarta geração. Além disso, o projeto tem nos permitido expandir a nossa rede e com uma infraestrutura simplificada, de baixo impacto ambiental e de menor custo”, conclui Paul.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>5G e o consumo de energia nos data centers</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2022 22:16:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 47]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Tráfego de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Upload]]></category>
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					<description><![CDATA[É essencial que o projeto de um data center seja muito bem efetuado, contemplando equipamentos eficientes que possam otimizar o consumo de energia elétrica. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986af69787fb" data-id="6986af69787fb" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>5G e o consumo de energia nos data centers</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">É essencial que o projeto de um data center seja muito bem efetuado, contemplando equipamentos eficientes que possam otimizar o consumo de energia elétrica. É mais importante priorizar o consumo de energia na operação dos equipamentos do que no resfriamento dos ambientes em que eles estão situados.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Victor Sellmer, diretor de marketing e vendas da ODATA</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A quinta geração da conexão de rede móvel e banda larga já está se tornando realidade no Brasil. Realizado pela Anatel no final de 2021, o leilão da tecnologia definiu as companhias responsáveis pela implementação, em nível comercial, do 5G. Esse foi um importante passo para o desenvolvimento tecnológico de inúmeras empresas que atuam no país.</p>
<p style="text-align: justify;">  De diversas formas, os data centers se tornam parte da infraestrutura necessária para habilitar essa conectividade, uma vez que IoT – Internet das coisas, inteligência artificial, big data e aplicações baseadas em realidade virtual são alguns dos diversos recursos que se aperfeiçoarão com a disponibilização do 5G, e todos eles dependem diretamente de um centro de processamento e armazenamento de dados.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986af6978ded" data-id="6986af6978ded" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<a href="https://bit.ly/GH-INT-Jan22-RD" target="_blank"  class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey rollover"   ><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1350" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/01/GH-Revista-Digital-INT-Janeiro-2022.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="GH - Revista Digital INT - Janeiro 2022" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/01/GH-Revista-Digital-INT-Janeiro-2022.jpg 1000w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/01/GH-Revista-Digital-INT-Janeiro-2022-222x300.jpg 222w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/01/GH-Revista-Digital-INT-Janeiro-2022-759x1024.jpg 759w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2022/01/GH-Revista-Digital-INT-Janeiro-2022-768x1037.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/5g-e-o-consumo-de-energia-nos-data-centers/gh-revista-digital-int-janeiro-2022/" /></a><figcaption class="vc_figure-caption">PUBLICIDADE</figcaption>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">O mundo é movido por dados</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Um dos grandes ganhos proporcionados pela implementação do 5G é a baixa latência da troca de dados entre servidores, antenas e equipamentos, favorecendo a performance dos serviços oferecidos. O tempo entre o upload e o download de um dado deverá ser de, no máximo, 20 milissegundos, reduzindo para 1 milissegundo à medida que a tecnologia recebe melhorias. Trata-se de um excelente resultado em comparação à média de 30 a 70 segundos de latência do 4G, dependendo da região. Além disso, a nova geração também apresenta um enorme aumento de velocidade e resiliência, que desencadeia uma gama infinitamente maior de possibilidades para o uso da conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não há como negar que, com o avanço da tecnologia da Internet e dos meios de comunicação, as pessoas têm utilizado cada vez mais os serviços online pelas ruas. De acordo com insights de estudos realizados e divulgados pela <a href="https://www.ericsson.com/en/press-releases/2021/11/ericsson-mobility-report-mobile-data-traffic-increased-almost-300-fold-over-10-years" target="_blank" rel="noopener">Ericsson</a>, houve um aumento de quase 300 vezes no tráfego de dados móveis pelo mundo na última década – e, com a oferta do 5G, esses números tendem a evoluir consideravelmente ao longo dos próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ainda assim, tudo o que é feito online requer trocas de dados, isto é, desde uma simples navegação pelas redes sociais até a realização de comandos remotos de uma indústria automatizada. Nesse sentido, a maior parte desses dados acaba sendo armazenada na “nuvem”, ocasionando um impulsionamento no crescimento dos serviços de data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">  Considerando que a ativação do 5G estimulará um crescimento exponencial dessa quantidade de dados em circulação, será fundamental contar com uma infraestrutura “parruda” para potencializá-la de maneira estável, rápida e segura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Requisitos do 5G e o consumo de energia</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Para viabilizar a chegada do 5G, os data centers precisam estar bem-preparados. Se por um lado as antigas gerações de conexão de rede móvel elevaram a taxa de transmissão, agora haverá, inclusive, um acréscimo efetivo nas especificações de serviços de conectividade que possibilitam o suporte a múltiplas aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  À vista disso, a alta disponibilidade de energia e refrigeração é um dos fatores considerados no momento de planejar a estruturação (ou reestruturação) de um data center. Conforme os pioneiros na adoção do 5G forem impulsionando a amplitude e a escala do serviço, o foco dos data centers deverá ser alterado para as estratégias de otimização e redução do aumento excessivo do consumo de energia acarretado pela nova tecnologia, e, para isso, a busca por alternativas de refrigeração se torna crucial.</p>
<p style="text-align: justify;">  É essencial que o projeto de um data center seja muito bem efetuado, contemplando equipamentos eficientes que possam otimizar o consumo de energia elétrica, afinal, é mais importante priorizar o consumo de energia na operação dos equipamentos do que no resfriamento dos ambientes em que eles estão situados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sobretudo em termos de crise hídrica, a eficiência energética é um dos principais pontos para a otimização de um data center que pretende se expandir com o 5G, e a adoção de outras tecnologias redundantes pode ser interessante para frear esse consumo de energia.</p>
<p>• Sistemas free cooling: por meio da integração do sistema de refrigeração de ar em circuito fechado com o free cooling, é possível reduzir o desperdício e consumo de energia dos data centers, principalmente em dias mais frios. Essa técnica aproveita a baixa temperatura externa para o resfriamento da água, contendo o consumo elétrico com o desligamento de compressores do chiller e, principalmente, o resfriamento pelo ar ambiente.</p>
<p>• Arrefecimento mais eficiente: em circuito fechado, o resfriamento por água permite uma maior eficiência na operação dos hardwares, além de abater os custos de manutenção e o impacto ambiental. Isso se dá pela economia de energia em 30%, quando, em conjunto com o free cooling, a água flui dentro de boninas que reduzem o calor emitido dentro das salas de data center. Dentro do chiller, a temperatura da água é alterada em circuito fechado com o uso de ar externo e da tecnologia de free cooling, com a alta eficiência energética sem perda de água.</p>
<p>• Sistema de circuito fechado: ao propiciar um consumo de água praticamente nulo, esse modelo evita o desperdício do recurso. Nele, a água é extraída uma única vez e circula em circuito fechado, dispensando a necessidade de reposição. A vantagem deste sistema é não utilizar processos de evaporação, o que economiza na utilização de água no sistema de arrefecimento do data center, mirando também um WUE &#8211; Water Usage Effectiveness baixo. Neste caso, quanto menos água for consumida pelo data center por kWh, melhor para a agenda ESG.</p>
<p style="text-align: justify;">  No Brasil, o mercado livre de energia está em ascensão e os benefícios são amplos. Fontes de energia solar e eólica estão entre os recursos mais procurados deste mercado, nos últimos anos – afinal, com elas, torna-se altamente viável moderar os custos com energia, além de significar a compra do insumo de uma fonte limpa que diminui ainda mais a emissão de carbono na atmosfera.</p>
<p style="text-align: justify;">  Contudo, as medidas de contenção dos gastos com energia não param por aí. Com fácil instalação, a utilização de lâmpadas LED, sensores de presença e temporizadores para automatização de iluminação ambiente são indispensáveis para qualquer estabelecimento comercial e industrial.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em um país de grande produção de energia renovável como o Brasil, o emprego de recursos eólicos e solares deve ser sempre considerado nos negócios. Dessa mesma maneira, tornar data centers verdes e que gere menos impacto ao meio ambiente é uma estratégia assertiva que, além de favorecer o meio em que vivemos, possibilita uma operação mais eficiente e otimizada, em especial em um cenário de acolhimento a uma tecnologia revolucionária como o 5G.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Manutenção de data centers: Melhor prevenir do que remediar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2020 15:33:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 31]]></category>
		<category><![CDATA[Data centers]]></category>
		<category><![CDATA[Downtime]]></category>
		<category><![CDATA[Energia elétrica]]></category>
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		<category><![CDATA[Manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[Manutenção preditiva]]></category>
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					<description><![CDATA[Com sistemas corretos de manutenção é possível manter a operação sem sobressaltos, reduzir custos e ter mais eficiência. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>Manutenção de data centers: Melhor prevenir do que remediar</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Não é novidade que a gestão de facilities traz mais eficiência, funcionalidade e segurança para um ambiente. Em um data center esse processo é ainda mais essencial, principalmente quando o assunto é a manutenção dos sistemas. Imagine o prejuízo causado por uma falha elétrica ou por um equipamento que parou de funcionar.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://drift-lp-66680075.drift.click/UptimeInstituteGlobalDataCenterSurvey2020" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Segundo a pesquisa 10th Annual Uptime Institute data center survey 2020</a>, do Uptime Institute, os problemas de energia ainda são a principal causa de interrupções dos data centers e diminuir o tempo de inatividade desses ambientes é um dos grandes desafios dos gestores e proprietários de data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com a pesquisa, 78% das organizações tiveram uma interrupção do serviço de TI nos últimos três anos &#8211; 41% a classificaram como mínima ou insignificante. Já 31% dos entrevistados afirmaram que foram afetados com interrupções significativas, sérias ou severas (que podem causar danos financeiros e de reputação substanciais). O relatório ainda mostra que 75% dos gestores e operadores de data centers acreditam que a paralisação poderia ter sido evitada – em 2019 esse percentual foi de 60%.</p>
<p style="text-align: justify;">  As manutenções custam menos do que as paralisações. De acordo com a pesquisa do Uptime, este ano 28% das interrupções nos data centers custaram entre US$ 100 mil a US$ 1 milhão; 10% foram superior a US$ 1 milhão; e 60% menor do que US$ 100 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/gestao-de-manutencao-de-facilities-e-data-center/">Um artigo publicado nesta edição</a> aborda as tarefas associadas à conservação, manutenção e reparação dos sistemas de infraestruturas físicas em ambientes de missão crítica, indicando os principais tipos de manutenção, além da importância de um sistema informatizado de gestão de manutenção.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo os autores, “é preciso criar, para cada site, um programa com manutenções preventivas, preditivas e corretivas que devem ser rastreadas dentro do mesmo sistema de controle para garantir que as informações estejam disponíveis para a implementação e elaboração de relatórios”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com sistemas corretos de manutenção é possível manter a operação sem sobressaltos, reduzir custos e ter mais eficiência. Como diz o ditado popular: “é melhor prevenir do que remediar”.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Data center da Global Gate DC recebe certificação Tier III do Uptime Institute</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 19:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nova sede, que entrou em operação em janeiro deste ano, marcou a finalização do processo de ajustes da estrutura para receber a certificação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986af697c06e" data-id="6986af697c06e" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Data center da Global Gate DC recebe certificação Tier III do Uptime Institute</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  O data center da Global Gate DC, fornecedora de soluções de TI para o mercado corporativo, com sede em Blumenau, SC, acaba de conquistar a certificação Tier III do Uptime Institute.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma nova sede, que entrou em operação em janeiro deste ano, marcou a finalização do processo de ajustes da estrutura para receber a certificação. Os investimentos foram da ordem de R$ 10 milhões. Este é o primeiro data center do Estado de Santa Catarina a ter a certificação e o segundo da região Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">  Jean Jader Martins, diretor comercial da Global Gate DC, explica que para conseguir este reconhecimento, a empresa passou por uma série de auditorias. “As instalações, a infraestrutura, o design do sistema e toda a construção do prédio foram verificados. É um investimento alto e que exige muitos cuidados, mas que garante ao cliente da empresa um serviço de alto nível e, principalmente, a segurança na sua infraestrutura, o que é cada vez mais fundamental para os negócios”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para receber a certificação, a empresa cumpriu as exigências do Uptime Institute, incluindo redundância em fontes de energia (além da rede elétrica tradicional, a empresa precisou incluir na estrutura geradores próprios que permitem a continuidade do serviço mesmo que a rede tenha o fornecimento interrompido por longos períodos de tempo); 99.982% de disponibilidade; e até 1,6 hora de inatividade por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Global Gate DC é uma empresa da Bludata, desenvolvedora de software para gestão de negócios, com mais de 30 anos de atuação.</p>

		</div>
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