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	<title>Ericsson &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Ericsson &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Lançamento da tecnologia 5G acontece ainda este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2018 14:14:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É o que revela relatório da Ericsson, que também prevê 3,5 bilhões de conexões  IoT - Internet das coisas no celular em 2023 em todo o mundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-699396d2ca667" data-id="699396d2ca667" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Lançamento da tecnologia 5G acontece ainda este ano</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Segundo o relatório <a href="https://www.ericsson.com/br/pt/mobility-report" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mobility Report</a>, da Ericsson, o lançamento comercial da <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/micro-ondas-e-onda-milimetrica-transporte-5g/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">rede 5G</a> está cada vez mais próximo e em 2023 são previstas 3,5 bilhões de conexões de IoT – Internet das coisas celular, em todo o mundo. Isso porque implementações de larga escala estão acontecendo na China e novas tecnologias, como NB-IoT e Cat-M1, oferecem aos provedores de serviços oportunidades de melhorar a eficiência dos aparelhos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ainda de acordo com o estudo, operadoras de telefonia móvel em todo o mundo já lançaram mais de 60 redes IoT celulares, utilizando novas tecnologias na mesma rede subjacente LTE para suportar uma gama diversificada de serviços de múltiplos usos. Na América do Norte, o IoT está focado em logística e gerenciamento de frota, enquanto na China a tecnologia é implementada para tornar as cidades e a agricultura mais “inteligentes”.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Lançamento comercial 5G</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">  É esperado que a América do Norte seja a pioneira na adoção do 5G – com todas as operadoras dos EUA planejando disponibilizar a rede para os seus clientes entre o final deste ano e meados de 2019. Até o final de 2023, cerca de 50% de todas as assinaturas móveis na América do Norte já devem ser de 5G, seguidas pelo nordeste da Ásia, com 34%, e a Europa Ocidental, com 12%.</p>
<p style="text-align: justify;">  Globalmente, as implementações de 5G são esperadas a partir de 2020. A Ericsson prevê mais de 1 bilhão de assinaturas 5G para banda larga móvel até o final de 2023, representando cerca de 12% do número total de assinaturas móveis.</p>
<p style="text-align: justify;">  Estima-se que o tráfego de dados móveis aumente oito vezes durante esse período, atingindo 107 exabytes (EB) por mês &#8211; número equivalente a todos os assinantes móveis do mundo transmitindo vídeos em full HD por 10 horas. Até 2023, espera-se que mais de 20% do tráfego mundial de dados móveis seja transportado por redes 5G. Isso é 1,5 vez mais do que o tráfego total de 4G, 3G e 2G, atualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">  A tecnologia deve ser implantada primeiro em áreas urbanas de maior densidade e que apresentam uma banda larga móvel mais aprimorada. Outros casos de uso virão futuramente de setores como automotivo, manufatura, serviços públicos e saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Georgia Sbrana, vice-presidente de marketing, comunicação e relações institucionais da Ericsson Brasil, 2018 é o ano em que as redes 5G vão começar a ser comercializadas e a implementação em grande escala de IoT celular vai começar. Essas tecnologias prometem novos recursos que afetarão a vida das pessoas e transformarão os negócios corporativos. “Essa mudança só acontecerá com esforços combinados de agentes do setor e reguladores que se alinham em espectro, padrões e tecnologia”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Espera-se que a primeira geração de dispositivos de dados de 5G seja lançada a partir do segundo semestre de 2018. Já os primeiros smartphones comerciais com 5G estarão disponíveis no início do próximo ano, enquanto o suporte para bandas de muito alto espectro é esperado até o final do segundo semestre de 2019.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>SDN/NFV: A transição para o mundo virtual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2018 18:45:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-699396d2cc583" data-id="699396d2cc583" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>SDN/NFV: A transição para o mundo virtual</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Nos próximos cinco anos 60% dos data centers hyperscale do mundo funcionarão com soluções SDN- Software Defined Network e NFV &#8211; Network Functions Virtualization. Isso porque o volume de tráfego de dados cresce exponencialmente, pressionando para que haja uma nova arquitetura que facilite a criação e a evolução de novos serviços.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Simone Rodrigues, Jornalista da Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Com a previsão de que nos próximos cinco anos cerca de 60% dos data centers hyperscale do mundo estejam funcionando com soluções SDN- Software Defined Network e NFV &#8211; Network Functions Virtualization, o momento da transição do digital para o virtual se aproxima a passos largos. Isso porque o volume de tráfego de dados cresce exponencialmente, pressionando para que haja uma nova arquitetura que facilite a criação e a evolução de novos serviços. A redução de custos e a possibilidade de oferecer serviços com agilidade são os fatores que mais chamam a atenção para as tecnologias SDN/NFV. As empresas precisam criar novos serviços agora (não mais tarde) para gerar novas receitas e se manterem competitivas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A primeira quebra de paradigma foi a virtualização dos servidores, com a proposta de utilizar melhor o hardware, com 100% de sua capacidade. Desde então, a infraestrutura da rede começou a mudar. E, agora, o mundo vive um novo momento de salto tecnológico, com a expectativa de que daqui a dois anos ao menos 40% do tráfego entre os data centers seja suportado por plataformas SDN/NFV. A virtualização de funções da rede é o primeiro passo para construir uma rede ágil e que realmente aproveite o SDN. Embora as duas tecnologias não dependam uma da outra, já que é possível implantar uma SDN sem NFV e vice-versa, quando usadas em conjunto elas se complementam e proporcionam uma solução altamente flexível.</p>
<p style="text-align: justify;">  Jonas Santiago de Oliveira, diretor de vendas e arquitetura de OSS para a América Latina da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.amdocs.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Amdocs</a></span>, afirma que as redes abertas auxiliam as operadoras na introdução de novos serviços, de forma mais acelerada. E elas são os principais motivadores para intensificar a implementação de SDN/NFV.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das missões a Amdocs é desenvolver soluções de suporte para as operações de negócios e também na integração com SDN e NFV. A estratégia da empresa para cumprir com a missão de agilizar a introdução de novos serviços é composta por três pontos: o primeiro deles é a formação de um ecossistema de fabricantes de diversas modalidades, de hardware e de software, sistemas de gerência de cloud e fornecedores de SDN/NFV. “É preciso ter soluções prontas para diferentes segmentos, incluindo residencial, corporativo e gestão da rede móvel. A eficiência do gerenciamento dos serviços do cliente é outro ponto. Dentro desse conceito, é necessário sair do padrão tradicional, onde um novo serviço demora de seis até 12 meses para ser implementado. Esse novo modelo, que permite a ativação de serviços em minutos ou segundos, só é possível com orquestração, suporte e operação”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Amdocs disponibiliza, em conjunto com a plataforma ONAP &#8211; Open Network Automation Platform, o SDC &#8211; Service Design and Create, uma solução aberta que permite ao cliente projetar novos serviços e estabelecer métricas de maneira ágil e de menor custo, facilitando o desenvolvimento, testes e implementação.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3>Uma revolução na indústria</h3>
<p style="text-align: justify;">  Márcio Zara, diretor de vendas SDN/NFV da <a href="https://www.netcracker.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #3366ff;">NetCracker</span></a>, é mais um a afirmar que a virtualização é um caminho sem volta. “Há uma nova forma de vender e comprar serviços e isso não é apenas para os novos players. No final das contas, todas as empresas estão se transformando. O 5G vai revolucionar a indústria. Com o aumento da quantidade de dispositivos e volume de dados, além da realidade aumentada, inteligência artificial, etc., será impossível fazer a gestão de modo convencional. Sem dúvida, a virtualização é um meio para o fornecimento de novos serviços”. Para ele, as empresas precisam pensar num plano de longo prazo, mas preparando a rede, as pessoas e os processos agora. “Aí a virtualização é fundamental&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na análise de Fábio Hashimoto, diretor e tecnologia da <a href="https://www.la.logicalis.com/pt-Latam/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #3366ff;">Logicalis</span></a>, os projetos de SDN/NFV podem ser iniciados de forma gradual, configurando o atendimento para as necessidades de cada serviço e cliente. “A partir de um primeiro serviço, pode-se avaliar e aprimorar, agregando outros serviços ao mesmo tempo até que se crie uma plataforma sólida”, explica o executivo, acrescentando que para começar esse processo a capacitação e especialização são fundamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na avaliação de Patricia Vello, county manager da <a href="http://www.ciena.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #3366ff;">Ciena Brasil</span></a>, o SDN, em conjunto com as novas tecnologias, como inteligência artificial, já está afetando o mercado de telecomunicações. Esse processo, irreversível, passa pelo lançamento de novos serviços, que esbarra no lento desenvolvimento dos modelos tradicionais. “As operadoras já consideram fazer os seus próprios desenvolvimentos para terem agilidade e eficiência na operação”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para ela, uma das dificuldades da expansão da implantação de SDN é a falta de mão de obra especializada. “As operadoras precisam de equipes que entendam de IP e SDN. Aqui no Brasil há uma certa dificuldade para encontrar esse tipo de profissional. Então, muitas empresas querem ver a tecnologia funcionando em operadoras internacionais para se sentirem mais confiantes”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Diego Valeriano, gerente de contas da <a href="http://www.ztebrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #3366ff;">ZTE Brasil</span></a>, concorda com Patricia. “Estamos em um momento de transição, onde encontramos algumas barreiras, como a falta de mão de obra especializada ou mesmo a necessidade de um investimento inicial e ainda a difusão dos conceitos e tecnologias”. Para ele, a sinergia entre o mundo IP e óptico é fundamental para a transição para o SDN. “O que antes era feito com interfaces físicas, como roteadores, agora é virtual. O SDN permite enxergar e usar todas as camadas da rede, de acordo com a demanda e a disponibilidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o executivo, o SDN traz uma situação mais confortável para as operadoras, pois um único orquestrador concentra, de forma integrada, todas as informações do backbone IP e plataformas ópticas. “Para fazer o provisionamento da rede, o sistema de orquestração, conectado com os aplicativos, analisa, de forma automática e conforme o tempo real do tráfego, qual é o melhor recurso e caminho a ser seguido”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Hoje, as empresas já estão lançando muitas soluções, como SD-WAN e CPE virtual, para proporcionar ao cliente um serviço de valor agregado. Os profissionais também estão se preparando para a chegada do ator principal, que é o orquestrador de serviços. Essa convivência dos mundos físico, tradicional e legado com o mundo virtual e digital só acontece por meio do orquestrador, que serve para manter a convivência não só do físico e virtual, mas também quando se trata do 5G.</p>

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			<h3>O papel da automação</h3>
<p style="text-align: justify;">  Um dos grandes benefícios das tecnologias SDN/NFV é lançar serviços de forma mais dinâmica e flexível, mas isso só é possível com a automação. De nada adianta ter um serviço baseado numa plataforma virtualizada se todo o processo for manual, com atualizações de inventário manual ou cobrança realizada nos mesmos padrões anteriores. Assim, só é possível extrair o real valor da virtualização com a automação da operação e modelos de cobranças diferenciados e alinhados às necessidade de cada cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Edson Stein, senior account manager da <a href="https://www.redhat.com/pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #3366ff;">Red Hat</span></a>, acrescenta que o mercado vai exigir cada vez mais uma sinergia entre os mundos de TI. Segundo ele, há alguns anos, as empresas vêm se posicionando para que os data centers sejam focados em aplicações baseadas em software, usando tecnologias open source. Para tanto, é preciso partir para a estrutura de um ambiente agnóstico de hardware e um sistema operacional Openstack. Dessa forma, é possível criar novas ofertas e possibilidades de maneira dinâmica e de baixo custo. “O mercado caminha para um cenário open source, que tem uma velocidade de desenvolvimento muito rápida e baseada em comunidade”.</p>

		</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"> SDN/NFV: A chave para o 5G e IoT</h3>
<p style="text-align: justify;">  Os milhões de dispositivos conectados à rede e os novos serviços 5G terão um grande impacto na infraestrutura das operadoras e empresas prestadoras de serviços. A implantação de tecnologias SDN/NFV será fundamental nessa jornada.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Hector Silva, CTO e líder de vendas estratégicas da Ciena para o Caribe e América Latina, as redes deverão ser nativas na nuvem e virtualizadas com SD-WAN baseada em SDN. “As plataformas digitais, IoT – Internet das coisas e o 5G estão sendo construídos de forma agregada e não concentrada, portanto, somente a virtualização permitirá assegurar a flexibilidade e a segurança adequada para a demanda de cada usuário”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo ele, os data centers serão orientados para operarem em nuvens híbridas e, nesse cenário, os small data centers, com mais eficiência e de menor custo, ganharão destaque, para alocar as funções da rede. Isso porque os data centers não irão concentrar apenas as funções de controle da rede, mas também os serviços da nuvem mais próxima. “A tendência é levar o processamento mais para borda da rede e, numa situação extrema, vamos ter um micro ou nano data center no armário de rua escoando o tráfego de banda larga”, pontua Silva.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além disso, será preciso preparar as redes ópticas, que oferecerão escalabilidade e largura de banda de forma flexível e ágil. &#8220;Não existirá redes 5G se não tivermos estruturas SDN e virtualizadas para uma rede elástica e confiável”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para a <a href="https://www.ericsson.com/br/pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #3366ff;">Ericsson</span></a>, que se posiciona como uma integradora de tecnologias SDN/NFV, a mudança do modelo de operação e a segurança precisam ser considerados. “O mercado de telecomunicações estava acostumado a instalar uma caixa e a colocar no ponto da rede. Hoje, há mais em jogo. É preciso envolver desde o centro de operações até equipe de marketing que está criando novos serviços. É um processo de transformação, onde é necessário pensar e operar de uma maneira diferente&#8221;, comenta Paulo Bernardocki, CTO da Ericsson.</p>
<p style="text-align: justify;">  O executivo diz que um centro de operações se modifica muito rapidamente quando se está no ambiente virtualizado e a qualquer falha pode estar em vários elementos e, eventualmente, em diversos pontos da rede. “É importante ter um desenvolvimento contínuo e ininterrupto, em um processo open source. Junte a isso uma estratégia de Dev-Ops e a introdução e manutenção do ciclo de vida da rede existente. Não estamos mais vivendo num mundo onde fazemos um upgrade a cada um ano ou dois anos. Agora isso tem que ser feito todos os dias. A virtualização é um dos elementos-chave para os novos serviços e os passos que estão sendo dados hoje são pré-requisitos para 2020, quando o 5G estiver operando”.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-699396d2ce0ac" data-id="699396d2ce0ac" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 vc_col-has-fill"><div class="vc_column-inner vc_custom_1522182920452"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3><span style="color: #ffffff;">Casos de uso</span></h3>

		</div>
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<div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_10 vc_sep_border_width_5 vc_sep_pos_align_left vc_separator_no_text vc_sep_color_white wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A <a style="color: #ffffff;" href="http://www.tim.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">TIM</a> tem 49 funções de redes virtualizadas, o que corresponde a 50% do total de sua base instalada. Segundo, o diretor de rede móvel Marco Di Constanzo, o planejamento da operadora era de virtualizar 35% da rede até dezembro do ano passado. Mas, devido a necessidade de mercado, o processo ocorreu 40% mais rápido. A expectativa é chegar até 2020 com 70% da rede virtualizada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Di Constanzo ainda destaca que a empresa possui quatro data centers que operam no conceito de NFV e SDN. “A TIM Brasil acredita que o SDN e NFV são tecnologias transformadoras e que irão gerar novas oportunidades de negócios e receitas. Essas tecnologias estão totalmente atreladas a mudanças de plataformas, pessoas e processos. Estamos avançando de uma maneira cuidadosa, sem pressa, mas também sem pausa”, completa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Na <a style="color: #ffffff;" href="http://www.oi.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Oi</a>, o SDN e o NFV estão no roadmap de todas as suas novas ativações de rede. Mario Fukuda, diretor de tecnologia da operadora, comenta que a expansão da rede óptica é pensada para compor tecnologias que ofereçam interfaces para a virtualização de funções de rede e, para a infraestrutura legada, a ordem é readequar, como a planta IP que precisa ser simplificada. “É inegável que o SDN e a virtualização estão transformando as redes e os negócios e serviços das operadoras. Quem não seguir esse caminho não estará adaptado a nova realidade de serviços”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Com avanços ocorrendo simultaneamente em todas as áreas de TI, surgem ainda mais novidades. A <a style="color: #ffffff;" href="https://www.orange-business.com/en" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Orange Business Services </a>oferece a Easy Go Network, uma solução baseada em rede como serviço (network as a service) com virtualização das funções de rede utilizando a tecnologia SDN, oferecendo mais agilidade na entrega de serviços. O Easy Go Network disponibiliza controle de aplicações unificadas, filtragem de conteúdo web, prevenção de spyware e defesa de malware, além de prevenção de intrusos, otimização de aplicações e gerenciamento de Wi-Fi.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Na opinião de Felipe Stutz, diretor de soluções para América Latina da Orange Business Services, o SDN/NFV traz benefícios para os clientes que buscam o conceito de rede como serviço como um habilitador para a transformação digital. &#8220;Essas tecnologias dão maior agilidade na entrega de serviços, com contratos sob demanda, e maior controle sobre a rede e segurança”. Até 2020, a companhia pretende ter 75% de serviços virtualizados e automatizados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  O SD-WAN também faz parte da estratégia da Orange Business Services e é uma das funcionalidades do portfólio de SDN/NFV da companhia. Segundo Stutz, a Orange já utiliza o SD-WAN dentro da sua rede há alguns anos, com visibilidade de aplicações e orquestração para agregar vários caminhos de rede Ethernet e MPLS, e tem aplicado novas tecnologias a essa funcionalidade. Em paralelo, a Orange tem outros lançamentos, ainda em fase piloto, como a virtualização dessas funções de rede dentro do escritório do cliente, numa tecnologia chamada Universal CPE, incluindo recursos de SD-WAN, roteamento e segurança, num único equipamento.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>TIM, Ericsson e Inatel se unem para prover soluções de IoT e cidades inteligentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2018 14:28:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[A parceria trará uma série de ações e pesquisas relacionadas à smart cities e Internet das coisas, com base em soluções móveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-699396d2cf841" data-id="699396d2cf841" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>TIM, Ericsson e Inatel se unem para prover soluções de IoT e cidades inteligentes</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://www.tim.com.br/sp/para-voce?gclid=EAIaIQobChMIhZChkpeK2gIVCQSRCh27UQdDEAAYASAAEgLfYfD_BwE&amp;gclsrc=aw.ds&amp;dclid=CLWO_JOXitoCFbnI4wcd_9UGDQ" target="_blank" rel="noopener noreferrer">TIM</a></span>, a <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.ericsson.com/br/pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ericsson</a></span> e o <a href="http://www.inatel.br/home/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #3366ff;">Inatel &#8211; Instituto Nacional de Telecomunicações</span></a> firmaram um acordo de intenção para colaboração tecnológica, <span style="background-color: #ffffff;">científica</span><span style="background-color: #ffffff; color: #3366ff;">,</span> de inovação e empreendedorismo com objetivo de prover soluções para o desenvolvimento de cidades inteligentes e IoT &#8211; Internet das coisas, com base em soluções móveis. “Este é mais um passo para estimular o desenvolvimento de soluções que possam ser utilizadas no conceito das smart cities e IoT, para contribuir com o desenvolvimento e a melhoria do cotidiano dos cidadãos”, diz Janílson Bezerra, diretor de innovation &amp; business development da TIM Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  A parceria vai permitir que a operadora forneça aos alunos de graduação e mestrado do Inatel tópicos de pesquisa e investigação para que eles possam sugerir soluções a serem aplicadas no campo acadêmico e, futuramente, replicadas fora da universidade. Todas as interações sobre os projetos acontecerão na solução IoT Accelerator, da Ericsson. Baseada em nuvem, a plataforma facilita a conectividade dos mais diversos dispositivos (de câmeras a sensores de temperatura) e permite que os dados fornecidos sejam disponibilizados de maneira segura para aplicações que serão desenvolvidas e integradas à plataforma, abrindo novas fontes de receita para operadoras e empresas em diferentes frentes das cidades inteligentes, como gerenciamento de água e energia, segurança, saúde, educação e transporte.</p>
<p style="text-align: justify;">  “O propósito é estimular o desenvolvimento de soluções para smart cities dentro da nossa plataforma IoT Accelerator. Por ser feito no ambiente real da operadora e ter o apoio do Inatel, no desenvolvimento das aplicações, teremos um ecossistema pronto para fomentar inovações em IoT que beneficiarão os municípios tanto na vertical de saúde, quanto em educação e segurança”, diz Luiz Antonio Tavares, vice-presidente comercial da Ericsson Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com duração prevista de dois anos, além de 40 especialistas do Inatel, entre pesquisadores e doutores, o acordo vai permitir também que se estude mais o desenvolvimento do IoT móvel no Brasil. Essa tecnologia, que é considerada um elemento-chave para o desenvolvimento do 5G, pode ser utilizada em rastreamento de ativos industriais e monitoramento de segurança. “O campus do Inatel está aberto para pesquisa, desenvolvimento e testes de inovações na crescente área de IoT e 5G. A parceria entre Inatel, Ericsson e TIM fortalecerá todo o ecossistema de IoT, possibilitando o desenvolvimento de inovações tecnológicas e de novos serviços em diversas verticais de negócios, em sintonia com o Plano Nacional de IoT, bem como o surgimento de startups que aumentarão a oferta de serviços, equipamentos e soluções para o mercado”, afirma o Marcelo de Oliveira Marques, diretor do Inatel.</p>
<p style="text-align: justify;">  O acordo faz parte do programa de Open Innovation da TIM e prevê uma série de ações e pesquisas, com a finalidade de desenvolvimento de serviços inovadores e o aperfeiçoamento de soluções. A PUC-Rio -Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro também faz parte do programa, com uma parceria para cooperação e intercâmbio científico e tecnológico entre a operadora e os alunos e professores da instituição. “Nossa rede 4G vem sendo preparada como uma plataforma para todos os tipos de serviços, inicialmente com a banda larga móvel, passando pela Internet fixa com a tecnologia WTTx (uso de conexão móvel sem fio na ponta que chega ao consumidor) até outras inovações, em IoT. A liderança e a qualidade na cobertura da TIM na tecnologia 4G também nos permite, junto à parceiros, como o Inatel, oferecer serviços diferenciados ao mercado”, diz Leonardo Capdeville, vice-presidente de tecnologia da TIM Brasil.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Open Innovation na TIM</h2>
<p style="text-align: justify;">  O programa de Open Innovation tem o objetivo de estabelecer uma rede de intercâmbio entre empresas, startups e instituições de ensino para apoiar o desenvolvimento de produtos e serviços inovadores. A iniciativa visa aprender e explorar essas tecnologias em conjunto com parceiros de negócios da operadora, acompanhando continuamente a evolução das tecnologias exponenciais que criam uma sociedade melhor. A TIM é protagonista no ecossistema de inovação brasileiro e sua atuação tem sido reconhecida como no Prêmio Valor Inovação Brasil 2017, no qual a operadora saltou de 122ª colocada para a 49ª.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em 2017, a TIM movimentou mais 90 startups de todas as regiões do país, desenvolvendo projetos nas áreas de big data e analytics, inteligência artificial, Internet das coisas, fintechs, agritechs, mobile video e transformação digital. Com o apoio de parceiros como a Certi &#8211; Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras, de Florianópolis, e o Cubo, espaço de co-working idealizado pelo Itaú em São Paulo, o objetivo da TIM é que empreendedores, fornecedores, empresas de tecnologias, provedores e desenvolvedores de conteúdo e Centros de Inovação reconheçam na operadora um parceiro ideal para o desenvolvimento de produtos, serviços ou novos modelos de negócio com base tecnológica.</p>

		</div>
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