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	<title>Espectro &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Espectro &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Faixa de 3,5 GHz será fundamental para o desenvolvimento do 5G na AL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 14:17:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A frequência já foi incluída em “leilões 5G” na Ásia, Europa e América do Norte. Na América Latina, o Brasil e o Chile planejam licitar as sobras entre 2020 e 2021.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6992fe51ad9b0" data-id="6992fe51ad9b0" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Faixa de 3,5 GHz será fundamental para o desenvolvimento do 5G na AL</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  De acordo com a 5G Américas, associação setorial sobre 5G e LTE para as Américas, a alocação de mais espectro radioelétrico para serviços móveis na América Latina e no Caribe é essencial para o desenvolvimento da conectividade móvel. A faixa de 3,5 GHz (3,3 – 3,8 GHz) será fundamental para este propósito, pois tem sido identificada em todo o mundo como uma banda apta para o desenvolvimento do 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">  A frequência foi incluída em “leilões 5G” na Ásia, Europa e América do Norte. Na América Latina, o Brasil e o Chile planejam licitar as sobras entre 2020 e 2021, enquanto que em Porto Rico se alocou a capacidade em 2020. A identificação quase global da banda de 3,5 GHz irá gerar um mercado mundial para os dispositivos móveis 5G que suportam a banda de 3,5 GHz e vai estimular economias de escala para que existam terminais acessíveis. A banda de 3,5 GHz dará capacidade à indústria móvel para desenvolver 5G além de sua fase inicial, que “apoia” elementos de infraestrutura de rede 4G para operar.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para a 5G Américas, um fator que pode acelerar o uso da faixa de 3,5 GHz na América Latina é que, dependendo do país, algumas operadoras já contam com este espectro. Esta banda alocou vários mercados durante as décadas de 1990 e 2000 para sistemas de acesso fixo sem fio que não tiveram o desenvolvimento esperado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em comunicado, a associação destacou que nem todas estas alocações pré-existentes são para serviços móveis, porém os governos devem organizar a banda de 3,5 GHz e expedir as autorizações requeridas para utilização destes serviços (incluindo aplicações fixas sem fio) por licenciadores pré-existentes que possam desenvolver o 5G e para permitir também a alocação do resto do espectro mediante licitações transparentes e equitativas que fomentem acesso a esta porção estratégica do espectro.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Uso temporal de espectro radioelétrico</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O distanciamento social durante a pandemia de Covid-19 contribuiu para o aumento do tráfego de dados móveis em vários países da região. No Panamá, Peru, Porto Rico e Trindade e Tobago os governos permitiram o uso temporal de espectro como medida para ampliar a capacidade das redes celulares durante a crise sanitária que mostrou a importância de alocar espectro suficiente em uma região na qual o acesso à Internet é habilitado, principalmente por tecnologias móveis.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para a 5G Américas, é necessário que se licitem blocos disponíveis dentro de bandas que já estão em uso por redes 4G, mas também é importante que se planeje o uso do espectro para redes móveis de quinta geração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-10283 size-full" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/imagem-info-5G-Americas-scaled.jpg" alt="" width="1810" height="2560" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/imagem-info-5G-Americas-scaled.jpg 1810w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/imagem-info-5G-Americas-212x300.jpg 212w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/imagem-info-5G-Americas-724x1024.jpg 724w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/imagem-info-5G-Americas-768x1086.jpg 768w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/imagem-info-5G-Americas-1086x1536.jpg 1086w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/10/imagem-info-5G-Americas-1448x2048.jpg 1448w" sizes="(max-width: 1810px) 100vw, 1810px" /></p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>CPQD propõe a criação de laboratório de referência em 5G no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2020 21:44:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A proposta foi apresentada em consulta pública da Anatel. A ideia é que o ambiente seja multiusuário e com capacidade de realizar auditoria da segurança cibernética de equipamentos e soluções 5G.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6992fe51af563" data-id="6992fe51af563" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>CPQD propõe a criação de laboratório de referência em 5G no Brasil</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  O CPQD apresentou na consulta pública n.º 9 da Anatel &#8211; Agência Nacional de Telecomunicações, encerrada no dia 14 de abril último, uma proposta de criar no Brasil um laboratório nacional de referência em 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">  A ideia é que o ambiente seja multiusuário e com capacidade de realizar auditoria da segurança cibernética de equipamentos e soluções destinados às redes de telecomunicações do país. Segundo o CPQD, os recursos para a construção da infraestrutura poderiam ser captados com o leilão de espectro para o 5G, que será conduzido pela Anatel, seguindo exemplo de proposta feita no Senado dos EUA &#8211; que prevê a destinação de até 5% dos recursos obtidos com licitações de espectro para a pesquisa e desenvolvimento de tecnologias 5G e iniciativas de segurança cibernética voltadas a essas redes.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Um dos objetivos principais da nossa proposta é atender aos requisitos definidos pelo GSI &#8211; Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República referentes à segurança cibernética das novas redes 5G”, diz Gustavo Correa Lima, líder da plataforma de comunicações sem fio do CPQD. Para ele, é fundamental que o Brasil tenha um laboratório nacional com infraestrutura compatível com essas necessidades e com os requisitos a serem estabelecidos pelo GSI e pela Anatel.</p>
<p style="text-align: justify;">  O laboratório também poderia ser utilizado também para a realização de testes de interoperabilidade entre equipamentos e soluções de diferentes fabricantes. E ainda fomentar o desenvolvimento de aplicações 5G no país, ao oferecer um ambiente real para provas de conceito e validação de soluções em áreas relevantes para a sociedade e o país, como saúde, educação, cidades inteligentes, indústria e agronegócio, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Para as operadoras, a possibilidade de homologação de aplicações em uma infraestrutura comum trará racionalização de esforços. Além disso, a integração de seus laboratórios a essa infraestrutura permitirá exercitar cenários de incidentes de segurança e até contribuir para a análise de incidentes reais”, comenta Lima.</p>
<p style="text-align: justify;">  A proposta do CPQD sugere ainda a integração do laboratório nacional de referência em 5G à RNP &#8211; Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, de modo a permitir o acesso das instituições de pesquisa, desenvolvimento e inovação do país a uma rede 5G real para a realização de experimentos e provas de conceito.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com a proposta, a gestão do novo laboratório seria compartilhada entre o MCTIC &#8211; Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a Anatel e o GSI, que integrariam o Conselho Gestor &#8211; outros atores formariam o Conselho Consultivo.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>Brasil se prepara para a chegada da tecnologia 5G</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2019 19:45:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As licitações para a implantação do 5G devem acontecer no próximo ano. Segundo estudo da 5G Américas, é importante que as autoridades garantam a entrega efetiva do espectro radioelétrico.

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6992fe51b0658" data-id="6992fe51b0658" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Brasil se prepara para a chegada do 5G</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Segundo dados fornecidos para a 5G Americas, associação setorial dos principais provedores de serviços e fabricantes do setor de telecomunicações, pela consultoria Ovum, o Brasil terá 230,6 milhões de linhas móveis em 2023, com uma penetração de 104,7%. A previsão é de que as linhas LTE alcancem 189,4 milhões de acessos móveis (82,16% de participação). Já a banda larga móvel conquistará um market share de 103,6% no mesmo período.</p>
<p style="text-align: justify;">  Apesar destes resultados positivos, o estudo Temas em Regulamentação das Telecomunicações do Brasil, publicado pela 5G Americas, mostra que o desenvolvimento do 5G deve vir acompanhado de políticas públicas eficientes, como o aumento do acesso ao espectro radioelétrico para serviços móveis, que agilizará e incentivará o desenvolvimento de mais infraestrutura e a formação de novas habilidades para o uso da tecnologia para o desenvolvimento econômico e social.</p>
<p style="text-align: justify;">  “É necessário que a Anatel siga trabalhando na entrega de espectro radioelétrico para serviços móveis com o objetivo de preparar o território para a implantação do 5G. Neste sentido, é muito importante o anúncio realizado pelas autoridades de que, para o próximo ano, acontecerão as primeiras licitações de espectro. Este desenvolvimento precisará de bandas distintas de espectro, altas, médias e baixas. É desejável que se coloque à disposição do mercado espectro novo, sem que existam discriminações às operadoras já presentes neste mercado e que realizam investimentos de maneira constante para que o setor se desenvolva”, diz Jose Otero, vice-presidente da 5G Americas para a América Latina e Caribe.</p>
<p style="text-align: justify;">  O estudo também destaca que as normas relacionadas ao desenvolvimento de infraestrutura são necessárias para a chegada da tecnologia 5G. Neste caso, um dos pontos importantes é que o prazo para a emissão de qualquer licença necessária não poderá ser superior a 60 dias, contados da data de apresentação do requerimento. “Embora as tecnologias 4G e 5G sejam heterogêneas, é preciso que existam estações “macro” e também um tecido de “small cells” para garantir disponibilidade de serviço e atenção para mais tipos de conexão”, completa Otero.</p>
<p style="text-align: justify;">  O trabalho reforça ainda as normas para implementar bloqueadores de sinal, o uso do serviço universal e a criação de sistemas de alertas do tempo,  com o objetivo de analisar as oportunidades de desenvolvimento dentro de um ambiente digital.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>A preparação das redes para a chegada do 5G ao Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2018 18:40:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 7]]></category>
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					<description><![CDATA[O 5G vai exigir uma mudança no backstage, com a preparação, reestruturação e modernização da infraestrutura de rede para suportar um enorme volume de dados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6992fe51b1a24" data-id="6992fe51b1a24" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>A preparação das redes para a chegada do 5G ao Brasil</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">A chegada do 5G promete revolucionar a forma de consumo e interação das pessoas. Para que essa revolução chegue ao consumidor final, uma outra mudança precisa acontecer no backstage, com a preparação, reestruturação e modernização da infraestrutura de rede.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Fernando Capella, gerente nacional Brasil, da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.ciena.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ciena</a></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A chegada da quinta geração da Internet móvel promete revolucionar a forma de consumo e interação das pessoas. Para que essa revolução chegue ao consumidor final, uma outra mudança precisa acontecer no <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/micro-ondas-e-onda-milimetrica-transporte-5g/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">backstage</a>, com a preparação, reestruturação e modernização da infraestrutura de rede, a fim de suportar o enorme volume de dados que transitará por todas as partes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Enquanto o 4G LTE na América Latina oferece velocidades médias de 5 a 25 Mbps para download de dados, o 5G pretende alcançar velocidades de até 10 Gbps e suportar até 100 vezes mais dispositivos (ou “coisas”, se pensarmos no IoT – Internet das coisas) conectados. Esse enorme salto em conectividade proporcionará um novo mundo de benefícios aos consumidores, assim como grandes oportunidades de crescimento para as empresas e órgãos governamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">  A chegada do 5G demandará maior densificação de rede e capacidade de banda. <a href="http://spacenews.com/itu-mobile-networks-want-some-c-and-ka-band-spectrum-for-5g2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Estima-se que as redes 5G</a> precisarão de 15 vezes mais espectro do que as tecnologias 2G, 3G e 4G combinadas. Trocando em miúdos, para que o 5G tenha sucesso, os operadores de redes móveis precisarão preparar suas redes para demandas futuras.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a previsão de enorme aumento de tráfego de dados, os pontos de interconexão, onde a rede móvel entrega o trafego para a rede fixa, serão muito mais pressionados. Para solucionar esse gargalo, sem prejuízo para o consumidor final e tornando realidade a conexão de infinitos dispositivos, será necessário aumentar a densificação, com melhor distribuição em pontos chave e maior capilaridade, além de aumentar a virtualização, com o objetivo de garantir mais agilidade na ativação de novas funções de rede.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6992fe51b1d0a" data-id="6992fe51b1d0a" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1535734226973 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;">SDN e NFV</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As operadoras precisarão garantir que suas redes sejam flexíveis e capazes de ser fatiadas para atender às crescentes e mais variadas necessidades das cidades e populações. O fatiamento da rede cria redes virtuais, permitindo que clientes &#8211; ou aplicações -, com diferentes prioridades e requerimentos de segurança e latência, utilizem a mesma infraestrutura física para entregar o trafego ao destino final.</p>
<p style="text-align: justify;">  O segredo para isso ser feito em larga escala é a virtualização na forma de SDN &#8211; rede definida por software e de NFV &#8211; virtualização de funções de rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  O SDN e o NFV permitem uma alocação mais flexível e automática de recursos ao aproveitarem novas soluções de software, dando às operadoras a oportunidade de aumentar a capacidade de maneira econômica, aproveitando as economias de escala baseadas em nuvem. As redes 5G, por sua vez, precisarão ter escalabilidade, dinamismo e programabilidade de ponta a ponta.</p>
<p style="text-align: justify;">  O 4.5G ainda não alterou as estruturas do backhaul no Brasil. Ainda que seja um passo promissor em direção à evolução das redes móveis, ele é apenas uma ponte entre o presente e o futuro. Enquanto o 4G só funciona em uma banda, o 4.5G pode utilizar duas ou mais bandas simultâneas para transmitir dados usando “carrier aggregation”. Portanto, o backhaul para o 4.5G ainda é formatado da maneira tradicional e não será suficiente para suportar a migração para o 5G definitivo.</p>
<p> </p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Expectativas de implementação</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Para 2019, a expectativa é de que as redes no Brasil comecem a dar os primeiros passos para se adaptarem ao 5G. As operadoras podem começar a integrar as tecnologias de virtualização em seus planos para obter mais eficiência das redes 4G, enquanto otimizam suas capacidades para o que está por vir, além de se beneficiarem do 4.5G para atender a requisitos de latência.</p>
<p style="text-align: justify;">  Contudo, o 5G ainda tem um caminho longo para percorrer. A expectativa é que as primeiras implementações da tecnologia na América Latina ainda levem alguns anos, com projeção de alcançar 7% do total de conexões móveis na região em 2025, de acordo com o relatório <a href="https://www.gsma.com/mobileeconomy/wp-content/uploads/2018/05/The-Mobile-Economy-2018.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GSMA 2018</a>. Uma outra <a href="https://www.vodafone.com.br/internet-das-coisas-iot/iot-barometer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">pesquisa</a> também aponta que 40% dos executivos brasileiros, contra 36% na média mundial, já estão considerando o uso de novas soluções móveis como 5G, impulsionando o investimento em tecnologias relacionadas ao IoT no setor privado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Este, no entanto, é um primeiro vislumbre da evolução do 5G no país. Após as primeiras conexões, poderemos realmente entender a demanda local, que também ajudará a nortear o ritmo de expansão das redes móveis e a adaptação da infraestrutura para atender às reais necessidades.</p>

		</div>
	</div>
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