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	<title>Fibra óptica multimodo &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Fibra óptica multimodo &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Conheça a norma nacional de testes em cabeamento óptico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 15:18:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 43]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo apresenta a norma nacional de testes em cabeamento óptico, NBR 16869-2, resultado do trabalho da comissão de estudos CE-003:046.005, pertencente ao Cobei, ligado à ABNT.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cca0600c0" data-id="6a18cca0600c0" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Conheça a norma nacional de testes em cabeamento óptico</h1>

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			<p>Marcelo Barboza, da Clarity Treinamentos</p>

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			<p style="text-align: justify;">  As fibras ópticas são cada vez mais utilizadas em redes de dados, tanto em data centers, quanto em redes de acesso dos assinantes de serviços públicos de telecomunicações (como o FTTx). Elas oferecem maior largura de banda, além de serem mais compactas do que os cabos com condutores metálicos e não sofrerem ou causarem interferência eletromagnética.</p>
<p style="text-align: justify;">  Só que há a necessidade de testar esses enlaces ópticos, principalmente após sua instalação, pois durante a implantação seus componentes são submetidos a vários procedimentos que podem comprometer o desempenho, como tração, curvatura e torção dos cabos ópticos; emendas das fibras; confecção de conectores ópticos; conexão de patch cords em cross-connects.</p>
<p style="text-align: justify;">  Durante a implantação, tais procedimentos podem levar à degradação do desempenho do enlace devido a diversos fatores decorrentes. Exemplos: macrocurvaturas; rompimento das fibras; emendas defeituosas; conectores trincados ou sujos, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Normas de testes de fibra óptica</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Portanto, para termos certeza que o material utilizado no projeto e as técnicas utilizadas em sua instalação atendem às melhores especificações de qualidade, com desempenho suficiente para permitir todo o tráfego de dados esperado ao longo da vida útil do enlace óptico, temos que testá-lo utilizando as ferramentas, equipamentos e procedimentos corretos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A questão é que as normas nacionais até então existentes somente especificavam técnicas de ensaio para componentes (somente cabo, somente fibra, somente emenda, ou somente conexões). Como exemplos, podemos citar normas para ensaios de impacto, sensibilidade à curvatura, abrasão e ciclo térmico de cabos ópticos; durabilidade e estabilidade de conectores e adaptadores; e determinação de perda na emenda.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não havia uma norma que estabelecia as bases para o teste de enlaces ópticos inteiros, instalados, já contendo uma coleção de componentes encadeados, como cabos, emendas, conectores e patch cords.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas agora já temos essa norma! Trata-se da NBR 16869-2 – Cabeamento estruturado – Parte 2: Ensaio do cabeamento óptico, publicada no dia 12 de abril deste ano. Ela foi resultado do trabalho da comissão de estudos CE-003:046.005, pertencente ao Cobei &#8211; Comitê Brasileiro de Eletricidade, ligado à ABNT. A norma, em grande parte, segue as orientações das revisões mais recentes das normas internacionais ISO/IEC 14763-3 (Information technology – Implementation and operation of customer premises cabling – Part 3: Testing of optical fibre cabling) e IEC 61280-4-1 (Fibre-optic communication subsystem test procedures – Part 4-1: Installed cabling plant – Multimode attenuation measurement).</p>
<p style="text-align: justify;">  Veja o link <a href="https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=465992" target="_blank" rel="noopener">https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=465992</a> para adquirir a norma ou ver mais detalhes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A NBR 16869-2</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A NBR 16869-2 descreve equipamentos, ferramentas e procedimentos que devem ser utilizados, como mínimo, para a execução de testes em enlaces instalados de fibra óptica monomodo e multimodo. São eles: kits de limpeza de faces de conectores; microscópio para inspeção da face de conectores; LSPM; OTDR; e respectivos acessórios.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6a18cca060a7a" data-id="6a18cca060a7a" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cca060e84" data-id="6a18cca060e84" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Esta norma complementa as demais normas nacionais que tratam do projeto de sistemas de cabeamento estruturado em fibra óptica, que são as ABNT NBR 14565, ABNT NBR 16264, ABNT NBR 16521 e ANT NBR 16665.</p>
<p style="text-align: justify;">  Existe ainda a NBR 16869-1, que trata sobre os requisitos para o planejamento de sistemas de cabeamento estruturado. Esta é uma norma recente, publicada em julho de 2020. E a NBR 16415, que trata dos caminhos e espaços para cabeamento estruturado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Inspeção e limpeza</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma descreve ferramentas e procedimentos mínimos a serem adotados para inspecionar e limpar a face de conectores ópticos. Os conectores estão presentes nas terminações dos cabos e dos patch cords ópticos, mas também estão presentes nas portas dos equipamentos de rede e dos próprios equipamentos de teste, além de fazerem parte dos cordões e fibras de lançamento que estarão inclusos nos procedimentos de ensaio.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma frisa a importância de se inspecionar e, se for o caso, limpar as interfaces das fibras ópticas que farão parte dos testes antes que qualquer processo de medição e de referência seja executado. Ela define requisitos mínimos do microscópio a ser usado na inspeção da face dos conectores, bem como a norma internacional de referência sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como parte da certificação de um enlace óptico instalado, a norma define os seguintes tipos de inspeção sobre o cabeamento instalado:</p>
<p>• Continuidade da fibra óptica: para verificar se as fibras são íntegras de uma extremidade a outra do enlace.</p>
<p>• Polaridade da instalação óptica: para verificar se cada fibra conecta as portas correspondentes em ambas as extremidades, sem inversões.</p>
<p>• Comprimento do cabo óptico: pode ser verificado visualmente pelas marcações de capa ou com o auxílio de equipamentos de medição (como um OTDR).</p>
<p>• Inspeção das faces dos conectores: como já comentado neste artigo.</p>
<p>• Dimensão do núcleo da fibra óptica: verificação das dimensões do núcleo em relação à casca da fibra nas terminações ópticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>LSPM</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O LSPM nada mais é do que o popularmente conhecido “power meter”. A sigla significa “Light Source and Power Meter”, a combinação entre a “fonte de luz” (necessária para acoplar luz na fibra a ser testada) e o “power meter” (o medidor de potência óptica, em si). Equipamentos LSPM, como mínimo, permitem medir a atenuação (perda) do enlace óptico completo.</p>
<p style="text-align: justify;">A norma define os procedimentos para medição da atenuação do enlace, os comprimentos de onda de trabalho do LSPM, o nível de precisão do equipamento, além de demais requisitos, como sua calibração e especificações dos cordões de ensaio, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um detalhe a observar, muito importante, por sinal, e coberto pela norma, é o método de referência a ser utilizado ao se configurar o LSPM antes dos testes. A norma define quatro métodos de referência um cordão; dois cordões; três cordões; e cordão do equipamento</p>
<p style="text-align: justify;">  A diferença entre esses quatro métodos é a inclusão ou não da atenuação dos conectores que estão nas extremidades do enlace a ser testado.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>OTDR</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O OTDR &#8211; Optical Time Domain Reflectometer é um equipamento que consegue medir parâmetros como atenuação, perda de retorno, atraso de propagação e comprimento da fibra. Ele pode realizar testes tanto do enlace completo quanto de seus componentes individuais, como trechos de fibra, emendas, conexões e dobras na fibra. Portanto, além de apenas ser utilizado para testes de aceitação do enlace, ele também é bastante útil no diagnóstico em instalações com falhas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma define os procedimentos para os testes de enlace completo e de componente, os comprimentos de onda de trabalho do OTDR, e a forma recomendada de utilização das fibras de lançamento e fibras terminais durante os testes. Essas fibras de lançamento também têm suas características mínimas definidas nessa norma. Uma dessas características, imprescindível, é a que possuam comprimento superior à atenuação da zona morta do OTDR utilizado.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Para a inclusão de todas as conexões na medição realizada pelo OTDR, é necessária a utilização de fibras de lançamento no início e no final do enlace a ser testado. A norma explica a importância da utilização dessas fibras de lançamento, assim como detalha os aspectos a serem levados em consideração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Outros tópicos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Além dos equipamentos e procedimentos já citados, a norma também dá recomendações com relação aos seguintes assuntos: calibração dos instrumentos; documentação dos testes realizados nos enlaces; fibras de lançamento; cálculo do balanço de perda.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma também tece considerações sobre testes unidirecionais e bidirecionais, tratamento e interpretação dos resultados, e fatores de incerteza na medição com LSPM e OTDR.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os quatro métodos de referência de cordões usados com LSPM são explicados em detalhes nos anexos da norma. Há também anexos informativo sobre os detalhes mais técnicos de operação de um OTDR.</p>
<p style="text-align: justify;">  E, por último, mas não menos importante, é um anexo com quatro exemplos de cálculo do balanço de perda de potência óptica. A atenuação do enlace óptico, medida por LSPM ou OTDR, deve ser comparada com o resultado deste cálculo, que servirá de parâmetro para aceitação da instalação. A atenuação medida também deve ser comparada com a perda máxima permitida para a tecnologia de rede que se pretende usar no enlace.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Agora já temos uma norma que define os procedimentos de testes para enlaces instalados em fibra óptica. Cabe agora aos profissionais da área se atualizarem e se apropriarem de seu conteúdo, de forma a entregarem instalações de fibra óptica com mais qualidade e garantia de desempenho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="font-size: 12px;">Artigo originalmente publicado em <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/2021/05/20/publicada-a-norma-nacional-de-testes-em-cabeamento-optico/" target="_blank" rel="noopener">http://www.claritytreinamentos.com.br/2021/05/20/publicada-a-norma-nacional-de-testes-em-cabeamento-optico/</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Programa da CommScope supera 36 toneladas de cobre reciclado no Brasil</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/programa-da-commscope-supera-36-toneladas-de-cobre-reciclado-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=programa-da-commscope-supera-36-toneladas-de-cobre-reciclado-no-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 18:41:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
		<category><![CDATA[Cobre]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
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		<category><![CDATA[Fibra óptica multimodo]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[A iniciativa ainda gerou receita convertida em uma doação equivalente a 1.558 árvores, para o projeto Florestas do Futuro, da Fundação SOS Mata Atlântica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cca064080" data-id="6a18cca064080" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Programa da CommScope supera 36 toneladas de cobre reciclado no Brasil</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  O programa Green de reciclagem e conservação da energia, da CommScope, atingiu a marca de 36.650 quilos de cabos de cobre reciclados no Brasil. Além de evitar que o material fosse descartado de forma incorreta, a iniciativa ainda gerou receita convertida em uma doação equivalente a 1.558 árvores, para o projeto Florestas do Futuro, da Fundação SOS Mata Atlântica.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Você sabe o que acontece quando cabos de rede são descartados de forma incorreta? Antes de chegarem aos aterros sanitários, pessoas que trabalham recolhendo resíduos queimam a cobertura plástica e substâncias perigosas, produzidas durante o processo de incineração, são liberadas no ar. O que sobra do cabo após recolherem o cobre é disposto em aterros sanitários”, explica Luis Domingues, engenheiro de aplicação da CommScope.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para essa iniciativa de uso consciente, a CommScope fechou parcerias com empresas de reciclagem reconhecidas para recolher os cabos velhos e separar completamente os materiais utilizados na produção do cabeamento. Nesse processo, o cobre e os polímeros são separados e preparados para serem reciclados e reutilizados ou descartados de forma correta e segura, evitando assim a contaminação do solo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como uma forma de reduzir o impacto ambiental, contribuir para a conservação de recursos e proteger o meio ambiente, a empresa também recomenda aos clientes que instalem tecnologias modernas de cabeamento (cabos UTP Cat 6A/Ea, fibra óptica multimodo pré-terminada OM5 e fibra óptica monomodo OS2-ZWP, presentes nas linhas Netconnect e Systimax, da companhia). “Essas soluções não só melhoram a infraestrutura da rede, como também ampliam sua vida útil, sem a necessidade de substituição no uso de novas aplicações. Uma atitude sustentável durante longos períodos e que diminui os gastos com infraestrutura”, completa Domingues.</p>
<p style="text-align: justify;">  O Programa Green foi criado em 2012. No Brasil, são mais de 28 integradores parceiros da CommScope, além de 40 empresas (clientes finais) participantes.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>O avanço das fibras ópticas BLI nas redes FTTH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Antônio Scocco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 02:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 27]]></category>
		<category><![CDATA[BLI]]></category>
		<category><![CDATA[Cabos]]></category>
		<category><![CDATA[Cabos drop]]></category>
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		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Macrocurvatura]]></category>
		<category><![CDATA[Provedor de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
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					<description><![CDATA[As fibras ópticas BLI foram desenvolvidas para manter o nível de perdas baixo, mesmo quando a fibra for submetida a condições críticas de macrocurvaturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cca06552a" data-id="6a18cca06552a" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O avanço das fibras ópticas BLI nas redes FTTH</h1>

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			<p>Marco Antônio Scocco , gerente técnico e de engenharia de aplicação da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://www.sterliteconduspar.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sterlite Conduspar</a></span></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Assistimos, nos últimos anos, um impressionante avanço das redes FTTH – fiber-to-the-home puxado pela demanda exponencial de banda, que ocorre no cenário internacional e nacional. Neste cenário, as tecnologias de redes ópticas passivas PON &#8211; Passive Optical Networks, principalmente no padrão GPON, são amplamente utilizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim como a maior parte das redes ópticas, as redes FTTH requerem a utilização de fibras ópticas monomodo SM &#8211; Single Mode e o padrão recomendado é o G.652.D, definido pelo ITU-T International Telecommunications Union. Estas fibras são também conhecida como baixo pico d’agua ou LWP &#8211; Low Water Peak.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entretanto, as fibras monomodo BLI &#8211; Bend Loss Insensitive ou de baixa sensibilidade a curvaturas, que atendem as recomendações do ITU-T G.657, começam a ganhar espaço nas redes FTTH e avançar das usuais aplicações nos cabos drop e redes internas, para outros segmentos, como os de distribuição e alimentação.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6a18cca065959" data-id="6a18cca065959" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1588642211482 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>O comportamento das fibras SM G.652 frente a curvaturas</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As fibras monomodo chegaram e adentraram nas edificações e começaram a ser submetidas a condições adversas do ponto de vista mecânico. Nestas instalações, os cabos drop e internos passam, normalmente, por espaços muito apertados, dutos congestionados, curvaturas com diâmetros muito pequenos, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entretanto, as fibras monomodo SM G.652.D, quando submetidas a curvaturas de diâmetros muito pequenos (macrocurvaturas) da ordem de algumas dezenas de milímetros, sofrem um aumento da sua atenuação óptica de transmissão. Quanto menor for o raio da macrocurvatura e maior o número de voltas da fibra sobre ela, maior será a perda óptica da fibra monomodo. Estas perdas também aumentam em função do aumento do comprimento de onda.</p>
<p style="text-align: justify;">  Neste contexto, a utilização das fibras SM G.652.D nos cabos drop e no cabeamento interno começou a gerar uma preocupação, pois o aumento das perdas ópticas por macrocurvaturas começaram a comprometer o orçamento de potência do enlace e/ou diminuir o alcance da rede. Para minimizar este problema, foram desenvolvidas as fibras de baixa sensibilidade a curvaturas, conhecidas como BLI, com o objetivo de manter o nível de perdas baixo, mesmo quando a fibra for submetida a condições críticas de macrocurvaturas.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3><strong>As fibras ópticas BLI</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As fibras ópticas monomodo BLI foram desenvolvidas para atuar sobre a estrutura geométrica do núcleo e seu perfil de IR &#8211; Índice de Refração, de modo a criar um tipo de “barreira” para maximizar o confinamento da luz no núcleo e minimizar as perdas ópticas quando a fibra é submetida às macrocurvaturas de pequenos diâmetros.</p>
<p style="text-align: justify;">  O ITU-T definiu duas categorias de fibras do padrão G.657: as Categorias A e B. Foram, então, definidas duas subcategorias para cada uma delas: A1, A2; e B2 e B3. Cada subcategoria apresenta limites específicos para a sensibilidade a curvatura, conforme indicado na tabela abaixo para as fibras G.657 A1 e A2. Um dos requisitos fundamentais para as fibras A1 e A2 é a total compatibilidade com as fibras SM G.652.D. A subcategoria B não necessariamente precisa ter essa compatibilidade.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Na figura abaixo, pode-se comparar graficamente os raios de curvatura especificados para os tipos de fibra SM e BLI.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6a18cca066c40" data-id="6a18cca066c40" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p style="text-align: justify;">  As fibras BLI G.657.A2 apresentam, tipicamente, um diâmetro do campo modal (DCM), que é o diâmetro onde se propaga a maior potência óptica no núcleo, menor que o das fibras SM G.652.D (tipicamente 8,6 µm versus 9,1 µm @1310nm e 9,6 µm versus 10,2 µm @1550nm). Esta diferença de DCM entre as fibras G.652 e G.657 representa um descasamento, quando na realização de uma emenda entre elas, e pode causar um aumento das perdas, quer seja ela por fusão ou conectorização.</p>
<p style="text-align: justify;">  A existência de um halo em torno do núcleo nas fibras BLI, devido à “barreira” no perfil de índice de refração (ver figura abaixo), também gera um pequeno problema na emenda por fusão. Máquinas de fusão mais antigas não reconhecem a fibra BLI, exigindo o alinhamento pela casca para se concluir a fusão. Outra opção é utilizar máquinas de fusão mais modernas que possuem um software apropriado de reconhecimento deste tipo de fibra BLI.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18cca067594" data-id="6a18cca067594" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Recentemente, foi anunciado por um fabricante mundial de fibras ópticas uma nova fibra G.657.A2, a qual apresenta total compatibilidade com as fibras G.652.D. Esta fibra possui um DCM igual ao das fibras G.652.D (9,1 µm @1310nm), porém com o mesmo desempenho frente as macrocurvaturas do padrão G.657.A2. Esta compatibilidade vem mitigar os problemas de perdas nas emendas com as fibras SM já instaladas, permitindo uma migração transparente do uso da BLI para outros setores da rede.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18cca067ec6" data-id="6a18cca067ec6" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1588643223158 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>O avanço das fibras BLI para outros setores das redes FTTH</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Estudos recentes têm demonstrado que as perdas por macrocurvaturas representam uma das principais causas do aumento das perdas de um enlace óptico ao longo do tempo. Estas macrocurvaturas podem ocorrer no instante zero nos diversos segmentos da rede, como nos bastidores ópticos, nas caixas de emendas, caixas de terminação óptica, no interior das edificações, etc., mas também com o tempo, com a ocorrência de macrocurvaturas indesejadas nas restaurações devido a incidentes e rupturas dos cabos ópticos, manutenções e remanejamentos dos cabos, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">  Estas macrocurvaturas poderão gradativamente ir aumentando as perdas ópticas do enlace, causando interrupções indesejadas e limitando o seu alcance e a longevidade da rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  As perdas por macrocurvaturas aumentam com o aumento do comprimento de onda, conforme apresentado no gráfico da figura abaixo. Neste gráfico, é possível notar o excelente comportamento das fibras G.657.A2 em comparação com a fibra G.652.D.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18cca068278" data-id="6a18cca068278" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		</figure>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Esta característica é particularmente mais crítica para as novas tecnologias xPON, que passam a operar em maiores comprimentos de onda. Por exemplo, o NG-PON2 opera no downstream a 1596-1602 nm em comparação com o GPON que opera a 1490 nm.</p>
<p style="text-align: justify;">  Devido a estes fatos, algumas operadoras de alguns países já passaram a definir e utilizar as fibras G.657.A2 em outros segmentos da rede FTTH. Em alguns casos, o uso da fibra G.657.A2 vai desde a OLT na central até a ONU nas instalações do cliente.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18cca068bc7" data-id="6a18cca068bc7" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3><strong>As vantagens e benefícios do uso das fibras BLI</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>A utilização das fibras BLI G.657.A2 traz muitas vantagens às operadoras e provedores de Internet, tais como:</p>
<p>• Redução dos diâmetros dos cabos ópticos, principalmente os de elevada quantidade de fibras. Com isto, reduz-se o impacto nas instalações de redes aéreas, subterrâneas e internas.</p>
<p>• Redução das perdas por macrocurvaturas em bastidores ópticos, caixas de emendas, caixas de terminação óptica, cabos drop, cabos internos, etc., permitindo também a redução das dimensões destes acessórios de conectividade com consequente compactação da rede.</p>
<p>• A fibra óptica G.657.A2 nos cabos internos e cordões ópticos permite menores curvaturas e maior flexibilidade, garantindo um melhor gerenciamento e roteamentos em ambientes congestionados, como por exemplo nas aplicações com elevada densidade que ocorre em data centers.</p>
<p>• Redução do investimento devido à redução de custo pelo menor tempo de instalação, e do custo de manutenção pela redução do tempo de reparo e estabilidade das perdas.</p>
<p>• Aumento da longevidade da rede frente as novas tecnologias de sistemas PON, que operam em comprimentos de onda mais elevados, onde a sensibilidade das fibras a macrocurvaturas é maior; e pela maior estabilidade das perdas em função de ocorrência de macrocurvaturas indesejadas e não esperadas ao longo do tempo.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Furukawa aposta em soluções 400G</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2020 21:49:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A empresa criou o programa 400G-Ready Data Center, um conjunto de soluções, produtos e serviços baseado na tecnologia de 400G.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cca06a28a" data-id="6a18cca06a28a" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Furukawa aposta em soluções 400G</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A explosão de tráfego de dados vinda de aplicações, como nuvem, streaming e games, e de diferentes dispositivos conectados via IoT – Internet das coisas vai exigir infraestruturas com arquiteturas cada vez mais ágeis e flexíveis. Pensando nisso, a Furukawa criou o programa 400G-Ready Data Center. Trata-se de um conjunto de soluções, produtos e serviços baseado na tecnologia 400G. “A ideia é suportar aplicações atuais e futuras tanto internas do data center como na interconexão entre esses ambientes e outros de missão crítica”, diz Flávio Marques, gerente da área de engenharia de aplicações da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ele explica que a referência tecnológica para o 400G é o protocolo Ethernet e que várias interfaces usando esse padrão já estão disponíveis ou em desenvolvimento, como a 400GBase-SR4.2 e 400GBase-DR4, permitindo o uso de fibras multimodo ou monomodo. “Nossas soluções oferecem flexibilidade para atender o aumento da velocidade em diferentes distâncias. Num ambiente interno do data center, por exemplo, com distâncias de até 150 metros, uma solução indicada é a fibra multimodo OM5, que suporta vários comprimentos de onda”, diz o gerente, acrescentando que a fibra OM5 pode transportar até oito comprimentos de onda em uma única fibra óptica multimodo. “Isso otimiza a infraestrutura do data center. Além disso, a tecnologia é totalmente compatível com redes legadas Ethernet ou fibre-channel”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Marques a preparação do data center para 400G não se limita à oferta de produtos como fibras ópticas ou conectores MPO especiais, ou ainda softwares de gerenciamento. “É um conceito mais amplo, que envolve desde consultoria e projeto básico, com a definição da topologia e arquitetura de rede mais adequadas para tirar o melhor proveito da nova infraestrutura de 400G, até o suporte à operação”, enfatiza. “Também é possível aproveitar a infraestrutura atual do data center e, por meio de um estudo de projeto, transformá-lo em 400G-Ready, modernizando e fazendo o upgrade dessa infraestrutura”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Seguindo essa estratégia, a Furukawa oferece um conjunto de serviços para 400G, incluindo pré-projeto, suporte à instalação, com acompanhamento de inspeções, treinamento, logística otimizada e garantia estendida de 25 anos (dependendo do programa).</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Saiba como fazer a transição de sua rede para 100G</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 20:42:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 26]]></category>
		<category><![CDATA[100G]]></category>
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					<description><![CDATA[Infraestruturas mais rápidas permitem que se aproveite mais do espaço físico de rack. Afinal, as redes precisam de menos servidores, menos conexões e menos switches. Este artigo apresenta dicas para fazer a transição para o 100G.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cca06b64e" data-id="6a18cca06b64e" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Saiba como fazer a transição de sua rede para 100G</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2 style="text-align: justify;">Infraestruturas mais rápidas permitem que se aproveite mais do espaço físico de rack. Afinal, as redes precisam de menos servidores, menos conexões e menos switches. Este artigo apresenta dicas de como fazer a transição para o 100G.</h2>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18cca06b762" data-id="6a18cca06b762" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h4><a href="https://cumulusnetworks.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cumulus Networks</a></h4>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;"> Com o aumento maciço da quantidade de dados que precisa ser processada, o 100G será uma necessidade para muitas organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Infraestruturas mais rápidas permitem que se aproveite mais do espaço físico de rack. Afinal, as redes precisam de menos servidores, menos conexões e menos switches. Uma rede mais rápida permite que você coloque mais computação no mesmo espaço. Neste artigo, apresentamos dicas para fazer a transição para o 100G.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Decida onde 25G/100G faz sentido</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma única conexão 100G pode ser dividida em quatro canais ou faixas de 25G cada. É por isso que a rede 100G é às vezes chamada de 25G/100G. Provavelmente, você executará conexões de 100G entre seus switches e 25G em seus servidores. Isso não é diferente da rede 10G/40G, na qual você executará 40G entre switches e 10G em seus servidores. Também é comum ter conexões 40G com blade chassis para fornecer largura de banda suficiente para todos os blades.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas atualizar a sua rede para 100G não significa que todos os servidores precisam suportar 25G imediatamente. Decida onde 25G faz sentido. Se você estiver executando 10G em seus servidores e não tiver gargalos, a atualização desses links para 25G não fornecerá vantagens proporcionais à quantidade de trabalho e ao dinheiro gasto. Pode fazer sentido ficar apenas com 10G para esses servidores, pelo menos até a próxima atualização do servidor.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas se estiver pensando em mudar o servidor de 10G para 40G, a rede 25G é provavelmente a melhor escolha. Uma única porta de 100G pode ser dividida em dois links de 50G, oferecendo a opção de conectar dois servidores a 50G cada. Você conecta o mesmo número de servidores, obtém mais largura de banda e usa menos portas. Os benefícios se apresentam claramente quando se compara essa configuração com a execução de 40G para dois servidores. Você teria que utilizar duas portas do switch em vez de uma, e ainda estaria recebendo menos largura de banda.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se por outro lado estiver executando 10G e precisar de mais largura de banda, mas achando que o 40G é mais do que você precisa, é possível considerar usar conexões adicionais 10G. Se você tiver muitas portas de switch de sobrando, isso pode ser uma opção razoável. No entanto, se não tiver muita sobra, poderá trocar todas as conexões 10G por uma de 25G sem consumir qualquer porta de switch adicional.</p>
<p style="text-align: justify;">  Da perspectiva de espaço em rack, o 100G/25G é mais eficiente. A mudança não exige mais espaço no rack ou o movimento dos componentes. Basta substituir os seus switches 10/40G por 25G/100G e fazer a troca de um por um.</p>
<p style="text-align: justify;">  O caminho seguinte: use 25G/100G onde você precisa de mais largura de banda e mais flexibilidade no rack. Fique com 10G/40G onde existe capacidade para executar conexões adicionais, sem ter que comprar mais switches.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Certifique-se de que seus switches de 100G sejam compatíveis com os de 10G/40G</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Provavelmente, você não fará uma atualização tipo “empilhadeira” para atingir 100G, substituindo os seus servidores, switches e cabeamento de uma só vez. Talvez a sua rede ainda terá algumas conexões 10G/40G que precisam permanecer no lugar durante a transição. Para suportar as suas conexões 10G/40G, os novos switches leaf precisarão operar com seus módulos QSFP+ e SFP+ existentes. Ao comprar novos switches leaf, procure por modelos que aceitem QSFP28, que é fisicamente capaz de receber módulos QSFP+. Se você tiver módulos SFP+ que deseja usar, verifique se os novos switches também aceitam o SFP28.</p>
<p style="text-align: justify;">  Tenha em mente que um switch que aceite QSFP28 e um conector QSFP+ na mesma porta não garante que os seus módulos QSFP+ funcionem. O mesmo vale para módulos SFP+ e portas SFP28. Leia com atenção as especificações do produto para garantir que os módulos existentes funcionem com o novo equipamento.</p>
<p style="text-align: justify;">  Observe também que as portas QSFP28 e SFP28 não podem suportar módulos SFP com Gigabit, portanto se você ainda estiver usando Gigabit no servidor, verifique se os switches leaf que você comprou têm portas SFP suficientes para acomodar todos os módulos.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Escolha os adaptadores de rede que suportam 25G/100G</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Essa recomendação pode parecer óbvia, mas nem todos os equipamentos são fornecidos com adaptadores de rede de 25G. Na próxima atualização de hardware do servidor, verifique se há adaptadores compatíveis com 25G/100G. Felizmente, isso não significa desistir de 10G/40G, pois adaptadores que podem fazer 10/25/40 / 50/ 100G já estão disponíveis. Assim, você pode ficar em 10G hoje e fazer a transição para 25G quando estiver pronto. Isso lhe dá a flexibilidade de atualizar os seus switches ou servidores primeiro.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Entenda o seu alcance</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  As distâncias em que você pode obter 100G não diferem muito de 10G/40G. Porém, há mais detalhes para ter em mente do que apenas a distância. Se precisar de fibra óptica de longo alcance, alguns switches limitam você a portas específicas. Além disso, outros switches limitarão o número de portas 100G que se pode dividir em conexões 4x25G ou 2x50G.</p>
<p style="text-align: justify;">  Essas limitações podem afetar o quanto de densidade você pode de fato alcançar. Como mencionado anteriormente, sempre leia as especificações do produto com atenção, para garantir que você detecte qualquer problema associado ao uso de breakouts e fibra óptica de longo alcance.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para concluir, a transição para 100G traz muitos benefícios tangíveis para a sua rede, incluindo o aumento da velocidade e a otimização do espaço físico do rack. Além disso, baseado na maneira como a indústria se expande rapidamente, atualizar-se está se tornando uma prática necessária &#8211; é melhor ficar à frente da tendência do que ter que alcançar todos os outros. No entanto, é importante fazer essa transição de maneira ponderada e deliberada. Seguir as práticas recomendadas e manter essas considerações em mente garantirão que suas novas atualizações 100G sejam personalizadas para as necessidades e especificações de sua rede.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>ABNT publica norma brasileira de cabeamento estruturado para data centers</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/abnt-publica-norma-brasileira-de-cabeamento-estruturado-para-data-centers/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=abnt-publica-norma-brasileira-de-cabeamento-estruturado-para-data-centers</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2019 18:22:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[ABNT]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento óptico]]></category>
		<category><![CDATA[Cat. 6A]]></category>
		<category><![CDATA[Conector MPO]]></category>
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					<description><![CDATA[O documento indica os principais elementos que devem fazer parte de um projeto de cabeamento em data centers. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cca06d440" data-id="6a18cca06d440" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>ABNT publica norma brasileira de cabeamento estruturado para data centers</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A ABNT &#8211; Associação Brasileira de Normas Técnicas publicou, em setembro último, a norma NBR 16665:2019 – Cabeamento estruturado para data centers. Com 33 páginas, o documento indica os principais elementos (ópticos e metálicos) que devem fazer parte de um projeto de cabeamento em data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma brasileira, que utiliza como referência a ISO/IEC  24764, também recomenda que, para o cabeamento metálico, a Cat. 6A deve ser a mínima especificada. Já para fibras ópticas o ideal são as multimodos do tipo OM4.</p>
<p style="text-align: justify;">  O documento conta ainda com os anexos A e B. O primeiro trata do uso de hardware de conexão de alta densidade com fibra óptica, especialmente com conectores padrão tipo MPO.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já o anexo B traz as melhores práticas que devem ser implementadas num projeto e instalação de data center, incluindo diferentes partes da infraestrutura como piso elevado, caminhos de cabo, energia elétrica e sistemas de detecção e proteção contra incêndio. A norma custa R$ 151,40 e pode ser adquirida no site da <a href="https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=426706" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ABNT</a>.</p>

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		<title>Você quer um GBIC? Tem certeza?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaldo Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2019 15:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 18]]></category>
		<category><![CDATA[Detector óptico]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
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		<category><![CDATA[GBIC]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
		<category><![CDATA[Roteadores]]></category>
		<category><![CDATA[Switches]]></category>
		<category><![CDATA[Transceptores]]></category>
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					<description><![CDATA[É comum um técnico se referir a um transceptor óptico como sendo um GBIC. Mas, o termo é apenas um dos diversos modelos de transceptores que estão disponíveis no mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cca06e762" data-id="6a18cca06e762" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Você quer um GBIC? Tem certeza?</h1>

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			<p><strong>Ronaldo Couto, Fundador da Primori</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Quem nunca procurou por um GBIC de 20 km para um projeto de um enlace ponto a ponto?</p>
<p style="text-align: justify;">  É comum ouvir um técnico se referir a um transceptor óptico como sendo um GBIC. No entanto, o termo GBIC é apenas um dos diversos modelos de transceptores que estão disponíveis no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os transceptores ópticos são dispositivos optoeletrônicos que possuem a capacidade de converter sinais elétricos em pulsos luminosos e vice-versa. Para tanto, eles possuem internamente um emissor de luz e um detector óptico, conforme mostra a figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Historicamente, os projetistas de sistemas de telecomunicações tinham de escolher entre desenvolver equipamentos com portas fixas de cobre ou portas fixas ópticas para as aplicações e interfaces de entrada/saída. Com o crescimento do mercado de TI, a dúvida era decidir quantas portas de cobre e quantas ópticas (multimodo ou monomodo) os equipamentos para LANs e WANs deveriam ter para atender às necessidades do mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para responder a esta dúvida, a indústria criou o “pluggable form factor”, desenvolvendo primeiro GBIC e, posteriormente, migrando para o SFP, XFP, SFP+, etc.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18cca06f4d7" data-id="6a18cca06f4d7" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1565279113625 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: center;">GBIC   ⇒        Gigabit Interface Converter</p>
<p style="text-align: center;">SFP      ⇒        Small Form-Factor Pluggable</p>
<p style="text-align: center;">XFP     ⇒        10 Gigabit Small Form Factor Pluggable</p>
<p style="text-align: center;">SFP      ⇒        Small Form-Factor Pluggable Plus</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18cca06f84c" data-id="6a18cca06f84c" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Conforme indicado abaixo, estas siglas também definem as características dimensionais de cada transceptor óptico. Desta forma, os roteadores e switches definirão se é necessário um transceptor GBIC, SFP ou XFP para conectar as suas portas.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18cca06fba8" data-id="6a18cca06fba8" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  No entanto, não é apenas o dimensional que deve ser conhecido no momento de definir o transceptor para o projeto de um enlace óptico.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na tabela abaixo estão as características mais importantes na escolha correta de um transceptor.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18cca0704ed" data-id="6a18cca0704ed" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Da próxima vez que pensar em um transceptor óptico, pense bem: você quer mesmo um GBIC?</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como calcular o balanço de perda óptica</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/como-calcular-balanco-de-perda-optica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-calcular-balanco-de-perda-optica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2019 17:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 14]]></category>
		<category><![CDATA[Atenuação]]></category>
		<category><![CDATA[Comprimentos de onda]]></category>
		<category><![CDATA[Conectores]]></category>
		<category><![CDATA[DIOs]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas]]></category>
		<category><![CDATA[Enlaces]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica monomodo]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica multimodo]]></category>
		<category><![CDATA[ISO/IEC]]></category>
		<category><![CDATA[Perda óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
		<category><![CDATA[Splitters]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=5382</guid>

					<description><![CDATA[O balanço de perda óptica é um cálculo realizado para estimar qual será a atenuação total de um enlace em fibra óptica antes mesmo de ser instalado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cca072169" data-id="6a18cca072169" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como calcular o balanço de perda óptica</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p>Marcelo Barboza, da <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/">Clarity Treinamentos</a></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">  Nesta edição, vamos abordar a forma de cálculo do balanço de perda óptica. O balanço de perda óptica é um cálculo realizado para estimar qual será a atenuação total de um enlace em fibra óptica antes mesmo de ser instalado. Entre as suas finalidades, podemos ressaltar:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Verificar se o enlace óptico projetado atenderá aos requisitos das aplicações que nele rodarão. Se o cálculo do balanço for superior à margem de perda alocada para o cabeamento da aplicação pretendida (ex.: 10GBASE-SR), o link poderá apresentar perda de dados e até mesmo nem “subir”.</li>
<li>Estabelecer um limite que será utilizado durante os testes de aceitação do enlace. Ao testar o link com um PMLS (<em>power meter + light source</em>), se a atenuação medida for superior ao balanço de perda do projeto, saberemos que algo falhou na execução: o material e/ou a mão de obra envolvidos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Mas, como calcular o balanço de perda óptica? Primeiramente, temos que saber exatamente quais serão os componentes ópticos utilizados no enlace, de preferência com marca e modelo. Os componentes usuais são: fibra óptica; conectores; emendas; splitters; e outros componentes passivos (como taps e atenuadores).</p>
<p style="text-align: justify;">  Em seguida, devemos determinar a perda (atenuação) que cada um desses componentes apresentará ao ser instalado no enlace. Essa informação pode ser obtida nos folhetos de especificações técnicas dos componentes escolhidos. Atenção: a atenuação poderá ser diferente dependendo do comprimento de onda de luz utilizado.</p>
<p style="text-align: justify;">  O cálculo deve ser realizado em todos os comprimentos de onda previstos na instalação. É preciso, no mínimo, testar as fibras multimodo nos comprimentos de onda 850 e 1300 nm, e as monomodo nos comprimentos de onda 1310 e 1550 nm.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se as marcas e modelos dos componentes não forem ainda conhecidos, utilize valores padrão de mercado e/ou especificados pelas normas nacionais/internacionais correspondentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  Exemplos de valores padrão de atenuação estabelecidos pela norma ISO/IEC 11801-1:2017 e que possivelmente estarão na próxima revisão da norma nacional ABNT/NBR 14565:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Par de conectores acoplados: 0,75 dB.</li>
<li>Emenda: 0,3 dB.</li>
<li>Fibra MM, OM1 a OM4: 3,5 dB/km (850 nm) e 1,5 dB/km (1300 nm).</li>
<li>Fibra MM, OM5: 3,0 dB/km (850 nm) e 1,5 dB/km (1300 nm.)</li>
<li>Fibra SM, OS1 e OS1a: 1,0 dB/km (1310 nm e 1550 nm).</li>
<li>Fibra SM, OS2: 0,4 dB/km (1310 nm e 1550 nm).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Precisamos saber também o comprimento total do enlace final, em quilômetros. A perda do componente “fibra óptica” será proporcional ao seu comprimento (por isso a perda é dada em “dB/km”).</p>
<p style="text-align: justify;">  Com base nessas informações, somamos todos os valores para o enlace para a obtenção do balanço de perda, em decibéis (dB).</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6a18cca0725fa" data-id="6a18cca0725fa" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1553537400310 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: center;"><span style="font-size: 16px; color: #ffffff;"> Exemplos</span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">  1 – Enlace composto por 3.000 m de fibra monomodo OS2 terminada em ambas as extremidades dentro de distribuidores ópticos (DIO) por meio da fusão de <em>pigtails</em>, cujos conectores serão acoplados na parte interna dos adaptadores frontais do DIO; haverá uma fusão no meio da rota.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Perda da fibra óptica: 3 km X 0,4 dB/km = 1,2 dB</span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Perda das conexões: 2 X 0,75 dB = 1,5 dB</span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Perda das emendas: 3 X 0,3 dB = 0,9 dB</span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Balanço da perda (1310 e 1550 nm): 1,2 + 1,5 + 0,9 = 3,6 dB.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">  2 – Enlace composto por 200 m de fibra multimodo OM3 terminada em ambas as extremidades dentro de distribuidores ópticos (DIO) por meio da terminação direta em conectores (processo de cola e polimento). Eles serão acoplados na parte interna dos adaptadores frontais do DIO.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Perda da fibra óptica a 850 nm: 0,2 km X 3,5 dB/km = 0,7 dB</span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Perda da fibra óptica a 1300 nm: 0,2 km X 1,5 dB/km = 0,3 dB</span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Perda das conexões: 2 X 0,75 dB = 1,5 dB</span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Balanço da perda a 850 nm: 0,7 + 1,5 = 2,2 dB</span><br />
<span style="font-size: 16px; color: #ffffff;">Balanço da perda a 1300 nm: 0,3 + 1,5 = 1,8 dB</span></p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a18cca072a0e" data-id="6a18cca072a0e" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Os valores obtidos, como já mencionado, deverão ser comparados às especificações das aplicações e aos valores medidos durante a certificação do enlace instalado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Se o valor medido for superior ao balanço de perda calculado, verifique o material instalado, a rota da fibra, a limpeza das conexões e a qualidade das emendas. Se for o caso, utilize um OTDR para encontrar os locais que apresentam perdas acima do esperado.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>R&#038;M apresenta estudo sobre conector óptico paralelo</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/rm-estudo-sobre-conector-optico/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rm-estudo-sobre-conector-optico</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2018 22:22:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Conectividade óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Conector MPO]]></category>
		<category><![CDATA[Conector óptico]]></category>
		<category><![CDATA[Conexões ópticas]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
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		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
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		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Links]]></category>
		<category><![CDATA[R&M]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=3277</guid>

					<description><![CDATA[O novo conector óptico trará benefícios à instalação, operação e manutenção de infraestruturas de fibras ópticas passivas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18cca073b2b" data-id="6a18cca073b2b" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>R&amp;M apresenta estudo sobre conector óptico paralelo</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A suíça R&amp;M, fornecedora de sistemas de cabeamento para infraestrutura de rede, apresentou um estudo sobre o desenvolvimento de um conector óptico paralelo com tecnologia de feixe expandido. Denominado <a href="https://www.rdm.com/sites/QXB" target="_blank" rel="noopener noreferrer">QXB</a>, o conector óptico conta com lentes de sílica fundida responsáveis ​​pela transmissão de luz entre as fibras ópticas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A R&amp;M pesquisa a tecnologia de feixe expandido em conjunto com a Data Speed ​​Control GmbH, provedor global de serviços de data center, da Alemanha. &#8220;A tecnologia de feixe expandido traz benefícios à instalação, operação e manutenção de infraestruturas de fibras ópticas passivas&#8221;, explica o Thomas Wellinger, gerente de mercado de data centers da R&amp;M e líder do estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">  As lentes feitas de sílica fundida de alta pureza e com revestimento antirreflexo eliminam a necessidade de contato físico entre as extremidades das fibras ópticas. Elas formam uma matriz na face final do conector e uma lente é atribuída para cada fibra. O feixe pode ser aumentado em 16 vezes e até sete vezes com fibras ópticas multimodo e monomodo, respectivamente. &#8220;Com o desenvolvimento das lentes de sílica fundidas, estamos realmente ampliando os limites físicos da conectividade óptica&#8221;, completa Wellinger.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nas conexões ópticas convencionais, as molas pressionam com força as extremidades das fibras. Esta é a única maneira de trocar os sinais de luz com perda mínima de atenuação. As superfícies de contato devem estar livres de poeira e alinhadas ao micrômetro exato. Com o QXB essas exigências ficam no passado. A limpeza das superfícies de contato é desnecessária, pois os sinais de luz são transmitidos sem nenhum contato físico.</p>
<p style="text-align: justify;">  O conector óptico QXB é inserido no adaptador sem qualquer força, independentemente do número de fibras. Isso alivia o manuseio e tira a pressão da caixa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Inspeções visuais e a busca demorada por erros de transmissão também ficam para trás. Com o conector óptico instalado e testado, os valores medidos de uma conexão permanecem estáveis, mesmo se ele estiver desconectado ou for conectado novamente várias vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">  O QXB é similar a um conector MPO. Pode ser projetado com 12, 24 e 32 fibras paralelas. Os conectores MPO precisam ser completamente removidos, se uma fibra individual tiver que ser limpa ou testada. Todos os links estão offline. O desempenho dos links MPO pode ser afetado negativamente pela conexão e desconexão. &#8220;Você simplesmente não tem esse problema com o QXB, já que as redes funcionam de maneira muito mais confiável”, completa Wellinger.</p>
<p style="text-align: justify;">  A R&amp;M ainda destaca benefícios de despesas operacionais. &#8220;O QXB facilitará consideravelmente o trabalho da infraestrutura e dos gerentes de SAN em data centers hiperescala e grandes centros de dados corporativos&#8221;, conclui Wellinger.</p>

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