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	<title>GPON &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>GPON &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>American Tower implementa XGS-PON na rede neutra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 May 2021 20:36:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A tecnologia já está disponível e permitirá aos clientes da empresa oferecer serviços com velocidades de até 10 Gbps.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986ae1dad800" data-id="6986ae1dad800" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">American Tower implementa XGS-PON na rede neutra</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A American Tower, fornecedora global de infraestrutura para comunicações, implementou a tecnologia XGS-PON em sua rede neutra FTTH, permitindo que seus clientes comercializem serviços de até 10 Gbps, para usuários residenciais e corporativos.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/gpon-e-xgpon-nas-redes-banda-larga/">O XGS-PON é uma evolução tecnológica em relação ao GPON</a>. Além do aumento de velocidade, a tecnologia também se diferencia pela capacidade de oferecer serviços simétricos, ou seja, aqueles em que a velocidade de upload para a rede pode ser a mesma que a velocidade de download. Possibilita ainda atender à necessidade de maiores velocidades de upload, cada vez mais identificada por usuários residenciais com a massificação do home office, jogos on-line, educação on-line, telemedicina, realidade virtual, entre outras aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  O desenvolvimento e implementação da tecnologia contou com o suporte da Nokia, parceira tecnológica da American Tower. Após a conclusão dos testes em laboratório, a tecnologia foi aplicada em todas as cidades que contam com a operação da rede neutra, sem a necessidade de troca de equipamentos ou investimentos na rede óptica, uma vez que toda a rede já foi planejada considerando as evoluções tecnológicas esperadas para redes PON.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Nossos clientes da rede já podem comercializar planos com velocidades de até 10 Gbps para seus clientes finais, em qualquer cidade onde temos operação. Tendências mundiais indicam que a necessidade de redes com essa capacidade irá se intensificar nos próximos dois a três anos e partindo dessa premissa estamos com certeza preparando a rede para este futuro”, completa Abel Camargo, vice-presidente de fibra e novos negócios da American Tower no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  O modelo de negócio de rede neutra FTTH da American Tower foi lançado em 2019 e consiste em uma infraestrutura de acesso que pode ser compartilhada por várias operadoras para explorar serviços de telecomunicações em fibra óptica para seus clientes finais. “O objetivo é otimizar e racionalizar os investimentos do setor, uma vez que o compartilhamento de uma única rede possibilita custos mais baixos para todos, além de evitar a duplicação de infraestrutura, uso de postes, dutos, e consumo de energia”, conclui o executivo.</p>

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	</div>
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		<title>Aligera incorpora PD3 Tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 21:03:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com o acordo, a Aligera pretende ampliar e fortalecer os seus negócios com novas possibilidades de produtos e serviços.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986ae1daf00d" data-id="6986ae1daf00d" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Aligera incorpora PD3 Tecnologia</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A Aligera, empresa especializada em soluções de voz sobre IP, anunciou a absorção da PD3 Tecnologia, prestadora de serviços de pesquisa e desenvolvimento de equipamentos eletrônicos e soluções de GPON (OLT e ONU), IoT, VoIP, SD-WAN, roteamento IP, 3G/4G/LTE, telemetria, smart grid, entre outros, ambas de Porto Alegre, RS.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Um dos objetivos de incorporarmos a PD3 foi trazer o seu imenso know how e sua alta tecnologia adquiridos durante seus 18 anos de serviços de P&amp;D para diferentes mercados e que agora serão agregados aos novos produtos e serviços da Aligera. Além disso, estamos orgulhosos por incorporar uma das mais conceituadas e conhecidas design houses do segmento de telecom e Internet, o que certamente irá acelerar o crescimento dos negócios, ampliar a tecnologia de nossas soluções e diversificar o nosso portfólio de produtos”, diz Edison Manfroi, CEO da Aligera.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com laboratório próprio, a PD3 Tecnologia cumpre todo o ciclo de P&amp;D de um projeto de equipamento eletrônico sob encomenda, desde sua definição e especificação técnica até toda a documentação final necessária para sua produção industrial, entregando soluções completas de hardware e software. Além disso, a companhia possui parcerias tecnológicas nacionais e internacionais, sendo design house de projetos de grande porte que envolvem soluções complexas de empresas globais fabricantes de chips.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A nova estrutura está nivelada ao contexto de consolidação e transformação estratégica do setor de TI e telecom, a incorporação da PD3 e outras empresas do ecossistema que estão no radar da Aligera visam tornar a mesma mais competitiva, sendo um passo importante dentro do seu ousado plano de expansão”, acrescenta Droander Martins, CEO da Vispe Capital, consultoria estratégica de M&amp;A e crescimento inorgânico da Aligera.</p>
<p style="text-align: justify;">  O acordo, segundo a Aligera, busca ainda entregar soluções inovadoras e tecnológicas, com novas possibilidades de produtos e serviços, contemplando soluções desde o projeto, pesquisa e desenvolvimento, até a sua comercialização, industrialização e suporte.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Infinera e American Tower testam transmissão óptica ponto-multiponto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 20:22:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O teste de campo foi realizado com a tecnologia XR Optics da Infinera na PON - rede óptica passiva da American Tower na Colômbia.]]></description>
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			<h1 style="text-align: justify;">Infinera e American Tower testam transmissão óptica ponto-multiponto</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A Infinera e a American Tower anunciaram a conclusão bem-sucedida de uma transmissão óptica coerente ponto-multiponto em um ambiente de rede de operadora na América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">  O teste de campo foi realizado com a tecnologia XR Optics da Infinera na PON &#8211; rede óptica passiva da American Tower na Colômbia. O trial demonstrou a compatibilidade da XR Optics com o tráfego existente de GPON em uma implantação de PON de fibra única em uma área regional metropolitana.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo a Infinera, a XR Optics, com mais de 400 Gb de capacidade disponível por leaf, simplifica a arquitetura de rede, reduzindo o Capex e Opex das operadoras. “O teste com a American Tower confirma que a tecnologia pode ser aplicada às redes existentes e coexistir perfeitamente com o tráfego GPON. Isso representa uma mudança radical na forma como as redes metropolitanas podem ser construídas, estabelecendo uma nova referência em escalabilidade, e aumentando a flexibilidade e velocidade do serviço”, acrescenta Dave Welch, Infinera Chief Innovation Officer &amp; Co-founder.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com Paul Choiseul, Fiber CTO EMEA &amp; Latin America da American Tower, com a tecnologia fornecida pela Infinera a operadora poderá oferecer soluções de alta capacidade com latência ultrabaixa, que atenderão às exigências de serviços 5G e edge computing. “O sucesso da solução é o ápice de uma ideia que nasceu há dois anos, quando compartilhamos nosso percurso com a Infinera para testar tecnologias DWDM avançadas”.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Serviços de valor adicionado ganham destaque nos ISPs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 14:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Provedores de Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora a infraestrutura de fibra óptica seja uma protagonista, os chamados SVAs – Serviços de Valor Adicionado entram em cena, num mercado que sofre grandes transformações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h6><span style="font-size: 12px;">Foto: Jannoon028 &#8211; Freepik.com</span></h6>

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			<h1>Serviços de valor adicionado ganham destaque nos ISPs</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Embora a infraestrutura de fibra óptica seja uma protagonista, os chamados SVAs – Serviços de Valor Adicionado entram em cena, num mercado que sofre grandes transformações.</span></h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Para se manterem competitivos, os provedores de serviços de Internet precisam ir além da oferta de pacotes tradicionais de banda larga e adicionar valor à estratégia de negócios. “As empresas preparadas para o rápido atendimento nos casos de manutenção e, principalmente, para a ampliação dos serviços estarão à frente da concorrência”, diz Dario Prado, diretor de novos negócios e parcerias da DConsult Telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora a infraestrutura de fibra óptica seja uma protagonista, os chamados SVAs – Serviços de Valor Adicionado entram em cena, num mercado que sofre grandes transformações, devido principalmente à crise causada pela pandemia da Covid-19. “Ainda há muitos locais do país sem acesso à Internet e os ISPs estão numa corrida para alcançar essas regiões mais carentes. Os investimentos em redes ópticas e equipamentos vão continuar. Porém, é preciso ficar atento às mudanças de comportamento do consumidor e agregar valor aos serviços com soluções remotas e Wi-Fi, por exemplo”, acrescenta Prado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Muitas empresas já estão adaptadas à nova realidade. É o caso da Altarede, presente em oito estados brasileiros (São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Pará, Mato Grosso, Roraima e Amazonas) e com rotas para os principais pontos de troca de tráfego de Internet do mundo, como Miami e Nova York, EUA; Amsterdã, Holanda; Frankfurt, Alemanha; e Londres, Inglaterra.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além dos serviços tradicionais de Internet e conectividade, a companhia tem no seu portfólio soluções de armazenamento de dados, co-location, VoIP – voz sobre IP, proteção anti-DDoS e Wi-Fi. “Investimos constantemente em segurança de rede, novos produtos e modernização de equipamentos para atender demandas acima de 100 Gbps”, diz Alexandre Kronig, head of sales da Altarede, acrescentando que este ano também foram feitos aportes na expansão da rede para atender às novas rotas e na adequação das normas de segurança sanitária para oferecer segurança aos colaboradores, devido à pandemia da Covid-19.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com mais de 40 mil clientes em todo o país, a companhia tem uma rede de fibra óptica com mais de 10 mil quilômetros de extensão, mesclando tecnologias GPON, FTTH, DWDM e Metro Ethernet. Hoje, o mercado corporativo abocanha 70% do seu faturamento; o restante fica por conta dos clientes residenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Kronig, a empresa espera crescer 40% este ano. Para tanto, algumas novidades já estão no roadmap. Uma delas é o lançamento de serviços sem fio utilizando o padrão Wi-Fi 6. “Já trabalhamos com Wi-Fi 5 e mesh”, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra empresa que também está atenta a mudanças é a Eyes NWhere (ENW), com sede em Manaus, AM. Em parceria com a Binario Cloud, a companhia passou a disponibilizar serviços em nuvem a clientes corporativos, incluindo a comunicação, venda e entrega dos produtos. “Este ainda é um mercado pouco explorado pelos ISPs”, diz Amilton de Lucca, presidente da Eyes NWhere.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com ele, os serviços de cloud são uma forte tendência e ganharam ainda mais importância no cenário atual. “Os usuários sofreram com a falta de recursos computacionais. Com a solução de nuvem eles podem acessar os seus serviços e arquivos de qualquer dispositivo conectado, sem precisar ligar uma máquina específica para realizar o trabalho desejado”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com foco no mercado corporativo e órgãos públicos, a empresa presta serviços de comunicações de dados, Internet e data center. Conta com uma rede de fibra óptica própria de 2 mil quilômetro de extensão, principalmente FTTH/GPON, que cobre toda a cidade de Manaus.</p>
<p style="text-align: justify;">  A ENW também desenvolve sistemas e tecnologias para integração e suporte à vigilância e monitoramento remoto em todo país. “Esses serviços podem ser oferecidos em conjunto com as soluções de conectividade. Isso nos dá um grande diferencial em condomínios, por exemplo”, destaca Lucca.</p>

		</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Aumento de ticket médio</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Com uma rede óptica de cerca de 300 quilômetros de extensão e 4 mil clientes em três cidades do interior de Minas Gerais (Oliveira, São Francisco de Paula e Cabo da Mata), o Grupo Vertentes está empenhando em aumentar o ticket médio de seus assinantes, com a oferta de novos serviços.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  De acordo com o diretor de tecnologia e inovação da empresa, Denilson Rocha, de abril a setembro deste ano o provedor ampliou o valor de compra dos seus clientes em 20%. “Este ano a expectativa é que nossa carteira de clientes cresça 10%. Nosso foco é o bom atendimento e serviços inovadores”. A empresa também tem uma rede legada wireless, que atende, principalmente, às zonas rurais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Para ele, os provedores que focam apenas em conectividade tendem a perder competitividade e ter uma parcela de lucro cada vez mais achatada. “Uma malha de fibra óptica pode gerar muitas oportunidades, mas é preciso pensar diferente para desenvolver e validar novos planos de negócios. No Grupo Vertentes, a conectividade é apenas um meio para entregar muito mais soluções aos usuários de rede”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Rocha conta que recentemente o empresa investiu em um servidor de streaming próprio para criar soluções de transporte de imagens e oferecer serviços e produtos de segurança eletrônica patrimonial. O portfólio inclui monitoramento de alarmes e cercas eletrificadas, CFTV, etc., com operação 24 x 7. Outros pacotes fornecidos pelo provedor são, por exemplo, backup corporativo, projetos de cabeamento estruturado e soluções empresariais de TI, além de Internet banda larga.</span></p>

		</div>
	</div>
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		<title>Furukawa aposta em soluções GPON fim a fim para ISPs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 20:53:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[O trabalho da empresa envolve desde a venda consultiva e projeto de seus produtos GPON a materiais de apoio em português, treinamentos, suporte técnico e software de gestão e monitoramento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986ae1db29db" data-id="6986ae1db29db" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Furukawa aposta em soluções GPON fim a fim para ISPs</h1>

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			<h4>Redação, da Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A Furukawa apresentou o SmartPON, um novo conceito GPON para os ISPs &#8211; Provedores de serviços de Internet. Segundo, Marcos Kazushi, gerente comercial da Furukawa, o objetivo é oferecer aos ISPs uma solução fim a fim, que envolve a venda consultiva e projeto, facilidades de pagamento, pronta entrega, materiais de apoio em português, treinamentos, suporte técnico, software de gestão e monitoramento, além de uma linha completa de equipamentos de rede. “O novo cenário está exigindo dos ISPs uma rede adequada para atender à demanda de seus clientes por mais banda e serviços de internet de qualidade elevada”, diz acrescenta Kazushi.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ele ainda destaca que a venda consultiva, por exemplo, tem como objetivo ajudar o provedor a definir a solução mais adequada à sua necessidade. “Esse suporte chega até o nível de pré-projeto e conta com o apoio do time de engenharia da Furukawa”. O atendimento é nacional, por meio de equipes comerciais e técnicas distribuídas nas cinco regiões do país &#8211; o que diminui o tempo de resposta.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já os treinamentos e os materiais de apoio em português têm foco na questão da escassez no país de mão de obra com capacitação técnica adequada. Disponíveis em formato de documentação e também em vídeos, os materiais de apoio foram elaborados pela equipe de engenharia com base nas principais dúvidas encaminhadas pelos clientes ao suporte da Furukawa &#8211; a maioria sobre configurações de equipamentos. O software de gestão e monitoramento Conscius Manager é outro componente do SmartPON. “Com interface gráfica amigável e interativa, o sistema facilita a ativação e controle de assinantes e, ainda, permite detectar e acompanhar eventuais irregularidades na rede, que podem ser corrigidas mais rapidamente”, ressalta Kazushi.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além disso, o suporte técnico 8&#215;5 (das 8h às 17h) é gratuito para todos os clientes que adquirem equipamentos Furukawa, permitindo até cinco chamadas por mês, com tempo de resposta e restauro de acordo com o nível de SLA. O start-up remoto também é um serviço gratuito destinado a ajudar os ISPs a fazer as configurações básicas de novos concentradores ópticos (OLTs). Já o suporte 24&#215;7 é um serviço pago, com contrato anual, que propicia até 20 chamadas por mês, com SLA diferenciado e tempo de resposta de até 1h30 (até 8h para restauro).</p>
<p style="text-align: justify;">  A Furukawa oferece ainda uma linha completa de equipamentos GPON. As OLTs vão de 8 a 32 portas PON (até 4.096 assinantes), suportam redundância e possuem chassis modulares e flexibilidade para aplicações variadas. Os modems ópticos (ONUs) atendem diferentes necessidades de serviços (voz, dados, vídeo) e perfis de assinantes. O modelo 423-41W/AC, por exemplo, é um modem óptico wireless (tecnologia b/g/n/AC), dual band (2,4 e 5 GHz), que permite acesso à Internet com melhor performance, qualidade e largura de banda.</p>
<p style="text-align: justify;">  Todos os equipamentos, bem como softwares e serviços, podem ser adquiridos pelo eCommerce Furukawa, que oferece pronta entrega e, ainda, um pacote de soluções financeiras com várias opções para o pagamento das compras.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>Redes FTTx preparadas para o futuro. Será?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2020 21:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 28]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[FTTx]]></category>
		<category><![CDATA[GPON]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo analisa alguns aspectos críticos de uma rede passiva óptica eficiente para atender às novas aplicações e mostra a importância de implantar componentes de qualidade na infraestrutura FTTx.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986ae1db3ebf" data-id="6986ae1db3ebf" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Redes FTTx preparadas para o futuro. Será?</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O artigo analisa alguns aspectos críticos de uma rede passiva óptica eficiente para atender às novas aplicações, e mostra a importância de implantar componentes de qualidade na infraestrutura FTTx.</h2>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986ae1db3fe2" data-id="6986ae1db3fe2" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Eduardo Venturini, especialista em redes FTTx na <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.rdm.com/bra_en" target="_blank" rel="noopener noreferrer">R&amp;M</a></span> para América Latina</h4>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Quando falamos de futuro da tecnologia, invariavelmente, surgem discussões a respeito de carros autônomos, inteligência artificial, realidade virtual e aumentada, 8K e muito mais. Tudo isso será possível, sim, com a adoção de novas tecnologias como 5G, WiFi-6 e IoT – Internet das coisas em ambientes inteligentes e conectados, sejam eles smart buiding ou smart cities.</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso não é uma visão tirada de um filme de ficção, mas uma realidade bem próxima. Porém, será preciso que uma série de dispositivos estejam conectados, gerando e transmitindo uma grande quantidade de dados, que somente as redes de fibras ópticas poderão suportar.</p>
<p style="text-align: justify;">  Então, a forma mais fácil de se chegar a este futuro é utilizar as redes das operadoras de telecomunicações e dos ISP – provedores de serviços de Internet que já estão presentes em vários municípios do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Basicamente, as redes dos diversos ISPs do país são baseadas em fibras ópticas e utilizam a tecnologia G-PON, e suas evoluções XG-PON e NG-PON2. Esta tecnologia foi padronizada no ano de 2003, sob a denominação ITU-T G984, sendo bastante difundida e utilizada no mundo para as redes de acesso. Além da utilização em larga escala e disponibilidade de equipamentos, há outro ponto que favorece a adoção da tecnologia: a grande oferta de componentes de rede, permitindo que a rede seja implantada nos mais diversos ambientes, subterrâneo, aéreo, clima seco, neve, chuvoso.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas quando pensamos em utilizar a infraestrutura dos ISPs para implantar estas novas tecnologias será que estas redes estão preparadas para o futuro?</p>
<p style="text-align: justify;">  Vamos analisar alguns aspectos críticos para uma rede passiva óptica eficiente. Primeiro, é necessário um processo de elaboração correta de projeto, onde são definidos a topologia, tecnologia adotada, redes do tipo P2P ou P2MP, taxa de penetração, etc. Porém, isto não será analisado neste artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para garantir a eficiência da rede também é preciso olhar para qualidade de cada componente que compõe a infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma rede passiva óptica PON está sujeita a intempéries como sol, chuva, névoa salina, ataque químico, entre outros agentes agressores. Desta forma, a disponibilidade e o desempenho da rede dependem da qualidade de cada um dos seus componentes. Assim como a tecnologia de transmissão evolui, os componentes também passam por um processo de aperfeiçoamento ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora muita vezes não seja notado, os fabricantes de infraestrutura investem milhões de dólares em pesquisa e desenvolvimentos para que os produtos sejam mais compactos e mais fáceis e rápidos de serem instalados. Com isso, as redes podem ser ativadas rapidamente, com padronização e menos erros, impactando positivamente na confiabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Abaixo veja alguns pontos críticos de uma rede que são altamente impactados pelos componentes.</p>

		</div>
	</div>
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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Distribuidores ópticos e bastidores de fibras ópticas nas centrais</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A central é o local físico, ou edificação, onde a rede começa e tem a função de conectar a rede de acesso ao backhaul. Normalmente, neste ambiente encontramos equipamentos de transmissão G-PON, OLT, e de networking. Em alguns casos também há equipamentos de rede celular 2G/3G e 4G e data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com o aumento de equipamentos e o número de conexões, a operação da central se torna um ponto crítico na operação do dia-a-dia. Então, deve-se buscar construir ou transformar um central.</p>
<p style="text-align: justify;">  A modularidade, crescimento conforme a demanda, ajuda no balanço entre CAPEX e OPEX. A alta densidade, com o aumento do número de portas de equipamentos, e conexões dos distribuidores ópticos de altas densidade também são necessárias. Porém, quando aumentamos muito a densidade de portas por DGOs, novos problemas aparecem como dificuldades de instalação, gerenciamento das conexões, congestionamento de cordões e consequentemente erros de instalação. Na figura abaixo podemos perceber o quão crítico são estes pontos na operação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_9246" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9246" class=" wp-image-9246" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-1-300x211.png" alt="" width="620" height="436" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-1-300x211.png 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura-1.png 600w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /><p id="caption-attachment-9246" class="wp-caption-text">Exemplo de ODF convencional (esquerda) e ODF de Alta densidade (direita)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim, soluções projetadas para altas densidade visam eliminar estes pontas de falhas que diminuem confiabilidade da rede e causam indisponibilidade do serviço.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986ae1db5200" data-id="6986ae1db5200" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Conectores e mão de obra na construção da rede externa </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Em uma rede G-PON, cabos e splitter são os elementos que apresentam as maiores perdas absolutas da rede. Mas se olharmos com mais atenção, vamos perceber que as perdas máximas por quilometro do cabo, especificado por normas, e as perdas reais são muito próximas. O mesmo acontece com os valores dos splitters.</p>
<p style="text-align: justify;">  Caixas de emendas e CTO devem garantir a integridades dos componentes, suportando a variação térmica, radiação UV, ingresso de umidade e impacto.</p>
<p style="text-align: justify;">  Vamos analisar dois componentes que devemos estar atentos durante a construção da rede e o impacto no seu funcionamento eficiente, dos conectores óticos e emenda por fusão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_9240" style="width: 708px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9240" class="wp-image-9240" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura2-300x168.png" alt="" width="698" height="391" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura2-300x168.png 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/06/figura2.png 711w" sizes="auto, (max-width: 698px) 100vw, 698px" /><p id="caption-attachment-9240" class="wp-caption-text">Rede FTTx típica</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  No exemplo abaixo vemos quão crítico é o impacto da qualidade da conexão e da mão de obra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="height: 448px; width: 92.6058%; border-style: solid; border-color: #000000;" width="92.6058%">
<tbody>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 46.6607%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" colspan="2" width="216"><strong>Valores padrão de norma de FTTH</strong></td>
<td style="width: 45.0299%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" colspan="2" width="243"><strong>Valores desempenho melhorado </strong></td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>SMF @ 1310 nm</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">0,5 db</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>SMF @ 1310 nm</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">0,35 db</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>6 x emenda</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">0.6 db (0,1dB)</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>6 x emenda</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">0.30 db (0,05dB)</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>1 Splitter 1:32</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">18.3 db</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>1 Splitter 1:32</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">17,5 db</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>4 conectores SC APC</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">3.0 db (0,75dB)</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>4 x SC APC Grade B</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">1 db (0,25dB)</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>Margem de manutenção</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">1db</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>Margem de manutenção</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">1db</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>Potência disponivel</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">5,1 dbm</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>Potência disponivel</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113">8,2dbm</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="width: 26.8029%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="126"><strong>Comp max. da rede</strong></td>
<td style="width: 19.8578%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="90">10,2 km</td>
<td style="width: 27.6182%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="131"><strong>Comp max. da rede</strong></td>
<td style="width: 17.4117%; border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="113"><strong>23 km</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Se optarmos por conector com perda de inserção (IL) Classe 1, definido pelo NBR 14433, teremos uma perda máxima de 0,8 db por conexão. No exemplo utilizamos um valor de 0,75dB/ conexão. São valores normalizados e certificados por entidades regulatórias, como a Anatel, porém na prática conectores com perdas altas diminuem o alcance da rede. Então, especificar um conector que atenda classe III definido, pela NBR 14433, garantirá o alcance total da tecnologia (20 km).</p>
<p style="text-align: justify;">  A emenda por fusão também se apresenta como ponto crítico e depende muito da mão de obra e recursos disponíveis, pois em um enlace de 20 km temos diversas fusões que podem reduzir o alcance da rede como no exemplo acima 01 dB/ fusão contra 0,5 dB/fusão &#8211; ao final de seis fusão perdemos 1 km de rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  Podemos concluir que para ter uma rede à prova de futuro precisamos olhar não somente para as tecnologias, mas também para os componentes que instalamos hoje na rede. É preciso procurar produtos de qualidade de fontes confiáveis e mão de obra qualificada, pois são eles que suportarão esta migração e deverão funcionar por décadas.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986ae1db5796" data-id="6986ae1db5796" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qual é a potência ideal na CTO?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/qual-e-a-potencia-ideal-na-cto/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=qual-e-a-potencia-ideal-na-cto</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ronaldo Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 23:05:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 25]]></category>
		<category><![CDATA[CTO]]></category>
		<category><![CDATA[dB]]></category>
		<category><![CDATA[EPON]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[FTTx]]></category>
		<category><![CDATA[Fusão]]></category>
		<category><![CDATA[GPON]]></category>
		<category><![CDATA[OLT]]></category>
		<category><![CDATA[OTDR]]></category>
		<category><![CDATA[PON]]></category>
		<category><![CDATA[Power meter]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Rede óptica]]></category>
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					<description><![CDATA[A resposta para esta pergunta é: Depende! Porém, para o cálculo da potência que será medida na CTO devemos efetivamente conhecer a potência emitida em cada porta PON.

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986ae1db6fb3" data-id="6986ae1db6fb3" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h1>Qual é a potência ideal na CTO?</h1>

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			<p><strong>Ronaldo Couto, Fundador da Primori</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Com frequência tenho esta pergunta em nossos treinamentos e a resposta vocês já podem imaginar: DEPENDE&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">  Sabendo-se que a potência óptica na saída da porta PON será atenuada pelas perdas que o sinal encontrará até a CTO, esta, então, pode ser calculada como sendo:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8362 aligncenter" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/03/formula-300x114.png" alt="" width="576" height="219" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/03/formula-300x114.png 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/03/formula.png 740w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6986ae1db73d1" data-id="6986ae1db73d1" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Desta forma, para determinarmos qual é a potência medida nas CTOs devemos primeiramente conhecer qual é a potência de saída da porta PON da OLT.</p>
<p style="text-align: justify;">  É importante compreender que no momento em que projetamos a rede devemos utilizar a menor potência informada pelo fabricante do SFP, quer seja ele <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/equipamentos-ftth-classes-b-c/">B+, C+ ou C++</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, para o cálculo da potência que será medida na CTO devemos efetivamente conhecer a potência emitida em cada porta PON.</p>
<p style="text-align: justify;">  Sabemos que os lasers dos SFPs, tanto dos equipamentos EPONs como os dos GPONs, emitem luz no comprimento de onda de 1490 nm.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim, para efetuarmos corretamente a medida da potência óptica de cada porta, utilizamos <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/power-meter-pon-ou-simples-qual-e-a-melhor-opcao/">power meter</a> com o cuidado de selecionar o comprimento de onda de 1490 nm.</p>
<p style="text-align: justify;">  É importante também utilizarmos nesta medida um path cord com conectores em bom estado de conservação, limpos e com padrão adequado à OLT e ao power meter.</p>
<p style="text-align: justify;">  De posse dos valores de potência de cada porta PON, devemos calcular a perda projetada até cada CTO onde desejamos conhecer a potência que será medida na mesma.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Para este cálculo partimos do diagrama unifilar que utilizamos no projeto para o cálculo do orçamento de potência.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como ilustração, utilizaremos em nosso exemplo o diagrama unifilar acima com as seguintes perdas:</p>
<p>• 5 conexões ópticas, neste exemplo será considerado 0,5 dB por conexão, que é o máximo permitido pela Anatel para homologar um conector.</p>
<p>• 5 emendas por fusão, neste exemplo será considerado 0,1 dB por emenda, que é o máximo permitido por norma EIA e é a especificação de várias máquinas de emendas que fazem alinhamento de fibras pela casca.</p>
<p>• 2 splitters 1&#215;8, neste exemplo será considerado 10,5 dB por splitter, que é a máxima perda por inserção permitida pelo Anatel para homologar um splitter 1&#215;8.</p>
<p>5 km de fibra até a CTO, neste exemplo será considerado 0,25 dB por quilometro, que é a perda típica das fibras ópticas homologadas para o comprimento de onda de 1490 nm.</p>
<p style="text-align: justify;">  Considerando o digrama unifilar utilizado, calculamos as seguintes perdas projetadas:</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Importante lembrar que no momento do projeto e cálculo do orçamento de potência utilizamos em nossos cálculos a perda da fibra como sendo 0,35 dB/km, que corresponde à perda do comprimento de 1310 nm. No entanto, para o cálculo da potência na CTOs devemos utilizar a perda do comprimento de onda dos SFPs da OLT.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para finalizar os nossos cálculos, consideramos que a potência medida na porta da OLT é de 4,5 dBm.</p>
<p style="text-align: justify;">  Podemos então voltar a nossa fórmula e calcular a potência projetada na CTO.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8366 aligncenter" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/03/formula-2-300x95.png" alt="" width="398" height="126" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/03/formula-2-300x95.png 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/03/formula-2.png 393w" sizes="auto, (max-width: 398px) 100vw, 398px" /></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Esta deve ser esperada na CTO considerando os valores projetados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Caso a potência medida esteja melhor que a potência projetada, devemos aprovar a CTO. No entanto, caso a medida esteja pior que a potência projetada, devemos reprovar a CTO. Na verdade, isto evidencia um problema na execução da implantação da rede que devemos localizar e corrigir.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986ae1db8df2" data-id="6986ae1db8df2" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  E, então, amigos, a potência na CTOs de vocês está de acordo com o seu projeto?</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Equipamentos FTTH classes B+ e C+</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/equipamentos-ftth-classes-b-c/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=equipamentos-ftth-classes-b-c</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ronaldo Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2019 17:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 13]]></category>
		<category><![CDATA[CTO]]></category>
		<category><![CDATA[EPON]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[FTTH]]></category>
		<category><![CDATA[GBIC]]></category>
		<category><![CDATA[GPON]]></category>
		<category><![CDATA[Laser]]></category>
		<category><![CDATA[Projetistas]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Redes ópticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=5144</guid>

					<description><![CDATA[É cada vez mais comum os fabricantes de ativos de FTTH - fiber-to-the-home ofertarem a seus clientes equipamentos de classe B+ ou classe C+.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986ae1dbab63" data-id="6986ae1dbab63" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Equipamentos FTTH classes B+ e C+</h1>

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			<p><strong>Ronaldo Couto, Fundador da Primori</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  É cada vez mais comum os fabricantes de ativos de FTTH ofertarem a seus clientes equipamentos de classe B+ ou classe C+.</p>
<p style="text-align: justify;">  No entanto, com frequência vejo os clientes com dúvida de qual equipamento escolher por não saber a diferença entre eles.</p>
<p style="text-align: justify;">  Pois bem, vamos lá.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como sabemos, um GBIC é composto internamente de um laser (para a conversão elétrica em óptica) e de um detector (para a conversão óptica em elétrica).</p>
<p style="text-align: justify;">  Os lasers têm uma determinada potência de transmissão, que é a intensidade de luz que irá ser acoplada à fibra óptica. Já os detectores têm o que chamamos de sensibilidade, ou seja, o menor nível de potência óptica que podem receber (detectar) e converter em sinais elétricos, sem que ocorram erros nesta conversão.</p>
<p style="text-align: justify;">  Dessa forma, a princípio, seria desejável termos lasers com a maior potência possível e a menos sensibilidade, pois teríamos a possibilidade de realizar enlaces com perdas maiores.</p>
<p style="text-align: justify;">  Digo a princípio porque, obviamente, lasers mais potentes e detectores mais sensíveis representam também dispositivos de maior custo e precisamos avaliar o quanto ou não vale a pena pagarmos por isto.</p>
<p style="text-align: justify;">  É exatamente neste contexto que entram as classes dos GBICs, definindo quais são os seus níveis de transmissão e sensibilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">  Antes de citar quais são estes níveis, gostaria de comentar que estas classes foram definidas pela recomendação ITU-T G.984-2 e são aplicadas para equipamentos do tipo GPON.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já os equipamentos EPON, que seguem as recomendações do IEEE, possuem classes e níveis de potência diferentes e que detalharemos a seguir.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6986ae1dbafa3" data-id="6986ae1dbafa3" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986ae1dbb2ab" data-id="6986ae1dbb2ab" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<p style="text-align: justify;">Como podemos verificar na figura acima, as recomendações diferenciam GBICs utilizados em OLT empregadas nas ONUs e ainda os níveis de potência de transmissão e sensibilidade conforme a sua classe.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, quando um fabricante oferece OLTs classe B+ ou classe C+ somente está diferenciando os GBICs que a sua porta OLT terá, e nada mais.</p>
<p style="text-align: justify;">O que quero dizer é que não existem diferenças eletrônicas (processamento, memória, etc.) entre cartões OLTs classe B+ e OLTs classe C+.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda, é perfeitamente possível comprar um cartão classe B+ e substituir seus GBICs por classe C+ ou vice-versa, sem nenhuma mudança de desempenho eletrônico da OLT.</p>
<p style="text-align: justify;">  Digo desempenho eletrônico, pois o conjunto “potência de transmissão da OLT e sensibilidade da ONU” determina quantos dBs de perda podemos ter no sentido de downstream. E, da mesma forma, o conjunto “potência de transmissão da ONU e sensibilidade da OLT” indica a perda dBs para upstream.</p>
<p style="text-align: justify;">  E é exatamente aí que muitos acabam errando em suas escolhas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para esclarecer melhor este ponto, vamos analisar a figura abaixo.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Ela mostra as combinações possíveis entre OLT e ONU e seus respectivos orçamentos de potência. Lembrando, que orçamento de potência é a menor potência do transmissor menos a sensibilidade do detector.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como exemplo, vamos aplicar as fórmulas apresentadas na figura acima e considerar uma porta OLT classe B+ e uma ONU também classe B+. Neste caso, teremos um orçamento de potência de:</p>
<p style="text-align: justify;">  OPds = 1,5 – (-27) = 28,5 dB</p>
<p style="text-align: justify;">  OPus = 0,5 – (-28) = 28,5 dB</p>
<p style="text-align: justify;">  Da mesma forma, em uma porta OLT de classe C+ com ONU classe B+, teremos o seguinte resultado:</p>
<p style="text-align: justify;">  OPds = 3 – (-27) = 30 dB</p>
<p style="text-align: justify;">  Opus = 0,5 – (-28) = 28,5 dB</p>
<p style="text-align: justify;">  Observem que esta combinação proporcionou uma perda maior no downstream. Entretanto, estamos limitados a mesma perda de 28,5 dB no upstream.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ou seja, porta da OLT classe B+, em termos de orçamento de potência, não faz a menor diferença para ONUs classe B+ ou classe C+. Neste caso, investir em ONUs classe C+ de maior custo é simplesmente um desperdício.</p>
<p style="text-align: justify;">  Fazendo esta mesma análise com uma porta de OLT classe C+, vemos, pela figura, que temos um ganho de orçamento de potência, chegando a 30 dB com uma ONU classe B+ ou a 32,5 dB com uma ONU classe C+.</p>
<p style="text-align: justify;">  Vale a pena pagar por ONUs de maior custo por estes dBs a mais?</p>
<p style="text-align: justify;">  A resposta vocês conhecem bem: Depende. Analisem os custos e a necessidade que a sua rede tem por dBs e decidam pela melhor opção.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Country Manager ajuda empresas estrangeiras a ingressarem no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2019 20:15:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A companhia foi criada para ajudar empresas estrangeiras de tecnologia a se estabelecerem no Brasil e na América Latina de forma segura e com menos burocracia e custos de operação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986ae1dbd331" data-id="6986ae1dbd331" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Country Manager ajuda empresas estrangeiras a ingressarem no Brasil</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Redação Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Empresas estrangeiras que querem iniciar negócios no país enfrentam dificuldades que vão desde questões tributárias a contratação de profissionais adequados. Para ajudar essas companhias a se estabelecerem no Brasil de forma segura e com menos burocracia e custos de operação, o executivo Henrique Presch, com mais de 20 anos de experiência no mercado de redes, criou a Country Manager. “Basicamente, oferecemos para empresas de tecnologia de pequeno e médio portes a terceirização da função de um country manager. Temos expertise para fazer todo o processo para uma marca ingressar no Brasil ou em outros países da América Latina, como pré-vendas, análises de diferenciais de produtos e políticas comerciais com canais e distribuidores”, explica Presch.</p>
<p style="text-align: justify;">  Hoje a Country Manager atua em três verticais de negócios: controle de acesso; CFTV IP; e redes. No primeiro caso já são atendidas as marcas Averics, do Canadá, (com um software PSIM &#8211; Physical Security Information Management, que pode ser integrado a vários dispositivos de segurança disponíveis no mercado e com controle por uma única interface de usuário via web, permitindo ao administrador controlar, agir proativamente e extrair relatórios); e a coreana Suprema (fabricante de leitores biométricos para diferentes aplicações, incluindo reconhecimento facial, controle de acesso biométrico, RFID, controles inteligentes, scanners e soluções de autenticação móveis).</p>
<p style="text-align: justify;">  Em CFTV IP um dos clientes é a norte-americana OnSSi, que fornece uma plataforma aberta de videomonitoramento IP. Já em redes a Country Manager presta serviços para a CXR, fabricante francesa de equipamentos, incluindo linhas completas de switches, soluções ópticas, wireless, MPLS, Sonet, SDH e TDM, e a Starview, fornecedora de uma ampla gama de módulos Gbics para aplicações de 100 Mbps a 100 Gbps, GPON e DWDM.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Além de empresas estrangeiras</strong></h2>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  A atuação da Country Manager não se limita a empresas estrangeiras. Na área de CFTV a companhia atende a mineira Proimage (com câmeras IP, sistemas de armazenamento e acessórios, como cabos splitter e mesa PTZ), fazendo um papel de diretoria comercial.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Já conquistamos vários negócios para os nossos clientes. Temos uma vasta experiência técnica e relacionamentos com canais e clientes finais. Estamos atentos as movimentações do mercado. Podemos atender qualquer segmento de tecnologia, como VoIP e IoT – Internet das coisas, por exemplo”, finaliza Presch.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Intelbras inicia produção de OLT no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 21:43:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A OLT é fabricada na unidade industrial da companhia de São José , SC. O foco são os provedores de Internet.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986ae1dbe410" data-id="6986ae1dbe410" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Intelbras inicia produção de OLT no Brasil</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Segundo a Anatel, o Brasil <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/banda-larga-fixa-cresce-903-em-12-meses/">encerrou julho último com mais de 30 milhões de contratos ativos de banda larga fixa</a> – 18% desse volume estavam nas mãos dos ISPs &#8211; provedores de Internet. Todos os anos, são ativados mais de 2,5 milhões de acessos de Internet em alta velocidade – só os ISPs conectam 150 mil clientes por mês.</p>
<p style="text-align: justify;">  Atenta ao potencial desse mercado, a Intelbras, fabricante nacional de produtos de segurança eletrônica, redes, telecom e energia, iniciou a produção no país da OLT 8820 I, em sua unidade industrial de São José, SC.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com o diretor do segmento de redes da Intelbras, Amilcar Scheffer, o objetivo da empresa é conquistar a liderança do mercado de GPON. “Com essa iniciativa, ganhamos competitividade e escala, além de oferecer ao ISP a opção de financiamento via BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico ou Finame”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com 1U (formato stand alone) e oito portas, a OLT tem capacidade para conectar até 1024 clientes – 128 ONUs por porta. Conta com slots SFP e 10 Gbps, permitindo interligar equipamentos em uma topologia em anel, além de alimentação redundante de 48 VCC e gerência por linha de comando (CLI) ou interface gráfica (GUI).</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Diego Zaniol, gerente de segmento da Intelbras, destaca que o equipamento é totalmente desbloqueado, podendo operar com ONUs de outros fabricantes. “Isso mostra o nosso compromisso com os provedores de Internet. Oferecemos ainda suporte em português com call center para ativação, troca expressa, dois anos de garantia e assistência técnica em todo o país”, comenta.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um outro recurso é o SIG – Software Intebras de Gerenciamento, que permite controlar OLTs e ONUs da companhia e inclui funcionalidades de restauração de fábrica e backup de configurações, atualizações de firmware, acesso remoto, autorizações ou bloqueios das ONUs e criação de serviços, como bridge e GTP. “É um sistema intuitivo, de fácil utilização e instalação, com interface em português. O provedor poderá realizar o monitoramento em tempo real dos produtos e antecipar correções para que o seu cliente não fique sem acesso à rede. No início de 2019, vamos lançar um API para que o SGI possa ser integrado com outros softwares de gerenciamento”, acrescenta Zaniol.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo ele, a companhia já comercializou 200 OLTs. Um dos clientes é o provedor LCI Telecom, de Sorriso, MT. Foram fornecidas 26 unidades para a empresa, que conta com 8 mil assinantes nas cidades de Sorriso, Lucas do Rio Verde e Boa Esperança. Hoje, a Intelbras tem produtos instalados em 3000 provedores de Internet.</p>
<h2 style="text-align: justify;">ONUs e passivos</h2>
<p style="text-align: justify;">  O carro-chefe da Intelbras para GPON é a linha de ONUs. A empresa fornece vários modelos. Um deles é compatível com os protocolos GEPON &#8211; Gigabit Ehernet Passive Optical Network e GPON. “Muitos provedores ainda utilizam a tecnologia GEPON. Com isso, ajudamos essas empresas a aproveitarem os seus investimentos nos equipamentos legados”, diz Zaniol, acrescentando que a migração é automática e pode ser feita remotamente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Este ano, a empresa produziu mais de 500 mil ONUs em sua planta em São José. Scheffer diz que a companhia fabrica cerca de 4 milhões de produtos de rede por ano, incluindo switches, roteadores sem fio e outros dispositivos. “Nossa área de redes cresce 30% ao ano. Desde 2007, entregamos 20 milhões de equipamentos para o mercado brasileiro”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A empresa também fornece soluções de redes ópticas passivas, como splitters, caixas de emendas, cabos e conectores. Os produtos são desenvolvidos pela Intelbras no Brasil e fabricados na China.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com 3,2 mil colaboradores, a Intelbras conta com duas unidades industriais em São José, além de uma planta em Santa Rita do Sapucaí, MG, (focada na linha de segurança eletrônica) e outra em Manaus, AM, (soluções de controle de acesso). A empresa está presente em 97% dos municípios brasileiros por meio dos seus 250 distribuidores e mais de 120 mil revendedores.</p>

		</div>
	</div>
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