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	<title>IDC &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>IDC &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Brasil vende 2,7 milhões de dispositivos wearables no primeiro semestre de 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 18:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a IDC Brasil, o setor tem sofrido com a falta de componentes e com crise econômica. No segundo trimestre deste ano, as vendas de wearables no país caíram 14,2% em relação ao mesmo período de 2021.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69ffadfc3aa33" data-id="69ffadfc3aa33" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Brasil vende 2,7 milhões de dispositivos wearables no primeiro semestre de 2022</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">No primeiro semestre deste ano, o mercado de wearables no Brasil registrou queda nas vendas (19,7% no primeiro trimestre e 14,2% no segundo trimestre em relação ao mesmo período de 2021). Nos três primeiros meses de 2022 foram vendidos 1,32 milhão de unidades de dispositivos vestíveis. Já nos meses de abril, maio e junho o país comercializou 1,38 milhão de wearables, entre smartwatches, fitbands, basic watches, basic earwears, basic tethered e fones de ouvido truly wireless com alguma conexão com a Internet ou função inteligente. Os dados fazem parte do estudo “IDC Tracker Brazil Wearables Q1 2022 e Q2 2022”, realizado pela IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">“No primeiro trimestre de 2022, o mercado de wearables foi fortemente impactado pelo lockdown na China. Com a consequente escassez de componentes, os fabricantes decidiram priorizar a produção de itens classificados como essenciais, como smartphones, por exemplo, diminuindo a oferta de vestíveis. Além da baixa produção, o alto custo do frete e a condição econômica da população brasileira contribuíram para uma redução desse mercado e os resultados foram abaixo do esperado”, explica Andréia Chopra, analista de pesquisa e consultoria de consumer devices da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ela, a recuperação começou no segundo trimestre. “Mesmo sob os efeitos da crise dos componentes, da variação cambial e do alto custo do transporte, houve um crescimento de 4% em relação ao primeiro trimestre de 2022, apesar da queda de 14,2% ano a ano”, diz Andréia. Para a analista da IDC Brasil, as altas taxas de juros, a inflação e as constantes variações cambiais afetaram não somente a capacidade de pagamento do consumidor como também o custo para o varejo. “O consumidor acaba priorizando os itens essenciais e aqueles que cabem em seu orçamento”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Primeiro trimestre de 2022</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro trimestre de 2022, segundo o estudo da IDC Brasil, foram vendidos 1.325.974 dispositivos vestíveis, sendo 140.627 fitbands; 165.068 smartwatches, 105.159 basic watches, 208.651 fones de ouvido truly wireless com alguma conexão com a internet ou função inteligente, 364.700 basic earwears e 341.769 basic tethered.</p>
<p style="text-align: justify;">Os smartwatches registraram aumento de 55,2%. Os demais dispositivos tiveram queda de 43,7% (fitbands), 49,8% (basic watches), 47,3% (fones de ouvido truly wireless), 6,4% (basic earwears) e 1,4% (basic tethred), em relação ao primeiro trimestre de 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">Quase a metade (573.993) foi comercializada no grey market, baixa de 30,9% ano a ano. A queda reflete o cenário econômico brasileiro que dificulta as vendas de itens considerados acessórios, além do esforço da indústria e de associações para conscientizar o consumidor sobre os riscos de adquirir produtos sem nota fiscal e garantia e pagar caro por isso. Nos três primeiros meses de 2022, o ticket médio dos basic wearables, por exemplo, foi de R$ 900 no grey market e R$ 977 no mercado oficial, e dos fones de ouvido truly wireless de R$ 732 no mercado cinza e R$ 758 no oficial.</p>
<p style="text-align: justify;">A receita do mercado total de wearables (cinza + oficial) no primeiro trimestre de 2022 somou R$1,2 bilhão, 11,26% maior do que no mesmo período de 2021.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Segundo trimestre de 2022</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No segundo trimestre de 2022, segundo estudo da IDC Brasil, foram vendidas 1.378.799 unidades de dispositivos vestíveis, sendo 183.950<strong> </strong>smartwatches, 160.528<strong> </strong>fitbands, 118.259 basic watches, 228.953<strong> </strong>fones de ouvido truly wireless com alguma conexão com a internet ou função inteligente, 364.064 basic earwears e 323.045 basic tethered.</p>
<p style="text-align: justify;">As vendas de smartwatches cresceram 51,4%, enquanto os demais dispositivos sofreram quedas de 25,3% (fitbands), 21,1% (basic watches), 31,7% (fones de ouvido truly wireless); 9,1 % (basic earwears) e 16% (basic tethred) em relação ao mesmo período de 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">No período, o mercado cinza apresentou uma queda de 32% em relação ao segundo trimestre de 2021. Do total de unidades vendidas, 507.513 unidades foram comercializadas pelo grey market.</p>
<p style="text-align: justify;">No segundo trimestre, o ticket médio no mercado oficial dos basic wearables ficou em torno de R$ 936; o valor médio dos smart wearables foi de R$3.496 e dos fones de ouvido truly wireless de R$ 712. Já no grey market o ticket médio dos basic wearables ficou em R$ 854; os smart wearables em R$ 3.860 e os truly wireless em R$ 688.</p>
<p style="text-align: justify;">“O aumento do dólar e do frete e a escassez de componentes também afetaram o grey market. No entanto, para o segundo semestre espera-se que o mercado cinza tenha um percentual de crescimento maior, já que o atual cenário econômico não favorece a aquisição de vestíveis de maior valor agregado e consequentemente com um preço maior”, acredita a analista da IDC Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Projeções</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a IDC Brasil, os fabricantes já conseguiram retomar o processo de produção e distribuição de wearables, mas mesmo assim as expectativas para o segundo semestre não são otimistas. “A baixa disponibilidade financeira do brasileiro, as altas taxas de juros e a inflação impedem que o crescimento do mercado de wearables acompanhe a vontade do consumidor em aproveitar os benefícios dessa categoria de produtos. Há sinais de recuperação, mas a projeção é que o mercado de wearables terá seu crescimento impulsionado somente a partir de 2023, com a superação dos grandes impactos econômicos desde a pandemia”, finaliza a analista da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>As peculiaridades do armazenamento hiperconvergente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 18:48:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 56]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperconvergente]]></category>
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					<description><![CDATA[A estrutura de armazenamento hiperconvergente é incorporada a servidores de aplicação, proporcionando maior desempenho, mesmo à medida que as cargas de trabalho são adicionadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69ffadfc3c4c8" data-id="69ffadfc3c4c8" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>As peculiaridades do armazenamento hiperconvergente</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">A estrutura de armazenamento hiperconvergente é incorporada a servidores de aplicação, proporcionando maior desempenho, mesmo à medida que as cargas de trabalho são adicionadas e a necessidade de espaço cresce com o tempo.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Andres Hurtado, vice-presidente para América Latina da Nutanix</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">No ambiente de TI de hoje, existem muitos tipos diferentes de soluções em armazenamento para os dados de sua empresa. Tradicionalmente, temos armazenamento direto e armazenamento anexo em rede, mas à medida que a tecnologia continua a evoluir, soluções mais avançadas têm surgido como o armazenamento hiperconvergente. Previsões da IDC Brasil para a América Latina apontaram que, até o fim deste ano, quase 90% das empresas contarão com um data center próprio ou terceirizado.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69ffadfc3cb13" data-id="69ffadfc3cb13" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">Este modelo é uma parte da infraestrutura que traz a arquitetura de nuvem para os data centers e alimenta as aplicações empresariais modernas sem a necessidade de matrizes de armazenamento e equipes dedicadas. Usa algoritmos de armazenamento distribuído para manter os dados protegidos, disponíveis e seguros o tempo todo. Comparado ao modelo tradicional, ele torna mais fácil aos administradores de TI o gerenciamento dos recursos e reduz o custo total de propriedade, garantindo um melhor custo-benefício do que os provedores de serviços públicos de nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendências também identificadas pela IDC: até 2023, 35% das 5 mil maiores empresas da América Latina redefinirão os processos de escolha de nuvem para focar nos resultados de negócios em vez dos requisitos de TI. Até 2024, 40% dos orçamentos de TI destas empresas serão redistribuídos por conta da adoção de pacotes de soluções como serviço nas áreas de segurança, plataformas em nuvem, espaço de trabalho virtual e conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas de armazenamento hiperconvergente diferem das tradicionais porque fornecem todo o controle e lógica por meio de um software em vez de hardware especializado. Este tipo de estrutura também é incorporada a servidores de aplicação, proporcionando maior desempenho, mesmo à medida que as cargas de trabalho são adicionadas e a necessidade de espaço cresce com o tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras vantagens da hiperconvergência sobre as soluções de armazenamento tradicionais são:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Maior flexibilidade</strong>. A TI pode se adaptar de maneira rápida e fácil à mudança das necessidades comerciais por meio de virtualização e processos altamente automatizados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• Redução de custos</strong>. Custos operacionais mais baixos por meio da arquitetura de soluções que funcionam com dispositivos de hardware padrão da indústria, proporcionando uma despesa menor para o desempenho do que as contrapartes tradicionais de armazenamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>• </strong><strong>Menor downtime (indisponibilidade)</strong>. A hiperconvergência facilita a configuração e o monitoramento da resiliência, sem a necessidade de profundos conhecimentos técnicos ou processos manuais intensos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo, o armazenamento hiperconvergente é normalmente utilizado para armazenar dados de VMs &#8211; máquinas virtuais, mas também pode ser usado para dados de propósito geral, suportando uma gama de protocolos de armazenamento. Outros exemplos de sua aplicação incluem virtualização de servidor, bancos de dados, VDI &#8211; infraestrutura de desktop virtual, proteção de dados para backup e recuperação de desastres, implantação de filiais – onde os recursos do servidor são necessários no local e não no datacenter – e fornece a base para nuvens privadas e híbridas.</p>
<p style="text-align: justify;">O armazenamento em HCI também pode escalar em incrementos granulares – grandes ou pequenos – conforme a necessidade, permitindo que as empresas paguem apenas pelo que precisam, não tendo que comprar em grandes quantidades, o que requer um planejamento extenso que também tem um custo associado. Aí tem-se a redistribuição do orçamento de TI que já citamos acima, bem como as possibilidades já antevistas por muitas empresas no Brasil e no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Até 2024, 40% das 5 mil maiores empresas da América Latina irão transferir metade de seus investimentos em hardware/conectividade de nova tecnologia para modernizar e redesenhar experiências pessoais de clientes e funcionários em seus próprios locais. Desta forma, elas ganharão o dobro, em termos de retornos significativos, com os investimentos em tecnologia que melhoram essas atividades em comparação com aquelas que automatizam processos individuais.</p>

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		<title>Mercado brasileiro de serviços de TI cresceu 5,9% em 2021, segundo IDC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 19:09:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Faturamento no período superou os R$ 46 bilhões e foi impulsionado, principalmente, por serviços gerenciados, com destaque para provedores de serviços de data centers. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69ffadfc3e3e9" data-id="69ffadfc3e3e9" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Mercado brasileiro de serviços de TI cresceu 5,9% em 2021, segundo IDC</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  O estudo “IDC IT Services Tracker Brazil 2021”, da IDC,  revela que o faturamento do mercado de serviços de TI no Brasil ultrapassou os R$ 46 bilhões em 2021, um crescimento de 5,9% em relação ao ano anterior. O aumento foi impulsionado, principalmente, pelo segmento de serviços gerenciados, com grande destaque para provedores de serviços de data centers, muito buscados não só pelo mercado corporativo, mas pelos provedores de infraestrutura de cloud, tanto pública quanto privada.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nesse cenário, os serviços de infraestrutura de hospedagem foram os que tiveram maior avanço, chegando perto de 12% de crescimento, seguidos pela linha de serviços de consultoria de TI, com ganho de 8%. “A procura das empresas por advisoring para iniciativas visando a otimização financeira, somada aos objetivos comerciais pela introdução e o aprimoramento de produtos e serviços, motivou grande parte dos projetos de consultoria, desenvolvimento e integração”, explica Luiz Fernando Monteiro, analista de pesquisa e consultoria em serviços de TI da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  O estudo mostra também que 2021 foi um ano caracterizado por expansões em um mercado mais aquecido, com pautas direcionadas à extração de benefícios decorrentes da modernização e da transformação digital aceleradas pela pandemia. “As principais demandas envolveram projetos compostos por cloud, cibersegurança e data management/analytics como apoio para diferenciação e melhor atendimento aos clientes por parte de empresas de todas as verticais e segmentos de mercado”, avalia Monteiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Projeções para este ano</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">  Em relação a 2022, o analista da IDC Brasil projeta um crescimento superior ao do ano passado e destaca que “os desafios e acontecimentos macroeconômicos como guerras, eleições, Copa do Mundo e falta de componentes de hardware, somados às questões relativas à mão de obra especializada, devem permanecer em destaque neste ano. Como resultado, enxergamos uma demanda maior por parcerias e soluções de tecnologia que auxiliem as corporações a superarem esses obstáculos”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para este ano, a IDC Brasil também prevê que os serviços direcionados a um melhor aproveitamento dos dados devem permanecer ocupando grande espaço das pautas das organizações, especialmente no que se refere a múltiplos ambientes e preocupações com cibersegurança. Além disso, as definições referentes ao início da operação do 5G já estão endereçadas e é esperado que projetos envolvendo essa conectividade estejam cada vez mais presentes, principalmente a partir do momento em que o mercado compreenda mais profundamente as inúmeras aplicabilidades da tecnologia.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Faturamento do mercado de infraestrutura de TI cresce 13,5% no segundo trimestre de 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2021 18:39:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Segundo estudo da IDC Brasil, o resultado reflete o movimento das organizações frente aos desafios trazidos pela pandemia. As áreas de armazenamento e networking foram os destaques.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69ffadfc3f48c" data-id="69ffadfc3f48c" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Faturamento do mercado de infraestrutura de TI cresce 13,5% no segundo trimestre de 2021</h1>

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			<p style="text-align: justify;">   O mercado brasileiro de infraestrutura de TI registrou um faturamento de mais de US$ 300 milhões no segundo trimestre deste ano, um crescimento de 13,5% em relação ao mesmo período de 2020. Os dados são do “IDC Brazil Enterprise Infrastructure Q2 2021”, estudo realizado pela IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Karina Silvestre, analista da IDC Brasil, o resultado reflete o movimento das organizações frente aos desafios trazidos pela pandemia. &#8220;Aumentar a produtividade tem sido o ponto de atenção das organizações. As empresas têm buscado consolidar suas infraestruturas de TI para torná-las mais eficientes e unir diferentes capacidades que cada modelo de infraestrutura pode oferecer, sejam modelos tradicionais ou de nuvem&#8221;, afirma Karina.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre os setores estudados pela IDC Brasil, armazenamento cresceu 11,1%, graças a grandes projetos empenhados anteriormente e finalizados no segundo trimestre. Outro setor que registrou um aumento de dois dígitos, com alta de 28,5% em relação ao segundo trimestre de 2020, foi networking, sendo que o segmento de redes de acesso foi o que mais avançou.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já a receita do setor de servidores sofreu uma retração de 5,2% no mesmo período. De acordo com o estudo, isso se deve principalmente à falta de suprimentos. &#8220;Na verdade, todos os segmentos do mercado de infraestrutura TI foram impactados pelo problema e sofreram com a falta de equipamentos e atrasos nas entregas. Não fosse isso, os números seriam mais positivos&#8221;, analisa Karina.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Mercado cinza de wearables ganha força no Brasil, alerta IDC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2021 19:40:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Analista da consultoria diz que os dispositivos falsificados estão tomando uma representatividade próxima ao tamanho do mercado oficial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69ffadfc404bd" data-id="69ffadfc404bd" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Mercado cinza de wearables ganha força no Brasil, alerta IDC</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  O estudo “IDC Tracker Brazil Wearables Q12021”, realizado pela IDC Brasil, alerta para o crescimento do mercado cinza de wearables no país. Segundo a pesquisa, no primeiro trimestre de 2021 foram vendidas 964.037 unidades de dispositivos vestíveis, entre fitbands e smartwatches e fones de ouvido truly wireless com alguma conexão com a Internet ou função inteligente. O resultado aponta uma alta de 28% e 19%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">  Considerando as duas categorias, a alta foi de 24,39% ano a ano. Mas, ao analisar as unidades vendidas nos mercados oficial e cinza, os números indicam que os werables falsificados ou sem nenhuma garantia legal estão ganhando força. Das 615.721 pulseiras e relógios inteligentes, mais da metade (397.936) foi adquirida no mercado cinza. Já no caso dos fones de ouvido, dos 348.316 dispositivos truly wireless comercializados no primeiro trimestre deste ano, 161.990 foram via grey market e 186.326 no mercado oficial.</p>
<p style="text-align: justify;">  &#8220;A penetração de dispositivos vestíveis no mercado cinza está tomando uma representatividade próxima ao tamanho do mercado oficial e isso é bem preocupante, tanto do ponto de vista da indústria, como do varejo legal e do usuário, pois não se trata apenas de comprar produtos que entraram no país ilegalmente. Principalmente na categoria de fitbands, há muitos produtos falsificados e de qualidade duvidosa, que comprometem a credibilidade da tecnologia e a segurança das informações dos usuários&#8221;, diz Renato Murari de Meireles, analista de pesquisa e consultoria em consumer devices da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  O estudo também indica que o preço médio dos vestíveis caiu, basicamente por conta dos modelos mais básicos de fitbands e smartwatches. Segundo o analista da IDC, o preço dos relógios inteligentes ainda é salgado e, pela tecnologia envolvida, a tendência é que continue assim por um tempo, mas no caso das pulseiras e dos fones de ouvido espera-se maior erosão. &#8220;Temos visto várias iniciativas dos players, novos entrantes, maior competitividade e tudo isso facilita a popularização da categoria e, consequentemente, a queda de preços&#8221;, explica Meireles.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nos três primeiros meses de 2021, o ticket médio das fitbands e smartwatches foi de R$ 1.269,37 no mercado oficial e de R$ 347,49 no grey market, e dos fones de ouvido truly wireless de R$ 867,38 e R$ 364,50, na mesma ordem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já a receita total do mercado de wearables (cinza + oficial) no primeiro trimestre de 2021 alcançou R$ 635 milhões, sendo R$ 415 milhões de fitbands e smartwatches e R$ 220 milhões de fones de ouvido sem fio e integrados a outros dispositivos.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>DevOps e a melhor experiência do cliente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2019 18:50:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 14]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura de rede]]></category>
		<category><![CDATA[DevOps]]></category>
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					<description><![CDATA[A metodologia reduz os custos com a infraestrutura, acelera a velocidade do lançamento de um produto em até 30% e diminui as falhas de código em até 80%. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69ffadfc41608" data-id="69ffadfc41608" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>DevOps e a melhor experiência do cliente</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  O DevOps é uma prática que prevê a colaboração e comunicação entre os desenvolvedores de software e as equipes de TI para que tarefas como desenvolver, testar e entregar software possam ser feitas de forma rápida e eficiente. Basicamente, este conceito possibilita melhorar a experiência do cliente, simplificar processos e integrar áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esta cultura deve ganhar cada vez mais visibilidade entre os gestores de TI. Segundo a consultoria IDC, o mercado mundial de software DevOps alcançará US$ 8 bilhões até 2022 – em 2017 esse valor chegou a US$ 3,9 bilhões. Este crescimento está atrelado, principalmente, aos investimentos das empresas em inovação baseada em software para gerar valor aos seus negócios, além da crescente adoção de soluções baseadas em microsserviços e novas metodologias de desenvolvimento de arquiteturas de aplicativos cada vez mais colaborativos e automatizados.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/entenda-como-o-devops-pode-ajudar-o-seu-negocio/">Um artigo publicado nesta edição</a> mostra como o DevOps ajuda a melhorar os processos de negócios das empresas. A metodologia reduz os custos com a infraestrutura, acelera a velocidade do lançamento de um produto em até 30% e diminui as falhas de código em até 80%. As empresas ainda podem experimentar ganhos relacionados à eficiência operacional, facilidades na comunicação entre equipes e uma melhora no índice de satisfação dos clientes e colaboradores.</p>
<p style="text-align: justify;"> <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/vantagens-e-desafios-do-outsourcing-de-ti/"> O outsourcing de TI é outro tema abordado nesta edição</a>. Para Cesar Poppi, executivo sênior de TI da TE Connectivity, não existe uma receita do que fazer e o que é certo ou errado quando o assunto é o outsourcing. Geralmente, as empresas tomam esta decisão para diminuir custos, porém Poppi alerta que há outros fatores que devem ser levados em conta, como a história de cada indivíduo envolvido no processo, a visão do gestor de TI e a situação da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Tanto o DevOps quanto a terceirização de TI são responsáveis por uma grande mudança cultural, que repercute em todas as áreas de uma companhia. Antes de tomar qualquer decisão, o mais importante é entender o valor da TI para o negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">  Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
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		<title>SD-WAN &#8211; Uma solução, diversas possibilidades</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/sd-wan-uma-solucao-diversas-possibilidades/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sd-wan-uma-solucao-diversas-possibilidades</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2019 18:41:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 13]]></category>
		<category><![CDATA[CPE]]></category>
		<category><![CDATA[IDC]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69ffadfc424e5" data-id="69ffadfc424e5" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>SD-WAN &#8211; Uma solução, diversas possibilidades</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">A SD-WAN &#8211; Software Defined WAN é considerada uma das viabilizadoras da adoção de diversas tecnologias digitais e, consequentemente, dessa jornada de transformação.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Larisse Gois, gerente de tecnologia – SDX da<a href="https://www.la.logicalis.com/pt-Latam/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #3366ff;"> Logicalis</span></a></h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  A transformação digital vem sendo apontada como prioridade na agenda dos CIOs de diferentes verticais de negócios. A SD-WAN &#8211; Software Defined WAN é considerada uma das viabilizadoras da adoção de diversas tecnologias digitais e, consequentemente, dessa jornada de transformação. Segundo a IDC, em 2019, mais de 40% das grandes empresas brasileiras já utilizarão SD-WAN ao menos em parte dos seus sites e a expectativa é de que, até 2021, 80% das organizações no mundo já terão iniciado a adoção da tecnologia. Essa expectativa se reflete também nas promissoras projeções realizadas pela Frost &amp; Sullivan para este mercado na América Latina, prevendo uma CAGR &#8211; taxa de crescimento anual composta de, aproximadamente, 79% entre 2018 e 2023.</p>
<p style="text-align: justify;">  Porém, apesar da grande importância da SD-WAN, de acordo com o estudo produzido pela IDC, um em cada três tomadores de decisão das áreas de TI e telecomunicações das grandes empresas ainda não tem familiaridade com a solução. Essa informação se confirma na prática quando conversamos com esses profissionais e percebemos que realmente a grande maioria não sabe ao certo do que se trata. Muitas vezes, o impacto desse desconhecimento é que os executivos já começam a traçar as suas estratégias com base na solução de um fabricante específico com a qual tenha mais familiaridade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas por que isso acontece? Uma das possibilidades é que esse desconhecimento seja proveniente do fato de a WAN definida por software não ser baseada em um padrão comum estabelecido. Para mitigar o problema, os gestores de TIC &#8211; tecnologia da informação e comunicação podem contar com as informações de órgãos importantes que trazem definições e levantamento de requisitos que ajudam a entender quais as funcionalidades que compõem a SD-WAN, e também a definir uma base comum de comparação entre as diferentes soluções existentes no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">  O ONUG &#8211; Open Networking User Group define, entre outros, os seguintes requisitos para uma solução de SD-WAN:</p>
<p style="text-align: justify;">  • Permitir a utilização de WAN híbrida, ou seja, permitir o uso de diferentes tipos de meio de transporte WAN como MPLS, xDSL, 4G, garantindo a segurança dos dados.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Permitir a utilização dos links WAN em modo ativo-ativo.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Suportar CPEs físicos ou virtuais.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Suportar a implantação da solução utilizando a funcionalidade ZTP &#8211; Zero Touch Provisioning.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Possuir APIs northbound abertas para acesso ao controle e gerenciamento da solução.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Prover visibilidade do tráfego WAN.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Prover dashboards de desempenho WAN.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já o Gartner, em mais alto nível, define que as soluções de SD-WAN devem:</p>
<p style="text-align: justify;">  • Possuir controle centralizado.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Ser agnósticas a meios de transporte, garantindo a segurança da WAN.</p>
<p style="text-align: justify;">  • Permitir a definição de políticas de encaminhamento de tráfego baseado em necessidades de negócios e/ou aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com essas definições, todos os gestores de TI que estão pensando em implementar SD-WAN devem considerar apenas soluções que atendam a todos esses requisitos? Não necessariamente. A única verdade absoluta que vemos atualmente em relação a esta tecnologia é que, hoje, não existe definitivamente uma única solução que melhor enderece as necessidades – técnicas e financeiras – de todo e qualquer cliente. Até por isso, é comum vermos fabricantes e operadoras oferecendo diferentes soluções de SD-WAN em seus portfólios.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por isso, é muito importante que, antes de se decidir por uma solução específica, os gestores busquem entender de maneira holística quais problemas existentes e quais necessidades futuras (oriundas do plano de transformação digital) devem ser endereçadas no plano de atualização da WAN. Só depois de ter essas definições muito claras, deve-se analisar as soluções disponíveis no mercado para que se entenda qual trará mais benefícios para o seu ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além disso, dada a importância estratégica dessa solução, é importante buscar empresas que tenham conhecimento e experiência na tecnologia e possam apoiá-los, de maneira agnóstica, nessa jornada. Certamente, seguindo esses passos, as empresas conseguirão extrair o máximo dos benefícios que a solução pode prover.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Redes e processos de TI mais inteligentes</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/redes-e-ti-mais-inteligentes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=redes-e-ti-mais-inteligentes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2019 13:21:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 12]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura centrada em dados]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[GDN Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[IDC]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Pires]]></category>
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		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo de Godoy]]></category>
		<category><![CDATA[Pure Storage]]></category>
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		<category><![CDATA[SD-WAN]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69ffadfc434ae" data-id="69ffadfc434ae" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Redes e processos de TI mais inteligentes</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Para atender o crescimento explosivo de dados as empresas precisarão de infraestruturas de redes e processos de TI cada vez mais inteligentes. As redes distribuídas, por conta, principalmente, das aplicações disponíveis na nuvem, vão exigir plataformas cada vez mais modernas. Soma-se a isso a necessidade de um maior poder de processamento nos data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo a IDC, 54% das empresas da América Latina, recentemente pesquisadas pela consultoria, disseram que aumentarão os gastos com TI e apenas 17% planejam gastar menos do que em 2018. Os analistas da IDC preveem que, durante 2019, o setor de TI crescerá a uma taxa de 8,2% em dólares constantes e os gastos com os pilares da terceira plataforma (mobilidade, nuvem, big data e mídias sociais) captarão aproximadamente metade do orçamento e crescerão em média 5%. Até 2022, a economia digital deve representar mais de 50% do PIB da região, com crescimento estimulado por ofertas, operações e relacionamentos aprimorados. De 2019 a 2022, quase US$ 380 bilhões serão revertidos em gastos com TI.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Arquitetura centrada em dados</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"> <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/arquitetura-centrada-em-dados/"> Num artigo publicado nesta edição</a>, Paulo de Godoy, gerente geral de vendas da Pure Storage Brasil, traz à tona a necessidade de um modelo baseado numa arquitetura centrada em dados, que coloca as informações no núcleo da infraestrutura de uma organização. O objetivo é trazer o elemento de computação para os dados, em vez do contrário. Assim, as organizações podem gastar menos tempo e despesas movendo dados e mais tempo inovando e fazendo uso deles.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/principais-tendencias-para-2019/">Também nesta edição, Mário Pires de Almeida Filho, da GDN Tecnologia, indica as principais tendências de redes e TI para este ano</a>. Na sua avaliação, haverá uma consolidação e evolução das tecnologias já existentes, como blockchain e virtualização de infraestrutura de redes em data centers e WANs. Mas as empresas devem ficar atentas a tecnologias de inteligência avançada e consideradas emergentes, como IBNS &#8211; Intent-Based Networks, digital twins e predictive twins (evolução das ferramentas de simulação), edge computing e quantum computing.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
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		<title>SD-WAN agiliza processos de negócios do Grupo Fleury</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 14:43:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo conta com 180 unidades espalhadas pelo país. Hoje, 30 delas já contam com a SD-WAN e mais 50 já estão programadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69ffadfc441f2" data-id="69ffadfc441f2" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>SD-WAN agiliza processos de negócios do Grupo Fleury</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Imagine gerenciar centenas de links espalhados por todo o país com qualidade e de forma segura, garantindo a entrega de milhares de aplicações, que incluem desde exames laboratoriais de rotina aos mais complexos diagnósticos por meio de imagens. Soma-se a isso a criticidade de um negócio que não pode falhar e exige baixíssima latência. Para vencer esses desafios, o Grupo Fleury, especializado em medicina diagnóstica e de precisão, decidiu investir na tecnologia SD-WAN.</p>
<p style="text-align: justify;">  Hoje, o grupo conta com 180 unidades espalhadas pelo país. Por enquanto, 30 delas fazem parte do projeto e, segundo Luzia Sarno, diretora de TI do Grupo Fleury, a companhia acabou de estende-lo para mais 50 unidades. “Temos prazos bastante agressivos para as construções de novas filiais. Nesse sentido, o conceito SD-WAN, que chamamos de unidades inteligentes, traz agilidade, qualidade e menor custo. Vale dizer que também contamos com operações em hospitais e empresas que pertencem ao grupo”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com ela, os resultados referentes ao custo ainda não apareceram, mas a questão de agilidade já está bem clara. “Estamos no início de um processo, que tem como base a transformação digital. Seria muito complicado inaugurar rapidamente algumas unidades com o modelo tradicional. Com a SD-WAN conseguimos cumprir os prazos”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para uma implantação bem-sucedida de SD-WAN, Luzia recomenda que a equipe de TI entenda a fundo os negócios e aplicações da empresa, além de ter em mente um claro objetivo. “Não é uma solução simples e para toda a rede. No nosso caso, várias questões tecnológicas e culturais mostraram que ela fazia sentido e nos daria um bom TCO. Decidimos pela SD-WAN para melhorar, principalmente, a qualidade e agilidade dos negócios, além de diminuir o custo. Também levamos em conta a questão da segurança da informação”, resume a executiva.</p>
<p style="text-align: justify;">  A companhia vai continuar com links MPLS, mas eles serão utilizados de forma “mais inteligente” e para aplicações que demandam maior largura de banda, como no caso de exames de imagens, além de servirem como contingência. “A composição será feita de acordo com a necessidade de cada unidade. Essa é uma das grandes vantagens da SD-WAN, que dá ao usuário flexibilidade para utilizar tecnologias como ADSL e 4G, dependendo da aplicação que será trafegada. Isso diminui significativamente os custos de operação”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Basicamente, a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-seu-negocio-precisa-de-sd-wan/">SD-WAN utiliza uma combinação híbrida de qualquer tipo de link com políticas centralizadas e orquestradas</a> de forma dinâmica por meio do caminho mais adequado da rede de longa distância com balanceamento automático da carga de trabalho e gerenciamento do congestionamento da infraestrutura.</p>
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<h2 style="text-align: justify;">SD-WAN em números</h2>
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<p style="text-align: justify;">  Segundo um estudo da Nemertes Research, especializada em análises de mercado de tecnologias emergentes, dos EUA, a expectativa é de que em 2019 muitas empresas diminuam ou eliminem o uso de MPLS, à medida que implementam a SD-WAN &#8211; 23% dos participantes da pesquisa disseram já usar a SD-WAN.</p>
<p style="text-align: justify;">  Atualmente, 41,2% dos participantes do estudo eliminaram o MPLS, planejam bani-lo ou diminuir o seu uso. Na pesquisa de 2017, nenhum dos entrevistados havia abandonado o MPLS ou planejava fazer isso em curto. Já na edição 2018/2019, 19% dos participantes disseram que pretendem abandoná-lo como parte da estratégia SD-WAN.</p>
<p style="text-align: justify;">   Uma pesquisa da consultoria IDC, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/wans-mais-ageis-e-flexiveis/">mostra que o faturamento mundial de infraestrutura de SD-WAN alcançou US$ 833 milhões, em 2017</a>. O segmento está em rápida expansão e deverá crescer a uma GAGR – taxa anual de crescimento composta de 40%, entre 2017 e 2022, atingindo US$ 4,5 bilhões.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Tecnologia SD-WAN esbarra na falta de conhecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2018 17:25:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É o que mostrou uma pesquisa sobre SD-WAN para o mercado brasileiro realizada pela consultoria IDC, patrocinada pela Hughes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69ffadfc45348" data-id="69ffadfc45348" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Tecnologia SD-WAN esbarra na falta de conhecimento</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Em parceria com a consultoria IDC, a Hughes, especializada em telecomunicações via satélite, realizou a pesquisa <a href="http://www.hugheson.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FutureON: Benchmark Brasileiro em SD-WAN</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  O estudo mostrou que um em cada três decisores de TI e telecom ainda não tem familiaridade com a tecnologia. Foram ouvidos influenciadores e decisores de 70 empresas de grande porte com mais de 20 filiais. A pesquisa incluiu análises de infraestrutura, gestão de redes e processos internos.</p>
<p style="text-align: justify;">  &#8220;Existe uma grande oportunidade de melhoria e otimização das redes corporativas no país. Muitas empresas que já utilizam o conceito SD-WAN ainda não o fazem em sua plenitude, o que também se converte em oportunidade&#8221;, diz Amos Maidantchik, diretor para o mercado corporativo da Hughes do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os principais motivos citados pelos entrevistados para considerar o SD-WAN na gestão da rede corporativa são melhorar a experiência do cliente final (68%), diminuir o custo de WAN (62%) e aumentar a segurança (60%) e a disponibilidade de filiais (60%).</p>
<p style="text-align: justify;">  A gestão e o monitoramento adequado da rede ainda é uma questão <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-seu-negocio-precisa-de-sd-wan/">delicada para as empresas</a>. O estudo mostrou que 41% das companhias pesquisadas não possuem ou utilizam serviços de NOC – centro de operações de rede e 66% relataram que o maior desafio é a gestão de segurança de informação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além disso, 44% das empresas não fazem atualização de políticas de rede ou ainda realizam essa tarefa de forma manual. Isso mostra que os processos são descentralizados e não estão adaptados para a realidade atual, que exige políticas automatizadas, flexíveis e ágeis.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Serviço SD-WAN</h2>
<p style="text-align: justify;">  A Hughes apresentou no Brasil o HughesON, uma solução SD-WAN que inclui funcionalidades como segurança, identificação e priorização automática sem necessidade de configurações de templates, compressão, aplicação de QoS, aceleração de tráfego e gestão de acessos de terceiro. Segundo a companhia, 10 dos 25 maiores varejistas dos EUA já utilizam a solução (são mais de 30 mil sites gerenciados).</p>

		</div>
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