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	<title>Infraestrutura de redes &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Infraestrutura de redes &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>5G promete tornar a indústria mais eficiente e competitiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 23:06:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - 5G-Provedores 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[A tecnologia é o que faltava para a consolidação da chamada indústria 4.0 que vem trazendo, não apenas desafios, mas ganhos significativos para os processos produtivos e para o país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697b4d08eb42f" data-id="697b4d08eb42f" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1><strong>5G promete tornar a indústria mais eficiente e competitiva</strong></h1>

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			<h2>A tecnologia é o que faltava para a consolidação da chamada indústria 4.0, já em curso, que vem trazendo, não apenas desafios, mas ganhos significativos para os processos produtivos e para o país, aumentando a competitividade de produção brasileira diante dos mercados internacionais.</h2>

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	</div>
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			<h4>Ariane Guerreiro, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">A chegada do 5G promete mudanças e desenvolvimento em diversas áreas e a indústria como um todo será beneficiada pela tecnologia que veio para gerar inovação. É o que faltava para a consolidação da chamada Indústria 4.0, já em curso, que vem trazendo, não apenas desafios, mas ganhos significativos para os processos produtivos e para o país, aumentando a competitividade de produção brasileira diante dos mercados internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Mudanças profundas deverão ocorrer a partir de várias tecnologias que poderão ser combinadas entre si para o aprimoramento de aplicações já existentes ou o desenvolvimento de novos conceitos ou modelos de negócios. Entre elas, o diretor-presidente da Embrapii &#8211; Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial, José Luis Gordon, cita aplicações baseadas em plataformas IoT – Internet das coisas, na Indústria 4.0, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/isps-sao-essenciais-para-o-desenvolvimento-da-conectividade-no-campo/">no agronegócio</a>, saúde e nas cidades inteligentes; outras baseadas em tecnologias imersivas atingindo, inclusive, o consumidor final e os smartphones, que deverão passar por uma revolução em sua arquitetura, e a expansão do conceito de manutenções preventivas.</p>
<p style="text-align: justify;">O 5G deverá impactar de diversas formas setores públicos, educação, cultura e cidades Inteligentes, bem como formas de produção e os modelos de negócio de diversos segmentos da indústria. “De acordo com o estudo da CNI “Tecnologia 5G – Impactos econômicos e barreiras à difusão no Brasil”, de 2021, a adoção do 5G em 80% do território nacional poderá somar R$ 81,3 bilhões ao PIB &#8211; Produto Interno Bruto nacional até 2030”, destaca Gordon.</p>
<p style="text-align: justify;">Estabelecer conectividade, inteligência e interconexão, envolvendo pessoas, coisas e informação é o grande legado do 5G, muito mais rápido, com maior capacidade de transmissão de dados, baixíssima latência e possibilidade de conexão de muito mais dispositivos na mesma unidade de área, se comparado ao 4G.</p>
<p style="text-align: justify;">A velocidade de download do 5G que pode alcançar a marca de 10.000 Mbps (no 4G a média é 150 Mbps) e a maior concentração de dispositivos (enquanto as antenas 4G comportam cerca de 10 mil dispositivos por quilômetro, a tecnologia 5G suporta mais de 1 milhão de dispositivos por quilômetro), além do consumo de energia cerca de 90% inferior às redes 4G LTE, tornam a nova geração de conectividade uma fonte quase infinita de possibilidades, enfatiza Gordon.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses aspectos favorecerão a aplicação, em larga de escala, de tecnologias potenciais e de difícil implementação, como realidade aumentada e realidade estendida, inteligência artificial, IoT, cloud computing, big data (analytics), manufatura aditiva e machine learning e edge computing, permitindo usos em automação robótica, realidade mista, vídeo avançado, monitoramento e rastreamento, entre outras. Tudo isso vai proporcionar maior eficiência técnica e financeira, redução de falhas e desenvolvimento de produtos cada vez mais personalizados, em escala.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode-se dizer que o 5G fará para as empresas o que o 3G e o 4G fizeram para as pessoas. Isto é, levaram mobilidade à palma da mão, com acesso à voz, aplicativos e vídeos de forma muito simples. É um processo disruptivo na opinião do vice-presidente de operações da Squadra Digital, Romulo Cioffi. “É uma disrupção no âmbito de arquitetura, com rede e espectro compartilhados e latência quase instantânea, imperceptível para a nossa observação. Isso abre inúmeras aplicações em telemedicina, por exemplo, com possibilidade de um corpo clínico remoto fazendo atendimento à distância, cirurgias e diagnóstico quase que em tempo real ou instantâneo”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Se as indústrias, e o mundo, estão passando por grandes transformações desde a criação da Internet, o que se pode esperar com o 5G é uma revolução no modo de produção. É válida, como perspectiva, a comparação de Fernando Moulin, partner da Sponsorb, professor e especialista em negócios, transformação digital e experiência do cliente, quanto ao que está por vir. “O 5G terá um papel para o futuro como a energia elétrica teve no início da segunda revolução industrial, no fim do século XIX e início do século XX: um grande habilitador para a aplicação com maior potencial de resultados e escala de diversas novas tecnologias, com ganhos reais”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">O gerente de soluções wireless da Huawei, Bruno Ribeiro, explica que o 5G, de forma geral, é dividido em três grandes grupos: atendimento ao B2C (consumidores finais), ao B2B (empresas) e B2H (banda larga residencial). Enquanto no B2C estão as aplicações como o consumo de vídeos de altíssimas resoluções sem congestionamentos de rede, metaverso, realidade aumentada e virtual, no B2B as principais aplicações estão relacionadas à indústria 4.0, com soluções inovadoras. No B2H, a tecnologia poderá levar o sinal de Internet de alta velocidade a localidades nas quais a passagem de fibras ópticas ou cabos é difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o diretor executivo de marketing e negócios da Embratel, Marcello Miguel, o 5G é uma tecnologia muito mais integradora. “A era 3G estabeleceu uma plataforma de conexão global de ‘pessoa a pessoa’, a 4G se expandiu para o fluxo de dados de ‘pessoa à informação’ e o 5G promete viabilizar uma plataforma onipresente de ‘informação a informação’, retirando as limitações de conexão entre ‘pessoas para pessoas’, ’pessoas para coisas’ e ‘coisas para coisas’, quebrando as chamadas ilhas de dados”, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja em processos produtivos, desenvolvimento de produtos ou gestão, os benefícios deverão ocorrer em diversas áreas dentro das indústrias e permitir, ainda, o surgimento de novos modelos de negócios.  A chegada da tecnologia pode ser observada de forma mais ampla, isto é, pelas possibilidades proporcionadas pela qualidade da conexão gerada. “O fornecimento da infraestrutura 5G permitirá a proliferação de novas ideias e plataformas que podem se tornar realidade por meio de seus recursos, principalmente baixa latência e alta velocidade de upload e download”, acredita Ribeiro, da Huawei.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Inúmeras possibilidades</span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Todas as capitais brasileiras já recebem o sinal 5G, com a percepção de melhor recepção dos sinais em smartphones, fruto dos investimentos em andamento em antenas de 5G standalone.  Segundo Anatel, foram ativadas 5.275 antenas, o dobro do previsto no edital para a primeira fase, que tinha como quantidade mínima 2.528 estações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A notícia demonstra a boa perspectiva com a tecnologia, mas o melhor, tudo indica, ainda está por vir. “O 5G veio para revolucionar, fazer um boom maior do que o 4G ou 3G. A nova onda de tecnologia vai mudar a nossa vida para sempre, colocando bilhões de dispositivos, agora dentro da rede, o AIOT”, acredita Cioffi, da Squadra Digital</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">As aplicações associadas ao 5G podem ser segmentadas em dois tipos na visão de Miguel, da Embratel: aquelas que independem dos segmentos, ou seja, podem ser usadas para qualquer setor, como vídeo avançado, automação em tempo real, monitoramento e rastreamento, operação remota, vigilância inteligente e realidade mista; e aquelas voltadas a segmentos específicos, a exemplo de manufatura, com fábricas inteligentes, digital twins, automação; robótica e profissional conectado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">São áreas em constante evolução e muitos desenvolvimentos já podem ser observados, como veículos de transporte conectados e em machine learning e big data, que permitem decisões a partir de dados gerados em tempo real pelos equipamentos usados para controle de processos produtivos, baseados em robôs inteligentes, painéis de gestão autônoma, estratégias de controle de produção, etc.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Ainda que a Internet das coisas já funcione com 3G e 4G, o controle de plantas industriais totalmente automatizados, por painéis remotos e em tempo real, deverá ser potencializado com o 5G. As perspectivas para IoT e IA são otimistas, uma vez que a comunicação entre pessoas e máquinas incluem banda larga móvel aprimorada (eMBB), baixa latência e alta disponibilidade (uRLLC), o que leva a avanços significativos da inteligência artificial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A multiconectividade entre diferentes dispositivos abre um mundo de aplicações a serem desenvolvidas, podendo impactar o processo produtivo das empresas. “Por exemplo, nosso warehouse, em Sorocaba, SP, é otimizado com a rede 5G. A rede é uma facilitadora para que processos sejam automatizados, como o uso de robôs AGVs (veículos guiados automatizados) para transporte dos produtos no armazém. O 5G irá acelerar o desenvolvimento da indústria 4.0”, afirma Ribeiro, da Huawei.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Essa aceleração ocorrerá com a combinação de tecnologias, favorecendo o uso cada vez maior de operações robóticas, videotransmissões para experiências mais imersivas, como vídeos em 360º ou realidade virtual.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Sem a barreira da alta latência das redes 4G LTE, prevê-se a evolução de diversas aplicações inovadoras baseadas em IoT e AI, especialmente com a implementação de redes 5G edge e aplicações na borda (edge computing), que deve acontecer nos próximos anos, reduzindo a dependência da nuvem, com os dados e aplicações residentes próximo ao ambiente ou mesmo nos dispositivos IoT.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;">Desafios em diferentes áreas</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O 5G está aí, mas os desafios para sua total implementação são proporcionalmente grandiosos e exigirão das empresas muita informação, preparo, expertise e referências sobre esse universo, que tende a evoluir rapidamente e gerar impactos, riscos e oportunidades, que precisam ser entendidos.</p>
<p style="text-align: justify;">As dimensões continentais brasileiras são um grande desafio para a chegada e a consolidação do 5G, mas também um amplo leque de oportunidades, especialmente porque cerca de 29% da população brasileira não têm acesso à Internet, em geral pertencentes às classes D e E e da área rural e, agora, poderão contar com esses serviços mais facilmente. “Uma vasta extensão territorial não possui cobertura de redes 4G. Cerca de 10% dos brasileiros (20 milhões) usam o 3G, aproximadamente 220 municípios ainda não contam com redes 4G e 15,8 milhões de brasileiros não têm acesso à banda larga fixa ou móvel”, afirma Gordon, diretor-presidente da Embrapii.</p>
<p style="text-align: justify;">As dificuldades são maiores porque a evolução do 5G abrange espectro, infraestrutura, dispositivos, sistemas e segurança, essencial para a integridade das aplicações fim a fim. “Como um habilitador de infraestrutura digital das empresas, vemos que não bastará orquestrar somente o ecossistema da Embratel. Teremos de atuar de forma colaborativa, junto ao cliente e seus parceiros, para integrar as melhores tecnologias, o que demandará ampliarmos nossas capacidades, conhecimento, portfólio, parceiras e alianças, algo que já estamos fazendo”, destaca o diretor da Embratel.</p>
<p style="text-align: justify;">A opinião é dividida por Cioffi, que acredita no surgimento de modelos de negócios completamente novos, mais colaborativos. “Será preciso criar esse novo mindset e papéis bem definidos na cadeia de valor. Entre os desafios, está o de criar a infraestrutura e os novos players que vão prover soluções para as aplicações que surgirão. Há muito a ser feito. Estamos numa onda nascente, que será revolucionária e vai mudar nossa vida para sempre”, prevê o vice-presidente de operações da Squadra Digital.</p>
<p style="text-align: justify;">Na opinião de Fernando Moulin, antes de mais nada, é preciso definir leis e marcos regulatórios municipais para instalação da infraestrutura necessária para o funcionamento do 5G – como antenas, processo que pode ser demorado e demandar alguns anos até que a concretização massiva do 5G ocorra. Para isso, será necessário, também, um período de otimização das estações radiobase, a partir de dados gerados por um número significativo de usuários da rede 5G. “Quem se estruturar primeiro poderá obter benefícios competitivos muito interessantes perante a concorrência”, alerta Moulin.</p>
<p style="text-align: justify;">E não é só de tecnologia que se tratam os desafios. O fator humano terá um peso importante na evolução das indústrias a partir do 5G. “Um dos maiores fatores críticos para o sucesso do 5G está relacionado à falta de mão de obra qualificada para a implantação da infraestrutura e para o desenvolvimento das aplicações, um problema mundial. Hoje, temos uma carência enorme de profissionais capacitados em tecnologia da informação e comunicação”, observa Gordon, da Embrapii, reforçado pelo estudo mundial realizado, neste ano, pela consultoria ManpowerGroup com 40 mil empregadores de todos os setores, cujos resultados colocam o Brasil como o nono país com mais falta de mão de obra qualificada.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Segurança de ponta a ponta</strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A segurança cibernética é um ponto cada vez mais crítico à medida que o mundo se torna mais conectado, exigindo pesados investimentos em tecnologia e capacitação. De acordo com estudo global da IDC, os gastos nesta área deverão atingir US$ 1 bilhão em 2022, um crescimento médio de 10% anuais desde 2020. As soluções de segurança deverão superar US$ 860 milhões, com a proteção na nuvem como protagonista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Na opinião de Miguel, da Embratel, esta deverá ser uma das preocupações da indústria na era 5G e a criptografia fim a fim será ser uma tendência, por meio de chaves criptográficas armazenadas em SIMcards, principalmente em conjunto com MEC &#8211; Mobile Edge Computing e em um ambiente de VPN. “As redes 5G standalone possibilitam a contratação de bandas de tráfego e dados privados (redes privadas), com níveis de serviço específicos para reduzir sua exposição a riscos”, completa Fernando Moulin.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Segurança e a proteção de privacidade são prioridade entre empresas de tecnologia e soluções, como a Huawei. “Os produtos seguros contam com a participação significativa da Huawei no projeto 3GPP &#8220;Especificação de Garantia de Segurança 5G&#8221;. A empresa apoia o projeto NESAS e continuamente aplica certificações de segurança de terceiros”, explica Ribeiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Em outra vertente, muitas indústrias poderão aumentar o nível de proteção e segurança em suas plantas, nos sistemas de produção e controle e de seus colaboradores. Nas indústrias químicas e petroquímicas, por exemplo, e de outros setores com processos de alta risco, o 5G pode proporcionar mais segurança com simuladores virtuais fidedignos aos processos reais, por meio de ‘gêmeos digitais’, com menores custos; na mineração, o uso de carros autônomos operados a distância pode evitar fatalidades e ampliar enormemente a eficiência operacional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Ao contrário dos padrões anteriores, o tráfego de dados na infraestrutura 5G é protegido por criptografia de última geração, o que exige que todos os dispositivos conectados à rede sejam totalmente autenticados, assim como os usuários precisam ser autenticados dentro de seus dispositivos, garantindo o uso correto da conectividade e dos serviços em nuvem, o que amplia bastante a segurança da rede e do tráfego de dados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">“No futuro, espera-se que o 5G suporte algoritmos robustos de criptografia de 256 bit. De acordo com estudos do GSMA, os padrões 5G foram definidos de modo a implementar controles de segurança para as ameaças mais comuns hoje existentes. Também será necessária a adoção de uma política rígida de segurança da informação e das comunicações, inclusive para fornecedores”, diz Gordon, da Embrapii.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;">Pesquisas concretas</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">São crescentes os investimentos do setor industrial em tecnologia e soluções que otimizem seus processos. A Indústria 4.0 é uma realidade e tente a se intensificar rapidamente com a chegada do 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Com esse foco, a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/gerdau-e-embratel-assinam-acordo-para-implementar-5g-em-fabrica-de-mg/">Embratel e Gerdau se uniram na implantação de uma rede privativa dedicada 5G e LTE 4G</a> para proporcionar melhorias em automatização, produtividade, flexibilidade, visibilidade, rastreabilidade, uso de dados e segurança nos processos, incluindo planejamento, produção e logística, conceitos da <a href="https://proximonivel.embratel.com.br/industria-4-0-automacao-inteligente-amplia-competitividade-das-fabricas/">indústria 4.0</a> que serão aplicados pela Gerdau em sua planta industrial de Ouro Branco, MG.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo projeto, a Embratel tem a responsabilidade de criar uma infraestrutura digital habilitadora, que inclui a instalação de diversas torres para maior conectividade e mais possibilidades de automação, com cobertura em mais de 8,3 milhões m².</p>
<p style="text-align: justify;">Miguel, diretor executivo de marketing e negócios da Embratel, explica que a ultrabaixa latência fornecerá mais resiliência, disponibilidade e segurança para o local, pois aplicações críticas não terão infraestrutura compartilhada com a rede pública. “Suportada pela rede e backbone de TI instalados, a Gerdau poderá ampliar seus investimentos em dispositivos e maquinários múltiplos mais evoluídos, como veículos autônomos e telecontrolados, além da tecnologia de gêmeos digitais, Internet das coisas e inteligência artificial.”</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um dos projetos que estão e ainda deverão ocorrer com o advento do 5G, envolvendo as esferas pública e privada. Como uma organização que disponibiliza recursos não reembolsáveis para projetos de PD&amp;I de empresas nacionais, conectando-as a centros de pesquisa credenciados, como Universidades, Institutos Senai de Inovação, Institutos Federais, Unidades de pesquisa do MCTI &#8211; Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, entre outros, em todo o país, a Embrapii já atua em várias iniciativas focadas na Indústria 4.0 e em inovações para infraestrutura de conectividade das redes 4G e 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o momento, 908 projetos de 640 empresas de tecnologias digitais receberam investimentos totais de R$ 1,17 bilhão. Destaca-se, ainda, o “Basic Funding Alliance,” focado em inovação aberta e no desenvolvimento de projetos disruptivos, por meio de alianças entre empresas, startups e unidades Embrapii no desenvolvimento de ‘tecnologias de fronteiras’, que possibilita o financiamento de até 90% do projeto. Um dos mais recentes trabalhos prepara as empresas para a entrada do 5G no Brasil e prevê uma plataforma para testes de conceito de soluções de conectividade em 5G e computação de borda para soluções aplicadas na Indústria 4.0.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, a Embrapii e o BNDES &#8211; Banco Nacional do Desenvolvimento Social firmaram uma parceria focada no desenvolvimento de inovações de tecnologias da informação e comunicação, envolvendo R$ 50 milhões destinados a projetos de inovação da indústria nacional de todos os portes e setores, e um dos focos será dirigido a &#8220;Sistemas e Componentes para Conectividade” e direcionado para o desenvolvimento de tecnologias para serviço de telefonia móvel 5G, envolvendo inovações em hardware, sistemas e componentes para o desenvolvimento de tecnologias de quinta geração, OpenRAN e semicondutores.</p>
<p style="text-align: justify;">Para startups, micro e pequenas empresas, a Embrapii mantém uma parceria com o Sebrae, que auxilia os empresários a complementarem suas contrapartidas nos projetos, beneficiando startups deeptechs com apoio técnico e financeiro. A organização conta, também, com uma rede de inovação em tecnologias digitais para pesquisas em parceria com a indústria, em temas ligados à infraestrutura de conectividade de suas aplicações. Há ainda inovações em curso abrangendo redes de dados de baixa latência.</p>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Perspectivas positivas e desafiadoras</span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A edição 2022 do estudo “IDC Predictions Brazil”, da IDC, indica que, até 2025, o 5G deverá movimentar cerca de US$ 25,5 bilhões no país. O futuro que se vislumbra na indústria, porém, será resultado de um processo que apenas começou e as expectativas devem considerar esse tempo de amadurecimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Gordon conta que o modelo de negócios oferecidos pelas operadoras em outros países tem se mostrado um grande desafio à medida que os usuários têm se frustrado com o que vêm recebendo, muito focado em dados, com a oferta de pacote de alguns serviços de mídia digital.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Segundo ele, muitas aplicações críticas e que dependem de baixa latência, como carros autônomos e cirurgias remotas, somente serão tecnicamente viáveis com a implantação das redes 5G edge em larga escala, o que ainda deverá demorar para se tornar realidade no Brasil. Essas redes favorecerão as aplicações baseadas em computação em borda (edge computing), com o processamento e armazenamento no local ou próximo à aplicação, sem depender da nuvem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Ainda há muito a ser feito até que o 5G se consolide. A grande extensão territorial e as diferenças econômicas do Brasil exigirão fortes investimentos em infraestrutura. “Vivemos, mundialmente, um período de transição nos modelos de negócios das operadoras de celular. A grande maioria ainda não oferece serviços apoiados nos diferenciais técnicos que as redes 5G permitem” observa o diretor da Embrapii.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Para ele, novos players deverão surgir no Brasil, para atuarem em nichos de mercado com redes privativas, complementando a atuação das operadoras de celular e provocando mudanças significativas em alguns segmentos de mercado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Para fomentar os desenvolvimentos nessas áreas, serão investidos R$ 480 milhões em oito centros de competências da Embrapii, voltados à tecnologia e infraestruturas de conectividade 5G e 6G e OpenRAN, entre outros temas. As demais áreas temáticas desses centros (tecnologias quânticas, segurança cibernética, tecnologias imersivas aplicadas a mundos virtuais e plataformas de hardware inteligentes e conectadas) deverão impactar muito a indústria brasileira e outros setores da economia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">A ideia é trabalhar em prol da superação de carências e obstáculos ao desenvolvimento industrial, por meio de um ambiente de inovação aberta que enfatize a participação de startups e com a criação um ambiente de associação tecnológica, no modelo membership, em que as empresas pagam uma mensalidade para participar das atividades e receber benefícios dos centros.  Outro objetivo é atuar na formação de recursos humanos, com investimentos que garantam a retenção e o repatriamento de “cérebros” para o Brasil, bem como a geração de conhecimento interno, para fazer do país uma referência no desenvolvimento de tecnologias.</span></p>

		</div>
	</div>
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		<item>
		<title>Estudo do CGI.br mapeia acordos entre plataformas digitais e a rede pública de ensino no Brasil</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/estudo-do-cgi-br-mapeia-acordos-entre-plataformas-digitais-e-a-rede-publica-de-ensino-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=estudo-do-cgi-br-mapeia-acordos-entre-plataformas-digitais-e-a-rede-publica-de-ensino-no-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2022 18:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[CGI.br]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura de redes]]></category>
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		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção de dados]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório detalha quais as tecnologias que as secretarias estaduais e municipais adotaram durante os primeiros 18 meses da pandemia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b4d08ee469" data-id="697b4d08ee469" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Estudo do CGI.br mapeia acordos entre plataformas digitais e a rede pública de ensino no Brasil</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">O Grupo de Trabalho sobre Plataformas para Educação Remota do CGI.br  &#8211; Comitê Gestor da Internet no Brasil lançou a segunda de uma série de três publicações sobre o tem.a. O relatório “Educação em um cenário de plataformização e de economia de dados: parcerias e assimetrias” traz um panorama sobre as tecnologias adotadas por secretarias estaduais e municipais de todas as capitais e de cidades brasileiras com mais de 500 mil habitantes durante os primeiros 18 meses da crise sanitária.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de levantamento, obtido via Lei de Acesso à Informação, constatou-se que quase a totalidade das escolas e universidades pesquisadas buscou soluções oferecidas por empresas privadas, sobretudo estrangeiras. O estudo investigou como esses acordos se deram, na prática, e quais os critérios estabelecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ter acesso aos serviços ofertados, alguns de forma gratuita, as redes de ensino aceitaram os termos e as condições propostos por companhias de grande porte, como Google e Microsoft. A análise dos resultados mostrou, por exemplo, que essa adesão aconteceu muitas vezes sem o completo conhecimento sobre riscos e efeitos da adoção das plataformas em atividades educativas.</p>
<p style="text-align: justify;">A potencial ameaça à proteção de dados pessoais e sensíveis, especialmente de crianças e adolescentes, também foi analisada, bem como as finalidades &#8212; além das especificamente relacionadas à educação &#8212; para as quais essas informações foram coletadas. Analisou-se o processamento delas, se tem sido feito com transparência, e se as estatísticas que podem ser produzidas a partir dos dados serão, por exemplo, compartilhadas.</p>
<p style="text-align: justify;">“O estado de emergência imposto pela pandemia exigiu uma adoção às pressas de tecnologias digitais na educação, como forma de evitar a interrupção do ano letivo. Mas, temos de projetar como isso será daqui para frente. É preciso rever muitos desses acordos com empresas privadas, garantindo efetivamente que atendam ao interesse público”, avalia Rafael Evangelista, conselheiro do CGI.br e coordenador do grupo de trabalho responsável pela publicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Evangelista enfatiza, ainda, que é necessário que o país construa formas seguras e escaláveis de garantir acesso a plataformas educacionais, antes que crises como a provocada pela pandemia aconteçam novamente. “Esse relatório mostra que precisamos pensar no futuro. Seguiremos com esse trabalho e, em breve, lançaremos o terceiro estudo da série, que irá propor caminhos e soluções para este cenário.”</p>
<p style="text-align: justify;">A publicação está disponível no link <a href="https://cgi.br/publicacao/educacao-em-um-cenario-de-plataformizacao-e-de-economia-de-dados-parcerias-e-assimetrias/" target="_blank" rel="noopener">https://cgi.br/publicacao/educacao-em-um-cenario-de-plataformizacao-e-de-economia-de-dados-parcerias-e-assimetrias/</a>.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>R&#038;M conquista selo sustentável EcoVadis</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/rm-conquista-selo-sustentavel-ecovadis/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rm-conquista-selo-sustentavel-ecovadis</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 19:26:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura de redes]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Fabricante global de sistemas de cabeamento para infraestruturas de rede ganhou a certificação “Prata” pela ação sustentável, ética e responsável na “Avaliação de Sustentabilidade” da EcoVadis deste ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b4d08ef657" data-id="697b4d08ef657" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">R&amp;M conquista selo sustentável EcoVadis</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A R&amp;M, fabricante suíça global de sistemas de cabeamento para infraestruturas de rede, ganhou a certificação “Prata” pela ação sustentável, ética e responsável na “Avaliação de Sustentabilidade” deste ano da EcoVadis, fornecedora de classificação de sustentabilidade empresarial.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Na avaliação geral da classificação de sustentabilidade, a R&amp;M cresceu 30% este ano e está bem acima da média das indústrias. Esta é uma importante conquista para todo o Grupo. O &#8220;Prêmio Prata&#8221; EcoVadis destaca o impacto duradouro de nossas medidas e processos. Isto se aplica igualmente à proteção do clima e do meio ambiente, à ética empresarial, e aos direitos humanos e trabalhistas&#8221;, diz Michel Riva, CEO da R&amp;M.</p>
<p style="text-align: justify;">  A R&amp;M dá grande importância ao comportamento ético, à educação, à igualdade, aos direitos humanos e trabalhistas, e à sustentabilidade na cadeia de fornecimento. De acordo com a classificação EcoVadis, a R&amp;M tem feito fortes melhorias em todas estas áreas de atividade.</p>
<p style="text-align: justify;">  A empresa aperfeiçoou sua estratégia de sustentabilidade no início de 2021 e definiu metas mensuráveis futuras. Onze das 14 unidades de produção da R&amp;M ao redor do mundo usam um sistema de gestão ambiental que está certificado de acordo com a ISO 14001. A R&amp;M quer eliminar as emissões de CO<sub>2 </sub>nessas unidades até 2030 e conquistar uma produção neutra em todo o mundo até 2050.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outras metas e medidas também foram estabelecidas e fazem parte da estratégia de sustentabilidade da companhia, disponível por meio do “Relatório Anual da R&amp;M”, onde são documentados as medidas e o progresso em quatro esferas de atividade: ecologia e clima; ética e direito; preocupações sociais; saúde e segurança no local de trabalho; e cadeia de suprimentos. Confira o Relatório completo no link <a href="https://www.rdm.com/wp-content/uploads/2021/04/Nachhaltigkeitsbericht_2019_20_ENG.pdf" target="_blank" rel="noopener">https://www.rdm.com/wp-content/uploads/2021/04/Nachhaltigkeitsbericht_2019_20_ENG.pdf</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mais informações sobre essa e outras iniciativas da companhia estão disponíveis no link <a href="http://www.rdm.com" target="_blank" rel="noopener">www.rdm.com</a>.</p>

		</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Infraestrutura hiperconvergente reduz custos e simplifica a gestão do data center</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/infraestrutura-hiperconvergente-reduz-custos-e-simplifica-a-gestao-do-data-center/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=infraestrutura-hiperconvergente-reduz-custos-e-simplifica-a-gestao-do-data-center</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 02:36:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Data Centers]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperconvergente]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura de redes]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[A infraestrutura hiperconvergente, que integra num único “bloco” os principais componentes de TI, garante a empresas de diferentes setores maior eficiência e redução de custos, além de facilitar os trabalhos de manutenção.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697b4d08f09c3" data-id="697b4d08f09c3" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Infraestrutura hiperconvergente reduz custos e simplifica a gestão do data center</h1>

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			<h2>A infraestrutura hiperconvergente, que integra num único “bloco” os principais componentes de TI, garante a empresas de diferentes setores maior eficiência e redução de custos, além de facilitar os trabalhos de manutenção.</h2>

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			<h4>Verônica Couto, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A infraestrutura hiperconvergente (HCI) tem atraído empresas de diferentes setores. Os principais benefícios da tecnologia, que permite integrar num único local os principais componentes de TI (servidores, elementos de rede e armazenamento), estão ligados à produtividade operacional, segundo fornecedores e usuários, que buscam na plataforma simplificar a gestão e expandir a capacidade de recursos, de forma rápida e a custo mais baixo.</p>
<p style="text-align: justify;">  A possibilidade de centralizar o gerenciamento dos ambientes de processamento é outra questão importante para companhias de varejo, mineração e outros segmentos que têm subsidiárias pelo mundo, observa Daniel Peruchi Minto, especialista de vendas e desenvolvimento de negócios de data centers da Cisco. “Com uma infraestrutura hiperconvergente é possível diminuir a complexidade e ganhar uma escalabilidade muito boa.”</p>

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			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Um exemplo é a Tokio Marine, primeira seguradora do país a implementar uma infraestrutura de TI hiperconvergente. Como resultado, a companhia aumentou em dez vezes a capacidade de processamento do seu data center e reduziu à metade o custo do seu investimento, em relação ao modelo tradicional. “Um ganho espetacular”, avalia Wilson Leal, diretor de tecnologia da empresa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A HCI da Tokio Marine proporcionou queda de 65% no consumo de energia e menor custo de co-location, porque oito racks viraram apenas um. Mas a maior vantagem, ressalta Leal, foi a integração por link de dados do processamento local com os dois ambientes de nuvem – Azure e AWS. Outra questão é a simplificação extrema do gerenciamento. O data center principal está em co-location e o ambiente de disaster recovery fica na própria empresa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A opção pela tecnologia, em 2017, visou apoiar um plano arrojado de crescimento. A seguradora quadruplicou de tamanho, passando de R$ 1,6 milhão em arrecadação em prêmios, em 2011 – quando internalizou a TI terceirizada –, para R$ 6,4 milhões, em 2020, o melhor desempenho em 61 anos no Brasil. Leal conta que o projeto antecipou a demanda que viria com o perfil atual dos clientes: corretores e segurados mais conectados, intensivos nas redes sociais e trabalhando em multicanais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Concluída em seis meses, a migração da companhia incluiu servidores, rede e storage. “O HCI traz uma nova cultura, na qual todos esses componentes estão integrados &#8216;na mesma caixa&#8217;, gerenciados por software”, explica Leal. “Se colocar mais um hardware, mais uma caixa, ela se integra e expande automaticamente o ambiente, sem que seja preciso ficar reconfigurando.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  O aspecto mais complexo da implementação, na avaliação do diretor da Tokio Marine, foi dimensionar a plataforma. “Tínhamos 80 servidores. Qual o tamanho do data center hiperconvergente para conseguir a mesma capacidade de processamento, com uma margem de crescimento de 10% ao ano, por exemplo?” No início, ele reconhece que houve erros nesse cálculo, que foram sendo ajustados ao longo do ano, por meio de uma ferramenta da Dell EMC, fornecedora e parceira do projeto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Os próximos passos preveem a expansão de capacidade e o balanceamento entre nuvem e on-premise. “Nunca devemos estar 100% na nuvem, devido à barreira ainda gigante de custo e ao risco intrínseco de adotar uma tecnologia só”, justifica o diretor de TI da Tokio Marine.</span></p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Já a cooperativa Sicoob Cocred, com sede em Sertãozinho, SP, e 43 mil associados, investiu R$ 5 milhões em um data center HCI, com apoio da integradora LGTi, para dar conta da demanda crescente por atendimento remoto aos clientes, em canais online, provocada pela necessidade de distanciamento social devido à pandemia da Covid-19. Este ano, a cooperativa conclui o segundo data center, que se interligará ao primeiro com anel de fibra óptica, e produtos de replicação da Nutanix.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na Cocred, partiu-se do princípio “de que a solução de HCI precisava ser modular e permitir uma expansão rápida e prática”, afirma Ademir José Carota, superintendente administrativo da cooperativa. Segundo ele, o Centro Tecnológico Cocred, batizado Décio Rosa em homenagem a um dos fundadores, é o maior projeto no modelo no interior de São Paulo. O NOC &#8211; centro de operações de rede oferece visão de todo o ambiente tecnológico.</p>
<p style="text-align: justify;">  A plataforma hiperconvergente permitiu dobrar a capacidade de armazenamento. Uma malha de comunicação criptografada (DMVPN), com links redundantes, tanto na sede como em cada uma das 32 agências, é responsável pelas rotas de dados até o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), em Brasília, 24 horas por dia, 365 dias por ano. A cooperativa adotou a tecnologia de HCI e de segurança da Nutanix, sistema de proteção de dados Veeam e de conectividade. O software flow faz a parte de controle e segurança, permitindo a microssegmentação de rede. Tudo on-premise.</p>
<p style="text-align: justify;">  A estrutura anterior incluía dois data centers com servidores IBM blade e storage center. “A capacidade de armazenamento estava baixa para as necessidades de negócios, interferindo no trabalho interno, na performance de processamento e na velocidade de rede”, lembra o superintendente da Cocred. A empresa também queria mais eficiência energética, integração e inteligência na gestão.</p>

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			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"> <a style="color: #ffffff;" href="https://www.infranewstelecom.com.br/infra-produtos/conheca-a-experiencia-da-universidade-sao-francisco-com-a-infraestrutura-hiperconvergente/">Uma outra empresa que adotou a infraestrutura hiperconvergente com sucesso foi a Universidade São Francisco</a>. A arquitetura permitiu à instituição, com mais de 16 mil alunos, uma redução de 30% no consumo de energia elétrica, desativou storages e diminuiu a quantidade de racks. Basicamente, o processo de migração para HCI foi feito em três fases: testes e validação da solução; efetivação dos workloads; e uma nova contratação prevendo o crescimento da estrutura, principalmente para as atividades de EAD (educação a distância) da universidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  De acordo com Leonel Oliveira, diretor geral da Nutanix no Brasil, clientes já relataram reduções de 80% a 90% no espaço do data center, com grande economia em despesas diretas, após a implantação de HCI. A tecnologia também é relevante em serviços críticos e emergenciais, como data centers de hospitais que não podem parar. “Um único cluster pode ter nós ilimitados, com tipos diferentes de nó, com recursos de memória, CPU e quantidade de armazenamento diferentes, para vários workloads.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  “A hiperconvergência é uma grande tendência”, avalia Minto, da Cisco. Ganhou força para a operação unificada de ambientes distintos, inclusive daqueles em nuvem coexistindo com uma parte local. “HCI é um bloco fundamental para montar esse data center altamente eficiente e simples de gerenciar dentro de casa, operando o conjunto da forma mais próxima de como a nuvem funciona.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Uma pesquisa da Nutanix mostra que 69% dos tomadores de decisão do Brasil têm nuvem híbrida e estavam implantando ou já haviam concluído projeto de HCI. No levantamento, o país sai na frente da adoção da tecnologia: 54% afirmaram que já implementaram ou estão em processo de implementação de HCI, em comparação a 50% dos entrevistados globalmente e a 48% na região das Américas.</span></p>

		</div>
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		<title>Furukawa renova certificação internacional para seus cursos de formação profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 15:52:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por meio de seu programa FCP - Furukawa Certified Professional, a empresa oferece 16 cursos, entre os formatos on-line e presencial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697b4d08f2f7b" data-id="697b4d08f2f7b" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Furukawa renova certificação internacional para seus cursos de formação profissional</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A Furukawa acaba de renovar junto à BICSI, órgão internacional de certificação de treinamentos, a certificação de seus cursos de capacitação profissional, que integram o programa FCP &#8211; Furukawa Certified Professional. No total, são 16 cursos, entre os formatos on-line e presencial, que estão disponíveis em português, espanhol e inglês.</p>
<p style="text-align: justify;">  “A certificação da BICSI funciona como um selo indicador do alto nível de conhecimento técnico proporcionado pelo curso ao profissional”, afirma Jony Zatariano, coordenador da área de treinamento de parceiros de negócios e clientes da Furukawa. “Desde a criação do seu programa de capacitação de mão de obra, a Furukawa tem como objetivo garantir um treinamento de qualidade a seus clientes e ao mercado em geral. Por isso, há mais de 15 anos, temos essa parceria com a BICSI”, ressalta.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os treinamentos do FCP estão distribuídos em quatro trilhas de conhecimento: redes ópticas, cabeamento estruturado, configuração de equipamentos e sistemas voltados a indústrias (Furukawa Industrial System, ou FI²S). “Com esse programa, a Furukawa reforça seu compromisso no sentido de contribuir para suprir as necessidades do mercado em termos de formação de mão de obra qualificada na área de infraestrutura de redes”, acrescenta Fernanda Oliveira, analista de treinamento da Furukawa.</p>
<p style="text-align: justify;">  O programa já formou mais de 80 mil profissionais em todo o Brasil. Os cursos são oferecidos no Instituto Furukawa de Tecnologia, em Curitiba, PR, e em outros dez CTAs &#8211; Centros de Treinamento Autorizado no país. A empresa tem 10 CTAs na América Latina e Angola.</p>

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