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	<title>Internet das coisas &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Internet das coisas &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>Gestão de processos: Por que robôs erram menos que humanos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 19:19:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 79]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
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					<description><![CDATA[A adoção de robôs para a execução de tarefas rotineiras, previamente programadas, revoluciona a maneira como as empresas operam. Comprovadamente, sistemas automatizados reduzem drasticamente o índice de erros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0dd92da2818" data-id="6a0dd92da2818" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Gestão de processos: Por que robôs erram menos que humanos?</h1>

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			<p><strong>Renan Salinas, CEO &amp; Founder da Yank Solutions</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A gestão de processos é um pilar essencial que sustenta o desempenho e a competitividade de qualquer empresa. Falhas nesse gerenciamento podem desencadear uma série de efeitos negativos: queda na produtividade, aumento dos custos operacionais e degradação da qualidade dos produtos e serviços. Nesse contexto, a robotização de processos surge não apenas como uma tendência, mas como uma necessidade estratégica para organizações que buscam eficiência, padronização e maior controle sobre suas operações.</p>
<p style="text-align: justify;">A adoção de robôs para a execução de tarefas rotineiras, previamente programadas, revoluciona a maneira como as empresas operam. Comprovadamente, sistemas automatizados reduzem drasticamente o índice de erros, substituindo a vulnerabilidade humana por uma execução precisa e consistente das atividades. Essa substituição não é apenas uma questão de eficiência; é uma redefinição do papel humano no ambiente de trabalho, direcionando o capital intelectual para áreas de maior valor agregado, onde a criatividade e o pensamento estratégico são insubstituíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Eliminação de erros e retrabalho </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das mais significativas contribuições da robotização é a minimização do retrabalho, que tradicionalmente consome tempo e recursos nas organizações. Tarefas repetitivas realizadas por pessoas são, inevitavelmente, suscetíveis a falhas — seja por desatenção, cansaço ou interferências externas, como questões pessoais. Esses erros comprometem a produtividade e geram custos adicionais que poderiam ser evitados. Em contraste, robôs executam suas funções de forma consistente e sem desvios, garantindo qualidade uniforme em cada etapa do processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a automação elimina a variabilidade associada ao desempenho humano. Enquanto funcionários podem ser afetados por fatores como doença, estresse ou falta de motivação, os robôs operam sem interrupções, assegurando a continuidade dos processos. Isso não apenas aumenta a eficiência, mas também permite que os recursos humanos sejam alocados para funções mais estratégicas e inovadoras, onde seu potencial pode ser plenamente explorado.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro benefício crucial da robotização é a padronização dos processos. A ausência de um padrão operacional é uma das principais causas de erros humanos, que decorrem da falta de consistência e do excesso de variabilidade nas execuções. A padronização não apenas reduz esses erros, mas também cria um ambiente de maior previsibilidade e controle, essencial para a tomada de decisões informadas e estratégicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mapear e automatizar processos, as empresas garantem que cada tarefa seja realizada da mesma maneira, todas as vezes, independentemente de quem esteja no controle. Isso é particularmente valioso em ambientes onde a precisão e a conformidade são imperativas, como em setores regulados ou que lidam com grandes volumes de dados. Com a robotização, o gestor elimina as incertezas e aumenta a confiabilidade das operações, estabelecendo uma base sólida para o crescimento sustentável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Eficiência, redução de custos e melhoria na tomada de decisão</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A eficiência operacional não é apenas um benefício indireto da robotização; ela é um dos resultados mais tangíveis e imediatos. Processos automatizados reduzem o tempo necessário para a execução de tarefas, aumentam a precisão dos resultados e permitem que a empresa opere com um nível de agilidade antes inalcançável. Relatórios gerados por sistemas automatizados oferecem uma visão rápida e acurada das operações, permitindo aos gestores identificar gargalos e oportunidades com maior rapidez.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses relatórios, livres de erros humanos, são ferramentas poderosas para a análise de grandes volumes de dados, fornecendo insights valiosos que orientam a estratégia organizacional. A capacidade de responder rapidamente a mudanças no mercado, ajustar operações e prever tendências coloca as empresas que adotam a automação em uma posição de vantagem competitiva. Na prática, a robotização não apenas economiza recursos; ela reorienta a empresa para um modelo de negócios mais ágil, inteligente e preparado para os desafios futuros.</p>
<p style="text-align: justify;">A gestão de processos torna-se um diferencial competitivo, capaz de transformar a forma como as empresas operam e entregam valor aos seus clientes. A robotização não é o fim do trabalho humano, mas o início de uma nova era, onde homens e máquinas trabalham lado a lado para construir organizações mais robustas, inovadoras e resilientes.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Estratégias inovadoras para fortalecer a segurança em redes IoT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 19:13:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 79]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
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					<description><![CDATA[As redes LoRaWAN ainda enfrentam diversas ameaças, como ataques de repetição e interferência. Este estudo realiza uma revisão sistemática da literatura para mapear as vulnerabilidades e ataques documentados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0dd92da3f4b" data-id="6a0dd92da3f4b" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Estratégias inovadoras para fortalecer a segurança em redes IoT</h1>

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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Com o avanço para a versão 1.1 do protocolo LoRaWAN, novas medidas de segurança foram introduzidas, especialmente no processo crítico de autenticação dos dispositivos finais, conhecido como Join Procedure. Apesar dessas melhorias, as redes LoRaWAN ainda enfrentam diversas ameaças, como ataques de repetição e interferência. Este estudo realiza uma revisão sistemática da literatura para mapear as vulnerabilidades e ataques documentados, além de propor estratégias para mitigar esses riscos e fortalecer a segurança das redes LoRaWAN, garantindo a integridade e confiabilidade das comunicações IoT.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Diogo Henrique Dantas Moraes; Matheus Jacon Pereira e Fabrício Gonçalves Torres, pesquisadores do IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo </strong></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">A crescente demanda por soluções de IoT &#8211; Internet das coisas tem impulsionado o uso da LoRaWAN, que se destaca por oferecer uma comunicação eficiente em longas distâncias com baixo consumo de energia, sendo ideal para diversas aplicações. Por outro lado, a segurança dessas redes, ainda latente, tem ganhado importância decorrente do aumento de ataques cibernéticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Lançada em 2017 pela LoRa Alliance, a versão 1.1 do protocolo LoRaWAN trouxe atualizações importantes, especialmente no que diz respeito à segurança e à estrutura da rede, resultando em conexões mais confiáveis e robustas. Entre as mudanças mais significativas está a introdução do JS &#8211; Join Server, que assumiu parte das funções de autenticação anteriormente gerenciadas pelo NS &#8211; Network Server. Agora, o JS é responsável pelo processamento do Join Procedure e pela geração de chaves de sessão, um passo crucial para garantir a segurança das comunicações na Internet das coisas (LoRa Alliance, 2017).</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto na versão 1.0 do LoRaWAN apenas duas chaves de sessão eram derivadas (AppSKey e NwkSKey), na versão 1.1 esse número aumentou para quatro: FNwkSIntKey, SNwkSIntKey, AppSKey e NwkSEncKey. Essa divisão proporciona uma camada extra de segurança, segregando as funções da rede e da aplicação. Além disso, a nova versão introduziu uma segunda chave raiz, a NwkKey, que trabalha em conjunto com a AppKey, aumentando ainda mais a proteção dos dados transmitidos. Na v1.0, existia apenas uma chave raiz, a AppKey. Outro detalhe interessante foi a substituição do termo AppEUI pelo mais moderno JoinEUI, reforçando a evolução do protocolo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dispositivos LoRaWAN podem se conectar à rede de duas formas: OTAA &#8211; Over-The-Air Activation ou ABP &#8211; Activation by Personalization. O ABP, apesar de ser uma solução mais simples e econômica, mantém as chaves de sessão durante toda a vida útil do dispositivo, o que representa um risco maior em caso de comprometimento (Butun, Pereira &amp; Gidlund, 2018). Já o método OTAA é mais seguro, pois gera novas chaves a cada conexão, utilizando o processo de Join Procedure para autenticação. Isso reduz drasticamente o risco de vazamentos e vulnerabilidades, tornando o OTAA a escolha mais adequada para aplicações que exigem maior segurança (Naoui, Elhdhili &amp; Saidane, 2018).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Estado da arte: segurança lorawan v1.1</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para mapear o estado da arte em relação às vulnerabilidades e ataques documentados durante o Join Procedure em redes LoRaWAN v1.1, realizamos uma revisão sistemática da literatura. Este levantamento foi conduzido nas principais bases de dados acadêmicas, incluindo a ACM Digital Library, IEEE Xplore, Scopus Digital Library e Web of Science. A tabela I apresenta o protocolo de revisão e figura 1 as etapas de seleção dos artigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final, chegou-se à seleção final de 12 artigos. A tabela II mostra as informações dos artigos selecionados.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0dd92da4229" data-id="6a0dd92da4229" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0dd92da460a" data-id="6a0dd92da460a" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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	</div>
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	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;">Análise dos resultados</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Esta seção aborda os principais aspectos de segurança do Join Procedure em redes LoRaWAN v1.1, destacando vulnerabilidades, formas de ataque e estratégias de mitigação propostas nos artigos analisados. Apesar das melhorias da versão 1.1, algumas vulnerabilidades ainda persistem, como o uso de chaves raízes estáticas, a limitação dos dispositivos finais em termos de bateria e processamento, e problemas relacionados à implementação do protocolo.</p>
<p style="text-align: justify;">Butun, Pereira e Gidlund (2018) discutem detalhadamente as chaves e o Join Procedure, afirmando, com base na ferramenta Scyther, que o LoRaWAN v1.1 é criptograficamente seguro. No entanto, alertam para vulnerabilidades comuns em redes sem fio, como ataques de repetição e análise de tráfego. Locatelli, Spadaccino e Cuomo (2021) propõem o uso de blockchain como solução para adicionar autenticação de dois fatores, mas reconhecem que essa abordagem aumenta a latência e só seria viável em redes com baixa demanda de transferência de dados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Considerações sobre o protocolo e propostas de melhoria</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O gerenciamento das chaves raiz é outra vulnerabilidade importante no protocolo, já que ele não prevê mecanismos de atualização das mesmas. Assim, na ocorrência de um ataque físico ou de interceptação com vazamento destas chaves, a segurança de toda a rede ficará prejudicada. Meios de aprimorar a segurança em relação às chaves são propostos em Gao, Li e Ma (2019), Hayati, Ramli, Windarta e Suryanegara (2022), Marlind e Butun (2020) e Donmez e Nigussie (2019).</p>
<p style="text-align: justify;">Gao, Li e Ma (2019) propõem o Secure-Packet-Transmission (SPT), que reformula o pacote de Join Request e adiciona criptografia a essa etapa da autenticação, de modo a evitar a manipulação dos dados que nesta etapa do Join Procedure são transmitidos em texto aberto. Apesar de os autores defenderem a viabilidade técnica desta solução, ela exigiria mudanças na organização dos pacotes trocados entre os dispositivos finais e servidores, além do custo em termos de processamento e bateria relacionado ao uso de criptografia no dispositivo final.</p>
<p style="text-align: justify;">Visando proteger a integridade dos dados e evitar ataques de repetição, Hayati, Ramli, Windarta e Suryanegara (2022) argumentam que as chaves raiz precisam ser atualizadas dinamicamente, de modo a minimizar o efeito negativo de seu vazamento. Assim, propõem um mecanismo em que o servidor de junção, após um período determinado, deriva novas chaves raízes e as envia criptografadas para o dispositivo final. Além disso, propõem a adição de timestamps aos pacotes de Join Request para evitar ataques de repetição.</p>
<p style="text-align: justify;">Na mesma direção, em Marlind e Butun (2020), é proposto um novo mecanismo de atribuição dinâmica das chaves raiz utilizando criptografia de chave pública, chamado Over the Air Activation (PK-OTAA). Em comparação com o OTAA, o consumo de bateria dos dispositivos finais é sensivelmente afetado; porém, os autores argumentam que a atualização das chaves raiz pode ser realizada eventualmente, não acarretando uma sobrecarga expressiva para os dispositivos finais se considerarmos todas as operações realizadas por eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o artigo de Donmez e Nigussie (2019) propõe, para sistemas de monitoramento de saúde, um mecanismo em que as chaves dos dispositivos finais são atualizadas periodicamente com a aproximação de um dispositivo mestre, sem incorrer em mudanças significativas no protocolo LoRaWAN ou sobrecarga no processamento e transmissão. Em contextos em que o dispositivo final pode ser acessado regularmente, esta pode ser uma solução viável para a atualização de chaves.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda relacionado ao gerenciamento das chaves, mas com foco nas limitações presentes nos dispositivos finais, McPherson e Irvine (2021) sugerem que um smartphone seja utilizado para a geração das chaves de segurança e as transfiram para os servidores pela internet, sendo as chaves transmitidas para o dispositivo final por meio do flash das câmeras com o uso de código Morse, sendo necessária a inclusão de um sensor luminoso nos dispositivos finais além de ajustes de software.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação a problemas referentes ao protocolo LoRaWAN v1.1 em si, Butun, Pereira e Gidlund (2018) fazem a descrição de diversas vulnerabilidades, entre elas as relacionadas a cada entidade participante da rede, à distribuição de chaves, ao método de ativação, à implementação, à retirada de um dispositivo da rede, ao DevEUI, ao JoinEUI e às questões relacionadas à interoperabilidade entre as versões do protocolo, acarretando vulnerabilidades que são discutidas com detalhes e em diferentes cenários por Loukil, Fourati, Nayyar e Chee (2022).</p>
<p style="text-align: justify;">Santamaria e Marchiori (2019) apresentam diversas preocupações em relação à implementação adequada do protocolo, com destaque para sua vulnerabilidade a ataques de sincronização em dispositivos da Classe B. Este ataque é simulado através de CPN Tools em Van Es, Vranken e Hommersom (2018), onde também são testados ataques de replay, levando em conta que as mensagens de Join-Accept não têm uma referência à mensagem de Join-Request correspondente, e de sequestro de sessão durante o downlink, situação experimentada em Locatelli, Spadaccino e Cuomo (2021), onde a configuração inadequada no processo de deduplicação de pacotes downlink é explorada na prática.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Conclusões e apontamentos futuros</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos avanços significativos introduzidos na versão 1.1 do protocolo LoRaWAN, especialmente no que diz respeito à segurança durante o Join Procedure, ainda existem vulnerabilidades críticas que podem ser exploradas por atacantes, como ataques de repetição e interferência. A análise realizada destacou a necessidade urgente de aprimorar os mecanismos de autenticação e gerenciamento de chaves, bem como a integração de tecnologias complementares para fortalecer a segurança das redes LoRaWAN. Portanto, é imperativo que futuras pesquisas e implementações práticas se concentrem em mitigar essas vulnerabilidades para garantir a integridade e confiabilidade das comunicações em ambientes de IoT.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h5 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><em>Diogo Henrique Dantas Moraes é graduado em Análise de Sistemas pela Fatec &#8211; Faculdade de Tecnologia de Sorocaba e pós-graduado (MTA) em Cibersegurança pelo IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas onde realizou pesquisa relacionada à segurança em redes LoraWAN. Atualmente é assessor de tecnologia no Banco do Brasil. </em></strong><strong><em><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:diogo.moraes.537@bb.com.br" target="_blank" rel="noopener">diogo.moraes.537@bb.com.br</a></span>.</em></strong></span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><em>Matheus Jacon Pereira é mestre em Engenharia da Computação &#8211; Redes de Computadores pelo IPT e graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP. Possui publicações acadêmicas nas áreas de RFID, Internet das Coisas, Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS), Rede de Computadores e automação. Atuou como professor em cursos de Engenharia de Computação, Engenharia Elétrica e Sistemas de Informação e atualmente é professor no curso de pós-graduação (MTA) em Cibersegurança ministrando disciplinas de Engenharia Reversa e Análise de Malware. Atuou na área de PD em companhias do setor de telecomunicações e é Pesquisador do IPT, trabalhando com pesquisa e desenvolvimento nas áreas de RFID, ITS, Internet das coisas, Redes de Computadores, Governança e Segurança da Informação. Além de liderar projetos de desenvolvimento para Sistemas operacionais Linux e Android, incluindo requisitos de cibersegurança. </em></strong><span style="color: #3366ff;"><strong><em><a style="color: #3366ff;" href="mailto:mjacon@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">mjacon@ipt.br</a>.</em></strong></span></span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><strong><em>Fabrício Gonçalves Torres é físico, mestre em Processos Industriais e gerente técnico do Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT. Possui mais de 18 anos de experiência em metrologia e realiza auditorias, consultorias e treinamentos na área de qualidade, metrologia e instrumentação. </em></strong><strong><em><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:fabrigt@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">fabrigt@ipt.br</a>;</span> </em></strong><strong><em><a href="mailto:mjacon@ipt.br" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #3366ff;">www.linkedin.com/in/fabriciogt</span></a>.</em></strong></h5>

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			</item>
		<item>
		<title>Segurança em redes LoRaWAN: Autenticação de dispositivos (Join Procedure)</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/seguranca-em-redes-lorawan-autenticacao-de-dispositivos-join-procedure/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=seguranca-em-redes-lorawan-autenticacao-de-dispositivos-join-procedure</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 18:27:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Frequências]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo detalha os mecanismos de autenticação em redes LoRaWAN, especialmente na versão 1.1, explicando como eles aumentam a segurança IoT.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0dd92da7835" data-id="6a0dd92da7835" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Segurança em redes LoRaWAN: Autenticação de dispositivos (Join Procedure)</h1>

		</div>
	</div>
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			<h2 style="text-align: justify;">Dispositivos IoT estão sendo cada vez mais utilizados no contexto corporativo, coletivo e doméstico, com aplicações em logística, agricultura, indústria de manufatura, smart cities, smart devices, entre outros. Neste contexto, diversos protocolos de comunicação foram desenvolvidos para suprir a necessidade de comunicação sem fio, levando em consideração as características físicas, limitações computacionais, de armazenamento e memória presentes em dispositivos IoT. Entre os protocolos que permitem o desenvolvimento de redes LPWAN, destaca-se o LoRaWAN, desenvolvido e mantido pela LoRa Alliance a partir de 2015. Sua versão 1.1, de 2017, corrigiu diversos problemas de segurança encontrados na primeira versão da especificação. O objetivo deste artigo é detalhar os mecanismos de autenticação em redes LoRaWAN, especialmente na versão 1.1, explicando como eles aumentam a segurança da comunicação entre dispositivos IoT e mitigam diversos tipos de ataques.</h2>

		</div>
	</div>
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			<p><strong>Diogo Henrique Dantas Moraes; Matheus Jacon Pereira e Fabrício Gonçalves Torres, pesquisadores do IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo </strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Existem diversas tecnologias de comunicação utilizadas em dispositivos de IoT &#8211; Internet das coisas, cada uma adequada a determinado contexto. Na comunicação de curto alcance, podemos destacar o Bluetooth Low Energy e o ZigBee. Já em redes onde é necessária a cobertura de uma grande área, as tecnologias conhecidas como LPWAN &#8211; Low Power Wide Area Network permitem comunicações de longo alcance com baixo consumo de energia, de modo que dispositivos com recursos limitados podem se comunicar a até 12 km em regiões abertas usando baterias por até 10 anos sem fonte de alimentação externa (Butun, Pereira &amp; Gidlund, 2018).</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as tecnologias LPWAN utilizadas para a comunicação em redes que apresentam baixa taxa de transmissão de dados, destaca-se a LoRaWAN &#8211; Long Range Wide Area Network. Baseada no protocolo de camada física LoRa &#8211; Long Range, as redes LoRaWAN organizam os dispositivos participantes por meio de uma topologia estrela de estrelas, que permite que os dispositivos finais alcancem seu gateway correspondente por meio de um link direto (Sanchez-Iborra et al., 2018). Esse arranjo permite a distribuição de muitos dispositivos finais que se comunicam com um gateway e, deste, com os servidores de rede (NS &#8211; Network Servers), servidores de aplicação (AS &#8211; Application Servers) e servidores de junção (JS &#8211; Join Servers). A figura 1 descreve a arquitetura LoRaWAN v1.1.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0dd92da7b0e" data-id="6a0dd92da7b0e" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0dd92da7e15" data-id="6a0dd92da7e15" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1135" height="485" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Seg_LORA_1.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Seg_LORA_1" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Seg_LORA_1.jpeg 1135w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Seg_LORA_1-300x128.jpeg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Seg_LORA_1-768x328.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1135px) 100vw, 1135px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/seguranca-em-redes-lorawan-autenticacao-de-dispositivos-join-procedure/seg_lora_1/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 1 - Layout da arquitetura LoRaWAN v1.1. Fonte: Adaptado de Butun; Pereira e Gidlund (2018)</figcaption>
		</figure>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">O objetivo deste artigo é detalhar os mecanismos de autenticação em redes LoRaWAN, com foco na versão 1.1 do protocolo. Pretendemos explicar como esses mecanismos contribuem para a segurança da comunicação entre dispositivos IoT, destacando os processos envolvidos no Join Procedure. Além disso, buscamos evidenciar as melhorias de segurança implementadas na versão 1.1 do LoRaWAN e como elas mitigam diversos tipos de ataques, proporcionando uma comunicação mais segura e confiável em aplicações IoT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Segurança em </strong><strong>LoRaWAN</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A LoRa Alliance, responsável pelo desenvolvimento das especificações LoRaWAN, dedica muita atenção ao problema de segurança desde as primeiras versões do protocolo. Uma grande melhoria em termos de segurança foi feita com a versão LoRaWAN v1.1, onde vários mecanismos de prevenção contra ataques foram implementados, chaves de segurança foram adicionadas (Loukil et al., 2022), e a arquitetura foi reformulada com a adição do JS. No entanto, as redes LoRaWAN v1.1 ainda são suscetíveis a diversos tipos de ataque, como ataques de Jamming, Network Flooding, Replay, Man In The Middle (MITM), análise de tráfego e de sincronização (Butun, Pereira &amp; Gidlund, 2018).</p>
<p style="text-align: justify;">A autenticação dos dispositivos finais à rede é um procedimento crucial para o estabelecimento de uma comunicação segura em redes LoRaWAN v1.1. O mecanismo mais seguro envolve a troca de mensagens entre o dispositivo final, o NS e o JS, que verificam a autenticidade. Este procedimento é chamado de Join Procedure.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>LoRaWAN V1.0 e LoRaWAN V1.1</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A versão 1.1 do protocolo LoRaWAN lançada em 2017 pela Lora Alliance trouxe mudanças na arquitetura e em aspectos relacionados à segurança das redes LoRaWAN, vale citar o advento do JS, as novas chaves de sessão e a alteração de alguns termos.</p>
<p style="text-align: justify;">O JS assume funções relacionadas ao Join Procedure que na versão 1.0 eram de responsabilidade do NS, sendo capaz de auxiliar no processamento do Join Procedure e na derivação de chaves de sessão (LORA ALLIANCE, 2017).</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação as chaves de sessão, na versão 1.1 são derivadas quatro delas (FNwkSIntkey, SNwkSIntKey, AppSKey e NwkSEncKey) no Join Server enquanto na versão 1.0 apenas duas (AppSKey e NwkSKey). Além disso, na versão 1.0 existe apenas uma chave raiz (AppKey) enquanto na versão 1.1 são duas (AppKey e NwkKey).</p>
<p style="text-align: justify;">Também vale citar que o termo AppEUI foi substituído por JoinEUI na versão 1.1 do protocolo e que a chave de rede anteriormente denominada AppKey corresponde a NwkKey em LoRaWAN v1.1.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Métodos de autenticação</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os dispositivos finais LoRaWAN precisam se conectar à rede por meio da Ativação OTAA &#8211; Over-The-Air ou da ABP &#8211; Activation by Personalization antes de poderem enviar dados pela rede, métodos descritos na Tabela 1. Nesse processo, são geradas as chaves de sessão que serão usadas para criptografar e calcular o MIC &#8211; Message Integrity Code das mensagens trocadas entre os servidores e os dispositivos finais (Naoui, Elhdhili &amp; Saidane, 2018).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tab. 1 &#8211; Métodos de autenticação</strong></p>
<table style="width: 98.3478%; height: 205px;">
<tbody>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="75"></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="179"><strong>Descrição</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="77"><strong>Vantagens</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="236"><strong>Desvantagens</strong></td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="75"><strong>ABP</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="179">Utiliza as mesmas chaves de sessão por toda a vida útil do dispositivo</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="77">Implementação simples e de baixo custo</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="236">Problemas com armazenamento de chaves e vulnerabilidade a ataques em caso de vazamento</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="75"><strong>OTAA</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="179">Gera novas chaves de sessão para cada comunicação, mediada pelo Join Procedure</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="77">Maior segurança nas comunicações</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="236">Procedimento mais complexo e possivelmente mais caro</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Join Procedure em LoRaWAN v1.1 </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A autenticação de um dispositivo final em uma rede LoRaWAN começa com o envio de uma solicitação de ingresso para o NS. Se a mensagem for autêntica, o NS encaminha a solicitação para o JS, que verifica a autenticidade, deriva as chaves de sessão e responde ao dispositivo final com as informações necessárias para a derivação dessas chaves. A figura 2 ilustra o fluxo de mensagens, chaves e campos relacionados ao Join Procedure.</p>

		</div>
	</div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="638" height="292" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Seg_LORA_2.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Seg_LORA_2" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Seg_LORA_2.jpeg 638w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Seg_LORA_2-300x137.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 638px) 100vw, 638px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/seguranca-em-redes-lorawan-autenticacao-de-dispositivos-join-procedure/seg_lora_2/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 2 - Join Procedure. Fonte: Imagem elaborada pelo autor</figcaption>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0dd92da8e07" data-id="6a0dd92da8e07" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Montagem da Join-Request</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para iniciar o Join Procedure em uma rede LoRaWAN, o dispositivo final envia uma mensagem de Join-Request, que contém os valores JoinEUI, DevEUI e DevNonce, conforme descrito na tabela 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tab. 2 &#8211; Valores da mensagem Join-Request </strong></p>
<table>
<tbody>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>DevEUI</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>JoinEUI</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>AppKey</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>NwkKey</strong></td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">ID único do dispositivo final</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">ID único do Join Server</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Chave raiz privada usada para derivar a chave de sessão de aplicação</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Chave raiz privada usada para derivar as chaves de sessão de rede</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As redes LoRaWAN v1.1 utilizam essas duas chaves raiz para garantir a segurança dos dados (LORA ALLIANCE, 2017). O DevNonce é um contador gerado pelo dispositivo final, incrementado a cada Join-Request, e armazenado na memória não volátil para prevenir Replay Attacks. O dispositivo final gera um MIC &#8211; Message Integrity Code usando a NwkKey para proteger a integridade do pacote Join-Request (LORA ALLIANCE, 2017). Esta mensagem é assinada, mas não criptografada, já que o dispositivo ainda não possui as chaves de sessão antes de enviá-la ao NS (FEICHTINGER; NAKANO; FUKUSHIMA; KIYOMOTO, 2018).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Montagem da Join-Req</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O NS verifica se o DevNonce presente na Join-Request recebida não foi utilizado anteriormente, valida o MIC e adiciona ao pacote o endereço do dispositivo final na rede além de outros campos relacionados de configuração da rede.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Montagem da Join-Accept</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O JS &#8211; Join Server verifica a versão do protocolo LoRaWAN, gera o JoinNonce, adiciona o NetID e deriva quatro chaves de sessão, conforme tabela 3.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tab. 3 &#8211; Termos e descrições do Join-Accept</strong></p>
<table>
<tbody>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>Termo</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>Descrição</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>JoinNonce</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Contador numérico único de 3 bytes, incrementado a cada mensagem de Join-Accept gerada, usado pelo dispositivo final para calcular as mesmas quatro chaves de sessão que o JS</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>NetID</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Identificador da rede.</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>Chaves de Sessão</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>Descrição</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>SNwkSIntKey</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Calcula o MIC em mensagens de downlink</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>FNwkSIntKey</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Calcula o MIC em mensagens de uplink</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>NwkSEncKey</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Encripta e desencripta comandos MAC</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>AppSKey</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Encripta e desencripta payloads da camada de aplicação</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As chaves de sessão não são transmitidas pela rede; o dispositivo final as deriva novamente usando as chaves raiz (comuns ao JS e ao dispositivo), o JoinNonce, o JoinEUI e o DevNonce. O JS gera um MIC para garantir a integridade do pacote e encripta os dados usando a NwkKey antes de enviar a resposta (Join Ans) ao Network Server (NS), que então encaminha o pacote (Join Accept) ao dispositivo final (LORA ALLIANCE, 2017).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Conclusão do Join-Procedure</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao receber o Join-Accept, o dispositivo final desencripta o pacote, verifica se os valores do MIC e do JoinNonce são adequados e deriva as quatro chaves de sessão. Então, o dispositivo final está registrado na rede, possuindo as quatro chaves de sessão necessárias para a comunicação segura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Conclusão</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A segurança em redes LoRaWAN é fundamental para garantir a integridade e confiabilidade das comunicações em aplicações IoT. A autenticação robusta dos dispositivos, especialmente através do método OTAA, protege contra diversos tipos de ataques e vulnerabilidades. O constante aprimoramento do protocolo LoRaWAN pela LoRa Alliance demonstra um compromisso contínuo com a segurança e a eficácia das redes LPWAN.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0dd92da9343" data-id="6a0dd92da9343" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h5 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><em>Diogo Henrique Dantas Moraes é graduado em Análise de Sistemas pela Fatec &#8211; Faculdade de Tecnologia de Sorocaba e pós-graduado (MTA) em Cibersegurança pelo IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas onde realizou pesquisa relacionada à segurança em redes LoraWAN. Atualmente é assessor de tecnologia no Banco do Brasil. </em></strong><strong><em><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:diogo.moraes.537@bb.com.br" target="_blank" rel="noopener">diogo.moraes.537@bb.com.br</a></span>.</em></strong></span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><em>Matheus Jacon Pereira é mestre em Engenharia da Computação &#8211; Redes de Computadores pelo IPT e graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP. Possui publicações acadêmicas nas áreas de RFID, Internet das Coisas, Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS), Rede de Computadores e automação. Atuou como professor em cursos de Engenharia de Computação, Engenharia Elétrica e Sistemas de Informação e atualmente é professor no curso de pós-graduação (MTA) em Cibersegurança ministrando disciplinas de Engenharia Reversa e Análise de Malware. Atuou na área de PD em companhias do setor de telecomunicações e é Pesquisador do IPT, trabalhando com pesquisa e desenvolvimento nas áreas de RFID, ITS, Internet das coisas, Redes de Computadores, Governança e Segurança da Informação. Além de liderar projetos de desenvolvimento para Sistemas operacionais Linux e Android, incluindo requisitos de cibersegurança. </em></strong><span style="color: #3366ff;"><strong><em><a style="color: #3366ff;" href="mailto:mjacon@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">mjacon@ipt.br</a>.</em></strong></span></span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><strong><em>Fabrício Gonçalves Torres é físico, mestre em Processos Industriais e gerente técnico do Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT. Possui mais de 18 anos de experiência em metrologia e realiza auditorias, consultorias e treinamentos na área de qualidade, metrologia e instrumentação. </em></strong><strong><em><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:fabrigt@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">fabrigt@ipt.br</a>;</span> </em></strong><strong><em><a href="mailto:mjacon@ipt.br" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #3366ff;">www.linkedin.com/in/fabriciogt</span></a>.</em></strong></h5>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><strong>Referencias:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
BUTUN, Ismail; PEREIRA, Nuno; GIDLUND, Mikael. Analysis of LoRaWAN v1.1 security. Proceedings Of The 4Th Acm Mobihoc Workshop On Experiences With The Design And Implementation Of Smart Objects &#8211; Smartobjects &#8217;18, [S.L.], p. 1-5, 2018. ACM Press. <a target="_blank" rel="noopener">http://dx.doi.org/10.1145/3213299.3213304</a>.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BUTUN, Ismail; PEREIRA, Nuno; GIDLUND, Mikael. Security Risk Analysis of LoRaWAN and Future Directions. Future Internet, [S.L.], v. 11, n. 1, p. 3, 21 dez. 2018. MDPI AG. <a target="_blank" rel="noopener">http://dx.doi.org/10.3390/fi11010003</a>.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FEICHTINGER, Kevin; NAKANO, Yuto; FUKUSHIMA Kazuhide; KIOMOTO, Shinsaku. Enhancing the security of over-the-air-activation of LoRaWAN using a hybrid cryptosystem. Int. J. Comput. Sci.Netw. Secur. 18 (2) (2018) 1–9.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GAO, Shu-Yang; LI, Xiao-Hong; MA, Mao-De. A Malicious Behavior Awareness and Defense Countermeasure Based on LoRaWAN Protocol. Sensors, [S.L.], v. 19, n. 23, p. 5122, 22 nov. 2019. MDPI </strong><strong>AG. <a href="http://dx.doi.org/10.3390/s19235122" target="_blank" rel="noopener">http://dx.doi.org/10.3390/s19235122</a>.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>HAYATI, Nur; RAMLI, Kalamullah; WINDARTA, Susila; SURYANEGARA, Muhammad. A Novel Secure Root Key Updating Scheme for LoRaWANs Based on CTR_AES DRBG 128. Ieee Access, [S.L.], v. 10, p. 18807-18819, 2022. Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE). <a href="http://dx.doi.org/10.1109/access.2022.3150281" target="_blank" rel="noopener">http://dx.doi.org/10.1109/access.2022.3150281</a>.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>KITCHENHAM, B. Procedures for performing systematic reviews. Keele, UK, Keele Univ., v. 33, 08 2004.<br />
LOCATELLI, Pierluigi; SPADACCINO, Pietro; CUOMO, Francesca. Hijacking Downlink Path Selection in LoRaWAN. 2021 Ieee Global Communications Conference (Globecom), [S.L.], p. 1-6, dez. 2021. IEEE. <a href="http://dx.doi.org/10.1109/globecom46510.2021.9685973" target="_blank" rel="noopener">http://dx.doi.org/10.1109/globecom46510.2021.9685973</a>.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LOCATELLI, Pierluigi; SPADACCINO, Pietro; CUOMO, Francesca. Ruling Out IoT Devices in LoRaWAN. Ieee Infocom 2022 &#8211; Ieee Conference On Computer Communications Workshops (Infocom Wkshps), [S.L.], p. 1-2, 2 maio 2022. IEEE.<a href="http://dx.doi.org/10.1109/infocomwkshps54753.2022.9798063" target="_blank" rel="noopener"> http://dx.doi.org/10.1109/infocomwkshps54753.2022.9798063</a>.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“LoRaWAN v1.0 Specification”LoRa Alliance, Fremont, CA, USA, 2015.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“LoRaWAN v1.1 Specification”LoRa Alliance, Fremont, CA, USA, 2017.</strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seis lições de ouro do uso de IA nas Olimpíadas que podem ser adotadas por empresas</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/seis-licoes-de-ouro-do-uso-de-ia-nas-olimpiadas-que-podem-ser-adotadas-por-empresas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=seis-licoes-de-ouro-do-uso-de-ia-nas-olimpiadas-que-podem-ser-adotadas-por-empresas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 17:57:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=21441</guid>

					<description><![CDATA[O que podemos aprender dessa aplicação de IA no maior evento esportivo do mundo? Empresas de todos os setores podem tirar lições valiosas e aplicá-las para aprimorar suas próprias operações. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0dd92dab23b" data-id="6a0dd92dab23b" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Seis lições de ouro do uso de IA nas Olimpíadas que podem ser adotadas por empresas</h1>

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			<p><strong>Renan Salinas, CEO &amp; Founder da Yank Solutions</strong></p>

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	</div>
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			<p style="text-align: justify;">As Olimpíadas de 2024 em Paris não foram apenas um espetáculo de atletismo, mas também um marco tecnológico, destacando o uso inovador de IA &#8211; inteligência artificial em diversas áreas. Durante o evento, a IA desempenhou um papel importante na melhoria da análise de dados em tempo real, personalização da experiência dos espectadores, automação de tarefas operacionais complexas, previsão e gestão de riscos, aprimoramento da segurança e promoção da sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas inovações mostraram como a IA pode ser uma aliada poderosa na transformação de operações e estratégias, não apenas no contexto esportivo, mas também em diversos setores empresariais.</p>
<p style="text-align: justify;">O que podemos aprender dessa aplicação de IA no maior evento esportivo do mundo? Empresas de todos os setores podem tirar lições valiosas e aplicá-las para aprimorar suas próprias operações. O fato é que a inteligência artificial oferece um vasto leque de oportunidades para impulsionar o desempenho empresarial.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui estão seis lições de ouro do uso de IA nas Olimpíadas que podem ser adotadas por empresas para se destacarem no mercado competitivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Melhoria na análise de dados em tempo real</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Durante as Olimpíadas, a IA foi importante na análise de dados em tempo real, ajudando treinadores e atletas a ajustarem suas estratégias instantaneamente. Empresas podem implementar sistemas de IA para analisar grandes volumes de dados em tempo real, permitindo decisões mais rápidas e informadas. Por exemplo, uma empresa de e-commerce pode usar IA para monitorar e ajustar campanhas publicitárias baseadas no comportamento do consumidor ao vivo, maximizando o retorno sobre o investimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Experiência personalizada para o usuário</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A IA nas Olimpíadas permitiu personalizar a experiência dos espectadores, oferecendo recomendações de eventos, resumos personalizados e até traduções em tempo real. Empresas podem usar IA para oferecer uma experiência mais personalizada aos seus clientes. Plataformas de streaming já fazem isso com sugestões de filmes e séries baseadas no histórico do usuário, mas essa abordagem pode ser ampliada para setores como varejo, finanças e saúde, proporcionando uma jornada do cliente mais relevante e envolvente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Automatização e eficiência operacional</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os organizadores dos Jogos Olímpicos usaram IA para automatizar tarefas operacionais complexas, desde a segurança até a gestão de logística. Empresas podem seguir este exemplo para automatizar processos internos, como atendimento ao cliente, gerenciamento de inventário e análise de risco. A automatização não só reduz custos, mas também aumenta a eficiência e libera recursos humanos para se concentrarem em tarefas mais estratégicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Previsão e gestão de riscos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A IA foi usada para prever e mitigar riscos durante as Olimpíadas, como prever falhas de equipamentos e gerenciar multidões. Empresas podem aplicar IA para prever riscos operacionais e de mercado, como flutuações de preços, interrupções na cadeia de suprimentos e mudanças no comportamento do consumidor. A capacidade de antecipar problemas potenciais e agir proativamente é um grande diferencial competitivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Aprimoramento da segurança</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A segurança foi uma prioridade nas Olimpíadas e a IA desempenhou um papel crucial na identificação de ameaças e na vigilância de segurança. Empresas podem usar IA para melhorar suas práticas de segurança, desde a proteção de dados até a prevenção de fraudes. Sistemas de IA podem monitorar atividades suspeitas, detectar padrões anômalos e responder rapidamente a ameaças, protegendo ativos e informações críticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Sustentabilidade e eficiência energética</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A IA ajudou a gerenciar e otimizar o uso de energia e recursos nas instalações olímpicas, promovendo sustentabilidade. Empresas podem usar IA para melhorar a eficiência energética e gerenciar recursos de maneira mais sustentável. Por exemplo, edifícios inteligentes podem ajustar automaticamente a iluminação e o clima com base na ocupação e nas condições ambientais, reduzindo o consumo de energia e os custos operacionais.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>LoRa: Tecnologia de radiofrequência para comunicação em longas distâncias</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/lora-tecnologia-de-radiofrequencia-para-comunicacao-em-longas-distancias/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lora-tecnologia-de-radiofrequencia-para-comunicacao-em-longas-distancias</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 18:42:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 77]]></category>
		<category><![CDATA[Frequências]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[LoRa]]></category>
		<category><![CDATA[LoRaWAN]]></category>
		<category><![CDATA[Radiofrequência]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=21338</guid>

					<description><![CDATA[Este artigo apresenta a tecnologia LoRa, que permite a comunicação sem fio de dados a longas distâncias com baixo consumo de energia, e introduz o protocolo LoRaWAN. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0dd92dac267" data-id="6a0dd92dac267" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>LoRa: Tecnologia de radiofrequência para comunicação em longas distâncias</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">A tecnologia LoRa &#8211; Long Range permite a comunicação sem fio de dados a longas distâncias com baixo consumo de energia, alcançando até 15 quilômetros em condições ideais, e variando de 3 km a 4 km em áreas urbanas e até 12 km em áreas rurais. Ideal para aplicações de IoT &#8211; Internet das coisas como agricultura de precisão, cidades inteligentes e logística, a LoRa é eficaz na transmissão de mensagens curtas em locais de difícil acesso e em dispositivos alimentados por bateria, que podem operar por longos períodos sem recarga frequente. O protocolo LoRaWAN complementa a LoRa ao padronizar a conectividade e assegurar a interoperabilidade entre dispositivos de diferentes fabricantes, facilitando a implementação de redes de sensores e dispositivos em larga escala. Este artigo apresenta a tecnologia LoRa e introduz o protocolo LoRaWAN.</h2>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0dd92dac371" data-id="6a0dd92dac371" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong>Diogo Henrique Dantas Moraes; Matheus Jacon Pereira e Fabrício Gonçalves Torres, pesquisadores do IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo </strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">A tecnologia LoRa &#8211; <em>Long Range</em> é uma solução de comunicação sem fio projetada para permitir a transmissão de dados a longas distâncias com baixo consumo de energia. Com capacidade para alcançar até 15 quilômetros em condições ideais, a LoRa oferece um alcance significativo mesmo em ambientes urbanos, onde a cobertura costuma variar entre 3 km e 4 km, e em áreas rurais, onde pode superar os 12 km. Essa amplitude de cobertura torna a tecnologia ideal para uma variedade de aplicações no campo da IoT &#8211; Internet das coisas. Entre as principais aplicações, destacam-se a agricultura de precisão, onde sensores de umidade do solo e temperatura ajudam a otimizar o uso de água e insumos; cidades inteligentes, com monitoramento de qualidade do ar, iluminação pública e gerenciamento de resíduos; e logística, através do rastreamento de ativos e controle de condições ambientais em tempo real.</p>
<p style="text-align: justify;">Em linhas gerais LoRa é eficaz em cenários que requerem a transmissão de mensagens curtas em locais de difícil acesso, como sensores e monitores remotos, além de dispositivos alimentados por bateria. Esses dispositivos podem funcionar por longos períodos sem a necessidade de recarga frequente, graças ao baixo consumo energético da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">O protocolo LoRaWAN &#8211; <em>Long Range Wide Area Network</em> complementa a tecnologia LoRa ao definir a arquitetura do sistema e os parâmetros de comunicação necessários. Este protocolo padroniza a conectividade, assegurando uma interoperabilidade robusta entre dispositivos de diferentes fabricantes e facilitando a implementação de redes de sensores e dispositivos IoT em grande escala. A figura 1 apresenta o <em>layout</em> padrão das soluções que utilizam LoRAWan.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0dd92dac543" data-id="6a0dd92dac543" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0dd92dac850" data-id="6a0dd92dac850" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1610" height="657" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-1-1.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Figura 1 (1)" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-1-1.jpeg 1610w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-1-1-300x122.jpeg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-1-1-768x313.jpeg 768w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-1-1-1536x627.jpeg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1610px) 100vw, 1610px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/lora-tecnologia-de-radiofrequencia-para-comunicacao-em-longas-distancias/figura-1-1-4/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 1 - Layout da arquitetura LoRaWAN v1.1. Fonte: traduzido e modificado de https://embarcados.com.br/conheca-tecnologia-lora-e-o-protocolo-lorawan/ (2024)</figcaption>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0dd92dacc63" data-id="6a0dd92dacc63" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">A tecnologia LoRa</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">LoRa é uma tecnologia LPWAN, sua arquitetura envolve a camada física, reponsável pela modulação, e a camada <em>Media Access Control</em> (MAC) controlada pelo protocolo LoRaWAN. A figura 2 descreve a arquitetura das redes LoRa.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0dd92dacff4" data-id="6a0dd92dacff4" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0dd92dad2d1" data-id="6a0dd92dad2d1" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="336" height="155" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-2-1.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Figura 2 (1)" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-2-1.jpeg 336w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-2-1-300x138.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 336px) 100vw, 336px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/lora-tecnologia-de-radiofrequencia-para-comunicacao-em-longas-distancias/figura-2-1/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 2 - Arquitetura das redes LoRa. Fonte: Adaptado de Sanches-Iborra et al., (2018)</figcaption>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0dd92dad6a6" data-id="6a0dd92dad6a6" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">LoRa se baseia na técnica de modulação de espectro CCS &#8211; <em>Chirp Spread Spectrum</em> e apresenta como principais parâmetros o <em>Spread Factor</em>, <em>Coding Rate</em> e <em>Bandwidth</em> (SANCHEZ-IBORRA et al., 2018).</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>Spread Factor</em> regula a relação inversa entre a sensibilidade do equipamento receptor e a taxa de dados transmitidos. <em>Coding Rate</em> se relaciona a codificação de erro acarretando bits a mais na carga útil da camada física das redes. O <em>Bandwidth</em> define a largura de banda; a mais utilizada é 125 kHz sendo que 250 kHz e 500 kHz também são suportadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">O protocolo LoRaWAN</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">LoRaWAN é o protocolo que define a arquitetura do sistema e os parâmetros de comunicação utilizados para a transmissão de dados baseados em LoRa. As redes LoRaWAN apresentam a topologia estrelas de estrelas, os <em>gateways</em> são responsáveis pela comunicação entre os dispositivos finais e os servidores de rede que encaminham os pacotes de cada dispositivo final para o servidor de aplicação associado a ele.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">Classes dos dispositivos</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os dispositivos finais presentes nas redes LoRaWAN apresentam três classes de dispositivos, conforme apresentado na figura 3.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0dd92dada79" data-id="6a0dd92dada79" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0dd92dadd6b" data-id="6a0dd92dadd6b" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1473" height="414" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-3.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Figura 3" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-3.jpeg 1473w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-3-300x84.jpeg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-3-768x216.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1473px) 100vw, 1473px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/lora-tecnologia-de-radiofrequencia-para-comunicacao-em-longas-distancias/figura-3-13/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption"> Fig. 3 - Classes dos dispositivos. Fonte: Adaptado de Sanches-Iborra et al., (2018)</figcaption>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0dd92dae12a" data-id="6a0dd92dae12a" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Dispositivos da classe A, mais comuns, apresentam otimização da bateria chegando a anos de duração (SANCHEZ-IBORRA et al., 2018).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">LoRaWAN v1.0 e LoRaWAN v1.1</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A versão 1.0 do LoRaWAN foi a primeira especificação publicada para padronizar a comunicação entre dispositivos LoRa e a infraestrutura de rede. A versão 1.1 do protocolo lançada em 2017 pela <em>Lora Alliance</em> trouxe mudanças na arquitetura e em aspectos relacionados à segurança das redes, vale citar o advento do Servidor de Aplicação, as novas chaves de sessão e a alteração de alguns termos.</p>
<p style="text-align: justify;">O servidor de aplicação assume funções relacionadas ao <em>Join Procedure</em>, que é um processo fundamental no protocolo permitindo a um dispositivo final se associar à rede de maneira segura, através de autenticação e chaves criptográficas. Na versão 1.0 este procedimento era de responsabilidade do servidor de eede, de forma mais limitada (LORA ALLIANCE, 2017).</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h5 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><em>Diogo Henrique Dantas Moraes é graduado em Análise de Sistemas pela Fatec &#8211; Faculdade de Tecnologia de Sorocaba e pós-graduado (MTA) em Cibersegurança pelo IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas onde realizou pesquisa relacionada à segurança em redes LoraWAN. Atualmente é assessor de tecnologia no Banco do Brasil. </em></strong><strong><em><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:diogo.moraes.537@bb.com.br" target="_blank" rel="noopener">diogo.moraes.537@bb.com.br</a></span>.</em></strong></span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><em>Matheus Jacon Pereira é mestre em Engenharia da Computação &#8211; Redes de Computadores pelo IPT e graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP. Possui publicações acadêmicas nas áreas de RFID, Internet das Coisas, Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS), Rede de Computadores e automação. Atuou como professor em cursos de Engenharia de Computação, Engenharia Elétrica e Sistemas de Informação e atualmente é professor no curso de pós-graduação (MTA) em Cibersegurança ministrando disciplinas de Engenharia Reversa e Análise de Malware. Atuou na área de PD em companhias do setor de telecomunicações e é Pesquisador do IPT, trabalhando com pesquisa e desenvolvimento nas áreas de RFID, ITS, Internet das coisas, Redes de Computadores, Governança e Segurança da Informação. Além de liderar projetos de desenvolvimento para Sistemas operacionais Linux e Android, incluindo requisitos de cibersegurança. </em></strong><span style="color: #3366ff;"><strong><em><a style="color: #3366ff;" href="mailto:mjacon@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">mjacon@ipt.br</a>.</em></strong></span></span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><strong><em>Fabrício Gonçalves Torres é físico, mestre em Processos Industriais e gerente técnico do Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT. Possui mais de 18 anos de experiência em metrologia e realiza auditorias, consultorias e treinamentos na área de qualidade, metrologia e instrumentação. </em></strong><strong><em><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:fabrigt@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">fabrigt@ipt.br</a>;</span> </em></strong><strong><em><a href="mailto:mjacon@ipt.br" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #3366ff;">www.linkedin.com/in/fabriciogt</span></a>.</em></strong></h5>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“LoRaWAN v1.0 Specification”. LoRa Alliance, Fremont, CA, USA, 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">“LoRaWAN v1.1 Specification”. LoRa Alliance, Fremont, CA, USA, 2017.</p>
<p style="text-align: justify;">ANTAMARIA, Michael; MARCHIORI, Alan. Demystifying LoRa WAN Security and Capacity. 2019 29Th International Telecommunication Networks And Applications Conference (Itnac), [S.L.], p. 30-35, nov. 2019. IEEE.</p>
<p style="text-align: justify;">BARRIGA, Jhonattan J.; YOO, Sang Guun. Securing End-Node to Gateway Communication in LoRaWAN With a Lightweight Security Protocol. Ieee Access, [S.L.], v. 10, p. 96672-96694, 2022. Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE). <a href="http://dx.doi.org/10.1109/access.2022.3204005">http://dx.doi.org/10.1109/access.2022.3204005</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">EMBARCADOS. Conheça a tecnologia LoRa e o protocolo LoRaWAN. Disponível em: <a href="https://embarcados.com.br/conheca-tecnologia-lora-e-o-protocolo-lorawan/">https://embarcados.com.br/conheca-tecnologia-lora-e-o-protocolo-lorawan/</a>. Acesso em: 04 jul. 2024.</p>
<p style="text-align: justify;">SANCHEZ-IBORRA, Ramon; SANCHEZ-GOMEZ, Jesus; BALLESTA-VIÑAS, Juan; CANO, Maria-Dolores; SKARMETA, Antonio. Performance Evaluation of LoRa Considering Scenario Conditions. Sensors, [S.L.], v. 18, n. 3, p. 772, 3 mar. 2018. MDPI AG. http://dx.doi.org/10.3390/s18030772.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O papel transformador do big data nos negócios</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/o-papel-transformador-do-big-data-nos-negocios/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-papel-transformador-do-big-data-nos-negocios</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 21:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 77]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=21319</guid>

					<description><![CDATA[Com técnicas robustas de análise estatística e IA, as empresas podem não apenas compreender padrões de comportamento do consumidor, mas também antecipar tendências de mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0dd92dafdaf" data-id="6a0dd92dafdaf" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O papel transformador do big data nos negócios</h1>

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			<p><strong>Renan Salinas, CEO &amp; Founder da Yank Solutions</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">No cenário empresarial contemporâneo, o big data não apenas se destaca como uma tendência, mas se consolida como um elemento essencial para a competitividade e inovação. De acordo com a pesquisa “Brasil Big Data Analytics Market Size Share Analysis – Tendências e Previsões de Crescimento”, o tamanho do mercado brasileiro de big data é estimado em US$ 3,41 milhões em 2024, devendo atingir US$ 5,53 milhões até 2029, crescendo a uma CAGR &#8211; taxa composta de crescimento anual de 10,12% durante o período de previsão (2024-2029).</p>
<p style="text-align: justify;">A necessidade de aumentar a eficiência dos negócios, juntamente com o uso crescente da IoT &#8211; Internet das coisas, big data e análises baseadas em SaaS &#8211; software como serviço em diversos setores, como bancos, serviços financeiros e seguros (BFSI), esportes, varejo, manufatura e saúde, estão impulsionando a expansão do mercado de análise de dados no país.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdadeira vantagem do big data reside na capacidade de realizar análises avançadas e previsões precisas. Utilizando técnicas robustas de análise estatística e inteligência artificial, as empresas podem não apenas compreender padrões de comportamento do consumidor, mas também antecipar tendências de mercado e adaptar-se proativamente às mudanças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Impacto setorial</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Setores como varejo, saúde e financeiro têm utilizado o big data de maneira estratégica. No varejo, por exemplo, análises preditivas permitem personalizar ofertas e otimizar o estoque, enquanto na saúde, o big data facilita diagnósticos mais precisos e a descoberta de novos tratamentos. No setor financeiro, análises em tempo real são cruciais para detectar fraudes e gerenciar riscos de maneira eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, implementar efetivamente o big data requer uma infraestrutura robusta, incluindo sistemas de armazenamento distribuído como Hadoop e plataformas de computação em nuvem como AWS e Azure. Essas tecnologias são fundamentais para lidar com a complexidade e o volume dos dados, garantindo processamento rápido e eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a adoção de big data não está isenta de desafios, como preocupações com privacidade, segurança cibernética e conformidade regulatória. É essencial implementar políticas rigorosas de governança de dados para garantir o uso ético e responsável das informações coletadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Futuro e evolução</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">À medida que avançamos, a integração do big data com outras tecnologias emergentes, como IoT e blockchain, promete ampliar ainda mais suas capacidades. A convergência dessas tecnologias impulsionará análises mais sofisticadas e insights mais profundos, permitindo às empresas uma vantagem competitiva ainda maior no mercado global.</p>
<p style="text-align: justify;">Para as empresas que desejam não apenas sobreviver, mas prosperar em um ambiente dinâmico e competitivo, o investimento em big data é não apenas recomendado, mas imperativo. A capacidade de transformar dados em insights estratégicos se tornará cada vez mais crucial para a inovação, a eficiência operacional e o crescimento sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo, o big data representa uma revolução contínua que redefine como as organizações operam, competem e se adaptam em um mundo onde os dados são o recurso mais valioso e estratégico à disposição.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<item>
		<title>Crescimento da IoT demanda infraestrutura de conexão e data center</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/crescimento-da-iot-demanda-infraestrutura-de-conexao-e-data-center/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=crescimento-da-iot-demanda-infraestrutura-de-conexao-e-data-center</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 13:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0dd92db0bee" data-id="6a0dd92db0bee" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Crescimento da IoT demanda infraestrutura de conexão e data center</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada.</h2>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0dd92db0cfd" data-id="6a0dd92db0cfd" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Há algumas semanas, li um artigo muito interessante no site da ABINC &#8211; Associação Brasileira de Internet das Coisas intitulado “<a href="https://abinc.org.br/dispositivos-iot-estao-transformando-a-saude-desde-wearables-que-monitoram-sinais-vitais-ate-a-gestao-inteligente-de-medicamentos/" target="_blank" rel="noopener"><em>Dispositivos IoT estão transformando a saúde, desde wearables que monitoram sinais vitais até a gestão inteligente de medicamentos</em></a>”, que detalha a aplicação da IoT &#8211; Internet of Things  em diversos campos na área da saúde. Esse setor está entre as grandes áreas econômicas com potencial de uso e crescimento da IoT, ao lado da Indústria 4.0, agronegócio e facilities. Cada segmento tem suas particularidades, mas eles dependem de três pontos essenciais: conectividade, infraestrutura para processamento e segurança de dados. Neste artigo, vamos tratar dos dois primeiros e como os ISPs &#8211; provedores de serviços de Internet  podem ampliar a oferta de serviços para IoT utilizando suas redes 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de exemplos de usos práticos da IoT na saúde, o conteúdo da ABINC traz uma avaliação do cenário. Relatório do Mordor Intelligence de 2022, realizado pela associação, calculou o valor do mercado da IoT na saúde em US$ 183,4 bilhões naquele ano e previu que pode atingir US$ 293,1 bilhões até 2027. Na minha análise, o espaço para aplicações da Internet das coisas nesse setor é vasto, abrangendo desde smart houses, adaptadas para idosos e pessoas com deficiência, a dispositivos médicos inteligentes, em casa ou no hospital, que permitam o monitoramento remoto de pacientes e a intervenção médica mais rápida. Outro bom exemplo veio durante a pandemia de países da África e do Pacífico, que contaram com <a href="https://engenhariahoje.com/tecnologia/empresa-une-drones-e-iot-para-transportar-medicamentos-e-insumos/" target="_blank" rel="noopener">drones para entrega de remédios e vacinas</a> contra Covid-19 em locais remotos. Esta certamente é uma possibilidade a se considerar em um país de dimensões continentais como o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, nenhuma dessas opções é viável sem a infraestrutura adequada para dar suporte à transmissão, análise e resposta aos dados de tais dispositivos. Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda (edge computing) bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada – item no qual a conectividade 5G ainda pode atender de forma dedicada por meio das redes privadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Análise de dados e tempo de resposta</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A computação de borda atende à necessidade de coletar (upload), transferir, armazenar e processar grandes volumes de dados dos dispositivos inteligentes para dar a resposta (download) apropriada à ação. Essa quantidade imensa de dados ainda é somada ao uso da IA &#8211; Inteligência artificial para poder analisar e dar respostas a tais dispositivos. Por estar mais próximo aos aparelhos, na borda da conexão em um servidor local, o tempo de resposta da edge computing é menor, com menos gasto de energia elétrica e de largura de banda, implicando em menos custos de manutenção da operação. Aliada à IA, a computação de borda consegue identificar, analisar e transmitir dados separadamente, por ordem de assunto ou relevância, impedindo que a informação se perca no volume de dados e dando insights mais rápidos, em tempo real, aos dispositivos conectados.</p>
<p style="text-align: justify;">A relação com o desenvolvimento da IoT é um dos fatores que está impulsionando o <a href="https://www.abranet.org.br/Noticias/Edge-computing-avanca-e-deve-absorver-US%24-4-bilhoes-ate-2025-no-Brasil-4759.html?UserActiveTemplate=site" target="_blank" rel="noopener">crescimento da computação de borda no Brasil</a>. O IDC, em seu relatório IDC Predictions Brazil 2024, aponta que os ambientes de Edge compostos por hardware, software e serviços devem absorver mais de US$ 4 bilhões até 2025 no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Rede privada para segurança e velocidade</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Todo este volume de dados certamente congestionaria o tráfego em uma rede “comum” com usuários “comuns”, não importa a largura de banda. Por isso a implantação da rede 5G tem sido essencial para a expansão da utilidade corporativa, digamos assim, da Internet das Coisas, em especial sistemas dedicados como redes privadas 5G – <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/redes-privadas-5g-otimizam-automacao-em-setores-como-industria-agronegocio-e-cidades-inteligentes/">tema que já discutimos em artigo</a> anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">As redes privativas são desenhadas para soluções específicas em um serviço limitado, que permita aplicações sem fio ponto-multiponto e ponto-área diversificada em grandes espaços. São muito mais focadas no alto tráfego de dados provenientes do upload de dispositivos para um computador ou painel de controle, com o mínimo possível de latência, e pela característica privada, oferecendo mais confiabilidade e segurança para a transmissão de dados, dos dispositivos e da operação como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, o ISP pode explorar as oportunidades da expansão da rede 5G no Brasil para dar suporte a soluções de IoT a partir do seu backbone de fibra óptica. É possível até mesmo pensar no aluguel da sua infraestrutura já montada e cabeada pelos postes às operadoras que queiram implantar a cobertura 5G em um determinado território para atender um cliente corporativo com IoT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Aplicações diversificadas</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com a infraestrutura adequada para atender as demandas do IoT, o provedor ganha espaço em outros mercados corporativos, como o de facilities, atividades comumente terceirizada que as empresas contratam para poder focar em seu core business. De acordo com <a href="https://abrafac.org.br/artigos-publicados/abrafac-apresenta-os-numeros-mundiais-do-setor-de-facilities-no-fm-debate/" target="_blank" rel="noopener">estudo encomendado pela Associação Brasileira de Property, Workplace e Facility Management (ABRAFAC),</a> a tendência nos contratos de performance é que sejam fechados por serviço e não mais pelo número de profissionais. Esta é uma boa oportunidade para que o ISP “terceirize” sua infraestrutura de rede à área de Facilities na aplicação da IoT para executar o serviço de forma mais ágil, produtiva e econômica.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que a abrangência das facilities é ampla, indo muito além da equipe de limpeza e manutenção, englobando serviços tão distintos como transporte e logística, locação de veículos, suporte administrativo (gestão de arquivos e documentos, portaria e recepção virtuais), segurança de ambientes (monitoramento de perímetro e qualidade do ar em fábricas) e segurança de modo geral, como controle de acesso a áreas restritas, rastreio veicular por GPS, catraca eletrônica com identificação facial e muitas outras aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">O ISP começou o século XXI estendendo fibra óptica e formando sua rede para levar Internet a clientes domésticos e corporativos. Este é o momento de avançar na conectividade e usar sua infraestrutura para fazer fluir a Internet das Coisas, um novo horizonte da conexão de empresas e pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em parceria com Embratel, Einstein inicia testes com rede privada 5G</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 18:07:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O uso da tecnologia é avaliado em diversas soluções com aplicações na saúde para verificar eficiência, segurança, agilidade e otimização de custos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0dd92db1be9" data-id="6a0dd92db1be9" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Em parceria com Embratel, Einstein inicia testes com rede privada 5G</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A rede privada de quinta geração implementada e habilitada pela Embratel já possibilita testes em laboratório 5G localizado na Eretz.bio, incubadora de startups do Einstein, no bairro da Vila Mariana, em São Paulo.  O uso da tecnologia é avaliado em diversas soluções com aplicações na saúde para verificar eficiência, segurança, agilidade e otimização de custos, além de benefícios aos médicos e pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os testes já em andamento estão a realização de consultas e exames remotos; uso de inteligência artificial para predições de AVC &#8211; Acidentes Vasculares Cerebrais; análises para cirurgias digitais; telementoria para educação cirúrgica; e apoio em primeiros socorros a distância em ambulâncias. “Com 5G, conseguimos entregar uma baixíssima latência, alta disponibilidade e capacidade de rede para suportar a transmissão de dados e imagens de modo instantâneo e com máxima qualidade”, diz Adriano Rosa, diretor-executivo da Embratel.</p>
<p style="text-align: justify;">Os trials com a rede privada 5G, que conta com equipamentos fornecidos pela Ericsson, também envolve o serviço “Einstein Até Você”, que provê assistência médica, realização de exames e aplicação de vacinas onde o paciente estiver. O objetivo é analisar, entre outros quesitos, se a tecnologia trará melhora da qualidade do vídeo durante uma teleconsulta e se é possível a análise de exames diagnósticos em tempo real, além de potencializar o uso de diversas ferramentas diagnósticas, como IoT &#8211; Internet das coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">O vice-presidente de negócios da Ericsson, Murilo Barbosa, explica que a infraestrutura instalada no laboratório conta com cobertura indoor dedicada. “Com essa arquitetura, é possível garantir um desempenho aprimorado com melhores níveis de sinal e maior capacidade, o que assegura que as atividades 5G terão intervalos de tempo de transmissão bem mais curtos e menor latência de interface de rádio para facilitar o suporte a aplicativos sensíveis como transmissões de vídeo e uso de realidades aumentada e virtual”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">A aplicação do 5G também é avaliada para ser usada na Unidade Móvel de Saúde do hospital, em iniciativa conjunta com a Mercedes-Benz do Brasil. O projeto oferece serviços de saúde de forma itinerante e conta com aparelhos para a realização de exames, que necessitam de uma conectividade rápida, estável e confiável para o envio e recebimento de informações. Com a nova tecnologia, será possível observar a otimização nos encaminhamentos assíncronos de dados, bem como melhorar o streaming de vídeo durante uma teleconsulta. A partir da efetiva utilização do 5G, pacientes atendidos pela unidade móvel poderão ter acesso remoto com mais qualidade a médicos especializados do hospital, além da entrega rápida de resultados de exames.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas analisam ainda outros casos de uso, como o impacto da quinta geração de rede móvel integrada a uma inteligência artificial para predição de AVCs, utilizando imagens de ressonância magnética. Já nas áreas de cirurgia digital e telementoria de educação cirúrgica estão sendo feitas pesquisas para visualizar e comparar questões de velocidade e latência, conexão de devices e confiabilidade do 5G, por exemplo, para futuramente realizar procedimentos a distância, além de simulações com realidade virtual aos estudantes de medicina. Em ambulâncias, os testes buscam verificar a capacidade da tecnologia no apoio remoto de especialistas em emergências médicas graves, aproveitando cada segundo dos primeiros socorros.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>CPQD lança plataforma brasileira de inteligência artificial das coisas </title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/cpqd-lanca-plataforma-brasileira-de-inteligencia-artificial-das-coisas-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cpqd-lanca-plataforma-brasileira-de-inteligencia-artificial-das-coisas-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 18:05:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
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					<description><![CDATA[Denominada Pailot, a solução combina recursos e tecnologias de IoT e IA e tem como foco inicial projetos de indústria 4.0.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0dd92db2cbd" data-id="6a0dd92db2cbd" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">CPQD lança plataforma brasileira de inteligência artificial das coisas</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">O CPQD lançou a Pailot, uma plataforma brasileira de IAoT &#8211; inteligência artificial das coisas, que combina recursos de IoT &#8211; Internet das coisas e ferramentas de IA &#8211; inteligência artificial, com suporte e diversos serviços especializados oferecidos no país, em português. O foco inicial da nova solução são projetos de indústria 4.0.</p>
<p style="text-align: justify;">“A combinação de IoT e IA traz recursos que favorecem a convergência e a integração das áreas de tecnologia da informação e de operação da indústria”, diz Rafael Pacheco, gerente de produto no CPQD. “Com a plataforma Pailot, os dados coletados pela infraestrutura de IoT do chão de fábrica, por exemplo, transformam-se em informações valiosas tanto para a área operacional como para a TI da empresa, ao habilitar a capacidade de inteligência e aplicações como detecção de anomalias, reconhecimento de padrões, modelos de previsão e recomendação e até a decisão para intervenção autônoma”.</p>
<p style="text-align: justify;">Várias aplicações desse tipo são o foco de projetos desenvolvidos pelo CPQD para a indústria, utilizando ferramentas de IA como visão computacional, aprendizado de máquina (machine learning) e gêmeo digital, entre outras. Segundo o CPQD, a nova solução é flexível, segura, amigável, fácil e rápida de instalar, que pode ser customizada para uso na nuvem ou on-premise e adquirida como suíte ou por aplicação (módulo).</p>
<p style="text-align: justify;">A nova plataforma atua na coleta e organização dos dados, criação de regras de negócio e pipelines de integração (low code), gerenciamento de dispositivos e de acesso e dashboards customizados. Oferece ferramentas para análise de dados com recursos de aprendizado de máquina; opção de data lake, com capacidade para armazenar imagens, áudios e streaming, e API aberta para integração com outros softwares e aplicações. Inclui ainda recursos de segurança cibernética, privacidade e missão crítica associados aos ativos industriais e seus ambientes operacionais e pode ser integrada a redes privativas 4G ou 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">“A combinação de tecnologias e recursos da Pailot permite extrair valor dos dados da indústria, agilizando a tomada de decisões que podem trazer simplificação de processos, maior eficiência, qualidade e segurança para a empresa”, acrescenta Thatianne Mosimann, responsável pelo marketing estratégico da nova plataforma. Ela destaca que um diferencial importante da Pailot é o suporte especializado oferecido pelo CPQD, em português, no Brasil. “Também colocamos à disposição das empresas diversos serviços profissionais especializados que permitem otimizar o uso da plataforma, como apoio na identificação e projeto de aplicações, execução de integrações, bem como desenvolvimento e implantação de recursos de IA e IoT em ambientes industriais”, conclui.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>Conectividade: O caminho para o desenvolvimento do país</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/conectividade-o-caminho-para-o-desenvolvimento-do-pais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=conectividade-o-caminho-para-o-desenvolvimento-do-pais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 17:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 66]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Business intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[IIoT]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
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					<description><![CDATA[Além dos cidadãos, diversos setores da indústria brasileira são impactados com a melhor qualidade da infraestrutura de rede de telecomunicações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Conectividade: O caminho para o desenvolvimento do país</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">O novo PAC – Programa de Aceleração de Crescimento, anunciado este mês pelo Governo Federal, tem planos ambiciosos para ampliar a inclusão digital e a conectividade do país. Para tanto, a previsão é investir quase R$ 28 bilhões em serviços e infraestrutura de telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">A implantação do 5G e a expansão do 4G estão no topo da lista dos investimentos (18,5 bilhões). Deste volume, R$ 10,9 bilhões devem ser aplicados entre 2023 e 2026 – o restante deverá ser executado após 2026. As infovias regionais, estaduais e nacionais também serão beneficiadas. O novo PAC reserva R$ 1,9 bilhão para a construção ou ampliação dessas linhas digitais.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa também prevê ampliar a conectividade nas escolas e unidades de saúde, além de modernizar os serviços postais e aumentar e melhorar a oferta de programação de TV digital pelo país.</p>
<p style="text-align: justify;">O PAC é um programa de investimentos coordenado pelo governo federal, em parceria com o setor privado, estados, municípios e movimentos sociais. No total, serão aplicados R$ 1,7 trilhão (R$ 1,4 trilhão até 2026 e R$ 320,5 bilhões após 2026) para acelerar o crescimento econômico e a inclusão social, gerando emprego e renda, e reduzindo desigualdades sociais e regionais. Os investimentos previstos com recursos do OGU &#8211; Orçamento Geral da União somam R$ 371 bilhões; o das empresas estatais, R$ 343 bilhões; financiamentos, R$ 362 bilhões; e setor privado, R$ 612 bilhões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Novas aplicações </strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">É fato que a qualidade da infraestrutura de rede é fundamental para abrir caminho a novas aplicações e contribuir com o desenvolvimento econômico e social do país. Diversos setores da indústria brasileira são impactados pelo avanço da conectividade e da inclusão digital. Um exemplo é o mercado automotivo, com os carros conectados, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/veiculos-autonomos-impactos-para-a-sociedade/">tema de um artigo desta edição</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O agronegócio também depende de infraestruturas de telecom robustas para aumentar a produtividade e eficiência operacional. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/brasil-e-terreno-fertil-para-as-agtechs/">Como mostra um artigo publicado nesta edição</a>, inovações, como soluções de softwares de gestão e monitoramento, aplicabilidade de ferramentas de automação, IA &#8211; inteligência artificial e big data, ofertadas pelas agtechs, permitem aos produtores rurais administrar o campo com maior precisão e agilidade, garantindo maior rendimento nas lavouras e contribuindo para a oferta de alimentos em quantidade suficiente para atender à demanda crescente.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros temas desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/saiba-como-garantir-a-integridade-dos-dados/">integridade dos dados</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/celebre-suas-conquistas/">carreira</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/pop-inteligente-otimiza-servicos-e-abre-novas-oportunidades-de-negocios/">data center</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-poder-do-finops-maximizando-eficiencia-e-minimizando-custos-na-gestao-de-tecnologia/">FinOps</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cinco-perguntas-que-todo-lider-deve-fazer-sobre-o-armazenamento-como-servico/">armazenamento como serviço</a>.</p>

		</div>
	</div>
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