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	<title>Internet industrial &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Internet industrial &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Redes 5G com arquiteturas de baixa latência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2019 20:38:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estudo da 5G Americas mostra que as redes 5G estão sendo construídas com arquitetura ultra confiável e de baixa latência de comunicação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69937a19aba8f" data-id="69937a19aba8f" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Redes 5G com arquiteturas de baixa latência</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  De acordo com o estudo “Novos serviços e aplicativos com comunicações ultra confiáveis ​​e baixa latência com 5G&#8221;, publicado no portal Brecha Zero da 5G Americas, as redes 5G estão sendo construídas com uma arquitetura para a categoria de serviço URLLC &#8211; Ultra confiável e baixa latência de comunicação. A URLLC suportará uma série de serviços avançados em dispositivos conectados sensíveis à latência para habilitar aplicativos em um amplo espectro, como automação de fábrica, condução autônoma, Internet industrial e rede inteligente.</p>
<p style="text-align: justify;">  &#8220;As redes móveis e as indústrias verticais estão passando por uma importante transformação tecnológica, auxiliada por recursos críticos de comunicação em termos de baixa latência e alta confiabilidade, especialmente nos setores de assistência médica, automotivo, automação industrial, energia, saúde e entretenimento. Como as primeiras implementações comerciais da 5G se concentram em casos da banda larga móvel aprimorada, o futuro está se preparando para casos de uso que possam contar com confiabilidade ultra alta e características de baixa latência &#8220;, explicou José Otero, vice-presidente da 5G Américas para a América Latina e o Caribe.</p>
<p style="text-align: justify;">  O estudo detalha os princípios para alcançar a URLLC, explica a necessidade de uma nova abordagem e destaca os principais requisitos dos serviços da URLLC. Além disso, os próximos casos de uso de URLLC em transporte inteligente, automação de indústria, tele cirurgia, e os requisitos de latência e confiabilidade para essas aplicações são detalhados.</p>
<p style="text-align: justify;">  A baixa latência é crucial para garantir que os aplicativos sejam utilizáveis ​​e interativos, tanto na comunicações de humano para humano e humano para máquina como de máquina para máquina. O relatório apresenta uma breve descrição dos aplicativos emergentes, desafios de design e possíveis abordagens no design de URLLC.</p>
<p style="text-align: justify;">  A 5G Americas, uma associação setorial dos principais provedores de serviços e fabricantes do setor de telecomunicações, tem como missão apoiar e promover o desenvolvimento das capacidades da tecnologia sem fio LTE e sua evolução além da 5G, em todo o ecossistema de redes, serviços, aplicativos e dispositivos sem fio nas Américas.</p>

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	</div>
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		<title>Os avanços e desafios da Internet das coisas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Longinus Timochenco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2019 20:56:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 13]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
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					<description><![CDATA[Da mesma forma que a Internet das coisas promete facilitar processos e atividades, ela também demanda muita responsabilidade em relação à proteção.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69937a19ad81e" data-id="69937a19ad81e" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Os avanços e desafios da Internet das coisas</h1>

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			<p><strong>Longinus Timochenco, CISO – Chief Information Security Officer e diretor de governança corporativa na KaBuM!</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Quando o termo IoT &#8211; Internet das coisas foi criado, na década de 1990, ainda não se tinha ideia da importância que o assunto ganharia com o passar dos anos. A interconexão de dispositivos inteligentes, capazes de controlar, trocar ou compartilhar informações e dados, sem a necessidade de interação física com o ser humano, já é realidade em muitos setores e deve impactar cada vez mais a economia brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/iot-internet-das-coisas-na-industria/">Segundo o estudo “Internet das coisas: um plano de ação para o Brasil”, realizado pelo BNDES e pelo MCTIC &#8211; Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações</a>, a estimativa do impacto potencial da IoT no Brasil, até 2025, é de US$ 50 bilhões a US$ 200 bilhões por ano, valores que representam cerca de 10% do PIB – Produto Interno Bruto no país. Entre as prioridades de aplicação estão setores como saúde e indústria.</p>
<p style="text-align: justify;">  Monitoramento remoto das condições de saúde e do condicionamento físico por meio de <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/dispositivos-wearables-e-internet-das-coisas/">aparelhos vestíveis (wearables)</a>, sensores no leito de pacientes e apoio à identificação de síndromes e epidemias são alguns dos exemplos de como a Internet das coisas pode beneficiar tanto pacientes quantos hospitais e operadoras, permitindo melhorias na comunicação entre todos e contribuindo com diagnósticos preventivos e assertivos.</p>
<p style="text-align: justify;">  No setor industrial, há diversas aplicações de IoT capazes de melhorar processos, reduzir excessos e custos, criar novos modelos de negócios e aumentar a velocidade das operações. A Internet das coisas industrial (IIoT &#8211; Industrial Internet of Things) permite o monitoramento integrado de atividades, resultando em uma grande base de dados que auxilia nas tomadas de decisões automáticas, a partir da integração de equipamentos e máquina.</p>
<p style="text-align: justify;">  Tamanho avanço também requer maior preocupação com a segurança da informação e a proteção dos dados. É importante estar preparado para detectar possíveis ataques cibernéticos, que busquem causar danos físicos em uma instalação industrial ou prejudicar a funcionalidade da planta. Na área da saúde, o cuidado deve ser ainda maior, pois falhas podem ter impactos irreversíveis na vida das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Reforço aqui que, quanto maior o número de dispositivos conectados em uma rede, mais oportunidades de exposição e exploração de falhas serão possíveis. Da mesma forma que a Internet das coisas promete facilitar processos e atividades, ela também demanda muita responsabilidade em relação à proteção. É fundamental manter uma política de segurança consolidada, além do monitoramento contínuo dos dispositivos IoT e da adoção de medidas de mitigação de danos.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Indústria 4.0 e a segurança dos dados: Como acompanhar a evolução tecnológica de maneira segura?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2018 18:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 7]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69937a19aec36" data-id="69937a19aec36" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Indústria 4.0 e a segurança dos dados: Como acompanhar a evolução tecnológica de maneira segura?</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Conhecido como a quarta revolução, o movimento da indústria 4.0 coloca as fábricas em um novo patamar de produtividade, eficiência e gestão. Apesar de trazer inúmeros benefícios para toda a cadeia produtiva, essa mudança ainda gera muita insegurança.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Ricardo Gonçalves, diretor de desenvolvimento de negócios, da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.pollux.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Pollux</a></span></h4>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Com a chegada da indústria 4.0 e a automação dos dados, os processos produtivos ficaram superconectados. Conhecida como a quarta revolução, esse movimento colocou as fábricas em um novo patamar de produtividade, eficiência e gestão ao, por exemplo, promover a automatização de suas operações e migração dos dados para a nuvem. Se, por um lado, essas mudanças trazem inúmeros benefícios para toda a cadeia produtiva, como a melhora da performance, redução de custos e insumos para análises preditivas, por outro ainda gera muita insegurança.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por mais que essa preocupação seja legítima, é importante desmistificar alguns conceitos preestabelecidos sobre esta nova onda tecnológica. Todos os departamentos de uma fábrica precisam saber como lidar com estas informações e a maneira correta de preservá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">  Alguns setores, como tecnologia da informação, marketing, vendas, RH, gestão e finanças, já lidam com a automatização das suas operações há mais tempo e a migração para um ambiente cada vez mais digital acontece de maneira natural. Porém, para o chão de fábrica este ainda é um assunto novo, que gera dúvidas e inseguranças e, em muitos dos casos, atrasa a implementação de novos projetos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Porém, basta olhar o macro e perceber que a maioria das áreas da uma empresa já opera na nuvem para entender que as informações não ficam vulneráveis. O faturamento de uma corporação, o estoque das lojas e dados dos funcionários são alguns dos exemplos de informações sigilosas e importantes que já podem ser acessadas de qualquer lugar, sem que a insegurança seja um impeditivo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Durante nossas incursões por fábricas de todo o Brasil, um dos temores mais comuns é o vazamento de informações. Porém, ao analisarmos históricos de invasões em empresas de todo o mundo fica claro que a maioria delas não partiu de hackers e sim dos próprios colaboradores. Segundo pesquisa do Gartner, divulgada em 2015, os usuários são responsáveis por 95% das falhas de cloud computing &#8211; e não a tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um destes exemplos é o caso WikiLeaks, vazamento de informações da CIA que expôs muitos dados confidenciais dos EUA. O que os jornais noticiaram como uma invasão hacker, foi na verdade um ex-funcionário que facilitou o acesso a terceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">  No caso da indústria, o principal motivo para o vazamento de informações da nuvem pelos funcionários é o despreparo, falta de treinamento qualificado e problemas no processo operacional. Por isso, quando falamos em segurança, é fundamental manter em total harmonia o tripé: pessoas, processos e tecnologia. Não basta que os processos e a tecnologia sejam efetivos, se os usuários não estiverem cientes de como é importante proteger o ambiente corporativo.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Internet industrial</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Quando olhamos para a indústria é fácil perceber a rapidez com que ela vem evoluindo. A chamada Internet industrial tem um papel importantíssimo para o crescimento do país, principalmente, ao que se refere a inovações tecnológicas efetivas e seguras.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os robôs adotados nas fábricas passam por constantes manutenções preventivas para garantir que não haja nenhum erro que os tornem vulneráveis. Eles são preparados para desenvolverem suas atividades em sintonia com as demais máquinas e pessoas, contribuindo &#8211; e muito &#8211; para o desenvolvimento da nova economia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Tudo que é novidade gera “buzz” e é normal que as pessoas se sintam inseguras. Porém, posso afirmar que se as companhias investirem em processos, seguirem os protocolos de segurança e trabalharem todas as pontas de uma planta fabril, a digitalização as tornarão mais competitivas, não só frente aos concorrentes locais, mas também diante das empresas globais, que já avançam de forma mais rápida na disrupção das linhas de produção.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a chegada definitiva da indústria 4.0 todos departamentos da indústria &#8211; desde TI, passando por logística até a produção &#8211; ganharão competitividade e terão um rápido retorno financeiro.</p>
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