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	<title>Internet &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Internet &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>Mercado B2B é a nova fronteira para provedores de Internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 21:52:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[O cliente B2C está bem coberto e agora vemos ISPs brigando de “rouba monte”, diminuindo o valor de seu ticket enquanto poderiam olhar para outras oportunidades de mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><strong>Foto:jcomp, Freepik</strong></p>

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			<h1>Mercado B2B é a nova fronteira para provedores de Internet</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O cliente B2C está bem coberto e agora vemos ISPs brigando de “rouba monte”, diminuindo o valor de seu ticket enquanto poderiam olhar para outras oportunidades de mercado, como o segmento corporativo, que é muito promissor e diversificado.</h2>

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	</div>
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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Nos últimos vinte anos, acompanhei muitos provedores regionais de Internet enquanto eles passavam a fibra óptica pelo país e tornavam-se uma força de conexão bem mais representativa que as grandes operadoras. Dados da <a href="https://informacoes.anatel.gov.br/paineis/acessos/banda-larga-fixa" target="_blank" rel="noopener">Anatel</a> confirmam essa representatividade dos ISPs ao apontar que dos 50,8 milhões de pontos de internet banda larga fixa, 28,1 milhões estão a cargo de prestadores de pequeno porte. Estes também são responsáveis por transformaram a conexão doméstica no país, conectando 85% das residências nas áreas urbanas e 74% nas zonas rurais, conforme revela a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-10/numero-de-lares-urbanos-com-internet-passou-de-13-para-85-em-20-anos" target="_blank" rel="noopener">pesquisa TIC Domicílios</a>, articulada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil e divulgada no mês de outubro. Dessa forma, conclui-se que o cliente B2C está bem coberto e agora vemos ISPs brigando de “rouba monte”, diminuindo o valor de seu ticket enquanto poderiam olhar para outras oportunidades de mercado, como o segmento corporativo, que é muito promissor e diversificado.</p>
<p style="text-align: justify;">Basta olhar para os dados do MDICS &#8211; Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, que indica que o Brasil possui mais de 21 milhões de empresas. Pensando em volume de negócios, a oferta de internet é apenas a porta de entrada para os serviços que um ISP pode oferecer. Assim como nos clientes residenciais, onde a proximidade no atendimento é um grande diferencial em relação às grandes operadoras, o ISP pode aproveitar o acesso para oferecer produtos ou serviços complementares à conectividade como soluções de TI, aproveitando o fato que muitas pequenas e médias empresas não possuem um conhecimento técnico específico, porém precisam gerir uma série de informações críticas. Desta forma, os provedores podem atendê-las com a prestação de serviços em gerenciamento de rede, cibersegurança, data center (colocation, backup e recuperação de desastres), rede 5G privada e suporte técnico para todas essas demandas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma <a href="https://news.microsoft.com/pt-br/98-das-mpmes-em-transformacao-digital-reconhecem-o-impacto-positivo-da-tecnologia-nos-negocios/" target="_blank" rel="noopener">pesquisa da Microsoft</a> com micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) brasileiras em transformação digital mostrou que 98% das entrevistadas reconhecem o impacto positivo da tecnologia nos negócios, mas 20% encontram na adoção ou aquisição de tecnologias seus principais desafios. A pesquisa ainda revela que há uma inegável cultura de investimento em tecnologia (47% veem na inovação uma forma de gerar mais ganhos operacionais e comerciais) que anda ao lado da dificuldade em contratar e reter colaboradores com competências tecnológicas (61% dos entrevistados).</p>
<p style="text-align: justify;">É nesse espaço que o provedor de internet pode aproveitar a relação já estabelecida e nadar de braçada preenchendo os gargalos de expertise tecnológica com os clientes corporativos ao redirecionar seu mindset da venda transacional, focada em produtos, para uma abordagem que ofereça soluções ao cliente corporativo, de forma que este último possa dedicar-se com mais atenção ao consumidor final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Liberdade para focar no core business</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como exemplo de entrega de soluções, o ISP pode calibrar sua oferta à empresa com assinaturas do pacote Office 365 e/ou um antivírus, à semelhança das parcerias com streamings que faz para o cliente residencial. Afinal, como aponta a pesquisa da Microsoft citada anteriormente, o trabalho remoto ou flexível está presente em 55% das pequenas e médias empresas (PMEs) e entre as principais medidas para facilitar esse processo, estão a aquisição de sistemas de cibersegurança (55%) e as plataformas de videochamadas (51%). Unificar plataformas de trabalho, antivírus e uma internet resiliente são itens essenciais no mundo corporativo digitalizado, as quais o ISP pode atender ao conectar as PMEs com fornecedores e produtos qualificados.</p>
<p style="text-align: justify;">Dependendo do porte e habilidade de negócios, o provedor pode ainda agregar outras soluções ao seu portfólio, como segurança eletrônica, monitoramento, controle de acesso (catracas ou leitor facial), digital signage, sonorização de ambiente, internet das coisas, entre outras diversas demandas possíveis dentro da vertical na qual o negócio está inserido (Educação, Varejo, Farmácias, Transportes etc.). Assim, ele consolida um atendimento ampliado ao cliente B2B, aumentando o valor do ticket e a fidelização, já que o empresário-cliente vai poder focar mais em seu <em>core business</em> ao delegar tais preocupações técnicas – este pode, inclusive, ser um forte argumento de venda durante a prospecção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Atendimento consultivo</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Se o cliente residencial é sensível à flutuação do sinal de internet e à qualidade do serviço, o ISP pode esperar muito mais exigência do cliente corporativo, afinal ele também tem clientes para atender e “tempo é dinheiro”. É preciso dar atenção à infraestrutura e backoffice antes de dar o passo rumo ao B2B, com modernização de alguns equipamentos, se preciso.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, algumas notícias como <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202408/com-r-3-4-bilhoes-juscelino-filho-quase-triplica-credito-a-disposicao-para-empresas-expandirem-internet-em-regioes-carentes" target="_blank" rel="noopener">quase R$ 3 bilhões</a> em recursos do Fust &#8211; Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações e os <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-09/programa-amplia-credito-pequenos-provedores-de-internet" target="_blank" rel="noopener">R$ 550 milhões</a> do Programa Acessa Crédito Telecom soam como boas oportunidades de conseguir capital em condições diferenciadas, já que ambos são voltados para a expansão da infraestrutura em telecomunicações e transformação digital em pequenas cidades. O ISP atende o objetivo de expansão da rede de cada projeto e aproveita também dessa infraestrutura para explorar outras oportunidades de conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Incentivo os empreendedores a analisarem bem sua conjuntura e o mercado para tomar uma decisão consciente e planejada. Há público interessado em terceirizar serviços tecnológicos e, mais ainda, ávido para um atendimento consultivo que não só assuma demandas técnicas, mas que aponte caminhos tecnológicos que resultem em autonomia operacional. Isso tira uma grande carga de gestores e colaboradores, deixando-os livres para, de fato, dedicarem-se ao objetivo principal do negócio.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Estratégias inovadoras para fortalecer a segurança em redes IoT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 19:13:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 79]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[As redes LoRaWAN ainda enfrentam diversas ameaças, como ataques de repetição e interferência. Este estudo realiza uma revisão sistemática da literatura para mapear as vulnerabilidades e ataques documentados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfada9f" data-id="6a0bf2cfada9f" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Estratégias inovadoras para fortalecer a segurança em redes IoT</h1>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Com o avanço para a versão 1.1 do protocolo LoRaWAN, novas medidas de segurança foram introduzidas, especialmente no processo crítico de autenticação dos dispositivos finais, conhecido como Join Procedure. Apesar dessas melhorias, as redes LoRaWAN ainda enfrentam diversas ameaças, como ataques de repetição e interferência. Este estudo realiza uma revisão sistemática da literatura para mapear as vulnerabilidades e ataques documentados, além de propor estratégias para mitigar esses riscos e fortalecer a segurança das redes LoRaWAN, garantindo a integridade e confiabilidade das comunicações IoT.</h2>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong>Diogo Henrique Dantas Moraes; Matheus Jacon Pereira e Fabrício Gonçalves Torres, pesquisadores do IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo </strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">A crescente demanda por soluções de IoT &#8211; Internet das coisas tem impulsionado o uso da LoRaWAN, que se destaca por oferecer uma comunicação eficiente em longas distâncias com baixo consumo de energia, sendo ideal para diversas aplicações. Por outro lado, a segurança dessas redes, ainda latente, tem ganhado importância decorrente do aumento de ataques cibernéticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Lançada em 2017 pela LoRa Alliance, a versão 1.1 do protocolo LoRaWAN trouxe atualizações importantes, especialmente no que diz respeito à segurança e à estrutura da rede, resultando em conexões mais confiáveis e robustas. Entre as mudanças mais significativas está a introdução do JS &#8211; Join Server, que assumiu parte das funções de autenticação anteriormente gerenciadas pelo NS &#8211; Network Server. Agora, o JS é responsável pelo processamento do Join Procedure e pela geração de chaves de sessão, um passo crucial para garantir a segurança das comunicações na Internet das coisas (LoRa Alliance, 2017).</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto na versão 1.0 do LoRaWAN apenas duas chaves de sessão eram derivadas (AppSKey e NwkSKey), na versão 1.1 esse número aumentou para quatro: FNwkSIntKey, SNwkSIntKey, AppSKey e NwkSEncKey. Essa divisão proporciona uma camada extra de segurança, segregando as funções da rede e da aplicação. Além disso, a nova versão introduziu uma segunda chave raiz, a NwkKey, que trabalha em conjunto com a AppKey, aumentando ainda mais a proteção dos dados transmitidos. Na v1.0, existia apenas uma chave raiz, a AppKey. Outro detalhe interessante foi a substituição do termo AppEUI pelo mais moderno JoinEUI, reforçando a evolução do protocolo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dispositivos LoRaWAN podem se conectar à rede de duas formas: OTAA &#8211; Over-The-Air Activation ou ABP &#8211; Activation by Personalization. O ABP, apesar de ser uma solução mais simples e econômica, mantém as chaves de sessão durante toda a vida útil do dispositivo, o que representa um risco maior em caso de comprometimento (Butun, Pereira &amp; Gidlund, 2018). Já o método OTAA é mais seguro, pois gera novas chaves a cada conexão, utilizando o processo de Join Procedure para autenticação. Isso reduz drasticamente o risco de vazamentos e vulnerabilidades, tornando o OTAA a escolha mais adequada para aplicações que exigem maior segurança (Naoui, Elhdhili &amp; Saidane, 2018).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Estado da arte: segurança lorawan v1.1</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para mapear o estado da arte em relação às vulnerabilidades e ataques documentados durante o Join Procedure em redes LoRaWAN v1.1, realizamos uma revisão sistemática da literatura. Este levantamento foi conduzido nas principais bases de dados acadêmicas, incluindo a ACM Digital Library, IEEE Xplore, Scopus Digital Library e Web of Science. A tabela I apresenta o protocolo de revisão e figura 1 as etapas de seleção dos artigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final, chegou-se à seleção final de 12 artigos. A tabela II mostra as informações dos artigos selecionados.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfadd8f" data-id="6a0bf2cfadd8f" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfae156" data-id="6a0bf2cfae156" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img decoding="async" width="2560" height="1477" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Tabela-2-scaled.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Tabela 2" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Tabela-2-scaled.jpeg 2560w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Tabela-2-300x173.jpeg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Tabela-2-1680x969.jpeg 1680w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Tabela-2-768x443.jpeg 768w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Tabela-2-1536x886.jpeg 1536w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Tabela-2-2048x1181.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/estrategias-inovadoras-para-fortalecer-a-seguranca-em-redes-iot/tabela-2-2/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Tab. II - Artigos selecionados para a revisão sistemática</figcaption>
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			<h3 style="text-align: justify;">Análise dos resultados</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Esta seção aborda os principais aspectos de segurança do Join Procedure em redes LoRaWAN v1.1, destacando vulnerabilidades, formas de ataque e estratégias de mitigação propostas nos artigos analisados. Apesar das melhorias da versão 1.1, algumas vulnerabilidades ainda persistem, como o uso de chaves raízes estáticas, a limitação dos dispositivos finais em termos de bateria e processamento, e problemas relacionados à implementação do protocolo.</p>
<p style="text-align: justify;">Butun, Pereira e Gidlund (2018) discutem detalhadamente as chaves e o Join Procedure, afirmando, com base na ferramenta Scyther, que o LoRaWAN v1.1 é criptograficamente seguro. No entanto, alertam para vulnerabilidades comuns em redes sem fio, como ataques de repetição e análise de tráfego. Locatelli, Spadaccino e Cuomo (2021) propõem o uso de blockchain como solução para adicionar autenticação de dois fatores, mas reconhecem que essa abordagem aumenta a latência e só seria viável em redes com baixa demanda de transferência de dados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Considerações sobre o protocolo e propostas de melhoria</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O gerenciamento das chaves raiz é outra vulnerabilidade importante no protocolo, já que ele não prevê mecanismos de atualização das mesmas. Assim, na ocorrência de um ataque físico ou de interceptação com vazamento destas chaves, a segurança de toda a rede ficará prejudicada. Meios de aprimorar a segurança em relação às chaves são propostos em Gao, Li e Ma (2019), Hayati, Ramli, Windarta e Suryanegara (2022), Marlind e Butun (2020) e Donmez e Nigussie (2019).</p>
<p style="text-align: justify;">Gao, Li e Ma (2019) propõem o Secure-Packet-Transmission (SPT), que reformula o pacote de Join Request e adiciona criptografia a essa etapa da autenticação, de modo a evitar a manipulação dos dados que nesta etapa do Join Procedure são transmitidos em texto aberto. Apesar de os autores defenderem a viabilidade técnica desta solução, ela exigiria mudanças na organização dos pacotes trocados entre os dispositivos finais e servidores, além do custo em termos de processamento e bateria relacionado ao uso de criptografia no dispositivo final.</p>
<p style="text-align: justify;">Visando proteger a integridade dos dados e evitar ataques de repetição, Hayati, Ramli, Windarta e Suryanegara (2022) argumentam que as chaves raiz precisam ser atualizadas dinamicamente, de modo a minimizar o efeito negativo de seu vazamento. Assim, propõem um mecanismo em que o servidor de junção, após um período determinado, deriva novas chaves raízes e as envia criptografadas para o dispositivo final. Além disso, propõem a adição de timestamps aos pacotes de Join Request para evitar ataques de repetição.</p>
<p style="text-align: justify;">Na mesma direção, em Marlind e Butun (2020), é proposto um novo mecanismo de atribuição dinâmica das chaves raiz utilizando criptografia de chave pública, chamado Over the Air Activation (PK-OTAA). Em comparação com o OTAA, o consumo de bateria dos dispositivos finais é sensivelmente afetado; porém, os autores argumentam que a atualização das chaves raiz pode ser realizada eventualmente, não acarretando uma sobrecarga expressiva para os dispositivos finais se considerarmos todas as operações realizadas por eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o artigo de Donmez e Nigussie (2019) propõe, para sistemas de monitoramento de saúde, um mecanismo em que as chaves dos dispositivos finais são atualizadas periodicamente com a aproximação de um dispositivo mestre, sem incorrer em mudanças significativas no protocolo LoRaWAN ou sobrecarga no processamento e transmissão. Em contextos em que o dispositivo final pode ser acessado regularmente, esta pode ser uma solução viável para a atualização de chaves.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda relacionado ao gerenciamento das chaves, mas com foco nas limitações presentes nos dispositivos finais, McPherson e Irvine (2021) sugerem que um smartphone seja utilizado para a geração das chaves de segurança e as transfiram para os servidores pela internet, sendo as chaves transmitidas para o dispositivo final por meio do flash das câmeras com o uso de código Morse, sendo necessária a inclusão de um sensor luminoso nos dispositivos finais além de ajustes de software.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação a problemas referentes ao protocolo LoRaWAN v1.1 em si, Butun, Pereira e Gidlund (2018) fazem a descrição de diversas vulnerabilidades, entre elas as relacionadas a cada entidade participante da rede, à distribuição de chaves, ao método de ativação, à implementação, à retirada de um dispositivo da rede, ao DevEUI, ao JoinEUI e às questões relacionadas à interoperabilidade entre as versões do protocolo, acarretando vulnerabilidades que são discutidas com detalhes e em diferentes cenários por Loukil, Fourati, Nayyar e Chee (2022).</p>
<p style="text-align: justify;">Santamaria e Marchiori (2019) apresentam diversas preocupações em relação à implementação adequada do protocolo, com destaque para sua vulnerabilidade a ataques de sincronização em dispositivos da Classe B. Este ataque é simulado através de CPN Tools em Van Es, Vranken e Hommersom (2018), onde também são testados ataques de replay, levando em conta que as mensagens de Join-Accept não têm uma referência à mensagem de Join-Request correspondente, e de sequestro de sessão durante o downlink, situação experimentada em Locatelli, Spadaccino e Cuomo (2021), onde a configuração inadequada no processo de deduplicação de pacotes downlink é explorada na prática.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Conclusões e apontamentos futuros</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos avanços significativos introduzidos na versão 1.1 do protocolo LoRaWAN, especialmente no que diz respeito à segurança durante o Join Procedure, ainda existem vulnerabilidades críticas que podem ser exploradas por atacantes, como ataques de repetição e interferência. A análise realizada destacou a necessidade urgente de aprimorar os mecanismos de autenticação e gerenciamento de chaves, bem como a integração de tecnologias complementares para fortalecer a segurança das redes LoRaWAN. Portanto, é imperativo que futuras pesquisas e implementações práticas se concentrem em mitigar essas vulnerabilidades para garantir a integridade e confiabilidade das comunicações em ambientes de IoT.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfafa96" data-id="6a0bf2cfafa96" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h5 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><em>Diogo Henrique Dantas Moraes é graduado em Análise de Sistemas pela Fatec &#8211; Faculdade de Tecnologia de Sorocaba e pós-graduado (MTA) em Cibersegurança pelo IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas onde realizou pesquisa relacionada à segurança em redes LoraWAN. Atualmente é assessor de tecnologia no Banco do Brasil. </em></strong><strong><em><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:diogo.moraes.537@bb.com.br" target="_blank" rel="noopener">diogo.moraes.537@bb.com.br</a></span>.</em></strong></span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><em>Matheus Jacon Pereira é mestre em Engenharia da Computação &#8211; Redes de Computadores pelo IPT e graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP. Possui publicações acadêmicas nas áreas de RFID, Internet das Coisas, Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS), Rede de Computadores e automação. Atuou como professor em cursos de Engenharia de Computação, Engenharia Elétrica e Sistemas de Informação e atualmente é professor no curso de pós-graduação (MTA) em Cibersegurança ministrando disciplinas de Engenharia Reversa e Análise de Malware. Atuou na área de PD em companhias do setor de telecomunicações e é Pesquisador do IPT, trabalhando com pesquisa e desenvolvimento nas áreas de RFID, ITS, Internet das coisas, Redes de Computadores, Governança e Segurança da Informação. Além de liderar projetos de desenvolvimento para Sistemas operacionais Linux e Android, incluindo requisitos de cibersegurança. </em></strong><span style="color: #3366ff;"><strong><em><a style="color: #3366ff;" href="mailto:mjacon@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">mjacon@ipt.br</a>.</em></strong></span></span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><strong><em>Fabrício Gonçalves Torres é físico, mestre em Processos Industriais e gerente técnico do Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT. Possui mais de 18 anos de experiência em metrologia e realiza auditorias, consultorias e treinamentos na área de qualidade, metrologia e instrumentação. </em></strong><strong><em><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:fabrigt@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">fabrigt@ipt.br</a>;</span> </em></strong><strong><em><a href="mailto:mjacon@ipt.br" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #3366ff;">www.linkedin.com/in/fabriciogt</span></a>.</em></strong></h5>

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			</item>
		<item>
		<title>Segurança em redes LoRaWAN: Autenticação de dispositivos (Join Procedure)</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/seguranca-em-redes-lorawan-autenticacao-de-dispositivos-join-procedure/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=seguranca-em-redes-lorawan-autenticacao-de-dispositivos-join-procedure</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 18:27:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Frequências]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo detalha os mecanismos de autenticação em redes LoRaWAN, especialmente na versão 1.1, explicando como eles aumentam a segurança IoT.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb15e0" data-id="6a0bf2cfb15e0" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Segurança em redes LoRaWAN: Autenticação de dispositivos (Join Procedure)</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Dispositivos IoT estão sendo cada vez mais utilizados no contexto corporativo, coletivo e doméstico, com aplicações em logística, agricultura, indústria de manufatura, smart cities, smart devices, entre outros. Neste contexto, diversos protocolos de comunicação foram desenvolvidos para suprir a necessidade de comunicação sem fio, levando em consideração as características físicas, limitações computacionais, de armazenamento e memória presentes em dispositivos IoT. Entre os protocolos que permitem o desenvolvimento de redes LPWAN, destaca-se o LoRaWAN, desenvolvido e mantido pela LoRa Alliance a partir de 2015. Sua versão 1.1, de 2017, corrigiu diversos problemas de segurança encontrados na primeira versão da especificação. O objetivo deste artigo é detalhar os mecanismos de autenticação em redes LoRaWAN, especialmente na versão 1.1, explicando como eles aumentam a segurança da comunicação entre dispositivos IoT e mitigam diversos tipos de ataques.</h2>

		</div>
	</div>
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			<p><strong>Diogo Henrique Dantas Moraes; Matheus Jacon Pereira e Fabrício Gonçalves Torres, pesquisadores do IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo </strong></p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Existem diversas tecnologias de comunicação utilizadas em dispositivos de IoT &#8211; Internet das coisas, cada uma adequada a determinado contexto. Na comunicação de curto alcance, podemos destacar o Bluetooth Low Energy e o ZigBee. Já em redes onde é necessária a cobertura de uma grande área, as tecnologias conhecidas como LPWAN &#8211; Low Power Wide Area Network permitem comunicações de longo alcance com baixo consumo de energia, de modo que dispositivos com recursos limitados podem se comunicar a até 12 km em regiões abertas usando baterias por até 10 anos sem fonte de alimentação externa (Butun, Pereira &amp; Gidlund, 2018).</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as tecnologias LPWAN utilizadas para a comunicação em redes que apresentam baixa taxa de transmissão de dados, destaca-se a LoRaWAN &#8211; Long Range Wide Area Network. Baseada no protocolo de camada física LoRa &#8211; Long Range, as redes LoRaWAN organizam os dispositivos participantes por meio de uma topologia estrela de estrelas, que permite que os dispositivos finais alcancem seu gateway correspondente por meio de um link direto (Sanchez-Iborra et al., 2018). Esse arranjo permite a distribuição de muitos dispositivos finais que se comunicam com um gateway e, deste, com os servidores de rede (NS &#8211; Network Servers), servidores de aplicação (AS &#8211; Application Servers) e servidores de junção (JS &#8211; Join Servers). A figura 1 descreve a arquitetura LoRaWAN v1.1.</p>

		</div>
	</div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1135" height="485" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Seg_LORA_1.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Seg_LORA_1" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Seg_LORA_1.jpeg 1135w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Seg_LORA_1-300x128.jpeg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Seg_LORA_1-768x328.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1135px) 100vw, 1135px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/seguranca-em-redes-lorawan-autenticacao-de-dispositivos-join-procedure/seg_lora_1/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 1 - Layout da arquitetura LoRaWAN v1.1. Fonte: Adaptado de Butun; Pereira e Gidlund (2018)</figcaption>
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	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb203a" data-id="6a0bf2cfb203a" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">O objetivo deste artigo é detalhar os mecanismos de autenticação em redes LoRaWAN, com foco na versão 1.1 do protocolo. Pretendemos explicar como esses mecanismos contribuem para a segurança da comunicação entre dispositivos IoT, destacando os processos envolvidos no Join Procedure. Além disso, buscamos evidenciar as melhorias de segurança implementadas na versão 1.1 do LoRaWAN e como elas mitigam diversos tipos de ataques, proporcionando uma comunicação mais segura e confiável em aplicações IoT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Segurança em </strong><strong>LoRaWAN</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A LoRa Alliance, responsável pelo desenvolvimento das especificações LoRaWAN, dedica muita atenção ao problema de segurança desde as primeiras versões do protocolo. Uma grande melhoria em termos de segurança foi feita com a versão LoRaWAN v1.1, onde vários mecanismos de prevenção contra ataques foram implementados, chaves de segurança foram adicionadas (Loukil et al., 2022), e a arquitetura foi reformulada com a adição do JS. No entanto, as redes LoRaWAN v1.1 ainda são suscetíveis a diversos tipos de ataque, como ataques de Jamming, Network Flooding, Replay, Man In The Middle (MITM), análise de tráfego e de sincronização (Butun, Pereira &amp; Gidlund, 2018).</p>
<p style="text-align: justify;">A autenticação dos dispositivos finais à rede é um procedimento crucial para o estabelecimento de uma comunicação segura em redes LoRaWAN v1.1. O mecanismo mais seguro envolve a troca de mensagens entre o dispositivo final, o NS e o JS, que verificam a autenticidade. Este procedimento é chamado de Join Procedure.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>LoRaWAN V1.0 e LoRaWAN V1.1</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A versão 1.1 do protocolo LoRaWAN lançada em 2017 pela Lora Alliance trouxe mudanças na arquitetura e em aspectos relacionados à segurança das redes LoRaWAN, vale citar o advento do JS, as novas chaves de sessão e a alteração de alguns termos.</p>
<p style="text-align: justify;">O JS assume funções relacionadas ao Join Procedure que na versão 1.0 eram de responsabilidade do NS, sendo capaz de auxiliar no processamento do Join Procedure e na derivação de chaves de sessão (LORA ALLIANCE, 2017).</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação as chaves de sessão, na versão 1.1 são derivadas quatro delas (FNwkSIntkey, SNwkSIntKey, AppSKey e NwkSEncKey) no Join Server enquanto na versão 1.0 apenas duas (AppSKey e NwkSKey). Além disso, na versão 1.0 existe apenas uma chave raiz (AppKey) enquanto na versão 1.1 são duas (AppKey e NwkKey).</p>
<p style="text-align: justify;">Também vale citar que o termo AppEUI foi substituído por JoinEUI na versão 1.1 do protocolo e que a chave de rede anteriormente denominada AppKey corresponde a NwkKey em LoRaWAN v1.1.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Métodos de autenticação</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os dispositivos finais LoRaWAN precisam se conectar à rede por meio da Ativação OTAA &#8211; Over-The-Air ou da ABP &#8211; Activation by Personalization antes de poderem enviar dados pela rede, métodos descritos na Tabela 1. Nesse processo, são geradas as chaves de sessão que serão usadas para criptografar e calcular o MIC &#8211; Message Integrity Code das mensagens trocadas entre os servidores e os dispositivos finais (Naoui, Elhdhili &amp; Saidane, 2018).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tab. 1 &#8211; Métodos de autenticação</strong></p>
<table style="width: 98.3478%; height: 205px;">
<tbody>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="75"></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="179"><strong>Descrição</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="77"><strong>Vantagens</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="236"><strong>Desvantagens</strong></td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="75"><strong>ABP</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="179">Utiliza as mesmas chaves de sessão por toda a vida útil do dispositivo</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="77">Implementação simples e de baixo custo</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="236">Problemas com armazenamento de chaves e vulnerabilidade a ataques em caso de vazamento</td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="75"><strong>OTAA</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="179">Gera novas chaves de sessão para cada comunicação, mediada pelo Join Procedure</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="77">Maior segurança nas comunicações</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;" width="236">Procedimento mais complexo e possivelmente mais caro</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Join Procedure em LoRaWAN v1.1 </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A autenticação de um dispositivo final em uma rede LoRaWAN começa com o envio de uma solicitação de ingresso para o NS. Se a mensagem for autêntica, o NS encaminha a solicitação para o JS, que verifica a autenticidade, deriva as chaves de sessão e responde ao dispositivo final com as informações necessárias para a derivação dessas chaves. A figura 2 ilustra o fluxo de mensagens, chaves e campos relacionados ao Join Procedure.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb2509" data-id="6a0bf2cfb2509" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb282a" data-id="6a0bf2cfb282a" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div  class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="638" height="292" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Seg_LORA_2.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Seg_LORA_2" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Seg_LORA_2.jpeg 638w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Seg_LORA_2-300x137.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 638px) 100vw, 638px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/seguranca-em-redes-lorawan-autenticacao-de-dispositivos-join-procedure/seg_lora_2/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 2 - Join Procedure. Fonte: Imagem elaborada pelo autor</figcaption>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb2c0e" data-id="6a0bf2cfb2c0e" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Montagem da Join-Request</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para iniciar o Join Procedure em uma rede LoRaWAN, o dispositivo final envia uma mensagem de Join-Request, que contém os valores JoinEUI, DevEUI e DevNonce, conforme descrito na tabela 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tab. 2 &#8211; Valores da mensagem Join-Request </strong></p>
<table>
<tbody>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>DevEUI</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>JoinEUI</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>AppKey</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>NwkKey</strong></td>
</tr>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">ID único do dispositivo final</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">ID único do Join Server</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Chave raiz privada usada para derivar a chave de sessão de aplicação</td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Chave raiz privada usada para derivar as chaves de sessão de rede</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As redes LoRaWAN v1.1 utilizam essas duas chaves raiz para garantir a segurança dos dados (LORA ALLIANCE, 2017). O DevNonce é um contador gerado pelo dispositivo final, incrementado a cada Join-Request, e armazenado na memória não volátil para prevenir Replay Attacks. O dispositivo final gera um MIC &#8211; Message Integrity Code usando a NwkKey para proteger a integridade do pacote Join-Request (LORA ALLIANCE, 2017). Esta mensagem é assinada, mas não criptografada, já que o dispositivo ainda não possui as chaves de sessão antes de enviá-la ao NS (FEICHTINGER; NAKANO; FUKUSHIMA; KIYOMOTO, 2018).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Montagem da Join-Req</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O NS verifica se o DevNonce presente na Join-Request recebida não foi utilizado anteriormente, valida o MIC e adiciona ao pacote o endereço do dispositivo final na rede além de outros campos relacionados de configuração da rede.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Montagem da Join-Accept</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O JS &#8211; Join Server verifica a versão do protocolo LoRaWAN, gera o JoinNonce, adiciona o NetID e deriva quatro chaves de sessão, conforme tabela 3.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tab. 3 &#8211; Termos e descrições do Join-Accept</strong></p>
<table>
<tbody>
<tr style="border-style: solid; border-color: #000000;">
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>Termo</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>Descrição</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>JoinNonce</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Contador numérico único de 3 bytes, incrementado a cada mensagem de Join-Accept gerada, usado pelo dispositivo final para calcular as mesmas quatro chaves de sessão que o JS</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>NetID</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Identificador da rede.</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>Chaves de Sessão</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>Descrição</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>SNwkSIntKey</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Calcula o MIC em mensagens de downlink</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>FNwkSIntKey</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Calcula o MIC em mensagens de uplink</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>NwkSEncKey</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Encripta e desencripta comandos MAC</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;"><strong>AppSKey</strong></td>
<td style="border-style: solid; border-color: #000000; text-align: center;">Encripta e desencripta payloads da camada de aplicação</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As chaves de sessão não são transmitidas pela rede; o dispositivo final as deriva novamente usando as chaves raiz (comuns ao JS e ao dispositivo), o JoinNonce, o JoinEUI e o DevNonce. O JS gera um MIC para garantir a integridade do pacote e encripta os dados usando a NwkKey antes de enviar a resposta (Join Ans) ao Network Server (NS), que então encaminha o pacote (Join Accept) ao dispositivo final (LORA ALLIANCE, 2017).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Conclusão do Join-Procedure</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao receber o Join-Accept, o dispositivo final desencripta o pacote, verifica se os valores do MIC e do JoinNonce são adequados e deriva as quatro chaves de sessão. Então, o dispositivo final está registrado na rede, possuindo as quatro chaves de sessão necessárias para a comunicação segura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Conclusão</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A segurança em redes LoRaWAN é fundamental para garantir a integridade e confiabilidade das comunicações em aplicações IoT. A autenticação robusta dos dispositivos, especialmente através do método OTAA, protege contra diversos tipos de ataques e vulnerabilidades. O constante aprimoramento do protocolo LoRaWAN pela LoRa Alliance demonstra um compromisso contínuo com a segurança e a eficácia das redes LPWAN.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb314a" data-id="6a0bf2cfb314a" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h5 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><em>Diogo Henrique Dantas Moraes é graduado em Análise de Sistemas pela Fatec &#8211; Faculdade de Tecnologia de Sorocaba e pós-graduado (MTA) em Cibersegurança pelo IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas onde realizou pesquisa relacionada à segurança em redes LoraWAN. Atualmente é assessor de tecnologia no Banco do Brasil. </em></strong><strong><em><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:diogo.moraes.537@bb.com.br" target="_blank" rel="noopener">diogo.moraes.537@bb.com.br</a></span>.</em></strong></span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><em>Matheus Jacon Pereira é mestre em Engenharia da Computação &#8211; Redes de Computadores pelo IPT e graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP. Possui publicações acadêmicas nas áreas de RFID, Internet das Coisas, Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS), Rede de Computadores e automação. Atuou como professor em cursos de Engenharia de Computação, Engenharia Elétrica e Sistemas de Informação e atualmente é professor no curso de pós-graduação (MTA) em Cibersegurança ministrando disciplinas de Engenharia Reversa e Análise de Malware. Atuou na área de PD em companhias do setor de telecomunicações e é Pesquisador do IPT, trabalhando com pesquisa e desenvolvimento nas áreas de RFID, ITS, Internet das coisas, Redes de Computadores, Governança e Segurança da Informação. Além de liderar projetos de desenvolvimento para Sistemas operacionais Linux e Android, incluindo requisitos de cibersegurança. </em></strong><span style="color: #3366ff;"><strong><em><a style="color: #3366ff;" href="mailto:mjacon@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">mjacon@ipt.br</a>.</em></strong></span></span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><strong><em>Fabrício Gonçalves Torres é físico, mestre em Processos Industriais e gerente técnico do Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT. Possui mais de 18 anos de experiência em metrologia e realiza auditorias, consultorias e treinamentos na área de qualidade, metrologia e instrumentação. </em></strong><strong><em><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:fabrigt@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">fabrigt@ipt.br</a>;</span> </em></strong><strong><em><a href="mailto:mjacon@ipt.br" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #3366ff;">www.linkedin.com/in/fabriciogt</span></a>.</em></strong></h5>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><strong>Referencias:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
BUTUN, Ismail; PEREIRA, Nuno; GIDLUND, Mikael. Analysis of LoRaWAN v1.1 security. Proceedings Of The 4Th Acm Mobihoc Workshop On Experiences With The Design And Implementation Of Smart Objects &#8211; Smartobjects &#8217;18, [S.L.], p. 1-5, 2018. ACM Press. <a target="_blank" rel="noopener">http://dx.doi.org/10.1145/3213299.3213304</a>.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BUTUN, Ismail; PEREIRA, Nuno; GIDLUND, Mikael. Security Risk Analysis of LoRaWAN and Future Directions. Future Internet, [S.L.], v. 11, n. 1, p. 3, 21 dez. 2018. MDPI AG. <a target="_blank" rel="noopener">http://dx.doi.org/10.3390/fi11010003</a>.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FEICHTINGER, Kevin; NAKANO, Yuto; FUKUSHIMA Kazuhide; KIOMOTO, Shinsaku. Enhancing the security of over-the-air-activation of LoRaWAN using a hybrid cryptosystem. Int. J. Comput. Sci.Netw. Secur. 18 (2) (2018) 1–9.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GAO, Shu-Yang; LI, Xiao-Hong; MA, Mao-De. A Malicious Behavior Awareness and Defense Countermeasure Based on LoRaWAN Protocol. Sensors, [S.L.], v. 19, n. 23, p. 5122, 22 nov. 2019. MDPI </strong><strong>AG. <a href="http://dx.doi.org/10.3390/s19235122" target="_blank" rel="noopener">http://dx.doi.org/10.3390/s19235122</a>.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>HAYATI, Nur; RAMLI, Kalamullah; WINDARTA, Susila; SURYANEGARA, Muhammad. A Novel Secure Root Key Updating Scheme for LoRaWANs Based on CTR_AES DRBG 128. Ieee Access, [S.L.], v. 10, p. 18807-18819, 2022. Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE). <a href="http://dx.doi.org/10.1109/access.2022.3150281" target="_blank" rel="noopener">http://dx.doi.org/10.1109/access.2022.3150281</a>.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>KITCHENHAM, B. Procedures for performing systematic reviews. Keele, UK, Keele Univ., v. 33, 08 2004.<br />
LOCATELLI, Pierluigi; SPADACCINO, Pietro; CUOMO, Francesca. Hijacking Downlink Path Selection in LoRaWAN. 2021 Ieee Global Communications Conference (Globecom), [S.L.], p. 1-6, dez. 2021. IEEE. <a href="http://dx.doi.org/10.1109/globecom46510.2021.9685973" target="_blank" rel="noopener">http://dx.doi.org/10.1109/globecom46510.2021.9685973</a>.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LOCATELLI, Pierluigi; SPADACCINO, Pietro; CUOMO, Francesca. Ruling Out IoT Devices in LoRaWAN. Ieee Infocom 2022 &#8211; Ieee Conference On Computer Communications Workshops (Infocom Wkshps), [S.L.], p. 1-2, 2 maio 2022. IEEE.<a href="http://dx.doi.org/10.1109/infocomwkshps54753.2022.9798063" target="_blank" rel="noopener"> http://dx.doi.org/10.1109/infocomwkshps54753.2022.9798063</a>.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“LoRaWAN v1.0 Specification”LoRa Alliance, Fremont, CA, USA, 2015.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“LoRaWAN v1.1 Specification”LoRa Alliance, Fremont, CA, USA, 2017.</strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>LoRa: Tecnologia de radiofrequência para comunicação em longas distâncias</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/lora-tecnologia-de-radiofrequencia-para-comunicacao-em-longas-distancias/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lora-tecnologia-de-radiofrequencia-para-comunicacao-em-longas-distancias</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 18:42:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 77]]></category>
		<category><![CDATA[Frequências]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[LoRa]]></category>
		<category><![CDATA[LoRaWAN]]></category>
		<category><![CDATA[Radiofrequência]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=21338</guid>

					<description><![CDATA[Este artigo apresenta a tecnologia LoRa, que permite a comunicação sem fio de dados a longas distâncias com baixo consumo de energia, e introduz o protocolo LoRaWAN. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb532e" data-id="6a0bf2cfb532e" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h1>LoRa: Tecnologia de radiofrequência para comunicação em longas distâncias</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">A tecnologia LoRa &#8211; Long Range permite a comunicação sem fio de dados a longas distâncias com baixo consumo de energia, alcançando até 15 quilômetros em condições ideais, e variando de 3 km a 4 km em áreas urbanas e até 12 km em áreas rurais. Ideal para aplicações de IoT &#8211; Internet das coisas como agricultura de precisão, cidades inteligentes e logística, a LoRa é eficaz na transmissão de mensagens curtas em locais de difícil acesso e em dispositivos alimentados por bateria, que podem operar por longos períodos sem recarga frequente. O protocolo LoRaWAN complementa a LoRa ao padronizar a conectividade e assegurar a interoperabilidade entre dispositivos de diferentes fabricantes, facilitando a implementação de redes de sensores e dispositivos em larga escala. Este artigo apresenta a tecnologia LoRa e introduz o protocolo LoRaWAN.</h2>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb543c" data-id="6a0bf2cfb543c" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong>Diogo Henrique Dantas Moraes; Matheus Jacon Pereira e Fabrício Gonçalves Torres, pesquisadores do IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo </strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">A tecnologia LoRa &#8211; <em>Long Range</em> é uma solução de comunicação sem fio projetada para permitir a transmissão de dados a longas distâncias com baixo consumo de energia. Com capacidade para alcançar até 15 quilômetros em condições ideais, a LoRa oferece um alcance significativo mesmo em ambientes urbanos, onde a cobertura costuma variar entre 3 km e 4 km, e em áreas rurais, onde pode superar os 12 km. Essa amplitude de cobertura torna a tecnologia ideal para uma variedade de aplicações no campo da IoT &#8211; Internet das coisas. Entre as principais aplicações, destacam-se a agricultura de precisão, onde sensores de umidade do solo e temperatura ajudam a otimizar o uso de água e insumos; cidades inteligentes, com monitoramento de qualidade do ar, iluminação pública e gerenciamento de resíduos; e logística, através do rastreamento de ativos e controle de condições ambientais em tempo real.</p>
<p style="text-align: justify;">Em linhas gerais LoRa é eficaz em cenários que requerem a transmissão de mensagens curtas em locais de difícil acesso, como sensores e monitores remotos, além de dispositivos alimentados por bateria. Esses dispositivos podem funcionar por longos períodos sem a necessidade de recarga frequente, graças ao baixo consumo energético da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">O protocolo LoRaWAN &#8211; <em>Long Range Wide Area Network</em> complementa a tecnologia LoRa ao definir a arquitetura do sistema e os parâmetros de comunicação necessários. Este protocolo padroniza a conectividade, assegurando uma interoperabilidade robusta entre dispositivos de diferentes fabricantes e facilitando a implementação de redes de sensores e dispositivos IoT em grande escala. A figura 1 apresenta o <em>layout</em> padrão das soluções que utilizam LoRAWan.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb5607" data-id="6a0bf2cfb5607" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb590c" data-id="6a0bf2cfb590c" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb5e38" data-id="6a0bf2cfb5e38" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">A tecnologia LoRa</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">LoRa é uma tecnologia LPWAN, sua arquitetura envolve a camada física, reponsável pela modulação, e a camada <em>Media Access Control</em> (MAC) controlada pelo protocolo LoRaWAN. A figura 2 descreve a arquitetura das redes LoRa.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb61fa" data-id="6a0bf2cfb61fa" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb64c9" data-id="6a0bf2cfb64c9" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="336" height="155" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-2-1.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Figura 2 (1)" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-2-1.jpeg 336w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-2-1-300x138.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 336px) 100vw, 336px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/lora-tecnologia-de-radiofrequencia-para-comunicacao-em-longas-distancias/figura-2-1/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Fig. 2 - Arquitetura das redes LoRa. Fonte: Adaptado de Sanches-Iborra et al., (2018)</figcaption>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb68eb" data-id="6a0bf2cfb68eb" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">LoRa se baseia na técnica de modulação de espectro CCS &#8211; <em>Chirp Spread Spectrum</em> e apresenta como principais parâmetros o <em>Spread Factor</em>, <em>Coding Rate</em> e <em>Bandwidth</em> (SANCHEZ-IBORRA et al., 2018).</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>Spread Factor</em> regula a relação inversa entre a sensibilidade do equipamento receptor e a taxa de dados transmitidos. <em>Coding Rate</em> se relaciona a codificação de erro acarretando bits a mais na carga útil da camada física das redes. O <em>Bandwidth</em> define a largura de banda; a mais utilizada é 125 kHz sendo que 250 kHz e 500 kHz também são suportadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">O protocolo LoRaWAN</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">LoRaWAN é o protocolo que define a arquitetura do sistema e os parâmetros de comunicação utilizados para a transmissão de dados baseados em LoRa. As redes LoRaWAN apresentam a topologia estrelas de estrelas, os <em>gateways</em> são responsáveis pela comunicação entre os dispositivos finais e os servidores de rede que encaminham os pacotes de cada dispositivo final para o servidor de aplicação associado a ele.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">Classes dos dispositivos</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os dispositivos finais presentes nas redes LoRaWAN apresentam três classes de dispositivos, conforme apresentado na figura 3.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb6cd3" data-id="6a0bf2cfb6cd3" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb6fba" data-id="6a0bf2cfb6fba" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="1473" height="414" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-3.jpeg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="" title="Figura 3" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-3.jpeg 1473w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-3-300x84.jpeg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Figura-3-768x216.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1473px) 100vw, 1473px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/lora-tecnologia-de-radiofrequencia-para-comunicacao-em-longas-distancias/figura-3-13/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption"> Fig. 3 - Classes dos dispositivos. Fonte: Adaptado de Sanches-Iborra et al., (2018)</figcaption>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb73e5" data-id="6a0bf2cfb73e5" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">Dispositivos da classe A, mais comuns, apresentam otimização da bateria chegando a anos de duração (SANCHEZ-IBORRA et al., 2018).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">LoRaWAN v1.0 e LoRaWAN v1.1</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A versão 1.0 do LoRaWAN foi a primeira especificação publicada para padronizar a comunicação entre dispositivos LoRa e a infraestrutura de rede. A versão 1.1 do protocolo lançada em 2017 pela <em>Lora Alliance</em> trouxe mudanças na arquitetura e em aspectos relacionados à segurança das redes, vale citar o advento do Servidor de Aplicação, as novas chaves de sessão e a alteração de alguns termos.</p>
<p style="text-align: justify;">O servidor de aplicação assume funções relacionadas ao <em>Join Procedure</em>, que é um processo fundamental no protocolo permitindo a um dispositivo final se associar à rede de maneira segura, através de autenticação e chaves criptográficas. Na versão 1.0 este procedimento era de responsabilidade do servidor de eede, de forma mais limitada (LORA ALLIANCE, 2017).</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb77a3" data-id="6a0bf2cfb77a3" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h5 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><em>Diogo Henrique Dantas Moraes é graduado em Análise de Sistemas pela Fatec &#8211; Faculdade de Tecnologia de Sorocaba e pós-graduado (MTA) em Cibersegurança pelo IPT &#8211; Instituto de Pesquisas Tecnológicas onde realizou pesquisa relacionada à segurança em redes LoraWAN. Atualmente é assessor de tecnologia no Banco do Brasil. </em></strong><strong><em><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:diogo.moraes.537@bb.com.br" target="_blank" rel="noopener">diogo.moraes.537@bb.com.br</a></span>.</em></strong></span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><em>Matheus Jacon Pereira é mestre em Engenharia da Computação &#8211; Redes de Computadores pelo IPT e graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP. Possui publicações acadêmicas nas áreas de RFID, Internet das Coisas, Sistemas Inteligentes de Transporte (ITS), Rede de Computadores e automação. Atuou como professor em cursos de Engenharia de Computação, Engenharia Elétrica e Sistemas de Informação e atualmente é professor no curso de pós-graduação (MTA) em Cibersegurança ministrando disciplinas de Engenharia Reversa e Análise de Malware. Atuou na área de PD em companhias do setor de telecomunicações e é Pesquisador do IPT, trabalhando com pesquisa e desenvolvimento nas áreas de RFID, ITS, Internet das coisas, Redes de Computadores, Governança e Segurança da Informação. Além de liderar projetos de desenvolvimento para Sistemas operacionais Linux e Android, incluindo requisitos de cibersegurança. </em></strong><span style="color: #3366ff;"><strong><em><a style="color: #3366ff;" href="mailto:mjacon@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">mjacon@ipt.br</a>.</em></strong></span></span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><strong><em>Fabrício Gonçalves Torres é físico, mestre em Processos Industriais e gerente técnico do Laboratório de Metrologia Elétrica do IPT. Possui mais de 18 anos de experiência em metrologia e realiza auditorias, consultorias e treinamentos na área de qualidade, metrologia e instrumentação. </em></strong><strong><em><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:fabrigt@ipt.br" target="_blank" rel="noopener">fabrigt@ipt.br</a>;</span> </em></strong><strong><em><a href="mailto:mjacon@ipt.br" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #3366ff;">www.linkedin.com/in/fabriciogt</span></a>.</em></strong></h5>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“LoRaWAN v1.0 Specification”. LoRa Alliance, Fremont, CA, USA, 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">“LoRaWAN v1.1 Specification”. LoRa Alliance, Fremont, CA, USA, 2017.</p>
<p style="text-align: justify;">ANTAMARIA, Michael; MARCHIORI, Alan. Demystifying LoRa WAN Security and Capacity. 2019 29Th International Telecommunication Networks And Applications Conference (Itnac), [S.L.], p. 30-35, nov. 2019. IEEE.</p>
<p style="text-align: justify;">BARRIGA, Jhonattan J.; YOO, Sang Guun. Securing End-Node to Gateway Communication in LoRaWAN With a Lightweight Security Protocol. Ieee Access, [S.L.], v. 10, p. 96672-96694, 2022. Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE). <a href="http://dx.doi.org/10.1109/access.2022.3204005">http://dx.doi.org/10.1109/access.2022.3204005</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">EMBARCADOS. Conheça a tecnologia LoRa e o protocolo LoRaWAN. Disponível em: <a href="https://embarcados.com.br/conheca-tecnologia-lora-e-o-protocolo-lorawan/">https://embarcados.com.br/conheca-tecnologia-lora-e-o-protocolo-lorawan/</a>. Acesso em: 04 jul. 2024.</p>
<p style="text-align: justify;">SANCHEZ-IBORRA, Ramon; SANCHEZ-GOMEZ, Jesus; BALLESTA-VIÑAS, Juan; CANO, Maria-Dolores; SKARMETA, Antonio. Performance Evaluation of LoRa Considering Scenario Conditions. Sensors, [S.L.], v. 18, n. 3, p. 772, 3 mar. 2018. MDPI AG. http://dx.doi.org/10.3390/s18030772.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bradesco adota tecnologia via satélite em agências do Amazonas</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/bradesco-adota-tecnologia-via-satelite-em-agencias-do-amazonas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=bradesco-adota-tecnologia-via-satelite-em-agencias-do-amazonas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 18:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Internet via satélite]]></category>
		<category><![CDATA[ISP]]></category>
		<category><![CDATA[Provedor de Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Satélite]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=20353</guid>

					<description><![CDATA[As agências dos municípios de Tefé, Carauari e Tabatinga vão operar com a solução de satélites Starlink, da empresa norte-americana SpaceX.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfb91d0" data-id="6a0bf2cfb91d0" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Bradesco adota tecnologia via satélite em agências do Amazonas</h1>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">O Bradesco acaba de conectar três agências bancárias do Amazonas aos satélites Starlink, da empresa norte-americana SpaceX do bilionário Elon Musk. Os municípios escolhidos foram Tefé, Carauari e Tabatinga. Em conjunto com a Sencinet, integradora de soluções e serviços gerenciados, as unidades bancárias contam uma infraestrutura que permite a realização de transações e comunicações on-line de forma ainda mais rápida e eficiente para os clientes. O Banco ainda prevê para este mês a instalação da tecnologia nas cidades de São Gabriel da Cachoeira, Benjamin Constant e Manicoré.</p>
<p style="text-align: justify;">“A inovação e o uso de tecnologias emergentes para atender os nossos clientes fazem parte do DNA do Bradesco, e os primeiros resultados dessa nova conexão nos permitem afirmar que esse modelo será rapidamente replicado em outras localidades com as mesmas características”, diz Walkiria Schirrmeister Marchetti, diretora executiva de TI do Bradesco.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Banco, uma das principais vantagens do uso da solução é a maior velocidade de resposta para as comunicações da instituição financeira, principalmente em locais que não chega nenhuma outra tecnologia de alta velocidade como a fibra óptica. Isso é possível porque a Starlink oferece uma constelação de satélites de baixa órbita (LEO), em contraste com outras soluções até então disponíveis no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Jayme Ribeiro, diretor executivo de vendas e marketing da Sencinet, explica que essa distância mais curta resulta em menor latência e permite uma transferência de dados mais rápida. “Usar os satélites LEO possibilita uma velocidade até 100 vezes maior do que o sistema utilizado atualmente, como também pode ser utilizado como contingência em locais que possuem fibra óptica sem opção de segundo link com alta performance.”</p>
<p style="text-align: justify;">A Sencinet ainda instalou soluções SD-WAN, tecnologia que permite uma ampliação significativa dos níveis de segurança em toda a rede, e criou uma parceria com ISPs &#8211; provedores de serviços de Internet locais para estabelecer um segundo link de conexão, garantindo mais qualidade e estabilidade operacional, já que o Bradesco tem o padrão de atuar com duas conexões em cada agência e, neste caso, contará com dois acessos diferentes à Internet: via Starlink e via ISP local.</p>

		</div>
	</div>
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		<item>
		<title>BNDES amplia em R$ 1,1 bi crédito para acesso à banda larga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 19:34:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[MCom]]></category>
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					<description><![CDATA[Recursos são do FUST - Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações, em parceria do Banco com o Ministério das Comunicações. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfba36f" data-id="6a0bf2cfba36f" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">BNDES amplia em R$ 1,1 bi crédito para acesso à banda larga</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">O BNDES &#8211; Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ampliará a disponibilidade de crédito ao setor de telecomunicações em R$ 1,1 bilhão, por meio do FUST &#8211; Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações em ação conjunta com o MCom &#8211; Ministério das Comunicações.</p>
<p style="text-align: justify;">Empresas prestadoras de serviços de telecomunicações e outras entidades com atividades compatíveis com os projetos terão acesso a crédito para aplicação em iniciativas que ampliem o acesso à Internet banda larga no país, especialmente em escolas, favelas e áreas rurais.</p>
<p style="text-align: justify;">As operações poderão ser contratadas nas modalidades direta (crédito a partir de R$ 10 milhões) e indireta (financiamentos de até R$ 10 milhões por meio dos agentes repassadores). No futuro, alternativas não reembolsáveis também serão oferecidas. “Nesta primeira fase, buscamos, via crédito, ampliar a fronteira econômica das redes de telecomunicações, financiando projetos em áreas sem conexão adequada, com foco inicial em escolas, área rural, pequenos municípios e favelas, bem como apoiando a aquisição de equipamentos para expansão dos pequenos provedores de internet por meio dos agentes financeiros repassadores”, explicou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O nosso principal foco são as escolas públicas, unidades de saúde e comunidades de difícil acesso e é por isso que colocamos esse público na modalidade direta reembolsável. Ou seja, é um grande investimento que nós estamos fazendo para reduzir as desigualdades e levar acesso à internet para regiões que hoje estão excluídas digitalmente”, completou o ministro das Comunicações, Juscelino Filho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Operações diretas</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Além do valor mínimo de R$ 10 milhões, as operações diretas com o BNDES devem necessariamente ter como foco a instalação de banda larga em áreas que não contêm adequadamente com o serviço. Para tanto, devem atender a uma ou mais áreas indicadas em lista elaborada pela Anatel (<a href="https://informacoes.anatel.gov.br/paineis/infraestrutura/projetos-FUST" target="_blank" rel="noopener">https://informacoes.anatel.gov.br/paineis/infraestrutura/projetos-FUST</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">A nova linha contará com prazo de pagamento de até 15 anos e participação de até 100% do valor total dos projetos. A taxa de juros será formada pelo custo financeiro TR (Taxa Referencial), remuneração do BNDES de 2,5% ao ano e pela taxa de risco de crédito, que será variável conforme o risco do cliente e os prazos do financiamento. Projetos para conexão de escolas, favelas ou áreas rurais prioritárias terão condições ainda melhores, com remuneração do BNDES de 1% ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Operações indiretas </strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Micro, pequenos e médios provedores de internet poderão ter acesso a crédito de até R$ 10 milhões (a cada 12 meses) para aquisição de equipamentos de telecomunicações (credenciados no BNDES). O objetivo é expandir os serviços de conectividade e fortalecer os fornecedores locais de tecnologia. Os agentes financeiros repassadores de recursos do BNDES poderão oferecer a linha de crédito às empresas interessadas a partir de setembro deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">A nova solução contará com prazo de pagamento de até dez anos, incluindo um prazo de carência de até dois anos, podendo a participação ser de até 100% do valor total dos itens financiados. A taxa de juros será formada pelo custo financeiro TR &#8211; taxa referencial ou taxa fixa TR (TFB-TR), remuneração do BNDES de 1,45% ao ano e pela taxa do agente financeiro de até 7% ao ano.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> </strong></h3>
<h5 style="text-align: justify;">Fonte: BNDES Imprensa</h5>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> </strong></h3>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E: Conexões mais rápidas e compatibilidade com os mais diversos dispositivos</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/wi-fi-6-e-wi-fi-6e-conexoes-mais-rapidas-e-compatibilidade-com-os-mais-diversos-dispositivos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=wi-fi-6-e-wi-fi-6e-conexoes-mais-rapidas-e-compatibilidade-com-os-mais-diversos-dispositivos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 18:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 62]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[As tecnologias trazem benefícios significativos para usuários residenciais e corporativos e se mostram uma excelente oportunidade para melhorar o serviço prestado pelas operadoras de telecom e provedores de serviços de Internet. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E: Conexões mais rápidas e compatibilidade com os mais diversos dispositivos</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Esta edição da Revista Digital Infra News Telecom traz uma<a href="https://www.infranewstelecom.com.br/wi-fi-6-e-wi-fi-6e-abrem-caminho-para-aplicacoes-mais-aprimoradas/"> matéria especial sobre as tecnologias Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E</a>. Patrocinado pela <a href="https://wdcnet.com.br/produto/roteador-wi-fi-ax-2/" target="_blank" rel="noopener">WDC Networks</a>, empresa de tecnologia que atua nos setores de telecomunicações, energia solar, data center e corporativo, listada na B3, e produzido pela equipe de redação da Infra News Telecom, o conteúdo mostra que as tecnologias começam a mudar o mercado de telecom, com conexões mais rápidas e melhor compatibilidade com os mais diversos dispositivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os novos padrões IEEE 80211ax trazem benefícios significativos para usuários residenciais e corporativos e se mostram uma excelente oportunidade para melhorar o serviço prestado pelas operadoras de telecom e ISPs – provedores de serviços de Internet. As tecnologias Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E permitem atender a mais usuários, com uma banda significativamente maior e redução do consumo energético, além de oferecerem maior confiabilidade da conexão, cobertura e qualidade de sinal.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Matheus Costa, analista de pesquisa e consultoria de infraestrutura de TIC da IDC Brasil, os equipamentos Wi-Fi 6 já correspondem a mais de 60% das<strong> </strong>vendas do mercado empresarial de WLAN. E isso é só o começo. Com o aumento do número de dispositivos conectados e a chegada do 5G, o Wi-Fi 6 e Wi-Fi 6E vão ganhar cada vez mais espaço. “O Wi-Fi 6 entrega o que está no topo da lista de desejos dos usuários de internet, que é poder andar livremente por sua casa/empresa sem interrupção ou queda de velocidade no sinal de Wi-Fi. Em um mercado altamente competitivo, com clientes cada vez mais exigentes e impacientes, podemos afirmar que este não é um diferencial qualquer, e pode destacar um ISP regional frente aos concorrentes”, diz Marcelo Rezende, diretor de operações da WDC Networks, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/wi-fi-6-e-a-aceleracao-da-transformacao-digital/">em um outro artigo publicado nesta edição</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, ainda há alguns desafios para a consolidação dos padrões, em especial o Wi-Fi 6E. Francisco Soares, vice-presidente de relações governamentais da Qualcomm, alerta que é preciso aprovar a regulamentação do AFC &#8211; Automated Frequency Coordination, que está em avaliação pela agência reguladora e permitirá escalar a tecnologia para uso outdoor, garantindo que não haja inferências com os sistemas fixos operando na mesma banda.</p>
<p style="text-align: justify;">Edelberto Franco Silva, do departamento de Ciências da Computação da Universidade Federal de Juiz de Fora, de Minas Gerais, ainda aponta o custo inicial dos equipamentos e questões como compatibilidade, investimento em hardware, configuração e gerenciamento de rede mais complexos e interferência. “Uma vez que existem pontos de acesso que suportam a tecnologia, é necessário que hardware de dispositivos móveis, como smartphones, também a suportem e há a necessidade de configuração do equipamento para fornecer todas as características do padrão, o que pode necessitar de especialistas, ou então limitar o ganho na adoção do equipamento com a nova tecnologia.”</p>
<p style="text-align: justify;">Outros temas desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/cinco-dicas-para-reduzir-custos-com-analise-de-big-data/">big data</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/a-inteligencia-artificial-ameaca-o-meu-trabalho-nao-mas-vai-exigir-constante-evolucao/">inteligência artificial</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/quantas-vidas-sua-carreira-vai-esperar/">carreira</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/open-gateway-apis-e-a-proxima-revolucao/">open gateway APIs</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/as-diferentes-medidas-de-tempo-frequencia-e-suas-aplicacoes/">medidas de tempo &amp; frequência e suas aplicações</a>.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo de SP lança programa para incentivar transformação digital nos municípios</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/governo-de-sp-lanca-programa-para-incentivar-transformacao-digital-nos-municipios/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=governo-de-sp-lanca-programa-para-incentivar-transformacao-digital-nos-municipios</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 18:51:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[TecnoCidades pretende melhorar serviços públicos por meio de inovações em áreas como saúde, mobilidade, segurança e educação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfbd209" data-id="6a0bf2cfbd209" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Governo de SP lança programa para incentivar transformação digital nos municípios</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">O Governo de SP lançou um programa para fomentar a transformação digital nos municípios paulistas. Denominado TecnoCidades, o programa tem como foco incentivar e apoiar o desenvolvimento e a implantação de novas soluções tecnológicas capazes de melhorar os serviços prestados à população, otimizar a gestão pública e garantir uma economia cada vez mais competitiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele é fruto de uma iniciativa conjunta entre a SDE &#8211; Secretaria de Desenvolvimento Econômico e a InvestSP, a agência de promoção de investimentos do Estado. “O 5G é essencial para o crescimento de todos os setores da economia. Acredito que podemos chegar a 270 municípios com a tecnologia até o final deste ano e esse é um passo importante para darmos início ao desenvolvimento estabelecido pelo governador Tarcísio de Freitas como um dos pilares desse governo”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jorge Lima.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira frente de trabalho do TecnoCidades é acelerar a chegada da Internet 5G ao interior do Estado.  “Esse é um grande movimento liderado pela InvestSP com o intuito de sensibilizar os gestores municipais para que invistam em tecnologia como instrumento de transformação das suas cidades em ecossistemas tecnológicos e inteligentes, com foco na melhoria da qualidade de vida dos moradores e no desenvolvimento sustentável dos municípios”, disse a vice-presidente executiva da InvestSP, Estella Dantas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Cidades inteligentes</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com as cidades conectadas, o programa mapeará as principais demandas dos municípios e buscará soluções inteligentes e inovadoras mais adequadas, como o uso de prontuários eletrônicos nas unidades de saúde, a telemedicina, sistemas de vigilância interconectados para reforçar a segurança pública, soluções de controle do fluxo de pedestres e veículos, uso de plataformas digitais e recursos de realidade virtual nas escolas, ampliação da oferta de energia renovável e melhorias na própria gestão pública, com a integração de sistemas e um maior controle dos processos.</p>
<p style="text-align: justify;">O TecnoCidades também acompanhará a implantação dessas soluções, com suporte técnico, e buscará estabelecer parcerias com entidades nacionais ou internacionais, a fim de ampliar o programa e promover a cooperação e a troca de experiências entre os municípios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Panorama</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/brasil-ultrapassa-a-marca-de-300-municipios-com-leis-de-antenas-atualizadas/">Dos 645 municípios paulistas, apenas 74 atualizaram a Lei das Antenas</a>, pré-requisito para a chegada da Internet 5G. É o que mostra levantamento realizado pela InvestSP, com base em dados da Anatel. Assim, mesmo havendo liberação da nova tecnologia em 134 cidades, apenas em 61 delas os usuários de telefonia celular conseguem usufruir da conexão até 100 vezes mais rápida.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso ocorre pois o lançamento do 5G nas cidades brasileiras necessita de atuação do governo federal e dos governos municipais em etapas diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira é a liberação da frequência necessária para a conexão, ação feita pela Anatel. Vencida esta fase, os municípios precisam alterar as leis que regulamentam onde as novas antenas podem ser instaladas. A atualização é necessária para que as operadoras de telecomunicações invistam na infraestrutura da rede. Em todo o Estado, 97 localidades que já possuem autorização da Anatel ainda não atualizaram suas leis.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Rumo e Embratel firmam parceria para ampliar cobertura 4G em trens da Serra de Santos</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/rumo-e-embratel-firmam-parceria-para-ampliar-cobertura-4g-em-trens-da-serra-de-santos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rumo-e-embratel-firmam-parceria-para-ampliar-cobertura-4g-em-trens-da-serra-de-santos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 17:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[4G]]></category>
		<category><![CDATA[Antenas]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Instalação de mais de 40 antenas de transmissão reduz em 97% o tempo de comunicação entre maquinistas e o centro de controle de operações da Rumo ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfbe387" data-id="6a0bf2cfbe387" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Rumo e Embratel firmam parceria para ampliar cobertura 4G em trens da Serra de Santos</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A Rumo, operadora de ferrovias, e a Embratel anunciam a ampliação da cobertura 4G da Claro em toda a Serra de Santos, SP, para apoiar a operação de locomotivas na região. O projeto, faseado em duas etapas, realizou a instalação de 41 antenas de transmissão, que já estão 100% operacionais, nos 41 quilômetros entre as estações Evangelista e Paratinga. O objetivo é ampliar a autonomia e reduzir o tempo de comunicação entre maquinistas e o centro de controle operacional (CCO) da Rumo, garantindo rapidez e agilidade no compartilhamento de informações.</p>
<p style="text-align: justify;">A Rumo, que administra o principal corredor ferroviário do país, entre Rondonópolis, MT, e o Porto de Santos, SP, está utilizando o serviço de transmissão 4G por meio de chips da Claro, com projeto desenvolvido pela Embratel. A rede irá otimizar a comunicação entre trens e o CCO, reduzindo o transit time do trecho e aumentando a eficiência logística da operação.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nossas composições contavam até então com sistema de comunicação via satélite neste trecho de serra”, diz Marco Andriola, diretor de tecnologia ferroviária da Rumo. “Devido à topografia local, o sinal por satélite não oferece boa cobertura na serra, uma área de grande complexidade pela densidade de trens, causando impacto na circulação. Agora, temos uma redução de cerca de 97% no tempo de envio de informações entre trens e CCO, o que fez com que nosso delay caísse, em alguns casos, de 7 minutos para poucos segundos. Além disso, o maquinista tem um ganho importante em termos de segurança, uma vez que pode acionar, com maior velocidade, as equipes nos 41 quilômetros de serra”.</p>
<p style="text-align: justify;">A estrutura projetada pela Embratel também permite mais agilidade no rastreamento em tempo real das composições. “No trecho da serra, há uma área de declive com mata fechada, em que a única forma de conectividade é o 4G. O projeto foi desenhado em conjunto e de acordo com as necessidades da Rumo, com uma conexão segura e estável para habilitar e fomentar a transformação digital nas operações”, diz Gustavo Silbert, diretor-executivo da Embratel. Além de conexão 4G, a Embratel já fornece diversos serviços em ferrovias e locomotivas da Rumo pelo Brasil, como data center, nuvem, Wi-Fi, conexão rádio P2P, gestão e monitoramento de equipamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A Rumo também realizou o redesenho interno das locomotivas. Assim, os veículos ferroviários puderam receber equipamentos capazes de captar o sinal 4G de forma integrada à comunicação satelital utilizada nos trechos fora da serra. “Além da Embratel, importante parceira nesse projeto, tivemos a contribuição da Nokia, responsável pelo desenvolvimento da solução de rede de missão crítica para as nossas composições”, diz Marco Andriola.</p>
<p style="text-align: justify;">Por meio da solução da Nokia, a inteligência Embratel, configurada em nuvem e hospedada no data center Lapa da empresa, permite a definição de qual tipo de conexão é mais adequado durante cada trecho do percurso. Isso possibilita uma alteração automática da conectividade quando a locomotiva entra na Serra de Santos, passando a utilizar o sinal 4G. Quando a locomotiva deixa a área, pode ocorrer nova troca de padrão de conectividade, se necessário, automaticamente.</p>
<p style="text-align: justify;">“As redes de missão crítica têm um papel fundamental na digitalização do mercado empresarial. É a partir de nossa experiência mundial junto a mais de 2.200 clientes com redes desse tipo que trazemos à Rumo uma conectividade custo-efetiva, robusta e segura. Estamos confiantes no sucesso dessa nova fase de ampliação e prontos para apoiar o crescimento dos negócios de nosso cliente”, comentou Marcelo Entreconti, Diretor de Nokia Enterprise para a América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">A ampla rede de conectividade já investida em projetos com a Rumo possibilitou a instalação de câmeras nas cabines dos trens para um monitoramento constante, que, em uma próxima fase, serão habilitadas com inteligência artificial e analytics. Usando a leitura inteligente, as tecnologias devem gerar inúmeras informações para evitar situações emergenciais e para a identificação de possíveis acidentes, possibilitando a análise, por exemplo, de sinais de cansaço dos condutores e outros cenários que fogem do habitual. A Embratel realizará toda a integração das tecnologias.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>SKY e American Tower assinam acordo para oferta de banda larga em rede neutra FTTH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 17:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Banda larga]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Rede neutra]]></category>
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					<description><![CDATA[Operadora da empresa Vrio Corp prevê utilização da rede host neutra da American Tower em mais de 40 municípios até o fim de 2023.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a0bf2cfbf486" data-id="6a0bf2cfbf486" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">SKY e American Tower assinam acordo para oferta de banda larga em rede neutra FTTH</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A American Tower, fornecedora global de infraestrutura para telecomunicações, e a SKY, operadora de TV por assinatura via satélite, assinaram um acordo para oferta de banda larga em rede neutra FTTH (fiber-to-the-home).</p>
<p style="text-align: justify;"> A operadora, que recentemente ampliou seu portfólio com o lançamento do “SKY Fibra”, serviço de Internet banda larga por fibra óptica, vai usar a rede neutra da American Tower para habilitar seu plano de expansão. A SKY está crescendo no Brasil e oferecendo soluções de conectividade em linha com o plano de investimentos e expansão da Vrio Corp, sua controladora. O grupo opera na América Latina e pretende oferecer um serviço integral aos seus clientes o país.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o diretor de banda larga da SKY, Rodrigo Fernandes, a expectativa é de que o início da operação comercial na rede neutra da American Tower ocorra no segundo trimestre, com atuação em mais de 40 cidades até o fim de 2023. “Seguindo nosso plano de expansão do “SKY Fibra”, a American Tower agregará valor por meio do fortalecimento da disponibilidade, alcance e qualidade do serviço que lançamos ano passado como parte da nossa estratégia de investimento em tecnologia e inovação”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">Daniel Laper, diretor sênior de fibra e novos negócios da American Tower, acrescenta que a evolução da parceria já existente com a SKY comprova o modelo de host neutra da companhia, adicionando uma nova operadora a sua rede e permitindo à SKY executar seu plano de expansão sem necessidade de duplicação de infraestruturas próprias, por meio da adoção do uso de redes compartilhadas. “Com mais de três anos de operação comercial na nossa rede neutra, tendo a oportunidade de atender operadoras de diferentes portes na execução de suas estratégias de banda larga, acreditamos que desenvolvemos a maturidade e a flexibilidade necessárias para suportar o plano da SKY”, finaliza o diretor.</p>

		</div>
	</div>
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