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	<title>Invasões &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Invasões &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Home office aumenta demanda por soluções de VPN</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 21:43:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para Leandro Esteves, diretor de engenharia do Grupo Binário, com o home office decretado por muitas empresas, devido à pandemia da Covid-19, soluções VPN são as mais indicadas para criar um ambiente seguro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18c034cbcc3" data-id="6a18c034cbcc3" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Home office aumenta demanda por soluções de VPN</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Com o home office decretado por muitas empresas, devido à pandemia da Covid-19, houve um aumento da demanda por soluções baseadas em VPN &#8211; rede privada virtual. É o que diz Leandro Esteves, diretor de engenharia do Grupo Binário, empresa especializada em soluções de infraestrutura de redes e serviços profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para ele, a pandemia está forçando o processo de transformação de digital das companhias e o grande desafio do momento é a criação de um ambiente seguro e com comunicação ágil, onde os profissionais possam acessar tanto arquivos, quanto ferramentas de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Mesmo tomando o máximo de cuidado, a rede utilizada ainda será doméstica e ela não tem em sua natureza um ambiente robusto e seguro como a rede corporativa. O uso de VPN ainda é a melhor forma de proteger dados da empresa ao trabalhar em casa. É criado uma espécie de “túnel” entre o computador pessoal e os servidores da empresa, o que impede a ação de criminosos e possíveis invasões”, acrescenta Esteves.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Como escolher uma VPN</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o diretor, o primeiro passo é fugir das opções gratuitas. O segundo é pesquisar as melhores opções no mercado, atento às alternativas de segurança e verificar o histórico da solução, ou seja, se já teve casos de invasões ou instabilidades recorrentes.</p>
<p style="text-align: justify;">  “É fundamental a escolha de um fornecedor de TI confiável. Além disso, com uma implementação profissional é possível também auxílio para criptografar arquivos e documentos e, assim, mesmo que crackers consigam interceptar a informação, não teriam acesso a ela”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outros pontos importantes na hora de escolher a sua rede privada são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Quais são os limites do serviço? Ela corta o acesso? Ela limita a velocidade?</li>
<li>O serviço guarda registros de acesso?</li>
<li>Você precisa de garantias de que não será direcionado para uma conexão aberta e insegura no meio de sua navegação.</li>
<li>As principais VPNs do mercado contam com um recurso de “kill switch”, que trava completamente a conexão em caso de falha, deixando o usuário escolher se ele quer ou não seguir navegando de forma desprotegida.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como a blindagem digital pode evitar invasões físicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2018 12:33:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 9]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso de pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6a18c034cd9e5" data-id="6a18c034cd9e5" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como a blindagem digital pode evitar invasões físicas</h1>

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			<h4 style="text-align: left;"><strong>Paulo Santos, gerente de soluções da<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="https://www.axis.com/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Axis Communications</a></span></strong></h4>

		</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Qualquer ambiente, físico ou digital, pode ser invadido. Seguindo a tendência global, tem aumentado no Brasil a preocupação com ambas as modalidades de invasão e, neste fim de ano, a maioria dos gestores de TI está criando ou atualizando os seus planos de segurança pensando em 2019 e adiante. Tanto no caso de cibersegurança quanto intrusões, há uma série de medidas preventivas para a redução de riscos. Vamos começar, analisando as medidas anti-invasão física a grandes áreas protegidas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Essas áreas extensas incluem, por exemplo, plantas industriais, condomínios horizontais, fazendas e instituições de ensino. Para esses locais, está ganhando popularidade o conceito de três camadas de proteção. É importante entender como usar essas novas tecnologias para criar esse escudo abrangente e reduzir vulnerabilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na verdade, algumas tecnologias recém-chegadas ao mercado estão permitindo uma completa revisão da estratégia de proteção contra invasões. A ideia é que o modelo de abordagem, além de aumentar a segurança, também reduza os custos associados a tecnologias tradicionais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um dos desafios é a tradição. O mercado está mais familiarizado com os métodos como proteção de perímetro com agentes de segurança (tipicamente quatro equipes, sendo uma para cada turno de 8 horas, mais os folguistas), uso de câmeras analógicas, controle de acesso veicular envolvendo verificação humana in loco, alarmes para detectar objetos cruzando o muro e envio de patrulha a áreas remotas para verificar alertas. Dependendo do caso, esses métodos são combinados de diferentes formas, sem uma visão abrangente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Trata-se de uma tradição do mercado que gera profundas fragilidades, como alarmes falsos, impossibilidade de verificar alertas a distância, exposição desnecessária dos agentes de segurança aos invasores e custos operacionais relativos a recursos humanos. É por isso que algumas instalações estão começando a aplicar o método estruturado composto pela análise de camadas ou níveis de proteção.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Perímetro, áreas amplas de segurança e acesso de pessoas</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A primeira camada de proteção se refere ao perímetro. A solução adotada precisa ser capaz não só de detectar, mas sobretudo de identificar. Caso contrário, os alarmes falsos vão apenas detectar supostas invasões, elevando os custos operacionais e fragilizando a segurança. E identificação se alcança por meio de imagens de alta qualidade associadas a analíticos de vídeo.</p>
<p style="text-align: justify;">  A segunda camada são as áreas amplas de segurança crítica do muro para dentro. Quem trabalha no setor de segurança sabe que essa área é o principal gap numa instalação. Quando há uma invasão, a equipe não sabe quantas pessoas invadiram nem qual a sua trajetória – muito menos se estiver chovendo, com neblina ou em área encoberta por vegetação. Um sistema ideal precisa ser capaz de gerenciar cenas complexas para viabilizar uma ação inteligente – a exemplo do que faz o radar IP.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por fim, a terceira camada de proteção está relacionada ao acesso de pessoas aos prédios em si, ou seja, conceder acesso apenas a pessoas autorizadas, tanto para proteger áreas valiosas, como armazéns, quanto áreas potencialmente perigosas, como estações de energia. A inteligência no gerenciamento desses acessos tem sido alcançada pela digitalização das tecnologias, viabilizada pela chegada ao mercado de produtos como controladoras de acesso IP, videoporteiros IP e teclados numéricos IP.</p>
<p style="text-align: justify;">  Todas as três camadas operam numa mesma base: a rede do cliente. Isso permite inserir facilmente outros dispositivos IoT – Internet das coisas na mesma rede e, assim, complementar a solução. Uma ideia interessante, por exemplo, é agregar cornetas IP, para emitir mensagens pré-gravadas ou ao vivo para deter pessoas mal-intencionadas. Nesse caso, o sistema, que originalmente estava desenhado apenas para detectar e identificar, teria, com o áudio, também um caráter de inibição. Essas são, aliás, as três funções desejáveis para as três camadas de proteção: detectar, identificar e inibir.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na próxima edição, vamos aprofundar as medidas mais indicadas para proteger ambientes digitais contra ataques cibernéticos – um dos grandes desafios de TI para 2019.</p>
<p> </p>

		</div>
	</div>
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