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	<title>ISPs &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>ISPs &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<item>
		<title>Mercado B2B é a nova fronteira para provedores de Internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 21:52:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[O cliente B2C está bem coberto e agora vemos ISPs brigando de “rouba monte”, diminuindo o valor de seu ticket enquanto poderiam olhar para outras oportunidades de mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<p><strong>Foto:jcomp, Freepik</strong></p>

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			<h1>Mercado B2B é a nova fronteira para provedores de Internet</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O cliente B2C está bem coberto e agora vemos ISPs brigando de “rouba monte”, diminuindo o valor de seu ticket enquanto poderiam olhar para outras oportunidades de mercado, como o segmento corporativo, que é muito promissor e diversificado.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Nos últimos vinte anos, acompanhei muitos provedores regionais de Internet enquanto eles passavam a fibra óptica pelo país e tornavam-se uma força de conexão bem mais representativa que as grandes operadoras. Dados da <a href="https://informacoes.anatel.gov.br/paineis/acessos/banda-larga-fixa" target="_blank" rel="noopener">Anatel</a> confirmam essa representatividade dos ISPs ao apontar que dos 50,8 milhões de pontos de internet banda larga fixa, 28,1 milhões estão a cargo de prestadores de pequeno porte. Estes também são responsáveis por transformaram a conexão doméstica no país, conectando 85% das residências nas áreas urbanas e 74% nas zonas rurais, conforme revela a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-10/numero-de-lares-urbanos-com-internet-passou-de-13-para-85-em-20-anos" target="_blank" rel="noopener">pesquisa TIC Domicílios</a>, articulada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil e divulgada no mês de outubro. Dessa forma, conclui-se que o cliente B2C está bem coberto e agora vemos ISPs brigando de “rouba monte”, diminuindo o valor de seu ticket enquanto poderiam olhar para outras oportunidades de mercado, como o segmento corporativo, que é muito promissor e diversificado.</p>
<p style="text-align: justify;">Basta olhar para os dados do MDICS &#8211; Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, que indica que o Brasil possui mais de 21 milhões de empresas. Pensando em volume de negócios, a oferta de internet é apenas a porta de entrada para os serviços que um ISP pode oferecer. Assim como nos clientes residenciais, onde a proximidade no atendimento é um grande diferencial em relação às grandes operadoras, o ISP pode aproveitar o acesso para oferecer produtos ou serviços complementares à conectividade como soluções de TI, aproveitando o fato que muitas pequenas e médias empresas não possuem um conhecimento técnico específico, porém precisam gerir uma série de informações críticas. Desta forma, os provedores podem atendê-las com a prestação de serviços em gerenciamento de rede, cibersegurança, data center (colocation, backup e recuperação de desastres), rede 5G privada e suporte técnico para todas essas demandas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma <a href="https://news.microsoft.com/pt-br/98-das-mpmes-em-transformacao-digital-reconhecem-o-impacto-positivo-da-tecnologia-nos-negocios/" target="_blank" rel="noopener">pesquisa da Microsoft</a> com micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) brasileiras em transformação digital mostrou que 98% das entrevistadas reconhecem o impacto positivo da tecnologia nos negócios, mas 20% encontram na adoção ou aquisição de tecnologias seus principais desafios. A pesquisa ainda revela que há uma inegável cultura de investimento em tecnologia (47% veem na inovação uma forma de gerar mais ganhos operacionais e comerciais) que anda ao lado da dificuldade em contratar e reter colaboradores com competências tecnológicas (61% dos entrevistados).</p>
<p style="text-align: justify;">É nesse espaço que o provedor de internet pode aproveitar a relação já estabelecida e nadar de braçada preenchendo os gargalos de expertise tecnológica com os clientes corporativos ao redirecionar seu mindset da venda transacional, focada em produtos, para uma abordagem que ofereça soluções ao cliente corporativo, de forma que este último possa dedicar-se com mais atenção ao consumidor final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Liberdade para focar no core business</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como exemplo de entrega de soluções, o ISP pode calibrar sua oferta à empresa com assinaturas do pacote Office 365 e/ou um antivírus, à semelhança das parcerias com streamings que faz para o cliente residencial. Afinal, como aponta a pesquisa da Microsoft citada anteriormente, o trabalho remoto ou flexível está presente em 55% das pequenas e médias empresas (PMEs) e entre as principais medidas para facilitar esse processo, estão a aquisição de sistemas de cibersegurança (55%) e as plataformas de videochamadas (51%). Unificar plataformas de trabalho, antivírus e uma internet resiliente são itens essenciais no mundo corporativo digitalizado, as quais o ISP pode atender ao conectar as PMEs com fornecedores e produtos qualificados.</p>
<p style="text-align: justify;">Dependendo do porte e habilidade de negócios, o provedor pode ainda agregar outras soluções ao seu portfólio, como segurança eletrônica, monitoramento, controle de acesso (catracas ou leitor facial), digital signage, sonorização de ambiente, internet das coisas, entre outras diversas demandas possíveis dentro da vertical na qual o negócio está inserido (Educação, Varejo, Farmácias, Transportes etc.). Assim, ele consolida um atendimento ampliado ao cliente B2B, aumentando o valor do ticket e a fidelização, já que o empresário-cliente vai poder focar mais em seu <em>core business</em> ao delegar tais preocupações técnicas – este pode, inclusive, ser um forte argumento de venda durante a prospecção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Atendimento consultivo</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Se o cliente residencial é sensível à flutuação do sinal de internet e à qualidade do serviço, o ISP pode esperar muito mais exigência do cliente corporativo, afinal ele também tem clientes para atender e “tempo é dinheiro”. É preciso dar atenção à infraestrutura e backoffice antes de dar o passo rumo ao B2B, com modernização de alguns equipamentos, se preciso.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, algumas notícias como <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202408/com-r-3-4-bilhoes-juscelino-filho-quase-triplica-credito-a-disposicao-para-empresas-expandirem-internet-em-regioes-carentes" target="_blank" rel="noopener">quase R$ 3 bilhões</a> em recursos do Fust &#8211; Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações e os <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-09/programa-amplia-credito-pequenos-provedores-de-internet" target="_blank" rel="noopener">R$ 550 milhões</a> do Programa Acessa Crédito Telecom soam como boas oportunidades de conseguir capital em condições diferenciadas, já que ambos são voltados para a expansão da infraestrutura em telecomunicações e transformação digital em pequenas cidades. O ISP atende o objetivo de expansão da rede de cada projeto e aproveita também dessa infraestrutura para explorar outras oportunidades de conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Incentivo os empreendedores a analisarem bem sua conjuntura e o mercado para tomar uma decisão consciente e planejada. Há público interessado em terceirizar serviços tecnológicos e, mais ainda, ávido para um atendimento consultivo que não só assuma demandas técnicas, mas que aponte caminhos tecnológicos que resultem em autonomia operacional. Isso tira uma grande carga de gestores e colaboradores, deixando-os livres para, de fato, dedicarem-se ao objetivo principal do negócio.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como o ISP pode ganhar competitividade na vertical de varejo?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/como-o-isp-pode-ganhar-competitividade-na-vertical-de-varejo1/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-o-isp-pode-ganhar-competitividade-na-vertical-de-varejo1</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 20:09:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque DDoS]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da informação]]></category>
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					<description><![CDATA[À medida que as tecnologias evoluem, os varejistas enfrentam o desafio de selecionar e implementar soluções de TI que atendam integralmente às suas necessidades e os ajudem a gerar mais resultado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6982514f311bb" data-id="6982514f311bb" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como o ISP pode ganhar competitividade na vertical de varejo?</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">À medida que as tecnologias evoluem, os varejistas enfrentam o desafio de selecionar e implementar soluções de TI que atendam integralmente às suas necessidades e os ajudem a gerar mais resultado.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">O comerciante está sempre pensando em como chamar atenção ao seu negócio a fim de vender mais e se destacar da concorrência e, no mercado de ISPs &#8211; Provedores de serviço de Internet, não está sendo diferente. Hoje, com a profissionalização e a consolidação do mercado de Provedores, é preciso se destacar, indo muito além do fornecimento de conexão à internet.  Estamos vendo um movimento de consolidação dos ISPs, por meio de aquisições e fusões, assim como assistimos atualmente forte profissionalização desse segmento com ganhos em capacidade de entrega e qualidade dos serviços. Portanto, para ser diferente é preciso inovar e ampliar suas ofertas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de prover o acesso à Internet com qualidade e segurança, é importante dispor de serviços extras para mercado B2B, tais como:  gestão de redes; cibersegurança;  backup e disaster recovery; criptografia de dados; datacenter; computação em nuvem; segurança e monitoramento de perímetro e de veículos; soluções de mídia OOH &#8211; Out of Home com telas publicitárias; lousas interativas para reuniões, conferências e muito mais &#8211; ou seja, existe hoje uma infinidade de SVAs &#8211; serviços de valor agregado que podem ser criados sob medida e entregues para atender a necessidades específicas do cliente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Segurança virtual diferenciada</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes você ouviu a recomendação de não usar a mesma senha para todos os seus acessos? Da mesma forma, não é adequado usar uma única solução de segurança e achar que a empresa toda vai estar protegida. Este é o argumento que o ISP pode usar para falar com seus clientes B2B, pois além do firewall, a cibersegurança é também uma questão de preservar a integridade de informações privilegiadas. A proteção para ambiente corporativo com dados contábeis, administrativos e de clientes demandam uma proteção mais dedicada, e as soluções de PAM &#8211; Privileged Access Management u gerenciamento de acesso privilegiado são um campo com grande potencial de expansão no mercado brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A segurança digital é um desafio diário. A CPR &#8211; Check Point Research indicou <a href="https://blog.checkpoint.com/research/check-point-research-reports-highest-increase-of-global-cyber-attacks-seen-in-last-two-years-a-30-increase-in-q2-2024-global-cyber-attacks/" target="_blank" rel="noopener">aumento global de ataques cibernéticos em 30%</a> nos ataques semanais a redes corporativas no segundo trimestre de 2024 em comparação com o mesmo período de 2023. É uma média de 1.636 ataques por organização por semana, muitos dos quais começam por falhas no ambiente de rede, que permitem aos cibercriminosos utilizarem senhas e acesso de usuários a sistemas sensíveis da empresa. O gerenciamento de acesso privilegiado é uma ferramenta de segurança que cria mais uma etapa de verificação, restringindo o acesso a dispositivos e sistemas apenas aos usuários autorizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro motivo para investir em cibersegurança é aumentar a confiança de seus consumidores finais: pesquisas prévias da McKinsey apontam que 70% dos consumidores só realizam transações com empresas que protegem seus dados. Mesmo assim, cerca de 40% das empresas de Varejo ainda não consideram a experiência do consumidor em sua estratégia de combate a fraudes. Um dos motivos seria que, ao incluir mais camadas de proteção ao cliente, o aumento da burocracia poderia reduzir a retenção de clientes. Esta é uma visão muito fechada do negócio e um ângulo que o ISP pode explorar, trabalhando com o cliente B2B para ofertar o ponto de equilíbrio entre prevenção e experiência do cliente B2C, tornando suas estratégias antifraude mais focadas no consumidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Mídias e telas publicitárias (Out of Home)</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo <a href="https://kantaribopemedia.com/conteudo/inside-ooh-2023/#:~:text=S%C3%A3o%20Paulo%2C%2030%20de%20agosto,%25)%20e%20Fortaleza%20(93%25)." target="_blank" rel="noopener">&#8220;Inside OOH 2023&#8221;,</a> produzido pelo Kantar Ibope Media, mostrou que este tipo de mídia é consumido por 89% dos brasileiros, principalmente em estabelecimentos comerciais (72%). O público gosta bastante da criatividade e interatividade com este tipo de propaganda: 31% dos entrevistados escanearam um QR Code presente na mídia, 37% passaram a seguir a marca anunciante nas redes sociais, e 68% já compraram ou pesquisaram algum produto/serviço em função de um anúncio visto em mídia OOH.</p>
<p style="text-align: justify;">Com os argumentos comerciais dados, o ISP pode vender este produto com mais facilidade diante de iniciativas As a Service para painéis de LED, que não demandam grande investimento inicial. E mais: pode inclusive gerar negócios para seu cliente, pois qual empresa não gostaria de anunciar em um painel perto do caixa de um supermercado ou em um restaurante, quando a atenção do público está mais dedicada?</p>
<p style="text-align: justify;">As oportunidades de negócios no ambiente corporativo são variadas e não estão restritas apenas aos provedores de internet de maior porte. O mercado B2B é tão democrático quanto a capacidade empreendedora do brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Na vertical de varejo o ambiente é muito dinâmico, portanto, é necessária uma infraestrutura de TI robusta a fim de garantir a eficiência operacional, a satisfação do cliente e a competitividade no mercado. À medida que as tecnologias evoluem, os varejistas enfrentam o desafio de selecionar e implementar soluções de TI que atendam integralmente às suas necessidades e os ajudem a gerar mais resultado.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Reconstruir a rede de fibra óptica no Rio Grande do Sul demandará muita união e esforço coletivo</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/reconstruir-a-rede-de-fibra-optica-no-rio-grande-do-sul-demandara-muita-uniao-e-esforco-coletivo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=reconstruir-a-rede-de-fibra-optica-no-rio-grande-do-sul-demandara-muita-uniao-e-esforco-coletivo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 18:20:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo trata sobre os desafios dos provedores de Internet rumo ao reestabelecimento da conectividade e o que está sendo feito para minimizar os danos causados pelas cheias recentes no estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12px;">Foto: Marco Henz/Shutterstock</span></h2>

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			<h1>Reconstruir a rede de fibra óptica no Rio Grande do Sul demandará muita união e esforço coletivo</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O artigo trata sobre os desafios dos provedores de Internet rumo ao reestabelecimento da conectividade e o que está sendo feito de forma efetiva para minimizar os danos causados pelas cheias recentes no estado.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A reconstrução do Rio Grande do Sul é um assunto de ordem nacional e depende prioritariamente da revitalização da infraestrutura, desde os acessos como estradas e pontes, passando pelo saneamento básico e energia até as telecomunicações. Um levantamento da InternetSul &#8211; Associação dos Provedores de Serviços e Informações da Internet, em parceria com outras associações representativas do setor, mostra que cerca de 30% das conexões de Internet banda larga do estado foram afetadas pelas enchentes. Escrevo este artigo para comentar os desafios dos provedores de Internet rumo ao reestabelecimento da conectividade e o que está sendo feito de forma efetiva para minimizar os danos causados pelas cheias recentes no estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a InternetSul, 629 ISPs atuam em 494 municípios sul-rio-grandenses, reunindo cerca de 2 milhões de assinantes declarados (nem todos os provedores reportam seus números). Deste universo, 94 provedores em 149 municípios foram fortemente prejudicados pelos estragos das enchentes. Isso representa 6 mil quilômetros de redes de fibra óptica danificadas ou totalmente destruídas, 7,5 mil profissionais cujo trabalho foi afetado e uma projeção de impacto na conexão de 338 mil usuários. Diante do cenário devastador podemos afirmar que nunca o termo “disaster recovery” fez tanto sentido, tanto no mundo virtual quanto no real.</p>
<p style="text-align: justify;">Na tentativa de mitigar parte dos danos, garantindo os serviços públicos essenciais e a comunicação ao maior número de pessoas possível, muitas iniciativas precisaram ser rapidamente colocadas em prática, e três delas chamaram particularmente a minha atenção. Ainda nos primeiros dias da crise, a estatal de tecnologia Procergs – Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul – realizou o desligamento preventivo do seu datacenter, a fim de evitar maiores perdas e manter serviços do estado funcionando plenamente. Para a continuidade das operações, foi preciso <a href="https://itforum.com.br/noticias/procergs-migra-dados-nuvem-risco-inundacao/" target="_blank" rel="noopener">migrar de forma urgente toda a base de dados para a nuvem</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a Trensurb, operadora do metrô de Porto Alegre, <a href="https://www.convergenciadigital.com.br/Cloud-Computing/Data-Center-do-Metro-de-Porto-Alegre-anda-de-barco-e-aviao-para-ser-religado-em-Brasilia-66003.html" target="_blank" rel="noopener">removeu em barcos os equipamentos de uma área alagada</a> e os religou no data center do Serpro em Brasília (a gestão da empresa é federal), após transportá-los em aviões da FAB &#8211; Força Aérea Brasileira. A terceira iniciativa que atraiu minha atenção foi a união de empresas concorrentes de mercado empenhadas em manterem funcionais e disponíveis os serviços essenciais de comunicação no estado: as operadoras de telefonia celular liberaram o roaming para que os cidadãos tivessem acesso à Internet; provedores regionais de Internet firmaram acordos de cooperação para compartilhar equipes técnicas e equipamentos para reparar redes danificadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na corrida de apoio ao Sul brasileiro, até mesmo o CEO da Tesla e SpaceX, Elon Musk, doou antenas da Starlink para auxiliar as atividades de resgate dos moradores e a revitalização da conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Fust com menos burocracia</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério das Comunicações também agiu rápido e disponibilizou 33 antenas de emergência da Telebras para apoiar equipes de resgate, centros de Comando de Crise, hospitais de campanha e abrigos com conexão à Internet de banda larga nas áreas alagadas. Somados a isso, os recursos do FUST &#8211; Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações foram assegurados desde o início pelo governo federal para ajudar na reconstrução do ecossistema de conectividade gaúcho.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/saiba-como-utilizar-os-recursos-do-fust-instrumento-que-fomenta-a-inclusao-digital-no-brasil/"><u>Já falamos em artigo anterior</u></a>, mas vale lembrar que o fundo é atrelado ao Ministério das Comunicações e vem financiando projetos voltados à expansão dos serviços de telecomunicações, especialmente aqueles que priorizam áreas remotas e desfavorecidas economicamente, e para acolher ações regionais de impacto social relevante, como conectar escolas de áreas rurais à Internet.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso do desastre ambiental no RS, o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, disponibilizou ajuda do FUST para financiar a recuperação da infraestrutura das redes afetadas no estado gaúcho junto com o BNDES &#8211; Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. A expectativa é que a restauração das redes de Internet apoie a retomada econômica do estado, que representa 17,3% do PIB &#8211; Produto Interno Bruto brasileiro, segundo o IBGE &#8211; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o objetivo de simplificar a burocracia do FUST junto ao BNDES, de forma a atender os ISPs de forma mais ágil, em especial aqueles de menor porte, diferentes associações setoriais costuraram diversas tratativas ao longo do mês com o Ministério das Comunicações. A <a href="https://teletime.com.br/21/05/2024/isps-do-rio-grande-do-sul-pedem-recursos-e-barreiras-competitivas-para-reconstrucao-das-redes/" target="_blank" rel="noopener">lista de reivindicações apresentada</a> em Brasília no final de maio continha medidas de curto, médio e longo prazo, como a desoneração similar à praticada durante a pandemia e uma barreira competitiva para evitar que empresas de fora avancem sobre o território gaúcho, impossibilitando a recuperação dos provedores locais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Reintegração dos serviços</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para acelerar o retorno das conexões interrompidas pelas chuvas, a InternetSul estabeleceu em curtíssimo prazo a campanha <a href="https://internetsul.com.br/ajuders" target="_blank" rel="noopener">“Ajude o RS a se reconectar”</a> em quatro frentes: arrecadação de recursos financeiros, doação ou empréstimos de equipamentos de telecomunicações, colaboração com mão de obra técnica ou de limpeza, e apoio jurídico para negociações com os governos do estado e federal, visando angariar fundos para apoiar o reestabelecimento dos serviços de ISPs, que sofreram perdas de até 80% na sua infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">É fato que a reconstrução da infraestrutura dos provedores de Internet no Rio Grande do Sul vai demandar tempo e grande aporte de recursos financeiros – a Federasul &#8211; Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul estima que serão necessários de R$ 110 bilhões a R$ 176 bilhões para a reconstrução da infraestrutura do estado danificada por causa das chuvas.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ponto, cabe também às empresas envolvidas diretamente com Telecomunicações – operadoras, distribuidores, integradores – nos somarmos a este esforço de reconstrução. Anos atrás, nós atuamos junto a esses mesmos provedores para desbravar os caminhos da Internet banda larga no Rio Grande e no Brasil, então nada mais acertado do que voltarmos ao serviço essencial que um dia nos uniu, conectou cidades, construiu negócios e fez história na telecom brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho será árduo, mas com a união dos setores público e privado será possível caminhar rumo à reconstrução das estradas de fibra óptica, reconectando pessoas e empresas, possibilitando o retorno dos negócios e favorecendo a retomada do desenvolvimento social e econômico da região.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
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		<title>Os efeitos da automação no mercado de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2024 22:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Robôs]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[É fundamental considerar as implicações dos processos de automação nas empresas a longo prazo para a sociedade como um todo. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#000000;" class="vc_sep_line"></span></span>
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			<h1>Os efeitos da automação no mercado de trabalho</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">“É preciso ter uma abordagem cuidadosa e ponderada em relação a automação no mercado de trabalho. Devemos abraçar o potencial transformador da tecnologia, ao mesmo tempo em que protegemos os interesses e o bem-estar daqueles que são afetados por ela. Essa é uma discussão essencial para o futuro do trabalho e da sociedade como um todo”. Essa é a opinião da diretora do LABDATA-FIA, Alessandra Montini, sobre o impacto da presença de robôs nas empresas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.infranewstelecom.com.br/um-milhao-de-robos-funcionarios-na-amazon-e-o-impacto-desse-fenomeno-no-mundo-do-trabalho/">Num artigo publicado nesta edição</a>, Alessandra aborda como os robôs estão beneficiando as atividades da Amazon, levantando também questões sobre o futuro do mercado de trabalho e os efeitos social e econômico da substituição da mão-de-obra humana por máquinas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ela, a automação é capaz de aumentar a eficiência e reduzir os custos operacionais nas empresas, mas também pode contribuir para o desemprego e desigualdade econômica. “Diante dessas preocupações, é fundamental considerarmos não apenas os benefícios imediatos da automação, mas também suas implicações a longo prazo para a sociedade como um todo. Precisamos garantir que a tecnologia seja utilizada de forma ética e responsável.”</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda abordando o mercado de trabalho, Edgar Amorim, facilitador DiSC e coach executivo, da Amorizar Pessoas, destaca o potencial da mente para uma carreira bem-sucedida. Segundo ele, o êxito profissional passa por uma mentalidade aberta e flexível. “Muitas vezes, somos sabotados por nossas próprias crenças limitantes, que podem minar nossas aspirações e limitar nosso crescimento. Essas crenças, geralmente arraigadas desde a infância ou desenvolvidas ao longo do tempo, moldam nossa perspectiva sobre nós mesmos e nossas capacidades. Explorar e desafiar essas crenças é essencial para alcançar o sucesso na carreira”, explica Amorin, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/crencas-que-limitam-o-impacto-na-carreira/https://www.infranewstelecom.com.br/crencas-que-limitam-o-impacto-na-carreira/">em outro artigo publicado nesta edição</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros temas desta edição são <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/voce-conhece-os-riscos-de-uma-migracao-tecnologica/">os riscos de uma migração tecnológica</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-isp-e-seu-papel-na-seguranca-de-dados-da-rede-de-fibra-optica/">ISP e seu papel na segurança de dados da rede de fibra óptica</a>, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/uso-de-satelites-de-gps-para-a-disciplina-de-osciladores-de-tempo-frequencia/">uso de satélites de GPS para osciladores de tempo &amp; frequência</a> e <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/5g-e-atendimento-remoto-como-essa-conectividade-esta-moldando-a-experiencia-do-cliente/">5G e atendimento remoto</a>.</p>
<p>Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<item>
		<title>O ISP e seu papel na segurança de dados da rede de fibra óptica</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/o-isp-e-seu-papel-na-seguranca-de-dados-da-rede-de-fibra-optica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-isp-e-seu-papel-na-seguranca-de-dados-da-rede-de-fibra-optica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 14:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque DDoS]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Mostrar como o ISP está engajado na segurança da sua rede assegura o cliente de que fez a contratação certa e ainda pode abrir portas para mais negócios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6982514f34c57" data-id="6982514f34c57" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O ISP e seu papel na segurança de dados da rede de fibra óptica</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Mostrar como o ISP está engajado na segurança da sua rede assegura o cliente de que ele fez a contratação certa e ainda pode abrir portas para mais negócios.</h2>

		</div>
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<div class="ult-spacer spacer-6982514f34d6a" data-id="6982514f34d6a" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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</div><div class="ult-spacer spacer-6982514f34e8a" data-id="6982514f34e8a" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">No começo da expansão da Internet no Brasil, um dos aspectos a favor do uso da fibra óptica era a segurança física do material e o que isso representava para a segurança do transporte dos dados. Esse foi um grande diferencial de vendas que ajudou os ISPs &#8211; provedores de serviços de Internet regionais a <a href="https://tecnoblog.net/noticias/fibra-optica-ja-representa-dois-tercos-da-banda-larga-fixa-no-brasil/#:~:text=Um%20painel%20divulgado%20pela%20Ag%C3%AAncia,quase%2028%20milh%C3%B5es%20de%20contratos." target="_blank" rel="noopener">cabearem 66% do Brasil</a> e fazerem da fibra óptica sinônimo de banda larga no país, de acordo com dados Anatel. Hoje o ISP precisa partir deste ponto para começar a pensar em estratégias de segurança de dados (cibersegurança) que possam diferenciá-lo no mercado, assegurando ao cliente, especialmente o corporativo, a certeza de que está contratando uma rede confiável.</p>
<p style="text-align: justify;">Escrevo este artigo enquanto estou viajando a San Francisco, nos EUA, para mais uma edição da <a href="https://www.rsaconference.com/" target="_blank" rel="noopener">RSA Conference</a>, um dos principais eventos de segurança da informação em todo o mundo, realizado em diferentes países da Europa, Ásia e Emirados Árabes Unidos, com o objetivo de reunir empresas, especialistas e líderes do setor para debater cenários, tendências e informações relevantes. É interessante pensar que as conferências RSA iniciaram em 1991 como pequenos eventos voltados essencialmente para criptografia e hoje tratam de um item essencial para o mundo inteiro, que é a segurança da informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Li em um artigo recente na revista <a href="https://exame.com/future-of-money/ransomware-os-conselhos-de-minha-avo-para-evitar-sequestro-cibernetico/">Exame</a> que, se fosse medido como um país, o cibercrime seria a terceira maior economia do mundo, movimentando US$ 8 trilhões, atrás apenas dos Estados Unidos e da China. No ano que vem, o valor estimado é de US$ 10,5 trilhões. É nesse contexto que a RSA Conference ganhou uma nova importância e o tema da cibersegurança passou a ser assunto de ordem mundial, obrigando empresas e usuários a reforçarem medidas de educação e prevenção tecnológica no uso de senhas, sites e dispositivos, bem como os donos da infraestrutura a redobrarem esforços em termos de criptografia, firewall e monitoramento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Segurança da rede e dos dados</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser uma tecnologia de transmissão de dados que utiliza cabos de fibra de vidro ou plástico para transmitir informações em forma de luz pulsante, a fibra óptica se diferencia dos fios de cobre e redes de transmissão sem fio (wireless). Isso quer dizer que ela é mais segura por ser imune a interferências eletromagnéticas, difíceis de interceptar (com menor propensão a roubo de sinal) e tem criptografia mais eficaz para garantir a privacidade e segurança dos dados transmitidos, sendo menos suscetível aos famosos DDoS, ou ataques distribuídos de negação de serviço, um tipo de crime cibernético onde um invasor sobrecarrega um website, servidor ou recurso de rede com tráfego malicioso. Como resultado, o alvo trava ou não consegue operar, negando serviço a usuários legítimos, impedindo que os dados transmitidos cheguem ao seu destino.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é o aspecto técnico da segurança da fibra, mas em relação à movimentação desses dados, no trânsito entre o provedor ISP, o data center onde está o conteúdo pretendido pelo cliente e o retorno ao seu dispositivo, é preciso reforçar e atualizar constantemente medidas que garantam a segurança na transmissão das informações.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma geral, as medidas de segurança são conhecidas: uso de firewalls e antivírus apropriados (os sistemas necessários a um data center são diferentes daqueles utilizados por um usuário residencial), boa criptografia de dados, atualização regular de software e hardware, estratégia de backup frequente, sistemas de controle e gerenciamento de acesso privilegiado, monitoramento de tráfego suspeito na rede e, claro, uso de senhas fortes com confirmação em duas etapas.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, ao provedor de Internet é imperativo praticar o que repete aos seus clientes: redobre a atenção ao navegar na Internet, não clique em e-mails suspeitos sem confirmar a origem do emissor, use senhas fortes, atualize seus sistemas e antivírus, entre outras medidas. Reforçar esta infraestrutura é um investimento crucial não só em segurança, mas em competitividade do negócio. Investir em uma boa criptografia de dados e data recovery, por exemplo, são itens a destacar com o cliente corporativo que está preocupado com invasões e indisponibilidade do seu sistema. Mostrar como o ISP está engajado na segurança da sua rede assegura o cliente de que ele fez a contratação certa e ainda pode abrir portas para mais negócios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Cibersegurança para MPEs</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo da minha jornada em TI e Telecom, lidando com diferentes ISPs e empresários, perdi as contas de quantas vezes ouvi, em relação à cibersegurança, frases como “mas isso não é comigo”, “meus clientes são de outro porte”, “esse material/software é muito avançado para o meu mercado” ou “isso vai demorar a chegar aqui”. Em quase a totalidade dos casos, vi depois um profissional ou empresa correndo contra o tempo para consertar problemas que poderiam ter sido prevenidos, sob o risco de perder clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Como falei no começo deste artigo, quando a RSA Conference teve início, o mundo estava entrando na era do computador pessoal e a discussão sobre segurança da informação ainda era um tema pouco debatido, apenas para uma parcela pequena de profissionais capazes de entender questões de criptografia. Hoje, qualquer ISP precisa garantir a segurança de dados aos assinantes, sem distinção de porte ou nicho de clientes. Segundo pesquisa do Gartner, 45% das organizações experimentaram interrupções nos negócios relacionadas a terceiros nos últimos dois anos. Isso quer dizer que as empresas foram vítimas de malwares utilizados para obter acesso remoto não autorizado a redes, acessar dados sensíveis do negócio/cliente/funcionários, implantar ransomware e extorquir vítimas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma falha comum identificada neste cenário, mas em especial nas pequenas e médias empresas, é que utilizam um antivírus para toda companhia, sem dar atenção diferenciada a áreas mais críticas, como a financeira/contábil. Este é um erro básico que pode ser atribuído ao fato de que essas empresas, muitas vezes, não possuem times dedicados de TI que possam orientar abordagens diferentes às necessidades de cada área. Porém não é algo que se releve em um provedor de internet, que ele não atualize frequentemente sistemas e instalações para manter a segurança de sua rede e de seus clientes. Fazer o dever de casa corretamente é bem mais fácil do que reinventar a roda, não há fórmula mágica quando se fala em segurança.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Crescimento da IoT demanda infraestrutura de conexão e data center</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 13:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
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					<description><![CDATA[Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6982514f35bd3" data-id="6982514f35bd3" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Crescimento da IoT demanda infraestrutura de conexão e data center</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Há algumas semanas, li um artigo muito interessante no site da ABINC &#8211; Associação Brasileira de Internet das Coisas intitulado “<a href="https://abinc.org.br/dispositivos-iot-estao-transformando-a-saude-desde-wearables-que-monitoram-sinais-vitais-ate-a-gestao-inteligente-de-medicamentos/" target="_blank" rel="noopener"><em>Dispositivos IoT estão transformando a saúde, desde wearables que monitoram sinais vitais até a gestão inteligente de medicamentos</em></a>”, que detalha a aplicação da IoT &#8211; Internet of Things  em diversos campos na área da saúde. Esse setor está entre as grandes áreas econômicas com potencial de uso e crescimento da IoT, ao lado da Indústria 4.0, agronegócio e facilities. Cada segmento tem suas particularidades, mas eles dependem de três pontos essenciais: conectividade, infraestrutura para processamento e segurança de dados. Neste artigo, vamos tratar dos dois primeiros e como os ISPs &#8211; provedores de serviços de Internet  podem ampliar a oferta de serviços para IoT utilizando suas redes 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de exemplos de usos práticos da IoT na saúde, o conteúdo da ABINC traz uma avaliação do cenário. Relatório do Mordor Intelligence de 2022, realizado pela associação, calculou o valor do mercado da IoT na saúde em US$ 183,4 bilhões naquele ano e previu que pode atingir US$ 293,1 bilhões até 2027. Na minha análise, o espaço para aplicações da Internet das coisas nesse setor é vasto, abrangendo desde smart houses, adaptadas para idosos e pessoas com deficiência, a dispositivos médicos inteligentes, em casa ou no hospital, que permitam o monitoramento remoto de pacientes e a intervenção médica mais rápida. Outro bom exemplo veio durante a pandemia de países da África e do Pacífico, que contaram com <a href="https://engenhariahoje.com/tecnologia/empresa-une-drones-e-iot-para-transportar-medicamentos-e-insumos/" target="_blank" rel="noopener">drones para entrega de remédios e vacinas</a> contra Covid-19 em locais remotos. Esta certamente é uma possibilidade a se considerar em um país de dimensões continentais como o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, nenhuma dessas opções é viável sem a infraestrutura adequada para dar suporte à transmissão, análise e resposta aos dados de tais dispositivos. Para cumprir a promessa de revolucionar a vida em todos os aspectos, a Internet das coisas precisa de computação de borda (edge computing) bem distribuída, com data centers minimamente certificados, em uma rede bem estruturada – item no qual a conectividade 5G ainda pode atender de forma dedicada por meio das redes privadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Análise de dados e tempo de resposta</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A computação de borda atende à necessidade de coletar (upload), transferir, armazenar e processar grandes volumes de dados dos dispositivos inteligentes para dar a resposta (download) apropriada à ação. Essa quantidade imensa de dados ainda é somada ao uso da IA &#8211; Inteligência artificial para poder analisar e dar respostas a tais dispositivos. Por estar mais próximo aos aparelhos, na borda da conexão em um servidor local, o tempo de resposta da edge computing é menor, com menos gasto de energia elétrica e de largura de banda, implicando em menos custos de manutenção da operação. Aliada à IA, a computação de borda consegue identificar, analisar e transmitir dados separadamente, por ordem de assunto ou relevância, impedindo que a informação se perca no volume de dados e dando insights mais rápidos, em tempo real, aos dispositivos conectados.</p>
<p style="text-align: justify;">A relação com o desenvolvimento da IoT é um dos fatores que está impulsionando o <a href="https://www.abranet.org.br/Noticias/Edge-computing-avanca-e-deve-absorver-US%24-4-bilhoes-ate-2025-no-Brasil-4759.html?UserActiveTemplate=site" target="_blank" rel="noopener">crescimento da computação de borda no Brasil</a>. O IDC, em seu relatório IDC Predictions Brazil 2024, aponta que os ambientes de Edge compostos por hardware, software e serviços devem absorver mais de US$ 4 bilhões até 2025 no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Rede privada para segurança e velocidade</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Todo este volume de dados certamente congestionaria o tráfego em uma rede “comum” com usuários “comuns”, não importa a largura de banda. Por isso a implantação da rede 5G tem sido essencial para a expansão da utilidade corporativa, digamos assim, da Internet das Coisas, em especial sistemas dedicados como redes privadas 5G – <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/redes-privadas-5g-otimizam-automacao-em-setores-como-industria-agronegocio-e-cidades-inteligentes/">tema que já discutimos em artigo</a> anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">As redes privativas são desenhadas para soluções específicas em um serviço limitado, que permita aplicações sem fio ponto-multiponto e ponto-área diversificada em grandes espaços. São muito mais focadas no alto tráfego de dados provenientes do upload de dispositivos para um computador ou painel de controle, com o mínimo possível de latência, e pela característica privada, oferecendo mais confiabilidade e segurança para a transmissão de dados, dos dispositivos e da operação como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, o ISP pode explorar as oportunidades da expansão da rede 5G no Brasil para dar suporte a soluções de IoT a partir do seu backbone de fibra óptica. É possível até mesmo pensar no aluguel da sua infraestrutura já montada e cabeada pelos postes às operadoras que queiram implantar a cobertura 5G em um determinado território para atender um cliente corporativo com IoT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Aplicações diversificadas</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com a infraestrutura adequada para atender as demandas do IoT, o provedor ganha espaço em outros mercados corporativos, como o de facilities, atividades comumente terceirizada que as empresas contratam para poder focar em seu core business. De acordo com <a href="https://abrafac.org.br/artigos-publicados/abrafac-apresenta-os-numeros-mundiais-do-setor-de-facilities-no-fm-debate/" target="_blank" rel="noopener">estudo encomendado pela Associação Brasileira de Property, Workplace e Facility Management (ABRAFAC),</a> a tendência nos contratos de performance é que sejam fechados por serviço e não mais pelo número de profissionais. Esta é uma boa oportunidade para que o ISP “terceirize” sua infraestrutura de rede à área de Facilities na aplicação da IoT para executar o serviço de forma mais ágil, produtiva e econômica.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que a abrangência das facilities é ampla, indo muito além da equipe de limpeza e manutenção, englobando serviços tão distintos como transporte e logística, locação de veículos, suporte administrativo (gestão de arquivos e documentos, portaria e recepção virtuais), segurança de ambientes (monitoramento de perímetro e qualidade do ar em fábricas) e segurança de modo geral, como controle de acesso a áreas restritas, rastreio veicular por GPS, catraca eletrônica com identificação facial e muitas outras aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">O ISP começou o século XXI estendendo fibra óptica e formando sua rede para levar Internet a clientes domésticos e corporativos. Este é o momento de avançar na conectividade e usar sua infraestrutura para fazer fluir a Internet das Coisas, um novo horizonte da conexão de empresas e pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>ESG é pragmático, foca em resultados e impacta os negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 18:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 73]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo detalha o que significa cada uma das letras que compõem a sigla ESG e como os provedores de Internet podem se adequar a essas práticas mundiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6982514f36c5e" data-id="6982514f36c5e" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>ESG é pragmático, foca em resultados e impacta os negócios</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O artigo detalha o que significa cada uma das letras que compõem a sigla ESG e como os provedores de Internet podem se adequar a essas práticas mundiais.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">O termo ESG &#8211; Environmental, Social and Governance, ou Ambiental, Social e Governança que diz respeito a um conjunto de métricas que atualmente define as operações corporativas em âmbito mundial, vem deixando de ser um diferencial de mercado para se tornar uma obrigação das companhias frente a investidores que buscam estar associados a marcas sustentáveis e socialmente responsáveis. Neste artigo vamos detalhar melhor o que significa cada uma das letras que compõem a sigla e como os provedores de Internet podem se adequar a essas práticas mundiais.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, as empresas vêm alcançando maturidade no que se refere à aplicação do ESG, especialmente aquelas de capital aberto que, a partir de 2026, precisarão apresentar relatórios sobre sua jornada ESG à CVM &#8211; Comissão de Valores Mobiliários como regra de mercado. Em novembro do ano que vem, quando o País sediará a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, PA, as organizações brasileiras terão a oportunidade de mostrar o que está sendo feito nesse sentido, que é fundamental para a boa imagem do País como potência global. Mas qual o papel do ISP nesse cenário?</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso ter em mente que, independentemente do tamanho da empresa, algumas diretrizes corporativas, como ética, respeito com pessoas e preservação do meio ambiente deixaram se ser diferenciais e passaram a ser inerentes à prática comercial no mundo. Uma empresa não precisa ser listada na Bolsa de Valores para adotar boas práticas de gestão e certamente será vista com bons olhos por seus diversos públicos de interesse, agregando mais valor à marca. Indo além, hoje o consumidor opta por organizações que apoiam a diversidade, se preocupam com a saúde mental de seus colaboradores e se mostram empenhadas em atuar de forma intrínseca em todos os lados do ESG, não somente o ambiental ou o social.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso porque o ESG tem uma abrangência muito maior do que as finalidades comumente discutidas ou conhecidas. Por exemplo, pouco se fala sobre compliance em ESG na cadeia de fornecedores, justamente <a href="https://epocanegocios.globo.com/colunas/coluna/2023/04/esg-tambem-deve-abranger-a-cadeia-de-fornecedores-e-inacao-pode-custar-caro.ghtml" target="_blank" rel="noopener">onde as falhas são mais identificadas</a> e onde o provedor regional pode explorar a seu favor. Ou ainda na esteira da nossa fama de “tecnologia verde, sem precisar de papel”, nós não prestamos atenção ao fato de que os datacenters emitem quase a mesma quantidade de carbono na atmosfera que o setor aéreo, por causa da energia elétrica necessária para mantê-los funcionando 24&#215;7.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso escolhi repassar os conceitos que compõem a sigla ESG e apontar como o ISP pode melhor entendê-los, aderir às suas práticas e trabalhá-los a seu favor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E de Enviromental ou Ambiental</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quando falamos em infraestrutura de rede, a responsabilidade ambiental muitas vezes vem em segundo plano. Em 2022, um estudo realizado pela Faculdade de Computação do MIT &#8211; Massachussets Institute of Techonology chamado <a href="https://mit-serc.pubpub.org/pub/the-cloud-is-material/release/1" target="_blank" rel="noopener">“A nuvem é material: sobre os impactos ambientais da computação e do armazenamento de dados”</a> alertava justamente para isso: como a computação contribui para o aquecimento do planeta? Na prática, manter todo o maquinário envolvido no funcionamento, refrigeração, segurança de um datacenter e todos os dados que hoje movem o mundo têm um alto custo em emissões de carbono, o que torna a atividade onerosa para o meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma maneira concreta para o provedor de internet aplicar as métricas do “E” em seu negócio está na forma como se otimiza o consumo de energia elétrica em um datacenter. Uso de energia fotovoltaica, um gerador com bateria solar, boa manutenção ou atualização dos equipamentos, correta destinação de hardware obsoleto, por exemplo, são medidas que colaboram com a preservação do planeta. E, em termos de cadeia de fornecimento, é algo que chama atenção de clientes particulares e corporativos na hora de fechar negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>S de Social</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Se a destinação correta de equipamentos obsoletos ou inservíveis ajudam na preservação ambiental, levar esses materiais ao reuso pode favorecer o social. Nesse sentido, que tal doar tais dispositivos para uma cooperativa de catadores de recicláveis para que eles façam o desmonte e aproveitamento das peças que podem ser vendidas? Ou ainda entregá-las para instituições, como cursos técnicos, que podem utilizar o material em aula?</p>
<p style="text-align: justify;">Isso é a economia circular na prática, fazendo com que o hardware seja reinserido na cadeia produtiva, além de ser uma forma de como o ISP pode colaborar com a comunidade na qual está inserido, ajudando na geração de emprego e renda para catadores, bem como na educação de futuros profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Atuar de forma socialmente responsável é mais do que organizar doações de cestas básicas ou outros itens em datas especiais, é usar do seu empreendimento para prover formas de crescimento da comunidade ao seu redor. Por exemplo, contratar Jovem Aprendiz (se for na escola do bairro da empresa, ainda melhor) ou diferentes perfis de profissionais, independente da raça, gênero ou orientação sexual. Vale lembrar que, na área de TI, <a href="https://www.michaelpage.com.br/sites/michaelpage.com.br/files/2021-04/_Women_in_Tech_2021.pdf" target="_blank" rel="noopener">menos de 20% das vagas no Brasil são ocupadas por mulheres, segundo pesquisa Women in Technology.</a> Veja que ainda não citei os idosos, pois o etarismo também é algo a se combater na sociedade e no mercado de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>G de Governança</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Este tópico pode enganar à primeira vista, porque muitas pessoas resumem Governança a um sinônimo de gestão da empresa. Na verdade, a governança corporativa inclui em suas práticas transparência, responsabilidade, prestação de contas e equidade, tudo isso aplicado à saúde e competitividade do negócio. Garantir o melhor fluxo para a operação da empresa de forma que beneficie tanto os colaboradores quanto os clientes é uma ação de governança. Por isso a cibersegurança é um item essencial à governança no que se refere ao tratamento dos dados do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde estão armazenados os dados de clientes, fornecedores, colaboradores e do próprio funcionamento da empresa? Que tipo de tratamento de segurança e backup recebem? Quais pessoas possuem acesso às informações críticas da sua organização? Vazamentos de dados de clientes e ataques do tipo ransomware são um risco real, diário e constante que empreendimentos de todos os portes e segmentos estão sujeitos a enfrentar em todo o mundo. No Brasil, empresas de todos os setores no país tiveram que se adaptar à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) a partir de 2020, no entanto, muitas delas apenas colocaram um “quadrado” para que o usuário/cliente tenha ciência de que foi alertado, sem cuidar de forma apropriada dos dados desse cliente ou da própria empresa. E vale lembrar: isso não é aplicação da Governança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>ESG mais pragmático</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como apresentei no início deste artigo, estamos entrando em uma era de maior maturidade na abordagem do ESG, onde a adesão é colocada frente a frente com os resultados quantitativos das medidas empregadas. O professor Heiko Hosomi Spitzeck, diretor do Núcleo de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral (FDC), defende uma <a href="https://sejarelevante.fdc.org.br/tendencias-esg-mais-pragmatismo-foco-no-clima-e-regulacao/" target="_blank" rel="noopener">visão mais pragmática,</a> na qual a agenda ESG vai avançar na prática, mas perderá espaço na mídia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, estamos falando em educação, conscientização e aplicação das práticas necessárias para sobrevivência, atitudes que precisam fazer parte da cultura corporativa alinhada com as operações.</p>

		</div>
	</div>
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		<item>
		<title>As oportunidades de telecom na educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2024 18:47:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 72]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Fust]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Wi-Fi 6]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo mostra como a área da educação é um campo vasto em possibilidades de negócios para o provedor de Internet. Este segmento é afetado diretamente pela competitividade e mudanças da tecnologia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6982514f37c98" data-id="6982514f37c98" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>As oportunidades de telecom na educação</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O artigo mostra como a área da educação é um campo vasto em possibilidades de negócios para o provedor de Internet. Este segmento é afetado diretamente pela competitividade e mudanças da tecnologia.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">Estamos em ritmo de volta às aulas e este momento é ideal para chamar atenção quanto à relação intrínseca entre tecnologia e educação, tanto no ponto de vista pedagógico quanto técnico. Novas metodologias de ensino, ferramentas didáticas, conteúdos para alunos do nível infantil ao superior. Neste artigo, vou me ater à parte técnica, de observador em TI e telecom, para apontar como a área da educação é um campo vasto em possibilidades de negócios para o provedor de Internet, pois é um segmento afetado diretamente pela competitividade e mudanças da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma ideia que vem à mente ao pensarmos na relação entre o ISP &#8211; provedor de serviços de Internet e educação é a conectividade nas escolas. Este é um caminho amplo para crescimento, segundo dados do <a href="https://informacoes.anatel.gov.br/paineis/infraestrutura/conectividade-nas-escolas" target="_blank" rel="noopener">Painel Conectividade nas Escolas</a>, abastecido pela Anatel com dados do Censo Escolar. A atualização mais recente, em setembro de 2023, mostrou que das 138.355 escolas públicas municipais, estaduais e federais no Brasil, 7.592 (5,5%) não possuem acesso à Internet, das quais 6.812 estão em áreas rurais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ajudar o provedor de Internet chegar a esses locais, muitas vezes comunidades remotas ou de difícil acesso, o governo federal lançou programas como o Banda Larga nas Escolas e liberou, em 2022, os recursos do Fust &#8211; Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações para expansão de redes e infraestrutura a comunidades rurais e remotas, <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/saiba-como-utilizar-os-recursos-do-fust-instrumento-que-fomenta-a-inclusao-digital-no-brasil/">como já tratamos em artigo anterior</a>. Lembrando que além de viabilizar conexão em escolas e domicílios em áreas remotas, o FUST ainda pode abrir portas para outras áreas, como o agronegócio e o ecoturismo, levando conectividade e serviços de valor agregado (SVA) a localidades como chácaras e hotéis-fazendas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Dispositivos como auxiliares didáticos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">É consenso entre os educadores que os diferentes dispositivos tecnológicos – computador, notebook, tablet, smartphone, smart TV, lousa digital etc. – são grandes auxiliares no processo pedagógico se bem utilizadas em sala de aula. Como exemplo, cito a pesquisa <a href="https://www.blinklearning.com/portal/news/Estudo+sobre+o+uso+da+tecnologia+na+educa%C3%A7%C3%A3o_4146298_402836802" target="_blank" rel="noopener">VII Estudo Global sobre o uso da tecnologia na educação &#8211; relatório Brasil 2022</a>, realizada pela empresa de soluções em educação BlinkLearning em parceria com o MEC &#8211; Ministério da Educação.</p>
<p style="text-align: justify;">De caráter voluntário, ao contrário do Censo Escolar, o estudo contou com a participação de 43 mil professores de todos os estados brasileiros, de diferentes níveis de ensino. Revela que 83% dos entrevistados relataram usar algum tipo de material digital nas aulas e 80% acreditam que a tecnologia melhora a motivação dos estudantes, pois torna os conteúdos mais atraentes com seus recursos dinâmicos e interativos. Contudo, o principal desafio ao uso da tecnologia na sala de aula é a falta de dispositivos suficientes (73%), quase o mesmo número (72%) de professores que recomendariam à escola iniciar um projeto tecnológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os dados do já citado Painel de Conectividade das Escolas indicam que hoje ainda existem 96.192 ou 69,5% das escolas públicas brasileiras sem laboratório de informática. Esta é uma oportunidade de negócios interessante ao provedor que busca expandir atuação, tanto na oferta de equipamento quanto no suporte a essas unidades de ensino.</p>
<p style="text-align: justify;">Um laboratório de informática no qual possa ser instalada uma lousa digital torna-se um ambiente rico para o processo de ensino e aprendizagem – e aqui vale também para as escolas particulares de pequeno e médio portes, em busca de diferenciação no mercado. Pelo menos um espaço com o equipamento apropriado no qual possa se trabalhar gamificação, Ambiente Virtual de Aprendizagem (sala virtual) e demais softwares de ensino motiva o aprendizado nos alunos, a satisfação dos pais, o destaque da escola e um produto a mais no portfólio do ISP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Expandir projetos em educação</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, os dados levantados pela Anatel e pelo Censo Escolar apontam que existem mais escolas conectadas à Internet do que laboratórios de informática, isso considerando apenas o universo de instituições públicas. Neste caminho de dar suporte à tecnologia na educação, oferecer ao cliente, seja ele uma escola infantil ou faculdade, especialmente entre as instituições privadas, uma infraestrutura de conexão aderente ao <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/wi-fi-6-e-a-aceleracao-da-transformacao-digital/">protocolo de rede sem fio Wi-Fi 6</a> pode assegurar satisfação dos clientes – estudantes, professores e corpo administrativo – com uma conexão capaz de superar obstáculos e atender diferentes dispositivos conectados.</p>
<p style="text-align: justify;">A Wi-Fi 6 usa a tecnologia MU-MIMO &#8211; Múltiplas Entradas e Múltiplas Saídas, o que melhora o alcance e a cobertura da rede. Isso ajuda a reduzir a interferência em ambientes lotados, diminuindo a latência e provendo mais velocidade e estabilidade às conexões. Desta forma, uma quantidade muito maior de dispositivos, como smartphones, laptops, tablets e TVs, podem trabalhar simultaneamente em um mesmo ponto de acesso sem perdas na qualidade do sinal. Toda estrutura da escola ou faculdade, não importa o quão distante esteja do roteador, pode ter acesso ao sinal de Internet sem interrupção ou queda de velocidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta conta também estão os painéis de mídia OOH &#8211; Out Of Home substituindo os antigos quadros de avisos de papel, mantendo informações que a instituição pretenda passar a seus alunos atualizadas em tempo real, sem a necessidade de “rondas” para substituir cartazes. E, para ficar de olho nesses painéis e evitar furto ou depredação, bem como reforçar a segurança de alunos e professores, existem diferentes câmeras de videomonitoramento que podem ser facilmente controladas pela equipe de segurança e diretoria, com softwares de reconhecimento facial ou detectores de movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os itens acima são oportunidades que o provedor de internet pode agregar ao seu portfólio e ofertar como serviço adicional, evoluindo a forma como conduz seu negócio com clientes existentes e em potencial. Este é só o capítulo mais recente na relação entre educação e tecnologia, ambas em evolução constante e indo muito além do que apenas a necessidade de conexão à Internet.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Saiba como utilizar os recursos do Fust, instrumento que fomenta a inclusão digital no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jan 2024 16:39:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 71]]></category>
		<category><![CDATA[Fust]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Pouco se explora sobre os benefícios do Fundo, que não apenas desempenha um papel vital no desenvolvimento das telecomunicações no país, mas também oferece oportunidades para os ISPs.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6982514f38c0a" data-id="6982514f38c0a" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Saiba como utilizar os recursos do Fust, instrumento que fomenta a inclusão digital no Brasil</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Pouco se explora sobre os benefícios do Fundo, que não apenas desempenha um papel vital no desenvolvimento das telecomunicações no país, mas também oferece oportunidades para os ISPs.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, fundador e CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">O Fust &#8211; Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações foi criado pelo Governo Federal nos anos 2000 com o objetivo de promover a inclusão digital e garantir o acesso à comunicação em todo o território nacional. Apesar de não ser novidade, pouco se explora sobre os benefícios do Fundo, que não apenas desempenha um papel vital no desenvolvimento das telecomunicações no país, mas também oferece oportunidades para os ISPs &#8211;  provedores de serviços de Internet obterem recursos para expandir sua infraestrutura e serviços. Neste artigo, vamos explicar o que é FUST, como ele deve ser aplicado e de que forma os ISPs podem se beneficiar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Fust foi instituído pela Lei nº 9.998/2000 como parte do PGMU &#8211; Plano Geral de Metas de Universalização do Governo Federal, com o propósito de financiar projetos e programas voltados à universalização dos serviços de telecomunicações, especialmente em áreas remotas ou desfavorecidas economicamente. Também acolhe iniciativas regionais integradas à conectividade e de impacto social relevante, que elevem a qualidade de serviços básicos, como a educação.</p>
<p style="text-align: justify;">O fundo é alimentado por contribuições compulsórias das empresas de telecomunicações e tem colaborado significativamente para o desenvolvimento social e econômico de diversas localidades brasileiras, beneficiadas pelo acesso à Internet. Embora tenha sido criado no ano 2000, Fust teve seus recursos efetivamente disponíveis em 2022, por meio de financiamento do BNDES &#8211; Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Conectividade e desenvolvimento socioeconômico</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, podem solicitar recursos do Fust provedores interessados em expandir e aprimorar suas redes, garantindo melhoria dos serviços ou ampliação da cobertura com foco na inclusão digital. Isso inclui soluções específicas para atender às necessidades de pessoas com deficiência, promovendo uma conectividade mais inclusiva. Acredito, também, que as PPPs &#8211; Parcerias Público-Privadas são uma estratégia eficaz para ISPs obterem recursos do Fust.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que aprimorar serviços públicos e garantir a inclusão digital, projetos financiados com recursos do Fust tendem a acelerar o desenvolvimento econômico e o empreendedorismo, favorecendo o progresso de pequenos negócios. A oitava edição do NuvemCommerce, estudo anual sobre e-commerce e empreendedor brasileiro, realizado pela Nuvemshop, registrou que as PMEs &#8211; pequenas e médias empresas venderam 46,5 milhões de produtos on-line em 2022, 4,5% a mais do que o registrado em 2021. No universo pesquisado, 72% dos empreendedores não têm loja física, o que seria impossível sem uma conectividade eficiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Telecomunicações na melhoria do ensino</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na área educacional, o programa Banda Larga nas Escolas é uma ação federal que ganhou força com a liberação dos recursos do Fust e está desafiando provedores de internet a apresentarem projetos de infraestrutura de rede banda larga para atender escolas públicas de todos os municípios brasileiros. As primeiras operações do fundo já aconteceram sob intermediação do BNDES, viabilizando entrega de internet de qualidade a escolas públicas nos estados de Minas Gerais e Tocantins.</p>
<p style="text-align: justify;">Na região Norte, o aporte de R$ 10 milhões será destinado ao atendimento de 14 escolas em cinco municípios do extremo norte do Tocantins, localizados na Amazônia Legal, beneficiando 2,4 mil alunos e proporcionando 5 mil novas conexões à Internet ao longo de uma rede de fibra óptica de 198 km, que será implantada no trajeto até as unidades de escolares. Já em Minas Gerais, 26 escolas de 15 cidades serão conectadas com banda larga por fibra óptica, com financiamento no valor de R$ 20 milhões, impactando 4,1 mil alunos. E ainda há muito a ser feito.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma análise do Cetic.br, com base em 10.448 entrevistas presenciais realizadas entre outubro de 2022 e maio de 2023, em 1.394 escolas municipais, estaduais, federais e particulares brasileiras, mostra que 93% das escolas públicas contam com algum tipo de conexão. No entanto, ainda há gargalos importantes que afetam a entrega do sinal.</p>
<p style="text-align: justify;">Em boa parte das instituições estaduais e municipais, por exemplo, a internet não chega às salas de aula mais distantes do roteador (55%). Conforme a pesquisa, em 50% das escolas a conexão não suporta muitos acessos ao mesmo tempo. Outros 41% dos equipamentos de ensino pesquisados têm problemas com a qualidade da Internet, de acordo com as respostas colhidas entre 959 gestores escolares, 873 coordenadores,1.424 professores e 7.192 alunos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Novas oportunidades de negócios</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Em outra direção, o Fust pode viabilizar a implantação de torres, cabeamento de rede e sistemas de transmissão nas zonas rurais, não só conectando escolas e habitações remotas, como abrindo novas portas para o agronegócio. Conectados, os produtores do agro ampliam as fronteiras comerciais e aprimoram a gestão do negócio com automação no campo e nos armazéns. Com o crescimento da IoT &#8211; Internet das coisas nas fazendas, o uso de equipamentos de plantio, colheita e monitoramento conectados à internet gera uma demanda promissora para os ISPs.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se ter uma ideia do potencial desse setor, o Instituto Global McKinsey calcula que o impacto da Internet das coisas no Brasil atinja um resultado econômico anual de U$$ 50 bilhões a US$ 200 bilhões. Em adição, o MCTIC &#8211; Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações avalia que o uso de soluções de IoT movimentará entre US$ 5 bilhões e US$ 21 bilhões no setor de agronegócio até 2025, valor que inclui equipamentos, softwares e soluções de conectividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em síntese, o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações é um instrumento federal que promove a inclusão digital no Brasil, impulsionando o desenvolvimento socioeconômico e aprimorando a qualidade dos serviços públicos, especialmente na Educação. Ao possibilitar o financiamento de projetos inovadores em telecomunicações, o Fust amplia a infraestrutura de ISPs e abre novas oportunidades de negócios, inclusive nas zonas rurais.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>A revolução digital e a garantia de um futuro mais eficiente, inovador e sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 17:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 69]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[ISPs]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo explora a crescente necessidade de rede e conectividade na sociedade do século XXI e como a convergência de tecnologias é fundamental para atender essa demanda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6982514f39b54" data-id="6982514f39b54" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>A revolução digital e a garantia de um futuro mais eficiente, inovador e sustentável</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Este artigo explora a crescente necessidade de rede e conectividade na sociedade do século XXI e como a convergência de tecnologias é fundamental para atender essa demanda.</h2>

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			<p><strong>Vanderlei Rigatieri, CEO da WDC Networks</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">A crescente dependência da Internet e da interconectividade entre dispositivos têm impulsionado a busca por produtos que sejam fáceis de implementar e operar, desonerando as áreas de TI na mesma medida em que o processo e negócios são automatizados e aperfeiçoados. O avanço da IoT &#8211; Internet das coisas associada à evolução das conexões sem fio, cada vez mais rápidas e seguras – recente projeção da consultoria Gartner aponta que instalação de dispositivos conectados no País cresce a uma taxa anual de 13,5%.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste artigo, iremos explorar a crescente necessidade de rede e conectividade na sociedade do século XXI – sobretudo no setor corporativo – e como a convergência de tecnologias é fundamental para atender essa demanda, oferecendo soluções práticas e acessíveis que otimizam operações em empresas, residências, indústrias e até mesmo em cidades inteligentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, vivemos a era da conectividade e organizações de todos os nichos e portes precisam estar no ambiente online para atuar de forma competitiva no seu mercado. Engana-se quem pensa que precisa apenas contratar um plano de banda larga corporativo e deixar o resto com a equipe de TI para organizar a rede de tráfego de dados. É preciso pensar com cuidado e olhar estratégico para engenharia, tráfego e segurança de dados na implantação de soluções aderentes ao modelo operacional e isso envolve, cada vez mais, diferentes áreas e profissionais especializados dentro das organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">Em artigo anterior, comentamos que é mandatório ao <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/upgrade-em-infraestrutura-a-forma-mais-assertiva-de-fidelizar-clientes/">provedor de internet ter uma boa infraestrutura</a> para dar suporte às diferentes demandas de conexão e novas formas de convergência identificadas nos clientes, sejam corporativos ou residenciais. É possível extrapolar essa mesma necessidade quando falamos de pontos críticos em conectividade – uma boa estrutura de rede em termos de banda larga, otimização de tráfego, latência e atendimento à digitalização do negócio – e convergência – produtos de fácil implementação e operação no mercado que podem simplificar soluções de TI e outras do negócio, otimizando custos e tempo – às demais empresas.</p>
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<h3 style="text-align: justify;"><strong>Infraestrutura de rede </strong></h3>
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<p style="text-align: justify;">A “boa estrutura de rede” sobre a qual me refiro é muito mais do que a velocidade de banda larga. Para implantar e escalonar sua rede, contemplando conexões, aplicações e dispositivos conectados, a companhia precisa entender como funciona seu volume de dados no trabalho para poder tomar as melhores decisões técnicas e aderentes ao negócio, desde a arquitetura de dados até o balanceamento de rede. Também é imprescindível ter claros os objetivos e os resultados que se espera alcançar.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas determinações preliminares é que vão nortear a arquitetura de rede e as configurações iniciais que vão impactar diretamente nos custos e na eficiência da operação da empresa. Ou seja, um planejamento de acordo com a realidade do seu empreendimento ou do lugar onde se quer chegar é essencial para não só montar a infraestrutura ideal, mas também garantir a escalabilidade futura, acompanhando o crescimento da empresa.</p>
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<h3 style="text-align: justify;"><strong>Convergência de tecnologias </strong></h3>
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<p style="text-align: justify;">A convergência de tecnologias é outra estratégia que otimiza processos e ajuda a direcionar os investimentos de forma inteligente. Impulsionada pela conectividade, banda larga e 5G, convergir soluções hoje envolve ecossistemas que incluem recursos de IoT, Inteligência Artificial e aprendizado de máquina promovendo sinergia entre as aplicações e, em consequência, otimizando processos.</p>
<p style="text-align: justify;">É fato que essas inovações geram novas oportunidades, mas também englobam desafios que envolvem a entrega de uma conectividade pronta para atender essas novas demandas e segurança da informação para dados cada vez mais descentralizados em múltiplas nuvens. Um estudo da IDC aponta que a cloud computing mantém ainda posição de liderança entre os setores com maior crescimento em TI – cerca de 20% ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;">A integração de múltiplos pontos de coleta e troca de dados é a promessa tecnológica para viabilização de casas inteligentes, empresas inteligentes e cidades inteligentes. Com o objetivo de incentivar o desenvolvimento do setor de Internet das Coisas, o governo Federal criou o <a href="https://www.gov.br/governodigital/pt-br/estrategias-e-politicas-digitais/plano-nacional-de-internet-das-coisas" target="_blank" rel="noopener">Plano Nacional de IoT,</a> que reúne setor acadêmico, iniciativa privada e estrutura de governança em busca de novas práticas e soluções de automação de dispositivos ou processos.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal desafio da iniciativa, como aponta <a href="https://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/11731/4/TD_2867_Web.pdf" target="_blank" rel="noopener">estudo produzido pelo Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea</a>), é fazer com que a adoção de IoT não seja restrita aos casos de sucesso entre as grandes empresas, mas que ganhe escala e seja uma realidade também nas pequenas e médias organizações. Um passo importante nessa direção está no programa de capacitação e formação de mão de obra, de entidades como o Senai &#8211; Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial voltado a preparar profissionais que possam lidar com IoT, das <a href="https://www.sp.senai.br/curso/solucoes-integradas-com-iot/88656" target="_blank" rel="noopener">indústrias</a> ao <a href="https://senaigoias.com.br/eadcursos/senai/curso/18371/iot-fundamentals-big-data-analytics" target="_blank" rel="noopener">agronegócio,</a> em diferentes partes do país.</p>
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<h3 style="text-align: justify;"><strong>O potencial das micro e PMEs </strong></h3>
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<p style="text-align: justify;">Segundo pesquisa recentemente divulgada pela Amazon Web Services (<a href="http://aws.amazon.com/" target="_blank" rel="noopener">AWS</a>), as micro, pequenas e médias empresas que adotam tecnologias habilitadas para nuvem no Brasil devem gerar R$ 24,3 bilhões de ganhos anuais em produtividade até 2030. Além disso, o crescimento da oferta de soluções e modelos de negócio facilitados, como o “As a Service” facilitou às Startups e PMES investirem em tecnologias conectadas e integradas. Esse é um caminho sem volta para quem não quer perder competividade, uma vez que a grande maioria das pequenas e médias empresas brasileiras concluiu ou está implementando a transformação digital, de acordo com pesquisa da Microsoft.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo, vivemos uma era onde a interconectividade redefine a maneira como vivemos e fazemos negócios. Nesse contexto, a visão estratégica, a adaptação ágil e a colaboração se tornam os alicerces para aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas pela revolução digital e garantir um futuro mais eficiente, inovador e sustentável.</p>

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