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	<title>Logicalis &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Logicalis &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Mais de 50% das empresas brasileiras utilizam IoT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 00:11:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É o que mostra o levantamento “IoT Snapshot 2022”, realizado pela Logicalis. Entre 2018 e 2021, os projetos com a tecnologia cresceram 25% no Brasil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a56408ef98" data-id="697a56408ef98" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Mais de 50% das empresas brasileiras utilizam IoT</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Segundo o estudo “IoT Snapshot 2022”, elaborado pela Logicalis, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação e comunicação, a tecnologia de IoT – Internet das coisas já é uma realidade na América Latina e segue em expansão.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre 2018 e 2021, o número de empresas que com PoCs &#8211; prova de conceito, projetos piloto ou iniciativas em produção cresceu 15% na América Hispânica e 25% no Brasil, com 57% das empresas brasileiras já em processo de implementação do IoT.</p>
<p style="text-align: justify;">  Dentre as soluções mais usadas pelas companhias no país estão: monitoramento de ativos (sensores) e manutenção preditiva (31%), geolocalização (28%) e rastreamento de entregas, cargas e/ou logística externa (27%). Já na América Hispânica, o uso está mais voltado a vídeo analytics para monitoramento de pessoas e ambientes (49%), gestão de estoque e logística interna (27%) e geolocalização (26%).</p>
<p style="text-align: justify;">  Ainda de acordo com o estudo, desde 2016, o Brasil vinha em uma curva contínua de crescimento e, em 2021, os dados revelam uma redução de 9% (de 42% para 33%) entre aqueles que classificaram a importância das soluções de IoT como “muito alta” ou “alta”, quando comparado com a percepção relatada em 2019, última edição do estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Porém, para o futuro da tecnologia IoT (três a cinco anos) há uma tendência de alta, com 71% dos entrevistados avaliando a importância das soluções de IoT para os negócios como “muito alta” e “alta”. Com isso, 42% das empresas no Brasil e 35% na América Hispânica planejam investir em projetos de IoT nos próximos 18 meses.</p>
<p style="text-align: justify;">  Dentro dessa projeção, no Brasil os setores com mais planos concretos de investimento são o agronegócio (50%) e manufatura (49%). Na América Hispânica o segmento de utilities se destaca, com 56% das empresas almejando implementar a tecnologia de IoT em seus negócios, seguido pela área de serviços (40%).</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre os benefícios da tecnologia destacados pelos entrevistados estão: eficiência operacional, apontada por 68% dos executivos brasileiros como o principal benefício, seguido por produtividade/agilidade e suporte à tomada de decisão com 58% e 46%, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Quanto aos desafios da adoção de IoT no país, as incertezas do cenário econômico do país, a pandemia e a necessidade, cada vez maior, de justificar os investimentos de IoT foram as principais causas que levaram 44% dos respondentes brasileiros a colocar o item de viabilidade financeira como principal inibidor para a adoção dessa tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já nos demais países, o orçamento é o maior impeditivo para 45% dos entrevistados. Em segundo lugar, aparece a cultura organizacional, que foi apontada por 33% dos executivos brasileiros e por 37% dos países hispânicos como principal barreira para as iniciativas de internet das coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Ao longo do desenvolvimento desta edição do estudo, fomos consolidando uma visão de que a tecnologia tem o potencial para transformar e resolver problemas e desafios dos mais diversos setores do mercado. Passamos pela fase de provar que IoT funciona e estamos agora no momento de mostrar os resultados reais da tecnologia”, diz Yassuki Takano, diretor de consulting services na Logicalis.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para ele, há perspectivas positivas com a amplificação e a aceleração da digitalização. “Se as tendências de investimento e captura de benefícios com as soluções se mantiverem, será questão de tempo para que vejamos dados ainda mais impactantes nas próximas edições do IoT Snapshot”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em sua quinta edição, o estudo IoT Snapshot investigou o mercado latino-americano para traçar um retrato da maturidade em relação à adoção de soluções de Internet das coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre agosto e setembro de 2021, foram realizadas entrevistas com 255 executivos do Brasil (133), Colômbia (40), México (29), Argentina (23) e Chile (30). Além disso, outros 10 executivos de diversos segmentos foram entrevistados em profundidade, em uma abordagem qualitativa.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>O seu negócio precisa de SD-WAN?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 13:54:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Descubra como a SD-WAN pode ajudar a gerenciar e disponibilizar aplicações de forma segura e com qualidade entre filiais e sites remotos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a564090a76" data-id="697a564090a76" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O seu negócio precisa de SD-WAN?</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Gerenciar aplicações de forma segura entre filiais e sites remotos por meio da WAN é um desafio para os gestores de TI. Entenda como a SD-WAN pode ajudar na solução desse problema e facilitar a gestão do seu negócio.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Simone Rodrigues, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Garantir a entrega das aplicações entre filiais e sites remotos por meio da WAN é um grande desafio para as empresas. Os gestores de TI enfrentam dificuldades para gerenciar e disponibilizar de forma segura e com qualidade inúmeras aplicações, muitas de missão crítica e sensíveis à latência. Problemas de congestionamento de links, perdas de pacotes de transmissão e baixa produtividade dos funcionários remotos são frequentes e essas questões tendem a se agravar com o uso crescente de tecnologias como computação em nuvem, virtualização e vídeo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para acompanhar as novas tendências e facilitar a vida de quem opera e acessa as aplicações, as <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/wans-mais-ageis-e-flexiveis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">WANs precisam evoluir</a>. Nesse sentido, a abordagem SD-WAN ganha cada vez mais destaque ao utilizar uma combinação híbrida de qualquer tipo de link com políticas centralizadas e orquestradas de forma dinâmica por meio do caminho mais adequado da rede de longa distância com balanceamento automático da carga de trabalho e gerenciamento do congestionamento da infraestrutura. “As redes corporativas precisarão passar por mudanças para que os CIOs possam habilitar novos projetos. A SD-WAN vai ao encontro dessa realidade ao permitir que os requisitos de infraestrutura de rede sejam compatíveis com os de negócios”, comenta André Loureiro, gerente de pesquisa e consultoria da <a href="http://br.idclatin.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IDC Brasil</a>.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Para Nuno Silveiro, especialista de redes da <a href="https://www.citrix.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Citrix</a>, fornecedora de soluções de TI e telecomunicações na nuvem, a SD-WAN é uma tecnologia disruptiva, que traz inteligência à rede, permitindo à área de TI gerir o seu tráfego com base na performance real de cada link. “Ganha-se programabilidade, automação, agilidade e qualidade de serviço”, resume o executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Silveiro ainda acrescenta que a SD-WAN tem um apelo ainda maior em ambientes descentralizados e com várias clouds, já que a tecnologia facilita a gestão de diferentes conexões. “A SD-WAN oferece visibilidade de toda a rede e aplicações a partir de um ponto único e sem falhas, com eficiência e maior produtividade. Isso é fundamental para a administração de ambientes multicloud, hoje muito comum nas empresas de todo o mundo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  As soluções SD-WAN da Citrix combinam seleção de caminho, roteamento de borda, segurança, QoS de ponta a ponta e otimização de WAN em tempo real. Traz banco de dados integrado e inspeção profunda de pacotes para identificar aplicativos e direcionar de maneira inteligente o tráfego da filial para a Internet, nuvem ou SaaS – software como serviço. Fornece roteamento de tráfego automático e failover para várias nuvens. “A Citrix oferece plataformas nativas de SD-WAN, onde todo do tráfego é monitorado num ponto único com base na qualidade e throughput dos links de Internet de forma dinâmica. Todos os pacotes são enviados de acordo com a qualidade do link para uma determinada aplicação”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O aumento da adoção da nuvem no ambiente corporativo, com estratégias de multicloud e híbridas, traz à tona a necessidade de criar uma nova abordagem para a WAN, na opinião de Rosano Moraes, vice-presidente Latam da <a href="https://www.riverbed.com/br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Riverbed</a>, empresa especializada no mercado de aceleração de aplicações e otimização de dados. “Hoje, as distâncias entre os usuários e as aplicações não estão apenas atreladas à matriz e à filial. Elas acontecem também na cloud, que tem um poder de agregação muito forte. Com a SD-WAN, a otimização das redes remotas renasce de uma forma totalmente estruturada, diminuindo problemas relacionados à latência e oferecendo mais agilidade e flexibilidade na entrega de serviços”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Riverbed fornece soluções de redes completas, incluindo desde a nuvem até a ponta, em um console de gerenciamento centralizado. “Garantimos desempenho da aplicação, segurança e visibilidade para a melhor experiência do usuário”.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h3 style="text-align: justify;">Virtualização</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A virtualização das funções de rede (NFV) é um ponto chave na SD-WAN. AS WANs tradicionais, que contam com uma topologia estática e inflexível, não conseguem atender aos requisitos das novas aplicações. Assim, topologias de redes ágeis e dinâmicas com plataformas orientadas por software e baseadas em padrões abertos são fundamentais para melhorar a entrega dos serviços e a gestão da infraestrutura. “As novas aplicações se comportam como uma teia de microsserviços conectados, disponíveis nos data centers, provedores de serviços ou na nuvem. As WANs convencionais não têm capacidade para atuar com essa característica”, diz André André Andriolli, CTO da <a href="https://www.vmware.com/br.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">VMware </a>Latam, fornecedora de soluções de nuvem e mobilidade corporativa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como o modelo SD-WAN não depende de terceiros, os links MPLS, que têm alto custo, podem ser substituídos por conexões de Internet mais econômicas, como 4G, xDSL, FTTH e links dedicados, com seleções de caminhos inteligentes. “Nossas experiências com clientes comprovam que é possível ter uma economia de, no mínimo, 50%, em comparação com as redes tradicionais”, completa Andriolli.</p>
<p style="text-align: justify;">  No final do ano passado, a VMware adquiriu a VeloCloud, empresa especializada em SD-WAN na nuvem. As soluções da companhia são baseados nos conceitos de virtualização e nuvem. “Nossa tecnologia permite implantar uma filial em minutos. Somos especialistas em separar as aplicações da infraestrutura física. Esse é o nosso negocio há mais de 20 anos”, completa o executivo.</p>

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			<h3 style="text-align: justify;">SD-WAN e a transformação digital</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Na visão de Larisse Góis, gerente de tecnologia da <a href="https://www.la.logicalis.com/contact/brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Logicalis</a>, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação e comunicação, a SD-WAN traz recursos fundamentais para viabilizar a transformação digital. “A rede ganha inteligência para oferecer acesso rápido, seguro e eficaz as novas aplicações como realidade aumentada, big data, IoT – Internet das coisas e vídeo analytics. A tecnologia ainda permite um maior controle da WAN e melhor uso dos recursos disponíveis”, completa Larisse.</p>
<p style="text-align: justify;">  Loureiro, da IDC, concorda com Larisse. “A SD-WAN tem um papel muito importante na transformação digital. Com a cloud pública é possível provisonar um servidor em segundos, mas isso só faz sentido em infraestruturas ágeis e flexíveis”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Antes de tomar qualquer decisão, as equipes de TI precisam entender quais são as vantagens e os desafios que a tecnologia irá trazer ao negócio. “Um dos benefícios da SD-WAN é a sua capacidade de controlar as informações que trafegam na WAN para priorizar as aplicações mais importantes com foco na eficiência da operação. Uma loja de varejo, por exemplo, precisa garantir o acesso a seu banco de dados de mercadorias e a meios de pagamentos para funcionar com qualidade num momento de instabilidade de conexão”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além de suporte a vários tipos de conexão, é fundamental que um projeto de SD-WAN inclua segurança, controle centralizado e provisionamento zero-touch, bem como ferramentas de visibilidade da rede, automação de serviços e otimização da WAN. “A Logicalis desenvolve projetos de acordo com a necessidade de cada cliente, entregando a melhor composição de soluções para cada negócio. Oferecemos consultoria, implantação, manutenção e operação da rede”, completa Larisse.</p>
<p style="text-align: justify;">  Alexandre Nakano, diretor de IoT da <a href="http://www.ingrammicro.com.br/portal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ingram Micro</a> Brasil, distribuidora de soluções de tecnologia, recomenda que a equipe de TI faça um teste na infraestrutura de rede para saber se há necessidade de um upgrade ou mesmo a redução de contrato da plataforma. “Para que a implantação tenha sucesso é importante saber se vale a pena contratar um serviço de TI e, claro, treinar a equipe”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo ele, a SD-WAN simplifica a implementação e suporte a filiais e unidades regionais em qualquer lugar, abrindo caminho para que os provedores de serviços ofereçam mais agilidade, cobertura e retorno ao cliente. “É possível obter redução de custo e mais desempenho em determinadas aplicações. A grande mudança é que o cliente terá uma ideia mais clara de como a sua banda larga está trabalhando e o que exatamente o provedor está oferecendo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas todo esse processo passa por analisar as condições técnicas, identificar as áreas que exigem atualizações e preparar a rede para novos recursos digitais. “O ideal é ter uma visão geral da arquitetura e da estratégia de migração de ponta a ponta, alinhando os requisitos comerciais à estratégia de TI”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Ingram Micro é um distribuidor autorizado das principais soluções de SD-WAN do mercado. Além de produtos e soluções, seus serviços incluem recursos de logística e de mobilidade, suporte profissional técnico, soluções financeiras e auxílio na mudança de todo o mindset do cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.cisco.com/c/pt_br/index.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cisco</a>, fornecedora de soluções de redes e TI, está trabalhando em diversos projetos SD-WAN no Brasil. Segundo Marcelo Moreira, gerente de engenharia da companhia para a América Latina, os setores que mais demandam a tecnologia são o financeiro e varejo. “São mercados muito impactados pela transformação digital e com redes de alta capilaridade. Outros segmentos, como saúde e transporte, também começam a enxergar a SD-WAN como uma oportunidade de melhorar a eficiência de seus processos de negócios”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A companhia tem mais de 14 mil clientes de SD-WAN em todo o mundo. Suas soluções são gerenciadas na nuvem, com provisionamento zero- touch e recursos de segurança integrados, como firewall, IPS e filtro URL.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Moreira, o sucesso de um projeto de SD-WAN depende da decisão do cliente de como ele irá adotar a tecnologia, se a implantação e operação será feita em casa ou terceirizada como um serviço gerenciado de uma operadora ou integrador de serviços. “É preciso definir bem os casos de uso e motivações, como a demanda crescente de banda, migração das aplicações para a nuvem, redução de custos, com o modelo de execução”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="http://www.gdn.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GDN Tecnologia</a>, provedora de serviços na nuvem, possui uma plataforma multitenant própria baseada na tecnologia SDN/SD-WAN, da <a href="http://www.nuagenetworks.net/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nuage Networks</a> (Nokia), oferecendo conectividade SD-WAN as a service. “Nossa perspectiva para este mercado é bastante promissora, já que a tecnologia se aplica a toda empresa que possui uma rede de longa distância, desde pequenas e médias até as grandes corporações, não se restringindo apenas a usuários de MPLS. Estamos desenvolvendo parcerias com grandes operadoras para a oferta da solução”, comenta Mario Pires, executivo da companhia.</p>
<p style="text-align: justify;">  A GDN ainda desenvolve soluções on premisses com a implantação do sistema da Nuage no ambiente do cliente, não só para demandas SD-WAN, mas também para SD-DC e SDN para data centers. “As soluções da Nuage atendem demandas de SDN aplicadas ao data center e à WAN de forma integrada”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O executivo destaca que a SD-WAN, ao estabelecer uma rede overlay com a abstração da rede física (underlay), abre um universo de possibilidades, que não só permite a coexistência integrada de links de características distintas, como traz maior controle do comportamento de tráfego, aplicação a uma infinidade de políticas que organizam as diversas demandas e prioridades e segurança nativa com túneis dinâmicos criptografados, Internet break-out (tráfegos de filiais direcionados à Internet ou outras filiais podem sair diretamente e com segurança), além de maior capacidade total com balanceamento de carga baseado em políticas, microssegmentação e possibilidade de adição de serviços por meio de VNFs &#8211; Virtual Network Functions. “A solução também possui mecanismos de visibilidade e relatórios que ajudam de forma consistente no gerenciamento e controle da rede”.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h3>Operadoras preparam suas redes para a SD-WAN</h3>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">A <a href="https://www.embratel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Embratel</a> iniciou o seu projeto de SD-WAN em 2016. Hoje, a tecnologia já faz parte de seu portfólio de produtos. Para Alexandre Gomes, diretor de marketing da Embratel, a SD-WAN vai muito além da formação de rede, possibilitando uma evolução para as empresas agregarem valor ao seu negócio. “É uma tecnologia OTT – Over the top, agnóstica a acesso e que permite aos usuários trazerem o seu legado de links para compô-la. Logo, é mais custo-efetiva e de rápida ativação, com escalabilidade para serviços na cloud, como SaaS e IaaS”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o executivo, a Embratel adotou uma solução dedicada para a entrega de serviços SD-WAN, com redes com múltiplos acessos e WANs, balanceamento de aplicação, agregação de tráfego, segurança e Wi-Fi. “Temos rede uma totalmente adequada ao ecossistema digital de aplicações, com operação, manutenção e recuperação ágeis e simples e um portal com interface gráfica para a melhor gestão da solução”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.orange-business.com/br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Orange Business Services</a> também já está preparada para a oferta de serviços SD-WAN. Seu público-alvo são empresas multinacionais e de grande porte, que precisam de uma rede ágil, segura e flexível para atender às demandas do negócio e suportar a transformação digital. Um dos seus clientes é a Siemens, um projeto de transformação de rede que inclui mais de 1500 localidades em todo o mundo. “Acreditamos que até 2020 pelo menos 50% dos dispositivos de borda da WAN serão atualizados com dispositivos SD-WAN”, comenta Felipe Stutz, diretor de soluções para América Latina da Orange Business Services.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na avaliação do diretor, o principal desafio da tecnologia é integrar as plataformas com os sistemas legados. “Apesar de termos uma facilidade muito grande na integração do conceito de zero-touch, é preciso avaliar a integração de maneira criteriosa para evitar impactos no funcionamento da rede existente”, diz, o executivo, acrescentando que é imprescindível que as plataformas de SD-WAN estejam totalmente integradas às soluções de segurança e serviços na nuvem. “Esse é um aspecto que merece muita atenção das equipes de TI e de fornecedores da solução. A Orange tem trazido grande valor aos clientes com uma abordagem consultiva, implementando pilotos e avaliando todos esses pontos de acordo com a necessidade de cada cliente”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Orange oferece a solução SD-WAN nas modalidades Opex ou SaaS – software como serviço, ou seja, os clientes não precisam investir na aquisição dos equipamentos e licenças. Também é possível adquirir os equipamentos, com serviços opcionais. “A SD-WAN abre a possibilidade de integrar novos meios de conectividade na empresa e também de viabilizar a migração de serviços na nuvem de maneira segura. É possível usar redes públicas Internet e privada MPLS de forma simultânea, buscando o melhor uso dos diferentes meios. Os clientes ainda podem decidir manter parte do tráfego crítico ao negócio no MPLS, tendo maior garantia de desempenho e disponibilidade”.</p>
<p>&nbsp;</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Redes elétricas inteligentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2018 19:04:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 7]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Logicalis]]></category>
		<category><![CDATA[Medidores inteligentes]]></category>
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		<category><![CDATA[Smart grid]]></category>
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					<description><![CDATA[Os benefícios das redes elétricas inteligentes impactam diretamente no atendimento aos clientes das concessionárias de energia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a5640935c4" data-id="697a5640935c4" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Redes elétricas inteligentes</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Os benefícios das redes elétricas inteligentes, que usam tecnologia para automatizar processos e transmitir informações em tempo real, impactam diretamente no atendimento aos clientes das concessionárias de energia.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Por Marcos Ablas, consultor de utilities da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.la.logicalis.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Logicalis</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  O crescimento das redes elétricas inteligentes, que usam tecnologia para automatizar processos e transmitir informações em tempo real, garante inúmeros benefícios para as concessionárias de energia que, a partir de dados mais assertivos, conseguem antecipar problemas, resolver falhas mais rapidamente, reduzir perdas e otimizar a operação. Pouco se fala sobre o tema, mas essas mudanças impactam diretamente no atendimento prestado aos clientes. Por isso, o meu objetivo neste artigo é esclarecer os benefícios para os consumidores de energia.</p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Detecção mais veloz de problemas</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a adoção de medidores inteligentes na entrada de prédios e casas é possível identificar exatamente o local sem energia, e se a falha é apenas em uma residência ou em todo o quarteirão ou bairro. Saber a localização exata do problema, com agilidade e precisão, evita que equipes de manutenção percam tempo procurando o local. Além disso, com essas informações, as concessionárias podem avisar aos clientes a previsão de retorno de energia com maior exatidão. Isso ajuda a estabelecer um relacionamento de confiança e transparência com os consumidores, que podem programar melhor a sua rotina, em caso de falta de energia.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Reestabelecimento da energia rapidamente</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  É possível reestabelecer a energia, ou parte dela, por meio de atuadores automatizados que permitem o self-healing, como chaves religadoras e outros dispositivos que tomam decisões por meio da comunicação local ou com centros de operação. Isso simplifica a resolução de muitos problemas intermitentes, como quando um galho encosta em um cabo rapidamente. Nesse momento, as chaves religadoras tentam, automaticamente, reestabelecer o circuito ou, ao menos, reduzir o número de consumidores afetados durante o processo de recuperação, ao modificar o caminho da energia na rede elétrica.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Custos menores</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Talvez você não saiba, mas parte do custo da energia desviada ou roubada é dividido entre todos os usuários da área de concessão. Portanto, quanto maior a precisão e a frequência das medições de energia em áreas agregadas, como um quarteirão, por exemplo, fica mais fácil analisar os dados e detectar perdas não técnicas. No futuro, com base nesse histórico e na redução de roubos, determinadas regiões poderão até ter valores mais adequados de energia.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Melhor relacionamento com consumidores</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O relacionamento entre os consumidores e as empresas do setor é baixo. As pessoas, na maioria das vezes, só entram em contato para solicitar mudança de endereço, acertos de contas ou reclamar de falta de energia – e a maior parte dessa comunicação ainda é feita via call center. Com redes mais inteligentes, as concessionárias podem oferecer, por exemplo por meio de aplicativos, informações detalhadas sobre o consumo residencial, como os períodos, horários e equipamentos que mais gastam.</p>
<p style="text-align: justify;">  Essa transparência possibilitará mudanças no comportamento e no uso da energia elétrica, para um melhor consumo e à economia consciente.</p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Planejamento da rede e manutenções mais programadas</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Regiões onde acontecem grandes eventos e cidades turísticas são bastante complexas para os distribuidores. Com a evolução das redes e o uso de tecnologias, como big data, será possível planejar melhor a demanda com base em históricos e priorizar o fornecimento para um determinado local, bem como programar a manutenção e as trocas de transformadores e sensores de forma a reduzir falhas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Confiabilidade nas redes de telecomunicações</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Para que tudo isso seja possível no Brasil, o setor elétrico precisa de uma maior maturidade na digitalização assim como acontece nos EUA, em que 50% dos medidores já são inteligentes, ou na China, onde esse número chega a 70%. Além disso, é necessário um nível de confiabilidade altíssimo nas redes de telecomunicações para garantir a conectividade entre os dispositivos e as demais tecnologias, viabilizando a coleta de dados e a tomada de decisões em tempo real.</p>
<p style="text-align: justify;">  A evolução das infraestruturas de telecomunicações é apenas o primeiro passo para redes elétricas mais inteligentes. Também é necessária uma atualização da regulamentação no setor de energia para que esses benefícios possam se materializar a todos os brasileiros.</p>
<h3 style="text-align: justify;"></h3>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Orçamentos de TI crescem nas empresas brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 17:49:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa da Logicalis mostra que este ano os orçamentos de TI estão maiores ou iguais em 84% das empresas, em comparação a 2017.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a564096269" data-id="697a564096269" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Orçamentos de TI crescem nas empresas brasileiras</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A quinta edição da pesquisa IT Snapshot 2018, realizada pela <a href="https://www.la.logicalis.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Logicalis</a>, companhia global de soluções e serviços em tecnologia da informação e comunicação, mostra que o alinhamento entre as áreas de TI e negócios já é uma realidade nas empresas brasileiras e que essa transformação exige um novo perfil de profissional no setor: capaz de entender os desafios de negócios e sugerir mudanças proativamente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o estudo, que contou com a participação de 151 executivos de TI de organizações brasileiras com faturamento anual acima de R$ 300 milhões, 68% dos executivos estão mais otimistas em relação ao crescimento econômico brasileiro. Prova disso é que os orçamentos de TI estão maiores ou iguais em 84% das empresas. Metade dos entrevistados contam com budget, em média, 14% maior do que em 2017. A distribuição entre Capex e Opex continua a mesma, sendo 63% do montante para despesas operacionais e 37% para investimento em ativos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Panorama atual de TI no Brasil</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">  No que se refere a prioridades de negócios para este ano, 67% dos projetos buscam um aumento da eficiência operacional, seguido pela otimização e transformação dos processos (62%) e melhoria da experiência do cliente (52%). Já para tecnologia, a segurança da informação dispara como a principal preocupação, com 42%, seguida por big data/analytics (34%). Para 49% dos entrevistados, a segurança deve prevalecer, mesmo que impacte na agilidade e produtividade, enquanto 51% acreditam que as organizações podem abrir mão de controle para garantir uma atuação ágil e aberta.</p>
<p style="text-align: justify;">  Cerca de 15% dos respondentes da pesquisa já têm projetos relacionados a big data/analytics e 49% possuem pilotos ou pretendem iniciá-los nos próximos 12 meses. Em seguida vem a IoT _ Internet das coisas, atualmente em produção em 15% das empresas e com previsão de adoção em 39% delas no próximo ano.</p>
<p style="text-align: justify;">  A computação em nuvem já é uma realizada no país. A adoção da tecnologia está atrelada modernização da infraestrutura (59%) e a busca por uma melhor velocidade de atendimento às demandas de negócios (44%). O modelo mais adotado atualmente é o privado (60%), mas há uma forte tendência de ampliação do uso de cloud pública e híbrida. Esta última representa, hoje, 31% do mercado, mas deve chegar em 64% das empresas até o final do ano.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Mão de obra especializada</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">  Os resultados da pesquisa deixam claro que o profissional de TI precisa entender cada vez mais do negócio e como a tecnologia pode trazer benefícios a ele. O principal desafio, para 42% das companhias pesquisadas, é encontrar profissionais com capacidade de mapear processos de negócios e sugerir mudanças. As capacitações técnicas vêm em segundo lugar, sendo segurança a mais relevante delas com 29%, seguida de big data (24%) e inteligência artificial (21%).</p>
<p style="text-align: justify;">  Para suprir essa demanda, as empresas têm investido em capacitação, principalmente  alocando os funcionários de TI nas áreas de negócios para que se envolvam diretamente nos seus processos (35%). Programas de treinamento e participação em eventos especializados foram outras saídas encontradas pelos gestores – 30% e 34%, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Vivemos um cenário muito promissor para o setor. Os gestores de TI passaram a ter um papel fundamental na condução dos negócios e há uma proliferação de tecnologias disruptivas para resolver os desafios. Temos um mercado com muitas oportunidades, mas ainda mais desafiador: não basta apenas conhecer inovações tecnológicas, é preciso também ter um claro entendimento dos negócios para aplicá-las de forma a aumentar o retorno.”, afirma Yassuki Takano, diretor de consultoria da Logicalis.</p>
<p style="text-align: justify;">  Participaram da pesquisa organizações de diferentes setores do mercado brasileiro. O estudo ouviu executivos de 145 empresas de grande porte dos segmentos de serviços, manufatura e comércio, agronegócio, setor público, utilities e dos setores de óleo, gás e mineração. Além disso, foram realizadas seis entrevistas qualitativas para aprofundamento de alguns aspectos que chamaram a atenção na pesquisa quantitativa.</p>

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