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	<title>NaaS &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>NaaS &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Mercado global de NaaS deve ultrapassar US$ 150 bilhões até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2022 18:27:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Segundo a ABI Research, apenas a receita do setor de telecomunicações com NaaS vai superar US$ 75 bilhões. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6981b858f3ca9" data-id="6981b858f3ca9" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Mercado global de NaaS deve ultrapassar US$ 150 bilhões até 2030</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  De acordo com a ABI Research, empresa global de inteligência tecnológica, o mercado de NaaS &#8211; Network-as-a-service deve ultrapassar a marca US$ 150 bilhões até 2030.</p>
<p style="text-align: justify;">  “As telcos devem aproveitar a oportunidade para dominar o mercado de NaaS, pois a receita gerada pelo fornecimento de conectividade continuará a diminuir. No entanto, seus modelos de estratégia de investimento, negócios, operacionais e &#8216;go-to-market&#8217; não estão prontos para fornecer uma solução NaaS competitiva”, diz Reece Hayden, analista de computação distribuída e de borda da ABI Research. “O mercado é imaturo e altamente fragmentado, mas a receita do setor de telecomunicações ultrapassará US$ 75 bilhões até 2030 se as operadoras agirem agora e transformarem tecnologia, cultura e estrutura para melhor se alinharem aos requisitos do NaaS.”</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/naas-novas-oportunidades-de-negocios-para-os-isps/">Atualmente, as empresas de telecomunicações enfrentam a concorrência de dois players importantes. Os provedores de interconexão construíram suas soluções ágeis desde o início, concentrando energia em virtualização e especialização de software</a>. Ao mesmo tempo, os provedores de infraestrutura (por exemplo, AWS, GCP e Azure) continuam a oferecer soluções NaaS específicas para a nuvem. Mas, de acordo com Hayden, “as operadoras de telecomunicações permanecem na melhor posição para liderar o mercado, desde que reconheçam suas limitações de serviço/inovação, invistam/reestruturam com sucesso e concentrem suas mensagens adequadamente”.</p>
<p style="text-align: justify;">  As telecomunicações devem procurar transformar três áreas. Em primeiro lugar, as empresas de telecomunicações precisam virtualizar a infraestrutura de rede para fornecer serviços nativos da nuvem e continuar investindo fortemente para integrar a automação (AIOps) em todos os serviços de rede, incluindo o “slice-as-a-service 5G” e outros serviços de valor agregado que são críticos para a monetização.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em segundo lugar, as operadoras de telecomunicações devem reestruturar os modelos operacionais e de negócios, visando a abertura e as parcerias em todo o setor e reduzir a fragmentação interna para impulsionar a continuidade dos serviços entre empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Terceiro, é preciso desenvolver uma cultura de resolução de problemas e realinhar a estratégia de “go-to-market” para se posicionar melhor no mercado de NaaS. Isso envolve estratégias de vendas verticais e específicas de cada empresa e o estabelecimento de processos. Os executivos de telecomunicações devem se concentrar mais na prestação de serviços e na qualificação/requalificação de sua força de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">  A adoção de NaaS crescerá rapidamente nos próximos oito anos. A ABI Research espera que até 2030, pouco menos de 90% das empresas terão migrado pelo menos 25% de sua infraestrutura de rede global para o modelo NaaS. “Para impulsionar as vendas de curto prazo, os fornecedores devem educar e adaptar sua estratégia de vendas para se concentrar nos primeiros adotantes (startups e PMEs) e verticais específicos”, recomenda Hayden.</p>

		</div>
	</div>
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		<item>
		<title>Mercado de TIC no Brasil crescerá 8,2% em 2022, aponta IDC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Feb 2022 19:05:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Setor de TI deve crescer 10,6% impulsionado pelo segmento de devices, enquanto o de telecom deve aumentar em 4% graças ao avanço dos dados móveis e os impactos do 5G.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6981b859012f9" data-id="6981b859012f9" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Mercado de TIC no Brasil crescerá 8,2% em 2022, aponta IDC</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  Segundo projeções do estudo “IDC Predictions Brazil”, realizado pela consultoria IDC, o mercado brasileiro de TIC, que inclui os setores de TI e telecom, vai crescer 8,2% este ano (individualmente, a área de TI deve avançar 10,6% e a de telecom 4%. Já o segmento de TI Enterprise, composto exclusivamente por empresas, deve crescer 8,9%.</p>
<p style="text-align: justify;">  “As expectativas são as maiores dos últimos oito anos, mesmo diante de um cenário de crescimento econômico moderado na América Latina e em um período de eleições no país”, diz Denis Arcieri, country manager da IDC Brasil.  Ele acrescenta que o setor de TI deve ser impulsionado pelo comportamento do segmento de devices, enquanto o de telecom será puxado pelo avanço dos dados móveis e a expectativa sobre os impactos dos 5G. “Já o aumento em TI Enterprise será reflexo do avanço da nuvem somado à retomada do mercado de serviços de TI e à boa perspectiva para o mercado de software.”</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com IDC, as principais iniciativas estratégicas que direcionarão os gastos de TI em 2022 são: produtividade e controle de custos; customer experience; novos produtos e serviços; e atração e retenção de talentos. “A necessidade de gerar mais negócios está convidando as empresas a repensarem suas prioridades e, consecutivamente, aumentando a demanda por soluções de TI”, completa Arcieri.</p>
<p style="text-align: justify;">  As 10 tendências do mercado brasileiro de TI e telecom para 2022, segundo a IDC Brasil, são:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">1 &#8211; Demanda maior que a oferta de componentes</p>
<p style="text-align: justify;">  Em termos globais, o mercado de semicondutores deve apresentar melhora na disponibilidade de produtos, mas o Brasil ainda sentirá algum impacto pelo atraso ou restrição de dispositivos que utilizam chips de gerações anteriores e não tiveram aportes recentes. “Estão sendo feitos muitos investimentos na fabricação de chips abaixo de 10 nm (nanômetros), mas não são estes os mais demandados no Brasil. Notebooks, desktops, tablets e servidores usam, em sua maioria, componentes maiores que 40 nm”, diz Reinaldo Sakis, gerente de pesquisa e consultoria de consumer devices da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por conta disso, o mercado de dispositivos terá um ano com alguns desafios e deverá apresentar crescimento modesto de 1,9% em unidades, mas grande em valor (12,6%), gerando um total de US＄ 22,9 bilhões. “A escassez de alguns componentes e produtos, e o câmbio desfavorável são os principais motivos para a diferença entre o crescimento do volume de unidades e de valor”, completa Sakis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">2 &#8211; Os ambientes híbridos, que incluem cloud e recursos de TI tradicional, estarão em mais de 70% das empresas de médio e grande porte</p>
<p style="text-align: justify;">  A adoção da nuvem no Brasil vem sendo impulsionada pela necessidade de maior agilidade e flexibilidade na infraestrutura de TI, e, para 2022, aproximadamente 97% das empresas que já utilizam algum modelo de cloud indicaram que manterão ou aumentarão o volume de workloads suportados por esse tipo de ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Ajustar as práticas de segurança de TI para abranger os ambientes de nuvem será o principal desafio dos gestores, que buscarão ajuda nos provedores de serviços especializados. Neste cenário, o Data Center tradicional manterá sua importância para os negócios e se manterá presente em mais de 87% das empresas”, explica Luciano Ramos, gerente de pesquisa e consultoria de enterprise da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por outro lado, os gastos com IaaS &#8211; infraestrutura como serviço na nuvem pública alcançarão US$ 1,9 bilhão em 2022, um crescimento acima de 36% em relação ao ano anterior, enquanto a nuvem privada manterá um ritmo de crescimento mais discreto, avançando cerca de 7,9%, com gastos de US$ 540 milhões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">3 &#8211; As complexidades de cybersecurity e as dificuldades para atração e retenção de profissionais farão com que 76% das empresas de médio e grande porte busquem serviços especializados</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim como no ano passado, 2022 deverá ser marcado pela continuidade dos ataques cibernéticos, fazendo com que os serviços de detecção e resposta gerenciados sigam ganhando espaço, ao mesmo tempo em que se intensifica a procura por profissionais qualificados. Das empresas consultadas pela IDC Brasil, 40% afirmaram que a falta de especialistas em suas equipes é um fator crítico, e 57% disseram que contarão com ajuda externa para gerenciar e operar ambientes com soluções modernas de cibersegurança.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Diante deste cenário, os gastos com serviços de segurança totalizarão quase US＄ 1 bilhão no país em 2022, representando um crescimento médio de 10% ano a ano desde o início da pandemia, em 2020. Já as soluções de segurança superarão os US＄ 860 milhões, com a proteção na nuvem recebendo grande atenção”, diz Ramos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">4 &#8211; Uso de dados para impulsionar negócios colocará Analytics, AI/ML e Data Management na pauta prioritária de mais de 47% das empresas. Edge e 5G contribuem para este movimento</p>
<p style="text-align: justify;">  Cada vez mais as empresas compreendem a necessidade de se ter insights acionáveis sobre seus próprios dados, especialmente com a ascensão dos canais digitais. Em 2022, a IDC estima que US$ 2,9 bilhões serão destinados a soluções e serviços relacionados a big data &amp; analytics no Brasil, um aumento de 10,8% em relação ao ano passado. Já em inteligência artificial e machine learning, a expectativa da IDC é de um crescimento de 28% no mesmo período, chegando a US$ 504 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Mesmo havendo uma evolução clara, muitas empresas ainda carecem de uma cultura de dados estabelecida e difundida nas áreas de negócios, o que é necessário para que se possam estabelecer métricas e modelos de tomada de decisão ágeis, gerando maior competitividade. Neste contexto, o avanço do edge computing, estimulado pelo 5G, deve ocupar papel de destaque”, conclui Ramos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">5 &#8211; Implantação do 5G standalone e a jornada de ofertas e serviços aos clientes</p>
<p style="text-align: justify;">  Com a realização dos leilões de frequência, o Brasil pavimenta o caminho para a chegada em 2022 do 5G standalone, que não depende do 4G. “A definição do espectro, o formato de comercialização das licenças e a concorrência obtida nos leilões evidenciam o protagonismo do Brasil na América Latina. Em relação a América Latina, vamos largar na frente tanto nas regras do jogo quanto na conversão de receita, o que nos coloca como protagonistas na oferta de 5G na região”, explica Luciano Saboia, gerente de pesquisa e consultoria de telecomunicações da IDC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  O tripé baixa latência, alta capacidade de banda e elevada densidade de conexões removerá barreiras, permitindo o desenvolvimento de vários elos do ecossistema de tecnologia, como devices, cloud, vendors, operadoras, desenvolvedores de software e clientes, que darão protagonismo aos use cases.</p>
<p style="text-align: justify;">  Até 2025, o 5G deve movimentar no Brasil cerca de US$ 25,5 bilhões, impulsionando a maior adoção de tecnologias como inteligência artificial, big data &amp; analytics, cloud, segurança, AR/VR, robótica e IoT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">6 &#8211; NaaS &#8211; Network as a Service se materializa como opção para infraestrutura de rede</p>
<p style="text-align: justify;">  Com ambientes de rede cada vez maiores e mais complexos, as empresas buscarão soluções digitais mais flexíveis e que atendam suas necessidades sem comprometer seu controle apropriado. Assim, o NaaS surge como uma maneira de melhorar a gestão e a capacidade das redes das companhias sem precisar fazer grandes mudanças nas equipes. Para 67,5% das empresas brasileiras ouvidas pela IDC, a principal motivação para contratar serviços gerenciados é a necessidade de expandir a capacidade de TI para apoiar o crescimento dos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Optar por um formato de consumo flexível da infraestrutura de rede, entregue em um modelo Opex, incluindo hardware, software, ferramentas de gerenciamento, licenças e serviços do ciclo de vida, passará a ser uma realidade cada vez mais comum nas empresas. Espera-se que os modelos de consumo NaaS aumentem em adoção a partir de 2022, especialmente à medida que os fornecedores do serviço criem mais ofertas e que haja uma adoção ampliada por parte das empresas”, diz Saboia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">7- DDaS &#8211; Device as a Service evoluem para maior maturidade e ofertas mais abrangentes</p>
<p style="text-align: justify;">  A oferta de dispositivos como serviço tem conquistado cada vez mais espaço no Brasil e atraído o interesse de novos fabricantes e usuários, sejam de impressoras, desktops, notebooks, tablets ou smartphones. Com melhor qualidade e quantidade, o DaaS atinge uma maturidade oriunda dos feedbacks dos personagens deste mercado e deve seguir em alta.</p>
<p style="text-align: justify;">  “O aumento dos preços dos dispositivos é outro fator que impacta diretamente na maior demanda por DaaS, já que esta é uma forma das empresas diluírem seus investimentos com equipamentos em vários anos&#8221;, explica Sakis. “Somente o mercado de PCaaS &#8211; PC as a Service, que é uma parte de DaaS, deve ultrapassar os US$ 100 milhões no Brasil este ano, representando um crescimento acima de 21% em relação ao ano passado”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">8 &#8211; IoT e os desafios para conciliar necessidades de transformação digital, inovação e o pragmatismo da redução de custos</p>
<p style="text-align: justify;">  Em mercados emergentes, como o Brasil, implantações de IoT que visam reduzir custos e aumentar a eficiência operacional têm mais força frente a temas de inovação. Fatores como melhorias de segurança, ganhos de receita, satisfação dos clientes e impactos ambientais são prioritários para as empresas avaliarem o sucesso e apostarem no uso da tecnologia. Em 2022, a IDC projeta esse mercado em US$ 1,6 bilhão, composto por soluções e serviços relacionados a IoT no Brasil, o que representa um crescimento de 17,6% em relação ao ano anterior. “A crescente adoção de IoT no país será impulsionada principalmente pelas oportunidades de melhorar a qualidade, a eficiência e o customer experience do produto ou serviço. Novidades combinando IoT, 5G, edge computing e analytics darão suporte e habilitarão ainda mais casos de uso de dados em tempo real”, explica Saboia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">9 &#8211; Maior participação das áreas de negócio leva provedores de serviços de TI a repensarem seu posicionamento. Mais de 61% das empresas querem uma abordagem consultiva especializada</p>
<p style="text-align: justify;">  A mudança do mindset dos CIOs e maior proximidade com as linhas de negócios, que precisam atuar mais forte e mais rapidamente em novos produtos, serviços e experiências, fazem com que os provedores de serviços de TI retomem espaço nos orçamentos das organizações e sejam reconhecidos pelo valor que podem agregar à operação e a novas iniciativas. Como consequência, a IDC prevê uma aceleração da retomada dos serviços de TI em 6,7%, ultrapassando os R$ 44 bilhões em 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Enquanto as empresas buscam parceiros que agreguem conhecimento, agilidade e experiência às suas operações, os provedores de serviços de TI estão cada vez mais consultivos e capazes de conectar seus conhecimentos técnicos às necessidades dos negócios de seus clientes. O reflexo disso pode ser visto, por exemplo, em um crescimento de 7,6% da oferta de serviços gerenciados, que deve representar 47% do mercado de serviços de TI este ano”, diz Ramos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">10 &#8211; Interesse por dispositivos vestíveis segue em alta e produtos podem ganhar espaço no B2B.</p>
<p style="text-align: justify;">  O mercado de wearables tem apresentado lançamentos constantes que buscam antecipar tendências e se adaptar às necessidades dos usuários, inclusive em relação à quantidade e qualidade dos sensores embarcados nestes produtos. Para 2022, a IDC Brasil projeta que o setor seguirá aquecido, com aumentos de 15,8% em unidades vendidas e 17% em valor na comparação com 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Mesmo pressionado pela falta de componentes, notamos que o mercado de smartwatches &#8212; que ainda é o maior foco dos fabricantes &#8212; também apresenta oportunidades de crescimento, inclusive no segmento corporativo. Algumas marcas já estão trabalhando e lançando parcerias na área de seguros de vida e de saúde, por exemplo”, conclui Sakis.</p>

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		<title>Mercado mundial de rede como serviço deve ultrapassar a marca US$ 50 bilhões até 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2019 15:31:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É o que mostra uma pesquisa da Global Market Insights. Atualmente, o mercado de rede como serviço é avaliado em US$ 5 bilhões. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6981b8590262f" data-id="6981b8590262f" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Mercado mundial de rede como serviço deve ultrapassar a marca US$ 50 bilhões até 2025</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  De acordo com um relatório da <a href="https://www.gminsights.com/industry-analysis/network-as-a-service-naas-market" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Global Market Insights</a>, o mercado mundial de rede como serviço (NaaS), avaliado hoje em US$ 5 bilhões, deverá superar a marca de US$ 50 bilhões até 2025. Este crescimento é atribuído, principalmente, à alta demanda por tecnologias de virtualização de rede nas empresas para minimizar o Capex e os custos de Opex.</p>
<p style="text-align: justify;">  O aumento no número de aplicativos móveis e endpoints pressiona a infraestrutura de rede tradicional. Para atender às necessidades de mobilidade e garantir um longo tempo de atividade de rede, as empresas estão migrando para o NaaS habilitado para SDN.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro destaque é a adoção do modelo “pay-per-use” (pague pelo uso) por empresas de pequeno, médio e grande portes, que usam este recurso de rede sob demanda para melhorar o provisionamento da infraestrutura e o throughput de suas aplicações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">WANs</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Para minimizar os custos com gerenciamento de WAN, as companhias devem aderir a ofertas NaaS. Espera-se que a WAN, como um segmento de serviços, seja responsável por cerca 30% deste mercado, uma vez que as empresas são grandes dependentes da infraestrutura WAN para conectar os seus usuários remotos e dispositivos. Este modelo permite usar ou fornecer infraestrutura de rede baseada em assinatura, eliminando a necessidade da reestruturação da rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o estudo, a vertical de BFSI &#8211; bancária, financeira e serviços de seguro será responsável por 15% de maket share do mercado de NaaS. Isso porque as instituições financeiras estão investindo cada vez mais em tecnologias de nuvem e rede para melhorar a experiência de seus clientes e gerenciar os seus sites remotos. Este segmento está usando o NaaS e cloud/NFV – virtualização das funções de rede para gerenciar os seus serviços digitais multicanais, lidar com uma grande quantidade de dados e fornecer serviços ininterruptos.</p>

		</div>
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