<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Orange &#8211; Infra News Telecom</title>
	<atom:link href="https://www.infranewstelecom.com.br/tag/orange/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.infranewstelecom.com.br</link>
	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 May 2019 13:56:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2020/02/cropped-infra-news-telecom-icone-do-site-32x32.jpg</url>
	<title>Orange &#8211; Infra News Telecom</title>
	<link>https://www.infranewstelecom.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Orange reforça estratégia em serviços no Brasil e AL</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/orange-reforca-estrategia-em-servicos-no-brasil-e-al/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=orange-reforca-estrategia-em-servicos-no-brasil-e-al</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2018 17:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Call center]]></category>
		<category><![CDATA[Computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Orange]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[SD-WAN]]></category>
		<category><![CDATA[SDN]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=4367</guid>

					<description><![CDATA[A companhia conta com um portfólio completo de serviços de tecnologia da informação e comunicação, além de um centro de suporte localizado em Petrópolis, RJ.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69937f1b18e3e" data-id="69937f1b18e3e" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div  class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1165" height="800" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/11/87-noticiais-infra-news-telecom-orange-serviços.jpg" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="Serviços" title="87-noticiais-infra-news-telecom-orange-serviços" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/11/87-noticiais-infra-news-telecom-orange-serviços.jpg 1165w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/11/87-noticiais-infra-news-telecom-orange-serviços-300x206.jpg 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/11/87-noticiais-infra-news-telecom-orange-serviços-768x527.jpg 768w" sizes="(max-width: 1165px) 100vw, 1165px"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/orange-reforca-estrategia-em-servicos-no-brasil-e-al/87-noticiais-infra-news-telecom-orange-servic%cc%a7os/" /></div><figcaption class="vc_figure-caption">Foto: Pixabay</figcaption>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1920c" data-id="69937f1b1920c" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="50" data-height-mobile-landscape="50" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h1>Orange reforça estratégia em serviços no Brasil e AL</h1>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b192f9" data-id="69937f1b192f9" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-69937f1b19669" data-id="69937f1b19669" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  As companhias estão mudando a maneira de consumir tecnologia. Essa transformação está atrelada, principalmente, a migração cada vez maior para a computação nuvem e a virtualização, onde o software e os serviços são a base da arquitetura de rede.</p>
<p style="text-align: justify;">  Atenta a esse cenário, a <a href="https://www.orange-business.com/br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Orange Business Services</a> vem reforçando a sua posição no Brasil e em outros países da América Latina como uma fornecedora global de serviços de TI e comunicação. “Temos um portfólio bastante completo, que inclui desde SDN/NFV e SD-WAN a soluções de colaboração e comunicação unificada”, completa o executivo de pré-vendas e parceiros para a América Latina da companhia, Leandro Laporta.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entre as apostas da empresa estão as suas soluções de call center e serviços gerenciados de segurança. No primeiro caso, a empresa oferece uma plataforma completa de atendimento totalmente baseada na nuvem. “Disponibilizamos por meio de cloud e como serviço todos os sistemas necessários para montar um call center, com monitoramento e controle de filas de atendimento, por exemplo. O agente tem uma visão completa do cliente, de forma personalizada, e pode trabalhar de qualquer lugar”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já na área de segurança, a Orange tem capacidade de controlar todos os fluxos de informações de uma companhia e identificar qualquer tipo de ameaça ou vulnerabilidade, indicando quais dados devem ser priorizados e como tratá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">  IoT é outra frente. Com serviços de conectividade de ponta a ponta entre dispositivos e plataforma de gerenciamento de dados, a Orange coleta, analisa e transforma as informações brutas em insghts para tomada de decisão. “Garantimos uma integração segura, flexível e contínua para os nossos clientes”, acrescenta Laporta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Suporte no Brasil</h2>
<p style="text-align: justify;">  Há 10 anos, a Orange conta com um centro de operações, localizado em Petrópolis, RJ, para oferecer suporte a seus clientes na América Latina e do Norte, além de países de língua portuguesa e espanhola na África e Europa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Denominado MSC – Major Service Centers, o centro é uma das suas cinco unidades de atendimento ao cliente espalhadas pelo mundo. São mais de 300 profissionais, com equipes que supervisionam 24&#215;7 a implantação e operação de todos os serviços de conectividade e tecnologias digitais da companhia.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1972d" data-id="69937f1b1972d" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="50" data-height-mobile-landscape="50" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O seu negócio precisa de SD-WAN?</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/o-seu-negocio-precisa-de-sd-wan/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-seu-negocio-precisa-de-sd-wan</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 13:54:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 8]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[Cisco]]></category>
		<category><![CDATA[Citrix]]></category>
		<category><![CDATA[Computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[Embratel]]></category>
		<category><![CDATA[IDC Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Ingram Micro]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Logicalis]]></category>
		<category><![CDATA[MPLS]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Orange]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestração]]></category>
		<category><![CDATA[Provisionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Redes remotas]]></category>
		<category><![CDATA[Riverbed]]></category>
		<category><![CDATA[SD-WAN]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da informação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
		<category><![CDATA[VeloCloud]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[WANs]]></category>
		<category><![CDATA[Wi-Fi- SaaS]]></category>
		<category><![CDATA[WMware]]></category>
		<category><![CDATA[Zero touch]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=3467</guid>

					<description><![CDATA[Descubra como a SD-WAN pode ajudar a gerenciar e disponibilizar aplicações de forma segura e com qualidade entre filiais e sites remotos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69937f1b1ab7b" data-id="69937f1b1ab7b" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h1>O seu negócio precisa de SD-WAN?</h1>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1ac19" data-id="69937f1b1ac19" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Gerenciar aplicações de forma segura entre filiais e sites remotos por meio da WAN é um desafio para os gestores de TI. Entenda como a SD-WAN pode ajudar na solução desse problema e facilitar a gestão do seu negócio.</h2>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1ac97" data-id="69937f1b1ac97" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Simone Rodrigues, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-69937f1b1addb" data-id="69937f1b1addb" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Garantir a entrega das aplicações entre filiais e sites remotos por meio da WAN é um grande desafio para as empresas. Os gestores de TI enfrentam dificuldades para gerenciar e disponibilizar de forma segura e com qualidade inúmeras aplicações, muitas de missão crítica e sensíveis à latência. Problemas de congestionamento de links, perdas de pacotes de transmissão e baixa produtividade dos funcionários remotos são frequentes e essas questões tendem a se agravar com o uso crescente de tecnologias como computação em nuvem, virtualização e vídeo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para acompanhar as novas tendências e facilitar a vida de quem opera e acessa as aplicações, as <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/wans-mais-ageis-e-flexiveis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">WANs precisam evoluir</a>. Nesse sentido, a abordagem SD-WAN ganha cada vez mais destaque ao utilizar uma combinação híbrida de qualquer tipo de link com políticas centralizadas e orquestradas de forma dinâmica por meio do caminho mais adequado da rede de longa distância com balanceamento automático da carga de trabalho e gerenciamento do congestionamento da infraestrutura. “As redes corporativas precisarão passar por mudanças para que os CIOs possam habilitar novos projetos. A SD-WAN vai ao encontro dessa realidade ao permitir que os requisitos de infraestrutura de rede sejam compatíveis com os de negócios”, comenta André Loureiro, gerente de pesquisa e consultoria da <a href="http://br.idclatin.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IDC Brasil</a>.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1ae6f" data-id="69937f1b1ae6f" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69937f1b1b209" data-id="69937f1b1b209" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div  class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_left">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img decoding="async" width="800" height="700" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Infografico-SD-WAN.gif" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="SD-WAN" title="Infografico---SD-WAN"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/o-seu-negocio-precisa-de-sd-wan/infografico-sd-wan/" /></div>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1b4a1" data-id="69937f1b1b4a1" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Para Nuno Silveiro, especialista de redes da <a href="https://www.citrix.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Citrix</a>, fornecedora de soluções de TI e telecomunicações na nuvem, a SD-WAN é uma tecnologia disruptiva, que traz inteligência à rede, permitindo à área de TI gerir o seu tráfego com base na performance real de cada link. “Ganha-se programabilidade, automação, agilidade e qualidade de serviço”, resume o executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Silveiro ainda acrescenta que a SD-WAN tem um apelo ainda maior em ambientes descentralizados e com várias clouds, já que a tecnologia facilita a gestão de diferentes conexões. “A SD-WAN oferece visibilidade de toda a rede e aplicações a partir de um ponto único e sem falhas, com eficiência e maior produtividade. Isso é fundamental para a administração de ambientes multicloud, hoje muito comum nas empresas de todo o mundo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  As soluções SD-WAN da Citrix combinam seleção de caminho, roteamento de borda, segurança, QoS de ponta a ponta e otimização de WAN em tempo real. Traz banco de dados integrado e inspeção profunda de pacotes para identificar aplicativos e direcionar de maneira inteligente o tráfego da filial para a Internet, nuvem ou SaaS – software como serviço. Fornece roteamento de tráfego automático e failover para várias nuvens. “A Citrix oferece plataformas nativas de SD-WAN, onde todo do tráfego é monitorado num ponto único com base na qualidade e throughput dos links de Internet de forma dinâmica. Todos os pacotes são enviados de acordo com a qualidade do link para uma determinada aplicação”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O aumento da adoção da nuvem no ambiente corporativo, com estratégias de multicloud e híbridas, traz à tona a necessidade de criar uma nova abordagem para a WAN, na opinião de Rosano Moraes, vice-presidente Latam da <a href="https://www.riverbed.com/br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Riverbed</a>, empresa especializada no mercado de aceleração de aplicações e otimização de dados. “Hoje, as distâncias entre os usuários e as aplicações não estão apenas atreladas à matriz e à filial. Elas acontecem também na cloud, que tem um poder de agregação muito forte. Com a SD-WAN, a otimização das redes remotas renasce de uma forma totalmente estruturada, diminuindo problemas relacionados à latência e oferecendo mais agilidade e flexibilidade na entrega de serviços”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Riverbed fornece soluções de redes completas, incluindo desde a nuvem até a ponta, em um console de gerenciamento centralizado. “Garantimos desempenho da aplicação, segurança e visibilidade para a melhor experiência do usuário”.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1b8f5" data-id="69937f1b1b8f5" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">Virtualização</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A virtualização das funções de rede (NFV) é um ponto chave na SD-WAN. AS WANs tradicionais, que contam com uma topologia estática e inflexível, não conseguem atender aos requisitos das novas aplicações. Assim, topologias de redes ágeis e dinâmicas com plataformas orientadas por software e baseadas em padrões abertos são fundamentais para melhorar a entrega dos serviços e a gestão da infraestrutura. “As novas aplicações se comportam como uma teia de microsserviços conectados, disponíveis nos data centers, provedores de serviços ou na nuvem. As WANs convencionais não têm capacidade para atuar com essa característica”, diz André André Andriolli, CTO da <a href="https://www.vmware.com/br.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">VMware </a>Latam, fornecedora de soluções de nuvem e mobilidade corporativa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como o modelo SD-WAN não depende de terceiros, os links MPLS, que têm alto custo, podem ser substituídos por conexões de Internet mais econômicas, como 4G, xDSL, FTTH e links dedicados, com seleções de caminhos inteligentes. “Nossas experiências com clientes comprovam que é possível ter uma economia de, no mínimo, 50%, em comparação com as redes tradicionais”, completa Andriolli.</p>
<p style="text-align: justify;">  No final do ano passado, a VMware adquiriu a VeloCloud, empresa especializada em SD-WAN na nuvem. As soluções da companhia são baseados nos conceitos de virtualização e nuvem. “Nossa tecnologia permite implantar uma filial em minutos. Somos especialistas em separar as aplicações da infraestrutura física. Esse é o nosso negocio há mais de 20 anos”, completa o executivo.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1bc93" data-id="69937f1b1bc93" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;">SD-WAN e a transformação digital</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Na visão de Larisse Góis, gerente de tecnologia da <a href="https://www.la.logicalis.com/contact/brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Logicalis</a>, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação e comunicação, a SD-WAN traz recursos fundamentais para viabilizar a transformação digital. “A rede ganha inteligência para oferecer acesso rápido, seguro e eficaz as novas aplicações como realidade aumentada, big data, IoT – Internet das coisas e vídeo analytics. A tecnologia ainda permite um maior controle da WAN e melhor uso dos recursos disponíveis”, completa Larisse.</p>
<p style="text-align: justify;">  Loureiro, da IDC, concorda com Larisse. “A SD-WAN tem um papel muito importante na transformação digital. Com a cloud pública é possível provisonar um servidor em segundos, mas isso só faz sentido em infraestruturas ágeis e flexíveis”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Antes de tomar qualquer decisão, as equipes de TI precisam entender quais são as vantagens e os desafios que a tecnologia irá trazer ao negócio. “Um dos benefícios da SD-WAN é a sua capacidade de controlar as informações que trafegam na WAN para priorizar as aplicações mais importantes com foco na eficiência da operação. Uma loja de varejo, por exemplo, precisa garantir o acesso a seu banco de dados de mercadorias e a meios de pagamentos para funcionar com qualidade num momento de instabilidade de conexão”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além de suporte a vários tipos de conexão, é fundamental que um projeto de SD-WAN inclua segurança, controle centralizado e provisionamento zero-touch, bem como ferramentas de visibilidade da rede, automação de serviços e otimização da WAN. “A Logicalis desenvolve projetos de acordo com a necessidade de cada cliente, entregando a melhor composição de soluções para cada negócio. Oferecemos consultoria, implantação, manutenção e operação da rede”, completa Larisse.</p>
<p style="text-align: justify;">  Alexandre Nakano, diretor de IoT da <a href="http://www.ingrammicro.com.br/portal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ingram Micro</a> Brasil, distribuidora de soluções de tecnologia, recomenda que a equipe de TI faça um teste na infraestrutura de rede para saber se há necessidade de um upgrade ou mesmo a redução de contrato da plataforma. “Para que a implantação tenha sucesso é importante saber se vale a pena contratar um serviço de TI e, claro, treinar a equipe”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo ele, a SD-WAN simplifica a implementação e suporte a filiais e unidades regionais em qualquer lugar, abrindo caminho para que os provedores de serviços ofereçam mais agilidade, cobertura e retorno ao cliente. “É possível obter redução de custo e mais desempenho em determinadas aplicações. A grande mudança é que o cliente terá uma ideia mais clara de como a sua banda larga está trabalhando e o que exatamente o provedor está oferecendo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas todo esse processo passa por analisar as condições técnicas, identificar as áreas que exigem atualizações e preparar a rede para novos recursos digitais. “O ideal é ter uma visão geral da arquitetura e da estratégia de migração de ponta a ponta, alinhando os requisitos comerciais à estratégia de TI”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Ingram Micro é um distribuidor autorizado das principais soluções de SD-WAN do mercado. Além de produtos e soluções, seus serviços incluem recursos de logística e de mobilidade, suporte profissional técnico, soluções financeiras e auxílio na mudança de todo o mindset do cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.cisco.com/c/pt_br/index.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cisco</a>, fornecedora de soluções de redes e TI, está trabalhando em diversos projetos SD-WAN no Brasil. Segundo Marcelo Moreira, gerente de engenharia da companhia para a América Latina, os setores que mais demandam a tecnologia são o financeiro e varejo. “São mercados muito impactados pela transformação digital e com redes de alta capilaridade. Outros segmentos, como saúde e transporte, também começam a enxergar a SD-WAN como uma oportunidade de melhorar a eficiência de seus processos de negócios”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A companhia tem mais de 14 mil clientes de SD-WAN em todo o mundo. Suas soluções são gerenciadas na nuvem, com provisionamento zero- touch e recursos de segurança integrados, como firewall, IPS e filtro URL.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Moreira, o sucesso de um projeto de SD-WAN depende da decisão do cliente de como ele irá adotar a tecnologia, se a implantação e operação será feita em casa ou terceirizada como um serviço gerenciado de uma operadora ou integrador de serviços. “É preciso definir bem os casos de uso e motivações, como a demanda crescente de banda, migração das aplicações para a nuvem, redução de custos, com o modelo de execução”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="http://www.gdn.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GDN Tecnologia</a>, provedora de serviços na nuvem, possui uma plataforma multitenant própria baseada na tecnologia SDN/SD-WAN, da <a href="http://www.nuagenetworks.net/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nuage Networks</a> (Nokia), oferecendo conectividade SD-WAN as a service. “Nossa perspectiva para este mercado é bastante promissora, já que a tecnologia se aplica a toda empresa que possui uma rede de longa distância, desde pequenas e médias até as grandes corporações, não se restringindo apenas a usuários de MPLS. Estamos desenvolvendo parcerias com grandes operadoras para a oferta da solução”, comenta Mario Pires, executivo da companhia.</p>
<p style="text-align: justify;">  A GDN ainda desenvolve soluções on premisses com a implantação do sistema da Nuage no ambiente do cliente, não só para demandas SD-WAN, mas também para SD-DC e SDN para data centers. “As soluções da Nuage atendem demandas de SDN aplicadas ao data center e à WAN de forma integrada”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O executivo destaca que a SD-WAN, ao estabelecer uma rede overlay com a abstração da rede física (underlay), abre um universo de possibilidades, que não só permite a coexistência integrada de links de características distintas, como traz maior controle do comportamento de tráfego, aplicação a uma infinidade de políticas que organizam as diversas demandas e prioridades e segurança nativa com túneis dinâmicos criptografados, Internet break-out (tráfegos de filiais direcionados à Internet ou outras filiais podem sair diretamente e com segurança), além de maior capacidade total com balanceamento de carga baseado em políticas, microssegmentação e possibilidade de adição de serviços por meio de VNFs &#8211; Virtual Network Functions. “A solução também possui mecanismos de visibilidade e relatórios que ajudam de forma consistente no gerenciamento e controle da rede”.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1c083" data-id="69937f1b1c083" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2 vc_col-has-fill"><div class="vc_column-inner vc_custom_1533248229872"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8 vc_col-has-fill"><div class="vc_column-inner vc_custom_1538418973880"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Operadoras preparam suas redes para a SD-WAN</h3>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_left vc_sep_width_10 vc_sep_border_width_6 vc_sep_pos_align_left vc_sep_color_black wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-69937f1b1c577" data-id="69937f1b1c577" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">A <a href="https://www.embratel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Embratel</a> iniciou o seu projeto de SD-WAN em 2016. Hoje, a tecnologia já faz parte de seu portfólio de produtos. Para Alexandre Gomes, diretor de marketing da Embratel, a SD-WAN vai muito além da formação de rede, possibilitando uma evolução para as empresas agregarem valor ao seu negócio. “É uma tecnologia OTT – Over the top, agnóstica a acesso e que permite aos usuários trazerem o seu legado de links para compô-la. Logo, é mais custo-efetiva e de rápida ativação, com escalabilidade para serviços na cloud, como SaaS e IaaS”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o executivo, a Embratel adotou uma solução dedicada para a entrega de serviços SD-WAN, com redes com múltiplos acessos e WANs, balanceamento de aplicação, agregação de tráfego, segurança e Wi-Fi. “Temos rede uma totalmente adequada ao ecossistema digital de aplicações, com operação, manutenção e recuperação ágeis e simples e um portal com interface gráfica para a melhor gestão da solução”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.orange-business.com/br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Orange Business Services</a> também já está preparada para a oferta de serviços SD-WAN. Seu público-alvo são empresas multinacionais e de grande porte, que precisam de uma rede ágil, segura e flexível para atender às demandas do negócio e suportar a transformação digital. Um dos seus clientes é a Siemens, um projeto de transformação de rede que inclui mais de 1500 localidades em todo o mundo. “Acreditamos que até 2020 pelo menos 50% dos dispositivos de borda da WAN serão atualizados com dispositivos SD-WAN”, comenta Felipe Stutz, diretor de soluções para América Latina da Orange Business Services.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na avaliação do diretor, o principal desafio da tecnologia é integrar as plataformas com os sistemas legados. “Apesar de termos uma facilidade muito grande na integração do conceito de zero-touch, é preciso avaliar a integração de maneira criteriosa para evitar impactos no funcionamento da rede existente”, diz, o executivo, acrescentando que é imprescindível que as plataformas de SD-WAN estejam totalmente integradas às soluções de segurança e serviços na nuvem. “Esse é um aspecto que merece muita atenção das equipes de TI e de fornecedores da solução. A Orange tem trazido grande valor aos clientes com uma abordagem consultiva, implementando pilotos e avaliando todos esses pontos de acordo com a necessidade de cada cliente”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Orange oferece a solução SD-WAN nas modalidades Opex ou SaaS – software como serviço, ou seja, os clientes não precisam investir na aquisição dos equipamentos e licenças. Também é possível adquirir os equipamentos, com serviços opcionais. “A SD-WAN abre a possibilidade de integrar novos meios de conectividade na empresa e também de viabilizar a migração de serviços na nuvem de maneira segura. É possível usar redes públicas Internet e privada MPLS de forma simultânea, buscando o melhor uso dos diferentes meios. Os clientes ainda podem decidir manter parte do tráfego crítico ao negócio no MPLS, tendo maior garantia de desempenho e disponibilidade”.</p>
<p>&nbsp;</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SDN/NFV: A transição para o mundo virtual</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/sdn-nfv/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sdn-nfv</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2018 18:45:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 02]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Amdocs]]></category>
		<category><![CDATA[Ciena]]></category>
		<category><![CDATA[Dev-Ops]]></category>
		<category><![CDATA[Ericsson]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[NetCracker]]></category>
		<category><![CDATA[NFV]]></category>
		<category><![CDATA[Oi]]></category>
		<category><![CDATA[Operadoras]]></category>
		<category><![CDATA[Orange]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
		<category><![CDATA[SDN]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[TIM]]></category>
		<category><![CDATA[ZTE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.infranewstelecom.com.br/?p=1577</guid>

					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69937f1b1db44" data-id="69937f1b1db44" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h1>SDN/NFV: A transição para o mundo virtual</h1>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1dbe7" data-id="69937f1b1dbe7" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 style="text-align: justify;">Nos próximos cinco anos 60% dos data centers hyperscale do mundo funcionarão com soluções SDN- Software Defined Network e NFV &#8211; Network Functions Virtualization. Isso porque o volume de tráfego de dados cresce exponencialmente, pressionando para que haja uma nova arquitetura que facilite a criação e a evolução de novos serviços.</h2>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1dc66" data-id="69937f1b1dc66" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4>Simone Rodrigues, Jornalista da Infra News Telecom</h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-69937f1b1dd80" data-id="69937f1b1dd80" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Com a previsão de que nos próximos cinco anos cerca de 60% dos data centers hyperscale do mundo estejam funcionando com soluções SDN- Software Defined Network e NFV &#8211; Network Functions Virtualization, o momento da transição do digital para o virtual se aproxima a passos largos. Isso porque o volume de tráfego de dados cresce exponencialmente, pressionando para que haja uma nova arquitetura que facilite a criação e a evolução de novos serviços. A redução de custos e a possibilidade de oferecer serviços com agilidade são os fatores que mais chamam a atenção para as tecnologias SDN/NFV. As empresas precisam criar novos serviços agora (não mais tarde) para gerar novas receitas e se manterem competitivas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A primeira quebra de paradigma foi a virtualização dos servidores, com a proposta de utilizar melhor o hardware, com 100% de sua capacidade. Desde então, a infraestrutura da rede começou a mudar. E, agora, o mundo vive um novo momento de salto tecnológico, com a expectativa de que daqui a dois anos ao menos 40% do tráfego entre os data centers seja suportado por plataformas SDN/NFV. A virtualização de funções da rede é o primeiro passo para construir uma rede ágil e que realmente aproveite o SDN. Embora as duas tecnologias não dependam uma da outra, já que é possível implantar uma SDN sem NFV e vice-versa, quando usadas em conjunto elas se complementam e proporcionam uma solução altamente flexível.</p>
<p style="text-align: justify;">  Jonas Santiago de Oliveira, diretor de vendas e arquitetura de OSS para a América Latina da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.amdocs.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Amdocs</a></span>, afirma que as redes abertas auxiliam as operadoras na introdução de novos serviços, de forma mais acelerada. E elas são os principais motivadores para intensificar a implementação de SDN/NFV.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma das missões a Amdocs é desenvolver soluções de suporte para as operações de negócios e também na integração com SDN e NFV. A estratégia da empresa para cumprir com a missão de agilizar a introdução de novos serviços é composta por três pontos: o primeiro deles é a formação de um ecossistema de fabricantes de diversas modalidades, de hardware e de software, sistemas de gerência de cloud e fornecedores de SDN/NFV. “É preciso ter soluções prontas para diferentes segmentos, incluindo residencial, corporativo e gestão da rede móvel. A eficiência do gerenciamento dos serviços do cliente é outro ponto. Dentro desse conceito, é necessário sair do padrão tradicional, onde um novo serviço demora de seis até 12 meses para ser implementado. Esse novo modelo, que permite a ativação de serviços em minutos ou segundos, só é possível com orquestração, suporte e operação”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Amdocs disponibiliza, em conjunto com a plataforma ONAP &#8211; Open Network Automation Platform, o SDC &#8211; Service Design and Create, uma solução aberta que permite ao cliente projetar novos serviços e estabelecer métricas de maneira ágil e de menor custo, facilitando o desenvolvimento, testes e implementação.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1de29" data-id="69937f1b1de29" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69937f1b1e129" data-id="69937f1b1e129" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div  class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img decoding="async" width="600" height="380" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/03/nuvem-de-tags-infranews.gif" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="nuvem tags SDN" title="nuvem-de-tags-infranews"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/nuvem-de-tags-infranews/" /></div>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1e389" data-id="69937f1b1e389" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><!-- Row Backgrounds --><div class="upb_color" data-bg-override="full" data-bg-color="#afafaf" data-fadeout="" data-fadeout-percentage="30" data-parallax-content="" data-parallax-content-sense="30" data-row-effect-mobile-disable="true" data-img-parallax-mobile-disable="true" data-rtl="false"  data-custom-vc-row=""  data-vc="8.6.1"  data-is_old_vc=""  data-theme-support=""   data-overlay="false" data-overlay-color="" data-overlay-pattern="" data-overlay-pattern-opacity="" data-overlay-pattern-size=""    ></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>Uma revolução na indústria</h3>
<p style="text-align: justify;">  Márcio Zara, diretor de vendas SDN/NFV da <a href="https://www.netcracker.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #3366ff;">NetCracker</span></a>, é mais um a afirmar que a virtualização é um caminho sem volta. “Há uma nova forma de vender e comprar serviços e isso não é apenas para os novos players. No final das contas, todas as empresas estão se transformando. O 5G vai revolucionar a indústria. Com o aumento da quantidade de dispositivos e volume de dados, além da realidade aumentada, inteligência artificial, etc., será impossível fazer a gestão de modo convencional. Sem dúvida, a virtualização é um meio para o fornecimento de novos serviços”. Para ele, as empresas precisam pensar num plano de longo prazo, mas preparando a rede, as pessoas e os processos agora. “Aí a virtualização é fundamental&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na análise de Fábio Hashimoto, diretor e tecnologia da <a href="https://www.la.logicalis.com/pt-Latam/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #3366ff;">Logicalis</span></a>, os projetos de SDN/NFV podem ser iniciados de forma gradual, configurando o atendimento para as necessidades de cada serviço e cliente. “A partir de um primeiro serviço, pode-se avaliar e aprimorar, agregando outros serviços ao mesmo tempo até que se crie uma plataforma sólida”, explica o executivo, acrescentando que para começar esse processo a capacitação e especialização são fundamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na avaliação de Patricia Vello, county manager da <a href="http://www.ciena.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #3366ff;">Ciena Brasil</span></a>, o SDN, em conjunto com as novas tecnologias, como inteligência artificial, já está afetando o mercado de telecomunicações. Esse processo, irreversível, passa pelo lançamento de novos serviços, que esbarra no lento desenvolvimento dos modelos tradicionais. “As operadoras já consideram fazer os seus próprios desenvolvimentos para terem agilidade e eficiência na operação”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para ela, uma das dificuldades da expansão da implantação de SDN é a falta de mão de obra especializada. “As operadoras precisam de equipes que entendam de IP e SDN. Aqui no Brasil há uma certa dificuldade para encontrar esse tipo de profissional. Então, muitas empresas querem ver a tecnologia funcionando em operadoras internacionais para se sentirem mais confiantes”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Diego Valeriano, gerente de contas da <a href="http://www.ztebrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #3366ff;">ZTE Brasil</span></a>, concorda com Patricia. “Estamos em um momento de transição, onde encontramos algumas barreiras, como a falta de mão de obra especializada ou mesmo a necessidade de um investimento inicial e ainda a difusão dos conceitos e tecnologias”. Para ele, a sinergia entre o mundo IP e óptico é fundamental para a transição para o SDN. “O que antes era feito com interfaces físicas, como roteadores, agora é virtual. O SDN permite enxergar e usar todas as camadas da rede, de acordo com a demanda e a disponibilidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o executivo, o SDN traz uma situação mais confortável para as operadoras, pois um único orquestrador concentra, de forma integrada, todas as informações do backbone IP e plataformas ópticas. “Para fazer o provisionamento da rede, o sistema de orquestração, conectado com os aplicativos, analisa, de forma automática e conforme o tempo real do tráfego, qual é o melhor recurso e caminho a ser seguido”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Hoje, as empresas já estão lançando muitas soluções, como SD-WAN e CPE virtual, para proporcionar ao cliente um serviço de valor agregado. Os profissionais também estão se preparando para a chegada do ator principal, que é o orquestrador de serviços. Essa convivência dos mundos físico, tradicional e legado com o mundo virtual e digital só acontece por meio do orquestrador, que serve para manter a convivência não só do físico e virtual, mas também quando se trata do 5G.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1e768" data-id="69937f1b1e768" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69937f1b1ea61" data-id="69937f1b1ea61" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div  class="wpb_single_image wpb_content_element vc_align_center">
		
		<figure class="wpb_wrapper vc_figure">
			<div class="vc_single_image-wrapper   vc_box_border_grey"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2018/03/razoes-implantar-sdn-nfv-infranews.gif" class="vc_single_image-img attachment-full" alt="5 razões para implantar SDN NFV" title="razoes-implantar-sdn-nfv-infranews"  data-dt-location="https://www.infranewstelecom.com.br/razoes-implantar-sdn-nfv-infranews/" /></div>
		</figure>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1ecc3" data-id="69937f1b1ecc3" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><!-- Row Backgrounds --><div class="upb_color" data-bg-override="full" data-bg-color="#6ca8d1" data-fadeout="" data-fadeout-percentage="30" data-parallax-content="" data-parallax-content-sense="30" data-row-effect-mobile-disable="true" data-img-parallax-mobile-disable="true" data-rtl="false"  data-custom-vc-row=""  data-vc="8.6.1"  data-is_old_vc=""  data-theme-support=""   data-overlay="false" data-overlay-color="" data-overlay-pattern="" data-overlay-pattern-opacity="" data-overlay-pattern-size=""    ></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3>O papel da automação</h3>
<p style="text-align: justify;">  Um dos grandes benefícios das tecnologias SDN/NFV é lançar serviços de forma mais dinâmica e flexível, mas isso só é possível com a automação. De nada adianta ter um serviço baseado numa plataforma virtualizada se todo o processo for manual, com atualizações de inventário manual ou cobrança realizada nos mesmos padrões anteriores. Assim, só é possível extrair o real valor da virtualização com a automação da operação e modelos de cobranças diferenciados e alinhados às necessidade de cada cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">  Edson Stein, senior account manager da <a href="https://www.redhat.com/pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #3366ff;">Red Hat</span></a>, acrescenta que o mercado vai exigir cada vez mais uma sinergia entre os mundos de TI. Segundo ele, há alguns anos, as empresas vêm se posicionando para que os data centers sejam focados em aplicações baseadas em software, usando tecnologias open source. Para tanto, é preciso partir para a estrutura de um ambiente agnóstico de hardware e um sistema operacional Openstack. Dessa forma, é possível criar novas ofertas e possibilidades de maneira dinâmica e de baixo custo. “O mercado caminha para um cenário open source, que tem uma velocidade de desenvolvimento muito rápida e baseada em comunidade”.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1f057" data-id="69937f1b1f057" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"> SDN/NFV: A chave para o 5G e IoT</h3>
<p style="text-align: justify;">  Os milhões de dispositivos conectados à rede e os novos serviços 5G terão um grande impacto na infraestrutura das operadoras e empresas prestadoras de serviços. A implantação de tecnologias SDN/NFV será fundamental nessa jornada.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para Hector Silva, CTO e líder de vendas estratégicas da Ciena para o Caribe e América Latina, as redes deverão ser nativas na nuvem e virtualizadas com SD-WAN baseada em SDN. “As plataformas digitais, IoT – Internet das coisas e o 5G estão sendo construídos de forma agregada e não concentrada, portanto, somente a virtualização permitirá assegurar a flexibilidade e a segurança adequada para a demanda de cada usuário”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo ele, os data centers serão orientados para operarem em nuvens híbridas e, nesse cenário, os small data centers, com mais eficiência e de menor custo, ganharão destaque, para alocar as funções da rede. Isso porque os data centers não irão concentrar apenas as funções de controle da rede, mas também os serviços da nuvem mais próxima. “A tendência é levar o processamento mais para borda da rede e, numa situação extrema, vamos ter um micro ou nano data center no armário de rua escoando o tráfego de banda larga”, pontua Silva.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além disso, será preciso preparar as redes ópticas, que oferecerão escalabilidade e largura de banda de forma flexível e ágil. &#8220;Não existirá redes 5G se não tivermos estruturas SDN e virtualizadas para uma rede elástica e confiável”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para a <a href="https://www.ericsson.com/br/pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #3366ff;">Ericsson</span></a>, que se posiciona como uma integradora de tecnologias SDN/NFV, a mudança do modelo de operação e a segurança precisam ser considerados. “O mercado de telecomunicações estava acostumado a instalar uma caixa e a colocar no ponto da rede. Hoje, há mais em jogo. É preciso envolver desde o centro de operações até equipe de marketing que está criando novos serviços. É um processo de transformação, onde é necessário pensar e operar de uma maneira diferente&#8221;, comenta Paulo Bernardocki, CTO da Ericsson.</p>
<p style="text-align: justify;">  O executivo diz que um centro de operações se modifica muito rapidamente quando se está no ambiente virtualizado e a qualquer falha pode estar em vários elementos e, eventualmente, em diversos pontos da rede. “É importante ter um desenvolvimento contínuo e ininterrupto, em um processo open source. Junte a isso uma estratégia de Dev-Ops e a introdução e manutenção do ciclo de vida da rede existente. Não estamos mais vivendo num mundo onde fazemos um upgrade a cada um ano ou dois anos. Agora isso tem que ser feito todos os dias. A virtualização é um dos elementos-chave para os novos serviços e os passos que estão sendo dados hoje são pré-requisitos para 2020, quando o 5G estiver operando”.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-69937f1b1f512" data-id="69937f1b1f512" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 vc_col-has-fill"><div class="vc_column-inner vc_custom_1522182920452"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3><span style="color: #ffffff;">Casos de uso</span></h3>

		</div>
	</div>
<div class="vc_empty_space"   style="height: 15px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_10 vc_sep_border_width_5 vc_sep_pos_align_left vc_separator_no_text vc_sep_color_white wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="vc_empty_space"   style="height: 32px"><span class="vc_empty_space_inner"></span></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A <a style="color: #ffffff;" href="http://www.tim.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">TIM</a> tem 49 funções de redes virtualizadas, o que corresponde a 50% do total de sua base instalada. Segundo, o diretor de rede móvel Marco Di Constanzo, o planejamento da operadora era de virtualizar 35% da rede até dezembro do ano passado. Mas, devido a necessidade de mercado, o processo ocorreu 40% mais rápido. A expectativa é chegar até 2020 com 70% da rede virtualizada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Di Constanzo ainda destaca que a empresa possui quatro data centers que operam no conceito de NFV e SDN. “A TIM Brasil acredita que o SDN e NFV são tecnologias transformadoras e que irão gerar novas oportunidades de negócios e receitas. Essas tecnologias estão totalmente atreladas a mudanças de plataformas, pessoas e processos. Estamos avançando de uma maneira cuidadosa, sem pressa, mas também sem pausa”, completa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Na <a style="color: #ffffff;" href="http://www.oi.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Oi</a>, o SDN e o NFV estão no roadmap de todas as suas novas ativações de rede. Mario Fukuda, diretor de tecnologia da operadora, comenta que a expansão da rede óptica é pensada para compor tecnologias que ofereçam interfaces para a virtualização de funções de rede e, para a infraestrutura legada, a ordem é readequar, como a planta IP que precisa ser simplificada. “É inegável que o SDN e a virtualização estão transformando as redes e os negócios e serviços das operadoras. Quem não seguir esse caminho não estará adaptado a nova realidade de serviços”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Com avanços ocorrendo simultaneamente em todas as áreas de TI, surgem ainda mais novidades. A <a style="color: #ffffff;" href="https://www.orange-business.com/en" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Orange Business Services </a>oferece a Easy Go Network, uma solução baseada em rede como serviço (network as a service) com virtualização das funções de rede utilizando a tecnologia SDN, oferecendo mais agilidade na entrega de serviços. O Easy Go Network disponibiliza controle de aplicações unificadas, filtragem de conteúdo web, prevenção de spyware e defesa de malware, além de prevenção de intrusos, otimização de aplicações e gerenciamento de Wi-Fi.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Na opinião de Felipe Stutz, diretor de soluções para América Latina da Orange Business Services, o SDN/NFV traz benefícios para os clientes que buscam o conceito de rede como serviço como um habilitador para a transformação digital. &#8220;Essas tecnologias dão maior agilidade na entrega de serviços, com contratos sob demanda, e maior controle sobre a rede e segurança”. Até 2020, a companhia pretende ter 75% de serviços virtualizados e automatizados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  O SD-WAN também faz parte da estratégia da Orange Business Services e é uma das funcionalidades do portfólio de SDN/NFV da companhia. Segundo Stutz, a Orange já utiliza o SD-WAN dentro da sua rede há alguns anos, com visibilidade de aplicações e orquestração para agregar vários caminhos de rede Ethernet e MPLS, e tem aplicado novas tecnologias a essa funcionalidade. Em paralelo, a Orange tem outros lançamentos, ainda em fase piloto, como a virtualização dessas funções de rede dentro do escritório do cliente, numa tecnologia chamada Universal CPE, incluindo recursos de SD-WAN, roteamento e segurança, num único equipamento.</span></p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
