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	<title>Orquestração &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Orquestração &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>5G ganha protagonismo e integra dispositivos, sistemas e indústria em velocidade jamais vista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 17:32:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 55]]></category>
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					<description><![CDATA[O 5G possibilita não só mais velocidade para a Internet móvel, mas uma arquitetura de rede e de serviços habilitadora de novas funcionalidades de monitoramento, segurança e controle.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69868290f3cd7" data-id="69868290f3cd7" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>5G ganha protagonismo e integra dispositivos, sistemas e indústria em velocidade jamais vista</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">O 5G possibilita não só mais velocidade para a Internet móvel, mas uma arquitetura de rede e de serviços habilitadora de novas funcionalidades de monitoramento, segurança e controle e respostas muito menores na troca de dados (latência), além de oferecer uma capacidade muito mais ampla de processamento de dispositivos conectados simultaneamente.</h2>

		</div>
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			<h4>Hermano Pinto, diretor do portfólio de tecnologia e infraestrutura da Informa Markets, responsável pelo Futurecom, maior evento de tecnologia, telecomunicações e transformação digital da América Latina</h4>

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			<p style="text-align: justify;">A tecnologia presente na vida das pessoas de forma intensa traz novidades e inovações praticamente a cada minuto. No que se refere às telecomunicações, temos vivido uma “corrida” por mais capacidade, cobertura e qualidade de serviços desde que os sistemas foram “digitalizados” há cerca de 40 anos. Os simples serviços de telefonia ficaram para trás e as gerações móveis mais recentes (3G e 4G), foram gestadas dentro destas premissas de avanços na velocidade e nos novos recursos que a Internet móvel possibilita.</p>
<p style="text-align: justify;">A chegada do 5G coincide com novas promessas de mais eficiência e velocidade para os consumidores, já habituados à praticidade que a tecnologia acrescenta para o seu dia a dia, que nos tornaram tão dependentes daquele “aparelhinho” nas palmas de nossas mãos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a chegada do 5G vai além de uma mera evolução de parâmetros conhecidos. Trata-se de uma nova tecnologia de serviços móveis, que coloca em prática soluções que antes eram apenas imaginadas e desejadas. O 5G possibilita não só mais velocidade para a Internet móvel, mas uma arquitetura de rede e de serviços habilitadora de novas funcionalidades de monitoramento, segurança e controle, respostas muito menores na troca de dados (latência), além de oferecer uma capacidade muito mais ampla de processamento de dispositivos conectados simultaneamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isso abre um campo enorme de novas aplicações para os mais diversos setores da economia. A Internet de quinta geração, como também podemos nomear o 5G, oferece velocidade de download e upload de dados mais rápida, cobertura mais ampla e conexões mais estáveis. Se a diferença mais perceptível ao usuário entre o 4G e o 5G é a velocidade de transferência de dados, a principal contribuição do 5G está no conjunto de tecnologias que ele permite habilitar para o aprofundamento da transformação digital das empresas, dos negócios e da experiência imersiva para os consumidores em geral.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma simplista, as distinções entre as duas gerações são apoiadas em três parâmetros: mais velocidade, menor latência e maior processamento (de dispositivos), o que impõe grandes mudanças para os serviços suportados por estas três características. Naturalmente, os tempos de download de vídeos e filmes irão se reduzir drasticamente, mas além de você compartilhar vídeos gravados em um estádio de futebol ou em um show de forma quase instantânea, você poderá convidar amigos para experiências imersivas junto com você, uma vez que a latência no 5G se reduz em mais de vinte vezes, permitindo a interação instantânea entre pessoas e máquinas, assim como entre máquinas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o tempo, os pacotes de serviços das operadoras irão se ajustar ao uso e à demanda dos clientes, e eventuais majorações de valor, estarão certamente muito abaixo da proporcionalidade da oferta adicional de serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">As comparações entre 4G e 5G são inevitáveis e ajudam a entender o que representa as mudanças que essa nova fase traz. Porém, serão as aplicações profissionais na indústria, na saúde, nos serviços públicos e nos negócios em geral que terão os impactos mais visíveis em termos desta mudança do 4G para o 5G. Como vimos, a arquitetura do 5G pode ser apresentada como tridimensional (eMBB &#8211; Extreme Mobile Broadband, mMTC &#8211; Massive Scale Communication, URLLC &#8211; Ultra-Reliable Low Latency Service), pois os serviços “flutuam” sobre estas três características, orquestrados por sistemas inteligentes e sustentáveis de processamento em nuvem híbrida, distribuída e com interações de borda.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">Em termos práticos, a conectividade, os serviços habilitados pela tecnologia de quinta geração e a arquitetura distribuída “fatiada” (network slicing) viabilizam aplicações associadas a grandes volumes de dados, coletados, tratados e transformados em ações de forma instantânea (baixa latência), eficiente e segura, que poderão auxiliar na implementação de elementos preditivos e de gestão que tragam profundos impactos aos processos nos mais diversos setores da economia.</p>
<p style="text-align: justify;">No agronegócio, por exemplo, a chegada do 5G irá permitir volumes gigantescos de dados de solo, climatológicos, de insumos e na integração dos processos desde semeadura até a colheita, beneficiamento e transporte, que terão profundo impacto na produtividade e na redução de desperdícios ao longo da cadeia de valor do setor. O uso extensivo de imagens (por satélites ou por drones), assim como de dispositivos IoT associados a elementos de inteligência artificial para a devida interpretação dos dados coletados, traz uma verdadeira revolução para as operações agrícolas, desde a identificação e combate a pragas, até o uso otimizado de recursos naturais como nos processos de irrigação.</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa é que a tecnologia, em 15 anos, tenha um impacto econômico superior a US$ 76 bilhões somente para o agronegócio, além de US$ 1,1 trilhão ao país, como mostra pesquisa realizada pela Omdia em parceria com a Nokia. Essa inovação impulsiona muitos mercados e é composta de um amplo conjunto de tecnologias: espectros múltiplos para os sinais (de 500 MHZ a 90 GHz), antenas dinâmicas MIMO, interfaces aéreas flexíveis, arquitetura em nuvem, uso de sistemas óticos (com altas taxas de transmissão, densificação e confiabilidade), uso de edge computing, múltiplas redes independentes (network slicing), plataformas IoT (eficientes e de baixo consumo energético) e, ainda, duas categorias de 5G coexistindo para melhor performance &#8211; standalone (5G em rede exclusiva) e non-standalone (com núcleo 4G conectado à rede de quinta geração).</p>
<p style="text-align: justify;">A velocidade da quinta geração pode chegar a ser 100 vezes mais rápida que o 4G e internacionalmente, em especial nos EUA, o conceito de “casas conectadas”, por meio de serviços de acesso fixo sem fio (FWA – Fixed Wireless Access), tem se demonstrado altamente competitivo e inclusivo em termos de oferta de conectividade de banda larga para assinantes de baixa renda ou mesmo isolados geograficamente. Tais serviços devem permitir a inclusão de comunidades e equipamentos diversos, além de oferecer acesso à “economia digital” para muitos brasileiros que ainda foram nela incluídos. O fenômeno verificado com o PIX será multiplicado.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o “Ericsson Mobility Report”, publicado em junho deste ano, o 5G será o padrão com mais assinantes do mundo em apenas cinco anos, o que demonstra uma velocidade de adoção duas vezes mais veloz do que foi a do 4G. Ainda de acordo com o relatório, o mundo será ainda mais conectado com dispositivos de toda a sorte, sejam eles “wearables” como sensores para máquinas e equipamentos em cidades cada vez mais inteligentes, humanas e sustentáveis. Em 2027, deverão existir 24 bilhões de dispositivos IoT de curto alcance (até 100 m &#8211; WiFi/Bluetooth/Zigbee), e outros 6 bilhões com tecnologias “wide-area”, Celulares e LPWA &#8211; Low Power Wide Area (LoRa/Sigfox). O número de dispositivos IoT conectados por tecnologias celulares (BB-IoT, NB-IoT e Cat-M) representará 5,5 bilhões em 2027.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao Brasil, associado ao leilão de espectro de frequências para o 5G, há um cronograma de implantação e obrigações estabelecido que se estende até dezembro de 2029. Mas essa programação poderá ser acelerada quando as aplicações industriais e de Internet das coisas ganharem momento. O resultado econômico do leilão alcançou cerca de R$ 47 bilhões de forma não arrecadatória (89% revertidos em compromissos). A Vivo, a Claro e a TIM iniciaram a operação de suas redes 5G na faixa de 3,5 GHz em Brasilia no dia 6 de julho. Regionalmente, novos grupos foram também vitoriosos no certame da faixa de 3,5 GHz (Brisanet, Ligga, Algar, Unifique e Cloud2You). As faixas de 26 GHz ficaram a cargo da Vivo e da Claro, com lotes nacionais, e da TIM e da Algar, com lotes regionais. As outras faixas são 700 MHz (Winity/Pátria) e 2.3 GHz (Vivo, Claro, TIM, Algar e Brisanet).</p>
<p style="text-align: justify;">Os chamados “casos de uso” irão se multiplicar rapidamente, e veremos muitas localidades de menor porte ganharem o acesso aos serviços 5G. O tempo dirá, mas tudo indica que as principais aplicações no país deverão ser o  FWA (acessos fixos sem fio como alternativa de banda larga competitiva), MPN (redes móveis privativas que, em combinação com o “edge computing” acelera os sistemas de decisão e resposta imediata, além de habilitar a automação, robotização móvel, veículos autônomos, realidade aumentada, computação a bordo, aprendizado de máquina), e IoT (uma rede de objetos equipados com sensores que possam receber e transmitir dados via Internet).</p>
<p style="text-align: justify;">O 5G está no ar! Após alguns minutos de leitura deste artigo sobre o que essa tecnologia pode fazer, algo já mudou no mundo. A quinta geração de tecnologia móvel representa mudanças bastante robustas e exponenciais que trarão grandes benefícios para diferentes segmentos da economia, como saúde, educação, agricultura e transportes.</p>

		</div>
	</div>
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		<item>
		<title>Logicalis e IBM firmam parceria para acelerar adoção de 5G na América Latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2022 19:00:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As duas empresas vão oferecer novas soluções para empresas locais aproveitarem os benefícios do 5G por meio de uma abordagem de nuvem híbrida aberta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-698682910222f" data-id="698682910222f" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">Logicalis e IBM firmam parceria para acelerar adoção de 5G na América Latina</h1>

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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A Logicalis e a IBM anunciaram uma parceria para ajudar as empresas da América Latina a habilitar a orquestração e o gerenciamento de redes virtuais 5G em um único framework que pode ser usado em qualquer tipo de nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com o acordo, os provedores de serviços de Internet e comunicações poderão adotar uma abordagem de nuvem híbrida e fornecer aos clientes acesso a soluções da IBM de software de rede e automação baseadas em IA – inteligência artificial para facilitar a automação, a orquestração e o desempenho de redes.</p>
<p style="text-align: justify;">  “Essa colaboração nos permitirá ajudar os clientes a aproveitar o potencial do 5G e da edge computing, que estão redefinindo rapidamente a maneira como as empresas criam serviços conectados para aprimorar suas operações e ofertas de negócios. Além de para resolver os desafios mais complexos nos negócios e na sociedade para clientes com nuvem híbrida e IA&#8221;, destaca Joaquim Campos, vice-presidente cloud and data platform da IBM América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Logicalis vai integrar as soluções como parte de sua oferta de diversos fornecedores nos provedores de serviços de toda a América Latina. O framework modular criado pela companhia considera as diferentes demandas, arquiteturas e etapas de cada empresa na jornada de adoção do 5G. “As infraestruturas de rede modernas e baseadas em tecnologias 5G serão o suporte de todos os negócios digitais. Esta parceria reflete nossa estratégia de trabalhar com as melhores soluções de cada fornecedor para oferecer uma estrutura de alto desempenho”, diz Rodrigo Parreira, CEO da Logicalis para América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo as empresas, com essa abordagem, os provedores de serviços de Internet e comunicações podem simplificar o gerenciamento de sua infraestrutura de TI e rede, e gerenciar o desempenho e suas cargas de trabalho críticas, seja no local ou entre nuvens diferentes, com um ambiente de nuvem híbrida aberta, para aproveitar os benefícios do 5G e da computação de borda.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>Orquestração de contêineres em nuvem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 22:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 44]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede]]></category>
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					<description><![CDATA[A orquestração de contêineres traz muitos benefícios associados a alguns desafios interessantes para os times de operação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-69868291033bf" data-id="69868291033bf" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Orquestração de contêineres em nuvem</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">A popularidade das plataformas de conteinerização de aplicações segue crescendo ano após ano e vem se tornando um padrão para a entrega de aplicações distribuídas. A orquestração de contêineres traz muitos benefícios associados a alguns desafios interessantes para os times de operação.</h2>

		</div>
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<div class="ult-spacer spacer-69868291034c2" data-id="69868291034c2" data-height="20" data-height-mobile="20" data-height-tab="20" data-height-tab-portrait="20" data-height-mobile-landscape="20" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h4>Guilherme Belinelo, CTO da dataRain Consulting</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  A popularidade das plataformas de conteinerização de aplicações segue crescendo ano após ano e vem se tornando um padrão para a entrega de aplicações distribuídas. A orquestração de contêineres, ou “containers” se você preferir a grafia em inglês como um neologismo, assim como usaremos neste breve artigo, tem trazido muitos benefícios associados a alguns desafios interessantes para os times de operação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas, para compreender o motivo desta popularização, vamos antes entender que, por ter um sistema operacional como base, compartilhado entre os diferentes containers, a plataforma de conteinerização consegue fazer melhor uso do hardware ao evitar o overhead do SO. Isso difere do caso tradicional de máquinas virtuais para as quais é necessário subir o sistema operacional inteiro sobre um hypervisor para só então poder rodar suas aplicações em cima.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro aspecto bastante interessante é que o container já promove, nativamente, o conceito de microsserviço, no qual cada container executa uma tarefa especializada, reduzindo significativamente seu “footprint” e melhorando as características de alta disponibilidade e segurança do cluster como um todo.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986829103a10" data-id="6986829103a10" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div><div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text vc_sep_color_black wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span class="vc_sep_line"></span></span>
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			<p style="text-align: justify;">  Porém, nem tudo traz consigo apenas os “prós” e precisamos levar em conta também alguns “contras” da abordagem de arquiteturas baseadas em containers. Um bastante importante é o “container sprawl” (espalhamento de containers) – sim, do mesmo jeito que acontecia com as VMs (máquinas virtuais) –, que, dado à facilidade com que é criado, permite que as áreas usuárias lancem diversos deles, levando quase sempre a um aumento muito rápido do número de containers a ser gerenciado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Isso traz dificuldade de como trabalhar com os containers em escalas corporativas. Nesse momento, as ferramentas de orquestração aparecem para resgatar os SysAdmins e colocam (alguma) ordem na bagunça, podendo ser separadas em basicamente em dois grupos:</p>
<p>• Ferramental de orquestração não gerenciado (ou “self hosted”).</p>
<p>• Ferramental de orquestração gerenciado.</p>
<p style="text-align: justify;">  No caso das soluções não gerenciadas, você fica responsável por cuidar de todos os aspectos relacionados a subir e manter o cluster, com atividades de administração, atualizações de software, implementação de alta disponibilidade e escalabilidade, suporte técnico avançado (N2 e N3), gerenciamento da segurança e aderência a requisitos de conformidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por outro lado, se não é necessário acesso pleno ao control plane — máquinas “master&#8221; que gerenciam as cargas de trabalho em nós, “workers” — e você pode optar pelas soluções de orquestração mais comuns de mercado, por exemplo o Kubernetes, as soluções gerenciadas em cloud são geralmente o melhor o caminho a ser seguido.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com o provisionamento da infraestrutura em poucos minutos, guiados por “wizards” automáticos, você pode se preocupar mais com a arquitetura dos seus containers, microsserviços e comunicação entre eles, do que com a infraestrutura que fica por baixo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por esta razão, o rápido desenvolvimento e adoção do Kubernetes resultaram em muitas implementações diferentes do aplicativo. A CNCF &#8211; Cloud Native Computing Foundation lista atualmente mais de 90 ofertas certificadas do Kubernetes. Para garantir alguma consistência entre as plataformas, a CNCF se concentra em três princípios fundamentais”</p>
<p>• Consistência: a capacidade de interagir de forma consistente com qualquer instalação do Kubernetes.</p>
<p>• Atualizações oportunas: os fornecedores devem manter as versões atualizadas, pelo menos anualmente.</p>
<p>• Confirmabilidade: Qualquer usuário final pode verificar a conformidade usando o Sonobuoy.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esses são os requisitos básicos para a CNCF quando se trata de Kubernetes, mas os provedores de nuvem têm ecossistemas tão ricos que provavelmente haverá discrepâncias mais significativas. Continuamos a examinar os muitos recursos e limitações atuais dos serviços Kubernetes gerenciados dos três maiores provedores de nuvem:</p>
<p>• Serviço EKS &#8211; Elastic Kubernetes da Amazon.</p>
<p>• Serviço AKS &#8211; Azure Kubernetes da Microsoft.</p>
<p>• GKE &#8211; Kubernetes Engine do Google.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os serviços de container da Amazon e do Azure são relativamente semelhantes. O ECR &#8211; Elastic Container Registry, da Amazon, é um serviço pago em camadas, que fornece um SLA com suporte financeiro e um serviço gratuito de digitalização de imagens e recursos como tags de imagem imutáveis. O ACR &#8211; Azure Container Registry, do Azure, também é um serviço pago em camadas, que fornece um SLA com suporte financeiro e serviço de digitalização de imagens pago, com o scanner Qualys e recursos como assinatura de imagem, marcas imutáveis ​​e bloqueio de imagens e repositórios.</p>
<p style="text-align: justify;">  O ECR atualizou recentemente a capacidade de seu registro. Com a mudança de ECRs para suportar regiões e contas cruzadas, os usuários não precisam configurar e gerenciar a redundância entre zonas como faziam anteriormente. O preço do Azure é uma taxa de uso diário e com base na quantidade de armazenamento necessária, mas não cobra pela largura de banda da rede. A Microsoft também oferece redundância geográfica como parte de seu plano premium.</p>
<p style="text-align: justify;">  Por fim, o Google concluiu sua mudança de seu registro de contêiner existente, o Google Container Registry, para um produto Artifact Registry completo. A empresa optou por se concentrar em mais formatos de imagem suportados, digitalização de imagem integrada e autorização binária para uma oferta mais segura.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Mercedes-Benz usa solução hiperconvergente da Nutanix</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2019 12:56:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Nutanix conquista cada vez mais espaço no mercado de cloud corporativa com suas soluções de infraestrutura hiperconvergente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986829105165" data-id="6986829105165" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Mercedes-Benz usa solução hiperconvergente da Nutanix</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Com a mensagem de simplificar a infraestrutura de data centers ao unificar nuvens públicas, privadas e distribuídas num único painel de gestão e que podem ser executadas em qualquer hardware, a Nutanix conquista cada vez mais espaço no mercado de cloud corporativa. A empresa tem mais de 13 mil clientes em todo o mundo de várias verticais de negócios. “Oferecemos uma plataforma de infraestrutura hiperconvergente distribuída em clusters formados por nós, fornecendo serviços de armazenamento, virtualização e rede para qualquer workload, inclusive os baseados em contêiner”, diz Leonel Oliveira, gerente geral da Nutanix Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">  <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/banco-votorantim-investe-em-solucao-hiperconvergente-da-nutanix/">Um dos seus clientes no país</a> é a Mercedes-Benz. A companhia utiliza o software de nuvem corporativa da Nutanix em ambientes de criação, produção e orquestração.</p>
<p style="text-align: justify;">  Aníbal Ulisses Coral, arquiteto de infraestrutura de TI da Mercedes-Benz, explica que a arquitetura é formada por nove nós, divididos em três clusters para atender os seus dois data centers, localizados em São Bernardo do Campo, SP. “Com isso garantimos total redundância das operações”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo ele, a solução trouxe mais agilidade e performance para o provisionamento do ambiente de TI. “Atualizações que demoravam seis horas para serem executadas, agora são feitas em 30 minutos. A instalação de uma aplicação Linux, por exemplo, leva cinco minutos, no ambiente legado são 25 minutos”, comemora Coral.</p>
<p style="text-align: justify;">  O tempo de instalação de uma máquina virtual foi reduzido em 75% e a reinicialização de servidores é realizada em até três segundos. Com a solução da Nutanix, a Mercedes-Benz também iniciou o processo de DevOps. A ação começou no segundo semestre de 2018, migrando todos os códigos-fontes para dentro de um outro servidor. “Já temos 15 a 20 projetos em DevOps. Como a plataforma permite uma fácil operação e tem uma interface amigável, conseguimos realocar pessoas para outros processos de inovação”, diz Coral.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma outra questão levantada por ele é o espaço utilizado no data center. “Hoje temos 40 racks nos data centers. Se decidirmos utilizar Nutanix em toda a infraestrutura é possível consolidar a operação em um ou dois racks”, diz o executivo, acrescentando que a empresa tem planos de ampliar a parceria com a Nutanix.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um outro cliente é o Grupo Educacional Bom Jesus, com mais de 35 unidades, entre colégios e universidades, que atendem mais 45 mil alunos em todo o país. Fundado há 123 anos, o grupo investe em tecnologias disruptivas e inovadoras. Segundo Marcelo Augusto Gonçalvez Bardi, gerente de tecnologia da informação e gestão de processos, 100% da infraestrutura da companhia é virtualizada e até o final deste ano todo o ambiente de data center será migrado para a plataforma de nuvem corporativa da Nutanix. “Foi um processo feito em etapas que iniciamos em 2017, respeitando os pilares de tecnologia da informação, pessoas e processos”, finaliza Bardi.</p>

		</div>
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		<title>VMware e Ericsson firmam aliança para simplificar a virtualização de rede</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2019 15:20:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
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					<description><![CDATA[As duas empresas criaram um laboratório de certificação NFV – virtualização das funções de rede. A aliança inclui colaboração técnica e testes de comunicação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-698682910625a" data-id="698682910625a" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>VMware e Ericsson firmam aliança para simplificar a virtualização de rede</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A VMware e a Ericsson assinaram uma parceria global que simplificará a implementação e a execução de uma combinação de aplicações das empresas para os provedores de serviços de comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">  A aliança inclui colaboração técnica e testes de comunicação entre sistemas de forma transparente para todo o portfólio da Ericsson, desde funções de rede virtual, faturamento e cobrança, até automação e orquestração, com a plataforma vCloud NFV da VMware. Isto possibilita o fornecimento de soluções virtualizadas mais rápidas, econômicas e testadas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para permitir a implementação e operação com eficiência de redes comerciais virtualizadas, ambas participam de colaborações técnicas, garantindo, em conjunto, o desempenho otimizado e a utilização da plataforma para cargas de trabalho de alto volume. “Compartilhamos o objetivo comum de oferecer suporte aos provedores de serviços de comunicação com uma experiência na implementação e execução da combinação de software das corporações, que abrange do núcleo até a ponta”, comenta Anders Rosengren, diretor de arquitetura e tecnologia de serviços digitais da Ericsson.</p>
<p style="text-align: justify;">  As duas empresas também investiram em um laboratório de certificação, onde a interoperabilidade entre a plataforma da Ericsson e a da VMware é testada, certificada, verificada, otimizada e documentada.</p>
<p style="text-align: justify;">  Atualmente, as companhias têm mais de 50 provedores de serviços executando redes móveis de produção com as tecnologias. “Este acordo é a expansão de um relacionamento de sucesso contínuo. A aliança significa uma colaboração mais concentrada para integrar, otimizar e fornecer interoperabilidade em escala para nossas soluções combinadas, permitindo a rápida integração e implementação de NFVs. Estamos acelerando o tempo de geração de receita e permitindo que as operadoras ofereçam experiências inovadoras com seus clientes”, diz Honore LaBourdette, vice-presidente de desenvolvimento de mercado global de telco NFV na VMware.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Infinera fornece solução de rede de transporte óptica sob demanda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2019 17:48:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[A fabricante de equipamentos de rede de transporte óptica apresentou uma solução que permite às operadoras ampliar a capacidade de banda de acordo com as suas necessidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-698682910761c" data-id="698682910761c" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Infinera fornece solução de rede de transporte óptica sob demanda</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A Infinera, fabricante de equipamentos de rede de transporte óptica fim a fim, aposta em soluções sob demanda, permitindo às operadoras ampliar a capacidade de banda de acordo com as suas necessidades.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um exemplo é a solução Infinite Network (rede infinita), lançada em fevereiro último. Segundo a empresa, trata-se de uma arquitetura de rede disruptiva de ponta a ponta aberta e desagregada com automação e aprendizado de máquina, abrindo o caminho para infraestruturas escaláveis auto-otimizada instantaneamente e que se adaptam dinamicamente às demandas de usuários e aplicativos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Andrés Madero, diretor de arquitetura para provedores de serviços e de desenvolvimento de negócios da Infinera Latam, explica que plataforma foi projetada para as operadoras dimensionarem as suas redes de forma eficiente para suportarem o crescimento contínuo de largura de banda e novas aplicações sensíveis à latência, incluindo 5G, DAA (arquiteturas de acesso distribuído), interconexão de data centers e serviços corporativos baseados em nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Basicamente, ela é composta pelos módulos Infinite Edge (borda infinita), Infinite Core (núcleo infinito) e Cognitive Networking (redes cognitivas). O primeiro possibilita aos clientes implantarem redes de alto desempenho e baixa latência com eficiência operacional e tecnologias de roteamento óptico e de desagregação.</p>
<p style="text-align: justify;">  O Infinite Core oferece desempenho e escalabilidade instantânea do núcleo metropolitano a redes submarinas com transmissão de até 800 Gbps por comprimento de onda. Já as soluções de redes cognitivas ajudam a automatizar a rede para a eficiência operacional e agilidade de serviços. “Essa combinação gera economia, simplicidade e experiência carrier-class. A Infinite Network se baseia nas inovações e vantagens das tecnologias integradas da Infinera, permitindo aos clientes atenderem demandas de serviços emergentes de próxima geração e com impacto direto em suas receitas. Ao explorar os avanços das redes baseadas em software, como virtualização de recursos físicos e orquestração de serviços em redes multicamadas de ponta a ponta, o provedor de serviços poderá aproveitar todas as oportunidades de mercado, enquanto avança a sua infraestrutura de comunicação<br />
com economia”, completa Madero.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Mercado brasileiro </strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A Infinera tem um grande interesse no Brasil. “Além do tamanho do mercado brasileiro, o que chama a atenção são os seus padrões de inovação. O país também se tornou referência em cabos submarinos e a Infinera já comprovou recordes mundiais em transmissões ópticas submarinas de longa distância”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para o executivo, as operadoras brasileiras já estão se preparando para implantar infraestruturas ópticas capazes de atender à demanda de novas tecnologias como IoT – Internet das coisas, 5G e nuvem, com melhor custo-eficiência. Entre as apostas da empresa no país estão as soluções baseadas em SDC &#8211; Software Defined Capacity, que fornecem capacidade sob demanda para as operadoras. “Nossa oferta de Instant Bandwidth tem atraído os nossos clientes no Brasil, já que ela prepara a infraestrutura para habilitar redes Terabits, quando preciso, sem a necessidade hardware extra em campo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Madero também destaca a tecnologia ODTN &#8211; Optical Disaggregated Transport Networks. Isso porque as operadoras buscam formas mais flexíveis para a implantação de suas redes ópticas. “Nossa solução OpenICE oferece uma abordagem abrangente para essa tendência e traz um conjunto de ferramentas de classe mundial para iluminar facilmente novas capacidades de fibra óptica sobre a infraestrutura existente, com recursos de última geração e reutilizando os sistemas legados DWDM”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com escritórios comerciais em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, a companhia atua de forma direta e por meio de parceiros. A subsidiária brasileira realiza treinamentos e conta com um laboratório para demonstrações e teste dos equipamentos, oferecendo serviços e suporte para clientes e parceiros. Entre os seus clientes estão a <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/copel-telecom-amplia-backbone-para-200g/">Copel Telecom</a>, Aloo Telecom e Tely.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Redes de 200 a 800 Gpbs</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com Madero, as operadoras precisarão de cada vez mais capacidade para alcançarem eficiência e espectro com menor custo por bit. Nesse sentido, as redes devem evoluir rapidamente para além dos comprimentos de onda de 200 e 400 Gbps, alcançando 600 e 800 Gbps. “Conforme as velocidades de transmissão atingem a escala de 800 Gbps, as tecnologias chave incluem a integração vertical, subportadoras Nyquist e a eficiente técnica probabilistic constellation shaping, utilizada na otimização da formatação da modulação”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Ele acrescenta que as operadoras terão de superar alguns desafios para realizar essa migração, como diminuir o consumo de energia e o espaço físico em seus data centers, além de realizar o planejamento adequado de capacidade. “Será preciso investir cada vez mais em plataformas de alta densidade. Nossa tecnologia Infinity Capacity Engine (ICE), por exemplo, oferece desempenho, eficiência espectral, melhor custo por bit e modelos operacionais aprimorados, como largura de banda instantânea e sob demanda”, garante.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Aquisição</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Em 2018, a Infinera adquiriu a Coriant, fornecedora global de soluções de redes abertas para operadoras. Com o negócio, a companhia passou a comercializar soluções de pacote para redes ópticas fim a fim (da camada 0 a camada 3). “Nossos clientes enfrentam uma infinidade de desafios, como custo-benefício da escalabilidade óptica e complexidade operacional, devido a redes multitecnologias com vários fornecedores e domínios de segurança. Hoje nosso portfólio atende a essas e outras demandas’, diz Madero.</p>
<p style="text-align: justify;">  No ano passado, o faturamento mundial da empresa alcançou a marca de US$ 943,4 milhões – em 2017, esse valor foi de US$ 740,7 milhões. “O principal fator desse crescimento foi a compra da Coriant, cujos resultados foram incluídos no quatro trimestre de 2018. Fechamos o ano com 3876 funcionários”, conta Madeiro. A empresa atende as principais operadoras e provedores de conteúdo de Internet do mundo, como Telefonica, NTT Communications e Vodafone.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>O seu negócio precisa de SD-WAN?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 13:54:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[Descubra como a SD-WAN pode ajudar a gerenciar e disponibilizar aplicações de forma segura e com qualidade entre filiais e sites remotos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6986829108cd1" data-id="6986829108cd1" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>O seu negócio precisa de SD-WAN?</h1>

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			<h2 style="text-align: justify;">Gerenciar aplicações de forma segura entre filiais e sites remotos por meio da WAN é um desafio para os gestores de TI. Entenda como a SD-WAN pode ajudar na solução desse problema e facilitar a gestão do seu negócio.</h2>

		</div>
	</div>
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			<h4>Simone Rodrigues, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Garantir a entrega das aplicações entre filiais e sites remotos por meio da WAN é um grande desafio para as empresas. Os gestores de TI enfrentam dificuldades para gerenciar e disponibilizar de forma segura e com qualidade inúmeras aplicações, muitas de missão crítica e sensíveis à latência. Problemas de congestionamento de links, perdas de pacotes de transmissão e baixa produtividade dos funcionários remotos são frequentes e essas questões tendem a se agravar com o uso crescente de tecnologias como computação em nuvem, virtualização e vídeo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para acompanhar as novas tendências e facilitar a vida de quem opera e acessa as aplicações, as <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/wans-mais-ageis-e-flexiveis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">WANs precisam evoluir</a>. Nesse sentido, a abordagem SD-WAN ganha cada vez mais destaque ao utilizar uma combinação híbrida de qualquer tipo de link com políticas centralizadas e orquestradas de forma dinâmica por meio do caminho mais adequado da rede de longa distância com balanceamento automático da carga de trabalho e gerenciamento do congestionamento da infraestrutura. “As redes corporativas precisarão passar por mudanças para que os CIOs possam habilitar novos projetos. A SD-WAN vai ao encontro dessa realidade ao permitir que os requisitos de infraestrutura de rede sejam compatíveis com os de negócios”, comenta André Loureiro, gerente de pesquisa e consultoria da <a href="http://br.idclatin.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IDC Brasil</a>.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  Para Nuno Silveiro, especialista de redes da <a href="https://www.citrix.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Citrix</a>, fornecedora de soluções de TI e telecomunicações na nuvem, a SD-WAN é uma tecnologia disruptiva, que traz inteligência à rede, permitindo à área de TI gerir o seu tráfego com base na performance real de cada link. “Ganha-se programabilidade, automação, agilidade e qualidade de serviço”, resume o executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Silveiro ainda acrescenta que a SD-WAN tem um apelo ainda maior em ambientes descentralizados e com várias clouds, já que a tecnologia facilita a gestão de diferentes conexões. “A SD-WAN oferece visibilidade de toda a rede e aplicações a partir de um ponto único e sem falhas, com eficiência e maior produtividade. Isso é fundamental para a administração de ambientes multicloud, hoje muito comum nas empresas de todo o mundo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  As soluções SD-WAN da Citrix combinam seleção de caminho, roteamento de borda, segurança, QoS de ponta a ponta e otimização de WAN em tempo real. Traz banco de dados integrado e inspeção profunda de pacotes para identificar aplicativos e direcionar de maneira inteligente o tráfego da filial para a Internet, nuvem ou SaaS – software como serviço. Fornece roteamento de tráfego automático e failover para várias nuvens. “A Citrix oferece plataformas nativas de SD-WAN, onde todo do tráfego é monitorado num ponto único com base na qualidade e throughput dos links de Internet de forma dinâmica. Todos os pacotes são enviados de acordo com a qualidade do link para uma determinada aplicação”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O aumento da adoção da nuvem no ambiente corporativo, com estratégias de multicloud e híbridas, traz à tona a necessidade de criar uma nova abordagem para a WAN, na opinião de Rosano Moraes, vice-presidente Latam da <a href="https://www.riverbed.com/br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Riverbed</a>, empresa especializada no mercado de aceleração de aplicações e otimização de dados. “Hoje, as distâncias entre os usuários e as aplicações não estão apenas atreladas à matriz e à filial. Elas acontecem também na cloud, que tem um poder de agregação muito forte. Com a SD-WAN, a otimização das redes remotas renasce de uma forma totalmente estruturada, diminuindo problemas relacionados à latência e oferecendo mais agilidade e flexibilidade na entrega de serviços”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Riverbed fornece soluções de redes completas, incluindo desde a nuvem até a ponta, em um console de gerenciamento centralizado. “Garantimos desempenho da aplicação, segurança e visibilidade para a melhor experiência do usuário”.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6986829109c03" data-id="6986829109c03" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			<h3 style="text-align: justify;">Virtualização</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A virtualização das funções de rede (NFV) é um ponto chave na SD-WAN. AS WANs tradicionais, que contam com uma topologia estática e inflexível, não conseguem atender aos requisitos das novas aplicações. Assim, topologias de redes ágeis e dinâmicas com plataformas orientadas por software e baseadas em padrões abertos são fundamentais para melhorar a entrega dos serviços e a gestão da infraestrutura. “As novas aplicações se comportam como uma teia de microsserviços conectados, disponíveis nos data centers, provedores de serviços ou na nuvem. As WANs convencionais não têm capacidade para atuar com essa característica”, diz André André Andriolli, CTO da <a href="https://www.vmware.com/br.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">VMware </a>Latam, fornecedora de soluções de nuvem e mobilidade corporativa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como o modelo SD-WAN não depende de terceiros, os links MPLS, que têm alto custo, podem ser substituídos por conexões de Internet mais econômicas, como 4G, xDSL, FTTH e links dedicados, com seleções de caminhos inteligentes. “Nossas experiências com clientes comprovam que é possível ter uma economia de, no mínimo, 50%, em comparação com as redes tradicionais”, completa Andriolli.</p>
<p style="text-align: justify;">  No final do ano passado, a VMware adquiriu a VeloCloud, empresa especializada em SD-WAN na nuvem. As soluções da companhia são baseados nos conceitos de virtualização e nuvem. “Nossa tecnologia permite implantar uma filial em minutos. Somos especialistas em separar as aplicações da infraestrutura física. Esse é o nosso negocio há mais de 20 anos”, completa o executivo.</p>

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			<h3 style="text-align: justify;">SD-WAN e a transformação digital</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Na visão de Larisse Góis, gerente de tecnologia da <a href="https://www.la.logicalis.com/contact/brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Logicalis</a>, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação e comunicação, a SD-WAN traz recursos fundamentais para viabilizar a transformação digital. “A rede ganha inteligência para oferecer acesso rápido, seguro e eficaz as novas aplicações como realidade aumentada, big data, IoT – Internet das coisas e vídeo analytics. A tecnologia ainda permite um maior controle da WAN e melhor uso dos recursos disponíveis”, completa Larisse.</p>
<p style="text-align: justify;">  Loureiro, da IDC, concorda com Larisse. “A SD-WAN tem um papel muito importante na transformação digital. Com a cloud pública é possível provisonar um servidor em segundos, mas isso só faz sentido em infraestruturas ágeis e flexíveis”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Antes de tomar qualquer decisão, as equipes de TI precisam entender quais são as vantagens e os desafios que a tecnologia irá trazer ao negócio. “Um dos benefícios da SD-WAN é a sua capacidade de controlar as informações que trafegam na WAN para priorizar as aplicações mais importantes com foco na eficiência da operação. Uma loja de varejo, por exemplo, precisa garantir o acesso a seu banco de dados de mercadorias e a meios de pagamentos para funcionar com qualidade num momento de instabilidade de conexão”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além de suporte a vários tipos de conexão, é fundamental que um projeto de SD-WAN inclua segurança, controle centralizado e provisionamento zero-touch, bem como ferramentas de visibilidade da rede, automação de serviços e otimização da WAN. “A Logicalis desenvolve projetos de acordo com a necessidade de cada cliente, entregando a melhor composição de soluções para cada negócio. Oferecemos consultoria, implantação, manutenção e operação da rede”, completa Larisse.</p>
<p style="text-align: justify;">  Alexandre Nakano, diretor de IoT da <a href="http://www.ingrammicro.com.br/portal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ingram Micro</a> Brasil, distribuidora de soluções de tecnologia, recomenda que a equipe de TI faça um teste na infraestrutura de rede para saber se há necessidade de um upgrade ou mesmo a redução de contrato da plataforma. “Para que a implantação tenha sucesso é importante saber se vale a pena contratar um serviço de TI e, claro, treinar a equipe”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo ele, a SD-WAN simplifica a implementação e suporte a filiais e unidades regionais em qualquer lugar, abrindo caminho para que os provedores de serviços ofereçam mais agilidade, cobertura e retorno ao cliente. “É possível obter redução de custo e mais desempenho em determinadas aplicações. A grande mudança é que o cliente terá uma ideia mais clara de como a sua banda larga está trabalhando e o que exatamente o provedor está oferecendo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas todo esse processo passa por analisar as condições técnicas, identificar as áreas que exigem atualizações e preparar a rede para novos recursos digitais. “O ideal é ter uma visão geral da arquitetura e da estratégia de migração de ponta a ponta, alinhando os requisitos comerciais à estratégia de TI”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Ingram Micro é um distribuidor autorizado das principais soluções de SD-WAN do mercado. Além de produtos e soluções, seus serviços incluem recursos de logística e de mobilidade, suporte profissional técnico, soluções financeiras e auxílio na mudança de todo o mindset do cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.cisco.com/c/pt_br/index.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cisco</a>, fornecedora de soluções de redes e TI, está trabalhando em diversos projetos SD-WAN no Brasil. Segundo Marcelo Moreira, gerente de engenharia da companhia para a América Latina, os setores que mais demandam a tecnologia são o financeiro e varejo. “São mercados muito impactados pela transformação digital e com redes de alta capilaridade. Outros segmentos, como saúde e transporte, também começam a enxergar a SD-WAN como uma oportunidade de melhorar a eficiência de seus processos de negócios”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A companhia tem mais de 14 mil clientes de SD-WAN em todo o mundo. Suas soluções são gerenciadas na nuvem, com provisionamento zero- touch e recursos de segurança integrados, como firewall, IPS e filtro URL.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo Moreira, o sucesso de um projeto de SD-WAN depende da decisão do cliente de como ele irá adotar a tecnologia, se a implantação e operação será feita em casa ou terceirizada como um serviço gerenciado de uma operadora ou integrador de serviços. “É preciso definir bem os casos de uso e motivações, como a demanda crescente de banda, migração das aplicações para a nuvem, redução de custos, com o modelo de execução”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="http://www.gdn.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GDN Tecnologia</a>, provedora de serviços na nuvem, possui uma plataforma multitenant própria baseada na tecnologia SDN/SD-WAN, da <a href="http://www.nuagenetworks.net/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nuage Networks</a> (Nokia), oferecendo conectividade SD-WAN as a service. “Nossa perspectiva para este mercado é bastante promissora, já que a tecnologia se aplica a toda empresa que possui uma rede de longa distância, desde pequenas e médias até as grandes corporações, não se restringindo apenas a usuários de MPLS. Estamos desenvolvendo parcerias com grandes operadoras para a oferta da solução”, comenta Mario Pires, executivo da companhia.</p>
<p style="text-align: justify;">  A GDN ainda desenvolve soluções on premisses com a implantação do sistema da Nuage no ambiente do cliente, não só para demandas SD-WAN, mas também para SD-DC e SDN para data centers. “As soluções da Nuage atendem demandas de SDN aplicadas ao data center e à WAN de forma integrada”.</p>
<p style="text-align: justify;">  O executivo destaca que a SD-WAN, ao estabelecer uma rede overlay com a abstração da rede física (underlay), abre um universo de possibilidades, que não só permite a coexistência integrada de links de características distintas, como traz maior controle do comportamento de tráfego, aplicação a uma infinidade de políticas que organizam as diversas demandas e prioridades e segurança nativa com túneis dinâmicos criptografados, Internet break-out (tráfegos de filiais direcionados à Internet ou outras filiais podem sair diretamente e com segurança), além de maior capacidade total com balanceamento de carga baseado em políticas, microssegmentação e possibilidade de adição de serviços por meio de VNFs &#8211; Virtual Network Functions. “A solução também possui mecanismos de visibilidade e relatórios que ajudam de forma consistente no gerenciamento e controle da rede”.</p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h3>Operadoras preparam suas redes para a SD-WAN</h3>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">A <a href="https://www.embratel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Embratel</a> iniciou o seu projeto de SD-WAN em 2016. Hoje, a tecnologia já faz parte de seu portfólio de produtos. Para Alexandre Gomes, diretor de marketing da Embratel, a SD-WAN vai muito além da formação de rede, possibilitando uma evolução para as empresas agregarem valor ao seu negócio. “É uma tecnologia OTT – Over the top, agnóstica a acesso e que permite aos usuários trazerem o seu legado de links para compô-la. Logo, é mais custo-efetiva e de rápida ativação, com escalabilidade para serviços na cloud, como SaaS e IaaS”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o executivo, a Embratel adotou uma solução dedicada para a entrega de serviços SD-WAN, com redes com múltiplos acessos e WANs, balanceamento de aplicação, agregação de tráfego, segurança e Wi-Fi. “Temos rede uma totalmente adequada ao ecossistema digital de aplicações, com operação, manutenção e recuperação ágeis e simples e um portal com interface gráfica para a melhor gestão da solução”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A <a href="https://www.orange-business.com/br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Orange Business Services</a> também já está preparada para a oferta de serviços SD-WAN. Seu público-alvo são empresas multinacionais e de grande porte, que precisam de uma rede ágil, segura e flexível para atender às demandas do negócio e suportar a transformação digital. Um dos seus clientes é a Siemens, um projeto de transformação de rede que inclui mais de 1500 localidades em todo o mundo. “Acreditamos que até 2020 pelo menos 50% dos dispositivos de borda da WAN serão atualizados com dispositivos SD-WAN”, comenta Felipe Stutz, diretor de soluções para América Latina da Orange Business Services.</p>
<p style="text-align: justify;">  Na avaliação do diretor, o principal desafio da tecnologia é integrar as plataformas com os sistemas legados. “Apesar de termos uma facilidade muito grande na integração do conceito de zero-touch, é preciso avaliar a integração de maneira criteriosa para evitar impactos no funcionamento da rede existente”, diz, o executivo, acrescentando que é imprescindível que as plataformas de SD-WAN estejam totalmente integradas às soluções de segurança e serviços na nuvem. “Esse é um aspecto que merece muita atenção das equipes de TI e de fornecedores da solução. A Orange tem trazido grande valor aos clientes com uma abordagem consultiva, implementando pilotos e avaliando todos esses pontos de acordo com a necessidade de cada cliente”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A Orange oferece a solução SD-WAN nas modalidades Opex ou SaaS – software como serviço, ou seja, os clientes não precisam investir na aquisição dos equipamentos e licenças. Também é possível adquirir os equipamentos, com serviços opcionais. “A SD-WAN abre a possibilidade de integrar novos meios de conectividade na empresa e também de viabilizar a migração de serviços na nuvem de maneira segura. É possível usar redes públicas Internet e privada MPLS de forma simultânea, buscando o melhor uso dos diferentes meios. Os clientes ainda podem decidir manter parte do tráfego crítico ao negócio no MPLS, tendo maior garantia de desempenho e disponibilidade”.</p>
<p>&nbsp;</p>

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	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>WANs mais ágeis e flexíveis</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/wans-mais-ageis-e-flexiveis/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=wans-mais-ageis-e-flexiveis</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 13:36:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 8]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Banda larga]]></category>
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		<category><![CDATA[Provedores de serviços]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes remotas]]></category>
		<category><![CDATA[SD-WAN]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-698682910bc4f" data-id="698682910bc4f" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>WANs mais ágeis e flexíveis</h1>

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			<h4>Simone Rodrigues,<span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="mailto:simone.rodrigues@www.infranewstelecom.com.br" target="_blank" rel="noopener"> Editora da Infra News Telecom</a></span></h4>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">  A tecnologia <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/o-seu-negocio-precisa-de-sd-wan/" target="_blank" rel="noopener">SD-WAN</a> promete revolucionar as redes de longas distâncias ao trazer mais flexibilidade e agilidade para quem acessa e opera aplicações em sites remotos e filiais. <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/interconexao-de-data-centers-na-era-da-nuvem/" target="_blank" rel="noopener">Novas abordagens para WANs</a> permitirão que operadoras, prestadores de serviços e usuários corporativos automatizem e orquestrem recursos de rede para entregar funções de provisionamento dinâmicos, largura de banda flexível e cobrança baseada em uso para múltiplos recursos e aplicações.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo um <a href="https://www.idc.com/getdoc.jsp?containerId=prUS44203118" target="_blank" rel="noopener">estudo da consultoria IDC</a>, apenas o mercado mundial de infraestrutura SD-WAN deve alcançar a marca de US$ 4,5 bilhões, em 2022, com uma CAGR &#8211; taxa de crescimento anual composta de 40,4% de 2017 a 2022. O relatório inclui as receitas de 2016 e 2017 por fornecedor para a infraestrutura SD-WAN. No ano passado, as receitas do segmento aumentaram 83,3%, atingindo US$ 833 milhões. O mercado também se tornou cada vez mais competitivo, com os fornecedores de redes tradicionais buscando estratégias de fusões e aquisições para complementar as suas ofertas existentes ou ganhar posições de mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">  O Brasil deve seguir essa onda. De acordo com André Loureiro, gerente de pesquisa e consultoria da IDC Brasil, os projetos de SD-WAN já são uma realidade nas empresas do país. “Há muitas provas de conceito em execução no mercado para testar a tecnologia e esses projetos já mostram que ela tem realmente os benefícios prometidos”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Operadoras e prestadores de serviços já estão com as suas infraestruturas preparadas para a oferta de soluções SD-WAN. Na avaliação de Felipe Stutz, diretor de soluções para América Latina da Orange Business Services, entre os principais desafio da tecnologia está a integração das plataformas com os sistemas legados. “É imprescindível que a arquitetura de rede esteja totalmente integradas às soluções de segurança e serviços na nuvem. Esse é um aspecto que merece muita atenção das equipes de TI e de fornecedores de soluções”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já Alexandre Gomes, diretor de marketing da Embratel, recomenda que as empresas utilizem tecnologias adequadas à transformação digital. “Para isso, deve-se pensar em infraestruturas simples e ágeis para a operação, manutenção e recuperação. São fundamentais recursos de múltiplos acessos, balanceamento de aplicação e agregação de tráfego, segurança e mobilidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">Boa leitura!</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-698682910bebe" data-id="698682910bebe" data-height="65" data-height-mobile="65" data-height-tab="65" data-height-tab-portrait="65" data-height-mobile-landscape="65" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
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		<title>Orquestração e automação</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/oquestracao-e-automacao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=oquestracao-e-automacao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mario Pires de Almeida Filho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2018 19:08:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 6]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[CloudStack]]></category>
		<category><![CDATA[Contêiner]]></category>
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		<category><![CDATA[Software]]></category>
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		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-698682910cf75" data-id="698682910cf75" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Orquestração e automação</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h4 style="text-align: left;"><strong>Mario Pires de Almeida Filho, da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="gdntech.com.br" target="_blank" rel="noopener">GDN Tecnologia </a></span></strong></h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A questão do gerenciamento de recursos de rede sempre foi um ponto de eterna discussão. Isso porque as ferramentas tradicionais vem evoluindo desde os anos 90 para funções voltadas muito mais ao gerenciamento de configuração, monitoramento e alertas do que a operação de serviços automatizados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Elas se concentram em tecnologia específica e possuem os seus próprios conjuntos de recursos e ferramentas proprietárias ou abertas para modelar a configuração de infraestrutura e demais recursos como aplicações e dispositivos. O mercado oferece uma infinidade de opções, incluindo gratuitas, que performam de maneira bastante eficiente essas demandas.</p>
<p style="text-align: justify;">  O modelo operacional de entrega e consumo de recursos de TI promovido pela virtualização e a computação em nuvem trouxe uma nova abordagem ao que conhecemos como gerenciamento de rede, ou, mais precisamente, o gerenciamento de recursos de infraestrutura de TI. Isso porque, com a virtualização, inclusive de infraestrutura com o SDN- redes definidas por software, multiplicou-se a quantidade de funções e complexidade, demandando a necessidade de se ter plataformas de orquestração e automação capazes de abranger essa nova infinidade de elementos de infraestrutura, aplicações e informações, como coletas analíticas, métricas, políticas e ações direcionadas para a obtenção dos serviços de TI de forma mais amigável, controlada e automática.</p>
<p style="text-align: justify;">  As ferramentas de orquestração possuem visibilidade de todo e qualquer tipo de recurso disponível, e isso é totalmente aderente ao cenário de virtualização e sistemas em nuvem, uma vez que esses sistemas apresentam a abstração e a multiplicidade de interfaces. Mas mesmo para os sistemas legados e que não sejam baseados em nuvem, os orquestradores possibilitam a formação de serviços em ambientes heterogêneos. Todos os ambientes, dos mais simples aos mais complexos, apresentam ganhos com a utilização de ferramentas de orquestração.</p>
<p style="text-align: justify;">  Entendemos, então, que a orquestração é um modelo operacional, o processo de projetar, fornecer e operar serviços de TI de ponta a ponta de forma automatizada, conectando elementos e processos para que tudo funcione usando uma linguagem abstrata que descreve o serviço orquestrado.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, a camada de abstração é a chave da eficiência dos orquestradores, assim como a abstração é a chave para a eficiência de um sistema SDN idealizar os recursos de rede em múltiplas camadas de overlays.</p>
<p style="text-align: justify;">   Existem muitas ferramentas de automação e orquestração e, em geral, elas se aplicam a usos mais setorizados, como, por exemplo, os recursos de armazenamento, computação e rede, como OpenStack e CloudStack, ferramentas de orquestração e automação do ambiente de redes e SDN, como OpenDayLight, Nuage e Contrail, e orquestração e automação de aplicações e &#8220;containers&#8221;, como Ansible, Puppet, Chef, Docker e Kubernetes. Algumas são mais voltadas ao ambiente de desenvolvimento, outras a operações ou ao time de infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para uma melhor utilização das ferramentas de automação e orquestração é importante que a sua empresa realize um estudo adequado, incluindo todas as áreas envolvidas, como a de desenvolvimento e de operações, para que em conjunto definam um ambiente eficiente e produtivo, baseado nas culturas DevOps e agile.</p>
<p style="text-align: justify;">  Tudo deve ser aplicado de forma integrada e eficiente, principalmente, porque nesse cenário é preciso mudar e operar de maneira diferente, começando com o modelo como projetamos e operamos os serviços, as habilidades necessárias, as metodologias utilizadas e, claro, as ferramentas de automação e orquestração empregadas.</p>

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