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	<title>Patch cords &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Patch cords &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Conheça a norma nacional de testes em cabeamento óptico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 15:18:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 43]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo apresenta a norma nacional de testes em cabeamento óptico, NBR 16869-2, resultado do trabalho da comissão de estudos CE-003:046.005, pertencente ao Cobei, ligado à ABNT.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6983676ad8238" data-id="6983676ad8238" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Conheça a norma nacional de testes em cabeamento óptico</h1>

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			<p>Marcelo Barboza, da Clarity Treinamentos</p>

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			<p style="text-align: justify;">  As fibras ópticas são cada vez mais utilizadas em redes de dados, tanto em data centers, quanto em redes de acesso dos assinantes de serviços públicos de telecomunicações (como o FTTx). Elas oferecem maior largura de banda, além de serem mais compactas do que os cabos com condutores metálicos e não sofrerem ou causarem interferência eletromagnética.</p>
<p style="text-align: justify;">  Só que há a necessidade de testar esses enlaces ópticos, principalmente após sua instalação, pois durante a implantação seus componentes são submetidos a vários procedimentos que podem comprometer o desempenho, como tração, curvatura e torção dos cabos ópticos; emendas das fibras; confecção de conectores ópticos; conexão de patch cords em cross-connects.</p>
<p style="text-align: justify;">  Durante a implantação, tais procedimentos podem levar à degradação do desempenho do enlace devido a diversos fatores decorrentes. Exemplos: macrocurvaturas; rompimento das fibras; emendas defeituosas; conectores trincados ou sujos, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Normas de testes de fibra óptica</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Portanto, para termos certeza que o material utilizado no projeto e as técnicas utilizadas em sua instalação atendem às melhores especificações de qualidade, com desempenho suficiente para permitir todo o tráfego de dados esperado ao longo da vida útil do enlace óptico, temos que testá-lo utilizando as ferramentas, equipamentos e procedimentos corretos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A questão é que as normas nacionais até então existentes somente especificavam técnicas de ensaio para componentes (somente cabo, somente fibra, somente emenda, ou somente conexões). Como exemplos, podemos citar normas para ensaios de impacto, sensibilidade à curvatura, abrasão e ciclo térmico de cabos ópticos; durabilidade e estabilidade de conectores e adaptadores; e determinação de perda na emenda.</p>
<p style="text-align: justify;">  Não havia uma norma que estabelecia as bases para o teste de enlaces ópticos inteiros, instalados, já contendo uma coleção de componentes encadeados, como cabos, emendas, conectores e patch cords.</p>
<p style="text-align: justify;">  Mas agora já temos essa norma! Trata-se da NBR 16869-2 – Cabeamento estruturado – Parte 2: Ensaio do cabeamento óptico, publicada no dia 12 de abril deste ano. Ela foi resultado do trabalho da comissão de estudos CE-003:046.005, pertencente ao Cobei &#8211; Comitê Brasileiro de Eletricidade, ligado à ABNT. A norma, em grande parte, segue as orientações das revisões mais recentes das normas internacionais ISO/IEC 14763-3 (Information technology – Implementation and operation of customer premises cabling – Part 3: Testing of optical fibre cabling) e IEC 61280-4-1 (Fibre-optic communication subsystem test procedures – Part 4-1: Installed cabling plant – Multimode attenuation measurement).</p>
<p style="text-align: justify;">  Veja o link <a href="https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=465992" target="_blank" rel="noopener">https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=465992</a> para adquirir a norma ou ver mais detalhes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A NBR 16869-2</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A NBR 16869-2 descreve equipamentos, ferramentas e procedimentos que devem ser utilizados, como mínimo, para a execução de testes em enlaces instalados de fibra óptica monomodo e multimodo. São eles: kits de limpeza de faces de conectores; microscópio para inspeção da face de conectores; LSPM; OTDR; e respectivos acessórios.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6983676ad8b89" data-id="6983676ad8b89" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6983676ad8f6d" data-id="6983676ad8f6d" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Esta norma complementa as demais normas nacionais que tratam do projeto de sistemas de cabeamento estruturado em fibra óptica, que são as ABNT NBR 14565, ABNT NBR 16264, ABNT NBR 16521 e ANT NBR 16665.</p>
<p style="text-align: justify;">  Existe ainda a NBR 16869-1, que trata sobre os requisitos para o planejamento de sistemas de cabeamento estruturado. Esta é uma norma recente, publicada em julho de 2020. E a NBR 16415, que trata dos caminhos e espaços para cabeamento estruturado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Inspeção e limpeza</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma descreve ferramentas e procedimentos mínimos a serem adotados para inspecionar e limpar a face de conectores ópticos. Os conectores estão presentes nas terminações dos cabos e dos patch cords ópticos, mas também estão presentes nas portas dos equipamentos de rede e dos próprios equipamentos de teste, além de fazerem parte dos cordões e fibras de lançamento que estarão inclusos nos procedimentos de ensaio.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma frisa a importância de se inspecionar e, se for o caso, limpar as interfaces das fibras ópticas que farão parte dos testes antes que qualquer processo de medição e de referência seja executado. Ela define requisitos mínimos do microscópio a ser usado na inspeção da face dos conectores, bem como a norma internacional de referência sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">  Como parte da certificação de um enlace óptico instalado, a norma define os seguintes tipos de inspeção sobre o cabeamento instalado:</p>
<p>• Continuidade da fibra óptica: para verificar se as fibras são íntegras de uma extremidade a outra do enlace.</p>
<p>• Polaridade da instalação óptica: para verificar se cada fibra conecta as portas correspondentes em ambas as extremidades, sem inversões.</p>
<p>• Comprimento do cabo óptico: pode ser verificado visualmente pelas marcações de capa ou com o auxílio de equipamentos de medição (como um OTDR).</p>
<p>• Inspeção das faces dos conectores: como já comentado neste artigo.</p>
<p>• Dimensão do núcleo da fibra óptica: verificação das dimensões do núcleo em relação à casca da fibra nas terminações ópticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>LSPM</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O LSPM nada mais é do que o popularmente conhecido “power meter”. A sigla significa “Light Source and Power Meter”, a combinação entre a “fonte de luz” (necessária para acoplar luz na fibra a ser testada) e o “power meter” (o medidor de potência óptica, em si). Equipamentos LSPM, como mínimo, permitem medir a atenuação (perda) do enlace óptico completo.</p>
<p style="text-align: justify;">A norma define os procedimentos para medição da atenuação do enlace, os comprimentos de onda de trabalho do LSPM, o nível de precisão do equipamento, além de demais requisitos, como sua calibração e especificações dos cordões de ensaio, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um detalhe a observar, muito importante, por sinal, e coberto pela norma, é o método de referência a ser utilizado ao se configurar o LSPM antes dos testes. A norma define quatro métodos de referência um cordão; dois cordões; três cordões; e cordão do equipamento</p>
<p style="text-align: justify;">  A diferença entre esses quatro métodos é a inclusão ou não da atenuação dos conectores que estão nas extremidades do enlace a ser testado.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>OTDR</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O OTDR &#8211; Optical Time Domain Reflectometer é um equipamento que consegue medir parâmetros como atenuação, perda de retorno, atraso de propagação e comprimento da fibra. Ele pode realizar testes tanto do enlace completo quanto de seus componentes individuais, como trechos de fibra, emendas, conexões e dobras na fibra. Portanto, além de apenas ser utilizado para testes de aceitação do enlace, ele também é bastante útil no diagnóstico em instalações com falhas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma define os procedimentos para os testes de enlace completo e de componente, os comprimentos de onda de trabalho do OTDR, e a forma recomendada de utilização das fibras de lançamento e fibras terminais durante os testes. Essas fibras de lançamento também têm suas características mínimas definidas nessa norma. Uma dessas características, imprescindível, é a que possuam comprimento superior à atenuação da zona morta do OTDR utilizado.</p>

		</div>
	</div>
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			<p style="text-align: justify;">  Para a inclusão de todas as conexões na medição realizada pelo OTDR, é necessária a utilização de fibras de lançamento no início e no final do enlace a ser testado. A norma explica a importância da utilização dessas fibras de lançamento, assim como detalha os aspectos a serem levados em consideração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Outros tópicos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Além dos equipamentos e procedimentos já citados, a norma também dá recomendações com relação aos seguintes assuntos: calibração dos instrumentos; documentação dos testes realizados nos enlaces; fibras de lançamento; cálculo do balanço de perda.</p>
<p style="text-align: justify;">  A norma também tece considerações sobre testes unidirecionais e bidirecionais, tratamento e interpretação dos resultados, e fatores de incerteza na medição com LSPM e OTDR.</p>
<p style="text-align: justify;">  Os quatro métodos de referência de cordões usados com LSPM são explicados em detalhes nos anexos da norma. Há também anexos informativo sobre os detalhes mais técnicos de operação de um OTDR.</p>
<p style="text-align: justify;">  E, por último, mas não menos importante, é um anexo com quatro exemplos de cálculo do balanço de perda de potência óptica. A atenuação do enlace óptico, medida por LSPM ou OTDR, deve ser comparada com o resultado deste cálculo, que servirá de parâmetro para aceitação da instalação. A atenuação medida também deve ser comparada com a perda máxima permitida para a tecnologia de rede que se pretende usar no enlace.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Agora já temos uma norma que define os procedimentos de testes para enlaces instalados em fibra óptica. Cabe agora aos profissionais da área se atualizarem e se apropriarem de seu conteúdo, de forma a entregarem instalações de fibra óptica com mais qualidade e garantia de desempenho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="font-size: 12px;">Artigo originalmente publicado em <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/2021/05/20/publicada-a-norma-nacional-de-testes-em-cabeamento-optico/" target="_blank" rel="noopener">http://www.claritytreinamentos.com.br/2021/05/20/publicada-a-norma-nacional-de-testes-em-cabeamento-optico/</a></span></h4>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>R&#038;M apresenta primeiro sistema single pair Ethernet completo do mercado</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/rm-apresenta-primeiro-sistema-single-pair-ethernet-completo-do-mercado/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rm-apresenta-primeiro-sistema-single-pair-ethernet-completo-do-mercado</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2021 21:01:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
		<category><![CDATA[Ethernet]]></category>
		<category><![CDATA[IoT]]></category>
		<category><![CDATA[Patch cords]]></category>
		<category><![CDATA[Rede]]></category>
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					<description><![CDATA[A R&M desenvolveu um sistema de cabeamento SPE completo com conectores, módulos de conexão e patch cords para automação predial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6983676adc342" data-id="6983676adc342" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">R&amp;M apresenta primeiro sistema single pair Ethernet completo do mercado</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  O cabeamento para a nova tecnologia de rede SPE &#8211; Single Pair Ethernet está agora pronto para uso. A R&amp;M, fornecedora global de sistemas de cabeamento para infraestrutura de rede, lançou o <a href="https://www.rdm.com/pt-br/single-pair-ethernet-spe/" target="_blank" rel="noopener">primeiro sistema SPE completo do mercado</a>. A solução compreende conectores e módulos de conexão, cabos de instalação e patch cords para redes de automação predial.</p>
<p style="text-align: justify;">  &#8220;O single pair Ethernet se tornará uma tecnologia chave em edifícios inteligentes&#8221;, explica Matthias Gerber, gerente de mercado da R&amp;M. O cabeamento SPE está abrindo o caminho para a automação predial, sem problemas com Ethernet e gerenciamento predial com base no protocolo IP. O cabeamento SPE liga os menores dispositivos terminais digitais e sensores em edifícios com redes de dados e a Internet, resultando na IoT &#8211; Internet das coisas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Maior área de aplicação: Teto digital</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  O single pair Ethernet amplia o conceito de LANs e sistemas de cabeamento estruturados. Para a transmissão de sinais e dados são necessários apenas dois fios de cobre em vez de oito ou um par de fios em vez de quatro. Os cabos SPE são mais finos e os conectores são menores do que seus equivalentes no lado do cabeamento LAN. É por isso que um grande número de pequenos dispositivos também pode ser conectado sem nenhum problema com o cabeamento SPE.</p>
<p style="text-align: justify;">  &#8220;Inicialmente, a maior área de aplicação é o cabeamento de teto, em outras palavras, o teto digital&#8221;, diz Gerber. A partir dos distribuidores de piso ou dos nós de serviço nos tetos, o cabeamento SPE pode se espalhar por um longo caminho. O sistema SPE da R&amp;M oferece um alcance de transmissão de 600 metros.</p>
<p style="text-align: justify;">  O SPE pode ligar em rede inúmeros dispositivos terminais digitais, como luzes LED inteligentes, monitores e placares controlados remotamente, sensores de temperatura, luz e climatização, controladores para aquecimento e ventilação, caixas registradoras eletrônicas e terminais de autoatendimento. A R&amp;M vê a possibilidade de uma ampla gama de aplicações em hospitais, hotéis, shoppings, parques industriais, centros empresariais, administrações e casos similares.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além de dados e sinais, o cabeamento SPE também pode transportar energia e assim fornecer energia aos equipamentos terminais. Em muitos casos, isto elimina a necessidade de cabeamento separado para o fornecimento de energia elétrica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Promovendo o uso do single pair Ethernet</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A R&amp;M é uma das incentivadoras por trás da padronização e do amplo lançamento no mercado do SPE. Em 2020, as empresa fundou a “Single Pair Ethernet System Alliance”, em conjunto com mais de 20 empresas internacionais de tecnologia. Seu objetivo é promover o uso do SPE em uma ampla gama de aplicações e áreas de operação.</p>
<p style="text-align: justify;">  A empresa oferece dois sistemas de conectores: LC de cobre em conformidade com IEC 63171-1 para cabeamento estruturado e automação predial, e MSP em conformidade com IEC 63171-2 para o ambiente industrial. Os novos produtos podem ser combinados com tomadas R&amp;M existentes e painéis de 19&#8243;.</p>
<p style="text-align: justify;">  A companhia está convencida de que o futuro pertence aos edifícios inteligentes. A gestão dos edifícios será digital e baseada em IP. Algo que ajudará nisso é o uso de novas estruturas de rede, como teto digital em combinação com single pair Ethernet, para o cabeamento dos poucos metros finais, permitindo que todas as áreas de automação predial sejam integradas em um conceito de solução estruturada.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>ART IT abre 30 vagas para profissionais de tecnologia</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/art-it-abre-30-vagas-para-profissionais-de-tecnologia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=art-it-abre-30-vagas-para-profissionais-de-tecnologia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 22:43:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria das vagas é para o modelo home office. Há oportunidades para desenvolvedores, analistas mobile, cientista de dados, entre outras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6983676add449" data-id="6983676add449" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">ART IT abre 30 vagas para profissionais de tecnologia</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A ART IT, empresa especializada em soluções e serviços de TI, está com 30 vagas abertas para profissionais de tecnologia nas cidades de Campinas, SP, Barueri, SP, e São Paulo. A maioria das oportunidades tem perfil de trabalho remoto.</p>
<p style="text-align: justify;">  A empresa busca candidatos com experiência anterior nos níveis júnior, pleno e sênior. Há vagas para arquiteto Java, designer UX/UI, consultor AD &#8211; Active Directory Domain Services, cientista de dados, analista de sistemas, full Stack &#8211; .Net/React, analista mobile, desenvolvedor .Net, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para se candidatar, os interessados devem enviar currículo para o e-mail <a href="mailto:recrutamento@artit.com.br" target="_blank" rel="noopener">recrutamento@artit.com.br</a>, colocando a vaga de interesse no assunto e a pretensão salarial no corpo do e-mail ou pelo site <u><a href="https://artit.com.br/carreira/" target="_blank" rel="noopener">https://artit.com.br/carreira/</a></u>. O processo de seleção será feito com uma triagem inicial pelo RH e, em seguida, agendamento de entrevistas on-line com os candidatos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>R&#038;M apresenta nova versão de patch panel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 19:42:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo patch panel, da família Netscale, tem 48 portas e foi desenvolvido para uso de conexões mistas (fibra óptica e cobre).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6983676ade45a" data-id="6983676ade45a" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1 style="text-align: justify;">R&amp;M apresenta nova versão de patch panel</h1>

		</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Redação, Infra News Telecom</strong></p>

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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  A R&amp;M, fornecedora global de sistemas de cabeamento para infraestrutura de rede, ampliou sua família de patch panels de fibra óptica de alta densidade para data centers, Netscale.</p>
<p style="text-align: justify;">  A nova versão, denominada Netscale 48, tem 48 portas e foi desenvolvida para uso de conexões mistas (fibra ótica e cobre). Até agora, eram necessários 2U nos data centers para reunir os dois meios de transmissão em um único rack. Com o Netscale 48, os cabos de fibra óptica e de cobre podem ser combinados em 1U, permitindo a instalação nos espaços mais limitados dos data centers e no ambiente LAN.</p>
<p style="text-align: justify;">  A plataforma pode ser equipada com todos os tipos de adaptadores disponíveis no mercado, incluindo os FO LC, SC, MPO, E-2000 e, até mesmo, os CS, SN, MDC da classe &#8220;VSFF &#8211; Very Small Form Factor&#8221;. Os produtos R&amp;M Cat. 6A ISO, Cat 6A EL e Cat. 8 podem ser usados para a conectividade de cobre.</p>
<p style="text-align: justify;">  A R&amp;M fornece sistemas de cabeamento pré-terminado de fácil instalação e remoção. As fibras ópticas são emendadas diretamente na plataforma. Além disso, o Netscale 48 foi projetado para que as mudanças possam ser feitas sem interromper a rede. Uma outra novidade é o gerenciador integrado de patch cords, que economiza espaço, com guias de cabo na parte frontal, e não consome unidades adicionais de altura.</p>
<p style="text-align: justify;">  O Netscale 48 suporta o gerenciamento automatizado de infraestrutura (AIM) e as fitas de sensores do sistema AIM inteliPhy, da R&amp;M, podem ser conectadas ou substituídas durante a operação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo a empresa, a linha Netscale oferece a maior densidade de portas ópticas em racks 19&#8243; do setor. A família inclui modelos com maior densidade: o Netscale 72 e o Netscale 120. O primeiro é utilizado para simplificar a migração para novas gerações de redes. Um caso típico é a transição de uma rede de 10 Gigabits para uma de 40 ou 100 Gigabits. O produto também é usado para criar arquiteturas de rede “spine-leaf” em data centers na nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">  Já o Netscale 120, com até 120 portas e 1U, oferece densidade de cabeamento 10, 40 e 100 Gigabit Ethernet. É também uma plataforma de ultra alta densidade com funções integradas para o gerenciamento automatizado da infraestrutura, ajudando a gerenciar as quantidades excessivas de portas e cabos nos data centers.</p>

		</div>
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		<title>Como construir uma LAN à prova de futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2019 15:46:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
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					<description><![CDATA[A aposta da Klint, fornecedora de produtos e soluções de infraestrutura de redes, é o investimento em LANs à prova do futuro baseado na solução de cabeamento óptico passivo Laserway, da Furukawa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6983676adf707" data-id="6983676adf707" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Como construir uma LAN à prova de futuro</h1>

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			<h4>Conteúdo oferecido por <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://www.klint.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Klint</a></span>, fornecedora de produtos e soluções de infraestrutura de redes para ambientes industriais, prediais e data centers</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  Em uma era onde a digitalização dos processos de negócios dita as regras, fica cada vez mais evidente que as empresas precisam de infraestruturas de redes de alto desempenho e à prova de futuro. Neste cenário, a opção pela fibra óptica em redes PON, em vez de soluções de cabeamento tradicionais de cobre, pode ser um grande diferencial para ganhar competitividade e gerar novas receitas. “É fato que o consumo por largura de banda só cresce e as novas aplicações exigem meios de transmissão sem gargalos e capazes de se adaptar a mudanças com agilidade e flexibilidade”, comenta Marcos Ceacero Costa, gerente de suporte técnico da <a href="http://www.klint.com.br/">Klint</a>, fornecedora de produtos e soluções de infraestrutura de redes para ambientes industriais, prediais e data centers.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para atender a esta demanda, uma das apostas da Klint é a solução de cabeamento óptico passivo para LANs da Furukawa. Denominada Laserway, a linha é baseada na tecnologia GPON com topologia ponto-multiponto, ou seja, entre o núcleo da rede e as estações de trabalho existem apenas elementos ópticos passivos. Esse tipo de arquitetura requer menos infraestrutura física, simplificando consideravelmente a implementação, operação e manutenção da rede. “A solução combina uma moderna rede passiva que prioriza a facilidade de instalação, modularidade e redução de infraestrutura. Também segue as referências técnicas e normas de cabeamento estruturado, permitindo padronizar o desenvolvimento e a instalação dos projetos”, completa Costa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Basicamente, o sistema é composto por splitters ópticos, ativos ópticos (OLTs e ONTs), cordões ópticos, service cables MPO, pontos de conexão e cassetes MPO. Pode ser instalado nas opções de terminação em campo ou cabos ópticos pré-conectorizados, garantindo a sua operação tanto em redes legadas como novas. Permite ainda controle centralizado e oferece segurança lógica e física com padrão Carrier Class e criptografia nativa. As ONTs fornecem conectividade a partir de patch cords metálicos a qualquer dispositivo 10/100/1000 Base-T. “Sua infraestrutura é totalmente flexível para facilidade de manobras e expansão da rede, além de permitir um controle centralizado e de alta disponibilidade”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_7511" style="width: 1175px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7511" class="wp-image-7511 size-full" src="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Bloco-Laserway2.0-esquerda-1.png" alt="" width="1165" height="800" srcset="https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Bloco-Laserway2.0-esquerda-1.png 1165w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Bloco-Laserway2.0-esquerda-1-300x206.png 300w, https://www.infranewstelecom.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Bloco-Laserway2.0-esquerda-1-768x527.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1165px) 100vw, 1165px" /><p id="caption-attachment-7511" class="wp-caption-text">Solução Laserway, da Furukawa</p></div>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Redução de custos</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  A Laserway otimiza o uso de até 70% em cabos e 35% em racks, além de diminuir em 70% o espaço utilizado e o consumo de energia elétrica.</p>
<p style="text-align: justify;">  E a economia não para por aí. As reduções de CAPEX e OPEX chegam a 70% e 50%, respectivamente. Isso acontece porque é preciso investir menos em materiais, instalação e espaço físico. Outra questão é que, com salas técnicas menores, menos equipamentos ativos e com controle de todos os pontos atendidos a partir de um único ponto central, a operação e a manutenção da rede se tornam descomplicadas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Costa ainda destaca que, se comparada com uma infraestrutura de cabeamento metálica, a tecnologia suporta distâncias maiores. Enquanto uma rede UTP tradicional não ultrapassa os 100 metros, a Laserway atinge até 20 km, livre de interferências e sem o uso de equipamentos ativos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A solução também conta com garantia estendida da Furukawa, que assegura a performance da rede instalada por até 25 anos. O cliente pode ainda adquirir serviços de suporte 24 x 7 para redução de riscos e rápida solução de problemas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5 style="text-align: justify;"><strong>Klint</strong> &#8211;  Tel. (11) 4972-9300</h5>
<h5 style="text-align: justify;"><strong>Site</strong>: <a href="http://www.klint.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.klint.com.br</a></h5>

		</div>
	</div>
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		<title>R&#038;M lança solução Cat. 8.1 para LANs e data centers</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/rm-lanca-solucao-cat-8-1-para-lans-e-data-centers/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rm-lanca-solucao-cat-8-1-para-lans-e-data-centers</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2019 16:31:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A solução suporta taxas de transmissão de dados de até 40 GbE e é baseada no formato de plug RJ-45, oferecendo compatibilidade com versões de cabeamento anteriores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6983676ae0c7b" data-id="6983676ae0c7b" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>R&amp;M lança solução Cat. 8.1 para LANs e data centers</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  A<a href="https://www.rdm.com/bra_en" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> R&amp;M</a>, fabricante de sistemas de cabeamento para infraestrutura de redes e data centers, com sede na Suíça, lançou um sistema de cabeamento universal Cat. 8.1. A solução suporta taxas de transmissão de dados de até 40 GbE e é baseada no formato de plug padrão RJ-45, oferecendo compatibilidade com versões de cabeamento anteriores. Assim, patch cords Cat. 6A podem ser implementados, com redes operadas em 10 GbE, sem a necessidade de adaptadores adicionais, cabos de transmissão ou interfaces de fibra óptica, na migração para as gerações de infraestruturas mais rápidas de 25 e 40 GbE. Após a instalação básica do Cat. 8.1, switches e servidores mais rápidos podem ser integrados sem problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">  A infraestrutura básica Cat. 8.1 (link permanente) é formada por dois módulos de conexão RJ-45 e um cabo blindado S/FTP Cat. 8.2/8.1. O sistema está em conformidade com as normas ISO/IEC 11801, Classe I e ANSI/TIA-568.2-D</p>
<p style="text-align: justify;">  O objetivo inicial deste sistema era para uso em data centers, particularmente no que diz respeito ao cabeamento de top of rack e end of row. Aqui, o cabeamento Cat. 8.1 transmite velocidades de até 40 GbE (40 GBase-T). A R&amp;M garante o desempenho para o link permanente de 24 metros e canal de até 30 metros, dependendo dos patch cords usados.</p>
<p style="text-align: justify;">  Uma outra aplicação é em edifícios que exigem LANs extremamente rápidas. Neste caso, o sistema Cat. 8.1 da companhia tem desempenho de 25 GbE (25GBase-T). A distância proposta de 50 m no draft do relatório técnico ISO/IEC TR11801-9909 para esta largura de banda cobre mais de 60% de todos os comprimentos de links típicos em edifícios comerciais. Além disso, o sistema de cabeamento Cat. 8.1 é adequado para 4PPoE -Power over Ethernet de quatro pares.</p>
<p style="text-align: justify;">  O módulo de conexão Cat. 8.1 é baseado no design do módulo cat. 6A da R&amp;M. No módulo Cat. 8.1, os condutores de cobre são terminados usando contatos de deslocamento de isolamento (IDC). A R&amp;M fornece uma ferramenta de terminação opcional. Os instaladores podem usá-la para produzir para pressionar rápida e corretamente os cabos no IDC, além de cortar o excesso de cabos.</p>

		</div>
	</div>
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		<title>Padrões Ethernet sobre um único par trançado</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/padroes-ethernet-sobre-um-unico-par-trancado/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=padroes-ethernet-sobre-um-unico-par-trancado</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2019 14:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 12]]></category>
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		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o avanço da IoT e da Indústria 4.0, os padrões Ethernet têm evoluído e se adaptado para atender a dispositivos cada vez mais diversos e inusitados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6983676ae215c" data-id="6983676ae215c" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h1>Padrões Ethernet sobre um único par trançado</h1>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Marcelo Barboza, da <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/">Clarity Treinamentos</a></p>

		</div>
	</div>
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	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Todos os profissionais da área de infraestrutura de TI conhecem os clássicos padrões de rede Ethernet que utilizam dois ou quatro pares de cabos de par trançado, como por exemplo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>10Base-T: Ethernet a 10 Mbps em 2 pares</li>
<li>100Base-TX: Ethernet a 100 Mbps em 2 pares</li>
<li>1000Base-T: Ethernet a 1 Gbps em 4 pares</li>
<li>10GBase-T: Ethernet a 10 Gbps em 4 pares</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Mas com o avanço da IoT &#8211; Internet das coisas e da Indústria 4.0, o protocolo Ethernet tem evoluído e se adaptado para atender a dispositivos cada vez mais diversos e inusitados, como sensores ambientais, de presença e luminosidade, máquinas de todos os tamanhos, luminárias, sistemas de som e de alarme, equipamentos audiovisuais e de telemedicina e relógios.</p>
<p style="text-align: justify;">  Só que nem todos equipamentos precisam das altas velocidades disponibilizadas pelo 10GBase-T ou podem ser limitados aos 100 metros tradicionais. Por outro lado, alguns dispositivos, geralmente, estão bem próximos (como dentro de um automóvel). Então, porque é preciso de um padrão elaborado para 100 metros e suas limitações?</p>
<p style="text-align: justify;">  E ainda há o problema do tamanho dos cabos. Com a utilização maciça do Ethernet em edifícios inteligentes, em veículos e em ambientes industriais, o espaço necessário para os caminhos que transportam cabos de quatro pares passa a ser um empecilho.</p>
<p style="text-align: justify;">  Com tudo isso em mente, novos padrões Ethernet que utilizam apenas um par trançado estão surgindo. Alguns exemplos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>10Base-T1, padrão IEEE 802.3cg para 10 Mbps (previsto para 2019)</li>
<li>100Base-T1, padrão IEEE 802.3bw para 100 Mbps (aprovado em 2015)</li>
<li>1000Base-T1, padrão IEEE 802.3bp para 1 Gbps (aprovado em 2016)</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Todos trabalham com cabos com apenas um par trançado, com bitolas de condutor entre 18 e 24 AWG e frequências de transmissão entre 1 MHz e 1000 MHz, para distâncias de canal entre 10 e 1000 m.</p>
<p style="text-align: justify;">  Esses padrões são chamados de single-pair Ethernet (SPE) e estão sendo desenvolvidos pelo IEEE &#8211; Institute of Electrical and Electronics Engineers, com suporte da TIA &#8211; Telecommunications Industry Association, ISO &#8211; International Organization for Standardization, ODVA &#8211; Open DeviceNet Vendors Association e OPEN &#8211; One-Pair Ether-Net, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">  Além dos padrões de dados acima expostos, em 2016 o IEEE também publicou o padrão 802.3bu, para alimentação elétrica sobre cabos de um par, chamado de PoDL &#8211; Power over Data Lines, similar ao que o PoE &#8211; Power over Ethernet representa para os cabos de quatro pares. O PoDL pode trabalhar com tensões entre 5,5 V e 60 V em corrente contínua, fornecendo potências entre 0,5 e 50 W, dependendo da bitola dos fios e do comprimento do canal.</p>
<p style="text-align: justify;">  As comissões de estudo de cabeamento da ISO e da TIA estão trabalhando para publicar novas normas e boletins técnicos para suplementar as normas existentes de forma a acomodar essas novas necessidades, incluindo aspectos como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Especificações para cabos, conectores, patch cords e enlaces de um par em cobre.</li>
<li>Requisitos de desempenho e procedimentos de teste.</li>
<li>Topologia e arquitetura.</li>
<li>Transições de cabos de quatro pares para cabos de um par, incluindo compartilhamento de capa e utilização de equipamento ativo na transição.</li>
<li>Conexão direta dos dispositivos nas áreas de serviço.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Todos esses novos padrões (de cabeamento e de aplicações), voltados a comunicações em canais de um par, facilitarão a adoção do Ethernet como tecnologia padrão para sistemas de comunicação em indústrias, veículos e edifícios inteligentes, em adição a sua já completa hegemonia nas redes corporativas de voz e dados.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6983676ae260a" data-id="6983676ae260a" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Polaridade em enlaces de fibra óptica duplex</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/polaridade-em-enlaces-de-fibra-optica-duplex/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=polaridade-em-enlaces-de-fibra-optica-duplex</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Barboza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jan 2019 21:26:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 11]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
		<category><![CDATA[Crossover]]></category>
		<category><![CDATA[Enlaces]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Fibra óptica duples]]></category>
		<category><![CDATA[Link]]></category>
		<category><![CDATA[Patch cords]]></category>
		<category><![CDATA[Patch panels modulares]]></category>
		<category><![CDATA[Polaridade]]></category>
		<category><![CDATA[Redes]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6983676ae359f" data-id="6983676ae359f" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Polaridade em enlaces de fibra óptica duplex</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p>Marcelo Barboza, da <a href="http://www.claritytreinamentos.com.br/">Clarity Treinamentos</a></p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  Você sabe como manter a polaridade em enlaces de fibra óptica duplex? Como garantir que, ao montar um canal óptico duplex (enlace mais patch cords de ativação), os equipamentos ativos se comuniquem por um cabeamento que garanta que cada transmissor seja ligado a um receptor, estabelecendo assim um link up?</p>
<p style="text-align: justify;">  A regra geral é sempre fazer um canal óptico crossover, de forma a interligar transmissores com receptores. E para isso existem diversas opções disponíveis e utilizadas pelos instaladores de cabeamento. Vamos explorar as três mais conhecidas:</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-6983676ae395e" data-id="6983676ae395e" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1546723974055 vc_row-has-fill"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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		<div class="wpb_wrapper">
			<ul>
<li style="text-align: justify;">Enlace direto mais patch cords diferentes.</li>
<li style="text-align: justify;">Enlace com posicionamento simétrico.</li>
<li style="text-align: justify;">Enlace cruzado com pares invertidos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">  Cada uma tem vantagens e desvantagens, e nem todos são normatizados. Vamos entender as diferenças entre esses métodos</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6983676ae3cfb" data-id="6983676ae3cfb" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Enlace direto mais patch cords diferentes</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Este método, que parece ser um dos mais utilizados pelos instaladores, não é o mais recomendado pelas normas de cabeamento, notadamente a ISO/IEC 14763-2 Implementation and operation of customer premises cabling – Part 2: Planning and installation.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nele, o enlace é instalado de maneira direta, ou seja, as fibras são conectadas aos adaptadores, em ambas as extremidades do cabo, na mesma sequência, em ordem crescente (1, 2, 3, 4…). Para cabos ópticos nacionais, a sequência se iniciaria com as fibras verde, amarela, branca, azul etc., em ambas extremidades da terminação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para cabos importados, a sequência de cores mudaria, de acordo com a origem e norma correspondente, mas sempre de acordo com a ordem estabelecida pela norma em questão.</p>
<p style="text-align: justify;">  O cruzamento do canal acaba sendo realizado por meio de patch cords de ativação, sendo que um deve ser direto e o outro, crossover. Se ambos forem iguais (diretos ou cross), o canal não fica cruzado e os ativos não “sobem”.</p>
<p style="text-align: justify;">  A principal desvantagem desse método, além de não ser normatizado, é que são necessários dois tipos de patch cords, com diferentes polaridades, o que pode causar problemas durante a operação. A qualquer momento, alguém não treinado no sistema pode querer usar patch cords iguais e o link acaba ficando fora do ar. Além de ser necessário manter dois itens em estoque.</p>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Enlace com posicionamento simétrico</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Este método é o preferido pela norma IEC 14763-2. Nele, os adaptadores são inseridos no patch panel em uma extremidade do cabo, com orientação oposta aos adaptadores da outra extremidade do cabo. Em uma extremidade do cabo, os adaptadores são instalados de forma que a posição A do adaptador corresponda às posições ímpares do painel (ordem A-B, A-B). Na outra extremidade do cabo, os adaptadores são instalados na orientação oposta, de forma que a posição B do adaptador corresponda às posições ímpares do painel (ordem B-A, B-A).</p>
<p style="text-align: justify;">  Já as fibras são conectadas aos adaptadores, em ambas as extremidades do cabo, na mesma sequência, em ordem crescente (1, 2, 3, 4…), assim como no método visto anteriormente. Mas, diferentemente do método anterior, os patch cords são todos iguais, todos crossover.</p>
<p style="text-align: justify;">  E onde se dará o cruzamento? Como os adaptadores em ambas extremidades ficam invertidos entre si, de um lado o patch cord é conectado também de forma invertida em relação ao outro lado.</p>
<p style="text-align: justify;">  Este método tem a grande vantagem de requerer apenas um tipo de patch cord, não estando sujeito a enganos na hora da ativação, pois os patch cords geralmente só conseguem ser inseridos de uma maneira, por causa das guias dos conectores. Mas, ele não consegue ser aplicado quando são utilizados patch panels que não permitem a inversão de polaridade dos adaptadores. Neste caso, deve-se usar o método seguinte.</p>

		</div>
	</div>
<div class="ult-spacer spacer-6983676ae442f" data-id="6983676ae442f" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6983676ae471e" data-id="6983676ae471e" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Enlace cruzado com pares invertidos</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Este método também está presente na norma IEC 14763-2. Nele, os adaptadores são instalados no patch panel em uma extremidade do cabo com a mesma orientação dos adaptadores da outra extremidade do cabo. O cruzamento se dará na sequência das fibras. As fibras ópticas são conectadas nos adaptadores na sequência numérica normal em uma extremidade do cabo e com inversões par a par na outra extremidade.</p>
<p style="text-align: justify;">  Para cabos nacionais, ficaria verde-amarela, branca-azul etc. de um lado e amarela-verde, azul-branca etc. do outro lado. Aqui, como no método anterior, todos os patch cords também são iguais.</p>
<p style="text-align: justify;">  A sua vantagem é similar ao método anterior, ou seja, teremos apenas um tipo de patch cord. A desvantagem é que na hora de testar (ou ativar) uma única fibra, ela estará em posição diferente, quando comparamos as duas extremidades, o que vai requerer um trabalho de identificação mais preciso fibra a fibra.</p>

		</div>
	</div>
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</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aprenda a certificar a sua rede estruturada</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/aprenda-certificar-sua-rede-estruturada/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=aprenda-certificar-sua-rede-estruturada</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 18:10:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-home]]></category>
		<category><![CDATA[Allien crosstalk]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento estruturado]]></category>
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					<description><![CDATA[De 3 a 5 de setembro, a Oráculo EAD vai realizar, em São Paulo, o curso de certificação CCTT - Certified Cabling Test Technician, da Fluke Networks.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-6983676ae547e" data-id="6983676ae547e" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h1>Aprenda a certificar a sua rede estruturada</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;">  De 3 a 5 de setembro, a Clarity Treinamentos vai ministrar, em São Paulo, a certificação da Fluke Networks CCTT – Certified Cabling Test Technician, em parceria comercial com a <a href="http://www.oraculoead.com.br/courses/certificacao-presencial-cctt-fluke-networks" target="_blank" rel="noopener noreferrer">OráculoEAD</a><span style="text-decoration: underline;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">  Indicado para técnicos instaladores de redes, o treinamento é composto por dois módulos (cobre com testes nas Categorias 3, 5e, 6A, F e FA e fibra óptica para inspeção e testes de certificações Tiers I e II). O objetivo é melhorar as habilidades do instalador, além da sua eficiência e produtividade nas funções de teste, certificação e identificação de falhas em sistemas de cabeamento estruturado.</p>
<p style="text-align: justify;">  É um curso prático que utiliza os certificadores VERSIV, da Fluke Networks. O conteúdo inclui temas como módulo de cobre (DSX-5000), limites de teste e normas, definições de link e tipos de adaptadores, medição e revisão de resultados, novos parâmetros de teste, certificação de patch cords e allien crosstalk.</p>
<p style="text-align: justify;">  O treinamento será ministrado na sede do Grupo Policom (Policom Solutions Center), em São Paulo, pelo professor Marcelo Barboza, que possui 30 anos de experiência no mercado de TI e é membro da BICSI e da comissão de estudos sobre cabeamento estruturado da ABNT/COBEI. Preço: R$ 1200.</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>R&#038;M inicia produção no Brasil</title>
		<link>https://www.infranewstelecom.com.br/rm-inicia-producao-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rm-inicia-producao-no-brasil</link>
		
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		<pubDate>Thu, 01 Feb 2018 14:00:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A suíça R&M deu um passo importante para fortalecer a sua presença no Brasil com a aquisição da linha de negócios de fibra óptica da mineira Petcom.]]></description>
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			<h1>R&amp;M inicia produção no Brasil</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">A suíça R&amp;M, fornecedora de sistemas de cabeamento para infraestrutura de rede, deu um passo importante para fortalecer a sua presença no Brasil com a aquisição da linha de negócios de fibra óptica da mineira Petcom, com sede em Santa Rita do Sapucaí. “Hoje temos um portfólio completo de produtos de fibra óptica fabricados no Brasil. Também estamos realizando investimentos em novas linhas de montagem para patch cords metálicos e DIOs, além de caixas de emendas com apoio de profissionais técnicos da Suíça”, completa o diretor geral da R&amp;M para a América Latina, Paulo Campos, acrescentando que a unidade também suportará os negócios da companhia em outros países da América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a planta a companhia abre novas possibilidades de desenvolvimento de produtos para atender o mercado brasileiro. Um exemplo é o patch panel angular de cobre e fibra óptica, que será fabricado no país e exportado para todo o mundo. “A R&amp;M não tinha esse produto, que é bastante solicitado, principalmente, por clientes da América Latina e Ásia. Somos uma empresa bastante flexível e temos capacidade de adaptar os nossos produtos de acordo com as necessidades do mercado”, diz Campos. O produto tem 48 portas em 1U metálico, com suporte para 96 fibras ópticas LC.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o executivo, os provedores de Internet estão entre os principais clientes da companhia. Isso porque muitos deles estão num processo de modernização de suas redes de cobre para fibra óptica. Um outro mercado é o de data center. Um dos seus diferenciais, de acordo com Campos, são os painéis de alta densidade para fibra óptica, com até 90 portas em 1U, totalizando 180 fibra ópticas. “Também há possibilidade de 720 fibras ópticas em 3U. Essa solução tem uma densidade até 67% maior do que as plataformas disponíveis no mercado, atendendo com confiabilidade redes de 10, 40 e 100 GbE”. O produto ainda conta com um conector de fibra duplex com cabo de 1,4 mm e mecanismo push pull integrado, oferecendo mais flexibilidade e facilidade de manuseio.</p>

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