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	<title>Processamento de dados &#8211; Infra News Telecom</title>
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	<description>A Infra News Telecom é um canal de comunicação para os profissionais de tecnologia da informação e de telecomunicações. Aborda as tendências e as mais modernas soluções para a construção, implantação e operação da infraestrutura de rede e TI, tanto no mercado corporativo como de operadoras e provedores de serviços.</description>
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	<title>Processamento de dados &#8211; Infra News Telecom</title>
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		<title>Data centers no Brasil: Reflexões sobre oportunidades e desafios de um mercado em expansão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 19:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 73]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de data centers na América Latina deve ultrapassar US$ 7,8 bilhões até 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 7,6%. O Brasil irá abocanhar 40% desse volume.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3f6f4d3de" data-id="697a3f6f4d3de" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Data centers no Brasil: Reflexões sobre oportunidades e desafios de um mercado em expansão</h1>

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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2 style="text-align: justify;">O mercado de data centers na América Latina está projetado para ultrapassar os US$ 7,8 bilhões até 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 7,6%. O Brasil deve abocanhar 40% desse volume.</h2>

		</div>
	</div>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><strong>Christian Mendes Gouveia, diretor geral LATAM da Park Place Technologies</strong></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_separator wpb_content_element vc_separator_align_center vc_sep_width_100 vc_sep_pos_align_center vc_separator_no_text wpb_content_element  wpb_content_element" ><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_l"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span><span class="vc_sep_holder vc_sep_holder_r"><span style="border-color:#334d96;" class="vc_sep_line"></span></span>
</div><div class="ult-spacer spacer-697a3f6f4d848" data-id="697a3f6f4d848" data-height="60" data-height-mobile="60" data-height-tab="60" data-height-tab-portrait="60" data-height-mobile-landscape="60" style="clear:both;display:block;"></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos, a América do Sul tem sido palco de um notável crescimento na indústria de data centers, com destaque para o Brasil. Esse boom está intrinsecamente ligado à crescente demanda por armazenamento e processamento de dados, impulsionada pela digitalização em todas as esferas da sociedade. O aumento do uso de algoritmos, inteligência artificial e a iminente chegada do 5G estão entre os principais impulsionadores desse crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com um estudo da <a href="https://s2403.imxsnd10.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5hcml6dG9uLmNvbSUyRm1hcmtldC1yZXBvcnRzJTJGbGF0aW4tYW1lcmljYS1kYXRhLWNlbnRlci1tYXJrZXQtcmVwb3J0LTIwMjU6NDc3NTE4MDM3OnNpbW9uZS5yb2RyaWd1ZXNAaW5mcmFuZXdzdGVsZWNvbS5jb20uYnI6NDYzMTA3Ojcw" target="_blank" rel="noopener">Arizton Advisory &amp; Intelligence</a>, o mercado de data centers na América Latina está projetado para ultrapassar os US$ 7,8 bilhões até 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 7,6%. Dessas cifras impressionantes, o Brasil é responsável por uma fatia considerável, representando cerca de 40% desse valor. Esses números evidenciam não apenas o potencial do mercado brasileiro, mas também sua importância na região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Oportunidades</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Crescimento econômico digital: </strong>O Brasil está experimentando um crescimento acelerado em sua economia digital, com destaque para o comércio eletrônico e as fintechs. Esse cenário está gerando uma demanda crescente por infraestrutura de TI, incluindo data centers e redes corporativas.</li>
<li><strong>Adoção do 5G: </strong>A implantação das redes 5G no Brasil promete revolucionar a conectividade e abrir novas oportunidades para a indústria. O aumento nas taxas de adoção de smartphones e a ascensão da economia digital estão impulsionando a demanda por capacidade de armazenamento e processamento de dados.</li>
<li><strong>Posição geográfica estratégica: </strong>A localização estratégica do Brasil na América Latina o torna um destino atrativo para investimentos em data centers. Sua vasta extensão territorial, população significativa e conectividade com os países vizinhos contribuem para seu potencial como hub regional de tecnologia.</li>
<li><strong>Crescente uso de IA &#8211; inteligência artificial: </strong>A inteligência artificial está se tornando cada vez mais onipresente em diversos setores, exigindo infraestruturas de data centers mais avançadas para suportar o processamento de grandes volumes de dados. Essa demanda é impulsionada pelo crescimento das big techs e pela necessidade de empresas de todos os segmentos de utilizar IA para impulsionar a inovação e a eficiência.</li>
</ul>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Desafios e alternativas de soluções</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Sustentabilidade</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os data centers são conhecidos por seu alto consumo de energia e suas emissões de carbono significativas. Em um mundo cada vez mais consciente das questões ambientais, a necessidade de práticas sustentáveis na indústria de tecnologia se torna cada vez mais urgente. Os data centers, em particular, têm sido alvo de crescente preocupação devido ao seu impacto significativo nas emissões de carbono. A título de comparação, só em contas on-line – como contas de e-mail, bancárias, entre outras – são gerados milhares de dados baseados em nuvem. No entanto, milhões dessas contas provavelmente não são utilizadas, principalmente, gerando dados considerados inúteis associados a essas contas ficam parados em data centers, que são movidos principalmente a combustíveis fósseis e operam 24 horas por dia. Para se ter uma ideia, <a href="https://s2403.imxsnd10.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnRoZXJlYWRlci5taXRwcmVzcy5taXQuZWR1JTJGdGhlLXN0YWdnZXJpbmctZWNvbG9naWNhbC1pbXBhY3RzLW9mLWNvbXB1dGF0aW9uLWFuZC10aGUtY2xvdWQlMkY6NDc3NTE4MDM3OnNpbW9uZS5yb2RyaWd1ZXNAaW5mcmFuZXdzdGVsZWNvbS5jb20uYnI6MGQ4ZDNlOjcw" target="_blank" rel="noopener">os data centers respondem por 2% de todas as emissões globais de carbono</a>, quase o mesmo que todo o setor aéreo, indica uma pesquisa mundial denominada “Na nuvem, fora da mente”, da Veritas Technologies.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, voltamos ao estudo da Arizton Advisory &amp; Intelligence que indica que a construção modular deverá contar com volume significativo de investimentos durante o período, por ser energeticamente eficiente e projetada para sustentar alta densidade de rack e propiciar custo de execução 30% menor do que instalações tradicionais de alvenaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas enxergamos alternativas que podem minimizar o impacto ambiental dos data centers, como:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Manutenção de hardware: </strong>Estender os serviços de suporte para além do período de garantia, permitindo que a tecnologia existente seja aproveitada por mais tempo, reduzindo assim a necessidade de atualizações frequentes.</li>
<li><strong>Serviços profissionais: </strong>Descarte seguro de hardware, com foco na reutilização e reciclagem de peças e sistemas, contribuindo para a economia circular.</li>
<li><strong>Escolha de softwares: </strong>Adoção de soluções empresariais de monitoramento, gerenciamento e desempenho de rede para otimizar a infraestrutura e reduzir o consumo de energia.</li>
<li><strong>Serviços gerenciados: </strong>Aquisição de serviços entregues por meio de automação, visando reduzir resíduos eletrônicos e minimizar o tempo de inatividade.</li>
<li><strong>Hardware: </strong>Considerar a compra de hardware usado como alternativa, contribuindo para a economia circular e reduzindo os impactos ambientais associados à produção de novos equipamentos.</li>
</ol>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Inteligência artificial</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com a crescente adoção da nuvem para armazenamento de dados, em especial com a evolução e popularização do uso da inteligência artificial, as organizações se veem obrigadas a aumentar a infraestrutura de data centers e serviços de armazenamento, a fim de suportar essa nova demanda em evolução.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o segmento de serviços de nuvem tem como principais players Amazon, Google e Microsoft. Chamados de hiperescaladores, são provedores de nuvem em larga escala. Essas corporações são as que armazenam maior volume de dados das empresas em geral, especialmente agora com a explosão da utilização de sistemas de Inteligência Artificial como o Bard – do Google – e do ChatGPT.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, e devido ao crescimento dessas big techs, empresas do setor de data centers utilizados não só por elas, mas também por uma variedade de companhias de todos os segmentos e até órgãos públicos, têm obrigatoriamente crescido.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma parte do boom para os data centers se deu com o advento da pandemia, que obrigou as organizações a se digitalizarem com rapidez – o que até vinham fazendo antes, mas a passos de tartaruga. Quando essa nova necessidade de alocação começou a se estabilizar, com a adaptação das empresas ao novo normal e o fim da pandemia&#8230; BOOOM&#8230; entra em campo e de sola, a IA generativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Se de fato “os dados são o novo ouro”, as companhias farão de tudo para acumulá-lo e o cofre para isso são os data centers. Apontada como uma das principais tendências tecnológicas desse e dos próximos anos, a inteligência artificial generativa exige o desenvolvimento de estruturas mais robustas para operar – em especial, a do data center.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que a modernização de sua infraestrutura de TI é inevitável, para empresas que desejem ser ágeis e competitivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Associada ao crescente uso de aplicações baseadas em (ML &#8211; machine learning), soluções de IA generativa podem demandar uma densidade energética três vezes maior do que a utilizada no processamento de dados convencional, reivindicando uma mudança fundamental em toda a arquitetura do centro de dados. O mesmo se dará nos sistemas de resfriamento, que precisarão ser mais sofisticados para acomodar uma saída de calor mais alta.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, ao mesmo tempo que esse desafio se apresenta, a utilização da IA pode ser uma aliada aos operadores e administradores de data centers.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>IA Generativa: </strong>A aplicação da inteligência artificial generativa nos data centers promete trazer benefícios significativos, incluindo análise preditiva, detecção de anomalias e otimização do desempenho. Essa tecnologia está se tornando uma aliada valiosa para os operadores de data centers, permitindo aprimoramentos em eficiência e economia de custos.</li>
<li><strong>Aumento da densidade energética: </strong>Soluções de IA generativa podem demandar uma densidade energética três vezes maior do que o processamento de dados convencional, exigindo uma mudança fundamental na arquitetura dos data centers. Isso destaca a importância de investimentos em infraestrutura para suportar as demandas crescentes da IA.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Em suma, esses dados e os números revelam um cenário de oportunidades e desafios para o mercado de data centers na América do Sul, em especial no Brasil. À medida que o setor continua a se expandir e evoluir, é crucial que sejam implementadas soluções inovadoras e sustentáveis para garantir um crescimento econômico sustentável e responsável.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DCIM: Ambientes automatizados e cada vez mais inteligentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 19:08:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial - Data Centers]]></category>
		<category><![CDATA[Data center]]></category>
		<category><![CDATA[DCIM]]></category>
		<category><![CDATA[Facilities]]></category>
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		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[As versões mais recentes dos sistemas para gerenciamento de infraestrutura de data centers ganharam novos recursos e a tendência é que antecipem falhas e promovam a crescente automação das operações. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_inner vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="ult-spacer spacer-697a3f6f4f09a" data-id="697a3f6f4f09a" data-height="50" data-height-mobile="50" data-height-tab="50" data-height-tab-portrait="" data-height-mobile-landscape="" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>DCIM: Ambientes automatizados e cada vez mais inteligentes</h1>

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			<h2>As versões mais recentes dos sistemas para gerenciamento de infraestrutura de data centers ganharam novos recursos e a tendência é que antecipem falhas e promovam a crescente automação das operações.</h2>

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			<h4>Verônica Couto, colaboradora da Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  As versões mais recentes dos sistemas para gerenciamento de infraestrutura de data centers, ou DCIM, na sigla em inglês, ganharam recursos para atuar de forma autônoma e acompanhar também ativos de TI, além dos dispositivos tradicionais de facilities. A tendência é que eles, ainda, antecipem falhas e promovam a crescente automação das operações.</p>
<p style="text-align: justify;">  A expansão de plataformas híbridas deu destaque à tecnologia de DCIM, que evolui em versões edge, sem fio, ou baseadas em IA &#8211; inteligência artificial para gerir de forma integrada a diversidade de modelos de processamento de dados. Antes da crise sanitária da Covid-19, o relatório “Data Center Infrastructure Management Market 2019-2024”, da Mordor Intelligence, empresa de consultoria e inteligência de mercado, já previa faturamento global com sistemas DCIM (somente software) de US$ 1,5 bilhão, em 2020, e de US$ 2 bilhões, em 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">  No Brasil, a estimativa era de US$ 25 milhões e de US$ 30 milhões, respectivamente, no mesmo período. “Com a pandemia, home office, digitalização, IoT – Internet das coisas, IA, contudo, temos razões para acreditar que os valores devem aumentar consideravelmente”, diz o presidente da Specto Tecnologia, Leônidas Vieira Júnior. Desde a década de 1990, a Specto desenvolve e fornece soluções de hardware, software e serviços de TI.</p>

		</div>
	</div>
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		<div class="wpb_wrapper">
			<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Fabrício Costa, diretor técnico e sócio da integradora <a style="color: #ffffff;" href="https://www.infranewstelecom.com.br/saiba-quais-sao-as-diferencas-entre-salas-seguras-certificadas-e-salas-cofre/">Zeittec</a>, pontua que os DCIMs “entraram” nos ativos de TI, monitorando um nobreak e, ao mesmo tempo, servidores, fontes, disponibilidade de ativos para o rack, etc. Segundo ele, os produtos da segunda geração, além de monitorar, tomam decisões. E os da terceira, incorporam o ambiente de TI, com servidores, cabeamento, dados de performance de máquinas, latências, entre outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  “Em comparação ao cenário de quatro anos atrás, o custo caiu e cresceram tanto a capacidade de automação quanto a compatibilidade para conectar equipamentos independente do fabricante”, acrescenta o executivo. A <a style="color: #ffffff;" href="https://zeittec.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Zeittec constrói data centers em regime turnkey, com soluções que vão desde a elaboração do projeto e a análise de riscos até o moving dos equipamentos ativos</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Um relatório do Gartner, de setembro de 2020, projetou que cerca de 85% das infraestruturas utilizarão uma solução integrada de on-premises, co-location, cloud e edge até 2025. “O DCIM continuará relevante para os setores que manterão seus data centers locais”, explica Gustavo Côrrea Brandão, diretor de Informática da UERJ &#8211; Universidade do Estado do Rio de Janeiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Para ele, é provável que os data centers locais se tornem nuvens privadas que, em conjunto com nuvens públicas, passem a ser encarados pelos usuários como uma única nuvem &#8216;corporativa&#8217;, sendo transparente onde os processos realmente são realizados. “Isso resultará na necessidade de incorporação de mecanismos específicos para administração de ambientes híbridos, simulando um único data center.”</span></p>

		</div>
	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><strong>Ambientes autônomos e edge</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">  Embora ainda existam ambientes com centenas de racks, Costa, da Zeittec, observa que é cada vez mais comum a opção por vários data centers menores. “A tendência são ambientes autônomos, cada vez mais confiados ao DCIM, que se torna parte da missão crítica. Assim, mesmo com o NOC a milhares de quilômetros, é possível enxergar os parâmetros e providenciar determinadas ações.&#8221; Para isso, são importantes as tecnologias de IA, IoT e machine learning, especialmente no consumo de energia, promovendo alterações em tempo real de parâmetros de controle do PUE (indicador de eficiência energética).</p>
<p style="text-align: justify;">  Vieira Júnior, da Specto, lembra que a aplicação de IA melhorou em 40% a eficiência energética do data center do Google. O executivo também cita uma pesquisa, de março do ano passado, da Internap Corporation (Inap), empresa norte-americana de serviços de data center e cloud, que mostrou que 81% dos líderes de TI acreditavam na automação por IA na maioria das atividades de data center até 2025.</p>
<p style="text-align: justify;">  De acordo com ele, versões edge de DCIM começam a responder, entre outras, a questões como: Quem está acessando meu equipamento ou rack? Quando e como substituir as baterias do UPS remoto? O que fazer se faltam técnicos (especialistas) em infraestrutura no local? A qual alerta reagir primeiro?”, exemplifica.</p>
<p style="text-align: justify;">  A própria Specto prepara o lançamento da versão edge do seu sistema de gerenciamento DataFaz até o final do ano. A solução será baseada em IoT, SBC &#8211; Single Board Computer e computação distribuída. O sistema deve cobrir o monitoramento ambiental, a gestão de ativos, de facilities, energia e segurança física, de forma simplificada, econômica e autônoma. “Podem estar integrados ao DCIM principal ou &#8216;mestre&#8217;, seja na forma on-premises, seja como SaaS – software como serviço. Cada DCIM edge reporta informações ao principal, recebe comandos e configurações, de maneira que tenhamos uma base de informações centralizada e segura. Mas deve permitir acesso direto de um gestor local, independente do DCIM principal.”</p>
<p style="text-align: justify;">  Basicamente, o DataFaz é uma plataforma de gerenciamento composta por software, hardware e serviços, capaz de gerenciar em tempo real a infraestrutura e o funcionamento do data center, incluindo as camadas física (infraestrutura, ambiente, energia, segurança) e de TI e aplicações (gestão de espaços e de ativos, simuladores, atuadores, gráficos, análises e alarmes). Tudo numa única ferramenta.</p>

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	</div>
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			<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>Casos de uso</strong></span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  O UnitedHealth Group Brasil, empresa norte-americana especializada em cuidados com a saúde e que controla o Hospital Samaritano de São Paulo, usa ferramentas homologadas pelo seu time de segurança da informação e infraestrutura global para monitorar ambientes e sistemas de missão crítica. São cerca de 10 Tb de dados mensais produzidos pelas soluções e equipamentos em ambiente híbrido (nuvem e on premises) do Samaritano, segundo o diretor de tecnologia para hospitais do UGH Brasil, Alex Julian.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Entre os benefícios, diz, estão o “atendimento proativo, melhorando a gestão e resolução de incidentes (sejam críticos ou de menor prioridade), avaliando possíveis ações de invasão dos sistemas monitorados, e garantindo disponibilidade superior a 99%.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Ele acrescenta que esses sistemas permitem à companhia atuar de forma preventiva, tomando as decisões corretas em caso de alertas de falhas e planos de ação e controlando a disponibilidade dos sistemas e serviços. Estão nos planos do Samaritano investir ainda mais na capacitação do time de monitoramento e em novas ferramentas para gestão, além de soluções de automação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Quando questionado sobre quais são as estratégias mais avançadas e recomendadas para o gerenciamento de data centers, o executivo ressalta a importância do monitoramento de performance das aplicações, considerando também os itens “dentro” da rede da empresa que podem gerar qualquer tipo de interferência/atraso na aplicação ou serviços de TI.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A UERJ adota uma estratégia híbrida de monitoramento que combina o DCIM tradicional a recursos da hiperconvergência, para armazenar centenas de terabytes de dados gerados pelas atividades de ensino, pesquisa e extensão. “Dezenas de servidores individuais foram convertidos em clusters hiperconvergentes, com ganhos de espaço, processamento, escalabilidade e consumo energético”, conta o diretor de informática da instituição. Os tempos para recuperação e entre falhas também foram reduzidos e os procedimentos para distribuição do consumo de recursos e identificação de problemas, simplificados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Uma outra vantagem apontada por Brandão é que, com os protocolos de trabalho estabelecidos, as equipes da instituição conseguiram dedicar mais tempo a atividades de planejamento. “A conversão do modelo presencial para o remoto foi feita em um ambiente de trabalho cooperativo, o que garantiu um fluxo contínuo das tarefas, mesmo em tempos de pandemia”, acrescenta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Ele destaca que tecnologias como a IoT trouxeram novos desafios à área de infraestrutura das companhias. Por isso, é preciso adaptar os data centers para garantir as expectativas de nível de serviço, além de conectividade, disponibilidade, confiabilidade e segurança para os usuários. “São tarefas árduas e que sem a adoção de ferramentas de controle e gestão são impossíveis de realizar”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Para o diretor, um mecanismo de gestão de infraestrutura de data center, independente da solução adotada, deve ser capaz de gerenciar os ativos com dados detalhados sobre as configurações do parque instalado, monitorar a capacidade instalada para identificar o consumo de recursos, incluindo climatização, energia, etc., e identificar ameaças físicas ou virtuais. “Um bom sistema DCIM deve ser compatível com vários protocolos, gerar relatórios pré-definidos ou customizáveis, e ter ferramentas estatísticas.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  Ele recomenda, ainda, a integração com softwares de CAD &#8211; Computer Aided Design em data centers de grande porte ou que atuam com serviços de hospedagem, onde há necessidade de controle da localização física do equipamento. São funcionalidades que permitem ao gestor “acompanhar determinados assuntos de acordo com sua demanda sazonal ou específica e, complementarmente, construir projeções sobre consumo ou crescimento”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">  A Universidade pretende modernizar o modelo de controle da gestão do seu data center. O objetivo é que o sistema tenha uma melhor integração e possibilite a análise remota dos dados por órgãos externos especializados para identificar as estratégias relacionadas à evolução contínua da infraestrutura.</span></p>

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		<title>Os limites da privacidade “perfeita”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thoran Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 May 2021 20:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 39]]></category>
		<category><![CDATA[Big data]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Processamento de dados]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Em nome da “privacidade perfeita”, algumas vezes corre-se o risco de estabelecer regras excessivas, que, em última instância, podem gerar paralisia em relações intrínsecas aos processos de negócios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3f6f50dc1" data-id="697a3f6f50dc1" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Os limites da privacidade “perfeita”</h1>

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			<p><strong>Thoran Rodrigues, BigDataCorp</strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  É inquestionável a necessidade de existir uma legislação para zelar pela privacidade dos dados pessoais diante do avanço do big data e da inteligência artificial nos sistemas que utilizamos para nos divertir, fazer compras, decidir sobre nosso futuro. Porém, o debate regulatório não pode deixar de considerar o impacto dessas leis na economia.</p>
<p style="text-align: justify;">  Em nome da “privacidade perfeita”, algumas vezes corre-se o risco de estabelecer regras excessivas, que, em última instância, podem gerar paralisia em relações intrínsecas aos processos de negócios. Ou que podem até mesmo impedir a própria sociedade de usufruir de serviços de utilidade pública e benefícios obtidos a partir da análise de informações dos cidadãos.</p>
<p style="text-align: justify;">  A ciência de dados é uma realidade e deve ser encarada como um avanço, não uma ameaça. De fato, quanto mais os dados ganham relevância na vida dos indivíduos, mais as empresas querem ter acesso às informações. No entanto, essa prática nem sempre é abusiva ou criminosa. Ao contrário, desde que dentro das condições legais, sem prejuízo à transparência nem aos direitos de cada usuário, é perfeitamente legítima e produtiva.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um exemplo recente, que dá a exata ideia de como o acesso a dados pessoais pode trazer ganhos para o social, são os mecanismos de controle da pandemia da Covid-19. Com ferramentas para monitorar o contágio por meio do GPS no celular, mapeando a mobilidade da população contaminada, muitos países puderam evitar a disseminação do vírus. Ainda na área da saúde, em muitas ocasiões, dados de pacientes precisam ser compartilhados para uma avaliação comparativa dentro de uma base comum, que agregue experiências e traga mais assertividade aos tratamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outro campo sensível, que pode sofrer consequências negativas em função de regras inapropriadas, refere-se à retirada de informações pessoais de determinado banco de dados. Um pedido de apagamento de dados históricos a uma empresa muito antiga ou a um órgão governamental pode resultar na necessidade de se redesenhar sistemas e estruturas corporativas – tarefa que talvez não seja tão simples de realizar em curto espaço de tempo, ou, não sem um considerável investimento na área de TI. Será que é realmente crucial aquela operação? Será que essa lógica acabará nos levando à conclusão de que todos os processos automáticos com os quais nos acostumamos teriam de desaparecer ou ser substituídos por processos manuais, mais burocráticos e, no limite, muito menos seguros para as pessoas do que a tomada de decisão automática?</p>
<p style="text-align: justify;">  Em setembro do ano passado, uma decisão preliminar da CPD &#8211; Comissão de Proteção de Dados irlandesa proibiu a transferência de dados pessoais de cidadãos europeus para os EUA, anulando o acordo conhecido como “Escudo de Privacidade”. O tribunal alegou que os dados dos europeus podem ser alvo de espionagem por parte das agências de inteligência norte-americanas.</p>
<p style="text-align: justify;">  Diante disso, o Facebook já ameaçou encerrar atividades na União Europeia. E a briga vai longe: segundo a Computer and Communications Industry Association (CCIA), a decisão cria “incerteza jurídica para milhares de pequenas e grandes empresas dos dois lados do Atlântico que usam o Escudo da Privacidade em suas transferências diárias de dados comerciais”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Regulamentar o uso de dados nas transações digitais é imprescindível, mas impõe um desafio: a “privacidade perfeita” pode ser uma possível ilusão, que cria distorções nas legislações e causa mais danos do que benefícios à sociedade.</p>

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		<title>Limites e riscos da inteligência artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thoran Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2021 16:41:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 36]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Machine learning]]></category>
		<category><![CDATA[Processamento de dados]]></category>
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					<description><![CDATA[Os algoritmos trabalham perfeitamente bem, desde que não se deparem com uma variável não prevista na concepção operacional. Por isso, é fundamental ter cautela com o hype da IA e entender seus limites e potenciais riscos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3f6f51e96" data-id="697a3f6f51e96" data-height="30" data-height-mobile="30" data-height-tab="30" data-height-tab-portrait="30" data-height-mobile-landscape="30" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Limites e riscos da inteligência artificial</h1>

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			<p><strong>Thoran Rodrigues, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.bigdatacorp.com.br/index" target="_blank" rel="noopener noreferrer">BigDataCorp</a></span></strong></p>

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			<p style="text-align: justify;">  A coisa mais importante que aprendemos com o avanço da IA &#8211; inteligência artificial em diversas áreas de conhecimento é que a tecnologia é capaz de realizar feitos nunca antes imaginados, mas nada acontece por passe de mágica. Tudo é fruto de um conjunto de dados e processamentos, que geram novos dados e se aprimoram a partir de novos processamentos. Ou seja, uma máquina aprende e ganha autonomia, sem dúvida. No entanto, o seu bom desempenho depende de modelos de aprendizagem predefinidos, que implicam o reconhecimento de padrões preestabelecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Um artigo do editor do portal MIT Technology alertou que programas de IA podem ser mais vulneráveis do que se imagina. Will Douglas Heaven conta que, em um experimento com um <em>game</em><em> </em>de futebol de ponta, na hora em que o jogador ia chutar em direção ao gol, o goleiro, em vez de se posicionar para a defesa, atira-se ao solo e joga esperneando e sacudindo pernas e braços. Ao ser exposto a essa reação inusitada, o atacante, em vez de chutar, também cai no chão, sem saber o que fazer, e perde sua chance de gol.</p>
<p style="text-align: justify;">  Nos últimos anos, acrescenta Heaven, os pesquisadores descobriram muitas maneiras de burlar essas soluções: “Pequenos ajustes, como alterar alguns pixels em uma imagem, podem deixar a IA completamente confusa, fazendo com que a imagem de um bicho-preguiça seja identificada como um carro de corrida, por exemplo”.</p>
<p style="text-align: justify;">  Conclusão, os algoritmos trabalham perfeitamente bem, desde que não se deparem com uma variável não prevista na concepção operacional arquitetada para atingir determinado objetivo. Diante de uma situação que não consegue interpretar, o sistema fica sujeito a erros que podem trazer sérios prejuízos aos resultados. Por isso, é fundamental ter cautela com o hype da IA e entender seus limites e potenciais riscos.</p>
<p style="text-align: justify;">  Apesar de absorver e processar milhões de exemplos para aprender, uma solução computacional não tem a mesma capacidade do cérebro humano de lidar com o inesperado. Se de repente surgir um dado inusitado, ou um dado de má qualidade, que não corresponda ao padrão esperado, será preciso rever a programação. A máquina não é capaz de responder a uma demanda que não havia sido pensada com antecipação.</p>
<p style="text-align: justify;">  Outra diferença importante, destacada pelos cientistas, é que a inteligência humana (ao contrário da artificial) é alimentada também pela intuição. Uma mudança brusca de direção ao atravessar uma rua, uma jogada mais arriscada em uma partida de tênis, atitudes que muitas vezes o ser humano toma sem pensar muito, mas com total domínio da situação, podem fazer a diferença entre o sucesso e o desastre. Os humanos podem enfrentar um acidente extraordinário com criatividade, entendendo o novo contexto e buscando uma solução imediata. Os algoritmos precisariam ter sido “avisados” de que aquele acidente poderia acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">  Assim, enquanto a IA não tem a capacidade de reagir ao mundo da mesma forma como os humanos (e não se sabe se e quando isso acontecerá), é fundamental conhecer e avaliar não apenas o potencial, mas também as fragilidades da computação nas estratégias corporativas e nos modelos de negócios.</p>

		</div>
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		<title>Serpro inaugura centro de operações de segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2020 17:40:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
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					<description><![CDATA[O centro, localizado em Brasília, DF, segue a tendência mundial para tratar incidentes de segurança de forma proativa e foi colocado no ar após três meses de planejamento e logística.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3f6f52ceb" data-id="697a3f6f52ceb" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Serpro inaugura centro de operações de segurança</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  O Serpro – Serviço Federal de Processamento de Dados inaugurou, em Brasília, DF, um SOC &#8211; Centro de Operações de Segurança. O ambiente segue a tendência mundial para tratar incidentes de segurança de forma proativa e foi colocado no ar após três meses de planejamento e logística. “Criar uma célula voltada para a segurança de dados é um passo importante para atingirmos a nossa meta de evoluir de uma empresa de processamento de dados para uma empresa de inteligência. Segurança de dados é nome do jogo no futuro e faz parte da nossa história”, enfatiza Caio Mario Paes de Andrade, presidente da instituição.</p>
<p style="text-align: justify;">  Segundo o diretor de operações do Serpro, Antonino dos Santos Guerra Neto, a equipe do SOC está apta para tratar os ataques antes e depois que eles acontecem, além de incidentes de vazamento de dados pessoais. “Isso está alinhado com a iniciativa da empresa em ser referência de mercado na LGPD&#8221;, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">  Tiago Iahn, do departamento de gestão de segurança cibernética, ainda destaca que o SOC foi pensando nas etapas de um teste de invasão. “Sempre que um ataque é planejado, uma série de atividades é realizada anteriormente. Normalmente, é feito um scan, uma enumeração do que está no ar, uso de exploits para exploração e possivelmente a invasão propriamente dita. Como tínhamos que montar um SOC em um curto espaço de tempo, focamos na questão de como um hacker faria na prática. E assim criamos alertas e monitorações que focam em cada etapa: antes do hacker realizar o acesso (inteligência)”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">  As principais atividades desenvolvidas pelo SOC são: proteger, tratar e alertar os gestores de negócio a respeito de vazamento de dados pessoais; proteger e monitorar os diretores e superintendentes na camada mais profunda da Internet; responder, de forma rápida, aos incidentes de segurança dos sistemas do Serpro e clientes; e correlacionar eventos de segurança, gerando alertas antes dos incidentes acontecerem.</p>

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		<title>Mercado mundial de edge computing deve alcançar US$ 3,24 bilhões até 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 18:25:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A previsão é da consultoria Grand View Research. O edge computing ajuda a  diminuir a latência das aplicações, aproximando o processamento de dados de sua origem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid dt-default" style="margin-top: 0px;margin-bottom: 0px"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-2"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-8"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"><div class="ult-spacer spacer-697a3f6f53d05" data-id="697a3f6f53d05" data-height="15" data-height-mobile="15" data-height-tab="15" data-height-tab-portrait="15" data-height-mobile-landscape="15" style="clear:both;display:block;"></div>
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			<h1>Mercado mundial de edge computing deve alcançar US$ 3,24 bilhões até 2025</h1>

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			<h4>Redação, Infra News Telecom</h4>

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			<p style="text-align: justify;">  De acordo com um estudo conduzido pela <a href="https://www.grandviewresearch.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Grand View Research</a>, empresa de consultoria e pesquisas, dos EUA, o mercado mundial de edge computing deve atingir a marca de US$ 3,24 bilhões até 2025, com uma CAGR – taxa de crescimento anual de 41% no período.</p>
<p style="text-align: justify;">  A grande quantidade de dados exigida pelos dispositivos IoT – Internet das coisas será a principal responsável pelo aumento da demanda de soluções baseadas em edge computing. A tecnologia ajuda a melhorar a capacidade de processamento das informações e diminuir a latência, aproximando os dados de sua origem e permitindo aos gestores de redes e TI terem insights em tempo real.</p>
<p style="text-align: justify;">  A presença de grandes players nesse segmento, como Cisco, HP, IBM, Microsoft e SAP, também irá estimular o crescimento da tecnologia, principalmente na América do Norte.</p>
<p style="text-align: justify;">  O <a href="https://www.infranewstelecom.com.br/edge-computing-nas-empresas-brasileiras/">edge computing</a> é usado em várias aplicações, como manufatura, TI, telecomunicações e saúde. Ainda de acordo com o estudo, o setor de saúde deverá ser responsável pela maior GAGR entre 2017 e 2025. Isso porque, com maior capacidade de armazenamento e processamento em tempo real, as plataformas baseadas em edge computing possibilitam a prestação de serviços de forma mais confiável e em menor tempo. Além disso, a tomada de decisão é facilitada, pois as falhas e atrasos na rede podem ser evitadas.</p>

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